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Jirimias

Maldito Futebol Clube

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guigasparotto

Devo utilizar o Richie mais vezes e sem pagar. Quando o assunto for tática, eu falarei através dele.

Foi interessante ver o Luke jogando melhor sozinho no ataque, estava em grande fase e compensou a perda de um homem de frente. Depois o 4-5-1 perdeu o efeito, algo que tem se repetido neste save, não dá para ficar preso a uma tática apenas, mas tb a queda está liga a queda de rendimento do Luke. Mas q o gq zicou meu save, isso é verdade haha.

O campeonato está frenético, qualquer empate vc tá lá no alto ou lá embaixo, vamos ver se conseguimos fazer uma boa sequência na continuação e chegar forte na briga pelo acesso.

Começo a pensar na contratação do Wroe, nem tanto pelo seu talento, mas por esta ligação negativa com Clough, daria ótimos capítulos.

Acho que o melhor do encontro com o Mourinho foi mesmo forçá-lo a jogar como o time completo o segundo jogo, provavelmente ficou com medo de dar algo errado.

Sobre o Tom, isto era o mais relevante a falar dele, o resto é campanha do Boro rondando o play-off assim como o Hartlepool.

Concordo e muito quando você diz que não dá pra ficar preso numa tática nesse FM 2014. O que funciona num jogo já não funciona no próxima e isso é incrivelmente desafiante e ao mesmo tempo irritante. Assim como disse no tópico do ggpofm, não sei até que ponto o problema somos nos treinadores ou o próprio FM.

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Jirimias

Concordo e muito quando você diz que não dá pra ficar preso numa tática nesse FM 2014. O que funciona num jogo já não funciona no próxima e isso é incrivelmente desafiante e ao mesmo tempo irritante. Assim como disse no tópico do ggpofm, não sei até que ponto o problema somos nos treinadores ou o próprio FM.

haha desafiante e irritante, mas é bom q o jogo tem exigido mais da gente.

Este seu questionamento sobre quem está no comando é mesmo a grande dúvida deste jogo, mas eu ainda acho que estamos no poder, o problema é que ficou mais real o jogo, o conhecimento sobre o adversário desde a formação utilizada e seus pontos fracos tem sido algo crucial, exceto se vc tiver um time imbatível nas mãos. Sempre sonhei com um FM assim, bem rigoroso.

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Jirimias

clough-revie3.jpg

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Gentilmente, o homem abriu a porta para que a mulher descesse. Daquela boca exageradamente vermelha, ele ouviu o agradecimento e recebeu em troca um precioso sorriso. Muito delicada, ela ajeitou com a ponta dos dedos o sapato plataforma comprado propositalmente mais folgado que o número que calçava. Em seguida, soltou o cabelo, deixando que parte da franja escondesse parcialmente seus olhos. Ajeitou as mechas loiras cuidadosamente em frente ao retrovisor até que conseguisse um resultado satisfatório.

"Que máquina!" - murmurava o manobrista ao entrar no carro. O rapaz acompanhava sem disfarçar o balanço do longo preto que deixava as curvas daquela linda mulher ainda mais sinuosas, de tal forma que faria qualquer um perder o controle e capotar.

- Falou alguma coisa, amigo. - questionou o companheiro da mulher flagrando o olhar sacana do rapaz.
- Eu falei que é uma máquina este Austin.
- Ah, sim. É mesmo uma máquina. Tira o olho, porque tem dono.

O homem não deixou o manobrista terminar sua defesa e correu em direção à mulher que já estava há alguns metros a sua frente.

- Você tem certeza de que não quer ver a partida, Anne?
- Sim, querido. Minhas amigas disseram que aqui no estádio tem ótimas lojas de roupas esportivas, então eu quero conferir. Você entende, Tom?
- Entendo.
- Prometo que assim que eu conseguir visitar todas as lojas, eu vou ver o jogo juntinho com você. - disse apertando as bochechas de Revie.


Ela sabia como convencê-lo.

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Parecia um garoto. Sorriso bobo, olhar brilhante e atento a todo movimento ao redor. Subia entusiasmado a rampa de acesso ao gramado cantarolando um trecho de "Yellow", do Coldplay:


♫ It's true, look how they shine for you
Look how they shine for you
Look how they shine for
Look how they shine for you
Look how they shine for you
Look how they shine

Look at the stars
Look how they shine for you
And all the things that you do ♫


As estrelas brilhavam para ele. Desfilava uma calma de dar nos nervos a qualquer mortal normal que naquela situação estaria com as mãos geladas. Não era para menos, aquela era uma final, uma final no Wembley, o Templo do Futebol inglês.

Lembrou do dia em que pisou no Wembley pela primeira e única vez até aquele dia. Foi de mãos dadas com o pai que tinha subido aquela mesma rampa de acesso. Como um filme que passava em sua cabeça, lembrava do sorriso incrédulo de seu pai ao ouvi-lo dizer que um dia ele seria campeão naquele estádio.

Teria o grande dia chegado? Lamentou que o pai não estivesse presente para vê-lo cumprir sua profecia. Pela primeira vez sentiu a falta do pai desde a briga entre os dois. Franziu a testa. Calou suas lembranças. Estava entrando no clima do jogo. Pensou que naquele dia poderia sair do estádio como campeão do Jonhstone Paint Trophy, uma copa cuja a premiação era medíocre, mas dava status ao vencedor. Foi assim com Darren Ferguson, filho de Alex Ferguson, que venceu a edição anterior da competição e não precisou pagar ninguém para falar dele.

Os dois times se alinhavam no gramado. Jogadores e outras 21 mil vozes entoavam o hino nacional. Não sabia cantar o hino totalmente, mas é algo que deveria se preocupar apenas no futuro quando chegasse ao English Team. Abriu bem os olhos, virou o rosto para todos os lados buscando uma visão panorâmica do local. Nunca tinha visto uma multidão daquela em seus jogos. Ficou deslumbrado imaginando como uma competição tão modesta poderia atrair tanta gente. O encanto desapareceu logo que soube da boca de um membro da comissão técnica que a patrocinadora da Copa promoveu um show de Rock após a partida e que esta era a real razão para tanta gente ter comparecido.

Fixou os olhos no gramado e passou a aguardar o apito inicial. Voltou a distrair-se. Sentiu a falta de Genie. Ele tinha pedido para tirar fotos das galerias do estádio e até então não tinha aparecido. Alguns segundos e como se fosse uma resposta a sua preocupação, Genie mandou-lhe uma mensagem. " Ela está aqui na Gallege Store. Está sozinha."

Ela quem? Pensou em um primeiro momento. Havia esquecido que tinha colocado o pobre rapaz com a missão de conseguir um encontro com sua ex-noiva. Jamais pensaria que morando tão próximos, encontraria-a logo ali naquele dia, naquele lugar. Ficou a se perguntar: "Teria ela vindo com Revie, mas não aguentando a chatice de um jogo de futebol, acabou optando por ver as vitrines e experimentar inúmeras peças de roupas até decidir por apenas uma?" Uma roupa capaz de merecer aquele corpo perfeito."

