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Há vida sem Ferguson? United tenta o bi na 1ª temporada sem o treinador

Chelsea ganha novo ânimo com o retorno de Mourinho. No City, Pellegrini busca seu primeiro título na Europa, e Arsenal ainda sonha com reforços

A edição 2013/2014 do Campeonato Inglês será histórica. Pela primeira vez após 27 anos, o Manchester United jogará sem o comando do técnico Alex Ferguson. No lugar do lendário técnico, que se aposentou no fim da última temporada, estará David Moyes. O ex-treinador do Everton inicia a busca pela primeira grande conquista da carreira neste sábado contra o Swansea, no País de Gales. Outros candidatos ao título também terão novidades no banco de reservas. O Chelsea conta com o retorno de José Mourinho, vencedor da Premier League com os Blues em duas oportunidades. O Manchester City estará sob os cuidados do chileno Manuel Pellegrini, que ainda não conseguiu vencer um título nacional na Europa.

Moyes é uma aposta do próprio Ferguson, que elegeu o conterrâneo (os dois são escoceses) ainda em 2012. Dentro do elenco, jogadores importantes como o zagueiro Ferdinand e o meia Carrick também apoiaram a escolha. O defensor chegou a declarar que o técnico seria sua primeira opção se fosse dirigente. Há apenas uma pessoa que claramente não ficou satisfeita, o que poderá interferir no desempenho da equipe: Rooney. Cria do Everton, o atacante deixou os Toffees brigado com o treinador. Com a chegada de seu antigo desafeto ao United, o camisa 10 tem feito de tudo para trocar de clube.

Base de Ferguson é mantida, mas Rooney pode sair

O treinador começará o Campeonato Inglês sem reforços. Moyes tem investido alto em Fàbregas, mas tanto o meia quanto o Barcelona não parecem dispostos a negociar. A única novidade dos Diabos Vermelhos é a chegada do meia-atacante Zaha, destaque do Crystal Palace que já tinha sido contratado na temporada passada, mas teve que disputar toda a campanha da segunda divisão com o time londrino, que conseguiu ser promovido. Scholes se aposentou e Rooney poderá se transferir a qualquer momento.

O United, contudo, mantém a base vencedora da última campanha, com um diferencial. O próprio Ferguson garantiu que o meia Kagawa, contratado para ser o cérebro da equipe, já está se sentindo à vontade no clube e mostrará o seu melhor a partir desta temporada. Van Persie, artilheiro das duas últimas edições da Premier League, é a estrela da companhia. A defesa, que vinha sofrendo com lesões, deverá voltar a ter os experientes Ferdinand e Vidic com maior frequência.

- A tendência é que Ferguson faça falta porque tinha o Manchester United na palma da sua mão. Sem contar o respeito e admiração que todos os adversários têm por ele. Ferguson é uma exceção no que a gente vê hoje na relação entre clubes e treinadores. Mas o Manchester tem um grande time e condições de se manter no topo. Com certeza será novamente um dos nossos grandes adversários - disse o meia Ramires, do Chelsea, ao GLOBOESPORTE.COM.

Efeito Mourinho

Se há um clube que tem as melhores expectativas, este clube é o Chelsea. O povo exigiu, e José Mourinho está de volta. Um dos grandes ídolos dos torcedores, o português retorna após cinco anos para encontrar uma equipe mais jovem e talentosa. Ramires, Oscar, David Luiz, Hazard, Juan Mata... qualidade é o que não falta. Apesar de ter boas opções no ataque, Mou ainda sonha com a aquisição de um goleador. Rooney é o preferido, mas o United não quer conversar com o rival. Eto'o surge como uma possibilidade que agrada o treinador.

Os jogadores que não conheciam Mourinho também estão animados com a oportunidade de trabalhar com o técnico, que se transforma em uma das armas do time para voltar a conquistar a competição, o que não acontece desde 2010. Para a nova temporada, foram contratados os meias Van Ginkel e Schürrle.

- Primeiro o conjunto, porque jogamos juntos quase que na mesma formação há pelo menos três temporadas. Já criamos um entrosamento natural. Tivemos também a contratação de alguns reforços pontuais que vão agregar bastante, mas a maior mudança foi a chegada do Mourinho. Ele veio com muita sede de ser vencedor, fizemos uma pré-temporada maravilhosa, então acho que o panorama é bastante positivo. Estamos beliscando alguma taça em todas as temporadas desde que cheguei. Ainda não tenho esse troféu, então, para mim, será uma motivação a mais - acrescentou Ramires.

'Ciudad' volta a gastar

O Manchester City voltou a investir uma fortuna para tentar vencer o Campeonato Inglês pela segunda vez em sua fase milionária. Com uma diretoria formada por espanhóis, foram contratados o atacante Negredo e o meia Navas, ambos ex-Sevilla - já são quatro representantes da Fúria no elenco. O volante brasileiro Fernandinho, ex-Shakhtar Donetsk, e o atacante montenegrino Jovetic, ex-Fiorentina, também são novidades. Contudo, assim como os rivais, a principal mudança está no banco de reservas. Manuel Pellegrini assume o lugar deixado por Roberto Mancini. O chileno realizou bons trabalhos em clubes como Villarreal, Real Madrid e Málaga, mas ainda falta um título - o máximo que já conseguiu no Velho Continente foi um torneio de pré-temporada com o Submarino Amarelo.

O Liverpool tenta se reerguer depois de ocupar o papel de coadjuvante nos últimos anos. O fim da última temporada, todavia, foi animador. Philippe Coutinho e Daniel Sturridge mostraram que podem trazer dias melhores ao Anfield Road. Porém, há a dúvida sobre a permanência do atacante Luis Suárez, que pediu para ser negociado. A direção não quer vendê-lo, mas o caso irritou o técnico Brendan Rodgers, que condenou a atitude de seu principal jogador.

O Arsenal, que não vence a competição desde 2004, luta desesperadamente por reforços. O técnico Arsene Wenger garante que eles virão e que dinheiro não é problema. Por enquanto, os Gunners têm como triunfo o meia Wilshere, que finalmente poderá disputar uma temporada completa após lutar contra problemas de lesão que o acompanham desde 2011.

Globoesporte

Nesse fim de semana começa a Premier League. Jogos da primeira rodada:

Sábado

08h45

Liverpool X Stoke City

11h00

Arsenal X Aston Villa

Norwich City X Everton

Sunderland X Fulham

West Bromwich X Southampton

West Ham X Cardiff City

13h00

Swansea City X Manchester United

Domingo

09h30

Crystal Palace X Tottenham

12h00

Chelsea X Hull City

Segunda

16h00

Manchester City X Newcastle United

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Estou torcendo muito pelo Liverpool engrenar esse ano, vou tentar acompanhar mais pelo Coutinho.

E a ansiedade é grande em ver como irão se comportar Man. Utd sem o Fergunson e o Chelsea com o Mou.

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Go Magpies!

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Porra, já é amanhã. Se der vou ver algum jogo da hora do almoço. Esse jogo do Liverpool aí é foda de ver.

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A Trivela lançou o guia da Premier League.

Guia da Premier League 2013/14
16/08/2013 14:31

A Premier League 2013/14 promete ser histórica. Primeiramente, pelo fato de celebrar os 150 anos do Campeonato Inglês, a liga nacional mais antiga do mundo. Porém, a forma como a competição se configura neste início também promete fortes emoções. As trocas de técnicos em Manchester United, Manchester City e Chelsea, os três grandes candidatos ao título, aumentam a imprevisibilidade da competição, algo que não foi tão forte nos últimos anos.

Assim, são várias as questões em aberto nestas primeiras semanas de campanha. Como o United irá se virar sem Sir Alex Ferguson? Manuel Pellegrini saberá desfrutar dos milhões do City, algo que Roberto Mancini não fez no último ano? Qual o impacto do casamento reatado entre José Mourinho e Roman Abramovich? Uma série de interrogações que se soma às movimentações de Arsenal, Liverpool e Tottenham, que mantiveram seus treinadores, mas vivem momentos decisivos no mercado de transferências.

