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Comandante do Exército diz que 'compartilha anseio de repúdio à impunidade


David R.

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Comandante do Exército diz que 'compartilha anseio de repúdio à impunidade

Sem querer entrar no mérito a respeito da condenação ou não do Lula, tenho uma opinião já formada sobre isso.

Acho bem desnecessário (na minha opinião até perigoso) um General do Exército explanar um discurso onde ele coloca sua instituição como instrumento de salvação da nação. Isso remete a uma semelhança muito grande em relação ao que aconteceu no passado e acaba desencadeando um clamor de parte da população votada para ideias mais extremistas.

O momento político do país é algo completamente propício para isso, todos os 3 poderes estão com uma imagem bastante desgastada perante a população. O que é um prato cheio para que ideologias que pregam um intervencionismo militar passem a ganhar um espaço maior.

O que vocês pensam a respeito?

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Eu quero muito que a democracia deixe de ser apenas por voto e passe a ter mais participação do cidadão e algumas partes sorteadas pois um pouco de aleatoriedade nos eleitos não faz mal. Os sorteios, nos ministérios e secretarias segundo o mérito de acordo com a formação superior, mas nas Câmaras dos Vereadores, Deputados etc. poderia ser qualquer um nas Câmaras, mas também um rígido controle de garantias para que continue no cargo, além da diminuição de regalias e salários.

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Eu compartilho do repúdio do General, e achei lícito o discurso.

Bateram com o pau na mesa e lembraram aos fanfarrões de Brasília as missões institucionais do exército, num momento em que os 3 poderes cospem na cara do brasileiro todos os dias sem medo de qualquer represália. Foi o típico "estamos de olho", que embora desnecessário para alguns, para a maioria populacional brasileira (eu incluso) foi um certo alívio.

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Eu acho vergonhoso, nojento e anacrônico. Em qualquer democracia essas questões nada têm a ver com o exército.

 

CF, Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

LC 97/1999, Art. 15. O emprego das Forças Armadas na defesa da Pátria e na garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, e na participação em operações de paz, é de responsabilidade do Presidente da República, que determinará ao Ministro de Estado da Defesa a ativação de órgãos operacionais, observada a seguinte forma de subordinação:

§ 2o A atuação das Forças Armadas, na garantia da lei e da ordem, por iniciativa de quaisquer dos poderes constitucionais, ocorrerá de acordo com as diretrizes baixadas em ato do Presidente da República, após esgotados os instrumentos destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, relacionados no art. 144 da Constituição Federal.

 

A missão institucional das Forças Armadas está no ordenamento jurídico, não na cabeça dos generais.

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Além de que, vale dizer:

DECRETO Nº 4.346, DE 26 DE AGOSTO DE 2002

Aprova o Regulamento Disciplinar do Exército (R-4) e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e de acordo com o art. 47 da Lei no 6.880, de 9 de dezembro de 1980,

DECRETA:

...

ANEXO I

RELAÇÃO DE TRANSGRESSÕES

57. Manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária;

 

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13 horas atrás, davidreisc disse:

Acho bem desnecessário (na minha opinião até perigoso) um General do Exército explanar um discurso onde ele coloca sua instituição como instrumento de salvação da nação. Isso remete a uma semelhança muito grande em relação ao que aconteceu no passado e acaba desencadeando um clamor de parte da população votada para ideias mais extremistas.

O momento político do país é algo completamente propício para isso, todos os 3 poderes estão com uma imagem bastante desgastada perante a população. O que é um prato cheio para que ideologias que pregam um intervencionismo militar passem a ganhar um espaço maior.

O que vocês pensam a respeito?

 

Desnecessário se você partir do pressuposto que foi uma manifestação espontânea sem segundas intenções. Têm razões vitais pra instituições e aqueles que as representam terem um código de conduta pautando como e quando eles podem se manifestar politicamente.

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1 hora atrás, Matias_ disse:

Eu compartilho do repúdio do General, e achei lícito o discurso.

Bateram com o pau na mesa e lembraram aos fanfarrões de Brasília as missões institucionais do exército, num momento em que os 3 poderes cospem na cara do brasileiro todos os dias sem medo de qualquer represália. Foi o típico "estamos de olho", que embora desnecessário para alguns, para a maioria populacional brasileira (eu incluso) foi um certo alívio.

Você só pode estar de zoeira né?

Me desculpe, mas tem que ser muito mongolão, para, em pleno 2018 apoiar ou achar certo esse tipo de atitude. Não vou nem dizer qual é o adjetivo cabível a quem acha que deve ser instaurada uma ditadura militar no País.

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Agora, Léo R. disse:

Você só pode estar de zoeira né?

Me desculpe, mas tem que ser muito mongolão, para, em pleno 2018 apoiar ou achar certo esse tipo de atitude. Não vou nem dizer qual é o adjetivo cabível a quem acha que deve ser instaurada uma ditadura militar no País.

