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Henrique M.

10 coisas que só quem joga FM irá entender

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Henrique M.

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O Football Manager é um jogo que nos traz momentos de alegria e fúria. Em breve, a edição 2019 chegará e a mudança de marcha já começa a acontecer na comunidade. Por isso, reunimos 10 coisas que só quem joga FM irá entender. Assim, celebramos os momentos que passamos jogando esse grande jogo e nos preparamos para receber a nova versão.

1) Você desenvolve um grande conhecimento sobre os jogadores das mais desconhecidas ligas e nações do planeta

A rede de observação do jogo é fantástica e capaz de descobrir grandes talentos antes que a maioria das pessoas ouçam falar deles. Dessa forma, quem joga FM tem um conhecimento verdadeiro de algumas das ligas e jogadores mais desconhecidos que existem.

Há alguns anos atrás, Robert Lewandowski era um desconhecido, que jogava na 3ª divisão polonesa. Mas ele era uma excelente contratação para times da 2ª ou 3ª divisão inglesa. Vejam até onde ele já chegou.

Além disso, quem joga FM conhece grandes joias como Anthony Martial e Youri Tielemans primeiro. Enquanto a maioria das pessoas desconhece e questiona valores envolvidos, os mais ávidos já o reconheciam antes mesmo de chegarem aos grandes palcos.

E isso ocorre, porque a pesquisa do FM acerta muito mais do que erra.

2) Você reconhece as capacidades do FM de desafiar as leis do tempo e da física

O tempo médio de um jogador em qualquer versão do jogo gira entre 250 e 300 horas de jogo. O que significa que a cada ano, o FM simula quase 30 mil anos de futebol. É muito tempo.

3) Você começa a simpatizar e criar carinho por clubes que nunca imaginaria

Existem diversos casos de torcedores de diversas partes do mundo que se apaixonam por clubes que nunca ouviram falar antes. Ás vezes você começou um desafio e caiu num clube diferente e chegou até lá. Talvez uma carreira tomou uma curva diferente da planejada.

Eu, por exemplo, passei a acompanhar o Werder Bremen, o Queen´s Park e o Alessandria por causa do FM. Não sou um torcedor fanático, mas sempre estou checando informações sobre esses clubes.

E existem diversas histórias como essas espalhadas por aí. E tenho certeza que você também tem a sua. E sinta-se à vontade para comentar sobre isso aqui. Com certeza haverá diversas pessoas com uma história parecida.

Como podemos passar anos de jogo em um clube, isso gera um afinidade que só quem joga entende.

4) Você sempre sentirá orgulho das pechinchas que rendem milhões para o clube em algum tempo

Toda e qualquer versão do FM tem aqueles jogadores que todo mundo contrata barato e vende caro. Alguns são mais famosos que outros, e sempre tem quem contrate esses jogadores em todo save que faça.

Comprar um jogador por uma pechincha e depois vendê-lo por um caminhão de dinheiro faz parte da vida de todo treinador no FM. E é impossível não sentir uma pontinha de orgulho quando isso ocorre. Mesmo que seja aquela contratação manjada.

5) Você sempre acredita que é capaz de fazer um trabalho melhor do que o treinador do seu clube

Segundo, Miles Jacobson, uma vez mais de 50% dos candidatos para uma vaga de treinador no Wolves da Inglaterra, eram de jogadores de FM. E anedotas como essa existem até mesmo internamente dentro do jogo.

Inclusive, alguns clubes usam isso para se aproximar de seus torcedores. O dono do Middlesbrough respondeu a um desses currículos de torcedores/treinadores de FM. Ele disse na sua resposta que o clube e a diretoria estavam lisonjeados com a candidatura dele, mas não podiam contratá-lo.

A justificativa foi que os grandes clubes do mundo ficariam enfurecidos com a contratação, e que o patamar de um treinador que já ganhou diversos títulos europeus era em um lugar maior que o Boro.

E é esse tipo de história e comportamento que reforçar que somos realmente capaz de acreditar que somos melhores treinadores que a maioria daqueles da vida real. Principalmente o que está comandando nosso time do coração.

