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Entrevista Leo Samaja, da ATFA (Associação de Treinadores de Fut. da Argentina)


Thiago Anjo
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LEO SAMAJA: ENTREVISTA EXCLUSIVA SOBRE AS LICENÇAS DE TREINADORES DA ATFA

O portal Mazzuia.com tem orgulho de conversar com o Coordenador e também treinador profissional, Leo Samaja, formado pela ATFA – Associação de Treinadores do Futebol Argentino que promove cursos nas mais variadas áreas desse desporto, formando cerca de 1.000 treinadores por ano. Leo Samaja, agradecemos a oportunidade da entrevista e as informações sobre o futebol argentino.

Poderia nos contar um pouco da sua trajetória como treinador e agora como coordenador da ATFA?
Boa noite. Sou eu quem agradeço pelo espaço e o interesse em compartilhar conhecimentos e novas ideias com nossos colegas do mundo bola.
Iniciei minha carreira como treinador nas categorias de base no futebol Argentino em 2006 como treinador principal, passando pelo sub-15, 17 e 20. Anteriormente colaborei em diferentes comissões técnicas profissionais na área de inteligência e análise. Desde 2014 colaboro com a ATFA, escola de treinadores da Argentina que depende da AFA e é considerada hoje como um Núcleo Formativo Conmebol, coordenando os cursos da Federação em Português e Inglês. Tratando-se de um curso que pode ser realizado de forma online e é habilitante, não tem fronteiras, sendo um trabalho que exige muito e representa uma grande responsabilidade.


Atualmente o nível do Campeonato Argentino é muito forte, principalmente após a reformulação, onde existem mais participantes no torneio e uma Copa Argentina. Como funciona o calendário e as competições no país?
O Campeonato Argentino realmente é muito disputado e o nível dos treinadores faz com que a dificuldade seja maior ainda. Atualmente estamos com um calendário apertado pelo formato da Super Liga, com 28 equipes disputando o torneio de Série A, lutando pelo título assim como também pelo acesso a diferentes competições internacionais. O calendário é anual, e está espelhado nas Ligas Européias finalizando no verão europeu (inverno no nosso continente).

O nível acadêmico que vêm mostrando nossos treinadores se vê evidenciado na variedade tática que se observa entre as diferentes equipes, assim como no desenvolvimento parelho que é registrado nas categorias de base.

É habitual no futebol, em países menos desenvolvidos em matéria formativa, ver como em um mesmo torneio a grande maioria das equipes apresenta o mesmo modelo tático. Por exemplo, a moda era 4-3-3, todos no mesmo esquema. Logo após, 4-1-4-1 e todos pra lá. Mais recentemente o 4-2-3-1 e lá vão todos perseguindo a cenoura. Em nosso futebol se observam diferentes esquemas táticos, estratégias variadas dependendo do adversário e do esquema enfrentado, há muita criatividade neste sentido, o que o torna um campeonato atrativo e hoje acompanhado no mundo inteiro.

Já citando sobre o bom nível que falamos a pouco, na sua opinião, a qualidade e organização das equipes, acontecem por causa da exigência local, onde todos os treinadores devem ter formação para atuar? Poderia nos explicar, por favor, como funcionam as Licenças, tempos de curso, provas?
A formação sem dúvidas é a base de todo progresso. As coisas não acontecem por acaso, e muito menos da noite pro dia. Os cursos da ATFA são obrigatórios desde 1994 (e existem desde os anos 60). Nenhum treinador pode entrar em campo sem contar com a habilitação. E essa habilitação obrigatoriamente exige um tempo longo de estudo e cobranças. Anteriormente o curso levava dois anos. Atualmente são três anos para alcançar a Licença PRO. Todos iniciam pela primeira Licença (Licença B – realizado junto com a Licença C -) através de 13 meses de curso online e devendo realizar a prova presencial em Buenos Aires de cinco dias. Logo após, com a Licença B em mãos, poderá iniciar a Licença A (12 meses de curso online) e finalmente a Licença PRO (11 meses de curso online). A ATFA não avalia currículos, nem experiência prévia no ambiente do futebol (da mesma forma ocorre na Europa, todos iniciam pelo primeiro degrau). Para chegar à Licença PRO deve-se iniciar pelo primeiro nível obrigatoriamente, sem exceções.

