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    • oliveira.nelson
      By oliveira.nelson
      Olá,

      Possivelmente procurei com uma keyword errada e já deve ter resposta para isso, mas:
      O que fazer quando o time começa a baixar o desempenho após algumas rodadas, mesmo utilizando um esquema de rodizio de mudança de esquemas táticos?
      Obrigado?
      OBS. No ultimo jogo troquei uns 4 jogadores e ganhei de 1 a 0 no sufoco, não sei se influenciou. 
    • CCSantos
      By CCSantos
      O Royal Football Club de Liège foi fundado em 1892 e possui o registro nº4, ou Le Matricule 4 na Federação Belga de Futebol, apenas atrás de Royal Antwerp, Daring Club de Molenbeek e Club Brugge.
      Desde então, o clube esteve entre altos e baixos, mas é considerado como um dos maiores clubes belgas da história, com 5 títulos nacionais da Liga belga em 67 temporadas atuando na elite belga. Além disso, possui títulos também na 2ª (3 títulos), 3ª (3 títulos) e 4ª (1 título) divisões nacionais.
      Além disso, a equipe conquistou em 1990 o título da Coupe de Belgique, a Copa da Bélgica, e teve boas campanhas no âmbito europeu, onde chegou nas semifinais da Copa das Feiras, competição que inspirou a criação da Copa UEFA em 1963-64, quando caiu em um jogo desempate contra o Real Zaragoza (ESP), que seria o campeão naquela oportunidade. Durante o caminho, ele eliminou Aris Bonnevole (LUX), Arsenal (ING) e Spartak Brno (TCH).
      Jogou também a Copa UEFA de 1989-90, onde chegou a fase de quartas de final, eliminando ÍA (ISL), Hibernian (ESC) e Rapid Vienna (AUT), até ser eliminado pelo Werder Bremen (ALE), em uma ompetição onde haviam chegado naquela fase dois times belgas, dois times italianos e três alemães, além do francês Auxerre. No final, os italianos se sobresaíram sobre todos e a Juventus venceria a Fiorentina na decisão.
      Outra participação marcante foi na Copa dos Campeões de Copas de 1990-91, onde a equipe, campeã da Copa da Bélgica na temporada anterior - importante destacar que esta foi a última conquista relevante da equipe - apenas fora eliminada pela poderosa Juventus (ITA) nas quartas de final, após eliminar Viking Stavanger (NOR) e Estrela Amadora (POR).
      Como bem citado no 2ºparágrafo, a equipe possui cinco títulos, sendo dois bicampeonatos da 1ªDivisão Belga:
      1896 (14j, 12v, 1e, 1d, 32gp, 11gc);
      1898 (8j, 6v, 2e, 30gp, 5gc);
      1899 (Sem dados completos das semifinais contra o AC Gantois);
      1952 (30j, 20v, 4e, 6d, 71gp, 40gc);
      1953 (30j, 18v, 6e, 6d, 65gp, 36gc).

      O time já teve diversos estádios, mas atualmente joga no Stade de Rocourt, que tem capacidade para 3 mil torcedores. No total, o time já mandou partidas em 11 estádios, todos no entorno de Liège.




      A equipe acabara de subir para a Derde Klasse, que se tornara a 3ªDivisão Belga após a reformulação da forma de disputa, em 2015. A meta é simples para a temporada: Permanecer.


      Muita gente não sabe, mas o RFC Liège é peça importante na história do futebol mundial - inclusive pra você que joga FM, e ama as datas de 1/1 e 30/6, quando se abre a janela de transferências. O caso emblemático que deu cria para o que se tornana a Lei Bosman envolveu diretamente o Liège.
      Jean-Marc Bosman era um meio-campista com passagem pela seleção belga e que atuava pela equipe de Liège, quando recusou uma proposta de renovação do clube. O atleta recebera proposta do francês Dunkerque, e se recusa a jogar pelo time, e teve o seu contrato rescindido. Em agosto de 1990, ele processa o Liège e ganha a causa somente cinco anos depois. A briga entre clube e atleta envolveu também a Federação Belga e a UEFA e, meses após o veredicto no Tribunal de Justiça da UE, que atletas comunitários tivessem livre trânsito entre equipes do continente.

