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Henrique M.
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3 horas atrás, J.F.D. disse:

Valeu galera. Foi uma temporada difícil e espetacular e fiquei feliz por ter começado muito bem essa campanha. Bruno, só subiram duas equipes mas caiam três da elite, o número de equipes foi alterado na nova temporada? Ou deixei passar algum detalhe? 

Isso mesmo. São 23 clubes agora na Primera.

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  • Henrique M. changed the title to PM United - Club Villa Dalmine (28/03)
  • Vice-President
14 minutes ago, Gundogan said:

Eu gostava de participar ! 😄

Seja bem-vindo, você será o quinto dos treinadores, logo após o @Leho..

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A temporada foi muito boa, parabéns @J.F.D.. Na reta final da fase de grupos cheguei a temer que o time não se classificasse, pois a sequência de resultados foi muito ruim, mas pelo visto os outros times também patinaram né.

@Bruno Trink boa sorte na sequência!

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E lá vamos nós...

 

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Estava com saudades de passar por uma janela de transferências já que no save do 1. FCK eu praticamente não estou contratando. Assim, foi quase o fim de semana inteiro para ajustar o elenco do Villa Dálmine. Com base nas dicas do @Johann Duwe, renovei os empréstimos do Maciel e do Del Priori. O meio, por sinal, excelente negócio já que não pagamos seus salários. Além deles, Santiago Moyano, que ficou sem contrato, foi contratado em definitivo. Passei a atacar as carências que eram basicamente dar profundidade ao elenco até porque, pelas sugestões da equipe de olheiros, dificilmente conseguiria trazer jogadores muito melhores com as limitações financeiras do clube.

Assim, o único que vem com status de titular é o goleiro Kevin Humeler já que Ojeda está com 37 anos e dá sinais de que vai encerrar a carreira em breve. Os demais são o lateral esquerdo Joaquín Moreyra, os meias Tomás Chancalay e Evelio Cardozo, o meia e atacante brasileiro Lázaro e o veteranísismo meia multifuncional Jonás Gutiérrez. Além deles, voltam de empréstimo David Gallardo e Lucas Cuevas e servirão de opções pelos lados.

 

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Entendo que o elenco ficou mais forte mas ainda faltaria uma opção para a lateral direita e um nome de mais peso para o ataque. Na lateral, tentei o Pablo Zabaleta, livre, mas o veterano preferiu ir para o Defensa y Justicia. Até vi muitas opções mas, por enquanto, até por causa da situação financeira do clube, usarei o Sansotre ou o Jonás improvisados quando precisar. No ataque, Rodrigo Palacio, 38 anos, fez testes no clube mas esbarramos na questão salarial. 

 

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Nesses amistosos de pré-temporarda, mudei um pouco o 4-2-3-1 da temporada passada e adicionei mais instruções, basicamente usando as pré-definições do jogo. Não conseguimos vencer nem o Patronato nem o Gimnasia La Plata, equipes que fizeram o caminho inverso do Villa Dálmine, caíram da Primera e jogarão a segunda divisão. Sinceramente, ainda não sei o que esperar dessa estreia oficial contra o Colón no Cementerio de Elefantes. O time titular deve ser Humeler; Moyano, Maciel, Sansotre e Alvacete; Recalde e Del Priore; Veliez, Cardozo e Chancalay; Lázaro.

 

Finanças em 02/06 | Finanças em 25/07

Expectativas

Previsão da imprensa

Movimentação de treinadores na Primera División

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  • Henrique M. changed the title to PM United - Club Villa Dalmine (30/03)

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Que primeira metade de Primera División para o Villa Dálmine! De candidato ao rebaixamento, agora o pequeno clube da cidade de Campana, província de Buenos Aires, ocupa a 5ª colocação na tabela de classificação. Já começou surpreendendo ao derrotar o Colón no Cementerio de Elefantes e fechou essas onze rodadas com uma vitória histórica sobre o River Plate e segurando um empate com o Racing Club do Beccacece. E não é primeiro de abril. Verdade que, tirando essa sobre os milionários, todos os triunfos foram sobre times que estão na parte de baixo da tabela. O que significa que, nas próximas onze rodadas, enfrentaremos adversários mais qualificados. O fato é que, se o objetivo era se manter na divisão principal do futebol argentino, vencer os confrontos diretos contra as equipes de baixo é fundamental.

 

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Promédio

 

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Para isso, apostei no 4-2-3-1 com pontas abertos. Ao contrário do Johann, me baseei nas táticas prontas do FM, ajustando uma ou outra instrução específica com base nas dicas do assistente técnico. Estou basicamente variando entre o Tiki-taka Vertical e o Contra-ataque Fluido. Pelas médias de atuação dos jogadores, fica claro que o destaque é para a linha defensiva que mudou apenas o goleiro. Moyano, Maciel, Sansotre e Alvacete estão bem seguros, mesmo nas derrotas, todas por 1 a 0. Sansotre, inclusive, é um dos artilheiros do time com três gols, junto com Lázaro e Chancalay. O quinteto de meias também não está muito atrás. Chancalay e Cardozo começaram muito bem, até, mas caíram um pouco nas últimas partidas. Lá na frente, o menino do Flamengo está mostrando muita personalidade. Entre os reservas, Orosco foi o que mais atuou e está colocando uma pulga atrás da orelha do treinador. 

Na reta final da janela de transferências, quando já só podiam ser contratados jogadores de fora do país, encontrei o polivalente chileno Sebástian Galani que atuar tanto como volante, meia central ou lateral direito e tem quebrado bons galhos quando preciso defender um resultado.

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  • Henrique M. changed the title to PM United - Club Villa Dalmine (01/04)

Não há como contestar, início sublime para o pessoal da Villa, mas não sei muito o que é necessário para sobrevivência. Na tabela não mostra os promedios não?

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43 minutos atrás, Andreh68 disse:

Não há como contestar, início sublime para o pessoal da Villa, mas não sei muito o que é necessário para sobrevivência. Na tabela não mostra os promedios não?

Tem um link com o promédio embaixo da tabela de classificação. 

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Vai chegar na metade do campeonato com o objetivo praticamente cumprido já, essa pontuação te garante certa folga no Promedio, ainda mais em um cenário que o Newells vem de duas péssimas campanhas . Ali em baixo já são 2 quase condenados.

Tem que pensar positivo, seguir roubando ponto dos pequenos e sonhar com uma competição continental. Aproveita que na Argentina rola uma festa da vagas também.

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45 minutos atrás, Bruno Trink disse:

Tem um link com o promédio embaixo da tabela de classificação. 

Ah valeu. Tá com alguma gordura.

Lendo pelo celular comi mosca...

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Em 02/04/2020 em 16:17, Peepe disse:

Vai chegar na metade do campeonato com o objetivo praticamente cumprido já, essa pontuação te garante certa folga no Promedio, ainda mais em um cenário que o Newells vem de duas péssimas campanhas . Ali em baixo já são 2 quase condenados.

Tem que pensar positivo, seguir roubando ponto dos pequenos e sonhar com uma competição continental. Aproveita que na Argentina rola uma festa da vagas também.

Confesso que nem estou mais olhando para baixo! O objetivo agora é conseguir manter esse ritmo e, sim, beliscar vaga em uma competição continental. Quem sabe Libertadores até?!

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07 de março de 2021

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Se a primeira metade do campeonato já foi surpreendente, o que diria dessa segunda parte? Simplesmente não perdíamos. E não era só isso, fomos sempre superiores aos adversários. Em especial no quesito posse de bola, onde chegamos a absurdos 73% contra o Atlético Tucumán. Na antepenúltima rodada, tínhamos até chances de conquistar o título. Só que, então, enfrentamos o Boca Juniors, que era o líder, e o Independiente, atual campeão e vice-líder. Perdemos, em casa, para os xeneizes que, eventualmente, viriam a conquistar a liga e empatamos com o Rey de Copas. Fechamos a Primera División na quarta posição, atrás também do Racing Club mas bem a frente dos milionários, por exemplo. Para quem tinha a previsão de terminar na 20ª posição, a campanha foi sensacional.

