Henrique M.

FM 2015
Engenharia de Base: Como Lapidar Diamantes?

52 posts neste tópico

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Escolhendo um perfil

A primeira coisa que tem que se ter em mente é o tipo de abordagem que você tem em mente para seus juniores. Eu desejo ser um formador, um captador, um desenvolvedor ou um comprador? Obviamente que a última opção não serve para o propósito desse artigo, mas vamos elucidar e dar alguns exemplos:

  • Formador: O clube que foca em ver suas categorias de base cheia de garotos que o próprio clube encontrou e deu oportunidades. O Barcelona é o exemplo mais famoso desse tipo de política, mas existem outros. Pode ser aliado com um perfil captador e desenvolvedor. Mas aqui o foco é usar o próprio clube para que os jogadores evoluam e busquem seu espaço no time principal.
  • Captador: O clube tem uma boa categoria de base, mas não conta apenas com ela, busca jovens em todos os cantos para aumentar o número de jogadores de potencial em sua base. A sua principal diferença é que a principal matéria prima vem dos outros clubes e não do seu sistema de captação.
  • Desenvolvedor: É o clube que alia sua capacidade de formação e captação com empréstimos e espaço para os seus jovens jogadores em outros times. Muitos utilizam esse tipo de estratégia, montam uma boa categoria de base, mas deixa o trabalho duro de dar espaço e experiência para jogadores na mãos de outros clubes e quando o jogador está plenamente desenvolvido e pronto para ser usado, traz ele de volta.
  • Comprador: É o clube que mesmo tendo boa infraestrutura e capacidade de formar seus próprios jogadores, não se utiliza de sua categoria de base. Prefere comprar jogadores prontos ao invés de desenvolver os seus. O Real Madrid é o grande expoente desse comportamento. E esse é um tipo de perfil que não vamos trabalhar.
  • O foco é mostrar como você mesmo pode desenvolver sua categoria de base aliando os perfis formadores e desenvolvedor em um só. É uma estratégia mista que traz resultados concretos em mais ou menos duas temporadas dependendo do nível dos seus jogadores e de como eles são utilizados no elenco.

Separando em categorias

Os jovens jogadores devem ser separados em três categorias: diamantes puros, jovens talentosos e lixo. São nomenclaturas pessoais, cada um chama do jeito que quiser, mas vou usar esses nomes para deixar claro o que é o quê.

  • Diamantes puros: são jogadores com grande potencial, avaliados geralmente de 4 estrelas para cima, costumo incluir os que tem 3,5 estrelas aqui também.
  • Jovens talentosos: são jogadores que tem chance de serem úteis, avaliados entre 2 a 4 estrelas, ou até mesmo até 3,5 estrelas, dependendo do seu ponto de separação.
  • Lixo: todos os jogadores que são avaliados com menos de 2 estrelas e provavelmente não terão futuro em sua equipe (não iremos tratar desta terceira categoria, já que ela só é proveitosa para fazer número nas categorias de base).

BarakaldoCFSub-19_EquipeJogadores_zps238

Desenvolvendo Diamantes Puros

Essa é a parte mais complicada para tirar o que tem de melhor de um jogador. Você tem que abrir espaço na sua equipe para os jovens diamantes, o melhor lugar possível para que eles se tornem o que se espera deles é no próprio clube. Ele estando dentro do clube, você tem total controle das ações e de como direcionar a evolução desse jogador para que ele alcance o patamar de grande jogador rapidamente.

Aliando o sistema de Tutores do jogo com tempo de jogo, os resultados são rápidos, dentro de uma temporada, se o jovem tiver jogado uma quantidade razoável de jogo, você verá diferenças, podendo em até duas temporadas já estar preparado até para assumir a titularidade da equipe.

Mas por que manter um jovem como reserva na minha equipe se ele pode ser titular em outros lugares? Pense bem, qual é o melhor ambiente para um jogador se desenvolver ao máximo? Num time onde ele tem toda a pressão de carregar uma equipe medíocre nas costas ou tendo espaço no meio de uma equipe pronta aonde ele tem menos responsabilidades?

