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Henrique M.

Planos de A a Z: mudando o panorama de um jogo

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Henrique M.

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Para aqueles que são ativos na cena do Football Manager aqui no país, já devem ter vistos algumas pessoas compartilhando seu plano B e outras coisas que tendem a ser feitas para anular certas ameaças que o oponente proporciona ou algo para mudar o curso de um jogo. A maioria do que existe tende a mudar a maneira como a equipe normalmente joga como estratégia alternativa ou dependendo das expectativas iniciais de um jogo, seja essa decisão correta ou não. É algo que envolve muito achismo. Entretanto, não cabe a ninguém dizer o que está certo ou errado, mas é um viés que se apoia apenas na fé cega de que aquilo surtirá os efeitos desejados.

O ideal é fazer mudanças baseado no que você vê acontecendo (seja vendo o jogo completo ou reagindo as estatísticas/melhores momentos) e reagir de acordo. Caso eu decida modificar minha estratégia de acordo com o favoritismo de determinada equipe, as expectativas envolvidas no jogo ou a forma atual das equipes, como eu vou saber se aquela é a decisão correta baseada no está acontecendo e se desenvolvendo no jogo? Você simplesmente não será capaz, por isso, o ideal é fazer modificações a medida que a partida se desenvolve. Normalmente, queremos ver um determinado estilo de jogo em nossas equipes e ele pode funcionar em diversas táticas diferentes uma da outra, mas não há necessidade em transformar o jogo em algo mais complicado do que ele realmente tem que ser. Por isso, é melhor manter a estrutura da sua equipe do que ficar testando diferentes formações (partindo do pressuposto que você já determinou e testou como sua equipe deve jogar).

Isso não significa que você não deve adaptar sua equipe jogo a jogo, porque a maioria de nós faz isso frequentemente. Contudo, nas modificações que podem ser feitas, as escolhidas aqui podem não ser classificadas realmente como estratégias alternativas por muitas pessoas, já que são minimalista e muito sutis. E isso tem correlação com o futebol da vida real por um breve instante, não é porque você não percebe uma mudança drástica que signifique que o treinador do seu time não está adaptando constantemente. Normalmente, as pessoas realmente não enxergam.

Estratégias de jogo

Antes de começar a falar especificamente de como mudar o panorama de um jogo, vamos observar alguma das estratégias de jogo que as pessoas normalmente podem usar.

Antes de um jogo

Uma segunda formação é algo comumente utilizado quando os jogadores sentem que o oponente vai jogar de uma determinada maneira, baseado nas odds pré-jogo, e nos relatórios do olheiro e do analista. Outros preferem atirar as cegas e simplesmente decidem mudar porque acreditam piamente que determinado time atuará de determinada maneira, independente de relatórias, odds e expectativas.

  • O uso de instruções à equipe é outra estratégia popular, os jogadores podem adicionar ou remover alguma instrução caso já usem várias. O principal motivo por trás disso é contra-atacar ou anular uma possível vantagem do outro time.
  • O uso de instruções aos jogadores também se encaixa no que foi dito, já que os jogadores estão buscando fazer algo diferente, baseado no que já foi mencionada anteriormente.
  • A mudança de funções talvez seja a mais frequente depois da mudança de formação. Eles mudaram a função de determinado jogador para mudar a maneira que o time normalmente atua. Novamente, isso se resume a aproveitar uma eventual deficiência do adversário ou proteger uma fraqueza da sua equipe.
  • Os planos de jogo (uma nova ferramenta do FM 2018) não é algo que as pessoas normalmente usam, mas podem ser usados para determinado conjuntos de cenários dentro de um jogo. Podem ser usados em algumas situações para antecipar ou contra-atacar alguma ação.
  • A menos usual seria a escalação de um jogador diferente. Alguns jogadores preferem mudar e escalar um jogador mais ofensivo/defensivo para determinada partida, de acordo com as expectativas e receios do treinador para um jogo. Também pode ser vista como uma ferramenta direcionada a certos jogadores da outra equipe.

Durante um jogo

Algumas das mudanças que podem ser feitas em um jogo seguem os mesmos critérios de modificações antes de um jogo.

  • A mudança de tática durante o jogo é uma medida que deve ser classificada como drásticas, mas mesmo assim, a maioria dos jogadores de FM emprega-a em suas partida. Seja para proteger um resultado, fazer cera ou buscando um resultado, uma mudança de tática pode ser mais passiva ou agressiva, dependendo da necessidade.
  • As instruções à equipes também seguem a mesma linha de raciocínio, apesar de ser uma solução menos drástica.
  • Em muitos casos, mudar as instruções de um determinado jogador pode ser mais frutífero, já que você pode customizá-lo para explorar situações e cenários que você está vendo ocorrer durante a partida. 
  • A mudança de funções é outra boa opção, já que permite que você transforme um jogador em mais ou menos agressivo, de acordo com a sua necessidade. Se seu meio-campo está exposto e você precisa defender aquela vitória, talvez seja melhor colocar um jogador com uma função ou tarefa mais defensiva e cautelosa.
  • E a mais tradicional é a substituição tática de um jogador que vai mal por outro que pode estar num dia melhor.