Agora, o time passa a disputar a Copa de la Superliga no grupo B em que, teoricamente, pelos resultados da liga, só tem o Boca como real complicação. Os dois primeiros de cada grupo se classificam para a semifinal.

 


 

 

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Promédio

 

 

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Com jogos apenas aos fins de semana e com poucas lesões durante a temporada, consegui manter uma equipe base em praticamente todas as 22 rodadas. Humeler, Sansotre, Recalde, Alvacete, Moyano e Chancalay atuaram em todas as partidas. Do time considerado titular, Evelio Cardozo foi o que menos atuou, até pela boa sombra do Orosco. Aí que entra a grande questão para esse Villa Dálmine nas próximas temporadas, falta de profundidade fora do onze principal. Na virada do ano, chegou o meia atacante Juan Manuel Vázquez que já estava acertado desde a outra janela. Mais dois atacantes foram contratados, esses para a base: Claudio Senatore e Pedro Giusiano De agora até o final, é isso que temos. Para a seguinte, é algo que deve estar na cabeça do próximo treinador que deve ser criativo pois, até agora, a situação financeira do clube é péssima.

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Que campanha espetacular, passou o trator em praticamente todo mundo dentro de casa e ainda conseguiu resultados bem expressivos fora. Com 4ª colocação vai entregar o time já na fase de grupos da Libertadores para o próximo treinador??

O desafio pro futuro é pesado, mas existe uma base boa pro trabalho. Como as finanças exigem cuidado, não dá pra pensar em grandes contratações e imagino que nem precise, é realmente encorpar o elenco apenas.

   

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  • Henrique M. changed the title to PM United - Club Villa Dalmine (05/04)
  • Vice-President

Grandíssima campanha, continuando o trabalho do Johann e colocando as expectativas lá em cima. Espero que ganhe alguma coisa, que aí peço demissão. hahaha

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É vcs preocupados com o promedio! Vcs joga do com 11 e cheat, tem q entrar em campo com 10!!! Ruim só foi permitir esses urubus platenses ficar com o título...

Parabens

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Continuando a boa campanha passada com o Johann, encaixou mais ainda o time e engatou uma ótima temporada em que o próximo treinador vai poder pegar o time na Liberta. O problema vai ser administrar o péssimo caixa que deixou ahhahahah

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16 horas atrás, Peepe disse:

Que campanha espetacular, passou o trator em praticamente todo mundo dentro de casa e ainda conseguiu resultados bem expressivos fora. Com 4ª colocação vai entregar o time já na fase de grupos da Libertadores para o próximo treinador??

O desafio pro futuro é pesado, mas existe uma base boa pro trabalho. Como as finanças exigem cuidado, não dá pra pensar em grandes contratações e imagino que nem precise, é realmente encorpar o elenco apenas.

   

Acho que sim, parece que é fase de grupos mas não mostrou na classificação. Como eu falei, o time titular é bem competente mas falta profundidade ao elenco. Lateral direito, por exemplo, só adaptado. Mas dá pra quebrar um bom galho enquanto se ajusta financeiramente.

 

16 horas atrás, Henrique M. disse:

Grandíssima campanha, continuando o trabalho do Johann e colocando as expectativas lá em cima. Espero que ganhe alguma coisa, que aí peço demissão. hahaha

Olha... Até agora a diretoria ainda não me procurou para renovar. Talvez estejam preocupados com a questão financeira, apesar de não terem reclamado de nada ainda.

 

13 horas atrás, Andreh68 disse:

É vcs preocupados com o promedio! Vcs joga do com 11 e cheat, tem q entrar em campo com 10!!! Ruim só foi permitir esses urubus platenses ficar com o título...

Parabens

Interessante que eles trocaram de treinador e já conquistaram o título. Surpresa foi a péssima campanha do River.

 

13 horas atrás, Johann Duwe disse:

Diz aí, Sansotre e Maciel são duas pedras né não??

Sensacional dupla! Pena que não consegui contratar o Maciel, ele vai pra Europa.

 

11 horas atrás, marciof89 disse:

Continuando a boa campanha passada com o Johann, encaixou mais ainda o time e engatou uma ótima temporada em que o próximo treinador vai poder pegar o time na Liberta. O problema vai ser administrar o péssimo caixa que deixou ahhahahah

É, essa questão financeira me preocupa. O curioso é que eu nem gastei como se não houvesse amanhã, muito pelo contrário, negociei alguns jogadores só pra diminuir a folha. Mesmo assim, não deu muito jeito. O estádio é pequeno, são poucas opções de receita. Complicado.

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Encerro aqui minha primeira participação nesse save coletivo do Profissão: Manager com a segunda temporada do treinador Guillermo Rocca. 

 

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A última competição disputada foi a Copa de la Superliga onde vinte equipes são divididas em dois grupos dentro dos quais as equipes jogam entre si em apenas um turno. Em teoria, pelo resultado final da Primera División, o Vélez seria o grande adversário do Villa Dálmine na luta por uma das duas vagas. Tivemos a vantagem de jogar contra eles em casa, vencemos com um gol do Alvacete, e a classificação veio na penúltima rodada ao vencermos o Banfield. A derrota no jogo seguinte mostrou um time desmotivado mas a única coisa que mudaria seria o adversário na semifinal. 

Semifinal que foi bem mais emocionante do que eu imaginava. Vencemos a primeira partida, em casa, até com certa tranquilidade apesar do segundo gol ter acontecido apenas no final. Na volta, no Estadio Diego Armando Maradona, sofremos com a pressão dos bichos que empataram o confronto em treze minutos. A mudança tática para essa partida foi devida às lesões dos dois jogadores que poderiam fazer a ponta direita de forma natural, Veliez e Brandán. Mas Lázaro diminuiu e acalmou o jogo. Jonas empatou logo em seguida e parecia que estava tudo definido, mesmo com muito a se jogar. Só que ainda teve emoção até o final com dois gols nos últimos minutos.

Na decisão, na nossa casa, encaramos um Boca de frente, mas sem pressão. Fiz uma rotação nos jogadores de frente para voltar com o esquema tático original e Vázquez, no comando do ataque, foi o nome do jogo. Só que o gol do Obando no último minuto, num vacilo de toda a defesa, levou a decisão para os pênaltis. Andrada pegou a primeira cobrança do Cardozo, Jonas e Sansotre cobraram para fora. Do lado xeneize, Ávila errou o gol e Humeler defendeu a batida do Leonardo Jara. Final, um heroico mas decepcionante 3 a 2.
 


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Competições

 

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O próximo manager, se renovar com o Villa Dálmine, já que o contrato do Rocca termina no fim de junho e a direção do clube ainda não o procurou, herdará um elenco interessante com os empréstimos do Del Priore, Cardozo e Lázaro até 2022 mas precisará olhar, principalmente, para a linha de defesa. Maciel não ficará. Tentei contratá-lo em definitivo mas, por causa das dificuldades financeiras, não consegui superar os salários oferecidos pelo Almería. Martínez, o reserva imediato, não tem interesse em ampliar seu contrato e Motroni volta de empréstimo. O grande entrave será mesmo o buraco financeiro em que o clube se encontra.
 

Lesões
Finanças

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  • Henrique M. changed the title to PM United - Club Villa Dalmine (07/04)

História maneira até aqui. Inclusive quebrando o tabu de que os promédios favorecem os grandes. Pode até ser, mas se o time que sobe não for horrível em sua primeira temporada, não cai.

Enfim, eu tinha entendido que seria um save coletivo de clube, mas é de treinador?

