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Lowko é Powko
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Quem não conseguir acessar pode ler a notícia no outline com aqueles problemas de formatação.

Sanders se retirando da cena e as eleições de 2020 se encaminhando para ser uma disputa entre Trump e Biden, com um Partido Democrata em tese um pouco mais à esquerda do que de costume, ao menos no discurso.

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Me parece que o Sanders era uma boa opção, mas eu sou contra alguém da idade dele ser presidente. O cara pode ser inteligente, hábil orador e etc. mas todos começam a ficar gagá nessa fase da vida e correndo o risco de falecer por outros motivos que não seja neurológico/mental.

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Pena. Tinha curiosidade de ver como o Sanders se sairia na presidência. Não sei se ele teria força para derrubar o trump, mas tinha essa curiosidade

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18 horas atrás, Head Coche Z disse:

Me parece que o Sanders era uma boa opção, mas eu sou contra alguém da idade dele ser presidente. O cara pode ser inteligente, hábil orador e etc. mas todos começam a ficar gagá nessa fase da vida e correndo o risco de falecer por outros motivos que não seja neurológico/mental.

I - Biden é um ano mais novo que o Sanders só.

II - Bolsonaro é muito menos lúcido (vamos usar esse termo para não ofender), sendo mais jovem. E aí?

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49 minutos atrás, ZaMBiA disse:

I - Biden é um ano mais novo que o Sanders só.

II - Bolsonaro é muito menos lúcido (vamos usar esse termo para não ofender), sendo mais jovem. E aí?

E aí que não foi bom do Sanders largar a disputa, já que ele era melhor candidato que o Biden.

Independentemente se os dois sejam bastante envelhecidos, continuo a achar que políticos são pessoas que correm os mesmos riscos de saúde que pessoas comuns.

O ideal seria que não fosse nem tão jovem e nem de idade tão avançada. A perspectiva de vida dos dias atuais ajuda nesse sentido, eu é que não sabia que o Biden era 77, apenas tinha escutado falarem que o Sanders está com 78. Então é aceitável que qualquer um deles, mesmo sendo mais velhos 5 ou 6 anos que o Trump, ganhem.

Você não levou em conta que pessoas com mais de 80 anos tem mais chances de falecer por motivos que não tem a ver com sanidade mental. Pessoas na faixa de 70 anos, 60 anos ou quaisquer também correm tais riscos, mas é um risco menor de quem chega na casa dos 80, que é menor de quem chega na casa dos 90, e assim por diante.

E sanidade mental é algo que pode entrar em decadência quando a pessoa atinge idades avançadas, mesmo mantendo boa alimentação. Isso não tem relação com a incapacidade de outros mais jovens.

Edited by Guest
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Cara, desculpa, teu argumento, pra mim, é abstrato e superficial demais pra justificar que alguém não deva ocupar determinado cargo.

Mil vezes o FHC presidente aos 70, do que o Collor aos 40.

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2 minutos atrás, ZaMBiA disse:

Cara, desculpa, teu argumento, pra mim, é abstrato e superficial demais pra justificar que alguém não deva ocupar determinado cargo.

Mil vezes o FHC presidente aos 70, do que o Collor aos 40.

Eu também prefiro mil vezes o FHC dos 64 anos aos 72 anos do que o Collor aos 40.

E vimos o Tancredo morrer com 75.

Parabéns, você ganhou um debate!

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E já saiu notícia de abuso sexual do Biden.

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25 minutos atrás, Lowko é Powko disse:

E já saiu notícia de abuso sexual do Biden.

Não sou do tipo que passa o pano pra esses caso, tem que ser punido mesmo se for culpado. Mas não é estranho acusar só agora em época de eleição?

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  • 4 weeks later...

game over pra Obama e acho que o Donald ganha pontos com o #Obamagate

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lá vem o aleef

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Eu ainda não entendi o que aconteceu, tô procurando aqui e só tem meme e montagem mal feita.

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Pq tem tanto bot brasileiro levantando hashtag do Obama? Segundo esses tweets, Obama é comunista.

