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Tsuru

Cymru Am Byth: Galês para sempre - "O ataque é a melhor defesa?" (08/04)

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Tsuru


 

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Nod, manylyn gwych pêl-droed - "Gol, o grande detalhe do futebol"
Temporada 1, parte 4

Na última atualização vimos que o Wrexham fez um bom quadrimestre inicial na National League e, com seu estilo rápido, intenso e de contragolpes, passou a brigar diretamente pelo título e acesso com o tradicional Notts County. 

Acabei me empolgando e joguei o fim da temporada todo, então vou aproveitar e mudar um pouco o formato para poder postar esse período de uma vez. Esse formato inclusive é o que eu gostaria de adotar daqui por diante, mas vai depender bastante do tempo que eu tiver disponível.

Durante o restante da temporada fiz mais uma contratação, o lateral direito Douglas Tharne, que custou 0 libras (sim, isso mesmo) do Curzon Ashton. Ele se destaca não apenas por ter bons atributos em quase todos os necessários para a posição, mas por seus remates de longe 18 e por ser especialista em cobranças de lateral, além de ter vindo para uma posição bastante carente no elenco. Prometo trazer o print e falar mais sobre ele no início da temporada que vem, pelo simples motivo que eu esqueci e não quero atrasar a atualização.

 

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O mês de fevereiro marcou o início do returno do campeonato. Com um estilo de jogo tão intenso e uma maratona de jogos, eu sentia que ia faltar perna e achava que o time oscilaria em algum momento - restava saber quando e se isso ia nos afastar da briga pelo título (porque sinceramente achava que ia ser muito difícil ficar fora dos playoffs).
 

Fevereiro
 

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Solihull | Sutton | Maidenhead | Barnet | Torquay


Josh Thomas foi o grande destaque das duas primeiras partidas, marcando os gols que garantiram as vitórias sobre o Solihull e o Sutton. Depois contamos com mais um pênalti bem cobrado por Horsfield para vencer um complicadíssimo jogo com o Maidenhead e fomos atropelados pelo Barnet (que já havia dificultado nossa vida no primeiro turno). Se olharmos o copo meio vazio, o Notts perdeu nessa mesma rodada e essencialmente jogamos fora a chance de assumir a ponta de forma isolada - e se olharmos o copo meio cheio, voltamos a perder "junto com eles" e mantivemos as chances de conseguir a taça.

Felizmente a derrota foi apenas um acidente de percurso e fechamos o mês com uma boa (embora não tão tranquila) vitória sobre o Torquay, porque o adversário criou bastante e chutou bastante a gol e poderia mesmo ter sido diferente.
 

Março
 

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Yeovil | Bromley | Hartlepool
 

O Yeovil manteve a pegada do Torquay e também conseguiu criar bastante - felizmente sem muito perigo, e Jordan Davies e Josh Thomas garantiram mais uma boa vitória. Em seguida iniciamos arrasadores contra o Bromley, com gol de Thomas a um minuto de jogo, mas nem sempre isso é bom: o adversário acordou, empatou, virou o jogo e no fim ainda descolou um pênalti, que gerou a expulsão de Horsfield e virou uma goleada. E pela pressão deles no fim do jogo, poderia tranquilamente ter sido 5 ou 6. 

Acho que a raiva acumulada pela derrota anterior foi toda descontada no Hartlepool. Baixei um pouco o ímpeto ofensivo da equipe, diminuindo a mentalidade, e o resultado foi esse mesmo: fomos mais seguros na defesa e menos agressivos no ataque também, demorando demais a chutar ou diminuindo a velocidade quando não deveríamos. Felizmente a bola parada ajudou e não nos abatemos nem mesmo diante do empate deles, marcando todos os gols ainda no primeiro tempo com excelente atuação de Oliver Cooper.
 

O Duelo dos Pioneiros

Chegou então o dia do aguardado e decisivo confronto com o Notts County, com sangue nos olhos para vingar a goleada no returno, tendo nas mãos a chance de vencer e se afastar ainda mais na liderança, jogando em casa e diante de sua torcida. Tinha tudo para ser um jogaço - desde já batizado como “Duelo dos Pioneiros”, por serem duas das equipes mais antigas do mundo. Aliás fica a dica para quem quiser um time tradicional para fazer save na Inglaterra: o Notts é interessante, histórico, sempre viveu à sombra do rival Nottingham Forest, tem boa estrutura e dinheiro e acho que rende um bom save.

Voltando ao que interessa, foi um jogaço. Depois de um primeiro tempo onde eles foram melhores (6 finalizações contra 3), ajustei o time e voltamos a campo com outro espírito. Infelizmente a pontaria não andava das melhores e perdíamos chances atrás de chances, até o Gigante Irlândes Kelleher abrir o placar de cabeça na bola parada. A alegria durou exatos sete minutos, até os donos da casa conseguirem empatar. Felizmente temos Josh Thomas, que marcou o segundo e nos colocou de novo na frente.

Atuando num 4-4-2 tradicional muito veloz, os dois atacantes do Notts e os extremos infernizavam nossa vida com muita velocidade, cruzamentos e atuando nas costas da nossa defesa. Esse é um problema que tem se repetido e ainda não consegui corrigir, e olhem que já tentei quase tudo. O melhor que consegui foi usar Linha de Impedimento e ver um monte de gols anulados, cada um gerando um mini-ataque cardíaco no treinador (que por acaso sou eu mesmo).

E foi assim, na velocidade e nas costas da zaga, que o infernal Rubén Rodrigues, um dos destaques da competição, aproveitou cruzamento para empatar outra vez.

O empate fora não era um resultado ruim, visto que ficávamos novamente empatados em número de pontos, mas eu decidi não recuar o time como costumo fazer. Aí, nos acréscimos, uma bola longa levou Jordan Davies a ser puxado dentro da área. PÊNALTI! James Horsfield cobrou, fez o 3 a 2 e nos colocou de novo na ponta.

Alegria e festa em Wrexham. Uma vitória heróica e suada fora de casa contra o líder. Assumíamos novamente a ponta e nos aproximávamos do título. É lógico que agora eu recuei a equipe, que já não tinha mais nem fôlego. Era só segurar o resultado e esperar o apito final.

Esqueceram de combinar com o adversário e com o juiz, que deu cinco minutos de acréscimo. Foi o tempo suficiente para Ruben Rodrigues marcar mais um gol nas costas da nossa defesa e empatar o jogo de novo.


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Foi um jogaço, foi incrível, mas desculpem, diante desse final não tenho outra reação. PUTA QUE PARIU.
 

Abril
 

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Eastleigh | Aldershot | Chesterfield | Wealdstone | Halifax | Dover | Altrincham | Stockport

 

Abrimos o mês suando sangue para vencer o Eastleigh, com mais um gol de pênalti de James Horsfield e um golaço de Theo Vasell batendo de fora da área. 

Nos jogos seguintes começou a aparecer um problema de chutarmos muito mal e não conseguirmos marcar gols, mesmo quando dominamos as partidas. Eu não sei se é falta de fôlego, resultado de uma piora no ambiente do vestiário - com alguns jogadores pedindo para irem embora e insatisfeitos porque ninguém os quer, como se eu tivesse culpa -, se é porque a formação atual (4141 DM Wide) não é muito boa para contragolpes e sobrecarrega o atacante único, tudo isso junto ou sei lá o motivo. Até tentei diminuir a intensidade do jogo em alguns momentos, mas aí a equipe ficou burocrática demais. Testei também outras pequenas combinações em relação a funções e tarefas dos três homens de frente e do meia mais ofensivo, mas não vi diferença significativa.

Fato é que foi assim contra o Aldershot, o Chesterfield, o Wealdstone (onde só vencemos porque o juiz deu dois pênaltis a nosso favor), o Halifax, o Altrincham e o Stockport. Curiosamente o jogo mais complicado e equilibrado foi contra o Dover, onde aconteceu exatamente o contrário: os jogadores estavam inspiradíssimos e balançamos a rede três vezes ainda no primeiro tempo, ajudando a garantir a vitória.

Não preciso dizer que a essa nova dificuldade ofensiva se somaram os problemas já observados dos cruzamentos em excesso e das bolas enfiadas nas costas da zaga. Mas sobre isso eu li que é relativamente comum quando se joga com Linha de Engajamento Mais Baixa, então desencanei um pouco.


Maio
 

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Dag & Red | Weymouth | Boreham | Woking | King´s Lynn

 

Entramos no último mês do ano pressionados porque, devido a alguns jogos adiados, o Notts County chegou em alguns momentos a abrir dez pontos de diferença na liderança. Ainda dava? Sim, o jogo só acaba quando termina, mas eu já estava conformado com a vaga nos playoffs e tranquilo por ter atingido o objetivo estabelecido, e sabia que o mais provável provavelmente aconteceria.

Mais ainda quando fizemos um jogo bem ruim e perdemos diante de um organizado Dag & Red. Depois vencemos o Weymouth e o Boreham em grande fase de Josh Thomas, e demos um vexame diante do Woking, 15o colocado.