6) Você nunca sabe quando parar

O jogo anda custando entre 100 e 120 reais, após a decisão de não venderem mais o jogo aqui. Se levarmos em conta o preço de outras coisas e o tempo que normalmente é gasto com o jogo, acaba sendo um bom investimento.

O jogo pode acaba te envolvendo e entretendo, que você pode acabar querendo não parar nem para comer, nem para tomar banho e até abandonar sua vida social naqueles momentos de vício.

Isso ocorre, pois sempre queremos jogar mais um jogo, ou não queremos parar um sequência vitoriosa no meio. Por isso, muitas vezes, não sabemos qual a melhorar hora para ir fazer outras coisas e deixar o FM de lado um pouquinho.

7) Você pode acabar tendo o desejo de vestir-se apropriadamente para uma decisão (ou até mesmo já ter feito isso)

Quem nunca pensou em se vestir (ou se vestiu) de acordo para aquela grande final da Libertadores ou da Champions League? Existem diversas histórias como essa na comunidade britânica e já vi em algumas comunidades do Facebook por aí.

Se você já fez isso ou pensa em fazer, não se reprima. Não é muito diferente de fazer cosplay ou sair fantasiado por aí no Carnaval. O importante é se divertir.

8 - Amigos que não gostam de futebol ou de FM nunca vão te entender

Como você pode gostar de algo que você não controla o jogador? Qual a graça de ficar sentado jogando isso? Essas e tantas outras perguntas já podem ter sido feitas a vocês por amigos que não gostam de futebol ou de FM.

É um fato que sempre irão existir aqueles que não entendem as razões pela qual o FM te viciaram. E também existirão aqueles que serão contagiados pelo seu vício e um dia podem estar apreciando as mesmas coisas que você no jogo.

9) Voce já conhecia Lionel Messi antes que todo mundo

Isso acaba sendo um reforço do vimos no primeiro tópico, mas é um caso muito grandioso para esquecer. Conhecemos o jogador do FM desde uns dois ou três anos dele estourar e depois vir a tornar quem é.

Inclusive, existe uma história engraçada a respeito dessa relação entre jogadores de FM e esse tipo de conhecimento. O filho de um treinador do Rangers, da Escócia, era um grande fã de FM. Ele sugeriu ao seu pai que contrata-se o pequeno argentino de 16 anos, até então um desconhecido. O treinador, Alex McLeish, riu e deu um tapinha nos ombros do seu filho. Nem precisamos dizer quem riu por último.

10) Você sempre celebrará e xingará o dia que descobriu o jogo

O FM é um jogo único, em que dependendo do save, podemos viver diversos momentos de amor e ódio em um pequeno espaço de tempo. Inclusive, existe um documentário que diz como o FM arruinou a vida de algumas pessoas.

E essa é uma relação que você sempre entenderá, pois pode não ter passado por situações similares, mas alguns cenários absurdos já podem ter ocorrido na sua vida por causa do vício.

Conteúdo original criado por Henrique M. para o FManager Brasil e Engenharia do Futebol
Inspirado e baseado em: https://www.telegraph.co.uk/men/the-filter/ten-incontrovertible-truths-anyone-who-has-played-football-manag/
Banner: @_Matheus_

 

 

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Douglas.
Citar

Você sempre celebrará e xingará o dia que descobriu o jogo

🤣

Mas falando sério, nem sei se lembro como descobri o jogo de fato. Lembro que conheci o Elifoot 98 por amigos na escola, me passaram os disquetes e tal, mas não tenho certeza de como descobri o CM01/02. Talvez tenha sido buscando updates pro Elifoot, isso eu lembro que foi uma das primeiras utilidades que encontrei pra internet discada...

/nostalgia

 

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davidreisc

Depois de muito tempo nos Brasfoots/Elifoots da vida, encontrei o famoso CM 03/04. Era a época em que o Arsenal era grande dominava a Inglaterra, comecei por ele antes de partir para as equipes menores. A partir daquele dia eu nunca mais fui o mesmo hahaha. 

