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Postado
3 horas atrás, Leho. disse:

Você quis dizer mata-mata no começo do parágrafo, certo? Acho que sim hehe, por isso mudei ali.

Cara, eu nunca pensei mais a fundo nessa correlação, mas num primeiro momento eu acho que é mais uma questão de PERCEPÇÃO do que propriamente de fator causal. Torneios mata-mata produzem "heróis e vilões" de uma forma mt mais direta do que os pontos corridos, com isso a formação de jogadores mais decisivos poderia estar ligada a isso. Poderia, mas acho que o buraco é mais embaixo.

E digo isso porque acredito que existem outros fatores bem mais determinantes nessa mudança do perfil dos jogadores — ambiente social, evolução da tecnologia, mudanças na infraestrutura dos campinhos da base, etc etc e etc. Pra mim o formato dos campeonatos influencia mt mais na percepção e identificação desses jogadores mais, digamos, "decisivos", mas não necessariamente interfere na geração de garotos com o mesmo talento. Pode interferir? Pode e até acho que interfere, mas de uma forma bastante subjetiva e de difícil mensuração.

Como falei nunca parei pra me aprofundar e embasar argumentos, mas considero o fato de em jogos mata mata você tem um nível de concentração, entrega, e precisa ter um mental forte o tempo todo. 

No mata mata tem que ir pra cima e tentar decidir ou se segurar e se impor em uma intensidade muito maior que o ano todo jogando pontos corridos. Nos pontos corridos os pontos perdidos hoje, você recupera amanhã e tá QUASE tudo certo.v Acho que nesse sentido, tendo todo o nosso futebol no mata mata durante muito tempo, a gente acabava por forjar jogadores muito mais acostumados a decidir... Era Copa do Brasil no primeiro semestre, decisão do Brasileirão no segundo, com 17, 18 anos os caras estavam jogando a vida ou morte no Pacaembu, Maracanã, Mineirão, Fonte Nova... Iam lá pra fora sim, acabavam por se aprimorar fisicamente, taticamente, até tecnicamente mas o mais importante do esporte de alto rendimento já tinha sido muito bem trabalho aqui, que é o psicológico forte para decisões.

Nesse formato modorrento de pontos corridos de "ataque ganha jogo e defesa ganha campeonato" , de toquinhos pra trás e laterais pra cozinhar o jogo, acaba por forjar um monte de água de salsicha do caralho, a principal preocupação do jogador é correr pra fechar o espaço certo pra ter vaga no time pro treinador conseguir manter resultado.

Quer ver uma comparação de time de pontos corridos e time de mata mata.

O Brasil do Tite era a cara dos pontos corridos, não atoa batemos os recordes das eliminatórias, mas era uma porrada de jogo feio pra caralho que até os 30 do segundo tempo não tinha acontecido porríssima nenhuma, até o Richarlisson jogando como um extremo desequilibrante trombar no bico da área, passar pro alguém tropeçando e meter um gol. Mas na hora dos mata matas, nunca conseguiu porra nenhuma, só uma Copa América arrastada aí com Daniel Alves capitão e CEBOLINHA de destaque (coisas do futebol). O Brasil do Dunga, com todas as suas bizarrices (tipo Michel Bastos de lateral esquerdo), era do mata mata, não atoa de um jeito ou de outro, arrastou tudo o que participou até o jogo contra a Holanda, só não contava que o retardado do Felipe Melo fosse fazer aquilo. Tanto que mesmo que não fosse um primor técnico, foi nossa última seleção competitiva, pois foi a última que teve jogadores formados no mata mata.   Não digo que essa é a única causa, mas é algo a se considerar com certas relevância.

Postado

Não sei se foi impressão minha, mas achei o Fabinho bem fisicamente, forte e veloz. Será que com a convocação do Ederson, não rola por o Fabinho de lateral? Eu acho que seria uma boa sacada, é um jogador que bem fisicamente é craque de bola. 

Se o Ancelotti tirar o Igor Thiago e por o Endrick, entrar o Fabinho de lateral. O time começa a ficar com muito craque e jogador com. 

Alisson (Sempre foi agua com salsisha na seleção, mas é um grande jogador e já foi o melhor em sua posição)

Fabinho(Velho mas é um grande jogador, já foi um dos melhores em sua posição)

Marquinhos (Inegavelmente é grande jogador, que tem feito muita merda)

Gabriel( Já é grande Jogador)

Casemiro ( Craque, já foi o melhor em sua posição)

Bruno Guimaraes(Grande jogador)

Paquetá (Eu acho quase um craque)

Vini (craque, diziam que o Rivaldo não jogava nada na seleção até 2002)

Raphinha (Não chega a ser craque, mas é aquele coadjuvante absurdo, tipo R10 de 2002)

Endrick (Na minha opinião, tem tudo para ser além de craque, aqueles jogadores meio lendarios da sua geração) 

  • Diretor Geral
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16 horas atrás, tod disse:

Não sei se foi impressão minha, mas achei o Fabinho bem fisicamente, forte e veloz. Será que com a convocação do Ederson, não rola por o Fabinho de lateral? Eu acho que seria uma boa sacada, é um jogador que bem fisicamente é craque de bola. 

Se o Ancelotti tirar o Igor Thiago e por o Endrick, entrar o Fabinho de lateral. O time começa a ficar com muito craque e jogador com. 