Não sei se você convive com gente que pensa assim mas você tem que considerar que é assustador o número de pessoas que acreditam cegamente em toda a mitologia em torno do exército e que "antes era melhor". O mito da pouca criminalidade é até difícil ser disputado por causa do controle da informação - embora seja mesmo com os poucos relatos - mas até o mito da economia e da inexistência de corrupção (inclusive mas não limitado a membros das forçar armadas da época) ainda persistem.

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13 minutos atrás, Douglas. disse:

Não sei se você convive com gente que pensa assim mas você tem que considerar que é assustador o número de pessoas que acreditam cegamente em toda a mitologia em torno do exército e que "antes era melhor". O mito da pouca criminalidade é até difícil ser disputado por causa do controle da informação - embora seja mesmo com os poucos relatos - mas até o mito da economia e da inexistência de corrupção (inclusive mas não limitado a membros das forçar armadas da época) ainda persistem.

Aqui no sul, principalmente em pessoas mais velhas, há quase que um consenso de que no tempo da ditadura era "melhor", obviamente porque aqui sempre foi mais "calmo", e que teóricamente, crimes não acontecem/aconteciam com tanta frequência como no sudeste. Além disso, a principal fonte de informação dessas pessoas, no que diz respeito a notícias é o Jornal Nacional, em que a maior parte é destinada a noticiar fatos do sudeste, que é onde a população brasileira está concentrada, logo essa sensação de impunidade, de caos na segurança se torna maior. (não que ela não seja complicada, aqui também está uma onda de violência grande, porém não se compara ao que ocorre no "centro do país"). 

Essas pessoas daqui, não viveram a ditadura como o pessoal dos grandes centros viveu, é por isso que apoiam. Como você mesmo falou, o acesso a informações naquele tempo era muito mais complicado, até porque havia muita censura e fora que não haviam tantos meios de comunicação disponíveis.

A corrupção na política brasileira tem origem na ditadura militar, quem comandava o país acabou se elegendo depois e instaurou a cultura da corrupção em toda a política brasileira. O sistema é antigo, não é coisa do PT ou do FHC, é anterior.

Obvio que o que mais pesa ainda, é a crise financeira a qual estamos vivendo, essa é a pior parte, se todo mundo tivesse ganhando dinheiro, crescendo e evoluindo, como ocorreu no governo Lula, NINGUÉM estaria reclamando, ninguém estaria fazendo nada, e muito provavelmente, se não tivesse dado "ruim" na economia, nem a Dilma teria caído e todos estariam roubando e engordando os cofres das empreiteiras até agora.

Mas eu não consigo concordar com esse pensamento de que no tempo da ditadura era melhor, tem N relatos de como ela foi ruim nos livros, NOSSA CONSTITUIÇÃO foi feita para tentar cercear os poderes dos militares condenando algumas práticas que SABIDAMENTE ocorreram na ditadura. As pessoas querem "segurança" que vem de uma ditadura que não as deixa pensar algo que seja contrário à própria ditadura. Um exemplo bem simples, a ditadura militar não permite que você queira a democracia, que vocẽ se expresse querendo a democracia. Porém a democracia, por pior que seja, permite que você se expresse querendo um governo militar.

Pra finalizar, o Maurílio do Choque de Cultura falou uma verdade, em tom de piada, mas real:
 

Citar

Tem que acabar o estereótipo do idoso sábio. Com o tempo dá pra acumular burrice também.

 

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47 minutos atrás, Léo R. disse:

Você só pode estar de zoeira né?

Me desculpe, mas tem que ser muito mongolão, para, em pleno 2018 apoiar ou achar certo esse tipo de atitude. Não vou nem dizer qual é o adjetivo cabível a quem acha que deve ser instaurada uma ditadura militar no País.

40 minutos atrás, Douglas. disse:

Não sei se você convive com gente que pensa assim mas você tem que considerar que é assustador o número de pessoas que acreditam cegamente em toda a mitologia em torno do exército e que "antes era melhor". O mito da pouca criminalidade é até difícil ser disputado por causa do controle da informação - embora seja mesmo com os poucos relatos - mas até o mito da economia e da inexistência de corrupção (inclusive mas não limitado a membros das forçar armadas da época) ainda persistem.

Essa polarização política que é foda: se o cara tende a uma ideia mais conservadora ele já é taxado de apoiador de ditadura, retrógrado e o caralho.

Eu fiquei feliz e aliviado ao ver um oficial do alto comando expressar publicamente seu descontentamento pois isso passa uma mensagem forte sobre a situação atual do país. É só isso. PAZ

 

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2 horas atrás, Matias_ disse:

Eu compartilho do repúdio do General, e achei lícito o discurso.

