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Bruno Trink
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INFO   EQUIPE   ACADEMIA   1.FCK II  JOGOS   CLASSIFICAÇÃO   TRANSFERÊNCIAS   FINANÇAS

 

Grüße, rote Teufel!

 

Sejam bem-vindos à minha nova casa. Começo hoje a escrever meu blog, que alguns de vocês já devem conhecer, aqui na prestigiosa kicker Sportmagazin.

 

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E é mera coincidência que isso aconteça bem na semana em que Miroslav Klose foi anunciado como novo treinador da equipe principal do Kaiserslautern. Miro, que jogou no clube de 1999 a 2004, primeiro no sub-23 e depois no time de cima, estava trabalhando como treinador do sub-17 do Bayern München. A notícia caiu como uma surpresa entre os torcedores, em grande parte pela pouca bagagem dele comandando uma equipe de futebol. 

Como jogador, lógico, não há nada a contestar. Da base do SG Blaubach-Diedelkopf, começou sua carreira no FC 08 Homburg antes de vir para cá. Daqui, passou três anos no Werder Bremen, quatro no Bayern e cinco na Lazio, da Itália, onde se aposentou em 2016 com 37 anos. Foi campeão mundial com a seleção em 2014 e é o recordista de gols marcados em Copas do Mundo. É, também, o maior artilheiro da seleção em todos os tempos, com 71 gols. No final do ano de 2016, ele foi contratado para fazer parte da equipe de treinadores de Die Mannschaft, tirou os certificados e, em 2018 começou a trabalhar no Bayern.

Na coletiva de apresentação, Miro foi bastante tradicional, sempre com aquela conversa de recolocar o Kaiserslautern onde ele merece estar, que é no topo do futebol alemão. Disse que pretende ficar muitos anos no clube, construir uma dinastia. No entanto, um trecho me chamou bastante a atenção:

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Klose foi bem enfático ao afirmar que trabalhará com as categorias de base. Não haverá, nesse primeiro momento, uma limpa do elenco. Deixou claro que as contratações que, por ventura, venham a ser feitas, agora e para a frente, necessariamente precisarão ter experiência de, ao menos, dois anos no time de baixo. Podem até, eventualmente, ser usados na equipe principal mas não serão contratados com esse propósito.

Viel Glück, Miro!

 

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  • Retornar à 2. Bundesliga ✅
  • Retornar à Bundesliga ✅
  • Voltar a conquistar a Bundesliga ✅
  • Voltar a conquistar a DFB Pokal ✅
  • Vencer uma competição continental ✅

 

 

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  • Contratar apenas jogadores com menos de 18 anos que devem atuar pelo menos dois anos nas categorias de base

 

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Temporada 2019/20

Temporada 2020/21

Temporada 2021/22

Temporada 2022/23

Temporada 2023/24

Temporada 2024/25

Temporada 2025/26

Temporada 2026/27

Temporada 2027/28

Temporada 2028/29

Temporada 2029/30

Temporada 2030/31

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Opa! Desta vez, estarei acompanhando desde o início. 

Vamos ver como o velho Miro conduzirá este Kaiserslautern com a garotada. 

Boa sorte, Trink! 
 

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8 horas atrás, mfeitosa disse:

Opa! Desta vez, estarei acompanhando desde o início. 

Vamos ver como o velho Miro conduzirá este Kaiserslautern com a garotada. 

Boa sorte, Trink! 
 

 

6 horas atrás, LC disse:

Boa sorte Bruno. Vida longa e próspera ao save.

 

1 hora atrás, ggpofm disse:

O homem não para!

Valeu, galera!

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Mal encerrou um save e já deu o pontapé inicial no novo save. Isso que eu chamo de dedicação. rsrs

Estarei acompanhando, pra variar. E sendo eu um cara que adora contratar jovens jogadores, não tem como negar que gostei bastante dessa regra única aí. Curioso pra ver o que fará com os jovens talentos que surgirão no decorrer do save, dentro ou fora do clube.

Agora, uma pergunta: o clube, além do elenco principal, tem um sub-18 e que outro escalão? Equipe B? Sub-21? Sub-23? Pergunto pelo seguinte motivo: a depender de qual seja esse outro escalão, entre Principal e Sub-18, não seria interessante de repente expandir essa ideia (trazendo, por exemplo, jogadores de 18-20 anos pra ficarem dois anos num suposto sub-21/sub-23/equipe B)? Pensei nisso porque no meu save com o Sheffield, por exemplo, não consigo trazer de imediato jogadores que tenham menos de 18 anos, então o desenvolvimento deles até essa idade fica pela "sorte". Abrindo o leque, tu poderia pegar também jogadores um pouco menos novos e trabalhar eles de forma direta, sem depender dos clubes da CPU.

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21 horas atrás, DiogoHernandes disse:

Boa Bruno! Estarei acompanhando!

Valeu, Diogo!

20 horas atrás, Bigode. disse:

Mal encerrou um save e já deu o pontapé inicial no novo save. Isso que eu chamo de dedicação. rsrs

Estarei acompanhando, pra variar. E sendo eu um cara que adora contratar jovens jogadores, não tem como negar que gostei bastante dessa regra única aí. Curioso pra ver o que fará com os jovens talentos que surgirão no decorrer do save, dentro ou fora do clube.

Agora, uma pergunta: o clube, além do elenco principal, tem um sub-18 e que outro escalão? Equipe B? Sub-21? Sub-23? Pergunto pelo seguinte motivo: a depender de qual seja esse outro escalão, entre Principal e Sub-18, não seria interessante de repente expandir essa ideia (trazendo, por exemplo, jogadores de 18-20 anos pra ficarem dois anos num suposto sub-21/sub-23/equipe B)? Pensei nisso porque no meu save com o Sheffield, por exemplo, não consigo trazer de imediato jogadores que tenham menos de 18 anos, então o desenvolvimento deles até essa idade fica pela "sorte". Abrindo o leque, tu poderia pegar também jogadores um pouco menos novos e trabalhar eles de forma direta, sem depender dos clubes da CPU.

Então... Existe um time sub-19 e o Kaiserslautern II, que não está em divisão nenhuma. A ideia que eu tive dessa regra foi só para não ficar tão restrito quanto um YC raiz e que eu pudesse saciar um pouco meu desejo por transferências. Se eu subisse muito a régua da idade, alguns poderiam já estar bons o suficiente para atuar no time de cima, o que seria uma espécie de "roubo". Eles poderão, eventualmente, atuar num jogo ou outro, se for o caso, mas a base deles seria o sub-19. O time II, no meu ver, serviria para aqueles mais velhos que não estivessem servindo para o time principal mas que eu não conseguisse negociar bem. 

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O que esperar de Miroslav Klose?
17 de junho de 2019

 

Grüße, rote Teufel!

spacer.pngNa conversa que Miro teve antes com o presidente Martin Bader e com a diretoria, foi acordado que o Kaiserslautern deveria chegar, no mínimo, aos playoffs de acesso para, no próximo ano, subir para a 2. Bundesliga. A terceira divisão não é lugar para um clube do tamanho do nosso. Ele saiu da sala de imprensa do centro de treinamento e foi direto para uma reunião com a comissão técnica. O treinador recebeu relatórios sobre um elenco em que os destaques são o zagueiro Kevin Kraus e o atacante lituano Lukas Spalvis. Esse, inclusive, é um dos três jogadores com lesões de joelho de longa recuperação. 

Antes de qualquer coisa, a comissão precisa ser reforçada. Há espaço ainda para três preparadores mas, principalmente, o centro de inteligência precisa ser refeito. Sabendo que não serão contratados jogadores "prontos", os observadores necessitarão ter um profundo conhecimento do mercado de base, tanto dentro da Alemanha quanto fora do país, dentro, claro, do âmbito de observação do clube. Ainda não está certo se as áreas de análise de desempenho e ciência do desporto, hoje completamente abandonadas, serão ativadas. 

