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Henrique M.
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PM United: Internazionale Milano - Temporada 2031/32 - Transferências de Inverno

 

Precisava dar um jeito na defesa, que vive apenas pelos titulares. Se um se machuca, já era. O 7x2 contra a Fiorentina deixou bem claro isso, quando tentei dar um descanso a Barda e Bastoni. Além disso, se fez necessário se livrar dos rejeitos contratados e não utilizados. Por sorte, o nome deles fazia com que ainda tivessem mercado.
Contratei tantos jogadores que parecia um diretor de futebol de clube brasileiro. Um time novo a cada janela, talvez eu devesse fazer um save de diretor de futebol.

 

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Vamos posição a posição. 

Goleiro: com iminente e necessária do frangueiro Kurty, busquei uma peça de reposição à Medina, porque Adebson é muito verde. Nisso, caso contratei em definitivo outro jogador, mas quem chegou foi Ibrahim Uzo.

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Laterais: Consegui convencer um clube a comprar Emerson, o enganador. Com isso, teria apenas Hakimi e Muccini nas alas. Para evitar percalços no caminho chegaram Michele Queiroz (em definitivo), Adolf Antonsson e Marco Garcez (emprestados).

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 Zaga: o lugar mais raso. Apenas Barda (improvisado, mas indo muito bem) e Bastoni. Assim, buscamos Tomas Araujo, Fikayo Tomori e Laure Capel. Eu precisava pensar em jogadores que fossem bons o suficiente para reposição, mas que não se importassem de falhar a inscrição à UCL.

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Meio campo e pontas: O nosso meio campo é bom demais para precisar de reposição. Mas não ia negar jovens italianos (ui) disponíveis pra empréstimo. Nas pontas, Calciccia e Cofone vêm bem para reposição.

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Ataque: A única posição em que eu não pensava em contratar. Contudo, o alemão Wen Yuhua (ou chinês alemão) estava na lista de transferências pelo Real Madrid. Ofereci contratar por empréstimo e aceitaram. Aí não pude recusar a chance. Lázaro que me perdoe.

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Ah mais você deve ter visto ali na lista de transferências três jogadores mais: Valci, Lu Zezinho e Paco. Eu preciso deixar a marca Ney nas atualizações e a top cagada foi não verificar que eles eram Extracomunitários e não poderiam ser inscrito sem a saída de jogadores (no caso, Medina, Barda ou Lázaro, todos titulares, exceto Lázaro, que não sai). Com isso, o próximo treinador, se quiser continuar por aqui, já sabe que tem três jogadores (Valci e Lu ficam em definitivo após o empréstimo - é meu legado).

Spoiler

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PACO7cea116466790db0.png
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Com o prêmio de sempre:

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Tem gente aí que vai chiar pela saída do Kurti @#Vini , porém o cara errou tanto que me irritou. Consegui um bom valor por ele.

Outros pontos importantes, foi que consegui recuperar valores por jogadores que não serviram pra nada. Bangoura não jogou, Cutrone teria o contrato extendido assim como Jovic (like Thiago Neves no Grêmio), Cunningham e Ziegler também só reclamaram.

Emerson deu aquela enganada no primeiro jogo e curiosamente tinha mercado. O jogador de 50 milhões de euros Prout foi emprestado, porque era imprestável. 

Com isso, fecharei minha participação com o seguinte time:

 

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O coitado do Ramiro Higuera nunca jogou porque eu não gosto do nome dele. 
 

 

 

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  • 2 weeks later...
Em 15/10/2020 em 14:40, Neyguaín disse:

Prout foi emprestado, porque era imprestável. 

Mas se ele era imprestável como foi emprestado? :3

Se eu for o próximo da lista (agora eu não me lembro), uma coisa eu garanto, na Inter eu não fico. Mas o trabalho é bom (cof cof)

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  • 2 weeks later...
Em 25/10/2020 em 21:26, marciof89 disse:

Mas se ele era imprestável como foi emprestado? :3

Se eu for o próximo da lista (agora eu não me lembro), uma coisa eu garanto, na Inter eu não fico. Mas o trabalho é bom (cof cof)

Tem gente com menos critério que eu hahaha

Boa sorte, só se demitir. Tentei sair e não consegui (nem o Athletico aceitou - o PSG enviou email e depois não ofereceu contrato).

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PM United: Internazionale Milano - Temporada 2031/32 - Invicto nos três primeiros meses do ano

 

Antes de reiniciar o pós(minhas)-férias, vou atualizar os acontecimentos antes da reta final: os três primeiros meses do ano. Fizemos uma recuperação absurda, tanto em pontos, como em estilo de jogo. 

O grande diferencial foi a manutenção do esquema tático, coisa que iniciou em Dezembro:

 

Primeiro semestre | Segundo semestre

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Mas, vocês podem se perguntar como é que o time que tomou 7x2 conseguiu se recuperar tão bem (como se verá), com a mesma formação. A diferença se deu na mentalidade. Antes variando entre defensiva (pra jogar no contra-ataque) e equilibrada. Aí, com o Parma em vista, mandei o time propor o jogo e a água virou vinho.

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Vamos lá, jogo a jogo.

 

Séria A.

 

Parma. Esperando que fosse ano novo, vida nova, iniciamos o segundo semestre. 4x0 no primeiro e nem parece que é o mesmo time que sofreu pra empatar com o Sassuolo semana passada.

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Ascoli. Contra o lanterna, esperava que o time mantivesse o mesmo desempenho do jogo anterior. Lázaro abriu o placar em boa jogada de linha de fundo de Anelli. E aumentou com passe de Zaniolo. Os Nicolos são o refresco do nosso jogo.

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Taça da Itália.


Genoa. Um Genoa que faz jus à Liguria. Com Pinamonti no ataque parece que está preso em 2020. Seguem os ventos pós virada de ano. Anelli abre o placar. Zaniollo, o outro Nicolo, sofre pênalti e amplia. Sarr, meio sumido, coloca 3x0 no primeiro tempo com um golação de falta. Fiz uma pequena bobeirinha e em minutos estava 3x3. Um jogo tranquilo se transformou num pesadelo. Bastoni pra gente, Pinamonti pro Genoa e 4x4 no tempo normal. Lázaro estava com ânimo pra resolver e nos colocou na frente ao final do primeiro tempo da prorrogação 5x4. Que jogo desnecessário!

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Supertaça de Itália. 

 

Dérbi Milano. Voamos aos Emirados Arabes (pelo menos não foi na Arábia Saudita) tentando manter o ritmo dos jogos anteriores (no caso Parma, Ascoli e Genoa). E como é o futebol. No meio do segundo tempo, meu time tinha apenas 28% da posse de bola, extremamente cansado, contra um Milan inteiro no jogo. Coloquei o time pra trás e nos lançamos ao contra-ataque. Falta pra Inter: Bastoni cabeceia, a bola no travessão e Pittavino tentou tirar, mas mandou pro gol. 1x0 aos 85'. É CAMPEÃO!!!

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Séria A.

Brescia. Repetindo o esquema e a equipe pelo quinto jogo consecutivo. Eu fico abismado o tempo que demorei pra colocar Anelli e Zaniolo de pontas. Enquanto eu escrevi sobre isso, Zaniolo que deu passe pro primeiro gol de Anelli, entrava na área para ampliar. Depois Barda e Vito fecharam a goleada.

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Curiosamente vi um anúncio de que entramos na classificação da EURO, nem tenho olhado a tabela de classificação. Agora que vi, ainda estamos muito longe da Zebre, mas nos aproximamos do segundo grupo.

Sassuolo. Com dor no coração, tirei Lázaro de PL pra por Gheller de Avançado Recuado, deu certo. Gheller abriu o placar com passe de Zaniolo. E, mais uma vez, o próprio Zaniolo ampliou. E Gheller fez mais uma, agora passe de Anielli. O rolo compressor internazional. Aproveitei pra dar minutos para os novos jogadores.
Menos importante, mas muito importante. Gheller é Nicola. Então o ataque ficou com Nicolo na esquerda, Nicolo na direita e Nicola no meio.

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Taça da Itália.

Fiorentina. Ao saber que iríamos jogar contra a Viola, bateu aquele frio na barriga. Nesse jogo corrigimos o que de errado fora feito. Anelli, pra variar, abriu o placar. Como justiça no futebol é bola na rede, após inúmeras perdidas por nós, a Fiorentina empatou. E lá vamos nós pra prorrogação de novo. Anelli desempatou de pênalti, sofrido por Gheller já no início. Foi tranquilo, mas, mais uma vez, desnecessário.


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Com um fim de janeiro perfeito, louros e animação geral.

 

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O setor defensivo é o destaque de um time que abdica da posse de bola.

 

Séria A.

Genoa. No jogo dos emprestados, Cacicia abriu o placar com um chutaço de fora da área. Yuhua, como era de se esperar, estreou marcando. O alemão é rádio pra caramba, mas tem uma dificuldade na finalização curiosa. Duas chances claras e chute torto. Genoa ainda diminuiu no final.

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Lazio. Apesar dos fascistas serem vice-colocados, o nosso retrospecto presente coloca a pressão sobre nós. Após dar descanso a Muccinni, Barda, Bastoni, Hakimi, Anelli, Zaniolo, Sarr, isto é, ao time titular, agora fomos de força máxima. Lázaro deve perder a vaga, por o Yuhua é muito superior. Nosso ex-goleiro Koukal parecia afim de estragar a festa, segurou uma, duas, na terceira não teve jeito. Anelli, sempre ele. Depois cruzou para Yuhua ampliar. As estatísticas de posse de bola demonstram que ter a bola não significa muita coisa. Massacaramos os lazianos e ainda assim, sem a bola.

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Anelli pediu para renovar. Mi amigo, se pedisse minha virgindade eu te dava.


Taça da Itália.

Napoli - ida. O jogo seria após a vitória em cima da Lazio na Série A. Estávamos muito bem, mas copa é copa.
Os napolitanos jogam de forma parecida com a gente, apesar que ainda mais defensivos. Um 424 com dois volantes, quero só ver como pará-los. No comando do ataque está o brasileiro Felipe, artilheiro do campeonato. 
Precisei fazer alterações na equipe, pra evitar lesões. A defesa toda retalhada em jogo decisivo.
Primeiro tempo foi travado. Tirei Anelli no intervalo, cansado. Entrou Calcicia que foi bem na estreia.
Uma bola roubada na nossa área, contra-ataque mortal: gol de Yuhua. Ao final do jogo um troca de passes infernal da Internazionale, até eu fiquei tonto vendo, gol do alemão novamente. Aos 94' o jogo é parado pra analisar possível penalidade máxima. O juiz confirmou. Yuhua correu, bateu e hattrick. Estamos na final, to nem aí.

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Do outro lado do diagrama estavam Lazio e Zebre. Então seja como for, não dá pra ficar muito feliz. E sim, já estava contando com a classificação.


Séria A.

Torino. Vieram em cruz contra a gente. Parece que viramos um bicho-papão, não é mesmo? Um time defensivamente muito sólido e que explora os contra-ataques como ninguém. Já disse isso? Apesar do bom jogo, só fomos abrir o placar com Fernando Couto de falta.

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Udinese. Voltamos ao Giuseppe Meazza animados demais, apesar de ainda longe dos líderes. A pressão é menor aqui embaixo. Yuhua abriu o placar, mas quem jogava muito era o Cacicia no lugar de Anelli. Muito bom o italiano. O goleiro de Udine vai bem no um a um, mas no chute de longe lembrou o Kurti. 2x0 e logo 3, com Cacicia. Fernando Couto, improvisado no lugar de Zaniolo (que descansa) jogou muito. Udinese diminuiu e nem teve tempo de comemorar, pois Yuhua aumentou, enquanto eu escrevia: 4x2. Aprendi que não posso mandar o time atacar, erram demais: 4x3.

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Champions League.


Arsenal - ida. Treinados por Ole Gunnar Solskjaer, os gunners faziam uma temporada não muito diferente da nossa. Em sexto no campeonato inglês, mas bem na UCL, num grupo com Atletico de Madri, Werder e Monaco. Do nosso lado, entramos muito bem o ano e eu esperava continuar assim.
Jogam num 4-2-3-1 padrão, comandado por Reinier e Lautaro Martinez.
Como é interessante mudar de competição. Começamos sofrendo uma pressão que nem lembravamos mais. Recuei o time e equilibramos as coisas. O jogo foi um marasmo - ideal para nós. O Arsenal chutou muito, mas acertou o mesmo tanto que a gente. 

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Séria A.

Atalanta. Fazia tempo que não saíamos atrás no placar. Mas quando o Tamori não conseguiu acompanhar o atacante adversário na corrida, parecia que isso aconteceria. Marco Garcês foi driblado e fez o pênalti. Melegoni não deu chance à Medina. Era hora de saber como se comportar na adversidade. Tirei o volante e coloquei mais um atacante. Lázaro empatou e deu nova vida ao jogo. Aos 81' a Atalanta saiu mais uma vez no contra-ataque, nossa arma predileta, e desempatou. Bola rolou e Krapaj empatou novamente. Que jogo. Um empate que atrapalha qualquer resquício de título, mas gostei do brio dos jogadores. 

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Taça da Itália.

Napoli - volta. Nilson com virose é desfalque, mas com 3x0 no placar, sinto que não devo me preocupar. Armei um time mesclado. Na hora da escalação deu um frio na barriga. Se tinha um time que podia virar esse placar era o Napoli. Após um início conturbado, Anelli tratou de tirar qualquer dúvida. O baixinho subiu mais que qualquer um e abriu o placar. Contra-ataque no final do primeiro tempo: 2x0, Anelli de volta e já pode ir pro carnaval. As estatísticas mostravam, 21 chutes contra 3 nossos. Eficiência é justiça. No segundo tempo nada mudou. A gente entregou a bola para eles e os deixou desesperados sem saber o que fazer.

