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A fórmula do sucesso de Ferguson em oito passos


Rodrigo.

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Os 26 anos de Alex Ferguson no comando do Manchester United valeram uma tese da Faculdade de Negócios de Harvard. A professora Anita Elberse conduziu entrevistas profundas com o escocês, jogadores treinados por ele, assistentes e o executivo David Gill. O resultado foi a “Fórmula de Ferguson”, nome do texto, que consiste em oito aspectos do trabalho do ex-treinador que podem ser aplicados por outros profissionais do futebol e “mais amplamente nos negócios e na vida”, segundo a autora.

1. Começar pela base

A primeira providência de Ferguson foi apostar nas categorias de base, em uma época que jovens jogadores não tinham a confiança e o status de atualmente. A tese lembra que comentaristas de antigamente diziam que “não se ganha nada com crianças”.

Assim que chegou, o treinador construiu dois centros de excelência para jovens jogadores a partir de 9 anos e colheu frutos. A “Turma de 1992”, como ficou conhecida a geração de David Beckham, Nicky Butt, Ryan Giggs, Gary Neville, Phill Neville e Paul Scholes, foi a base da equipe que conquistou a Tríplice Coroa em 1999.

“Quando eu cheguei, apenas um jogador no time titular tinha menos de 24 anos. Consegue imaginar isso em um clube como o Manchester United? Eu sabia que apostar em jovens seria apropriado. Com essa abordagem, os jogadores crescem juntos, produzem uma ligação, criam um espírito. Quando você dá uma chance a um jovem, não cria apenas longevidade para o time, mas lealdade. Eles sempre vão se lembrar que você foi o treinador que lhes deu a primeira oportunidade. Você está semeando uma família”.

2. Não ter medo de reconstruir o time

Nesses 26 anos de Manchester United, Ferguson foi responsável por montar cinco equipes que venceram o Campeonato Inglês. Isso porque, de acordo com a tese, desenvolveu um raciocínio “estratégico, racional e sistemático” de renovação do time.

“Nós identificamos três níveis de jogadores: aqueles acima de 30 anos, os que estão entre 23 e 30 e os jovens. A lógica era os jovens se desenvolverem para atingirem o patamar dos mais velhos. Acredito que o ciclo de um time de sucesso é de talvez quatro anos. Então, tentava visualizar o time daqui a três ou quatro anos e tomava as decisões apropriadas. Por eu estar no United há tanto tempo, eu podia planejar desse jeito. Eu tive muita sorte nesse aspecto”, explicou Ferguson.

Na última década, o escocês gastou menos que Chelsea, Manchester City e Liverpool e contratou mais jogadores jovens. O ex-treinador também não tinha medo de vender os experientes quando percebia o declínio técnico, principalmente se eles ainda tinham valor de mercado. “Alguns jogadores podem continuar por um longo tempo, como Ryan Giggs, Paul Scholes e Rio Ferdinand, mas a idade importa. A coisa mais difícil é abrir mão de um jogador que foi um grande cara, mas as evidências estão no campo”, ponderou.

3. Cobrar um padrão elevado de todos

A carreira frustrada como jogador de futebol proporcionou a Ferguson uma grande vontade de vencer. Contratava apenas “maus perdedores” e exigia que seus jogadores dessem de tudo. Principalmente os mais famosos.

“Eu constantemente dizia ao meu time que trabalhar duro a vida inteira é um talento, mas eu espero ainda mais das estrelas. Eu espero que elas trabalhem ainda mais duro. E elas trabalham. É por isso que são estrelas. Superestrelas com egos não são um problema. Elas precisam vencer para massagear seus próprios egos. Eu via (Cristiano) Ronaldo, Beckham, Giggs, Scholes e outros treinando por horas e eu precisava ir atrás deles e avisar que tínhamos jogo no sábado, mas eles queriam continuar treinando”, contou.

4. Nunca perca o controle

Alex Ferguson tinha tolerância zero com indisciplina. Mantinha o controle por meio de multas e, em casos mais extremos, não hesitava em negociar o jogador. Em 2005, abriu mão do capitão Roy Keane, que criticou os companheiros publicamente, e no ano seguinte vendeu Ruud van Nistelrooy ao Real Madrid por ter reclamado da reserva.

“Você não pode, nunca, perder o controle, não quando está lidando com 30 profissionais milionários. Se chegar o dia em que o Manchester United for controlado por jogadores – em outras palavras, se os jogadores decidirem como o treino deve ser, quais são os dias de folga, qual o nível de disciplina, quais as táticas -, não será o Manchester United que conhecemos. Sua personalidade tem que ser maior que a deles. Isso é vital”, justificou.