Alisson (Sempre foi agua com salsisha na seleção, mas é um grande jogador e já foi o melhor em sua posição)

Fabinho(Velho mas é um grande jogador, já foi um dos melhores em sua posição)

Marquinhos (Inegavelmente é grande jogador, que tem feito muita merda)

Gabriel( Já é grande Jogador)

Casemiro ( Craque, já foi o melhor em sua posição)

Bruno Guimaraes(Grande jogador)

Paquetá (Eu acho quase um craque)

Vini (craque, diziam que o Rivaldo não jogava nada na seleção até 2002)

Raphinha (Não chega a ser craque, mas é aquele coadjuvante absurdo, tipo R10 de 2002)

Endrick (Na minha opinião, tem tudo para ser além de craque, aqueles jogadores meio lendarios da sua geração) 

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Neybala fora da estreia. Novidade pra alguem?

Tá claro que ele foi bichado. Se fosse qualquer outro jogador na MESMA situação (lesão e futebol porco/pobre), nunca teria sido chamado.

Que ao menos seja importante pro vestiário e moral do time.

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kkkkkkkk acho incrível que a gente não tem LATERAIS pra uma CdM. Tem algo muito errado na nossa formação de atletas.

O Wesley era o único que prestava, e olha que nem é lá grandes coisas, quem é flamenguista sabe. E pensar que não faz muito tempo que a gente tinha o Dani Alves e Marcelo. Hoje a gente não tem absolutamente ninguém. Que fase.

Postado
14 horas atrás, twitch.tvstayheavy87 disse:

Neybala fora da estreia. Novidade pra alguem?

Mas isso já está definido há dias.

Postado
20 horas atrás, Leho. disse:

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Pode anotar e me cobrar depois. 
A copa fica entre Alemanha ou Brasil.

França chegou muito favorita vai cair nas quartas no primeiro time forte que enfrentar. Não existe nada mais difícil no futebol que enfrentar um adversário forte na retranca e sem obrigação de ganhar em um torneio de Mata Mata.

Se o Brasil enfrentasse a França hoje, poderia jogar todo atrás com a França sendo obrigada a vencer e a atacar. A medida que o gol não sai, o favorito fica nervoso.

Espanha vai sair talvez na semi, vai perder para uma Alemanha da vida, na hora do vamos ver, camisa vai pesar. Aquele jogo feio do caralho, vence na prorrogação cagado.

Inglaterra tem um Técnico merda, convocação polêmica, os caras acham que jogam mais do que realmente jogam. Não vai dar certo.

Argentina vai dar vexame, vai perder para algum Africano ou aqueles europeus random tipo noruega. Time está sendo cobrado como favorito, Messi tem 40 anos na mls, pelo nome vai ser escalado, com isso o time perde intensidade e em um jogo contra um time fisico, não vai conseguir furar retranca.

Portugal e holanda vai ser a mesma morrinha de sempre , no primeiro adversário forte de mata mata vão peidar.

O todo poderoso Marrocos que o sr. Juca kfouri está com MEDO. Não passa da primeira fase.
Sim, pode me cobrar.

O Brasil ganha do Marrocos, não facilmente, mas faz um 2x1. A porra do Marrocos não vai furar a defesa da escocia e o Brasil talvez empate ou perca da Escocia poupando o time. Na moral, vagabundo pega amistoso contra noruega, irlanda do norte para chupar pau desses malucos. 
Marrocos chegou na semi da copa na cagada, jogando na defesa, passando se cagando. Como todo time fraco faz em mata mata e as vezes ganha.

italia ganhou uma eurocopa não tem muito tempo. Time lixo, mas não era favorito, podia jogar feio, sem responsabilidade, melhor jogador era o Jorginho.

 

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Em 06/06/2026 em 11:38, Leho. disse:

Em 2006, a França eliminou um Brasil fora de forma e de futebol horrível, que virou alvo de inexplicável nostalgia

Texto de Felipe Lobo,
publicado originalmente em 3 de julho de 2021 na (velha) Trivela, reeditado e revisado

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Ter talento sempre foi uma marca do futebol brasileiro. Há uma crença que o talento, por si, sempre fez diferença. Sabemos que isso é um pensamento raso, mas não importa: continua sendo repetido. No dia 1º de julho de 2006, nem todo o talento do Brasil foi capaz de apresentar um futebol razoável, que dirá de qualidade. Naquele dia, a França varreu o Brasil da Copa 2006 e destruiu uma Seleção que era um arremedo, mas que, inexplicavelmente, seria vista com nostalgia, anos depois, nas redes sociais.

Foi naquele dia que Zinedine Zidane elevou o futebol como arte para eliminar a seleção brasileira. Um jogo que teve um time claramente superior e outro que chegava ao último capítulo de uma campanha decepcionante. A Seleção de 2006 tem fotos pesadas, mas jogos horrorosos no seu currículo. Uma Copa que o Brasil se ancorou em resultados conseguidos com um futebol pobre e que não resistiu ao primeiro grande desafio que enfrentou.

A nostalgia por vezes nos traz um apego ao que era bom, apagando o que era ruim. Uma constelação de craques que mais parecia um time de videogame, que talvez fosse um sonho de Winning Eleven, muito popular na época. Em campo, os craques do ataque estavam fora de forma, jogaram futebol horrível e acabaram eliminados, justamente, por uma seleção que tinha, sim, um supercraque, Zidane, mas tinha, antes de tudo, um time.

Os Bleus tiraram da Copa a Seleção que o mundo esperava que desse espetáculo. Só que o time só existiu no videogame. E como isso aconteceu?

