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Qual a melhor função para "primeiro homem" jogando como MC?


schacoffee
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Passei a jogar com um 4-2-3-1 com dois MC's como 'volantes', porém o time abre muito espaço entre meio e defesa quando se tem a bola. Estou em um save com o Grêmio e no meio de campo eu costumo jogar com o Thiago Santos fazendo o papel de primeiro homem e o Villasanti como uma espécie de B2B. Na frente dos dois tenho o Campaz chegando no ataque.

Ainda não consegui fazer um desses meias recuados ficar de fato protegendo a defesa. Tentei usar MRB, MC/def, CJ/def para o TS, mas nenhuma das funções me deu o que eu quero. Ele fica sim recuado, mas no geral sobe quando se é para ficar, principalmente quando os ataques são gerados pelos lados. Percebo o jogador abrindo bastante como se quisesse ser uma opção de passe por ali e em alguns momentos da partida ele está quase na meia lua da grande área. Vocês conseguem usar o 4-2-3-1 (2 MC), com um legítimo primeiro homem?

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Não tem como ter essa proteção se o jogador não se aproxima da defesa, por isso geralmente essas formações são usadas com estratégias mais ofensivas, com a defesa alta pra diminuir os espaços. Eu gosto do DM como Âncora justamente por ser o contrário, do jogador guardar a posição à frente da zaga mas fora isso ser sempre opção pra tudo que acontece no meio-campo.

O posicionamento mais recuado pro MC vai ser como Armador Recuado ou Meia Central. Os outros papéis atuam quase sempre já no campo do adversário.

No ratemytactic, você tem que fazer experimentos buscando uma combinação com maior solidez. Mesmo assim, observando que o Recuperador de Bolas te dá a mesma solidez dos outros dois que citei, mas ele ainda vai pressionar mais e assim deixar mais espaços que os outros, então depende de como você está montando o resto do time, se vai usar esse estilo mais agressivo...

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Pela tua análise, tiro a conclusão que o MC defender é o mais recomendável, certo?! Porém com defesa mais alta, fazendo uma compactação para trazer a defesa para próximo dele?

No 433 eu uso o Trinco mesmo e nunca tive problema. Acredito que essa função seja a mais fiel, de fato. Vou fazer uns ajustes nesse 4231 com MC.

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4 horas atrás, schacoffee disse:

Pela tua análise, tiro a conclusão que o MC defender é o mais recomendável, certo?! Porém com defesa mais alta, fazendo uma compactação para trazer a defesa para próximo dele?

Sim. É porque a formação é mais orientada pra um jogo ofensivo, então se a defesa não se aproximar vão aparecer muitos buracos.

Não lembro a mentalidade que a IA usava mas já vi variações com os dois MC recuados pra DM, então ainda têm outras experiências pra testar se isso não funcionar. Imagino que nesse caso do buraco no meio-campo, no mínimo teria que utilizar passes mais longos.

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Quando uso um 4-2-3-1 "comum", com dois meias centrais, eu gosto muito da dupla MC-D/MC-Ap. É simples de encaixar, não é muito difícil encontrar jogadores adequados, não exige muito dos dois atletas e não complica demais as coisas. 

Com base no que já observei em outras formações sem volante, eu particularmente prefiro o MC-D mesmo. Acho o CJR-D contido demais para um sistema sem volante, entendo que ele rende mais num 4-1-4-1 DM Wide onde tem dois meias na frente e ele pode se concentrar mais em fechar os espaços pelo meio e iniciar a armação das jogadas. E acho o MRB-D meio "insano", pra mim não chega a ser um primeiro homem de meio campo, se mexe demais e abre buracos.

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15 horas atrás, Douglas. disse:

É porque a formação é mais orientada pra um jogo ofensivo, então se a defesa não se aproximar vão aparecer muitos buracos.

Não lembro a mentalidade que a IA usava mas já vi variações com os dois MC recuados pra DM, então ainda têm outras experiências pra testar se isso não funcionar.

Valeu, vou testar aqui. Consegui uma tática boa 5 estrelas na teoria, mas acredito que um elenco tão jovem que uso aqui não vai ter condições de executar com maestria.

1 hora atrás, Tsuru disse:

Quando uso um 4-2-3-1 "comum", com dois meias centrais, eu gosto muito da dupla MC-D/MC-Ap. É simples de encaixar, não é muito difícil encontrar jogadores adequados, não exige muito dos dois atletas e não complica demais as coisas.

É exatamente o que venho utilizando aqui, embora o problema seja sempre a questão do buraco na frente da defesa. Uso MC/def e MC/ap (a única instrução individual deste é 'deambular da posição') e um MO/at. No geral a tática é bem simples.

Venho testando o 4231 por que tem muitos MO's no time. Usando o tradicional 433 o time fica filé! rs

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30 minutos atrás, schacoffee disse:

É exatamente o que venho utilizando aqui, embora o problema seja sempre a questão do buraco na frente da defesa. Uso MC/def e MC/ap (a única instrução individual deste é 'deambular da posição') e um MO/at. No geral a tática é bem simples.

Venho testando o 4231 por que tem muitos MO's no time. Usando o tradicional 433 o time fica filé! rs

Geralmente o buraco na frente da zaga é uma fraqueza natural do 4-2-3-1, não tem muito como resolver. As alternativas são passar a jogar com a linha defensiva mais alta (aceitando que vão rolar algumas bolas nas costas e em profundidade) e compensar um pouco na pressão inicial na saída de bola adversária; recuar um dos MCs para a posição de volante, soltando bem o lateral daquele lado (geralmente Ala Atacar combinado com um AI Apoiar mais em cima) e formando um 4-2-3-1 assimétrico; ou recuar os dois MCs para volante e formar um 4-2-3-1 profundo (que eu não gosto, mas sei de gente que usa e não quer outra vida hehehe).

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Também não curto muito o 4231 com 2 MD, @Tsuru. Vi gente usando essa formação com um Âncora e um Vol/atacar, que lembra muito um B2B. Fiz poucos minutos com essa alternativa e larguei de mão.

***

Fiz algumas alterações na tática base pelo RMT e cheguei nesse resultado aqui. Ainda não testei, mas acredito que esteja melhor do que a atual, que por sua vez conta com pouquíssima solidez no meio de campo.

Spoiler

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Tsuru, @Douglas.

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Se dessa forma conseguir que o espaço vazio na volância e nas médios alas tenham boa cobertura então pode se dizer que atingiu o esperado dessa tática.

Porque esperar que ao colocar um dos médios centrais numa tarefa mais defensiva vá suprir a defesa necessária é bobagem.

Essa formação ao meu ver depende muito do apoio geral dos seis da frente e da chegada dos detrás. Principalmente dos laterais.

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18 horas atrás, schacoffee disse:

Também não curto muito o 4231 com 2 MD, @Tsuru. Vi gente usando essa formação com um Âncora e um Vol/atacar, que lembra muito um B2B. Fiz poucos minutos com essa alternativa e larguei de mão.

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Fiz algumas alterações na tática base pelo RMT e cheguei nesse resultado aqui. Ainda não testei, mas acredito que esteja melhor do que a atual, que por sua vez conta com pouquíssima solidez no meio de campo.

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Tsuru, @Douglas.

Eu acho o 4-2-3-1 profundo estranho. Na verdade eu sinto como se o motor de jogo do 20/21 tivesse determinados "encaixes" bem precisos, se você não conseguir encaixar certinho, parece que dá uma pane na equipe e fica um jogo meio capenga. Então diria que nunca consegui encaixar corretamente o 4-2-3-1 profundo.

Eu testaria duas alterações nessa sua tática: colocaria o AM em Atacar (pra não isolar o centroavante) e a instrução "Sobreposição exterior pela esquerda", de forma que seu lateral em apoiar ganhe mais ímpeto ofensivo, faça as sobreposições de flanco mas não se descuide da defesa. Dessa forma ele consegue ajudar o ponta que joga por dentro sem expor tanto a lateral da defesa.

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20 horas atrás, schacoffee disse:

Também não curto muito o 4231 com 2 MD, @Tsuru. Vi gente usando essa formação com um Âncora e um Vol/atacar, que lembra muito um B2B. Fiz poucos minutos com essa alternativa e larguei de mão.

***

Fiz algumas alterações na tática base pelo RMT e cheguei nesse resultado aqui. Ainda não testei, mas acredito que esteja melhor do que a atual, que por sua vez conta com pouquíssima solidez no meio de campo.

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Tsuru, @Douglas.

Por muito tempo, eu cheguei a usar uma tática muito parecida (só usava dois AIs ou dois EIs), também construída a partir do RMT, e esses dois MCs apoiar avançam muito no terreno. Eles são uma ótima alternativa para pressionar, serão uma ótima opção de passe na entrada da área e farão alguns gols com remates dali, mas eu pelo menos sofria muito com bolas enfiadas pelo meio, em que os adversários pegavam meus zagueiros no mano-a-mano. Isso mesmo com jogadores com bons atributos defensivos jogando como MC. 