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3 horas atrás, Léo R. disse:

Eu ainda não entendi o que aconteceu, tô procurando aqui e só tem meme e montagem mal feita.

To a procura tbm

PS: Trump atacando Obama após vazar que Obama criticou a condução de Trump em relação ao COVID. Algo muito comum por aqui tbm.

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/05/10/um-dia-apos-critica-de-barack-obama-donald-trump-rebate-seu-antecessor

Edited by bieleao
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"Donald Trump não apresentou nenhuma prova para as acusações feitas online. O ataque dele aconteceu um dia depois do ex-presidente Obama fazer uma rara crítica ao atual governo dos Estados Unidos."

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/05/10/um-dia-apos-critica-de-barack-obama-donald-trump-rebate-seu-antecessor

É isso que vai ferrar com o Obama? WTF? Parece o Bolsonaro falando que foram ONG's que colocaram fogo na amazônia, após ser questionado sobre a atuação do seu ministro do desmatamento.

O mais risível, é que a hashtag no twitter é um dos assuntos mais falados no BRASIL. Não nos Estados Unidos. Mano kkkkkkkkkkkkkk

Edited by Mantrax
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On 5/10/2020 at 11:24 PM, Mantrax said:

"Donald Trump não apresentou nenhuma prova para as acusações feitas online. O ataque dele aconteceu um dia depois do ex-presidente Obama fazer uma rara crítica ao atual governo dos Estados Unidos."

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/05/10/um-dia-apos-critica-de-barack-obama-donald-trump-rebate-seu-antecessor

É isso que vai ferrar com o Obama? WTF? Parece o Bolsonaro falando que foram ONG's que colocaram fogo na amazônia, após ser questionado sobre a atuação do seu ministro do desmatamento.

O mais risível, é que a hashtag no twitter é um dos assuntos mais falados no BRASIL. Não nos Estados Unidos. Mano kkkkkkkkkkkkkk

Tem uma matéria de outra revista br sobre o assunto. Mas acusar sem provas é comum... só ver o "impeachment" sofrido pelo próprio Trump.

 

 

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A gente tinha que fazer um banner quando os EUA alcançarem a marca dos 100 mil mortos que diz: "Congratulations, Trump, you made AMERICA GREAT AGAIn"

Ele é um fodido que agora vai pisar no bolso pra não perder voto. Tá estragando o país maravilhoso que é o dele. Pena que lá as eleições também estão fodidas com candidatos péssimos.

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  • Leho. changed the title to Política dos EUA