■ Como surgiu a empolgação

Havia motivos para empolgação com a seleção brasileira antes da Copa do Mundo de 2006. O time tinha muitos craques e o problema, naquela época, era como combinar todos eles em campo. Em 2004, por exemplo, o Brasil levou à Copa América um time de reservas, usada como testes para Parreira peneirar jogadores.

Viu Adriano emergir como um jogador que precisava estar no time principal. Fazendo jus ao nome, Adriano se tornou imperativo no time principal. Dali em diante, ganharia espaço, até se tornar um titular. O problema é que a posição dele era a de um supercraque da história do Brasil: Ronaldo.

Começou a se falar, então, de um quadrado mágico. Vale dizer que a alcunha foi criada pela imprensa, não por Carlos Alberto Parreira. O que ele fez foi criar um time que encaixasse os quatro jogadores mais badalados daquela seleção: Kaká, Ronaldinho, Adriano e Ronaldo.

O problema é que esse time entrou em campo apenas três vezes antes da Copa do Mundo — uma única vez nas eliminatórias, contra a Venezuela, e dois amistosos de aquecimento imediato antes do torneio. Geralmente, um deles estava de fora, permitindo a entrada, por exemplo, de Robinho. Foi o que aconteceu, por exemplo, na Copa das Confederações de 2005, o ponto alto daquele time. Ronaldo não estava no elenco e o ataque teve Kaká, Ronaldinho, Robinho e Adriano. Em outros momentos, era Ronaldinho que não estava e Robinho entrava também no lugar.

Houve momentos em que realmente a empolgação era grande e era justificada: o time tinha um ataque que reunia algumas das maiores estrelas mundiais. Um dos grandes jogos daquele time aconteceu na reta final das Eliminatórias da Copa, em 5 de junho de 2005. Foi quando o Brasil teve em campo um time muito parecido com o que iria para a Copa, com Zé Roberto no meio-campo, Kaká, Ronaldinho, Robinho e Adriano mais à frente. A vitória por 4 a 1 sobre os paraguaios em Porto Alegre deixou uma ótima impressão. Mas Ronaldo estava fora, machucado.

Antes de partir para a Copa das Confederações, porém, o Brasil sofreu uma das derrotas mais doloridas. Diante da Argentina, em Buenos Aires, o Brasil de Parreira teve Kaká, Ronaldinho, Robinho e Adriano, mas foi vencido pela Argentina de José Pekerman, que tinha Hernán Crespo, Javier Saviola e Juan Román Riquelme, em grande noite. Foi dele a grande atuação daquele dia. Uma derrota dura diante de um adversário pesado, que mostrou que o Brasil tinha problemas contra adversários grandes.

■ A Copa das Confederações

A Copa das Confederações novamente não tinha Ronaldo, mas contou com Kaká, Ronaldinho, Robinho e Adriano. O Imperador, aliás, foi o grande destaque do time. Na estreia, 3 a 0 sobre a Grécia. Depois, ainda na fase de grupos, derrota por 1 a 0 para o México de Jared Borghetti (sempre ele) e empate por 2 a 2 com o Japão.

Nas semifinais, o time cresceu. Diante da anfitriã, Alemanha, vitória por 3 a 2, em mais uma grande atuação de Adriano Imperador, que fez dois gols. Foi a final que definitivamente colocou aquele time no imaginário das pessoas como o grande favorito à Copa do Mundo no ano seguinte.

A decisão seria contra a Argentina e, mais uma vez, o time passaria como um trator pelo adversário. Venceu por 4 a 1, com Adriano marcando mais duas vezes, gol de Kaká e gol de Ronaldinho. Robinho chegou naquele jogo à sua terceira assistência e foi muito bem no time. O título, com Ronaldinho como capitão, Kaká indo bem e um ataque explosivo com Adriano Imperador parecia um Brasil imparável. Até porque o time nem tinha levado seus dois laterais titulares, Cafu e Roberto Carlos, e nem Ronaldo. Todos eles estavam sendo poupados para a Copa do Mundo no ano seguinte.

O que deveria ser feito em termos de preparação já deveria ter sido feito. Ali era só para aquecer para o desafio que viria. A frase que marcaria a seleção brasileira de 2006 veio do seu comandante, Parreira, ainda em Weggis, na Suíça. “Nosso time não tem limitações, minha preocupação é apenas fazê-lo jogar sem bola.”

■ A preparação de um time datado taticamente

Na reta final das Eliminatórias, ainda em 2005, o Brasil tinha um time que vinha funcionando. Diante do Chile, em setembro daquele ano, por 5 a 0, com uma escalação que vinha com Kaká, Robinho, Adriano e Ronaldo. Você deve imaginar: tá, mas quem dava equilíbrio? O meio-campo tinha Emerson e Zé Roberto, que tentava encontrar uma forma de manter o time razoavelmente equilibrado. Não era uma tarefa fácil. Ou não seria, porque nas Eliminatórias, o Brasil sobrava.

Nos 18 jogos das Eliminatórias, só uma vez o que ficaria conhecido como quadrado mágico entrou em campo. Foi no dia 12 de outubro de 2005, quando enfrentou o pior (ou sempre um dos piores) time das Eliminatórias da Copa na América do Sul: a Venezuela. Diante de um adversário frágil, o time brasileiro, claro, fez a festa.

A escalação seria a mesma que começaria a Copa do Mundo no ano seguinte: Dida; Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Emerson e Zé Roberto; Kaká e Ronaldinho; Adriano e Ronaldo. O time estava desenhado, mas o desafio enfrentado não era lá grande coisa. Vitória por 3 a 0 sobre os venezuelanos no Estádio Mangueirão. Foi um primeiro teste, mas não foi muito além disso.