 

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Por fim, na última rodada voltou a aparecer o problema de chutar muito (mal) e não conseguir marcar, mas aqui vencemos graças a mais um pênalti convertido por Horsfield. 

No geral achei que faltou perna mesmo e isso ficou bem claro em maio - os jogadores estavam exaustos e em várias partidas não aguentavam correr nem até o fim do primeiro tempo, quanto mais resistir à pressão e manter o ritmo no fim dos jogos.

O Notts foi campeão mesmo perdendo a última partida - vejam análise mais abaixo - e o nosso foco agora era definitivamente na luta pela outra vaga na divisão superior.

 

Playoffs

Depois de uma primeira ronda, o Dag & Red venceu o Chesterfield e o Aldershot despachou o Hartlepool. Nós entramos na ronda seguinte e, ao contrário do que eu imaginava, a definição das partidas foi feita por sorteio. Sorteio esse que nos reservou um confronto com o Dag & Red, em casa devido á nossa melhor campanha.

Pegaríamos exatamente o time que nos derrotou recentemente e num momento em que não estávamos tão bem quanto no início da temporada. Não sei se foi isso exatamente, mas eu estava com um mau pressentimento.

Como desgraça pouca é bobagem, pouco antes da partida a janela de transferências se abriu e o assédio foi grande em cima do lateral Cole Dasilva. As propostas rondavam as 130 mil libras, basicamente todo o valor que a diretoria vai oferecer para transferências na temporada que vem. Primeiro pensei em aceitar, depois ponderei talvez não devido à qualidade do jogador...

Não precisei pensar muito: ao saber da oferta ele e o agente vieram para cima de mim e cobraram que aceitasse de qualquer maneira. Uma reunião na véspera de um dos jogos mais importantes do ano, simplesmente uma das estrelas do time querendo ir embora, num ambiente que já não estava legal e um time oscilando...enfim, não podia dar bom. 

Fiquei profundamente irritado com a falta de profissionalismo do jogador - podia ter esperado dois jogos para vir conversar - e não me interessa se ele tinha pressa ou não, ou o que ele tinha na cabeça, ou se eu ia aceitar ou não, não se coloca um treinador contra a parede nas vésperas de uma decisão, arriscando a tumultuar o ambiente do clube. A simples ideia de reunião me levou a decidir aceitar a oferta do Lincoln City e, após ouvir os argumentos de Cole e do agente, foi o que fiz. Era melhor ele disputar a partida tranquilo, ainda que com a cabeça no outro time, do que irritado comigo por eu o ter segurado no clube.

E nada é tão ruim que não possa piorar: o playoff foi disputado em meio a uma Data Fifa e eu fiquei sem dois titulares, Callum Jones e Josh Thomas, servindo à seleção galesa.

 

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O que me deixou mais irritado não foi a eliminação em si, ou sentir a temporada escorrer pelos dedos, ou perder para o chato Dag & Red, ou pensar que tive que improvisar jogadores e atuar com o time que não considerava ideal. O que mais me irritou foi que fizemos um primeiro tempo excelente, com oito finalizações contra 1, dominando o adversário e criando chances atrás de chances, empatamos o jogo depois de sair atrás no placar e poderíamos ter tranquilamente virado ou feito mais um. Mas a Maldição do Pé Torto atacou novamente e não balançamos a rede.

É claro que o adversário se aproveitou dos cruzamentos e da defesa adiantada para "apenas" fazer dois gols e nos despachar diante da nossa própria torcida.

Doeu.

 

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No fim o Aldershot passou pelo Dag & Red, ficou com a segunda vaga e nos deu a chance de nos vingarmos do Dag na temporada que vem. Eu preferia subir, mas...

Em geral considerei o desempenho muito bom - catorze pontos de diferença para o segundo colocado, segundo melhor ataque com 78 gols marcados e uma das melhores defesas com 43 sofridos. A diferença final para o Notts acabou de ser por seis pontos - poderíamos dizer que foram os jogos que perdemos em maio, porque a diferença no saldo de gols foi pequena e poderíamos levar a taça mesmo empatados em número de pontos.

Na verdade mais do que as derrotas de maio, eu diria que os empates de abril complicaram demais as coisas. Empatamos 12 vezes em 44, o que é cerca de 1/4 do total de jogos. Faltou ali o gol, “o grande detalhe do futebol”. Afinal por melhor que uma equipe jogue, se não balança a rede, não adianta.

Nos melhores do ano, destaque absoluto para Kelleher, Cole Dasilva (com absurdas 13 assistências), James Horsfield (15 gols, a grande maioria de pênalti) e Josh Thomas, que em grande fase garantiu sozinho algumas vitórias em jogos difíceis e importantes.

 

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O trabalho seguirá em três frentes principais: ajustar nosso estilo de jogo veloz e intenso para se tornar ainda mais letal, procurar manter o elenco atual o máximo possível, liberando quem está sobrando, e contratar reforços para algumas posições que considero chave - especialmente lateral esquerda, meia mais defensivo e pontas. Também quero reduzir um pouco o número de atletas e passar a usar mais as opções do Sub-23, para evitar um ambiente pesado e cheio de gente insatisfeita que consome dinheiro e não joga.

Então mãos à obra que a jornada está apenas começando.

 

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Cadete213

injusto quando è uma data FIFA e não podes adiar o jogo, perdendo jogadores fulcrais. É re-agrupar e atacar a próxima época. Foi uma fase final positiva mas os vários empates e aquelas 2 derrotas no último mês ditaram que o Notts County fosse campeão. Vejo que já começaste a despachar jogadores e a arrumar a casa para a próxima época.

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Nei não cai (38D)

Olá meio caro Tsuru, seja bem-vindo ao clube, fique a vontade para falar sobre o drama de ficar em segundo lugar e não conseguir o acesso.

Tá aqui um pessoalzinho bacana tentando o sucesso há um tempão hahaha

Campeonato divertidíssimo pra quem não estava jogando. O nome da derrapada é Bromley. E cair para um time que ficou muito aquém na quantidade de pontos é triste.

O trabalho foi feito, bola pra frente.

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Tsuru
1 hora atrás, Cadete213 disse:

injusto quando è uma data FIFA e não podes adiar o jogo, perdendo jogadores fulcrais. É re-agrupar e atacar a próxima época. Foi uma fase final positiva mas os vários empates e aquelas 2 derrotas no último mês ditaram que o Notts County fosse campeão. Vejo que já começaste a despachar jogadores e a arrumar a casa para a próxima época.

Oi Cadete.

O pior é que os demais jogos adiados - os mesmos que levaram o Notts a abrir uma diferença maior na ponta - foram a pedido meu exatamente por serem em data FIFA. Acho que no caso do playoff não dava por questões de calendário.

Para mim os empates pesaram mais que as derrotas, porque aumentaram a pressão sobre a gente e jogaram a questão pro último mês, quando a equipe estava exausta e claramente não vivia um bom momento.

A faxina é apenas parte das cenas dos próximos capítulos, tem muita coisa ainda vindo por aí 🙂 

Obrigado pelo comentário!

22 minutos atrás, Nei não cai (38D) disse:

Olá meio caro Tsuru, seja bem-vindo ao clube, fique a vontade para falar sobre o drama de ficar em segundo lugar e não conseguir o acesso.

Tá aqui um pessoalzinho bacana tentando o sucesso há um tempão hahaha

Campeonato divertidíssimo pra quem não estava jogando. O nome da derrapada é Bromley. E cair para um time que ficou muito aquém na quantidade de pontos é triste.

O trabalho foi feito, bola pra frente.

Olá menino Nei. Diretamente de Manhuaçu city para o País de Gales hein? Ou seria diretamente da Alemanha? 

Foi divertido para mim também. Teve uns momentos bem emocionantes ali, outros em que pareceu que o Notts ia danutar, umas partidas difíceis em que a bola parada decidiu (tipo Wealdstone), eu realmente me divirto jogando na Inglaterra. No fim achei o saldo bem positivo pra ser a primeira temporada inteira no FM 21.

Eu já esperava a derrota pro Bromley, até comentei na atualização anterior. Pior mesmo foi perder pro Woking e Dag & Red na reta final, e pior ainda, o Dag fez um campeonato de meio de tabela e passou pela gente num jogo onde fomos melhores durante boa parte do tempo. Faz parte. Se fosse o contrário talvez estivéssemos aqui exaltando como o futebol é imprevisível e que a gente nunca deve deixar de acreditar enquanto o juiz não apita. Hehehe.

Obrigado pelo comentário!

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div

Muito no quase. Não fosse a entregada no final pro Notts e um ou outro empate ali no meio, o título era dos galeses. Infelizmente, nem sempre uma campanha como essa permite o acesso nessas ligas com poucas vagas.

Fica para a próxima temporada e tenho certeza que volta melhor. Agora resta ver quem caiu pra ver como será a briga pelo acesso e título.