Já no próximo sábado, poderemos ver um esboço do que Miro pensa para o time. Muitos jogadores chegaram agora e ninguém tem muita ideia do que esperar. Como o próprio treinador não tem experiência dirigindo uma equipe em nível de topo, não sabemos nem quais suas preferências táticas. O que podemos imaginar é que, como um atacante que foi, talvez seus princípios se baseiem num jogo ofensivo. Mas, de novo, é tudo especulação. O certo é que o time fará cinco amistosos, um deles contra o Bayern München, antes da estreia na 3. Liga daqui a pouco mais de um mês.
 

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Vou acompanhar. Eu fiz um save no FM19 com o Kaiser, subi no primeiro ano pra 2.Bundesliga, mas os caras foram impacientes. Na terceira temporada ja queriam q eu lutasse pra subir, mas com um time limitado tive dificuldades, me demitiram no final do campeonato quando terminei no meio da tabela 

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Não sei muito o que esperar da 3. Liga, mas penso que terá condições de alcançar a proposta da diretoria. 

Vi que chegaram muitos jogadores, como bem falou na postagem. Fará alguma atualização mostrando as "fichas" dos novos contratados?

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Eu tinha visto já no post inicial, mas acabei não comentando: fiquei surpreso em ver que o clube está no terceiro escalão alemão. Comprei ano passado uma camisa deles e não fazia ideia dessa situação aí.

Do elenco ali, só conheço de nome mesmo o Spalvis, que acabou sendo destacado por você. Essas contratações todas são da vida real, certo?

E parece já ter nomes interessantes na formação. Imagino que já avaliou o elenco e, levando isso em conta, pretende já subir alguém para essa primeira temporada? Ah: não pude deixar de notar que na formação vocês tem dois zagueiros com o mesmo nome (tendo diferenças nas capacidades, no peso e na altura). É erro da pesquisa e na verdade é o mesmo jogador, ou realmente são dois jogadores distintos?

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Eu adoro a Bundesliga e suas divisões abaixo, tanto o Kaiserslautern como o 1860 München não pertencem a essa divisão em que se encontram nesse momento.

Sobre o elenco, ele é claramente qualificado para conseguir voltar a 2.Bundesliga ainda nessa primeira temporada.

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Em 27/02/2020 em 18:22, Leonardo Castello disse:

Vou acompanhar. Eu fiz um save no FM19 com o Kaiser, subi no primeiro ano pra 2.Bundesliga, mas os caras foram impacientes. Na terceira temporada ja queriam q eu lutasse pra subir, mas com um time limitado tive dificuldades, me demitiram no final do campeonato quando terminei no meio da tabela 

Nossa, espero que sejam mais pacientes comigo, ainda mais com essa limitação nas contratações. Se forem muito impacientes, o save não terá vida longa.

 

Em 28/02/2020 em 16:55, mfeitosa disse:

Não sei muito o que esperar da 3. Liga, mas penso que terá condições de alcançar a proposta da diretoria. 

Vi que chegaram muitos jogadores, como bem falou na postagem. Fará alguma atualização mostrando as "fichas" dos novos contratados?

Tem tempo que não jogo na Alemanha mas a experiência que tenho é de que sempre foram ligas muito equilibradas, independente da divisão. O Kaiserslautern, pelo que andei vendo, não será a primeira força, tem times melhores. Na vida real, hoje, estão na parte de baixo da tabela, inclusive.

Sobre os contratados, como não foram feitas as contratações por mim, vou me limitar mesmo a esses dois que eu citei. Mas posso, aos poucos, dependendo de como forem atuando, apresentar os destaques.

 

Em 29/02/2020 em 17:08, Bigode. disse:

Eu tinha visto já no post inicial, mas acabei não comentando: fiquei surpreso em ver que o clube está no terceiro escalão alemão. Comprei ano passado uma camisa deles e não fazia ideia dessa situação aí.

Do elenco ali, só conheço de nome mesmo o Spalvis, que acabou sendo destacado por você. Essas contratações todas são da vida real, certo?

E parece já ter nomes interessantes na formação. Imagino que já avaliou o elenco e, levando isso em conta, pretende já subir alguém para essa primeira temporada? Ah: não pude deixar de notar que na formação vocês tem dois zagueiros com o mesmo nome (tendo diferenças nas capacidades, no peso e na altura). É erro da pesquisa e na verdade é o mesmo jogador, ou realmente são dois jogadores distintos?

Não só está no terceiro escalão como não parecem com forças para subir nessa temporada, já que estão na parte de baixo da tabela. Não conhecia ninguém do elenco.

Sobre a base, nesse primeiro momento não devo subir ninguém. O elenco é bem equilibrado, talvez falte um lateral direito reserva e um ou dois para opções na zaga. Esses dois Dominik Kajinic parecem mesmo ser um erro na base, tem a mesma data de nascimento, inclusive. Um deles até pode ser que tenha algumas chances no time de cima.

 

12 horas atrás, J.F.D. disse:

Eu adoro a Bundesliga e suas divisões abaixo, tanto o Kaiserslautern como o 1860 München não pertencem a essa divisão em que se encontram nesse momento.

Sobre o elenco, ele é claramente qualificado para conseguir voltar a 2.Bundesliga ainda nessa primeira temporada.

Até acho que podemos subir mas fácil não vai ser, tem outros times bem qualificados, inclusive os que caíram na temporada passada, Ingolstadt, principalmente. Mas, quem sabe?

 

5 horas atrás, Henrique M. disse:

Boa sorte.

Valeu!!!

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Tudo pronto para a estreia
19 de julho de 2019

 

Grüße, rote Teufel!
 

O 1. FCK parece pronto para mais uma tentativa de retorno aos bons dias. Digo parece porque nunca sabemos, com base no que se passa nos amistosos de pré-temporada, o que efetivamente pode acontecer no momento em que os pontos começam a ser contados. Vencemos com certa tranquilidade as três partidas contra nossos clubes afiliados e fomos derrotados quando confrontamos equipes maiores, do tamanho do Hannover 96 e do Bayern München. Ao menos esses jogos serviram para se ter uma ideia de como pensa nosso novo treinador a respeito da forma de jogar da equipe.

91-134304703_fck-dued-6308.jpgPudemos ver duas formações parecidas, ambas com base em um 4-4-2. Contra equipes mais fracas, atuamos com um volante e um meia central e os pontas mais próximos dos dois atacantes. Sem Spalvis até o ano que vem, a dupla de frente foi formada por Röser e Bjarnason e o primeiro foi o grande destaque com cinco gols marcados. No gol, Grill saiu na frente do recém contratado Spahic e, ao menos na primeira rodada da 3. Liga contra o Meppen, a linha de defesa deve mesmo formar com Schad, Kraus, Gottwalt e Hercher, já que Nandzik está lesionado. No meio, Miro deve escalar Hemlein, Fechner, Çiftçi e Pick. Dos contratados nessa temporada, antes mesmo da chegada do novo treinador, apenas três devem fazer sua estreia amanhã. Esse fato é importante pois, apesar das mudanças táticas, a equipe poderá aproveitar de algum entrosamento do ano passado.

Uma outra novidade que vimos nessa pré-temporada foi o volante croata Gabriel Čavar. Com 17 anos e passagem pela base do Bochum, ele estava sem contrato, está em testes no clube e teve rendimento até bem razoável nesses amistosos. Pelo que pude apurar, é grande a possibilidade de que ele seja contratado em definitivo para a equipe sub-19.