A ATFA atualmente não desenvolve o conteúdo dos cursos por palestras longas, preferindo atividades mais curtas, porém distribuídas ao longo do calendário. Por que acreditam nesse modelo?
O Departamento Pedagógico e Acadêmico não acreditam no modelo de palestras, onde as pessoas são expostas a uma quantidade de horas corridas ouvindo discursos que muitas vezes acabam sendo improvisados fazendo com que o objetivo não seja alcançado. Isto segue uma regra simples. O tempo de concentração eficiente e efetiva de um adulto é medível. Após esse tempo, muito pouco fica, e menos ainda é aproveitável.
Na ATFA quem administra o tempo é o próprio aluno. Ao longo desses três anos, o aluno deve estudar cada semana uma apostila diferente, realizar uma exercitação e completar uma prova online cronometrada. Os prazos de vencimento das atividades são claros, definidos com antecedência e não são flexíveis. A rigorosidade é grande, assim como a cobrança. Por essa razão, o prestígio que conquistou nossa Escola no mundo do futebol é inquestionável.

Os cursos seguem o modelo educativo que está em vigor na Argentina (a nível formativo médio e universitário), contando com métodos avaliativos similares aos cursos de certificação internacional (ISO, CIA, CISA, etc.) que são realizados no mundo profissional onde a exigência e cobrança tomam conta do modelo.
 
Entendemos que a única forma de determinar se um aluno assimilou e internalizou os conteúdos estudados é através de provas e trabalhos. A nota mínima obrigatória é 6 (seis sobre dez), e quem não atinge essa nota em cada exercitação e exame deve repetir a matéria.

Durante as Licenças de Treinadores, existem as atividades práticas e alguns treinos que precisam ser filmados com o próprio candidato a treinador, tendo seus treinamentos gravados. Isso é sinal que a ATFA não quer formar por quantidade, sim pela qualidade. Como são realizadas as tarefas mais voltadas as práticas?
O curso na modalidade online exige prática profissional, determinados exercícios filmados pelo próprio aluno para desenvolver diferentes pautas (em momentos concretos do curso), ademais dos trabalhos escritos que devem apresentar toda semana. Nesses trabalhos, o aluno coloca em prática os conteúdos aprendidos nas apostilas semanais (no idioma do aluno) e para encarar as matérias práticas de campo conta com ferramentas de desenho e vídeo análise dentro da Plataforma Educativa, além de ter a possibilidade de fazer uso de uma ferramenta externa como é o TacticalPad, empresa com a qual CVA ATFA (Campus Virtual ATFA) fez parceria ano passado e oferece a nossos alunos e membros uma Licença anual por um valor diferenciado. Mas aqueles alunos que não desejam adquirir o produto realizam as atividades na ferramenta do Campus.

O objetivo da ATFA não é comercial, por essa razão não investe em publicidade. O propósito de nossa escola é continuar formando os melhores treinadores. O mercado observa e respeita nossa Escola porque contamos com uma bagagem adquirida de muitos anos. Além disso, nossos professores participam obrigatoriamente de todos os congressos de futebol realizados no mundo e isso faz com que permanentemente o Plano de Curso seja atualizado e aprimorado.

Não existem restrições. Qualquer adulto maior de 18 anos que contar com Ensino Médio completo pode realizar os cursos da ATFA e adquirir uma Licença de nossa escola, sempre que esteja disposto a estudar, e muito. A ATFA não faz sua aposta em ex-atletas. Qualquer pessoa que cumpra com estes requisitos poderá iniciar esta carreira. O caso mais recente de um profissional que não vem do mundo do futebol é Ariel Holan, treinador campeão da Copa Sulamericana com Independiente. Com 50 anos, entrou no futebol há pouco mais de 10 anos após realizar o curso e hoje os resultados acompanham seu esforço.

 Muitos treinadores formados na ATFA já atingiram sucesso mundial, fazendo assim uma referência de estudos para quem quer se tornar técnico. Poderia mencionar alguns desses nomes?
Por ser um curso obrigatório há mais de 20 anos, todos nós treinadores argentinos, somos formados pela ATFA. Treinadores como Diego Simeone, Marcelo Bielsa, Jorge Sampaoli, Tata Martino, Eduardo Berizzo, Matias Almeyda, dentre tantos outros que nos representam no mundo e se destacam nas maiores ligas do planeta. Nossos treinadores saíram de nossa escola, conquistaram seu espaço no futebol Argentino, e com dedicação foram encontrando seu lugar na Europa.

Muitos de nossos atletas ainda em atividade completam o curso online para ganhar tempo, já pensando no futuro após a aposentadoria. Javier Mascherano, Pablo Zabaleta, recentemente Andrés D’Alessandro, Martín Demichelis, Lucas Pratto, são só alguns casos de renome. Mas é uma prática habitual no futebol argentino há muitos anos. A Educação é obrigatória nos clubes (ensino fundamental e médio) para os atletas de base que permanecem no país, e isso permite que esses profissionais tenham uma base sólida formativa sobre a qual continuar construindo através da ATFA.