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Victor Duque

Caraca! Que final de temporada cruel. Também sempre fico remoendo mais empates do que derrotas quando acontecem em grande número. Mas essa data fifa nos playoffs foi na pior hora mesmo. Agora é descansar a cabeça e voltar forte pra subir o clube, potencial deu pra ver que tem. Ansioso pelo planejamento. Vamo que vamo!

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Tsuru
3 horas atrás, div disse:

Muito no quase. Não fosse a entregada no final pro Notts e um ou outro empate ali no meio, o título era dos galeses. Infelizmente, nem sempre uma campanha como essa permite o acesso nessas ligas com poucas vagas.

Fica para a próxima temporada e tenho certeza que volta melhor. Agora resta ver quem caiu pra ver como será a briga pelo acesso e título.

Oi div.

Batemos na trave mesmo. Eu tenho a sensação que, se tivéssemos passado pelo Dag & Red, teríamos derrotado o Aldershot e subido. Mas não aconteceu, tudo bem, é sinal de que algo ainda precisa evoluir. Não ia adiantar subir correndo e cair de novo, eu prefiro ir mais devagar mas conseguir me manter.

Saindo da quinta divisão a coisa melhora, porque na quarta já são mais vagas de acesso direto. Mas antes teremos que superar "os colegas" da divisão atual e mais os dois que caíram. Um deles é o Port Vale, o outro não lembro de cabeça. Falarei no próximo post sobre as expectativas para a próxima temporada.

Obrigado pelo comentário!

26 minutos atrás, Victor Duque disse:

Caraca! Que final de temporada cruel. Também sempre fico remoendo mais empates do que derrotas quando acontecem em grande número. Mas essa data fifa nos playoffs foi na pior hora mesmo. Agora é descansar a cabeça e voltar forte pra subir o clube, potencial deu pra ver que tem. Ansioso pelo planejamento. Vamo que vamo!

Oi Victor.

Às vezes o futebol é cruel né? Mas tem nada não...hoje é dia da caça, amanhã do caçador. 🙂 

Rolou ali quase que uma tempestade perfeita: time exausto e em momento menos bom, data FIFA, sorteio ruim, Dasilva dando chilique, falta de pontaria num jogo decisivo, meio que tudo colaborou pra isso. Mas fiquei bem satisfeito, jogamos de igual pra igual (e muitas vezes até melhor) do que contra equipes que podem contratar quem quiserem, marcamos muitos gols e sofremos poucos, estamos no caminho certo. Acho que com bons reforços e um elenco mais compacto, sem cara feia, a coisa vai fluir ainda melhor.

Vamos que vamos, obrigado pelo comentário!

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ggpofm

Como foi esperado desde o início da temporada, o Wrexham fez uma temporada muito boa dentro da zona dos play-offs. Poderia ter conquistado o título, mas como você disse, houve problemas no jogo da equipe, que provocaram perdas de pontos, muitos deles nas partidas em casa. No fim, o vice-campeonato foi uma campanha excelente, que em outra liga daria a promoção, mas que National Legue obrigou a enfrentar equipes que ficam 14 ou mais pontos atrás do Wrex. Mata-mata cruel. Nos play-offs perdeu uma chance de ouro de subir, ainda mais diante de toda a temporada que fez. Contudo, creio que não você deve estar chateado. Fez uma campanha para subir e terá a oportunidade de tentar a promoção na próxima temporada, já que terá um conhecimento bastante aprofundado sobre o elenco.

Bom trabalho na próxima temporada.

 

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Tsuru
23 horas atrás, ggpofm disse:

Como foi esperado desde o início da temporada, o Wrexham fez uma temporada muito boa dentro da zona dos play-offs. Poderia ter conquistado o título, mas como você disse, houve problemas no jogo da equipe, que provocaram perdas de pontos, muitos deles nas partidas em casa. No fim, o vice-campeonato foi uma campanha excelente, que em outra liga daria a promoção, mas que National Legue obrigou a enfrentar equipes que ficam 14 ou mais pontos atrás do Wrex. Mata-mata cruel. Nos play-offs perdeu uma chance de ouro de subir, ainda mais diante de toda a temporada que fez. Contudo, creio que não você deve estar chateado. Fez uma campanha para subir e terá a oportunidade de tentar a promoção na próxima temporada, já que terá um conhecimento bastante aprofundado sobre o elenco.

Bom trabalho na próxima temporada.

Oi Gilson.

Acho que foi o Muricy Ramalho que disse certa vez que não gostava de mata-mata porque "a bola na trave manda o planejamento de uma temporada inteira pro espaço" ou alguma coisa assim. Se não me engano tinha a ver também com o fato de que os pontos perdidos num dia ruim não podem ser compensados em outro momento. Eu não chego a tanto mas entendo exatamente o que ele quis dizer.

Realmente não fiquei chateado, o time jogou da maneira que foi projetado para, oscilou dentro do normal e acho que parte dos problemas tem a ver com o nível dos jogadores, no geral o saldo foi muito positivo para a primeira temporada completa no 21. De qualquer forma vou usar a temporada seguinte para reduzir o tamanho do elenco, já que agora sei com quem posso contar, e buscar uma forma de jogo que consiga tirar ainda mais do que a equipe sabe e pode fazer. 

Você no início do save perguntou o que me divertia e o que me levava a desanimar com um save. Acho que tem muito a ver com algumas coisas, entre elas, ver no campo aquilo que eu pedi taticamente - não precisa ser executado perfeitamente, óbvio, mas me irrita ver que a equipe não consegue nem tentar - e uma progressão que não precisa ser rápida, mas tem que ser de alguma forma contínua. Seja na evolução do sistema de jogo da equipe, na melhoria do elenco, do aumento de possibilidades de investimento, enfim. O FM é um jogo que exige certo esforço de tempo - se você contratar muito mal, não adianta ter a melhor tática - e me irrita profundamente gastar esse tempo, sei lá, num time pequeno português e ter uma diretoria mão de vaca que não libera dinheiro nem em competições europeias (o que significa que todo o esforço até lá tende a não servir de muita coisa), ver os jogadores te recusarem continuamente - porque você não pode pagar ou porque a reputação fica sempre mais baixa que a dos quatro maiores - e tomar de 5 do Porto com uma facilidade enorme como se fosse um jogo ABC e Flamengo. Ou pegar um time de uma liga menor europeia e ficar umas 20 temporadas disputando o campeonato nacional como se fossem amistosos pra jogar 5 partidas em nível europeu, tomando um monte de goleadas dos gigantes europeus até conseguir suar sangue pra vencer um deles e cair na fase seguinte, começando tudo de novo. Haja saco.

É por isso que a tendência daqui por diante é jogar em ligas maiores, onde as possibilidades continentais são maiores, o crescimento é mais direto e menos na base da paciência e é mais difícil entrar naquela fase onde o campeonato nacional vira um monte de amistosos sem graça. Fora algum save carreira onde ligas menores sejam ponto de passagem, dificilmente farei algo totalmente focado nelas, ou iniciando em divisões inferiores fora da db oficial. Admiro quem faz, mas no momento não me diverte, tende a me cansar e me irritar e, considerando o FM como um jogo, não vejo esses tipos de desafio como algo para mim.

Obrigado pelo comentário!

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Peepe

É um fim bem frustrante para uma temporada que foi tão positiva, chegar aos 90 pontos dessa forma e sobrar nos pontos corridos reforça a grande qualidade que seu time tem mas em um torneio tão extenso, o calendário surge como um adversário a parte e infelizmente pesou para o jogo decisivo, ter a partida da vida em meio a data FIFA é uma sacanagem que achei só possível no futebol brasileiro.

Como nem tudo é dor e tragédia, é bom te ver resignado e mais do que isso, confiante para a sequência. O seu time já é capaz de ser dominante na atual divisão, ficar estagnado por mais 1 ano é uma oportunidade de deixar o time ainda mais redondo, ganhar reputação, fazer números e subir um pouco mais pronto para os desafios da divisão seguinte. Além, claro, de permitir subir com a liderança e o título, que tornam a vida muito mais tranquila que o imprevisível mata-mata.

Espero e acredito que vá manter a base, não tem o que temer no próximo ano. Boa sorte na sequência!

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Tsuru
8 horas atrás, Peepe disse:

É um fim bem frustrante para uma temporada que foi tão positiva, chegar aos 90 pontos dessa forma e sobrar nos pontos corridos reforça a grande qualidade que seu time tem mas em um torneio tão extenso, o calendário surge como um adversário a parte e infelizmente pesou para o jogo decisivo, ter a partida da vida em meio a data FIFA é uma sacanagem que achei só possível no futebol brasileiro.

Como nem tudo é dor e tragédia, é bom te ver resignado e mais do que isso, confiante para a sequência. O seu time já é capaz de ser dominante na atual divisão, ficar estagnado por mais 1 ano é uma oportunidade de deixar o time ainda mais redondo, ganhar reputação, fazer números e subir um pouco mais pronto para os desafios da divisão seguinte. Além, claro, de permitir subir com a liderança e o título, que tornam a vida muito mais tranquila que o imprevisível mata-mata.

