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Lowko é Powko

Eleições nos EUA

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Lowko é Powko

Quem não conseguir acessar pode ler a notícia no outline com aqueles problemas de formatação.

Sanders se retirando da cena e as eleições de 2020 se encaminhando para ser uma disputa entre Trump e Biden, com um Partido Democrata em tese um pouco mais à esquerda do que de costume, ao menos no discurso.

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Guilherme Faria

 

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Head Coche Z

Me parece que o Sanders era uma boa opção, mas eu sou contra alguém da idade dele ser presidente. O cara pode ser inteligente, hábil orador e etc. mas todos começam a ficar gagá nessa fase da vida e correndo o risco de falecer por outros motivos que não seja neurológico/mental.

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Andreh68

Pena. Tinha curiosidade de ver como o Sanders se sairia na presidência. Não sei se ele teria força para derrubar o trump, mas tinha essa curiosidade

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ZMB
18 horas atrás, Head Coche Z disse:

Me parece que o Sanders era uma boa opção, mas eu sou contra alguém da idade dele ser presidente. O cara pode ser inteligente, hábil orador e etc. mas todos começam a ficar gagá nessa fase da vida e correndo o risco de falecer por outros motivos que não seja neurológico/mental.

I - Biden é um ano mais novo que o Sanders só.

II - Bolsonaro é muito menos lúcido (vamos usar esse termo para não ofender), sendo mais jovem. E aí?

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Head Coche Z
49 minutos atrás, ZaMBiA disse:

I - Biden é um ano mais novo que o Sanders só.

II - Bolsonaro é muito menos lúcido (vamos usar esse termo para não ofender), sendo mais jovem. E aí?

E aí que não foi bom do Sanders largar a disputa, já que ele era melhor candidato que o Biden.

Independentemente se os dois sejam bastante envelhecidos, continuo a achar que políticos são pessoas que correm os mesmos riscos de saúde que pessoas comuns.

O ideal seria que não fosse nem tão jovem e nem de idade tão avançada. A perspectiva de vida dos dias atuais ajuda nesse sentido, eu é que não sabia que o Biden era 77, apenas tinha escutado falarem que o Sanders está com 78. Então é aceitável que qualquer um deles, mesmo sendo mais velhos 5 ou 6 anos que o Trump, ganhem.

Você não levou em conta que pessoas com mais de 80 anos tem mais chances de falecer por motivos que não tem a ver com sanidade mental. Pessoas na faixa de 70 anos, 60 anos ou quaisquer também correm tais riscos, mas é um risco menor de quem chega na casa dos 80, que é menor de quem chega na casa dos 90, e assim por diante.

E sanidade mental é algo que pode entrar em decadência quando a pessoa atinge idades avançadas, mesmo mantendo boa alimentação. Isso não tem relação com a incapacidade de outros mais jovens.

Edited by Head Coche Z

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ZMB

Cara, desculpa, teu argumento, pra mim, é abstrato e superficial demais pra justificar que alguém não deva ocupar determinado cargo.

Mil vezes o FHC presidente aos 70, do que o Collor aos 40.

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Head Coche Z
2 minutos atrás, ZaMBiA disse:

Cara, desculpa, teu argumento, pra mim, é abstrato e superficial demais pra justificar que alguém não deva ocupar determinado cargo.

Mil vezes o FHC presidente aos 70, do que o Collor aos 40.

Eu também prefiro mil vezes o FHC dos 64 anos aos 72 anos do que o Collor aos 40.

E vimos o Tancredo morrer com 75.

Parabéns, você ganhou um debate!

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ZMB

Cara....

 

 

 

nada, deixa pra lá.

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Lowko é Powko

E já saiu notícia de abuso sexual do Biden.

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Thiago
25 minutos atrás, Lowko é Powko disse:

E já saiu notícia de abuso sexual do Biden.

Não sou do tipo que passa o pano pra esses caso, tem que ser punido mesmo se for culpado. Mas não é estranho acusar só agora em época de eleição?

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felipevalle

essa é mais velha que andar pra trás 😴😴

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Aleef

game over pra Obama e acho que o Donald ganha pontos com o #Obamagate

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Lowko é Powko

lá vem o aleef

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Léo R.

Eu ainda não entendi o que aconteceu, tô procurando aqui e só tem meme e montagem mal feita.

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Head Coche Z
48 minutos atrás, Aleef disse:

game over pra Obama e acho que o Donald ganha pontos com o #Obamagate

more lies?

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Mantrax

Pq tem tanto bot brasileiro levantando hashtag do Obama? Segundo esses tweets, Obama é comunista.

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bieleao
3 horas atrás, Léo R. disse:

Eu ainda não entendi o que aconteceu, tô procurando aqui e só tem meme e montagem mal feita.

To a procura tbm

PS: Trump atacando Obama após vazar que Obama criticou a condução de Trump em relação ao COVID. Algo muito comum por aqui tbm.

