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Tsuru

Projeto Nacional

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Ademare

Que saraivado do passos de ferreira, e pensar que esse Whelton foi dispensado pelo Remo ano passado ahahahhaa!

Eu já sou de opinião contrária da galera, se tiver espaço suficiente entre os dias, mete os titulares mesmo na competição e vê até onde pode chegar.

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Tsuru
4 minutos atrás, Ademar Tavares disse:

Que saraivado do passos de ferreira, e pensar que esse Whelton foi dispensado pelo Remo ano passado ahahahhaa!

Eu já sou de opinião contrária da galera, se tiver espaço suficiente entre os dias, mete os titulares mesmo na competição e vê até onde pode chegar.

Rapaz...fiquei impressionado. O cara fez o que quis...quatro gols em um jogo do Campeonato Português é coisa rara. Mais impressionante ainda que ele tenha sido dispensado pelo Remo. É mesmo pena que ele esteja tão caro, tinha espaço no Nacional.

Ainda vou decidir o que fazer...o conselho de poupar os jogadores é bom, faz sentido, mas como comentei, me preocupa um pouco a questão da moral da equipe. E se arrancarmos um empate contra o Sporting...quem sabe...quem sabe...

Obrigado pelo comentário!

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Tsuru
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Depois de todo o "drama" nas Taças, vamos ver como foi o bimestre do Nacional na Liga NOS, quando nossa sequência de jogos era teoricamente mais fácil do que a do início do campeonato.
 
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O primeiro jogo do bimestre foi contra o FC Arouca, na Choupana. Desperdiçamos uma tonelada de jogadas de ataque, com o adversário marcando em bloco na frente da área, e só abrimos o placar graças a um lance individual de Tiago Rodrigues. E eu desesperado tentando usar as instruções para corrigir a equipe, sem entender o que estava acontecendo. Não deu certo e sofremos mais um gol no fim do jogo: 1 a 1 com gosto de derrota.
 
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A mesma situação se repetiu contra o Estoril Praia. Para piorar, o adversário abriu o placar. Desesperado, mudei tanto as instruções em tão pouco tempo que em determinado momento nem eu nem os jogadores sabíamos o que era para fazer. Vencemos por 3 a 1 com sorte, graças a uma tarde inspirada de Vitor Gonçalves e a mais um gol de Tiago Rodrigues. E eu prometi a mim mesmo ter mais calma antes de mexer nas instruções.
 
Em seguida fomos enfrentar o Feirense em Santa Maria de Feira, e pela terceira partida consecutiva não jogamos bem. Saímos atrás no placar, viramos o jogo (com mais um gol de Tiago Rodrigues) e, como num filme repetido, entregamos a paçoca no fim.
 
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Foi aí que eu decidi parar analisar o que estava acontecendo. Qualidade do ataque não seria, porque estávamos fazendo gols. Problema no meio campo também não era, porque a bola estava chegando. Então, por que os atacantes/meias ofensivos estavam sendo desarmados facilmente por uma defesa em bloco na entrada da área?
 
A resposta: eu estava usando largura "estreita" ou "sem extremos", o que fazia com que os extremos afunilassem demais o jogo e se tornassem previsíveis. Então coloquei a largura em "equilibrado" e deixei todas as instruções no modo padrão, passando a alterá-las apenas conforme a necessidade de cada jogo.
 
As mudanças fizeram com que a equipe se encaixasse melhor contra o Tondela, que briga diretamente contra o rebaixamento. Levamos um gol logo aos 3 minutos, viramos para 4 a 1, sofremos o segundo gol e, já nos acréscimos, o "miúdo" Peralta Brocador fechou a goleada. E teve gol sabe de quem? Sabe de quem? Tiago Rodrigues!
 
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Antes da partida seguinte, teríamos uma janela de intervalo de 15 dias devido a competições internacionais. Aproveitei e marquei um amistoso contra o Ribeira Brava, um time local da Ilha da Madeira, para colocar três "miúdos" da base entre os reservas que foram a campo: o volante Emanuel Silva (ou simplesmente Silva), além do volante Luka Jokanovic e do atacante Dylan Collard, que já haviam enfrentado o Santa Clara.

Silva foi o melhor: jogou bem nas duas funções do meio (apoiar e atacar) e deu um passe espetacular para o gol de Jhonder Cádiz na vitória por 3 a 0. O trio passou no teste e decidi integrá-los ao elenco principal, servindo de alternativa e ainda disponíveis para o plantel de juniores (não temos time B).

Para concluir o bimestre na Liga NOS, recebemos o Chaves no Funchal - isso, isso, isso, isso. Em um jogo equilibrado, mas tecnicamente perfeito, vencemos por 3 a 0, com direito a uma partidaça e gol de Silva, já devidamente promovido a "miúdo maravilha".
 
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Não fomos brilhantes, mas o que importa é que o saldo final foi positivo: três vitórias, dois empates e uma excelente quinta posição na tabela. Destaque também para o nosso ataque: é o segundo melhor da liga com 23 gols, atrás apenas do Braga.
 
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Estatísticas: Gerais | Individuais
 
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A tendência é mais de queda do que de ascensão porque o próximo bimestre será bem mais difícil. Enfrentaremos o Porto no Estádio do Dragão, os dois Vitórias fora de casa e, na Choupana, receberemos Rio Ave, Paços de Ferreira e o Marítimo, em mais um "Clássico da Madeira". Vamos precisar de mais do que sorte - além do Tiago - para continuar no topo.
 
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O bimestre foi todinho dele, Tiago Rodrigues: eleito melhor jogador do mês, vice-artilheiro da Liga NOS com 7 gols, maior classificação média do torneio e extremamente decisivo nas cobranças de falta.
 
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Tiago está emprestado até o fim desta temporada, por isso já comecei a negociar a renovação. Não será fácil: hoje pagamos metade do salário dele, cerca de R$ 50 mil, e o Porto só aceita que ele fique se pagarmos o total. Até acho justo, mas não temos margem para isso - e muito menos dinheiro para comprá-lo.
 