A final será contra a Zebre Juventus. Que não ganha a copa há cinco temporadas, além de não ter ganho nada temporada passada. Não vai ser fácil.

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Séria A. 

Empoli. 18º na classificação. O duro de precisar vencer todos os jogos possíveis pra tentar um título impossível é a dúvida em poupar ou não um jogador. Poupo e perco um jogo fácil pra tentar ganhar um jogo difícil com o titular. Porém, a sequência de jogos não deixa fazer outra coisa. Zaniolo abriu o placar, quando pensei que seria um jogo truncado. O juiz inventou um pênalti pra ajudar o Empoli. Mudei no intervalo, sai o volante, entre a arma secreta Krapaj. Zaniolo improvisado no ataque. Recomeça e gol de Krapaj. Zaniolo ampliou. 

Anelli se machucou no treino e para por um mês. Tristezas never ends.

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Napoli. Voltamos a nos ver. Se vencermos, ultrapassamos os napolitanos e colamos na quarta e terceira colocação dos fascistas e dos rossoneros. Rossoneros que perderam em casa para a Viola. Com o próximo jogo contra o Arsenal, dilemas na escalação novamente. Após um primeiro tempo modorrento, tirei mais uma vez o volante e coloquei Lázaro ao lado de Yuhua no ataque (424), primeiro ataque e Zaniolo cruza pro Ressuscitado abrir o placar. Emocionante. Um erro de ataque e gol de Canela. Daquelas coisas que não tem o que fazer. PARA PARA PARA, Canela estava impedido. Valhei-me santo VARmengo. E nós vencemos mais um. Que loucura.

Estamos empatados em 55 pontos com Lazio (26 jogos), Milan e Napoli (28 jogos, assim como nós), mas a Zebre segue líder tranquilamente com 66 pontos em 27 jogos. E não parece que vai perder esse ímpeto. 
Fui olhar os outros times italianos na UCL. Napoli caiu pra Euro num grupo com Valencia e City, enquanto o Milan ficou em último no grupo que classificou Barcelona e o glorioso Famalicão.

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Champions League.

Arsenal - volta. Uma eternidade depois, o jogo de volta. Eles continuavam claudicando, vinham agora de uma derrota contra o United em casa.
Começa o jogo. Lázaro, na vaga de Anelli machucado, rouba a bola e avança sozinho: chuta em cima do goleiro. Primeiro tempo foi isso. Zaniolo, cansado, deu lugar a Krapaj - the secret weapon. O rapaz entrou e quando eu pedi pro time mostrar alguma garra, respondeu: drible pra cima do zagueiro e pênalti. Yuhua pegou pra bater e mandou em cima do goleiro, no contra-ataque quase gol: bola na trave. Haja coração, amigos. Mas na sequência um chutão virou passe e Krapaj cruzou para Yuhua abrir o placar. Esperei um minutos e fiz a substituição que ninguém espera, tirei um meia e coloquei um atacante. Placar garantido, um beijo no ombro pra quem achou que não passávamos do Arsenal.


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E se alguém achou que não passaríamos pelo Arsenal, agora pode ficar mais confiante:

 

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Séria A

Verona. Voltamos a série A, animados por eliminar os gunners e com vontade de massacrar uns nazistas. Cristiano Ronaldo no gol do Hellas, que decepção. Decepção maior foi ver o adversário abrir o placar. Que vergonha. Gritei e o time respondeu. Pênalti, Fernando Couto guardou. Quando eu achei que não tinha jeito, nossa beretta secreta, estava lá. Krapaj pra botar fogo nos racistas! Vitória maiúscula (apesar de pequena).

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Março encerrado, vamos para os nove jogos finais pouco preocupados em fazer o Lacio. O péssimo início deixa a tranquilidade de não ser favoritos, apesar de ser um vexame.

 

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ESTATÍSTICAS JOGADORES | ESTATÍSTICAS EQUIPES
 

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PM United: Internazionale Milano - Temporada 2031/32 - Um final de temporada de quases


Série A.

Bologna. Com o jogo contra o City na sequência, mesclei o time. Há chance de alcançar a Juventus na liga? Há. Improvável, mas há. O negócio é vencer tudo e ver o que dá. Normalmente começa o jogo e meu adjunto pede pra colocar o time no toque de bola. Ignoro. Contra-ataque, gol de Lázaro, monstro. Jogamos um pouco aquém do que estamos acostumados, algumas experiências, boas defesas de Medina.

 

Champions League.

City - Ida. Na casa dos adversários, um bom resultado dependerá da nossa defesa. Com Barda machucado, confiarei em Tomori, porque o restante não está inscrito. Anelli volta de lesão e foi poupado no jogo contra o Bologna. O City joga muito parecido com a gente. Já pegaram nós duas vezes no contra-ataque, mas erraram nas finalizações. Jogo equilibrado, apesar dos números. Início do segundo tempo e não teve jeito, bola perdida na lateral e gol de Same. O resultado não era ruim, mas o juiz precisava inventar um pênalti: 2x0. Teremos uma semana para tentar o impossível. Primeira derrota no ano, bom frisar.


Série A.

Sampdoria. Juventus perdeu. Se vencermos a diferença cai pra oito pontos (e ainda temos confronto direto), arrisco perder algum jogador pro também impossível desafio contra o City? Sim. Menos Anelli. A precisão ofensiva acabou, justo na hora que mais precisamos. Após abrir o placar, coloquei o time pra controlar a posse de bola. Testes, testes. Acabou dando certo.


Champions League.

City - volta. A única que vez que o City tomou dois gols (além de 3x1, que não nos interessa) foi numa amistoso no início da temporada. Contra o St. Pauli. Inventei um 424 para forçar os zagueiros experientes do City. É triste quando você antevê o gol adversário. Soto 0x1. Eu gosto quando falo para os meus jogadores forçarem por um lado e eles jogam no lado oposto: 0x2. No fim, ainda teve mais, Same avançou do meio campo, fez fila e tocou na saída do goleiro.

 

Série A.

O próximos jogos serão contra Roma e Juventus. Olha só o absurdo, se vencermos os dois jogos, a diferência que já foi impossível, cai pra três pontos em quatro partidas a serem disputadas.

 

Roma. Chang fez um golaço e abriu o placar para os romanos. Tomori empatou aos 87', muito tarde. Como eu disse, SE vencessemos Roma e Juventus...

Zebre. Aparentemente os times aprenderam a jogar contra gente, justamente agora. Pinto entrou com tudo e abriu o placar para a Juventus, em mais um erro ofensivo nosso. Anelli machucado aos 35', tudo vai bem. Zaniolo empatou aos 67', era hora de ir pro tudo ou nada. Nada

Perugia. Mudei o esquema. 4312 ofensivo. Gol de Zaniolo, antes ponta, agora Avançado Sombra. Sarr aumentou ainda no primeiro tempo. Cacicia, que também era ponta e agora joga na primeira linha do meio-campo, 3x0. Lógico, contra o lanterna já rebaixado não significa muita coisa. Em 10 minutos: pênalti perdido, chance clara perdida e chute na trave. Podia ter sido seis.

Milan. Os rossoneros lutando pelo título, hora de atrapalhar: sim ou com certeza? Couto roubou a bola da defesa, tocou pra Lázaro que lançou Yuhua: 1x0. E foi isso. O Milan até assustou, mas não conseguiu recuperar. 

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Juventus pega a Atalanta, que lutou pra não cair. Sonho com uma derrota. 

 

Fiorentina. A derrota da Juve não veio, então o título improvável virou impossível. Agora é tentar a copa pelo menos. Fiorentina abriu em um erro defensivo nosso, viramos em duas jogadaças do novo esquema - olha o treinador aí. Aí o nosso goleiro resolveu entregar a paçoca. Pra acabar mesmo. Lázaro estava muito louco e nos colocou na frente novamente. Primeiro tempo só. O segundo tempo foi intenso, muitas oportunidades perdidas pros dois lados. No final, Lázaro confirmou o hattrick e a vitória.

Uma bela vitória que dá ânimo pra final da Taça.

 

Taça da Itália.

Zebre. Dérbi da Itália. Fiz uma reunião antes do jogo e todo mundo saiu animado. Zaniolo iniciou perdendo chance cara a cara com o goleiro. Lázaro acompanhou o Nicolo. E isso foi tudo no tempo regulamentar. Juventus jogou como sempre, retrancada. Jogamos melhor mas não marcamos quando deu. Lázaro se machucou e lá se foi nossa quarta subsituição. Goooool de Yuhua. Anulado. E Hakimi se machuca. Agora com um a menos. Yuhua rouba bola no meio campo, dribla dois, avança, vem o goleiro, toquezinho pra tirar e... na TRAVE!!!!! Pênaltis. Com o time morto.

Começamos batendo.

Yuhua. Normalmente erra, apesar de ser o batedor oficial. Correu, bateu no ângulo. Sem chances.
Bailey. O veterano jamaicano. Chutaço no meio.
Zaniolo. Goleiro pulou bem. Zaniolo chutou ainda melhor. 2x1
Chiesa. Mais um veterano. Bola pra um lado, goleiro pro outro. 2x2
Fernando Couto. Cansadíssimo. Não tomou distância. Bola na rede. 3x2
Traoré. Não é aquele. Medina pulou bem. Ele bateu melhor. 3x3
Fran Beltran. Bateu mal, mas o goleiro aceitou. 4x3
Nygren. Machucado. Correu pra bola e gol. Os caras são muito bons. 4x4
Marco Garcês. Com Michele e Afonsson suspensos, não quis colocar Hakimi ali. Então Garcês foi o quarto lateral direito pra titular na final. Correu, bateu bem e gol. 5x4
Insfrán. Chutou no meio e eu pausei o jogo pra tirar a foto. Será que o goleiro pegou? Medina encaixou a bola. SENHORES. CHUPA KURTI, CHUPA VINNY, MEDINA É O NOME DELE!!!!!!!!!!!!! Merecemos demais esse título.

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Série A.

Parma. Eu sei, sou um sonhador. Pelo que entendi, ainda existe uma possibilidade de vencer essa série A. Simples: vencemos dois jogos, a Juve perde seus dois jogos. Simples. Primeiro jogo, a Zebre pega o Napoli em casa. Depois o Verona fora. Vamos vencer o nosso primeiro. O Parma estava decidido a acabar com o sonho, mas o juiz parece que pendeu pro nosso lado. De Vito abriu o placar de pênalti. E aumentou de pênalti também. Depois, cobrou falta pra Yuhua ampliar. Yuhua deu números a goleada, mas eu já tinha saído pra assistir o jogo da Zebre.

Juventus x Napoli: Não deixaram eu entrar pra assistir, porque cheguei atrasado. Não consegui ouvir muita coisa, mas teve gritaria no final dos dois tempos: 2x0 e Juve campeã.

Pelo menos ganhei dois títulos. 

Ascoli. Pra finalizar, vencemos um jogo difícil contra o rebaixado Ascoli.
 

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ÍNTEGRA | JOGADORES | EQUIPES

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Eu não sei analisar atributos como deveria, então percebo o que acontece em jogo. O goleiro Kosovar falhou bastante e, embora melhor em atributos que Medina, nunca entregou a segurança que o uruguaio teve. Ao encaixar o pênalti decisivo na Taça da Itália mostrou o quão grande ele é.

Hakimi esteve sempre muito bem no apoio e na defesa, pela lateral direita, enquanto Muccini reinou pela esquerda. No miolo da zaga Bastoni e Barda, uma dupla segura. A frente deles, Nilson esteve lá pela maior parte do tempo, sendo importante nesse segundo semestre invicto. 

Um meio de campo com uma qualidade absurda. Sarr, Fernando Couto, Beltran, Guest, Merlini, De Vito, Higuera, todos em condição de serem titulares. E apenas duas vagas. 

Anelli, o melhor jogador e dono do time. Zaniolo, na outra ponta. Krapaj e Cacicia armas secretas.

Lázaro um trabalhador e decisivo. Gheller, consistente. Yuhua o ponto de virada.

Um time excelente, que fosse um save de clube venceria a UCL em pouco tempo.

 

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Antes do jogo contra o Manchester City já dava pra ver que o esquema invicto perdia força. É difícil mudar quando o time está ganhando, mas alterações precisavam ser feitas. E não fiz. Fomos sufocados contra o City e na tentativa de recuperação em casa, apanhamos ainda mais.

No final da Série A, foi possível ver que os dois jogos subsequentes ao City poderiam mudar a história. Demorei para mexer. Paciência. Em verdade, o primeiro semestre desastroso entregou de bandeja o título à Juventus, que pouco se esforçou para vencer.

Erro na primeira janela e ausência de amistosos para acertar a equipe foram determinantes. O título da série A deveria vir e dava pra passar do City. 

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Fiquei surpreso com os bons resultados nessas últimas atualizações. Olhando quem tu contratou eu sinceramente achei que vinha desgraça pela frente. Não confiei.

No fim das contas fez o possível no campo nacional nesse segundo semestre, incomodando até onde deu a Juve na liga e levando o título da copa. Na Europa a disputa com o City era muito difícil mesmo. Podia não ter levado goleada em casa, mas entendo que tenha jogado o time pra cima buscando o resultado no segundo jogo.

 

Por sinal, me dei conta que agora que tenho o FM20 posso entrar na brincadeira. Se ainda tiver como, me coloquem aí no fim da lista (não sei quem é que tá controlando isso).

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  • Vice-President

Pelo tanto que estava falando no grupo do save, achei que tinha conquistado a Champions League e a Serie A, daí, para minha surpresa, ganhou uma Coppa Italia nos pênaltis. hahahaha

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17 horas atrás, Danut disse:

Fiquei surpreso com os bons resultados nessas últimas atualizações. Olhando quem tu contratou eu sinceramente achei que vinha desgraça pela frente. Não confiei.