E o próprio pelotão intermediário merece atenção nesta temporada. Não lembram o que o Swansea foi capaz de fazer em 2012/13? Alguém será capaz de repetir? Roberto Martínez conseguirá alinhar o Everton com os postulantes ao Top Four? Como a instabilidade recente refletirá em Newcastle e Sunderland? Os reforços surtirão efeitos em Aston Villa, Norwich e Southampton? Como será o retorno à elite de Cardiff City, Crystal Palace e Hull City? Sem mais delongas, confira a apresentação dos 20 clubes:

Arsenal_escudo-e1353164078589.jpg ARSENAL

Técnico: Arsène Wenger

Temporada passada:

Destaque: Santi Cazorla

Copas europeias: Liga dos Campeões

Fique de olho: Alex Oxlade-Chamberlain

Objetivo: Liga dos Campeões

Principais chegadas: Yaya Sanogo (A, Auxerre-FRA)

Principais saídas: Gervinho (A, Roma-ITA), Andrey Arshavin (M, Zenit-RUS), Francis Coquelin (M, Freiburg-ALE), Vito Mannone (G, Sunderland), André Santos (D, Flamengo-BRA), Johan Djourou (D, Hamburg-ALE), Marouane Chamakh (A, Crystal Palace)

Esqueça as promessas feitas durante o final da última temporada. Depois de mais uma campanha decepcionante, na qual viveu realmente o drama de quase perder o “título” da classificação à Liga dos Campeões, o Arsenal indicou uma reviravolta. Arsène Wenger tinha a carta branca para gastar e o nome do clube esteve insistentemente veiculado nas especulações. Porém, o fato é que apenas Yaya Sanogo chegou ao Emirates Stadium, por mais que ainda haja duas semanas de abertura de mercado e um reforço de peso precise ser trazido. O fracasso nas negociações representa um pouco da incompetência dos Gunners – como quando preteriram Gonzalo Higuaín, praticamente certo – e também a falta de atratividade da camisa no mercado. Sem os nomes esperados, a promessa é de uma campanha com nível de brigar pela vaga na Champions, mas distante do topo do tabela.

O time possui suas virtudes, mas precisa resolver dois problemas graves: os apagões sofridos pela defesa e a falta de agressividade na conclusão das jogadas, que custaram pontos vitais na última campanha. Santi Cazorla é um dos poucos que conseguem ser incisivo e, não à toa, é o principal jogador do elenco mesmo tendo chegado há apenas 12 meses – Theo Walcott também pode ser esse cara, se conseguir ser mais regular. De quem também pode se esperar um pouco mais é de Jack Wilshere, que vai para a sua primeira temporada completa desde o retorno de lesão e promete apresentações ainda mais consistentes no meio-campo, aliando qualidade técnica e ocupação de espaços – algo feito, em menor escala, por Mikel Arteta. Se ninguém mais chegar, os trunfos dos Gunners param por aí, a não ser que nomes como Lukas Podolski e Olivier Giroud resolvam justificar os milhões pagos em suas transferências, ou que alguma promessa surja da desgastada cartola de Wenger.

aston-villa-escudo.jpg ASTON VILLA

Técnico: Paul Lambert

Temporada passada: 15º

Destaque: Christian Benteke

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Jores Okore

Objetivo: Meio de tabela

Principais chegadas: Jores Okore (D, Nordsjaelland-DIN), Leandro Bacuna (M, Groningen-HOL), Aleksandar Tonev (A, Lech Poznan-POL), Antonio Luna (D, Sevilla-ESP), Nicklas Helenius (A, Aalborg-DIN)

Principais saídas: Jean Makoun (M, Rennes-FRA), Richard Dunne (D, Queens Park Rangers), Eric Lichaj (D, Nottingham Forest), Brett Holman (M, Al Nasr-EAU)

O Aston Villa viveu um pesadelo na Premier League 2012/13, flertando insistentemente com o rebaixamento. Paul Lambert segurou as rédeas em sua primeira temporada no clube e agora tem mais segurança para desenvolver seu trabalho sem passar por tantos apuros. A começar pela grande jogada dos Villans na pré-temporada, a renovação com Christian Benteke, principal responsável pela salvação.

E, assim como “descobriu” o centroavante na temporada passada, Lambert espera ter acertado a mão outra vez no mercado, apostando basicamente em jogadores de fora dos grandes centros e com bom potencial. Dos nomes que chegam, Jores Okore e Nicklas Helenius são os que geram maiores expectativas de emplacar logo de cara.

Todos os setores foram reforçados, um alento no Villa Park, diante das lacunas evidentes no time durante a última campanha. Dos mais antigos, além de Benteke, Brad Guzan e Ron Vlaar também tem um papel importante, pela liderança defensiva, enquanto Gabriel Agbonlahor precisa oscilar para cima na sequência tão irregular das últimas temporadas. Sobreviver à pressão de Arsenal, Chelsea e Liverpool nas três primeiras rodadas poderá ser essencial para evitar preocupações maiores no início da trajetória.

60906327_cardiffcrest2.jpg CARDIFF CITY

Técnico: Malky Mackay

Temporada passada: 1º na Championship

Destaque: Craig Bellamy

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Andreas Cornelius

Objetivo: Salvar-se do rebaixamento

Principais chegadas: Gary Medel (M, Sevilla-ESP), Steven Caulker (D, Tottenham), John Brayford (D, Derby County), Andreas Cornelius (A, Kobenhavn-DIN)

Principais saídas: Heidar Helguson (A, fim de carreira)

A campanha do Cardiff City rumo ao título da Championship, por si só, já valeria como credencial para a permanência na Premier League em seu retorno à elite após 51 anos. Tanto quanto, também pesa o poder de mercado dos Blue Birds – transformados em Red Dragons justamente por Vincent Tan, o malaio responsável pela injeção financeira.

Para cumprir seus objetivos, os galeses quebraram três vezes o recorde de contratação mais cara de sua história nessa janela, garantindo bons nomes a todos os setores com Gary Medel, Steven Caulker e Andreas Cornelius – a esperança de gols nessa nova etapa. E tão importante quanto os novatos foi a manutenção dos veteranos, em um elenco que já tinha qualidade suficiente para figurar na primeira divisão.

Resta a eles tomar consciência do novo nível do clube e melhorar seu desempenho em relação ao último ano. Neste grupo, figura principalmente o Craig Bellamy, que foi bem na Championship, mas pode render mais. Malky Mackay faz um trabalho valorizado à frente dos galeses, com o meio-campista Aaron Gunnarson e o atacante Frazier Campbell surgindo como outros destaques. Além do retorno, expectativas altas para o clássico com o Swansea, um dos maiores da Grã-Bretanha, que acontece pela primeira vez na elite inglesa.

Chelsea_escudo-e1355402222366.jpg CHELSEA

Técnico: José Mourinho

Temporada passada: 3º

Destaque: Juan Mata

Copas europeias: Liga dos Campeões

Fique de olho: Romelu Lukaku

Objetivo: Título

Principais chegadas: André Schürrle (A, Bayer Leverkusen-ALE), Mark Schwarzer (G, Fulham), Marco van Ginkel (M, Vitesse-HOL), Michael Essien (M, Real Madrid-ESP), Romelu Lukaku (A-West Brom), Kevin de Bruyne (M, Werder Bremen-ALE)

Principais saídas: Florent Malouda (M, Trabzonspor-TUR), Oriol Romeu (M, Valencia-ESP), Marko Marin (M, Sevilla-ESP), Ross Turnbull (G, Doncaster), Paulo Ferreira (D, fim de carreira), Yossi Benayoun (A, sem clube)

O maior título da história do Chelsea não foi levantado por José Mourinho. Porém, com nenhum outro treinador os Blues parecem mais satisfeitos. O jeito do Special One é adorado em Stamford Bridge e, principalmente, respeitado – algo, por exemplo, que se perdeu em seu último ano em Madri. O português tem todo moral com os senadores e, ao que parece uma relação bem mais dócil com Roman Abramovich.

Um limitando o outro, magnata e técnico parecem ter entendido que formam uma parceria fortíssima e necessária para reaprumar suas carreiras. E a promessa de Mourinho é fazer a limonada com os limões que os londrinos já tinham à disposição – enquanto os novatos vêm de acertos anteriores a sua chegada, como André Schürrle e Marco van Ginkel, prontos para compor desde já a nova geração moldada em Londres. Wayne Rooney ou Samuel Eto’o ainda podem ser a estrela para dar nova empolgação ao time. Mesmo assim, o grande reforço está mesmo no banco de reservas. Mourinho vai bancando Juan Mata, David Luiz e os outros jogadores-chave que tinham a saída especulada depois que seu retorno foi confirmado. Mais do que isso, o treinador vem com uma postura bem mais afável para conduzir o processo de renovação, estrelado também por Oscar, Eden Hazard e, agora, por Romelu Lukaku e Kevin De Bruyne.