As decisões tinham que ser tomadas rapidamente, o que muitas vezes era confundido com decisões impulsivas. Ele não protegia nem os melhores jogadores. “A visão em longo prazo do clube é mais importante que qualquer indivíduo”, disse. “Alguns clubes ingleses trocam tanto de treinadores que criam um poder para os jogadores. Isso é perigoso”.

5. Adaptar a mensagem ao momento

A reputação de ser durão só se justificava de vez em quando. Às vezes, Ferguson amaciava o discurso, principalmente quando anunciava que algum jogador não seria titular. “Não é fácil. Digo, ‘olhe, eu posso estar cometendo um erro - eu sempre digo isso -, mas acho que este é o melhor time para hoje’. Tento passar um pouco de confiança”, afirmou.

Ele acredita que as palavras “muito bem” são absolutamente suficientes para elogiar um jogador e não há necessidade de “superlativos”. Nos vestiários, dava a bronca imediatamente após o jogo e não deixava para segunda-feira. A preleção concentrava-se nas expectativas. Ferguson gostava de lembrar das raízes operárias dos jogadores, mesmo que sejam apenas nos seus pais ou avôs. No intervalo, pedia para a concentração ser mantida se o time estivesse vencendo e tentava “causar um impacto” se precisasse da virada. “Não posso ser muito duro. Se os jogadores têm medo o tempo inteiro, eles também não vão jogar bem”, explicou.

6. Preparar para vencer

O número alto de vitórias nos últimos minutos, o maior entre todos os clubes ingleses nas dez temporadas mais recentes, segundo a tese, não foi apenas por causa do tempo de acréscimo generoso que os árbitros costumam dar em Old Trafford – o famoso Fergie Time. Ferguson treinava o seu time para essas situações específicas. Ele praticava situações para quando o time precisava de gols faltando 10, cinco ou três minutos para o fim do jogo.

“Eu sou um apostador, corro riscos, e você pode ver como jogamos nas últimas partes da partida. Se estivéssemos atrás, a 15 minutos do fim, eu estava pronto para correr mais riscos. Eu colocava um atacante extra e me preocupava menos com a defesa. Nós sabíamos que se vencêssemos por 3 a 2 seria fantástico. Se fosse 3 a 1, perderíamos do mesmo jeito”, explicou.

7. O poder da observação

A partir do Aberdeen e principalmente no Manchester United, Ferguson passou a delegar o contato direto com os jogadores nos treinamentos aos assistentes. Desta forma, conseguia observar melhor as nuances dos comportamentos dos seus atletas.

Eu não perdia controle. Minha presença e habilidade de supervisionar estavam sempre ali, e o que você pode perceber observando é muito valioso. Quando eu saía da bolha, ficava mais consciente dos detalhes. Eu via a mudança nos hábitos dos jogadores. É problema familiar? Ele está com problemas financeiros? Cansado? Qual o humor dele? Às vezes, conseguia até perceber que um jogador estava machucado quando ele mesmo achava que estava bem”.

8. Não pare de se adaptar

Em 26 anos, muita coisa mudou no futebol, e Ferguson poderia ter se acomodado. Parado de estudar e aprender coisas novas. Ao contrário, ele se adaptou às inovações e foi até pioneiro em alguns quesitos.

Por exemplo, foi o primeiro a colocar jovens na Copa da Liga Inglesa, de pouco prestígio no país. Reforçou a vitamina D dos jogadores para compensar a falta de sol de Manchester. Usou sensores de GPS para analisar o posicionamento dos jogadores 20 minutos depois de um treino. Contratou um oftalmologista e instrutor de ioga. “A maioria das pessoas com o meu currículo não procuram mudar, mas eu achei que não poderia deixar de fazer isso. Eu precisava vencer”, reforçou.

Fonte:http://trivela.uol.com.br/inglaterra/a-formula-do-sucesso-de-ferguson-em-oito-passos

Ótima matéria. Ferguson chegou a um momento de quase ser demitido se perdesse um jogo da Taça da Inglaterra, se não me engano. E depois disso construiu uma carreira exemplar. Serve até de guia para o FM hahaha :lol:

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  • Vice-President

O cara é um vencedor nato, mas a única coisa que me surpreende é o fato de ele gostar de "maus perdedores", tem toda a lógica do mundo, mas é estranho alguém falar que gosta de trabalhar com gente assim, quando é justamente o contrário.

E isso aí deveria chegar nas mãos do dirigente do Brasil junto com o relatório do Ajax de 1995, só de ler essas duas coisas e aplicar uns 10%, o nosso futebol mudaria radicalmente.