Tinha visto uma foto dela recente em uma revista de celebridades. Estava mais linda, agora era uma mulher. O jogo já tinha começado, o que fazer? Chamou o preparador físico e falou algo em seu ouvido. O homem balançou a cabeça positivamente e Clough saiu em disparada carreira de volta para o vestiário. Curvou à direita, deu de cara com dois homens falando alto, pareciam discutir alguma coisa. Não deu bola, interrompeu os dois perguntando sobre o caminho mais fácil para chegar no setor comercial do estádio. Eles se olharam nos olhos, e um deles apontou o caminho mais rápido. Ficava há alguns metros, mas era possível avistar dali.

Correu em direção ao lugar indicado. Deparou com uma porta vermelha. Empurrou a pesada porta de aço e viu-se em uma sala de paredes brancas e um espelho que refletia o único móvel ali existente: uma cadeira preta com encosto para o braço. Olhou em volta, e não notou porta ou janela. Voltou em direção à porta quando ouviu o barulho da porta sendo trancada. Não ouviu barulho de chave, apenas o barulho de trinco ou trava. Forçou a porta que movia-se muito pouco. Começou a gritar, jurava que conseguiria chamar a atenção de alguém. Ouvia a própria voz repetindo o pedido de socorro. Calou-se. Não ouvia nada: passos, falas, gritos da torcida, nada. Um silêncio nunca presenciado na vida. Olhou ao redor e viu outra placa que lhe deu a exata ideia de onde estava: "Sala de averiguação - crimes de torcida. Por motivos de segurança, após fechada, a porta só pode ser aberta por fora. "

Abaixo havia um botão vermelho . Sentiu alívio e em seguida decepção, pois constatou que o botão estava quebrado ou desativado. Enfim, estava preso. Pensou em telefonar para Genie, não havia sinal. - Maldição! - disse socando a porta. Entrou em desespero e voltou a gritar até ficar definitivamente sem voz. Rendeu-se à situação, não havia nada que pudesse fazer, a não ser contar com a sorte.


Se entregou aos pensamentos. Lembrou o quanto foi difícil chegar à final da J. Trophy . A memorável goleada sobre o Crewe depois da derrota sofrida em casa foi capaz de fazê-lo sentir-se bem por alguns segundos. Só por alguns instantes, logo em seguida sentiu a angústia de não poder estar à beira do gramado para ver seu time campeão. Tudo por causa daquela mulher. Odiou Anne por segundos. Veio na mente a imagem de Revie. "Por quê fez questão de estar ali? Talvez estivesse certo de meu fracasso e veio se deliciar, ou queria que eu o visse com Anne?" - ficou a se perguntar em voz alta.

Sua cabeça era um embaraço de pensamentos, dúvidas e revolta. Para piorar começou a ter medo da morte. As mãos começaram a suar, a todo momento imaginava uma cortina de gás tomar aquele cômodo. Estava enlouquecendo. Concluiu isso após ouvir claramente a voz do pai dizendo: " Meu filho, eu te falei para você esquecer esta garota e concentrar em sua carreira." Ele estava certo, e doía concordar com ele. Caçou uma foto tirada ano passado, quando ainda não era treinador e passeava com o pai no parque, em um raro domingo de trégua entre eles. Sentiu o coração apertar.

Como se uma imagem vinda do futuro tomasse seus sentidos, visualizou -se dando um forte abraço no velho Nigel. Estavam na área técnica, ouvia o barulho das torcidas. Estavam em lados opostos.Eram adversários. Uma devaneio que nada mais era que uma prévia do jogo que ocorreria daqui uma semana contra o Swindow, atual clube do pai. Brigavam os dois pela promoção para a Championship. "Destino caprichoso" - balbuciou com a voz rouca. Notou-se sem forças, acabou adormecendo ali mesmo, encostado naquela porta fria.

Muitos minutos depois

A porta foi aberta com tamanha força que Clough por pouco não foi lançado a frente. Acordou sem saber onde estava, mas aos poucos recuperou a lembrança do pesadelo que estava vivendo. Olhou para cima e viu quatro homens. Dois seguranças e dois homens com as roupas rasgadas e que mal se equilibravam. Sorriu. Um bêbado achou aquilo uma afronta e deu um tapa na cara de Clough. Daria o segundo se o segurança não desse um soco no pobre homem e o derrubasse. Clough perguntou: e o jogo acabou? O segurança, que logo de cara o reconheceu balançou a cabeça negativamente. Clough ignorou a tontura e saiu correndo pelo corredor até ganhar o gramado de Wembley.

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- Eh, minha gente! Em tantos anos de profissão, eu nunca tinha visto algo parecido. Como pode um treinador sumir de dentro do campo? Isso é inacreditável, não é, Big House?
- Ham...então...é inacreditável. Talvez ele tenha sentido um mal estar e esteja preso no banheiro. Coitado! Quando eu era jogador, eu tive um momento destes. Acabei fazendo o gol mais rápido da carreira para aproveitar a chance de dar uma aliviada no fosso.
- Na frente de todo mundo?
- Meu filho, nesta hora não tem esta de platéia ou não. O negócio é lançar o barro e sentir o alívio.
- Que nojento, telespectadores! E aí como viu este jogo, Big House?
- Ah, rapaz, naquele comecinho eu vi de cócoras, mas depois eu voltei para a partida e tudo correu bem, OU melhor, escorreu bem ( risos ). Sabe como é diarreia,né?
- Não estou falando daquela partida, estou falando da partida de hoje.
- Ah, tá. Por quê não falou antes? Bom, Aquele gol do Crawley aos 35 do segundo tempo foi a prova do que foi esta partida. Uma partida equilibrada que pode ser vencida com justiça por qualquer um dos dois times.
- Vamos ao jogo, porque a prorrogação está terminando. Espere! Olha quem está chegando lá na área técnica.


Clough não conseguia acreditar que estava ali no gramado. Quem esperava que alguém iria se meter em confusão em um jogo de dois times sem torcida? Só mesmo uma briga entre dois bêbados. Viu Genie nos limite da área técnica. Estranhou, apesar que Genie estar pronto para substituí-lo quando fosse necessário. Mas é que esperava que o amigo estivesse procurando-o pelo estádio. Notou que o parceiro ficou um pouco incomodado ao vê-lo, mas notou uma pitada de alívio. Não era por ter reencontrado, mas sim pelo momento tenso do jogo. Clough tinha muitas perguntas para fazer, mas não naquele momento.

Gritou algumas coisas e foi notado pelos jogadores mais próximos. Viu o sorriso de Monkhouse ao vê-lo ali. O veterano tratou logo de desabar ali mesmo, forçando assim uma parada na partida. O massagista entrou com a maca, catou Monkhouse e ao sair do campo foi interrompido por Clough. Antes que fosse repreendido pelo quarto árbitro, o treinador conseguiu passar uma recomendação ao seu jogador . Monkhouse levantou-se da maca e correu para dentro do campo.