Achei que isso melhorou bastante quando passei a jogar com dois CJR apoiar. Eles chegam à frente, mas não tanto, e protegem um pouco mais. Mas como o @Tsuru já tinha me alertado em outro tópico, o risco é que eles tendem a chamar mais o jogo e prender um pouco mais a bola (talvez dê para minimizar isso com alguma instrução).
 

Esse espaçamento é inerente a essa formação, como já falaram aqui. 

Edited by fabioaraujo89
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Em 12/10/2021 em 13:38, fabioaraujo89 disse:

Achei que isso melhorou bastante quando passei a jogar com dois CJR apoiar. Eles chegam à frente, mas não tanto, e protegem um pouco mais. Mas como o @Tsuru já tinha me alertado em outro tópico, o risco é que eles tendem a chamar mais o jogo e prender um pouco mais a bola (talvez dê para minimizar isso com alguma instrução).

Construtores são muito bons na formação, mas mais de um me parece um pouco exagero, pra ser sincero. Eles se movem muito em busca de um passe, deixam espaços no campo, na minha opinião são muito bons quando estão isolados no centro, como em DM ou AM, nunca numa dupla, pois sinto que o outro meia (caso não seja construtor) fique sobrecarregado em termos defensivos. O CJ/ap prende demais a bola, tipo o Maicon no Grêmio, dava muita versatilidade em um jogo até legal de se ver, extremamente apoiado, mas no geral era engessado, lento até onde deveria ser rápido. Hoje temos o JP para fazer isso e particularmente eu detesto!

Quando eu não entendia muito das combinações entre os jogadores e suas funções, jogava até mesmo com 3 construtores: um CJ/def, um CJ/ap e um CJA. Tinha 70% de posse, muitas chances criadas, mas qualquer estilo mais agressivo contra era um pesadelo.

Edited by schacoffee
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18 minutos atrás, schacoffee disse:

Construtores são muito bons na formação, mas mais de um me parece um pouco exagero, pra ser sincero. Eles se movem muito em busca de um passe, deixam espaços no campo, na minha opinião são muito bons quando estão isolados no centro, como em DM ou AM, nunca numa dupla, pois sinto que o outro meia (caso não seja construtor) fique sobrecarregado em termos defensivos. O CJ/ap prende demais a bola, tipo o Maicon no Grêmio, dava muita versatilidade em um jogo até legal de se ver, extremamente apoiado, mas no geral era engessado, lento até onde deveria ser rápido. Hoje temos o JP para fazer isso e particularmente eu detesto!

Quando eu não entendia muito das combinações entre os jogadores e suas funções, jogava até mesmo com 3 construtores: um CJ/def, um CJ/ap e um CJA. Tinha 70% de posse, muitas chances criadas, mas qualquer estilo mais agressivo contra era um pesadelo.

Eu até diria que três seja exagero, apesar de atuar numa tática com três armadores avançados e funcionar bem. Ainda que haja um espaçamento entre eles na mesma linha. Diferente de ter três centrais numa linha de zaga ou três volantes ou meias juntos com uma mesma função.

A respeito do construtor de jogo, já atuei numa linha de três, mas centralizando-o, como disse, e os outros dois como médio área-a-área.

Enfim, acho que ter mais de duas posições sem intervalos numa mesma linha é bom dar tarefas distintas para eles.

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Em 13/10/2021 em 21:11, schacoffee disse:

Construtores são muito bons na formação, mas mais de um me parece um pouco exagero, pra ser sincero. Eles se movem muito em busca de um passe, deixam espaços no campo, na minha opinião são muito bons quando estão isolados no centro, como em DM ou AM, nunca numa dupla, pois sinto que o outro meia (caso não seja construtor) fique sobrecarregado em termos defensivos. O CJ/ap prende demais a bola, tipo o Maicon no Grêmio, dava muita versatilidade em um jogo até legal de se ver, extremamente apoiado, mas no geral era engessado, lento até onde deveria ser rápido. Hoje temos o JP para fazer isso e particularmente eu detesto!

Quando eu não entendia muito das combinações entre os jogadores e suas funções, jogava até mesmo com 3 construtores: um CJ/def, um CJ/ap e um CJA. Tinha 70% de posse, muitas chances criadas, mas qualquer estilo mais agressivo contra era um pesadelo.

Três pode mesmo ser um exagero - ou não. Se você buscar um jogo de sobrecarga lateral, pondo todo o peso de um lado pra puxar a marcação a fim de abrir espaço do outro, dois ou três construtores podem atrair a bola naturalmente e gerar um efeito interessante. Depende muito da capacidade dos seus jogadores, do nível do time, expectativas etc.

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  • 3 months later...

Se você não vai utilizar um jogador como volante e quer que um dos seus meias centrais seja o homem de combate no meio de campo, é inevitável que você precise subir a linha defensiva e/ou baixar a linha de engajamento para que o MC esteja mais próximo dos zagueiros. Feito isso, algumas funções com a tarefa de defender se sobresaem:

1) Médio Central > Defender: vai contribuir um pouco com a fase ofensiva, mas vai ficar relativamente bem recuado. É, se não me falha a memória, o conjunto de função/tarefa que mais fica recuado pela meia-central.
2) Construtor de Jogo Recuado > Defender: contribui bastante com a fase ofensiva, porém até a intermediária ofensiva. Não sobe muito mais do que isso, a não ser que seu time esteja realmente massacrando na pressão contra o adversário. Ele também costuma abaixar muito para buscar jogo e, se for para fazer essa primeira linha de contenção, é mais apropriado para times que tenham elencos muito bons e que joguem no campo de defesa do oponente.
3) Médio Recuperador de Bolas > Defender: é uma das funções mais interessantes porque ele fica correndo loucamente atrás da bola, porém não recomendo muito para ser a primeira linha de contenção justamente porque ele vai, inevitavelmente, pressionar demais e é bem possível que o adversário consiga ultrapassá-lo e ter um bom espaço para pensar a sequência da jogada. Recomendo ela pra quando seu esquema tático é mais equilibrado, porque ele pode fazer o mesmo papel de um B2B com mais dedicação à defesa se tiver um bom índice de trabalho e uma resistência legal.
4) Carrillero > Apoiar: é, de longe, uma das funções mais importantes para se defender quando as ameaças do adversário são pelos lados do campo, porque eles conseguem fechar muito bem os espaços e costumam ajudar relativamente bem na fase ofensiva, apesar de não subirem tanto no campo.

No limite, tudo depende mesmo do perfil do seu elenco. Se ele for suficientemente bom dá pra usar o 4-2-3-1 com a tarefa de defender apenas nos zagueiros e com dois meias centrais em funções mais recuadas com tarefas de apoio (MRB, CJR, MC, B2B, etc); se seu plantel não for lá essas coisas todas, pode buscar uma das opções que eu ofereci acima - mas saiba que não adianta sobrecarregar um meia-central como primeira linha de defesa, porque teoricamente essa não é a função deles. Neste caso, o melhor é buscar a assimetria e recuar um meia-central para a volância e, ali, escolher uma entre tantas funções que permitem defender com maior solidez. 

Às vezes, inclusive, nem é tão necessário colocar numa tarefa extemamente defensiva (como de trinco). Só de ter uma pessoa povoando aquele espaço já é o suficiente para atrapalhar o progresso do adversário. Para se ter ideia, eu tive sucesso recuando dois meias centrais para fazer as funções de segundo volante>atacar e regista>apoiar, que são extremamente ofensivas, e eles davam mais solidez defensiva do que quando os utilizava na meia-central como MRB>defender e CJR>apoiar - e ainda eram especialmente perigosos na fase ofensiva. 

É tudo uma questão de saber situar a qualidade seu time em relação à dos adversários e ter uma noção clara do que se quer fazer. Particularmente, nestes últimos FMs eu tenho gostado bastante de esquemas táticos assimétricos justamente porque me permite definir, de forma eficiente, o que eu quero que cada jogador faça em campo sem encher eles de instruções individuais e/ou coletivas. Apenas mudando o posicionamento, função e tarefa; sem contar que, de forma assimétrica, fica mais fácil explorar os espaços do adversário, especialmente os que costumam marcar por zona (a maioria deles, risos).

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Eu sempre tenho um tic de achar estranho esquemas assimétricos e acabo não usando. Mas como estou tentando encaixar um 4-2-3-1 e fico na duvida se fica muito exposto a meio de campo defensivo, vou testar colocar um dos MC como MD. 

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12 minutos atrás, Thiago disse:

Eu sempre tenho um tic de achar estranho esquemas assimétricos e acabo não usando. Mas como estou tentando encaixar um 4-2-3-1 e fico na duvida se fica muito exposto a meio de campo defensivo, vou testar colocar um dos MC como MD. 

A maioria das combinações do meio pra frente vai criar um posicionamento assimétrico quando o time tem a bola, só não é tão visível como quando essa separação no campo é tão maior. Eu lembro que muitas táticas inglesas invertiam a lógica e colocavam o MC num papel defensivo e o MD como DLM e no campo o posicionamento deles ficava quase alinhado por causa desse ajuste fino de acordo com o papel tático.