Bateram com o pau na mesa e lembraram aos fanfarrões de Brasília as missões institucionais do exército, num momento em que os 3 poderes cospem na cara do brasileiro todos os dias sem medo de qualquer represália. Foi o típico "estamos de olho", que embora desnecessário para alguns, para a maioria populacional brasileira (eu incluso) foi um certo alívio.

“ Estamos de olho” significa o que? Se der merda eles assumem o comando? É aquela velha oportunidade de se colocar como salvadores da nação em um momento de crise institucional dos poderes. Querendo ou não, esperar alguma atitude das forças armadas a respeito de qualquer situação política é algo completamente anti-democrático.

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1 hora atrás, davidreisc disse:

“ Estamos de olho” significa o que? Se der merda eles assumem o comando? É aquela velha oportunidade de se colocar como salvadores da nação em um momento de crise institucional dos poderes. Querendo ou não, esperar alguma atitude das forças armadas a respeito de qualquer situação política é algo completamente anti-democrático.

Exatamente o que eu penso.

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2 horas atrás, Matias_ disse:

Essa polarização política que é foda: se o cara tende a uma ideia mais conservadora ele já é taxado de apoiador de ditadura, retrógrado e o caralho.

Eu fiquei feliz e aliviado ao ver um oficial do alto comando expressar publicamente seu descontentamento pois isso passa uma mensagem forte sobre a situação atual do país. É só isso. PAZ

Mas isso não seria uma idéia nem conservadora e nem liberal e sim autocrática. Nesse caso existe uma polarização de fato porque só pode existir democracia ou não, e só dentro da democracia podem haver discordâncias e consensos em vários níveis mas numa autocracia só existe a favor e contra.

As forças armadas não fazem parte da sociedade civil e por isso seus representantes não estão pautados pelas mesmas regras que nós ou mesmo outros tipos de funcionários públicos.

Daí, qual o motivo de estar "feliz e aliviado" pela manifestação a não ser que esteja implícito que alguma ação pode ser tomada? Afinal, podem estar todos descontentes que não muda nada se respeitarem a Constiuição.

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7 horas atrás, Matias_ disse:

Essa polarização política que é foda: se o cara tende a uma ideia mais conservadora ele já é taxado de apoiador de ditadura, retrógrado e o caralho.

Eu fiquei feliz e aliviado ao ver um oficial do alto comando expressar publicamente seu descontentamento pois isso passa uma mensagem forte sobre a situação atual do país. É só isso. PAZ

 

Olha o cargo do cara. Tu acha mesmo que isso não é uma ameaça de intervenção militar na política? Ou tu acha que uma intervenção militar na política é ok? Porque das duas, uma. E se for a segunda, então tu não tá do lado da democracia. Simples assim. 

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Relaxem, exército (e militares) não tem força e estrutura para tomar o poder (sim, falo com propriedade e conhecimento).

Foi muito mais uma "palavra de medo" do que realmente a intenção de fazer algo.

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11 horas atrás, Matias_ disse:

Eu compartilho do repúdio do General, e achei lícito o discurso.

Bateram com o pau na mesa e lembraram aos fanfarrões de Brasília as missões institucionais do exército, num momento em que os 3 poderes cospem na cara do brasileiro todos os dias sem medo de qualquer represália. Foi o típico "estamos de olho", que embora desnecessário para alguns, para a maioria populacional brasileira (eu incluso) foi um certo alívio.

Você é um ignorante peidorreiro.

Diz o que acha sem embasamento algum.

Acredita no que quiser.

Eu gostaria que refutassem o argumento de que a Democracia deve passar por adaptações para o século XXI, afinal, "estamos no século vinte-um."

Não deveríamos depender de políticos ídolos.

A essência do regime democrático não é político de carreira e assalariado.

A Constituição protege os interesses democráticos, mas depende de uma população melhor esclarecida, e não é possível em uma sociedade em que as noções equivocadas e fake news se espalham mais rapidamente que as verdades conscientes e racionais.

Deveríamos romper o cerco que os três poderes fizeram para se autoprotegerem de uma forma em direção ao futuro, e não em direção ao passado.

Tudo bem, algumas coisas funcionaram no regime militar (veja bem, não chamei de ditadura, mesmo tendo sido), mas não devemos ser reféns de nostalgia.

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Só passando pra pontuar que todos os ministros indicados pela Dilma são sérios, profissionais e pirocudos.

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11 horas atrás, Léo R. disse:

A corrupção na política brasileira tem origem na ditadura militar, quem comandava o país acabou se elegendo depois e instaurou a cultura da corrupção em toda a política brasileira. O sistema é antigo, não é coisa do PT ou do FHC, é anterior.

Obvio que o que mais pesa ainda, é a crise financeira a qual estamos vivendo, essa é a pior parte, se todo mundo tivesse ganhando dinheiro, crescendo e evoluindo, como ocorreu no governo Lula, NINGUÉM estaria reclamando, ninguém estaria fazendo nada, e muito provavelmente, se não tivesse dado "ruim" na economia, nem a Dilma teria caído e todos estariam roubando e engordando os cofres das empreiteiras até agora.