Com relação ao investimento é a mais pura verdade: eu compro o FM a cada 2 anos e pelo tempo que gasto no jogo, os 100~120 reais acabam valendo muito a pena.

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felipevalle

Fiquei condoído com o McLeish 😂😂😂

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Queiroz14

Fora aqueles que compram camisa do clube que está controlando, eu mesmo tenho camisa do Blackburn, Nacional-URU, Heerenveen só por causa de saves com estes clubes!!!

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Aleef

6) Você nunca sabe quando parar

 

O maldito depois do próximo jogo eu paro. 

 

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marcone

1) Você desenvolve um grande conhecimento sobre os jogadores das mais desconhecidas ligas e nações do planeta
Tomáš Mičola, ídolo eterno do Banik Ostrava.

3) Você começa a simpatizar e criar carinho por clubes que nunca imaginaria
Ainda compro a camisa oficial do Banik Ostrava, bicampeão europeu na minha mão - depois de ser quadrivice consecutivo.

4) Você sempre sentirá orgulho das pechinchas que rendem milhões para o clube em algum tempo
Por mais insólito que pareça, David Luiz veio de graça e foi tricampeão tcheco e bicampeão da Champions como capitão do Banik Ostrava.

5) Você sempre acredita que é capaz de fazer um trabalho melhor do que o treinador do seu clube
Com todo o respeito a Enderson Moreira, consigo mesmo 🙂

6) Você nunca sabe quando parar
Babar no teclado é um ótimo despertador.

7) Você pode acabar tendo o desejo de vestir-se apropriadamente para uma decisão (ou até mesmo já ter feito isso)
Já fiz isso, treinando o Fluminense de Feira de Santana, numa decisão de Mundial contra o Barcelona.

8) Amigos que não gostam de futebol ou de FM nunca vão te entender
Quem liga?

9) Você já conhecia Lionel Messi antes que todo mundo
Honestamente, não. Mas, claro, apenas porque nunca fui de jogar liga espanhola.

10) Você sempre celebrará e xingará o dia que descobriu o jogo
Xingar? Eu sou da geração CM 99/00, contratei o Adrian Mihalcea e o Tsigalko pra jogar no Bahia. Só tenho motivos pra celebrar - e muito!

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senna889091

1) As vezes eu conheço mais da base do meu time por causa do jogo que acompanhando IRL. E é legal reconhecer alguns jogadores que nao tinham reputação grande na realidade e que voce viu eles ja no jogo.

3) É por isso que eu queria q tivesse como virar presidente no jogo, mas como nao tem tenho q apelar pro editor in-game quando quero ir levantando um time.

5) Ainda mais quando houve casos que o curriculo no FM foi levado a sério para cargos

6) Acho que é o melhor custo-beneficio que fiz na vida

😎 Quem não gosta de gerenciamento de pessoas ou tática  nunca irá entender e ja passei por isso. Muitos não gostam de serem o co-piloto.

10) Meu primeiro jogo com participaçao da SIGAMES seria o CM 03/04, mas ja jogava outros managers como Bras/Elifoot, FIFA Manager e Ultimate Soccer Manager. Desde então, joguei todos os FMs além de ter acompanhado a sobrevida do CM nos PCs até o CM 10 (jogo com coisas que o FM deveria copiar também ja que se inspirou no FIFAM pro 2018, como o treino em 3D e as jogadas ensaiadas passo a passo, além de alguns aspectos do  3D como sistema de colisão).

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evanildolustosa

3) Meu amado, idolatrado e já falido Castel Rigone 🙂 Amor eterno, chega versões nova, mas o Castel Rigone sempre aparece!

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Neynaocai
Em 14/09/2018 at 17:35, Henrique M. disse:

5) Você sempre acredita que é capaz de fazer um trabalho melhor do que o treinador do seu clube

Até deixei de torcer para o clube de coração. Tamanha a desorganização e amadorismo do clube, mesmo sendo de primeira divisão. Por isso, hoje eu tenho certeza que sou melhor que o treinador do clube, in casu, um ex-zagueiro gaúcho conhecido por considerar Paulão um baita jogador. E que bonito é 1x0.