Existem outras maneiras de se mudar um jogo, mas essas são as mais comuns. Nenhuma delas é melhor ou pior que as outras e todas são opções viáveis em alguns estágios de uma partida. Contudo, essas modificações tendem a se basear no estilo de jogo da sua equipe e no que encaixa melhor dentro das opções que o treinador tem.

Alguma das estratégias acima podem ser classificadas como bastante extremas, principalmente a mudança de formação e estrutura tática do time durante a partida. É compreensível que as pessoas utilizem como uma das principais formas, afinal de contas, a nossa exposição ao futebol nos condicionou a isso.

Meus planos de A a Z

Então como eu jogo o jogo? Eu não sou tão adepto do microgerenciamento que a maioria das pessoas acreditam que eu seja. Eu prefiro as mudanças sutis. E na realidade, meu plano A é meu plano B, C e até o Z. Obviamente enquanto estou criando uma tática, eu tenho uma postura mais detalhista, até achar o equilíbrio ideal e que me ofereça o estilo de jogo que estou procurando. Depois desse ponto, se trata em manter tudo o mais simples o possível para voar através do máximo de temporada possíveis.

O que isso significa? Significa que eu faço modificações baseadas puramente no que meus jogadores estão ou não fazendo. Eu ignoro completamente o adversário e foco no meu time, muitos vão achar isso estranho, porque a inteligência artificial (IA) é uma grande parte do Football Manager e eles estariam corretos. Porém, você nem sempre precisar armar o plano de jogo perfeito e adaptar constantemente a IA do jogo. Você pode fazer pequenas mudanças para alcançar isso e elas não precisam ser tão drásticas. E ao focar no seu time, você manter sua equipe praticando o estilo de futebol que você está criando sem ficar constante adaptando para se equiparar ao time oponente.

Isso me permite desenvolver um plano e me ater a ele. Não tem problemas em dar espaços para o seu adversário, de fato, dar espaço ao outro time não é uma coisa ruim, desde que sua equipe estejam fazendo tudo aquilo que você deseja que eles estejam fazendo. Esse é o meu foco. Se o time que eu estou comandando fazer o que eu esperto deles, então em 90% das situações, eu conseguirei o resultado. Obviamente que isso vai ser explicado melhor e exemplos serão dados para vocês entenderem como essas adaptações acontecem durante uma partida.

Mudanças antes de um jogo

Antes de um jogo eu nunca mudo nada. Eu mantenho qualquer que seja minha formação base e escolho o melhor onze inicial que eu posso escalar. Isso significa que eu não olho para os odds da partida, não dou atenção para os relatórios dos olheiros e analistas e também não adiciono nem removo instruções à equipe aos jogadores ou mudo quaisquer função ou tarefa na minha equipe.

Mudanças durante o jogo

Para falar a verdade, durante um jogo, eu não costumo mexer em muita coisa. Eu tento me manter com o que meu time faz bem, mesmo se eu sair atrás no placar. Se eu tomo um gol primeiro do que faço, o contexto e a maneira como meu time está atuando é a coisa mais importante. Mesmo se tomarmos outro gol antes de empatar, o porquê daquilo está acontecendo é o x da questão. Você pode estar jogando muito bem e tomar um gol por puro azar ou apenas porque o outro time fez uma grande jogada. Isso acontece e não importa o quão bem você esteja jogando, você tem que aceitar que irá conceder gols contra o fluxo do jogo. A chave aqui é não se desesperar.

Se um jogo não vai bem, ou eu preciso do resultado, então a hierarquia das coisas que eu tento seguir é:

  1. Substituições
  2. Instruções aos jogadores
  3. Mudança de função
  4. Mudança de mentalidade
  5. Instruções à equipe

Essa é a ordem que eu tenho a seguir e caso eu chegue as opções três, quatro e cinco da lista, então a vaca está indo para o brejo. No atual momento, em todos os saves que fiz no FM 2018 eu ainda não usei nenhum dessas três últimas opções. E olha que ao longo de diferentes saves, eu já joguei cerca de 16 temporadas. Eu tento me manter com as duas primeiras pois é mais simples para o estilo e forma a qual eu jogo o jogo.

Substituições

 90% das mudanças que faço são em torno das substituições. Para mim, isso é o que defino o meu estilo de jogar e me permite influenciar ou mudar jogos fazendo substituições. A forma como eu construo meus elencos e desenvolvo meus jogadores me permite usar isso como uma ferramente porque eu não compro/desenvolvo jogadores que jogam na mesma posição e são iguais as outras opções que eu já tenho. O que eu gosto de fazer é achar ou desenvolver um jogador que terá um função diferente daqueles outros que eu tenho no elenco. 