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Enquanto comecei a sondar o mercado atrás de possíveis substitutos para o Tiago, ou quem sabe de um reserva de luxo, o zagueiro Tobias Figueiredo pediu para ir embora, o que foi aceito por mim. Isso nos deu uma folga de R$ 30 mil na margem salarial e voltei a negociar com o Porto, propondo pagar 70% do salário do Tiago para que ele permaneça com a gente. Eles estão analisando o caso.
 
Sobre o substituto do Tobias, a princípio não contratarei ninguém. O "miúdo" Luka também pode jogar na zaga e será o reserva de César e Jadson ao lado de Rui Correia.
 
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Nossas finanças vão bem, dentro do possível, com alguns meses de prejuízo devido à baixa de receitas. Nesse sentido, a saída de Tobias acabou sendo bastante benéfica por aliviar a nossa folha salarial.
 
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vinny_dp

Os ajustes na tática foram determinantes para a pontuação alcançada nessa sequência. 

Está próximo dos líderes e os jogos fora de casa serão importantes para definir se o clube terá tranquilidade na sequência do campeonato.

Tiago Rodrigues vem mandando muito bem e sendo decisivo em vários jogos. Se ele tiver qualidade para jogar mais anos na primeira divisão, acho que vale a pena investir em um jogador adaptado. Fico no aguardo desse desfecho.

E o zagueiro que saiu? Não será necessário contratar mais alguém?

Boa sorte.

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Tsuru
21 minutos atrás, vinny_dp disse:

Os ajustes na tática foram determinantes para a pontuação alcançada nessa sequência. 

Está próximo dos líderes e os jogos fora de casa serão importantes para definir se o clube terá tranquilidade na sequência do campeonato.

Tiago Rodrigues vem mandando muito bem e sendo decisivo em vários jogos. Se ele tiver qualidade para jogar mais anos na primeira divisão, acho que vale a pena investir em um jogador adaptado. Fico no aguardo desse desfecho.

E o zagueiro que saiu? Não será necessário contratar mais alguém?

Boa sorte.

Com certeza...ainda bem que consegui detectar o problema tático a tempo. Agora preciso ajustar o controle do jogo quando estivermos ganhando, ainda não estou satisfeito com essa parte.

Então, o Tiago é bastante jovem, tem 24 anos e em tese ainda não atingiu o auge da carreira, que seria entre 27-28. Portanto, tem espaço pra evoluir, e no futuro ainda poderia render algum dinheiro ao Nacional. Isso, mais as atuações dele, me fazem querer comprá-lo em definitivo. A questão é que acho difícil que a diretoria disponibilize uma grana alta para transferências, e o passe dele não é barato. Eu espero sinceramente conseguir estender o empréstimo junto ao Porto e pelo menos ganhar tempo até conseguir comprá-lo.

Sobre a saída do Tobias, ele não vinha tendo muitas chances mesmo. O "miúdo" Luka, que além de volante também joga na zaga, será o reserva no lugar dele. Vou acrescentar essa informação no tópico.

Obrigado Vinny!

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ggpofm

É muito legal quando conseguimos resolver um problema a partir da análise que fazemos. Dá uma sensação de trabalho bem feito e de que somos realmente importantes para o sucesso da equipe, mesmo sem controlar diretamente os jogadores.

Procurei, mas não achei. Você colocou aquelas imagens com informações sobre a infraestrutura e recrutamento. Você tem falado dos miúdos da equipe e fiquei curioso sobre essa informações da equipe do CR7.

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Tsuru
1 hora atrás, ggpofm disse:

É muito legal quando conseguimos resolver um problema a partir da análise que fazemos. Dá uma sensação de trabalho bem feito e de que somos realmente importantes para o sucesso da equipe, mesmo sem controlar diretamente os jogadores.

Procurei, mas não achei. Você colocou aquelas imagens com informações sobre a infraestrutura e recrutamento. Você tem falado dos miúdos da equipe e fiquei curioso sobre essa informações da equipe do CR7.

Pois é...eu fiquei muito feliz de ver o resultado no campo. Me deu a sensação, de fato, de que fiz a diferença. Acho isso essencial em um jogo manager - é ruim quando a gente muda, troca, tenta de outra forma e a máquina simplesmente "ignora" tudo isso.

E você tem razão, comecei a falar dos "miúdos" e acabei não trazendo outras informações, do tipo aprofundar qualidade do recrutamento, quem são os potenciais craques, desempenho do sub 20, perfis e tal. Na próxima atualização darei um destaque a isso na parte de "elenco".

Obrigado gg!

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Henrique M.

Tá explicado a paranoia com as competições mata-mata do reino portugalense. A tranquilidade de uma boa temporada quando é esperado que a equipe lute para não cair, fez com o que treinador projetasse a equipe indo bem nas outras competições.

Vendo essa divisão que você fez, recomendo que evite de usá-la, já que tira o contexto das duas coisas. A recepção da campanha da equipe na Taça sendo postado junto com a Liga provavelmente teria sido bem diferente se tivesse mesclado as duas coisas.

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Tsuru
1 hora atrás, Henrique M. disse:

Tá explicado a paranoia com as competições mata-mata do reino portugalense. A tranquilidade de uma boa temporada quando é esperado que a equipe lute para não cair, fez com o que treinador projetasse a equipe indo bem nas outras competições.

Vendo essa divisão que você fez, recomendo que evite de usá-la, já que tira o contexto das duas coisas. A recepção da campanha da equipe na Taça sendo postado junto com a Liga provavelmente teria sido bem diferente se tivesse mesclado as duas coisas.

Tem toda razão. Eu mesmo não gostei dessa divisão, os jogos da taça poderiam ter sido resumidos em coisa de uma linha e o contexto teria ficado mais claro. Depois do jogo com o Chaves, por exemplo, a impressão era de que a equipe estava ajeitadinha, o que se desfez na goleada para o Paços. A partir de agora vou sempre abordar o bimestre com todos os jogos dentro.

Obrigado Henrique!

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Danut

Excelente momento na liga. Empatou duas partidas ali no meio, mas não perder nenhuma e juntar vitórias assim é muito bom. Mesmo que os próximos jogos sejam mais difíceis, a posição na tabela dá bastante tranquilidade ao clube. Tem espaço para perder alguns jogos e ainda estar bem.