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    • Felipe Pessoa
      Por Felipe Pessoa
      Caso eu comece a carreira em algum clube que não possua Equipe B, ou até sub-23, sub-20, sub-18 etc... tem como solicitar para a direção a criação dela?
    • Danut
      Por Danut
      Olá a todos. Sejam bem-vindos à segunda versão do save Brazylijska magia. Como a maioria já deve estar sabendo, esse foi um save que eu iniciei no final de dezembro do ano passado, mas que acabou tendo uma vida muito curta. Depois de um tempo pensando, decidi que queria mesmo jogar o save outra vez. Como a versão original mal passou da primeira temporada, acredito que haja espaço para jogar a mesma proposta sem que acabe sendo apenas uma repetição do que já passou.
      A proposta para essa segunda versão é a mesma da versão anterior: conquistar títulos com uma equipe que jogo futebol ofensivo com ênfase na qualidade individual e que consiga incorporar um bom número de brasileiros ao elenco.
      Fiz, contudo, duas mudanças importantes para essa nova versão. A primeira delas é que decidi jogar com orçamentos para transferência já na primeira temporada. Normalmente, não gosto de usar essa opção. Mas acho que nessa situação específica ela pode ser uma boa arma para aumentar as possibilidades de mudança de elenco logo de saída, trazendo uma dinâmica diferente para a primeira temporada do que aquela do save anterior.
      A segunda mudança é que resolvi jogar as duas primeiras temporadas do save (quase) por inteiro antes de trazer ele para cá. Isso tem a óbvia desvantagem de fazer as interações com os leitores ficarem um pouco prejudicadas nesse momento inicial, pois vou estar trazendo a vocês algo que já sei o desfecho. Mas considerando o que ocorreu no save anterior, eu queria ter certeza de que conseguiria me envolver emocionalmente com a história antes de trazer ela para os leitores. Sinto que falhei no compromisso com os leitores na história passada, quando fiz bastante gente começar a acompanhar apenas para encerrar logo em seguida. Por isso agora preferi esperar até garantir que o save está me dando vontade de jogar.
       
      Encerrado o prefácio à segunda edição, voltamos com a programação normal. Abaixo segue a introdução da proposta do save em si. Ela é igual à introdução da versão anterior, então quem já leu por lá pode pular o resto do post.
       
      Introdução
      Szczecin, Polônia. Rua Mieczysława Karłowicza, número 28. 23 de agosto de 2005.
      P: Boguslaw, os nossos resultados estão uma merda.
      B: Tenha paciência, Ptak. Os jogadores ainda não incorporaram a minha ideia de jogo.
      P: Ideia de jogo é o caralho. Ninguém ganha com ideia de jogo. O importante é ter habilidade. Olha o Brasil. Destruíram a Argentina na Copa das Confederações. Tu acha que os argentinos não tinham ideia de jogo? Vocês treinadores sempre cheios de ideias. O futebol é uma arte, não uma ciência.
      B: Bem, as contratações são responsabilidade do presidente. Se falta habilidade, então precisamos trazer mais alguns bons nomes. O Przemyslaw e o Rafal poderiam falar com outros jogadores da seleção, quem sabe um deles não quer vir para cá?
      P: Boguslaw, eu aqui falando de habilidade, e tu me vem com seleção polonesa? Tu é burro mesmo, hein?! Que se foda a seleção polonesa. Eu quero o quadrado mágico!
      B: Mas Ptak, esses caras jogam nos melhores times do mundo. Barcelona, Real Madrid, Inter, Milan. Não temos dinheiro pra trazer um jogador de lá nem se vendermos o estádio com o time todo dentro.
      P: E quem falou em trazer alguém desses clubes, imbecil? Nós vamos montar o nosso próprio quadrado mágico. Trazer os caras direto do Brasil. Naquele país é todo mundo pobre, vai chover jogador querendo vir pra cá.
      B: Mas Ptak, ninguém da equipe técnica conhece os jogadores do Brasil. Precisamos contratar olheiros, enviar eles para lá, esperar até que comecem a se achar no futebol local e...
      P: Caralho Boguslaw, eu não sei porque continuo falando contigo. Que porra de olheiro que nada. Os caras são brasileiros, o futebol tá no sangue deles. Todo mundo nasce sabendo jogar naquele país. É só ir lá e pegar qualquer um. Não tem como dar errado.
      B: Tem também os nossos jogadores atuais. Eles não vão ficar felizes em ser reservas, ainda mais de jogadores desconhecidos por aqui.
      P: Quem não tiver feliz pode ir embora. É todo mundo perna de pau aqui mesmo. Vou encher esse time de brasileiros, de gente com habilidade. Vamos fazer mágica.
      B: Mas Ptak, eu não falo português, e os caras não vão saber falar polonês. Como vou treinar jogadores que não são capazes de me entender?
      P: Já pensei nisso. A habilidade brasileira não pode ficar presa nesse estilo de futebol ruim que a gente joga. O Cláudio disse que lá no Brasil eles falam que é preciso ter gingado. Eu quero um treinador com esse tal de gingado. Pode ir pegando tuas coisas. Na saída já aproveita e mostra a sala do treinador pro Zé Carlos, que é quem vai cuidar do time a partir de hoje.
       