No fim das contas fez o possível no campo nacional nesse segundo semestre, incomodando até onde deu a Juve na liga e levando o título da copa. Na Europa a disputa com o City era muito difícil mesmo. Podia não ter levado goleada em casa, mas entendo que tenha jogado o time pra cima buscando o resultado no segundo jogo.

 

Por sinal, me dei conta que agora que tenho o FM20 posso entrar na brincadeira. Se ainda tiver como, me coloquem aí no fim da lista (não sei quem é que tá controlando isso).

O @Henrique M. que tá no comando.

Então, as contratações foram muito erradas. Tenho minha culpa, mas preciso dividi-la com o Borussia Dortmund. Os caras me chamam pra entrevista, pedem pra eu pechinchar a multa e depois contratam o Ben Yedder como treinador? Sacanagem.

Aí, já tinha gasto todo o dinheiro no Gem Prout. 

Você falou que os resultados foram bons e realmente foram. Na série A apenas dois empates e no restante vitórias. O problema é que se você olhar a classificação final, esses dois empates precisavam ser vitórias para vencermos o título. Ou seja, era preciso ganhar todos os jogos.

Errei contra o City, porque eles não eram muito mais fortes que a gente. 

E o título da Copa da Itália foi bem divertido, copa é sempre mais emocionante.

 

36 minutos atrás, Henrique M. disse:

Pelo tanto que estava falando no grupo do save, achei que tinha conquistado a Champions League e a Serie A, daí, para minha surpresa, ganhou uma Coppa Italia nos pênaltis. hahahaha

Copa da Itália e Supercopa da Itália, isto é, dois títulos. Mais que o menino Vinny, que SÓ ganhou a série A hahaha

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  • Vice-President
17 hours ago, Danut said:

Por sinal, me dei conta que agora que tenho o FM20 posso entrar na brincadeira. Se ainda tiver como, me coloquem aí no fim da lista (não sei quem é que tá controlando isso).

Você é depois do @marciof89 que assume agora.

Temos um grupo no WhatsApp para controlarmos as coisas e bater papo sobre como vai o save (não tem muita coisa além disso). Se quiser, me mande MP com o seu número do WhatsApp.

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  • 1 month later...

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Em 25/10/2020 em 21:26, marciof89 disse:

Se eu for o próximo da lista (agora eu não me lembro), uma coisa eu garanto, na Inter eu não fico. Mas o trabalho é bom (cof cof)

Promessa é dívida, eu não treino a Inter nem a pau, Juvenal. Pra mim é o mesmo que treinar o Flamengo. Sorte minha que o boss @Henrique M. também nutre carinho igual pela Inter.

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Dito isso, Rocca já havia vencido o italiano após excelente temporada nas mãos do @#Vini e depois a copa nacional com o @Nei não cai (38D). Já dava pra pedir o boné.

"Mas como fui parar na França", você deve estar se perguntando agora. Ou não, pois talvez ninguém ligue, mas vamos lá: No momento em que pus as mãos no save eu pedi demissão. Feito isso, fui para o mercado da bola ver as vagas e só tinha times pouco interessantes pra assumir: Brescia, Charleroi e Borussia Mongsaflkasjdadeashdabach eram um dos poucos times interessantes disponíveis, mas eu queria ir para a França, país na Europa que o Rocca ainda não tinha passado. Por lá, só o Lorient estava disponível. Sem pensar muito, me candidatei a vaga. Mas aí num passe de mágica fiquei sabendo que o Lyon havia demitido seu técnico (acho que o fato dele não ter conseguido classificar o time para a Champions pesou). E como bom vascaíno tiete do Juninho, rejeitei a reunião com o Lorient e ignorei todas as investidas de outros times. Ou era o Lyon ou eu dava reload ou eu ficaria muito triste. Felizmente eles me aceitaram. 🙂

Depois dessa introdução mexicana, vamos aos fatos.

TEMPORADA 32/33 - OLYMPIQUE LYONNAIS

O Lyon teria 3 frentes a disputar nessa temporada: Ligue 1, Coupe de France e a Europa League. Considerando as últimas temporadas do Lyon, a diretoria quer "mais do mesmo". Achei inclusive que foram bem modestos quanto a UEL.

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Mercado de transferências:

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Apesar do mercado bastante movimentado, eu pouco agi nele. Explico: Contratei Zeljko Buvac para ser nosso diretor de futebol e dei carta branca pro cara trabalhar. Com isso, o cara vendeu 3 dos nossos melhores jogadores sem pensar muito. De fato, os valores oferecidos por Wattiau eram bem altos, mas ele era a estrela do time (e essa venda foi concretizada pouco tempo depois de chegar no clube). E as reposições a primeira vista eram tímidas. Esses movimentos me deixaram com a pulga atrás da orelha, mas faz parte do desafio que me propus se virar com as lambanças que o diretor de futebol faz. De todas estas transferências, 2 tiveram meu dedo: Popov e Paz. Mas sobre eles falarem na descrição do elenco, logo abaixo.

 

Elenco:

Goleiros:

O camaronês André Onana era o titular do clube a 2 temporadas. Veio emprestado da, vejam só, Internazionale na gestão do Vini e depois foi adquirido em definitivo pelo Lyon quando a Inter já era gerida pelo Ney. É um baita goleiro, mas com 36 anos, julgava o cara velho demais e sujeito a falhas. Problema é que o diretor de futibas não encontrava ninguém decente para contratar. Pior: Os bons goleiros custavam os zóio da cara e eu não via muita saída por ali. Daí já com a janela fechando eu achei Igor Popov no Eintracht Frankfurt. O goleiro russo é titular da sua seleção e, se não é tecnicamente melhor que o camaronês, fisicamente ele sobra. Foi uma das 2 contratações com meu dedo.

Laterais:

Beñat Galarza é um francês nascido no País Basco (alô @LC) e vai para sua 4ª temporada no clube. Acumula algumas convocações pela França tanto na principal como nas Sub-números da vida. Joga pela direita e também pode jogar na ponta sem grandes problemas, apesar de planejar usá-lo apenas na lateral. É o titular da posição. Pela esquerda chega Gilberto, brasileiro naturalizado espanhol, que surgiu no Fluminense e a 2 temporadas jogava pelo Mônaco. Nosso diretor pagou 60M pra tirar o rapaz do rival, preço que acho muito bem pago para a qualidade do cara. É craque e sinceramente não entendo por que não é sequer lembrado pela Roja. Tim Van Vliet é o reserva tanto na direita quanto na esquerda, estava emprestado assim que cheguei no clube, mas tão logo foi possível o trouxe de volta, o holandês é bom e seria inclusive o titular pela esquerda se Gilberto não chegasse. O búlgaro Pavlin Grekov tem 19 anos e compõe elenco.

Zagueiros:

O colombiano de 22 anos Brayan Bermúdez é o nosso principal zagueiro. Curiosamente, não o acho um primor, mas acredito nos relatórios da equipe técnica. Está no Lyon a 3 temporadas, nas 2 primeiras foi emprestado e na última jogou razoavelmente bem até. Pode jogar também na lateral direita. Alejandro Garcés é seu companheiro de zaga e está no clube também a 3 temporadas, mas sempre como titular. Olhando de forma crua, o acho até melhor que Brayan. O jovem francês Christopher Walker-Deemin é o segundo reserva, pois o primeiro reserva também é volante, e falarei dele na próxima sessão.

Volantes:

Mohamed Benatsou é um daqueles volantes que sabem sair pro jogo e criar as jogadas. Não por menos, pode ser muito efetivo também mais avançado, mas a minha ideia, apesar disso, é de que ele jogue como volante-volante mesmo. O já veterano Bernardo Silva é o famoso reserva coringa: joga na zaga, joga na volância. Tanto faz, é o reserva imediato em ambas as posições.

Pontas:

Setor que mais sofreu baixas significativas, com os 2 titulares sendo vendidos por nosso diretor. O mexicano Aldo Rodriguez já está indo pra sua 5ª temporada no clube e enfim será titular na posição, após saída de Wattiau para o Manchester City. Já o jovem Lúcio, 19 anos, chega do Flamengo como uma incógnita: nem no clube brasileiro era titular absoluto. E apesar de Vicente Mina chegar do Watford como segunda maior transferência do Lyon na temporada até aqui, é Lúcio que larga na frente como titular. Aliás, achei essa a segunda transferência mais besta do nosso diretor de futebol. A primeira eu conto mais pra frente.

Meias-Atacantes:

Ewan Martin já é o maior andorrano (opa @L U I Z) que o futebol já viu. Jogou na temporada passada emprestado pelo Tottenham, e seus 7 gols e 4 assistências foram suficientes para o Lyon desembolsar 181M na lata pelo jogador. Essa transferência já estava concretizada quando cheguei, o que me faz crer que era contrato de empréstimo com passe fixado. O seu reserva (e também reserva em ambas as pontas do campo) é o bom Stavros Psyropoulos. Algo me diz que o grego chegará longe na sua carreira.

Centroavantes:

Nicolas Charbonnel era o craque quando cheguei no clube. E apesar de desejado por Juventus, Milan e Inter, nenhum dos gigantes fez proposta pelo jogador. Ainda bem, pois ele faz parte dos planos. Mas esse desejo dos italianos ainda no início do mercado me fez ficar receoso, foi então que, despretensiosamente abri os relatórios dos olheiros e vi Sergio Paz: o argentino de 22 anos se destacava na Libertadores pelo River Plate e tinha características de goleador nato, diferente do Charbonnel, um excelente atacante recuado. Foi quando decidi ultrapassar o meu diretor de futebol e lançar eu mesmo o contrato pro rapaz, gastando módicos 65M. A aposta do diretor para uma eventual saída de Charbonnel foi outro argentino, mais jovem ainda: Norberto Figuera chega do Argentinos Jrs. custando 27,5M. Também bom jogador, apesar de bem abaixo de Paz. Agora, a contratação mais maluca do diretor foi a de Mory Kontao: o francês vem emprestado do Barcelona e não dá nenhuma mostra de que vá jogar, sobretudo com o inchaço de atacantes no elenco. Detalhe: é um dos maiores salários do elenco E tem valor de passe fixado. Vale citar Joël Brunel, jovem surgido na última fornada e que pode surpreender.

E é com esse elenco enxuto que vamos pro desafio.

Táticas:

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Como é um desafio de apenas uma temporada, decidi usar um 4-4-2 losango em Gegenpress mesmo, sem nenhuma variação tática, pros jogadores assimilarem bem rápido o estilo de jogo que quero propor. A ideia é fazer os alas atacarem enquanto os pontas emborcam pelo meio, deixando o meia-atacante livre pra trabalhar a bola para os atacantes. Com isso, espero que o jogo seja trabalhado bem tanto pelo meio (criativamente) quanto pelas pontas (furtivamente). O Gegenpress deve facilitar esse ritmo.

 

Jogos:

Eu geralmente não me importo com amistosos e dessa vez não foi diferente: mandei o adjunto para o campo enquanto me concentrava em outros aspectos do time. Com uma pequena excursão a Tunísia, o saldo dos 5 amistosos é bastante positivo, com apenas 2 gols sofridos e 25 marcados. Bom para o entrosamento.

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Começamos nossa caminhada na Ligue 1 enfrentando o Montpellier. Lúcio já chegou de cara mostrando para que veio, marcando um golaço e dando uma assistência no 3x0. Logo após pegamos uma pedreira fora de casa, o Olympique de Marselha. Talvez puto com a contratação do russo, Onana saiu como melhor jogador de campo (e com méritos, parou o OM) na nossa vitória por 2x1.

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Depois disso, mais 2 vitórias, 2x1 no Stade Reims e 2x0 no Caen nos botaram logo de cara em 2º no campeonato, atrás apenas do PSG. Primeiro mês verdinho.

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E foi esse mesmo PSG que enfrentamos no começo de setembro, pra definir quem seria o líder do campeonato nesse início. O Paris voava no campeonato, já havia metido 2 goleadas antes do nosso jogo, por isso esperava um jogo dificílimo, torcendo muito pelo empate. Mas surpreendentemente os parisienses não jogaram nada na partida, errando demais a pontaria num péssimo jogo de Mbappé. Melhor para nós, já que Sergio Paz aproveitou a sua chance e marcou o único gol da partida. E esse foi só o início do argentino no clube.

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6 dias depois estreamos na Liga Europa. Nosso grupo era formado por Vitória de Guimarães, Spartak e Dundalk, um grupo bastante acessível, tendo que tomar cuidado com o Spartak. O primeiro jogo foi contra os portugueses e vencemos facilmente por 4x2, com destaque novamente para Sergio Paz.

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Sem adotar a estratégia de "time misto", continuei escalando os titulares independente do jogo e das datas. Só tiro do time o jogador que tá com menos de 90%, pra não desgastar demais o cara. A estratégia deu certo e vencemos sem sustos o Strasbourg (1x0) e o Lille  (3x1). Aí enfrentamos fora de casa o mesmo Lorient que recusei trabalhar e parece que eles jogaram o jogo da vida deles, nos vendendo um empate suadíssimo de 0x0, que nos fez perder um ponto de vantagem para o PSG (que seguia voando e metendo goleadas pelo campeonato). Finalizando o mês, uma vitória tranquila contra o Dundalk nos deixou na liderança do Grupo H da UEL.

 

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A campanha prolifera seguiu em outubro, vencendo o Nancy por 1x0 e depois sapatando o Bordeaux fora de casa por 4x1, com destaque mais uma vez para Sergio Paz, que meteu seu primeiro hat-trick pelo Lyon. Após isso, recebemos os russos do Spartak e apesar de sairmos com a vitória, ela foi vendida caro, tivemos algumas dificuldades e o jogo foi definido nos detalhes (por detalhes quero dizer a estrela de Charbonnel e Paz).