Ao invés de ficar chateado por não ter a opção de uma função dentro do meu elenco, eu foco no contrário. O Football Manager não é restrito apenas ao que alguém não pode fazer de acordo com a capacidade exibida na tela do perfil do jogador. Qualquer jogador pode jogar em qualquer lugar e você descobrirá que a sua capacidade de tomar decisões irá sofrer uma penalização e ele não terá o mesmo padrão de qualquer outro mais familiarizado com a função. Entretanto isso não significa que ele não pode atuar ou ser bem-sucedido ou bom naquela função. Se alguém tiver os atributos para desempenhar uma função que não esteja listada em seu perfil, escale ele lá mesmo. São os atributos que definem o que um jogador pode fazer em campo, portanto, ele se sairá bem por lá.

Vamos usar um atacante imaginário como exemplo. Fulanílson é um centroavante criativo e meu titular. No meu elenco, eu tenho outros dois jogadores que também podem jogar como centroavantes, mas cada um deles tem um conjunto de habilidades diferentes. Um deles tem uma presença física muito maior dentro da área, quase um jogador alvo.  O outro é o arquétipo do centroavante tradicional.

Agora, se em um cenário em que eu estou buscando um resultado e eu preciso mudar as coisas e sei que meu atacante que está atuando como centroavante não está fazendo o que eu quero, eu faria uma mudança. O jogador que entraria em campo dependeria daquilo que eu achar que for a escolha correta. Se Fulanílson está sendo intimidado fisicamente, então eu traria o meu jogador mais forte, já que ele combateria a imposição física que o titular estava sofrendo. Mas se eu sentisse que eu precisasse de algo mais simples e menos elegante, então eu usaria o bom e velho centroavante tradicional que tenho a disposição.

Isso é apenas um exemplo e eu não me limito, já que pode ser aplicado a qualquer jogador que eu queria substituir. Tudo depende do contexto do jogo e de quais jogadores estão tendo dificuldades em fazer o que eu espero deles. Por isso que eu construo um elenco com diferentes tipos de jogadores, pois assim eu terei bastante variedade dentro do meu elenco e posso modificar meu estilo de jogo sem precisar de mudanças drásticas.

Outro exemplo pode ser dados com volantes. Eu tenho os jogadores usuais para esse tipo de função, mas tenho um jogador muito criativo que não possui as habilidades defensivas necessárias para a função. Mas ele faz valer sua presença no elenco por sua criatividade. Eu costumo colocá-lo quando acho que meu volante está indo bem, mas perdendo a posse de bola frequentemente e atrasando nosso jogo. Eu também posso usá-lo se eu sentir que o volante está tendo dificuldades quando tem a bola nos pés. Eu sacrificaria o lado defensivo por alguém que pode distribuir a bola melhor e tenha mais calma com a bola nos pés enquanto é pressionado pelo adversário.

É claro que eu poderia simplesmente mudar a função do volante mas isso normalmente impactaria no modo como minha tática funciona e teria um efeito cascata muito grande em outros lugares. Portanto, mudanças como essa são uma última medida e é por isso que eu prefiro mudar o jogador ao invés da função. Tudo se resume em achar o que funciona e encaixa na maneira que você joga o jogo para simplificar as coisas.

Se você me assistisse jogando o jogo e eu fizesse uma substituição você pensaria que eu estava trocando um jogador pelo outro e não perceberia que era uma estratégia tática definida que eu estava usando. E ainda mudando as coisas dentro de campo para conseguir um resultado diferente. É bastante sutil, mas na maioria dos casos, faria uma grande mudança em como a função estava funcionando anteriormente.

Esse é meu método número um. Agora é hora de olhar para a segunda estratégia.

Instruções ao jogador

Não tem nada de extravagante ou complicado mas é melhor do que impactar o time inteiro e mudar as instruções à equipe. Eu prefiro focar num indivíduo de tempos em tempos se eu ver algo que eu não goste. Um exemplo seria um meio-campista que está sendo fortemente pressionado e quase não fica com a bola nos pés, mas eu instrui ele a tocar curto (seja via instruções à equipe, ao jogador ou pela função). Talvez se eu instruir ele a dar passes mais diretos, eu consiga ajudá-lo dentro de campo, fazendo com que ele se livre mais rapidamente da pressão que vem sofrendo. Portanto, dependendo da situação ou cenário, isso impactaria o que eu modifico.

Mas isso não é algo que eu faço frequentemente e no meu atual save eu fiz isso apenas quatro vezes em seis temporadas. Mesmo assim, ainda é uma opção.

Mudança de função ou tarefa

Agora já estamos entrando em territórios mais complicados e as coisas estão indo muito errado. Não é o pior cenário mas as coisas estão se encaminhando para isso. então, se meus métodos tradicionais mencionados anteriormente não funcionaram, então eu cogitaria mudar uma função ou tarefa para me dar aquilo que está faltando no jogo do meu time. Obviamente que existem pontos negativos em fazer isso, já que na maioria dos casos, minhas táticas estão montadas para desempenharem um estilo específico e o que pode ser uma pequena mudança de função pode significar que ele outro lugar, outra função também precise ser modificada.