Espero e acredito que vá manter a base, não tem o que temer no próximo ano. Boa sorte na sequência!

Oi Peepe.

Eu achava que essas coisas só existiam mesmo no futebol brasileiro - playoff em data FIFA, jogos com um dia de diferença entre um e outro, jogador que vem pedir para ser vendido na véspera da partida mais importante do ano...hehehe.

Estou tranquilo mesmo, o trabalho foi feito e a temporada foi muito boa. Ainda mais considerando que somos um time que joga basicamente no contragolpe, não contratei tanto assim e o foco é total nos galeses, enquanto os adversários têm liberdade total para trazer quem quiserem. E o que eu pedi taticamente foi feito, não tenho do que me queixar.

Essa questão de ser dominante é importante também. A expectativa inicial quando cheguei era um meio de tabela, depois subiu para o terceiro lugar, ficamos em segundo com grande vantagem para o terceiro e quase levamos a taça. Diante disso, o mais provável é que os adversários entrem fechadinhos contra a gente e tenho que levar isso em conta. Tomara mesmo que a gente consiga fazer valer esse lado dominante e suba com o título, acho que seria muito bom para a sequência do trabalho.

O foco é mesmo esse, manter a base do time e contratar reforços meio que pontuais, desinchando o elenco. No fim ele era grande demais para uma equipe que só pode levar cinco no banco de reservas, ficou ali uma galera insatisfeita, ganhando dinheiro sem jogar, e contaminou o ambiente, eu suspeito que isso influenciou na reta final e não quero que se repita na próxima temporada.

Obrigado pelo comentário!

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ggpofm
On 4/4/2021 at 8:18 AM, Tsuru said:

Você no início do save perguntou o que me divertia e o que me levava a desanimar com um save. Acho que tem muito a ver com algumas coisas, entre elas, ver no campo aquilo que eu pedi taticamente - não precisa ser executado perfeitamente, óbvio, mas me irrita ver que a equipe não consegue nem tentar - e uma progressão que não precisa ser rápida, mas tem que ser de alguma forma contínua. Seja na evolução do sistema de jogo da equipe, na melhoria do elenco, do aumento de possibilidades de investimento, enfim. O FM é um jogo que exige certo esforço de tempo - se você contratar muito mal, não adianta ter a melhor tática - e me irrita profundamente gastar esse tempo, sei lá, num time pequeno português e ter uma diretoria mão de vaca que não libera dinheiro nem em competições europeias (o que significa que todo o esforço até lá tende a não servir de muita coisa), ver os jogadores te recusarem continuamente - porque você não pode pagar ou porque a reputação fica sempre mais baixa que a dos quatro maiores - e tomar de 5 do Porto com uma facilidade enorme como se fosse um jogo ABC e Flamengo. Ou pegar um time de uma liga menor europeia e ficar umas 20 temporadas disputando o campeonato nacional como se fossem amistosos pra jogar 5 partidas em nível europeu, tomando um monte de goleadas dos gigantes europeus até conseguir suar sangue pra vencer um deles e cair na fase seguinte, começando tudo de novo. Haja saco.

É por isso que a tendência daqui por diante é jogar em ligas maiores, onde as possibilidades continentais são maiores, o crescimento é mais direto e menos na base da paciência e é mais difícil entrar naquela fase onde o campeonato nacional vira um monte de amistosos sem graça. Fora algum save carreira onde ligas menores sejam ponto de passagem, dificilmente farei algo totalmente focado nelas, ou iniciando em divisões inferiores fora da db oficial. Admiro quem faz, mas no momento não me diverte, tende a me cansar e me irritar e, considerando o FM como um jogo, não vejo esses tipos de desafio como algo para mim.

Pensei que sua resposta havia sido o ponto final sobre ela, mas que bom tenha retomado a questão. Pode parecer uma resposta simples, mas quando paramos e refletimos por mais tempo, podemos encontrar vários detalhes, que muitas vezes são perdidos em outras oportunidades. Não estou dizendo que este foi o seu caso, mas gostei de saber mais a respeito do que você está pensando sobre "o que é diversão" no FM para você, e principalmente, que tenha decidido compartilhar esse pensamento em seu tópico.

Valeu.

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#Vini

Cheguei por aqui e espero que isso não signifique o fim do save haha

É duro perder assim, mas os fatores que foram se somando em abril e maio, mais o fato de só o campeão subir diretamente tornaram a situação complicada mesmo. Bom que você segue olhando o copo meio cheio, pensando em solidificar o que foi feito de bom até aqui. É o melhor a se fazer e percebi uma grande diferença no meu jogo quando passei a lidar com as coisas dessa maneira. 

Boa sorte na nova temporada.

 

 

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Tsuru
14 horas atrás, #Vini disse:

Cheguei por aqui e espero que isso não signifique o fim do save haha

É duro perder assim, mas os fatores que foram se somando em abril e maio, mais o fato de só o campeão subir diretamente tornaram a situação complicada mesmo. Bom que você segue olhando o copo meio cheio, pensando em solidificar o que foi feito de bom até aqui. É o melhor a se fazer e percebi uma grande diferença no meu jogo quando passei a lidar com as coisas dessa maneira. 

Boa sorte na nova temporada.

Oi Vini. Seja bem-vindo! 🙂

Houve um tempo em que eu desanimava com esse tipo de revés, hoje entendo que eles fazem parte do crescimento de grandes equipes né. Mais do que a queda em si, acho que a gente precisa analisar o contexto e a forma como aconteceu. Não foi como se a gente tenha feito uma reta final tenebrosa e perdido todos os jogos, chegado no playoff suando sangue. Fomos muito bem e perdemos um jogo em que inclusive atuamos melhor. 

Eu sempre digo que equipes que jogam futebol defensivo precisam de um plano B, porque num dia ruim ou quando sofremos gols a coisa precisa mudar de figura. Só que eu não tinha como treinar a equipe para um jogo totalmente ofensivo, até porque isso exigiria algo mais específico do que simplesmente usar a mesma formação apenas menos defensiva. Então era mais um plano B mesmo de emergência, e na hora que precisamos dele, ficou bem claro que faltou essa noção de como agredir. Isso é uma lição bem importante para a temporada a seguir, quando deixaremos oficialmente de ser uma equipe de meio de tabela e passaremos a ser desde o início um postulante oficial à briga pela subida direta.

Obrigado pelo comentário!

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Tsuru

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Ai ymosod yw'r amddiffyniad gorau? - "O ataque é a melhor defesa?"
Temporada 2, parte 1

Depois da contratação do lateral direito Douglas Tharme - vindo de graça do Curzon Ashton na reta final da temporada e que rapidamente se tornou titular - pouco se falou em aquisições e saídas no Wrexham até a véspera do playoff de subida de divisão, quando rolou aquela situação do Cole Dasilva pedindo para ir embora.

 

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Pois bem, aceitei a proposta de 130 mil libras podendo chegar a 220 mil e, uma vez que fomos eliminados pelo Dag & Red, Cole disputou sua última partida com a camisa do Wrex antes de rumar para o Lincoln. E a situação parecia resolvida.

Só parecia. A equipe voltou de férias num mau humor tremendo e o líder e estrelinha Jordan Davies veio conversar comigo para me cobrar o porquê da saída de Dasilva. Eu respondi que...bem...Cole queria ir, mas Davies não gostou da resposta e disse que eu “deveria ter me esforçado mais para segurá-lo”. Eu disse que daria mais chances aos jovens - algo que realmente pretendia fazer - mas Davies disse que não era suficiente.

Não apenas isso, como saiu da reunião e voltou alguns dias depois com o elenco inteiro disposto a me cobrar uma solução. A vontade era mandá-los para a casa do barbalho, porque quem manda nesta bodega sou eu e eles fazem o que eu decidir. Mas o ambiente já estava muito ruim e eu temi que reagir grosseiramente pudesse piorar ainda mais as coisas. Então dei um voto de confiança a mim mesmo e à minha capacidade de encontrar e contratar jogadores e prometi que traria reforços para o plantel. Eles gostaram da resposta e encerramos a reunião ainda num ambiente ruim, mas com disposição para melhorar.

Além de realmente trazer reforços eu esperava ganhar tempo porque parte dos jogadores estava com contrato encerrando, não houve interesse de outros times em comprá-los e eu obviamente não iria renovar com eles. Então talvez essa faxina no elenco desse uma melhorada natural no ambiente.

 

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Começando pelas saídas, ao todo dezesseis jogadores deixaram o Wrexham rumo a...novos desafios na carreira, para alguns, e ao ostacismo, para outros.

 

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De todos os dispensados, apenas dois não estavam a princípio fora dos planos. Um deles era o jovem Adam Shariff, que eu pretendia manter no Sub-23 mas o adjunto avaliou que não havia desenvolvido nada depois de uma temporada no clube - e achei que não valia a pena gastar/investir/esperar por um milagre. 