No ano da Copa, em 2006, o Brasil começou com um amistoso com a Rússia, em março, na última chance de algum tipo de teste. Ronaldinho não estava presente e quem jogou foi Ricardinho, que acabaria indo à Copa. Com ele em campo, a característica mudava. Mais meio-campista que Ronaldinho, ele ajudava a equilibrar um pouco o time, com Kaká, Adriano e Ronaldo mais à frente. O Brasil venceu por 1 a 0, gol de Ronaldo.

Naquela Copa de 2006, ficaria consagrado o que, na época, chamavam de esquema defensivo, um 4-5-1, que depois ficaria conhecido como 4-2-3-1. Mas o Brasil de Parreira jogava em um teórico 4-4-2, mas que na prática era um 4-2-4, cheio de pontos de desequilíbrio que se esperava que fossem compensados apenas pelo talento.

■ A festa em Weggis

Um dos pontos mais criticados daquela seleção, antes, durante e depois, foi a preparação da seleção brasileira. Weggis era uma festa e de fato se tornou muito menos uma preparação e muito mais um tour à la Harlem Globetrotters. Torcida nas arquibancadas, invasão do gramado e pouca preparação efetiva.

Havia problemas a resolver. O time não tinha jogado junto muitas vezes. Faltavam testes de qualidade contra times de maior nível. Os jogos que tinha brilhado contra adversários de peso não tinha o chamado quadrado mágico em campo. Uma das preocupações era a forma física.

O Brasil chegou para a última fase de preparação na Suíça com jogadores acima do peso e muitos com status de incontestáveis. Adriano e Ronaldo no ataque deixavam o time pesado, enquanto Ronaldinho e Kaká eram jogadores muito ofensivos, mas que pouco ajudavam no meio. O que significava, na prática, que o Brasil defendia com seis jogadores, além do goleiro Dida. E isso quando os laterais não estavam avançados.

Mais do que isso: havia um pedido para que Robinho entrasse. Sempre que solicitado, o jogador tinha brilhado, mostrado um entendimento melhor e parecia tornar o time um pouco mais equilibrado taticamente. Com Ronaldo e Adriano, seria preciso um trabalho excepcional de Ronaldinho e Kaká para preencher os espaços sem a bola. O único amistoso antes da Copa foi contra a Nova Zelândia, no dia 4 de junho. Com o quarteto mágico em campo e diante de um adversário frágil, o Brasil venceu por 4 a 0.

■ Fase de grupos com vitórias, pouco futebol e muitos problemas

Veio o dia 13 de junho, em Berlim. O Brasil, então campeão do mundo, estreava na Copa diante da Croácia. A forma física parece distante do ideal. Ronaldo quase não participa do jogo. Adriano, fora de ritmo, tenta suas arrancadas sem muito sucesso. Ronaldinho, que ficava na sua tradicional ponta esquerda, tentava levar algum perigo. Kaká era quem mais tentava participar. Nenhum deles estava bem.

O gol de Kaká, ainda no final do primeiro tempo, deu ao Brasil a vantagem que seria mantida até o fim do jogo. Brasil 1 a 0 sobre a Croácia, que, apesar de não ter mudado o placar, ameaçou no segundo tempo. No jogo seguinte, em Munique, no dia 18 de junho, o Brasil foi o mesmo para enfrentar a Austrália.

Uma seleção teoricamente pior, mas que, em campo, dificultou muito o jogo. Trouxe problemas para um Brasil que pouco conseguia criar. Via em seus destaques, o quarteto mágico, jogadores distantes, que erravam muito. Ronaldo parecia sem conseguir atuar, errando movimentos fáceis. A torcida australiana brincava dizendo que o jogador estava gordo. O Brasil voltaria a vencer, desta vez por 2 a 0. O placar foi apertado o tempo todo.

No terceiro jogo, com a vaga garantida, Parreira colocou em campo cinco reservas. Tirou os dois laterais, Cafu e Roberto Carlos; os dois volantes, Emerson e Zé Roberto; e Adriano. Entraram, respectivamente, Cicinho, Gilberto, Gilberto Silva, Juninho Pernambucano e Robinho. Aquele acabaria sendo o melhor jogo da Seleção na Copa. Apesar de ter saído perdendo, o Brasil virou e goleou. Ronaldo marcou duas vezes, Juninho Pernambucano e Gilberto marcaram os outros gols e o Brasil venceu por 4 a 1. Mais uma vez, com Robinho em campo e um time mais equilibrado, o rendimento foi melhor.

■ A vitória enganosa contra Gana

As oitavas de final traziam Gana pelo caminho. A seleção africana era um time com bons jogadores, como os conhecidos Stephen Appiah e Asamoah Gyan. O Brasil, porém, era amplamente favorito. Em jogo no Signal-Iduna Park, em Dortmund, o Brasil teria uma atuação preocupante. Não se engane pelo placar de 3 a 0. Mesmo com a vitória por um placar clássico como 3 a 0, os melhores em campo pelo Brasil foram Zé Roberto, Lúcio e Juan. Um volante e dois zagueiros. Além do goleiro Dida, que esteve presente quando Gana resolveu acertar o gol.

A notícia que tomou as manchetes aquele dia foi o gol de Ronaldo, seu 15º gol, o que naquele momento fazia dele o maior artilheiro da história das Copas, superando o alemão Gerd Müller. A sensação que aquele jogo passou é que Gana era um time fraco demais para aproveitar os problemas do Brasil. A Seleção venceu dando a impressão de que não era preciso fazer muito para isso. O que se falava depois do jogo contra Gana era pouco sobre a atuação pobre do Brasil. O que se falava era sobre o confronto com a França. Uma revanche, ainda com a Copa 1998 na cabeça.