E esse pensamento é claro, não é para colocar jogador na fogueira. Tá vencendo um jogo tranquilamente? Coloque o garoto para jogar. Tá precisando de um reserva para aquele jogador? Olhe para sua base ao invés de gastar tubos num jogador que só servirá de enfeite. Mas não vá pensando que aquele "miúdo maravilha" é a salvação da lavoura caso as coisas não estiverem indo do jeito que você deseja. É perigoso para o seu time e para o jovem ser colocado numa situação de risco e ele não ter carga para aguentar. Mas, trabalhando o psicológico dele, através de um tutor adequado, a maioria deles sobreviverá a esse tipo de intempéries.

Portanto, a lição definitiva que fica: dê espaço no seu elenco para aquele menino que chegou ontem com potencial 4 estrelas, ele pode ser o próximo craque da equipe antes mesmo que você perceba e tudo isso investindo pouco.


Desenvolvendo Jovens Talentos

Aqui é onde entra o perfil desenvolvedor, você tem aquele jogador que está numa faixa e possivelmente pode ser um bom reforço ou pode ser um jogador inútil. Empreste-o. Lá ele terá como provar seu valor e você poderá acompanhar de perto a sua evolução sem prejudicar jogadores melhores ou sua própria equipe.

O empréstimo é vital para esse jogador. Lá ele vai ter o tempo de jogo que precisa e terá que provar seu valor para ser promovido a sua equipe principal. Porém, é necessário que você escolha equipes aonde ele terá importância, não adianta mandar ele para uma equipe da primeira divisão aonde ele será reserva, sendo que você pode mandar ele para uma equipe de uma liga mais fraca ou divisão inferior e lá ele vai ser titular e terá menos pressão para se desenvolver.

Preste atenção aos relatórios do seu staff que lá vai dizer para que nível o jogador já está pronto e é para lá que você deve mandá-lo, não mande ele para um lugar que ele não está pronto para encarar ou que seja pouco amistoso, você pode estar jogando fora um bom jogador.


O Tutor

O ponto-chave para qualquer jogador que você deseje desenvolver é quem você escolhe para ser o tutor dele. O seu staff lhe indica algumas opções, mas o mais importante é você checar pessoalmente se as personalidades dos jogadores batem. Não adianta botar um jogador leal para acompanhar um jovem ambicioso, seus valores não batem e você não vai ver evolução nenhuma no seu garoto e ainda pode criar rixas no ambiente.

Aqui vão os principais pontos que devem ser olhados para um tutor ser útil:

  • Escolha jogadores com personalidades compatíveis.
  • Procure jogadores com alto nível de Frieza, Determinação, Índice de Trabalho e Trabalho em Equipe. Concentração é um bom valor para se levar em conta também.
  • Nunca coloque um jogador para ser tutorado por alguém que tem atributos mentais piores que os dele. Você pode ter um jovem com determinação 15 e Concentração 18. Se colocar um jogador com determinação e concentração menor, esses atributos do seu jovem irão diminuir também.
  • Preze por fazer esse desenvolvimento do jogador antes que ele chegue ao profissional. Geralmente o jogador chega na sua equipe com 15 ou 16 anos, até ele completar 17 ou 18 anos, faça ele ser tutorado pelo máximo de tutores compatíveis possíveis. Isso irá acelerar o desenvolvimento do jogador quando ele começar a receber oportunidades na equipe principal ou em outras equipes.
  • "Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu gostaria que você fosse tutor de fulano, pois sinto que pode ajudá-lo a melhorar seu jogo". - Aqui será compartilhado o talento, aquilo que seu jogador sabe dentro de campo. Ele irá compartilhar seus movimentos preferidos, irá compartilhar seu estilo de jogo, ou seja, sua função dentro de campo e ajudará o jogador a desenvolver os atributos para essa função. Isso significa, que você pode ter um substituto perfeito para aquele seu defensor que joga com bola, simplesmente trabalhando essa função. Ou então aquela precioso Raumdeuter que anda fazendo estragos nos adversários poderá ressurgir através de um jovem seu.
  • "Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu penso que seria vantajoso se você tomasse conta de fulano e lhe passasse toda sua experiência". - Aqui será compartilhado a personalidade, a mentalidade, o comportamento dentro e fora de campo. Isso aqui é importantíssimo para moldar o desenvolvimento do seu jogador. Os atributos destacados acima são suficientes para que o desenvolvimento seja feito da melhor maneira possível.

