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Bruno Trink
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Excelente a campanha na 3.Liga e acredito que não terá tanta dificuldade na 2.Bundesliga.Boa sorte na sequência.

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INFO   EQUIPE   ACADEMIA   1.FCK II  JOGOS   CLASSIFICAÇÃO   TRANSFERÊNCIAS   FINANÇAS

Mudaram as divisões, nada mudou
24 de julho de 2020

 

Grüße, rote Teufel!

 

Eu não acreditei. Achava que, com a pressão por qualificar o elenco para jogar numa divisão superior, Miroslav Klose iria quebrar sua promessa de não contratar jogadores que não fossem para as categorias de base do Kaiserslautern. A janela ainda não fechou, é verdade, ainda tem mais de cinco semanas pela frente. Só que a impressão é de que vamos para a temporada com esse mesmo grupo que conquistou a 3. Liga.

Melhor, quase o mesmo grupo já que tivemos duas baixas. O zagueiro André Hainault já deixaria o clube sem renovar seu contrato e aproveitou para encerrar sua carreira. O capitão Hemlein, realmente, também não teve seu vínculo prorrogado e, depois de dois anos, também não faz mais parte do elenco. Por outro lado, Elias Huth, vice-artilheiro da terceira divisão com o Zwickau, e José-Junior Matuwila voltaram de empréstimo e comporão o grupo. Além deles, Dominik Kajinic, zagueiro do sub-19, subiu para ser mais uma opção para um setor carente. Mas teve contratação, sim. Para a base, chegaram o goleiro norueguês William Ring Strandberg e o atacante Phillip Hellwig. O marroquino Mouad Seghrouchni, liberado pelo Bayern München, está fazendo testes no clube. Enquanto isso, os demais clubes da segunda divisão andam gastando bem, principalmente Fortuna Düsseldorf e Hertha, que caíram na temporada passada.

Resultado de imagem para tony henryA comissão técnica, entretanto, foi bastante modificada. Não por vontade do Miro mas por causa do assédio de outros clubes. O departamento de inteligência foi muito afetado, cinco observadores deixaram o FCK, incluindo aí o chefe Ralf Weber. Para o seu lugar, foi contratado o inglês Tony Henry, com passagens em clubes da primeira divisão inglesa e envolvido em um episódio de conduta racista quando trabalhava no West Ham. Espero que Miro cuide para que isso não aconteça por aqui. Acabamos com muitos estrangeiros e nenhum alemão no setor de observação, não sei o quanto isso pode influenciar na prospecção de talentos para a base.

Os amistosos de pré-temporada trouxeram esperança para, ao menos, um ano sem sustos, o que acredito ser o objetivo do treinador. Em especial as duas vitórias sobre equipes da Ligue 2 francesa. A tabela da 2. Bundesliga trouxe um adversário razoavelmente acessível nessa primeira rodada, o SSV Jahn Regensburg é um dos times que, junto com o 1. FCK, estão cotados para não cair. Não tivemos muitas mudanças em relação à época passada, apenas os testes com Huth atuando na função do Bjarnason. Na lateral esquerda, Herscher ganhou naturalmente a vaga já que é o único natural para a posição. Röser renovou e ganhou um polpudo aumento salarial. Pick e Spalvis ainda não. Aliás, tem muita gente com contrato terminando em junho do ano que vem. 

 

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16 horas atrás, Andreh68 disse:

O bayern liberou um garoto de 14 anos?

E o recrutador tem antipatia de africano? Ihhh...

Pior que o garoto é africano! Mas acho que o FM não tem essa informação (já dando mini-spoiler).

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Tenho achado essas previsões da imprensa do FM 2020 bem bugadas, mas acredito que a realidade do FCK é mais ou menos essa mesmo. 

Todavia, se levássemos a sério as odds do Osnabrück e Würzburg, é possível dizer que o rebaixamento não será a principal preocupação na temporada. 

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Gostei muito do formato de postagem, fez em trazê-lo de volta neste save, pois encaixou perfeitamente.

Parabéns pelo título e acesso conquistados de forma bem fácil, e a que tudo parece a coisa será oposta na próxima temporada na nova divisão.

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5 horas atrás, Jirimias disse:

Gostei muito do formato de postagem

Nunca vi algo parecido. É como se eu estivesse lendo matérias reais do Globoesporte ou algum site de notícias esportivas. Essa estrutura está sensacional! Realmente muito bonito. Estarei acompanhando pois curto a ideia de desenvolver jogadores também.

Eu adoro a 2.Bundesliga! Sempre tento um save com o St.Pauli e com o Dusseldorf. Pra mim é a melhor liga do FM para se jogar. Times competitivos, calendário, jogadores, orçamento, etc... É divertido demais pois a maioria das equipes tem chances de título. E é uma liga muito forte. Provavelmente perde só para a segundona da Inglaterra em termos de alto nível técnico.

Quanto ao vacilão que foi demitido do West Ham... bem feito! E é bom saber o nome do cidadão pois caso apareça aqui no meu save, sua contratação estará descartada.

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Parabéns pelo acesso à 2. Liga. Fez uma baita campanha com 30 pontos na frente do segundo colocado. Teve uma boa equipe na 3ª divisão e ganhou o campeonato bem. Agora tem tudo para se dar bem na 2. Liga. Só me estranhou o fato do treinador não contratar jogadores agora e também ter dispensado o jogador de 14 anos da equipe. 

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Tudo dentro do esperado na temporada passada. Acesso e título com boa margem para quem vinha atrás. Até cravei ali quando o título viria, olha só!

Agora tô curioso pra ver como vai se sair nessa subida de degrau, sem contratação alguma e apenas uns quantos reforços da base ou que estavam emprestados.

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On 3/20/2020 at 10:12 PM, Banton said:

Nunca vi algo parecido. É como se eu estivesse lendo matérias reais do Globoesporte ou algum site de notícias esportivas. Essa estrutura está sensacional! Realmente muito bonito.

É porque você não frequenta a área há muito tempo e está tendo a felicidade de acompanhar um autor das antigas que já usou esse modelo outras vezes. Existem vários desses saves nas Histórias Memoráveis e no Recanto das Histórias. 😉

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Em 20/03/2020 em 11:44, mfeitosa disse:

Tenho achado essas previsões da imprensa do FM 2020 bem bugadas, mas acredito que a realidade do FCK é mais ou menos essa mesmo. 

Todavia, se levássemos a sério as odds do Osnabrück e Würzburg, é possível dizer que o rebaixamento não será a principal preocupação na temporada. 

Acho até que estamos bem, levando em consideração as previsões. Mas, como você disse, não dá pra confiar. Tanto para o mal, quanto para o bem.

 

Em 20/03/2020 em 15:55, Jirimias disse:

Gostei muito do formato de postagem, fez em trazê-lo de volta neste save, pois encaixou perfeitamente.

Parabéns pelo título e acesso conquistados de forma bem fácil, e a que tudo parece a coisa será oposta na próxima temporada na nova divisão.

Valeu, Jiri. Realmente, tive muito mais facilidade mesmo do que eu imaginava. A previsão é mesmo de que não será assim mas, quem sabe, a coesão do time, o entrosamento, podem ser um fator surpresa?

 

Em 20/03/2020 em 22:12, Banton disse:

Nunca vi algo parecido. É como se eu estivesse lendo matérias reais do Globoesporte ou algum site de notícias esportivas. Essa estrutura está sensacional! Realmente muito bonito. Estarei acompanhando pois curto a ideia de desenvolver jogadores também.

