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Henrique M.

Serie A TIM e divisões inferiores

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Henrique M.

Tópico oficial para aqueles que estão jogando na Serie A Italiana.

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Rudsonnunes

  Comecei com a Unione Calcio Sampdoria

  Quero ver se alguém vai ter sucesso de trazer o Parma de volta a elite kk 

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Henrique M.
Em 08/11/2016 at 11:07, Rudsonnunes disse:

  Comecei com a Unione Calcio Sampdoria

  Quero ver se alguém vai ter sucesso de trazer o Parma de volta a elite kk 

Esse desafio é muito simples.

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Rudsonnunes
41 minutos atrás, Henrique M. disse:

Esse desafio é muito simples.

   Sair da 4 divisão é fácil, sair da 3 divisão que o bicho  cheio de restrições, limite de salario contratações, não adianta ter 100M na conta. Vai jogar só com a Base!

   

    

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P.S.Y.
Em 08/11/2016 at 14:20, Rudsonnunes disse:

   Sair da 4 divisão é fácil, sair da 3 divisão que o bicho  cheio de restrições, limite de salario contratações, não adianta ter 100M na conta. Vai jogar só com a Base!

Não é tão difícil não, ainda mais pro time do Parma. 
É só pesquisar bem o mercado, vai encontrar muito jogador livre e bom dentro da Itália, até jogador de Série B disposto a jogar na Série C. Com o Foggia eu subi pra Série B na primeira oportunidade.

O problema é quando você chega na Série A: demora umas três temporadas pra contratar aqueles jogadores que você realmente quer trazer pra tua equipe e olhe lá.

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xBode
Em 08/11/2016 at 14:20, Rudsonnunes disse:

   Sair da 4 divisão é fácil, sair da 3 divisão que o bicho  cheio de restrições, limite de salario contratações, não adianta ter 100M na conta. Vai jogar só com a Base!

Mas a base/time do Parma é muito superior a dos demais times, bem tranquilo esse "desafio". Da de subir tranquilamente de divisão todo ano até chegar na série A. 

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Gourcuff

Pra mudar um pouco da filosofia do Lyon estou começando um jogo com o Brescia, na Serie B. Ainda não defini o que desejo, mas quero focar na contratação de jogadores com atributos específicos pra assegurar uma equipe muito competitiva. Depois posto alguns prints do elenco, tática e informações da equipe.

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lucashb

Show, acabei de começar, vamos pra cima! :)

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Bigode.
Em 10/12/2016 at 09:09, renato. disse:

Pra mudar um pouco da filosofia do Lyon estou começando um jogo com o Brescia, na Serie B. Ainda não defini o que desejo, mas quero focar na contratação de jogadores com atributos específicos pra assegurar uma equipe muito competitiva. Depois posto alguns prints do elenco, tática e informações da equipe.

Em que atributos você pensou? Dará também atenção a personalidade dos jogadores ou não?

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Gourcuff
2 horas atrás, Bigode. disse:

Em que atributos você pensou? Dará também atenção a personalidade dos jogadores ou não?

Agressividade, Antecipação, Compostura, Concentração, Determinação, Índice de Trabalho e Trabalho em Equipe. Isso aí, pra ter jogadores obedientes e garantir foco durante o jogo inteiro, é essencial.

Personalidade só devo evitar o excesso de jogadores muito ambiciosos.

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Henrique M.
6 horas atrás, renato. disse:

Agressividade, Antecipação, Compostura, Concentração, Determinação, Índice de Trabalho e Trabalho em Equipe. Isso aí, pra ter jogadores obedientes e garantir foco durante o jogo inteiro, é essencial.

Personalidade só devo evitar o excesso de jogadores muito ambiciosos.

Jogador ambicioso é uma das melhores personalidades que se tem para quem quer fazer o que você quer.

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Gourcuff
6 horas atrás, Henrique M. disse:

Jogador ambicioso é uma das melhores personalidades que se tem para quem quer fazer o que você quer.

O problema é segurar a vontade deles quando quiserem sair do time. Qualquer proposta e já enchem o saco pra deixar o time, acabando com a moral do elenco.

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Thiago

Estou jogando com a Atalanta e estava tendo dificuldades e depois do patch o time começou a voar em campo. Não sei se foi coincidência. 