Tivemos, sim, uma grande mudança na comissão técnica. Ao contrário do que alguns imaginavam, Klose não trouxe um auxiliar técnico e trabalhará mesmo com Kevin McKenna. Entretanto, chegaram nada menos do que quinze novos membros para trabalhar no clube, sendo que Ingo Goretzka vem para ser fisioterapeuta da base. Para a área técnica, vieram Bobby Mimms, Zbigniew Jastrzebski e Uwe Grauer. O centro de inteligência será dirigido por Ralf Weber e terá as adições dos observadores Khalilou Fadiga, Bernd Schneider, Tomasz Radzinski, Patrik Andersson e Redouan "Ede" Yotla, todos ex-jogadores. Além deles, teremos os analistas Jordan Knackmuß e Enis Seker. Já para o departamento médico, chegam Horst Kolodziej, Patrick Metzelder e Henrik Nynus.
 

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Fala Bruno. Poderia colocar as estatísticas do jogo contra os Bávaros? Quando vi que o amistoso seria contra o Bayern de Munique eu pensei que tu levarias uma sapatada. Mas perdeu apenas de 2x0. O time foi tão bem assim ou o Bayern tirou o pé?

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2 horas atrás, LC disse:

Fala Bruno. Poderia colocar as estatísticas do jogo contra os Bávaros? Quando vi que o amistoso seria contra o Bayern de Munique eu pensei que tu levarias uma sapatada. Mas perdeu apenas de 2x0. O time foi tão bem assim ou o Bayern tirou o pé?

Foi meio que preguiça por parte deles. Fizeram 2 a 0 logo, com menos de 25 minutos, e tiraram o pé. A superioridade está nos números.

20190710_bayern5a6ca7fa6424a448.png

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Agora, Bruno Trink disse:

Foi meio que preguiça por parte deles. Fizeram 2 a 0 logo, com menos de 25 minutos, e tiraram o pé. A superioridade está nos números.

20190710_bayern5a6ca7fa6424a448.png

Pelos números era para ter sido uma tamancada de uns 6. Ainda bem que tiraram o pé ou a dinâmica da equipe cairia muito.

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Fala Bruno! Passando atrasado, mas desejando boa sorte para esse que promete ser um save bem promissor. Inclusive sua ideia de "afrouxar" um pouco as regras pra não ser um YC raiz me dão até a ideia de quem sabe um dia, tentar algo assim também.

E bom, amistoso contra o Bayern logo de cara perdendo "só" de 2x0, já é um bom sinal. kkk

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Valeu, Marcio!

Realmente eu não conseguiria jogar o YC com as regras originais, sem contratar não é comigo. Aí, jogar sem curtir não rola.

Foi uma bela vitória nossa por -2 a 0, hein?!

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O teu YC é no tipo Barcelona e Real. Tem uma excelente base, mas não perde a chance de aliciar os jovens soltos por aí.

Enfim, tudo muito bonito, tudo muito legal.

Achei a ideia da tabela (classificação, transferência) muito maneira.

Por outro lado, achei que o blog seria escrito pelo próprio Miro.

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24 minutos atrás, Neynaocai disse:

O teu YC é no tipo Barcelona e Real. Tem uma excelente base, mas não perde a chance de aliciar os jovens soltos por aí.

Enfim, tudo muito bonito, tudo muito legal.

Achei a ideia da tabela (classificação, transferência) muito maneira.

Por outro lado, achei que o blog seria escrito pelo próprio Miro.

Nunca perderei essa chance! 🙂

Eu já usei esse estilo com os links no topo da página, nem me lembro qual foi a história. Acho que a página fica mais limpa.

O Miro tem mais o que fazer para ficar perdendo tempo escrevendo blog!

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Quase todos satisfeitos
28 de setembro de 2019

 

Grüße, rote Teufel!
 

Eu estou satisfeito. A torcida parece satisfeita. A direção parece satisfeita, exceção para um ou outro resultado. Mas Miroslav Klose não está satisfeito. Nem a liderança da 3. Liga ou mesmo a invencibilidade em onze rodadas fazem o treinador ficar tranquilo. Verdade que a eliminação logo na estreia da DFB-Pokal para o St. Pauli foi um duro golpe. Não pelo adversário, superior, mas pela forma como ocorreu, sofrendo a virada nos minutos finais da prorrogação de um jogo que foi igual. O empate contra o Würzburg, no jogo seguinte, também não foi bem digerido. Tivemos alguns jogos muito bons, em especial a vitória em Duisburg. No entanto, Miro está incomodado.

 

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Resultado de imagem para florian pickMiro disse isso hoje, depois da vitória sobre o Jena. Vencemos por 2 a 0, dois gols de Florian Pick, um dos destaques do time nesse início de temporada. Bjarnason e Röser marcaram nove dos 22 gols do time até agora. Não é um mau número, se olharmos apenas o número. O islandês começou até bem, marcou três vezes nos dois primeiros jogos mas ficou depois mais de um mês em jejum. Röser prometeu na pré-temporada mas entregou pouco e ainda perdeu um pênalti que nos custou dois pontos. Spalvis, que, teoricamente, é titular, ainda está no departamento médico e só deve voltar no ano que vem.

Por falar em titular, o treinador tem insistido, nesses primeiros meses, numa equipe sem muita rotação. Grill, Schad, Kraus, Gottwalt e Nandzik; Fechner e Çiftçi ou Sickinger; Hemlein, Pick, Bjarnason e Röser. Efetivamente, a única posição em que não há um titular absoluto é no meio porque Miro tem revezado entre dois esquemas táticos, um mais ofensivo quando jogamos no Fritz Walter e outro mais cauteloso quando atuamos fora de casa. Acho até que ele está sendo pragmático demais e já está na hora de arriscar mais contra times mais fracos mesmo longe dos nossos domínios.

 

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      Buenas! Como vão? Tudo certo?
      Então, começo hoje meu novo empreendimento aqui na área. Pensei bastante que tipo de save gostaria de jogar e o que gostaria de trazer para cá. Tive algumas ideias e cheguei a começar alguns saves, um deles cheguei até a escrever a apresentação e fazer uns banners, mas acabei deixando de lado por conta deste aqui.
      Já queria registrar o agradecimento a todos que contribuem com a Galeria de Gráficos de onde peguei aquele que serviu de base para fazer o que estou usando. Não levo muito jeito com edição de imagem, então foi uma mão na roda.
      Este save foi inspirado no save “Os doze trabalhos de Hércules" do Jirimias, que me cativou pela premissa (completar 12 desafios, nos moldes dos trabalhos do semideus grego Hércules, dentro de um save no FM dirigindo o time do Hércules de Alicante). Com essa história como inspiração, eu queria fazer algo semelhante, porém com a cultura nórdica, que gosto muito. Assim, tentei chegar em algo que aliasse o FM, alguns desafios dentro de um save e a cultura nórdica, em especial sua mitologia.
      O primeiro passo era escolher o time que seria treinado. Não foi uma tarefa fácil, tanto que não encontrei nenhum clube que encaixasse com essa proposta como o Hércules se encaixava para aquela. Portanto...
      FIM DO SAVE, obrigado a quem acompanhou até aqui.
      Brincadeira, pensando um pouco, cheguei na conclusão de que seria melhor fazer o save com um time criado utilizando aquela opção “Criar um Clube” disponível no FM, inclusive porque nunca me aventurei nela. Assim nasceu o Viking Saga FC (falarei mais sobre o clube em outro momento, até para não alongar ainda mais a apresentação).
      Com relação ao subtítulo (“Uma nova invasão na Inglaterra”), acredito que seja de conhecimento geral a invasão Viking à Inglaterra nos séculos VIII e IX, de modo que vou me abster de explicar o contexto histórico (até porque não sou historiador e quanto mais me estender, mais chance tenho de falar besteira). Mas, caso não seja de seu conhecimento, tudo que é necessário saber é que os Vikings invadiram a Inglaterra naquele período e deram um calor no povo inglês, por assim dizer. Portanto, minha proposta é criar uma invasão Viking moderna na Inglaterra, por meio do futebol.
      Nesse momento você pode estar se perguntando: Mas por que não fazer o save num país nórdico, com o propósito dos Vikings dominando a Europa?
      E eu te responderia: Poderia ser interessante de se acompanhar um save assim e seria até mais lógico, sem sombra de dúvidas. Há na área diversos saves em países de menor tradição que levaram um clube à glória continental e mundial. Porém, especificamente para mim como jogador, há um problema nessa premissa: depende muito de ânimo e resiliência. Um save nesse estilo, salvo algo extraordinário ocorrendo, acaba chegando num ponto onde o time é bom demais comparado com seus conterrâneos, mas ruim demais para o sucesso continental, levando um tempo até que o time possa competir pela competição continental. E esse período em que não há competitividade doméstica e se joga um ano inteiro por causa de 6 a 13 jogos (ou menos), é algo que, como jogador, não me atrai no momento (repito que isto é como jogador porque me vejo muito bem lendo um save neste estilo sem problema algum, a questão para mim é jogar nestas condições).
      Tendo ponderado isso, acredito que a melhor forma de conciliar o meu interesse como jogador, com a premissa que idealizei, sendo algo que possa ser atraente para quem lê, é na ideia de fazer o clube na Inglaterra. Alguns fatores fazem da Inglaterra a melhor opção: Há uma ligação histórica entre os Vikings e a Inglaterra; há mais divisões na database básica do jogo; as ligas inglesas promovem mais competitividade aos times (o que gera desafio às sagas “Percorrendo a Yggdrasil” e “Evitando o Ragnarok”, abaixo explicadas); a Premier League em si é um desafio; e não há uma grande discrepância entre os times do G4 da PL e os postulantes ao título da UCL, de modo que evita aquela questão que mencionei antes.
      Assim, o Viking Saga FC substitui o time do Bradford PA (time escolhido unicamente por estar previsto para a última colocação da liga), atuante na National League North, a 6ª divisão da Inglaterra e a divisão inglesa mais baixa no jogo base (cabe aqui explicar que na opção de criar um clube só é possível carregar as ligas e divisões que estão no jogo base, de modo que não posso carregar uma base de dados com mais divisões na Inglaterra, por exemplo). Por fim, diferente do meu save anterior, este não será um save com ficção. Como único elemento de ficção, vou dar um “background” básico pro clube (claro que as sagas podem ser vistas como ficção também, mas vocês entenderam o que quis dizer com ficção haha).
       