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1 hora atrás, Neynaocai disse:

História maneira até aqui. Inclusive quebrando o tabu de que os promédios favorecem os grandes. Pode até ser, mas se o time que sobe não for horrível em sua primeira temporada, não cai.

Enfim, eu tinha entendido que seria um save coletivo de clube, mas é de treinador?

É save de treinador. Cada um que entrar escolhe os destinos do Guillermo Rocca.

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Que pena. Esse título fecharia a passagem pela Argentina com chave de ouro. Como se gosta de sair no auge talvez a hora seja essa. Vejamos o q o Mister HM fará.

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  • Vice-President
1 hour ago, Andreh68 said:

Que pena. Esse título fecharia a passagem pela Argentina com chave de ouro. Como se gosta de sair no auge talvez a hora seja essa. Vejamos o q o Mister HM fará.

Mas a decisão de sair é minha, não dele. hahaha

Ele nem conseguiu renovar com o time.

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  • Vice-President

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Temporada 2021/2022 - Pré-temporada

Depois de passar pelas mãos do @Johann Duwe e do @Bruno Trink, que fizeram ambos um excelente trabalho com a promoção e com a vaga na Libertadores, chegou a minha hora de assumir o Club Villa Dálmine. O primeiro problema que se avizinhava no futuro era a questão contratual e o meu real desejo de continuar no clube.

Renovar ou não renovar, eis a questão

Confesso que gostaria que o Bruno tivesse levado a Super Liga para casa, pois assim, poderia pedir demissão e ser feliz com uma folha em branco para mim. Entretanto, sem nenhuma conquista e com uma Libertadores no horizonte, achei melhor esperar a renovação contratual. A diretoria demorou um pouquinho, mas quando os trâmites contábeis da temporada passada se encerraram, eles me ofereceram um novo contrato, com um aumento de cerca de 2 mil euros e mais dois anos, renovei o contrato, sem negociar nem finanças e muito menos a visão do clube. 

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Remodelando o elenco

O primeiro passo foi avaliar quem eu gostaria de utilizar dos que ficariam e quem eu utilizaria daqueles que estavam emprestados ou no sub-20 do clube. Como a janela começava só em junho e já na metade de julho teríamos jogos oficiais, eu precisava deixar tudo mapeado e facilitado para conseguir as contratações necessárias. Entre entradas e saídas, os jogadores que não estavam e estarão são: Fernando Espíndola, Juan Motroni, Hernán Sánchez, Talo Colleta, Santiago Patroni e Valentín Umeres. Espíndola, Sánchez e Patroni foram promovidos dos escalões inferiores, enquanto Motroni, Colleta e Umeres retornariam de empréstimo. Com isso, precisaria buscar um goleiro reserva, um lateral-direito reserva, um zagueiro titular, um meia-central titular, um ponta-direita titular e um ponta-esquerda reserva.

Saídas

Com a situação financeira delicada da equipe, eu achei que teria que me desfazer de algum jogador e tentei vender logo o mais caro. Álvaro Veliez foi oferecido para alguns clubes assim que cheguei, mas o jogador ficou insatisfeito com isso, eu prometi que não iria vender e no final das contas, a única oferta que recebemos foi por Humeler. Entretanto, como não era o suficiente para resolver nossas finanças, acabei ficando com o goleiro e ainda renovamos com ele. As três primeiras negociações já estavam conluídas quando cheguei e o restante, foi adequação do elenco para aliviar a folha salaria. Femia foi o único que consegui vender.

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Contratações

A primeira contratação foi Santiago Royo, entretanto, era um negócio previamente acertado, no qual não tive participação. Depois, Tomás López chegou por empréstimo do Quilmes para ser titular na nossa zaga. Quase junto com ele chegou Darío Giraudo, volante e meia-central, o meio-campista tem tudo para ser o motor do nosso meio nessa temporada. O jogador já foi até observado por Scaloni, treinador da Argentina, no seu primeiro jogo oficial com a camisa roxa. Na sequência, Juan Álvarez fechou para ser o titular na ponta-direita, fechando rapidamente todas as lacunas no time titular.

Entretanto, para as posições no time reserva, tive mais dificuldades. Franco Rossin chegou para ser o meia-esquerda reserva, depois de mais de um mês procurando atletas capacitados para fazer a função e que não iriam cobrar muito caro. Tomás Durso veio para ser o reserva de Humeler e tivemos que correr para fechar com o goleiro, já que Humeler se lesionou após nossa estreia na liga argentina. Durso foi contratado no dia primeiro e já recebeu a camisa dentro do estádio do adversário para estrear. Por fim, Iván Cuello também chegou por empréstimo para ser nosso lateral-direito reserva. O mercado não correu na velocidade que eu esperava e as três últimas contratações já tiveram um quê de pânico, principalmente a de Durso.

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Tática e pré-temporada

Em time que está ganhando, não se mexe, portanto, mantive basicamente a mesma tática e estilo que estavam sendo trabalhos. Apenas coloquei algumas instruções que considero importantes, como um ritmo mais alto e uma defesa mais compacta. Também adaptei algumas funções para buscar extrair o máximo dos melhores atletas que temos.

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A pré-temporada começou em junho, menos de um mês após o fim da Super Liga. Tivemos ali duas semanas para trabalhar no físico e estávamos com um elenco totalmente fora do planejado para os primeiros amistosos, entretanto, a medida que os atletas foram chegando, o time foi encorpando e começou a evoluir contra os adversários mais fracos. Além disso, estreamos pela Copa da Argentina, com uma vitória de 2 x 0 sobre o Mitre. O jogo parecia que ia terminar naquele modorrento empate, mas o nosso gol modificou o cenário e conseguimos transformar aqueles 15 minutos finais em um momento valioso para o time.

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Notícias, informações e estatísticas do Club Villa Dálmine

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  • Henrique M. changed the title to PM United - Club Villa Dalmine (08/04)
  • Vice-President

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Temporada 2021/2022 - Parte 1

Jogos pelo Campeonato Argentino e Copa da Argentina

Tivemos um começo positivo, seguindo adiante na Copa da Argentina e cumprindo a expectativa mínima da direção, o jogo foi difícil, apesar do placar, apenas se tornou fácil depois que conseguimos furar a defesa do Mitre. Na sequência, viajamos e destroçamos o Newell's na casa dele. Até brinquei com o @Leho. que já iria passar as funções de treinador para ele, já que era melhor parar no auge. Contudo, mal sabia que eu realmente deveria ter passado isso para frente. O time engrenou uma sequência negra de oito jogos sem vencer, com apenas um empate contra o Defensa y Justicia, e com isso, meu cargo ficou em risco. E o próximo adversário, depois uma dura sequência de três derrotas por 3 x 2 era o River Plate, grande máquina continental na década e atual líder da competição. Pensando nisso, resolvi simplificar e tentar atuar mais como um clube que acabou de subir, ao invés de um clube que está tentando atingir um patamar de time grande. Mudei o esquema e a filosofia.

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Simplifiquei o trabalho do time sem a bola, e diminui o trabalho do mesmo em termos de manutenção dela. O resultado foi uma vitória por 2 x 0 diante do River, resultado que dava mais fôlego ao treinador e também confiança. Entretanto, ainda devíamos testar se a expulsão de Casco ainda na primeira etapa foi o grande diferencial do jogo. Na sequência, num jogo onde fomos muito bem contra o Racing e fomos derrotados em um contra-ataque onde a bola fez uma curva sobrenatural para não sair pela linha lateral, perdemos pelo placar simples. Na sequência, nova derrota, dessa vez para o Banfield. Com isso, decidi também modificar a forma como nos comportamentos fora de casa, colocando ainda mais cautela no jogo. 

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A combinação das duas novas táticas trouxe dois empates em casa e uma vitória fora. O jogo contra o Rosário foi cruel, vencíamos até o último lance do jogo, até Ferreyra resolver arriscar um chute.