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Tsuru
15 horas atrás, Danut disse:

Excelente momento na liga. Empatou duas partidas ali no meio, mas não perder nenhuma e juntar vitórias assim é muito bom. Mesmo que os próximos jogos sejam mais difíceis, a posição na tabela dá bastante tranquilidade ao clube. Tem espaço para perder alguns jogos e ainda estar bem.

Sim...essa boa fase vai nos ajudar na sequência do campeonato, que deve ser bem mais difícil. Acumulamos gordura o suficiente e, se tudo der certo, em breve não precisaremos mais nos preocupar com o rebaixamento.

Obrigado Danut!

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guigasparotto

Está surpreendendo com uma ótima campanha na Liga NOS, principalmente com essa última sequência de resultados sem derrotas. Parece que o ajuste tática, referente a largura, caiu como uma luva, resolvendo os problemas da equipe. Parabéns pela campanha até o momento!

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Tsuru
1 hora atrás, guigasparotto disse:

Está surpreendendo com uma ótima campanha na Liga NOS, principalmente com essa última sequência de resultados sem derrotas. Parece que o ajuste tática, referente a largura, caiu como uma luva, resolvendo os problemas da equipe. Parabéns pela campanha até o momento!

Obrigado Gui! De certa forma viramos a grande surpresa do campeonato e não tem sido fácil, os adversários estão o tempo todo buscando formas de nos vencer. Ainda bem que temos conseguido driblar as dificuldades, como no caso da defesa em bloco contra largura estreita, e o resultado é uma boa campanha.

Valeu pelo comentario!

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DiogoHernandes

Vem muito bem na Liga apesar de não estar fazendo bons jogos em algumas partidas. Acho que essas últimas mudanças táticas foram fundamentais para o time encorpar e acho que mesmo contra adversários mais fortes o time vai se dar bem.

Boa sorte na sequência!

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Tsuru
3 horas atrás, DiogoHernandes disse:

Vem muito bem na Liga apesar de não estar fazendo bons jogos em algumas partidas. Acho que essas últimas mudanças táticas foram fundamentais para o time encorpar e acho que mesmo contra adversários mais fortes o time vai se dar bem.

Boa sorte na sequência!

Obrigado Diogo! Eu espero que a irregularidade do time e a ressaca da derrota para o Paços não nos atrapalhem na sequência.

Valeu pelo comentário!

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Tsuru

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A cidade do Funchal, com apenas 76 km², tem nada menos do que três clubes. De acordo com teoria do livro Soccernomics, normalmente apenas capitais e municípios com presença industrial muito forte (Manchester, Milão, Turim...) possuem mais de uma equipe de expressão (embora haja exceções, normalmente com um motivo bem definido). Para se ter uma ideia, o Funchal tem o mesmo número de clubes na Liga NOS do que Lisboa (Benfica e Sporting) e o Porto (Porto e Boavista). Mas o que levou a cidade a ser, digamos, uma exceção no mundo do futebol? 
 
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Estátua do Jogador de Futebol na Av. do Mar, Funchal, Ilha da Madeira
 
Conforme vimos, em 1910 os três maiores clubes de Portugal já estavam fundados, com seus nomes e configurações atuais, e já havia campeonatos regionais por todo o país. No campo da política as coisas também estavam mudando, e em setembro daquele ano a Revolução Republicana colocaria fim à monarquia portuguesa. Já a Ilha da Madeira era tratada como colônia, e portanto marginalizada.

Duas semanas antes da revolução, dois times amadores da Madeira enfeitaram uma bandeira do movimento republicano com faixas verdes e vermelhas (que eram as cores de cada um), e saíram desfilando pela ilha. Nascia assim o Clube Sport Marítimo ou simplesmente Marítimo, fruto de uma manifestação que encheu de orgulho o povo madeirense.

O Maritimo recebeu esse nome por ter sido fundado por homens do mar, pescadores, marinheiros e outros ligados ao oceano, e sempre teve um forte apelo popular. O primeiro símbolo adotado foi uma flâmula com uma ancora e a sigla C.S.M.


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A reação não demorou: no mesmo ano, como sabemos, Antonino Figueira fundou o Nacional Sport Grupo, escolhendo como cores o preto e o branco. O Nacional sempre teve maior apelo entre as elites madeirenses; dessa forma, ricos e pobres da ilha passaram a ser representados por bandeiras opostas dentro do gramado, em uma rivalidade histórica que data da fundação de ambos.

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Já naquela época, o Marítimo fundou o Clube União Marítimo, uma espécie de "time B" que tinha alguma autonomia e cuja principal função era formar jovens para a equipe principal. Mas, em 1913, o "time A" e o "time B" brigaram devido à uma desavença por causa da posse de uma baliza. Houve uma cisão e os incomodados decidiram formar um clube independente. Essa agremiação se tornaria o Clube de Futebol União, popularmente conhecido como União da Madeira.
 
Enquanto o Marítimo veio do povo e o Nacional, da elite, dizem que o União nasceu de um sentimento nacionalista madeirense - além de seu nome representar exatamente isso, é o único dos três que carrega as mesmas cores da bandeira da ilha. Essa questão nacionalista tem um impacto no desenvolvimento do futebol local, conforme veremos em breve.
 
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Enquanto isso, no continente, foi fundada a União de Futebol de Portugal (1914). Seu maior objetivo era criar associações regionais por todo o país e, no futuro, organizar um campeonato nacional (previsto desde o primeiro estatuto). Seguindo o modelo espanhol, as equipes não se filiavam à UCP diretamente, mas às associações locais.
 
Devido à eclosão da I Grande Guerra Mundial (1914-18) com militares portugueses envolvidos, a UCP limitou-se praticamente a dar autorização aos jogos entre clubes portugueses e estrangeiros, a realizar jogos entre seleções de Lisboa e do Porto e a oficializar a inscrição de Portugal na FIFA.
 
Observando esse movimento, o União da Madeira foi protagonista de uma reunião que daria origem à Associação de Futebol do Funchal. Seria a Associação a responsável por organizar o primeiro Campeonato da Madeira (1916) e se adequar ao modelo da UCP, de forma que os clubes da ilha pudessem participar dos campeonatos nacionais.
 
Continua...

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ggpofm

Legal ver como muitas vezes as questões políticas, sociais e até desavenças internas contrinuem para a fundação de clubes de futebol. Acho bem legal a Madeira ter três clubes rivais. 