Eu adoro a 2.Bundesliga! Sempre tento um save com o St.Pauli e com o Dusseldorf. Pra mim é a melhor liga do FM para se jogar. Times competitivos, calendário, jogadores, orçamento, etc... É divertido demais pois a maioria das equipes tem chances de título. E é uma liga muito forte. Provavelmente perde só para a segundona da Inglaterra em termos de alto nível técnico.

Quanto ao vacilão que foi demitido do West Ham... bem feito! E é bom saber o nome do cidadão pois caso apareça aqui no meu save, sua contratação estará descartada.

Como o @ggpofm disse aí embaixo, já usei esse formato algumas vezes. Tem seus prós e seus contras, como aconteceu no último que fiz assim, com o Sunderland. Estou tentando achar um meio termo. 

Sempre gostei de jogar na Alemanha, em todas as divisões, justamente por causa do equilíbrio. Curiosamente, não aconteceu na primeira temporada, na terceira divisão.  Esse Tony Henry foi um vacilão mesmo. Na verdade, eu achei estranho ele ter passado em clubes médios da Inglaterra e estar no Accrington Stanley, na League One. Mas nem fui correr atrás do motivo. Só vi mesmo na hora de escrever o post.

 

Em 21/03/2020 em 01:57, LucasPettine disse:

Parabéns pelo acesso à 2. Liga. Fez uma baita campanha com 30 pontos na frente do segundo colocado. Teve uma boa equipe na 3ª divisão e ganhou o campeonato bem. Agora tem tudo para se dar bem na 2. Liga. Só me estranhou o fato do treinador não contratar jogadores agora e também ter dispensado o jogador de 14 anos da equipe. 

Não estou contratando porque é a regra do save. É uma espécie de desafio da base, onde não se pode contratar nem para a base, mas estou adaptando e só não contratando para a equipe principal. E quem dispensou o garoto de 14 anos foi o Bayern, não nós. Ele está em testes no 1. FCK.

 

Em 21/03/2020 em 19:47, Bigode. disse:

Tudo dentro do esperado na temporada passada. Acesso e título com boa margem para quem vinha atrás. Até cravei ali quando o título viria, olha só!

Agora tô curioso pra ver como vai se sair nessa subida de degrau, sem contratação alguma e apenas uns quantos reforços da base ou que estavam emprestados.

Como eu disse, talvez o entrosamento possa ser bem útil para nós. Vamos ver o que acontece nessa próxima atualização...

 

14 horas atrás, ggpofm disse:

É porque você não frequenta a área há muito tempo e está tendo a felicidade de acompanhar um autor das antigas que já usou esse modelo outras vezes. Existem vários desses saves nas Histórias Memoráveis e no Recanto das Histórias. 😉

Obrigado pelas palavras, Gilson!

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Quem imaginava?
18 de outubro de 2020

 

Grüße, rote Teufel!

 

Será que o mais otimista dos diabos vermelhos imaginaria algo parecido com o que está acontecendo nesse início de temporada? A previsão de toda a imprensa era de que o Kaiserslautern brigaria contra o rebaixamento. Possivelmente escaparia, mas frequentaria a parte de baixo da tabela. Só se for de cabeça para baixo! Mantendo a base da temporada passada, Miro montou uma equipe extremamente segura e que sofre pouquíssimos gols. Com isso, o time surpreende na segunda colocação da 2. Bundesliga, atrás apenas do Hertha Berlin. A única derrota aconteceu na segunda rodada e já se vão dois meses e meio desde então. Justamente contra o nosso próximo adversário na DFB-Pokal daqui a dez dias. Algumas vitórias foram bem impactantes como a goleada sobre o St Pauli e o triunfo lá em Dresden.

Resultado de imagem para kevin krausNo entanto, Klose terá que encontrar uma solução para a terrível lesão do Kraus. No treinamento de anteontem, o zagueiro se contundiu e ficou constatado rompimento no ligamento cruzado do joelho. Não é a primeira vez, Kraus já teve outras duas contusões similares, em 2012 e em 2016. Provavelmente, de acordo com a previsão do departamento médico, não volta mais nessa temporada. Hoje, quem jogou ao lado do Gottwalt e até fez o primeiro gol foi Kajinic que, mesmo com 18 anos, parece ter saído na frente do Matuwila.

Uma preocupação que os diabos vermelhos não terão será a respeito de perder o treinador. No início do mês, Miro aceitou a proposta de renovação contratual feita pelo presidente Martin Bader e fica no clube até 2023 apesar do assédio de vários clubes. O treinador recebeu um aumento mais do que merecido de quase 50% nos seus salários. Quem terá que esquentar a cabeça agora é ele já que boa parte do elenco principal do Kaiserslautern tem seus vínculos com o clube encerrando em junho do ano que vem. Mas ainda falta muito tempo até lá.

Leia também: Thiele, enfim, vai embora e chega mais um garoto para a base

 

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Ninguém.Ninguém esperava. Só os torcedores do Sunderland! 😝

Parece estar com um jogo bem regular, e tem tudo para subir, mesmo com alguma oscilação no caminho.

Me afeiçoei ao Heidenheim vendo um documentario na Netflix sob o sistema de técnicos alemão, inclusive com o Klopp. O cara tirou eles da quinta divisão se não me engano,e segue firme no comando.

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Início de temporada fantástico. Muitíssimo sólido defensivamente - e vamos ver se consegue manter essa solidez a partir de agora com a lesão do titular - e com um ataque que se não é super goleador, vai cumprindo seu papel.

No fim, pelo menos nesse início, a quase ausência de movimentações no elenco principal se mostrou acertadíssima e o entrosamento carregado da temporada passada parece estar mesmo fazendo a diferença. Curioso para ver como a equipe se portará na sequência do campeonato, com essa mudança de panorama, partindo de candidato a rebaixamento a clube com responsabilidade de lutar no topo.

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Em 24/03/2020 em 14:55, Andreh68 disse:

Ninguém.Ninguém esperava. Só os torcedores do Sunderland! 😝

Parece estar com um jogo bem regular, e tem tudo para subir, mesmo com alguma oscilação no caminho.

Me afeiçoei ao Heidenheim vendo um documentario na Netflix sob o sistema de técnicos alemão, inclusive com o Klopp. O cara tirou eles da quinta divisão se não me engano,e segue firme no comando.

Pela diferença entre os times, acho que o Hertha tem tudo para disparar e ser o campeão. Aí tem a briga pela vaga direta na segunda posição e o playoff. Não conhecia essa história do Heidenheim, vou procurar esse documentário...

 

Em 24/03/2020 em 23:05, Bigode. disse:

Início de temporada fantástico. Muitíssimo sólido defensivamente - e vamos ver se consegue manter essa solidez a partir de agora com a lesão do titular - e com um ataque que se não é super goleador, vai cumprindo seu papel.

No fim, pelo menos nesse início, a quase ausência de movimentações no elenco principal se mostrou acertadíssima e o entrosamento carregado da temporada passada parece estar mesmo fazendo a diferença. Curioso para ver como a equipe se portará na sequência do campeonato, com essa mudança de panorama, partindo de candidato a rebaixamento a clube com responsabilidade de lutar no topo.