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    • Leho.
      By Leho.
      Por Pedro Henrique Ribeiro,
      21 de julho de 2021
      Você já fez terapia ou pelo menos se consultou com um psicólogo? Essa é uma prática muito boa que deveria se tornar hábito. Assim como algumas pessoas vão ao dentista duas vezes por ano, todos deveríamos reservar um tempinho para conversar com um psicólogo e organizar a mente. Isso serve para pessoas comuns, mas também para super-heróis. Nos últimos anos, ficou cada vez mais comum vermos super-humanos tentando resolver problemas que tinham dentro da cachola. Para isso, ou eles dão uma passadinha no “divã” da terapia, ou tentam botar a angústia para fora. Por causa disso, estamos perdendo aquela imagem de super-herói perfeito e invulnerável, e os estúdios estão investindo nessas narrativas para dar um ar de profundidade às histórias.
      “Nos primeiros 40 anos dos quadrinhos, uma narrativa mais simplificada dominou o mercado dos quadrinhos. Graças ao Stan Lee e seus quadrinhos da Marvel, o super-herói passou a ter uma vida pessoal, problemas psicológicos e se aproximar mais dos problemas do leitor. Esse modelo fez muito sucesso com as histórias do Homem-Aranha, Quarteto Fantástico e Capitão América, e é reproduzido até hoje pela indústria”, explica o pesquisador do Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos da USP, Waldomiro de Castro.
      Nas telinhas e telonas vemos vários heróis assumindo a importância de conversar, como o Utópico, em O Legado de Júpiter, e Bucky Barnes, em Falcão e Soldado Invernal”. Em WandaVision vemos a Feiticeira Escarlate cruzar as fases do luto após a morte de seu marido, Visão, em Vingadores: Guerra Infinita”. Em Watchmen – O Filme, o cruel Rorschach se consulta com um psiquiatra após ir para a prisão. Durante os testes – que dão nome ao personagem -, ele consegue identificar os próprios traumas, mas mente para não ser considerado doente.
      Rorschach se consulta com psiquiatra após ser preso em Watchmen. Imagem: Reprodução/Prime Video
      O professor e pesquisador de quadrinhos, Mario Marcello Neto, explica que muitos desses debates encontrados nas HQs fazem parte de um sentimento de dívida dos autores estadunidenses. “Essa geração pós-Guerra do Vietnã está muito imbuída em uma sociedade que tem muitas dívidas a pagar, seja com minorias ou com eles mesmos. Esse aparecimento do ‘divã’ nos contextos mais atuais, reflete um certo avanço no reconhecimento da importância da saúde mental. Porém, uma coisa que dita isso [ter ou não o divã] é o ritmo da história. Eu acho que se houver muito conflito pessoal, as pessoas saem do cinema. Eu não consigo ver uma cena como a consulta do Soldado Invernal acontecendo em um filme dos Vingadores, porque [o filme] é muito frenético”.
      Sam Wilson (Falcão) e Bucky Barnes (Soldado Invernal) cara a cara na terapia. Imagem: Reprodução/Disney Plus
      “E, às vezes, você pode ser um herói ou um vilão dependendo do contexto. Um super-herói é um sujeito que também tem fragilidades, acontece com muitos personagens, não apenas nos seus traumas, mas também na questão da agressão. Isso sem dúvida abre muito campo para explorar novas histórias e narrativas. Eu acho positivo, porque tira a ideia de que há um super-homem em cada um desses heróis. Isso está afinada aos debates atuais”, explica a pesquisadora de história da arte Vanessa Bortulucce.
      À medida em que as décadas avançam, a postura do super-herói se modifica. Em alguns momentos, como na década de 1960, muitos heróis se envolveram no movimento pacifista. Já na década de 1980, vemos personagens com personalidades mais assertivas e mais agressivos. Agressividade essa geralmente associada aos traumas que deram origem ao lado heroico deles, como as mortes dos pais de Bruce Wayne (Batman) e do tio de Peter Parker (Homem-Aranha) e até mesmo o suicídio do pai de Utópico. Com isso, esses personagens apresentam uma postura muito mais agressiva em relação aos criminosos. “Você nunca viu um Batman tão violento como o da década de 1990”, afirma Castro.
      Utópico buscou ajuda psiquiátrica após problemas com a família. Imagem: Reprodução/Netflix
      Ascensão em meio ao desastre