Importantissímo: A tela para escolher o tipo de tutoria que você deseja é bem simples. E depois que você entender o que cada uma das frases determina, você poderá moldar o jogador da maneira que lhe trará maiores benefícios.


Tempo de jogo

Após seu jogador ter adquirido a personalidade adequada e ter os atributos primordiais para sua evolução, é hora de botá-lo em campo. Não contrate reservas para uma posição aonde você tem uma jovem promessa, deixe ele ser seu reserva imediato e molde seu jovem para que ele possa substituir no futuro esse jogador sem problemas algum.

Uma dica que eu considero bastante interessante, a partir de 2 estrelas, um jogador jovem já é capaz de se sentir confortável jogando com 10 ou 9 companheiros de alto gabarito. Com esse suporte, ele já poderá ser titular, acelerando ainda mais sua evolução.

Mas o importante para isso dar certo é que você não deve estruturar sua equipe em cima de suas promessas. Na peneira do ano anterior surgiu aquele atacante dos sonhos 1 estrela de capacidade e 5 estrelas de potencial. Tem tudo para ser uma lenda do futebol e levar seu time longe. Não é sensato da sua parte esperar que ele resolva tudo da noite para o dia. Dê estrutura para ele, tenha paciência e vá com cuidado. Se você gerir adequadamente todos os fatores expostos aqui, ele realmente será aquele jogador que você vislumbrou quando ele chegou ao clube.

Staff

Existem algumas coisas que devem ser levadas em conta, principalmente para quem quer começar essa filosofia num time ruim, em relação aos staffs escolhidos.

  • Priorize o staff da equipe principal, como o objetivo é fazer o mais rápido possível a transição base-profissional, para equipes com orçamento apertado vale mais a pena ter um bom staff para o profissional do que dividir suas atenções.
  • Ter um Diretor de Futebol Júnior com boa avaliação de potencial é muito útil, pois isso melhora a qualidade média dos jogadores que chegam para as peneiras, já que o responsável por trazer esses jogadores é esse Diretor.
  • É útil que todo o seu staff tenha o atributo Trabalhando com Jovens elevado, mesmo aqueles que são dedicados ao profissional.
  • Se houver a oportunidade de reforçar qualitativamente o staff da base, priorize quem tiver o atributo Mental alto, já que ajuda no desenvolvimento dos atributos psicológicos dos jovens jogadores, algo muito importante para a evolução geral do seu prodígio.

Paciência

Formar seus próprios jogadores não é algo que traz efeitos da noite para o dia. No Profissão: Manager, temos um desafio aonde os jogadores são incentivados a jogar um save aonde tudo gira em torno de utilizar somente sua categoria de base e você pegar um time da última divisão e achar que a categoria de base vai produzir gênios de uma hora para outro, você vai se frustrar. Com a quantidade exata de paciência, tempo de jogo e bons tutores, você terá orgulho de ter criado seu próprio Lionel Messi.

Links úteis:
Desafio: Lapidando Vencedores
Categorias de base: Planejando o futuro

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Muito bom, vai me ajudar muito.

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Show!!!! Excelente tutorial.

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Ótimo tópico, me ajudará muito

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Henrique, acho que você deveria linkar ao final do post aquele outro tópico sobre a Base, é igualmente construtivo. Link também o desafio onde você o menciona. Eu poderia fazer isso, mas to saindo e o trabalho é seu.

No mais, ficou muito bom.

Uma dica que eu considero bastante interessante, a partir de 2 estrelas, um jogador jovem já é capaz de se sentir confortável jogando com 10 ou 9 companheiros de alto gabarito. Com esse suporte, ele já poderá ser titular, acelerando ainda mais sua evolução.

Em relação ao tema, eu tenho adotado um estilo Formador-Captador. Mas gostei da ideia de mandar apenas os mais ou menos para outros clubes. Diferente de você, não envio os craques pra desenvolver em outros clubes por motivos de pressão, e sim de estrutura de treino e o jogo truncado das divisões de baixo, podendo gerar uma série de lesões que comprometa o caboclo.