Menos de um minuto, Monkhouse teve a chance de cruzar da esquerda, mas esperou a marcação e chutou a bola nos pés do oponente, ganhando assim um escanteio. Fez o dois com as mãos para o lateral Holden, que é quem iria cobrar o escanteio. A bola de Holden foi no primeiro pau, encontrando Wood, que subiu mais alto que a defesa do Crawley para desempatar o jogo. Seria o gol do título. O final feliz para uma noite inesquecível para Clough.



crawley.png

NOTA DO AUTOR

Bom, antes de tudo, pedir desculpas pelo capítulo tão longo, mas era necessário para conseguir postar tudo o que eu havia jogado até então. Este capítulo foi até agora o que mais me deu trabalho, tanto que teve que ser reescrito três vezes. Espero que curtam.

No próximo capítulo teremos o reencontro entre pai e filho como adversários e o fim da temporada 14/15. Será que teremos um confronto duplo entre Cloughs e Revies na Championship da temporada que vem? Isso vai depender também do que o Boro, de Revie, vai aprontar nesta temporada, Até agora, eles estão na luta pelo play-off, vamos ver o que o FM vai fazer com estas probabilidades.

Como não deu para abordar todos os jogos no capítulo, postei abaixo as telas com os jogos. Grande abraço!

Calendário de Janeiro a Fevereiro.

Calendário de Fevereiro a Abril

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LikeaBoss

Parabéns pelo título, Clough mostrou estrela ao voltar ao fim do jogo e com uma recomendação mudar o panorama evitando a loteria dos penaltis e levando o título. Quero ver o reencontro com o pai, bom que trancado naquela sala ele teve um tempo para refletir. Triste ver como a mulher ainda meche com ele, fazendo sair da área técnica na final só para vê-la mas também...só com a descrição dela no início do capítulo eu também me apaixonei, hahahah!

Torço para que Clough suba, e para Tom também conseguir a promoção, esperamos que o FM ajude!

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Jirimias

Parabéns pelo título, Clough mostrou estrela ao voltar ao fim do jogo e com uma recomendação mudar o panorama evitando a loteria dos penaltis e levando o título. Quero ver o reencontro com o pai, bom que trancado naquela sala ele teve um tempo para refletir. Triste ver como a mulher ainda meche com ele, fazendo sair da área técnica na final só para vê-la mas também...só com a descrição dela no início do capítulo eu também me apaixonei, hahahah!

Torço para que Clough suba, e para Tom também conseguir a promoção, esperamos que o FM ajude!

Mostrou estrela. Apesar de ser a ficção, eu tinha treinado a bola parada ofensiva antes do jogo por ser a maior dificuldade deste adversário, e terminou sendo o ponto de desequilíbrio.

Com o encontro com o pai por vir tive que colocar o Clough de quarentena para poder refletir esta situação e também deixar um encontro com a Anne para um outro momento. Não apaixona pela Anne não, pq o Revie é muito ciumento haha

Que o Fm ajude e junte as peças!

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ggpofm

Parabéns pelo título. Foi suado, mas valeu a pena.

Agora me diga, foi só eu ou você também se esqueceu que essa competição tem uma final norte e outra sul e só depois a final geral?

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Jirimias

Parabéns pelo título. Foi suado, mas valeu a pena.

Agora me diga, foi só eu ou você também se esqueceu que essa competição tem uma final norte e outra sul e só depois a final geral?

Obrigado, foi bacana.

Eu tinha esquecido tb haha

Quando eu tinha escrito o capítulo 15 em que o Clough cumpre a promessa de pedir um autógrafo ao Mourinho, depois eu joguei, aí lembrei que tinha a final geral.

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nicksobis

Parabéns pelo título merecido. Temporada que vem promete.

E curti demais esse comentarista, tem que trazer ele de novo ao longo do save.

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Jirimias

Parabéns pelo título merecido. Temporada que vem promete.

E curti demais esse comentarista, tem que trazer ele de novo ao longo do save.

Vlw! Ainda tem esta temporada para jogar e a coisa promete esquentar.

O BigHouse vai aparecer sim mais vezes.

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rsm_rlb

Pode investigar, foi o Revie que conseguiu mecher os pauzinhos para deixar o Clough trancado. Foi tudo armação dele. Ele sabia que se levasse a mulher pra lá, Clough daria um jeito de tentar sair para encontrá-la, então... resumindo, o cara foi malandro. Só não contava com a briga dos bebados no finalzinho da partida ...

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Jirimias

Pode investigar, foi o Revie que conseguiu mecher os pauzinhos para deixar o Clough trancado. Foi tudo armação dele. Ele sabia que se levasse a mulher pra lá, Clough daria um jeito de tentar sair para encontrá-la, então... resumindo, o cara foi malandro. Só não contava com a briga dos bebados no finalzinho da partida ...

Eh, faz sentido que seja o Revie, mas pode ser obra do acaso, ou quem sabe o Clough não tenha um outro desafeto?

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Gigante João

Eh, faz sentido que seja o Revie, mas pode ser obra do acaso, ou quem sabe o Clough não tenha um outro desafeto?

Eu acho que esse mistério perdurará, contei pelo menos uns 6 inimigos que o Clough fez ao longo do save.

Sua história está cada dia melhor, cada capítulo uma surpresa que nos prende, já estou ansioso pelo encontro de pai e filho, promete ser emocionante.

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Gourcuff

Fez uma grande campanha na League One e a minha torcida é que consiga a promoção para a Championship e que o Revie fique na segundona. O encontro entre os dois não pode ser mais adiado.

Enquanto isso, ficamos na expectativa para o jogo frente o Sheff Utd. Mostrou que pode ganhar deles nos confrontos anteriores e espero mais um bom resultado.

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Jirimias

Eu acho que esse mistério perdurará, contei pelo menos uns 6 inimigos que o Clough fez ao longo do save.

Sua história está cada dia melhor, cada capítulo uma surpresa que nos prende, já estou ansioso pelo encontro de pai e filho, promete ser emocionante.

haha expert em arrumar inimigos, né?

Vlw, meu caro. Vamos ver o que reserva este encontro entre os Cloughs.

Fez uma grande campanha na League One e a minha torcida é que consiga a promoção para a Championship e que o Revie fique na segundona. O encontro entre os dois não pode ser mais adiado.

Enquanto isso, ficamos na expectativa para o jogo frente o Sheff Utd. Mostrou que pode ganhar deles nos confrontos anteriores e espero mais um bom resultado.

É minha torcida tb, pois aí não tem como fugir deste encontro.

Na verdade, agora já não é mais o Sheffield, agora é o Swindon, pois o Nigel foi demitido neste período. Promete ser um grande jogo e com os dois brigando pelo acesso.