Já candidato ao título em 2012/13, o Chelsea tropeçou nas próprias pernas entre a saída de Roberto Di Matteo e Rafa Benítez. Pelo menos o time conseguiu a vaga na Liga dos Campeões, tão necessária para manter o status do time e garantir o badalado treinador. Se as mudanças no comando foram dolorosas para os clubes da Premier League, a exceção é o Chelsea. E o fato de ser totalmente acostumado ao funcionamento de Stamford Bridge é o que torna José Mourinho outra vez candidato a conduzir os londrinos ao topo da Inglaterra.

crystal-palace-escudo.jpg CRYSTAL PALACE

Técnico: Ian Holloway

Temporada passada: 5º na Championship (vencedor dos play-offs)

Destaque: Mile Jedinak

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: José Campaña

Objetivo: Salvar-se do rebaixamento

Principais chegadas: Marouane Chamakh (A, Arsenal), José Campaña (M, Sevilla-ESP), Dwight Gayle (A, Peterborough)

Principais saídas: André Moritz (M, Bolton), Alex Marrow (M, Blackburn), Jermaine Easter (A, Millwall), Aruna Dindane (A, sem clube), Antonio Pedroza (A, Cruz Azul-MEX), Wilfried Zaha (A, Manchester United)

Antes de tudo, o Crystal Palace quer afastar o rótulo de “ioiô da Premier League”. Desde que a competição foi criada, em 1992/93, os londrinos a disputaram em quatro oportunidades; foram rebaixados em todas elas. Por mais que a vontade exista, o retrospecto não é muito animador. Afinal, o acesso só foi conquistado na repescagem da Championship, após a equipe terminar na quinta colocação durante a temporada regular.

E a impressão é a de que o elenco do técnico Ian Holloway está enfraquecido, considerando a venda de Wilfried Zaha ao Manchester United e a lesão que afastará durante o primeiro turno Glenn Murray, artilheiro isolado do time na segundona, com 30 gols. Sem os dois, as fichas são depositadas em Marouane Chamakh, que tenta convencer alguém, e Dwight Gayle, promessa do Peterborough. Outro novato que chama atenção é José Campaña, destaque nas seleções espanholas de base e que deve ajudar a cadenciar o ritmo do time ao lado do armador Mile Jedinak. Problema maior, entretanto, será solucionar a fragilidade da defesa, a pior entre os dez primeiros colocados na última Championship. Quebrar o tabu e evitar mais um rebaixamento, sem dúvidas, não será tão simples ao Palace.

everton-escudo.png EVERTON

Técnico: Roberto Martínez

Temporada passada: 6º

Destaque: Leighton Baines

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Gerard Deulofeu

Objetivo: Liga Europa

Principais chegadas: Gerard Deulofeu (A, Barcelona-ESP), Joel Robles (G, Atlético de Madrid-ESP), Antolín Alcaraz (D, Wigan), Arouna Koné (A, Wigan)

Principais saídas: Phil Neville (M, fim de carreira), Jan Mucha (G, Krylya Sovetov-RUS), Thomas Hitzlperger (M, sem clube)

David Moyes deixou o Everton após longa jornada. Logicamente, a troca deixa algumas preocupações em Goodison Park. De qualquer forma, não dá para dizer que não há empolgação com o início do trabalho de Roberto Martínez, que vem de passagens notórias por Swansea e Wigan. Depois da campanha da temporada passada, quando flertou com a classificação às competições continentais, a ousadia do técnico pode ser um diferencial para esse salto.

O problema é que também não dá para apostar tantas fichas nos Toffees considerando o período de adaptação nessa transição, faltando uma proteção defensiva maior para o gosto ofensivo do técnico. Para ajudar Martínez, ao menos, a equipe titular está mantida – até primeira ordem. Afinal, o mercado permanece aberto pelas próximas duas semanas e Marouane Fellaini aparece entre os mais assediados, assim como Leighton Baines.

Pilares da equipe, se os dois permanecerem podem dar o impulso para uma campanha ainda mais destacada do Everton. Dentre os reforços, Gerard Deulofeu é o que gera maiores expectativas, considerando as características de jogo do espanhol, driblador e incisivo. Já os outros contratados compõem o “pacote de confiança” trazido da bagagem de Martínez no Wigan. As apresentações contra grandes times europeus na pré-temporada reforçaram essa boa impressão, ainda que o caminho rumo ao retorno à Champions seja longo.

fulham-logo.png FULHAM

Técnico: Martin Jol

Temporada passada: 12º

Destaque: Dimitar Berbatov

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho:: Kerim Frei

Objetivo: Meio de tabela

Principais chegadas: Marteen Stekelenburg (G, Roma-ITA), Fernando Amorebieta (D, Athletic Bilbao-ESP), Adel Taarabt (M, Queens Park Rangers), Derek Boateng (M, Dnipro-UCR)

Principais saídas: Mark Schwarzer (G, Chelsea), Simon Davies (M, sem clube), Mladen Petric (A, sem clube), Chris Baird (M, sem clube), Mahamadou Diarra (m, sem clube), Urby Emanuelson (M, Milan-ITA), Eyong Enoh (M, Ajax-HOL)

A gestão de Mohamed Al Fayed à frente do Fulham serve de exemplo para os magnatas que resolvem se aventurar na Premier League. Enquanto foi dono do clube, o egípcio prezou por uma administração sustentável, firmando os Cottagers como um clube de meio de tabela e sendo até mesmo vice-campeão da Liga Europa. Al Fayed deixou Craven Cottage nesta pré-temporada, mas o modelo parece não sofrer sobressaltos com Shahid Khan, novo dono que carrega no currículo o comando do Jacksonville Jaguars, franquia da NFL.

E o objetivo do paquistanês para a temporada de estreia será outra vez a tranquilidade. Martin Jol continua fazendo um bom trabalho, ainda que o clube tenha perdido fôlego na reta final do último campeonato e ficado abaixo das participações anteriores. E o elenco está até mais forte, com Marteen Stekelenburg renovando as energias no gol, Fernando Amorebieta prometendo mais segurança à zaga e Adel Taarabt garantindo talento enquanto durar seu empréstimo. Ainda assim, a grande referência continua sendo Dimitar Berbatov, de impacto imediato em sua chegada. A garantia de gols dada pelo centroavante é o que o time precisa para manter o status cultivado ao longo dos últimos anos na Premier League.

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Técnico: Steve Bruce

Temporada passada: 2º na Championship

Destaque: Robert Koren

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Jake Livermore

Objetivo: Salvar-se do rebaixamento

Principais chegadas: Tom Huddlestone (M, Tottenham), Jake Livermore (M, Tottenham), Yannick Sagbo (A, Evian-FRA), Danny Graham (A, Sunderland), Steve Harper (G, Newcastle), Allan McGregor (G, Besiktas-TUR), Maynor Figueroa (D, Wigan)

Principais saídas: Jay Simpson (A, sem clube), Jack Hobbs (D, Nottingham Forest), Corry Evans (M, Blackburn), David Stockdale (G, Fulham)

O Hull City retorna à Premier League após três temporadas, mas as esperanças de permanecer são pequenas. Os Tigers tinham um bom time para conquistar o acesso na Championship, o que não garante muito na elite. Uma prova disso está na grande movimentação da diretoria durante a janela de transferências, buscando uma quantidade considerável de reforços para aumentar o volume do elenco. Diante do esquema 3-5-2 utilizado pelo técnico Steve Bruce,

Tom Huddlestone e Jake Livermore podem dar a consistência necessária à cabeça de área, em um time cujos alas se destacam pelo trabalho ofensivo. Da mesma forma, Allan McGregor e Steve Harper chegam com um currículo extenso para disputar a titularidade no gol. O sistema defensivo, de qualquer forma, não deve ser a grande preocupação. Os gols sofridos serão mais frequentes do que na segundona, quando foi o fiel da balança, mas o setor tem capacidade para assegurar pontos vitais.