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Após garantir os 9 pontos nos primeiros 3 jogos da fase de grupos da UEL, nós massacramos o Dijon em casa por 6x0, com, adivinhem? Show de Charbonnel e Paz.

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E ainda teve tempo pra meter um 3x0 fora de casa no Guingamp.

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Após um início muito bom na temporada, o mês de novembro foi de muitos tropeços e isso coincide com as lesões e suspensões que a equipe começou a ter de lidar por conta do estilo de jogo proposto. A começar pelo jogo contra o Spartak lá na Rússia, que foi equilibrado e bastante difícil, tal como o primeiro jogo. Paz não teve bom desempenho sem seu parceiro de ataque, lesionado. Por sorte o mexicano Rodriguez estava inspirado, metendo 2 gols e saindo com o troféu de melhor do jogo.

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Logo após experimentamos nossa primeira derrota na liga, perdendo por 2x1 para o Mônaco, que assumia a ponta do campeonato e nos jogava para terceiro (!), já que o PSG também nos passava na tabela. Destaque para a péssima partida de Lúcio, que durante novembro não jogou porra nenhuma.

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Tentamos buscar a recuperação no campeonato vencendo o Nantes por 3x1, antes de enfrentarmos o Vitória de Guimarães. E a bruxa seguiu, com os portugueses vencendo por 1x0, botando em risco até nossa classificação para a próxima fase. Ok que teríamos que perder para o Dundalk, algo bastante improvável, mas ainda assim, era uma possibilidade. Fora que classificar em segundo nunca é bom.

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Depois disso, metemos 5x1 no Nice, resultado que nos botava novamente em segundo na liga, após tropeços do Mônaco.

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Dezembro seguiu a tendência de goleada começada contra o Nice, onde goleamos por 4x0 fora de casa tanto o Toulouse quanto o Angers. E se eu tinha receios de fazer vergonha na UEL, esse receio acabou com o massacre que impomos ao Dundalk: 8x0 (e cabia mais). Paz meteu um poker-trick na partida.

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Após uma renca de goleadas, estávamos a 4 pontos de distância do PSG, isolados novamente na liderança do campeonato. Aí veio o Rennes e fez uma puta partida boa (pra eles, claro). Encontraram as oportunudades onde elas não existiam, mesmo massacrados por nós. Méritos para o Rennes.

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Depois disso, rubricamos outra vitória no campeonato, um 2x0 tranquilo contra o Metz fora de casa, que manteve em 2 pontos nossa distância para o pitbul perseguidor PSG. Ainda teve tempo pra um amistoso contra o Levante, para o qual eu mandei os reservas e jovens.

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Classificação:

Primeiro turno completado e estamos na frente do PSG com 2 pontos de vantagem. Já o Mônaco, após nos vencer e assumir provisoriamente a liderança, despencou no campeonato e já está a 10 pontos de distância para nós. Se nada der errado, a briga deve ser entre Lyon e PSG esse ano. Já o Toulouse já tá com 1 pé e meio no rebaixamento.

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Na Liga Europa, apesar dos sustos nos classificamos em primeiro, com o Spartak levando a segunda vaga do grupo. Ainda não sabemos qual vai ser nosso adversário.

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O elenco está afinadíssimo, e mesmo os reservas tem feito bons jogos quando acionados. Mas o que mais chama a atenção é que a maior parte dos reforços foi certeira, tanto da minha parte quanto da do diretor de futebol, mostrando que as apostas estão se concretizando. Chama a atenção o elenco quase sem francês, tendência entre os grandes clubes do país. Aliás, tanto Charbonnel quanto Paz fazem um excelente campeonato e sequer são mencionados por suas seleções, ao passo que alguns reservas do Lyon são constantemente convocados. Sentido??

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Com o técnico em alta na França, começaremos agora a segunda parte da temporada, enfrentando logo no primeiro dia do ano o Bassin Arcachon pela Copa da França, equipe que milita na Nacional 3, equivalente a quinta divisão nacional. E se você pensa que vou com time misto, você está redondamente certo.

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  • marciof89 changed the title to PM United - Lyon (11/12)

Fugiu de um desafio, que seria disputar e vencer a UCL com a Inter. Na Campeonato Estadual Francês deve ter dificuldades, pois o PS5 é chato pra caramba.

Agora é aproveitar a janela de inverno e emprestar muitos jogadores 🤗

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  • General Director

Primeiro turno excelente no Francesão, @marciof89! Time encaixado e jogando o fino. Gostei também de ter delegado as negociações ao diretor, um obstáculo a mais no desafio e o resultado foi ótimo até aqui, hahahah bom pra você.

Na EL, acho que dá pra beliscar o caneco, a ver os próximos adversários do chaveamento.

 

Boa sorte na segunda perna da temporada! 💪🏽

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Primeiramente parabéns pela ousadia, vai se aventurar em mares desconhecidos e que tem um time praticamente invencível, PSG. 

Caraca, nunca vi tanto jogador 5 estrelas juntos. Acho que montou um elenco de peso e isso se mostrou certo no primeiro semestre. Como o Leho falou, o time encaixou e o OL está voando. O PSG que se cuide, a França tem um novo dono.

Também boto fé na conquista da UEL, dependendo do chaveamento. 

E esse Sérgio Paz? Cara faz gol antes do jogo começar. 

Boa sorte no segundo semestre!! 

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Em 12/12/2020 em 07:08, Nei não cai (38D) disse:

Fugiu de um desafio, que seria disputar e vencer a UCL com a Inter. Na Campeonato Estadual Francês deve ter dificuldades, pois o PS5 é chato pra caramba.

Agora é aproveitar a janela de inverno e emprestar muitos jogadores 🤗

Não fugi do desafio, eu simplesmente ignorei ele hahahahaha

Apesar de estar liderando quase que durante toda a temporada, não dá pra ignorar o PSG de fato. O que pode ditar o rumo da campanha é o segundo confronto contra os parisienses.

Tenho que emprestar alguns atacantes, mas em geral eu to é com falta de gente no elenco hahahah

 

Em 12/12/2020 em 08:08, Leho. disse:

Primeiro turno excelente no Francesão, @marciof89! Time encaixado e jogando o fino. Gostei também de ter delegado as negociações ao diretor, um obstáculo a mais no desafio e o resultado foi ótimo até aqui, hahahah bom pra você.

Na EL, acho que dá pra beliscar o caneco, a ver os próximos adversários do chaveamento.

Boa sorte na segunda perna da temporada! 💪🏽

É, a maioria das contratações foram bem certeiras, fiquei ate impressionado! Mas ele também contratou uns perebas hahahah, queria dar uma dificuldade no desafio, o Rocca já tá muito conceituado a essa altura do save!

Eu to ansioso com a UEL, confesso. Mas tem muito time bom no páreo, vai ser casca grossa.

Valeu Leho!

 

Em 12/12/2020 em 10:41, ElPerroMG disse:

Primeiramente parabéns pela ousadia, vai se aventurar em mares desconhecidos e que tem um time praticamente invencível, PSG. 

Caraca, nunca vi tanto jogador 5 estrelas juntos. Acho que montou um elenco de peso e isso se mostrou certo no primeiro semestre. Como o Leho falou, o time encaixou e o OL está voando. O PSG que se cuide, a França tem um novo dono.

Também boto fé na conquista da UEL, dependendo do chaveamento. 

E esse Sérgio Paz? Cara faz gol antes do jogo começar. 

Boa sorte no segundo semestre!! 

Poisé, e eu não esperava competir cara-a-cara com eles logo de cara, mas o time encaixou monstruosamente bem. Os jogadores que estão 5 estrelas agora estavam 3,5 antes, pra ter ideia de como eles evoluiram (os prints foram tirados no fechamento da primeira fase, não quando os contratei). O time desenvolveu bem demais.

UEL é saber quem enfrentamos. Tem muito time bom no páreo, mas eu to esperançoso sim, quero esse caneco (que eu nunca ganhei jogando FM inclusive hahaha)

Sergio Paz é facinho top 5 melhores contratações que eu já fiz na minha vida. Fede a gol o maluco.

Valeu Perro!

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  • 1 month later...

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Spoiler

NOTA DO AUTOR: Gostaria de pedir minhas sinceras desculpas aos colegas do desafio, pois foram dias muito corridos. Primeiro com as eleições municipais, onde me envolvi com a campanha política de um candidato a prefeito da minha cidade, depois com a mudança para uma casa nova (que me fez ficar sem luz por 6 dias e sem internet por mais de 10), me impossibilitando de jogar. Com isso, meus trabalhos acumularam de tal forma que só agora que estou entrando numa rotina parecida com a que eu tinha antes, e com o pouco tempo que eu tinha, eu preferia dar ênfase no trabalho de moderação (inclusive, obrigado ao @AllMight e o @Nei não cai (38D) pela cobertura nos últimos meses). Com isso, atrasei os 3 saves que eu participo na área, chegando ao ponto de ter meu save principal ocultado, algo que não queria que acontecesse. Porém, chegou a hora de voltar as postagens! 🙂

Outra nota interessante é que só agora eu percebi que o banner está sem o nome do desafio HAUHAUHUAHUAHUAHUAH obrigado @Henrique M. pelo petardo, não vou corrigir pois ficou bom demais

Recapitulando para os que não lembram: O desafio pausou com o Lyon liderando a Ligue 1 com 2 pontos de vantagem para o PSG, encaminhado diretamente as oitavas da Europa League e prestes a participar da Copa da França, numa temporada em que Rocca decidiu deixar (quase) todas as questões relacionadas a transferências e contratos com o diretor esportivo do time, Zeljko Buvac. E é sobre a janela de transferências da meia temporada que irei falar agora.

Mercado de transferências:

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Com a abertura da janela de transferências, o diretor de futebol decidiu fazer dinheiro vendendo a maior parte da nossa estrutura defensiva: os 2 zagueiros titulares + o lateral direito foram vendidos. A parte boa é que fomos para 530M de granas para transferências, mas em compensação estávamos com um buraco para preencher e pior, o diretor esportivo só fazia propostas para jogadores de frente (o que não fazia o menor sentido). Com isso, comecei a "sugerir" jogadores para nosso diretor tentar dar um jeito de me ajudar.

Com a saída de um extracomunitário, entendi que dava para olhar um pouco para o mercado sulamericano e, com isso, indiquei ao diretor desportivo Luiz Paulo, jovem lateral esquerdo do Internacional. Mas apesar de ser lateral no colorado, vi nele características muito boas para um zagueiro, e com uma proposta de 118M, conseguimos raptá-lo para preencher uma das vagas na zaga. O segundo zagueiro veio por observação direta de nosso diretor: David Fernández chegava do Villarreal com o estigma da joia que não desponta. Apesar da sua extrema qualidade no desarme, achei muito caro pagar 227M por um jogador de 23 anos de médias no máximo razoáveis, que oscilou entre os times principal, B e até o C do Villarreal. Mas como faz parte do desafio que me propus, não contestei. Para a lateral direita decidi que Tim van Vliet passaria de reserva para titular, mas mesmo assim, precisávamos de um reserva e graças a Deus o diretor esportivo achava o mesmo. Com isso, a vaga foi preenchida por Ethan Foster, jovem de 18 anos vindo por empréstimo do Manchester City. Outro que chegou por empréstimo foi Cristian Pons, esse do Barcelona, para ser reserva na lateral esquerda. Agora, vamos falar das contratações "malucas" do nosso diretor esportivo, a começar por Tibe Van Goethem: volante do Lokeren, com poucos pontos positivos que justificassem sua contratação e que curiosamente era capitão do time belga mesmo tendo apenas 5 em liderança. Num elenco que já possui 2 excelentes volantes (e que eu só uso um), achei a contratação desnecessária, tanto quanto a de Emil Georgiev, vindo do Ludogorets. Já tinha 4 centroavantes no elenco (fora as joias da base) e pouco recorria a Kontao, emprestado pelo Barcelona. Se fosse um jogador jovem até entenderia a lógica, mas já com 27 anos, me parece que o búlgaro tem um excelente empresário, pois... enfim. Patricio Arias chegava do Valencia pela bagatela de 119M, para uma posição em que já tínhamos Lúcio consolidado e excelente Vicente Mina para cobrir o jovem. É um bom jogador, mas mais dinheiro jogado fora. Uma contratação acertada porém foi a de Eric Rytlewski. O jogador vinha se destacando pelo Metz e possui bons atributos, capazes de ofuscar nosso titular (e já com 31 anos) Aldo Rodríguez. Por fim, vale destacar uma transferência efetuada já no fim da temporada, o jovem sul-africano Kopano Malgas, que vinha livre após passagem pelo futebol canadense. Por chegar no fim da temporada não jogou, mas achei a joia africana interessante, capaz de se desenvolver bem sob as condições certas.

A impressão que fica após essa janela é de que nosso diretor gosta de gastar ao máximo o dinheiro reservado para transferências, mesmo que seja com jogadores desnecessários, que pouco vão acrescentar a um elenco jovem que pouco se lesiona.

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Táticas:

Mantive a mesma tática do início da temporada, sem mexer em nada. Inclusive é o meu modus operandi em quase todo save, só mexo se eu achar que tem algo muito errado acontecendo.

Jogos:

Diferente do que eu falei na última atualização, jogamos a Copa da França com força máxima, já que havia mais de 10 dias desde nosso último jogo oficial, (e o jogo após esse seria apenas 7 dias depois). Sendo assim, não tivemos a menor dificuldade, pelo contrário, simplesmente massacramos o Bassin Arcachon com um sonoríssimo 10x0, com mais um poker de Paz e um hat-trick de Charbonnel. O placar bateu recorde de maior vitória do Lyon na competição.