Uma pergunta que gera “polêmica” por causa da falta de conhecimento de profissionais dos outros países. Hoje, quem tem a Licença da ATFA pode trabalhar em quais países ou continentes? Como funciona para atuar nos países da Europa (UEFA)?
A ATFA foi recentemente declarada como Núcleo Formativo Conmebol, habilitada para entregar Licenças Conmebol através de nossos cursos. Cada país tem sua própria Licença que é nacional, e logo após cada Federação no mundo é responsável por aceitar ou não uma Licença de outro país. Não existe uma Licença que habilite mundialmente como se fosse uma carteira de motorista, mesmo porque a FIFA não chancela Licenças de treinador. Por essa razão, a responsabilidade cai sobre cada Federação. E essa aceitação passa a ser subjetiva, com base no prestígio, na confiança, etc. Nossa escola vem tendo aceitação há anos, e prova disso são nossos treinadores trabalhando no mundo inteiro.

Ouvi já alguns profissionais, que por sua vez ouviram de outros em determinados círculos (mal intencionados ou por simples ignorância) que nossos treinadores trabalham na Europa porque realizaram ademais cursos na UEFA. Nossos treinadores vêm sendo aceitos sem necessidade de fazer os cursos UEFA, cumprindo com as exigências impostas pela UEFA para treinadores estrangeiros não formados na UEFA. Não tomamos a sério esses questionamentos mal intencionados porque são sempre nas sombras, e nunca de forma pública. Só entre quatro paredes. Até hoje não forneceram nenhuma prova que demonstre que, por exemplo, Sampaoli antes de assumir o Sevilla completou o curso europeu descendo do avião (risos).

A preocupação da ATFA também aborda cursos em outras áreas do Mercado Futebolístico. Como funcionam as certificações para área de Análise de Desempenho, Preparação de Goleiros e Preparação Física?
A ATFA oferece as Licenças de Goleiro (Licenças B e A), de Análise de Rendimento e Treinador de Futsal. Esta última é uma das últimas carreiras que fazem parte da transformação do nosso futebol. E como resultado do esforço, dedicação e estudo, o título mundial alcançado pela Seleção Argentina recentemente no Futsal demonstra que o caminho é o acertado.

Preparação Física está em mãos de outra Escola, a APEFFA (Associação de Professores de Educação Física do Futebol Argentino). Esta instituição é a responsável por formar e habilitar os Preparadores Físicos no nosso futebol.

Pelo sucesso mundial, fruto do esforço e profissionalismo dos membros da ATFA, o número de alunos estrangeiros tem aumentado? Quantos são aproximadamente?
O número é grande. Temos muitos alunos da Colômbia, Equador, Peru, Chile, assim como de países onde o futebol está em pleno desenvolvimento, como ser Canadá, Estados Unidos, Costa Rica, Honduras, Austrália, Índia, dentre outros. Muitos atletas ainda em atividade das seleções nacionais dos países mencionados confiam na ATFA para sua formação integral. O Campus Virtual apresenta uma Plataforma muito simples e organizada. Os alunos encontram um curso bem estruturado, com as regras claras, e os compromissos definidos e publicados.

Há virtudes e dificuldades por parte desses alunos de outros países? Quais?
De forma geral, não existem dificuldades. No Brasil o processo foi um pouco mais complexo. Encontramo-nos com um público que apresenta dificuldades, sobretudo com os compromissos, assim como com as regras. No começo foi habitual receber reclamações de alunos que estão acostumados a encontrar um “jeitinho” para resolver as atividades fora de prazo, ou não conseguiam entender que para aprovar uma matéria deviam aprovar todas as atividades. A ATFA neste sentido não se adaptou ao território. Os alunos vão se adaptando aos poucos, sobretudo porque aqueles que vão iniciando o curso já chegam a nossa Escola por indicações, e essas indicações já fazem sua parte em antecipar as regras e metodologia.

Acredito que estas dificuldades sejam por um sistema que vem desse jeito desde pequenos, na escola. Tive meus filhos nestes últimos quatro anos estudando no Brasil, e o nível de exigência já no ensino fundamental e médio responde a esta questão. A ATFA não pode baixar o nível, e são os alunos que devem se esforçar dobrado para alcançar uma evolução. O resultado está sendo fantástico. Os alunos estão crescendo, se esforçando e alcançando resultados acadêmicos interessantes.

Por fim, agradecemos mais uma vez e encerramos com uma última pergunta: Quais são os projetos e metas da ATFA para o futuro?
As metas continuam sendo as mesmas: aperfeiçoar o Plano de Carreira permanentemente, e continuar formando os melhores entre os melhores.
Quero agradecer a você pela confiança e o espaço oferecido. Estamos sempre às ordens, sem reservas para oferecer informações simples e claras.
 