A maior transformação deverá acontecer no ataque, que produziu muito pouco na última temporada. Não por menos, Danny Graham e Yannick Sagbo chegam para disputar o posto de artilheiro do time – talvez, de salvador. Também será importante observar as exibições de Robert Koren, capitão e maestro na campanha do acesso.

Liverpool_escudo-e1358091521947.jpg LIVERPOOL

Técnico: Brendan Rodgers

Temporada passada:

Destaque: Luis Suárez

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Philippe Coutinho

Objetivo: Liga dos Campeões

Principais chegadas: Simon Mignolet (G, Sunderland), Kolo Touré (D, Manchester City), Iago Aspas (A, Celta-ESP), Luis Alberto (A, Sevilla-ESP), Aly Cissokho (D, Valencia-ESP)

Principais saídas: Pepe Reina (G, Napoli-ITA), Stewart Downing (M, West Ham), Jay Spearing (M, Bolton), Suso (A, Almería-ESP), Jonjo Shelvey (M, Swansea), Andy Carroll (A, West Ham), Jamie Carragher (D, fim de carreira)

O ano de adaptação de Brendan Rodgers à frente do Liverpool já se foi. O treinador conseguiu implantar sua mentalidade de jogo voltada à posse de bola e um sinal claro disso foram as boas atuações da equipe na reta final da temporada passada. Mas antes fosse apenas esse o ponto para que os Reds voltassem a brigar por uma vaga na Liga dos Campeões. Luis Suárez, que carregou o time justamente quando os métodos de Rodgers não funcionaram à plenitude, vai fazendo de tudo para forçar sua transferência.

E, por mais que o time tenha se virado sem o craque, que estará suspenso durante as seis primeiras rodadas da competição, perder um jogador de tanto nível quando a reposição parece não ter alternativas disponíveis e tempo hábil é um baque gigantesco. Por isso concentrar os esforços na manutenção do artilheiro é tão importante. Entre os reforços, Iago Aspas surge como uma alternativa ao uruguaio, assim como Simon Mignolet deve assumir a titularidade credenciado como um dos melhores goleiros da última PL. Mais do que as contratações, no entanto, o grande trunfo do Liverpool é este passo à frente no projeto desenvolvido por Rodgers. Até porque os jogadores de quem se espera mais foram exatamente trazidos em janeiro: Philippe Coutinho e Daniel Sturridge.

Diante do início impactante da dupla, os Reds têm em mãos as peças-chave que precisava para ir muito além do que fez em 2012/13. Com Lucas e Steven Gerrard compondo o centro de gravidade do time no meio-campo, a equipe conta com a consistência necessária para emendar bons resultados logo no início da campanha, o que atrapalhou demais na última temporada. Se Suárez ficar, de qualquer forma, facilitará essa missão do clube.

Manchester-City_escudo-e1354657482385.jp MANCHESTER CITY

Técnico: Manuel Pellegrini

Temporada passada: 2º

Destaque: Yaya Touré

Copas europeias: Liga dos Campeões

Fique de olho: Stevan Jovetic

Objetivo: Título

Principais chegadas: Stevan Jovetic (A, Fiorentina-ITA), Jesus Navas (A, Sevilla-ESP), Álvaro Negredo (A, Sevilla-ESP), Fernandinho (M, Shakhtar-UCR)

Principais saídas: Maicon (D, Roma-ITA), Carlos Tévez (A, Juventus-ITA), Kolo Touré (D, Liverpool), Wayne Bridge (D, Reading), Roque Santa Cruz (A, Málaga-ESP)

Ok, o Manchester City é o atual vice-campeão da Premier League. Porém, os Citizens também podem ser apontados como grande decepção da última temporada. A equipe não fez mais do que o esperado com o elenco que tinha, brigar pelo título, mas deixou péssima impressão pela forma como isso aconteceu. O time parecia sem rumo, conquistando mais vitórias pela quantidade de craques que possui do que por méritos coletivos.

Em consequência, Roberto Mancini ganhou o boné e os xeiques trouxeram Manuel Pellegrini para o comando. Para agradar o chileno, mais algumas contratações milionárias, sobretudo para o ataque, onde o time já havia perdido Carlos Tevez e Mario Balotelli recentemente. O saldo é que, agora sim, o City tem novas forças para buscar mais um título nacional. Álvaro Negredo e Stevan Jovetic, ao lado de Edin Dzeko e Sergio Agüero, deixam à disposição uma ótima rotação ofensiva, a melhor do campeonato. Jesus Navas tem um estilo que tende a se adaptar fácil à Inglaterra, assim como Fernandinho. Resultado: um elenco ainda mais forte que o da temporada passada, com o bônus de contar com um técnico que saiba utilizar essa profundidade, dando mais variações táticas.

A maior questão mesmo para Pellegrini será gerir os ânimos, algo que não fez bem no seu maior teste, a passagem pelo Real Madrid, mas no qual Mancini também não primava. Além do ataque poderoso, o novo treinador precisará manter a consistência da defesa, algo no qual deverá contar com grande ajuda de Vincent Kompany e Yaya Touré, os dois principais líderes do elenco. E com a obrigação extra de finalmente passar da fase de grupos da Liga dos Campeões, evitando os vexames recentes. A força do Man City é evidente, mas também muitos são as cobranças a pagar logo nessas primeiras impressões em 2013/14.

Manchester-United_escudo-e1358091476581. MANCHESTER UNITED

Técnico: David Moyes

Temporada passada: Campeão

Destaque Robin van Persie

Copas europeias: Liga dos Campeões

Fique de olho: Adnan Januzaj

Objetivo: Título

Principais chegadas: Guillermo Varela (D, Peñarol-URU), Wilfried Zaha (A, Crystal Palace), Angelo Henríquez (A, Wigan)

Principais saídas: Paul Scholes (M, fim de carreira), Ryan Tunnicliffe (M, Ipswich)

Enfim, depois de 26 anos, o Manchester United inicia uma temporada sem contar com Sir Alex Ferguson no comando. E o início de David Moyes em Old Trafford se desenhou ainda mais dramático que o esperado, pela forma como as circunstâncias se deram. Primeiro, pela campanha irretocável feita pelos Red Devils em 2012/13, campeões com sobras tanto por sua competência quanto pela falta dela nos adversários. Depois, pelas dificuldades encontradas pelo United no mercado de transferências.

O sonhado volante, parceiro para Michael Carrick, não chegou até agora, assim como o especulado atacante para servir de opção a Robin van Persie. Reflexo disso, a equipe teve um desempenho fraco na pré-temporada, se complicando contra adversários que pareciam fáceis, e não apresentou nada de tão novo na decisão da Supercopa da Inglaterra, na qual bateu o Wigan. Para finalizar, Moyes tem que enfrentar o imbróglio com Wayne Rooney, a primeira crise interna, que combina a insatisfação do atacante e a possibilidade de reforçar um rival. Some tudo isso e pese a tabela ingrata, colocando Chelsea, Manchester City, Liverpool e Swansea no caminho logo nas primeiras cinco rodadas. Para triunfar, o treinador deve se basear no mesmo sistema de jogo de seu antecessor, com um time compacto e aproveitando bastante os lados do campo.

Aparentemente, ainda dependente de Robin van Persie e sua sede de gols. Talvez, apostando em Shinji Kagawa, jogador de talento que merece ganhar mais espaço. Se nada disso funcionar, o jeito é apostar em David De Gea, Michael Carrick, Rio Ferdinand, Patrice Evra e outros que seguraram as pontas no últimos ano, quando a equipe deu sinais de fraqueza. Conquistar o 21º título nacional promete ser um desafio e tanto para David Moyes. Afinal, nem Ferguson foi campeão inglês em seu primeiro ano no clube. Não por menos, o novato ganhou seis anos de contrato, sinal também da compreensão dos donos do clube sobre as dificuldades que enfrentará.

newcastle-escudo.png NEWCASTLE

Técnico: Alan Pardew

Temporada passada: 16º

Destaque: Yohan Cabaye

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Massadio Haidara

Objetivo: Meio de tabela

Principais chegadas: Loïc Rémy (A, Queens Park Rangers)

Principais saídas: Steve Harper (G, Hull City), James Perch (M, Wigan), Danny Simpson (D, Queens Park Rangers)

Nenhum outro clube da Premier League viveu momentos tão distintos nas últimas duas temporadas. Depois da surpreendente quinta colocação em 2011/12, o Newcastle viu sua consistência desaparecer em 2012/13. Alan Pardew até manteve o elenco, mas os gols de seus artilheiros não foram tão preponderantes. Em janeiro, o treinador foi às compras na França e fez diversos jogadores atravessarem o Canal da Mancha. Nem assim afastou o risco de rebaixamento.