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gq-tricolor

Foi o Genie que armou pro Clough! Há!

Parabéns pelo título, Jiri, e me desculpa pela zicada. :heh: Mas agora vê se toma mais cuidado ao postar a atualização do save após uma sequencia belíssima de vitórias.

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Jirimias

Foi o Genie que armou pro Clough! Há!

Parabéns pelo título, Jiri, e me desculpa pela zicada. :heh: Mas agora vê se toma mais cuidado ao postar a atualização do save após uma sequencia belíssima de vitórias.

Será?

Vlw. Vc me zicou com este lance de maldição hahaha, mas agora vou ficar esperto rsrs.

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Jirimias

clough-revie3.jpg

titulo.png

balaco1.png
Genie está sentado em uma desconfortável cadeira de madeira. A esta altura, está tonto de tanto ver Clough rodando de um lado a outro, falando de conspirações, enquanto segura um copo de vinho tinto.
GENIE: - E aí, estou liberado?
CLOUGH: - Esperava mais de você, Genie.
GENIE: - Eu já te falei, Clough. Eu te mandei a mensagem e fui para o campo. Não tinha mais o que fazer por lá depois que a encontrei. Quando retornei, eu não te encontrei. Como sei que você é doido por esta mulher, não me preocupei. Imaginei que você foi atrás dela. Somente depois de iniciar o segundo tempo é que estranhei a demora e mandei o Joshua atrás de você.
CLOUGH: - Logo o "Xuá"? Não tinha ninguém pior não?
GENIE: - Era o único que podia sair dali.
Joshua era o sobrinho do presidente. Não fazia nada na vida a não ser mascar aquele centenário chiclete e de ir nos jogos apenas para aparecer nas fotos. Era um ser tão inútil que Clough não conseguia visualizar ser encontrado por ele.
GENIE: - Eu não tinha outra saída senão colocar o nosso plano B em ação. Lembra que foi você mesmo quem disse que eu deveria estar pronto para te substituir quando fosse necessário?
CLOUGH: - Não lembro. Falei isso depois de quantas doses?
GENIE: - Ah, larga disso, Clough! Você não acha que eu estava querendo tomar o seu lugar?
CLOUGH: - Não sei, Genie, ando desconfiado que até a minha sombra trama contra mim.
Pausou a fala. Respirou fundo e tentou diminuir o efeito que suas palavras deixaram no ar.
CLOUGH: - Você acha que pode ser coisa do Revie?
GENIE: - Bom, ele estava lá, então é possível. Mas também pode ser coisa do acaso.
CLOUGH: - Ah, tá, o vento, por exemplo. Conta outra. Se pelo menos eu reencontrasse aqueles dois homens do corredor...talvez eles tenham visto alguma coisa
GENIE: - Pelo amor de Deus, não vai me colocar atrás de homem não Eu sou seu auxiliar, e não detetive. Mas falando nestes carinhas, você não notou nada diferente neles? Tipo, se vestiam a camisa de algum time...
CLOUGH: - Não, não vestiam camisa de times. Não seriam tão burros se quisessem fazer alguma sabotagem.
GENIE: - Isso é verdade.
Esta foi a última vez que falaram a respeito deste assunto. Não poderiam continuar amigos com uma dúvida tão importante entre eles.

balaco2.png

O aceno foi rápido, sequer se olharam. Comportavam-se como dois estranhos separados pelas linhas da área técnica. Nigel fazia o jeitão mais tranquilo. Adepto do terno, acompanhava de braços cruzados os movimentos de seu time em campo, esboçando reações contidas e demonstrando ter controle de toda a situação. Já o filho era mais inquieto. Fazia o estilo mais despojado, com a camisa parcialmente amarrotada sobre a calça, e calçando tênis. Gritava muito, xingava o juiz, socava o ar, só faltava entrar em campo. Modos tão opostos de ver o mesmo jogo.
A única reação mais exaltada de Nigel foi quando teve um jogador expulso aos 12 minutos do primeiro tempo. Colocou as duas mãos por trás da nuca e girou o corpo em direção ao seu banco. Serenidade para escolher uma forma de resolver o problema inesperado. Se não tivesse tão concentrado, teria visto Will comemorar sem cerimônia a expulsão do jogador adversário como se fosse um gol. Will pedia ao time ousadia, que aproveitasse os espaços deixados pela ausência de um jogador, e o time respondia em campo com posse de bola e chances de gols criadas. No entanto, o Swindon, de Nigel, é quem sempre esteve a frente do placar, e segurou até o fim o empate de 2-2.
swindon.png
No fim do jogo, eles enfim se aproximaram. De um tímido cumprimento de mãos, surgiu um abraço afetuoso e um beijo de Nigel em seu filho.
- Vejo que me enganei meu filho. Você tem dom para isso.
Will sorriu e retribuiu:
- Peço desculpas por ter te chamado de fracassado, acho que peguei pesado. O senhor nem é tão ruim assim. Conseguiu um empate com um jogador a menos. Mostrou que tem muita sorte.
O pai sorriu do filho que não conseguia esconder a arrogância mesmo em um momento tão especial e provocou:
- Pois é, não existe sucesso sem uma dose de sorte. O empate foi suficiente para nós hoje, já estamos nos play-offs. Fico na torcida que você que consiga o mesmo, mas precisa aproveitar melhor quando tiver mais jogadores que o adversário. Will concordou balançando a cabeça.
Dali foram almoçar juntos e ficaram horas falando naquele jogo.
O acesso do time de Nigel veio na rodada seguinte, sem ter que disputar os play-offs. Assim, Brentford e Swindon garantiram suas participações na Championship na temporada 15/16. Quando a Will Clough, este sofreu para chegar aos play-offs, pois a derrota na última rodada deixou o Hartlepool por um triz de não participar dos jogos decisivos.
calendario.png
CLASSIFICAÇÃO FINAL
classifica.png
Nas semi-finais, o H'Pool enfrentará o Port Vale, que conta com o retrospecto a seu favor, após duas vitórias nos últimos três confrontos.

Estatísticas do plantel, aqui;
Estatísticas do clube, aqui;

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rsm_rlb

Parabéns por se classificar para os playoffs, mas agora vem a parte mais difícil. O mata-mata é impiedoso.

Só uma pergunta: são um jogo ou dois?

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Jirimias

Parabéns por se classificar para os playoffs, mas agora vem a parte mais difícil. O mata-mata é impiedoso.

Só uma pergunta: são um jogo ou dois?

Vlw! Agora é a hora da verdade. São dois jogos nos play-offs semi-finais e um jogo na final.

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ggpofm

Bom, ver tudo entrando nos eixos entre pai e filho. Melhor ainda foi a vaguinha no play-off. Teremos emoção pela frente. Boa sorte.

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Jirimias

Bom, ver tudo entrando nos eixos entre pai e filho. Melhor ainda foi a vaguinha no play-off. Teremos emoção pela frente. Boa sorte.