Por exemplo, caso meu Armador Móvel esteja tendo um péssimo dia e ele esteja sendo a única fonte de criação de jogadas do meio-campo para os atacantes. Um armador não precisa ser necessariamente o cara da assistência, ele pode ser aquilo que liga os diversos setores da equipe. Se eu mudar a função dele para Meia Central numa tarefa de Apoio, isso mudaria totalmente a dinâmica do que o jogador pode oferecer dentro de campo ao time.

Com isso, eu tenho que avaliar o que isso impacta nos meus jogadores de frente. Se eles estavam tendo dificuldades em serem fornecidos pelo Armador Móvel, mas eventualmente alguma bola chegava, como eles serão assistidos por um meia-central? Ele não vai ligar os setores da equipe da mesma maneira, que foi uma das razões que levaram minha tática a ter um Armador Móvel. Porém, como que o meia-central se encaixa no que está sendo feito naquela partida e agora de onde irá ocorrer a criação de jogadas do time. Eu preciso identificar isso e ver se isso será um problema no decorrer da partida e ajustar de acordo.

Minha primeira tentativa seria ver se algum outro meio-campista pode assumir essa função de ligação e criação e como isso irá impactar a forma como normalmente jogamos e fazemos funcionar. Outra opção pode ser pedir para um atacante recuar para buscar a bola, mas quem vai estar lá para marcar os gols com ele fazendo essa ligação? É claro que um atacante ainda pode marcar gols dessa maneira, mas agora a forma como minha equipe ataca foi totalmente modificada e irá impactar em como marcamos gols.

Enquanto você pode ser capaz de fazer isso funcionar, para mim, essa é uma das mudanças mais complicadas de se fazer. É uma das opções mais drásticas da minha estratégia para mudar o panorama de um jogo. Mss ela não está no fim da lista por uma razão muito simples. Às vezes, uma simples mudança de tarefa pode ser o suficiente, você pode fazer um jogador ser mais ou menos agressivo com uma simples mudança de tarefa.

Exemplificando rapidamente, retornemos ao cenário onde o atacante retorna para buscar a bola e iniciar as jogadas. Vamos dizer que meu time começou a partida dessa maneira e eu percebi que o sistema defensivo do oponente estava tendo uma vida muito fácil porque meu atacante estava recuando e liberando eles das obrigações defensivas necessárias. Talvez eu desse ao atacante uma tarefa atacar, se possível e instantaneamente ele procuraria se posicionar mais a cima no campo e deixaria a linha defensiva adversária ocupada.

Uma mudança de tarefa é uma mudança mais tranquila do que mudar completamente a função de um jogador e em alguns casos, traz consequências menores para o restante do time. Como a função é essencialmente a mesma, ele estará apenas atuará mais avançado ou recuado, de acordo com a função escolhida.

Mudança de mentalidade

A mudança de mentalidade é relativamente simples e você pode mudar a maneira do seu time jogar e se comportar em um instante. Entretanto, eu preciso lembrá-los que se você fizer essa mudança, todos os jogadores do seu time serão impactados. Já que, principalmente, altera a linha defensiva e a temporização do time. Quanto mais agressiva for a mentalidade, mais riscos seu time vai correr e quanto menos agressiva, menos riscos. Mas ela está no final da lista porque para mim, é mais importante jogar o jogo de uma determinada maneira e essa mudança de mentalidade irá mudar toda minha equipe. O que isso significa? Pode ser que eu tenha desviado bastante do caminho em que eu gosto de ver meu time jogando. Provavelmente você deve estar pensando que eu sou um chato teimoso e que fazer essa mudança conforme a necessidade não tem problemas. Porém, como estou tentando manter tudo o mais simples possível, com o menor número de mudanças possíveis, isso acaba não encaixando porque muda todalmente o comportamento de cada um dos meus jogadores.

Instruções à equipe

As instruções à equipe são uma grande ferramenta mas cai em tudo que já discuti sobre as outras coisas que vieram antes. Eu não sou afeito a coisas que mudam completamente o comportamento do meu time, a não ser que eu realmente precise. Esse é meu último recurso e é minha opção quando a caixa de ideias está vazia. Eu entendo como elas funcionam e como elas mudam as coisas por debaixo dos manos, mas para mim, ainda é uma farsa usá-las. Eu normalmente já tenho minhas instruções selecionadas, baseadas no estilo que estou criando. Adicionar ou remover alguma delas me afastaria do meu planejamento e adicionaria mais uma camada de complexidade que eu posso viver sem.