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A imagem é ruim, mas já dá para ter uma noção do estrago. Entretanto, fomos gigante diante do Racing na rodada seguinte, nos vingando da eliminação na Copa. Entretanto, diante do Talleres, um jogo que eu esperava vencer, voltamos a empatar. Talvez a atual tática de jogos em casa ainda careça de ajustes.

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v Mitre (F) | v Newell's (F) | v Belgrano (F) | v Huracán (F) | v River Plate (C) | v Racing (N) | v Rosario Central (C)

Primera División

A campanha não está lá tão boa, mas se considerarmos que passamos boa parte das 14 rodadas beirando a última posição, nossa recente melhora é um alento. Não acredito que vai dar para chegar em algum lugar, principalmente porque esse não tem aquela Copa da Super Liga, vão ser apenas 42 jogos mesmo. A campanha do @Bruno Trink vai mantendo o promédio de forma tranquila, o que podemos fazer é continuar nossa meta de equilibrar isso, para que o próximo treinador não encontre um clube em chamas. 

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Tabela Completa e Tabela do promédio | Estatísticas gerais e individuais

Análise de desempenho

Coletivamente, nosso ataque estava excelente, mas nossa defesa, muito vazada, contudo, mesmo tendo um ataque excelente e uma defesa vazada, nossos números não diferem lá muito da atual posição. A nossa posição na tabela é a mesma que a posição da nossa defesa, portanto, se quisermos ir para algum lugar, temos que melhora a eficiência defensiva. E se possível, encontrar a veia goleadora da epoca que a defesa vivia sendo vazada.

Em termos individuais, Evelio Cardozo fez alguns gols no começo, mas todos de bola parada e vai dividindo a artilharia com Lázaro. O atacante sofre da síndrome de Pinamonti, perde muito gols e os gols perdidos, principalmente em alguns jogos em que o gol perdido mudaria a história da partida para nós, ficam na minha mente. Entretanto, ninguém assumiu a posição ali de uma forma que me faça poder dispender do atleta. Tomás Chancalay vai sendo o nosso melhor jogador nesse campeonato e vem me agradando, apesar de oscilar muito em conjunto com a equipe. Curiosamente, vivia sua melhor fase naquela época de jogos malucos.

Uma grata surpresa é Iván Cuello, o jogador veio para ser reserva do lateral, mas como faz todo o corredor direito e Veliez e Álvarez vão revezando um tempo no departamento médico, ele vem ganhando tempo de jogo no segundo tempo e em não tem nos decepcionado por enquanto. Por outro lado, Matías Del Priore não encanta e vai perdendo minha confiança, entretanto, com a mudança de sistema, o jogador acabou se tornando importante para o 11 inicial, mas, não vai entregando algo que nos faça pensar que não dá para substituí-lo. Dessa forma, nos últimos jogos Talo Colleta vem ganhando espaço e parece que está pronto para aproveitar o vacilo de Del Priore.

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A reunião fantasma

Em algum lugar de setembro, a diretoria veio dizer que estava desapontada comigo e queria que eu fosse em uma reunião com eles. Como eles falaram que se eu não aparecesse, poderia ser demitido, não arrisquei. Fui à reunião, mas chegando lá, não houve. Acho que eles não estão tão desapontados assim, só queria me testar para ver se eu me importava com o clube.

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Notícias, informações e estatísticas do Club Villa Dálmine

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    • Makengo
      By Makengo
      Boas.
      Novo save,nova história
      Neste save irei abordar a história de Helen Moon (entenderam, Lua,Moon...) , uma jovem treinadora que terá de enfrentar vários desafios e mostrar que o céu é o limite, até mesmo para o Newcastle, equipa da qual será treinadora e procurará retornar aos dias de glória, com Alan Shearer e Les Ferdinand (sim, ele é primo do Rio). O save do Dortmund ficará em pausa por enquanto, já que me entusiasmei um puco com o save e terei que recolher mais informação.
      O save terá a mesma métrica, mas como será mesmo pouco a pouco, em vez dos resumos de época que tinha na história do Dortumd, conseguirei fazer uma história melhor e mais detalhada.
      E tirando um pouco de inspiração do @Cadete213 com a sua nova história, irei colocar uma música como se fosse uma espécie de "trilha sonora", baseada na vibe da história (aviso: vai ser 90% hip hop- gosto  de um pouco de tudo mas sempre terei 2Pac,Lauryn Hill e Kanye West no meu top 3).
      Enfim,desejem-me sorte. Eu colocaria-vos "Go2DaMoon" de Playboi Carti com participação do Kanye mas quero vos poupar da decepção que foi aquele álbum.
      Então fiquem com "R.I.P" de Playboi Carti, apenas porque neste save não vou ser mansinho. Se e pra entrar é pra levar a bola e o pé junto.
      (PS: É apenas uma apresentação por tanto não achei necessário um banner)
    • PedroJr14
      By PedroJr14
      Eu já venho matutando há algum tempo uma nova história com um time do meu estado. Depois que o Altos conseguiu o acesso à Série C essa vontade aumentou mais ainda. A grande cereja do bolo foi o relatório sobre a última história que eu fiz aqui, onde o nosso querido @Peepedisse que ainda esperava uma história minha com começo, meio e fim. Desafio aceito!
      O CLUBE
      Muitos aqui sabem que o Altos subiu para a Série C de 2021, mas acredito que poucos sabem das dificuldades enfrentadas pelo clube durante o ano de 2020. A Associação Atlética de Altos fundada como equipe amadora em 2013, na cidade de Altos-PI, cerca de 40km de distância da capital Teresina, se profissionalizou em 2015 e logo obteve sucesso a nível estadual. A organização do clube impressionava e logo no seu primeiro ano profissional conquistou o título da Segunda Divisão do Piauí, garantindo assim o acesso para a Primeira Divisão no ano seguinte. Já no seu primeiro ano na elite, o Altos obteve a melhor campanha do campeonato e venceu a final sobre o River por 4x2 no agregado, porém perdeu o título no tribunal, por conta da escalação de um jogador irregular. Ainda em 2016 o altos obteve a melhor campanha da história da primeira fase da Série D, naquela época(5v-1e-0d), mas acabou eliminado pelo CSA, que conseguiria acessos consecutivos até a primeira divisão.
      O ESTÁDIO

      O Altos manda seus jogos no Estádio Municipal Felipe Raulino, o "FELIPÃO", que tem capacidade para cerca de 4 mil torcedores. Apesar de ficar muito próxima à capital Teresina, o Altos prefere mandar até os jogos grandes no seu estádio, mesmo às vezes sendo menos vantajoso financeiramente, só não joga lá quando é obrigado pela federação. O acanhado Felipe Raulino se transforma em Felipão, um verdadeiro caldeirão quando o time do Altos pisa lá dentro, que já fez o clube conseguir resultados improváveis.
      O MASCOTE