Eu não uso mais pelas combinações mesmo, que funcionam melhor com jogo balanceado ou reativo, mas é bom testar porque acaba ajudando nos jogos onde você fica com um jogador a menos, pra ter mais opções que simplesmente deixar só um atacante isolado na frente.

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4 horas atrás, Thiago disse:

Eu sempre tenho um tic de achar estranho esquemas assimétricos e acabo não usando. Mas como estou tentando encaixar um 4-2-3-1 e fico na duvida se fica muito exposto a meio de campo defensivo, vou testar colocar um dos MC como MD. 

A melhor forma pra você descobrir como seu time vai ficar exposto após a criação de qualquer sistema tático (não apenas um assimétrico) é você, depois de terminar de montar, fazer uma cópia. Nessa cópia dele você coloca os jogadores nas posições exatas onde eles ficariam quando estão atacando, mais ou menos como na imagem abaixo:

Pwr52eE.png

A tática real do meu time, que é a que eu coloco pra jogar quase todas as partidas é aquela da esquerda. 4-1-4-1 assimétrico. Porém, na fase ofensiva do meu time ela se transforma naquela ali direita, um 2-4-2-2 porque os jogadores de apoio costumam mover "uma casa" para frente ou para dentro/fora; em ataque movem "duas casas". Você pode aplicar o mesmo princípio, também, para a sua "formação defensiva", só acrescentar que na tarefa de defender o jogador move "uma casa" para trás (exceto os zagueiros e todos os volantes, menos o trinco, que recompõe a zaga). Tenha em mente, também, que caso você faça marcação individual, o jogador irá recompor para cumprir a função: p. ex. se meu atacante estiver marcando individualmente o meia-central do adversário, ele vai recompor abaixo de onde fica meu meia-atacante.

Uma vez entendido como os jogadores se comportam na movimentação durante a fase ofensiva do seu time, passa a ser importante entender como você vai defender caso perca a bola. Eu custei um pouco até chegar nessa distribuição de jogadores, com as devidas funções e tarefas para cada um, mas fica bem claro no desenho que a posição que garante todo o equilíbrio da tática é o Meia Central > Apoiar posto que durante a fase ofensiva ele não sobe (já que o meu avançado interior fecha essa possibilidade dele) e ele também não desce (porque não tá com a tarefa de defender). Ele fica na intermediária ofensiva durante meus ataques e é um jogador que consegue triangular com o campo praticamente inteiro: tem dois jogadores à direita dele, tem três à esquerda. E se meu time perder a bola ele é o único que, por estar parado, tem o tempo de reação adequado para começar a recomposição defensiva - o segundo volante também recompõe, mas pode ser que demore um pouco porque ele está subindo no campo e a ME estabelece um delay natural para simular o tempo de reação do jogador pra mudar o direcionamento da corrida.

É importante entender como a mecânica de reagrupar e contrapressão funcionam: a primeira obriga seu time a recuar mais ou menos "uma casa" e mantém a formatação do esquema tático - ou seja, seria como a imagem da esquerda; na contrapressão, por sua vez, os jogadores vão dar o combate no momento em que perderam a bola na formatação em que eles já se encontram, ou seja, seria como a imagem da direita. Sabendo disso, fica óbvio o motivo pelo qual eu marquei a contra-pressão como necessidade básica do meu time, porque o desenho da minha fase ofensiva permite sobrecarregar o adversário e obrigar ele a dar um chutão ou a tentar sair pro jogo na fogueira, permitindo que eu recupere a bola em zonas mais avançadas do campo e pegue, inclusive, o outro time no contrapé da saída para o ataque com sobrecarga numérica.

Perceba, então, que o principal jogador da minha fase defensiva é um Meia Central com a tarefa de Apoio. Justamente porque é por ele estar ali naquela faixa do campo que me permite criar sobrecarga ofensiva e, caso meu time perca a bola, de contra-pressão. Mas eu custei até acertar o equilíbrio da tática porque todas as minhas fibras imploravam para esse meia central ter qualquer outra função exceto essa e em nenhum caso consegui sucesso. Agora eu tenho uma tática que, acredite se quiser, não é extremamente ofensiva (a mentalidade é aquela apenas para que os jogadores possam subir um pouco mais no campo), que retém bastante a posse de bola e cria diversas oportunidades de gol. Só não fazemos muitos gols porque o atacante é ruim, mas mesmo assim ele tem 17 gols em 21 jogos (de acordo com os analistas, ele deveria marcar pelo menos 2.5 gols por jogo, risos).

Mas isso é só um exemplo. Eu também custei a aceitar esquemas assimétricos, mas depois que comecei a brincar com eles não consigo mais parar. Principalmente porque esquemas assimétricos são muito flexíveis e permitem criar zonas de sobrecarga ofensiva/defensiva com maior facilidade, explorar jogadores que não estejam tão bem no jogo e, sobretudo, deslocar a marcação adversária para um jogador fazer a ultrapassagem no buraco deixado pelo marcador. E se você souber brincar legal com eles, dá pra jogar 10x11 com uma facilidade absurda que nem parece que seu time tem um jogador a menos.

 

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@Herr Jones ok sir. Vamos às dúvidas. Por sinal, várias 😂

1) Por curiosidade, como chegou nessa formação? Selecionou os melhores? E qual critério usou?

2) Disse que usa outra mentalidade, qual? E porque usou essa outra mentalidade? Além disso, o que ela diferencia dessa do ataque?

3) Como chegou a essa conclusão do avanço ou recuo das casas? Observação ou viu algum conteúdo falando disso?

4) A função do seu atacante é bem ofensiva. Ela depende muito do apoio em conjunto do pessoal de trás. Ele ajuda na construção das jogadas ou volta pouco para construir e marcar?

5) Usa ritmo baixo por algum motivo em especial, ou prefere assim para aumentar a chance de acerto? Ela interfere na superioridade numérica ou qualquer ritmo que use dará certo?

6) E se o mc-apoiar for expulso repõe alguém para o lugar?

7) Caso alguém do time seja expulso, qual posição acha menos importante de se tirar? 

8) Acredita que a instrução reagrupar não seja adequada para modelos assimétricos? E, acha que com ela o time terá menos superiodade e deixará mais espaços para o adversário atacar?

9) Por fim, pode mencionar alguma sobrecarga defensiva que teve sucesso?

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1 hora atrás, felipevalle disse:

@Herr Jones ok sir. Vamos às dúvidas. Por sinal, várias 😂

1) Por curiosidade, como chegou nessa formação? Selecionou os melhores? E qual critério usou?

2) Disse que usa outra mentalidade, qual? E porque usou essa outra mentalidade? Além disso, o que ela diferencia dessa do ataque?

3) Como chegou a essa conclusão do avanço ou recuo das casas? Observação ou viu algum conteúdo falando disso?

4) A função do seu atacante é bem ofensiva. Ela depende muito do apoio em conjunto do pessoal de trás. Ele ajuda na construção das jogadas ou volta pouco para construir e marcar?

5) Usa ritmo baixo por algum motivo em especial, ou prefere assim para aumentar a chance de acerto? Ela interfere na superioridade numérica ou qualquer ritmo que use dará certo?

6) E se o mc-apoiar for expulso repõe alguém para o lugar?

7) Caso alguém do time seja expulso, qual posição acha menos importante de se tirar? 

8) Acredita que a instrução reagrupar não seja adequada para modelos assimétricos? E, acha que com ela o time terá menos superiodade e deixará mais espaços para o adversário atacar?

9) Por fim, pode mencionar alguma sobrecarga defensiva que teve sucesso?

Vamos lá. Já adianto que a resposta será longa, risos. 

Com relação à primeira pergunta, a resposta é simples: primeira temporada, time com salários acima do teto e essas adversidades todas que a gente se acostuma, então por óbvio eu comecei do jeito que dava. A primeira ideia foi um 4-2-3-1 simulando um 4-2-4 (o meia-atacante deslocado pra um lado, para penetrar na área, e o atacante para o outro, para puxar a marcação): isso porque tinha apenas 2 atacantes de ofício e vários meias, também me parecia ser mais sensato numa proposta inicial de pressão ver o meia se transformando em atacante do que o atacante baixando para atuar como meia. Os dois primeiros jogos foram passeios e achei que tava tudo legal. Aí veio o terceiro jogo, a estreia da liga. E meu time não fazia absolutamente nada em campo. Extremamente passivo; no jogo seguinte uma derrota apática que creditei à ressaca depois de vencer o primeiro mata-mata por 5x0, mas o sinal de alerta começou a acender.

ndrGScY.png

Depois disso eu comecei a ir modificando o esquema durante as partidas até encontrar uma possibilidade de dar certo no 4-4-2, quando meu time começou a ser um pouco menos passivo, mas ainda assim não era isso tudo. Tive a ideia de avançar um meia-lateral e o time começou a jogar melhor, mais proativo, tornando cada vez mais clara a ideia de como poderia extrair o máximo do time. Pouco a pouco fui vendo dentro do jogo como meu time se comportava, as falhas que tinha em campo, e reagindo de acordo com cada problema que identificava até que eu cheguei no desenho que mostrei ali acima. Foram 18 jogos até encontrar um desenho tático que me agradasse o comportamento do time. Faltava apenas buscar o equilíbrio dele: o lado esquerdo era o mais fácil, porque os jogadores que atuam ali são laterais que atuam pelo corredor inteiro, então me parecia óbvio que o ataque por lá seria vertical - então pareei um lateral > apoiar com um extremo > apoiar porque eles, apesar de, no limite, ocuparem a mesma faixa do campo, não o fazem ao mesmo tempo já que têm o "mesmo ritmo" na subida (cada um sobe uma posição) e um dá suporte para o outro - e às vezes, quando necessário, há sobreposição natural entre eles.