E, desta vez, qual Newcastle esperar para 2013/14? Ao que parece, mais o segundo. Por mais que não tenha que dividir atenções com a Liga Europa desta vez, o clima nos bastidores está mais conturbado. Papiss Cissé demorou até aceitar o novo patrocinador do clube e Pardew não se mostrou tão dócil com Joe Kinnear, que voltou como diretor de futebol e continua pródigo em cometer besteiras.

Se a bagunça não imperar, dá para esperar um desempenho seguro, até pelos jogadores à disposição em St. James Park. Yohan Cabaye e Moussa Sissoko formam uma das melhores duplas de volantes do país, Fabricio Coloccini é um leão na defesa, Hatem Ben Arfa pode ser considerado um dos mais habilidosos da PL e Loïc Rémy chegou para tirar o conforto de Cissé. Repetir a quinta colocação é difícil, mas o time tem condições para ficar acima da 16ª de 2012/13.

norwich-escudo.jpg NORWICH

Técnico: Chris Hughton

Temporada passada: 11º

Destaque: John Ruddy

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Gary Hooper

Objetivo: Meio de tabela

Principais chegadas: Gary Hooper (A, Celtic-ESC), Leroy Fer (M, Twente-HOL), Ricky van Wolfswinkel (A, Sporting-POR), Javier Garrido (D, Lazio-ITA), Martin Olsson (D, Blackburn), Nathan Redmond (M, Birmingham)

Principais saídas: Grant Holt (A, Wigan), Marc Tierney (D, Bolton), Leon Barnett (D, Wigan), James Vaughan (A, Huddersfield)

Dentro de suas limitações, o Norwich fez outra excelente temporada na Premier League. Os Canaries se aproximaram do meio da tabela e disputarão sua terceira temporada consecutiva na elite. Um resultado ainda mais importante diante da cisão sofrida no último ano, quando Paul Lambert deixou o clube e Chris Hughton provou que o antigo comandante não era tão necessário assim.

O treinador mudou o estilo de jogo do time, deixando de lado o futebol ofensivo por outro baseado na mentalidade defensiva. Não apenas teve sucesso na empreitada, como fechou a campanha uma posição à frente de seu antecessor. Pelas contratações, o Norwich tem condições de ter outro desempenho sem sobressaltos.

O artilheiro Grant Holt saiu, mas desembarcaram dois outros centroavantes de nível superior ao antigo titular: Gary Hooper e Ricky van Wolfswinkel, ambos com condições de ganhar a torcida. Já para o meio-campo, Leroy Fer chega como referência para o setor, bem servido com Robert Snodgrass e Anthony Pilkington na ligação pelos lados. Por fim, o sonho de subir mais alguns degraus na tabela deposita suas fichas em John Ruddy, inquestionável sob as traves dos Canaries.

southampton-escudo.jpg SOUTHAMPTON

Técnico: Mauricio Pochettino

Temporada passada: 14º

Destaque: Rickie Lambert

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Luke Shaw

Objetivo: Meio de tabela

Principais chegadas: Victor Wanyama (M, Celtic-ESC), Dejan Lovren (D, Lyon-FRA)

Principais saídas: Frazer Richardson (D, Middlesbrough), Steve de Ridder (A, Utrecht-HOL)

O Southampton teve um retorno à Premier League como esperava: apesar do início instável, o fim da campanha não contou com grandes temores de rebaixamento. A bem da verdade, os Saints até deram um gostinho de que poderiam ter ido além da 14ª colocação, deixando pontos escapar por detalhe. É fato que a diretoria investiu alto em prol da permanência, mas estabilidade pode proporcionar a verdadeira afirmação da equipe neste segundo ano consecutivo na elite – com potencial para ir além do meio da tabela.

Mauricio Pochettino poderá fazer sua primeira temporada completa no comando do grupo, sem mais a sombra da questionável demissão de Nigel Adkins. Como reforços, o técnico contará com Victor Wanyama, que deverá ser a referência na cabeça de área, e Dejan Lovren. Além disso, o elenco está estruturado e possui um bom número de talentos individuais, especialmente para o ataque. Jay Rodríguez tem muito a desenvolver e forma eficiente tridente com Adam Lallana e Jason Puncheon.

Mais à frente, Rickie Lambert é um goleador nato, com ótimo senso de posicionamento e presença de área. A maior questão será acertar a defesa, setor mais frágil do time na última campanha, ainda que o lateral esquerdo Luke Shaw, de 18 anos, tenha sido apontado como uma das principais revelações do campeonato.

stoke-escudo.jpg STOKE CITY

Técnico: Mark Hughes

Temporada passada: 13º

Destaque: Asmir Begovic

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Brek Shea

Objetivo: Salvar-se do rebaixamento

Principais chegadas: Juan Agudelo (A, New England Revolution-EUA), Marc Muniesa (D, Barcelona-ESP), Erik Pieters (D, PSV-HOL), Maurice Edu (M, Bursaspor-TUR)

Principais saídas: Rory Delap (M, Burton), Matthew Upson (D, Brighton), Dean Whitehead (M, Middlesbrough), Michael Owen (A, fim de carreira)

Uma grande interrogação paira sobre o Britannia Stadium nessa temporada. Afinal, o Stoke City só não passará por uma transição mais delicada do que o Manchester United, já que Tony Pulis estava à frente do clube desde 2006.

Mark Hughes foi o escolhido para substituir o antigo técnico, mas seu retrospecto não empolga muito. Para piorar, fica a dúvida sobre como a equipe se comportará, depois de manter por tanto tempo um padrão de jogo tão peculiar, adepto dos chuveirinhos e do empenho defensivo. Um sinal de mudança tão significativo que até Rory Delap, o rei das cobranças de lateral em direção à área, foi negociado pelos alvirrubros.

E o balanço no mercado aponta para mais perdas do que ganhos, considerando que nenhum dos reforços anunciados até o momento tem capacidade em fazer a qualidade do time dar um salto. Assim, os Potters deverão atravessar uma temporada bastante sofrível, confiando nos lampejos de Charlie Adam no meio-campo, no potencial aéreo de Peter Crouch e na boa fase do goleiro Asmir Begovic, que deverá trabalhar bastante. Mais do que nunca, o Britannia Stadium terá que se provar o ambiente mais duro para os rivais se o Stoke quiser mesmo se segurar na elite.

sunderland-escudo.png SUNDERLAND

Técnico: Paolo Di Canio

Temporada passada: 17º

Destaque: John O’Shea

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Jozy Altidore

Objetivo: Salvar-se do rebaixamento

Principais chegadas: Jozy Altidore (A, AZ-EUA), Emanuele Giaccherini (M, Juventus-ITA), Vito Mannone (G, Arsenal), Ondrej Celustka (D, Trabzonspor-TUR), Modibo Diakité (D, Lazio-ITA), Cabral (M, Basel-SUI)

Principais saídas: James McClean (M, Wigan), Danny Graham (A, Hull City), Simon Mignolet (G, Liverpool), Matthew Kilgallon (D, Blackburn)

O Sunderland pretende deixar para trás tudo que viveu em 2012/13. O fraco desempenho dos Black Cats garantiu a convivência com o fantasma do rebaixamento. O alíviosó veio depois que Paolo Di Canio assumiu o time, ainda que as turbulências tenham se intensificado fora de campo, por conta da personalidade do treinador. Independente das acusações ou do mal-estar na diretoria, o italiano ganhou um voto de confiança e segue no comando.

E, a se observar pelo que aconteceu na janela de transferências, as esperanças de um futuro melhor aos alvirrubros estão bastante vivas. Jozy Altidore vive uma fase estupenda e tem tudo para estourar em seu primeiro ano na Inglaterra, apesar da forte concorrência de Steven Fletcher. Da mesma forma, Emmanuele Giaccherini possui um estilo que tende a ser valorizado na Premier League.