Bom mesmoq ue isso tenha ficado resolvido.

Vamos ter muitas emoções mesmo. Vlw!

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skp
#Capítulo 13
Legal a análise do Richie,
A efetividade da mudança de tática foi monstruosa, fazendo o time embalar uma bela sequência de vitórias.
O ataque melhorou em detrimento da defesa, foram 24 gols e 5 gols tomados, dando um saldo de +19.
Luke James começou a "re-desabrochar".
O time de mero coadjuvante já começa a dar sinais que pode surpreender.
Esse Clough é comédia demais, pagou para ser analisado e ainda não consegue deixar de atacar seu maior rival.
#Capítulo 14
Sensacional esse FM, de certa maneira representou algumas coisas que acontecem na vida real, como um técnico ter aquele jogador que é algoz.
Mandou muito na adaptação deste quisito na história, principalmente na provocação do Wroe.
Só me falta esse Wroe assinar com algum time treinado pelo Revie.

“Hoje ninguém pode reclamar do árbitro. Espero receber os cumprimentos por ter sido o melhor em campo do treinador deles.”
Lugar mediano na tabela, mas o Will pode recuperar a posição de antes, são apenas 3 pontos que separam a equipe dos playoffs.
#Capítulo 15
Mourinho mito, será que o Clough neto irá fazer como o Clough avô, e nutrir uma rivalidade por uma falta a degustação de um vinho e uma boa conversa ?
Será que o Will poderá um dia assumir o Chelsea enquanto ou Mourinho assume uma seleção, ou a seleção Inglesa ?
Honrou o Hartlepool ao empatar e casa e dar "o gostinho" aos jogadores de jogarem em Stamford Bridge.
Uma vitória contra os Blues seria algo fantástisco demais, porém coube a realidade ao time da League One.
#Capítulo 16
Sensacional,
A forma como abordou a história e o que se passou com Clough, a imbecilidade do Big House kkkkkk
Clough tem uma pitada de sorte e estrela em suas veias, e essa vitória sofrida deve significar o começo de uma boa era para o ambicioso técnico.
Anne tá sempre fudendo o Cloug, desde os primórdios.
#Capítulo 17
Clough, sempre desconfiado, afinal os temores do passado sempre o assombram.
Pai e filho se enfretando como técnicos em uma partida, disputando as diferenças de personalidade em 90' e o resultado não poderia ser diferente, o empate.
O pai mais calmo e sereno, enquanto seu primogênito parece uma leão em busca de seu reino e afirmação.
Jogo equilibrado e com mais pendor para o time do filho, pois o mesmo tinha um jogador a mais em campo.
O Will sempre arrogante kkkk, mesmo constatando a eficiência do pai não deu o braço a torcer, monstro da soberba.
Ufaa! Quase que o time não consegue ir para os playoffs e justo nu,a derrota para um time que já não tinha nenhuma pretensão no campeonato.
Agora resta ao Will, conseguir reestruturar o aspecto psicológico da equipe e vencer esse playoffs e conseguir contrariar as estatísticas do encontros passados.
Olhando por alto, o time do Will toma muitos gols, o promissor Clough tem de melhorar essa defesa o mais rápido possível se quiser o acesso.
Edited by skp

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LikeaBoss

Que bom que voltou a se relacionar com o pai, e melhor ainda o pai ter subido e o filho estar com chances de subir logo na primeira temporada na divisão.

Que touca que você tem com o Colchester hein? Deveria pensar em contratar Nicky Wroe, por conta deles quase não classificou aos playoffs, perdeu 6 pontos para eles.

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Jirimias

#Capítulo 13
Legal a análise do Richie,
A efetividade da mudança de tática foi monstruosa, fazendo o time embalar uma bela sequência de vitórias.
O ataque melhorou em detrimento da defesa, foram 24 gols e 5 gols tomados, dando um saldo de +19.
Luke James começou a "re-desabrochar".
O time de mero coadjuvante já começa a dar sinais que pode surpreender.
Esse Clough é comédia demais, pagou para ser analisado e ainda não consegue deixar de atacar seu maior rival.
#Capítulo 14
Sensacional esse FM, de certa maneira representou algumas coisas que acontecem na vida real, como um técnico ter aquele jogador que é algoz.
Mandou muito na adaptação deste quisito na história, principalmente na provocação do Wroe.
Só me falta esse Wroe assinar com algum time treinado pelo Revie.

Lugar mediano na tabela, mas o Will pode recuperar a posição de antes, são apenas 3 pontos que separam a equipe dos playoffs.
#Capítulo 15
Mourinho mito, será que o Clough neto irá fazer como o Clough avô, e nutrir uma rivalidade por uma falta a degustação de um vinho e uma boa conversa ?
Será que o Will poderá um dia assumir o Chelsea enquanto ou Mourinho assume uma seleção, ou a seleção Inglesa ?
Honrou o Hartlepool ao empatar e casa e dar "o gostinho" aos jogadores de jogarem em Stamford Bridge.
Uma vitória contra os Blues seria algo fantástisco demais, porém coube a realidade ao time da League One.
#Capítulo 16
Sensacional,
A forma como abordou a história e o que se passou com Clough, a imbecilidade do Big House kkkkkk
Clough tem uma pitada de sorte e estrela em suas veias, e essa vitória sofrida deve significar o começo de uma boa era para o ambicioso técnico.
Anne tá sempre fudendo o Cloug, desde os primórdios.
#Capítulo 17
Clough, sempre desconfiado, afinal os temores do passado sempre o assombram.
Pai e filho se enfretando como técnicos em uma partida, disputando as diferenças de personalidade em 90' e o resultado não poderia ser diferente, o empate.
O pai mais calmo e sereno, enquanto seu primogênito parece uma leão em busca de seu reino e afirmação.
Jogo equilibrado e com mais pendor para o time do filho, pois o mesmo tinha um jogador a mais em campo.
O Will sempre arrogante kkkk, mesmo constatando a eficiência do pai não deu o braço a torcer, monstro da soberba.
Ufaa! Quase que o time não consegue ir para os playoffs e justo nu,a derrota para um time que já não tinha nenhuma pretensão no campeonato.
Agora resta ao Will, conseguir reestruturar o aspecto psicológico da equipe e vencer esse playoffs e conseguir contrariar as estatísticas do encontros passados.
Olhando por alto, o time do Will toma muitos gols, o promissor Clough tem de melhorar essa defesa o mais rápido possível se quiser o acesso.

Capítulo 13: O Clough ficou satisfeito de saber que pagou por uma boa análise tática haha. O 4-5-1, naquele momento, caiu como uma luva, mas o Fm tratou de me mostrar que para seguir ganhando,não podia me acomodar. Com o Luke James de volta a boa forma, o time também entrou em boa fase.