      O dialogo acima é, obviamente, fictício. Mas poderia muito bem ter ocorrido. Naqueles dias, o Pogon Szczecin passava por um mau momento. Os resultados não estavam de acordo com o que o presidente imaginava. Foi aí que ele teve uma ideia brilhante: ora, se o clube não está jogando bem, por que não trocar todo mundo por brasileiros? Afinal, o Brasil é a terra do futebol. País campeão mundial. País que encantava a todos com Ronaldo e Ronaldinho – para não falar de Kaká, Adriano e tantos outros craques.
      É claro que havia algumas falhas no plano do presidente. Afinal, mesmo o Brasil tendo grandes jogadores, nem todo brasileiro é um grande jogador. Para qualquer um de nós, isso é uma obviedade. Antoni Ptak, porém, parece jamais ter pensado nisso.
      Aproveitando-se que a liga polonesa não possuía qualquer restrição ao número de estrangeiros, o Pogon Szczecin trouxe, em uma única temporada, dezoito jogadores brasileiros. A maior parte deles de grandes clubes do futebol nacional, como Sorocaba, Atlético Guaçuano ou União Barbarense.
      Do outro lado, boa parte do elenco do Szczecin saiu quase de graça – afinal, era preciso abrir espaço para os craques brasileiros. A estratégia, é claro, não deu nada certo. Os resultados pioraram ainda mais, a torcida se desencantou com o time, e o Pogon afundou em dívidas, chegando até mesmo a fechar as portas. Mas os detalhes eu conto depois.
       
      Ligas carregadas: Polônia e Brasil (ambos 2ª divisão); Inglaterra, Espanha e Alemanha (todos 1ª divisão).
      Base de dados: pequena, mas com todos os jogadores brasileiros.
      Data de início: 29.05.2017
      Outras opções: mascarar atributos, não adicionar equipe técnica, impedir uso de editor do jogo, ativar orçamentos na primeira janela
    • Lucas Matías
      Por Lucas Matías
      :: APRESENTAÇÃO
      Após longos meses no fórum apenas acompanhando por cima as histórias do pessoal aqui na área, resolvi me aventurar agora que estou com mais tempo livre para finalmente conseguir passar horas à frente do FM.
      O desafio que irei compartilhar com vocês é um que eu já faço a muito tempo, desde o FM 14 pra ser mais exato, porém, apenas no 16 eu consegui ter êxito. É simples, passar por todos os países da Europa e conquistar o campeonato nacional em todos eles.
      O desafio terá algumas regras para que o save flua de uma maneira mais rápida, já que meu PC não é dos melhores e consequentemente com uma base de dados grande ele acaba ficando bem lento. Uma delas é que a cada objetivo alcançado, um novo save será criado. Exemplo: Após conquistar títulos em San Marino, irei para o próximo desafio em um novo save, sempre seguindo a ordem do Ranking de Coeficientes da UEFA.
      Não vou tentar conquistar a Champions League com clubes de Andorra e Gibraltar, nesses países de menor expressão o objetivo é se consolidar nacionalmente com conquistas e entrar no quadro de honra nacional como um dos treinadores mais vitoriosos do país. Claro que uma boa campanha na UCL será bem vinda, mas esse não será o principal objetivo.
      Sempre irei iniciar no clube que está cotado para terminar a primeira divisão nacional na última colocação e irei trocar de clube caso receba uma proposta de uma equipe de maior expressão nacionalmente.
      O manager será o pseudônimo Giovanni Rizzo, italiano de 38 anos que terá a licença para treinador A continental e a experiencia anterior como futebolista profissional nível local.
      A principio é isso, quero fazer algo bem simples mas que agrade a todos, então qualquer dica é bem vinda, até porque essa será a primeira vez que irei tentar jogar com essas regras que criei. Valeu!
       