■ Como a França chegou até ali

A França vinha de uma decepção na Copa do Mundo de 2002, quando, campeã, caiu ainda na primeira fase, com Zinedine Zidane machucado. Em 2004, os franceses caíram para a surpresa Grécia ainda nas quartas de final. Naquela Copa, o time do técnico Raymond Domenech tinha Zidane como o grande capitão e maestro, na sua última sinfonia antes de se aposentar. Ainda tinha também o talento de Thierry Henry, no auge da forma, além de nomes como Patrick Vieira, Claude Makelele e dos outros remanescentes de 1998, Fabien Barthez e Lilian Thuram, já veteranos.

A estreia da França, no mesmo dia do Brasil, 13 de junho, foi um pouco empolgante empate por 0 a 0 com a retrancada Suíça. No segundo jogo, os franceses novamente ficaram no empate diante da Coreia do Sul por 1 a 1. Assim, chegaram à última rodada ameaçados de nova eliminação na primeira fase. Precisavam vencer Togo de qualquer forma e por ao menos dois gols de diferença. E sem o craque Zidane, suspenso.

E assim aconteceu: com gols de Vieira e Thierry Henry, os franceses venceram e avançaram. Nas oitavas de final, a França fecharia a rodada de confrontos. Enfrentava a Espanha, que tinha feito uma excelente primeira fase — venceu os três jogos, sendo um 4 a 0 sobre a Ucrânia. A Fúria estava badalada, tinha bons nomes e parecia pronta para dar um salto.

O time comandado por Luis Aragonés já tinha Iker Casillas, Sergio Ramos, Carles Puyol, Xavi, Xabi Alonso, Cesc Fàbregas, e como capitão o ídolo Raúl, além dos ainda jovens David Villa e Fernando Torres. Em um jogo equilibrado, a Espanha marcou de pênalti com David Villa. Antes do fim do primeiro tempo, Patrick Vieira fez um lindo passe para Franck Ribéry, que driblou o goleiro e marcou 1 a 1.

No segundo tempo, cobrança de falta de Zidane para a área, desvio no meio e Vieira completou de cabeça para 2 a 1. Nos acréscimos, Zidane recebeu em contra-ataque, avançou livre, tinha Puyol pela frente e, diante do zagueiro, driblou para o meio com a elegância que lhe era peculiar, e finalizou no canto: 3 a 1. A França estava nas quartas.

■ Mudanças à vista para o jogo com a França

O rendimento do quadrado mágico era ruim e havia muito questionamento sobre Parreira por manter os quatro juntos em campo. O rendimento melhorava com a presença de Robinho, que era o mais cotado para entrar no time no lugar de Adriano.

No jornal O Globo, no dia 1º de julho, uma matéria falava que era a última chance do quadrado mágico. Em outra, a matéria dizia que Parreira preparava uma surpresa: a entrada de Robinho no lugar de Adriano e de Gilberto Silva no lugar de Emerson. Uma alteração de fato aconteceu, a entrada de Gilberto Silva no lugar de Emerson. Na outra, quem saiu continuou o mesmo, Adriano, mas quem entrou não foi Robinho: foi Juninho Pernambucano.

Juninho era um ídolo do Lyon. Chegou ao clube em 2000 e ajudou a equipe a mudar a sua história para sempre. Pentacampeão francês. A ideia fazia algum sentido. O Brasil vinha sendo um arremedo de time. Um dos motivos era que, taticamente, ele não existia. Jogava em um teórico 4-4-2 quadrado, ou seja, com dois volantes e dois meias, que eram Ronaldinho e Kaká.

Era o esquema da massacrante maioria dos times brasileiros nos anos 1990, com algumas alterações. O problema é que aquele time jogava em 2006. Com isso, o tal quadrado mágico era um desenho torto e pouco efetivo.

Sem ter sido testado contra grandes adversários, o que se viu foi um time que tinha um meio-campo aberto, um ataque desorganizado e ainda contava com atacantes longe da sua melhor forma. Com tantos problemas, e já nas quartas de final, Parreira resolveu preencher o meio.

Só que com uma mudança, alterou todo o time para um modo como nunca tinha jogado. Colocou Juninho para formar uma espécie de trio de meio-campo junto com Gilberto Silva e Zé Roberto. Deu mais liberdade a Ronaldinho, que virou definitivamente atacante. Kaká ganhou mais liberdade como meia mais solto.

■ No jogo, um baile da França comandada por Zidane

A Copa do Mundo de 2006 chegava aos seus últimos jogos das quartas de final. O jogo noturno era um clássico de campeões mundiais: Brasil e França. Um duelo que já tinha acontecido em 1986 e se repetia 20 anos depois — sem nem citar a final de 1998.

Em campo, o meio-campo da França ditou as regras. Claude Makelele e Patrick Vieira puxaram as cordinhas do setor, auxiliados por um competente Florent Malouda, que teve uma missão clara: não deixar que Juninho tivesse liberdade. Os dois eram companheiros de Lyon na época. Se Juninho conhecia os franceses, os franceses também conheciam Juninho.

Em um time que nunca tinha jogado junto, nem daquele jeito, o que se viu em campo foi uma equipe espalhada, com jogadores distantes e sem conseguir trabalhar as jogadas. A França nem impunha um ritmo veloz: deixava o Brasil trocar passes no campo defensivo e buscava encontrar espaços em lances de recuperação de bola. Zidane e Vieira deitaram e rolaram com chapéus e lances de efeito.