      Versão: FM 2020.
      Base dados: Grande.
      Ligas Carregadas.
      Mais Opções.
      A opção por adicionar jogadores a clubes acabou preenchendo as categorias de base do time, mas acredito que foi uma opção válida por duas razões: A primeira é porque assim todos os clubes das ligas inferiores, portanto rivais, terão plantéis completos, evitando jogar contra jogadores cinzas; a segunda é porque assim preenchem-se os elencos das ligas nórdicas, o que ajuda a cumprir uma das sagas (“Atravessando a Bifrost”), que seria praticamente inviável nesse começo de outra forma.
      Elenco Inicial: A ferramenta Criar um Clube permite que o jogador escolha como será montado o elenco do clube criado. Entre outras, as principais opções são: 1) manter o elenco do clube substituído; 2) limpar o elenco e começar sem jogadores, tendo que montar todo o elenco contratando dentro do jogo; 3) adicionar e remover jogadores a vontade, respeitando o orçamento salarial do clube. Optei pela primeira opção porque não quero perder tanto tempo no começo montando um elenco completo. Além disso, mantendo o elenco o jeito que está dá menos margem pra montar um time muito superior ao anterior, já que este elenco é cotado para o último lugar.
       

      Sagas são estórias contadas em prosa que misturam aspectos históricos com mitologia e religião. Para o save, as “Sagas” serão os objetivos/desafios propostos que misturam aspectos da mitologia nórdica com o futebol e o FM. Foi preciso adaptar muitas coisas, então peço que não estranhem, pois existem conceitos que serão variáveis para adaptar a mitologia aos objetivos (numa saga, “X” pode significar uma coisa, enquanto em outra, “X” pode significar algo diferente).
       

      A primeira saga consiste em percorrer a árvore que conecta nos 9 mundos nórdicos, lares de deuses, anões, elfos, gigantes e homens. Os nove mundos são representados pelas seis divisões inglesas e dois objetivos satélites.
      A jornada pela Yggdrasil do futebol inglês começa em Muspelheim e Niflheim (National League South/North). Os dois mundos coexistem, ficando um a norte e outro a sul, e foram os dois primeiros mundos a existir. Enquanto Muspelheim é um caos de fogo e calor, o ponto de partida onde Surt acordará e liderará o caminho dos gigantes à Asgard; Niflheim é coberto de gelo e névoa. A jornada pela Yggdrasil começa pelos primeiros mundos, pela liga mais baixa. *Obs.: Como não é possível disputar pelas duas regiões (norte e sul), os dois primeiros mundos coexistem em uma só liga, tal qual coexistem na mitologia.
      Chegar em Helheim (Acesso Direto) é complicado e muito pouco se sabe sobre esse mundo. Diz-se que para chegar em Helheim é necessário percorrer a Gjallarbrú, uma ponte coberta de ouro. Passar por Helheim representa o acesso direto de uma liga, sem passar pelos playoffs, encontrando o caminho de ouro. *Obs.: Este objetivo pode ser realizado em qualquer uma das 5 divisões que oferecem acesso.
      No segundo nível está Alfheim (Narional League). Na Edda de Prosa Gylfaginning, Alfheim, o mundo dos elfos, é descrito como o primeiro de uma série de mundos no céu. Assim, o próximo passo rumo ao céu é explorar a 5ª divisão inglesa.
      Após a terra dos elfos fica Nidavellir (League Two), a terra dos anões, que fica nos subterrâneos de Midgard. Chegar em Nidavellir representa estar a um passo da terra dos homens, representa chegar na League Two, a 4ª divisão.
      Passando pelo lar dos anões e subindo pela Yggdrasil, chegamos em Midgard (League One), a terra dos homens, o solo comum, onde se planta, colhe, briga e bebe. Além disso, “Mid” significa “meio”, que é a posição da League One, a 3ª divisão, na escalada das ligas inglesas.
      Após passar pela terra dos homens, é preciso passar por Jotumheim (Championship), a terra dos gigantes. Na Championship moram alguns gigantes do futebol inglês que, contudo, há muito não conseguem entrar em Asgard, como o Preston North End e o Nottingham Forrest.
      Antes de chegar no reino dos Aesir, é hora de chegar nos Vanir, em Vanaheim (Premier League). Um dos dois clãs de Deueses, os Vanir são rivais dos Aesir, os deuses asgardianos. Todos os clubes que chegam na Premier League são deuses apenas de estarem lá, porém apenas uma parcela destes chega a Asgard, onde ficam os deuses mais venerados e conhecidos. Chegar à Premier League é se juntar ao primeiro clã de Deuses, mas com a expectativa de chegar em Asgard.
      Por fim, no topo da Yggdrasil do futebol inglês, o lar de Odin, Thor, Balder, Tyr e outros. Enfim chegamos em Asgard (Ganhar a Premier League). É em Asgard que fica Valhalla, o grande salão onde os bravos guerreiros nórdicos são recebidos por Odin, festejam e se esbaldam em um banquete que durará até a chegada do Ragnarok. Chegar em Asgard é chegar aonde estão os Deuses, ou seja, os campeões. Significa ganhar a Premier League.
       