Para quem tem interesse em saber mais sobre as licenças para treinador na Argentina, entrevista muito interessante.
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  • Vice-President

O lance de poder fazer a distância é bacana e tal, mas não deve ter o mesmo feeling de aprendizado, não?

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14 minutos atrás, Henrique M. disse:

O lance de poder fazer a distância é bacana e tal, mas não deve ter o mesmo feeling de aprendizado, não?

Mesmo feeling realmente é difícil. Também tenho várias dúvidas quanto a estágios, práticas (vi referências no plano de estudos deles à pratica) e validade da licença em solo estrangeiro, no caso aqui no Brasil, pois se valesse, creio que não seria difícil tentar estagiar por aqui, no mais vale até arriscar ir pra lá.

Mandei e-mail para tirar umas dúvidas, espero que respondam, qualquer novidade eu atualizo aqui. O site pra quem quiser saber mais informações: https://www.atfacampusvirtual.com/pr/

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Quando fui a Buenos Aires visitei a sede deles. Bem legal, mas na época havia a regra da idade mínima, só pessoas com no mínimo 25/26 anos poderiam iniciar um curso lá. Além disso, pelo que vi dos materiais, achei bem limitado. Melhor que o Brasil, óbvio, mas existem opções melhores, caso você guarde um dinheiro para fazer na Europa.

 

Ah, um detalhe importante que acho legal chamar a atenção pra quem quer fazer essas coisas: o curso serve puramente para que o meio super corporativista do futebol te aceite como profissional. As maiores coisas que você aprende é no pensamento crítico (como, aliás, em toda área), fazendo exercício mental sobre a lógica do jogo. Essa coisa mastigada que dão nos cursos (sistemas, organização) são extremamente limitantes e acabam criando Juninhos Pernambucanos da vida. A atividade de treinador exige, sobretudo, criatividade. Criatividade para modelo de jogo e principalmente para entender como se cria um treino que faça os jogadores assimilarem, inconscientemente, rotinas necessárias para o jogo. Quem entende só de futebol entende muito pouco de futebol. Por isso que, nas melhores escolas de Portugal, o primeiro semestre é cursado com esse cara aqui: https://www.ojogo.pt/futebol/noticias/interior/vitor-frade-e-a-mente-mais-brilhante-escreve-o-new-york-times-6250244.html.

A título de curiosidade, o Chile tem um modelo que eu considero mais sério. É uma faculdade, com duração de 4 anos e diversas possibilidades de desenvolvimento profissional ao longo da graduação, é interessante conhecer: http://inafhost.inaf.cl/. Mas se fosse recomendar, recomendaria as escolas distritais da Espanha ou Coverciano na Itália para titulações rápidas (UEFA) e as faculdades de Portugal e Alemanha para graduações no esporte em geral, essa última com a óbvia ressalva da língua.

Edited by Roman
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10 horas atrás, Roman disse:

Quando fui a Buenos Aires visitei a sede deles. Bem legal, mas na época havia a regra da idade mínima, só pessoas com no mínimo 25/26 anos poderiam iniciar um curso lá. Além disso, pelo que vi dos materiais, achei bem limitado. Melhor que o Brasil, óbvio, mas existem opções melhores, caso você guarde um dinheiro para fazer na Europa.

 

Ah, um detalhe importante que acho legal chamar a atenção pra quem quer fazer essas coisas: o curso serve puramente para que o meio super corporativista do futebol te aceite como profissional. As maiores coisas que você aprende é no pensamento crítico (como, aliás, em toda área), fazendo exercício mental sobre a lógica do jogo. Essa coisa mastigada que dão nos cursos (sistemas, organização) são extremamente limitantes e acabam criando Juninhos Pernambucanos da vida. A atividade de treinador exige, sobretudo, criatividade. Criatividade para modelo de jogo e principalmente para entender como se cria um treino que faça os jogadores assimilarem, inconscientemente, rotinas necessárias para o jogo. Quem entende só de futebol entende muito pouco de futebol. Por isso que, nas melhores escolas de Portugal, o primeiro semestre é cursado com esse cara aqui: https://www.ojogo.pt/futebol/noticias/interior/vitor-frade-e-a-mente-mais-brilhante-escreve-o-new-york-times-6250244.html.

A título de curiosidade, o Chile tem um modelo que eu considero mais sério. É uma faculdade, com duração de 4 anos e diversas possibilidades de desenvolvimento profissional ao longo da graduação, é interessante conhecer: http://inafhost.inaf.cl/. Mas se fosse recomendar, recomendaria as escolas distritais da Espanha ou Coverciano na Itália para titulações rápidas (UEFA) e as faculdades de Portugal e Alemanha para graduações no esporte em geral, essa última com a óbvia ressalva da língua.