Portanto, é assim que eu encaro cada jogo e penso e vejo o Football Manager. Provavelmente é muito menos micro gerenciamento do você estava esperando. Pode ser que essa visão venha dos diversos guias por aí, mas lembre-se, eles são voltados para quem está tendo dificuldades com certos aspectos do jogo, querendo aprender mais sobre ele ou discutindo certas filosofias e conceitos futebolísticos. 

E você, quais são seus planos para mudar o panorama de um jogo e conseguir o resultado desejado?

Conteúdo traduzido e adaptado por Henrique M. para o FManager Brasil e Engenharia do Futebol
Fonte: https://teaandbusquets.com/plan-b-c-everything
Banner: @_Matheus_

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Tsuru

Excelente guia, trouxe uma abordagem diferente e pode ajudar bastante quem tem dificuldades com as alterações táticas (tipo eu). São ideias bem simples, mas muito interessantes.

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Henrique M.
Em 02/04/2018 at 17:57, Tsuru disse:

Excelente guia, trouxe uma abordagem diferente e pode ajudar bastante quem tem dificuldades com as alterações táticas (tipo eu). São ideias bem simples, mas muito interessantes.

Acho que o grande valor desse texto é justamente o pensamento oposto que a maioria tem.

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rcollor

Como consegue analisar isto no jogo, se o atacante está perdendo fisicamente pra zaga, etc..? Ainda não consigo analisar bem durante uma partida para fazer mudanças.

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Henrique M.
58 minutos atrás, rcollor disse:

Como consegue analisar isto no jogo, se o atacante está perdendo fisicamente pra zaga, etc..? Ainda não consigo analisar bem durante uma partida para fazer mudanças.

Você pode utilizar a ferramenta de análise do jogo para isso. Dá para ver se a bola está chegando nele e morrendo nele. Se ela não estiver chegando, a culpa não é dele. Mas se ela estiver chegando e o jogo morre ali, provavelmente ele está perdendo essa bola na disputa com os marcadores. 

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DiegoCosta7

Abordagem diferente essa, interessante. Mudou algumas idéias que eu tinha a respeito das substituições, não costumava seguir essa hierarquia.

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    • marciof89
      Por marciof89
      Eis que, enfim, criei coragem para postar uma história aqui no Profissão Manager. Frequento o fórum a muitos anos mas sou um completo bicho do mato, portanto interajo muito pouco, motivo pelo qual demorei a adentrar aqui. Agradeço desde já quem tiver interesse em seguir, e ouvirei todas as dicas que quiserem sugerir, sejam sobre organização, táticas, etc. Li as regras e as recomendações antes de começar, mas deslizes podem acontecer. Os gráficos foi eu mesmo quem fiz, não reparem! hahaha
      Sem mais delongas, vamos ao que interessa.
      Eu tenho um carinho muito grande pelo Tupi, apesar de não ser mineiro. A torcida do Tupi, apesar de pequena como de praxe entre os times pequenos, é muito apaixonada. Não são muitos os times brasileiros sem muita relevância no cenário nacional que mantenham uma torcida apaixonada assim. E como sou da época do Elifoot 2 e 98, então sempre achei graça em pegar um time lá das divisões de baixo e levar até a glória.
       

      O Tupi Futebol Clube é um clube da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, e foi fundado no dia 26 de maio de 1912 por moradores ilustres da cidade. Durante os primeiros anos, era chamado de Tupy, já que muitos de seus fundadores eram dissidentes do Tupynambás (atualmente seu maior rival). É o maior clube da cidade, e tem como maior glória a conquista da Série D em 2011. A equipe manda seus jogos no estádio Radialista Mário Heleno (estádio da cidade), com capacidade para mais de 30 mil pessoas.
      Seu maior rival, como dito anteriormente, é o Tupynambás, time também de Juiz de Fora, com quem faz o clássico Tu-Tu. Durante um curto período de tempo na década de 90, ele se fundiu com o Tupynambás e o Sport (outro time da cidade) e formaram a Cooperativa Manchester de Futebol, inspirados no sucesso da fusão do Paraná Clube. Porém, resultados pífios e crises de ego fizeram com que a fusão não aguentasse, tendo disputado apenas 3 estaduais com o novo nome.
      O time carece de ídolos, e não revelou grandes jogadores para o futebol mundial. Apesar disso, dois nomes notáveis passaram pela equipe. Muller, campeão mundial pelo São Paulo, e Romário, que apesar de ter sido proibido pela FIFA de atuar pelo time por ter jogado por 2 equipes num período de um ano, chegou a treinar com o elenco e atraiu a atenção da mídia para o time.
      O mascote do time é o Galo-Carijó, em homenagem ao principal fundador da equipe, que tinha o apelido de carijó, e que inspira o nome da história.

      Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
       

      Vou jogar esse save com o Brasil Mundi Up, pois apesar de muita gente falar que ele pode dar uns crashs, eu sempre usei ele (com uma quantidade bacana de ligas ativadas) sem ter problema algum, inclusive passando de 2030. Gosto da organização dele, além do acréscimo de outros níveis do brasileirão e disputas de taças que costumam ajudar até mesmo no teste de táticas e jogadores.
      • Início: 18/12/17
      • Ligas adicionais ativadas: Todas as sulamericanas, China, Alemanha, EUA, Espanha, Inglaterra, Itália, Portugal, Rússia e Ucrânia. (todas elas apenas as primeiras divisões, apenas para deixar a Libertadores mais realística e as transferências também).
       

      O save vai se basear no meu nome pessoal, mas com uma idade mais elevada que a minha, até para condizer com uma experiência razoável futebolística pré-vida de treinador.
       

      Escolhi sugestões baseadas no nível do Tupi, pra não ficar roubado nem absurdamente difícil também pois não sou o Mourinho do FM haha.
      Gosto de fazer técnicos que são mais voltados para o conhecimento do elenco em si, deixando o grosso do desenvolvimento e contratação de jovens jogadores a cargo do auxiliar e diretor desportivo. Claro que estou sempre acompanhando e impedindo algumas burradas que eles costumam cometer, mas meu foco, ao menos inicial, é me dedicar ao elenco principal.
      E aqui um panorama inicial do time:

       

      • Subir a Série B
      • Subir a Série A
      • Ganhar a Copa do Brasil
      • Ganhar o Campeonato Brasileiro
      • Ganhar a Copa Libertadores da América
      • Ser o time do interior de Minas Gerais com o maior número de títulos do Campeonato Mineiro (Villa Nova detém 5 títulos)
      • Desenvolver a infraestrutura de treinos do time para, ao menos, 4 estrelas
      • Ser um dos times mais bem reputados do Brasil (Top 5)
      • Melhorar as finanças do clube
      Objetivos complementares:
      • Ganhar o Mundial de Clubes
       
       

       
    • Danut
      Por Danut
      Olá a todos. Sejam bem-vindos à segunda versão do save Brazylijska magia. Como a maioria já deve estar sabendo, esse foi um save que eu iniciei no final de dezembro do ano passado, mas que acabou tendo uma vida muito curta. Depois de um tempo pensando, decidi que queria mesmo jogar o save outra vez. Como a versão original mal passou da primeira temporada, acredito que haja espaço para jogar a mesma proposta sem que acabe sendo apenas uma repetição do que já passou.
      A proposta para essa segunda versão é a mesma da versão anterior: conquistar títulos com uma equipe que jogo futebol ofensivo com ênfase na qualidade individual e que consiga incorporar um bom número de brasileiros ao elenco.
      Fiz, contudo, duas mudanças importantes para essa nova versão. A primeira delas é que decidi jogar com orçamentos para transferência já na primeira temporada. Normalmente, não gosto de usar essa opção. Mas acho que nessa situação específica ela pode ser uma boa arma para aumentar as possibilidades de mudança de elenco logo de saída, trazendo uma dinâmica diferente para a primeira temporada do que aquela do save anterior.
      A segunda mudança é que resolvi jogar as duas primeiras temporadas do save (quase) por inteiro antes de trazer ele para cá. Isso tem a óbvia desvantagem de fazer as interações com os leitores ficarem um pouco prejudicadas nesse momento inicial, pois vou estar trazendo a vocês algo que já sei o desfecho. Mas considerando o que ocorreu no save anterior, eu queria ter certeza de que conseguiria me envolver emocionalmente com a história antes de trazer ela para os leitores. Sinto que falhei no compromisso com os leitores na história passada, quando fiz bastante gente começar a acompanhar apenas para encerrar logo em seguida. Por isso agora preferi esperar até garantir que o save está me dando vontade de jogar.
       
      Encerrado o prefácio à segunda edição, voltamos com a programação normal. Abaixo segue a introdução da proposta do save em si. Ela é igual à introdução da versão anterior, então quem já leu por lá pode pular o resto do post.
       