Na direita era o meu maior problema porque não tinha ninguém que pudesse jogar na ponta (ou meia-ala) de forma efetiva, todo mundo ali era uma batata que tirava 6.1 quase todo jogo, risos. Então eu tive a brilhante ideia de que já que eu estou virtualmente jogando com um saco de batatas, eu vou colocar ele em um lugar que atrapalhe/confunda a marcação adversária, então veio a ideia do segundo atacante > apoiar, porque ele vai inevitavelmente fechar para o meio e deixar o corredor aberto; então, do lado, um lateral > atacar que sobe de forma agressiva mas mantém a necessidade de recompor para marcar com mais vigor do que um ala/ala completo. Acabou que esse saco de batatas que joga ali para apenas ter presença física em um espaço determinado do campo adversário passou a ser uma peça muito relevante no meu esquema, porque ele começou a atrair a marcação e abrir espaço para a subida do meia-atacante no miolo da zaga. Então, com isso, eu afastei um pouco meu atacante, que em algum momento anterior eu havia centralizado, e joguei ele para ficar mais à esquerda para também puxar a marcação e deixar um corredor maior para o meia-atacante.

Isso deu certo. Não necessariamente do jeito que eu imaginei, transformando o meia-atacante no mestre dos gols, mas justamente porque ele começou a também deslocar a marcação e deixar o meu homem de frente mais livre - o que é perfeito, já que ele é um péssimo atacante, ainda que seja o artilheiro do time com 17 gols em 27 jogos. No meio de campo eu optei por recuar o meia central pela esquerda para equilibrar o lugar de onde ele começaria o combate (porque não deu certo como MC>defender, MRB>defender, MAA>apoiar, CAR>apoiar, nem nada), sempre combatia muito na frente. Só que eu não queria que ele fosse um jogador defensivo, porque eu consegui estabelecer um padrão de jogo baseado na posse de bola e precisava que ele também subisse e ameaçasse o adversário. Então testei como segundo volante > apoiar. Caiu como uma luva. Na fase defensiva ele começa a dar o combate numa zona mais segura, que deixa menos espaço atrás, e colabora bastante na fase ofensiva. Já o meia central da direita que demorou um pouco mais (cerca de mais 4 jogos, totalizando 22 partidas até chegar ao esquema tático que postei acima) para encontrar a função ideal. Foi no jogo contra o Wolfsberger, que empatamos por 2x2, e descobri meio sem querer porque eu usei ele como meia central > atacar, para sobrecarregar a área do adversário; gostei do trabalho que ele fez ali e encontrei a função perfeita para aquele setor. No jogo seguinte eu apostei nele com a tarefa de apoiar, para que facilitasse a fluidez do time - e eu sabia que, se necessário fosse, eu poderia colocar ele com a tarefa de ataque que iria funcionar muito bem. Deu certo e encontrei o equilíbrio.

2) Com relação à mentalidade, ela influencia única e exclusivamente na mentalidade geral dos jogadores (tornando eles mais impetuosos ou mais cautelosos) no campo. No meu caso, todas as instruções gerais do meu time são para reter a posse de bola e praticamente todas as tarefas dos jogadores são de apoiar, então eles têm mentalidades equilibradas. Não são muito impetuosos pela natureza da tática; aí que entrou a mentalidade do sistema como atacar: o time, na fase ofensiva, fica com uma mentalidade positiva e busca propor o jogo com mais regularidade, mesmo mantendo um ritmo mais lento e passes curtos. 

Com essa mentalidade, os únicos jogadores que têm mentalidade "muito atacante" são o meu centroavante, o meia-atacante e o ponta direita, que é exatamente o que eu preciso dele, já que assim o saco de batatas do meu time vai se posicionar em uma zona de perigo para a marcação inimiga, ficando sempre ali perto da grande área e atraindo a marcação para si. O meia esquerdo tem mentalidade atacante, para subir até a linha de fundo; os centrais têm mentalidade positiva e os laterais também.

3) Foi observação mesmo. E agora nesse FM22, com o data hub, consegui confirmar pelo mapa de calor.  Dá pra tirar muita informação boa de lá, inclusive.

4) A função dele é ofensiva porque ele é ruim mesmo. HAHAHAHAHA! Mas ele ajuda a construir em alguns momentos, só não é muito inteligente. O papel dele é fazer corridas verticais e receber a bola de cara pro gol, porque é um jogador bem atlético e consegue bater os marcadores na corrida pelas bolas no espaço vazio. Pena que ele erra 7 chutes de cada 10 que têm à disposição. O reserva dele, que na minha cabeça deveria ser titular, é o Giuseppe Rossi, que é 500x mais técnico, mas também mais lento e não consegue receber as bolas na mesma condição do outro. Então preferi passar raiva com o ruim perdendo gol feito do que com o resto do time que não conseguia acertar a enfiada de bola pro atacante que certamente faria o gol porque ele não consegue chegar na bola. Essa foi uma função taticamente posicionada para não estragar o meu psicológico hahahahahaha!

5) O ritmo baixo é porque o time não é dos mais inteligentes que tenho à disposição, então prefiro que eles joguem com mais calma e trabalhem a bola permitindo que todos os jogadores ocupem suas posições na fase ofensiva e criem aquela sobrecarga da tática 2 que mostrei ali em cima do que forçar as jogadas. Então, como o time joga de forma mais paciente e os jogadores podem avançar no campo, naturalmente criamos uma superioridade numérica. Entretanto, se você tiver jogadores mais inteligentes, você pode obter os mesmos resultados dessas das instruções do combo passes curtos + ritmo baixo com passes curtos/mistos + ritmo normal/mais alto + levar a bola até a área. Mas evidentemente o ritmo de jogo é uma das coisas que eu mais modifico ao longo da partida, a depender das circunstâncias. Aliás, neste ponto, o que eu mais mexo na tática ao longo do jogo são, por ordem, a) as linhas de engajamento, b) o ritmo de jogo, c) linha defensiva, d) estilo de desarme, e) larguras ofensiva e defensiva. O resto só em momento de desespero/situações específicas de jogo mesmo, rs.

6) Isso depende muito das circunstâncias do jogo. Eu estou perdendo mas jogando melhor? Estou ganhando e preciso segurar o placar? Se for um jogo equilibrado, minha substituição natural seria tirar meu MAD (o famoso saco de batatas, porque ele só está em campo para ocupar espaço, já estamos com um jogador desde o começo do jogo rs) e coloco um jogador para fazer a função de meia central. Aí eu faço as seguintes modificações: o MC vira um mezzala>apoiar e o LD pode, mas não necessariamente vai, virar um ala/ala completo>apoiar para subir um pouco mais no terreno. Assim o mezzala sobe um pouco na diagonal e ocupa um espaço semelhante (porém mais recuado) ao que o MAD ocupava. Só vai reduzir mesmo as sobrecargas, mas o time opera de forma bem semelhante.

Mas se eu precisar desesperadamente do gol, eu tiro um zagueiro, deixo só 1 centralizado como defesa central (com bola) > bloquear, para dar combate, subo os alas para serem mais ofensivos (coloco tarefa de atacar para que eles sejam bem agressivos mesmo) e avanço as linhas de defesa, colocando linha de impedimento. Assim meu time joga, com um a menos, no campo de ataque do adversário e o único jogador que fica atrás da linha do meio-campo é o zagueiro que tem duas instruções para retomar a bola: bloquear, que faz ele correr loucamente para frente, e a da "defesa em linha"  que, no limite, pede que os jogadores tentem colocar os adversários em condição de impedimento. No FM21 isso funcionava lindamente, no 22 ainda não tive a oportunidade de testar.

7, 8 e 9) Todas as instruções podem ser adequadas a depender da forma como você quer jogar. Em sistemas assimétricos é mais natural você exigir a contra-pressão justamente porque você já está criando sobrecargas ofensivas e, quando perde a bola no ataque, elas viram sobrecargas defensivas no campo de ataque. Assim você rouba a bola do oponente que está preparando um contra-ataque e deixa o time vendido, sem possibilidade de marcar (e aqui é justamente outro motivo pela mentalidade atacante, já que os jogadores com a mentalidade positiva só vão ser agressivos se tiver espaço para serem - e num contra-ataque dentro do campo de ataque é a oportunidade perfeita).