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/05/10/um-dia-apos-critica-de-barack-obama-donald-trump-rebate-seu-antecessor

Edited by bieleao

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Mantrax

"Donald Trump não apresentou nenhuma prova para as acusações feitas online. O ataque dele aconteceu um dia depois do ex-presidente Obama fazer uma rara crítica ao atual governo dos Estados Unidos."

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/05/10/um-dia-apos-critica-de-barack-obama-donald-trump-rebate-seu-antecessor

É isso que vai ferrar com o Obama? WTF? Parece o Bolsonaro falando que foram ONG's que colocaram fogo na amazônia, após ser questionado sobre a atuação do seu ministro do desmatamento.

O mais risível, é que a hashtag no twitter é um dos assuntos mais falados no BRASIL. Não nos Estados Unidos. Mano kkkkkkkkkkkkkk

Edited by Mantrax

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Léo R.

Parece o bolsonaro com a caixa preta do BNDES.

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Ariel'
On 5/10/2020 at 11:24 PM, Mantrax said:

"Donald Trump não apresentou nenhuma prova para as acusações feitas online. O ataque dele aconteceu um dia depois do ex-presidente Obama fazer uma rara crítica ao atual governo dos Estados Unidos."

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/05/10/um-dia-apos-critica-de-barack-obama-donald-trump-rebate-seu-antecessor

É isso que vai ferrar com o Obama? WTF? Parece o Bolsonaro falando que foram ONG's que colocaram fogo na amazônia, após ser questionado sobre a atuação do seu ministro do desmatamento.

O mais risível, é que a hashtag no twitter é um dos assuntos mais falados no BRASIL. Não nos Estados Unidos. Mano kkkkkkkkkkkkkk

Tem uma matéria de outra revista br sobre o assunto. Mas acusar sem provas é comum... só ver o "impeachment" sofrido pelo próprio Trump.

 

 

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Léo R.

Revista oeste é tipo um Brasil 247 ao contrário?

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Head Coche Z

não, a revista oeste é a revista fórum ao contrário. o contrário do brasil247 é o antagonista.

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Ariel'
On 5/13/2020 at 4:55 PM, Léo R. said:

Revista oeste é tipo um Brasil 247 ao contrário?

Não.

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Head Coche Z

A gente tinha que fazer um banner quando os EUA alcançarem a marca dos 100 mil mortos que diz: "Congratulations, Trump, you made AMERICA GREAT AGAIn"

Ele é um fodido que agora vai pisar no bolso pra não perder voto. Tá estragando o país maravilhoso que é o dele. Pena que lá as eleições também estão fodidas com candidatos péssimos.

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      Tópico direcionado para notícias, pesquisas e debates sobre as eleições municipais de 2020.
       