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Tsuru
2 horas atrás, ggpofm disse:

Legal ver como muitas vezes as questões políticas, sociais e até desavenças internas contrinuem para a fundação de clubes de futebol. Acho bem legal a Madeira ter três clubes rivais. 

É legal né? Acho interessante como o futebol está ligado a questões políticas e sociais. O Soccernomics por exemplo trata bastante disso, apesar de se propor a ser um livro sobre economia e estatística aplicada ao jogo. Ainda falarei bastante sobre a relação da política com os clubes madeirenses e também sobre a questão da ilha ter três equipes diferentes, tem mais aspectos interessantes para serem abordados.

Obrigado gg!

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Tsuru
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A mosca na teia
Dezembro 2016 e janeiro 2017
 
Depois da sacolada para o Paços de Ferreira e dos bons jogos que fizemos pela Liga NOS, o momento era de preparar a equipe para enfrentar uma sequência bem mais difícil - e de continuar tentando avançar na Taça de Portugal e na Taça da Liga.
 
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Começamos o bimestre enfrentando o Vitória de Guimarães, em um jogo cheio de reviravoltas: eles abriram o placar, viramos a partida e sofremos outra virada.
 
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Nesse jogo notei que o adversário entrou em campo com uma formação 4-3-3 com um triângulo de base baixa no meio campo, de forma a superpovoar sua intermediária e sair em velocidade nos contragolpes.
 
A estratégia era muito efetiva porque, como usamos um 4-3-3 com extremos abertos, os jogadores que recebem a bola no ataque - Witi, Agra e Peralta - ficavam sempre cercados e sem espaço para tocar a bola. E mesmo quando conseguiam driblar, sempre havia dois ou três na sobra. Da mesma maneira, os defensores centralizados impediam as subidas de Tiago Rodrigues. O resultado era que os jogadores de ataque pareciam moscas tentando se soltar de uma teia de aranha. 
 
E não só o Guimarães usou essa estratégia, mas também o Boavista e o Setúbal (cuja formação pode ser observada abaixo). Tentei uma contra-estratégia de utilizar o 4-4-2 inglês ou o 4-5-1, coloquei o time mais defensivo, mexi nas instruções, mas não deu certo e sofremos mais três derrotas: 1 a 0 para o Boavista, 1 a 0 para o Setúbal, e 3 a 0 para o Porto. 
 
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Com quatro derrotas na Liga NOS e três na Taça da Liga, o moral do time despencou e fizemos duas reuniões de elenco para tentar consertar as coisas, já que estávamos naquela fase em que até as chances mais claras são desperdiçadas. 
 
Quando fui ajustar a equipe para o jogo seguinte, contra o Rio Ave na Choupana, parti para um tudo ou nada: uma formação 4-4-2 em losango, conforme já havia sido sugerido várias vezes pelo adjunto. Será que assim eu conseguiria quebrar o 4-3-3 dos adversários?
 
O time começou o jogo apático, mas depois de sofrer o primeiro gol mandei todos atacarem - não sabia mesmo o que mais poderia fazer. Para minha surpresa, despachamos o adversário e a crise em uma virada heróica.
 
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A partir daí, passei a avaliar os conselhos do adjunto e a variar a formação do time entre o 4-4-2 em losango e o 4-3-1-2 com três meias centrais. Foi dessa forma que mostramos quem manda na Ilha da Madeira e despachamos o Marítimo, em mais um show da dupla "Rodrigues Peralta".
 
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Para fechar o bimestre, já pelo primeiro jogo do returno, o adversário foi o Paços de Ferreira. Eles marcaram o gol em um chute de longe e ficaram segurando o resultado. Não conseguimos empatar o jogo e perdemos para eles pela terceira vez seguida, sendo portanto nossa grande pedra no sapato até aqui.
 
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Graças à nossa boa sequência anterior, as derrotas não nos derrubaram na tabela e seguimos na briga por uma vaga na Europa. Mas, sendo bem realista, para um time cuja previsão era brigar contra o rebaixamento um meio de tabela está de bom tamanho.
 
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A tendência é de cairmos mais um pouco na tabela devido aos jogos contra Braga, Benfica e Sporting. Ao menos dessa vez duas dessas partidas serão em casa.
 
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Nas oitavas de final enfrentamos o FC Arouca. Estávamos no meio da crise de sete jogos sem vencer e o time parecia amedrontado, sabendo que qualquer erro custaria a vaga. O adversário cozinhou a partida o quanto pôde e o placar não saiu do zero nem na prorrogação. Fomos para os pênaltis, onde o goleiro Adriano pegou três cobranças e foi o herói da classificação.
 
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Nos outros jogos, destaque para o sufoco do Porto, que quase foi eliminado pelo Santa Clara.
 
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Nas quartas de final encaramos o Feirense. Jogo tenso, nervoso, disputado, onde precisamos levar um gol para acordar e virar o placar. 
 
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Assim carimbamos a vaga para as semifinais. A grande surpresa foi o Setúbal, que eliminou o Benfica nos pênaltis.
 
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Na próxima fase enfrentaremos o Acadêmico de Viseu, da segunda divisão, com Setúbal e Porto decidindo a outra vaga. Lembrando que, a partir de agora, os jogos serão em ida e volta.
 
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O sorteio determinou que faremos o primeiro jogo em Viseu e o segundo, na Choupana. Eu gosto mais de decidir em casa, mas para isso não podemos vacilar no jogo de ida. Depois de chegar até aqui, o Viseu com certeza irá fazer de tudo para alcançar a final inédita.
 
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Não há muito o que comentar, exceto que o Vizela ganhou do Paços, do Sporting e do Nacional e ficou com a vaga. 
 
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Conforme comentei com vocês, nem todos os times de Portugal possuem Equipe B. O Nacional, por exexmplo, dispõe apenas de um plantel de juniores. Isso muitas vezes dificulta quando o elenco é muito grande, porque jogadores "encostados" acabam sem oportunidades de jogar e ficam sem ritmo.
 
Os plantéis de juniores disputam um campeonato próprio com 12 equipes. O Nacional não vai muito bem e é apenas o 9º colocado.
 