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P.S.Y.
4 horas atrás, Thiago disse:

Estou jogando com a Atalanta e estava tendo dificuldades e depois do patch o time começou a voar em campo. Não sei se foi coincidência. 

Fala mais do seu save com a Atalanta.

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Thiago
5 horas atrás, P.S.Y. disse:

Fala mais do seu save com a Atalanta.

Estou no começo da temporada ainda, mas estou numa surpreendente 8 colocação. Mesmo com um inicio muito ruim, tentei jogar com um 3-5-2, mas não deu certo, ai mudei para um 4-1-3-2 e melhorou um pouco,mas depois do patch "empolgou" e comecei a ganhar. Não fiz contratações, quero usar bem a base do time que é ótima. Meu ponto mais fraco são os atacantes, estou fechando a contratação do Totti para o meio da temporada, pra tutoriar uns jovens e tb pq queria ter ele no meu time, pena que vai se aposentar no final da temporada.  

Edited by Thiago

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P.S.Y.
9 horas atrás, Thiago disse:

Estou no começo da temporada ainda, mas estou numa surpreendente 8 colocação. Mesmo com um inicio muito ruim, tentei jogar com um 3-5-2, mas não deu certo, ai mudei para um 4-1-3-2 e melhorou um pouco,mas depois do patch "empolgou" e comecei a ganhar. Não fiz contratações, quero usar bem a base do time que é ótima. Meu ponto mais fraco são os atacantes, estou fechando a contratação do Totti para o meio da temporada, pra tutoriar uns jovens e tb pq queria ter ele no meu time, pena que vai se aposentar no final da temporada.  

Andrea Petagna anda rendendo na tua equipe?
 

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Thiago
58 minutos atrás, P.S.Y. disse:

Andrea Petagna anda rendendo na tua equipe?
 

Mais ou menos, tentei insistir nele, mas nenhum atacante está rendendo tanto. O artilheiro da equipe é o Paloschi. 

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thinovak

Comecei um save com um Torino( um desafio consideravel pq o time nao tem muito dinheiro e é o pequeno de Turim)

devido a pouca grana tive que vender alguns jogadores

Lucas Boye 5M(EUROS)

Acquah 7M

Barreca 500m

Molinaro 400m

Bovo 300m

Josef Martinez e Obi por emprestimo

 

contratacoes

Mexes livre

Ashley Young Emprestimo

 

juntei 15M pra atacar o mercado em janeiro com jogadores livres e emprestimos

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rsorin

Estou na dúvida se começo com o Livorno ou com o Parma.

 

Acho que vou de Livorno. Alguém ai já jogou com ele?

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Masca

Pensando em fazer um save na Europa e voltar a jogar na Itália. Não sei se refaço um jogo com a Sassuolo, se pego Torino, Fiorentina ou Genoa hahaha

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P.S.Y.
3 horas atrás, Masca disse:

Pensando em fazer um save na Europa e voltar a jogar na Itália. Não sei se refaço um jogo com a Sassuolo, se pego Torino, Fiorentina ou Genoa hahaha

Vai de Sassuolo, para relembrar os bons tempos do tópico "Como Vai o Seu Jogo?"

=D

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Masca
2 horas atrás, P.S.Y. disse:

Vai de Sassuolo, para relembrar os bons tempos do tópico "Como Vai o Seu Jogo?"

=D

Foi pensando naquele save mesmo hahaha

Já o pensamento em Torino e Genoa é de recuperar dois grandes campeões italianos.

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Masca

Por favor, alguém apaga esse post.

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Lucas.Duarte

Tem alguém aí jogando na Lega B? Tô querendo começar por lá e devo ir de Brescia ou Hellas Verona

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Iagotta
4 horas atrás, Lucas.Duarte disse:

Tem alguém aí jogando na Lega B? Tô querendo começar por lá e devo ir de Brescia ou Hellas Verona

Eu to. Comecei com o Benevento. 