Mas eu não consigo concordar com esse pensamento de que no tempo da ditadura era melhor, tem N relatos de como ela foi ruim nos livros, NOSSA CONSTITUIÇÃO foi feita para tentar cercear os poderes dos militares condenando algumas práticas que SABIDAMENTE ocorreram na ditadura. As pessoas querem "segurança" que vem de uma ditadura que não as deixa pensar algo que seja contrário à própria ditadura. Um exemplo bem simples, a ditadura militar não permite que você queira a democracia, que vocẽ se expresse querendo a democracia. Porém a democracia, por pior que seja, permite que você se expresse querendo um governo militar.

Opinião de quem tem um pai militar e gaúcho, estudou em um colégio militar e cresceu no meio:

Tudo que você falou é mais relativo do que pensa. Nenhuma instituição é perfeita e no Exército, ao menos, acontecem muitas coisas por baixo dos panos sim. Mas daí você falar que "a corrupção na política brasileira tem origem na ditadura militar, quem comandava o país acabou se elegendo depois e instaurou a cultura da corrupção em toda a política brasileira" é algo tão forte que chega a doer. Corrupção sempre existiu e se tornou republicana no século retrasado.

Os livros de história do MEC contam que a ditadura foi ruim pra caralho, mas também falam bem sobre regimes de esquerda - como o cubano e outros - e esse tipo de manipulação não dá pra negar. Estudei história inicialmente com um livro de história produzido pelo Exército e lá fala de "regime militar". Cada um vai contar a história de seu jeito.

O período que tivemos de economia "boa" no governo Lula foi uma farsa. Boas medidas foram tomadas nesse tempo sim, mas nossa economia foi impulsionada por um boom no valor das commodities e de tantos outros fatores favoráveis que podemos dizer que o Lula CAGOU. O país estava mais estável depois do Plano Real e Lula só encontrou condições favoráveis para se jogar como salvador da pátria. 

Finalizando: considerando de onde vim e por quem fui criado, posso dizer que discordo demais da fala do general. O momento do país é terrível, as instituições estão cada vez mais débeis etc etc etc, mas se hoje temos a porra de uma democracia, temos que lutar por ela e mantê-la. Não é voltando a deixar o poder nas mãos dos militares - que também são gente normal, por mais que alguns aqui tenham falado como se não fossem - que o país se estabilizará. Nossa Constituição não é perfeita, mas se seguíssemos seus artigos principais já estaríamos bem melhor. Tendo respeito pelas leis - e leis melhores -, cumprindo-as como deveríamos e com uma Justiça que sirva para algo, o resto se acerta.

E como o @Dan_Cunha falou... o Exército por si só não tem como tomar poder de nada, creio eu. Tenho MUITOS amigos milicos que duvido que mexeriam um palmo para ajudar a montar uma nova ditadura, nem mesmo um governo temporário.

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Belo post.

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12 horas atrás, Tehh disse:

Opinião de quem tem um pai militar e gaúcho, estudou em um colégio militar e cresceu no meio:

Tudo que você falou é mais relativo do que pensa. Nenhuma instituição é perfeita e no Exército, ao menos, acontecem muitas coisas por baixo dos panos sim. Mas daí você falar que "a corrupção na política brasileira tem origem na ditadura militar, quem comandava o país acabou se elegendo depois e instaurou a cultura da corrupção em toda a política brasileira" é algo tão forte que chega a doer. Corrupção sempre existiu e se tornou republicana no século retrasado.

Os livros de história do MEC contam que a ditadura foi ruim pra caralho, mas também falam bem sobre regimes de esquerda - como o cubano e outros - e esse tipo de manipulação não dá pra negar. Estudei história inicialmente com um livro de história produzido pelo Exército e lá fala de "regime militar". Cada um vai contar a história de seu jeito.

O período que tivemos de economia "boa" no governo Lula foi uma farsa. Boas medidas foram tomadas nesse tempo sim, mas nossa economia foi impulsionada por um boom no valor das commodities e de tantos outros fatores favoráveis que podemos dizer que o Lula CAGOU. O país estava mais estável depois do Plano Real e Lula só encontrou condições favoráveis para se jogar como salvador da pátria. 

Finalizando: considerando de onde vim e por quem fui criado, posso dizer que discordo demais da fala do general. O momento do país é terrível, as instituições estão cada vez mais débeis etc etc etc, mas se hoje temos a porra de uma democracia, temos que lutar por ela e mantê-la. Não é voltando a deixar o poder nas mãos dos militares - que também são gente normal, por mais que alguns aqui tenham falado como se não fossem - que o país se estabilizará. Nossa Constituição não é perfeita, mas se seguíssemos seus artigos principais já estaríamos bem melhor. Tendo respeito pelas leis - e leis melhores -, cumprindo-as como deveríamos e com uma Justiça que sirva para algo, o resto se acerta.