      A mitologia nórdica é repleta de seres lendários, cujos feitos (ou atrocidades) eram contados de geração para geração. Destaquei seis dessas figuras para serem grandes rivais: Fafnir, Odin, Thor e os três filhos de Loki com a gigante Angrboða. É necessário força e perseverança para ultrapassar esses seres lendários.
      Fafnir era um anão que matou seu pai em busca de tesouro, transformando-se em um dragão para proteger suas posses. Fafnir representa um clube pequeno que através do dinheiro se engrandeceu, o Manchester City.
      Odin é o pai de todos, o maior dos Deuses. O maior de todos é o que mais vezes conquistou o campeonato inglês e que tem a maior torcida, o Manchester United.
      Thor é o mais forte dos Deuses. Pode não ser o maior deles, ou talvez o mais venerado, mas é o mais temido. Com seis títulos da UCL, o Liverpool é o time inglês mais temido.
      De acordo com a mitologia nórdica, Loki teve diversos filhos (inclusive um cavalo de 8 patas, cuja história de sua concepção é sensacional), mas entre eles, três se destacam, seus filhos com a gigante Angrboða: Fenrir, Jörmungandr e Hela. Os três londrinos:
      Fenrir é um lobo gigante feroz e terrivelmente forte. Porém, Fenrir foi preso através do Gleipnir, um cordão feito pelos anões especialmente para este fim. Muito temido quando está solto, mas inofensivo quando é preso, o clube londrino que parece estar atado a algo e não consegue se desvencilhar é o Arsenal.
      Jörmungandr é a serpente que circula o mundo e ali vive ali desde que Odin a baniu de Asgard e a enviou para Midgard, há muito tempo. Como o clube do “big-six” que não vai à Asgard (que não é campeão da Premier League) há mais tempo, o Tottenham é o Jörmungandr do futebol inglês
      Hela foi banida por Odin para o mundo inferior, que recebeu seu nome (Helheim, aquele cujo único acesso é através de uma única ponte). O Chelsea foi o último dos filhos de Loki a ser rebaixado e conquistar o acesso direto por Helheim, na temporada 1988/89.
      Para derrotar um Deus ou um ser lendário não basta o vencer uma única vez. É necessário vencer várias batalhas para se vencer uma guerra. O objetivo, portanto, é segurar uma invencibilidade de 5 jogos contra cada um.
       

      Ragnarok pode ser traduzido para “destino dos deuses”, e é uma série de eventos que conduziriam ao fim do mundo. Alguns eventos são “profetizados” (por falta de palavra melhor) como sinais do Ragnarok e é aqui onde encontrei mais divergência entre fontes, então escolhi os que mais se adequariam a um save. Diferente das outras sagas, o objetivo aqui é não deixar que algo ocorra, no caso, o Ragnarok, evidentemente. Assim, para evitar o Ragnarok é preciso evitar que os sinais se concretizem. Na mitologia, até onde pude averiguar, há uma certa ordem para o acontecimento dos eventos, porém, para fins desse save, vamos dizer que o Ragnarok vem independente da ordem que seus sinais forem aparecendo.
      O primeiro sinal do Ragnarok é a morte de Balder, o Deus imortal. Para que esse sinal seja completo é preciso que o Viking Saga FC seja rebaixado, morrendo, de certa forma (claro que o rebaixamento não é a morte de um clube, mas o clube falir e ser refundado é meio difícil – senão impossível – de ocorrer no FM).
      Depois, vem o Fimbulvetr, o longo inverno, que dura por três anos consecutivos. Assim, o inverno será uma estagnação por 3 temporadas, ou seja, se estiver em uma divisão com condição de acesso (da 6ª à 2ª), significa ficar 3 anos sem alcançar a promoção, se estiver na Premier League, primeiramente o alvo é a vaga na UEL, depois para a UCL, então para o título. Ou seja, quando subir da 2ª para a 1ª divisão, começa a contar 3 anos para ter uma classificação para um competição continental*, independente da competição, então, 3 anos para o título, se chegar ao título sem ter causado o Fimbulvetr, o título deve ser renovado a cada 3 anos, pelo menos. (*objetivo alterado ao final da temporada 2026/27, originalmente o objetivo era assim: "quando subir da 2ª para a 1ª divisão, começa a contar 3 anos para ter uma classificação para a Europa League, depois 3 anos para a Champions, e, então, 3 anos para o título", a mudança se deu para deixar o item mais desafiador)
      Por fim, há o desaparecimento do sol e da lua. Esse foi mais complicado para adaptar à proposta desta saga, mas considero que o desaparecimento do sol e da lua é a demissão do treinador, deixando o clube na escuridão. Assim, a demissão não será necessariamente o fim do save, mas uma das condições para a chegada do Ragnarok.
      Se não conseguir evitar os três sinais, o Ragnarok acontece e traz consigo o fim do mundo, ou seja, o fim do save.
       

      A Bifrost é uma ponte que liga o reino dos homens ao reino dos Deuses. Para o save, representa a travessia dos jogadores nórdicos para a Inglaterra. Utilizar a Bifrost significa contratar pelo menos 4 jogadores de origem nórdica* por temporada (*Dinamarca, Finlândia, Groelândia, Ilhas Faroe, Islândia, Noruega e Suécia, e pode ser como 2º nacionalidade). Obs.: Para deixar claro, serão contabilizados eventuais jogadores trazidos para o time sub-19, inclusive aqueles eventualmente oriundos das fornadas do clube.
       

      Os Deuses nórdicos, como tais, tem muitos tesouros e artefatos valiosos, sendo presenteados frequentemente (geralmente como pedido de desculpa de Loki por ter feito alguma besteira). Alguns desses artefatos aparecem no conto “Tesouro dos Deuses”, do livro “Mitologia Nórdica” de Neil Gaiman. Além dos citados no conto, os Deuses têm outros tesouros valiosos (como a já citada Gleipnir para prender Fenrir). Cada artefato é único e de difícil acesso, abrangendo um aspecto do jogo.
      Brisingamen é o colar da deusa Freya, deusa da beleza e amor. Um artefato utilizado por uma deusa da beleza pode ser equiparado ao dinheiro, que seduz os jogadores. Adquirir o Brisingamen significa transformar o Viking Saga FC no clube mais rico do mundo.
      Draupnir é o anel de Odin que a cada 9 noites cria oito anéis de mesmo tamanho e peso que o original, multiplicando-se. Possuir um Draupnir é ter uma produção em massa de itens valiosos. Assim, para isto, é necessário ter 8 jogadores que vieram de fornadas no plantel principal, que iniciem ao menos 60% das partidas em uma temporada e conquistar um título expressivo. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Gleipnir é a corrente que conseguiu prender Fenrir. As correntes que “prendem” os jogadores nos clubes são seus contratos. Obter este artefato é ter o jogador mais bem pago do mundo. (Obs.: Não é permitido aumentar a proposta salarial oferecida pelo agente do jogador)
      Gungnir, a lança de Odin, que nunca erra o alvo, sempre volta à sua mão e torna os juramentos prestados inquebráveis. Significa acertar precisamente uma contratação e transformar um jogador contratado em ícone ou lenda do clube.
      Hugin e Munin, são os corvos de Odin, contam a ele tudo que ouvem e tudo que veem. São os olheiros do clube, claro. Hugin é ter a melhor equipe de observação da Premier League. Munin é ter conhecimento de 35% do mundo (se atingir muito cedo, aumentamos).
      Maçãs de Iduna. Iduna é a Deusa da Juventude. Ela carrega consigo uma cesta de maçãs que fazem com que os deuses permaneçam jovens. Quando um Deus começa a sentir o efeito do envelhecimento, uma mordida das maças de Iduna é o suficiente para recuperar a força e juventude. A renovação é necessária em todo clube de futebol. Comer dessas maçãs é ser campeão com o elenco mais jovem. *Objetivo válido apenas para competições de 1º escalão (FA Cup, Premier Legue e Champions League)
      Mjolnir, o martelo de Thor é o mais famoso e desejado dos tesouros, aqueles que todos querem, mas apenas um tem. Representa ter um jogador reconhecido como o melhor jogador do mundo.
      Espero que apreciem essa viagem!
       