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    • Lowko é Powko
      By Lowko é Powko
      Prefácio
      A partir de hoje (06/05/20) darei início a um projeto que idealizei há muito tempo e que veio se materializando nos últimos dias. Eu gosto muito de história e geografia, e o futebol me interessa, na maior parte, nos que se liga a essas matérias. A economia, as questões sociais, geopolíticas e históricas que envolvem o esporte são muito mais interessantes pra mim do que o jogo em si, “dentro das 4 linhas”.
      Há anos, editei um update no Football Manager com o título “O Sul é o meu País!”, no qual eu criei uma breve história sobre a separação da Região Sul do Brasil, tornando-se um país independente, com as devidas implicações disso no futebol. Vale ressaltar aqui que não sou nem nunca fui separatista, e fiz o update apenas para exercício intelectual e diversão. Da mesma forma, também separei a Padânia, região centro-norte da Itália, do resto do país, e cheguei a projetar um update parecido com a criação de República do Nordeste.
      Essas simulações ficam bem mais interessantes quando há de fato uma proposta, alguma movimentação sobre o tema. Por isso, uma criação da Euskadi (País Basco, Pátria Basca) é mais interessante do que, sei lá, uma eventual junção entre França e Itália (?). Se colocarmos a questão “como seria a seleção do Império Romano?”, as coisas já começam a mudar, e isso depende muito do público que está consumindo essa informação e esse entretenimento.
      Tentarei, na medida dos meus conhecimentos e habilidades, divagar com uma razoável demonstração do contexto histórico, situação política, apresentação de mapas e imagens, entre outras coisas, tentando tornar o exercício o mais profundo possível sem se tornar enfadonho.
      É claro, é sempre um exercício de imaginação, e não um estudo sério. É, no final, uma brincadeira. Por isso, vou utilizar este tópico para escrever algumas besteiras, e conto com a colaboração de vocês, apontando os erros e os acertos, as opiniões divergentes e as ideias para próximas análises.
       
      E se... a Itália se separasse?
      _
       
      Um pouco de contexto
      A Padânia é uma região geográfica localizada no norte da Itália, cujo nome deriva do rio e do vale dominante na região, o Pó (Padus, em latim). Originalmente, a região era conhecida pelos romanos como Gália Cisalpina, e o termo Padânia, moderno, foi incorporado pelo movimento político regional Lega Nord (Liga Norte), federalista e, às vezes, separatista, como um possível nome para um país independente.
      O movimento Lega Nord, transformado num partido político, arrefeceu a luta pela independência e hoje tem se concentrado mais na proposta federalista, com um enfoque no “nacionalismo” e na maior independência da região. Em termos mais ou menos grosseiros, dá pra comparar a situação com a diferença entre a Região Nordeste brasileira em oposição às Regiões Sul e Sudeste, sendo a primeira a Itália e as outras a Padânia.

      Originalmente, o regionalismo se referia, como dito, ao vale do rio Pó. Entretanto, na década de 90, a nascente Lega Nord incorporou no conceito outras regiões, de acordo com uma proposta inicial de 1975, feita pelo antigo presidente do Partido Comunista de Emiglia-Romagna – onde ficam Bologna, Parma e Modena. A “Grande Padânia” incluiria, além de, inicialmente, Emiglia-Romagna, Veneto, Lombardia, Piemonte e Liguria, regiões circundantes, como Friuli, Trentino, Valle d’Aosta, Toscana, Marche e Umbria. A soma de todas essas regiões representa mais da metade da população e da área da atual República Italiana, e, quase com certeza, por volta de dois terços do PIB (embora eu não tenha feito as contas).

      De onde surge esse desejo? Podemos dizer que a separação econômica entre o norte e o sul da Itália é um fator determinante. O norte, historicamente mais industrializado, também se vê como mais “civilizado” - as instituições funcionam melhor, o povo é mais educado, entre outros. Do ponto de vista cultural, as regiões sofreram, via de regra, pressões de potência diferentes. O norte é muito marcado pelo Reino Lombardo, pelas repúblicas mercantes, pelo Sacro Império Romano-Germânico, pelas invasões napoleônicas. O sul, por sua vez, pelos Estados Papais, pelo controle bizantino e pelas invasões árabes. Vale ressaltar, também, que a geografia acidentada da península nunca foi uma facilitadora da unificação, com os Apeninos cruzando de norte a sul. Todos esses fatores em conjunto geraram condições para que os defensores da Padânia incluam regiões que originalmente não eram assim consideradas, por conta de similaridades nos padrões da sociedade civil, cidadania e governo.