      São Paulo
      Fonte Data(s)
      conduzidas Amostragem Russomanno
      Republicanos Covas
      PSDB Boulos
      PSOL França
      PSB Arthur
      Patriota Tatto
      PT Joice
      PSL Matarazzo
      PSD Vera
      PSTU Orlando
      PCdoB Antonio
      PCO Fidelix
      PRTB Marina
      REDE Sabará
      NOVO Outros Abst.
      Indec. Vantagem                             Pesquisa Estimulada Datafolha 20-21 Out 1.204 20% 23% 14% 10% 4% 4% 3% 2% 1% 1% 0% 1% 1% 0% – 16% 3% XP/Ipespe 19-20 Out 800 27% 25% 12% 8% 2% 4% 2% 2% 0% 1% 0% 1% 1% 0% – 17% 2% RealTime BigData 14-17 Out 1.050 25% 24% 12% 8% 1% 4% 2% 3% 0% 1% 0% 0% 1% 0% – 19% 1% Ibope 13-15 Out 1.001 25% 22% 10% 7% 2% 4% 1% 1% 1% 1% 0% 1% 1% 1% – 24% 3% RealTime Big Data 01, 03 e 15 Out 1.000 28% 23% 10% 8% 2% 4% 1% 1% 0% 1% 0% 1% 1% 0% – 20% 5% XP/Ipespe 12-14 Out 800 28% 23% 13% 8% 3% 3% 1% 2% 1% 1% 1% 1% 1% 1% – 12% 5% Datafolha 05-06 Out 1.092 27% 21% 12% 8% 3% 1% 1% 2% 1% 1% 1% 2% 1% 1% – 16% 6% XP/Ipespe 05-06 Out 800 27% 22% 10% 8% 3% 3% 1% 1% 0% 1% 0% 1% 1% 0% – 21% 5% Ibope 30 Set-01 Out 805 26% 21% 8% 7% 1% 2% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 0% – 28% 5% XP/Ipespe 28-29 Set 800 24% 21% 10% 9% 2% 1% 1% 2% 2% 1% 0% 1% 1% 0% – 27% 3% Pesquisa Espontânea Datafolha 20-21 Out 1.204 11% 13% 11% 5% 3% 2% 1% 1% – 50% 2% XP/Ipespe 19-20 Out 800 10% 16% 10% 5% 3% 3% 1% 1% – 51% 6% RealTime BigData 14-17 Out 1.050 9% 14% 9% 4% 1% 1% 1% 1% – – 19% 5% Ibope 13-15 Out 1.001 10% 13% 9% 3% 1% 2% – 1% – 1% – 1% 58% 3% XP/Ipespe 12-14 Out 800 9% 13% 9% 4% 2% 2% 1% 1% – 1% – 1% 57% 4% Datafolha 05-06 Out 1.092 7% 10% 10% 3% 2% 1% – 1% – 1% – 4% 61% 0% XP/Ipespe 05-06 Out 800 8% 11% 7% 3% 1% 1% – 1% – – 67% 3% Ibope 30 Set-01 Out 805 9% 6% 5% 2% 1% – 4% 73% 3% XP/Ipespe 28-29 Set 800 6% 10% 6% 3% 1% 1% – 1% – – 72% 4%
      Rio de Janeiro
      Fonte Data(s) conduzidas
      Amostragem Paes
      DEM Crivella
      Republicanos Martha
      PDT Benedita
      PT Bandeira
      REDE Clarissa
      PROS Lima
      PSL Renata
      PSOL Garcia
      PSTU Messina
      MDB Fred
      NOVO Glória
      PSC Suêd
      PMB Simonard
      PCO Outros Abst. Indec.
      Vantagem                               Datafolha[14] 20-21 Out 1008 28% 13% 13% 10% 3% 1% 4% 5% 2% 0% 1% 1% 0% 0% – 20% 15% 20% 8% 7% 3% 1% – 2% 3% – 4% 52% 12% 52% 22% – 27% 30% 41% – 45% – 14% 4% 48% – 30% –   18% RealTime BigData 14-17 Out 1.050 31% 11% 9% 7% 3% 1% 2% 2% 0% 1% 1% 0% 0% 0% – 32% 20% 24% 9% 5% 4% 1% – 1% 1% – 1% 54% 15% IBOPE 13-15 Out 1.001 30% 12% 8% 7% 3% 1% 3% 3% 2% 1% 0% <1% - 0% - 28% 18% 22% 9% 3% 3% 1% – 2% 1% – 1% 57% 13% 50% 21% – – 29% 29% RealTime Big Data[15] 13-15 Out 1000 31% 15% 12% 10% 5% 3% 2% 3% 0% 1% 1% 0% 0% 1% - 24% 16% Datafolha 5-6 Out 900 30% 14% 10% 8% 3% 1% 1% 3% 2% 1% 1% <1% <1% <1% - 25% 16% Datafolha 5-6 Out 900 18% 7% 3% 2% 1% - 1% 2% - - 1% - - - 4% 63% 11%  
      Salvador
      Fonte Data(s) conduzidas
      Amostragem Bruno Reis
      DEM Pastor Sargento Isidório
      Avante Major Denice Santiago
      PT Olívia Santana
      PCdoB João Carlos Bacelar
      PODE Cezar Leite
      PRTB Hilton Coelho
      PSOL Rodrigo Pereira
      PCO Celso Cotrim
      PROS Outros Abst. Indec.
      Vantagem                   RealTime BigData 14-17 Out 1.050 41% 10% 7% 6% 4% 4% 3% 0% 0% – 25% 31% 33% 5% 4% 3% 2% 1% 1% – – – 19% 28% Ibope 3-4 Out 602 42% 10% 6% 6% 5% 3% 2% 1% 0% – 25% 32% 29% 4% 3% 1% 1% 2% 1% 0% 0% 5% 54% 25%  
      Fortaleza
      Período da pesquisa Amostragem Instituto Margem de Erro Tipo de Voto Candidato Capitão Wagner
      (PROS) Luizianne Lins
      (PT) Sarto Nogueira
      (PDT) Heitor Férrer
      (SD) Renato Roseno
      (PSOL) Célio Studart
      (PV) Anízio Melo
      (PCdoB) Heitor Freire
      (PSL) Samuel Braga
      (PATRI) Paula Colares