O outro era o goleiro Rob Lainton, que foi nosso titular na temporada passada e foi muito bem. Porém, ele fez algumas exigências de renovação de contrato com as quais não concordei - principalmente por já ser um jogador mais velho -, não chegamos a acordo e ele deixou o clube.

O meia Callum Jones também foi embora. Eu pretendia renovar o empréstimo, mas o Hull City andava insatisfeito com o uso do jogador fora da função de Meia Recuperador de Bolas - para mim Jones é melhor como armador - e não quis negociar.

 

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Tendo em mente uma formação base e contando com a manutenção de parte do elenco vice-campeão, fiz um mercado de transferências muito focado, procurando jogadores baratos e dentro de um perfil e necessidades bem específicos. 

Antes mesmo de iniciar, tive que refazer a busca por jogadores galeses em equipes de todas as divisões do Reino Unido (menos Irlanda do Norte que o computador não aguenta), uma a uma. Isso porque aparentemente não existe uma forma de filtrar apenas os newgens galeses, por nacionalidade, sem ser dentro do conhecimento da equipe técnica, o que significa que muitos ficariam de fora. Mas se alguém souber de alguma maneira legal e de acordo com as regras do FM, por favor me avise que ficarei feliz em aprender.

No fim, me surpreendi com a busca, por dois motivos: o primeiro é que eu tenho certeza que adicionei todos os jogadores galeses da primeira divisão de Gales á lista preferencial por tempo indeterminado, mas aparentemente eles sumiram de lá, então tive que reinserir. O segundo é que essa adição e mais os newgens galeses fizeram a lista crescer de cerca de 600 para mais de 900 jogadores, um número que acho até bastante alto.

No processo de busca, levei em conta ainda que o tamanho do plantel não deveria ser grande demais porque só posso levar cinco por jogo no banco de reservas. A ideia é minimizar encostados contaminando o ambiente e reclamando que não têm oportunidades.
 

➡️ Patrick Jones (MAD) - Oliver Cooper fez uma ótima temporada e se firmou na ponta direita, mas com as saídas de Jefrrey e Kwane Thomas faltava um reserva de bom nível. Patrick Jones veio emprestado pelo Huddersfield, tem apenas 19 anos, boa velocidade e finta e acho que atende á necessidade. Vai ficar no banco, será observado em algumas oportunidades e espero que esteja pronto caso o titular se machuque.
 

➡️ Isaak Davies (PL/MAD/MAE) - Velocidade é a chave do jogo de Isaak (que será chamado assim para evitar a “overdose de Davies”), que se destaca ainda por um absurdo nível de Índice de Trabalho. Eu o trouxe emprestado do Cardiff para ser a terceira opção no ataque, servindo de apoio a Josh Thomas e Ponticelli sempre que for necessário.
 

➡️ Ryan Stirk (MC) - Comprado por módicas 200 libras do Birmingham, é um jogador muito equilibrado em todos os aspectos (talvez até demais). A ideia é que ele seja o nosso meia reserva, capaz de ficar no banco e fazer qualquer uma das duas funções da meia central em caso de necessidade.
 

➡️ Eliott Hewitt (DD/MC) - Aos 27 anos, Hewitt está no auge da carreira e foi emprestado pelo Grimsby Town, onde não teria muitas chances de provar seu valor. Melhor para nós: tem bons atributos físicos, mentais e técnicos (com destaque para Força, Resistência, Aptidão Física e Impulsão) e acho que pode agregar muito ao Wrexham. Eu o trouxe para formar dupla com Horsfield na meia central e é lá que Hewitt vai jogar, até porque a lateral direita já está ocupada por Tharne e ainda tem Hall-Johnson como reserva.

 

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➡️ Jordan Cranston (DE/MD/MC) - Comprado do Solhiull Moors por 10,75 mil libras, também tem 27 anos e chega com a difícil responsabilidade de substituir Cole Dasilva. Com o físico que tem - destaque para Aceleração 13 e Velocidade 15 - a ideia é que ele possa ser o lateral mais ofensivo do time, aquele que sobe no último terço e sobrepõe o ponta.

 

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➡️ James Waite (MC/MAC) - Eu não pretendia utilizar um meia ofensivo, mas a situação mudou no início da pré-temporada (explico melhor mais abaixo), e comecei a buscar opções no mercado. Achei algumas ótimas mas houve certa resistência em disputar a National League e então me deparei com Waite, que é jovem e estava sem contrato renovado com o Cardiff. Acho uma boa aposta até pelo salário que pediu, vamos ver em campo se ele faz jus à inteligência que os atributos dizem ter.

➡️ Jack Bodenham (DC) - Outro que estava sem contrato renovado com o Cardiff, é um jovem de 21 anos, 1,89 m e bom nível de impulsão. Chega como a quarta opção para a zaga, servindo de apoio a Kelleher, Pearson e Vassell, e a princípio continuará seu desenvolvimento no time Sub-23.

➡️ Dan Mooney (MAD/MAE/MAC) - A falta de um reserva natural para Jordan Davies, ou seja, um extremo canhoto, foi um problema na temporada passada. Emprestado pelo Altrincham, Mooney chega para preencher essa lacuna: tem nível e atributos exatamente de um suplente e bons atributos de aceleração e velocidade, o que significa que pode ser uma alternativa interessante para entrar no decorrer das partidas e/ou quebrar um galho caso o titular se machuque.

⬅️➡️ Isaac Christie-Davies (MC/MAC/MAD/MAE) - Depois de fazer pelo Wrexham uma temporada sem muito brilho, decidi não renovar o empréstimo de Christie-Davies e ele chegou a voltar ao Barnsley. Porém, ao buscar meias ofensivos foi a melhor opção que encontrei no mercado, o clube topou reemprestá-lo e ele aceitou retornar. 

 

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Além de já conhecer o clube e nós o conhecermos, tem bons atributos físicos, mentais e técnicos para o nosso nível atual e acho que se encaixa perfeitamente na função de armador, talvez até melhor do que o ponta que tentei fazer com que ele fosse. 

Havia (e ainda há) dinheiro em caixa para investir em um ou dois "medalhões" sem comprometer os cofres da equipe, e foi o que tentei. Porém, os atletas que abordamos se recusaram a negociar, alegando que o nível do clube não era o que desejavam para suas carreiras.

 

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Além das novas contratações, renovamos os empréstimos do goleiro Luke Pilling - que depois de uma temporada no banco assume merecidamente a titularidade na vaga de Lainton -, e também de Oliver Cooper e Josh Thomas, mantendo assim a base da equipe que conquistou o vice-campeonato na temporada passada.

No caso de Thomas a negociação foi um pouco mais difícil do que eu esperava: o Swansea exigiu que ele jogue como atacante central na função de Ponta de Lança e só assinou ao incluir uma opção que o permite ser chamado de volta a qualquer momento. Para bom contratador, meia cláusula basta: se não fizermos do jeito que eles querem, vão nos tirar o jogador no meio da temporada.

Outra novidade é o goleiro polonês Dawid Szczepaniak, que estava emprestado ao Cefn/Ruabon Druids, da primeira divisão de Gales, e retorna para ser o reserva.

 

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O plantel está com 22 jogadores porque Thomas teve uma lesão grave no primeiro jogo da temporada e vai ficar 7 semanas afastado, então puxei Jack Wilson do time Sub-23. Mas pensando bem não faz o menor sentido, porque com Ponticelli titular, Isaak automaticamente é o reserva. Assim, Wilson vai voltar ao Sub-23 o quanto antes e o elenco ficará com 21 atletas.

Dos 21, cinco são ingleses, um é polonês, um é irlandês, outro é jamaicano e os outros 13 são galeses, o que significa que o processo de “galeização” caminha a passos largos.

 

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Ao iniciar a pré-temporada, meu planejamento era manter a pegada de contragolpes e armar o Wrexham num 4-4-2 inglês, que de fato é mais adequado a esse estilo de jogo do que o 4-1-4-1 DM Wide. Outro motivo é que encontrar fora do clube volantes naturais que joguem mais fixos têm sido muito difícil, e Horsfield é mais um meia defensivo/volante de movimentação.

Cheguei a fazer um amistoso contra o The New Saints na formação britânica clássica, com Ponticelli ao lado de Josh Thomas, mas algumas coisas estavam me incomodando. 

A primeira é que foi um jogo essencialmente onde demos bicudas para a frente e esperamos que os dois atacantes resolvessem - sou adepto de velocidade, intensidade e estilo direto, mas não de um jogo limitado onde só existe uma rota para chegar ao gol. 

A segunda é que o time galês é bastante fraco mas fez um jogo bastante equilibrado com a gente, e inclusive poderia ter empatado. E não era uma questão apenas dessa partida, isso já vinha acontecendo no fim da época passada, com o Woking e o próprio Dag & Red, entre outros.