       
      E se...
      Dito isso, passaremos a analisar como todos esses fatores influenciariam no futebol, sem criar uma história coesa para dar base a uma realidade alternativa onde a Itália se fragmenta. O interesse aqui é algo mais superficial, lúdico, e não acadêmico ou muito sério. Como seria o futebol nesses dois países? Primeiro, vamos elencar os times pertencentes a cada um dos países, Itália e Padânia, com base na separação já apresentada entre as regiões; segundo, vamos definir como seriam divididos os times nesses países – quantos times por divisão, a estrutura das divisões, etc.; terceiro, vamos especular como seria a distribuição das vagas nas competições europeias; quarto, vamos analisar a composição das seleções nacionais e suas potencialidades.
      Mas antes disso, e de forma conjunta, vamos abordar a quantidade de torcedores de cada time, segundo algumas pesquisas recentes.
      Segundo pesquisa do Instituto Demos & Pi, de 2010, a Juventus é o clube mais popular, com 29,0% dos torcedores, seguida por Internazionale, com 17,4%, e Milan, com 14,1%. Os três clubes seguintes são do sul do país, com Napoli (9,2%), Roma (7,4%) e Cagliari (2,1%). Fecham a pesquisa a Fiorentina (2,1%) e o Bologna (1,7%).

      Pesquisa dos Instituto Doxa, de 2003, indicava a seguinte distribuição: Juventus com 31,0%, Internazionale com 22,2%, Milan com 16,4%, Roma com 6,0%, Napoli com 4,2%, Lazio com 3,5%, Fiorentina com 2,7% e Torino com 1,9%.
      Outra pesquisa, apresentada em parte no site Statista.com, sem indicação de fonte e maiores detalhes (serviço pago) apresenta os seguintes números: 35% para a Juventus, 17% para a Inter, 14% para o Milan, 10% para o Napoli, 7% para a Roma, 3% para a Lazio e 2% para a Fiorentina.
      Por último, uma pesquisa de 2018 indicou o nível de apoio popular dos clubes que disputaram a Série A na temporada 17/18:


       
      Médias de público
      Dada a concentração das equipes no norte do país, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos, é de se esperar que a média de público das três maiores equipes não sofra um baque tão grande. A situação é diferente no sul, onde rivais como Juventus, Inter e Milan serão substituídos por equipes do nível de Trapani, Cosenza e Monopoli, e mesmo se considerarmos um campeonato composto por menos clubes. As maiores equipes dos centros menos fortes (ou mais pobres) são quase sempre as mais beneficiadas por um futebol unificado, já que podem doutrinar sua base com um componente cultural e/ou regional e participar da divisão de um dinheiro ao qual de outra forma não teria acesso. É o caso do Athletic Bilbao, dos times da Itália e até mesmo da dupla de Porto Alegre.
       
      Vagas europeias
      Como ficaria a distribuição de vagas nas competições europeias? Pra definir isso de forma não muito aprofundada, mas com algum pé na realidade, decidi somar os pontos de todos os times de cada país e dividir por 7 (quantidade de vagas da Itália atualmente) em ambos. Essa conta resultou num resultado aproximado do que eu acho razoável, sem que nenhum país comece do zero, dado que nenhum deles é fraco, e com a possibilidade de crescer ao longo das temporadas.
      A Padânia, com 32,1 pontos, seria a 12ª colocada no ranking de países, enquanto a Itália, com 28,1 pontos, seria a 14ª. Essa diferença não teria efeitos práticos, já que para ambas as colocações as alocações da temporada 21/22 serão de 2 vagas na UCL, 1 vaga na UEL e 2 vagas na nova competição continental que a UEFA está criando para dar mais chances aos países menores.
      O meu palpite é que, com a passagem do tempo, a Padânia fosse ocupar o 5ª lugar, talvez brigando com a França pra ficar em 4º, e a Itália disputaria um degrau abaixo, com Portugal e Rússia.

