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Planos de A a Z: mudando o panorama de um jogo


Henrique M.
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Para aqueles que são ativos na cena do Football Manager aqui no país, já devem ter vistos algumas pessoas compartilhando seu plano B e outras coisas que tendem a ser feitas para anular certas ameaças que o oponente proporciona ou algo para mudar o curso de um jogo. A maioria do que existe tende a mudar a maneira como a equipe normalmente joga como estratégia alternativa ou dependendo das expectativas iniciais de um jogo, seja essa decisão correta ou não. É algo que envolve muito achismo. Entretanto, não cabe a ninguém dizer o que está certo ou errado, mas é um viés que se apoia apenas na fé cega de que aquilo surtirá os efeitos desejados.

O ideal é fazer mudanças baseado no que você vê acontecendo (seja vendo o jogo completo ou reagindo as estatísticas/melhores momentos) e reagir de acordo. Caso eu decida modificar minha estratégia de acordo com o favoritismo de determinada equipe, as expectativas envolvidas no jogo ou a forma atual das equipes, como eu vou saber se aquela é a decisão correta baseada no está acontecendo e se desenvolvendo no jogo? Você simplesmente não será capaz, por isso, o ideal é fazer modificações a medida que a partida se desenvolve. Normalmente, queremos ver um determinado estilo de jogo em nossas equipes e ele pode funcionar em diversas táticas diferentes uma da outra, mas não há necessidade em transformar o jogo em algo mais complicado do que ele realmente tem que ser. Por isso, é melhor manter a estrutura da sua equipe do que ficar testando diferentes formações (partindo do pressuposto que você já determinou e testou como sua equipe deve jogar).

Isso não significa que você não deve adaptar sua equipe jogo a jogo, porque a maioria de nós faz isso frequentemente. Contudo, nas modificações que podem ser feitas, as escolhidas aqui podem não ser classificadas realmente como estratégias alternativas por muitas pessoas, já que são minimalista e muito sutis. E isso tem correlação com o futebol da vida real por um breve instante, não é porque você não percebe uma mudança drástica que signifique que o treinador do seu time não está adaptando constantemente. Normalmente, as pessoas realmente não enxergam.

Estratégias de jogo

Antes de começar a falar especificamente de como mudar o panorama de um jogo, vamos observar alguma das estratégias de jogo que as pessoas normalmente podem usar.

Antes de um jogo

Uma segunda formação é algo comumente utilizado quando os jogadores sentem que o oponente vai jogar de uma determinada maneira, baseado nas odds pré-jogo, e nos relatórios do olheiro e do analista. Outros preferem atirar as cegas e simplesmente decidem mudar porque acreditam piamente que determinado time atuará de determinada maneira, independente de relatórias, odds e expectativas.

  • O uso de instruções à equipe é outra estratégia popular, os jogadores podem adicionar ou remover alguma instrução caso já usem várias. O principal motivo por trás disso é contra-atacar ou anular uma possível vantagem do outro time.
  • O uso de instruções aos jogadores também se encaixa no que foi dito, já que os jogadores estão buscando fazer algo diferente, baseado no que já foi mencionada anteriormente.
  • A mudança de funções talvez seja a mais frequente depois da mudança de formação. Eles mudaram a função de determinado jogador para mudar a maneira que o time normalmente atua. Novamente, isso se resume a aproveitar uma eventual deficiência do adversário ou proteger uma fraqueza da sua equipe.
  • Os planos de jogo (uma nova ferramenta do FM 2018) não é algo que as pessoas normalmente usam, mas podem ser usados para determinado conjuntos de cenários dentro de um jogo. Podem ser usados em algumas situações para antecipar ou contra-atacar alguma ação.
  • A menos usual seria a escalação de um jogador diferente. Alguns jogadores preferem mudar e escalar um jogador mais ofensivo/defensivo para determinada partida, de acordo com as expectativas e receios do treinador para um jogo. Também pode ser vista como uma ferramenta direcionada a certos jogadores da outra equipe.

Durante um jogo

Algumas das mudanças que podem ser feitas em um jogo seguem os mesmos critérios de modificações antes de um jogo.

  • A mudança de tática durante o jogo é uma medida que deve ser classificada como drásticas, mas mesmo assim, a maioria dos jogadores de FM emprega-a em suas partida. Seja para proteger um resultado, fazer cera ou buscando um resultado, uma mudança de tática pode ser mais passiva ou agressiva, dependendo da necessidade.
  • As instruções à equipes também seguem a mesma linha de raciocínio, apesar de ser uma solução menos drástica.
  • Em muitos casos, mudar as instruções de um determinado jogador pode ser mais frutífero, já que você pode customizá-lo para explorar situações e cenários que você está vendo ocorrer durante a partida. 
  • A mudança de funções é outra boa opção, já que permite que você transforme um jogador em mais ou menos agressivo, de acordo com a sua necessidade. Se seu meio-campo está exposto e você precisa defender aquela vitória, talvez seja melhor colocar um jogador com uma função ou tarefa mais defensiva e cautelosa.
  • E a mais tradicional é a substituição tática de um jogador que vai mal por outro que pode estar num dia melhor.

Existem outras maneiras de se mudar um jogo, mas essas são as mais comuns. Nenhuma delas é melhor ou pior que as outras e todas são opções viáveis em alguns estágios de uma partida. Contudo, essas modificações tendem a se basear no estilo de jogo da sua equipe e no que encaixa melhor dentro das opções que o treinador tem.