Pelo que vi da entrevista, ele fala que a licença é válida também na Europa. No caso, acho que as licenças tem como principal objetivo (pelo menos eu penso assim) a habilitação para poder exercer a profissão, pois sem ela não dá pra ingressar no meio, pelo menos não no Brasil. 

De fato quem quiser fazer carreira, a qualificação deve ser contínua e ascendente, além de muita dedicação. Essas licenças acrescentam algo com certeza, mas não é capaz de formar um bom profissional, como falei, acho que apenas garante um conhecimento básico e a habilitação. 

Eu tenho a princípio a intensão de fazer a graduação em Portugal para depois tirar a licença da CBF, porém os custos (tanto de tempo quanto dinheiro) são bem altos para o objetivo (habilitar a profissão). Caso eu confirme que a licença da ATFA seja válida desde os níveis iniciais no Brasil sem problemas, farei ela, e após conseguir me inserir de alguma forma no mercado, invisto em melhores qualificações. 

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  • Vice-President
29 minutos atrás, Thiago Anjo disse:

Eu tenho a princípio a intensão de fazer a graduação em Portugal [bara depois tirar a licença da CBF,[/b] porém os custos (tanto de tempo quanto dinheiro) são bem altos para o objetivo (habilitar a profissão). Caso eu confirme que a licença da ATFA seja válida desde os níveis iniciais no Brasil sem problemas, farei ela, e após conseguir me inserir de alguma forma no mercado, invisto em melhores qualificações. 

É melhor tirar a da UEFA enquanto estiver em Portugal. A licença da CBF não serve para nada, só para falar que aqui tem.

 

10 horas atrás, Roman disse:

Ah, um detalhe importante que acho legal chamar a atenção pra quem quer fazer essas coisas: o curso serve puramente para que o meio super corporativista do futebol te aceite como profissional. As maiores coisas que você aprende é no pensamento crítico (como, aliás, em toda área), fazendo exercício mental sobre a lógica do jogo. Essa coisa mastigada que dão nos cursos (sistemas, organização) são extremamente limitantes e acabam criando Juninhos Pernambucanos da vida. A atividade de treinador exige, sobretudo, criatividade. Criatividade para modelo de jogo e principalmente para entender como se cria um treino que faça os jogadores assimilarem, inconscientemente, rotinas necessárias para o jogo. Quem entende só de futebol entende muito pouco de futebol. Por isso que, nas melhores escolas de Portugal, o primeiro semestre é cursado com esse cara aqui: https://www.ojogo.pt/futebol/noticias/interior/vitor-frade-e-a-mente-mais-brilhante-escreve-o-new-york-times-6250244.html.

 

Achei o texto meio naquela vibe de que essa é a doutrina certa do futebol.

Gosto do jeito que Coverciano ensina futebol. Que é dessa forma (lógica do jogo e pensamento crítico), mas sem deixar de lado o aspecto técnico e a evolução do jogador jovem, pois a linha do Vitor Frade parte do pressuposto de que todos já são treinadores de futebol profissional no mais alto nível.

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5 horas atrás, Henrique M. disse:

É melhor tirar a da UEFA enquanto estiver em Portugal. A licença da CBF não serve para nada, só para falar que aqui tem.

 

Achei o texto meio naquela vibe de que essa é a doutrina certa do futebol.

Gosto do jeito que Coverciano ensina futebol. Que é dessa forma (lógica do jogo e pensamento crítico), mas sem deixar de lado o aspecto técnico e a evolução do jogador jovem, pois a linha do Vitor Frade parte do pressuposto de que todos já são treinadores de futebol profissional no mais alto nível.

A intenção na verdade é essa: apenas me habilitar a exercer a função aqui. Qualificação será um próximo passo. Imagino que os valores para tirar a licença pela UEFA sejam astronômicos, mas vou conferir. 

Conversei com o Leo Samaja, um cara super gente boa, e tenho alguns adendos, viu mesclar com as informações do site da ATFA:

1- as licenças dão um total de 24 meses (6 a C, 6 a B e 12 a A, tem ainda um Pro que é um plus, ela dura mais 12 meses), a mensalidade é de R$ 700, e paga-se uma matrícula de mesmo valor. Ao final do curso paga-se 2 mensalidades para fazer o exame final que é prático e lá na Argentina. 

2- existe a opção de fazer já integrado as licenças C e B. 