       
      O futebol na Padânia
      Assim como na capacidade econômica, o futebol na Padânia é muito mais forte que na Itália. Dos 113 títulos nacionais do antigo país, 105 pertencem à região norte. Juventus, Internazionale e Milan dominaram o futebol nacional, com 71 títulos combinados. Além disso, conquistaram todos os 12 títulos que a Itália possuía no mais alto nível europeu, atual Champions League. Tudo isso é, agora, história.
      Credita-se à forte imigração sulista parte da força que os times nortenhos, em especial a Juventus, têm sobre o imaginário nacional. Os bianconeri têm, com folgas, a maior torcida do país, seguidos por, em ordem, Inter e Milan. A tese é que os trabalhadores que se empregavam no norte industrializado passavam a torcida pelo time que adotavam para seus familiares no sul. Uma das maiores empresas contratantes era a Fiat, da família Agnelli, cujos laços com a Juventus remontam à década de 20 e se mantêm até hoje.
      E aqui entra uma tese minha (no sentido de que eu não lembro de ter copiado diretamente de ninguém, embora, com certeza, já deva ter sido abordada e estudada por várias pessoas): o período em que a dominação da Juve se reforça coincide com a maioria dos fortalecimentos de vários clubes europeus, como o Liverpool, na Inglaterra, o Bayern, na Alemanha, e o Real Madrid, na Espanha. Esse período se dá entre as décadas de 60 e 70, com o surgimento e o fortalecimento das transmissões televisivas em países desenvolvidos. Os motivos são diversos, desde apoio político, cultura local mais associada ao futebol, crescimento econômico, combinados com investimentos e “gerações de ouro” em boa parte desses times.
      O quanto o sucesso influenciou o apoio popular e o quanto o segundo influenciou o primeiro dependeria de uma análise mais profunda, mais tempo e mais linhas, o que não farei aqui. O fato é que não há comparação entre o tamanho das torcidas dos times do norte da península com os times do sul. O que podemos dizer com certa segurança é que o tamanho relativo da torcida bianconera ao novo país seria bem menor do que é hoje, dado que a Juventus tem apoio em todo o território italiano, sendo a única torcida verdadeiramente nacional.
      Sem mais delongas, vamos ao formato da nova competição. O Padanão seria composto por 20 times, dado que a tradição e a capacidade econômica da região comportam bem essa quantidade. Os 15 times da primeira divisão seriam acompanhados por 5 vindos da atual Série B. Esses times foram definidos por colocação na atual competição paralisada, e são Pordenone, Spezia, Cittadella, Chievo e Empoli. Decidi não considerar a possibilidade de uma primeira divisão com apenas 16 times, embora fosse viável e bem possível que assim fosse, dada a tendência de concentração do futebol atual. Além disso, estamos ignorando a criação de uma Liga Europeia, da qual pelo menos a Juventus com certeza faria parte.
      A segunda divisão segue com todos os times nortenhos atuais, que são 7 (desconsiderando os 5 anteriores, guinchados à primeira), mais 13 vindos dos grupos A e B da Série C, também em ordem de classificação. A terceira divisão, não idealizada, seria composta pelo resto dos times 25 times regionais na Série C mais o necessário para fechar uma divisão que seria formada, provavelmente por dois grupos regionais.
      __
      Obs: me perdoem por algumas imagens que estão com aviso de corretor, não quis editar todas novamente.
      Além do fato já apontado sobre o possível enfraquecimento da Juventus, ao menos no curto prazo, podemos dizer que os grandes prejudicados por essa remodelação das fronteiras são Inter e Milan. Se olharmos apenas para a última década, pode não parece, mas duas das quatro vagas que a Itália tinha na UCL iam inevitavelmente para a dupla de Milão. Com apenas duas vagas e, eventualmente, três, fica mais difícil ambos irem ao mesmo tempo para a principal competição de clubes do mundo. Ainda assim, o baque não é tão grande.
      Sempre é de se considerar um ressurgimento de blues de grande torcida e/ou de grandes cidades. Esse fenômeno seria mais forte no sul, entretanto, pela quantidade de clubes representantes regionais que andam mal das pernas. No norte, os clubes estão mais ou menos se espera que esteja, com a maior exceção história sendo o Venezia. O Bologna também é um bom candidato pra um renascimento.
      A divisão também traria mais possibilidades para a península como um todo. Se a Padânia realmente ficasse em 5º lugar no ranking da UEFA e a Itália em 7º, por exemplo, teríamos um combinado de 5 vagas na UCL, 3 na UEL e 3 na UEL. A Itália, em 2022, terá apenas 4, 2 e 1, respectivamente. Ainda que se leve em consideração em que fase os times entrariam, me parece que é uma melhora, no geral.
      Pordenone, Spezia e Cittadella disputariam a primeira divisão nacional pela primeira vez.
      ¹ O Chievo Verona tem uma média de público horrível nessa temporada, o que me saltou aos olhos. Entretanto, o clube costumava manter uma média bem maior na Série A, por volta dos 11 mil torcedores por jogo.
       