Alguma das estratégias acima podem ser classificadas como bastante extremas, principalmente a mudança de formação e estrutura tática do time durante a partida. É compreensível que as pessoas utilizem como uma das principais formas, afinal de contas, a nossa exposição ao futebol nos condicionou a isso.

Meus planos de A a Z

Então como eu jogo o jogo? Eu não sou tão adepto do microgerenciamento que a maioria das pessoas acreditam que eu seja. Eu prefiro as mudanças sutis. E na realidade, meu plano A é meu plano B, C e até o Z. Obviamente enquanto estou criando uma tática, eu tenho uma postura mais detalhista, até achar o equilíbrio ideal e que me ofereça o estilo de jogo que estou procurando. Depois desse ponto, se trata em manter tudo o mais simples o possível para voar através do máximo de temporada possíveis.

O que isso significa? Significa que eu faço modificações baseadas puramente no que meus jogadores estão ou não fazendo. Eu ignoro completamente o adversário e foco no meu time, muitos vão achar isso estranho, porque a inteligência artificial (IA) é uma grande parte do Football Manager e eles estariam corretos. Porém, você nem sempre precisar armar o plano de jogo perfeito e adaptar constantemente a IA do jogo. Você pode fazer pequenas mudanças para alcançar isso e elas não precisam ser tão drásticas. E ao focar no seu time, você manter sua equipe praticando o estilo de futebol que você está criando sem ficar constante adaptando para se equiparar ao time oponente.

Isso me permite desenvolver um plano e me ater a ele. Não tem problemas em dar espaços para o seu adversário, de fato, dar espaço ao outro time não é uma coisa ruim, desde que sua equipe estejam fazendo tudo aquilo que você deseja que eles estejam fazendo. Esse é o meu foco. Se o time que eu estou comandando fazer o que eu esperto deles, então em 90% das situações, eu conseguirei o resultado. Obviamente que isso vai ser explicado melhor e exemplos serão dados para vocês entenderem como essas adaptações acontecem durante uma partida.

Mudanças antes de um jogo

Antes de um jogo eu nunca mudo nada. Eu mantenho qualquer que seja minha formação base e escolho o melhor onze inicial que eu posso escalar. Isso significa que eu não olho para os odds da partida, não dou atenção para os relatórios dos olheiros e analistas e também não adiciono nem removo instruções à equipe aos jogadores ou mudo quaisquer função ou tarefa na minha equipe.

Mudanças durante o jogo

Para falar a verdade, durante um jogo, eu não costumo mexer em muita coisa. Eu tento me manter com o que meu time faz bem, mesmo se eu sair atrás no placar. Se eu tomo um gol primeiro do que faço, o contexto e a maneira como meu time está atuando é a coisa mais importante. Mesmo se tomarmos outro gol antes de empatar, o porquê daquilo está acontecendo é o x da questão. Você pode estar jogando muito bem e tomar um gol por puro azar ou apenas porque o outro time fez uma grande jogada. Isso acontece e não importa o quão bem você esteja jogando, você tem que aceitar que irá conceder gols contra o fluxo do jogo. A chave aqui é não se desesperar.

Se um jogo não vai bem, ou eu preciso do resultado, então a hierarquia das coisas que eu tento seguir é:

  1. Substituições
  2. Instruções aos jogadores
  3. Mudança de função
  4. Mudança de mentalidade
  5. Instruções à equipe

Essa é a ordem que eu tenho a seguir e caso eu chegue as opções três, quatro e cinco da lista, então a vaca está indo para o brejo. No atual momento, em todos os saves que fiz no FM 2018 eu ainda não usei nenhum dessas três últimas opções. E olha que ao longo de diferentes saves, eu já joguei cerca de 16 temporadas. Eu tento me manter com as duas primeiras pois é mais simples para o estilo e forma a qual eu jogo o jogo.

Substituições

 90% das mudanças que faço são em torno das substituições. Para mim, isso é o que defino o meu estilo de jogar e me permite influenciar ou mudar jogos fazendo substituições. A forma como eu construo meus elencos e desenvolvo meus jogadores me permite usar isso como uma ferramente porque eu não compro/desenvolvo jogadores que jogam na mesma posição e são iguais as outras opções que eu já tenho. O que eu gosto de fazer é achar ou desenvolver um jogador que terá um função diferente daqueles outros que eu tenho no elenco. 

Ao invés de ficar chateado por não ter a opção de uma função dentro do meu elenco, eu foco no contrário. O Football Manager não é restrito apenas ao que alguém não pode fazer de acordo com a capacidade exibida na tela do perfil do jogador. Qualquer jogador pode jogar em qualquer lugar e você descobrirá que a sua capacidade de tomar decisões irá sofrer uma penalização e ele não terá o mesmo padrão de qualquer outro mais familiarizado com a função. Entretanto isso não significa que ele não pode atuar ou ser bem-sucedido ou bom naquela função. Se alguém tiver os atributos para desempenhar uma função que não esteja listada em seu perfil, escale ele lá mesmo. São os atributos que definem o que um jogador pode fazer em campo, portanto, ele se sairá bem por lá.

Vamos usar um atacante imaginário como exemplo. Fulanílson é um centroavante criativo e meu titular. No meu elenco, eu tenho outros dois jogadores que também podem jogar como centroavantes, mas cada um deles tem um conjunto de habilidades diferentes. Um deles tem uma presença física muito maior dentro da área, quase um jogador alvo.  O outro é o arquétipo do centroavante tradicional.