3- ao final da licença B já é permitido solicitar, através da ATFA (AFA), a licença Conmebol B, que habilita em todo o continente, pelo que ele me falou não se paga nenhuma taxa a mais, a própria AFA solicita a licença a Conmebol. Ele ficou apenas de conseguir as informações sobre se é exigido horas mínimas de prática de estágio (que pode ser realizado sem possuir a licença no Brasil, inclusive tem clubes que cobram para oferecer o estágio). 

4- não é necessário tirar nova licença para ficar habilitado a trabalhar na Europa. 

5- todo mês tem turmas iniciando

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  • Vice-President
3 horas atrás, Thiago Anjo disse:

A intenção na verdade é essa: apenas me habilitar a exercer a função aqui.

Ainda assim, é melhor tirar as licenças por lá mesmo, pois é melhor se habilitar para exercer a função lá, o meio do futebol brasileiro é meio zoado. Tentei entrar num dos times da minha cidade aqui e o presidente falou assim: "Ninguém vira aqui não, ninguém quer saber de mexer com futebol aqui (aqui, no caso a cidade) não!". E imagino que na maioria das cidades do Brasil seja assim, por aqui, quem quer pelejar, tem que pagar para ter oportunidade em time de várzea ou de criança.

Os valores não são astronômicos, se não me engano, nenhuma taxa passa de 1000 euros. E os cursos são presenciais, em Coverciano tem toda uma estrutura para te alojar enquanto você está tirando a licença, você praticamente vive o ambiente de aprendizado o tempo inteiro, o que é algo muito importante para quando você está aprendendo algo novo.

Se como você falou no tópico do Problemas Pessoas está cogitando seriamente em ir para lá fazer uma graduação, vale mais à pena tirar as licenças e ficar por lá. Como o meio é mais profissional do que aqui, a competência pode colocar sua origem no meio (nunca foi atleta profissional, nunca viveu o meio, etc) de lado.

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2 horas atrás, Henrique M. disse:

Ainda assim, é melhor tirar as licenças por lá mesmo, pois é melhor se habilitar para exercer a função lá, o meio do futebol brasileiro é meio zoado. Tentei entrar num dos times da minha cidade aqui e o presidente falou assim: "Ninguém vira aqui não, ninguém quer saber de mexer com futebol aqui (aqui, no caso a cidade) não!". E imagino que na maioria das cidades do Brasil seja assim, por aqui, quem quer pelejar, tem que pagar para ter oportunidade em time de várzea ou de criança.

Os valores não são astronômicos, se não me engano, nenhuma taxa passa de 1000 euros. E os cursos são presenciais, em Coverciano tem toda uma estrutura para te alojar enquanto você está tirando a licença, você praticamente vive o ambiente de aprendizado o tempo inteiro, o que é algo muito importante para quando você está aprendendo algo novo.

Se como você falou no tópico do Problemas Pessoas está cogitando seriamente em ir para lá fazer uma graduação, vale mais à pena tirar as licenças e ficar por lá. Como o meio é mais profissional do que aqui, a competência pode colocar sua origem no meio (nunca foi atleta profissional, nunca viveu o meio, etc) de lado.

1000 euros mensais? Além de passagem, manutenção lá, euro comercial a 4 Reais, é fortuna pra mim. E a licença só vale pra lá, aqui eu tenho onde começar, tanto estágio quanto profissional, por isso quero tanto ficar habilitado no Brasil, e se tirando a da ATFA vou ter além da América do Sul toda, a Europa também, por um custo menor, é mais fácil já iniciar aqui. 

Eu estava mesmo decidido em fazer a graduação lá em PT, mas aí eu teria 1 ano pra fazer Enem ainda, teria que pagar a faculdade lá (pra poder pleitear uma licença remunerada do meu emprego), só os 3 anos de licenciatura + passagem já passa dos 20 mil Reais. 

Já que meu objetivo imediato é apenas a habilitação, os custos e o tempo gasto são Top priority. Mas é uma meta me qualificar em Portugal com certeza. 

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  • Vice-President
7 minutos atrás, Thiago Anjo disse:

1000 euros mensais? Além de passagem, manutenção lá, euro comercial a 4 Reais, é fortuna pra mim. E a licença só vale pra lá, aqui eu tenho onde começar, tanto estágio quanto profissional, por isso quero tanto ficar habilitado no Brasil, e se tirando a da ATFA vou ter além da América do Sul toda, a Europa também, por um custo menor, é mais fácil já iniciar aqui. 

Eu estava mesmo decidido em fazer a graduação lá em PT, mas aí eu teria 1 ano pra fazer Enem ainda, teria que pagar a faculdade lá (pra poder pleitear uma licença remunerada do meu emprego), só os 3 anos de licenciatura + passagem já passa dos 20 mil Reais. 

Já que meu objetivo imediato é apenas a habilitação, os custos e o tempo gasto são Top priority. Mas é uma meta me qualificar em Portugal com certeza. 