Achei curioso. Nos amistosos de pré-temporada, jogando contra os dois franceses, adversários mais ou menos do mesmo tamanho da maioria dos que estou enfrentando, eu mantive a tática de posse de bola e funcionou. Mantive isso nos jogos oficiais e, até agora, tirando um ou outro oponente, está dando certo.

Tem essa questão também, ver se o elenco consegue suportar bem essa pressão de brigar lá em cima ao invés de contra o rebaixamento.

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De perder o fôlego
2 de fevereiro de 2021

 

Grüße, rote Teufel!

 

spacer.pngJá tem algumas horas e ainda estou sob o impacto do jogo. Tínhamos vencido Der Dino no Volksparkstadion em dezembro jogando no contra-ataque e hoje, curiosamente, Klose resolveu manter o tiki-taka habitual. Não entendi o motivo. Miro poupou alguns jogadores no sábado contra o St. Pauli e hoje fomos com força máxima. Fato é que saímos na frente numa falha bizarra do Pollersbeck. Só que o controle da partida nunca esteve conosco. Começou o segundo tempo e Kinsombi acertou um sem pulo da entrada da área para empatar. Parecia que teríamos mais uma prorrogação, assim como foi na fase anterior, quando passamos pelo Arminia Bielefeld nos pênaltis. Só que, aos 44, Kajinic e Matuwila se enrolaram e a bola sobrou para Kinsombi virar. Quando estávamos nos encaminhando para o apito final, bola no ataque para o Hamburger, Kinsombi resolveu cobrar um arremesso lateral na área. Vai saber o que se passou pela sua cabeça. Matuwila cortou, Çiftçi puxou um contra-ataque improvável e deu para Röser, na cara do goleiro. O artilheiro não foi fominha e serviu para Jonjic empatar.

Na prorrogação, outro contra-ataque mortal definiu o confronto. Hercher cortou, Zuck deu, de primeira, para Jonjic avançar algumas dezenas de metros. Entrou na área e foi derrubado por Kinsombi. Pênalti, segundo amarelo para o congolês e gol de Röser. Antes do fim da primeira etapa do tempo extra, Çiftçi marcou o quarto depois de bela troca de passes no lado esquerdo do ataque. Novamente, parecia tudo definido mas, minutos depois, Pohjanpalo diminuiu, de cabeça. Os quinze minutos finais foram de pressão absoluta dos donos da casa. Mesmo com um jogador a menos. O time recuou demais, parecia que o empate viria a qualquer momento. Miro, desesperado na beira do gramado, mandava a equipe avançar. Feito. Cabeça no lugar, bola no chão, vitória heroica confirmada. O sorteio para definir os confrontos das quartas de final será na próxima quinta-feira, dia 4.

Já no sábado, o Kaiserslautern recebe o Greuther Fürth para tentar voltar a vencer na 2. Bundesliga.

 

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10 horas atrás, Andreh68 disse:

Comoeuqueria contra ataques assim. Belo gole belas vitorias.

Caminha forte para pegar uma vaga no playoff! 

Bizarro que é o tipo de contra-ataque que eu costumo tomar. Time ganhando, último minuto, nem pro cara segurar a bola no ataque. Deu mole!

Tomei um choque de realidade naquela derrota para o Hertha, o time deles é bem superior a todos na liga. Tirando o próprio Hamburgo, que vencemos bem no campeonato mas com as estatísticas contra, o resto é bem "vencível". Daria até para beliscar a segunda vaga. Só não sei se isso será bom ou ruim, chegar na Bundesliga com um time notadamente mais fraco.

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Campanha espetacular, realmente surpreendente! Será que se você pudesse contratar quem quisesse, teria o mesmo sucesso ou, de repente, o tempo que leva para uma equipe se entrosar com diversas contratações atrapalharia esse processo?

A queda de produção do primeiro (12 primeira rodadas) para o segundo período é completamente aceitável. Ainda assim, enxergo o FCK como um time duro de se vencer. 

Esse lance dos contra-ataques "mágicos" do FM é de matar qualquer um do coração. É surreal. Penso que é uma forma maluca do jogo tentar equilibrar as coisas. 

No mais, desejo sorte para a sequência e que a equipe tenha fôlego para buscar o 2º ou 3º lugar.

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Invejo essa capacidade que vocês tem de conseguir jogar de forma competitiva sem contratar pessoas para o elenco principal. Ainda preciso evoluir um bocado no jogo 😛

Pegando aí a linha dos comentários sobre contra-ataques, eu gosto muito daqueles que são completamente irreais, tipo nosso jogador olhando e não dando pique pra tentar pegar a bola, ou o goleiro saindo andando e tomando um gol idiota. hahahah

Bom, dá pra alcançar o acesso, mas não subir não parece nada absurdo. Vamos ver o que vai acontecer.

Boa sorte!

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23 horas atrás, mfeitosa disse:

Campanha espetacular, realmente surpreendente! Será que se você pudesse contratar quem quisesse, teria o mesmo sucesso ou, de repente, o tempo que leva para uma equipe se entrosar com diversas contratações atrapalharia esse processo?

A queda de produção do primeiro (12 primeira rodadas) para o segundo período é completamente aceitável. Ainda assim, enxergo o FCK como um time duro de se vencer. 

Esse lance dos contra-ataques "mágicos" do FM é de matar qualquer um do coração. É surreal. Penso que é uma forma maluca do jogo tentar equilibrar as coisas. 

No mais, desejo sorte para a sequência e que a equipe tenha fôlego para buscar o 2º ou 3º lugar.

Pois é, né, essa regra de não contratar está começando a quebrar um paradigma para mim com a boa campanha que o Kaiserslautern está fazendo na 2. Bundesliga logo depois de subir. Mas tem os contras: tenho que ajustar as táticas com mais frequência, o time começa a ficar manjado. Acho até que essa queda de produção pode ter relação com isso. E, em algum momento, a falta de contratações vai começar a cobrar sua conta. A não ser que a base sirva com qualidade o elenco principal.

Valeu, Feitosa!

 

16 horas atrás, marciof89 disse:

Invejo essa capacidade que vocês tem de conseguir jogar de forma competitiva sem contratar pessoas para o elenco principal. Ainda preciso evoluir um bocado no jogo 😛

Pegando aí a linha dos comentários sobre contra-ataques, eu gosto muito daqueles que são completamente irreais, tipo nosso jogador olhando e não dando pique pra tentar pegar a bola, ou o goleiro saindo andando e tomando um gol idiota. hahahah

Bom, dá pra alcançar o acesso, mas não subir não parece nada absurdo. Vamos ver o que vai acontecer.

Boa sorte!

Confesso que me surpreendi um pouco mas, como disse, pode ter relação com o entrosamento, sim. Mas está difícil ficar sem contratar, o dedo começa a coçar!

Eu tento não me estressar com gols idiotas que meus times tomam. Acabo vendo que acontece para os dois lados. E na vida real também.

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Sobe, desce, sobe...
27 de março de 2021

 

Grüße, rote Teufel!