      :: HISTÓRICO
      01. SAN MARINO
       
    • marciof89
      Por marciof89
      Eis que, enfim, criei coragem para postar uma história aqui no Profissão Manager. Frequento o fórum a muitos anos mas sou um completo bicho do mato, portanto interajo muito pouco, motivo pelo qual demorei a adentrar aqui. Agradeço desde já quem tiver interesse em seguir, e ouvirei todas as dicas que quiserem sugerir, sejam sobre organização, táticas, etc. Li as regras e as recomendações antes de começar, mas deslizes podem acontecer. Os gráficos foi eu mesmo quem fiz, não reparem! hahaha
      Sem mais delongas, vamos ao que interessa.
      Eu tenho um carinho muito grande pelo Tupi, apesar de não ser mineiro. A torcida do Tupi, apesar de pequena como de praxe entre os times pequenos, é muito apaixonada. Não são muitos os times brasileiros sem muita relevância no cenário nacional que mantenham uma torcida apaixonada assim. E como sou da época do Elifoot 2 e 98, então sempre achei graça em pegar um time lá das divisões de baixo e levar até a glória.
       

      O Tupi Futebol Clube é um clube da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, e foi fundado no dia 26 de maio de 1912 por moradores ilustres da cidade. Durante os primeiros anos, era chamado de Tupy, já que muitos de seus fundadores eram dissidentes do Tupynambás (atualmente seu maior rival). É o maior clube da cidade, e tem como maior glória a conquista da Série D em 2011. A equipe manda seus jogos no estádio Radialista Mário Heleno (estádio da cidade), com capacidade para mais de 30 mil pessoas.
      Seu maior rival, como dito anteriormente, é o Tupynambás, time também de Juiz de Fora, com quem faz o clássico Tu-Tu. Durante um curto período de tempo na década de 90, ele se fundiu com o Tupynambás e o Sport (outro time da cidade) e formaram a Cooperativa Manchester de Futebol, inspirados no sucesso da fusão do Paraná Clube. Porém, resultados pífios e crises de ego fizeram com que a fusão não aguentasse, tendo disputado apenas 3 estaduais com o novo nome.
      O time carece de ídolos, e não revelou grandes jogadores para o futebol mundial. Apesar disso, dois nomes notáveis passaram pela equipe. Muller, campeão mundial pelo São Paulo, e Romário, que apesar de ter sido proibido pela FIFA de atuar pelo time por ter jogado por 2 equipes num período de um ano, chegou a treinar com o elenco e atraiu a atenção da mídia para o time.
      O mascote do time é o Galo-Carijó, em homenagem ao principal fundador da equipe, que tinha o apelido de carijó, e que inspira o nome da história.

      Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
       

      Vou jogar esse save com o Brasil Mundi Up, pois apesar de muita gente falar que ele pode dar uns crashs, eu sempre usei ele (com uma quantidade bacana de ligas ativadas) sem ter problema algum, inclusive passando de 2030. Gosto da organização dele, além do acréscimo de outros níveis do brasileirão e disputas de taças que costumam ajudar até mesmo no teste de táticas e jogadores.
      • Início: 18/12/17
      • Ligas adicionais ativadas: Todas as sulamericanas, China, Alemanha, EUA, Espanha, Inglaterra, Itália, Portugal, Rússia e Ucrânia. (todas elas apenas as primeiras divisões, apenas para deixar a Libertadores mais realística e as transferências também).
       