      O futebol na Itália
      O primo pobre do futebol da Padânia, ao menos no quesito clubes, conta com algumas forças sólidas e internacionalmente bem reconhecidas, como a Roma, a Lazio e o Napoli. Entretanto, enquanto o norte coleciona 105 títulos, o sul possui apenas 8, sendo 3 dos giallorossi, 2 dos biancocelesti, 2 dos partenopei e 1 dos rossoblu (Cagliari).
      Embora Roma seja a capital, a quarta maior torcida da atual Itália e a maior dessa Itália dividida é a do Napoli. O clube do Maradona tem inclusive mais torcedores que os dois times de Roma combinados, o que é impressionante, de um lado, e lamentável, de outro. Roma, ainda que seja uma das cidades mais conhecidas do mundo, ficou sempre no meio desse embate étnico entre o norte e o sul da península, o que, na minha opinião, enfraqueceu a noção de que a capital deve ser o centro cultural de um país, que nem Mussolini e sua centralização conseguiram impor. A nacionalidade italiana não se concentra em Roma, da mesma forma que a nacionalidade alemã não se concentra em Berlim. No fim, o futebol ou está ligado a um forte senso de pertencimento, ou a uma forte economia, ou os dois. No caso de Roma, nenhum deles está presente.
      O futebol da nova Itália começa enfraquecido, com apenas cinco times na primeira divisão presentes na atual Série A, sendo os quatro campeões já citados mais o Lecce. A esses, se juntariam mais oito da atual Série B e três da atual Série C, fechando um campeonato de 16 times. Na segundona, o campeonato é formado por mais 16 times, todos da atual Série C, com exceção de dois. Cabe notar que há times muito tradicionais fora das duas primeiras divisões, como o Palermo, o Foggia e o Messina (considerando qualquer um dos dois atualmente existentes).
      __
      Aqui as mudanças são mais consideráveis. Com as fortes equipes do norte fora do caminho, abre-se um espaço para os clubes mais mediterrâneos. Primeiro, há a possibilidade de maior apoio ao futebol local no médio e longo prazos, principalmente se estamos tratando das equipes insulares mais o Lecce. A possibilidade de frequentar as competições europeias é bastante atrativa, tanto financeiramente quanto pela questão competitiva.
      O ressurgimento, aqui, seria bem mais notável, também. A separação daria um incentivo moral à reorganização de Palermo, Catania, Messina, Bari e Reggina, que são os centros de regiões metropolitanas de razoável tamanho. Dessa forma, a primeira divisão tende a se fortalecer após alguns anos, com os times citados que estão de fora, mas até lá, serão alguns anos nos quais a UEL terá como representantes italianos prováveis o Cagliari e o Lecce. Essas vagas podem beliscadas com alguma sorte por times de um degrau mais baixo, como Benevento e Frosinone.
      ² O Ternana, da segunda divisão, está com uma média de público anormalmente alta, ao contrário do Chievo. De um ano pro outro, um aumento aproximadamente 350% não é normal. A média de público mais comum do clube é de 3 mil pessoas.
      ³ Não foram achados dados sobre a as médias de Palermo, Messina e Foggia. Há que se destacar, entretanto, que o Palermo levava com frequência 20 mil pessoas por jogo na Série A, o Messina variou muito (de 30 pra 21 pra 10, nos três anos de Série A, temporadas 05, 06 e 07) e o Foggia levou 10 mil por jogo na Série B de 18/19. O Catania também leva bem mais gente em boas fases, a.k.a Série A.
       
      Seleções nacionais
      Levando consideração que os jogadores seriam selecionados pelos países nos quais nasceram, e não por prováveis outras regras adicionais:

      Como podem notar, faltam três jogadores. Eu preferi deixar esses espaços em branco mesmo, já que não faz tanta diferença. Vale ressaltar também que, no caso de jogadores que nasceram em outros países, meu critério foi a região do clube onde mais tempo jogou.
      Não achei nenhuma das duas especialmente fortes, embora a seleção sulista seja, pra mim, claramente melhor que a nortenha, ao menos no papel. Mas futebol é dentro das quatro linhas.
    • GeroManager
    • Banton
      By Banton
      Foto dos craques italianos jogando pelo Pescara na temporada 2011/2012.
       