 

82320552_231252861204761_8371892957447111537_n.jpg?_nc_ht=scontent-lga3-1.cdninstagram.com&_nc_cat=105&_nc_ohc=X1TgwByBCzoAX_eQeNT&se=7&oh=16206616f02ca5078063189833c1a5e7&oe=5EE17CE9&ig_cache_key=MjIzMTQ1Mzc4MzEzNzk1MjUzNw%3D%3D.2No ano passado, eu não fui. Hoje consegui mexer meus pauzinhos e estive lá no Sportpark „Rote Teufel“ para assistir a partida entre o sub-19 e a garotada da peneira. Os garotos tinham jogado um amistoso três dias antes e o cansaço pode ter dado uma equilibrada nas ações. De qualquer forma, vi um zero a zero bem movimentado e é curioso como conseguimos ver a mesma cara do time de cima apesar de características individuais diferentes. Parece que alguns meninos podem vingar: o goleiro Michal Urban, os zagueiros Kris Ford e Markus Wolf, o lateral direito Jakob Beitzinger, o volante sírio Mostafa Sardar, o meia esquerda polonês Szymon Zielinski e os atacantes Nicklas Stang e Paolo Ricci. Esses oito devem receber propostas para permanecer no clube, os demais ficaram em testes para ver se impressionam de alguma maneira.

Enquanto isso, estamos no meio de uma parada pelas datas FIFA. Considero que, apesar de não perdermos desde o final de janeiro, estamos passando por um período de ligeira turbulência. Em especial porque estamos tendo muitas dificuldades para marcar gols e vencer partidas dentro dos nossos domínios onde, normalmente, éramos muito fortes. Empatamos sem gols três vezes contra equipes que, modéstia à parte, já mostramos que poderíamos derrotar, Greuther Fürth, Würzburg e Fortuna Düsseldorf. Coincidência ou não, três times com que também empatamos fora de casa.

Apesar de tudo, a briga pelo acesso está mais viva do que nunca. O título já está praticamente definido, ninguém deve tirá-lo do Hertha. Se o campeonato terminasse hoje, com sete rodadas ainda para disputar, o Hamburger estaria retornando de forma direta para a Bundesliga e o Kaiserslautern disputaria o playoff, com o Arminia Bielefeld ficando de fora. Mas a diferença é mínima e, a cada jogo, essas posições se alternam. Klose ainda precisará decidir o que fazer na semifinal da DFB-Pokal quando, em pouco menos de um mês, receberá o Köln no Fritz-Walter-Stadion. Veremos se ele priorizará alguma das competições ou se irá de força máxima em ambas.

 

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Essa fornada trouxe alguns valores interessantes para o clube, mas ainda nada que possa ser útil num curto prazo. Precisará de paciência e muita persistência com essa garotada.

Voltando para as disputas da liga, conseguiu desbancar o Bielefeld da zona de classificação, mas a briga promete ser pesada até o final.

Sou da opinião que o Kaiser deveria priorizar a 2. Bundesliga, em detrimento da DFB Pokal. Basta um vacilo para ser ultrapassado novamente pelo Bielefeld.
 

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Essa Pokal ta com uma cara de canto da sereia... foi passando com alguma sorte e bastante competência, mas a final parece que vai ser um pouco encardida. A taça não é impossível, mas arriscada.

Focaria mais na liga, com vistas a escapar do playoff, mas faria o possível na copa, afinal esse Miro nasceu com o popozão virado para a lua.

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De maneira geral, gostei dos jovens que surgiram nessa fornada. Se conseguir trabalhar bem, deve ter nomes minimamente úteis para o futuro.

No campeonato, vejo o empate contra o Fortuna mais aceitável, por se tratar de um time teoricamente mais qualificado que os outros dois. Ainda assim, pesa um pouco por ser um confronto direto. Mas os outros dois empates não poderiam ter ocorrido. Poderia estar hoje com uma interessante vantagem sobre o Hamburger de 4 pontos e ainda vivo na disputa pelo título, que hoje só é possível se acontecer um desastre pelos lados do Hertha.

Esses próximos três confrontos devem definir melhor o que fazer em relação ao dilema "priorizar uma competição ou ir com força máxima em ambas". Não sei qual é o intervalo entre o jogo da Copa e o jogo seguinte a ele pelo campeonato, mas com esse intervalo de quatro dias entre Nürnberg e Köln, creio que dá pra ir com um time minimamente próximo do que considera ser a força máxima, lutando em ambas as frentes. Mas aí é o que eu faria, claro.

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      Boas.
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      O ESTÁDIO

      O Altos manda seus jogos no Estádio Municipal Felipe Raulino, o "FELIPÃO", que tem capacidade para cerca de 4 mil torcedores. Apesar de ficar muito próxima à capital Teresina, o Altos prefere mandar até os jogos grandes no seu estádio, mesmo às vezes sendo menos vantajoso financeiramente, só não joga lá quando é obrigado pela federação. O acanhado Felipe Raulino se transforma em Felipão, um verdadeiro caldeirão quando o time do Altos pisa lá dentro, que já fez o clube conseguir resultados improváveis.
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      Particularmente a coisa mais espetacular que eu acho nesse time é o mascote, que além de ser LINDO e SENSUAL, literalmente vive para o clube. E por conta dele eu criei o clássico dos mascotes entre Altos e Piauí Esporte Clube, que também tem um mascote espetacular, nada mais nada menos que um RATO MOLHADO, que se enxuga durante os jogos.
      O QUE ACONTECEU EM 2020?
      A nossa história começará no início de 2020, ignorando os acontecimentos desde ano, mas sem a maioria dos jogadores importantes contratados no ano, diria que sem os mais importantes. Nossas finanças estão zeradas, não temos dinheiro para contratações ou salários e contamos com apenas 18 jogadores no elenco, com posições muito carentes como a presença de apenas 1 goleiro, 1 lateral-direito e 3 zagueiros e 3 meias de ofício.
      Os desafios para um time como o Altos vão bem além das 4 linhas. O clube não tem estrutura, nem investimentos, não tem um banco de análise de dados, nem categorias de base. Vai ser um grande desafio comandar esse time nas próximas temporadas, ainda que eu já conheça alguns atalhos nas divisões inferiores e no Nordeste do Brasil.
      Ainda não posso adiantar qual será a meta para o fim da história, mas acredito que eu só vá parar depois de pelo menos um título de Campeonato Brasileiro, já que eu costumo dar sorte em Copas, então não vou colocar a Copa do Brasil como meta principal. O intervalo (ingame) entre os capítulos também ainda não foi determinado, mas pode ser de 3/3 meses, 4/4 ou 6/6. Devo fazer uma história baseada em tudo que rodeia o clube, passando pelo treinador, presidente e a relação do Altos com a política, o que não costuma dar certo no futebol.
      Estou aberto a dicas, críticas e tudo que possa me ajudar a melhorar como contador dessa história, espero contar com vocês.
      É possível ter uma temporada semelhante à que aconteceu na vida real em 2020-21? Como fazer um time tão limitado ser competitivo? Veremos nos próximos capítulos.
      Sala de troféus
      Capítulos
    • v_martins
      By v_martins
      The Asian Way Of Life -  Livro I
      Beijing, 23 de maio de 2019. Capítulo I, pt.I.

       

      - Essa história pode ser sobre qualquer coisa, meu rapaz... Pode ser sobre o que você quiser.

      - Inclusive sobre os seus delírios se quiseres falar mais deles. – Dizia Quevedo com o seu ar paternal, ao sairmos de uma casa de chá, próxima ao Yiheyuan.



      Esse era o primeiro dia de folga que tínhamos em muito tempo.

      Falo muito tempo, mas parece que foi ontem que cheguei à China, quase sem querer.



      Mas, espere aí: você nem sabe quem sou...