A terceira é que as expectativas sobre o Wrexham vêm crescendo na liga: quando cheguei estávamos cotados para o oitavo lugar, iniciamos a temporada passada como postulantes ao terceiro, ficamos com o vice e por pouco não levamos o título - e agora a expectativa da mídia é ficarmos novamente em segundo (ainda que a diretoria esteja satisfeita com os playoffs), o que significa nova briga pelo título. 

 

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E o que isso tem a ver com o sistema tático? Ora, tudo - a maioria das equipes vai entrar fechadinha contra a gente, talvez tentando não perder, o que significa que um jogo mais defensivo pode acabar não funcionando. E mesmo que funcione no inicio, ao ser rapidamente observado e entendido, a postura mais cautelosa dos adversários entrará em ação rapidamente.

Fora que, se quisermos realmente buscar a vaga na divisão superior, talvez seja melhor pensar primeiro em ganhar os jogos em vez de evitar as derrotas. Por fim, tenho sérias dúvidas se o Wrexham tem capacidade defensiva suficiente para jogar absorvendo a pressão e um nível de concentração em todos os setores capaz de consolidar e ser efetivo sempre e o tempo todo em um jogo de contragolpes (a temporada passada me mostrou que provavelmente não). Talvez no nosso contexto atual o ataque seja mesmo a melhor defesa.

 

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Houve aqui outras duas mudanças no time titular em relação aos jogadores que estavam na temporada anterior, uma temporária e outra definitiva: Ponticelli tem jogado na vaga de Thomas, machucado, e Vassell entrou no time no lugar do lesionado Pearson, se firmou e, se depender de mim, não vai mais sair.

Como as primeiras contratações foram feitas para o 442 e Cooper e J. Davies são extremos de fato, a migração para um 4-2-3-1 foi um caminho natural. Procurei fazer de uma maneira bem simples: um jogo ofensivo e direto, com poucas instruções de equipe, sem uso de Alas (que aparentemente marcam muito mal), com extremos abertos e uma dupla CJA-AP e PL (por conta da cláusula de empréstimo de Josh Thomas).

No ataque, os quatro jogadores do último terço têm instruções individuais para “Pressionar Mais”, criando o chamado “bloco dividido” (parte pressiona mais, parte não). A ideia é que eles apertem a saída de bola e, como já iniciam em posições muito ofensivas, é menor o risco de que exponham o time defensivamente. Enquanto isso, os cinco jogadores do meio para trás (laterais, zagueiros e o MC-D) têm instruções individuais para fazer “Passes Mais Curtos”, tentando uma saída de jogo mais controlada e minimizando o irritante efeito de rifar a bola para o ataque (acontece, mas menos). Ainda vou testar utilizar "Desarme Agressivo" e "Marcação Apertada" como instruções individuais no MAA AP e nos quatro da linha de defesa, entendendo se é melhor um bloco dividido de fato ou se fica bom como está.

Basicamente funciona assim: apertamos a saída de bola, o adversário é obrigado a dar um chutão, quando recuperamos a posse ligamos rapidamente usando as laterais e os extemos ou um lançamento direto para o CJA e/ou o PL. E se o adversário se fecha, a velocidade e a movimentação tentam garantir que ele não consiga estacionar o ônibus completamente.

Geralmente quando estamos ganhando o jogo eu mudo para uma outra versão do 4-2-3-1 que é essencialmente a mesma coisa, mas tem mentalidade Equilibrada (portanto, menor risco), e que ainda está em fase de aprimoramento (não sei se vou deixar com ou sem as instruções “Passe Mais Direto” e “Ritmo Mais Alto”). Também é comum que eu alterne no meio do jogo entre as versões Positiva e Equilibrada, tentando surpreender o adversário e controlar a intensidade do jogo - algo que fazia muito no início quando treinava o York City e funcionava muito bem.

E temos também um 4-4-1-1 para segurar os resultados nos fins das partidas, também ainda a ser aprimorado. Ele não é definitivo e ainda penso em testar o próprio 4-2-3-1 com mentalidade mais baixa, vamos ver o que me agrada mais.

 

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Importante mencionar que, no início desta temporada, houve uma troca no posto de Diretor do Futebol Jovem: saiu Shaun Colley, cujo contrato se encerrava, e entrou o ex-jogador Steve Arthur. 

 

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Enquanto o primeiro era excelente em Motivação, Disciplina e Determinação mas tinha baixa capacidade de avaliação em geral, Steve Arthur, estreando na função, é muito mais equilibrado (literalmente, porque essa é a personalidade dele). Eu instintivamente achei que seria um salto de qualidade para o clube e fechamos - se meu instinto estava mesmo certo, o tempo dirá.

 

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A fornada foi, digamos, o último trabalho de Colley antes de deixar o clube. Fora a falta de bons meias centrais, no geral até que foi razoavelmente bem distribuída - talvez deixando clara a predileção dele por meias recuperadores de bolas e atacantes velozes.

Como sabem, não confio muito nessas estrelinhas, pelo simples fato que aos 15 ou 16 anos é muito difícil avaliar a real capacidade e potencial dos atletas, ainda mais nas divisões inferiores. E também porque não sou exigente nesse sentido: eu não quero que sejam todos atletas de classe mundial, se eu tiver um jogador decente que seja capaz de sentar no banco e economize tempo e trabalho atrás de um reserva, já me dou por satisfeito. Some-se a isso o fato de que vieram só galeses e o que eu já pensava fazer - contratar todos - foi o que fiz.

Pois bem, alguns meses depois de treinamentos, grupos de mentoria e adaptação ao clube, a situação do nosso Sub-18 é a seguinte:

 

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A grande promessa Neil Berry 21A desponta mesmo como o principal jogador do grupo, ainda que essa personalidade não ajude muito - nem o fato de que ele é um defesa ala invertido natural e está tendo que se readaptar a jogar como um lateral direito comum, porque não gosto nem uso alas invertidos.

 

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E surpreendentemente o segundo melhor atleta vem sendo Noah Stone 21C. Parece ser um caso clássico de jogador que "virou": ele deixou para trás a avaliação de uma estrela de capacidade e duas e meia de potencial e promete ser um dos nossos primeiros destaques formados em casa. Tem personalidade boa, seus atributos mentais evoluíram rapidamente e, com o nível de Equilíbrio e Velocidade que vem demonstrando, tem tudo para se tornar um bom ponta de lança.

 

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Como outros destaques podemos apontar Mike Rowland 21C, Louis Morris 21D e o "Double Joe", Mason 21B e Beattle 21D. Os dois têm evoluído bem, mas acho que a personalidade do segundo tende a favorecê-lo. Vamos ver se os grupos de mentoria conseguem corrigir a postura acomodada de Mason.

Seguiremos acompanhando o desenvolvimento dos garotos e vou trazendo as novidades para vocês conforme forem aparecendo.
 

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Nei não cai (38D)

 É colocar esse Douglas Tharme (já tem nome de lateral craque) fazendo lançamento direto pra algum jogador alvo e boa. O Hewitt segue a mesma linha, alguém vai jogar direto. Por que raios não joga direto? hahaha
Esse Jawmes Waite é aquele cara que parece que não vai dar em nada, mas aí entra e vira titular.

"No ataque, os quatro jogadores do último terço têm instruções individuais para “Pressionar Mais”, criando o chamado “bloco dividido” (parte pressiona mais, parte não). A ideia é que eles apertem a saída de bola e, como já iniciam em posições muito ofensivas, é menor o risco de que exponham o time defensivamente." Gostei disso, já tinhamos conversado sobre, mas agora entendi.

Já havia comentado extraoficialmente o Noah Stone, mas o cara pode se tornar uma rocha no ataque já já hahaha

Essa temporada promete.

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Cadete213

Plantel já é quase 100% galês. Esta época será para atacar a promoção?

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Victor Duque
2 horas atrás, Tsuru disse:

E mesmo que funcione no inicio, ao ser rapidamente observado e entendido, a postura mais cautelosa dos adversários entrará em ação rapidamente.

Achei isso muito importante mesmo. Como você falou do plano B, se não tiver uma boa execução, não vai adiantar apenas mudar instruções ou posições. 

E aliado a isso, reforçou muito bem o elenco, olhando cada um dos jogadores da pra perceber como o filtro foi bem feito nas pesquisas nas equipes. 

Sobre a base, pessoalmente gostei muito do Noah Stone. Mental e físico muito acima da média pra situação que ele está agora. Realmente pode surpreender.

Planejamento ta no caminho certo, que venha a temporada!