Sobre a tutoria, será que a primeira opção gera redução de atributos mentais, se o tutor for pior que o tutorado? Nunca parei pra observar isso.

O quote representa um modo de pensar bastante interessante. Uma dica valiosa. Eu estava pensando esses dias, dentro do contexto daquele outro tópico, quando seria viável contratar alguém para uma posição de modo que minhas jóias daquela posição tenham chance quando desabrocharem. Ou seja, uma relação de idade do contratado com a idade de botar os diamantes pra jogar, de modo que o contratado já tenha passado seu auge e esteja em declínio daqui X tempo. Até tentei fazer uma planilha de excel, mas tava complicado. :heh:

--

A todos do tópico: vocês costumam colocar jogadores sub-18 para jogar no titular?

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  • Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu gostaria que você fosse tutor de fulano, pois sinto que pode ajudá-lo a melhorar seu jogo. - Aqui será compartilhado o talento, aquilo que seu jogador sabe dentro de campo. Ele irá compartilhar seus movimentos preferidos, irá compartilhar seu estilo de jogo, ou seja, sua função dentro de campo e ajudará o jogador a desenvolver os atributos para essa função. Isso significa, que você pode ter um substituto perfeito para aquele seu defensor que joga com bola, simplesmente trabalhando essa função. Ou então aquela precioso Raumdeuter que anda fazendo estragos nos adversários poderá ressurgir através de um jovem seu.
  • Como um dos jogadores mais velhos da equipe, eu penso que seria vantajoso se você tomasse conta de fulano e lhe passasse toda sua experiência. - Aqui será compartilhado a personalidade, a mentalidade, o comportamento dentro e fora de campo. Isso aqui é importantíssimo para moldar o desenvolvimento do seu jogador. Os atributos destacados acima são suficientes para que o desenvolvimento seja feita da melhor maneira possível.

Interessante seu artigo, eu sempre pensei que a primeira opção era apenas útil quando a gente queria fazer o tutor passar um movimento preferido para o tutorado, e apenas isso.

Já que estou fazendo um desafio focado nessa parte do jogo, então nada melhor que perguntar sobre isso.

Suponha que eu tenha no elenco um zagueiro que não possui nenhum movimento preferido, que tem ótimos atributos mentais (Concentração, frieza, determinação, Índice de Trabalho e Trabalho de equipe), e que seja excelente na função defensor com bola.

Em contrapartida, eu tenho um jovem zagueiro na base com grande potencial, tem atributos mentais pobres (normal nos jovens), e que sua melhor função seja defensor limitado.

Então se eu pegar esse zagueiro e pedir para que ele seja o seu tutor e selecionar a primeira opção (melhorar o seu jogo), então o meu jovem irá ter um maior aumento nos atributos que sejam importantes para ser um bom defensor com bola (mesmo que seu treino individual esteja focado em um atributo específico, tipo melhorar seu posicionamento)? E os mentais, subiriam tanto quanto se eu utilizasse a segunda opção?

Como o tutor não tem nenhum movimento preferido, não seria melhor pedir para que ele passasse sua experiência (2ª opção) e assim o jovem teria um ganho maior nos atributos mentais, e consequentemente teria mais chances de chegar no seu potencial. Daí caso você queira que ele seja um bom defensor com bola você passaria a treinar os atributos para a função nos treinos individuais.

E ai, o que você acha? Eu costumo utilizar a segunda opção.

Editado por baltazar
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Muito bom, vlw cara tava precisando de um material assim.

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Em relação ao tema, eu tenho adotado um estilo Formador-Captador. Mas gostei da ideia de mandar apenas os mais ou menos para outros clubes. Diferente de você, não envio os craques pra desenvolver em outros clubes por motivos de pressão, e sim de estrutura de treino e o jogo truncado das divisões de baixo, podendo gerar uma série de lesões que comprometa o caboclo.

Sobre a tutoria, será que a primeira opção gera redução de atributos mentais, se o tutor for pior que o tutorado? Nunca parei pra observar isso.