    • PedroJr14
      By PedroJr14
      Eu já venho matutando há algum tempo uma nova história com um time do meu estado. Depois que o Altos conseguiu o acesso à Série C essa vontade aumentou mais ainda. A grande cereja do bolo foi o relatório sobre a última história que eu fiz aqui, onde o nosso querido @Peepedisse que ainda esperava uma história minha com começo, meio e fim. Desafio aceito!
      O CLUBE
      Muitos aqui sabem que o Altos subiu para a Série C de 2021, mas acredito que poucos sabem das dificuldades enfrentadas pelo clube durante o ano de 2020. A Associação Atlética de Altos fundada como equipe amadora em 2013, na cidade de Altos-PI, cerca de 40km de distância da capital Teresina, se profissionalizou em 2015 e logo obteve sucesso a nível estadual. A organização do clube impressionava e logo no seu primeiro ano profissional conquistou o título da Segunda Divisão do Piauí, garantindo assim o acesso para a Primeira Divisão no ano seguinte. Já no seu primeiro ano na elite, o Altos obteve a melhor campanha do campeonato e venceu a final sobre o River por 4x2 no agregado, porém perdeu o título no tribunal, por conta da escalação de um jogador irregular. Ainda em 2016 o altos obteve a melhor campanha da história da primeira fase da Série D, naquela época(5v-1e-0d), mas acabou eliminado pelo CSA, que conseguiria acessos consecutivos até a primeira divisão.
      O ESTÁDIO

      O Altos manda seus jogos no Estádio Municipal Felipe Raulino, o "FELIPÃO", que tem capacidade para cerca de 4 mil torcedores. Apesar de ficar muito próxima à capital Teresina, o Altos prefere mandar até os jogos grandes no seu estádio, mesmo às vezes sendo menos vantajoso financeiramente, só não joga lá quando é obrigado pela federação. O acanhado Felipe Raulino se transforma em Felipão, um verdadeiro caldeirão quando o time do Altos pisa lá dentro, que já fez o clube conseguir resultados improváveis.
      O MASCOTE

      Particularmente a coisa mais espetacular que eu acho nesse time é o mascote, que além de ser LINDO e SENSUAL, literalmente vive para o clube. E por conta dele eu criei o clássico dos mascotes entre Altos e Piauí Esporte Clube, que também tem um mascote espetacular, nada mais nada menos que um RATO MOLHADO, que se enxuga durante os jogos.
      O QUE ACONTECEU EM 2020?
      A nossa história começará no início de 2020, ignorando os acontecimentos desde ano, mas sem a maioria dos jogadores importantes contratados no ano, diria que sem os mais importantes. Nossas finanças estão zeradas, não temos dinheiro para contratações ou salários e contamos com apenas 18 jogadores no elenco, com posições muito carentes como a presença de apenas 1 goleiro, 1 lateral-direito e 3 zagueiros e 3 meias de ofício.
      Os desafios para um time como o Altos vão bem além das 4 linhas. O clube não tem estrutura, nem investimentos, não tem um banco de análise de dados, nem categorias de base. Vai ser um grande desafio comandar esse time nas próximas temporadas, ainda que eu já conheça alguns atalhos nas divisões inferiores e no Nordeste do Brasil.
      Ainda não posso adiantar qual será a meta para o fim da história, mas acredito que eu só vá parar depois de pelo menos um título de Campeonato Brasileiro, já que eu costumo dar sorte em Copas, então não vou colocar a Copa do Brasil como meta principal. O intervalo (ingame) entre os capítulos também ainda não foi determinado, mas pode ser de 3/3 meses, 4/4 ou 6/6. Devo fazer uma história baseada em tudo que rodeia o clube, passando pelo treinador, presidente e a relação do Altos com a política, o que não costuma dar certo no futebol.
      Estou aberto a dicas, críticas e tudo que possa me ajudar a melhorar como contador dessa história, espero contar com vocês.
      É possível ter uma temporada semelhante à que aconteceu na vida real em 2020-21? Como fazer um time tão limitado ser competitivo? Veremos nos próximos capítulos.
      Sala de troféus
      Capítulos
    • Peepe
      By Peepe
      Apresentação
      Fala, pessoal, tudo bem? Não sei se posso bem me chamar de um contador experiente mas, após o sucesso do Hernandéz Fernandéz na busca para ser um milionário, resolvi voltar com um desafio que tem alguma relação com o que se passou por lá.
      Para quem não me conhece, sou Pedro Ribeiro, professor de história oficialmente e um antigo jogador de FM nas horas vagas, que busca aprender um pouco mais sobre esse cativante jogo. Uma das coisas que está na minha lista de aprendizado é a gestão individual de um clube: por ser muito apegado a saves carreiras, estilo preferido, eu nunca aprendi a ser um grande gestor que se preocupa e revoluciona cada etapa de sua equipe, sempre fiz o básico para funcionamento do time principal e aquilo era suficiente. Portanto, ao pensar o novo save eu tinha em mente que ele precisava ser de clube, faltava só decidir qual. Meu coração futeboleiro está na América do Sul e eu não tive entusiasmo para assumir clubes europeus nesse momento, então, logo me voltei ao continente e decidi escolher a Colômbia por 2 motivos: o primeiro é que o Nandéz não passou pelo país e eu senti falta de conhecer melhor uma liga que manteve-se grande durante todo meu save (arrisco dizer que era a 3ª ou a 4ª em disputa com o Paraguai), o segundo motivo é que o campeonato nacional se decide em mata-mata, o que impede o save de se tornar monótono caso eu monte um mega time, afinal, vou continuar tendo o frio na barriga na fase final do campeonato.
      Quando comecei a pesquisar, logo bati o olho no time, nas histórias que lhe permeiam e sabia que queria repetir o principal feito de sua história: ganhar uma Copa Libertadores! Ficou fácil, agora todos sabem, o time escolhido é o Once Caldas!

      O Once Caldas S.A é um clube de futebol colombiano localizado na cidade de Manizales, uma das cidades que compõem o eixo do café. O clube foi fundado em 1947 como Deportes Caldas, sendo campeão nacional em 1950, em uma primeira gloriosa fase da equipe.
      É a partir apenas de 1961 que a equipe adota o nome de Once Caldas, após fechamento do Deportes Caldas e fusão com o Deportivo Once. Engana-se quem pensa que foi a única troca de nome da equipe colombiana, o Once Caldas foi pioneiro na comercialização de naming rights e negociou o próprio nome: foi chamado de Cristal Caldas e Once Phillips, entre outras marcas, durante os anos 70 e 90, retornando ao Once Caldas de 1996 em diante.
      Curiosamente falando, a fase de retorno ao nome original marcou o grande período da história do clube: em 1997, sob o comando de Javier Álvarez, a equipe se fortalece e chega a um vice-campeonato nacional no ano seguinte. Continentalmente, o Once participa da Copa Conmebol em 1998 e debuta na Libertadores em 1999, quando demonstra a força do estádio Palogrande ao vencer o River Plate por 4-1 e o Deportivo Cali por 3-0 (nota importante: o Deportivo Cali acabou vice-campeão daquela Libertadores). A força da equipe em casa vai ficar marcada pois a primeira derrota em Manizales só vem a acontecer na Libertadores de 2011 contra o Universitario San Martin após mais de 20 jogos de invencibilidade.
      A grande fase da história da equipe fica marcada por dois títulos: o Apertura de 2003, conquistado no templo Palogrande em cima do Junior de Barranquilla, que garantiu vaga para a mística Libertadores de 2004.
      Verdadeiro motivo pela escolha do clube, é possível dizer de forma mais empolgada que talvez tenha sido a maior campanha da história da Libertadores. Pelo menos no século eu afirmo com alguma tranquilidade isto. O Once Caldas sai de um grupo relativamente tranquilo mas já elimina o Vélez Sarsfield, passa nos pênaltis contra o Barcelona de Guayaquil nas oitavas e aí começa a façanha: elimina o Santos, que viria a ser campeão brasileiro em 2004, passa pelo São Paulo, o campeão da Libertadores no ano seguinte, com um gol aos 45’ do segundo tempo, sobrevive a uma temível Bombonera e na grande final diante do Boca Jrs de Tevez, Bianchi e cia, atuais campeões da Libertadores na ocasião, o Once levanta o caneco após o empate em 1-1 no tempo regulamentar e um 2-0 nas penalidades. Quem diria que o Once Caldas faria o Boca Jrs tremer ao ponto de perder as 4 cobranças. Todos os jogos decisivos acontecem em Palogrande, que se consolida como uma verdadeira fortaleza. Para quem quiser conhecer mais detalhadamente a campanha, recomendo esse texto ou esse podcast, que já fala sobre a final do Intercontinental contra o Porto.
      A campanha do Once Caldas naquela Copa não tem grandes destaques individuais, o goleiro Henao talvez tenha sido o nome de maior impacto e ele será assunto mais a frente. O que fica bem marcado como tipicamente Once é o forte sistema defensivo, capaz de sofrer poucos gols mesmo fora de casa e que deu força ao completo azarão. 