      (UP) José Loureto (PCO) Brancos e Nulos Não sabem/não responderam 14 a 17 de outubro 1.050 Real Time Big Data[9] ±3% Absolutos 31% 21% 18% 4% 4% 2% 1% 1% 1% 0% 1% 12% 5% Válidos 37% 25% 21% 5% 5% 2% 1% 1% 1% 0% 1% N/A N/A 14 a 16 de outubro 812 Datafolha[10] ±3% Absolutos 33% 24% 15% 5% 4% 4% 0% 0% 0% 0% 0% 10% 4% Válidos 39% 28% 18% 6% 5% 5% 0% 0% 0% 0% 0% N/A N/A 13 a 15 de outubro 1.200 Brasil Pesquisas A ser divulgado 8 a 14 de outubro 602 Ibope[11] ±4% Absolutos 28% 23% 16% 6% 3% 4% 0% 1% 0% 0% 0% 12% 7% Válidos 35% 28% 20% 7% 4% 5% 0% 1% 0% 0% 0% N/A N/A 9 a 11 de outubro 740 Paraná Pesquisas[12] ±3,5% Absolutos 35,0% 14,9% 10,1% 7,3% 4,7% 4,5% 0,5% 2,2% 0,5% 0,4% 0,3% 13,9% 5,7% Válidos 43,5% 18,5% 12,6% 9,1% 5,9% 5,6% 0,6% 2,7% 0,6% 0,5% 0,4% N/A N/A 19 a 23 de setembro 1.200 Zaytec Brasil[13] ±2,8%[14] Absolutos 35,1% 23,2% 5,1% 7,1% 3,5% 2,7% 0,7% 0,5% 0,4% 0,2% N/C[nota 1] 13,4% 8,1% Válidos 44,7% 29,6% 6,5% 9,0% 4,5% 3,4% 0,9% 0,6% 0,5% 0,3% N/C[nota 1] N/A N/A  
      Belo Horizonte
      Fonte Data(s) conduzidas
      Amostragem Alexandre Kalil
      PSD João Vítor Xavier
      Cidadania Áurea Carolina
      PSOL Rodrigo Paiva
      NOVO Bruno Engler
      PRTB Wendel Mesquita
      Solidariedade Nilmário Miranda
      PT Cabo Xavier
      PMB Luisa Barreto
      PSDB Marília Domingues
      PCO Lafayette Andrada
      Republicanos Fabiano Cazeca
      PROS Wadson Ribeiro
      PCdoB Marcelo Souza
      Patriota Outros Abst. Indec.
      Vantagem                             Datafolha 20-21 Out 868 60% 7% 5% 1% 3% 1% 2% 1% 1% 1% >1% 1% 0% 1% 1% 14% 53% 49% 3% 3% – 2% – 1% – 4% 37% 46% RealTime BigData 14-17 Out 1.050 56% 7% 6% 4% 4% 0% 1% 0% 1% 0% 1% 0% 0% 0% 1% 19% 51% 47% 2% 2% 2% 1% – 1% 45% 45% lbope 13-15 Out 1.001 59% 7% 3% 1% 1% 1% 2% 1% 0% 1% 0% >1% 0% – – 22% 53% Datafolha 5-6 Out 800 56% 6% 3% 2% 3% 2% 2% 1% >1% 1% >1% 1% >1% 1% 1% 20% 50% 37% 1% 2% 1% 1% – 1% – 4% 53% 35% lbope 30 Set-2 Out 805 58% 4% 3% 2% 3% 1% 2% 1% 1% 1% 1% >1% >1% – – 23% 54% 43% 1% 2% – 2% – 1% 1% – 3% 47% 41%  
      Manaus
      Fonte Data(s) conduzidas
      Amostragem Amazonino Mendes
      PODE David Almeida
      Avante Ricardo Nicolau
      PSD Zé Ricardo
      PT Capitão Alberto Neto
      REPUBLICANOS Coronel Menezes
      PATRI Alfredo Nascimento
      PL Chico Preto
      DC Romero Reis
      NOVO Marcelo Amil
      PCdoB Abst. Indec.
      Outros Vantagem                           lbope 12-14 Out 504 25% 13% 11% 10% 7% 6% 3% 3% 2% 1% 19% – 12%  
      Curitiba
      Fonte Data(s)
      conduzidas Amostragem Rafael Greca
      DEM Fernando Francischini
      PSL Goura
      PDT Christiane Yared
      PL João Arruda
      MDB Professora Samara
      PSTU Camila Lanes
      PCdoB Caroline Arns
      PODE Diogo Furtado
      PCO Dr. João Guilherme do Novo
      NOVO Marisa Lobo
      Avante Paulo Opuszka
      PT Profº Renato Mocellin
      PV Zé Boni
      PTC Profº Eloy Casagrande
      REDE Letícia Lanz
      PSOL Abst.
      Indec. Vantagem                                 Ibope 20-22 Out 805 46% 8% 8% 5% 3% 1% 0% 3% 0% 2% 1% 1% 1% 1% – 1% 19% 38% Opinião 16-19 Out 1.200 45,57% 7,95% 5,66% 3,93% 3,03% 0,57% 0,49% 2,13% 0,57% 3,20% 0,66% 0,90% 0,98% 0,57% 0,16% 0,33% 23,28% 37,62% 32,62% 3,44% 3,61% 0,98% 0,33% – 0,49% – 0,49% 0,41% 0,66% – 0,33% – 55,98% 29,18% Ibope 4-5 Out 602 47% 6% 5% 3% 3% 2% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 0% 0% 25% 41%  
      Recife
      Fonte Data(s)
      conduzidas Amostragem João Campos
      PSB Mendonça Filho
      DEM Marília Arraes
      PT Patrícia Domingos
      PODE Cláudia Ribeiro
      PSTU Coronel Feitosa
      PSC Marco Aurélio
      PRTB Charbel Maroun
      NOVO Carlos Andrade Lima
      PSL Thiago Santos
      UP Victor Assis
      PCO Abst. Indec.
      Outros Vantagem                               Datafolha 20-21 Out 868 31% 15% 18% 16% >1% 2% >1% 1% 1% 1% – 16% – 13% 40% – 37% – 3% 43% – 43% – 0% 48% 36% – 12% RealTime Big Data 14-17 Out 1.050 28% 13% 14% 11% – 2% 1% 1% 1% 1% – 28% – 14% lbope 13 Out-15 Out 805 33% 18% 14% 13% 1% 1% 1% >1% 1% >1% >1% 17% – 15% Datafolha 5-6 Out 800 26% 16% 17% 10% >1% 1% 2% >1% 1% >1% >1% 26% – 9% lbope 30 Set-2 Out 805 23% 19% 14% 11% 1% 1% 1% >1% >1% >1% >1% 29% – 4% 9% 5% 5% 3% – 74% 5% 4%  