      A Crise de 1929, também conhecida como “A Grande Depressão”, marcou um dos momentos mais caóticos do capitalismo na era moderna. Ela teve origem nos Estados Unidos, que na época já tinha se consolidado como a maior economia do mundo. Com a crise, muitas empresas quebraram e o desemprego saltou de 4% para 27%. Foi um verdadeiro caos econômico que em pouco tempo trouxe sérias consequências para a sociedade. Esse tsunami de problemas que sucedeu a crise foi crucial para a revolução das comics. 
      Para Vanessa Bortulucce, a principal relação entre a Grande Depressão e as HQs é a mudança do cenário das histórias. “Como a Crise de 29 envolveu o mercado de ações, os bancos e etc, você tem as cidades como um lugar marcado por desastres e más notícias. Então, os quadrinhos sofrem um certo refluxo nesse ambiente”, explica ela. Fora do ambiente das cidades, novos cenários começaram a ganhar força, como o espaço sideral de Flash Gordon e Brick Bradford. 
      Essa fragilização acabou criando o conceito do “herói extraordinário”, aquele que resolve problemas com facilidade, sem quebrar a cabeça, e assim entrega uma aventura fantástica que restaura a esperança do leitor, que não tem muita paciência para novos problemas. 
      Em 1938, quando foi lançada a primeira HQ do Superman, o herói absorveu muitas características da época, especialmente nas edições lançadas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O kryptoniano era invencível, imparável, como se estivesse passando uma mensagem. O mesmo pôde ser vista nas revistas da Capitã Marvel. Assim surgiram os primeiros aspectos para se discutir o mito do herói nas comics.
      Mito do herói no traço e na tela
      Contar sobre a vida dos personagens humanizou os super-humanos e até mesmo os alienígenas como Clark Kent. Isso reforçou a ideia de que um herói pode ser qualquer pessoa, como um fazendeiro do Kansas, um jovem franzino do Brooklyn ou um nerd do Queens.
      “O Super-Homem é um alienígena, mas o leitor olha para o Clark Kent, que é um homem comum. Ao se mostrar como um homem comum, ele estabelece um reconhecimento, e o leitor pensa em um Super-Man que estaria, simbolicamente, dentro dele. Com os heróis da Marvel, Stan Lee tem uma importância vital nesse sentido, porque ele inverte a lógica do Super-Homem: você não tem um herói que se passa por um homem comum, mas um homem –  ou mulher – comum que pode se mostrar como herói”, diz Bortulucce.
      Pensando sobre essa afirmação da pesquisadora, alguns nomes do MCU vêm em mente, como Viúva Negra, Falcão, Gavião Arqueiro, Homem de Ferro, Homem-Formiga, Vespa e muitos outros. Esses heróis sem poderes “mágicos ou alienígenas” usam tecnologia e habilidades de combate para derrotar os vilões. Porém, diferentemente dos heróis do século 20, os personagens da Marvel nos cinemas não carregam consigo um senso inabalável de justiça e têm em comum traumas que precisam ser tratados seriamente.
      Heróis enlatados
      Todo esse roteiro de heróis traumatizados e órfãos é bem conveniente para os enredos, como vimos até aqui. Por isso essa jornada entre perda e poder foi reproduzida em larga escalada para as dezenas de heróis que surgiram nas décadas seguintes aos anos 1960. Esses heróis chamados de enlatados basicamente mudam de nome, o lugar de origem, mas a essência segue sendo a mesma. Essa zona de conforto permitiu que grandes estúdios e produzissem vários heróis sem perder o trunfo de uma história dividida entre vida civil e vida com uniforme, como explica Mario Marcello Neto.
      “Algumas coisas se repetiriam, como a ideia da orfandade como característica para ser super-herói. Nisso a gente tem desde Shazam até o Batman. Parece até que o critério para ser herói é não ter os pais e mães [biológicos]. Na década de 1940 era pior e os heróis que sobreviveram daquela época para cá são muito poucos. Naqueles anos a gente via heróis que eram plágios. O próprio Shazam se envolveu em um processo de plágio por causa das semelhanças com o Superman”. 
      Heróis e política
      Entre as influências que as histórias de super-heróis podem ter na sociedade está a política. Assim como foi o caso do governo de Reagan nos anos 1980, as políticas e as HQs fazem essa troca de signos. Além de exercer uma influência natural com seus enredos, as histórias em quadrinhos também podem ser utilizadas como ferramenta política, como explica Bortulucce. “Muitos personagens surgem por causa da Segunda Guerra Mundial, como o Capitão América. Guerra do Vietnã? Homem de Ferro. Corrida espacial? Quarteto Fantástico. O medo e a maravilha do poder atômico? Hulk e Homem-Aranha. Minorias e lutas sociais? Pantera Negra e X-Men. Os quadrinhos são uma grande ferramenta política”. 