E como o @Dan_Cunha falou... o Exército por si só não tem como tomar poder de nada, creio eu. Tenho MUITOS amigos milicos que duvido que mexeriam um palmo para ajudar a montar uma nova ditadura, nem mesmo um governo temporário.

Cara, vocẽ tem uma visão de pessoas de dentro do Militarismo, que OBVIAMENTE VÃO FALAR COISAS BOAS. Talvez eu tenha exagerado em dizer que ela surgiu na ditadura militar, mas foi onde ela foi espalhada e disseminada, pode ver que até os 2 partidos políticos, que deram origem a todos os outros que temos hoje, surgiram durante a mesma.

Respeito seu pai e você, mas não é porque ele acha que foi bom, que "fizeram coisas boas", que um governo radical e ditatorial deve ser imposto, ou que ele foi bom. Essa ladainha de que os livros do MEC elogiam a esquerda é o pior argumento que existe. Eu estudei a minha vida toda em escola pública, E NUNCA, repito NUNCA vi nada relacionado, inclusive tinha um professora assumidamente comuna, QUE NUNCA "doutrinou", fala mal das coisas que estavam erradas no país e da esquerda.

Esse lance aí do Lula nem vou entrar no mérito, não o defendo, mas existiram avanços sim, talvez não tão grandes como pintam, mas houveram. Por exemplo, antes do governo LULA/ e segundo mandato do FHC, pra minha família comprar um raio de uma TV de 20 polegadas, minha mãe teve que fazer um CONSÓRCIO pra trazer do paraguai. Hoje, qualquer pessoa consegue comprar uma TV com um cadastro simples e a preços bem mais acessíveis, mesmo estando em crise. (Concordo que a educação do povo não é o suficiente para poder sair comprando assim, porém tem que ser MUITO cego pra não ver esse tipo de coisa). Se o momento econômico estivesse bom, podia estar o Dr Ray no governo que NINGUÉM IA MOVER UM DEDO pra tirar ele do poder.

Até hoje estamos esperando prenderem os militares que torturaram, mataram e ameaçaram pessoas na época da ditadura. Estes ainda estão escondidos e são defendidos por um bando de mongolões. Ao contrário das coisas "boas" que você diz que foram escondidas, as coisas RUINS, que foram PROVADAS, até hoje, em sua maioria não foram apoiadas.

Pra finalizar, o exército, por falta de ivestimento, competência e estar ultrapassado em n quesitos, não consegue nem fiscalizar as fronteiras do Brasil, quem dirá governar o país.

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1 minuto atrás, Léo R. disse:

Cara, vocẽ tem uma visão de pessoas de dentro do Militarismo, que OBVIAMENTE VÃO FALAR COISAS BOAS. Talvez eu tenha exagerado em dizer que ela surgiu na ditadura militar, mas foi onde ela foi espalhada e disseminada, pode ver que até os 2 partidos políticos, que deram origem a todos os outros que temos hoje, surgiram durante a mesma.

Desculpa, Léo, mas isso é absurdo. Tenta pegar pelo menos desde o início da República. Você está falando como se não houvesse continuidade política e a corrupção fosse restrita antes de 64. A corrupção nunca foi restrita.

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2 minutos atrás, Lowko é Powko disse:

Desculpa, Léo, mas isso é absurdo. Tenta pegar pelo menos desde o início da República. Você está falando como se não houvesse continuidade política e a corrupção fosse restrita antes de 64. A corrupção nunca foi restrita.

Eu tenho pra mim que ali que foi o "estopim", obvio que existe desde a chegada dos portugueses.

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  • Vice-President

O Brasil nasceu corrupto, Léo. Lá nas capitanias hereditárias já tinha.