Particularmente, eu gosto muito da instrução de reagrupar sobretudo quando quero jogar no contra-ataque. Sete de cada oito manuais de táticas que você for ler vão te dizer com letras garrafais que você não pode baixar as linhas defensivas excessivamente. Eles dizem isso porque é difícil tirar o vício do "gegenpressing" que ficou muito roubado desde a instalação dele no jogo. É quase impossível você jogar com linha baixa e em sistema de contra-pressão porque inevitavelmente a defesa vai abrir espaço; mas se você abaixar a linha, pedir pro time reagrupar e reduzir a intensidade de pressão, o seu time vai dar o combate na hora certa - e se tiver um esquema engatilhado de contra-ataque você vai criar perigo quase todas as vezes que tentar. Isso, aliás, é uma reclamação que eu já cansei de ver tanto aqui quanto no facebook, da galera indignada que tava amassando um time pequeno que, num contra-ataque, fez o gol e matou o jogo. 

Acima comentei sobre sobrecarga defensiva, num sistema de contra-ataque simples. No caso da minha tática, o jogo contra o Wolfsberger (2x2) foi assim: os dois gols foram marcados depois do meu saco de batatas (MAD) perder a bola na entrada da área e, na sequência, tinham três jogadores dando combate no lateral adverário que perdeu a bola e foi só cruzar pro Rossi (CA) fazer o gol. Os dois gols foram exatamente iguais.

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  • 4 months later...

Respondendo um pouco atrasado, mas eu gosto muito do MC (De). Ele gere o ritmo de jogo naturalmente. A gente pensa que essa é a função do CJR (De) mas na verdade, se você assistir o jogo Alongado ou até mesmo Prolongado, você vai ver ele cadenciando o jogo muitas vezes. Depende muito também dos atributos do jogador. Mas por pela descrição do papel e por norma, ele faz isso.

É o Médio Defensivo (De) que joga como MC. Não tem diferença alguma.

CJR (De) não é uma função pra carregar piano. O MRB (De) muito menos. Por isso, sempre vou de MC (De) e tento ensinar "Ficar atrás sempre" como MP.

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  • 2 weeks later...
Em 30/05/2022 em 23:53, Banton disse:

Respondendo um pouco atrasado, mas eu gosto muito do MC (De). Ele gere o ritmo de jogo naturalmente. A gente pensa que essa é a função do CJR (De) mas na verdade, se você assistir o jogo Alongado ou até mesmo Prolongado, você vai ver ele cadenciando o jogo muitas vezes. Depende muito também dos atributos do jogador. Mas por pela descrição do papel e por norma, ele faz isso.

É o Médio Defensivo (De) que joga como MC. Não tem diferença alguma.

CJR (De) não é uma função pra carregar piano. O MRB (De) muito menos. Por isso, sempre vou de MC (De) e tento ensinar "Ficar atrás sempre" como MP.

Obrigado pela resposta @Banton! Nos meus estudos percebi também que o que melhor chega perto do primeiro volante é realmente o MC Defender. Usei muito ele nesses meses e fiquei satisfeito com o resultado. O único porém é que necessariamente precisamos colocar as linhas mais altas, pois ele é exatamente um médio defensivo mais avançado deixando um gap entre ele e os zagueiros, então por isso as linhas avançadas.

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    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Banner by @Tsuru
      Após o insucesso com o FC Cincinnati, volto a Europa para dar seguimento em um save de desenvolvimento de clube, e gostaria de atuar em alguma liga do Top 10 e que me desse a liberdade necessária para poder garimpar pelo mundo todo sem ter restrições quanto a estrangeiros, ou ao menos ser mais liberal do que a MLS.
      Entre elas a Turquia e Portugal foram fortes concorrentes, mas no fim acabei me virando para a Holanda. Comecei então as buscas de um clube e me deparei com duas ou três opções, mas o escolhido foi o FC Eindhoven.
      Breve História
      O FC Eindhoven é um clube de futebol criado em 16 de Novembro de 1909 na cidade de Eindhoven, Província de Brabanta do Norte, ficando próximo de Antuérpia na Bélgica e Düsseldorf/Mönchegladbach na Alemanha, há outras é claro, mas com equipes relevantes para seus países, são as mais próximas.
      Então em 16/11/1909 o clube foi fundado e começa jogando em ligas amadoras, até ter seu primeiro momento de brilho em 1937 ao vencer a KNVB Beker e em 1950 teve o primeiro jogador chamado a seleção holandesa, no caso foi o atacante Nuod van Melis, seguido por Frans Tebak e Dick Snoek nos anos seguintes, essa geração teve ainda a conquista da Eredivisie em 1954, último ano antes da profissionalização.
      Em 1957 a equipe foi rebaixada a Erste Divisie e seguiu um tempo na gangorra, chegou a terceira divisão em 1969, mas já em 1975 voltou a Eredivisie, alegria que durou pouco e em 1977 voltou para ficar na Erste Divisie.
      Nomes
      Assim como muitos clubes, o Eindhoven trocou algumas vezes de nome. Criado como E.V.V. Eindhoven (Eindhovense Voetbal Vereniging), foi fundido em 1921 com a equipe amadora do Gestel, em 1997 o E.V.V. Eindhoven deixa de ser profissional. Pelo que entendi, no lugar dele foi criado o SBV Eindhoven (Stichting Betaald Voetbal Eindhoven) que manteve a história e títulos do passado e finalmente em 2002 o nome é alterado para o padrão inglês Football Club Eindhoven, o que é uma pena pois Voetbalclub Eindhoven seria muito mais charmoso e identificado com os nomes anteriores.
      Rivalidades
      Havendo duas equipes na cidade, normalmente uma delas é de maior sucesso. Foi o caso do FC Eindhoven, ao menos até o final da Década de 1950. Tendo o PSV fundado em 1913 e aceitado inicialmente apenas trabalhadores da Philips, naturalmente o lado azul predominou por um tempo, mas isso foi mudado pois ao menos pela Eredivisie, o Lichtstad Derby não ocorre desde a temporada 1976-1977. Sendo o PSV um clube de empresa, ele é considerado um clube da elite, enquanto que o FC Eindhoven é um clube do povo, vale ainda destacar que existe uma parceria entre ambos desde 2004.
      Infelizmente não encontrei em nenhum lugar nenhum os dados do Derby, seja quantidade de partidas jogadas e nem quem está levando a melhor no confronto.
      Atualmente o Helmond Sport é visto como grande rival, pois joga na mesma divisão e está distante 20km do estádio do clube.
      Distância até o Philips Stadion - Distância até o Stadion de Braak.
      Títulos
      Somente a KNVB Beker em 1937 e a Eredivisie em 1954.
      Estádio
      O Jan Louwers Stadion é um estádio multi-esportivo porém é principalmente usado para prática de Futebol, seu nome é uma homenagem a Jan Louwers que foi jogador da equipe entre 1949 e 1960 e tem capacidade para 4.600 pessoas.
      Objetivos
      - Vencer a Eredivisie.
      - Vencer a KNVB Beker.
      - Ter três jogadores chamados a Seleção Principal da Holanda, não necessariamente na mesma convocação.
      - Ser comparado ao Ajax no que tange ao desenvolvimento e valorização de produtos da base.
      Não colocarei nada sobre vencer algum título europeu pois isso, caso aconteça, será de forma natural com o desenvolvimento da equipe, das estruturas e do staff.
      Ferramentas Disponíveis
      Como o FM permite usar e abusar de ir manualmente para buscar jogadores e staff, é o que eu farei. Escrevendo até passou pela cabeça usar apenas olheiros e anúncio de emprego para contratar, porém o fato da liga holandesa não ter limite de estrangeiro, é um convite enorme para ficar fuçando e encontrando bons jogadores escondidos.
      Ressalto que minha intenção é desenvolver a base, mas isso não vai me impedir de contratar jogadores de outras equipes/nacionalidades.
      Resumo das Temporadas
       
       
       
       
       
    • Guilhererme
      By Guilhererme
      E ae galerinha do mal, tudo certo aí? Como vai a família? Já fez carinho num doguinho hoje? Hoje volto a ter um save na área depois de um  pequeno hiato depois do fim do save com Brescia, como gostei da experiência de compartilhar historias volto para area com um novo desafio em um novo continente e com novos objetivos, mas vamos com calma, primeiramente a ideia do save veio depois do @Johann Duwe se aventurar por lá com o Cincinnati FC, uma pena que acabou não dando certo , mas me ascendeu uma ideia, bem se vocês olharem ali debaixo da fotinha do Kiba vão ver os clubes que torço, e ali tem os times que torço na NFL & NBA, realmente sou um fã assíduo das ligas americanas, então quando estava vendo o save do Duwe pensei será que dá pra ser campeão da MLS e tudo mais só com o draft? Então fui ler sobre o Draft e as regrinhas na MLS, que inclusive tem um texto do Henrique M. aqui no fórum muito bom que vou deixar no final da apresentação, mas voltando a pergunta inicial sobre draft pega num ponto que é o fato das franquias terem categorias de base, então com 2 oportunidades de pegar jovens jogadores pensei "ta aí a oportunidade de fazer o meu "Youth Challenge""
       