      Goiânia
      Maguito Vilela (MDB): 28% Vanderlan Cardoso (PSD): 27% Delegada Adriana Accorsi (PT): 11% Elias Vaz (PSB): 5% Alysson Lima (Solidariedade): 4% Major Araújo (PSL): 3% Virmondes Cruvinel (Cidadania): 2% Dra. Cristina Lopes (PL): 1% Gustavo Gayer (DC): 1% Samuel Almeida (Pros): 1% Fábio Junior (UP): 0% Antônio Vieira Neto (PCB): 0% Cristiano Cunha (PV): 0% Talles Barreto (PSDB): 0% Vinícius Gomes (PCO): 0% Manu Jacob (Psol): 0% Branco/Nulo: 9% Não sabe/Não respondeu: 7%
      Belém
      Fonte Data(s)
      conduzidas Amostragem Edmilson Rodrigues
      PSOL José Priante
      MDB Cássio Andrade
      PSB Vavá Martins
      Republicanos Thiago Araújo
      Cidadania Mário Couto
      PRTB Everaldo Eguchi
      Patriota Gustavo Sefer
      PSD Guilherme Lessa
      PTC Cleber Rabelo
      PSTU José Jerônimo
      PMB Jair Lopes
      PCO Abst.
      Indec. Vantagem                         DOXA 15-17 Out 800 33,3% 9,7% 6,1% 5,4% 9,2% 2,5% 3,6% 1,8% 0,5% 0,8% 0,7% 0% 26,4% 23,6% 26,2% 6,2% 3,5% 3,6% 6,6% 0,1% 4,4% 0,2% 0,2% 0,2% 4,4% 0% 51,9% 19,6% RealTime Big Data 14-17 Out 1.050 34% 18% 2% 5% 3% 3% 7% 4% 0% 1% 0% 0% 22% 16% Regnum 9-10 Out 1.000 36,8% 8,2% 8,5% 5,5% 5,1% 1,1% 6,9% 1,6% 0,6% 0,4% 0,2% 0,7% 24,6% 28,3% Alvo Pesquisas 7-9 Out 625 35,9% 13,3% 5,3% 4,5% 3,4% 2,9% 3,8% 2,1% 0,8% 0,3% 0,8% 0% 26,9% 22,6% Regnum 3-4 Out 1.000 33,27% 7,94% 7,65% 5,96% 3,57% 2,48% 4,87% 2,48% 0,5% 0,4% 0,7% 0,7% 29,49% 25,33% 19,46% 3,57% 2,88% 2,78% 1,29% 0,7% 2,28% 0,4% 0,1% 0,1% 0,1% 0,1% 13% 15,89% Alvo Pesquisas 1-3 Out 625 35,1% 12,3% 5,8% 5,4% 3,8% 4,1% 2,4% 1,3% 0,3% 0,8% 0,2% 0,2% 28,3% 22,8% IBOPE 30 Set - 2 Out 504 39% 10% 4% 4% 4% 4% 5% 5% 1% 1% 2% 1% 21% 29% 25% 3% 1% 1% 1% 1% 1% 3% 1% 1% 1% 1% 61% 19% DOXA 29 Set - 3 Out 800 37,2% 8,6% 5,4% 6,1% 6,5% 3,8% 3,7% 2,2% 0,6% 1,1% 1,9% 0,2% 22,7% 28,6% 19,2% 3,5% 1,8% 1,8% 2,1% 1,7% 1% 0,4% 0,2% 0% 0,8% 0% 66,4% 15,7% Acertar 29 Set - 2 Out 811 39,5% 10,1% 3,7% 6,4% 3,3% 4,6% 4,2% 1,8% 0,9% 1,2% 1,1% 0,2% 23% 29,4% 19,4% 4,2% 1% 2,2% 0,6% 2% 2,5% 0,4% 0,1% 0,1% 0,1% 0,1% 67,3% 15,2% Alvo Pesquisas 24-25 Set 625 34,2% 11,3% 5,8% 5,6% 4,6% 4,2% 2,1% 1,6% 1,1% 0,8% 0,8% 0% 27,9% 22,9%  
      Porto Alegre
      Fonte Data(s)
      conduzida(s) Amostragem Fernanda Melchionna
      PSOL Gustavo Paim
      PP João Derly
      Republicanos José Fortunati
      PTB Juliana Brizola
      PDT Julio Flores
      PSTU Luiz Delvair
      PCO Montserrat Martins
      PV Manuela D'Ávila
      PCdoB Nelson Marchezan Júnior
      PSDB Rodrigo Maroni
      PROS Sebastião Melo
      MDB Valter Nagelstein
      PSD Brancos e nulos Não sabem Vantagem                           Paraná Pesquisas[112] 19-22 Out 760 pessoas 3,3% 1,8% 1,7% 12,6% 4,7% 0,1% 0,1% 0,3% 22,6% 13,2% 0,3% 14,5% 3,4% 12,6% 8,7% 8,1% Instituto Methodus[113] 15-18 Out 800 pessoas 2,1% 1,4% 1,8% 14,2% 4,8% 0,4% 0% 0,1% 24,9% 9,5% 0,4% 10,5% 1,1% 15,8% 13,2% 10,7% RealTime BigData[114] 14-17 Out 1.050 3% 3% 2% 12% 3% 0% 0% 2% 24% 9% 0% 11% 2% 10% 19% 12% IBOPE[115] 03-05 out 2020 805 pessoas 3% 1% 4% 14% 5% 1% 0% 0% 24% 9% 0% 11% 3% 13% 11% 10% Instituto Methodus[116] 01-04 out 2020 800 pessoas 2,5% 2% 2,3% 12,6% 5,8% 0,5% 0% 0,1% 22,2% 6,5% 0,4% 12,9% 0,5% 16,3% 15,5% 9,3% Clube da Opinião[117] 06-09 out 2020 801 pessoas 2% 2% 4% 14% 3% 0% 0% 0,5% 19% 7% 0,5% 11% 3% 12% 22% 5%
    • Leho.
      By Leho.
      As últimas duas semanas aqui na cidade foram um verdadeiro INFERNO. Sinceramente eu nunca vi minha cidade dessa maneira, com altas temperaturas e por tantos dias a fio. TÁ FODA.
      O que acham sobre?
    • David Reis
      By David Reis
      Saiu uma matéria interessante sobre isso na Reuters:
       