Agora, se em um cenário em que eu estou buscando um resultado e eu preciso mudar as coisas e sei que meu atacante que está atuando como centroavante não está fazendo o que eu quero, eu faria uma mudança. O jogador que entraria em campo dependeria daquilo que eu achar que for a escolha correta. Se Fulanílson está sendo intimidado fisicamente, então eu traria o meu jogador mais forte, já que ele combateria a imposição física que o titular estava sofrendo. Mas se eu sentisse que eu precisasse de algo mais simples e menos elegante, então eu usaria o bom e velho centroavante tradicional que tenho a disposição.

Isso é apenas um exemplo e eu não me limito, já que pode ser aplicado a qualquer jogador que eu queria substituir. Tudo depende do contexto do jogo e de quais jogadores estão tendo dificuldades em fazer o que eu espero deles. Por isso que eu construo um elenco com diferentes tipos de jogadores, pois assim eu terei bastante variedade dentro do meu elenco e posso modificar meu estilo de jogo sem precisar de mudanças drásticas.

Outro exemplo pode ser dados com volantes. Eu tenho os jogadores usuais para esse tipo de função, mas tenho um jogador muito criativo que não possui as habilidades defensivas necessárias para a função. Mas ele faz valer sua presença no elenco por sua criatividade. Eu costumo colocá-lo quando acho que meu volante está indo bem, mas perdendo a posse de bola frequentemente e atrasando nosso jogo. Eu também posso usá-lo se eu sentir que o volante está tendo dificuldades quando tem a bola nos pés. Eu sacrificaria o lado defensivo por alguém que pode distribuir a bola melhor e tenha mais calma com a bola nos pés enquanto é pressionado pelo adversário.

É claro que eu poderia simplesmente mudar a função do volante mas isso normalmente impactaria no modo como minha tática funciona e teria um efeito cascata muito grande em outros lugares. Portanto, mudanças como essa são uma última medida e é por isso que eu prefiro mudar o jogador ao invés da função. Tudo se resume em achar o que funciona e encaixa na maneira que você joga o jogo para simplificar as coisas.

Se você me assistisse jogando o jogo e eu fizesse uma substituição você pensaria que eu estava trocando um jogador pelo outro e não perceberia que era uma estratégia tática definida que eu estava usando. E ainda mudando as coisas dentro de campo para conseguir um resultado diferente. É bastante sutil, mas na maioria dos casos, faria uma grande mudança em como a função estava funcionando anteriormente.

Esse é meu método número um. Agora é hora de olhar para a segunda estratégia.

Instruções ao jogador

Não tem nada de extravagante ou complicado mas é melhor do que impactar o time inteiro e mudar as instruções à equipe. Eu prefiro focar num indivíduo de tempos em tempos se eu ver algo que eu não goste. Um exemplo seria um meio-campista que está sendo fortemente pressionado e quase não fica com a bola nos pés, mas eu instrui ele a tocar curto (seja via instruções à equipe, ao jogador ou pela função). Talvez se eu instruir ele a dar passes mais diretos, eu consiga ajudá-lo dentro de campo, fazendo com que ele se livre mais rapidamente da pressão que vem sofrendo. Portanto, dependendo da situação ou cenário, isso impactaria o que eu modifico.

Mas isso não é algo que eu faço frequentemente e no meu atual save eu fiz isso apenas quatro vezes em seis temporadas. Mesmo assim, ainda é uma opção.

Mudança de função ou tarefa

Agora já estamos entrando em territórios mais complicados e as coisas estão indo muito errado. Não é o pior cenário mas as coisas estão se encaminhando para isso. então, se meus métodos tradicionais mencionados anteriormente não funcionaram, então eu cogitaria mudar uma função ou tarefa para me dar aquilo que está faltando no jogo do meu time. Obviamente que existem pontos negativos em fazer isso, já que na maioria dos casos, minhas táticas estão montadas para desempenharem um estilo específico e o que pode ser uma pequena mudança de função pode significar que ele outro lugar, outra função também precise ser modificada.

Por exemplo, caso meu Armador Móvel esteja tendo um péssimo dia e ele esteja sendo a única fonte de criação de jogadas do meio-campo para os atacantes. Um armador não precisa ser necessariamente o cara da assistência, ele pode ser aquilo que liga os diversos setores da equipe. Se eu mudar a função dele para Meia Central numa tarefa de Apoio, isso mudaria totalmente a dinâmica do que o jogador pode oferecer dentro de campo ao time.

Com isso, eu tenho que avaliar o que isso impacta nos meus jogadores de frente. Se eles estavam tendo dificuldades em serem fornecidos pelo Armador Móvel, mas eventualmente alguma bola chegava, como eles serão assistidos por um meia-central? Ele não vai ligar os setores da equipe da mesma maneira, que foi uma das razões que levaram minha tática a ter um Armador Móvel. Porém, como que o meia-central se encaixa no que está sendo feito naquela partida e agora de onde irá ocorrer a criação de jogadas do time. Eu preciso identificar isso e ver se isso será um problema no decorrer da partida e ajustar de acordo.

Minha primeira tentativa seria ver se algum outro meio-campista pode assumir essa função de ligação e criação e como isso irá impactar a forma como normalmente jogamos e fazemos funcionar. Outra opção pode ser pedir para um atacante recuar para buscar a bola, mas quem vai estar lá para marcar os gols com ele fazendo essa ligação? É claro que um atacante ainda pode marcar gols dessa maneira, mas agora a forma como minha equipe ataca foi totalmente modificada e irá impactar em como marcamos gols.