       
      O clube escolhido para esse desafio foi o Houston Dynamo como vocês já devem ter percebido, Dynamo tem o mesmo dono do Houston Texas da NFL, inclusive a cidade de Houston não tem multo para onde sorrir ultimamente nos outros esportes fora o Baseball, Rockets (NBA), Texas (NFL) & o próprio Dynamo estão numa reconstrução forte, mas Dynamo já teve seus momentos de gloria no inicio da década de 2010, o clube fundado em oficialmente em 2005, digo oficialmente porque antes de 2005 basicamente o dono do San José Earthquakes quis que o time mudasse para Houston e conseguiu a liberação da liga para isso então toda a estrutura do Earthquakes foi para Houston mas com um novo nome e CNPJ digamos assim, toda a historia do time anterior ia ficar de stand by, até os Earthquakes voltarem com um novo investidor (o que aconteceu em 2008), então mesmos jogadores, mesma comissão e mesmos donos mas time diferente
       

       
      Logo após a mudança o Dynamo conquistou seus maiores feitos foram bi campeões da MLS em 2007 e 2008, Os títulos mais as boas performances em outras competições fazem com que o Houston Dynamo seja uma das mais competitivas equipes da MLS. A campanha realizada em 2007 também lhe deu o direito de participar da primeira Liga dos Campeões da CONCACAF. depois dessa época de ouro Dynamo não conseguiu repetir os feitos, a ponto de hoje em dia ser u dos elencos menos valiosos da MLS
       
      Ainda falando sobre intersecções nas ligas americanas James Harden ex-astro do Houston Rockets agora no Brooklyn Nets adquiriu em 2019 uma participação minoritária no grupo que detém o Houston Dynamo, da Major League Soccer, e também a equipe feminina Houston Dash. Harden terá 5% de participação na organização.
      “Houston é minha casa agora, e eu vi isso como uma maneira de investir na minha cidade e expandir meus interesses comerciais ao mesmo tempo. O futebol em geral, e especialmente a MLS, explodiu neste país ao longo da minha vida. Sou fã do jogo há vários anos e sei que Houston tem uma grande base de fãs de futebol, então foi uma decisão fácil para mim quando surgiu essa oportunidade”, destacou Harden.
       

       

       
      No inicio falei que a ideia central do save seria uma espécie de Youth Challenge, que é um clássico para quem acompanha FM a algum tempo já viu ou ouviu falar, basicamente Você não pode contratar ninguém (seja por transferência ou empréstimo), mas pode vender e emprestar à vontade, mas para apimentar as coisas na MLS nas categorias de base só posso usar jogadores Estadunidenses nascidos/criados no Texas, na verdade essa é uma regra da MLS, que vou levar bem a serio no save, jogadores estrangeiros apenas no draft, mas das 8 vagas disponíveis na MLS posso usar apenas 3.
       
      Agora em formato simplificado e de listinha:
      REGRAS:
      não pode contratar ninguém (seja por transferência ou empréstimo), mas pode vender e emprestar à vontade No máximo 3 estrangeiros no clube (o Dynamo hoje tem um monte então talvez não consiga se livrar da galera toda na primeira temporada, então uma canja de 3 temporadas para isso) Escolhas de draft são negociáveis posso vender e comprar elas a minha vontade Se for demitido o save acaba  
      OBJETIVOS:
      ser bicampeão da MLS novamente Ser o clube da MLS com mais Champions da CONCACAF Ser campeão com o elenco mais jovem da MLS Assumir a seleção das EUA em algum momento no save Ter 7 jogadores formados aqui disputando uma Copa do Mundo  
       
      GLOSSARIO:
       
      Draft: Eu fiquei falando de draft e tudo mais, mas o que carambas é um draft Guilhererme??? Bom eu explico, a cultura de incentivo ao esporte americana é ganhar bolsas nas universidades para praticar esporte x, já que fazer faculdade lá é BEM caro, e nas universidades eles tem uma rotina de atleta profissional só que sem receber nada por isso, e também é cultural lá entrar nas ligas americanas por meio do DRAFT, que basicamente os times da liga olham os jogos da universidade e ao fim da temporada podem escolher algum jogador universitário para o seu elenco, o pior time da última temporada tem a primeira escolha e vai até o campeão nesse formato, é basicamente isso, desculpa se ficou confuso galera
       
       Texto do Henrique M. explicando algumas regrinhas da MLS caso alguém se interessa
       
      Bom agora é isso galera, em breve o começo dessa longa (espero pelo menos kkk ) nova saga 
       
       
    • PedroJr14
      By PedroJr14
      Sporting Club Bastiais, também conhecido como SC Bastia ou simplesmente Bastia, é um clube da cidade homônima de Bastia, na ilha da Córsega, que já teve várias aparições na Ligue 1 no passado, mas que porém nos últimos anos sofreu com graves problemas financeiros e acabou rebaixado ao último escalão do futebol profissional francês, chegando até à quinta divisão.
      Na mesma época, seu rival local, o Ajaccio, passava pelo mesmo problema e sofreu a mesma condenação, ambos recorreram, só o Ajaccio ganhou. Isso levou a uma tremenda revolta da apaixonada torcida do Bastia, o que serviu para acalentar uma rivalidade que sempre foi contraditoriamente amistosa.
      I Lioni di Furiani, I Turchini e Les Bleus, são os apelidos do clube. O primeiro tem como tradução “os leões de Furiani”, se referindo ao estádio onde o clube manda seus jogos, o segundo e o terceiro são equivalente a “os azuis” no idioma corso e no idioma francês.
       
      As cores e o escudo
      A cor predominante do SC Bastia é o azul, sempre seguido do branco e preto. No seu escudo podemos identificar a cabeça do mouro com uma bandana, que está presente na bandeira da Córsega e também no escudo do rival Ajaccio.
       
      O técnico
      Mathieu Chabert conseguiu o acesso à terceira divisão na temporada 19-20, mas preferiu não renovar ao sofrer o assédio de clubes da Ligue 2, preferindo tomar um rumo diferente ao do Bastia nesse momento. Para o seu lugar, foi escolhido um jovem técnico brasileiro, que havia estagiado em grandes clubes da Europa, mas já estava baseado na França há 3 anos, onde fez parte das comissões técnicas de Lyon e por último PSG.
      O contrato de um ano seria a primeira chance para o jovem treinador, em um time que merece mais uma chance de tentar ser grande.
       
      0 estádio
      O Stade Armand Cesari, também conhecido como Furiani, é o principal estádio da Córsega com capacidade para 16 mil espectadores, e é a casa do SC Bastia.

      Em 1992 o estádio recebeu as semifinais da Copa da França onde o Bastia recebeu o Olympique de Marseille, líder da Ligue 1 na ocasião. Foi construída uma arquibancada provisória com capacidade para 10 mil espectadores, tudo para a maior quantidade de pessoas poderem ver o bom time do Marseille. Uma hora antes de a bola rolar, a arquibancada já apresentava problemas, tragédia anunciada. A arquibancada caiu, matando 18 pessoas e deixando outros quase 3 mil feridos.
      Nem só de tragédias vive o Furiani, na temporada 1977-78, o estádio recebeu a partida de ida da final da Copa da UEFA. O jogo entre Bastia e PSV terminou em 0x0. O PSV venceu o jogo de volta por 3x0, esse foi o mais perto que esteve o Bastia de um título continental.
       
      As conquistas
      O Bastia tem uma série de títulos locais da ilha da Córsega do período de 1905 até 1965, quando se tornou profissional, além de alguns títulos de divisões inferiores da França, mas seu primeiro título no primeiro escalão foi a troféu dos campeões franceses em 1972, onde ganhou a vaga por ser vice-campeão da Copa da França, vencida pelo Marseille, que também ganhou o campeonato francês. O jogo terminou com uma vitória avassaladora do Bastia por 5x2 no Stade de Bom Rencontre, em Toulon.

      O grande título da história do Bastia, envolve um nome bastante conhecido no futebol. Antes de fazer gols em copas do mundo e vencer duas copas africanas de nações, Roger Milla fez o gol do título do Bastia na Copa da França da temporada 80-81, derrubando a forte equipe do Saint-Etiénne de Michel Platini e Johnny Rep, que havia deixado o Bastia para assinar com os verts 1 ano antes.
      Depois da conquista de 81, o time ainda foi 2 vezes vice campeão da Copa da Liga e foi pela segunda vez vice-campeão da Copa da França, mas nunca mais conquistou um título de primeira grandeza.
       
      Jogadores históricos
      O ídolo histórico do SC Bastia é Claude Papi, jogador que fez toda a sua carreira no clube durante os anos de 1967 e 1982, quando encerrou a sua carreira aos 32 anos. 6 meses depois de anunciar sua aposentadoria, Papi faleceu em decorrência da ruptura de um aneurisma. O jogador disputou 3 partidas pela seleção francesa, sendo membro do esquadrão francês na copa de 87. Pelo Bastia foram 479 jogos, onde marcou 134 gols. É o segundo que mais jogou pelo Bastia e quem mais marcou com a camisa do clube, além de ter participado de todos os anos de ouro do clube.