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7 dias depois e enfrentamos novamente o Olympique de Marselha. O jogo já começou com o adversário abrindo o placar, o que me deixou de cara bem irritado. Rodriguez errava muito os cruzamentos e Van Vliet não estava inspirado na lateral também. No segundo tempo, após sacar estes jogadores, a coisa melhorou consideravelmente: Gilberto marcou logo na volta a campo e Lúcio virou após potente chute cruzado. Galanopoulos botou novamente nosso rival no jogo, mas aí veio a nossa dupla de ataque Paz/Charbonnel fazendo nada menos que 3 gols em pouco mais de 10 minutos, tornando o difícil jogo quase perdido em uma baita goleada. Paz chegava a metade da temporada já próximo de bater o recorde da liga de jogador com maior quantidade de "homens do jogo".

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Apesar das vendas absurdas do diretor de futebol implicarem no Lyon entrar em campo com um time bastante desfacelado, ainda assim não passamos vergonha na Copa contra o Haguenau, vencendo por 6x0 sem muitas dificuldades. A parte boa foi poder ver alguns jovens do clube em campo, pela carência de peças. Já com Luiz Paulo na zaga, visitamos o Stade Reims e seguimos dominantes, vencendo por 3x0. Já nas oitavas-de-final da Copa da França enfrentamos o PSG, agora contando com a estreia de Fernandez na zaga. Coemeçamos bem, abrindo o placar com Charbonnel aos 30', mas logo após Romano empatou para os parisienses. O jogo seguia com leve domínio nosso, o segundo gol parecia questão de tempo. E foi: Lúcio marcou bem ao estilo dele, cruzado, sem chance pro goleirão. Administramos a partida do jeito que dava e próximo ao fim as pernas começaram a ficar cansadas, mas foi num vacilo de Grekov, recém-entrado no lugar de van Vliet, que Mbappé deu um sprint lá da defesa pra marcar o gol do empate. E se já estávamos cansados no tempo normal, o que dizer da prorrogação? Lá, a inexperiência de Bendebka (nosso terceiro goleiro, promessa da base) não aguentou a pressão e acabou cedendo um gol defensável, o segundo de Romano, a virada do PSG que nos tirou de uma competição que eu tinha certeza que poderíamos vencer.

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Por fim recebemos o Caen pela Ligue 1 e finalizamos o mês com mais uma goleada, dessa vez 5x1. Se em Novembro Lúcio havia jogado mal, nesse mês ele foi a cara do Lyon, e olha que temos Paz e Charbonnel.

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Fevereiro começou com outro encontro com o PSG. E se o último a gente tinha vendido caro a derrota pros parisienses, nesse a gente perdeu fora de casa sem levar nenhum susto ao adversário. Fomos totalmente dominados por Mbappé e cia, com pouco esboço de reação. Nada se salvou nessa partida. Sorte que ainda estávamos 2 pontos a frente deles. A parte boa foi ver que Galarza saiu do Lyon pra ser reserva no PSG.

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Recuperamos no jogo seguinte de forma tímida, vencendo por 1x0 o Strasbourg. Contra o Lille, outro tropeço, agora um empate por 2x2. A equipe adversária fez valer o mando de campo, e em 3 chutes a gol, acertaram 2, enquanto nossos jogadores brincaram de desperdiçar chances. A essa altura, o PSG nos alcançava em número de pontos e nos passava pelo saldo de gols. Cheguei a pensar que nossa gordura havia acabado e que talvez o conto de fadas se esvaisse ali, mas enfrentar o Lorient em casa me lembrou que o Lyon tem um puta elenco redondo e que tudo não passava de um reflexo por conta da derrota para o PSG. Prova disso? Metemos 8x1, com hat-trick de ambos nossos goleadores. Rendeu até demissão pro técnico adversário e mais um recorde para o Lyon, de placar mais elástico da liga.

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Contra o Nancy, outra vitória acachapante, agora fora de casa e, talvez por isso, por "apenas" 5x2.

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Em Março conhecemos nosso primeiro adversário no mata-mata da Europa League: O AEK. Fora de casa, largamos de cara marcando um golaço numa bobeiraça do adversário: foram recuar a bola de qualquer jeito, à toa, Paz viu, roubou a bola, o goleiro adiantado também fez besteira e não deu outra: o goleador fez o dele. Parecia um jogo tranquilo, mas não foi nosso argentino que brilhou, e sim Matias García, naturalizado grego. O goleirão salvou pelo menos umas 6 bolas difíceis, fechando totalmente a meta grega. Nada passava pelo gigante brucutu. E se parecia que sairíamos com a vantagem, ledo engano: num troca-troca de chutes na pequena área, Rui Silva empatou já no minuto final, deixando a definição para o jogo na França.

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Contra o Bordeaux, Paz desperdiçou um pênalti com o jogo ainda zerado, fato que me fez ficar com medo de uma nova queda de produção da equipe. Mas Rodriguez e Georgiev trataram de selar a vitória por 2x0, nos mantendo na ponta. O jogo de volta contra o AEK começou puxado, com a equipe grega marcando muitas faltas. Paz abriu o placar, mas até ali o jogo estava muito truncado. Os gregos dificultavam o jogo, mas pelo número de faltas, era certo que alguém seria expulso e assim aconteceu: Rui Silva foi expulso. Até ali o AEK ainda jogava valentemente, impedindo nosso ímpeto da forma como fosse possível. Foi só com a expulsão de Tumiri que eles realmente jogaram fora qualquer chance de reação. Ainda mais porque logo após, metemos 5 gols. Vareio total de 6x0.

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Visitamos o Dijon de volta pelo Campeonato Francês. O primeiro tempo foi de muita pressão do Lyon, mas só no segundo tempo que conseguimos marcar. Paz cobrou escanteio pra achar Charbonnel livre, que cabeçeou e abriu o placar. E o segundo gol foi idêntico, exceto que Paz encontrou Psyropoulos. 2x0 placar final. Antes do jogo contra o Guingamp, recebi a feliz notícia que basicamente todo o time titular do Lyon foi convocado pelos treinadores de suas seleções nacionais para as eliminatórias, incluindo as já a muito tempo merecidas convocações de Paz, Charbonnel e Gilberto (este brasileiro naturalizado espanhol), além de Luiz Paulo, todos debutantes em convocações. Charbonnel inclusive marcou 2 gols em sua estreia contra a Grécia de seu companheiro Psyropoulos. Já em campo, Charbonnel marcou um gol daqueles que a insistência premia o trabalhador: cobrou falta e bateu na barreira, voltou nele e ele bateu de prima, explodindo no zagueirão. Voltou pela segunda vez e aí sim (também de primeira) ele conseguiu marcar o tento. Já Paz marcou o dele após bobeada trágica do goleirão, que perdeu a bola após o recuo. Paz ainda acertou a trave antes, mas continuou no lance e guardou o seu. 2x0 num jogo de gols sem assistências.

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Abril veio com 2 jogos pesadíssimos em sequência. Pela Ligue 1, o Mônaco. 4 dias depois, o confronto contra a ex-equipe de Rocca, a Internazionale. Sem espaço para invenções, decidi não poupar titulares em nenhum dos jogos (sobretudo pela longa pausa para os jogos FIFA). O jogo contra o Mônaco foi difícil, e até certo ponto dramático. Bernardo Silva abriu o placar aos 21', mas até ali, quem dominava o jogo era o Mônaco. Tanta insistência do adversário acabou culminando no gol de empate ainda no primeiro tempo, após bobeada de Ewan Martin na pequena área. Após uma sacudida no vestiário, Paz voltou a botar o Lyon na frente do placar. A pressão adversária seguia, e próximo do fim do jogo Sánchez (autor do gol adversário) perdeu chance claríssima de empatar. Sorte nossa, pois logo após em cobrança de escanteio Martin se redimiu, ampliando de cabeça e fechando o placar. Resultado importantíssimo para manter 2 pontos de diferença para o PSG (que seguia implacável vencendo seus jogos também).

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Infelizmente para o jogo contra a Internazionale, ficamos sem Charbonnel, lesionado no jogo contra o Mônaco. No primeiro encontro contra nosso ex-clube, levamos a melhor pelo placar mínimo, após um jogo de poucos lances realmente relevantes. A Inter nunca chegou, de fato, a nos proporcionar perigo, mas pouco fizemos também. Paz vinha fazendo um jogo estranho, mas pra um bom goleador, só basta uma oportunidade, e de prima ele empurrou a bola pra dentro, após cruzamento de Lúcio.

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De volta ao francesão, encaramos o Nantes de Henry, embalado por 4 vitórias seguidas no campeonato. E realmente, foi um jogo difícil, onde o adversário nos vendeu caro nossa vitória, suadíssima por apenas 1x0, com gol de Paz. Começamos a segunda partida contra a Inter já marcando um golaço: Aldo Rodríguez recuperou a bola após ataque da Nerazzurro e lançou para Paz, que disparou pela esquerda, deixando pra trás 2 marcadores, até cortar o goleiro e abrir o placar. Aos 30', Tomás Araújo empatou, levando o 1x1 para o vestiário. Lembrei aos jogadores de que nada estava decidido e que a vantagem de nada significava ali. E não significava mesmo, pois Gem Prout virou aos 71' e Gheller ampliou aos 77'. Nem todos os gritos à beira do gramado foram suficientes para fazer os jogadores reagirem, e acabamos assim sendo eliminados de uma competição que tínhamos tudo para conquistar. E o pior é que o time não jogou mal, foi apenas uma noite ruim. Acho que faltou maturidade para um time cheio de jovens promessas. Apesar do revés na competição, a diretoria ficou agradada com nosso desempenho na Liga Europa.

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Voltamos então nossas atenções para o campeonato francês, onde faltavam 6 jogos para correr atrás do último título possível na temporada. Fomos então enfrentar a boa equipe do Nice, pressionados pela vitória do PSG no início da rodada, que nos jogava para 2º. E o placar de 4x0 não traduzem bem o que foi o jogo: no primeiro tempo o Nice dominou as estatísticas e quase abriram o placar 2 vezes (primeiro num pênalti roubadissimo que o juiz não marcou para o time da casa, depois num balaço que atingiu a trave). Foi só a partir da palestra (esporro) no vestiário que o time acordou, contando claro com o inoxidável Paz para garantir mais um hat-trick na temporada. Nosso próximo compromisso foi contra o lanterna Toulouse e eu sempre tenho muito medo de enfrentar lanternas quando estou em primeiro, qualquer que seja a versão do FM que eu esteja jogando. Mesmo com o placar em 2x1, o Toulouse chegou a levar perigo algumas vezes, me fazendo arrancar os cabelos, pensando na possibilidade de perder a liderança justo contra o lanterna. Mas Paz e Charbonnel trataram de me acalmar no fim do jogo, ampliando a vantagem pra 4x1 e selando o placar.

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Maio, último mês, reta final. Contra o Angers, mesmo placar da rodada anterior: 4x1. Visitando o Rennes, entrávamos pressionados pela sétima rodada seguida (PSG jogando sempre um dia antes e vencendo seu jogo, nos botando a pressão de vencer ou vencer), mas teve goleada de 5x0 que nos botava na liderança mais uma vez.

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As 2 rodadas finais rolaram com jogos em simultâneo, pra deixar tudo com contornos mais dramáticos ainda. Benatsou reuniu as tropas após reunião e pediu empenho dos jogadores nas rodadas finais. Recebemos o Metz em casa, um jogo que poderia ter sido bem mais tranquilo do que foi, já que no primeiro tempo o adversário teve muitas chances e nos pressionou bastante, e pra variar o PSG já vencia por 2x0 o seu jogo, nos jogando pra segunda posição. Pra piorar, logo na volta do segundo tempo Aldo Rodríguez se lesionou, mas o que era pra ser um prenúncio de tragédia acabou se tornando uma dádiva: Psyropoulos entrou em seu lugar e marcou não um, mas 2 golaços de fora da pequena área, ou melhor, enviou 2 mísseis para a meta adversária. Paz (sempre ele) deixou o seu já no fim, fechando a peleja em 3x0.

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Chegava então o último jogo da temporada, contra o Montpellier. E com menos de um minuto de jogo, Ethan Foster (que começou como titular substituindo o lesionado Van Vliet) achou Eric Rytlewski (que começou como titular substituindo o lesionado Aldo Rodríguez) pra abrir o placar. Um início de partida perfeito, porém aos 10' Luiz Paulo rasteira Etxaniz na pequena área, pênalti e cartão amarelo para nosso zagueirão. Com categoria, Tomás Azevedo empatou para o Montpellier. Nessa altura, Mbappé falhava um pênalti no jogo do PSG que poderia botar os rivais parisienses na liderança. Aos 15', Paz cobrou escanteio direto na cabeça de Benatsou, que voltou a botar o Lyon na frente do placar. Aos 23', Rytlewski ampliava nossa vantagem após bela assistência de Paz. 2 minutos depois Paz assistenciava novamente, mas dessa vez para um golaço de Martin. 4x1 com 25 minutos de jogo! Pra piorar a vida do PSG, Arango abria o placar para o Guingamp. O Montpellier teve a chance de diminuir o placar aos 48', mas Popov fez grande defesa após chute de Navarro. Aos 59' Cuero empatava para o PSG e aos 68' Jacobs virava para os parisienses. Mas a essa altura já parecia improvável o Montpellier fazer 3 gols, e mesmo com o PSG ampliando o placar, já estava consumado: após 24 temporadas do heptacampeonato, o Lyon enfim voltava a vencer a Ligue 1, interrompendo um reinado de 15 temporadas seguidas do PSG campeão. A festa só não foi completa pois Paz não marcou o derradeiro gol que o tornaria o maior artilheiro isolado da história da Ligue 1, mas ainda assim, terminou a temporada com o mesmo número de gols que Mbappé alcançou na temporada 26/27.