       
      Talvez esse ano seja bem importante para a história mundial e só teremos uma visão do impacto disso tudo no futuro quando passarmos a debater o novo capítulo na história.
      Segue uma sequencia de fatos só do último mês:
      - Semana passada tivemos exercícios militares dos EUA no Mar do Sul da China, por conta de uma revisão de Pequim das fronteiras marítimas com diversos países da região: 
      https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/07/washington-e-pequim-aumentam-tom-do-confronto-no-mar-do-sul-da-china.shtml
      https://oglobo.globo.com/mundo/eua-mudam-de-posicao-consideram-ilegais-reivindicacoes-de-pequim-no-mar-do-sul-da-china-24530418
      - Toda a Guerra envolvendo quem fará a distribuição do 5G, recentemente com o Reino Unido também banindo a Huawei muito por conta da nova lei de segurança da China:
      https://www.bbc.com/news/newsbeat-47041341
      E hoje um consulado Chinês em Houston foi fechado após acusações dos EUA sobre a China promover ataques de hackers sobre as vacinas da COVID19 (mostrado na reportagem da Reuters no início do tópico).
      - Vale ressaltar que a postura dos EUA em relação a China não devem mudar em caso de derrota do Trump nas eleições, já que se trata de uma pauta bipartidária, o próprio Biden já criticou bastante a China ultimamente: https://valorinveste.globo.com/mercados/internacional-e-commodities/noticia/2020/07/01/biden-critica-china-por-lei-de-segurana-de-hong-kong-e-ameaa-impor-sanes-se-eleito.ghtml
      - Além da discussão sobre a origem do coronavírus, briga por influência na OMS e etc.
      Enfim, é sempre bom lembrar que não existe bonzinho na política internacional. Existem interesses e cada um defendendo o seu.
    • Lowko é Powko
      By Lowko é Powko
      Depois de falar sobre os sistemas de governo, vamos falar sobre os sistemas eleitorais.
       