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div

Antes de comentar sobre a atualização, vi que tu comentou sobre buscar de equipe em equipe os newgens galeses. Não sei se tu já fez, mas acho que tem uma forma mais fácil de filtrar o surgimento de newgens (ainda dá um pouco de trabalho, mas bem menos que ir equipe por equipe):

Vai no ícone do globo, no canto superior direito, ali clica em "mundo", depois em transferências. Na tela de transferências, no alto, à esquerda, vai aparecer um ícone de filtro, clica nele e escolhe "contratações de jovens", fazendo isso, aparece apenas os newgens contratados dentro do mês e tu pode ir passando mês a mês até achar o mês da fornada nos países que tu quer (exemplo). Depois que encontrar o mês da Inglaterra (no FM 19 é março), seleciona todos os newgen e manda eles pra uma lista preferencial. Na lista preferencial tu pode colocar pra filtrar a nacionalidade ou até excluir todos não galeses.

Não sei se tu já conhecia esse método de filtragem de newgens, mas acho menos trabalhoso e acredito que se encaixe no que tu precisa.

No mais, uma boa janela, o Hewitt parece que vai mesmo liderar o time, que está quase 100% galês, mais uma ou duas temporadas acho que já fica completamente com galeses.

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Tsuru
3 horas atrás, Nei não cai (38D) disse:

 É colocar esse Douglas Tharme (já tem nome de lateral craque) fazendo lançamento direto pra algum jogador alvo e boa. O Hewitt segue a mesma linha, alguém vai jogar direto. Por que raios não joga direto? hahaha
Esse Jawmes Waite é aquele cara que parece que não vai dar em nada, mas aí entra e vira titular.

"No ataque, os quatro jogadores do último terço têm instruções individuais para “Pressionar Mais”, criando o chamado “bloco dividido” (parte pressiona mais, parte não). A ideia é que eles apertem a saída de bola e, como já iniciam em posições muito ofensivas, é menor o risco de que exponham o time defensivamente." Gostei disso, já tinhamos conversado sobre, mas agora entendi.

Já havia comentado extraoficialmente o Noah Stone, mas o cara pode se tornar uma rocha no ataque já já hahaha

Essa temporada promete.

Oi Nei.

Hahahahaha, eu consegui fazer eles jogarem direto retirando o jogador que ficava de opção pro lateral curto. Agora toda vez é bola na área direto.

Obrigado por observar que o Hewitt também é bom cobrador, eu realmente não tinha percebido porque não o contratei com foco nisso. Acho que ele e o Tharme podem tornar juntos a jogada de lateral ainda mais mortal.

Vamos ver o Waite né, a princípio ele vai ser reserva do C. Davies, mas é novo ainda, tem tempo para se firmar.

Noah Stone tem tudo para chegar voando no time principal, tomara que ele continue a se desenvolver assim.

Tô animado, vamos ver o que a temporada nos reserva. Depois vou atualizando sobre o bloco dividido, como está funcionando e se mudei mais alguma coisa.

Obrigado pelo comentário!

3 horas atrás, Cadete213 disse:

Plantel já é quase 100% galês. Esta época será para atacar a promoção?

Oi Cadete.

É, está rapidamente caminhando pra ser só galês, o alto número de atletas do País de Gales na Inglaterra tem facilitado esse trabalho.

Sim, o objetivo é brigar pela promoção direta, com o título. 

Obrigado pelo comentário!

2 horas atrás, Victor Duque disse:

Achei isso muito importante mesmo. Como você falou do plano B, se não tiver uma boa execução, não vai adiantar apenas mudar instruções ou posições. 

E aliado a isso, reforçou muito bem o elenco, olhando cada um dos jogadores da pra perceber como o filtro foi bem feito nas pesquisas nas equipes. 

Sobre a base, pessoalmente gostei muito do Noah Stone. Mental e físico muito acima da média pra situação que ele está agora. Realmente pode surpreender.

Planejamento ta no caminho certo, que venha a temporada!

Oi Victor.

A escolha da tática em si muitas vezes é mais importante do que a própria tática em si. Isso porque, levando em conta fatores como a postura dos outros times contra a gente e o próprio desenho, é possivel fazer um planejamento de elenco mais focado e um estilo que faça sentido com o que se espera da equipe. Acho que em geral reforçamos bem sim, sem exageros, mas dentro do necessário.

Noah Stone já chegou surpreendendo, espero que ele continue assim. E enquanto ele se prepara a gente vai em busca da taça.

Obrigado pelo comentário!

1 hora atrás, div disse:

Antes de comentar sobre a atualização, vi que tu comentou sobre buscar de equipe em equipe os newgens galeses. Não sei se tu já fez, mas acho que tem uma forma mais fácil de filtrar o surgimento de newgens (ainda dá um pouco de trabalho, mas bem menos que ir equipe por equipe):

Vai no ícone do globo, no canto superior direito, ali clica em "mundo", depois em transferências. Na tela de transferências, no alto, à esquerda, vai aparecer um ícone de filtro, clica nele e escolhe "contratações de jovens", fazendo isso, aparece apenas os newgens contratados dentro do mês e tu pode ir passando mês a mês até achar o mês da fornada nos países que tu quer (exemplo). Depois que encontrar o mês da Inglaterra (no FM 19 é março), seleciona todos os newgen e manda eles pra uma lista preferencial. Na lista preferencial tu pode colocar pra filtrar a nacionalidade ou até excluir todos não galeses.

Não sei se tu já conhecia esse método de filtragem de newgens, mas acho menos trabalhoso e acredito que se encaixe no que tu precisa.

No mais, uma boa janela, o Hewitt parece que vai mesmo liderar o time, que está quase 100% galês, mais uma ou duas temporadas acho que já fica completamente com galeses.

Oi div.

Valeu, tua dica faz sentido. Eu sabia a parte de pesquisar usando o globo terrestre, o problema era que com os resultados dele eu não conseguia separar por nacionalidade. Tem que jogar numa lista preferencial mesmo como você sugeriu e a partir daí filtrar de novo, menos trabalho que ficar indo time por time.

Também acho que em breve teremos só galeses, vai ser até mais rápido do que eu imaginava. E considerando o nível dos que encontrei por aí e não quiseram vir por reputação...rapaz...o crescimento do time promete trazer muitos talentos bons para a nossa equipe.

Obrigado pelo comentário!

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schacoffee

Que nessa temporada venha o acesso, amém!

Plantel parece estar muito bom, elenco quase todo galês e jovens que podem dar frutos. Sucesso!

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ggpofm

O elenco vem aos poucos se tornando mais galês como o esperado. Com a redução do tamanho dele e a mudança na proporção entre galeses e estrangeiro já se tem um elenco 2/3 galês. Para esta temporada saltou de 10 para 14 galeses, mas o mais significativo foi a redução do número de estrangeiros 16 para 8. Mais um pouco e o 100% se completará.

Mesmo com as mudanças, a equipe segue muito bem cotada para o título na temporada e ainda tem a vantagem da diretoria desejar um objetivo menor, o que reduz a pressão, caso algo dê um pouco errado. Mesmo tendo que concorrer com os recém-rebaixados, o que o Wrex fez na temporada passada só pode qualificá-lo para disputar o título e/ou uma a promoção via play-offs. Agora é ver se ela consegue manter o desempenho da temporada passada.

On 4/8/2021 at 6:11 AM, Tsuru said:

Houve um tempo em que eu desanimava com esse tipo de revés, hoje entendo que eles fazem parte do crescimento de grandes equipes né. Mais do que a queda em si, acho que a gente precisa analisar o contexto e a forma como aconteceu. Não foi como se a gente tenha feito uma reta final tenebrosa e perdido todos os jogos, chegado no playoff suando sangue. Fomos muito bem e perdemos um jogo em que inclusive atuamos melhor. 

Muito provavelmente você não concorde, mas acho que a maior parte dos saves que têm postado passaram por isso. Mesmo que não concorde, é muito bom que tenha concluído que os reveses que ocorrem fazem parte deles. Você ganha e os leitores dos seus saves também.

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Tsuru
18 horas atrás, schacoffee disse:

Que nessa temporada venha o acesso, amém!

Plantel parece estar muito bom, elenco quase todo galês e jovens que podem dar frutos. Sucesso!

Oi schacoffee.

Que venha o acesso, acho que qualificamos bem a equipe e temos tudo para ter um futuro promissor. 🙂

Obrigado pelo comentário!

1 hora atrás, ggpofm disse:

O elenco vem aos poucos se tornando mais galês como o esperado. Com a redução do tamanho dele e a mudança na proporção entre galeses e estrangeiro já se tem um elenco 2/3 galês. Para esta temporada saltou de 10 para 14 galeses, mas o mais significativo foi a redução do número de estrangeiros 16 para 8. Mais um pouco e o 100% se completará.

Mesmo com as mudanças, a equipe segue muito bem cotada para o título na temporada e ainda tem a vantagem da diretoria desejar um objetivo menor, o que reduz a pressão, caso algo dê um pouco errado. Mesmo tendo que concorrer com os recém-rebaixados, o que o Wrex fez na temporada passada só pode qualificá-lo para disputar o título e/ou uma a promoção via play-offs. Agora é ver se ela consegue manter o desempenho da temporada passada.

Oi Gilson.