      Porém, antes preciso pegar um café, para assim narrar minha pequena (longa) história.
      (Ou seria odisseia... ?)

      Para todos os efeitos, chame-me de Vinní. E esse é o meu perfil, em modo formal, de acordo com a RFEF.

      Voltando, eu era apenas um auxiliar/analista de desempenho, adotado por um jogador histórico “barcelonista”, que era o Eusebio Sacristán.

      Também conhecido como esse cara aqui:



      Fora isso, tive uma carreira relativamente proveitosa no futebol.

      Eu fui um bom centroavante.  É verdade.

      Tirando as lesões nos dois joelhos e os dois anos sem jogar, eu até que fui bem.



      Marquei 117 gols em 198 jogos. Uma média incrível realmente.

      Exceto se você considerar que 104 desses 117 foram marcados em ligas poderosas como: a do Camboja, a das Maldivas e a do Turcomenistão.


      Mas, voltando:

      Encerrei a carreira, trabalhei em clubes pequenos, passei pelo Damm, de Barcelona, de lá fui ao sub-14 do Barcelona em 2012, até o momento em que conheci o Eusebio no refeitório do clube, conversamos e de lá...

      E bem, de lá o segui pra praticamente todo o lugar...

      Inclusive pra onde ele não veio.

       

      Continua...
       
    • Peepe
      By Peepe
      Apresentação
      Fala, pessoal, tudo bem? Não sei se posso bem me chamar de um contador experiente mas, após o sucesso do Hernandéz Fernandéz na busca para ser um milionário, resolvi voltar com um desafio que tem alguma relação com o que se passou por lá.
      Para quem não me conhece, sou Pedro Ribeiro, professor de história oficialmente e um antigo jogador de FM nas horas vagas, que busca aprender um pouco mais sobre esse cativante jogo. Uma das coisas que está na minha lista de aprendizado é a gestão individual de um clube: por ser muito apegado a saves carreiras, estilo preferido, eu nunca aprendi a ser um grande gestor que se preocupa e revoluciona cada etapa de sua equipe, sempre fiz o básico para funcionamento do time principal e aquilo era suficiente. Portanto, ao pensar o novo save eu tinha em mente que ele precisava ser de clube, faltava só decidir qual. Meu coração futeboleiro está na América do Sul e eu não tive entusiasmo para assumir clubes europeus nesse momento, então, logo me voltei ao continente e decidi escolher a Colômbia por 2 motivos: o primeiro é que o Nandéz não passou pelo país e eu senti falta de conhecer melhor uma liga que manteve-se grande durante todo meu save (arrisco dizer que era a 3ª ou a 4ª em disputa com o Paraguai), o segundo motivo é que o campeonato nacional se decide em mata-mata, o que impede o save de se tornar monótono caso eu monte um mega time, afinal, vou continuar tendo o frio na barriga na fase final do campeonato.
      Quando comecei a pesquisar, logo bati o olho no time, nas histórias que lhe permeiam e sabia que queria repetir o principal feito de sua história: ganhar uma Copa Libertadores! Ficou fácil, agora todos sabem, o time escolhido é o Once Caldas!

      O Once Caldas S.A é um clube de futebol colombiano localizado na cidade de Manizales, uma das cidades que compõem o eixo do café. O clube foi fundado em 1947 como Deportes Caldas, sendo campeão nacional em 1950, em uma primeira gloriosa fase da equipe.
      É a partir apenas de 1961 que a equipe adota o nome de Once Caldas, após fechamento do Deportes Caldas e fusão com o Deportivo Once. Engana-se quem pensa que foi a única troca de nome da equipe colombiana, o Once Caldas foi pioneiro na comercialização de naming rights e negociou o próprio nome: foi chamado de Cristal Caldas e Once Phillips, entre outras marcas, durante os anos 70 e 90, retornando ao Once Caldas de 1996 em diante.
      Curiosamente falando, a fase de retorno ao nome original marcou o grande período da história do clube: em 1997, sob o comando de Javier Álvarez, a equipe se fortalece e chega a um vice-campeonato nacional no ano seguinte. Continentalmente, o Once participa da Copa Conmebol em 1998 e debuta na Libertadores em 1999, quando demonstra a força do estádio Palogrande ao vencer o River Plate por 4-1 e o Deportivo Cali por 3-0 (nota importante: o Deportivo Cali acabou vice-campeão daquela Libertadores). A força da equipe em casa vai ficar marcada pois a primeira derrota em Manizales só vem a acontecer na Libertadores de 2011 contra o Universitario San Martin após mais de 20 jogos de invencibilidade.
      A grande fase da história da equipe fica marcada por dois títulos: o Apertura de 2003, conquistado no templo Palogrande em cima do Junior de Barranquilla, que garantiu vaga para a mística Libertadores de 2004.
      Verdadeiro motivo pela escolha do clube, é possível dizer de forma mais empolgada que talvez tenha sido a maior campanha da história da Libertadores. Pelo menos no século eu afirmo com alguma tranquilidade isto. O Once Caldas sai de um grupo relativamente tranquilo mas já elimina o Vélez Sarsfield, passa nos pênaltis contra o Barcelona de Guayaquil nas oitavas e aí começa a façanha: elimina o Santos, que viria a ser campeão brasileiro em 2004, passa pelo São Paulo, o campeão da Libertadores no ano seguinte, com um gol aos 45’ do segundo tempo, sobrevive a uma temível Bombonera e na grande final diante do Boca Jrs de Tevez, Bianchi e cia, atuais campeões da Libertadores na ocasião, o Once levanta o caneco após o empate em 1-1 no tempo regulamentar e um 2-0 nas penalidades. Quem diria que o Once Caldas faria o Boca Jrs tremer ao ponto de perder as 4 cobranças. Todos os jogos decisivos acontecem em Palogrande, que se consolida como uma verdadeira fortaleza. Para quem quiser conhecer mais detalhadamente a campanha, recomendo esse texto ou esse podcast, que já fala sobre a final do Intercontinental contra o Porto.
      A campanha do Once Caldas naquela Copa não tem grandes destaques individuais, o goleiro Henao talvez tenha sido o nome de maior impacto e ele será assunto mais a frente. O que fica bem marcado como tipicamente Once é o forte sistema defensivo, capaz de sofrer poucos gols mesmo fora de casa e que deu força ao completo azarão. 

      Após a conquista da Libertadores, o Once Caldas disputou o último Intercontinental da história no formato consagrado pelos anos 80-90 contra o Porto e por pouco, muito pouco, não carregou também a alcunha de campeão mundial. Após resistir mais uma vez, a partida termina num 0-0 que leva a disputa para os pênaltis. Após 4 cobranças para cada lado, o Once estava a 1 gol de ser campeão mas Jonatan Fabbro desperdiçou a cobrança, o Porto empatou e acabou vencendo por 8-7 a disputa.
      (Nota irrelevante: Jonatan Fabbro, o homem que perdeu esse pênalti, é ex-marido de Larissa Riquelme. Aos que ganharam idolatria por ela e sua relação com o Nandéz, vale a menção)
      Como todo time de sucesso na América, o Once foi desfeito rápido por mercados de maior dinheiro, viu seus destaques ruindo e seu treinador, dono da estratégia defensiva de sucesso, terminou tetraplégico dias após a derrota para o Porto. Com isso, a equipe não galgou maiores sucessos, sendo vice na Recopa para o Boca Jrs, campeão da Sula, e eliminado nas oitavas da Libertadores seguinte.
      O último suspiro de grandeza do Once se deu com o bicampeonato colombiano no Apertura 2009 e Finalizacion 2010, sendo o último dos 4 títulos nacionais que a equipe tem em sua sala de troféus. Desde então, o Once Caldas é um time que nunca caiu mas também que não disputa mais os títulos, na posição de médio do futebol colombiano.
      Será que agora voltará aos anos de glória? Ao menos, um velho conhecido promete mudar tudo!
       