São as duas principais contratações entre as dez feitas pelo clube, que, em compensação, perdeu o goleiro Simon Mignolet e outros nomes frequentes entre os titulares. Tanto quanto os novatos, boa parte dos medalhões do elenco precisa mostrar serviço, depois de ficar abaixo do nível usual, como Stéphane Sessègnon e Sebastian Larsson. Remodelando a equipe e afastando seu gênio intempestivo das confusões, Di Canio tem totais condições de manter os Black Cats longe da Championship outra vez.

swansea-city-escudo1.jpg SWANSEA CITY

Técnico: Michael Laudrup

Temporada passada: 9º (Campeão da Copa da Liga)

Destaque: Michu

Copas europeias: Liga Europa

Fique de olho: Wilfried Bony

Objetivo: Liga Europa

Principais chegadas: Wilfried Bony (A, Vitesse-HOL), Jonjo Shelvey (M, Liverpool), Alex Pozuelo (M, Betis-ESP), Jordi Amat (D, Espanyol-ESP)

Principais saídas: Kyle Bartley (D, Birmingham), Alan Tate (D, Yeovil), Itay Shechter (A, Kaiserlautern-ALE)

O Swansea completa sua terceira temporada consecutiva na Premier League e gradativamente consegue aumentar as expectativas sobre si. O sucesso crescente até acostumou os galeses a perderem seu técnico, como aconteceu com Roberto Martínez e Brendan Rodgers. Desta vez, no entanto, os Swans deram um grande passo ao segurarem Michael Laudrup.

O dinamarquês recebeu outras propostas e chegou a entrar em litígio com a diretoria durante a pré-temporada, mas optou pela permanência assim que o elenco passou a ser reforçado. E o Swansea teve um saldo bastante positivo em sua atuação na janela de transferências, já que não perdeu nenhum nome significativo e trouxe bons jogadores. Ao lado de Jonjo Shelvey, o principal é Wilfried Bony, artilheiro do último Campeonato Holandês.

O marfinense começou mostrando a que veio nas preliminares da Liga Europa e promete formar uma parceria infernal com Michu, sensação da última temporada, que deve ser fixado como articulador central. Porém, a equipe vai muito além da dupla, bem encaixada e com um meio-campo caracterizado pelo toque de bola. Michel Vorm e Ashley Williams são os destaques na defesa, enquanto Jonathan De Guzmán e Leon Britton cadenciam o jogo.

A provável participação na fase de grupos da Liga Europa deve roubar um pouco das atenções, mas as esperanças são de que os Swans vão além do nono lugar na última Premier League.

Tottenham_escudo.jpg TOTTENHAM

Técnico: André Villas-Boas

Temporada passada

Destaque Gareth Bale

Copas europeias Liga Europa

Fique de olho: Paulinho

Objetivo:: Liga dos Campeões

Principais chegadas: Paulinho (M, Corinthians-BRA), Roberto Soldado (A, Valencia-ESP), Nacer Chadli (A, Twente-HOL), Étienne Capoue (M, Toulouse-FRA) Principais saídas: Tom Huddlestone (M, Hull City), Jake Livermore (M, Hull City), Clint Dempsey (A, Seattle Sounders-EUA), Steven Caulker (D, Cardiff), William Gallas (D, sem clube)

André Villas-Boas vai para a sua segunda temporada à frente do Tottenham com um trabalho consolidado. O técnico português botou ordem na casa em seu primeiro ano e, graças ao poder de decisão Gareth Bale, quase conseguiu a vaga na Liga dos Campeões. Agora, a torcida espera uma posição mais privilegiada na tabela, a partir do acerto do time conforme a filosofia de AVB. Isso sem contar os reforços. Se o meio de campo dos Spurs já era um trunfo, fica ainda mais forte com a chegada de Paulinho e Étienne Capoue.

E Roberto Soldado dá ao ataque finalmente tem o centroavante que tanto fez falta na última temporada, quando Emmanuel Adebayor não deu conta do recado. A grande questão sobre o potencial dos londrinos na Premier League, de qualquer maneira, deve permanecer sem resposta até o dia 2 de setembro, quando se fecha a janela de transferências. Bale foi imprescindível ao time em 2012/13 e, não à toa, o Real Madrid quer pagar tão caro pelo galês. Não há dúvidas que o meia faz uma diferença tremenda. Mas, ainda assim, dá para esperar que o Tottenham consiga uma vaga no Top Four mesmo se perder seu craque.

As carências parecem solecionadas e as características do jogo vertical aplicado por Villas-Boas, reforçadas. Caso Bale se vá, Soldado, Paulinho, Moussa Dembélé dividirão as responsabilidades nas subidas do time ao ataque, enquanto Hugo Lloris e Jan Vertonghen – o melhor defensor da última Premier League – têm qualidades de sobra para segurar as pontas na defesa.

west-brom-escudo.png WEST BROMWICH

Técnico: Steve Clarke

Temporada passada:

Destaque Youssuf Mulumbu

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Nicolas Anelka

Objetivo: Meio de tabela

Principais chegadas: Nicolas Anelka (A, Juventus-ITA), Diego Lugano (D, Paris Saint-Germain-FRA)

Principais saídas: Romelu Lukaku (A, Chelsea), Gonzalo Jara (D, Nottingham Forest), Marc-Antoine Fortuné (A, Wigan), Jerome Thomas (A, Crystal Palace)

O West Bromwich foi, ao lado do Swansea, a grande surpresa da temporada passada. Mas, ao contrário dos galeses, os Baggies não dão tanta pinta de repetir a campanha na parte de cima da tabela, embora também tenham seus pensamentos distantes da zona de rebaixamento. Steve Clarke segue seu ótimo trabalho em The Hawthorns e a base da equipe é a mesma.

O que coloca em xeque o West Brom é a queda de desempenho na reta final do último campeonato, bem como o fim do empréstimo de Romelu Lukaku, artilheiro e grande destaque do time. Se fosse só por tarimba, o clube teria se dado muito bem no mercado de transferências, mas não se pode confiar muito na atual forma de Diego Lugano e de Nicolas Anelka – que, por sua experiência na Premier League, ainda deve garantir alguns golzinhos.

Sendo assim, a maior virtude dos Baggies é justamente a consistência apresentada em 2012/13, sobretudo no meio-campo. Claudio Yacob e Youssuf Mulumbu formam uma excelente dupla de volantes, fundamental para a liberdade de James Morrison na organização e para o funcionamento do time. Nos extremos do campo, os destaques são o bom goleiro Ben Foster e o centroavante Shane Long, que costumava revezar no posto com Lukaku.

West-Ham-United-escudo.png WEST HAM

Técnico: Sam Allardyce

Temporada passada: 10º

Destaque: Andy Carroll

Copas europeias: Nenhuma

Fique de olho: Ravel Morrison

Objetivo: Meio da tabela

Principais chegadas: Andy Carroll (A, Liverpool), Stewart Downing (M, Liverpool), Razvan Rat (D, Shakhtar-UCR), Adrián (G, Betis), Alou Diarra (M, Rennes-FRA) Principais saídas: Gary O’Neil (M, Queens Park Rangers), Carlton Cole (A, sem clube), Emanuel Pogatetz (D, Wolfsburg-ALE), Marouane Chamakh (A, Crystal Palace)

A volta do West Ham à Premier League foi bem mais tranquila do que muitos torcedores imaginavam. A equipe de Sam Allardyce não relembrou as glórias do passado, mas ao menos esteve apta a seguir com tranquilidade no meio da tabela. Todavia, a manutenção na elite acabou refletindo em uma postura moderada dos Hammers no mercado de transferências.

Ao invés de montar um elenco, como fez em 2012/13, o clube prezou pela preservação do grupo atual. Tanto é que a principal contratação foi justamente a de Andy Carroll, que tinha disputado o último campeonato em Upton Park por empréstimo. O centroavante não apresentou números tão empolgantes assim, principalmente pelos problemas com lesões, mas se encaixou perfeitamente no estilo dos londrinos.

Conduzida por Kevin Nolan e Matt Jarvis, a equipe é forte no jogo aéreo e bastante presença física, caracterizada pela compactação no trabalho defensivo. Jussi Jaaskelainen também ajuda bastante, operando diversos milagres no gol. Também chama a atenção a quantidade de apostas furadas do Liverpool que são resgatados pelo West Ham: além de Carroll e de Joe Cole, Stewart Downing é mais um que se junta à legião e tenta refazer seu nome em Londres. Independente dos refugos, os Irons parecem sólidos o suficiente para sonhar com outro ano na metade de cima da tabela – talvez até mais próximos das copas europeias.