Não, cara, taxa de inscrição.

Mas se você já tem onde começar, fica mais fácil e a coisa muda de figura. Mas antes de fazer a licença, cheque no lugar que você vai começar se realmente habilita. Uma coisa é o cara falar que habilita e funciona na Argentina, aqui, pode ser diferente. A ampla maioria sequer vai ter ouvido falar, na verdade.

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8 minutos atrás, Henrique M. disse:

Não, cara, taxa de inscrição.

Mas se você já tem onde começar, fica mais fácil e a coisa muda de figura. Mas antes de fazer a licença, cheque no lugar que você vai começar se realmente habilita. Uma coisa é o cara falar que habilita e funciona na Argentina, aqui, pode ser diferente. A ampla maioria sequer vai ter ouvido falar, na verdade.

Então, foi justamente isso que questionei ao Leo Samaja, e ele me mandou áudios falando que a licença que funciona aqui não é a da ATFA (que é a oficial da Argentina), é a da Conmebol, que é obtida após conseguir a da ATFA. Mas de qualquer forma, amanhã vou ligar na CBF pra tirar essa dúvida. De fato tenho que confirmar 100% se habilita aqui, pra investir no lado certo e não ter surpresas no final. 

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Bem interessante a entrevista, fui dar uma olhada no site mas é tudo um pouco rebuscado, especialmente nas informações para estrangeiros. Mas não deixa de ser uma ótima alternativa.

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14 minutos atrás, Inner Logic disse:

Bem interessante a entrevista, fui dar uma olhada no site mas é tudo um pouco rebuscado, especialmente nas informações para estrangeiros. Mas não deixa de ser uma ótima alternativa.

Você acessou em português ? Achei bem fácil o entendimento, a única dúvida que ainda tenho é quais os requisitos para a Conmebol homologar a licença solicitada pela AFA quando completamos a licença pela ATFA e se de fato com a licença Conmebol pode-se exercer profissão no Brasil. Quanto a custos, prazos, requisitos, planos de estudos, encontrei tudo fácil em: https://www.atfacampusvirtual.com/pr/ navegando até Licença, depois CTF e escolhendo o tipo.    

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A prova final é em Buenos Aires. Ae tu é testado in loco, eles sempre publicam os vídeos dos treinadores se formando. O ultimo que vi foi do D'Alessandro. 

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Em 14/03/2018 at 01:43, Roman disse:

A atividade de treinador exige, sobretudo, criatividade.

Me lembrei de uma entrevista do Mourinho:

 

 

 

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16 horas atrás, Thiago Anjo disse:

Você acessou em português ? Achei bem fácil o entendimento, a única dúvida que ainda tenho é quais os requisitos para a Conmebol homologar a licença solicitada pela AFA quando completamos a licença pela ATFA e se de fato com a licença Conmebol pode-se exercer profissão no Brasil. Quanto a custos, prazos, requisitos, planos de estudos, encontrei tudo fácil em: https://www.atfacampusvirtual.com/pr/ navegando até Licença, depois CTF e escolhendo o tipo.    

Quando vi, foi em espanhol. Vou tentar achar em pt-br

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Novidades:

- A licença C e B podem ser feitas em conjunto e apenas fazer uma prova final, recebendo as duas licenças se aprovado. Isso poupa dinheiro, já que a prova final é paga, sem falar que é feita presencial na Argentina, você só gasta com uma viagem.  

- A licença da CBF é aceita pela ATFA, e com a reciprocidade, não tem por que não ser aceita no Brasil a licença da ATFA, além do mais, vi em reportagens que uma das reivindicações  da comissão dos treinadores à CBF foi que os estrangeiros, para trabalhar no Brasil,  apresentassem a licença equivalente, ou seja, você não precisa efetivamente da licença brasileira, você pode ter a da ATFA que será aceita normalmente aqui. As licenças serão obrigatórias para trabalhar como treinador a partir de 2019.

- O requisito mínimo para a licença da ATFA ser homolada e virar licença Conmebol (que é aceita em qualquer país da América do Sul e na Europra) é um ano de prática laboral como treinador de uma equipe filiada a um país membro da FIFA. Após isso esse um ano, pode-se pedir através da AFA a homologação da sua licença na Conmebol, pois a AFA vou aprovada, a CBF ainda não foi e não consegue homologar as licenças na Conmebol.

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Em 16/03/2018 at 06:36, Aleef disse:

A prova final é em Buenos Aires. Ae tu é testado in loco, eles sempre publicam os vídeos dos treinadores se formando. O ultimo que vi foi do D'Alessandro. 

Eu vi o vídeo do Dale lá, muito show.