      Além de Roger Milla, passaram pelo clube alguns nomes como: Dragan Džajić, Johnny Rep, Michael Essien, Alex Song, Sébastien Squillaci, Christian Karembeu, Jerome Rothen, Antar Yahia e Florian Thauvin.
    • Tsuru
      By Tsuru
      Durante a pesquisa para o save do Druida, me deparei com o lema oficial de Gales, “Cymru Am Byth” (se lê “Kimiru Am Bith”) que quer dizer “País de Gales para sempre” (Wales Forever) ou “Vida longa ao País de Gales” (Long Live Wales). Na ocasião eu li erradamente “Galês para sempre” (que em inglês seria “Welsh Forever”), e apesar de estar incorreto - porque originalmente o lema se refere ao país e não à nacionalidade - a ideia ficou na minha cabeça como uma espécie de conceito de fidelidade à nacionalidade em questão.
      Na época li que as maiores equipes de Gales jogam há muitos anos na pirâmide inglesa e que decidiram permanecer assim mesmo após a criação da liga galesa, em 1992 (eu sinceramente não os culpo). Isso gera uma inusitada situação de mais de um time de um país atuando em outro (são quatro na db oficial do FM, mas soube que há outros em divisões ainda mais baixas). E por fim, pesquisando sobre experiências de jogadores com essas equipes no FM, achei no fórum oficial um jogador que decidiu criar uma espécie de “Athletic Bilbao inglês”, com a regra de contratar apenas jogadores galeses (https://community.sigames.com/forums/topic/438707-fm-18-wrexham-the-welsh-red-dragons/?tab=comments). 
      Eu adorei e percebi que ele estava basicamente materializando em um save o conceito de “Galês para sempre”. A ideia ficou guardada no porão (porque a gaveta já estava cheia delas) e ao pensar em qual save seria o primeiro no FM 21, foi a que mais me empolgou. Não só pelo desafio em si, mas por misturar uma série de elementos que eu não costumo utilizar nos meus saves, permitindo fazer mesmo algo diferente do meu usual. Entre eles estão restrição de contratações, desenvolvimento da base (que aqui vai acabar tendo papel fundamental) e o sistema que batizei de “Cafundó League”, aquele que você pega um time de uma divisão ali perto do Pré-Sal e segue nele até o mais alto possível. Eu pensei em fazer mais uma coisa diferente que seria jogar a primeira temporada antes de postar, mas empolguei e decidi compartilhar de uma vez.
      Por fim, temos a escolha do clube. Eu considero que o “nível fácil” desse desafio (isso existe?) é com Swansea e Cardiff, times maiores, com mais dinheiro e estrutura, que militam na segunda divisão e já possuem boa parte de seu elenco nacionalizada. O “nivel médio” seria com o Newport County, hoje na League Two, a quarta divisão, com um elenco com bom número de galeses mas menos estrutura e recursos do que os outros dois. E o “nível difícil” é com o Wrexham, que há algum tempo milita na Football League, quinto escalão inglês, e que por seu natural estado de penúria, contrata o que é possível (não devem nem olhar o nome do sujeito, imagina onde o cara nasceu).
      Um deles eu já queria treinar desde que fiz a entrevista aqui no PM, e foi uma escolha natural. Ok, pelo banner já dava para saber, mas quis explicar assim mesmo. Hahahaha
       

       
      Fundado em 1864, o Wrexham Association Football Club (galês: Clwb Pêl-droed Cymdeithas Wrecsam - tente dizer isso rápido três vezes!) é o mais antigo do País de Gales e se define como o terceiro clube mais antigo do mundo (embora esse critério possa ser variável), sendo inclusive membro do Club of Pioneers. O nome é uma homenagem à cidade natal, Wrexham, próxima a locais de muita tradição no futebol como Liverpool e Manchester. E a equipe é conhecida como The Red Dragons, provavelmente por utilizar em seu escudo dois dragões semelhantes aos da bandeira do País de Gales.
       

       
      O time manda seus jogos no Racecourse Ground, a arena internacional mais antiga do mundo que ainda recebe jogos internacionais. Ela foi aberta em 1807, sendo que recebe jogos de futebol desde 1864, e o recorde de público foi estabelecido em 1957, quando o Wrex sediou uma partida contra o Manchester United diante de cerca de 35 mil espectadores. 
       

       
      Após iniciarem a vida esportiva disputando competições locais em sua terra natal, os Red Dragons entraram para a pirâmide inglesa em 1905, na Liga de Birmingham e Distrital. Em 1958 o campeonato inglês foi reorganizado e o Wrex foi para a terceira divisão, de onde oscilou desde a segundona (em fins dos anos 70), o mais alto que já chegou, e flutuou daí para baixo até o quinto escalão, a partir de 2008, quando não conseguiu mais ser promovido. 
      Depois de algumas décadas sendo administrado por um fundo de torcedores, em novembro de 2020 o clube foi vendido aos atores hollywoodianos Ryan Reynolds (o Deadpool - que aliás tem um ótimo gosto para esposas) e Rob McElhenney. Isso ocorreu depois do fechamento da db do FM, o que significa que o 21 é o último com os Red Dragons ainda sob propriedade dos seus adeptos e iniciando em dezembro de 2019 sem investidores externos (embora eu não saiba se isso vai mudar no update final).
      Em termos de títulos, o Wrexham venceu a Copa Galesa 23 vezes - o que permitiu algumas participações na antiga Taça dos Vencedores das Taças -, ganhou o FA League Trophy em 2005 e o FA Trophy em 2013, além de ter 11 títulos da FAW Premier Cup, torneio que reunia os outros galeses que jogam na Inglaterra.
      Apesar de existirem naturalmente rivalidades locais entre as equipes de Gales, os maiores rivais do Wrexham são três ingleses, nos chamados Derbies Transfronteiriços: Shrewsbury Town, Tranmere Rovers e o arquirrival Chester. Separados por apenas 20 km, Wrexham e Chester fazem um duelo muito nervoso, marcado por uma rivalidade bastante agressiva e um clima de guerra (no campo e em volta dele).
       

       
      Jogadores que atuaram em um ou nos dois clubes dizem que é tão intenso quanto Arsenal vs Spurs, parecendo um verdadeiro confronto Inglaterra x País de Gales. Outra curiosidade é que o estádio do Chester, o Deva, transpassa a fronteira e seu campo está localizado totalmente em Gales - o que meio que faz dele um time inglês que joga no país vizinho (!).
      No FM o Chester está uma divisão abaixo, portanto caso esse encontro aconteça de forma oficial, deve ser mais adiante no save. Enquanto isso penso em criar uma copinha chamada Cross Border Trophy com o Wrex e os três rivais, vamos ver se eles topam.
       

       
      Contratar apenas jogadores de nacionalidade galesa; (removido em 19/08/21 para tornar o save mais dinâmico e adequado ao tempo disponível) Dar preferência à equipe técnica de nacionalidade galesa (alterado em 18/10/2021 para evitar que a restrição comprometa a melhoria da equipe técnica do clube)  

       
      Conquistar a Premier League; Conquistar uma copa inglesa; Conquistar um torneio europeu; Ter pelo menos um jogador formado no clube convocado para a seleção galesa; Ter instalações de primeiro mundo em todos os níveis; Entrar para a lista dos 10 times mais ricos da Europa.  

       
      Criei um personagem fictício chamado Oliver Jones para ser o treinador, mas decidi não arriscar nessa parte e deixei as licenças de acordo com o que o jogo sugeria, apenas dando maior foco ao desenvolvimento de formação.
       

       
      Para me dar mais opções em termos de jogadores, ativei as cinco divisões de Gales utilizando o update do Timo e personalizei a database. A opção por incluir as primeiras divisões de outros países foi para deixar o save mais realista quando o Wrexham começar a subir um pouco mais na pirâmide.
       

       
      Depois que iniciei eu me dei conta que deveria ter carregado Escócia e Irlanda, onde certamente há galeses jogando. Adicionei as duas nos primeiros dias de jogo e elas estarão disponíveis a partir da próxima temporada, porém a Irlanda do Norte acabou ficando de fora por limitações de hardware.
       