Trivela

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Pretendo acompanhar o Chelsea por causa do Mourinho e o Liverpool, caso o Willian vá para o clube; Suarez, Coutinho, Willian, Gerrard e Lucas...vai ser bom de assistir, haha.

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Pretendo acompanhar o Chelsea por causa do Mourinho e o Liverpool, caso o Willian vá para o clube; Suarez, Coutinho, Willian, Gerrard e Lucas...vai ser bom de assistir, haha.

Tem o Sturridge que fez uma temporada muito boa também.

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Mais uma vez os torcedores do Arsenal vão sofrer =/

Como os Gunners só vão lutar pra ir pra Champions, pretendo assistir mais os jogos do Liverpool por causa do Coutinho e o Swansea.

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pretendo assistir mais os jogos do Liverpool por causa do Coutinho e o Swansea.

São os que me chamam atenção também.

Fiquei curioso pra acompanhar alguns jogos do Cardiff e do Aston Villa para ver se algumas das promessas do FM podem realmente vingar.

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  • General Director

Essa Premier tá cheia de boas atrações, fato. Mourinho, Moyes, Pellegrini, Paulinho, Coutinho, Fernandinho, talvez o Willian... enfim, dá pra ficar ligado em várias partidas com várias paradas interessantes. Chelsea, City e United pra mim largam na frente pelo título, com Liverpool, Tottenham e Arsenal correndo por fora (sendo o Arsenal beeem por fora mesmo, oiuaheoiuahoe brinks).

Quero ver se vejo os Reds amanhã (hoje né?!) antes de ir bater uma bola. :)

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7889.png: Mignolet; Johnson, Toure, Agger, José Enrique; Lucas, Henderson, Gerrard, Coutinho, Sturridge; Aspas

Jones, Sterling, Wisdom, Ibe, Allen, Borini, Luis Alberto

BRENDAN RODGERS

53356.png: Begovic; Pieters, Huth, Shawcross, Cameron; Whelan, N'Zonzi, Palacios, Etherington, Walters; Crouch

Sorensen, Muniesa, Pennant, Jones, Wilson, Adam, Jerome

MARK HUGHES

1034.jpg às 8h45.

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2 Bolas na trave (uma pra cada lado) e um gol (bem) anulado (Liverpool) com 15 minutos!

Premier League começando bem demais!

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PQP esse goleiro do stoke é bom assim mesmo???OU ta possuido hoje

fdp ta catando tudo

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Sinal da Fox caiu e o narradores e o comentarista tão enrolando a uns 10minutos e não sabem oque fazer mais ja mostraram os gols,lances,torcida

Sacanagem haha

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Jogo tá foda, Mignolet salvou o Liverpool.

Pressão forte por não ter matado o jogo.

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Liverpool quase pecou pelos tantos gols perdidos. Foram uns 5 gols que dava pra marcar. Esse jogo é pra quem reclama que perde muitos gols no FM hahaha. Destaque pros dois goleiros. Begovic salvou o Stoke de uma goleada, e Mignolet que começou dando susto ,acabou salvando o liverpool.

No mais, liverpool jogou bem, Aspas fez ótima estreia, Sturridge e coutinho continuando com as boas exibições da temporada passada. Só achei o Gerrard muito parado, ficou lá atras o tempo todo só lançando bola.

Jogaaaaaço de bola. Jogo melhor pra um inicio de Premier League não há.

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Begovic pegou muito, mas no final o Mignolet saiu como melhor do jogo, se os Reds conseguirem comprar o William, vai ser dificil parar. Coutinho, Sturridge e William no lugar do Hendersson iria ser um ataque dos infernos

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Arsenal empatando e jaja tem United.

Vai Uniteeeeeeeeeeeeeed!!!!!!!!!!!

Acompanharei o Tottenham também...

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PQP esse goleiro do stoke é bom assim mesmo???OU ta possuido hoje

fdp ta catando tudo

FM não erra! hehehhe

Benteke iniciando a temporada como encerrou a outra e atrapalhando o Arsenal na primeiro rodada.

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Por Enquanto :

Arsenal (Giroud) 1x3Aston Villa (Benteke 2x e Luna)

Norwich (Whitaker e van Wolfswinkel) 2x2 Everton ( Barkley e Coleman)

West Bromwich 0x1 Southampton (Lambert)

Sunderland 0x1 Fulham ( Kasami)

West Ham (Joe Cole e Nolan) 2x0 Cardiff

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    • Marcolation
      By Marcolation
      APRESENTAÇÃO
      Dizem que todo jogador de FM que se preze tem que ter jogado o clássico de pegar um clube na divisão mais baixa da Inglaterra e levá-lo até as mais altas glórias que o futebol pode trazer. Considerando que eu tenho uma grande preferência por saves de clube sobre os de carreira, e que nunca cheguei a fazer esse caminho começando pela National League North/South, bem, essa é a minha tentativa de fazer isso depois de um bom tempo testando o FM 23 com clubes grandes.
      Minha ideia foi escolher um desafio um pouco maior desde o início, escolhendo um time entre as equipes das duas conferências que estivesse cotado para a parte de baixo e que não tivesse a situação financeira tão boa de cara, e o escolhido foi, como o título do tópico deixa óbvio, o Braintree Town Football Club.
      Por que esse entre tantas opções? Simplesmente porque gostei do apelido, "The Iron", inclusive presente no escudo do clube e que remete às origens do clube, formado pelos trabalhadores de uma fábrica local, a Crittall Window, empresa que fabrica até hoje janelas com esquadria de aço. Outro motivo foi o belo uniforme do clube, que costuma utilizar como cor principal o laranja. Fora isso, foi uma escolha ao acaso seguindo os critérios - é um clube com situação financeira complicada, cotado para a 19ª posição na National League South, e sem histórico de frequentar divisões superiores, além, claro, de ser um clube semi-profissional, o que torna as coisas mais desafiadoras e interessantes.
       

       
      O clube já teve algumas mudanças de nome, fundado como Manor Works em 1898 pela companhia, virou Crittall Athletic em 1921, em alusão à fábrica de janelas que deu origem a sua existência, depois passou a ser Braintree & Crittall Athletic, em 1968, e por fim, em 1981, cortou de vez as relações com a Crittall e mudou para o nome de Braintree F.C., com o "Town" sendo adicionado no ano seguinte. O Braintree Town F.C. manda seus jogos no estádio Cressing Road, que aparece no fundo do banner, com capacidade para 4222 espectadores no FM. 
      Para assumir o clube, criei um treinador ficcional chamado Jack Jackson, com aparência criada aleatoriamente pelo jogo, com experiência no mínimo possível, mas já tendo a primeira licença de treinador, a Nacional C:
       

       