O Brasil teve 10 minutos sem sofrer no jogo — justamente os 10 primeiros. Depois disso, o Brasil não viu a cor da bola. E a França não sofreria praticamente nada o jogo inteiro. Em algumas arrancadas do meio-campo, Zidane parecia estar jogando um treino, tamanho a facilidade em se livrar da marcação, driblar, limpar as jogadas e arrancar. A dupla de zaga brasileira, Juan e Lúcio, foi impecável. Sempre lendo bem os espaços, não deram a Thierry Henry nenhuma chance de receber a bola confortavelmente.

No meio-campo, Gilberto Silva sofreu um pouco, mas fez uma partida razoável. Zé Roberto era uma espécie de faz-tudo: fechava espaços, ao mesmo tempo que tentava articular as jogadas. Perdido, Ronaldinho buscou alguns espaços, se movimentou, aproveitando a liberdade que tinha. Pouco fez. Sua rara habilidade era pouco útil a um time que parecia confiar demais que o talento tiraria coelhos da cartola. Kaká ficou afogado em meio aos volantes franceses. Makelele fez mais um dos seus jogos precisos, enquanto Vieira era senhor daquele setor.

Ronaldo passou longe de ser Fenômeno. Fora de ritmo desde o começo da Copa pelo longo tempo que ficou afastado no Real Madrid por lesões, completamente fora de forma, ele foi um fantasma de si mesmo. Contra a França, Ronaldo foi uma presa fácil para os zagueiros. Não conseguiu dominar, fazer um pivô, ser minimamente perigoso. A única coisa que conseguiu foi um chute a gol, já nos acréscimos do segundo tempo, que saiu fraco demais — Barthez defendeu com facilidade. Aquele foi o único chute que o Brasil acertou no alvo em toda a partida.

Mesmo perdendo, o Brasil demorou a tentar reagir. Parreira voltou ao modelo anterior no segundo tempo, tirando Juninho e recolocando Adriano. Com Adriano e Ronaldo, ambos pesados e sem movimentação, o time não conseguia render. Parreira então tirou Kaká e colocou Robinho. O tempo passou com uma tranquilidade que a França talvez nem acreditasse que fosse acontecer.

O único jogador francês que sofreu em campo foi Henry, muito bem marcado pelos zagueiros brasileiros. Exceto em um lance. Cobrança de falta, aos 12 minutos do segundo tempo. Zidane colocou a bola na segunda trave, onde Henry apareceu completamente livre para tocar para o gol e marcar o único gol do jogo.

A França viu um Brasil inerte se afogar sozinho, tal qual um peixe fora d’água. Com Ronaldo, Adriano, Robinho e Ronaldinho, a Seleção empilhou atacantes e deu um espaço que, por pouco, a França não aproveitou para ampliar o placar. Talvez o único momento que o torcedor francês sentiu algum perigo foi em uma cobrança de falta de Ronaldinho. E foi só.

■ O fim do quadrado mágico e o erro de avaliação da CBF

A França encerrava a participação brasileira na Copa e enterrava o tal quadrado mágico. O time só existiu no papel, não em campo. Foi o fim de vários jogadores históricos da Seleção, como Cafu e Roberto Carlos, além do próprio Ronaldo. Todos eles ficaram para trás quando aquela Copa acabou — e olha que Ronaldo tinha só 29 anos na época. Em tese, teria idade até para outra Copa. Não aconteceu.

Parreira deixaria o cargo de técnico da seleção brasileira, merecidamente, porque o seu trabalho tinha mostrado uma pobreza tática imensa. Tentou empilhar os craques em um esquema que pouco fez sentido e em uma Copa que trouxe mudanças significativas na forma dos times atuarem, em direção oposta ao que o Brasil apresentou.

Na Copa que consagrou o 4-2-3-1, a Seleção continuou em um 4-4-2 quadrado. Um quadrado que não foi mágico, foi murcho. Ao mesmo tempo que Parreira refratava qualquer crítica como sendo de quem não entendia, era imensamente tolerante com as estrelas decadentes da Seleção se arrastando em campo — má forma física, má forma técnica, ou uma titularidade incontestável e perigosa, com alguns sendo acusados de caçadores de recordes, como Cafu ou Roberto Carlos. Este último ainda saiu como o vilão pela marcação em Henry, muito mais pela atitude de estar ajeitando a meia do que propriamente por não estar marcando o atacante —até porque não era responsabilidade dele. Mas a imagem ficou.

Jogadores como Cafu e Roberto Carlos não tinham nem idade mais para seguir na seleção. Outros, como Ronaldo, que tinha 29 anos, ainda teria idade para mais um Mundial, mas a sua preparação física terrível deixou muito mais dúvidas. Ronaldinho, então com 26 anos, e Kaká, com 24, mesma idade de Adriano. Robinho tinha 22, mesma idade de Fred. Cicinho, com 25, parecia ser o herdeiro de Cafu.

As previsões, porém, não se confirmaram. Só Robinho e Kaká chegariam à Copa seguinte. Ronaldinho entrou em uma espiral de baixa, Adriano praticamente se aposentou de forma precoce. Cicinho caiu de rendimento e Fred demorou a se estabelecer.

Voltando a 2006, Parreira deixou a seleção naquele mesmo 1º de julho. Parecia que seria para sempre, mas ele voltaria em 2014 como coordenador para dizer que a CBF era o Brasil que funcionava. Antes, naquele ciclo que se iniciaria para 2010, era preciso encontrar um novo nome para comandar a Seleção.