      Particularmente a coisa mais espetacular que eu acho nesse time é o mascote, que além de ser LINDO e SENSUAL, literalmente vive para o clube. E por conta dele eu criei o clássico dos mascotes entre Altos e Piauí Esporte Clube, que também tem um mascote espetacular, nada mais nada menos que um RATO MOLHADO, que se enxuga durante os jogos.
      O QUE ACONTECEU EM 2020?
      A nossa história começará no início de 2020, ignorando os acontecimentos desde ano, mas sem a maioria dos jogadores importantes contratados no ano, diria que sem os mais importantes. Nossas finanças estão zeradas, não temos dinheiro para contratações ou salários e contamos com apenas 18 jogadores no elenco, com posições muito carentes como a presença de apenas 1 goleiro, 1 lateral-direito e 3 zagueiros e 3 meias de ofício.
      Os desafios para um time como o Altos vão bem além das 4 linhas. O clube não tem estrutura, nem investimentos, não tem um banco de análise de dados, nem categorias de base. Vai ser um grande desafio comandar esse time nas próximas temporadas, ainda que eu já conheça alguns atalhos nas divisões inferiores e no Nordeste do Brasil.
      Ainda não posso adiantar qual será a meta para o fim da história, mas acredito que eu só vá parar depois de pelo menos um título de Campeonato Brasileiro, já que eu costumo dar sorte em Copas, então não vou colocar a Copa do Brasil como meta principal. O intervalo (ingame) entre os capítulos também ainda não foi determinado, mas pode ser de 3/3 meses, 4/4 ou 6/6. Devo fazer uma história baseada em tudo que rodeia o clube, passando pelo treinador, presidente e a relação do Altos com a política, o que não costuma dar certo no futebol.
      Estou aberto a dicas, críticas e tudo que possa me ajudar a melhorar como contador dessa história, espero contar com vocês.
      É possível ter uma temporada semelhante à que aconteceu na vida real em 2020-21? Como fazer um time tão limitado ser competitivo? Veremos nos próximos capítulos.
      Sala de troféus
      Capítulos
    • v_martins
      By v_martins
      The Asian Way Of Life -  Livro I
      Beijing, 23 de maio de 2019. Capítulo I, pt.I.

       

      - Essa história pode ser sobre qualquer coisa, meu rapaz... Pode ser sobre o que você quiser.

      - Inclusive sobre os seus delírios se quiseres falar mais deles. – Dizia Quevedo com o seu ar paternal, ao sairmos de uma casa de chá, próxima ao Yiheyuan.



      Esse era o primeiro dia de folga que tínhamos em muito tempo.

      Falo muito tempo, mas parece que foi ontem que cheguei à China, quase sem querer.



      Mas, espere aí: você nem sabe quem sou...

      Porém, antes preciso pegar um café, para assim narrar minha pequena (longa) história.
      (Ou seria odisseia... ?)

      Para todos os efeitos, chame-me de Vinní. E esse é o meu perfil, em modo formal, de acordo com a RFEF.

      Voltando, eu era apenas um auxiliar/analista de desempenho, adotado por um jogador histórico “barcelonista”, que era o Eusebio Sacristán.

      Também conhecido como esse cara aqui:



      Fora isso, tive uma carreira relativamente proveitosa no futebol.

      Eu fui um bom centroavante.  É verdade.

      Tirando as lesões nos dois joelhos e os dois anos sem jogar, eu até que fui bem.



      Marquei 117 gols em 198 jogos. Uma média incrível realmente.

      Exceto se você considerar que 104 desses 117 foram marcados em ligas poderosas como: a do Camboja, a das Maldivas e a do Turcomenistão.


      Mas, voltando:

      Encerrei a carreira, trabalhei em clubes pequenos, passei pelo Damm, de Barcelona, de lá fui ao sub-14 do Barcelona em 2012, até o momento em que conheci o Eusebio no refeitório do clube, conversamos e de lá...

      E bem, de lá o segui pra praticamente todo o lugar...

      Inclusive pra onde ele não veio.

       

      Continua...
       
    • Peepe
      By Peepe
      Apresentação
      Fala, pessoal, tudo bem? Não sei se posso bem me chamar de um contador experiente mas, após o sucesso do Hernandéz Fernandéz na busca para ser um milionário, resolvi voltar com um desafio que tem alguma relação com o que se passou por lá.
      Para quem não me conhece, sou Pedro Ribeiro, professor de história oficialmente e um antigo jogador de FM nas horas vagas, que busca aprender um pouco mais sobre esse cativante jogo. Uma das coisas que está na minha lista de aprendizado é a gestão individual de um clube: por ser muito apegado a saves carreiras, estilo preferido, eu nunca aprendi a ser um grande gestor que se preocupa e revoluciona cada etapa de sua equipe, sempre fiz o básico para funcionamento do time principal e aquilo era suficiente. Portanto, ao pensar o novo save eu tinha em mente que ele precisava ser de clube, faltava só decidir qual. Meu coração futeboleiro está na América do Sul e eu não tive entusiasmo para assumir clubes europeus nesse momento, então, logo me voltei ao continente e decidi escolher a Colômbia por 2 motivos: o primeiro é que o Nandéz não passou pelo país e eu senti falta de conhecer melhor uma liga que manteve-se grande durante todo meu save (arrisco dizer que era a 3ª ou a 4ª em disputa com o Paraguai), o segundo motivo é que o campeonato nacional se decide em mata-mata, o que impede o save de se tornar monótono caso eu monte um mega time, afinal, vou continuar tendo o frio na barriga na fase final do campeonato.
      Quando comecei a pesquisar, logo bati o olho no time, nas histórias que lhe permeiam e sabia que queria repetir o principal feito de sua história: ganhar uma Copa Libertadores! Ficou fácil, agora todos sabem, o time escolhido é o Once Caldas!

      O Once Caldas S.A é um clube de futebol colombiano localizado na cidade de Manizales, uma das cidades que compõem o eixo do café. O clube foi fundado em 1947 como Deportes Caldas, sendo campeão nacional em 1950, em uma primeira gloriosa fase da equipe.
      É a partir apenas de 1961 que a equipe adota o nome de Once Caldas, após fechamento do Deportes Caldas e fusão com o Deportivo Once. Engana-se quem pensa que foi a única troca de nome da equipe colombiana, o Once Caldas foi pioneiro na comercialização de naming rights e negociou o próprio nome: foi chamado de Cristal Caldas e Once Phillips, entre outras marcas, durante os anos 70 e 90, retornando ao Once Caldas de 1996 em diante.
      Curiosamente falando, a fase de retorno ao nome original marcou o grande período da história do clube: em 1997, sob o comando de Javier Álvarez, a equipe se fortalece e chega a um vice-campeonato nacional no ano seguinte. Continentalmente, o Once participa da Copa Conmebol em 1998 e debuta na Libertadores em 1999, quando demonstra a força do estádio Palogrande ao vencer o River Plate por 4-1 e o Deportivo Cali por 3-0 (nota importante: o Deportivo Cali acabou vice-campeão daquela Libertadores). A força da equipe em casa vai ficar marcada pois a primeira derrota em Manizales só vem a acontecer na Libertadores de 2011 contra o Universitario San Martin após mais de 20 jogos de invencibilidade.
      A grande fase da história da equipe fica marcada por dois títulos: o Apertura de 2003, conquistado no templo Palogrande em cima do Junior de Barranquilla, que garantiu vaga para a mística Libertadores de 2004.
      Verdadeiro motivo pela escolha do clube, é possível dizer de forma mais empolgada que talvez tenha sido a maior campanha da história da Libertadores. Pelo menos no século eu afirmo com alguma tranquilidade isto. O Once Caldas sai de um grupo relativamente tranquilo mas já elimina o Vélez Sarsfield, passa nos pênaltis contra o Barcelona de Guayaquil nas oitavas e aí começa a façanha: elimina o Santos, que viria a ser campeão brasileiro em 2004, passa pelo São Paulo, o campeão da Libertadores no ano seguinte, com um gol aos 45’ do segundo tempo, sobrevive a uma temível Bombonera e na grande final diante do Boca Jrs de Tevez, Bianchi e cia, atuais campeões da Libertadores na ocasião, o Once levanta o caneco após o empate em 1-1 no tempo regulamentar e um 2-0 nas penalidades. Quem diria que o Once Caldas faria o Boca Jrs tremer ao ponto de perder as 4 cobranças. Todos os jogos decisivos acontecem em Palogrande, que se consolida como uma verdadeira fortaleza. Para quem quiser conhecer mais detalhadamente a campanha, recomendo esse texto ou esse podcast, que já fala sobre a final do Intercontinental contra o Porto.
      A campanha do Once Caldas naquela Copa não tem grandes destaques individuais, o goleiro Henao talvez tenha sido o nome de maior impacto e ele será assunto mais a frente. O que fica bem marcado como tipicamente Once é o forte sistema defensivo, capaz de sofrer poucos gols mesmo fora de casa e que deu força ao completo azarão. 