Capítulo 14: Eu gosto de explorar estas coincidências que o FM cria, procuro sempre ficar atento quanto a isso, pois daí pode surgir um capítulo, como foi neste caso. Esteja em qual clube estiver, o Wroe sempre dará dor de cabeça para o Clough hehe. Não creio que o Revie tentará contratá-lo, não vejo ele como uma boa peça para o Boro, mas no hartlepool, acho que cairiam bem.
Capítulo 15: Acho que o clima de rivalidade entre os dois foi criado, mas ao mesmo tempo tentei deixar claro que o Mourinho ficou surpreso com a audácia do Clough. Talvez surja uma rivalidade, mas sempre será mais amena que esta que ele mantém com o Revie.
Só de fazer o Mourinho montar o seu melhor time para vencer-nos no segundo jogo já valeu a pena.
Capítulo 16: Legal que gostou. Uma piadinha infame, mas não posso ignorar nenhuma forma de inspiração, nem estas tão banais. A carreira do Clough está indo bem, caminha os mesmos passos do avô, conseguindo sucesso, ainda que guardado as suas proporções, com um time pequeno. Direta ou indiretamente, esta mulher acaba com a vida do Clough haha
Capítulo 17: Boa análise do que foi este confronto de família. Clough é jovem, não se acomoda, briga , quer seu espaço. Já o pai conhece os caminhos, os atalhos, sabe que pela serenidade conseguiria chegar onde queria. Talvez se não tivesse perdido um jogador, o Nigel estaria comemorando uma hora desta. E aí o Will teria que dar o braço a torcer, ou não, pois concordo com vc que dali não se pode esperar um pingo de humildade.
Dentro do campo, o time de Clough toma surra para se classificar e tem ainda muitos erros para corrigir se quiser o acesso. Os números da defesa estão muito ligados ao fato deste setor ter perdido um titular por meses e por ser um setor já fragilizado. A verdade é que o time jogou toda a temporada acima de seu potencial, meu medo é que uma hora esta máscara de time capaz do acesso na primeira temporada venha a cair, pois não há hora mais adequada que seja nos jogos decisivos.
Eu me divido em torcer pelo acesso do H'Pool, desde que o Boro permaneça na Championship, para que assim ocorra o encontro CLough vs. Revie, mas ao mesmo tempo não vejo este time com possibilidades de sobrevier na Segunda Divisão.

Que bom que voltou a se relacionar com o pai, e melhor ainda o pai ter subido e o filho estar com chances de subir logo na primeira temporada na divisão.

Que touca que você tem com o Colchester hein? Deveria pensar em contratar Nicky Wroe, por conta deles quase não classificou aos playoffs, perdeu 6 pontos para eles.

O Swindon do Nigel subiu fácil, mas já o Will terá dificuldades. O time passou por pouco para os play-offs e terá vida dura em frente ao Port Vale.
Estou pensando sim em contratar o Wroe, mas vamos ver quanto custa e se haverá acordo. Contratar ele seria garantia de uns dois capítulos pelo menos rsrs.

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Gigante João

Caraca, a partida refletiu o drama do encontro: Uma bola na trave para cada lado, 22 chutes a gol com 9 oportunidades claras de cochilar a pelota no fundo das redes e quatro gols. Familia Clough dominando.

Que venha o mata-mata, quero ver os dois se enfrentando novamente.

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      ATUALIZAÇÃO MAIS RECENTE!
      ÍNDICE
       
      E aê galera, tudo bom? Descobri o fórum recentemente há uns dias atrás, especificamente a área de histórias. Li algumas e adorei o formato e o fato que a galera resolveu postar suas jornadas e challenges interessantíssimos. 
      Enquanto jogava o FM18 fiquei pensando nas várias coisas que aconteceram e que dificilmente conseguiria guardar pra lembrar depois, especialmente as coisas memoráveis.
      Deixei quieto e segui em frente, mas como disse, encontrei essa área aqui e me arrependo de não ter pesquisado e encontrado antes. Mas antes tarde do que nunca, né! O save não tem tanto tempo e muitas dos principais eventos estão frescas na memória.
      Esse save não tem objetivos específicos a serem alcançados, simplesmente criei um perfil de treinador (sem escolher clube, comecei desempregado) e saí pro mundo pra ver no que vai dar. 
      PERFIL DO TREINADOR:
       
      Lanko Askarian sempre teve interesse por futebol, principalmente na parte tática, já que jogando ele é um grande perna de pau. Decidiu ir adiante com esse pensamento e resolveu estudar para ser técnico e dirigir uma equipe.
      Diante dos vários fracassos do Brasil na área, decidiu, corretamente ou não, ir estudar e fazer cursos na Europa. Escolheu a Inglaterra já que sabia inglês e nada dos outros idiomas. Depois de algum tempo, adquiriu profundo conhecimento tático, de treinamentos, de filosofias de jogo.
        
       
      Agora só faltava botar tudo isso em prática, e é aí que morava o problema. Lanko entrou determinado a começar 2018 como técnico, mas passou o primeiro semestre desempregado. Nem clubes brasileiros da 3a divisão quiseram sequer conceder uma entrevista.
      No fim da temporada europeia, Lanko voltou a Inglaterra, disposto a aceitar propostas da 5a ou 6a divisão inglesas só pra começar a trabalhar, mas mesmo dessa vez conseguindo entrevistas, não foi o escolhido em nenhum dos oito clubes em que bateu a porta.
       

       
      Jovem (30 anos, muito menos que muitos jogadores em atividade), sem ter comandado vestiário antes e ainda por cima estrangeiro, esses foram os principais motivos das recusas.
      Até que viu um anúncio de um clube de Portugal (o único), a Mondinense, da terceira divisão portuguesa, e decidiu entrar em contato com eles.
      O presidente foi surpreendido pelo contato. Ele acabou gostando do perfil. Avisou que o clube era pequeno, mas gostaria de ver o clube crescer e talvez tentar algo inusitado seria o primeiro passo ideal. O presidente convidou Lanko para a cidade de Mondim de Basto para assinarem o contrato.
       

       
      Lanko aceitou, muito feliz. Portugal não estava nos planos iniciais, mas quem sabe, caindo do céu, seria o melhor lugar para começar a carreira. O idioma não seria problema e Portugal era um bom país, além de ter certa história no futebol e um cenário respeitável.