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Foda mesmo.. Eu também prefiro jogadores maus perdedores, nada me deixa mais puto do que ver o time ser eliminado/perder e o cara sair de campo rindo conversando com o cara do outro time !!

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Sensacional, e Sir Alex é realmente um mito, as vezes fala-se muito do tempo que ele ficou no manchester, mas pouco do "porque" ele ficou tanto tempo!, o cara é um monstro de técnico, e alguns desses detalhes aí mostram porque, como por exemplo a preocupação que parece coisa simples de dar vitamina aos jogadores para compensar a falta de sol....... mestre!

Não ter medo de reconstruir o time, acho que isso é uma marca indelével do Ferguson, quantos e quanto "Manchesters" ele montou, e quantos e quantos jogadores passaram pelo clube, as vezes muita gente se apega à um jogador que foi muito bom, mas dentro de campo o cara já não consegue mais retribuir, mas mesmo assim a insistência continua....Acho que isso pode ser traduzido como não se apegar ao passado!

e sobre Nunca perder o controle, lembro que em sua biografia, ele conta que uma vez no vestiário passou por um garoto da base, e o menino o chamou de Alex! na hora ele parou e deu um baita corretivo no moleque, parece rude, e pouco educado, e as vezes ditatorial, mas como ele disse, alguns clubes e treinadores deixam que os jogadores sejam maior que qualquer coisa, até que o próprio clube, e depois acabam pagando o pato!

Grande Mestre Sir Alex Ferguson.

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A parte da reformulação, acho que tendo a base já montada, a espinha do time que nem ele sempre teve com Ferdinand, Giggs, Scholes deixa o trabalho mais fácil né.. Não acompanhava muito a anos atrás o futebol europeu, mas parece que nunca teve que "refazer o time" tipo os times aqui fazem quando são rebaixados ou por perder jogadores no mercado (Corinthians que perdeu a base que subiu da serie B com André Santos, Cristian, Dentinho e etc..)

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Genial! Um mito!

Destaque para: "e chegar o dia em que o Manchester United for controlado por jogadores – em outras palavras, se os jogadores decidirem como o treino deve ser, quais são os dias de folga, qual o nível de disciplina, quais as táticas -, não será o Manchester United que conhecemos."

Isso podemos verificar em um clubes brasileiros, inclusive,

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A parte da reformulação, acho que tendo a base já montada, a espinha do time que nem ele sempre teve com Ferdinand, Giggs, Scholes deixa o trabalho mais fácil né.. Não acompanhava muito a anos atrás o futebol europeu, mas parece que nunca teve que "refazer o time" tipo os times aqui fazem quando são rebaixados ou por perder jogadores no mercado (Corinthians que perdeu a base que subiu da serie B com André Santos, Cristian, Dentinho e etc..)

Vou discordar Luquinhas, continuo acreditando que Remontar a equipe é sim uma das maiores marcas do Ferguson, dos que você citou no seu post, o Ferdinand por exemplo, chegou justamente para corrigir o que o próprio Ferguson classificou como o maior erro de sua carreira: liberar Jaap Stam para a Lazio em 2001, ele até tentou o Laurent Blanc para tapar o buraco, mas só conseguiu efetivamente com o Rio Ferdinand.

Giggs e Scholes, da geração dos "jovens de Ferguson", já foram junto com David Beckham, Nick Butt, e os irmãos Neville, uma reconstrução quando sir Alex abriu mão de Paul Ince, Andrei Kanchelskis e Mark Hughes.

Quando os dois remanecentes Giggs e Scholes, já não podiam mais exercer o papel fundamental que tinham, chegaram Carrick, Andersson,e outros para remodelar a equipe, e os dois passaram a exercer papeis secundários muito importante.

O caso que você citou de times que são rebaixados, ou perdem jogadores para o mercado, em comparação de realidades, justamente por isso é que o trabalho do escocês é ainda mais relevante, porque ele não precisava abrir mão de nomes como Van Nilsterooy, Schmeichel, Cristiano Ronaldo, David Beckham, Paul Ince, Andrei Kanchelskis, Jaap Stam, Eric Cantona, Carlitos Tevez, a lenda Roy Keane..... etc

Mas o fez, mesmo sendo peças vitais da equipe,alguns ainda com o auge da carreira por vir, e buscou jogadores para suprir essa ausência ou alterar a forma de jogo, sem medo de tê-lo de o fazer, ou ficar colocando a culpa por uma eventual derrota nos jogadores que saíram, e alguns destes jogadores são muito mais dificeis de serem substituidos em termos de qualidade do que os jogadores do corinthians que você citou como exemplo, sem desmerecer de qualquer forma, os jogadores corinthianos que foram muito importante no reestabelecimento da equipe.