      Após a conquista da Libertadores, o Once Caldas disputou o último Intercontinental da história no formato consagrado pelos anos 80-90 contra o Porto e por pouco, muito pouco, não carregou também a alcunha de campeão mundial. Após resistir mais uma vez, a partida termina num 0-0 que leva a disputa para os pênaltis. Após 4 cobranças para cada lado, o Once estava a 1 gol de ser campeão mas Jonatan Fabbro desperdiçou a cobrança, o Porto empatou e acabou vencendo por 8-7 a disputa.
      (Nota irrelevante: Jonatan Fabbro, o homem que perdeu esse pênalti, é ex-marido de Larissa Riquelme. Aos que ganharam idolatria por ela e sua relação com o Nandéz, vale a menção)
      Como todo time de sucesso na América, o Once foi desfeito rápido por mercados de maior dinheiro, viu seus destaques ruindo e seu treinador, dono da estratégia defensiva de sucesso, terminou tetraplégico dias após a derrota para o Porto. Com isso, a equipe não galgou maiores sucessos, sendo vice na Recopa para o Boca Jrs, campeão da Sula, e eliminado nas oitavas da Libertadores seguinte.
      O último suspiro de grandeza do Once se deu com o bicampeonato colombiano no Apertura 2009 e Finalizacion 2010, sendo o último dos 4 títulos nacionais que a equipe tem em sua sala de troféus. Desde então, o Once Caldas é um time que nunca caiu mas também que não disputa mais os títulos, na posição de médio do futebol colombiano.
      Será que agora voltará aos anos de glória? Ao menos, um velho conhecido promete mudar tudo!
       
      O Treinador

      De todos os nomes possíveis, talvez ninguém simbolize mais aquela conquista de 2004 que Juan Carlos Henao, goleiro que passou 18 anos de sua carreira defendendo as cores do Once Caldas. Nascido em 30/12/1971, Henao tinha 20 anos quando fez sua estreia pela equipe em 1992 e galgou espaço pouco a pouco até se tornar uma referência no clube em 2004. Na mágica campanha, Henao era o homem de segurança de uma defesa que raramente era vazada ou cedia espaço aos atacantes adversários, além disso, aquele título tem a cara de Henao: foi ele que parou a cobrança final xeneize e pôde partir para a galera como o herói (foto acima).
      Após o título, Henao foi mais um dos que acabou saindo do clube, contratado pelo Santos mas sem maiores sequências desde então, quando passou pelo Millonarios, Atletico Maracaibo e Real Cartagena. Em 2010 retornou ao Once Caldas onde ficou até 2016, encerrando sua carreira com 45 anos.
      (Nota importante: o ex-goleiro Henao é preparador de goleiros de um pequeno time colombiano. A fim de “apagá-lo” foi criada uma alcunha para ele, como se fosse outra pessoa)
       
      Objetivo Principal:
      - Ganhar novamente a Libertadores
      Confesso que poderia fazer uma intensa lista e criar relações com as regras mas não me sinto confortável com isso. É claro que desejo ser campeão nacional, pretendo ter uma defesa de respeito e quero fazer valer o fator casa com a mística que Manizales merece, mas são coisas pouco palpáveis e de difícil controle. Resumir isso ao fato mais difícil, e motivador para a história, me parece suficiente.
      - Tornar o Once Caldas uma referência dentro da Colômbia
      Essa talvez seja uma meta “vazia” por assim dizer mas eu explico: na motivação para criar o save, eu queria ser capaz de desenvolver o clube como um todo, aprendendo um pouco sobre fornadas, comissão técnica e afins. É difícil criar parâmetros para colocar isto em objetivos, então, reúno neste ponto tornar a equipe a mais rica do país, ter condições de treino de topo, tal qual base e comissão técnica.
       
      Regras:
      - O sistema tático deve sempre ter mentalidade defensiva.
      Pois bem, se o ferrolho de Once ficou tão marcado na conquista da Libertadores de 2004, a forma mais justa de homenageá-lo é repetir o feito. Eu pensei até em repetir o sistema tático mas para isso existe um grande problema: eu teria de rever jogos do Once Caldas para definir sistema, jogadores e funções. Como o trabalho seria demais, ainda que sejam jogos muito bacanas, vou me limitar a sempre adotar a postura defensiva independente de qualquer coisa. Para mim, um adepto da parte tática mas viciado no “positiva” vai ser uma experiência bem curiosa.
       
      Informações do Save:
      Database

      O save foi criado na Colômbia em fevereiro de 2020 mas por razões românticas, explicadas a frente, foi andado randomicamente até 01 de julho. Carreguei as ligas todas sul-americanas, tal qual todos os jogadores do continente, para aumentar a competitividade no torneio. Também acrescentei algumas divisões europeias para tornar o save um pouco maior do outro lado da fronteira. Ao todo são 88 mil jogadores e 2,5 estrelas de desempenho, posso eliminar ligas ao longo do período se considerar necessário mas avisarei caso aconteça.
      O estilo de postagem será todo voltado para os jogos, sem nenhum elemento ficcional. Visando diminuir meu trabalho e dar uma razão de ser, os posts serão escritos em dois formatos: como um blog de torcedor do Once Caldas, para melhor contar jogos, e um diário do treinador, para acompanhar a parte tática e crescimento da equipe. É um modelo experimental que me parece mais satisfatório, tal qual a Db se preciso for mudar, aviso dentro do desenvolvimento da história.
      A apresentação do time no jogo, do treinador e tudo que percebi de entrada estarão postos no primeiro post que vai abaixo. 
    • div
      By div
      Buenas! Como vão? Tudo certo?
      Então, começo hoje meu novo empreendimento aqui na área. Pensei bastante que tipo de save gostaria de jogar e o que gostaria de trazer para cá. Tive algumas ideias e cheguei a começar alguns saves, um deles cheguei até a escrever a apresentação e fazer uns banners, mas acabei deixando de lado por conta deste aqui.
      Já queria registrar o agradecimento a todos que contribuem com a Galeria de Gráficos de onde peguei aquele que serviu de base para fazer o que estou usando. Não levo muito jeito com edição de imagem, então foi uma mão na roda.
      Este save foi inspirado no save “Os doze trabalhos de Hércules" do Jirimias, que me cativou pela premissa (completar 12 desafios, nos moldes dos trabalhos do semideus grego Hércules, dentro de um save no FM dirigindo o time do Hércules de Alicante). Com essa história como inspiração, eu queria fazer algo semelhante, porém com a cultura nórdica, que gosto muito. Assim, tentei chegar em algo que aliasse o FM, alguns desafios dentro de um save e a cultura nórdica, em especial sua mitologia.
      O primeiro passo era escolher o time que seria treinado. Não foi uma tarefa fácil, tanto que não encontrei nenhum clube que encaixasse com essa proposta como o Hércules se encaixava para aquela. Portanto...
      FIM DO SAVE, obrigado a quem acompanhou até aqui.
      Brincadeira, pensando um pouco, cheguei na conclusão de que seria melhor fazer o save com um time criado utilizando aquela opção “Criar um Clube” disponível no FM, inclusive porque nunca me aventurei nela. Assim nasceu o Viking Saga FC (falarei mais sobre o clube em outro momento, até para não alongar ainda mais a apresentação).
      Com relação ao subtítulo (“Uma nova invasão na Inglaterra”), acredito que seja de conhecimento geral a invasão Viking à Inglaterra nos séculos VIII e IX, de modo que vou me abster de explicar o contexto histórico (até porque não sou historiador e quanto mais me estender, mais chance tenho de falar besteira). Mas, caso não seja de seu conhecimento, tudo que é necessário saber é que os Vikings invadiram a Inglaterra naquele período e deram um calor no povo inglês, por assim dizer. Portanto, minha proposta é criar uma invasão Viking moderna na Inglaterra, por meio do futebol.
      Nesse momento você pode estar se perguntando: Mas por que não fazer o save num país nórdico, com o propósito dos Vikings dominando a Europa?
      E eu te responderia: Poderia ser interessante de se acompanhar um save assim e seria até mais lógico, sem sombra de dúvidas. Há na área diversos saves em países de menor tradição que levaram um clube à glória continental e mundial. Porém, especificamente para mim como jogador, há um problema nessa premissa: depende muito de ânimo e resiliência. Um save nesse estilo, salvo algo extraordinário ocorrendo, acaba chegando num ponto onde o time é bom demais comparado com seus conterrâneos, mas ruim demais para o sucesso continental, levando um tempo até que o time possa competir pela competição continental. E esse período em que não há competitividade doméstica e se joga um ano inteiro por causa de 6 a 13 jogos (ou menos), é algo que, como jogador, não me atrai no momento (repito que isto é como jogador porque me vejo muito bem lendo um save neste estilo sem problema algum, a questão para mim é jogar nestas condições).
      Tendo ponderado isso, acredito que a melhor forma de conciliar o meu interesse como jogador, com a premissa que idealizei, sendo algo que possa ser atraente para quem lê, é na ideia de fazer o clube na Inglaterra. Alguns fatores fazem da Inglaterra a melhor opção: Há uma ligação histórica entre os Vikings e a Inglaterra; há mais divisões na database básica do jogo; as ligas inglesas promovem mais competitividade aos times (o que gera desafio às sagas “Percorrendo a Yggdrasil” e “Evitando o Ragnarok”, abaixo explicadas); a Premier League em si é um desafio; e não há uma grande discrepância entre os times do G4 da PL e os postulantes ao título da UCL, de modo que evita aquela questão que mencionei antes.
      Assim, o Viking Saga FC substitui o time do Bradford PA (time escolhido unicamente por estar previsto para a última colocação da liga), atuante na National League North, a 6ª divisão da Inglaterra e a divisão inglesa mais baixa no jogo base (cabe aqui explicar que na opção de criar um clube só é possível carregar as ligas e divisões que estão no jogo base, de modo que não posso carregar uma base de dados com mais divisões na Inglaterra, por exemplo). Por fim, diferente do meu save anterior, este não será um save com ficção. Como único elemento de ficção, vou dar um “background” básico pro clube (claro que as sagas podem ser vistas como ficção também, mas vocês entenderam o que quis dizer com ficção haha).
       