      Voltar para a 1ºDivisão Belga;
      Se reestabelecer como força no futebol local;
      Colocar uma estrela em seu escudo (Na Bélgica, cada estrela corresponde a 10 títulos nacionais);
      FILOSOFIAS:
      NÃO SE UTILIZAR EM NENHUMA HIPÓTESE DA LEI BOSMAN. Contratar apenas atletas com base de transferências pagas, empréstimos e/ou atletas com passe livre dos clubes.
      É isso nesse momento, vou atualizando com mais detalhes daqui a pouco, como a configuração das Ligas, entre outras informações.
    • vinny_dp
      By vinny_dp
      INTRODUÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS Olá, eu me chamo Thomas Lawrence. Se você conhece o Oriente Médio como ele é hoje, mais precisamente o que era território do antigo Império Otomano, isso tem a ver com meu homônimo.
      O meu nome veio por pura coincidência, mas o desejo de liberdade e o gosto pelo desconhecido pode-se dizer que é bem parecido com o dele. Já que falamos um pouco sobre o Lawrence da Arábia, agora falemos sobre o Lawrence de Alexandria, no caso eu. Meu bisavô, trabalhou em atividades no protetorado inglês no Egito e gostou tanto que acabou fixando residência, algo repetido pelo meu avô e pelo meu pai.
      Eu vim ao mundo em setembro de 1987, quando o mundo já era completamente diferente e a Inglaterra estava bem longe do que era no começo do século XX. Ainda assim, ouvi bastante histórias sobre os dias gloriosos do império onde o sol nunca se punha, ficando fascinado com tantos locais diferentes: Índia, Afeganistão, Chipre e Grécia, só para ficar em alguns exemplos.
      O que me chamava realmente a atenção eram as histórias sobre o Mar Mediterrâneo, com a quantidade de países que ele abrigava e a beleza de suas paisagens. Esse fascínio sempre me trouxe a vontade de ler mais sobre o assunto, sem contar que a minha viagem após terminar os estudos básicos começou em Malta, passando por outros países banhados pelo famoso Mar.
      O que tudo isso tem a ver comigo? Bem, além de ser uma paixão pessoal, começou a se ligar quando eu comecei a estudar Educação Física e o sonho de trabalhar com o futebol foi ficando cada vez mais forte. Desse modo, quando concluí os estudos, resolvi que iria me aventurar pelo mundo, trabalhando com a minha paixão.
      Primeiro comecei com alguns trabalhos como preparador e assistente no futebol local, inclusive participando da comissão técnica do meu time do coração, o Zamalek. Assim, quando cheguei próximo aos meus trinta anos, com alguma experiência acumulada, resolvi cair no mundo, agora buscando a vaga de técnico.
      Distribuí currículos entre vários lugares, até que fui chamado para trabalhar em um país próximo. Porém deixemos essa história para depois.
      O SAVE Bom, como alguns notaram, na entrevista do Cleyton falou-se de um membro que teve o notebook furtado no bar. Então, a história foi comigo.
      Para ajudar, o idiota aqui não salvou nada na nuvem e acabou sem o save do Ajaccio e o na América do Sul. Depois do coração partido e mais despesas para recuperar o que eu perdi naquele dia, faltava voltar ao FManager. Qual foi a minha surpresa ao perceber que eu não lembrava a senha?
      Bem, passado todo esse caminho, comecei a me decidir sobre o que faria na sequência. Indo na contramão de alguns amigos que não estão com pique para o FM, eu estou voltando com a certeza que quero ir longe. E nada melhor do que conquistar a revanche com uma história que não foi para frente no FM 16, sobre o Mar Mediterrâneo.
      Só que até aí faltava me decidir sobre os caminhos do save, ponto esse em que o homem das 1000 ideias, @Tsuru, me deu uma baita ajuda.
      Consultei quais eram os países banhados pelo Mediterrâneo e verifiquei que eram 22. Deles eu tirei de cara Malta, Mônaco, Gibraltar, Síria e Palestina; por motivos que variam de uma liga que eu não julgava ser interessante, até pelo momento dos países na vida real. Nas listas que verifiquei, inicialmente não localizei o Chipre, mas decidi coloca-los por conta própria e assim fiquei com 18 ligas jogáveis.
      Dividi essas 18 ligas em potes, a saber:
      Pote 3
      Argélia, Egito, Líbano, Líbia, Tunísia e Marrocos
      Pote 2
      Albânia, Bósnia-Herzegovina, Chipre, Eslovênia, Montenegro e Israel
      Pote 1
      Croácia, Espanha, França, Grécia, Itália e Turquia
      Com essa divisão estabeleci que só passaria para os países do próximo pote assim que vencesse um título nacional em cada um dos locais do pote. Assim, só irei ativar as ligas do pote 2 assim que estiver no último país do pote 3.
      Dito isso, meus objetivos são os seguintes:
      Vencer títulos nacionais em todos os países do desafio Conquistar três Liga dos Campeões Mudar de time apenas via convite, nunca me candidatando a outros cargos  
      O CLUBE Como disse, comecei desempregado o save, com experiência local e licença nacional A. Recebi alguns convites e acabei aceitando a proposta do ES Hamman-Sousse da Tunísia, que calhou de ser uma cidade na costa do Mediterrâneo. O time, que nunca foi muito além de campanhas medianas na Tunisian Ligue 1, já vai para sua quinta temporada na Tunisian Ligue 2.
      Vale lembrar que estou com o FM 17, o que quer dizer que o jogo irá iniciar na temporada 2016/17.
      Basicamente estou indo treinar um asilo. Fiquei impressionado com a quantidade de jogadores já beirando os 40 anos e devo pensar em qual estilo adotar com tantos veteranos, uma vez que uma reformulação completa não deve acontecer agora.
      Mandamos nossos jogos no estádio municipal Bou Ali-Lahouar, com capacidade para 6500 pessoas. Já pensando em um estilo que não canse tanto a equipe, solicitei ao responsável pelo gramado que deixe o tapete com as menores condições possíveis, no caso 90x70m.
      O time é cotado para a promoção à Ligue 1 e só me resta cumprir esse objetivo ou se não deverei sofrer minha primeira demissão.