      Após a conquista da Libertadores, o Once Caldas disputou o último Intercontinental da história no formato consagrado pelos anos 80-90 contra o Porto e por pouco, muito pouco, não carregou também a alcunha de campeão mundial. Após resistir mais uma vez, a partida termina num 0-0 que leva a disputa para os pênaltis. Após 4 cobranças para cada lado, o Once estava a 1 gol de ser campeão mas Jonatan Fabbro desperdiçou a cobrança, o Porto empatou e acabou vencendo por 8-7 a disputa.
      (Nota irrelevante: Jonatan Fabbro, o homem que perdeu esse pênalti, é ex-marido de Larissa Riquelme. Aos que ganharam idolatria por ela e sua relação com o Nandéz, vale a menção)
      Como todo time de sucesso na América, o Once foi desfeito rápido por mercados de maior dinheiro, viu seus destaques ruindo e seu treinador, dono da estratégia defensiva de sucesso, terminou tetraplégico dias após a derrota para o Porto. Com isso, a equipe não galgou maiores sucessos, sendo vice na Recopa para o Boca Jrs, campeão da Sula, e eliminado nas oitavas da Libertadores seguinte.
      O último suspiro de grandeza do Once se deu com o bicampeonato colombiano no Apertura 2009 e Finalizacion 2010, sendo o último dos 4 títulos nacionais que a equipe tem em sua sala de troféus. Desde então, o Once Caldas é um time que nunca caiu mas também que não disputa mais os títulos, na posição de médio do futebol colombiano.
      Será que agora voltará aos anos de glória? Ao menos, um velho conhecido promete mudar tudo!
       
      O Treinador

      De todos os nomes possíveis, talvez ninguém simbolize mais aquela conquista de 2004 que Juan Carlos Henao, goleiro que passou 18 anos de sua carreira defendendo as cores do Once Caldas. Nascido em 30/12/1971, Henao tinha 20 anos quando fez sua estreia pela equipe em 1992 e galgou espaço pouco a pouco até se tornar uma referência no clube em 2004. Na mágica campanha, Henao era o homem de segurança de uma defesa que raramente era vazada ou cedia espaço aos atacantes adversários, além disso, aquele título tem a cara de Henao: foi ele que parou a cobrança final xeneize e pôde partir para a galera como o herói (foto acima).
      Após o título, Henao foi mais um dos que acabou saindo do clube, contratado pelo Santos mas sem maiores sequências desde então, quando passou pelo Millonarios, Atletico Maracaibo e Real Cartagena. Em 2010 retornou ao Once Caldas onde ficou até 2016, encerrando sua carreira com 45 anos.
      (Nota importante: o ex-goleiro Henao é preparador de goleiros de um pequeno time colombiano. A fim de “apagá-lo” foi criada uma alcunha para ele, como se fosse outra pessoa)
       
      Objetivo Principal:
      - Ganhar novamente a Libertadores
      Confesso que poderia fazer uma intensa lista e criar relações com as regras mas não me sinto confortável com isso. É claro que desejo ser campeão nacional, pretendo ter uma defesa de respeito e quero fazer valer o fator casa com a mística que Manizales merece, mas são coisas pouco palpáveis e de difícil controle. Resumir isso ao fato mais difícil, e motivador para a história, me parece suficiente.
      - Tornar o Once Caldas uma referência dentro da Colômbia
      Essa talvez seja uma meta “vazia” por assim dizer mas eu explico: na motivação para criar o save, eu queria ser capaz de desenvolver o clube como um todo, aprendendo um pouco sobre fornadas, comissão técnica e afins. É difícil criar parâmetros para colocar isto em objetivos, então, reúno neste ponto tornar a equipe a mais rica do país, ter condições de treino de topo, tal qual base e comissão técnica.
       
      Regras:
      - O sistema tático deve sempre ter mentalidade defensiva.
      Pois bem, se o ferrolho de Once ficou tão marcado na conquista da Libertadores de 2004, a forma mais justa de homenageá-lo é repetir o feito. Eu pensei até em repetir o sistema tático mas para isso existe um grande problema: eu teria de rever jogos do Once Caldas para definir sistema, jogadores e funções. Como o trabalho seria demais, ainda que sejam jogos muito bacanas, vou me limitar a sempre adotar a postura defensiva independente de qualquer coisa. Para mim, um adepto da parte tática mas viciado no “positiva” vai ser uma experiência bem curiosa.
       
      Informações do Save:
      Database

      O save foi criado na Colômbia em fevereiro de 2020 mas por razões românticas, explicadas a frente, foi andado randomicamente até 01 de julho. Carreguei as ligas todas sul-americanas, tal qual todos os jogadores do continente, para aumentar a competitividade no torneio. Também acrescentei algumas divisões europeias para tornar o save um pouco maior do outro lado da fronteira. Ao todo são 88 mil jogadores e 2,5 estrelas de desempenho, posso eliminar ligas ao longo do período se considerar necessário mas avisarei caso aconteça.
      O estilo de postagem será todo voltado para os jogos, sem nenhum elemento ficcional. Visando diminuir meu trabalho e dar uma razão de ser, os posts serão escritos em dois formatos: como um blog de torcedor do Once Caldas, para melhor contar jogos, e um diário do treinador, para acompanhar a parte tática e crescimento da equipe. É um modelo experimental que me parece mais satisfatório, tal qual a Db se preciso for mudar, aviso dentro do desenvolvimento da história.
      A apresentação do time no jogo, do treinador e tudo que percebi de entrada estarão postos no primeiro post que vai abaixo. 
    • Marcolation
      By Marcolation
      APRESENTAÇÃO PESSOAL   Olá, pessoal!

      Como sou novo aqui no fórum achei por bem começar com uma pequena apresentação, uma vez que meu primeiro tópico no FManager já é um post de save aqui no Profissão Manager (acho que esse é o espaço certo para o tópico).

      Meu nome é Marcos, tenho 25 anos,  sou carioca e um Flamenguista que já foi bem mais apaixonado pelo clube e pelo futebol, e que tem um carinho especial por jogadores incompreendidos e odiados (leia-se injustiçados) pela imensa e implacável torcida do Flamengo. Se conseguir ser um pouco mais ativo nas discussões por aqui, podem aparecer comentários em defesa dos tipos de Márcio Araújo, Mancuello, Maxi "primo do Messi" Biancucchi, Renê, o ex-odiado Arão e por aí vai.

      Pela falta de tempo, provavelmente aparecerei em um ou outro post esporadicamente, e por aqui atualizando o save quando conseguir. Não vou criar pressão sobre o resultado ou periodicidade de atualização do save, e começo com expectativa bem baixa: me divertir, compartilhar, e quem sabe alguém curtir o jogo comigo.   No FM, sou praticamente novato, principalmente nas versões mais recentes do jogo, com introdução das funções e papéis, de mais opções táticas e jogo bem mais detalhado no geral. Joguei um pouco algumas versões bem anteriores (CM04, FM11, talvez outro que não lembro), e outros simuladores de treinador mais simples (e mais baratos) como o Brasfoot,  Master Liga no W11, Modo Carreira do FIFA 08 aos mais recentes... Nada que exige tanto quanto o FM.  Portanto, dificilmente esse save meu terá uma ascensão meteórica e títulos empilhados. Provavelmente é brigar pelo acesso e depois ficar longe da confusão por algum tempo.