Enquanto você pode ser capaz de fazer isso funcionar, para mim, essa é uma das mudanças mais complicadas de se fazer. É uma das opções mais drásticas da minha estratégia para mudar o panorama de um jogo. Mss ela não está no fim da lista por uma razão muito simples. Às vezes, uma simples mudança de tarefa pode ser o suficiente, você pode fazer um jogador ser mais ou menos agressivo com uma simples mudança de tarefa.

Exemplificando rapidamente, retornemos ao cenário onde o atacante retorna para buscar a bola e iniciar as jogadas. Vamos dizer que meu time começou a partida dessa maneira e eu percebi que o sistema defensivo do oponente estava tendo uma vida muito fácil porque meu atacante estava recuando e liberando eles das obrigações defensivas necessárias. Talvez eu desse ao atacante uma tarefa atacar, se possível e instantaneamente ele procuraria se posicionar mais a cima no campo e deixaria a linha defensiva adversária ocupada.

Uma mudança de tarefa é uma mudança mais tranquila do que mudar completamente a função de um jogador e em alguns casos, traz consequências menores para o restante do time. Como a função é essencialmente a mesma, ele estará apenas atuará mais avançado ou recuado, de acordo com a função escolhida.

Mudança de mentalidade

A mudança de mentalidade é relativamente simples e você pode mudar a maneira do seu time jogar e se comportar em um instante. Entretanto, eu preciso lembrá-los que se você fizer essa mudança, todos os jogadores do seu time serão impactados. Já que, principalmente, altera a linha defensiva e a temporização do time. Quanto mais agressiva for a mentalidade, mais riscos seu time vai correr e quanto menos agressiva, menos riscos. Mas ela está no final da lista porque para mim, é mais importante jogar o jogo de uma determinada maneira e essa mudança de mentalidade irá mudar toda minha equipe. O que isso significa? Pode ser que eu tenha desviado bastante do caminho em que eu gosto de ver meu time jogando. Provavelmente você deve estar pensando que eu sou um chato teimoso e que fazer essa mudança conforme a necessidade não tem problemas. Porém, como estou tentando manter tudo o mais simples possível, com o menor número de mudanças possíveis, isso acaba não encaixando porque muda todalmente o comportamento de cada um dos meus jogadores.

Instruções à equipe

As instruções à equipe são uma grande ferramenta mas cai em tudo que já discuti sobre as outras coisas que vieram antes. Eu não sou afeito a coisas que mudam completamente o comportamento do meu time, a não ser que eu realmente precise. Esse é meu último recurso e é minha opção quando a caixa de ideias está vazia. Eu entendo como elas funcionam e como elas mudam as coisas por debaixo dos manos, mas para mim, ainda é uma farsa usá-las. Eu normalmente já tenho minhas instruções selecionadas, baseadas no estilo que estou criando. Adicionar ou remover alguma delas me afastaria do meu planejamento e adicionaria mais uma camada de complexidade que eu posso viver sem.

Portanto, é assim que eu encaro cada jogo e penso e vejo o Football Manager. Provavelmente é muito menos micro gerenciamento do você estava esperando. Pode ser que essa visão venha dos diversos guias por aí, mas lembre-se, eles são voltados para quem está tendo dificuldades com certos aspectos do jogo, querendo aprender mais sobre ele ou discutindo certas filosofias e conceitos futebolísticos. 

E você, quais são seus planos para mudar o panorama de um jogo e conseguir o resultado desejado?

Conteúdo traduzido e adaptado por Henrique M. para o FManager Brasil e Engenharia do Futebol
Fonte: https://teaandbusquets.com/plan-b-c-everything
Banner: @_Matheus_

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Excelente guia, trouxe uma abordagem diferente e pode ajudar bastante quem tem dificuldades com as alterações táticas (tipo eu). São ideias bem simples, mas muito interessantes.

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  • Vice-President
Em 02/04/2018 at 17:57, Tsuru disse:

Excelente guia, trouxe uma abordagem diferente e pode ajudar bastante quem tem dificuldades com as alterações táticas (tipo eu). São ideias bem simples, mas muito interessantes.

Acho que o grande valor desse texto é justamente o pensamento oposto que a maioria tem.

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  • 2 weeks later...

Como consegue analisar isto no jogo, se o atacante está perdendo fisicamente pra zaga, etc..? Ainda não consigo analisar bem durante uma partida para fazer mudanças.

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  • Vice-President
58 minutos atrás, rcollor disse:

Como consegue analisar isto no jogo, se o atacante está perdendo fisicamente pra zaga, etc..? Ainda não consigo analisar bem durante uma partida para fazer mudanças.

Você pode utilizar a ferramenta de análise do jogo para isso. Dá para ver se a bola está chegando nele e morrendo nele. Se ela não estiver chegando, a culpa não é dele. Mas se ela estiver chegando e o jogo morre ali, provavelmente ele está perdendo essa bola na disputa com os marcadores. 

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  • 1 month later...

Abordagem diferente essa, interessante. Mudou algumas idéias que eu tinha a respeito das substituições, não costumava seguir essa hierarquia.

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  • 1 year later...

Ainda bem que o Diogo deu um up. Eu não tinha visto.

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  • 3 weeks later...

Geralmente eu faço substituição quando o jogador está com nota ruim ou muito cansado, tenho que começar a olhar se a bola está chegando nele tb agora, até olhava um pouco as vezes, mas geralmente esqueço de ver isso.

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    • just12
    • just12
      By just12
      As lesões no FM são bastante comuns assim como na realidade, a questão é como diminuir a quantidade e o tempo que elas retiram um jogador de atuação. Conhecer as lesões mais frequentes, entender os fatores de risco e traçar estratégias preventivas são fundamentais para termos sucesso nesta área.