Só que a avaliação da CBF foi completamente equivocada. A ideia de que o que foi problema em 2006 se restringia à bagunça da preparação em Weggis e à falta de comprometimento dos jogadores, uma palavra que entraria na moda pelos próximos quatro anos. Por isso, trouxe um treinador que trataria a Seleção como um exército e agiria como um general: Dunga. Isso traria outros problemas. Mas essa é história para outro dia.

Fonte: newsletter Meiocampo

Só tem nostalgia dessa merda quem é muito novo ou não tem memória. puta seleção mequetrefe. só funcionava no PS2.

  • Diretor Geral
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2 minutos atrás, ZMB disse:

Só tem nostalgia dessa merda quem é muito novo ou não tem memória. puta seleção mequetrefe. só funcionava no PS2.

A nostalgia vem justamente da Geração Z, né? Hahahahaha... a gente já viu esse filme aí.

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4 horas atrás, tod disse:

Pode anotar e me cobrar depois. 
A copa fica entre Alemanha ou Brasil.

França chegou muito favorita vai cair nas quartas no primeiro time forte que enfrentar. Não existe nada mais difícil no futebol que enfrentar um adversário forte na retranca e sem obrigação de ganhar em um torneio de Mata Mata.

Se o Brasil enfrentasse a França hoje, poderia jogar todo atrás com a França sendo obrigada a vencer e a atacar. A medida que o gol não sai, o favorito fica nervoso.

Espanha vai sair talvez na semi, vai perder para uma Alemanha da vida, na hora do vamos ver, camisa vai pesar. Aquele jogo feio do caralho, vence na prorrogação cagado.

Inglaterra tem um Técnico merda, convocação polêmica, os caras acham que jogam mais do que realmente jogam. Não vai dar certo.

Argentina vai dar vexame, vai perder para algum Africano ou aqueles europeus random tipo noruega. Time está sendo cobrado como favorito, Messi tem 40 anos na mls, pelo nome vai ser escalado, com isso o time perde intensidade e em um jogo contra um time fisico, não vai conseguir furar retranca.

Portugal e holanda vai ser a mesma morrinha de sempre , no primeiro adversário forte de mata mata vão peidar.

O todo poderoso Marrocos que o sr. Juca kfouri está com MEDO. Não passa da primeira fase.
Sim, pode me cobrar.

O Brasil ganha do Marrocos, não facilmente, mas faz um 2x1. A porra do Marrocos não vai furar a defesa da escocia e o Brasil talvez empate ou perca da Escocia poupando o time. Na moral, vagabundo pega amistoso contra noruega, irlanda do norte para chupar pau desses malucos. 
Marrocos chegou na semi da copa na cagada, jogando na defesa, passando se cagando. Como todo time fraco faz em mata mata e as vezes ganha.

italia ganhou uma eurocopa não tem muito tempo. Time lixo, mas não era favorito, podia jogar feio, sem responsabilidade, melhor jogador era o Jorginho.

 

Passa os números da Mega tbm =D

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2 horas atrás, ZMB disse:

Só tem nostalgia dessa merda quem é muito novo ou não tem memória. puta seleção mequetrefe. só funcionava no PS2.

Não valia escolher Brasil e nem a Inter de Milão de Adriano e Ibrahimovic 

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Em 09/06/2026 em 10:14, tod disse:

Se o Brasil enfrentasse a França hoje, poderia jogar todo atrás com a França sendo obrigada a vencer e a atacar. A medida que o gol não sai, o favorito fica nervoso.

Nosso arqueiro titular é o Alisson. Isso por si só, já joga por terra a sua teoria de que "a medida que o gol não sai", pois teríamos bola na rede no primeiro tempo.

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15 horas atrás, tod disse:

Portugal e holanda vai ser a mesma morrinha de sempre , no primeiro adversário forte de mata mata vão peidar.

Eu acho bem possível que quem vai levar essa bagaça será Portugal. Melhor meio-campo da Copa, melhor dupla de laterais, e no ataque tem o robozão em sua última dança.

Acho que vai dar França x Portugal na final, e aí resta saber se a França vai emular o Brasil de 1994-2002 e terminar com 2 títulos em 3 finais, ou se vão terminar com 2 vices.

Postado
Em 09/06/2026 em 10:14, tod disse:

Pode anotar e me cobrar depois. 
A copa fica entre Alemanha ou Brasil.

França chegou muito favorita vai cair nas quartas no primeiro time forte que enfrentar. Não existe nada mais difícil no futebol que enfrentar um adversário forte na retranca e sem obrigação de ganhar em um torneio de Mata Mata.

Se o Brasil enfrentasse a França hoje, poderia jogar todo atrás com a França sendo obrigada a vencer e a atacar. A medida que o gol não sai, o favorito fica nervoso.

Espanha vai sair talvez na semi, vai perder para uma Alemanha da vida, na hora do vamos ver, camisa vai pesar. Aquele jogo feio do caralho, vence na prorrogação cagado.

Inglaterra tem um Técnico merda, convocação polêmica, os caras acham que jogam mais do que realmente jogam. Não vai dar certo.

Argentina vai dar vexame, vai perder para algum Africano ou aqueles europeus random tipo noruega. Time está sendo cobrado como favorito, Messi tem 40 anos na mls, pelo nome vai ser escalado, com isso o time perde intensidade e em um jogo contra um time fisico, não vai conseguir furar retranca.

Portugal e holanda vai ser a mesma morrinha de sempre , no primeiro adversário forte de mata mata vão peidar.