O quote representa um modo de pensar bastante interessante. Uma dica valiosa. Eu estava pensando esses dias, dentro do contexto daquele outro tópico, quando seria viável contratar alguém para uma posição de modo que minhas jóias daquela posição tenham chance quando desabrocharem. Ou seja, uma relação de idade do contratado com a idade de botar os diamantes pra jogar, de modo que o contratado já tenha passado seu auge e esteja em declínio daqui X tempo. Até tentei fazer uma planilha de excel, mas tava complicado. :heh:

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A todos do tópico: vocês costumam colocar jogadores sub-18 para jogar no titular?

A primeira opção eu não sei, mas a segunda gera. É algo que pode ser observado. O que eu entendo é que quando tu bota ele para treinar e aprender, significa que o cara vai treinar umas horas extras com o outro e pegar as manhas. A outra o cara vai ser tipo um conselheiro, ensinando o que fazer, o que não fazer, quem não ouvir, etc. Pelo menos é a concepção que eu tenho.

Eu atualmente prefiro abrir espaço para a base, guardando dinheiro para titulares.

Eu não vejo problema desde que exista uma estrutura para que eles possam jogar sem pressão.

Interessante seu artigo, eu sempre pensei que a primeira opção era apenas útil quando a gente queria fazer o tutor passar um movimento preferido para o tutorado, e apenas isso.

Já que estou fazendo um desafio focado nessa parte do jogo, então nada melhor que perguntar sobre isso.

Suponha que eu tenha no elenco um zagueiro que não possui nenhum movimento preferido, que tem ótimos atributos mentais (Concentração, frieza, determinação, Índice de Trabalho e Trabalho de equipe), e que seja excelente na função defensor com bola.

Em contrapartida, eu tenho um jovem zagueiro na base com grande potencial, tem atributos mentais pobres (normal nos jovens), e que sua melhor função seja defensor limitado.

Então se eu pegar esse zagueiro e pedir para que ele seja o seu tutor e selecionar a primeira opção (melhorar o seu jogo), então o meu jovem irá ter um maior aumento nos atributos que sejam importantes para ser um bom defensor com bola (mesmo que seu treino individual esteja focado em um atributo específico, tipo melhorar seu posicionamento)? E os mentais, subiriam tanto quanto se eu utilizasse a segunda opção?

Como o tutor não tem nenhum movimento preferido, não seria melhor pedir para que ele passasse sua experiência (2ª opção) e assim o jovem teria um ganho maior nos atributos mentais, e consequentemente teria mais chances de chegar no seu potencial. Daí caso você queira que ele seja um bom defensor com bola você passaria a treinar os atributos para a função nos treinos individuais.

E ai, o que você acha? Eu costumo utilizar a segunda opção.

Dificilmente, eu acredito que a primeira opção é para melhorar atributos técnicos, enquanto a 2ª opção serve para os atributos mentais. SE fosse assim, não havia necessidade de duas opções.

O ideal seria você começar melhorando o psicológico do menino e pedir para ele treinar a função que você deseja, assim você tem uma melhoria dos dois jeitos.

A primeira opção é boa quando seu jovem tem atributos mentais prontos e você quer acelerar o treino, eu sempre uso mais a segunda opção.

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Dificilmente, eu acredito que a primeira opção é para melhorar atributos técnicos, enquanto a 2ª opção serve para os atributos mentais. SE fosse assim, não havia necessidade de duas opções.

O ideal seria você começar melhorando o psicológico do menino e pedir para ele treinar a função que você deseja, assim você tem uma melhoria dos dois jeitos.

A primeira opção é boa quando seu jovem tem atributos mentais prontos e você quer acelerar o treino, eu sempre uso mais a segunda opção.

Interessante, eu nunca cheguei a utilizar a primeira opção, vou começar a testar aqui então.

vlw

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Estou fazendo o desafio também, só que no FM Classic onde você não tem a opção de escolher o tutor, só que no FM 15, ao contrário do 14, os jovens são tutorados, o treinador adjunto ou o diretor de futebol que escolhem os jogadores.