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Classificação Final:

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Com 102 pontos conquistados de 114 possíveis, o Lyon fez o maior número de pontos possíveis em sua história na liga, seguido de perto pelos 100 pontos do anormal PSG. Foi uma campanha tão boa que até o ex-técnico, demitido antes da nossa chegada, elogiou nosso trabalho. Ainda batemos o recorde de gols marcados na liga. Rocca assim cumpre com 2 anos de antecedência a promessa que fez a direção, de voltar a competir pelo título. Além do Lyon e do PSG, o Monaco garantiu a terceira vaga na Champions. ao Olympique, restava a Europa League, enquanto o surpreendente Metz e o Nice chegavam a terceira divisão europeia. O Toulouse ainda ensaiou uma recuperação após a primeira parte da temporada, mas acabou sendo rebaixado junto ao Caen. Ao Nancy, restou disputar o playoff com o terceiro colocado da Ligue 2.

Nas outras competições, a Internazionale venceu por 1x0 o surpreendente Anderlecht. Já o PSG não encontrou dificuldades para vencer o Reims na Copa da França. Na Champions, o Real Madrid garantiu sua 432740293ª taça ao vencer o Chelsea.

 

Elenco:

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A alta média do elenco diz por si só: todo mundo jogou bem (desconsiderem o Sanna e o Vélez, pois eles tem jogos computados pelo Lyon-2). Porém, ninguém foi mais absurdamente absurdo do que Sergio Paz. Anotem ai: Recorde de maios gols pelo Lyon na Ligue 1 (e artilheiro isolado nesta edição também), artilheiro na Liga Europa (com o Lyon eliminado nas quartas!), melhor jogador da UEL, maior quantidade de Homem do Jogo na história do Lyon, maior recorde de assistência na Ligue 1 pelo clube (sim, além de goleador dá assistência também) e parte do top 11 da UEL. Não é de se admirar que tenha sido considerado a contratação da temporada. É importante destacar também Popov, que chegou na conta do chá e garantiu 22 clean sheets para o Lyon.

Ufa! Entrego assim então o desafio para o @Danut com mais um título nacional na conta do Rocca e a certeza de ter recuperado e muito o futebol do tradicional Lyon. Agora fica a cargo do próximo treinador o que fazer daqui pra frente. Obrigado a todos que acompanham o desafio e mais uma vez, desculpas pela demora!

 

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  • marciof89 changed the title to PM United - Lyon (16/01)

Já nem lembrava mais que eu tava na fila pra continuar aqui, rs.

Bem, conseguiu uma ótima temporada com o Lyon e já levou o título. Agora é pensar no que vou fazer. Em princípio, jogar UCL com esse time parece tentador.

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Grande conquista. Com o PSG, é mesmo necessário fazer mais de 100 pontos para os bater na Liga. Na Europa League, Inter foi mais eficaz mas não é vergonha nenhuma ser eliminado por eles.

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  • Vice-President

Só agora vi a cagada que fiz nesse banner aí. hahaha

No mais, grande temporada, vamos ver o que o próximo arruma.

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Em 16/01/2021 em 17:08, Danut disse:

Já nem lembrava mais que eu tava na fila pra continuar aqui, rs.

Bem, conseguiu uma ótima temporada com o Lyon e já levou o título. Agora é pensar no que vou fazer. Em princípio, jogar UCL com esse time parece tentador.

Eu não vou negar não, deixei salvo minha campanha pq quero tentar eu mesmo essa parada em off hahahah, mas boa sorte independente do caminho que seguir!

 

Em 17/01/2021 em 05:24, Cadete213 disse:

Grande conquista. Com o PSG, é mesmo necessário fazer mais de 100 pontos para os bater na Liga. Na Europa League, Inter foi mais eficaz mas não é vergonha nenhuma ser eliminado por eles.

Eu achei o desafio muito bacana pois na França o PSG é surreal, então tem que ser mais surreal ainda que os caras. A UEL deixou um gostinho amargo pois eu senti que dava pra passar, mas foi apenas uma noite ruim, pois o time jogou bem ali.

 

Em 18/01/2021 em 09:32, Henrique M. disse:

Só agora vi a cagada que fiz nesse banner aí. hahaha

No mais, grande temporada, vamos ver o que o próximo arruma.

Valeu Henrique, o banner ficou top hahahha

Também gostei da temporada, apesar da longa demora pra postar, foi bastante divertido e me deu a oportunidade de postar algo do FM20 no fórum hahaha

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  • Nei of changed the title to PM United - Lyon (16/01)

Comunicado

Então pessoal, depois de dois meses me enrolando, resolvi finalmente jogar o save aqui. Infelizmente, não teve jeito de me animar com ele. Tava bem empolgado com a ideia no início, mas na hora de jogar a coisa simplesmente não fluiu.

Ainda tentei levar um pouco na força pra ver se com o tempo me animava, mas aí tive um segundo problema que matou de vez minha vontade: resolvi deixar as contratações com o diretor e controlar apenas as vendas. Só que passei a janela de transferências inteira e o diretor não trouxe ninguém - sendo que tinha posição que nosso grupo não tinha nenhum jogador. Não sei o que deu pro diretor não contratar, já que a experiência geral é que ele tem funcionado bem nesse FM. Em todo caso, fiquei com um elenco impossível de jogar em alto nível, só daria pra fazer um save com sentido reiniciando lá no começo da janela de transferências. E aí a vontade que já não era muita se tornou nula.

Peço desculpas aos demais envolvidos no save, mas ficar jogando quando não temos vontade nenhuma não dá.

Como eu era o último da lista, não sei se o pessoal quer dar o save por encerrado, retornar ao primeiro nome da lista para continuidade ou outra coisa. Vou marcar o @Henrique M. que criou o tópico e o @Johann Duwe que foi o primeiro a jogar.

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  • Vice-President

Uma pena, estamos deliberando no grupo do save coletivo qual será o destino do save. Se alguém que está fora da lista tem o desejo de assumir, só avisar.

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  • AllMight changed the title to PM United
  • marciof89 locked this topic
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    • Makengo
      By Makengo
      Boas.
      Novo save,nova história
      Neste save irei abordar a história de Helen Moon (entenderam, Lua,Moon...) , uma jovem treinadora que terá de enfrentar vários desafios e mostrar que o céu é o limite, até mesmo para o Newcastle, equipa da qual será treinadora e procurará retornar aos dias de glória, com Alan Shearer e Les Ferdinand (sim, ele é primo do Rio). O save do Dortmund ficará em pausa por enquanto, já que me entusiasmei um puco com o save e terei que recolher mais informação.
      O save terá a mesma métrica, mas como será mesmo pouco a pouco, em vez dos resumos de época que tinha na história do Dortumd, conseguirei fazer uma história melhor e mais detalhada.
      E tirando um pouco de inspiração do @Cadete213 com a sua nova história, irei colocar uma música como se fosse uma espécie de "trilha sonora", baseada na vibe da história (aviso: vai ser 90% hip hop- gosto  de um pouco de tudo mas sempre terei 2Pac,Lauryn Hill e Kanye West no meu top 3).
      Enfim,desejem-me sorte. Eu colocaria-vos "Go2DaMoon" de Playboi Carti com participação do Kanye mas quero vos poupar da decepção que foi aquele álbum.
      Então fiquem com "R.I.P" de Playboi Carti, apenas porque neste save não vou ser mansinho. Se e pra entrar é pra levar a bola e o pé junto.
      (PS: É apenas uma apresentação por tanto não achei necessário um banner)
    • PedroJr14
      By PedroJr14
      Eu já venho matutando há algum tempo uma nova história com um time do meu estado. Depois que o Altos conseguiu o acesso à Série C essa vontade aumentou mais ainda. A grande cereja do bolo foi o relatório sobre a última história que eu fiz aqui, onde o nosso querido @Peepedisse que ainda esperava uma história minha com começo, meio e fim. Desafio aceito!
      O CLUBE
      Muitos aqui sabem que o Altos subiu para a Série C de 2021, mas acredito que poucos sabem das dificuldades enfrentadas pelo clube durante o ano de 2020. A Associação Atlética de Altos fundada como equipe amadora em 2013, na cidade de Altos-PI, cerca de 40km de distância da capital Teresina, se profissionalizou em 2015 e logo obteve sucesso a nível estadual. A organização do clube impressionava e logo no seu primeiro ano profissional conquistou o título da Segunda Divisão do Piauí, garantindo assim o acesso para a Primeira Divisão no ano seguinte. Já no seu primeiro ano na elite, o Altos obteve a melhor campanha do campeonato e venceu a final sobre o River por 4x2 no agregado, porém perdeu o título no tribunal, por conta da escalação de um jogador irregular. Ainda em 2016 o altos obteve a melhor campanha da história da primeira fase da Série D, naquela época(5v-1e-0d), mas acabou eliminado pelo CSA, que conseguiria acessos consecutivos até a primeira divisão.
      O ESTÁDIO

      O Altos manda seus jogos no Estádio Municipal Felipe Raulino, o "FELIPÃO", que tem capacidade para cerca de 4 mil torcedores. Apesar de ficar muito próxima à capital Teresina, o Altos prefere mandar até os jogos grandes no seu estádio, mesmo às vezes sendo menos vantajoso financeiramente, só não joga lá quando é obrigado pela federação. O acanhado Felipe Raulino se transforma em Felipão, um verdadeiro caldeirão quando o time do Altos pisa lá dentro, que já fez o clube conseguir resultados improváveis.
      O MASCOTE

      Particularmente a coisa mais espetacular que eu acho nesse time é o mascote, que além de ser LINDO e SENSUAL, literalmente vive para o clube. E por conta dele eu criei o clássico dos mascotes entre Altos e Piauí Esporte Clube, que também tem um mascote espetacular, nada mais nada menos que um RATO MOLHADO, que se enxuga durante os jogos.
      O QUE ACONTECEU EM 2020?
      A nossa história começará no início de 2020, ignorando os acontecimentos desde ano, mas sem a maioria dos jogadores importantes contratados no ano, diria que sem os mais importantes. Nossas finanças estão zeradas, não temos dinheiro para contratações ou salários e contamos com apenas 18 jogadores no elenco, com posições muito carentes como a presença de apenas 1 goleiro, 1 lateral-direito e 3 zagueiros e 3 meias de ofício.
      Os desafios para um time como o Altos vão bem além das 4 linhas. O clube não tem estrutura, nem investimentos, não tem um banco de análise de dados, nem categorias de base. Vai ser um grande desafio comandar esse time nas próximas temporadas, ainda que eu já conheça alguns atalhos nas divisões inferiores e no Nordeste do Brasil.
      Ainda não posso adiantar qual será a meta para o fim da história, mas acredito que eu só vá parar depois de pelo menos um título de Campeonato Brasileiro, já que eu costumo dar sorte em Copas, então não vou colocar a Copa do Brasil como meta principal. O intervalo (ingame) entre os capítulos também ainda não foi determinado, mas pode ser de 3/3 meses, 4/4 ou 6/6. Devo fazer uma história baseada em tudo que rodeia o clube, passando pelo treinador, presidente e a relação do Altos com a política, o que não costuma dar certo no futebol.
      Estou aberto a dicas, críticas e tudo que possa me ajudar a melhorar como contador dessa história, espero contar com vocês.
      É possível ter uma temporada semelhante à que aconteceu na vida real em 2020-21? Como fazer um time tão limitado ser competitivo? Veremos nos próximos capítulos.
      Sala de troféus
      Capítulos
    • v_martins
      By v_martins
      The Asian Way Of Life -  Livro I
      Beijing, 23 de maio de 2019. Capítulo I, pt.I.

       

      - Essa história pode ser sobre qualquer coisa, meu rapaz... Pode ser sobre o que você quiser.

      - Inclusive sobre os seus delírios se quiseres falar mais deles. – Dizia Quevedo com o seu ar paternal, ao sairmos de uma casa de chá, próxima ao Yiheyuan.



      Esse era o primeiro dia de folga que tínhamos em muito tempo.

      Falo muito tempo, mas parece que foi ontem que cheguei à China, quase sem querer.



      Mas, espere aí: você nem sabe quem sou...

      Porém, antes preciso pegar um café, para assim narrar minha pequena (longa) história.
      (Ou seria odisseia... ?)

      Para todos os efeitos, chame-me de Vinní. E esse é o meu perfil, em modo formal, de acordo com a RFEF.

      Voltando, eu era apenas um auxiliar/analista de desempenho, adotado por um jogador histórico “barcelonista”, que era o Eusebio Sacristán.

      Também conhecido como esse cara aqui:



      Fora isso, tive uma carreira relativamente proveitosa no futebol.

      Eu fui um bom centroavante.  É verdade.

      Tirando as lesões nos dois joelhos e os dois anos sem jogar, eu até que fui bem.



      Marquei 117 gols em 198 jogos. Uma média incrível realmente.

      Exceto se você considerar que 104 desses 117 foram marcados em ligas poderosas como: a do Camboja, a das Maldivas e a do Turcomenistão.


      Mas, voltando:

      Encerrei a carreira, trabalhei em clubes pequenos, passei pelo Damm, de Barcelona, de lá fui ao sub-14 do Barcelona em 2012, até o momento em que conheci o Eusebio no refeitório do clube, conversamos e de lá...

      E bem, de lá o segui pra praticamente todo o lugar...

      Inclusive pra onde ele não veio.

       

      Continua...
       