      Ele sabia que o começo ia ser difícil, mas até chegar em Portugal e ver a sede da Mondinense de perto, ele não fazia ideia do quão difícil…
       
      Próxima>>>
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Minha última postagem, descontando os anúncios de final dos meus dois saves, sobre FM ocorreu no dia 14 de setembro. Nesse dia, lancei um guia sobre as diferenças entre o modo ver apenas e as ligas jogáveis. A minha última atualização de história ocorreu no dia 11 de setembro. Ou seja, quase dois meses. É hora de aproveitar o tempo que vai surgir e quebrar esse hiato com o anúncio da minha nova história: Uma Ode à Zemanlândia.
      Assim como no Football Manager 2019 decidi fazer algo que havia tempo que não fazia. Como ideia, a última vez que fiz um save carreira foi no FM 2015, entretanto, o save carreira virou um save de clube com o Alessandria. Em 2016, fiz um save com o Concarneau, em 2017, fiz um save com o Shamrock Rovers, em 2018, fiz um save com o Werder Bremen, em 2019, fiz um save com a Caldense. Portanto, em 2020, farei um save carreira. E não é apenas um save carreira, já que gosto de utilizar esse estilo de jogo para homenagear algum treinador e seu estilo.
      No Football Manager 2015, a ideia era homenagear Giovanni Trapattoni, um dos grandes técnicos do século XX. Trapattoni era um técnico da tradicional escola italiana, portanto, seu foco era a solidez defensiva e a eficiência ofensiva. E como anda cada vez mais difícil emplacar um time defensivo e vencedor no Football Manager, ele seria um desafio condizente. Entretanto, optei por algo mais belo e interessante: a Zemanlândia. Quem conhece o futebol italiano, já ouvi falar ou viu os times de Zdenek Zeman jogando. O treinador tcheco é adepto da filosofia de "marcar mais gols que seu adversário, custe o que custar".
      O Football Manager 2020 está disponível na sua versão beta, e vou aproveitar o tempo que existe entre esse anúncio e a chegada da versão final para me debruçar um pouco sobre quem é Zdenek Zeman e seu estilo de jogo. Portanto, nas próximas semanas, vocês poderão entender melhor as razões que me levaram a escolher o inveterado fumante de 72 anos.

      Zdenek Zeman e sua carreira 
      Zeman nasceu em Praga, no dia 12 de maio de 1947. Filho de um médico e uma dona de casa, teve como sua principal influência seu tio materno, Čestmír Vycpálek, que era treinador e transmitiu o amor pelo esporte ao também futuro treinador. Vycpálek conquistou dois títulos italianos com a Juventus enquanto treinador, mais do que tudo que Zeman conseguiu. Entretanto, Zeman se instalou como um ícone cult para os amantes do futebol italiano, enquanto Vycpálek acabou relegado aos rodapés da história juventina.
      Futebolisticamente falando, Zeman não teve carreira como futebol, já que dada a invasão da Checoslováquia pela União Soviética, aproveitou a família que estava na Itália para fugir da guerra. Na Itália, se tornou cidadão do país e formou-se como educador físico em Palermo. Sua carreira começou em 1969, no Cinisi, equipe amadora da região da Sicília. Antes disso, já havia sido treinador de vôlei.
      Até 1974 ficou no futebol amador, quando por intervenção de seu tio, já duas vezes campeão italiano, conseguiu uma vaga como treinador nas categorias de base do Palermo. Entre o Cinisi e o Palermo, também comandou os amadores Bacigalupo, Carini, Misilmeri e Esakalsa. Deve sua primeira chance como treinador profissional negada em março de 1981, quando o treinador do Palermo, Fernando Veneranda foi demitido. Zeman fez todo o preparo da equipe na vitória por 3 x 1 sobre o Milan. O boêmio, um de seus apelidos por conta da região de onde veio, não pode estar no banco por estar cumprindo punição por ter exagerado nas reclamações em uma partida da equipe primavera do Palermo.
      Ficou mais dois anos no clube rosanero, antes de seguir para o Licata, que estava na Serie C2, o equivalente ao quarto escalão do futebol italiano. Entre 1983 e 1986, foi responsável por levar o Licata de volta para a Serie C1, na sua segunda temporada como treinador. Na temporada seguinte, manteve o clube na terceira divisão e recebeu o primeiro convite para assumir o Foggia, clube onde marcaria história e daria nascimento a Zemanlândia.
      Sua primeira participação no Foggia não foi muito boa, sendo demitido antes do final da sua primeira temporada por lá. Mas serviu para o treinador dar o salto para a Serie B, onde comandou o Parma na temporada seguinte. Colecionou sua segunda demissão consecutiva, mas seu nome já estava se consolidando no mercado. Ganhou a oportunidade de dirigir o Messina na temporada 88/89, onde terminou a temporada em 8º, com o melhor ataque e lançando a carreira de Toto Schillaci.
      Em 1989, faz o retorno ao Foggia, no que ficaria conhecido como o "Foggia dei miracoli", na temporada seguinte. Depois de ter subido em 89/90, o Foggia foi campeão na temporada seguinte, com o melhor ataque da competição. Nas próximas três temporadas, se manteve na Serie A e ainda teve o segundo melhor ataque da competição em um dos anos. O trabalho excepcional no pequeno Foggia foi o suficiente para chamar a atenção da Lazio, que levou o treinador para comandar o time da capital na temporada 94/95. Em seu tempo de Foggia, lançou Francesco Baiano, Giuseppe Signori, Roberto Rambaudi, Luigi Di Biagio, Francesco Mancini, Igor Kolyvanon e Igor Salimov. 
      A sua temporada de estreia em uma grande equipe italiana foi dentro da imagem que o treinador já havia construído nos seus tempos de Foggia e por aquilo que ficaria marcado para sempre. Na estreia com os laziale, o treinador terminou a temporada em segundo lugar e melhor ataque da competição, tendo lutado pelo scudetto em boa parte da temporada e com goleadas e vitórias marcantes como o 8 x 2 contra a Fiorentina e 7 x 1 contra o Foggia. Além disso, goleou os dois times de Milão e aplicou um 3 x 0 na Juventus. Além disso, foi semifinalista da Copa UEFA e da Coppa Italia.
      Na temporada seguinte, manteve o melhor ataque da competição, mas terminou em terceiro. A terceira temporada foi o fim da carreira do treinador na Lazio, tendo sido demitido após um péssimo primeiro turno e algumas derrotas que marcaram bem o estilo do treinador nos anos seguintes. Na Lazio, Zeman revelou Pavel Nedved, Alessandro Nesta e Marco Di Vaio.
      No ano seguinte, Zeman começou a temporada ainda na capital romana, mas dessa vez, na Roma. Foram duas temporadas de futebol ofensivo e emocionante, onde ficou em 4º na primeira temporada e 5º na temporada seguinte. Como ele não conseguiu a vaga na Champions League, não teve seu contrato renovado. De lá, foi para o Fenerbahce, da Turquia, onde durou apenas três meses, quando pediu demissão.. Marco Delvecchio e Francesco Totti (que virou capitão com o treinador) atingiram um nível notável com Zeman na passagem do tcheco pelos giallorossi.
      Depois do falhanço em Istambul, Zeman assumiu o recém-promovido Napoli e no clube napolitano só durou oito rodadas, sendo demitido depois de três empates e cinco derrotas. Depois de dez temporadas treinando equipes do primeiro escalão, Zeman retornou para a Serie B na temporada 01/02, onde assumiu a Salernitana. Ficou em sexto naquele ano e teve o melhor ataque, na temporada seguinte, foi demitido. Depois disso, assumiu o Avellino e teve seu primeiro grande revés na carreira, quando conduziu o time ao rebaixamento, com um aproveitamento de vitórias de 16,33%. Durante esse período, revelou Antonio Nocerino, Vitaly Kutuzov e Matteo Contini.
      Entretanto, enquanto o rebaixamento foi triste para o time biancoverdi, Zeman ganhou nova oportunidade na Serie A, assumindo o Lecce. O time havia conquistado a promoção na temporada passada e nas mãos de Zeman, conseguiu se salvar do retorno à Serie B. O treinador lançou Mirko Vucinic, Valery Bozinov e resgatou o futebol de Marco Casseti, que foi o primeiro jogador da história do Lecce a ser convocado. Teve o segundo melhor ataque da competição, mas também a pior defesa, obtendo o glorioso recorde de ser a primeira vez que a pior defesa não foi rebaixada na Serie A.
      No ano seguinte, começou sem emprego, mas assumiu o Brescia para a reta final da Serie B com promessas grandes de playoff e promoção, acabou com duas vitórias, dois empates e sete derrotas, deixando o time em 10º. Voltou ao Lecce, que sem o tcheco havia retornado para a Serie B. Entretanto, a magia não voltou a se repetir e o treinador foi demitido antes da temporada acabar. Pablo Osvaldo e Giuseppe Vives foram os atletas revelados nessa nova passagem pelo Lecce.
      Depois de passar um ano sabático na temporada 07/08, o treinador tcheco assumiu o Estrela Vermelha, da Sérvia. E não durou muito, rescindido amigavelmente depois depois de cinco jogos e uma não classificação para a fase de grupos da Copa UEFA. Passou mais um ano parado, até retornar pela terceira vez para o Foggia, que estava na Serie C italiana. Não obteve sucesso, terminando em 6º com o melhor ataque e a pior defesa da competição, falhando em ir para os playoffs de promoção. Nessa passagem, teve jogadores como Lorenzo Insigne e Marco Sau e lançou Vasco Regini e Moussa Koné.
      Na temporada 11/12, assumiu o Pescara e mostrou que talvez o velho Zeman estivesse encontrando seu lugar num futebol que havia mudado. Foi campeão da Serie B e levou o Pescara de volta à elite depois de 19 anos. Lançou Ciro Immobile, Lorenzo Insigne (novamente seu jogador) e Marco Verrati. Essa campanha o credenciou aos grandes clubes italianos novamente, com a Roma estendendo um convite para um retorno.
      De relevante em sua passagem pelo time romano, apenas o fato de ter lançado Florenzi e Marquinhos para o futebol profissional e ter vencido a Inter, em Milão. O treinador foi demitido na 26ª rodada, com a Roma acumulando diversas romadas, algo tradicional para o clube, mas agravado pelo estilo do seu treinador. 
      Teve mais um ano sabático e assumiu o Cagliari para a temporada 14/15. Sua passagem foi um turbilhão de emoções, com o treinador sendo demitido, recontratado e pedindo demissão ao longo da mesma temporada. Depois disso, foi para a Suíça, onde assumiu o Lugano. Ele evitou o rebaixamento da equipe recém-promovida e foi finalista da Copa da Suíça. Por divergências com a diretoria, optou não renovar seu contrato.
      Ao final da temporada 16/17, retornou ao Pescara, que estava novamente na Serie A. Dessa vez, o objetivo era tentar salvar o clube da queda, objetivo que não foi alcançado. Na temporada seguinte, foi demitido apos 28 rodada da Serie B. Desde então, o treinador está desempregado.
      Taticamente, o treinador ficou marcado pelo 4-3-3 de intensa movimentação e com uma linha defensiva extremamente alta, que tenta encaixar o máximo de pessoas possíveis no terço ofensivo. Debateremos suas táticas mais a fundo posteriormente. Além disso, é um treinador conhecido pelo seu nível de exigência e treinamentos de alto desgaste para seus atletas. O futebol ofensivo é a marca registrada do treinador, enquanto a imagem do tcheco fumando na beira do gramado é aquela que solidificou no imaginário futebolístico italiano.