Problema é que meu melhor zagueiro tem 4 de determinaçao e já ferrou com dois jovens aqui, ahhahaa, diminuiu de 12 pra 7 ou 8 a determinação dos guris.

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Parabens amigo, sensacional o teu post, eu desde que me conheço por Manager, só jogo com o Parma da Italia, desde o CM.

Inclusive sou tecnico de um time de futebol na minha cidade, e trabalho com a base, 7 a 13 anos.

Uso muito o esquema do FM com as crianças, acho que a base é tudo para uma equipe forte.

Se puder segue o link do meu projeto.

https://www.facebook.com/PALESTRAJACAREI?fref=ts

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Artigo muito bom, só que fiquei na dúvida de qual a importância, ou se é importante, ter preparadores específicos para os times Sub-20, Sub-19.

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Artigo muito bom, só que fiquei na dúvida de qual a importância, ou se é importante, ter preparadores específicos para os times Sub-20, Sub-19.

Achei que não precisa esclarecer isso, tem a mesma importância que os preparadores específicos para a equipe profissional. Só que vale a pena investir em treinadores que tem bons valores de trabalho com jovens e mental, que é primordial. Posteriormente faço esse adendo no texto.

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Achei que não precisa esclarecer isso, tem a mesma importância que os preparadores específicos para a equipe profissional. Só que vale a pena investir em treinadores que tem bons valores de trabalho com jovens e mental, que é primordial. Posteriormente faço esse adendo no texto.

É que é sempre complicado ter preparados para equipe principal e times de base. A não ser que esteja em um time de ponta.
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É que é sempre complicado ter preparados para equipe principal e times de base. A não ser que esteja em um time de ponta.

Foque nos da equipe principal, já que eles farão a transição base-profissional em menos de duas temporadas.

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É que é sempre complicado ter preparados para equipe principal e times de base. A não ser que esteja em um time de ponta.

Eu também sempre foco nos da equipe principal de modo que forneçam o máximo de estrelas pro treino. Depois vou adicionando alguns pra equipe sub-20, conforme o clube vai crescendo. Ainda não observei, mas penso que o diretor de futebol do juniores deve ter alguma influência no recrutamento de jogadores.

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[...]mas penso que o diretor de futebol do juniores deve ter alguma influência no recrutamento de jogadores.

Isso você pode definir, Matheus. Na tela de funcionários, em Responsabilidades tem a opção de quem vai ser responsável pelo recrutamento de jovens.

f2FmXzT.jpg

É que nunca foquei meus saves em formar jogadores, no máximo contratar jovens para já atuar no time principal, nesse FM, vendo os tópicos de desafios e do profissão manager que me liguei mais nisso e vou tentar usar mais no jogo.

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Isso você pode definir, Matheus. Na tela de funcionários, em Responsabilidades tem a opção de quem vai ser responsável pelo recrutamento de jovens.

f2FmXzT.jpg

É que nunca foquei meus saves em formar jogadores, no máximo contratar jovens para já atuar no time principal, nesse FM, vendo os tópicos de desafios e do profissão manager que me liguei mais nisso e vou tentar usar mais no jogo.

Verdade, não me lembrava disso. Mas o adjunto pode não ter tanta habilidade com jovens e nem gestão de recursos humanos.

No mais, não adianta investir na base se você fica pipocando de time em time nas primeiras boas oportunidades que você recebe. Investir na base e colher os frutos dela significa se manter no time por mais de 4 anos. Idealmente de 5 a 10.

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O Diretor de Futebol de Juniores faz diferença no nível dos jogadores que chega ao clube, pois se ele tiver boas capacidades de avaliação, ele será capaz de avaliar melhor os jogadores.

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Verdade, não me lembrava disso. Mas o adjunto pode não ter tanta habilidade com jovens e nem gestão de recursos humanos.

No mais, não adianta investir na base se você fica pipocando de time em time nas primeiras boas oportunidades que você recebe. Investir na base e colher os frutos dela significa se manter no time por mais de 4 anos. Idealmente de 5 a 10.

Não fui eu que coloquei o Adjunto, fui tirar o print e tava assim rs

Dificilmente mudo de time em meus saves.