      Milhões são gastos anualmente em contratações caras e salários na casa dos milhões, porém tudo isso poderá ir por terra se não houver uma boa equipe técnica e uma boa gestão médica por parte do Manager. Isso se torna ainda mais importante quando se trata de equipes menores, onde a estrutura é sucateada e os funcionários da STAFF são escassos e de baixa qualidade. Uma equipe médica adequada pode custar por volta de 3% da folha salarial do elenco.

      Na área médica do Football Manager temos dois profissionais primordiais, que são os fisioterapeutas, responsáveis por prevenir e recuperar lesões e os cientistas desportivos (fisiologistas), responsáveis por analisar/gerir a condição física e o risco de lesão dos jogadores.
      Além disso, podemos dizer que a estrutura proposta pelo clube como centros de treinamento e condições de treino ajudam demais estes profissionais. Treinar em um gramado duro e fazer musculação em uma academia com aparelhos velhos pode não só prolongar o tempo de lesão de um jogador como também podem gerar ainda mais lesões.

      Jogadores incapacitados afetam diretamente a equipe já que não podem ser utilizados. Com o maior número de baixas, menos peças o treinador terá à disposição e consequentemente menores as chances de alcançar lugares melhores na liga ou em competições internacionais. Atletas contundidos tendem a perder atributos e/ou diminuir seu potencial, o que pode ser crucial na vida de um jovem atleta que poderia ser uma estrela caso não se lesionasse seriamente numa idade em que seus atributos deveriam estar evoluindo com grande progressão.
       
      As lesões mais frequentes no Futebol:
      → Estiramentos e distensões musculares: ambos ocorrem devido ao alongamento excessivo do músculo, mas em locais diferentes: enquanto o estiramento acomete as fibras musculares, a distensão pode ser definida como uma lesão na junção musculotendínea ou no tendão. A classificação também é a mesma: pode não haver ruptura do tecido, ruptura parcial ou completa. Distensões musculares são as lesões mais frequentes em jogadores de futebol;

      → Fraturas por estresse: lesão decorrente da utilização excessiva do osso, que, não suportando a pressão sofre uma fissura. Na maioria das vezes, a sobrecarga acontece por causa do aumento da intensidade do treino e/ou partidas em sequência sem descanso adequado;

      → Entorses: tipo de lesão mais frequente no meio esportivo, é provocada por uma excessiva distensão dos ligamentos e das demais estruturas que garantem a estabilidade da articulação. Pode ocorrer devido a movimentos bruscos, traumatismos, má colocação do pé ou um simples tropeço. Os órgãos mais afetados são tornozelo (tibiotársica) e joelho. No futebol, entorse de joelho com ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) é a lesão incapacitante mais comum, ao lado de problemas nos meniscos;

      → Contusão: resultado de um forte impacto em qualquer parte do corpo, pode causar lesão nos tecidos moles da superfície, músculos, tendões ou ligamentos articulares;

      → Luxação: ocorre quando uma força violenta atua direta ou indiretamente numa articulação, empurrando o osso para uma posição anormal. Embora, de forma leiga possa ser apontado como algo simples, às vezes é mais grave do que uma fratura.
       
      Os fatores de risco para as Lesões são:

      → Propensão do jogador a lesão: há um atributo oculto de 0 a 20 que mostra o quão um jogador é mais propenso a se lesionar. Caso seja importante, o seu preparador lhe avisará no relatório do jogador;

      → Baixa energia: jogadores que não se recuperam totalmente de uma partida ou treino terão maior facilidade em se lesionar;

      → Aptidão Física: mostra quanto um jogador consegue se recuperar de uma partida para outra e quão mais rápidos conseguem se recuperar de uma lesão sem perder atributos;

      → Alto número de partidas em um curto período de tempo: jogar domingo e quarta toda semana sem o devido descanso pode gerar acúmulo de fadiga e consequentemente lesões;

      → Falta de ritmo de jogo: jogadores quando ficam muito tempo sem partidas diminuem seu ritmo de jogo e aumentam seu risco de lesão;

      → Estado do gramado: gramados em péssimo estado são grandes catalizadores dos mais diversos problemas físicos;

      → Treinamento inadequado: a planilha de treinos elaborada pelo Auxiliar Téc. pode ser problemática em muitos aspectos, inserindo treinos e cargas de trabalho desalinhadas, promovendo maior fadiga nos atletas e consequentemente mais lesões;

      → Apressar retorno do jogador depois de uma lesão: quanto menor a qualidade do fisioterapeuta, maior a chance dele errar e apressar o retorno do jogador aos treinos e jogos;

      → Intensidade tática: táticas com ritmo mais rápido, marcação-pressão e de forma cerrada, linhas elevadas e busca incessante do contra-ataque podem gerar forte desgaste nos atletas;
      → Clima: exposição ao frio, chuva, neve, altitude, calor e umidade provocam alterações fisiológicas como a desidratação, aumento do número de quedas e do risco traumático. Condições chuvosas implicam um aumento do contato direto entre os jogadores e alterações do terreno de jogo, predispondo para lesões traumáticas. O calor e a humidade traduzem estados de desidratação com aumento de lesões por fadiga, devido ao intenso desgaste físico.
       
      Estratégias Preventivas:

      Como comentamos anteriormente, cientistas desportivos e fisioterapeutas trabalham em conjunto prevenindo lesões, além disso podemos destacar uma boa pré-temporada (falaremos disso detalhadamente mais adiante), treinamento com cargas adequadas, boas instalações de treino, boa qualidade do gramado de jogo (pedir a direção para trocar o gramado), saber quando aumentar e diminuir a intensidade tática durante a temporada, dosar a carga de jogos de cada jogador e cuidados no retorno do jogador aos treinos e jogos após uma lesão.
       