      HISTÓRICO DO CLUBE
      O time teve lá um relativo sucesso nas divisões regionais de Essex, e jogou uma época nas divisões regionais de Londres, mas só recentemente começou realmente sua ascensão na pirâmide do futebol inglês. Em 2001, o clube subiu da Isthmian League Division One (que na época seria a 7ª divisão inglesa) com o 3º lugar, e acabou "caindo" em 2004, quando ficou em 23º, devido à reforma do sistema de ligas, que fez com que não houvesse rebaixamento, mas abaixou a Isthmian League Premier Division no sistema, passando a ser equivalente ao 7º nível de futebol do país.
      Logo no ano seguinte, o Braintree Town ficou na 4ª colocação, alcançando um lugar nos Play-offs de acesso, mas foi derrotado frente ao eventual campeão e promovido Eastleigh, por 2x0. Se pelo playoff não foi possível, mais um ano a frente, em 2006, o clube foi campeão da Isthmian League Premier Division com 94 pontos, garantindo sua participação na Conference South (hoje National League South, uma das duas ligas da 6ª divisão e atual divisão do clube).
      Logo na primeira participação, o The Iron conseguiu alcançar o Playoff com uma improvável 3ª colocação, e ainda avançou à final, vencendo nos pênaltis o Havant & Waterlooville após dois empates por 1x1. Na final, quem esperava era o Salisbury City, outro clube recém promovido, também como campeão da sua divisão, a Southern Football League Premier Division, e que terminou a temporada na 2ª posição da liga com apenas 1 ponto a mais do que o Braintree. Na final, que foi bem disputada e acabou sendo emocionante (quem tiver interesse, leia o relato do jogo em um jornal local de Salisbury), o Salisbury saiu vitorioso com o gol do 1x0 vindo de seu artilheiro perto do fim da partida, disputada no estádio do Stevenage Borough.
      O sonho de alcançar a conferência nacional não havia acabado ali, mas foi seguido por um novo baque, com o Braintree chegando novamente no playoff na temporada seguinte, mas caindo para o futuro campeão por 5x0 no agregado. Nos dois anos seguintes, um 14º lugar e um 7º (este a apenas 1 ponto de alcançar o playoff) antecederam o que seria o maior feito do clube de Essex até hoje: o título de campeão da National League Conference South de 2010/11, conseguido numa campanha com 89 pontos conquistados (7 a mais do que o vice-campeão) e 45 gols de saldo.
      O sonhado acesso à National League finalmente veio, e nos anos seguintes o Braintree até fez boas campanhas, quase alcançando o playoff de acesso à League Two em 2013/14 com um 6º lugar, e finalmente alcançando com uma 3ª colocação na temporada 2015/16. O adversário foi o Grimsby Town, e mesmo vencendo o jogo de ida por 1x0 na casa do adversário, na volta, em Cressing Road diante de 3102 espectadores, o clube acabou sendo derrotado pelo mesmo placar no tempo normal, com gol de pênalti aos 30' do segundo tempo, e ainda teve um jogador expulso no minuto final da etapa regulamentar. Com um jogador a mais, o Grimsby acabou marcando o segundo gol no segundo período da prorrogação e saiu classificado à final, em que garantiu o acesso.
      A derrota acabou sendo o último jogo do técnico Danny Cowley que ficou apenas aquela temporada em Braintree, e enquanto no ano seguinte Danny levantou o troféu da mesma competição dirigindo o Lincoln City, o sucesso parece ter ido embora com a saída do treinador. Terminando na 22ª posição com 48 pontos, o clube foi rebaixado para a agora renomeada National League South, e apesar de ter subido novamente na temporada seguinte, após vencer o playoff (mesmo chegando como 6º colocado e tendo que recorrer aos pênaltis na rodada preliminar e na final), foi novamente rebaixado em 2018/19 após uma fraca campanha que viu o clube ficar na 23ª posição.
      As temporadas 2019/20 e 2020/21 ficaram marcadas pelo encerramento precoce das competições devido à pandemia de COVID-19, e também foi decidido que não haveria rebaixamento da sexta divisão em ambos os anos. Para o Braintree Town, que fez péssima campanha em ambas as campanhas, podemos dizer que foi um bom resultado final, com o clube se mantendo na divisão. Chegamos então na última temporada antes do início do save, com uma campanha na parte de baixo da tabela em 2022 por parte do Braintree, em um ano em que a liga teve apenas 21 clubes participantes e apenas um rebaixado, o clube fez 45 pontos em 40 partidas disputadas e terminou na 17ª colocação.
      Na vida real, o Braintree acabou indo muito bem na temporada 2022/23, com um 7º lugar e vaga na rodada preliminar do playoff de acesso à National League, onde foi derrotado pelo Worthing por 1x0. Resta saber se conseguirei fazer algo parecido ou melhor do que isso nessa temporada de estreia.
       
      O CLUBE NO FM
      Dando a primeira olhada no clube, dá para ver por que somos considerados um time da metade de baixo da tabela: além de ser semi-profissional em uma liga onde temos clubes profissionais e, portanto, com a semana de treinos cheia, também temos estruturas bem ruins, com más condições de treino para o time principal e o sub-18 (esse, aliás, composto apenas por jogadores cinzas), recrutamento básico e estádio em mau estado. Não lembrei do print, mas quando comecei o save também tínhamos apenas dois ou três membros na comissão técnica - um adjunto e um ou dois preparadores, que para um time que treina duas vezes na semana acho que está coerente.
       

       
      Por sermos claramente uma equipe abaixo do nível dos adversários e da liga, temos a expectativa da direção de apenas ser competitivos nas copas - disputaremos a FA Cup e também o FA Trophy - e de apenas conseguir um meio de tabela na Sextona. A princípio, tudo factível para um treinador humano.
       

       

      CONFIGURAÇÕES DO SAVE
      Selecionei como ativas apenas as duas primeiras divisões dos demais países do top-5 europeu, além das divisões principais das ligas de Portugal, Argentina e Brasil, com uma base de dados pequena.
       

       
      Fora isso, segue um print com tudo que ficará a cargo do treinador e que, salvo alguma mudança que eu adiantarei aqui caso aconteça, deve se manter até o fim do save: contratações, vendas e negociações contratuais, além de treino geral e específicos do time principal ficarão todos a cargo do Treinador, ou seja, a meu cargo. As demais funções dentro do clube ficarão a critério da máquina - contratações e contratos da base e de staff. Não é um save estilo Desafio do Diretor Esportivo, mas não quero ter impacto sobre a contratação da equipe técnica, médica e de observação do clube, porque sei que isso gera um tanto de vantagem para o treinador humano, além claro da questão do tempo que isso demanda, que prefiro usar para gerir o elenco.
       

       
      Creio que o desafio já está mais do que compreendido nesse ponto, então em breve venho com a primeira atualização, destacando o elenco inicial, transferências e os primeiros passos da equipe de Jack Jackson.
    • JGDuarte
      By JGDuarte
      A Primeira Divisão do Campeonato Inglês de Futebol da temporada 2022–2023 será a 121ª edição da principal divisão do futebol inglês (31ª como Premier League).
      A partir da temporada 2022-23, os clubes poderão fazer cinco substituições em vez de três em três ocasiões durante o tempo de jogo e no intervalo, em linha com o restante das seis principais ligas europeias (Bundesliga, Ligue 1, Eredivisie, La Liga e Serie A). Também haverá uma pausa no meio da temporada para a Copa do Mundo FIFA de 2022 no Catar, com a última partida disputada no fim de semana de 12 a 13 de novembro de 2022 e a primeira partida após a Copa do Mundo disputada em 26 de dezembro de 2022, após o Mundial Final da Copa em 18 de dezembro.
       
      Regulamento:
       
      Atual campeão:
       
      Últimos campeões:
       
      Promovidos e rebaixados:
       
      Equipes:
       
    • JGDuarte
      By JGDuarte
      A Primeira Divisão do Campeonato Inglês de Futebol da temporada 2023–2024 será a 122ª edição da principal divisão do futebol inglês (32ª como Premier League). Abrirá o campeonato a partida disputada por Burnley e Manchester City, em Burnley, na sexta-feira (11 de agosto de 2023), equipes atuais campeãs da Championship e da Premier League, respectivamente. 
       
      Regulamento:
       
      Atual campeão:
       
      Últimos campeões:
       
      Promovidos e rebaixados:
       
      Equipes:
       
    • Leho.
      By Leho.
      COMMUNITY SHIELD 2023 🏆

       
      Hoje, às 12h de Brasília
      Transmissão: ESPN e Star+
      ---
      Jogo pra abrir a temporada 23/24 na Inglaterra. Amasso do City, sim ou claro?
    • EduFernandes
      By EduFernandes
      Tópico para a discussão das transferências na janela europeia de meio de ano.
      Algumas das principais transferências até agora foram:
       
      Jude Bellingham - Real Madrid Ilkay Gundogan - Barcelona Kai Havertz - Arsenal Mateo Kovačić - Manchester City Mason Mount - Manchester United James Maddison - Tottenham Marco Asensio - PSG Brahim Diaz - Real Madrid Alexis Mac Allister - Liverpool Moise Kean - Juventus Dominik Szoboszlai - Liverpool Sandro Tonali - Newcastle Iñigo Martinez - Barcelona Joselu - Real Madrid Timothy Weah - Juventus Houssem Aouar - Roma Raphaël Guerreiro - Bayern Konrad Laimer - Bayern Marcus Thuram - Internazionale Christopher Nkunku - Chelsea Kim Min-jae - Bayern Milan Skriniar - PSG Ángel Di María- Benfica Dejan Kulusevski- Tottenham Lucas Hernández - PSG Granit Xhaka - Bayer Leverkusen Manuel Ugarte - PSG Caglar Söyünkü - Atlético de Madrid Arda Güler - Real Madrid César Azpilicueta - Atlético de Madrid Vitor Roque - Barcelona
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