      Introdução
      Szczecin, Polônia. Rua Mieczysława Karłowicza, número 28. 23 de agosto de 2005.
      P: Boguslaw, os nossos resultados estão uma merda.
      B: Tenha paciência, Ptak. Os jogadores ainda não incorporaram a minha ideia de jogo.
      P: Ideia de jogo é o caralho. Ninguém ganha com ideia de jogo. O importante é ter habilidade. Olha o Brasil. Destruíram a Argentina na Copa das Confederações. Tu acha que os argentinos não tinham ideia de jogo? Vocês treinadores sempre cheios de ideias. O futebol é uma arte, não uma ciência.
      B: Bem, as contratações são responsabilidade do presidente. Se falta habilidade, então precisamos trazer mais alguns bons nomes. O Przemyslaw e o Rafal poderiam falar com outros jogadores da seleção, quem sabe um deles não quer vir para cá?
      P: Boguslaw, eu aqui falando de habilidade, e tu me vem com seleção polonesa? Tu é burro mesmo, hein?! Que se foda a seleção polonesa. Eu quero o quadrado mágico!
      B: Mas Ptak, esses caras jogam nos melhores times do mundo. Barcelona, Real Madrid, Inter, Milan. Não temos dinheiro pra trazer um jogador de lá nem se vendermos o estádio com o time todo dentro.
      P: E quem falou em trazer alguém desses clubes, imbecil? Nós vamos montar o nosso próprio quadrado mágico. Trazer os caras direto do Brasil. Naquele país é todo mundo pobre, vai chover jogador querendo vir pra cá.
      B: Mas Ptak, ninguém da equipe técnica conhece os jogadores do Brasil. Precisamos contratar olheiros, enviar eles para lá, esperar até que comecem a se achar no futebol local e...
      P: Caralho Boguslaw, eu não sei porque continuo falando contigo. Que porra de olheiro que nada. Os caras são brasileiros, o futebol tá no sangue deles. Todo mundo nasce sabendo jogar naquele país. É só ir lá e pegar qualquer um. Não tem como dar errado.
      B: Tem também os nossos jogadores atuais. Eles não vão ficar felizes em ser reservas, ainda mais de jogadores desconhecidos por aqui.
      P: Quem não tiver feliz pode ir embora. É todo mundo perna de pau aqui mesmo. Vou encher esse time de brasileiros, de gente com habilidade. Vamos fazer mágica.
      B: Mas Ptak, eu não falo português, e os caras não vão saber falar polonês. Como vou treinar jogadores que não são capazes de me entender?
      P: Já pensei nisso. A habilidade brasileira não pode ficar presa nesse estilo de futebol ruim que a gente joga. O Cláudio disse que lá no Brasil eles falam que é preciso ter gingado. Eu quero um treinador com esse tal de gingado. Pode ir pegando tuas coisas. Na saída já aproveita e mostra a sala do treinador pro Zé Carlos, que é quem vai cuidar do time a partir de hoje.
       
      O dialogo acima é, obviamente, fictício. Mas poderia muito bem ter ocorrido. Naqueles dias, o Pogon Szczecin passava por um mau momento. Os resultados não estavam de acordo com o que o presidente imaginava. Foi aí que ele teve uma ideia brilhante: ora, se o clube não está jogando bem, por que não trocar todo mundo por brasileiros? Afinal, o Brasil é a terra do futebol. País campeão mundial. País que encantava a todos com Ronaldo e Ronaldinho – para não falar de Kaká, Adriano e tantos outros craques.
      É claro que havia algumas falhas no plano do presidente. Afinal, mesmo o Brasil tendo grandes jogadores, nem todo brasileiro é um grande jogador. Para qualquer um de nós, isso é uma obviedade. Antoni Ptak, porém, parece jamais ter pensado nisso.
      Aproveitando-se que a liga polonesa não possuía qualquer restrição ao número de estrangeiros, o Pogon Szczecin trouxe, em uma única temporada, dezoito jogadores brasileiros. A maior parte deles de grandes clubes do futebol nacional, como Sorocaba, Atlético Guaçuano ou União Barbarense.
      Do outro lado, boa parte do elenco do Szczecin saiu quase de graça – afinal, era preciso abrir espaço para os craques brasileiros. A estratégia, é claro, não deu nada certo. Os resultados pioraram ainda mais, a torcida se desencantou com o time, e o Pogon afundou em dívidas, chegando até mesmo a fechar as portas. Mas os detalhes eu conto depois.
       