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Entre os nossos "míudos", alguns se destacam como potenciais grandes jogadores.
 
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De olho no desenvolvimento deles, integrei alguns ao plantel principal, deixando-os disponíveis também para os reservas. Não sei porque Silva não aparece na imagem do elenco dos "miúdos", já que ativei a opção de deixá-lo disponível para eles também. De qualquer forma, em campo ele foi o que mais me agradou até agora e chegou a ser titular em algumas partidas.
 
A fim de evitar qualquer saída precoce, renovei o contrato de todos os quatro principais destaques.
 
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Danut

Parece que te deram um nó tático pela liga mesmo. Que bom que recuperou nos últimos jogos (fora o último mesmo), pois a fase ali de derrotas foi meio feia. De todo modo, a posição de tabela ainda é muito boa. Podia acabar assim o campeonato.

Na copa, conseguiu ter muita sorte. Primeiro em ter um goleiro pegador de pênaltis quando precisou. Depois, com o sorteio para a semifinal. Chegar até a decisão é obrigação.

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Tsuru
3 minutos atrás, Danut disse:

Parece que te deram um nó tático pela liga mesmo. Que bom que recuperou nos últimos jogos (fora o último mesmo), pois a fase ali de derrotas foi meio feia. De todo modo, a posição de tabela ainda é muito boa. Podia acabar assim o campeonato.

Na copa, conseguiu ter muita sorte. Primeiro em ter um goleiro pegador de pênaltis quando precisou. Depois, com o sorteio para a semifinal. Chegar até a decisão é obrigação.

Rapaz, eu só me lembrava do Union Berlin e do United of Manchester, que engataram uma fase ruim e simplesmente não conseguiam mais vencer Ainda bem que com a ajuda do adjunto consegui uma forma de resolver o problema. Eu nunca tinha visto nada parecido no FM, com todos os adversários utilizando a mesma formação. Daqui por diante tentarei ter alternativas táticas para evitar que aconteça de novo.

Tivemos sorte na Copa mesmo, inclusive no jogo contra o Feirense quando não fomos bem. E concordo que chegar na decisão é obrigação. O Viseu vai dar a vida pela classificação - e nós também. Tem tudo para serem dois ótimos jogos.

Obrigado pelo comentário!

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Danut
Agora, Tsuru disse:

Rapaz, eu só me lembrava do Union Berlin e do United of Manchester, que engataram uma fase ruim e simplesmente não conseguiam mais vencer Ainda bem que com a ajuda do adjunto consegui uma forma de resolver o problema. Eu nunca tinha visto nada parecido no FM, com todos os adversários utilizando a mesma formação. Daqui por diante tentarei ter alternativas táticas para evitar que aconteça de novo.

Tá feia minha reputação na área. Pessoal começa a perder e lembra dos meus saves... :P

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Tsuru
Agora, Danut disse:

Tá feia minha reputação na área. Pessoal começa a perder e lembra dos meus saves... :P

Hahahahaha que nada...eu já estava achando que era algum problema do jogo mesmo. Chega uma hora que você não sabe mais o que fazer...mudou formação, tática, estratégia, trocou jogadores e o time não responde em campo. Eu agora sei bem como você se sentiu nos últimos dois saves.

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ggpofm

Creio que você se equivocou ali no 2° parágrafo.  O 4-3-3 que você apresentou é de base baixa  (dois volantes e um meia). O de base alta é o contrário. Teve uma sequência bem ruim, que foi amenizada com a ajuda do adjunto.

Boa mesmo é a participação na Taça de Portugal. Eu consideraria ir com força máxima para a semifinal e torcer muito pelo Porto, pois em caso de uma final entre vocês dois, mesmo derrotado por ele você teria uma vaga continental por conta do desempenho do Porto na Liga NOS. Se eu não  me engano é assim que funciona em Portugal.

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Tsuru
21 horas atrás, ggpofm disse:

Creio que você se equivocou ali no 2° parágrafo.  O 4-3-3 que você apresentou é de base baixa  (dois volantes e um meia). O de base alta é o contrário. Teve uma sequência bem ruim, que foi amenizada com a ajuda do adjunto.

Boa mesmo é a participação na Taça de Portugal. Eu consideraria ir com força máxima para a semifinal e torcer muito pelo Porto, pois em caso de uma final entre vocês dois, mesmo derrotado por ele você teria uma vaga continental por conta do desempenho do Porto na Liga NOS. Se eu não  me engano é assim que funciona em Portugal.

Tem razão sobre o 4-3-3, vou corrigir. Obrigado!

E sobre a final da Taça de Portugal, nem tinha me dado conta disso e essa de fato parece ser a melhor estratégia. Se avançarmos para a final contra o Porto, a vaga na Liga Europa estará praticamente assegurada. Seria uma vaga um pouco precoce mas, ao mesmo tempo, talvez ajudasse o time a subir de patamar. De qualquer forma, antes temos o Viseu pela frente e quero evitar qualquer decepção agora que chegamos até aqui.

Valeu gg!

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      By Lanko
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      ATUALIZAÇÃO MAIS RECENTE!
       
      E aê galera, tudo bom? Descobri o fórum recentemente há uns dias atrás, especificamente a área de histórias. Li algumas e adorei o formato e o fato que a galera resolveu postar suas jornadas e challenges interesantíssimos. 
      Enquanto jogava o FM18 fiquei pensando nas várias coisas que aconteceram e que dificilmente conseguiria guardar pra lembrar depois, especialmente as coisas memoráveis.
      Deixei quieto e segui em frente, mas como disse, encontrei essa área aqui e me arrependo de não ter pesquisado e encontrado antes. Mas antes tarde do que nunca, né! O save não tem tanto tempo e muitas dos principais eventos estão frescas na memória.
      Esse save não tem objetivos específicos a serem alcançados, simplesmente criei um perfil de treinador (sem escolher clube, comecei desempregado) e saí pro mundo pra ver no que vai dar. 
      PERFIL DO TREINADOR:
       
      Lanko Askarian sempre teve interesse por futebol, principalmente na parte tática, já que jogando ele é um grande perna de pau. Decidiu ir adiante com esse pensamento e resolveu estudar para ser técnico e dirigir uma equipe.
      Diante dos vários fracassos do Brasil na área, decidiu, corretamente ou não, ir estudar e fazer cursos na Europa. Escolheu a Inglaterra já que sabia inglês e nada dos outros idiomas. Depois de algum tempo, adquiriu profundo conhecimento tático, de treinamentos, de filosofias de jogo.
        