      Versão: FM 2020.
      Base dados: Grande.
      Ligas Carregadas.
      Mais Opções.
      A opção por adicionar jogadores a clubes acabou preenchendo as categorias de base do time, mas acredito que foi uma opção válida por duas razões: A primeira é porque assim todos os clubes das ligas inferiores, portanto rivais, terão plantéis completos, evitando jogar contra jogadores cinzas; a segunda é porque assim preenchem-se os elencos das ligas nórdicas, o que ajuda a cumprir uma das sagas (“Atravessando a Bifrost”), que seria praticamente inviável nesse começo de outra forma.
      Elenco Inicial: A ferramenta Criar um Clube permite que o jogador escolha como será montado o elenco do clube criado. Entre outras, as principais opções são: 1) manter o elenco do clube substituído; 2) limpar o elenco e começar sem jogadores, tendo que montar todo o elenco contratando dentro do jogo; 3) adicionar e remover jogadores a vontade, respeitando o orçamento salarial do clube. Optei pela primeira opção porque não quero perder tanto tempo no começo montando um elenco completo. Além disso, mantendo o elenco o jeito que está dá menos margem pra montar um time muito superior ao anterior, já que este elenco é cotado para o último lugar.
       

      Sagas são estórias contadas em prosa que misturam aspectos históricos com mitologia e religião. Para o save, as “Sagas” serão os objetivos/desafios propostos que misturam aspectos da mitologia nórdica com o futebol e o FM. Foi preciso adaptar muitas coisas, então peço que não estranhem, pois existem conceitos que serão variáveis para adaptar a mitologia aos objetivos (numa saga, “X” pode significar uma coisa, enquanto em outra, “X” pode significar algo diferente).
       

      A primeira saga consiste em percorrer a árvore que conecta nos 9 mundos nórdicos, lares de deuses, anões, elfos, gigantes e homens. Os nove mundos são representados pelas seis divisões inglesas e dois objetivos satélites.
      A jornada pela Yggdrasil do futebol inglês começa em Muspelheim e Niflheim (National League South/North). Os dois mundos coexistem, ficando um a norte e outro a sul, e foram os dois primeiros mundos a existir. Enquanto Muspelheim é um caos de fogo e calor, o ponto de partida onde Surt acordará e liderará o caminho dos gigantes à Asgard; Niflheim é coberto de gelo e névoa. A jornada pela Yggdrasil começa pelos primeiros mundos, pela liga mais baixa. *Obs.: Como não é possível disputar pelas duas regiões (norte e sul), os dois primeiros mundos coexistem em uma só liga, tal qual coexistem na mitologia.
      Chegar em Helheim (Acesso Direto) é complicado e muito pouco se sabe sobre esse mundo. Diz-se que para chegar em Helheim é necessário percorrer a Gjallarbrú, uma ponte coberta de ouro. Passar por Helheim representa o acesso direto de uma liga, sem passar pelos playoffs, encontrando o caminho de ouro. *Obs.: Este objetivo pode ser realizado em qualquer uma das 5 divisões que oferecem acesso.
      No segundo nível está Alfheim (Narional League). Na Edda de Prosa Gylfaginning, Alfheim, o mundo dos elfos, é descrito como o primeiro de uma série de mundos no céu. Assim, o próximo passo rumo ao céu é explorar a 5ª divisão inglesa.
      Após a terra dos elfos fica Nidavellir (League Two), a terra dos anões, que fica nos subterrâneos de Midgard. Chegar em Nidavellir representa estar a um passo da terra dos homens, representa chegar na League Two, a 4ª divisão.
      Passando pelo lar dos anões e subindo pela Yggdrasil, chegamos em Midgard (League One), a terra dos homens, o solo comum, onde se planta, colhe, briga e bebe. Além disso, “Mid” significa “meio”, que é a posição da League One, a 3ª divisão, na escalada das ligas inglesas.
      Após passar pela terra dos homens, é preciso passar por Jotumheim (Championship), a terra dos gigantes. Na Championship moram alguns gigantes do futebol inglês que, contudo, há muito não conseguem entrar em Asgard, como o Preston North End e o Nottingham Forrest.
      Antes de chegar no reino dos Aesir, é hora de chegar nos Vanir, em Vanaheim (Premier League). Um dos dois clãs de Deueses, os Vanir são rivais dos Aesir, os deuses asgardianos. Todos os clubes que chegam na Premier League são deuses apenas de estarem lá, porém apenas uma parcela destes chega a Asgard, onde ficam os deuses mais venerados e conhecidos. Chegar à Premier League é se juntar ao primeiro clã de Deuses, mas com a expectativa de chegar em Asgard.
      Por fim, no topo da Yggdrasil do futebol inglês, o lar de Odin, Thor, Balder, Tyr e outros. Enfim chegamos em Asgard (Ganhar a Premier League). É em Asgard que fica Valhalla, o grande salão onde os bravos guerreiros nórdicos são recebidos por Odin, festejam e se esbaldam em um banquete que durará até a chegada do Ragnarok. Chegar em Asgard é chegar aonde estão os Deuses, ou seja, os campeões. Significa ganhar a Premier League.
       