      Ligas carregadas: Polônia e Brasil (ambos 2ª divisão); Inglaterra, Espanha e Alemanha (todos 1ª divisão).
      Base de dados: pequena, mas com todos os jogadores brasileiros.
      Data de início: 29.05.2017
      Outras opções: mascarar atributos, não adicionar equipe técnica, impedir uso de editor do jogo, ativar orçamentos na primeira janela
    • Ari Cesar
      Por Ari Cesar
      Olá a todos.
      Comprei o FM 18 e resolvi iniciar um save no Brasil de formação e base. Já estava realizando em off no FM 17 com o Milan RS e ai com a nova versão resolvi jogar da mesma forma e compartilhar. A ideia é bem similar aos demais saves de base: levar o clube a glória usando apenas a base.
      Escolha do clube
      Para escolher o clube resolvi pesquisar na base do brasil up qual seria o clube profissional com menor estádio no Brasil. Inicialmente havia encontrado um clube do RS com um estádio de 200 lugares, mas procurando um pouco mais encontrei o SC Jaraguá que possui um estádio com apenas 100 lugares. Após isso resolvi pesquisar um pouco da história e descobri que SC Jaraguá foi criado graças ao desenvolvimento da base. Dessa forma resolvi escolher o Leão do Vale para iniciar minha empreitada.
      Objetivos do save
      Resolvi colocar algumas metas que em sua maioria serão atingidos a longo prazo. Coloquei asterisco naqueles que acho ser quase impossíveis mas que gosta de ver como o FM se comporta.
      Equipe
      Utilizar a base Aplicar o modelo de jogo ofensivo visando a posse de bola e passes rápidos.  Reter o máximo de jogadores na equipe impedindo que saiam para a Europa. * Ter eleito o melhor jogador jovem do mundo. * Ter eleito o melhor jogador do mundo. *  
      Clube
      Possuir a melhor estrutura de Santa Catarina Possuir a melhor estrutura do Brasil Possuir a melhor estrutura de clube Sul Americano Se tornar o principal clube formador de Santa Catarina Se tornar o principal clube formador do Brasileiros Se tornar o principal clube formador Sul Americano Se tornar o principal clube Catarinense Se tornar o principal clube Brasileiro Se tornar o principal clube da América do Sul Ficar entre os 5 melhores clubes do mundo * Títulos
      Ganhar a campeonato catarinense Ganhar o Brasileiro série A Ganhar a copa do Brasil Ganhar a Sul Americana Ganhar a libertadores Ganhar o mundial de clubes Técnico
      Me tornar o melhor técnico brasileiro de todos os tempos História do clube
      O Sport Club Jaraguá nasceu inicialmente com o nome de: Associação Catarinense de Futebol Arte, quando foi fundado em 15 de abril de 2008, e no dia 25 de março de 2011, passou a ser chamado pelo nome atual. O clube iniciou suas atividades com o intuito de trabalhar com atletas da região, com idade de categorias de base. Com o passar do tempo a base foi se estruturando, parcerias foram sendo firmadas com outros clubes e empresários e, no ano de 2011, um novo clube de futebol profissional foi lançado no futebol catarinense.
      O Sport Club Jaraguá possui as cores preto, vermelho e amarelo, devido a forte imigração alemã da região.Sua estreia em competições oficiais, ocorreu na disputa da Divisão de acesso do Campeonato Catarinense de 2011 quando terminou a competição como vice-campeão.
       
      Historia do manager
      Lucas Castro é morador de Jaraguá e em sua infância/adolescência atuou na Associação Catarinense de Futebol Arte. No período de transição dos nomes Lucas abandonou a equipe por perceber que não possuía qualidade suficiente para atuar como jogador. Apesar de sua paixão pelo clube e pelo futebol Lucas decidiu cursar Educação física para no futuro ajudar a equipe fora das 4 linhas. Agora chegou esse dia e Lucas foi escolhido como técnico do Sport Clube Jaraguá. Ele não possui licença e seu passado esta como futebol amador.
       
      Em breve coloco informações sobre a equipe, formação, competições e início da aplicação da filosofia na equipe.
       
    • kullboys
      Por kullboys
      Olá, ainda estou perdido nas observações de jogador no FM18... tem demorado muito pra vir os relatórios e quando chegam a maioria não contém nenhum conteúdo relevante... se vale a pena ou não contratar o jogador...poucos vem com comparação com jogador do elenco atual.
    • Lucas Matías
      Por Lucas Matías
      :: APRESENTAÇÃO
      Após longos meses no fórum apenas acompanhando por cima as histórias do pessoal aqui na área, resolvi me aventurar agora que estou com mais tempo livre para finalmente conseguir passar horas à frente do FM.
      O desafio que irei compartilhar com vocês é um que eu já faço a muito tempo, desde o FM 14 pra ser mais exato, porém, apenas no 16 eu consegui ter êxito. É simples, passar por todos os países da Europa e conquistar o campeonato nacional em todos eles.
      O desafio terá algumas regras para que o save flua de uma maneira mais rápida, já que meu PC não é dos melhores e consequentemente com uma base de dados grande ele acaba ficando bem lento. Uma delas é que a cada objetivo alcançado, um novo save será criado. Exemplo: Após conquistar títulos em San Marino, irei para o próximo desafio em um novo save, sempre seguindo a ordem do Ranking de Coeficientes da UEFA.
      Não vou tentar conquistar a Champions League com clubes de Andorra e Gibraltar, nesses países de menor expressão o objetivo é se consolidar nacionalmente com conquistas e entrar no quadro de honra nacional como um dos treinadores mais vitoriosos do país. Claro que uma boa campanha na UCL será bem vinda, mas esse não será o principal objetivo.
      Sempre irei iniciar no clube que está cotado para terminar a primeira divisão nacional na última colocação e irei trocar de clube caso receba uma proposta de uma equipe de maior expressão nacionalmente.
      O manager será o pseudônimo Giovanni Rizzo, italiano de 38 anos que terá a licença para treinador A continental e a experiencia anterior como futebolista profissional nível local.
      A principio é isso, quero fazer algo bem simples mas que agrade a todos, então qualquer dica é bem vinda, até porque essa será a primeira vez que irei tentar jogar com essas regras que criei. Valeu!
       
      :: HISTÓRICO
      01. SAN MARINO
       
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