      Um bom e recente exemplo aconteceu durante as manifestações de 2013 contra o então governo de Dilma Roussef (PT). Muitos manifestantes foram às ruas com camisas da CBF e máscara do personagem V, de V de Vingança. A intenção era mostrar que “o povo” estava disposto a ir longe, como V foi. Na história em quadrinhos, o personagem adota um tom professoral e filosófico em seus discursos, e tem todo o tipo de ideia para derrubar um governo fascista que governava a Inglaterra. Entre as ações de V está a explosão do Parlamento Britânico.
      Essa ideia de que todo mundo pode ser um herói se mostra nesses tipos de situação. Na época, Alan Moore, o autor da HQ, chegou a comentar sobre o caso em entrevista ao site UOL. “Há 30 anos eu estava apenas respondendo à situação da Inglaterra da minha perspectiva. Não eram premonições do que aconteceria no futuro”, disse ele sobre a produção de V de Vingança. “Acho que não tenho muito a dizer a respeito [do uso das máscaras], porque eu sou apenas o criador da história. E eu não tenho uma cópia de ‘V’ em casa, isso foi tirado de mim por grandes corporações”, completou.
      Esse uso do V por manifestantes em 2013 é apenas um exemplo da relação entre quadrinhos e política. “As histórias em quadrinho influenciam em termos de filosofia de vida. Os leitores acabam se influenciando pelas ideias e propostas, acabam acreditando na visão de mundo daqueles heróis. Mas eu não acredito que uma pessoa normal seja influenciada aponto de vestir uma máscara ou uma roupa e sair por aí batendo nas pessoas resolvem os problemas do mundo”, diz Castro.
      Então, da próxima vez que você assistir a uma série, filme ou ler uma HQ e se perguntar: isso não está realista demais? Lembre-se de que a resposta é sim! Tudo vai ficar cada vez mais real enquanto continuaremos a ver homens voadores atirando raio laser pelos olhos.
      @Bitniks
    • Lanko
      By Lanko
      De acordo com as notícias, se não jogarem o Tite será demitido, o que está fazendo os jogadores mudarem a postura de boicote para apenas um manifesto público... e então irem jogar o torneio, o que seria o mesmo que "muito barulho por nada".
    • jonnyjones81
      By jonnyjones81
      Estava lendo uma matéria sobre a tal ligação do Kajuru na IstoÉ e a matéria termina assim:
      “Finalmente, uma observação sobre o sistema eleitoral brasileiro, que o Congresso está querendo alterar. O sistema vigente hoje já dá bastante espaço para que políticos como Jorge Kajuru se elejam. São pessoas que não têm outras credenciais além da fama e de algum sentimento de indignação, ou desejo vago de “fazer o bem”, mas que nunca perdeu um minuto da vida pensando sobre políticas e administração públicas.
      Se o Congresso fizer o que deseja, e implantar o tal sistema do “distritão”, em que apenas os candidatos mais votados são eleitos, só haverá gente famosa na política. Aquele sujeito que passou a vida lutando em silêncio por uma causa, ou estudando gestão pública, nunca mais chegará ao parlamento, pois costuma ser eleito pelos votos concedidos aos partidos no sistema proporcional.
      Hoje, existe um Kajuru a mais do que o necessário no Senado. Imagine agora um Congresso feito só de Kajurus. Gostou?”
      Ou seja, uma clara critica à mudança.
      Então fui pesquisar e ler um pouco melhor sobre o tema do voto distrital e distrital misto. Achei uma matéria sobre o assunto muito, mas muito bem escrita (IMO). Vou deixar aqui para a leitura e um debate saudável.
      Como o voto distrital misto pode mudar as eleições no país
    • Gourcuff
      By Gourcuff
      Tópico destinado aos comentários dos campeonatos nacionais de toda a América: desde os sul-americanos até a MLS.
    • Lowko é Powko
      By Lowko é Powko
      Topei com esse texto do Pindorama sobre as pesquisas eleitorais e os resultados das eleições em 2020. Vale a pena pra quem se interessa pelo tema. Pra quem não quer ler o texto inteiro, vou colar os pontos mais importantes num quote. Pra quem tiver mais interesse, pode pular o quote e ir direto pro texto original, abrindo o spoiler.
       
       
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