      PEÇO QUE UTILIZEM ESSA FICHA (os candidatos estão no final)
      Aproveitando, gostaria de reforçar o pedido de sugestões de vocês quanto às simulações eleitorais. Receio que utilizar os candidatos da outra competição seja maçante quando formos simular eleições proporcionais, mas tenho dúvidas quanto a como proceder. Basicamente, quero fazer simulações de diferentes métodos de votação, e preciso de opções em quantidade (imagino que por volta de 10, ou mais), complexidade e apelo suficientes pra fazer um negócio interessante. Os candidatos seriam interessantes porque eles representam uma disputa real num contexto real, a política brasileira. Mas também podem ser personagens políticos fictícios pra representar uma grande quantidade de opiniões, membros do fórum, etc.

      Dessa vez, como quero simular uma eleição de vencedor único ("majoritária"), vou utilizar os candidatos hipotéticos pra 2022, baseado em 2018 e no cenário político atual. Uma vez que já fizemos uma votação utilizando o sistema majoritário, e pressupondo que já superamos, portanto, o sistema de pluralidade, vou calcular apenar as opções do métodos ordenado, de Borda, Condorcet e por nota.
      Para quem não conhece os métodos, eles estão explicados abaixo.
       
      Introdução

       
       
      SOCIOPOLÍTICA FMANAGER 101 - ESTRUTURAS POLÍTICAS E SISTEMAS ELEITORAIS
       
      2. SISTEMAS ELEITORAIS
      Um sistema de votação ou sistema eleitoral é o meio de escolha de candidatos dado um certo número de opções. Embora estejamos tratando de processos eleitorais para escolha de representantes políticos para a Administração Pública, vale lembrar que eleições (ou votações) são usadas em diferentes cenários, já que se trata de um processo de escolha de candidatos para determinado fim.
      Cada sistema de votação é formado por um conjunto de regras que objetivam privilegiar alguns valores ou resultados, e por isso não existe tal coisa como “o melhor sistema”. A qualidade do sistema é sempre relativa ao fim que se busca alcançar. Nesse sentido, pode-se privilegiar a maior proximidade possível ao consenso, a distribuição equilibrada dos poderes, a duração mais curta do período eleitoral, a maior representatividade dos eleitos, um equilíbrio entre os diversos princípios, etc.
      Segundo o economista Kenneth Arrow, é impossível para um sistema de votação satisfazer todos os critérios de avaliação mais comuns, ou seja, nenhum sistema eleitoral pode converter preferências individuais em uma preferência coletiva ao mesmo tempo em que respeita todos os critérios. O teorema da impossibilidade de Arrow demonstra que várias características desejáveis de sistemas de votação são mutuamente contraditórias. Por esta razão, ao se avaliar um sistema de votação, é necessário decidir quais as características são mais importantes para determinada eleição.
      A maioria dos sistemas de votação é baseada na regra da maioria, ou seja, o princípio de que deve ser satisfeita a opinião apoiada por mais da metade dos votantes. A regra da maioria é uma das mais simples de entender e aplicar, e por isso é reconhecida como quase “natural” à maior parte da população. O grande problema dos sistemas eleitorais é que, com frequência, a quantidade de candidatos disputando determinada vaga é maior do que dois, ou a maioria está longe de ser clara, o que impede a aplicação pura da regra citada.
      Os princípios a serem atendidos por um sistema eleitoral são os seguintes: proporcionalidade, potencial para o voto tático, aceitabilidade das escolhas, popularidade das escolhas e simplicidade. Isso quer dizer que os resultados eleitorais devem representar os valores e as escolhas da sociedade em seu conjunto, da forma mais acurada possível, ao mesmo tempo em que produz os resultados mais aceitáveis para a maior quantidade possível de eleitores, levando em consideração as preferências de cada um, da forma mais simples possível.
       
      Critérios de Avaliação de Sistemas de Votação
      A própria definição de justiça em relação aos critérios é, compreensivelmente, influenciada pela posição que cada agente ocupa na estrutura política. Um partido menor tende a considerar a cláusula de barreira (que será tratada mais adiante) uma regra que diminui a representação de ideologias ou posturas minoritárias, reduzindo a capacidade democrática do sistema. Um partido maior argumenta que os partidos menores pulverizam a discussão política, dificultam um mínimo consenso político e, no caso do Brasil, servem como redutos fisiológicos (que visam a satisfação de interesses pessoais ou de pequenos grupos em detrimento do bem comum).
      Como afirmado anteriormente, “cada sistema de votação é formado por um conjunto de regras que objetivam privilegiar alguns valores ou resultados, e por isso não existe tal coisa como ‘o melhor sistema’”.
      A solução parcial é comparar os sistemas através de diversos critérios que sejam comumente aceitos. Devem ser analisados, também, outros critérios não diretamente relacionados ao método de votação, mas ao processo eleitoral como um todo, como a velocidade da contagem, a simplicidade, a possibilidade de voto tático, entre outros.
       
      2.1. MÉTODOS DE VENCEDOR ÚNICO
      Os sistemas de vencedor único podem ser classificados no tipo de cédulas que usam. Os sistemas de votação binários são aqueles em que um votante pode aceitar ou não em um dado candidato. Em sistemas de votação ordenados, cada votante dispõe os candidatos em ordem de preferência. Nos sistemas de votação por nota, os votantes dão uma nota para cada candidato.
       
      Métodos de votação binários ou majoritários
      O método de votação de candidato único que prevalece é o da pluralidade (também chamado "o primeiro a passar a marca", "maioria relativa", ou "ganhador toma tudo"), em que cada votante vota em uma escolha, e a escolha que recebe mais votos vence, ainda que receba menos que a maioria dos votos.
      A votação por aprovação é outro método binário, onde os votantes podem votar em tantos candidatos quiserem. A escolha que receber mais aprovações vence.
      Os métodos de múltiplos turnos adotam mais de uma rodada de votação plural para garantir que o vencedor é eleito pela maioria. Geralmente, a votação ocorre em dois turnos, o segundo método mais comumente usado em eleições, no qual ocorre um segundo turno entre os dois candidatos mais votados se não houver maioria no primeiro. Nas eleições com votação com eliminação por turno, o candidato menos votado é eliminado até que haja uma maioria. Na eleição com votação com turnos exaustivos, nenhum candidato é eliminado, a votação é simplesmente repetida até que haja uma maioria.
       