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    • Leho.
      By Leho.
      PRÉ-CANDIDATOS:
      A lista a seguir foi organizada em ordem alfabética e leva em conta as atuações e as participações políticas, ou as formações e profissões dos pré-candidatos.
      (via @ACidadeON Campinas) 
      André Janones (Avante): 37 anos, nascido em Ituiutaba, Minas Gerais, é deputado federal  Ciro Gomes (PDT): 64 anos, nascido em Pindamonhangaba, São Paulo, é ex-deputado federal, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda e da Integração Nacional  Eymael (DC): 82 anos, nascido em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, é ex-deputado federal  Felipe d'Ávila (Novo): 58 anos, nascido em São Paulo, São Paulo, é cientista político e possui mestrado em Administração Pública  Jair Bolsonaro (PL): 66 anos, nascido em Glicério, mas registrado em Campinas, São Paulo, é ex-deputado federal e atual presidente da República  João Doria (PSDB): 64 anos, nascido em São Paulo (SP), é ex-prefeito da capital paulista e ex-governador do estado  Leonardo Péricles (UP): 40 anos, nascido em Belo Horizonte, Minas Gerais, foi candidato a vice-prefeito da capital mineira na chapa do Psol em 2020  Luciano Bivar (União Brasil): 77 anos, nascido em Recife, Pernambuco, é ex-deputado federal e dirigente do partido pelo qual é postulante ao cargo  Luis Inácio Lula da Silva (PT): 76 anos, nascido em Caetés, Pernambuco, é ex-deputado federal e ex-presidente da República por dois mandatos (de 2002 a 2010)  Pablo Marçal (Pros): 34 anos, nascido em Goiânia, Goiás, é empresário e youtuber  Simone Tebet (MDB): 51 anos, nascida em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, ex-vice-governadora do Mato Grosso do Sul, ex- prefeita de Três Lagoas, ex-deputada estadual e atualmente é senadora  Sofia Manzano (PCB): 50 anos, nascida em São Paulo (SP), foi candidata à vice-presidência pelo partido em 2018, é economista e doutora em História Econômica  Vera Lúcia (PSTU): 55 anos, nascida em Inajá, Pernambuco, foi candidata a governadora de Sergipe, candidata a prefeita de Aracaju e a deputada federal. Em 2018, foi candidata à presidência. Em 2020, à prefeitura de São Paulo  
       
       
       
       
       