O todo poderoso Marrocos que o sr. Juca kfouri está com MEDO. Não passa da primeira fase.
Sim, pode me cobrar.

O Brasil ganha do Marrocos, não facilmente, mas faz um 2x1. A porra do Marrocos não vai furar a defesa da escocia e o Brasil talvez empate ou perca da Escocia poupando o time. Na moral, vagabundo pega amistoso contra noruega, irlanda do norte para chupar pau desses malucos. 
Marrocos chegou na semi da copa na cagada, jogando na defesa, passando se cagando. Como todo time fraco faz em mata mata e as vezes ganha.

italia ganhou uma eurocopa não tem muito tempo. Time lixo, mas não era favorito, podia jogar feio, sem responsabilidade, melhor jogador era o Jorginho.

 

Não ironicamente estou curioso para ver o quanto você vai acertar.

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Em 09/06/2026 em 13:56, ZMB disse:

Só tem nostalgia dessa merda quem é muito novo ou não tem memória. puta seleção mequetrefe. só funcionava no PS2.

O "quadrado mágico"

Em 10/06/2026 em 01:35, StrongAxe disse:

Eu acho bem possível que quem vai levar essa bagaça será Portugal. Melhor meio-campo da Copa, melhor dupla de laterais, e no ataque tem o robozão em sua última dança.

Acho que vai dar França x Portugal na final, e aí resta saber se a França vai emular o Brasil de 1994-2002 e terminar com 2 títulos em 3 finais, ou se vão terminar com 2 vices.

Portugal tem um time muito forte mesmo.

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rapaz, a velocidade , agilidade e aceleração do Alisson foram dignas de um velho cardíaco de 65 anos, fumante.

o Igor Thiago tem ódio da bola.

Casemiro me deu a aura de ex jogador.

o resto não achei ruim, poderia ter vencido com um pouco mais de sorte

  • Diretor Geral
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Início de 1T absurdamente horroroso do BR ontem, o time inteiro tremendo as pernas e especialmente os meias cagando com tudo (passe errado na saída). Casemiro e Paquetá meeeeeu Deeeeeus do céu, se o Marrocos tivesse escolhido melhor suas jogadas, o estrago poderia ter sido bem maior do que o 1x0 (golaço aliás).

Passada a blitz inicial marroquina e num lapso de eficiência, o Vini enfim foi o Vini do Real: naquela jogadinha característica dele, mandou um balaço no gol do Bono e devolveu um pouco de estabilidade mental aos seus companheiros, que ainda estavam de fralda cheia. 1x1 e o jogo reiniciado pra nós. A partir disso os africanos não foram mais tão perigosos nem controlaram tanto o jogo, foi o BR quem tomou conta das ações mas aí faltou o Carleto fazer a parte dele pra conseguirmos virar o placar.

Faltou mexer melhor nas peças (era jogo pro Endrick p. ex), faltou parar de insistir no 4-4-2 que deixa o time completamente capenga pro lado esq. e que deixa buracos incríveis no meio-campo, faltou arrojo pra fazer valer a dominância do 2T a nosso favor.

O empate não chega a ser ruim, mas dava pra ter virado sim.

 

p.s: menção honrosa ao Douglas Santos, jogou uma barbaridade defensivamente e na frente só não fez mais porque foi pouco acionado. Se do lado dir. a gente tá vivendo um drama, na esquerda me parece que as coisas estão melhores. BG, Vini (pelo gol) e MC9 também me agradaram individualmente.

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Que partida horrorosa do Paquetá. Maluco tremeu demais.

Casemiro é tão jogador em atividade quanto Neymar. 
 

A sorte é que o Marrocos tem seleção para 65 minutos. Morreram pós primeiro terço do segundo tempo e resolveram aceitar o empate.

Postado
11 horas atrás, Dan_Cunha disse:

Que partida horrorosa do Paquetá. Maluco tremeu demais.

Casemiro é tão jogador em atividade quanto Neymar. 
 

A sorte é que o Marrocos tem seleção para 65 minutos. Morreram pós primeiro terço do segundo tempo e resolveram aceitar o empate.

Estou esperando cair a ficha do pessoal com o Ancellotti. Boa parte da ineficiência da criação é pelas escolhas dele. O Raphinha não é jogador incisivo pela direita (por sempre puxar pro meio) e nem o Paquetá, então com ambos o time só tem chance de machucar o adversário pelas pontas com o Vini.

Pelo que foram os jogos e a convocação, eu esperava o Raphinha pelo meio e Luiz Henrique/Martinelli como opção de ponta direita.

 

No mais, depois da Copa devemos ver especulado em muitos clubes, talvez PSG, RM... Ayyoub Bouaddi. Na passada foi o Ounahi, mas ele já era mais velho. Esse tem o selo Lille, então só sai por uns 80M. 🤭

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Rapaz, essa leitura labial do Endrick era tudo que não precisava 

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Em 14/06/2026 em 09:44, Dan_Cunha disse:

A sorte é que o Marrocos tem seleção para 65 minutos. Morreram pós primeiro terço do segundo tempo e resolveram aceitar o empate.

Tive a impressão de que foi mais uma questão de "respeitar" o Brasil e esperar espaços. Depois, no final do 2º tempo, perceberam que se forçassem poderiam ter conseguido algo a mais. 

Na real demos sorte de não perder o jogo no primeiro tempo mesmo.

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Imagina o Mario Jardel recebendo aquele cruzando que mandaram p/ Igor Thiago. Tinha furado a rede.

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