      A mitologia nórdica é repleta de seres lendários, cujos feitos (ou atrocidades) eram contados de geração para geração. Destaquei seis dessas figuras para serem grandes rivais: Fafnir, Odin, Thor e os três filhos de Loki com a gigante Angrboða. É necessário força e perseverança para ultrapassar esses seres lendários.
      Fafnir era um anão que matou seu pai em busca de tesouro, transformando-se em um dragão para proteger suas posses. Fafnir representa um clube pequeno que através do dinheiro se engrandeceu, o Manchester City.
      Odin é o pai de todos, o maior dos Deuses. O maior de todos é o que mais vezes conquistou o campeonato inglês e que tem a maior torcida, o Manchester United.
      Thor é o mais forte dos Deuses. Pode não ser o maior deles, ou talvez o mais venerado, mas é o mais temido. Com seis títulos da UCL, o Liverpool é o time inglês mais temido.
      De acordo com a mitologia nórdica, Loki teve diversos filhos (inclusive um cavalo de 8 patas, cuja história de sua concepção é sensacional), mas entre eles, três se destacam, seus filhos com a gigante Angrboða: Fenrir, Jörmungandr e Hela. Os três londrinos:
      Fenrir é um lobo gigante feroz e terrivelmente forte. Porém, Fenrir foi preso através do Gleipnir, um cordão feito pelos anões especialmente para este fim. Muito temido quando está solto, mas inofensivo quando é preso, o clube londrino que parece estar atado a algo e não consegue se desvencilhar é o Arsenal.
      Jörmungandr é a serpente que circula o mundo e ali vive ali desde que Odin a baniu de Asgard e a enviou para Midgard, há muito tempo. Como o clube do “big-six” que não vai à Asgard (que não é campeão da Premier League) há mais tempo, o Tottenham é o Jörmungandr do futebol inglês
      Hela foi banida por Odin para o mundo inferior, que recebeu seu nome (Helheim, aquele cujo único acesso é através de uma única ponte). O Chelsea foi o último dos filhos de Loki a ser rebaixado e conquistar o acesso direto por Helheim, na temporada 1988/89.
      Para derrotar um Deus ou um ser lendário não basta o vencer uma única vez. É necessário vencer várias batalhas para se vencer uma guerra. O objetivo, portanto, é segurar uma invencibilidade de 5 jogos contra cada um.
       

      Ragnarok pode ser traduzido para “destino dos deuses”, e é uma série de eventos que conduziriam ao fim do mundo. Alguns eventos são “profetizados” (por falta de palavra melhor) como sinais do Ragnarok e é aqui onde encontrei mais divergência entre fontes, então escolhi os que mais se adequariam a um save. Diferente das outras sagas, o objetivo aqui é não deixar que algo ocorra, no caso, o Ragnarok, evidentemente. Assim, para evitar o Ragnarok é preciso evitar que os sinais se concretizem. Na mitologia, até onde pude averiguar, há uma certa ordem para o acontecimento dos eventos, porém, para fins desse save, vamos dizer que o Ragnarok vem independente da ordem que seus sinais forem aparecendo.
      O primeiro sinal do Ragnarok é a morte de Balder, o Deus imortal. Para que esse sinal seja completo é preciso que o Viking Saga FC seja rebaixado, morrendo, de certa forma (claro que o rebaixamento não é a morte de um clube, mas o clube falir e ser refundado é meio difícil – senão impossível – de ocorrer no FM).
      Depois, vem o Fimbulvetr, o longo inverno, que dura por três anos consecutivos. Assim, o inverno será uma estagnação por 3 temporadas, ou seja, se estiver em uma divisão com condição de acesso (da 6ª à 2ª), significa ficar 3 anos sem alcançar a promoção, se estiver na Premier League, primeiramente o alvo é a vaga na UEL, depois para a UCL, então para o título. Ou seja, quando subir da 2ª para a 1ª divisão, começa a contar 3 anos para ter uma classificação para a Europa League, depois 3 anos para a Champions, e, então, 3 anos para o título, se chegar ao título sem ter causado o Fimbulvetr, o título deve ser renovado a cada 3 anos, pelo menos.
      Por fim, há o desaparecimento do sol e da lua. Esse foi mais complicado para adaptar à proposta desta saga, mas considero que o desaparecimento do sol e da lua é a demissão do treinador, deixando o clube na escuridão. Assim, a demissão não será necessariamente o fim do save, mas uma das condições para a chegada do Ragnarok.
      Se não conseguir evitar os três sinais, o Ragnarok acontece e traz consigo o fim do mundo, ou seja, o fim do save.
       

      A Bifrost é uma ponte que liga o reino dos homens ao reino dos Deuses. Para o save, representa a travessia dos jogadores nórdicos para a Inglaterra. Utilizar a Bifrost significa contratar pelo menos 4 jogadores de origem nórdica* por temporada (*Dinamarca, Finlândia, Groelândia, Ilhas Faroe, Islândia, Noruega e Suécia, e pode ser como 2º nacionalidade). Obs.: Para deixar claro, serão contabilizados eventuais jogadores trazidos para o time sub-19, inclusive aqueles eventualmente oriundos das fornadas do clube.
       

      Os Deuses nórdicos, como tais, tem muitos tesouros e artefatos valiosos, sendo presenteados frequentemente (geralmente como pedido de desculpa de Loki por ter feito alguma besteira). Alguns desses artefatos aparecem no conto “Tesouro dos Deuses”, do livro “Mitologia Nórdica” de Neil Gaiman. Além dos citados no conto, os Deuses têm outros tesouros valiosos (como a já citada Gleipnir para prender Fenrir). Cada artefato é único e de difícil acesso, abrangendo um aspecto do jogo.
      Brisingamen é o colar da deusa Freya, deusa da beleza e amor. Um artefato utilizado por uma deusa da beleza pode ser equiparado ao dinheiro, que seduz os jogadores. Adquirir o Brisingamen significa transformar o Viking Saga FC no clube mais rico do mundo.
      Draupnir é o anel de Odin que a cada 9 noites cria oito anéis de mesmo tamanho e peso que o original, multiplicando-se. Possuir um Draupnir é ter uma produção em massa de itens valiosos. Assim, para isto, é necessário ter 8 jogadores que vieram de fornadas no plantel principal, que iniciem ao menos 60% das partidas em uma temporada e conquistar um título expressivo. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Gleipnir é a corrente que conseguiu prender Fenrir. As correntes que “prendem” os jogadores nos clubes são seus contratos. Obter este artefato é ter o jogador mais bem pago do mundo. (Obs.: Não é permitido aumentar a proposta salarial oferecida pelo agente do jogador)
      Gungnir, a lança de Odin, que nunca erra o alvo, sempre volta à sua mão e torna os juramentos prestados inquebráveis. Significa acertar precisamente uma contratação e transformar um jogador contratado em ícone ou lenda do clube.
      Hugin e Munin, são os corvos de Odin, contam a ele tudo que ouvem e tudo que veem. São os olheiros do clube, claro. Hugin é ter a melhor equipe de observação da Premier League. Munin é ter conhecimento de 35% do mundo (se atingir muito cedo, aumentamos).
      Maçãs de Iduna. Iduna é a Deusa da Juventude. Ela carrega consigo uma cesta de maçãs que fazem com que os deuses permaneçam jovens. Quando um Deus começa a sentir o efeito do envelhecimento, uma mordida das maças de Iduna é o suficiente para recuperar a força e juventude. A renovação é necessária em todo clube de futebol. Comer dessas maçãs é ser campeão com o elenco mais jovem. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Mjolnir, o martelo de Thor é o mais famoso e desejado dos tesouros, aqueles que todos querem, mas apenas um tem. Representa ter um jogador reconhecido como o melhor jogador do mundo.
      Espero que apreciem essa viagem!
       
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