    • Peepe
      By Peepe
      Apresentação
      Fala, pessoal, tudo bem? Não sei se posso bem me chamar de um contador experiente mas, após o sucesso do Hernandéz Fernandéz na busca para ser um milionário, resolvi voltar com um desafio que tem alguma relação com o que se passou por lá.
      Para quem não me conhece, sou Pedro Ribeiro, professor de história oficialmente e um antigo jogador de FM nas horas vagas, que busca aprender um pouco mais sobre esse cativante jogo. Uma das coisas que está na minha lista de aprendizado é a gestão individual de um clube: por ser muito apegado a saves carreiras, estilo preferido, eu nunca aprendi a ser um grande gestor que se preocupa e revoluciona cada etapa de sua equipe, sempre fiz o básico para funcionamento do time principal e aquilo era suficiente. Portanto, ao pensar o novo save eu tinha em mente que ele precisava ser de clube, faltava só decidir qual. Meu coração futeboleiro está na América do Sul e eu não tive entusiasmo para assumir clubes europeus nesse momento, então, logo me voltei ao continente e decidi escolher a Colômbia por 2 motivos: o primeiro é que o Nandéz não passou pelo país e eu senti falta de conhecer melhor uma liga que manteve-se grande durante todo meu save (arrisco dizer que era a 3ª ou a 4ª em disputa com o Paraguai), o segundo motivo é que o campeonato nacional se decide em mata-mata, o que impede o save de se tornar monótono caso eu monte um mega time, afinal, vou continuar tendo o frio na barriga na fase final do campeonato.
      Quando comecei a pesquisar, logo bati o olho no time, nas histórias que lhe permeiam e sabia que queria repetir o principal feito de sua história: ganhar uma Copa Libertadores! Ficou fácil, agora todos sabem, o time escolhido é o Once Caldas!

      O Once Caldas S.A é um clube de futebol colombiano localizado na cidade de Manizales, uma das cidades que compõem o eixo do café. O clube foi fundado em 1947 como Deportes Caldas, sendo campeão nacional em 1950, em uma primeira gloriosa fase da equipe.
      É a partir apenas de 1961 que a equipe adota o nome de Once Caldas, após fechamento do Deportes Caldas e fusão com o Deportivo Once. Engana-se quem pensa que foi a única troca de nome da equipe colombiana, o Once Caldas foi pioneiro na comercialização de naming rights e negociou o próprio nome: foi chamado de Cristal Caldas e Once Phillips, entre outras marcas, durante os anos 70 e 90, retornando ao Once Caldas de 1996 em diante.
      Curiosamente falando, a fase de retorno ao nome original marcou o grande período da história do clube: em 1997, sob o comando de Javier Álvarez, a equipe se fortalece e chega a um vice-campeonato nacional no ano seguinte. Continentalmente, o Once participa da Copa Conmebol em 1998 e debuta na Libertadores em 1999, quando demonstra a força do estádio Palogrande ao vencer o River Plate por 4-1 e o Deportivo Cali por 3-0 (nota importante: o Deportivo Cali acabou vice-campeão daquela Libertadores). A força da equipe em casa vai ficar marcada pois a primeira derrota em Manizales só vem a acontecer na Libertadores de 2011 contra o Universitario San Martin após mais de 20 jogos de invencibilidade.
      A grande fase da história da equipe fica marcada por dois títulos: o Apertura de 2003, conquistado no templo Palogrande em cima do Junior de Barranquilla, que garantiu vaga para a mística Libertadores de 2004.
      Verdadeiro motivo pela escolha do clube, é possível dizer de forma mais empolgada que talvez tenha sido a maior campanha da história da Libertadores. Pelo menos no século eu afirmo com alguma tranquilidade isto. O Once Caldas sai de um grupo relativamente tranquilo mas já elimina o Vélez Sarsfield, passa nos pênaltis contra o Barcelona de Guayaquil nas oitavas e aí começa a façanha: elimina o Santos, que viria a ser campeão brasileiro em 2004, passa pelo São Paulo, o campeão da Libertadores no ano seguinte, com um gol aos 45’ do segundo tempo, sobrevive a uma temível Bombonera e na grande final diante do Boca Jrs de Tevez, Bianchi e cia, atuais campeões da Libertadores na ocasião, o Once levanta o caneco após o empate em 1-1 no tempo regulamentar e um 2-0 nas penalidades. Quem diria que o Once Caldas faria o Boca Jrs tremer ao ponto de perder as 4 cobranças. Todos os jogos decisivos acontecem em Palogrande, que se consolida como uma verdadeira fortaleza. Para quem quiser conhecer mais detalhadamente a campanha, recomendo esse texto ou esse podcast, que já fala sobre a final do Intercontinental contra o Porto.
      A campanha do Once Caldas naquela Copa não tem grandes destaques individuais, o goleiro Henao talvez tenha sido o nome de maior impacto e ele será assunto mais a frente. O que fica bem marcado como tipicamente Once é o forte sistema defensivo, capaz de sofrer poucos gols mesmo fora de casa e que deu força ao completo azarão. 

      Após a conquista da Libertadores, o Once Caldas disputou o último Intercontinental da história no formato consagrado pelos anos 80-90 contra o Porto e por pouco, muito pouco, não carregou também a alcunha de campeão mundial. Após resistir mais uma vez, a partida termina num 0-0 que leva a disputa para os pênaltis. Após 4 cobranças para cada lado, o Once estava a 1 gol de ser campeão mas Jonatan Fabbro desperdiçou a cobrança, o Porto empatou e acabou vencendo por 8-7 a disputa.
      (Nota irrelevante: Jonatan Fabbro, o homem que perdeu esse pênalti, é ex-marido de Larissa Riquelme. Aos que ganharam idolatria por ela e sua relação com o Nandéz, vale a menção)
      Como todo time de sucesso na América, o Once foi desfeito rápido por mercados de maior dinheiro, viu seus destaques ruindo e seu treinador, dono da estratégia defensiva de sucesso, terminou tetraplégico dias após a derrota para o Porto. Com isso, a equipe não galgou maiores sucessos, sendo vice na Recopa para o Boca Jrs, campeão da Sula, e eliminado nas oitavas da Libertadores seguinte.
      O último suspiro de grandeza do Once se deu com o bicampeonato colombiano no Apertura 2009 e Finalizacion 2010, sendo o último dos 4 títulos nacionais que a equipe tem em sua sala de troféus. Desde então, o Once Caldas é um time que nunca caiu mas também que não disputa mais os títulos, na posição de médio do futebol colombiano.
      Será que agora voltará aos anos de glória? Ao menos, um velho conhecido promete mudar tudo!
       
      O Treinador

      De todos os nomes possíveis, talvez ninguém simbolize mais aquela conquista de 2004 que Juan Carlos Henao, goleiro que passou 18 anos de sua carreira defendendo as cores do Once Caldas. Nascido em 30/12/1971, Henao tinha 20 anos quando fez sua estreia pela equipe em 1992 e galgou espaço pouco a pouco até se tornar uma referência no clube em 2004. Na mágica campanha, Henao era o homem de segurança de uma defesa que raramente era vazada ou cedia espaço aos atacantes adversários, além disso, aquele título tem a cara de Henao: foi ele que parou a cobrança final xeneize e pôde partir para a galera como o herói (foto acima).
      Após o título, Henao foi mais um dos que acabou saindo do clube, contratado pelo Santos mas sem maiores sequências desde então, quando passou pelo Millonarios, Atletico Maracaibo e Real Cartagena. Em 2010 retornou ao Once Caldas onde ficou até 2016, encerrando sua carreira com 45 anos.
      (Nota importante: o ex-goleiro Henao é preparador de goleiros de um pequeno time colombiano. A fim de “apagá-lo” foi criada uma alcunha para ele, como se fosse outra pessoa)
       
      Objetivo Principal:
      - Ganhar novamente a Libertadores
      Confesso que poderia fazer uma intensa lista e criar relações com as regras mas não me sinto confortável com isso. É claro que desejo ser campeão nacional, pretendo ter uma defesa de respeito e quero fazer valer o fator casa com a mística que Manizales merece, mas são coisas pouco palpáveis e de difícil controle. Resumir isso ao fato mais difícil, e motivador para a história, me parece suficiente.
      - Tornar o Once Caldas uma referência dentro da Colômbia
      Essa talvez seja uma meta “vazia” por assim dizer mas eu explico: na motivação para criar o save, eu queria ser capaz de desenvolver o clube como um todo, aprendendo um pouco sobre fornadas, comissão técnica e afins. É difícil criar parâmetros para colocar isto em objetivos, então, reúno neste ponto tornar a equipe a mais rica do país, ter condições de treino de topo, tal qual base e comissão técnica.
       
      Regras:
      - O sistema tático deve sempre ter mentalidade defensiva.
      Pois bem, se o ferrolho de Once ficou tão marcado na conquista da Libertadores de 2004, a forma mais justa de homenageá-lo é repetir o feito. Eu pensei até em repetir o sistema tático mas para isso existe um grande problema: eu teria de rever jogos do Once Caldas para definir sistema, jogadores e funções. Como o trabalho seria demais, ainda que sejam jogos muito bacanas, vou me limitar a sempre adotar a postura defensiva independente de qualquer coisa. Para mim, um adepto da parte tática mas viciado no “positiva” vai ser uma experiência bem curiosa.
       
      Informações do Save:
      Database

      O save foi criado na Colômbia em fevereiro de 2020 mas por razões românticas, explicadas a frente, foi andado randomicamente até 01 de julho. Carreguei as ligas todas sul-americanas, tal qual todos os jogadores do continente, para aumentar a competitividade no torneio. Também acrescentei algumas divisões europeias para tornar o save um pouco maior do outro lado da fronteira. Ao todo são 88 mil jogadores e 2,5 estrelas de desempenho, posso eliminar ligas ao longo do período se considerar necessário mas avisarei caso aconteça.
      O estilo de postagem será todo voltado para os jogos, sem nenhum elemento ficcional. Visando diminuir meu trabalho e dar uma razão de ser, os posts serão escritos em dois formatos: como um blog de torcedor do Once Caldas, para melhor contar jogos, e um diário do treinador, para acompanhar a parte tática e crescimento da equipe. É um modelo experimental que me parece mais satisfatório, tal qual a Db se preciso for mudar, aviso dentro do desenvolvimento da história.
      A apresentação do time no jogo, do treinador e tudo que percebi de entrada estarão postos no primeiro post que vai abaixo. 
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      Buenas! Como vão? Tudo certo?
      Então, começo hoje meu novo empreendimento aqui na área. Pensei bastante que tipo de save gostaria de jogar e o que gostaria de trazer para cá. Tive algumas ideias e cheguei a começar alguns saves, um deles cheguei até a escrever a apresentação e fazer uns banners, mas acabei deixando de lado por conta deste aqui.
      Já queria registrar o agradecimento a todos que contribuem com a Galeria de Gráficos de onde peguei aquele que serviu de base para fazer o que estou usando. Não levo muito jeito com edição de imagem, então foi uma mão na roda.
      Este save foi inspirado no save “Os doze trabalhos de Hércules" do Jirimias, que me cativou pela premissa (completar 12 desafios, nos moldes dos trabalhos do semideus grego Hércules, dentro de um save no FM dirigindo o time do Hércules de Alicante). Com essa história como inspiração, eu queria fazer algo semelhante, porém com a cultura nórdica, que gosto muito. Assim, tentei chegar em algo que aliasse o FM, alguns desafios dentro de um save e a cultura nórdica, em especial sua mitologia.
      O primeiro passo era escolher o time que seria treinado. Não foi uma tarefa fácil, tanto que não encontrei nenhum clube que encaixasse com essa proposta como o Hércules se encaixava para aquela. Portanto...
      FIM DO SAVE, obrigado a quem acompanhou até aqui.
      Brincadeira, pensando um pouco, cheguei na conclusão de que seria melhor fazer o save com um time criado utilizando aquela opção “Criar um Clube” disponível no FM, inclusive porque nunca me aventurei nela. Assim nasceu o Viking Saga FC (falarei mais sobre o clube em outro momento, até para não alongar ainda mais a apresentação).
      Com relação ao subtítulo (“Uma nova invasão na Inglaterra”), acredito que seja de conhecimento geral a invasão Viking à Inglaterra nos séculos VIII e IX, de modo que vou me abster de explicar o contexto histórico (até porque não sou historiador e quanto mais me estender, mais chance tenho de falar besteira). Mas, caso não seja de seu conhecimento, tudo que é necessário saber é que os Vikings invadiram a Inglaterra naquele período e deram um calor no povo inglês, por assim dizer. Portanto, minha proposta é criar uma invasão Viking moderna na Inglaterra, por meio do futebol.
      Nesse momento você pode estar se perguntando: Mas por que não fazer o save num país nórdico, com o propósito dos Vikings dominando a Europa?
      E eu te responderia: Poderia ser interessante de se acompanhar um save assim e seria até mais lógico, sem sombra de dúvidas. Há na área diversos saves em países de menor tradição que levaram um clube à glória continental e mundial. Porém, especificamente para mim como jogador, há um problema nessa premissa: depende muito de ânimo e resiliência. Um save nesse estilo, salvo algo extraordinário ocorrendo, acaba chegando num ponto onde o time é bom demais comparado com seus conterrâneos, mas ruim demais para o sucesso continental, levando um tempo até que o time possa competir pela competição continental. E esse período em que não há competitividade doméstica e se joga um ano inteiro por causa de 6 a 13 jogos (ou menos), é algo que, como jogador, não me atrai no momento (repito que isto é como jogador porque me vejo muito bem lendo um save neste estilo sem problema algum, a questão para mim é jogar nestas condições).
      Tendo ponderado isso, acredito que a melhor forma de conciliar o meu interesse como jogador, com a premissa que idealizei, sendo algo que possa ser atraente para quem lê, é na ideia de fazer o clube na Inglaterra. Alguns fatores fazem da Inglaterra a melhor opção: Há uma ligação histórica entre os Vikings e a Inglaterra; há mais divisões na database básica do jogo; as ligas inglesas promovem mais competitividade aos times (o que gera desafio às sagas “Percorrendo a Yggdrasil” e “Evitando o Ragnarok”, abaixo explicadas); a Premier League em si é um desafio; e não há uma grande discrepância entre os times do G4 da PL e os postulantes ao título da UCL, de modo que evita aquela questão que mencionei antes.
      Assim, o Viking Saga FC substitui o time do Bradford PA (time escolhido unicamente por estar previsto para a última colocação da liga), atuante na National League North, a 6ª divisão da Inglaterra e a divisão inglesa mais baixa no jogo base (cabe aqui explicar que na opção de criar um clube só é possível carregar as ligas e divisões que estão no jogo base, de modo que não posso carregar uma base de dados com mais divisões na Inglaterra, por exemplo). Por fim, diferente do meu save anterior, este não será um save com ficção. Como único elemento de ficção, vou dar um “background” básico pro clube (claro que as sagas podem ser vistas como ficção também, mas vocês entenderam o que quis dizer com ficção haha).
       