      INFRAESTRUTURAS | LIGAS CARREGADAS
      A LIGA A Ligue 2 é um campeonato dividido em dois grupos de 10 equipes, que jogam em turno e returno, totalizando 18 jogos na primeira fase. Após essa fase, os três primeiros de cada grupo jogam o playoff de promoção, que é disputado também em turno e returno.
      Depois dos 10 jogos, os dois primeiros garantem acesso direto à Ligue 1, enquanto o terceiro disputa um playoff contra o antepenúltimo da divisão principal. O penúltimo da L2 disputa um playoff contra o vice da terceira divisão e o último colocado é rebaixado automaticamente.
       

      TEMPORADA 2016-2017 - Ligue 2 - Um Asilo na Tunísia
      Mercado de Transferências
      Nossa janela buscou reduzir a alta média de idade do elenco. Arouri veio para a reserva na lateral-esquerda, Onana veio (e já foi, devido às regras de estrangeiros no país), Adjeman-Pamboe é um inglês e atua nas duas pontas; Khenissi, Chikoto e Barrani vieram no final da janela, mas já para entrar no time titular, no comando do ataque, zaga e meio-campo, respectivamente.
      Em janeiro perdemos Momble (PE) e Khemiri (LE). Trouxemos Bani (LE) e Kacem (PE) como reposição destes, além de Kchok para reforçar a zaga.

      ELENCO INICIAL | ELENCO PÓS-JANELA
       
      Ligue 2 e Copa da Tunísia
      Abrimos esta fase contra um dos piores times do campeonato, - o Stade Africain – e fizemos a nossa parte goleando, com uma baita partida de Khenissi, que marcou 4 dos 5 gols do ESHS. Nosso domínio foi tão evidente que até trouxe uma empolgação para as partidas seguintes, na qual vencemos o Korba (4-1) e Ben Arcus (1-0).

      Essa empolgação foi por terra quando encaramos os times mais fortes do nosso grupo. Contra o Monastir, abrimos o placar e até pensamos que poderíamos tirar algo de bom da partida mas o adversário virou em 7 minutos no segundo tempo e sacramentou nossa primeira derrota na competição. O Gafsa, outra equipe cotada para brigar pelo acesso à L1, foi o time que enfrentamos na rodada seguinte e também nos derrotou.

      Nos recuperamos vencendo o Hammamet com um gol já nos minutos finais da partida e fomos para o jogo contra o Gafsa, dessa vez pela Copa da Tunísia, e perdemos novamente, saindo precocemente da competição.
      Um empate contra o Siliana e uma vitória contra o Kef colocaram nosso time nos eixos, prontos para jogar contra o Kasserine, nosso principal adversário pelo acesso. E o duelo foi bastante disputado e nos detalhes a derrota foi selada, com um gol próximo do final do primeiro tempo.