      Sobre o fórum, desde que começou a pandemia ano passado, ficando em casa por longos períodos de tempo busquei sobre o estado atual do FM, e alguns vídeos e posts com a complexidade do jogo me aguçaram a curiosidade de voltar a jogar. Baixei o FM19,  e nas muitas buscas e leituras para aprender mais sobre todas as áreas do jogo encontrei o fórum e a área do PM. Acompanhei uma história aqui no início do ano passado, acho que já  finalizada à época: "A Revolução Húngara"; e estou acompanhando outra em andamento: "Eu amo o dinheiro! A história de um mercenário na América do Sul", duas ótimas histórias ficcionais e de FM, que foram a principal razão de resolver postar aqui e de, quem sabe, futuramente fazer um save ficcional. A história já está nascendo na cabeça, falta só todo o resto.  Comecei a acompanhar algumas outras histórias atuais também, e estou curtindo bastante os desafios e estilos diferentes de contar os saves.   Tiro aqui um momento para agradecer também aos diversos membros que disponibilizam conteúdo e comentários que ajudam a entender melhor a parte tática, além das traduções de ótimos guias de FM. Valeu demais!!!
      Uma breve contextualização sobre minha breve experiência com o FM desde o ano passado:
       
      Então, chega de lenga lenga, e vamos ao que interessa: O save!
         

      ESCOLHA DO TIME

      O Save será em apenas um clube: o TSV 1860 München, atualmente da 3.Bundesliga.
      Os motivos para escolha do time são: - Jogava bastante com o time em um longíquo Nintendo 64 na infância (International SuperStar Soccer ou algo do tipo), e sabe-se lá porque tomei carinho pelo clube.
      - Continuar nas ligas alemãs. Gostei do nível de jogo da liga no FM19, e na minha experiência a Bundesliga teve muita disputa e equilíbrio que não esperava e espero que se repita, dada a dominância do Bayern na vida real.
      - Começar na Terceirona me permite usar um novo estilo de jogo, mais direto e reativo, fugindo da emulação do Tiki-Taka que dediquei mais tempo me metendo.
      - Recuperar um dos times fundadores da Bundesliga, que já foi campeão e hoje amarga ligas inferiores. De quebra, reviver a rivalidade com um gigante do continente que virou o dono da cidade.
        O TSV 1860 MÜNCHEN   O TSV 1860 München, conhecido pela alcunha Die Löwen (Os Leões) ou apenas como Sechzig (Sessenta), é um tradicional time alemão da cidade de Munique, no estado da Baviera, fundado no ano de 1860.
      Com a prática do futebol presente desde 1899, o Sechzig venceu a Copa da Alemanha em 1942 (período manchado de sua história pela aproximação ao regime nazista alemão), e foi um dos 16 clubes fundadores da Bundesliga, em 1963/64. ano em que venceu sua segunda e última conquista da Copa, e acabou por vencer seu único título da liga na elite do futebol alemão logo na temporada 65/66. Os primeiros anos foram de protagonismo na disputa da Bundesliga, sendo considerado o principal time de Munique à época acima do Bayern, inclusive foi o primeiro time de Munique a ganhar a Bundesliga, mas, devido a problemas financeiros que minaram o clube no final da década de 60, os leões amargaram a queda de divisão ainda em 1970.
      Ficando por alguns anos em séries regionais ou até fora das disputas nacionais, o clube ainda conseguiu retornar à divisão principal em 77/78, logo rebaixado, subindo novamente no ano seguinte e sobrevivendo mais 2 temporadas, até ser novamente rebaixado. Com graves problemas financeiros, ao fim da temporada 1981/82 o clube não conseguiu obter sua licença da DFB (CBF alemã) e foi obrigado a disputar as séries inferiores do país. 
      Após anos de reorganização, o time voltou à Bundesliga em 1994/95, onde ficaria por uma década tendo algumas campanhas de destaque como um 4º lugar e vaga na Champions League em 99/00, ano em que inclusive venceram nos dois turnos o posteriormente campeão Bayern. Entretanto, após 10 anos na elite, o time fez sua última temporada na primeira divisão em 03/04. Foram diversos anos no segundo escalão do futebol alemão até a temporada 2016/17, quando diante de um público 62 mil torcedores na Allianz Arena (onde mandava seus jogos junto do Bayern) o clube foi rebaixado para a terceira divisão. Para piorar, o principal investidor do Sechzig, o milionário jornadiano Hasan Abdullah Ismaik, que anos antes se tornou dono de 49% do capital acionário do clube sob protesto de boa parte dos torcedores, se RECUSOU a pagar a licença para o time participar da 3.Liga, levando o time a ter de jogar a quarta divisão do futebol alemão no ano seguinte, a qual o time venceu, marcando seu retorno para a terceira divisão, onde se encontra no momento atual do save (e da vida real, uma vez que não subiram na temporada 19/20).
      Sobre o Bayern, as últimas vitórias sobre o rival em partidas oficiais  foram as da temporada 99/00, fazendo com que o Sechzig amargue uma série de 9 derrotas seguidas no clássico de Munique. No geral, a última temporada em que o 1860 München terminou a frente do Bayern na classificação foi a de 1966/67, onde foram vice-campeões com o rival vermelho logo abaixo. Desde então, o Bayern coleciona títulos e o 1860 coleciona decepções, algo que, espero, pode mudar em breve.
       
      DESAFIO   Tirar o 1860 München das divisões inferiores, tornando o time uma referência na Alemanha e um rival à altura do Bayern.


      OBJETIVOS

      OBJETIVOS PRINCIPAIS - Chegar na 2.Bundesliga
      - Vencer uma das divisões inferiores
      - Chegar na Bundesliga
      - 5 temporadas na Bundesliga sem rebaixamento
      - Chegar em competições Europeias
      - Chegar no Mata-mata da Champions
      - Vencer um título Nacional

      OBJETIVOS SECUNDÁRIOS - Vencer o Bayern de Munique em jogos oficiais
      - Invencibilidade em uma temporada contra o Bayern
      - Terminar à frente do Bayern na classificação em uma temporada
      - Me tornar um treinador ídolo do TSV 1860 München
        FIM DE SAVE
        - Demitido do clube a qualquer altura
      - Muitas temporadas seguidas na 3.Bundesliga sem acesso (6?, 7?, não tenho um número certo)
          INFORMAÇÕES IMPORTANTES DO SAVE
      O save será no estilo JET. Uma vez que tenho pouco tempo para efetivamente jogar e também para escrever, a atualização do save pode ser espaçada, não tenho uma ideia de periodicidade certa para não criar uma pressão que acabe tornando o jogo e a escrita uma obrigação e tirem a diversão do processo. No mesmo sentido, não tenho experiência e não devo dedicar tanto à parte visual do save, mas vou tentar não deixar a desejar nas imagens.   Acho que é isso! Logo menos estou de volta com o primeiro capítulo dessa empreitada.
    • Olivamattos
      By Olivamattos
      Começando na Alemanha com o Hamburger. Primeira vez jogando a Europa com um time que não seja da elite.
       
      Vocês tem alguma sugestão de contratação para o início do modo? Procurando jogadores promissores e alguns experientes baratos.
       
      Além disso, é viável trabalhar jovens da base nesse nível de competição? Consegui fazer isso em um modo com o Vitória, mas com times de elite não consigo dar oportunidade para esses jogadores crescerem e eles nunca desenvolvem quando empresto.
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