      Fundado em 1936 com o nome Società Sportiva Pescara. O Clube disputou a Serie A em 6 temporadas (1977-1978, 1979-1980, 1987-1988, 1988-1989, 1992-1993, 2012-2013 e 2016-2017). Em dezembro de 2008, o clube foi legalmente declarado falido. Porém em fevereiro de 2009, o clube foi recriado sob o nome de Delfino Pescara 1936.
      FILOSOFIA: 
      O Pescara é conhecido por ser um clube que prioriza a contratação de jovens e desenvolvimento da molecada oriunda da base. É mais um daqueles times que servem de elevador para grandes mercados. Além dos craques da temporada de 2011/2012, passaram por lá Juan Fernando Quintero (atualmente no River Plate) que foi a segunda venda mais cara da história dos Golfinhos.
      A venda de maior valor pertence ao ídolo mais recente do clube: Marco Verratti (atualmente no PSG). O Companheiro de Neymar na França, foi revelado nas categorias de base do clube. Outros jogadores de destaque internacional que foram revelados pelo Pescara são: Lucas Torreira (atualmente no Arsenal) e o já aposentado Morgan De Sanctis (atualmente dirigente da Roma).
      LEITURA: 
      Um Iôiô com orgulho Vendas mais caras da história do clube O legado de Zdenek Zeman (Em inglês) CURIOSIDADE:
      Leovegildo Lins da Gama Junior, o "Maestro Júnior" passou pelo clube e é um dos maiores ídolos da história do Pescara! Outra curiosidade sobre o Capacete é que ele foi o primeiro estrangeiro da história do time!
       
      -=-=-
       
      UMA NOVA CARREIRA:
      Curtiu a dica? Procurando por mais desafios? Clique aqui e conheça a história de outros clubes espalhados pelo mundo.
    • Banton
      By Banton
      Zdeněk Zeman (Praga, 12 de maio de 1947) é um treinador tcheco. Tido como o "o técnico mais ofensivo do mundo". Nascido na extinta Tchecoslováquia, Zeman construiu toda sua carreira como treinador no futebol italiano, sendo lembrado principalmente por sua passagem no comando do Foggia durante os anos 1990, onde ficou conhecido com seu marcante 4-3-3, sempre atuando para divertir o público, através do "jogo bonito", muitas vezes até mesmo em detrimento do resultado da partida.
      DESAFIOS:
      1 - Assim como Zeman, sua missão é pegar um time da Serie C - de preferência sem tradição e levá-lo até a Serie A. Repetindo o feito histórico do icônico treinador tcheco. 
      2 - Zdeněk além do futebol ofensivo, é um técnico que tem bons olhos para a base. Sempre revelando ou desenvolvendo grandes talentos de suas equipes. Por isso, dê prioridade aos jovens da base do seu clube neste save, os jogadores "revelados" pelo boêmio foram: Francesco Totti, Alessandro Florenzi, Ciro Immobile, Marco Verratti, Lorenzo Insigne, Marco Sau, Alessandro Nesta, Francesco Baiano, Giuseppe Signori e Roberto Rambaudi.
      3 - O ex-treinador de Lazio e Roma - apesar de muito reconhecido, nunca conquistou um título importante e essa será a principal meta.
      INDICAÇÕES DE LEITURA:
      O que faz de Zeman, um treinador de culto? Foggia, o milagre italiano 'Um completo lunático': conheça o técnico mais ofensivo do mundo e as táticas malucas que ele usa O futebol italiano nunca viu alguém como Zdenek Zeman ---
       
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    • Banton
      By Banton
      A Unione Sportiva Città di Palermo, ou simplesmente Palermo, é um clube de futebol italiano.
      Foi refundado em 1900 como Anglo Panormitan Athletic and Football Club, e renomeado como Unione Sportiva Città di Palermo em 1987, depois da falência da sociedade futebolística anterior. Na Copa do Mundo de 2006 foi representado por alguns jogadores na seleção italiana, como os defensores Cristian Zaccardo e Andrea Barzagli, o lateral Fabio Grosso e o meio-campo Simone Barone.
      FILOSOFIA:
      O Palermo conta com uma filosofia simples: contratar jovem, moldar o jovem e vender o jovem. Pelo estádio Renzo Barbera, grandes nomes já passaram e vestiram a camisa rosanero. É mais um clube que compra jovens do que propriamente os revela. Vamos a curiosidade e o por quê do título ser "Constelação de Palermo"?
      CURIOSIDADE:
      Os Aquiles formariam um grande esquadrão se não vendesse os seus principais craques:

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