       
      Agora só faltava botar tudo isso em prática, e é aí que morava o problema. Lanko entrou determinado a começar 2018 como técnico, mas passou o primeiro semestre desempregado. Nem clubes brasileiros da 3a divisão quiseram sequer conceder uma entrevista.
      No fim da temporada europeia, Lanko voltou a Inglaterra, disposto a aceitar propostas da 5a ou 6a divisão inglesas só pra começar a trabalhar, mas mesmo dessa vez conseguindo entrevistas, não foi o escolhido em nenhum dos oito clubes em que bateu a porta.
       

       
      Jovem (30 anos, muito menos que muitos jogadores em atividade), sem ter comandado vestiário antes e ainda por cima estrangeiro, esses foram os principais motivos das recusas.
      Até que viu um anúncio de um clube de Portugal (o único), a Mondinense, da terceira divisão portuguesa, e decidiu entrar em contato com eles.
      O presidente foi surpreendido pelo contato. Ele acabou gostando do perfil. Avisou que o clube era pequeno, mas gostaria de ver o clube crescer e talvez tentar algo inusitado seria o primeiro passo ideal. O presidente convidou Lanko para a cidade de Mondim de Basto para assinarem o contrato.
       

       
      Lanko aceitou, muito feliz. Portugal não estava nos planos iniciais, mas quem sabe, caindo do céu, seria o melhor lugar para começar a carreira. O idioma não seria problema e Portugal era um bom país, além de ter certa história no futebol e um cenário respeitável.

      Ele sabia que o começo ia ser difícil, mas até chegar em Portugal e ver a sede da Mondinense de perto, ele não fazia ideia do quão difícil…
       
      Próxima>>>
    • Tsuru
      By Tsuru
      Os celtas eram um conjunto de povos que ocupava grande parte do território da Europa por volta de 1.000 a.C., indo desde a atual Grã-Bretanha até o local onde hoje é a Turquia. Há muitas teorias sobre a origem e a expansão desses povos, mas é um período tão antigo que as raízes se perdem no tempo. É inclusive dessa época que surge a lenda do Rei Arthur, que teria liderado a resistência dos bretões celtas contra os romanos.
      Outro detalhe interessante é que, na cultura celta, "Brasil" era uma ilha mística situada em algum local do oceano, e a própria origem desse nome é céltica. Há quem acredite que os povos antigos já conheciam a origem do Brasil e que foram eles que introduziram, na cultura popular europeia, a informação de que existiam terras além mar cheias de riquezas e animais exóticos. Esse detalhe eu não sabia e quem compartilhou a informação foi o @Inner Logic.
      Entre outras coisas que se sabe concretamente, é notório que os celtas veneravam a natureza e que, entre seus pares, existiam os druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, orientações filosóficas e jurídicas, e rituais religiosos. 
      Entre os druidas famosos, reais ou imaginários, estão o lendário Merlin e o Panoramix, que preparava a poção mágica do Asterix. E essa figura do druida sempre fascinou este que vos fala, o que levou a pesquisar mais sobre a cultura em questão e sobre sua história.
      Descobri, inclusive, que hoje existem seis nações apontadas como “célticas originais”, por manterem traços culturais ou de linguagem desse povo - País de Gales, Escócia, Irlanda, Bretanha (no norte da França), Cornualha (sul da Inglaterra) e Isle of Man (entre a Inglaterra e a Irlanda). Há ainda outras regiões onde a influência celta é considerada forte, como o Norte de Portugal, as regiões da Galícia e Astúrias na Espanha, e a antiga Gália (atuais França, Bélgica e norte da Itália). E há ainda territórios ocupados por antigas tribos celtas onde pouco se sabe sobre o legado deixado por eles, como o sul da Alemanha/Áustria e diversos países do Leste Europeu.
      No futebol, talvez a influência mais clara desses povos seja o Celtic FC da Escócia, batizado com objetivo de propagar o orgulho que os fundadores tinham dessa origem.
      Já havia lido sobre a liga de futebol do País de Gales e sentido bastante vontade de experimentá-la, talvez porque seja um país muito associado aos druidas. E a ideia se complementou com a descoberta das nações célticas.
      Assim, narrarei a carreira de Drew Johnson, um treinador galês fictício sem qualquer experiência, apelidado de “O Druida” por ser um adepto do Neodruidismo.
      A jornada se iniciará na terra natal de Johnson, uma vila de 7 mil habitantes chamada Cefn Mawr (se lê "Kevin Maur"), localizada no condado de Wrexham.

       


       


      Carreguei todas as nações celtas “originais”, algumas delas representadas pelo país onde se situam, e escolhi outras para representar os territórios com forte influência céltica. 
      Na database original do FM, a liga galesa só tem a Welsh Premier League, a elite do futebol local; para dar um pouco mais de emoção, ativei a segunda divisão através do update do Classen.
      Foi necessário deixar alguns países de fora - por exemplo, Itália, Alemanha e Áustria - até porque não sei se meu notebook aguentaria o tranco. Só para garantir, diminuí a qualidade gráfica e tirei as animações, aparentemente o jogo está rodando sem problemas.
      Acho que, no geral, ficou bem representativo e com boas opções de progressão de carreira.
       

       
      Conquistar pelo menos um título por cada país onde passar País de Gales Inglaterra - National League (Forest Green Rovers)
        Conquistar um título invicto; Conquistar, em uma temporada, todos os títulos em disputa; Vencer a Liga dos Campeões da Europa; Vencer a Copa do Mundo; Me divertir.
       
       
      Nunca pedir demissão no meio de uma temporada;
      Se receber uma proposta e estiver empregado, priorizar a assinatura de novos contratos para o início da temporada seguinte, fazendo o máximo possível para não abandonar nenhum clube durante uma competição.
       