       
      Ligue 2 – Returno
      Nesse segundo turno eu já sabia o que seria preciso para conquistar a promoção, então a meta era vencer todos os três primeiros jogos, roubar pontos contra Monastir e Gafsa, para depois perder o mínimo de pontos possíveis nos três jogos antes de decidir a vaga contra o Kasserine.
      Bem, parte desse roteiro aconteceu conforme eu esperava: vitórias contra Stade Africain (5-0), Korba (1-0) e Ben Arcus (2-1); a derrota para o Monastir (0-2) quebrou um pouco minha expectativa, mas o empate contra o Gafsa (2-2) recuperou meu ânimo.
      Contra o Hammamet só a vitória interessava para nos manter firmes na briga pelo acesso. Bem, aí é que vimos do que esse time é feito.
      Ben Frej abriu o placar aos 6’, mas sofremos a virada em cinco minutos. Aos 31’ pênalti para o Hammamet e o goleirão pegou. Essa defesa deu o gás necessário para buscarmos o resultado e logo aos 35’ empatamos com Barrani. Aos 57’ mais drama no jogo: Ben Abid comete falta estúpida e leva o segundo amarelo, comprometendo seriamente nossas chances no duelo. Fomos nos segurando como dava até os 10 minutos finais, quando fomos para o pau e aí Barrani, o nome do jogo, marcou o 3 a 2 aos 87’. Jogaço.

      Essa partida deu o ritmo para a equipe nos três últimos compromissos e vencemos Siliana (3-0), Kef (2-0) e Kasserine (3-1). Neste último duelo, tínhamos dois pontos de vantagem para o quarto colocado e precisávamos da vitória para garantir a vaga.
      O jogo foi bastante duro. Labroussi abriu o placar aos 28’ e nos colocou nas cordas, fazendo com o que o primeiro tempo fosse um suplício. No segundo tempo, eu coloquei a instrução sobrecarregar, mesma tática que usei nas últimas cinco partidas, e logo aos 57’ empatamos. Continuei com a instrução, ainda que o empate já nos garantisse na próxima fase. Aos 80’, a recompensa: gol de Aouichaoui e o desespero trocava de lado; no final, jogamos a última pá de cal nas esperanças do Kasserine com Bachouche.

       
      Calendário

       
      Classificação - Ligue 2 - Primeira Fase

       
      Ligue 2 – Grupo de Promoção
      Na segunda fase, os três primeiros dos dois grupos jogaram entre si em turno e returno, totalizando 10 jogos. E o meu cálculo foi que eu teria que ganhar seis pontos contra o terceiro da outra chave, no caso o Jendouba Sport e vencer os outros times em casa, para roubar pontos fora. Vamos aos jogos.
      A abertura foi justamente contra o Jendouba e terminamos com um empate frustrante por 1 a 1. Empates foram os resultados finais contra Djerba e Monastir (ambos por 0 a 0), este último uma evolução.
      O duelo pela quarta rodada marcou a virada na briga pelo acesso. Enfrentando o líder do outro grupo na primeira fase, o Stade Tunisien, fomos mais efetivos em um jogo muito complicado e saímos com a vitória por 2 a 0. Vale destacar que desde o final da primeira fase tenho entrado com a proposta de atacar desde o início, alterando para sobrecarregar se preciso do resultado e controlar para segurar vantagem.

      Mais um empate, desta vez contra o Gafsa e assim já somávamos quatro empates e uma vitória em cinco jogos, uma marca bem ruim. No returno, batemos o Jendouba Sport e ficamos firmes na briga pelo acesso.
      Estávamos invictos, apesar do maior número de empates e fomos encarar o Djerba, duelo em que flertamos bastante com o perigo e só conseguimos o empate (mais um!) no final dos 90 minutos. Outro empate foi o resultado contra o Monastir e assim o acesso era bastante incerto, considerando que todos os times eram de níveis equivalentes. Contra o Stade Tunisien fizemos outro jogaço e com três gols depois dos 30 minutos do segundo tempo, fizemos o 4 a 2 e ficamos muito próximos da Ligue 1. Sacramentamos o acesso justamente contra o time que mais nos deu dor de cabeça durante o ano, virando o duelo contra o Gafsa, fechando o placar em 3 a 1.

       
      Calendário

       
      Classificação
      No final das contas, terminamos na liderança da segunda fase, algo surpreendente pela primeira fase que fizemos. Valeu a pena colocar o time no ataque e invictos, fechamos esta fase com quatro vitórias e seis empates.
      No fim, fomos promovidos diretamente junto com o Stade Tunisien, deixando o Monastir para jogar o playoff de rebaixamento contra o Gabes, não conseguindo o resultado para chegar à Ligue 1. O quadro de honra da Tunísia tem tão poucos nomes que esse título foi suficiente para me colocar no top 10.