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Então, como eu tinha falado, não acompanho o fut europeu a muito tempo que nem você, falei sem muito fundamento..

O que eu quis dizer e pode ser que tenha me expressado mal, é que ao meu ver mesmo ele abrindo mão de jogadores TOPS como você falou , ele sempre trocou 1/2 peças que eram fundamentais, como nos casos que vc citou ali.. mas não vejo isso como uma reformulação..

Pode ser que por eu está acostumado com os times brasileiros que são forçados a reformular completamente o Elenco ache 2/3 peças algo "irrelevante" pra ser chamado de reformulação..

Mas entendi seu ponto de vista e concordo que é brilhante o trabalho mesmo, só achei que poderia ter outra expressão melhor do que Reformulação ao meu ver..

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Foda mesmo.. Eu também prefiro jogadores maus perdedores, nada me deixa mais puto do que ver o time ser eliminado/perder e o cara sair de campo rindo conversando com o cara do outro time !!

É uma coisa que eu não consigo entender, na moral. Como que nego não fica puto de perder, não externaliza? Se meu time de futebol sete empata eu já fico de cara.

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É uma coisa que eu não consigo entender, na moral. Como que nego não fica puto de perder, não externaliza? Se meu time de futebol sete empata eu já fico de cara.

Tu viu a entrevista do Oscar no BOLA DA VEZ na ESPN ?

Uma final que estava na mão deles e por displicência perderam com uma bola do meio da quadra no final do jogo...

Falou que entrou quebrando a porra toda toda no vestiario..

Coisa ridicula é aquela cena de 2006, Brasil humilhado pela França e Robinho e cia saindo conversando rindo abraçdo com Zidane.. vai se fuder

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Matéria sensacional. Só aumenta o respeito e a admiração que todos temos por ele.

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Coisa ridicula é aquela cena de 2006, Brasil humilhado pela França e Robinho e cia saindo conversando rindo abraçdo com Zidane.. vai se fuder

Cara, minha memória é uma merda, mas se não está falhando o Robinho foi um dos poucos que saiu chorando de campo. O resto do time realmente parecia estar cagando pro jogo.

Eu fico puto também quando meu time do society toma gol... imagina na pressão de um atleta profissional, deve ser foda.

Fergie é um gênio. Brilhante demais nas renovações de elenco, finais de jogos, etc.

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Então, como eu tinha falado, não acompanho o fut europeu a muito tempo que nem você, falei sem muito fundamento..

O que eu quis dizer e pode ser que tenha me expressado mal, é que ao meu ver mesmo ele abrindo mão de jogadores TOPS como você falou , ele sempre trocou 1/2 peças que eram fundamentais, como nos casos que vc citou ali.. mas não vejo isso como uma reformulação..

Pode ser que por eu está acostumado com os times brasileiros que são forçados a reformular completamente o Elenco ache 2/3 peças algo "irrelevante" pra ser chamado de reformulação..

Mas entendi seu ponto de vista e concordo que é brilhante o trabalho mesmo, só achei que poderia ter outra expressão melhor do que Reformulação ao meu ver..

Verdade Luquinhas, entendi o que você falou, realmente o termo "Reformulação" pode ser interpretado de maneiras bem diferentes entre as duas realidades(Européia e Brasileira), acho que aqui no Brasil não podemos nem chamar assim, o mais adequado seria "Reconstrução", afinal os times no meio do campeonato perdem 5,6 jogadores e tem um orçamento infinitamente inferior para se reconstruir. O Botafogo neste campeonato é um exemplo...

O Ferguson, lá na europa "reformulava" e não "reconstruia" o time, mas nem sempre era muito feliz, afinal passaram por lá Klebersson, Djemba Djemba, Barthez, Nani, Blanc..... rsrsrsrsrsrs, eu citei algumas das peças que ele abriu mão, mas no geral ele fazia uma reformulação algumas vezes bem profundas como quando seus garotos(Beckham, Scholes, Giggs,Phill e Gary Neville, Nicky Butt) assumiram de vez o time....