      Métodos de Votação Ordenados
      Esses métodos de votação, também conhecidos como métodos de votação preferencial, permitem que o votante organize os candidatos numa lista em ordem de preferência. Há também a possibilidade de não votar em todos os candidatos, ou seja, não ordená-los.
      A votação com turnos instantâneos (IRV, ou instant-runoff voting, em inglês), é o método de votação ordenada mais comum do mundo, embora isso não signifique muito em termos absolutos nem de importância.
      O objetivo do IRV é simular, como o nome sugere, uma eleição com múltiplos turnos, mas cujo resultado seja instantâneo. Ou seja, a ordem dos votos, de acordo com algumas regras, define, de forma sucessiva, o vencedor final, substituindo a necessidade dos eleitores comparecerem a cada um dos turnos a medidas que os resultados forem se apresentando. O candidato que receber menos votos como primeira opção é eliminado, e todos aqueles que votaram nele como primeira opção passam o seu voto para a opção individual seguinte, a segunda, mantendo-se a primeira opção de todos os outros que votaram em candidatos não eliminados. Se nesse segundo turno o candidato eliminado for essa segunda opção, passa-se a terceira e assim sucessivamente, até que um candidato acumule a maioria dos votos. Dessa forma, não há votos totalmente derrotados, porque a possibilidade de se estabelecerem consensos é maior, ainda que poucos consigam eleger sua primeira opção.
      Uma abordagem alternativa é o método de Borda, ou contagem de Borda, criada pelo matemático francês Jean-Charles Borda. Nesse método, os eleitores distribuem pontos para os candidatos ao ranqueá-los numa ordem, de forma que o último receba um ponto, o penúltimo dois pontos, e assim sucessivamente, sempre com uma diferença de um ponto. Ao fim, aquele que somar mais pontos é o vencedor.
       
      Métodos de Condorcet
      Os métodos de Condorcet, ou métodos de paridade, criados pelo filósofo e matemático francês marquês de Condorcet, são um conjunto de métodos de votação ordenada que seguem o critério de Condorcet. O critério afirma que o vencedor do processo deve ser aquele que vence todos os outros numa disputa binária, comparando todo par de opções, mas não necessariamente aquele que tem a maior parte dos votos. Esses métodos são referidos como métodos de Condorcet, porque o critério de Condorcet, já citado, garante que todos eles dão o mesmo resultado na maioria das eleições em que existe um vencedor de Condorcet.
      O paradoxo de Condorcet, por outro lado, implica que há situações onde não há um vencedor claro segundo os critérios estabelecidos – por exemplo, A supera B, B supera C e C supera A. Uma das formas de resolver esse paradoxo é o minimax, onde o vencedor é aquele superado pela menor margem na sua pior derrota. A resolução através do método de Copeland, alternativamente, declara vencedor do certame aquele que vencer a maioria das comparações entre pares.
       
      Métodos de Borda
      O método de Borda, ou contagem de Borda, foi proposto por Jean-Charles Borda, matemático alemão, em 1770. Se assemelha ao método ordenado, mas difere no sentido de que não há substituição da próxima opção não eliminada, e sim pontuação ordenada aos candidatos. O método de Borda pode ser descrito como um meio termo entre o método ordenado e o método de votação por nota.
      O candidato preferido de cada eleitor recebe uma quantidade de pontos igual ao número de candidatos concorrendo. O segundo recebe o mesmo número menos um, do terceiro se retira dois, e assim sucessivamente, de forma que o último colocado receba apenas um ponto. No fim, quem obtiver mais pontos é eleito.
       
      Métodos de Votação por Nota
      A votação por nota se assemelha à votação ordenada, sendo mais flexível que esta. A soma das notas, é claro, define quem é o vencedor da eleição. De certa forma, a votação por aprovação, onde os eleitores dizem que se aprovam ou não cada um dos candidatos, é uma forma de votação por nota, senso essas notas zero e um. As notas possíveis dependem das regras específicas de cada sistema. Podem haver limite máximo ou mínimo de nota (ou pontos) por eleitor, dessa forma fazendo com que este calcule as notas que deseja distribuir.
      Nesse sistema, a ideia de notas em si é deturpada em relação ao senso comum, já que ela presume um grau de avaliação individual com pouca relação aos demais competidores, como seria, por exemplo, o sistema de notas de uma escola ou faculdade. Se há um candidato absolutamente preferido, por exemplo, as pessoas se sentem inclinadas a dar a nota máxima a esse candidato e a nota mínima aos demais, enfraquecendo o objetivo do método.
      No caso da distribuição de pontos com mínimo e máximo geral, o que se faz não é dar uma nota, mas ordenar com diferentes graus de preferência os candidatos a disposição.
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