      LIGUE 1 PRIMEIRA FASE | LIGUE 1 GRUPO REBAIXAMENTO | LIGUE 1 GRUPO DO TÍTULO
       
      Elenco 
      No geral, o elenco foi bem para os desafios dessa temporada, apesar da alta média de idade, algo que é urgente corrigir para 2017/18. Na defesa, fica o destaque para Ben Frej, que conseguiu contribuir bastante ofensiva e defensivamente, do alto dos seus 38 anos.
      O meio-campo foi dominado por Barrani – eleito o jogador do ano pela torcida -, que ditava o ritmo das partidas, além de marcar ou dar passes em momentos importantes. Sua renovação é fundamental para a próxima temporada.
      No ataque, Khenissi fez o que se esperava dele e marcou 13 gols em 23 jogos, média razoável. Como perdeu algumas partidas por lesão, creio que seu desempenho ficou comprometido em alguns momentos.

      ESTATÍSTICAS
    • CCSantos
      By CCSantos
      Depois da empreitada no futebol paraguaio, decidi por manter a tradição de manter dois saves na PM, por isso decidi por iniciar a trajetória com o Decano da Comunidade da Cantabria. Estamos falando da Real Sociedad Gimnástica de Torrelavega, fundada em 1907, em que, no FM2017, iria chegar a 110 anos de fundação no dia 28 de Setembro de 1907.
      O clube foi fundado naquele dia por parte de Gabino Teira, que foi presidente da Província de Santander entre os anos de 1933 e 1935. Mas voltemos a 1907, quando ele convocou diversos esportistas para uma reunião onde se formalizara a criação da Sociedad Gimnástica de Torrelavega.
      Sua primeira partida foi contra o extinto Santander FC, mas até 1921, quando enfrentou o Unión Montanesa, a equipe disputava partidas amadoras. Desde então, o clueb se profissionalizou no ano seguinte, e manda suas partidas no estádio El Malecón, localizado na margem do Rio Besaya, como podem conferir no vídeo que segue essa postagem inaugural.  Uma dica: Caso queira fazer a tradicional Caminhada até Santiago de Compostela, pode seguir o caminho do Rio Besaya, que é chamado como Caminho para Santiago pelo Norte, que é uma das mais longas rotas, como você confere na imagem abaixo:

      O El Malecón é um estádio com muita história. Sua capacidade no jogo é de 11 mil pessoas, mas a capacidade real é menor: 6.007 pagantes. Uma curiosidade bem interessante sobre o El Malecón, que recebeu uma reforma que modernizou consideravelmente o seu estádio, é que em 2004, foi encontrada uma bomba, proveniente da Guerra Civil Espanhola, a 5m abaixo do campo de jogo.

      Mas retornemos ao clube. O clube possui sete títulos da 3ªDivisão Espanhola - Grupo 3, que é o grupo da regão da Cantabria. Também chegou em duas oportunidades na 3ªcolocação da Segunda División B2, em 1992-93 e 1999-2000. Participou poucas vezes das duas primeiras divisões. A última vez foi na distante temporada de 1966-67.
      A equipe possui uma longa rivalidade com o Racing Santander, que se tornara a equipe mais forte da região no andar do século XX. É quando acontece o "Dérbi Montañes", que envolve as duas equipes mais antigas da região. No histórico, o Racing tem larga vantagem sobre os blanquiazules: 33 a 7, com 6 empates.

      Neste momento, temos apenas a Segunda División B da Espanha, além da Liga de Belarus, pois é a mais avançada no FM2017. Em breve, irei colocar as primeiras divisões de França, Portugal, Alemanha e Itália.
      Foram habilitados todos os atletas espanhóis e bascos, com database pequena.