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  • 1 month later...
44 minutos atrás, luizzferreira91 disse:

@Thiago Anjo Atualmente estou morando na Argentina e penso em comecar o curso, voce decidiu iniciar, como foi?

Abraco

Te mandei MP, eu vou inciar no máximo em Junho! O fato de eles pegarem as matérias relevantes de Ed. Física e incorporar ao curso foi fundamental pra eu escolher fazer este curso. No da CBF eu precisaria curar outra faculdade (4 anos) pra poder iniciar o licenciamento. Pela CBF em cerca de 1 mês e meio você tira todas as licenças (C+B+A), no da ATFA são 2 anos, então eu achei que faz mais sentido, além de me poupar pelo menos 3 anos de tempo.

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Boa sorte Thiago. Espero que o curso te ajude a tua caminhada profissional na área. Tenha bastante resiliência. ?

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Sou aluno da ATFA e o Leo é a melhor pessoa do futebol que eu conheço. Se alguém tiver alguma dúvida, eu posso tentar ajudar na medida do meu tempo porque tô numa matéria fodida e concilio facul/Atfa e trabalho.

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  • 4 weeks later...
Em 30/04/2018 at 17:16, Roman disse:

Boa sorte Thiago. Espero que o curso te ajude a tua caminhada profissional na área. Tenha bastante resiliência. ?

Valeu Roman! Eu fiz um planejamento para poder iniciar essa busca pela realização profissional e hoje tenho uma certa tranquilidade para ir passo a passo, acho que isso vai me ajudar a seguir em frente diante das eventuais barreiras e dos constantes obstáculos de qualquer caminho, resiliência é uma palavra chave!

Em 01/05/2018 at 19:11, Mateus Vieira disse:

Sou aluno da ATFA e o Leo é a melhor pessoa do futebol que eu conheço. Se alguém tiver alguma dúvida, eu posso tentar ajudar na medida do meu tempo porque tô numa matéria fodida e concilio facul/Atfa e trabalho.

Beleza Mateus? O Léo é fantástico mesmo! Conta mais ai sobre o dia a dia do curso, em que parte você tá, qual a melhor e a pior coisa do curso? Tá gostando?

Pro pessoal que tem interesse, algumas dúvidas que tirei com o Léo Samaja esses dias:

Thiago: Olá Leo, tudo bem? Planejo começar o curso na ATFA em Junho e queria tirar as últimas dúvidas com você, tem algum problema?

1) Quantas idas presenciais terei que ir à Argentina? Apenas para fazer os exames finais ou preciso ir lá antes de começar o curso?

2) Vi que tem um anexo para aspirantes que residem fora do país membro, aquele anexo precisar ser preenchido pela CBF aqui? 

3) A licença B são 13 meses de curso ou aí estão inclusos os 6 meses da C (ou seja, para obter a licença B eu preciso no total de 13 meses ou 13 meses mais o tempo da C  totalizando 19 meses)?

4) Eu posso escolher tirar a licença C e B juntas, para precisar fazer apenas um exame presencial para as 2?

5) Em que consiste o exame de aptidão psicofísica? Faço em qualquer hospital aqui ?


Leo Samaja: Boa tarde, tudo bem?

Respondo a seguir suas perguntas:

1) somente para fazer o exame final de cada Licença.

2) Vc envia os dados requeridos no Anexo e AFA envia para CBF e Conmebol.

3) 13 meses total

4) sim

5) Sim. Ou qualquer médico particular que entregue um atestado indicando que vc está apto fisicamente para realizar atividades físicas.

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  • 2 weeks later...

Atualizações:

A matrícula não é paga junto com a primeira mensalidade. Paga a matrícula e com 30 a 40 dias a 1ª mensalidade.

Já iniciei o curso, até agora fiz apenas a matéria introdutória para se ambientar com o estudo à distância  e com a plataforma deles. Aparentemente você ganha aplicativos utilitários para a vida de treinador, como o tactical pad. Até agora fui muito bem atendido e gostei da plataforma e formato do curso.

Quando tiver novidades eu volto pra falar.

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  • 6 months later...

Boa noite, Thiago. Tudo bem?

Há uns 2 anos tenho ensaiado iniciar este curso da ATFA, mas, como não trabalho na área, tenho receio de não conseguir realizar os exercícios práticos do curso. Como são realizados esses exercícios? No geral, você tem gostado do curso?

Abs!

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  • Leho. changed the title to Entrevista Leo Samaja, da ATFA (Associação de Treinadores de Fut. da Argentina)

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      Segue o excelente texto do site FutebolPortenho:
      Cem anos de Mil Listrinhas: Los Andes, um clube de acessos com avô, pai e filho (futebolportenho.com.br)
       
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