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Guest João Gilberto

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Guest João Gilberto

Publicado em 11/11/2013 por LuAssaf

Recebi da escola do meu filho uma orientação sobre educação, baseado no texto abaixo.
Quero deixar registrado aqui e repartir com quem puder. Realmente muito impactante e traz uma excelente reflexão.
PAIS MAUS
Dr. Carlos Hecktheuer- médico psiquiatra
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
  • Eu os amei o suficiente para ter-lhes perguntado aonde vão, com quem vão, e a que horas regressarão;
  • Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio, e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia;
  • Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar os doces que tiraram do supermercado, ou revistas, do jornaleiro, e fazê-los dizer ao dono: "Nós tiramos isto ontem, e queríamos pagar";
  • Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos;
  • Eu os amei o suficiente para deixá-los ver, além do amor que eu sentia por vocês, o meu desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos;
  • Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração;
  • Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para lhes dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até me odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci… Porque, no final, vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães; quando eles perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:
Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo. As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvetes no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistiam em que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade, e apenas a verdade.
E, quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos até os 16 para chegar um pouco mais tarde; e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos, ao voltar).
Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, roubo, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por crime algum.
FOI TUDO POR CAUSA DOS NOSSOS PAIS!
Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos PAIS MAUS, como eles foram.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:
NÃO HÁ PAIS MAUS O SUFICIENTE!

Quem me conhece sabe que estou com 200 ciscos nos olhos! rsrs

Graças à Deus pelos pais maus que eu tive e estou aqui na fila, tentando ser uma mãe má!
Espero ter ajudado alguém repartindo esse texto e que juntos formemos uma sociedade melhor!
---------------------------------------------------------------------------------
...concordo com o texto em partes, mas comento depois das reflexões de vocês!
:yeah2:
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Realmente é isso o que falta...só varia de filho pra filho mas chega uma época que se o pai vê que o filho tem cabeça ele poder soltar um pouquinho a corda, tipo não precisa ir ver o estado depois da festa...HAHAHAHA! Deixa beber...

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Sempre que ouve alguma frase do tipo "os jovens de hoje são diferentes", "os jovens de hoje estão mudados"...minha mãe fala: "Não foram os jovens que mudaram, os pais, e a forma como educam seus filhos, é que mudaram".

Hoje os pais querem se livrar dos filhos, quanto menos trabalho tiver, melhor. Por isso manda pra rua, pro shopping. pra casa do vizinho...e os moleques crescem sem noção de família, de respeito ao próximo. Cresce sem controle! E na maioria das vezes, quando os pais tentam retomar a rédia da situação, já é tarde demais.

Meus pais se separaram com pouco menos de um mês do meu nascimento, sempre morei com minha mãe e por isso tenho uma amizade e intimidade muito maior com ela. Minha mãe já me bateu muito hahaha porque eu quebrava o cacete com meu primo em casa. Meu pai nunca levantou a mão pra me bater, bastava minha mãe dizer que ia ligar pra ele que eu já morria de medo, até por telefone eu tinha medo de tomar esporro.

Dia desses eu vi a filha de uma amiga de minha mãe, a menina deve ter uns 16 anos. A mãe deu um tapa nela, ela deu um puxão no cabelo da mãe e a mãe não fez nada. Eu mesmo tive vontade de dar um tapa na cara da menina (e outro na mãe, pra aprender a deixar de ser besta!).

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Cabaram meus positivos, amanha deixo o meu pra esse tópico. Nada mais justo! :yeah2:

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  • General Director

A questão não é ser um pai/mãe mau ou bom, mas sim passar valores. É disso que o texto trata, basicamente... e os valores hoje em dia são as últimas coisas a serem passadas de pais para filhos. Antes tem o tablet, o iPhone, o vídeo-game, o passeio na Disney, e por aí vai.

Tá tudo errado, e eu tenho medo dessa geraçãozinha nova que vem por aí, viu.

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Guest João Gilberto

Tá tudo errado, e eu tenho medo dessa geraçãozinha nova que vem por aí, viu.

...não esqueça que você vai ajudar a construir parte dessa "geraçãozinha"! hahahaha

Sobre o texto, como eu disse, concordo em partes. Acredito que é possível dar mais responsabilidades ao jovem provendo também um pouco de liberdade. Nem 8, nem 80. Creio que boa parte da confiança e respeito que se constrói entre pais e filhos é feita durante a infância, por isso, há que se ter muita atenção nesta fase. Deixar para "consertar" as falhas quando chegar a adolescência acreditando ser mais adequado porque é quando teoricamente o jovem compreende melhor é um equívoco. Estes valores devem ser fomentados desde cedo, mas sem o radicalismo que vi em certos momentos do texto.

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  • General Director

...não esqueça que você vai ajudar a construir parte dessa "geraçãozinha"! hahahaha

Claro que não, esse pessoal com seus 12 a 18 anos já estão criados, vou ajudar a construir uma próxima aí quem sabe oiauehoiuhaeoiuae!

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Eu tive uma infancia e criacao perfeitos. QuAse nunca minha mae me dava o que eu queria porque ela nao tinha dinheiro. Entao aprendi desde jovem a ser nenos materialista e valorizar algumas coisinhas simples como andar de bicicleta, bater um tazo, tomar uma tubaina,brincar de correr na rua dentre outras coisas. Acho que eu interagi muito mais com amigos e vi muito mais a cor do ceu que as criancas hoje em dia. Valeu mae kkkkl

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Ta ai pqp tocante mesmo,falo hoje pro meu filho(4 anos)meus sobrinhos e os irmão da minha esposa(tudo novo)voces não sabem o que é ser criança...ja pensam em ficar,em querer sair e não é assim,porra com 14 nem sabia beijar ainda,ficava igual louco brincando na rua me sujando todo.