      O Treinador

      De todos os nomes possíveis, talvez ninguém simbolize mais aquela conquista de 2004 que Juan Carlos Henao, goleiro que passou 18 anos de sua carreira defendendo as cores do Once Caldas. Nascido em 30/12/1971, Henao tinha 20 anos quando fez sua estreia pela equipe em 1992 e galgou espaço pouco a pouco até se tornar uma referência no clube em 2004. Na mágica campanha, Henao era o homem de segurança de uma defesa que raramente era vazada ou cedia espaço aos atacantes adversários, além disso, aquele título tem a cara de Henao: foi ele que parou a cobrança final xeneize e pôde partir para a galera como o herói (foto acima).
      Após o título, Henao foi mais um dos que acabou saindo do clube, contratado pelo Santos mas sem maiores sequências desde então, quando passou pelo Millonarios, Atletico Maracaibo e Real Cartagena. Em 2010 retornou ao Once Caldas onde ficou até 2016, encerrando sua carreira com 45 anos.
      (Nota importante: o ex-goleiro Henao é preparador de goleiros de um pequeno time colombiano. A fim de “apagá-lo” foi criada uma alcunha para ele, como se fosse outra pessoa)
       
      Objetivo Principal:
      - Ganhar novamente a Libertadores
      Confesso que poderia fazer uma intensa lista e criar relações com as regras mas não me sinto confortável com isso. É claro que desejo ser campeão nacional, pretendo ter uma defesa de respeito e quero fazer valer o fator casa com a mística que Manizales merece, mas são coisas pouco palpáveis e de difícil controle. Resumir isso ao fato mais difícil, e motivador para a história, me parece suficiente.
      - Tornar o Once Caldas uma referência dentro da Colômbia
      Essa talvez seja uma meta “vazia” por assim dizer mas eu explico: na motivação para criar o save, eu queria ser capaz de desenvolver o clube como um todo, aprendendo um pouco sobre fornadas, comissão técnica e afins. É difícil criar parâmetros para colocar isto em objetivos, então, reúno neste ponto tornar a equipe a mais rica do país, ter condições de treino de topo, tal qual base e comissão técnica.
       
      Regras:
      - O sistema tático deve sempre ter mentalidade defensiva.
      Pois bem, se o ferrolho de Once ficou tão marcado na conquista da Libertadores de 2004, a forma mais justa de homenageá-lo é repetir o feito. Eu pensei até em repetir o sistema tático mas para isso existe um grande problema: eu teria de rever jogos do Once Caldas para definir sistema, jogadores e funções. Como o trabalho seria demais, ainda que sejam jogos muito bacanas, vou me limitar a sempre adotar a postura defensiva independente de qualquer coisa. Para mim, um adepto da parte tática mas viciado no “positiva” vai ser uma experiência bem curiosa.
       
      Informações do Save:
      Database

      O save foi criado na Colômbia em fevereiro de 2020 mas por razões românticas, explicadas a frente, foi andado randomicamente até 01 de julho. Carreguei as ligas todas sul-americanas, tal qual todos os jogadores do continente, para aumentar a competitividade no torneio. Também acrescentei algumas divisões europeias para tornar o save um pouco maior do outro lado da fronteira. Ao todo são 88 mil jogadores e 2,5 estrelas de desempenho, posso eliminar ligas ao longo do período se considerar necessário mas avisarei caso aconteça.
      O estilo de postagem será todo voltado para os jogos, sem nenhum elemento ficcional. Visando diminuir meu trabalho e dar uma razão de ser, os posts serão escritos em dois formatos: como um blog de torcedor do Once Caldas, para melhor contar jogos, e um diário do treinador, para acompanhar a parte tática e crescimento da equipe. É um modelo experimental que me parece mais satisfatório, tal qual a Db se preciso for mudar, aviso dentro do desenvolvimento da história.
      A apresentação do time no jogo, do treinador e tudo que percebi de entrada estarão postos no primeiro post que vai abaixo. 
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      By div
      Buenas! Como vão? Tudo certo?
      Então, começo hoje meu novo empreendimento aqui na área. Pensei bastante que tipo de save gostaria de jogar e o que gostaria de trazer para cá. Tive algumas ideias e cheguei a começar alguns saves, um deles cheguei até a escrever a apresentação e fazer uns banners, mas acabei deixando de lado por conta deste aqui.
      Já queria registrar o agradecimento a todos que contribuem com a Galeria de Gráficos de onde peguei aquele que serviu de base para fazer o que estou usando. Não levo muito jeito com edição de imagem, então foi uma mão na roda.
      Este save foi inspirado no save “Os doze trabalhos de Hércules" do Jirimias, que me cativou pela premissa (completar 12 desafios, nos moldes dos trabalhos do semideus grego Hércules, dentro de um save no FM dirigindo o time do Hércules de Alicante). Com essa história como inspiração, eu queria fazer algo semelhante, porém com a cultura nórdica, que gosto muito. Assim, tentei chegar em algo que aliasse o FM, alguns desafios dentro de um save e a cultura nórdica, em especial sua mitologia.
      O primeiro passo era escolher o time que seria treinado. Não foi uma tarefa fácil, tanto que não encontrei nenhum clube que encaixasse com essa proposta como o Hércules se encaixava para aquela. Portanto...
      FIM DO SAVE, obrigado a quem acompanhou até aqui.
      Brincadeira, pensando um pouco, cheguei na conclusão de que seria melhor fazer o save com um time criado utilizando aquela opção “Criar um Clube” disponível no FM, inclusive porque nunca me aventurei nela. Assim nasceu o Viking Saga FC (falarei mais sobre o clube em outro momento, até para não alongar ainda mais a apresentação).
      Com relação ao subtítulo (“Uma nova invasão na Inglaterra”), acredito que seja de conhecimento geral a invasão Viking à Inglaterra nos séculos VIII e IX, de modo que vou me abster de explicar o contexto histórico (até porque não sou historiador e quanto mais me estender, mais chance tenho de falar besteira). Mas, caso não seja de seu conhecimento, tudo que é necessário saber é que os Vikings invadiram a Inglaterra naquele período e deram um calor no povo inglês, por assim dizer. Portanto, minha proposta é criar uma invasão Viking moderna na Inglaterra, por meio do futebol.
      Nesse momento você pode estar se perguntando: Mas por que não fazer o save num país nórdico, com o propósito dos Vikings dominando a Europa?
      E eu te responderia: Poderia ser interessante de se acompanhar um save assim e seria até mais lógico, sem sombra de dúvidas. Há na área diversos saves em países de menor tradição que levaram um clube à glória continental e mundial. Porém, especificamente para mim como jogador, há um problema nessa premissa: depende muito de ânimo e resiliência. Um save nesse estilo, salvo algo extraordinário ocorrendo, acaba chegando num ponto onde o time é bom demais comparado com seus conterrâneos, mas ruim demais para o sucesso continental, levando um tempo até que o time possa competir pela competição continental. E esse período em que não há competitividade doméstica e se joga um ano inteiro por causa de 6 a 13 jogos (ou menos), é algo que, como jogador, não me atrai no momento (repito que isto é como jogador porque me vejo muito bem lendo um save neste estilo sem problema algum, a questão para mim é jogar nestas condições).
      Tendo ponderado isso, acredito que a melhor forma de conciliar o meu interesse como jogador, com a premissa que idealizei, sendo algo que possa ser atraente para quem lê, é na ideia de fazer o clube na Inglaterra. Alguns fatores fazem da Inglaterra a melhor opção: Há uma ligação histórica entre os Vikings e a Inglaterra; há mais divisões na database básica do jogo; as ligas inglesas promovem mais competitividade aos times (o que gera desafio às sagas “Percorrendo a Yggdrasil” e “Evitando o Ragnarok”, abaixo explicadas); a Premier League em si é um desafio; e não há uma grande discrepância entre os times do G4 da PL e os postulantes ao título da UCL, de modo que evita aquela questão que mencionei antes.
      Assim, o Viking Saga FC substitui o time do Bradford PA (time escolhido unicamente por estar previsto para a última colocação da liga), atuante na National League North, a 6ª divisão da Inglaterra e a divisão inglesa mais baixa no jogo base (cabe aqui explicar que na opção de criar um clube só é possível carregar as ligas e divisões que estão no jogo base, de modo que não posso carregar uma base de dados com mais divisões na Inglaterra, por exemplo). Por fim, diferente do meu save anterior, este não será um save com ficção. Como único elemento de ficção, vou dar um “background” básico pro clube (claro que as sagas podem ser vistas como ficção também, mas vocês entenderam o que quis dizer com ficção haha).
       