      ◉ Pré-temporada Preventiva

      A pré-temporada deve por excelência destinar as 2 primeiras semanas ou mais para treinamento da parte física, visando melhoria dos atributos, principalmente focados em aptidão física e resistência, que serão úteis durante toda a temporada. Nas semanas a seguir o foco seria o aumento do ritmo de jogo dos atletas com os amistosos.

      Nos primeiros amistosos da época, é recomendável que a intensidade tática seja baixa e os jogadores joguem por no máximo 45 minutos, o que irá aumentando progressivamente conforme o ritmo de jogo melhora e a fisiologia diminui a chance de lesão dos jogadores.

      Sabemos que em alguns países, principalmente no Brasil, é bem complicado fazer uma pré-temporada adequada por conta dos estaduais, porém deve-se fazer o melhor possível dentro da realidade de cada calendário, por vezes usando o estadual como parte da pré-temporada.

      O quadro acima mostra a baixa aptidão física (ritmo de jogo) e consequentemente o elevado risco de lesão.
       
      ◉ Qualidade do gramado

      No quadro acima é mostrada a qualidade perfeita do gramado, porém muitas equipes possuem gramados ruins, muito ruins ou somente OK, o que pode ser mudado pedindo a diretoria que melhore a grama ou mude para grama sintética.
       
      ◉ Evitar uma nova lesão

      O quadro vermelho ao lado do jogador indica que o jogador está em tratamento, já o quadro laranja indica que o mesmo está em fase final de reabilitação. Nessa última fase o jogador ainda não voltou aos treinos com bola mas pode ser relacionado para o próximo jogo, o que poderia gerar uma recidiva (nova lesão). E mesmo que o jogador esteja totalmente liberado, ainda assim é recomendável que treine em meia intensidade por ao menos 7 dias, voltando aos jogos após este período e por no máximo 45 minutos, com aumentos progressivos. Jogadores lesionados podem ser curados de lesões recorrentes caso procurem um médico especialista.
      → Rotação de elenco: buscar junto à fisiologia entender os jogadores que estão com risco muito elevado de se lesionar e fazer a devida gestão/rotação de elenco;
      → Gestão do treino: gerir o próprio treino ou supervisionar o trabalho do Auxiliar Téc. para fazer pequenas modificações na carga de exercícios para que os jogadores estejam sempre frescos para os jogos, evitando acumular fadiga. Jogadores mais velhos, com baixa aptidão física e resistência não são recomendados treinar em dupla intensidade.
      ---
      Buscar afinar cada dia mais o processo preventivo, permitindo que seja o mais individualizado possível, avaliando os resultados ano após ano poderá lhe permitir diminuir a incidência e a severidade das lesões.

      Fonte: https://conferenciafm.wordpress.com
    • Tsuru
      By Tsuru
      Por Jack 722
      Link original: https://community.sigames.com/forums/topic/564256-cautious-low-block-football/
      Tradução e adaptação: Tsuru

      Nota do tradutor:
      Bloco alto: O time tem a estratégia de pressionar para recuperar a bola mais ou menos entre o meio-campo e o gol do adversário. Bloco médio: O time tem a estratégia de pressionar para recuperar a bola mais ou menos na altura do meio campo. Bloco baixo: O time tem a estratégia de pressionar para recuperar a bola entre o próprio gol e o meio-campo.
        1. Introdução
      Acho que o futebol defensivo 'real' está sub-representado no Football Manager, bem como muitas vezes deturpado. Não só é uma ocorrência comum para os jogadores de FM dizer que jogar com bloco baixo é inútil, o que é tão ruim quanto muita gente usando mentalidades de ataque, pressão mais alta e deixando de lado os sistemas com bloco baixo ou defensivos para se destacar mais.
      Como um usuário regular nesses fóruns, ainda estou para ver uma 'verdadeira' tática de bloqueio / cautelosa que seja 'verdadeira' e bem-sucedida. Espero que neste tópico eu possa mudar isso.
       
      2. Futebol Defensivo
      Acho que o que mais influencia se uma tática é 'defensiva' ou não, é a mentalidade. A maioria dos usuários descreve a mentalidade como um indicador de risco. Acho que essa é uma maneira decente de pensar sobre isso, mas prefiro imaginar em termos de intenção e me colocar no lugar de um jogador da vida real, em vez de um gerente virtual. Então, imagino como eu naturalmente esperaria jogar quando somos grandes favoritos (atacante) ou grandes azarões (defensiva). 
      Abaixo está como o mesmo cenário ficaria em uma mentalidade atacante e depois defensiva.