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Reflexões, ponderações e filosofias
      Antes de falar do save em si, queria aproveitar o espaço para fazer um desabafo. Parece que a cada novo FM que surge eu vou perdendo cada vez mais o contato que eu tinha com o jogo no passado, mas vejo alguns exemplos de pessoas na mesma faixa de idade, mesma faixa de afazeres ou até em faixa maiores, jogando e tendo a boa e velha conexão com o jogo. Não sei se posso culpar o jogo em si ou culpar o jogo com relação a mim. Poderia ser pessoal, mas recentemente venho me divertindo no Football Manager 2008 e poderia facilmente migrar para o Football Manager Touch, que foi minha grande empolgação com um save, tirando os playoffs de promoção com o Santarcangelo. Então acredito que o problema não é do jogo, nem da minha relação com o jogo. É do que eu quero ver acontecendo no jogo.
      Infelizmente eu escolhi um desafio que o jogo não estava disposto a aceitar nas minhas condições, era possível, mas eu precisava aceitar as condições que o jogo impunha e isso não era o suficiente, eu precisava de mais e não aguentava ver o resultado do que eu queria dentro de campo. Não ligo para derrotas, para os percalços, desde que eles ocorram com meu time atuando da maneira pela qual ele foi desenhado para atuar. Se eu me comprometo com a retranca, tenho que estar ciente do que ela causa, se eu me comprometo com o jogo ofensivo, tenho que estar ciente do que ele causa e assim por diante. A questão é que eu me comprometi com uma coisa diferente, que era o líbero, não era uma questão de tática, não era uma questão de estilo de jogo. Era uma questão de trazer uma função morta para o FM e fazê-la funcionar tanto defensivamente quanto ofensivamente, mas isso limitava meu estilo de jogo a ser puramente defensivo ou contra-ofensivo. E as equipes que tiveram grandes líberos ofensivos não jogavam exclusivamente assim e muitas poderiam ser descritas como equipes fluidas e ofensivas.
      Eu passei do estágio de querer ver um desafio impossível sendo feito por mim, passei do estágio de querer acumular títulos e fazer grandes saves em termos de troféus e vitórias. Tive um dos maiores prazeres no FM 2015 com uma equipe que ganhou 3 italianos em umas 15 temporadas, perdeu 2 vezes a Champions e até hoje sinto saudades desses momentos, pois ali eu não estava construindo a minha dinastia, ali eu estava construindo uma história em conjunto com um clube. Tinha aquele apego, tinha aquela paixão de transformar o mundo do futebol. E esse é um problema grande, não consigo fazer igual a maioria das pessoas e escolher um save simples, seguro e que seja factível de se encerrar. Eu quero o desafio de modificar a história, criar momentos que só o FM proporciona e isso acredito que vem dificultando o processo de jogar FM.
      Desafabo feito, hora de seguir adiante e tentar mais uma vez. Se falharmos, levantamos, sacudimos a poeira e tentamos de novo.
      Introdução
      No Football Manager 2014 eu tentei aquele desafio impossível, meu grande feito até hoje foi conquistar a Champions League com o Rangers da Escócia no FM 2012. Por isso, decidi apimentar as coisas e buscar o título da Champions League com outro clube britânico, só que dessa vez advindo da Irlanda. Foram lindas 12 temporadas com 10 títulos nacionais, 9 deles consecutivos e incontáveis títulos nas copas domésticas, transformando o Shamrock Rovers no maior vencedor de todas as competições irlandesas. Em nível continental, realizamos o feito que o Dundalk realizou nessa temporada, ao se tornar o primeiro clube irlandês a participar de uma fase de grupos de uma competição europeia e fomos além, chegamos até as oitavas-de-final da Champions em uma ocasião e participamos por 3 ou 4 vezes do mata-mata da Liga Europa. Porém, apesar de nunca sequer estar perto de alcançar o único objetivo do save, transformei o Shamrock Rovers, mas isso não foi o suficiente para alavancar o futebol irlandês e sem a alavancagem do futebol irlandês seria impossível chegar até o objetivo do save. Eu me frustrei com isso, encerrei o save, depois me arrependi, mas a decisão já estava feita. Contudo, nesse save desenvolvi jogadores, criei ícones e lendas do clube, inclusive consegui segurar uma gigante promessa irlandesa por mais de 10 temporadas na equipe, fazendo com que um jogador da base se tornasse um importante jogador da história da equipe. E eram essas pequenas coisas que seguravam o save, mas infelizmente, ele estaria fadado a nunca dar certo da maneira que eu gostaria.
      Por isso, no ano passado, o ggpofm traduziu e adaptou um texto sobre como tornar uma liga competitiva e eu decidi que era hora de tentar realizar o impossível novamente, porém eu incuti no erro de começar o jogo no FM 2014 e comparar as duas histórias e é óbvio que isso deu errado, pois eu me frustrava com o que ocorria e olhava e comparava com o que havia sido feito e me perguntava o que estava acontecendo e o que estava sendo feito de errado, até o ponto em que eu comecei a tentar emular as decisões do passado. Isso ruiu a tentativa.
      É hora de aprender com o passado e recomeçar um desafio diferente que é transformar uma liga com um desafio do passado, a busca do impossível. Sinceramente, espero que seja esse o combustível necessário, pois o fato de querer continuar participando ativamente da área me fez retornar rapidamente com uma história. Quando não estou contando um save, a atenção que dou a área é totalmente diferente e sinceramente, como é uma área que pulsa numa vibração interessante e revigorante, acho injusto comigo mesmo não estar aqui, mesmo que o preço seja mais uma história inacabada.
      Objetivo
      Conquistar a Champions League com o Shamrock Rovers Regras do save
      Se o jogador não serve mais para o Shamrock Rovers, a prioridade é repassá-lo para uma equipe irlandesa, mesmo que isso signifique aceitar uma oferta menor ou perder o jogador de graça. Não contratar destaques de outras equipes irlandesas. Buscar repatriar jogadores irlandeses de ligas estrangeiras. Buscar contratar jovens promessas de equipes irlandesas, com o propósito de acelerar a evolução do mesmo. Buscar antecipar a concorrência externa pelos principais jogadores da liga, evitando que jogadores de bom nível ou alto potencial saiam do país. (A única condição que permite contratar um jogador adversário que seja importante para o clube) Caso alguma nova necessidade vá surgindo, irei informar num post e adicionar aqui Histórico
      2017 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado na 1ª rodada qualificatória da Europa League
      2018 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado no Playoff dos campeões da Champions League, 4º lugar no Grupo K da Europa League