      Versão: FM 2020.
      Base dados: Grande.
      Ligas Carregadas.
      Mais Opções.
      A opção por adicionar jogadores a clubes acabou preenchendo as categorias de base do time, mas acredito que foi uma opção válida por duas razões: A primeira é porque assim todos os clubes das ligas inferiores, portanto rivais, terão plantéis completos, evitando jogar contra jogadores cinzas; a segunda é porque assim preenchem-se os elencos das ligas nórdicas, o que ajuda a cumprir uma das sagas (“Atravessando a Bifrost”), que seria praticamente inviável nesse começo de outra forma.
      Elenco Inicial: A ferramenta Criar um Clube permite que o jogador escolha como será montado o elenco do clube criado. Entre outras, as principais opções são: 1) manter o elenco do clube substituído; 2) limpar o elenco e começar sem jogadores, tendo que montar todo o elenco contratando dentro do jogo; 3) adicionar e remover jogadores a vontade, respeitando o orçamento salarial do clube. Optei pela primeira opção porque não quero perder tanto tempo no começo montando um elenco completo. Além disso, mantendo o elenco o jeito que está dá menos margem pra montar um time muito superior ao anterior, já que este elenco é cotado para o último lugar.
       

      Sagas são estórias contadas em prosa que misturam aspectos históricos com mitologia e religião. Para o save, as “Sagas” serão os objetivos/desafios propostos que misturam aspectos da mitologia nórdica com o futebol e o FM. Foi preciso adaptar muitas coisas, então peço que não estranhem, pois existem conceitos que serão variáveis para adaptar a mitologia aos objetivos (numa saga, “X” pode significar uma coisa, enquanto em outra, “X” pode significar algo diferente).
       

      A primeira saga consiste em percorrer a árvore que conecta nos 9 mundos nórdicos, lares de deuses, anões, elfos, gigantes e homens. Os nove mundos são representados pelas seis divisões inglesas e dois objetivos satélites.
      A jornada pela Yggdrasil do futebol inglês começa em Muspelheim e Niflheim (National League South/North). Os dois mundos coexistem, ficando um a norte e outro a sul, e foram os dois primeiros mundos a existir. Enquanto Muspelheim é um caos de fogo e calor, o ponto de partida onde Surt acordará e liderará o caminho dos gigantes à Asgard; Niflheim é coberto de gelo e névoa. A jornada pela Yggdrasil começa pelos primeiros mundos, pela liga mais baixa. *Obs.: Como não é possível disputar pelas duas regiões (norte e sul), os dois primeiros mundos coexistem em uma só liga, tal qual coexistem na mitologia.
      Chegar em Helheim (Acesso Direto) é complicado e muito pouco se sabe sobre esse mundo. Diz-se que para chegar em Helheim é necessário percorrer a Gjallarbrú, uma ponte coberta de ouro. Passar por Helheim representa o acesso direto de uma liga, sem passar pelos playoffs, encontrando o caminho de ouro. *Obs.: Este objetivo pode ser realizado em qualquer uma das 5 divisões que oferecem acesso.
      No segundo nível está Alfheim (Narional League). Na Edda de Prosa Gylfaginning, Alfheim, o mundo dos elfos, é descrito como o primeiro de uma série de mundos no céu. Assim, o próximo passo rumo ao céu é explorar a 5ª divisão inglesa.
      Após a terra dos elfos fica Nidavellir (League Two), a terra dos anões, que fica nos subterrâneos de Midgard. Chegar em Nidavellir representa estar a um passo da terra dos homens, representa chegar na League Two, a 4ª divisão.
      Passando pelo lar dos anões e subindo pela Yggdrasil, chegamos em Midgard (League One), a terra dos homens, o solo comum, onde se planta, colhe, briga e bebe. Além disso, “Mid” significa “meio”, que é a posição da League One, a 3ª divisão, na escalada das ligas inglesas.
      Após passar pela terra dos homens, é preciso passar por Jotumheim (Championship), a terra dos gigantes. Na Championship moram alguns gigantes do futebol inglês que, contudo, há muito não conseguem entrar em Asgard, como o Preston North End e o Nottingham Forrest.
      Antes de chegar no reino dos Aesir, é hora de chegar nos Vanir, em Vanaheim (Premier League). Um dos dois clãs de Deueses, os Vanir são rivais dos Aesir, os deuses asgardianos. Todos os clubes que chegam na Premier League são deuses apenas de estarem lá, porém apenas uma parcela destes chega a Asgard, onde ficam os deuses mais venerados e conhecidos. Chegar à Premier League é se juntar ao primeiro clã de Deuses, mas com a expectativa de chegar em Asgard.
      Por fim, no topo da Yggdrasil do futebol inglês, o lar de Odin, Thor, Balder, Tyr e outros. Enfim chegamos em Asgard (Ganhar a Premier League). É em Asgard que fica Valhalla, o grande salão onde os bravos guerreiros nórdicos são recebidos por Odin, festejam e se esbaldam em um banquete que durará até a chegada do Ragnarok. Chegar em Asgard é chegar aonde estão os Deuses, ou seja, os campeões. Significa ganhar a Premier League.
       