       
       Apresentação  "Os números não mentem jamais"  "Iniciar o trabalho é fazer dois terços dele"  "Independente da situação, olhe sempre os dois lados da moeda"  "Gol, o grande detalhe do futebol"  "O ataque é a melhor defesa?"  "A adversidade traz conhecimento, e o conhecimento traz sabedoria"  "Não há azar que sempre dure e nem sorte que nunca se acabe"  "O pagamento vem ao fim da canção"  "Se a vida te der limões..." "O que não tem remédio, remediado está" "Os diamantes galeses" "A batida insistente quebra a pedra" "Chegou a hora de recomeçar" "Poucos pregos, muitas marteladas" "Subidas e descidas" "Se um é ótimo, Dois é ainda melhor" "É sempre bom olhar na direção de casa" A reestreia na Liga Dois No rumo certo Acima das previsões e abaixo das expectativas Seja como o camaleão: mude e adapte-se sem perder a sua essência Nem tudo que reluz é ouro Derrapada ou solavanco? Não podemos mudar o vento, mas podemos ajustar as velas Quando o futebol é justo A chaleira ferve e estamos prontos Oi, tio Pep! Outubro/novembro 2026 Tem novo líder na área  
      Posts históricos:
      O nascimento do futebol galês O gramado inglês era mais verde que o galês
    • Nismotoquinha
      By Nismotoquinha
      Há algum tempo eu pensava em trazer uma segunda história e, após alguns estudos, escolhi a Suíça. Em primeiro lugar por ter uma conexão pessoal com o país, mas também por não ver nenhuma história recente na terra dos alpes, chocolates e relógios. No Recanto há uma com o FC Basel (“βασίλειο της Ευρώπης”), feita no FM 2011, mas as imagens estão quebradas.
      Escolhi o Neuchâtel Xamax FCS, chamado também de Neuchâtel Xamax, ou simplesmente Xamax. O nome lembra o de chá de programa de fofocas, mas é uma homenagem a um jogador histórico da região e fundador do FC Xamax, chamado Max “Xam” Abegglen, que jogou na seleção suíça no início do século XX e também pelo Grasshoppers.

      A história do clube tem algumas curiosidades, começando pela sua fundação. Em 1970 dois clubes da cidade de Neuchâtel, o FC Cantonal Neuchâtel – campeão suíço em 1916, onde Xam e seu irmão André Abegglen jogaram, e o FC Xamax – este fundado em 1912 por Xam; resolveram se fundir e nasceu o FC Neuchâtel Xamax. Pouco tempo após a união, em 1973, a equipe chega à primeira divisão nacional. Com campanhas brigando na parte de cima da tabela na maior parte do tempo, o Xamax se estabiliza na elite suíça.
      Nos anos 80 o clube começa a viver a sua melhor fase, comandado pelo ex-jogador do clube e treinador francês Gilbert Gress: Com o 3º lugar em 1980-81 e algumas campanhas no topo, o Xamax se tornou presente na Copa da UEFA. Na primeira campanha, em 1981-82, a equipe bateu Sparta Praga, Malmö, Sporting Lisboa e caiu nas quartas de final para o Hamburgo. Em 1985-86 nova campanha até as quartas, passando por Sportul Studentesc/ROM, Lokomotiv Sofia/BUL, Dundee United/ESC e caindo para o Real Madrid.

      Uli Stielike pelo Neuchâtel Xamax encarando o Real Madrid na Copa da UEFA em 1985.
      As campanhas europeias prenunciavam o auge. Com Gress no comando, e uma equipe que incluía o alemão Uli Stielike (Real Madrid, Gladbach), o irlandês Don Givens (Manchester United, QPR, Birmingham City), e nomes importantes da seleção local, como Beat Sutter, Heinz Herrmann, Claude Ryf e Alain Geiger, o Xamax enfim é campeão Suíço em 1986-87 desbancando o Grasshoppers.
      Na temporada seguinte Givens se aposenta, mas Stielike tem a companhia do holandês René van der Gijp (Sparta Rotterdam, PSV) e do dinamarquês Carsten Nielsen (Gladbach, Strasbourg) e o Xamax é bicampeão suíço sobre o Servette. Vale observar que Grasshoppers e Servette são, junto com o Basel, os maiores campeões suíços e viviam bons tempos, com o Servette inclusive contando com Karl-Heinz Rumenigge no time.
      O desempenho na Copa da UEFA não se repete quando o Xamax joga a Copa Européia. Em 1987-88, o Xamax bate o Kuusysi/FIN na primeira rodada, mas cai na segunda para o Bayern. Na temporada seguinte, o Xamax derrota o AE Larisa/GRE na primeira rodada, mas perde para o Galatasaray na rodada seguinte, vencendo por 3x0 os turcos em casa, o Stade de la Maladiere, mas é goleado em Istambul por 5x0.
      Nos anos 90, embora não consiga vencer nenhuma liga ou Copa – torneio que nunca venceu – o clube se mantém competitivo com vices e terceiros lugares. Na direção técnica o clube contou, nessa época, com Roy Hodgson – naquele momento um treinador inglês vindo da Suécia – alguns ex-jogadores como Stielike e Geiger, e a volta de Gilbert Gress. Os anos 2000 foram tranquilos, exceto alguns momentos de luta para não cair, um rebaixamento em 2006 e o retorno em seguida.
      Em 2011, um investidor russo próximo ao líder checheno Ramzan Kadyrov, Bulat Chagaev, compra o Xamax, mas pouco tempo depois ele é preso por gestão fraudulenta. Em seguida a direção do Campeonato Suíço retira a licença do clube após ele não apresentar a documentação solicitada. A falência do Xamax é decretada e, com ajuda da administração municipal, a reconstrução inicia a partir da 2ª Liga Interregional – 5ª divisão. Em 2013 o Xamax se fundiu ao FC Serrieres, assumindo o atual nome de Neuchâtel Xamax FCS. E a reconstrução seguiu, com a volta à Super League em 2017. Após 2 temporadas, o Xamax volta à Challenge League, onde está hoje, aparentemente mais organizado que há quase 10 anos atrás.

      Para este save carreguei todos os jogadores de nacionalidade suíça, com base de dados grande. Estas foram as ligas carregadas:

      Treinador

      Estréia da Suíça na Euro 1996. Em pé, da esquerda para a direita: Ciriaco Sforza, Kubilay Türkyilmaz, Ramon Vega, Stéphane Henchoz, Sébastien Jeanneret e Marco Grassi; Agachados: Christophe Bonvin, Marco Pascolo, Alain Geiger, Johann Vogel e Yvan Quentin. Técnico: Artur Jorge.
      O auge do Xamax durante os anos 80 acontece num momento em que a seleção suíça estava no ostracismo. Presença frequente nas Copas até 1966, uma nova participação no maior torneio de seleções viria em 1994, com Roy Hodgson de técnico, desbancando Portugal na fase de qualificação. Em 1996 veio a primeira participação na Eurocopa.
      Durante o torneio, a equipe foi comandada pelo português Artur Jorge, e 3 jogadores do Neuchâtel Xamax foram convocados para o torneio: o goleiro Joël Corminboeuf e os defensores Régis Rothenbühler e o nosso personagem, Sébastien Jeanneret. Jeanneret foi o único dos 3 que jogou as partidas daquela Eurocopa, titular na estreia contra a anfitriã Inglaterra e na segunda rodada contra a Holanda.
      Por clubes, Jeanneret jogou no Neuchâtel Xamax entre 1993 e 1999 e sua carreira ficou restrita ao futebol local, jogando também por La Chaux-de-Fonds, Servette e FC Zürich. Sendo um jogador da defesa durante a carreira, concentrei seus atributos na parte tática e defensiva.


      Recentemente o Neuchâtel Xamax lançou uma nova identidade visual, com a campanha de divulgação levando o nome de Nouveau Élan (“Novo Impulso” em português). Seguindo essa idéia, escolhi o nome do save.
      O desafio envolve não só recolocar o Neuchâtel Xamax no topo do futebol suíço, conquistar a Copa da Suíça – título que falta na galeria de troféus da equipe, que possui também 3 Supercopas da Suíça – e conquistar o campeonato suíço novamente, mas tentar colocar o futebol suíço como um todo num patamar maior na Europa. Em temporadas recentes tivemos o Basel chegando às semifinais da UEFA Europa League, mas nas décadas de 50, 60 e 70, times como Young Boys, FC Zurich e Grasshoppers chegaram até as semifinais europeias, fora outras campanhas chegando nas quartas de final como as do próprio Xamax.
      Porém nenhum deles conseguiu quebrar essa barreira e chegar até a final. Com a criação da UEFA Europa Conference League vejo uma possibilidade bem legal de chegar a uma decisão europeia, e até conquistá-la, e esse título continental deixaria o Neuchâtel Xamax num patamar acima de qualquer outro clube adversário. Além do fator continental, há a quebra de uma hegemonia que perdura desde a temporada 1999-2000: Desde esta temporada foram 5 campeões: St. Gallen, Grasshoppers, Zurich, Basel e Young Boys. Todos eles pertencentes à região germanófona do país. O Neuchâtel Xamax é da região francófona, junto com Servette e Lausanne-Sport
      Outros objetivos:
      - Conquistar um novo bicampeonato suíço;
      - Superar o número de títulos do rival cantonal La Chaux-de-Fonds:
      Campeonatos suíços: 3x2
      Copas da Suíça: 0x6
      - Repatriar jogadores da seleção nacional;
      - Colocar pelo menos 5 jogadores na seleção Suíça principal;
      - Ter jogadores em alguma das seleções importantes que fazem fronteira com a Suíça: Alemanha, Itália e França. Este é um objetivo que pode ser atingido com as seleções de base;
      Finalizando, deixo as informações iniciais do FM:

      Obrigado a todos!
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