      Atacante
       

       
      Defensivo
       

       
      Quando queremos atacar, podemos esperar por decisões de maior risco. É mais provável que um ala cruze uma bola quando estiver aberto no flanco, os zagueiros correrão para a frente para apoiar o ataque e os jogadores do meio-campo jogarão mais encostados no ataque, bem como pontas avançados irão buscar sobrecarregar a área, diferente do que podemos ver no quadro de mentalidade defensiva. Aqui a prioridade é a segurança na defesa no caso de contra-ataque, e opções seguras para o portador da bola manter a posse. O ponta com posse de bola neste cenário verá que há apenas dois atacantes na área e provavelmente jogará a opção segura, passando de volta para seu zagueiro, em vez de correr mais riscos.
      Coisas semelhantes podem ser ditas para situações diferentes. Quando em posse da bola em seu próprio terço final, uma equipe atacante tentará subir as linhas para quebrar o sistema defensivo adversário, enquanto se concentra em reter a bola quando estiver sob pressão. Uma equipe defensiva provavelmente limpará a bola quando estiver sob pressão e manterá a posse quando não estiver.
      Por último, imagine ser um atacante quando seu time está na defesa contra um time muito mais forte, em vez de estar contra um time muito mais fraco. Contra o time mais forte, você vai voltar mais e ajudar seus defensores; já contra o time mais fraco você ficará mais feliz em avançar no campo. Dessa forma, você pode economizar energia para a fase de ataque e estar em uma boa posição para um contra-ataque, enquanto acredita que seus companheiros de equipe podem lidar com a pressão defensivamente e conseguir encontrá-lo quando finalmente ganharem a bola.
       
      3. O bloco baixo
      A característica padrão de quase qualquer bloco baixo é a compactação. Essa estratégia deve ser a mais compacta possível, convergindo principalmente para a área em frente à sua própria área de pênalti. Mais alto que isso, e você estará vulnerável a uma bola por cima, qualquer mais baixo que isso, e um jogador que receber a bola estará a uma boa distância de finalizar a gol. Um bom exemplo pode ser visto abaixo:
       

       
      As três características principais são que: 
      A equipe mantém sua forma em vez de perseguir o portador da bola O espaço é deixado sem marcação para inundar mais o meio A pressão só começa bem dentro de sua própria metade defensiva.
        Outro ponto interessante é o posicionamento dos atacantes. Eles não estão posicionados no alto do campo antecipando uma virada, eles são a primeira linha para ajudar na defesa. Isso significa que os contra-ataques são realmente mais difíceis nessa estrutura do que comumente se acredita. O contra-ataque é muito mais fácil com uma defesa de “bloco médio”, onde você tenta ganhar a bola mais ou menos no centro do gramado. O mais provável de acontecer quando este time recupera a bola é que os atacantes tentem segurar a bola para ajudar todo o time a avançar e ganhar território. Uma bola de contra-ataque ambiciosa no espaço será difícil tanto para o doador quanto para o receptor. Um defensor que recupera a bola estará sob pressão imediata de um contra-ataque (provavelmente em seu próprio meio-campo), o que significa que terá dificuldade para levantar a cabeça para ver o espaço. Os zagueiros adversários também têm uma grande vantagem sobre qualquer atacante que queira correr atrás, além de ter acabado de sair de um período de descanso.
       
      4. Expectativas realistas, limitações do mecanismo de jogo
      Você não pode jogar futebol defensivo por 90 minutos/jogo, 38 jogos/temporada, e esperar ter sucesso como qualquer time que não esteja lutando contra o rebaixamento. No futebol defensivo, você confiará demais em momentos individuais de brilhantismo, erros da oposição e comprometimento para marcar gols, especialmente quando uma vitória vale três pontos. Assista ao jogo completo de qualquer time ou gerente que tenha reputação de futebol defensivo ou estacione o ônibus e você descobrirá que eles ainda avançam e pressionam bem no campo de oposição com bastante regularidade; a diferença é que eles escolhem seus momentos. O futebol defensivo é útil para:
      Jogar uma partida como o azarão.  Planos de jogo: Mudar para uma tática defensiva para segurar uma vitória Usar futebol defensivo até ~75 minutos para manter um placar baixo antes de atacar tarde para uma vitória súbita ou arrancar um empate no final. Com uma tática ofensiva, você pode basicamente jogar uma temporada inteira usando uma mesma tática: desta forma, você terá uma estratégia de 'nós marcaremos mais do que vocês' e está tudo certo. Isso não funcionará com o futebol defensivo: se o outro time marcar o gol primeiro, eles podem reconhecer que você não está avançando - e podem facilmente assumir uma postura de futebol defensivo para segurar o placar. 
      Também acredito que, embora o futebol defensivo seja possível, o futebol de ataque no FM é muito eficaz. É fácil conectar seus melhores jogadores a um template como gegenpress e ganhar tudo. Isso significa que eu não tentaria a estratégia deste tópico se você está apenas buscando resultados: este método para mim é satisfatório porque posso obter resultados decentes e realistas jogando de maneira realista. Não tenho interesse em ganhar a liga com o Burnley jogando gegenpress desde o dia 1. 
       
      5. Análise FM
      No FM, levei o West Ham (previsto para terminar em 9º) para o 5º lugar, normalmente usando minha estratégia de bloco baixo. Ao fazer isso, também conseguimos números de posse ultra baixos, um alto número de bloqueios e bolas rifadas e um rótulo de 'catenaccio' da mídia.
       

       

       

       

       

       
      6. Táticas
       

       
      A tática acima é a mais defensiva das três que utilizo. Seguindo o que já foi dito na Seção 4, usamos essa estratégia contra todos os 'seis grandes' times da Premier League, bem como quando queremos segurar um placar favorável.
      Traduzimos os pontos feitos no bloco baixo da vida real na Seção 3, em FM:
      Linha defensiva mais baixa; Posicionar nossa linha defensiva um pouco fora da nossa própria área; Pressionar com menos frequência; Manter Formação para evitar aberturas de brechas; Linha de engajamento muito mais baixa; Pressionar o adversário apenas no nosso próprio campo; Manter nossas linhas as mais próximas possíveis para compactação vertical; Defender mais estreito; Deixar o lado de fora sem marcação para manter a compactação lateral; Formação 4411DM: Manter compactação vertical (mais compacta que uma 4231 / 433 que deixa lacunas na frente dos zagueiros)
        7. O estilo em campo
       
      Manchester United (F) Aqui jogamos com bloco defensivo os 90 minutos. Infelizmente perdemos por 1 a 0 devido a uma vitória aos 85 minutos mas, olhando para as estatísticas, você pode ver facilmente como em outro dia poderíamos ter roubado um empate. Apesar de dominar a posse e terem 20 chutes, conseguimos restringi-los a nenhuma chance clara (CCC's - clear cut chances, em inglês) enquanto tiveram apenas 2 meias-oportunidades, o mesmo que nós.
       