      A mitologia nórdica é repleta de seres lendários, cujos feitos (ou atrocidades) eram contados de geração para geração. Destaquei seis dessas figuras para serem grandes rivais: Fafnir, Odin, Thor e os três filhos de Loki com a gigante Angrboða. É necessário força e perseverança para ultrapassar esses seres lendários.
      Fafnir era um anão que matou seu pai em busca de tesouro, transformando-se em um dragão para proteger suas posses. Fafnir representa um clube pequeno que através do dinheiro se engrandeceu, o Manchester City.
      Odin é o pai de todos, o maior dos Deuses. O maior de todos é o que mais vezes conquistou o campeonato inglês e que tem a maior torcida, o Manchester United.
      Thor é o mais forte dos Deuses. Pode não ser o maior deles, ou talvez o mais venerado, mas é o mais temido. Com seis títulos da UCL, o Liverpool é o time inglês mais temido.
      De acordo com a mitologia nórdica, Loki teve diversos filhos (inclusive um cavalo de 8 patas, cuja história de sua concepção é sensacional), mas entre eles, três se destacam, seus filhos com a gigante Angrboða: Fenrir, Jörmungandr e Hela. Os três londrinos:
      Fenrir é um lobo gigante feroz e terrivelmente forte. Porém, Fenrir foi preso através do Gleipnir, um cordão feito pelos anões especialmente para este fim. Muito temido quando está solto, mas inofensivo quando é preso, o clube londrino que parece estar atado a algo e não consegue se desvencilhar é o Arsenal.
      Jörmungandr é a serpente que circula o mundo e ali vive ali desde que Odin a baniu de Asgard e a enviou para Midgard, há muito tempo. Como o clube do “big-six” que não vai à Asgard (que não é campeão da Premier League) há mais tempo, o Tottenham é o Jörmungandr do futebol inglês
      Hela foi banida por Odin para o mundo inferior, que recebeu seu nome (Helheim, aquele cujo único acesso é através de uma única ponte). O Chelsea foi o último dos filhos de Loki a ser rebaixado e conquistar o acesso direto por Helheim, na temporada 1988/89.
      Para derrotar um Deus ou um ser lendário não basta o vencer uma única vez. É necessário vencer várias batalhas para se vencer uma guerra. O objetivo, portanto, é segurar uma invencibilidade de 5 jogos contra cada um.
       

      Ragnarok pode ser traduzido para “destino dos deuses”, e é uma série de eventos que conduziriam ao fim do mundo. Alguns eventos são “profetizados” (por falta de palavra melhor) como sinais do Ragnarok e é aqui onde encontrei mais divergência entre fontes, então escolhi os que mais se adequariam a um save. Diferente das outras sagas, o objetivo aqui é não deixar que algo ocorra, no caso, o Ragnarok, evidentemente. Assim, para evitar o Ragnarok é preciso evitar que os sinais se concretizem. Na mitologia, até onde pude averiguar, há uma certa ordem para o acontecimento dos eventos, porém, para fins desse save, vamos dizer que o Ragnarok vem independente da ordem que seus sinais forem aparecendo.
      O primeiro sinal do Ragnarok é a morte de Balder, o Deus imortal. Para que esse sinal seja completo é preciso que o Viking Saga FC seja rebaixado, morrendo, de certa forma (claro que o rebaixamento não é a morte de um clube, mas o clube falir e ser refundado é meio difícil – senão impossível – de ocorrer no FM).
      Depois, vem o Fimbulvetr, o longo inverno, que dura por três anos consecutivos. Assim, o inverno será uma estagnação por 3 temporadas, ou seja, se estiver em uma divisão com condição de acesso (da 6ª à 2ª), significa ficar 3 anos sem alcançar a promoção, se estiver na Premier League, primeiramente o alvo é a vaga na UEL, depois para a UCL, então para o título. Ou seja, quando subir da 2ª para a 1ª divisão, começa a contar 3 anos para ter uma classificação para a Europa League, depois 3 anos para a Champions, e, então, 3 anos para o título, se chegar ao título sem ter causado o Fimbulvetr, o título deve ser renovado a cada 3 anos, pelo menos.
      Por fim, há o desaparecimento do sol e da lua. Esse foi mais complicado para adaptar à proposta desta saga, mas considero que o desaparecimento do sol e da lua é a demissão do treinador, deixando o clube na escuridão. Assim, a demissão não será necessariamente o fim do save, mas uma das condições para a chegada do Ragnarok.
      Se não conseguir evitar os três sinais, o Ragnarok acontece e traz consigo o fim do mundo, ou seja, o fim do save.
       

      A Bifrost é uma ponte que liga o reino dos homens ao reino dos Deuses. Para o save, representa a travessia dos jogadores nórdicos para a Inglaterra. Utilizar a Bifrost significa contratar pelo menos 4 jogadores de origem nórdica* por temporada (*Dinamarca, Finlândia, Groelândia, Ilhas Faroe, Islândia, Noruega e Suécia, e pode ser como 2º nacionalidade). Obs.: Para deixar claro, serão contabilizados eventuais jogadores trazidos para o time sub-19, inclusive aqueles eventualmente oriundos das fornadas do clube.
       

      Os Deuses nórdicos, como tais, tem muitos tesouros e artefatos valiosos, sendo presenteados frequentemente (geralmente como pedido de desculpa de Loki por ter feito alguma besteira). Alguns desses artefatos aparecem no conto “Tesouro dos Deuses”, do livro “Mitologia Nórdica” de Neil Gaiman. Além dos citados no conto, os Deuses têm outros tesouros valiosos (como a já citada Gleipnir para prender Fenrir). Cada artefato é único e de difícil acesso, abrangendo um aspecto do jogo.
      Brisingamen é o colar da deusa Freya, deusa da beleza e amor. Um artefato utilizado por uma deusa da beleza pode ser equiparado ao dinheiro, que seduz os jogadores. Adquirir o Brisingamen significa transformar o Viking Saga FC no clube mais rico do mundo.
      Draupnir é o anel de Odin que a cada 9 noites cria oito anéis de mesmo tamanho e peso que o original, multiplicando-se. Possuir um Draupnir é ter uma produção em massa de itens valiosos. Assim, para isto, é necessário ter 8 jogadores que vieram de fornadas no plantel principal, que iniciem ao menos 60% das partidas em uma temporada e conquistar um título expressivo. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Gleipnir é a corrente que conseguiu prender Fenrir. As correntes que “prendem” os jogadores nos clubes são seus contratos. Obter este artefato é ter o jogador mais bem pago do mundo. (Obs.: Não é permitido aumentar a proposta salarial oferecida pelo agente do jogador)
      Gungnir, a lança de Odin, que nunca erra o alvo, sempre volta à sua mão e torna os juramentos prestados inquebráveis. Significa acertar precisamente uma contratação e transformar um jogador contratado em ícone ou lenda do clube.
      Hugin e Munin, são os corvos de Odin, contam a ele tudo que ouvem e tudo que veem. São os olheiros do clube, claro. Hugin é ter a melhor equipe de observação da Premier League. Munin é ter conhecimento de 35% do mundo (se atingir muito cedo, aumentamos).
      Maçãs de Iduna. Iduna é a Deusa da Juventude. Ela carrega consigo uma cesta de maçãs que fazem com que os deuses permaneçam jovens. Quando um Deus começa a sentir o efeito do envelhecimento, uma mordida das maças de Iduna é o suficiente para recuperar a força e juventude. A renovação é necessária em todo clube de futebol. Comer dessas maçãs é ser campeão com o elenco mais jovem. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Mjolnir, o martelo de Thor é o mais famoso e desejado dos tesouros, aqueles que todos querem, mas apenas um tem. Representa ter um jogador reconhecido como o melhor jogador do mundo.
      Espero que apreciem essa viagem!
       
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