      Pois bem, chegamos aos objetivos:
      1º Como é uma equipe que acabou de subir, a ideia nestas temporadas é de permanecer na Segunda División B.
      2º Conseguir montar um bom elenco, com o intuito de conseguir um feito que não acontece a mais de 50 anos: O retorno a Segunda Divisão (Liga 123);
      3º Chegar em La Liga Santander, e buscar alçar voos cada vez maiores.
      Tudo isso, além obviamente, de se divertir. Não vou obedecer um método de jogo, seja base ou visando contratações.
      Para completar, deixarei aqui um dos hinos de clubes mais antigos - e mais emocionantes - do futebol espanhol, que é justamente o da Real Sociedad Gimnástica de Torrelavega. Sejam bem-vindos ao El Malecón, e que o transformemos na fortaleza do Rio Besaya.
      (Torcedores do Racing Santander não são bem-vindos por aqui. Obrigado)
    • Tsuru
      By Tsuru
      Os celtas eram um conjunto de povos que ocupava grande parte do território da Europa por volta de 1.000 a.C., indo desde a atual Grã-Bretanha até o local onde hoje é a Turquia. Há muitas teorias sobre a origem e a expansão desses povos, mas é um período tão antigo que as raízes se perdem no tempo. É inclusive dessa época que surge a lenda do Rei Arthur, que teria liderado a resistência dos bretões celtas contra os romanos.
      Outro detalhe interessante é que, na cultura celta, "Brasil" era uma ilha mística situada em algum local do oceano, e a própria origem desse nome é céltica. Há quem acredite que os povos antigos já conheciam a origem do Brasil e que foram eles que introduziram, na cultura popular europeia, a informação de que existiam terras além mar cheias de riquezas e animais exóticos. Esse detalhe eu não sabia e quem compartilhou a informação foi o @Inner Logic.
      Entre outras coisas que se sabe concretamente, é notório que os celtas veneravam a natureza e que, entre seus pares, existiam os druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, orientações filosóficas e jurídicas, e rituais religiosos. 
      Entre os druidas famosos, reais ou imaginários, estão o lendário Merlin e o Panoramix, que preparava a poção mágica do Asterix. E essa figura do druida sempre fascinou este que vos fala, o que levou a pesquisar mais sobre a cultura em questão e sobre sua história.
      Descobri, inclusive, que hoje existem seis nações apontadas como “célticas originais”, por manterem traços culturais ou de linguagem desse povo - País de Gales, Escócia, Irlanda, Bretanha (no norte da França), Cornualha (sul da Inglaterra) e Isle of Man (entre a Inglaterra e a Irlanda). Há ainda outras regiões onde a influência celta é considerada forte, como o Norte de Portugal, as regiões da Galícia e Astúrias na Espanha, e a antiga Gália (atuais França, Bélgica e norte da Itália). E há ainda territórios ocupados por antigas tribos celtas onde pouco se sabe sobre o legado deixado por eles, como o sul da Alemanha/Áustria e diversos países do Leste Europeu.
      No futebol, talvez a influência mais clara desses povos seja o Celtic FC da Escócia, batizado com objetivo de propagar o orgulho que os fundadores tinham dessa origem.
      Já havia lido sobre a liga de futebol do País de Gales e sentido bastante vontade de experimentá-la, talvez porque seja um país muito associado aos druidas. E a ideia se complementou com a descoberta das nações célticas.
      Assim, narrarei a carreira de Drew Johnson, um treinador galês fictício sem qualquer experiência, apelidado de “O Druida” por ser um adepto do Neodruidismo.
      A jornada se iniciará na terra natal de Johnson, uma vila de 7 mil habitantes chamada Cefn Mawr (se lê "Kevin Maur"), localizada no condado de Wrexham.

       


       


      Carreguei todas as nações celtas “originais”, algumas delas representadas pelo país onde se situam, e escolhi outras para representar os territórios com forte influência céltica. 
      Na database original do FM, a liga galesa só tem a Welsh Premier League, a elite do futebol local; para dar um pouco mais de emoção, ativei a segunda divisão através do update do Classen.
      Foi necessário deixar alguns países de fora - por exemplo, Itália, Alemanha e Áustria - até porque não sei se meu notebook aguentaria o tranco. Só para garantir, diminuí a qualidade gráfica e tirei as animações, aparentemente o jogo está rodando sem problemas.
      Acho que, no geral, ficou bem representativo e com boas opções de progressão de carreira.
       

       
      Conquistar pelo menos um título por cada país onde passar País de Gales Inglaterra - National League (Forest Green Rovers e York City) França
        Conquistar um título invicto; Conquistar, em uma temporada, todos os títulos em disputa; Vencer a Liga dos Campeões da Europa; Vencer a Copa do Mundo; Me divertir.
       
       
      Nunca pedir demissão no meio de uma temporada;
      Se receber uma proposta e estiver empregado, priorizar a assinatura de novos contratos para o início da temporada seguinte, fazendo o máximo possível para não abandonar nenhum clube durante uma competição.
       
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