      O save vai se basear no meu nome pessoal, mas com uma idade mais elevada que a minha, até para condizer com uma experiência razoável futebolística pré-vida de treinador.
       

      Escolhi sugestões baseadas no nível do Tupi, pra não ficar roubado nem absurdamente difícil também pois não sou o Mourinho do FM haha.
      Gosto de fazer técnicos que são mais voltados para o conhecimento do elenco em si, deixando o grosso do desenvolvimento e contratação de jovens jogadores a cargo do auxiliar e diretor desportivo. Claro que estou sempre acompanhando e impedindo algumas burradas que eles costumam cometer, mas meu foco, ao menos inicial, é me dedicar ao elenco principal.
      E aqui um panorama inicial do time:

       

      • Subir a Série B
      • Subir a Série A
      • Ganhar a Copa do Brasil
      • Ganhar o Campeonato Brasileiro
      • Ganhar a Copa Libertadores da América
      • Ser o time do interior de Minas Gerais com o maior número de títulos do Campeonato Mineiro (Villa Nova detém 5 títulos)
      • Desenvolver a infraestrutura de treinos do time para, ao menos, 4 estrelas
      • Ser um dos times mais bem reputados do Brasil (Top 5)
      • Melhorar as finanças do clube
      Objetivos complementares:
      • Ganhar o Mundial de Clubes
       
       

       
    • Henrique M.
      Por Henrique M.
      A cada ano que passa, o Football Manager Touch vai ganhando tração como uma entidade separada dentro da franquia Football Manager. A sua presença em dispositivos móveis, como tablets e celulares de ponta, ajuda nesse fator. Além disso, a chegada da versão "simplificada" da série no Nintendo Switch agitou bastante o cenário. Entretanto, o Football Manager Touch é e sempre será comparado ao seu primo rico. E é por isso que focaremos a nossa review do Football Manager Touch 2019 naquilo que importa. Ele é uma versão satisfatória em termos de velocidade de jogo, sem perder a essência e semelhança com a versão completa?
      A primeira coisa que se nota é que o jogo segue a identidade visual proposta para a versão completa e para o olho destreinado, os dois podem acabar parecendo idênticos. E como a intenção da desenvolvedora era realmente essa, tirando um detalhe ou outro de cada versão, acertaram em cheio na proposta. Como verão abaixo, é a quantidade de detalhes e algo aqui e acolá em cada jogo que é capaz de entregar qual versão o jogador está jogando.