      (Tópico sob constante atualização. Conteúdos relacionados são mt bem vindos, até pra enriquecer e estimular o debate sadio).
    • Leho.
      By Leho.
      Por Pedro Henrique Ribeiro,
      21 de julho de 2021
      Você já fez terapia ou pelo menos se consultou com um psicólogo? Essa é uma prática muito boa que deveria se tornar hábito. Assim como algumas pessoas vão ao dentista duas vezes por ano, todos deveríamos reservar um tempinho para conversar com um psicólogo e organizar a mente. Isso serve para pessoas comuns, mas também para super-heróis. Nos últimos anos, ficou cada vez mais comum vermos super-humanos tentando resolver problemas que tinham dentro da cachola. Para isso, ou eles dão uma passadinha no “divã” da terapia, ou tentam botar a angústia para fora. Por causa disso, estamos perdendo aquela imagem de super-herói perfeito e invulnerável, e os estúdios estão investindo nessas narrativas para dar um ar de profundidade às histórias.
      “Nos primeiros 40 anos dos quadrinhos, uma narrativa mais simplificada dominou o mercado dos quadrinhos. Graças ao Stan Lee e seus quadrinhos da Marvel, o super-herói passou a ter uma vida pessoal, problemas psicológicos e se aproximar mais dos problemas do leitor. Esse modelo fez muito sucesso com as histórias do Homem-Aranha, Quarteto Fantástico e Capitão América, e é reproduzido até hoje pela indústria”, explica o pesquisador do Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos da USP, Waldomiro de Castro.
      Nas telinhas e telonas vemos vários heróis assumindo a importância de conversar, como o Utópico, em O Legado de Júpiter, e Bucky Barnes, em Falcão e Soldado Invernal”. Em WandaVision vemos a Feiticeira Escarlate cruzar as fases do luto após a morte de seu marido, Visão, em Vingadores: Guerra Infinita”. Em Watchmen – O Filme, o cruel Rorschach se consulta com um psiquiatra após ir para a prisão. Durante os testes – que dão nome ao personagem -, ele consegue identificar os próprios traumas, mas mente para não ser considerado doente.
      Rorschach se consulta com psiquiatra após ser preso em Watchmen. Imagem: Reprodução/Prime Video
      O professor e pesquisador de quadrinhos, Mario Marcello Neto, explica que muitos desses debates encontrados nas HQs fazem parte de um sentimento de dívida dos autores estadunidenses. “Essa geração pós-Guerra do Vietnã está muito imbuída em uma sociedade que tem muitas dívidas a pagar, seja com minorias ou com eles mesmos. Esse aparecimento do ‘divã’ nos contextos mais atuais, reflete um certo avanço no reconhecimento da importância da saúde mental. Porém, uma coisa que dita isso [ter ou não o divã] é o ritmo da história. Eu acho que se houver muito conflito pessoal, as pessoas saem do cinema. Eu não consigo ver uma cena como a consulta do Soldado Invernal acontecendo em um filme dos Vingadores, porque [o filme] é muito frenético”.
      Sam Wilson (Falcão) e Bucky Barnes (Soldado Invernal) cara a cara na terapia. Imagem: Reprodução/Disney Plus
      “E, às vezes, você pode ser um herói ou um vilão dependendo do contexto. Um super-herói é um sujeito que também tem fragilidades, acontece com muitos personagens, não apenas nos seus traumas, mas também na questão da agressão. Isso sem dúvida abre muito campo para explorar novas histórias e narrativas. Eu acho positivo, porque tira a ideia de que há um super-homem em cada um desses heróis. Isso está afinada aos debates atuais”, explica a pesquisadora de história da arte Vanessa Bortulucce.
      À medida em que as décadas avançam, a postura do super-herói se modifica. Em alguns momentos, como na década de 1960, muitos heróis se envolveram no movimento pacifista. Já na década de 1980, vemos personagens com personalidades mais assertivas e mais agressivos. Agressividade essa geralmente associada aos traumas que deram origem ao lado heroico deles, como as mortes dos pais de Bruce Wayne (Batman) e do tio de Peter Parker (Homem-Aranha) e até mesmo o suicídio do pai de Utópico. Com isso, esses personagens apresentam uma postura muito mais agressiva em relação aos criminosos. “Você nunca viu um Batman tão violento como o da década de 1990”, afirma Castro.
      Utópico buscou ajuda psiquiátrica após problemas com a família. Imagem: Reprodução/Netflix
      Ascensão em meio ao desastre
      A Crise de 1929, também conhecida como “A Grande Depressão”, marcou um dos momentos mais caóticos do capitalismo na era moderna. Ela teve origem nos Estados Unidos, que na época já tinha se consolidado como a maior economia do mundo. Com a crise, muitas empresas quebraram e o desemprego saltou de 4% para 27%. Foi um verdadeiro caos econômico que em pouco tempo trouxe sérias consequências para a sociedade. Esse tsunami de problemas que sucedeu a crise foi crucial para a revolução das comics. 
      Para Vanessa Bortulucce, a principal relação entre a Grande Depressão e as HQs é a mudança do cenário das histórias. “Como a Crise de 29 envolveu o mercado de ações, os bancos e etc, você tem as cidades como um lugar marcado por desastres e más notícias. Então, os quadrinhos sofrem um certo refluxo nesse ambiente”, explica ela. Fora do ambiente das cidades, novos cenários começaram a ganhar força, como o espaço sideral de Flash Gordon e Brick Bradford. 
      Essa fragilização acabou criando o conceito do “herói extraordinário”, aquele que resolve problemas com facilidade, sem quebrar a cabeça, e assim entrega uma aventura fantástica que restaura a esperança do leitor, que não tem muita paciência para novos problemas. 
      Em 1938, quando foi lançada a primeira HQ do Superman, o herói absorveu muitas características da época, especialmente nas edições lançadas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O kryptoniano era invencível, imparável, como se estivesse passando uma mensagem. O mesmo pôde ser vista nas revistas da Capitã Marvel. Assim surgiram os primeiros aspectos para se discutir o mito do herói nas comics.
      Mito do herói no traço e na tela
      Contar sobre a vida dos personagens humanizou os super-humanos e até mesmo os alienígenas como Clark Kent. Isso reforçou a ideia de que um herói pode ser qualquer pessoa, como um fazendeiro do Kansas, um jovem franzino do Brooklyn ou um nerd do Queens.
      “O Super-Homem é um alienígena, mas o leitor olha para o Clark Kent, que é um homem comum. Ao se mostrar como um homem comum, ele estabelece um reconhecimento, e o leitor pensa em um Super-Man que estaria, simbolicamente, dentro dele. Com os heróis da Marvel, Stan Lee tem uma importância vital nesse sentido, porque ele inverte a lógica do Super-Homem: você não tem um herói que se passa por um homem comum, mas um homem –  ou mulher – comum que pode se mostrar como herói”, diz Bortulucce.