       
       
      Brighton (F) Em Brighton, por ser um jogo mais equilibrado, usamos estratégias diferentes como parte de um plano de jogo. Começando com um 4231DM positivo de bloco médio, jogamos um pouco no ataque até marcarmos um gol aos 18 minutos. Em seguida, mudamos para um contra-ataque de bloco médio no 4411DM até o intervalo, antes de mudar para a mesma tática defensiva de bloco baixo vista contra o Manchester United até o final.
       

       

       

       
      Como padrão geral na maioria dos nossos jogos nesta temporada, conseguimos vencer por um gol com menos posse de bola e menos chutes. Mas o mais importante, criamos mais chances claras do que eles.
    • Tsonny
      By Tsonny
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    • Tsuru
      By Tsuru
      Por herne79
      Tradução e adaptação: Tsuru
      Link original: https://community.sigames.com/forums/topic/487345-no-tactic-and-lots-of-experimental-shouting/

      Tenho feito algumas experiências e brincado com o uso dos gritos à beira do gramado sem instruções táticas. Ou seja, não uso nenhuma instrução de equipe, de jogador ou à oposição, e escolho sempre mentalidade Equilibrada.
      Tudo o que fiz foi escolher um time, uma formação e juntar algumas funções e tarefas dos jogadores. Então, durante as partidas, eu apenas uso gritos da linha lateral, sem outras alterações (além de substituições). Nunca fiz isso antes, então queria ver duas coisas:
      O efeito de não usar nenhuma instrução. Quero deixar as coisas o mais "baunilha" possível, sem sobrecarregar os jogadores com instruções táticas. Em outras palavras, eu dou a eles a estrutura (mentalidade, formação e tarefas) e, em seguida, deixo que eles prossigam com as coisas. Não tenho nenhum estilo tático em mente (uma razão primária para usar TIs, etc.) e quero remover (na medida do possível) qualquer influência externa que possa distrair meus jogadores. Quero focar nos jogadores tanto quanto possível.
        O que acontece ao usar os gritos na beira do gramado? Isso faz alguma coisa? Seria ainda mais difícil avaliar isso se eu jogasse um monte de TIs na minha equipe ou fizesse mudanças táticas constantes durante o curso de uma partida. Minha configuração:
       

      Funções:
      CD - Defesa Central
      WB - Ala
      CM - Meia Central
      T - N10
      AM - Meia Ofensivo
      IF - Atacante Interior
      AF - Ponta de Lança

      Tarefas:
      D - Defender
      Su - Apoiar
      At - Atacar

      Eu queria usar uma equipe prevista para terminar no meio da tabela. Portanto, devo esperar alguns jogos disputados contra times semelhantes, alguns (espero) jogos mais fáceis contra os candidatos ao rebaixamento e jogos mais difíceis contra os melhores times. Eu quero uma variedade de níveis diferentes de jogo, que eu não conseguiria se eu fosse com um clube superior ou inferior. É também por isso que escolhi a mentalidade equilibrada. Então, escolhi o West Ham. Sim, sou fã, mas também estou bastante familiarizado com os jogadores, o que me ajuda a definir as coisas.
      É literalmente isso. A única mudança tática leve que às vezes fazia era trocar o Ponta de Lança por um Oportunista, mas isso era raro.
      Portanto, meu objetivo era nada mais do que atingir meu objetivo de início de temporada (9º lugar). Com o West Ham, posso ganhar a primeira temporada da Premier League se estabelecer um certo estilo de jogo usando o criador tático e bagunçar as coisas durante as partidas, mas aqui não estou fazendo nada disso, então tudo que quero fazer é terminar na pior das hipóteses, 9º. Daqui para frente, o plano é melhorar gradualmente os jogadores do clube - então as melhorias na posição na liga viriam de jogadores melhores, e não do meu gênio tático (* ahem *). Veja como eu me saí no final da primeira temporada:
       

       
      Terminei em 3º, o que me surpreendeu muito para ser sincero. Eu sei que uma abordagem de "nenhuma (ou poucas) instruções táticas" ainda pode produzir bons resultados se as funções e tarefas dos jogadores forem bem definidos, mas a parte interessante aqui para mim é o impacto dos gritos da linha de lateral em jogo. Eu nunca os uso e para ser justo, é difícil decifrar o impacto que eles realmente têm - pode ser nada mais do que um placebo - mas depois de usá-los durante toda a temporada, vi as reações do jogador a eles (nem sempre positivas, para ser sincero) e o resultado, é difícil descontar seu efeito.
      Acabei de terminar a primeira temporada e estou construindo um time. Moise Kean e Donny van de Beek por 20m e 15m respectivamente lol (Juve e Ajax devem estar loucos) junto com Jack Butland no gol também por 15m farão muito bem. Assim, quando eu começar a jogar novamente, irei passar em mais detalhes (com exemplos) de como tenho usado os gritos.
      Eu tenho que dizer, a primeira temporada foi muito interessante e um pouco reveladora.
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