Meu pai é sabio em palavras ele diz "Pai é o cara que da carinho e amor,mas porrada na hora certa" e isso falta hoje,muito que não pode dar porrada no filho...voce pai tem que saber conversar,mas quado não resolve é na porrada mesmo.Fui criado assim e hoje sou trabalhador e junto com esposa crio e muito bem meu filho.

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A questão não é ser um pai/mãe mau ou bom, mas sim passar valores. É disso que o texto trata, basicamente... e os valores hoje em dia são as últimas coisas a serem passadas de pais para filhos. Antes tem o tablet, o iPhone, o vídeo-game, o passeio na Disney, e por aí vai.

Tá tudo errado, e eu tenho medo dessa geraçãozinha nova que vem por aí, viu.

O problema não é eles terem isso e sim a forma que eles tem. Pois você pode dar as coisas, mas mostra para ele, que isso não é tudo e existem outras coisas.

A criação que dou aos meus filhos, é na forma da explicação e mostrar para ele o lado bom e ruim das coisas, que tudo existe o bônus e o ônus, fazer ele entender que o que ele joga no video game, na vida real não existe, mostrar para ele sempre as verdades da vida.

Pois se eu não mostrar para ele as verdades da vida, ele vai descobrir la na frente e as vezes não da melhor maneira.

Como sempre falo, vc pode ser inteligente, mas não esperto, tb pode ser esperto e não inteligente. Inteligência vem com o estudo, esperteza vem com a experiência, experiência se adquire vivendo as situações.

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  • General Director

O problema não é eles terem isso e sim a forma que eles tem. Pois você pode dar as coisas, mas mostra para ele, que isso não é tudo e existem outras coisas.

Sim André, claro que o problema maior não é ter tudo aquilo, mas sim saber dar valor ao que tem, baseando-se nos valores morais que o pai lhe passar durante sua criação. Agora, se nem pai nem mãe mostram como se deve dar valor às coisas, às pessoas e à tudo o que envolva a convivência em sociedade -- que é o que acontece mt hoje em dia --, aí fica difícil.

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Não tenho opinião bem formada sobre isso porque sou de /01, e minha criação foi justamente a que vocês acham a ideal. Com valores ensinados, a não ser materialista, "é na forma da explicação e mostrar para ele o lado bom e ruim das coisas, que tudo existe o bônus e o ônus, fazer ele entender que o que ele joga no video game, na vida real não existe, mostrar para ele sempre as verdades da vida."

Só sei que vem por aí uma geração bem idiota.

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      Acho que aqui foi por um bom tempo o espaço que pude exercitar minha vontade de escrever na adolescência: contava saves no Profissão: Manager (cheios de erro de português, mas tá valendo!), participei de um projeto Redação Fmanager, acho que tocado pelo Henrique, em que escrevíamos alguns textos sobre futebol. Lembro que algumas pessoas como o Emerson e o Jonera estavam fazendo Faculdade de Comunicação (acho que tinha mais gente, como o Renato e o rafinha13) e foi bem legal.
      Eu acho engraçado como são as coisas porque já havia vários sinais que eu gostava de escrever e de alguma forma viraria jornalista, mas nunca me toquei. Inclusive, quase fiz outras faculdades. Me formei no meio do ano passado em Jornalismo na UFJF, fiquei uns dois meses procurando emprego e acabei conseguindo uma vaga como repórter de política em um jornal de Belo Horizonte. Hoje cubro principalmente o governo Zema e a Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
      Vou tentar acessar mais o fórum (tô de folga até segunda, amém) e me inteirar das novidades. Vi que tá rolando umas entrevistas com os membros. Achei muito legal.
      Enfim, tô curioso para saber como está a vida de vocês, onde estão morando, se houve mudanças grandes etc. Galera teve filhos? Casaram? Foram morar no exterior?
      Abraços!
       
    • Luiz A. Borel
      By Luiz A. Borel
      Lembro-me que tinha um tópico sobre isso, mas não encontrei na busca e criei outro pra falarmos de tattoo. 
      Tenho três, mas duas são maiores (e ainda tenho que terminá-las). 
      Na perna esquerda, tenho um urso. Foi a primeira que fiz. Pretendo fazer uma cobertura nela, para encaixar no estilo das outras que tenho.
      No braço esquerdo, tenho uma maori, que estende até o meio do peito, onde começa a parte biomecânica com o coração em homenagem ao Boca (que muitos duvidam, mas é o time que torço), que vai até o punho do braço direito (vou procurar a foto da parte do antebraço e edito aqui). Essa é a que pretendo terminar de fechar quando passar a pandemia. 
      Na perna-esquerda, também tenho no estilo biomecânico, ocupando toda a perna e cobrindo uma cicatriz cirúrgica.
      Tenho em mente, além da cobertura que citei, algo para as costas. Já me ofereceram ser tela em uma exposição e fechá-la com outro maori, mas não é o que busco.
      Quem mais gosta das tattoos? Postem aí, heheh. 
      Pra moderação, caso esteja na área errada ou com tag errada, peço que ajeitem. 🙂 
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