      Como sempre, o mote do Football Manager Touch 2019 é trazer uma experiência similar à versão completa em um estilo de tempo que relembra os antigos FMs. Para muitos, o grande campeão nesse quesito ainda é o Football Manager Classic 2015, que trazia um balanço interessante entre velocidade, imersão do completo e sentimento de nostalgia (ainda planejamos colocar isso a prova no futuro para quem tem o tempo cada vez mais reduzido, mas ainda quer jogar um FM). O último review do Football Manager Touch que fizemos foi da versão 2017. Não significa que em 2018 ele foi esquecido, entretanto, às vezes, não existe aquela razão para trazer uma avaliação como essa. 
      Portanto, é possível inferir que muito não se mudou entre as duas últimas versões. E se você está acompanhando a lógica até aqui, já entendeu que um texto para o FMT 2019 significa que algo de especial ele tem. E ele realmente tem, talvez seja a versão recente que mais tenha conseguido capturar aquilo que realmente se espera dessa modalidade da franquia desde que foi anunciada pela primeira vez. Talvez o fato do jogo estar impactando na parte de dispositivos móveis tenham feito com que um carinho especial fosse dado à versão atual.
      Logo, o Football Manager Touch 2019 é capaz de te dar uma experiência similar, com todas as suas simplificações, que a versão completa do FM 2019. Já vi pessoas se encantando com a versão e preferindo ela porquê o jogo se encaixa melhor na sua vida e lhe proporciona a mesma coisa que as versões antigas do Football Manager completo. E esse é um ponto importante demais, afinal de contas, todos queremos jogar FM, e não algo que parece FM, mas não é.
      Ainda mais se considerarmos que entre o Beta e a atual versão do jogo, o FM 2019 perdeu bastante de sua magia. Afinal, como mencionado, o único dever da desenvolvedora era não estragar o que estava quase perfeito. Mas eles não costumam nos escutar e os últimos dois patches acabaram trazendo velhas sensações de que estamos apenas vendo mais do mesmo, como em outras versões. E por ser uma versão a parte e pouco explorada, o FMT 2019 acaba se beneficiando dessa magia do fato novo.
      O outro critério importante é a velocidade. Afinal de contas, não adianta ser uma versão similar e ter uma velocidade que não compense perder alguns detalhes importantes. E o Football Manager Touch 2019 entrega bem nessa parte. A minha avaliação foi feita apenas com três ligas, para testar o jogo dentro das suas capacidades de multi-compatibilidade de dispositivos. Em uma sessão de 75 minutos, consegui disputar dez partidas. Ou seja, uma partida a cada sete minutos e meio. É muita coisa, principalmente quando minha média no FM 2019 varia entre uma partida a cada 15 ou 20 minutos, dependendo da quantidade de jogos em uma semana. Dessa forma, é possível jogar o dobro de partidas no jogo com o mesmo tempo.
      Além disso, fiz a avaliação de uma temporada jogando com a Juventus em cerca de 20 horas (segundo o contador da Steam). No Football Manager Touch, gastei cerca de 6 horas para avaliar além de meia temporada. A explicação da diferença é simples, como perceberão. Mesmo assim, dá para extrapolar e ver que definitivamente terminaria uma temporada em mais ou menos a metade do tempo, exatamente como descrito acima.

      Para não ficar algo enviesado e pensando apenas em quem joga com poucas ligas, perguntei a um colega que está jogando o Football Manager Touch 2019 em um save onde carrega ligas de maneira similar ao FM 2019 completo. Ele me relatou que conseguiu jogar seis partidas em 90 minutos. É uma média de uma partida a cada 15 minutos. É um pouco similar a uma semana com jogos domingo e quarta que enfrento no FM 2019 completo, contudo, ao menos cinco minutos em relação ao estado padrão. Dá para colocar aí um jogo ou dois a mais dependendo de como for em uma mesma sessão.
      Contudo, ele é um dos que se apaixonou pelo FMT 2019 e a experiência dele em termos de velocidade normal pode diferir da minha. Afinal de contas, cada computador tem sua velocidade de processamento e cada um tem suas preferências de ligas carregadas. Então, é importante fatorarmos a experiência positiva que ele vem tendo em conjunto dessa análise temporal.
      E esse é o grande diferencial do Football Manager Touch 2019, a experiência. Ela te lembra o jogo completo e para quem está sem tempo para se dedicar a todos os detalhes que a versão completa venha a trazer, a diferença que existe entre o processamento de cada jogo, já que os detalhes de um exigem mais do computador do que o outro, acaba sendo importante para se manter conectado com a franquia. Não darei nota, porque se não, acabaram comparando com a nota do review do Football Manager 2019, que já mudou entre a hora que escrevi e a minha atual experiência.
      Entretanto, encerrarei aqui com uma anedota interessante. Jogar o FMT 2019 para fazer o Review do Football Manager Touch 2019 me fez cogitar seriamente comprar um Tablet potente ou até mesmo um Switch para poder curtir um FM quando não posso estar em casa. Para o azar da Sports Interactive e da fornecedora do Tablet ou Switch, essa cogitação não pode ser concretizada por questões que não vem a tona. Mas se elas quiserem resolver esse problema para mim, não ficarei triste.
      Conteúdo original produzido por Henrique M. para o FManager Brasil e Engenharia do Futebol
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