      Pensando sobre essa afirmação da pesquisadora, alguns nomes do MCU vêm em mente, como Viúva Negra, Falcão, Gavião Arqueiro, Homem de Ferro, Homem-Formiga, Vespa e muitos outros. Esses heróis sem poderes “mágicos ou alienígenas” usam tecnologia e habilidades de combate para derrotar os vilões. Porém, diferentemente dos heróis do século 20, os personagens da Marvel nos cinemas não carregam consigo um senso inabalável de justiça e têm em comum traumas que precisam ser tratados seriamente.
      Heróis enlatados
      Todo esse roteiro de heróis traumatizados e órfãos é bem conveniente para os enredos, como vimos até aqui. Por isso essa jornada entre perda e poder foi reproduzida em larga escalada para as dezenas de heróis que surgiram nas décadas seguintes aos anos 1960. Esses heróis chamados de enlatados basicamente mudam de nome, o lugar de origem, mas a essência segue sendo a mesma. Essa zona de conforto permitiu que grandes estúdios e produzissem vários heróis sem perder o trunfo de uma história dividida entre vida civil e vida com uniforme, como explica Mario Marcello Neto.
      “Algumas coisas se repetiriam, como a ideia da orfandade como característica para ser super-herói. Nisso a gente tem desde Shazam até o Batman. Parece até que o critério para ser herói é não ter os pais e mães [biológicos]. Na década de 1940 era pior e os heróis que sobreviveram daquela época para cá são muito poucos. Naqueles anos a gente via heróis que eram plágios. O próprio Shazam se envolveu em um processo de plágio por causa das semelhanças com o Superman”. 
      Heróis e política
      Entre as influências que as histórias de super-heróis podem ter na sociedade está a política. Assim como foi o caso do governo de Reagan nos anos 1980, as políticas e as HQs fazem essa troca de signos. Além de exercer uma influência natural com seus enredos, as histórias em quadrinhos também podem ser utilizadas como ferramenta política, como explica Bortulucce. “Muitos personagens surgem por causa da Segunda Guerra Mundial, como o Capitão América. Guerra do Vietnã? Homem de Ferro. Corrida espacial? Quarteto Fantástico. O medo e a maravilha do poder atômico? Hulk e Homem-Aranha. Minorias e lutas sociais? Pantera Negra e X-Men. Os quadrinhos são uma grande ferramenta política”. 
      Um bom e recente exemplo aconteceu durante as manifestações de 2013 contra o então governo de Dilma Roussef (PT). Muitos manifestantes foram às ruas com camisas da CBF e máscara do personagem V, de V de Vingança. A intenção era mostrar que “o povo” estava disposto a ir longe, como V foi. Na história em quadrinhos, o personagem adota um tom professoral e filosófico em seus discursos, e tem todo o tipo de ideia para derrubar um governo fascista que governava a Inglaterra. Entre as ações de V está a explosão do Parlamento Britânico.
      Essa ideia de que todo mundo pode ser um herói se mostra nesses tipos de situação. Na época, Alan Moore, o autor da HQ, chegou a comentar sobre o caso em entrevista ao site UOL. “Há 30 anos eu estava apenas respondendo à situação da Inglaterra da minha perspectiva. Não eram premonições do que aconteceria no futuro”, disse ele sobre a produção de V de Vingança. “Acho que não tenho muito a dizer a respeito [do uso das máscaras], porque eu sou apenas o criador da história. E eu não tenho uma cópia de ‘V’ em casa, isso foi tirado de mim por grandes corporações”, completou.
      Esse uso do V por manifestantes em 2013 é apenas um exemplo da relação entre quadrinhos e política. “As histórias em quadrinho influenciam em termos de filosofia de vida. Os leitores acabam se influenciando pelas ideias e propostas, acabam acreditando na visão de mundo daqueles heróis. Mas eu não acredito que uma pessoa normal seja influenciada aponto de vestir uma máscara ou uma roupa e sair por aí batendo nas pessoas resolvem os problemas do mundo”, diz Castro.
      Então, da próxima vez que você assistir a uma série, filme ou ler uma HQ e se perguntar: isso não está realista demais? Lembre-se de que a resposta é sim! Tudo vai ficar cada vez mais real enquanto continuaremos a ver homens voadores atirando raio laser pelos olhos.
      @Bitniks
    • Lowko é Powko
      By Lowko é Powko
      Quem não conseguir acessar pode ler a notícia no outline com aqueles problemas de formatação.
      Sanders se retirando da cena e as eleições de 2020 se encaminhando para ser uma disputa entre Trump e Biden, com um Partido Democrata em tese um pouco mais à esquerda do que de costume, ao menos no discurso.
    • Lanko
      By Lanko
      De acordo com as notícias, se não jogarem o Tite será demitido, o que está fazendo os jogadores mudarem a postura de boicote para apenas um manifesto público... e então irem jogar o torneio, o que seria o mesmo que "muito barulho por nada".
    • jonnyjones81
      By jonnyjones81
      Estava lendo uma matéria sobre a tal ligação do Kajuru na IstoÉ e a matéria termina assim:
      “Finalmente, uma observação sobre o sistema eleitoral brasileiro, que o Congresso está querendo alterar. O sistema vigente hoje já dá bastante espaço para que políticos como Jorge Kajuru se elejam. São pessoas que não têm outras credenciais além da fama e de algum sentimento de indignação, ou desejo vago de “fazer o bem”, mas que nunca perdeu um minuto da vida pensando sobre políticas e administração públicas.
      Se o Congresso fizer o que deseja, e implantar o tal sistema do “distritão”, em que apenas os candidatos mais votados são eleitos, só haverá gente famosa na política. Aquele sujeito que passou a vida lutando em silêncio por uma causa, ou estudando gestão pública, nunca mais chegará ao parlamento, pois costuma ser eleito pelos votos concedidos aos partidos no sistema proporcional.
      Hoje, existe um Kajuru a mais do que o necessário no Senado. Imagine agora um Congresso feito só de Kajurus. Gostou?”
      Ou seja, uma clara critica à mudança.
      Então fui pesquisar e ler um pouco melhor sobre o tema do voto distrital e distrital misto. Achei uma matéria sobre o assunto muito, mas muito bem escrita (IMO). Vou deixar aqui para a leitura e um debate saudável.
      Como o voto distrital misto pode mudar as eleições no país
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