      Treinador
      Jindřich Nedbálek, um jovem de 28 anos, nascido em Teplice, sonha em ser treinador. Ele acabou de retirar a primeira licença de treinador, enquanto nunca chegou a atuar profissionalmente. Com experiência nas divisões inferiores do futebol tcheco, espera surgir uma oportunidade na segunda divisão nacional para atingir voos mais altos. Nedbálek é um fã confesso de Zdenek Zeman e quer reviver a Zemanlândia.
      Filosofia do save
      Como esperado, é uma homenagem ao estilo de futebol praticado pelo treinador, já que títulos são poucos. Dessa forma, vamos tentar recriar um sucessor espiritual da Zemanlândia, mas que alie o futebol ofensivo com títulos.
      Ser um treinador que tem o futebol ofensivo como base, montando táticas onde a mentalidade mínima é Positiva. Objetivos do save
      Ser campeão tcheco com uma equipe que nunca conquistou a competição; Assumir o comando do Teplice, seu time do coração; Assumir um time italiano que não esteja na Serie A; Ser campeão italiano com o melhor ataque; Ser o maior treinador tcheco da história (ranking do FM servirá como critério); Ultrapassar a marca de 1000 jogos como treinador (Zeman também tem essa marca); Conquistar a Champions League com o melhor ataque da competição; Histórico
    • Lanko
      By Lanko
      Riqueza da Premier League também deverá ser compartilhada com times e ligas pequenas.
      "Dessa vez o Daily Mail está certo.
      Vamos enfrentar donos ruins e bilionários como Mike Ashley, vamos dar aos fãs voz em como seus clubes devem ser administrados e vamos garantir que as riquezas da Premier League sejam investidas no futebol local de nossas comunidades."
       
      Também disse que "futebol não é negócio, futebol é nossas vidas, nossas comunidades e onde vamos para nos socializarmos e aproveitar a companhia de todos". "Vamos tirar o "jogo bonito" dos bilionários e dá-los aos torcedores em vez disso."
      Claro que teve algumas reações:
      "Ideia muito interessante. Quem decidiria quais donos seriam "ruins" e qual seria o critério? Não gastar o suficiente em jogadores? Tentar interferir em assuntos do time? Escolhendo o técnico errado?"
       
    • DiegoCosta7
      By DiegoCosta7
      Alguém sabe me dizer porquê o FM não baixa o conteudo selecionado da oficina para ele ? (Eu estou inscrito em varios conteúdos mas o fm não baixa todos eles ou só baixauma parte do conteúdo que estou inscrito. Porquê isso acontece ?
    • Ighor S.
      By Ighor S.
      Joguei bastante tempo no fm14 com essa tática, mas após a última formatação perdi ela e não consegui mais encontrar. 
      Pelo que me lembro, ela foi baixada aqui no fórum antes da reformulação. Procurei no Google mas não achei nada. Alguma boa alma que possa ter a tática salva poderia upar? 
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