      2019 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Cup, 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2020 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado na 3ª Qualificatória da Champions League e nos Playoffs da Europa League
      2021 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2022 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo H da Champions League
      2023 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º colocado no Grupo J da Europa League
      2024 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 3º colocado no grupo G da Champions League
      2025 - 2º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 4º colocado no grupo B da Champions League
      2026 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo L da Europa League
      2027 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 3º colocado no Grupo H da Champions League
      2028 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e eliminado nas oitavas-de-final da Europa League e 3º colocado no Grupo E da Champions League
      2029 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado nos 32-avos de final da Europa League, 4º lugar no Grupo A da Champions League
      2030 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º lugar no Grupo C da Champions League
      2031 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º lugar no Grupo H da Champions League
      2032 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2031/2032  e 2º lugar no Grupo F da Champions League 2032/2033
      2033 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2032/2033 e 3º lugar no Grupo G da Champions League 2033/2034
      2034 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas quartas-de-final da Europa League 2033/2034 e 3º lugar no Grupo C da Champions League 2034/2035
      2035 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da Europa League 2034/2035, Campeão da Super Copa da UEFA 2035 e 1º lugar no Grupo H da Champions League 2035/2036
      2036 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2035/2036 e 3º lugar no Grupo E da Champions League 2036/2037
      2037 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Europa League 2036/2037, 4º lugar no grupo C da Champions League 2037/2038
      2038 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, 3º lugar no Grupo F da Champions League 2038/2039
      2039 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Europa League 2038/2039, 3º lugar no Grupo G da Champions League 2039/2040
      2040 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Europa League 2039/2040, 1º lugar no Grupo G da Europa League 2040/2041
      Histórico de posts
      Shamrock Rovers e Irlanda A primeira pré-temporada Algumas surpresas na tabela Liderança na Irlanda, decepção na Europa Vantagem é sempre importante A baciada fica para o meio do ano Uma temporada mais competitiva Irlanda x Escócia Celtic Park, Olympiyskyi, Vélodrome e King Power Stadium 3 contratações, 32 despedidas Enfim mediremos força com o Dundalk? Onde os outros perdem, nós vencemos Um empate que vale por duas temporadas e meia Em time que está ganhando não se mexe? Mais um voo solo? Dois patetas, as traves e um muro espanhol Em terra de irlandês, quem é Shamrock, é rei! As primeiras cifras em reforços Um começo de temporada inédito 166 convocações no elenco Os desafios financeiros da Irlanda Um estádio para chamar de nosso Alguém parará o Shamrock Rovers? Muita movimentação no Tallaght Uma Irlanda que dá trabalho O retorno do atacante solitário Falta embalar Uma chance inesperada Deem um pouco mais de crédito para a Liga Irlandesa Vendas milionárias Sentimos sua falta, O’Brien! Gribbinaldinho Fenômeno! A 5ª maior instituição da Irlanda Remodelagem tática A melhor campanha da história do primeiro turno Na perseguição do Cork City Verde é a cor da Irlanda Um vacilo milionário A melhor campanha da história do primeiro turno – Parte 2 Mais Irlanda na Europa Forde, por que faz isso comigo? Batemos a marca de 2 milhões Um carrossel verde e branco Simplesmente avassalador! Um péssimo ano para ser Bohemian Um mercado prolífico Um novo concorrente no horizonte? Eurocopa 2028 A solução que veio e que foi Chora, Allegri! Reaprendendo a jogar Tudo conforme o script Dinamo Zagreb A única vez foi em 2017 O bom filho a casa torna Uma máquina chamada Conor Wilson Copa do Mundo 2030 Maldito sorteio da Champions League Uma abordagem renovada Poxa, UCD! Um dia ruim por turno O doce aroma da elite europeia De pontas para volante Uma noite irlandesa em Londres As dificuldades de ser maior que a liga irlandesa Meus jogadores são de um material superior Que venha o Lyon! Teremos um campeonato!? Segue o líder! A gente bem que tentou, mas o Cork não quis! Regulamento debaixo do braço Faltaram apenas 6 minutos Mais uma vaga na Champions League! Dosharaithe E estamos de volta A estrada até aqui... Real Madrid x Shamrock Rovers Super Copa da UEFA Green Stadium Uma homenagem à Conor Wilson Começo claudicante, mas final esperado O fim de duas eras Sob nova direção A Airtricity Premier League é uma das 10 maiores da Europa 20 anos de Danny Green Um campeonato que ainda está em aberto Vexatório! O plano quinquenal Zero gols, zero derrotas Uma nova era para o Hoops Tinha um italiano no meio do caminho Uma insípida janela de transferências Um paredão azul Winner Winner Chicken Dinner Um quinquênio que durou dois anos Uma debandada do Green Stadium A lei do ex é terrível Em meio a Euro 40, Hoops quebram recordes Dois pênaltis, dois destinos Um pardal verde Queria contra-atacar como a máquina Uma estrada cheia de buracos
    • EduFernandes
      By EduFernandes
      Tópico criado para o debate do restante das ligas que não possuem tanto prestígio, mas ainda são importantes no futebol da Europa.
    • thyagocda
      By thyagocda
      SUMÁRIO

      Apresentação
      Sou mais um daqueles apaixonados por FM, mas por conta dos compromissos pessoais, o tempo gasto com o jogo deve ser bem equilibrado. Ano passado criei uma história aqui na PM com o Porto mas acabei interrompendo depois que descobri que eu seria pai, a gravidez passou, meu filho (Thayler) já nasceu com saúde graças a Deus. E agora que as coisas acalmaram vinha planejando o retorno a área.
       
      Estilo de Postagem
      Tentarei seguir um padrão de postagens bimestrais sobre os acontecimentos no jogo. Mas pretendo utilizar as probabilidades de apostas do jogo para gerar interatividade com os leitores entre as postagens. Pelo menos a introdução do save contará com uma "pequena ficção" e ao longo do save tentarei dar prosseguimento.
       
       

      O Desafio Real #1 | A Dany - MAI/17
      Valência - ESP

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