      Versão: FM 2020.
      Base dados: Grande.
      Ligas Carregadas.
      Mais Opções.
      A opção por adicionar jogadores a clubes acabou preenchendo as categorias de base do time, mas acredito que foi uma opção válida por duas razões: A primeira é porque assim todos os clubes das ligas inferiores, portanto rivais, terão plantéis completos, evitando jogar contra jogadores cinzas; a segunda é porque assim preenchem-se os elencos das ligas nórdicas, o que ajuda a cumprir uma das sagas (“Atravessando a Bifrost”), que seria praticamente inviável nesse começo de outra forma.
      Elenco Inicial: A ferramenta Criar um Clube permite que o jogador escolha como será montado o elenco do clube criado. Entre outras, as principais opções são: 1) manter o elenco do clube substituído; 2) limpar o elenco e começar sem jogadores, tendo que montar todo o elenco contratando dentro do jogo; 3) adicionar e remover jogadores a vontade, respeitando o orçamento salarial do clube. Optei pela primeira opção porque não quero perder tanto tempo no começo montando um elenco completo. Além disso, mantendo o elenco o jeito que está dá menos margem pra montar um time muito superior ao anterior, já que este elenco é cotado para o último lugar.
       

      Sagas são estórias contadas em prosa que misturam aspectos históricos com mitologia e religião. Para o save, as “Sagas” serão os objetivos/desafios propostos que misturam aspectos da mitologia nórdica com o futebol e o FM. Foi preciso adaptar muitas coisas, então peço que não estranhem, pois existem conceitos que serão variáveis para adaptar a mitologia aos objetivos (numa saga, “X” pode significar uma coisa, enquanto em outra, “X” pode significar algo diferente).
       

      A primeira saga consiste em percorrer a árvore que conecta nos 9 mundos nórdicos, lares de deuses, anões, elfos, gigantes e homens. Os nove mundos são representados pelas seis divisões inglesas e dois objetivos satélites.
      A jornada pela Yggdrasil do futebol inglês começa em Muspelheim e Niflheim (National League South/North). Os dois mundos coexistem, ficando um a norte e outro a sul, e foram os dois primeiros mundos a existir. Enquanto Muspelheim é um caos de fogo e calor, o ponto de partida onde Surt acordará e liderará o caminho dos gigantes à Asgard; Niflheim é coberto de gelo e névoa. A jornada pela Yggdrasil começa pelos primeiros mundos, pela liga mais baixa. *Obs.: Como não é possível disputar pelas duas regiões (norte e sul), os dois primeiros mundos coexistem em uma só liga, tal qual coexistem na mitologia.
      Chegar em Helheim (Acesso Direto) é complicado e muito pouco se sabe sobre esse mundo. Diz-se que para chegar em Helheim é necessário percorrer a Gjallarbrú, uma ponte coberta de ouro. Passar por Helheim representa o acesso direto de uma liga, sem passar pelos playoffs, encontrando o caminho de ouro. *Obs.: Este objetivo pode ser realizado em qualquer uma das 5 divisões que oferecem acesso.
      No segundo nível está Alfheim (Narional League). Na Edda de Prosa Gylfaginning, Alfheim, o mundo dos elfos, é descrito como o primeiro de uma série de mundos no céu. Assim, o próximo passo rumo ao céu é explorar a 5ª divisão inglesa.
      Após a terra dos elfos fica Nidavellir (League Two), a terra dos anões, que fica nos subterrâneos de Midgard. Chegar em Nidavellir representa estar a um passo da terra dos homens, representa chegar na League Two, a 4ª divisão.
      Passando pelo lar dos anões e subindo pela Yggdrasil, chegamos em Midgard (League One), a terra dos homens, o solo comum, onde se planta, colhe, briga e bebe. Além disso, “Mid” significa “meio”, que é a posição da League One, a 3ª divisão, na escalada das ligas inglesas.
      Após passar pela terra dos homens, é preciso passar por Jotumheim (Championship), a terra dos gigantes. Na Championship moram alguns gigantes do futebol inglês que, contudo, há muito não conseguem entrar em Asgard, como o Preston North End e o Nottingham Forrest.
      Antes de chegar no reino dos Aesir, é hora de chegar nos Vanir, em Vanaheim (Premier League). Um dos dois clãs de Deueses, os Vanir são rivais dos Aesir, os deuses asgardianos. Todos os clubes que chegam na Premier League são deuses apenas de estarem lá, porém apenas uma parcela destes chega a Asgard, onde ficam os deuses mais venerados e conhecidos. Chegar à Premier League é se juntar ao primeiro clã de Deuses, mas com a expectativa de chegar em Asgard.
      Por fim, no topo da Yggdrasil do futebol inglês, o lar de Odin, Thor, Balder, Tyr e outros. Enfim chegamos em Asgard (Ganhar a Premier League). É em Asgard que fica Valhalla, o grande salão onde os bravos guerreiros nórdicos são recebidos por Odin, festejam e se esbaldam em um banquete que durará até a chegada do Ragnarok. Chegar em Asgard é chegar aonde estão os Deuses, ou seja, os campeões. Significa ganhar a Premier League.
       

      A mitologia nórdica é repleta de seres lendários, cujos feitos (ou atrocidades) eram contados de geração para geração. Destaquei seis dessas figuras para serem grandes rivais: Fafnir, Odin, Thor e os três filhos de Loki com a gigante Angrboða. É necessário força e perseverança para ultrapassar esses seres lendários.
      Fafnir era um anão que matou seu pai em busca de tesouro, transformando-se em um dragão para proteger suas posses. Fafnir representa um clube pequeno que através do dinheiro se engrandeceu, o Manchester City.
      Odin é o pai de todos, o maior dos Deuses. O maior de todos é o que mais vezes conquistou o campeonato inglês e que tem a maior torcida, o Manchester United.
      Thor é o mais forte dos Deuses. Pode não ser o maior deles, ou talvez o mais venerado, mas é o mais temido. Com seis títulos da UCL, o Liverpool é o time inglês mais temido.
      De acordo com a mitologia nórdica, Loki teve diversos filhos (inclusive um cavalo de 8 patas, cuja história de sua concepção é sensacional), mas entre eles, três se destacam, seus filhos com a gigante Angrboða: Fenrir, Jörmungandr e Hela. Os três londrinos:
      Fenrir é um lobo gigante feroz e terrivelmente forte. Porém, Fenrir foi preso através do Gleipnir, um cordão feito pelos anões especialmente para este fim. Muito temido quando está solto, mas inofensivo quando é preso, o clube londrino que parece estar atado a algo e não consegue se desvencilhar é o Arsenal.
      Jörmungandr é a serpente que circula o mundo e ali vive ali desde que Odin a baniu de Asgard e a enviou para Midgard, há muito tempo. Como o clube do “big-six” que não vai à Asgard (que não é campeão da Premier League) há mais tempo, o Tottenham é o Jörmungandr do futebol inglês
      Hela foi banida por Odin para o mundo inferior, que recebeu seu nome (Helheim, aquele cujo único acesso é através de uma única ponte). O Chelsea foi o último dos filhos de Loki a ser rebaixado e conquistar o acesso direto por Helheim, na temporada 1988/89.
      Para derrotar um Deus ou um ser lendário não basta o vencer uma única vez. É necessário vencer várias batalhas para se vencer uma guerra. O objetivo, portanto, é segurar uma invencibilidade de 5 jogos contra cada um.
       

      Ragnarok pode ser traduzido para “destino dos deuses”, e é uma série de eventos que conduziriam ao fim do mundo. Alguns eventos são “profetizados” (por falta de palavra melhor) como sinais do Ragnarok e é aqui onde encontrei mais divergência entre fontes, então escolhi os que mais se adequariam a um save. Diferente das outras sagas, o objetivo aqui é não deixar que algo ocorra, no caso, o Ragnarok, evidentemente. Assim, para evitar o Ragnarok é preciso evitar que os sinais se concretizem. Na mitologia, até onde pude averiguar, há uma certa ordem para o acontecimento dos eventos, porém, para fins desse save, vamos dizer que o Ragnarok vem independente da ordem que seus sinais forem aparecendo.
      O primeiro sinal do Ragnarok é a morte de Balder, o Deus imortal. Para que esse sinal seja completo é preciso que o Viking Saga FC seja rebaixado, morrendo, de certa forma (claro que o rebaixamento não é a morte de um clube, mas o clube falir e ser refundado é meio difícil – senão impossível – de ocorrer no FM).
      Depois, vem o Fimbulvetr, o longo inverno, que dura por três anos consecutivos. Assim, o inverno será uma estagnação por 3 temporadas, ou seja, se estiver em uma divisão com condição de acesso (da 6ª à 2ª), significa ficar 3 anos sem alcançar a promoção, se estiver na Premier League, primeiramente o alvo é a vaga na UEL, depois para a UCL, então para o título. Ou seja, quando subir da 2ª para a 1ª divisão, começa a contar 3 anos para ter uma classificação para a Europa League, depois 3 anos para a Champions, e, então, 3 anos para o título, se chegar ao título sem ter causado o Fimbulvetr, o título deve ser renovado a cada 3 anos, pelo menos.
      Por fim, há o desaparecimento do sol e da lua. Esse foi mais complicado para adaptar à proposta desta saga, mas considero que o desaparecimento do sol e da lua é a demissão do treinador, deixando o clube na escuridão. Assim, a demissão não será necessariamente o fim do save, mas uma das condições para a chegada do Ragnarok.
      Se não conseguir evitar os três sinais, o Ragnarok acontece e traz consigo o fim do mundo, ou seja, o fim do save.
       

      A Bifrost é uma ponte que liga o reino dos homens ao reino dos Deuses. Para o save, representa a travessia dos jogadores nórdicos para a Inglaterra. Utilizar a Bifrost significa contratar pelo menos 4 jogadores de origem nórdica* por temporada (*Dinamarca, Finlândia, Groelândia, Ilhas Faroe, Islândia, Noruega e Suécia, e pode ser como 2º nacionalidade). Obs.: Para deixar claro, serão contabilizados eventuais jogadores trazidos para o time sub-19, inclusive aqueles eventualmente oriundos das fornadas do clube.
       

      Os Deuses nórdicos, como tais, tem muitos tesouros e artefatos valiosos, sendo presenteados frequentemente (geralmente como pedido de desculpa de Loki por ter feito alguma besteira). Alguns desses artefatos aparecem no conto “Tesouro dos Deuses”, do livro “Mitologia Nórdica” de Neil Gaiman. Além dos citados no conto, os Deuses têm outros tesouros valiosos (como a já citada Gleipnir para prender Fenrir). Cada artefato é único e de difícil acesso, abrangendo um aspecto do jogo.
      Brisingamen é o colar da deusa Freya, deusa da beleza e amor. Um artefato utilizado por uma deusa da beleza pode ser equiparado ao dinheiro, que seduz os jogadores. Adquirir o Brisingamen significa transformar o Viking Saga FC no clube mais rico do mundo.
      Draupnir é o anel de Odin que a cada 9 noites cria oito anéis de mesmo tamanho e peso que o original, multiplicando-se. Possuir um Draupnir é ter uma produção em massa de itens valiosos. Assim, para isto, é necessário ter 8 jogadores que vieram de fornadas no plantel principal, que iniciem ao menos 60% das partidas em uma temporada e conquistar um título expressivo. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Gleipnir é a corrente que conseguiu prender Fenrir. As correntes que “prendem” os jogadores nos clubes são seus contratos. Obter este artefato é ter o jogador mais bem pago do mundo. (Obs.: Não é permitido aumentar a proposta salarial oferecida pelo agente do jogador)
      Gungnir, a lança de Odin, que nunca erra o alvo, sempre volta à sua mão e torna os juramentos prestados inquebráveis. Significa acertar precisamente uma contratação e transformar um jogador contratado em ícone ou lenda do clube.
      Hugin e Munin, são os corvos de Odin, contam a ele tudo que ouvem e tudo que veem. São os olheiros do clube, claro. Hugin é ter a melhor equipe de observação da Premier League. Munin é ter conhecimento de 35% do mundo (se atingir muito cedo, aumentamos).
      Maçãs de Iduna. Iduna é a Deusa da Juventude. Ela carrega consigo uma cesta de maçãs que fazem com que os deuses permaneçam jovens. Quando um Deus começa a sentir o efeito do envelhecimento, uma mordida das maças de Iduna é o suficiente para recuperar a força e juventude. A renovação é necessária em todo clube de futebol. Comer dessas maçãs é ser campeão com o elenco mais jovem. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Mjolnir, o martelo de Thor é o mais famoso e desejado dos tesouros, aqueles que todos querem, mas apenas um tem. Representa ter um jogador reconhecido como o melhor jogador do mundo.
      Espero que apreciem essa viagem!
       
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