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Adicionado o que levar em consideração sobre staffs. Caso surjam outras dúvidas pertinentes no tópico, buscarei ir incrementando e respondendo as dúvidas no próprio texto.

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Artigo muito bom, vai me ajudar muito a formar jovens talentos aqui.

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Eu comecei com o tottenham e montei um staff pra trabalhar jovens jogadores. Deixa eu ver se entendi, então eu só levo o miudo pro time principal quando ele tiver 18 anos ?! quando ele chega com 15,16 anos eh só tutoria e deixar os preparadores juniors cuidando dele ?

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Eu comecei com o tottenham e montei um staff pra trabalhar jovens jogadores. Deixa eu ver se entendi, então eu só levo o miudo pro time principal quando ele tiver 18 anos ?! quando ele chega com 15,16 anos eh só tutoria e deixar os preparadores juniors cuidando dele ?

Basicamente, assim você dá um bom tempo para que ele possa amadurecer e estar pronto para subir.

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Excelente tópico, depois de buscar a estabilidade da série A com o Paysandu, meu próximo passo é formar atletas para o elenco principal, já venho tentando inclusive trazendo alguns jovens de outros times por um bom preço pra qualificar o elenco da base

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      Índice
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    • Nacho Libre
      Por Nacho Libre
      Primeiramente boa tarde e feliz ano novo a todos! Desde já venho trazer o save que me faz regressar a essa seção e espero que dessa vez as coisas possam acontecer dentro da normalidade e o tópico não seja abortado como o anterior após um longo tempo sem conexão tornou-me inativo.
       

      O save tem início em 2015, 109 anos após a fundação do Clube Atlético Ypiranga, idealizado por um grupo de jovens dissidentes do E.C. Germânia, uns do Vitória A.C., outros do G.D.R. Internacional. Assim, no dia 10 de julho de 106, nasceu um dos primeiros clubes de futebol de São Paulo - ao lado de Corinthians, Palmeiras (Palestra Itália) e o Juventus, eram os únicos clubes de expressão que não eram associados a elite paulistana e que tiveram, por esse motivo, uma aceitação popular.
      O CAY foi um dos times mais fortes do período amador do futebol paulistano até o final da década de 40, é um dos fundadores da Federação Paulista de Futebol e nesse tempo foi vice-campeão estadual três vezes, foi bicampeão do extinto Torneio Início em 48 e 50, e entre os seus ídolos estão Arthur Friedenreich, histórico artilheiro do Campeonato Paulista em 1914 e 1917 pelo Ypiranga e a primeira estrela do futebol brasileiro, além do mítico e famigerado goleiro Barbosa, goleiro da seleção brasileira na Copa do Mundo de 50. Infelizmente não conseguiu repetir as boas campanhas e fechou seu departamento de futebol após ser rebaixado em 1959.
      Bom, "O quinto grande" surgiu da ideia de reviver os anos de ouro do clube do meu bairro, o CAY é um daqueles gigantes do futebol que estão extintos e poucos conhecem sua história, apesar disso desempenhou um papel importantíssimo nos primeiros passos do futebol de São Paulo. Hoje, apesar de não possuir mais futebol profissional, tem muitos sócios, instalações privilegiadas e departamento em diversos esportes tais como Natação, Tênis, Bocha, etc. É muito frequentado pelos moradores do Ipiranga e de outras regiões da Zona Sul de São Paulo, falta apenas recuperar o espaço perdido dentro das quatro linhas.

      O que de melhor possuímos é justamente nossa estrutura! Há muito o que desfrutar das instalações que já existiam para os sócios, seja na academia com sala de avaliação física, musculação, aparelhos mecânicos, seja na área de 4.500m² que abriga o Estádio Arthur Friedenreich com capacidade para 500 pessoas. Nossas cores seguem a tradição das linhas em branco e preto e entre os rivais do CAY estão: Juventus, São Paulo, Palmeiras e Corinthians; o valor agregado do clube está em 4,75M, mas não há patrocínio para arrecadar na primeira época. O elenco inicial é composto apenas por atletas formados no próprio clube, pela frente teremos a Segunda Divisão (equivalente a 5ª divisão estadual) e a Serie Regional, são os primeiros passos na busca pela ascensão!