Agora licença para momento saudosismo: Uma coisa que me veio na cabeça quando você falou que não acompanha o futebol europeu a muito tempo e que as vezes falo, é que futebolisticamente eu sou privilegiado pelas equipes que vi e pude acompanhar na minha vida,e aqui não quero menosprezar você ou qualquer outra pessoa, ou me engrandecer por favor me entendam, simplesmente por uma questão de data de nascimento, idade e que agora ficou na cabeça.....

vi o meu Palmeiras maravilhoso da era Parmalat, sobretudo em 96, o São Paulo dos dois mundiais com Raí inspirado, o corinthians de Gamarra, Rincón, a dupla Romário e Bebeto dando o título da copa de 94 para o brasil, a frança de 98, o cruzeiro de alex e luxemburgo, meu Ajax maravilhoso em 95, o manchester virando para cima do Bayern em 99, e os manchesters que seguiram, o Barcelona de Guardiola jogador e posteriormente treinador,O milan de madini,albertini, Boban, leonardo, a inter de ronaldo, a champions league passando em 98 na cultura, e numa destas uma das maiores atuações que já vi na minha vida: Fernando Redondo contra o Borussia Dortmund... um monstro dentro de campo, aliás também vi o gol mais famoso da carreira dele, o gol contra o manchester em pleno o Old Trafford com um drible de calcanhar..... caraca, que bacana!

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  • General Director

Ferguson foi talhado pra ser vencedor... e não foi do dia pra noite, isso é que é o mais interessante. Ele lapidou sua capacidade com técnico ao longo dos anos, até se tornar um "monstro sagrado". Eu só não consigo concordar com essa preferência dele em delegar os treinos aos seus assistentes e ficar assistindo pela Tv, por mais argumentos que ele descreva em entrevistas.

Pra mim o técnico tem essa função importante, de ir lá, mostrar posicionamento, mostrar como quer a cobrança de faltas, como quer que o sujeito corra pra bola, enfim, eu pelo menos considero esse contato entre treinador e jogador de suma importância na construção do time.

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  • Vice-President

Genial! Um mito!

Destaque para: "e chegar o dia em que o Manchester United for controlado por jogadores – em outras palavras, se os jogadores decidirem como o treino deve ser, quais são os dias de folga, qual o nível de disciplina, quais as táticas -, não será o Manchester United que conhecemos."

Isso podemos verificar em um clubes brasileiros, inclusive,

Isso foi uma clara alfinetada ao Chelsea.

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Isso foi uma clara alfinetada ao Chelsea.

kkkkk também me pareceu Henrique, Jonh Terry não curtiu isso!!!

rsrsrsrsrsr

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Ferguson foi talhado pra ser vencedor... e não foi do dia pra noite, isso é que é o mais interessante. Ele lapidou sua capacidade com técnico ao longo dos anos, até se tornar um "monstro sagrado". Eu só não consigo concordar com essa preferência dele em delegar os treinos aos seus assistentes e ficar assistindo pela Tv, por mais argumentos que ele descreva em entrevistas.

Pra mim o técnico tem essa função importante, de ir lá, mostrar posicionamento, mostrar como quer a cobrança de faltas, como quer que o sujeito corra pra bola, enfim, eu pelo menos considero esse contato entre treinador e jogador de suma importância na construção do time.

que eu saiba, ele nao assiste pela TV, ele só nao assiste do gramado... ja vi muito treinador de base falando que é muito melhor pra enxergar o time assistir o treino sem ser do lado do campo...

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  • General Director

que eu saiba ele não assiste pela TV, ele só não assiste do gramado... já vi muito treinador de base falando que é muito melhor pra enxergar o time assistir o treino sem ser do lado do campo...

Eu já li que ele assistia aos treinos da sua sala, através de monitores de Tv sim. Bom, mas isso não importa, eu ainda acho que estar no meio dos jogadores, auxiliando e orientando o posicionamento e suas funções é bem mais rentável. Uma vez ou outra observar tudo bem, mas ao que consta isso era prática constante do Ferguson.

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  • 3 months later...

Não tinha lido essa matéria, valeu por ressuscitar o tópico. :D

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2. Não ter medo de reconstruir o time

Nesses 26 anos de Manchester United, Ferguson foi responsável por montar cinco equipes que venceram o Campeonato Inglês. Isso porque, de acordo com a tese, desenvolveu um raciocínio “estratégico, racional e sistemático” de renovação do time.

[...]

tite_ae_30.jpg

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O cara é tão foda que esquecem os vários erros que ele já cometeu nesse período. Só pra ficar nos recentes, perder Piqué e Pogba quando o United precisava justamente de jogadores nessas posições...

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A melhor parte do texto é essa:

“Alguns clubes ingleses trocam tanto de treinadores que criam um poder para os jogadores. Isso é perigoso”.

Tá aí um dos motivos pelos quais aqui não temos técnicos com longevidade no cargo. Chega uma hora que em que o elenco se fecha e expulsa o treinador.

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  • 7 months later...

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