Esse processo tem sido ainda mais rápido do que eu imaginava, devido à quantidade de galeses na Inglaterra. Não apenas isso como a qualidade deles já é suficiente para ocupar lugar no time, não tem sido necessário "trazer qualquer um" só pela nacionalidade e isso é um ganho esportivo importante. Acho mesmo que em mais duas ou três temporadas chegaremos, senão no 100%, muito próximos disso.

Eu gostaria muito de atacar o título e subir direto, até para evitar a loteria dos playoffs. Tomara que a equipe consiga manter o bom desempenho e chegue lá, temos tudo para isso.

1 hora atrás, ggpofm disse:

Muito provavelmente você não concorde, mas acho que a maior parte dos saves que têm postado passaram por isso. Mesmo que não concorde, é muito bom que tenha concluído que os reveses que ocorrem fazem parte deles. Você ganha e os leitores dos seus saves também.

Eu ainda me sinto parte da cultura do "resultadismo" - perdeu é ruim, ganhou é bom, o que não é necessariamente verdade. Às vezes a gente ouve (ou diz) "ah, o time parou de funcionar no FM", quando na verdade estava ganhando por sorte ou jogando mal. E em outros casos entra numa fase ruim e complicada mesmo jogando bem, toma gol de escanteio, no fim dos jogos etc. No fim é preciso analisar o desempenho e tentar sempre se balizar por ele - ganhar jogando mal pode ser pior do que perder jogando bem, por exemplo. Ou naquelas situações onde tá ganhando mas tá meio "esquisito", você vê que ainda não encaixou e precisa tentar ajustar, mesmo que os resultados de alguma forma estejam vindo. É por aí que eu tenho tentado caminhar.

Obrigado pelo comentário!

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    • Megalodonte
      By Megalodonte
      Prezados
      Esta é a história de José Silva,  mais um entre tantos milhões de brasileiros.
       
      REGRAS DO SAVE E DATABASE
      Escrever a história de José Silva no cenário mundial; Expressar ao máximo os dilemas da carreira de José Silva no fórum; Diversão total no save  
      Database: TODAS as ligas do mundo como jogáveis, totalizando 490 mil jogadores, para dar o máximo de realismo possível. Estou utilizando também o BRMundiup atualizado em 26/03 e o modo de inteligência deles que deixa o jogo mais realista e difícil, sobretudo na América do Sul. Já deixo a dica para quem tem notebook/PC gamer que selecionar todas as ligas do mundo roda de boa e sem travar, independente do fato de ficar com "meia estrela" no desempenho. Apenas recomendo um acelerador de dias (FMspeed ou Cheat Engine) para que o jogo dê uma acelerada na passagem de dias (sem perder qualquer interação), mas é opcional isso.
       
       

      Imagem da Zona Leste de São Paulo-SP
      TEMPORADA 2021 - CAPÍTULO 1
      Quem sou eu?!
      Esta história será escrita em primeira pessoa. Sim, sou eu, José Silva, que está escrevendo. Não farei joguetes dissertativos nesta jornada, mas garanto sinceridade máxima para com o leitor. Antes de tudo, vou me apresentar. Eu sou José Silva, mais um entre tantos milhões de brasileiros. Mais um José e mais um Silva, talvez o nome e o sobrenome mais comum do Brasil. Ok, sei que não ficou legal esta apresentação, portanto serei mais direto para me ater à promessa de evitar os joguetes na narração.
      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Na década de 90, a coisa mais comum nos campos europeus eram os tradicionais pontas velocistas; dribladores rápidos com capacidade de cruzar bem uma bola e que ficavam sempre preso no seu corredor de atuação. Atualmente, esse é um perfil bastante difícil de se encontrar nos elencos dos grandes clubes do mundo. No jogo moderno, é função dos alas e laterais atacarem os flancos e cruzar a bola para a aula. O ponta tradicional foi substituído pelo ponta de pé trocado. O ponta invertido (extremo invertido em PT-PT, por isso também no jogo e aqui nesse guia) é um desses casos dentro do FM, assim como o avançado interior.
      Enquanto esses pontas de pé trocado surgiram e evoluíram dentro do 4-2-3-1, eles tem funções diferentes dentro de campo de acordo com o time que jogam ou com a formação que são usados. Nas versões anteriores do Football Manager, a única opção tática que um treinador tinha para esse tipo de formação era utilizar um avançado interior. Atualmente, ganhamos uma ferramenta a mais, com o extremo invertido. A principal tarefa desses pontas de pé trocado é utilizar sua velocidade e técnica para duelar com seu marcador e conduzir a bola e o time para mais próximo do gol adversário.
      Para aqueles que ainda não sabem do que estamos falando, vou deixar alguns exemplos da vida real e que inspiraram a Sports Interactive a moldar a função de acordo com seu talento. Jogadores como Arjen Robben, Franck Rybéry e Thierry Henry são alguns dos ícones do futebol que ajudaram o Football Manager a trazer esse tipo de atleta do campo para as telas dos computadores. Hoje, atletas como Serge Gnabry e David Neres são grandes máquinas dentro do Football Manager graças ao que esse tipo de atleta trouxe para o motor do jogo.
      Normalmente, o estilo de jogo desses atletas é bem direito. Uma vez que tem a bola nos pés, eles combinam técnica e dribles com aceleração e boas tomadas de decisão para deixar o marcador para tráz e ou finalizar ou passar a bola para um companheiro melhor posicionado para continuar a jogada. Esse estilo de jogo não combina muito com o estilo de outros avançados interiores da vida real, que cortam para dentro, mas optam por uma enfiada de bola ou cruzamento ao invés do chute.
      Em versões anteriores, ou você transformava esses jogadores em avançados interiores, incluindo seus comportamentos codificados no motor do jogo (e que não podem ser removidos) que instruíam eles a cruzar menos, ou os transformava em construtores de jogo avançados, aceitando que eles iriam cruzar menos e chutar menos, mas fariam passes mais arriscados. Isso mudou a partir do FM 2020, que passou a nos oferecer o Extremo Invertido.
      Como essa função dá aos treinadores maior flexibilidade? As instruções se tornaram mais claras, assim como as percepções de cada um sobre o que cada função pode fazer dentro de uma partida. Para vermos o que eles devem fazer, basta olharmos para as instruções que não podem ser removidas no painel tático. Como mencionamos o Avançado Interior e o Construtor de Jogo Avançado, iremos compará-los antes de chegarmos à estrela desse guia, o Extremo Invertido. Começaremos pelo Construtor de Jogo Avançado.

      O construtor de jogo avançado, quando colocado nas pontas, é primariamente um meio-campista colocado em uma posição de maior largura, que busca encontrar espaços e criar oportunidades para si ou para os companheiros de equipes. O jogador funciona de forma bem restrita, mas tendem a recompor defensivamente quando o time está sem a bola.

      Quando comparamos o construtor de jogo avançado com o avançado interior, podemos ver imediatamente que o avançado interior movimenta-se mais em direção à área, buscando penetrações e necessitam de um tipo diferente de capacidades e habilidades ofensivas.

      E isso faz sentido quando nós examinamos seus comportamentos inerentes e que não podem ser retirados. O avançado interior é mais ofensivo. Eles querem conduzir a bola até o coração da defesa adversária, cortando para dentro a partir do corredor lateral. Ao invés de tentarem criar chances para seus companheiros com uma enfiada de bola, é mais provável que eles tentem marcar o gol por conta própria.
      Entretanto, isso não significa que eles irão chutar a esmo e ignorar companheiros melhores posicionados. Quando colocado em uma tarefa atacar, eles tendem mais a querer marcar o gol, enquanto na função apoiar, o avançado interior está mais afastado do gol e é mais provável que procurem um companheiro livro ou no espaço.

      Isto tudo nos traz até o extremo invertido. A descrição do jogo diz que ele "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando."

      Seu comportamento inerente é diferente quando comparado as outras funções que mencionamos, já que eles não são instruídos a cruzarem menos ou a correr mais riscos nas tomadas de decisão. Eles são uma versão mais conservativa do avançado interior, ou talvez para ser mais preciso, a combinação entre o avançado interior e o construtor de jogo avançado.
      A movimentação de um extremo invertido é mais lateral se comparada ao avançado interior. O extremo invertido move-se para o corredor central, cortando de uma posição mais aberta. Mas ao invés de finalizar, ele quase sempre passa a bola antes de correr para se posicionar dentro da grande área.

      Quando examinamos o mapa de calor do, combinado com o de passes recebidos pelo, extremo invertido, nós podemos ver essa movimentação. Ele corta para dentro para receber o passe, progride e se posiciona entre o zagueiro e o lateral na área.

      Texto traduzido e adaptado por Henrique M. para o Engenharia do Futebol e FManager Brasil
      Fonte: https://www.footballmanager.com/the-byline/look-inverted-winger-wednesday-wisdom
    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
    • tricolor de coraçao
      By tricolor de coraçao
      S.E.R. Caxias, Ser Glorioso 
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
      Considerações Iniciais
      Salve leitores! 
      Começando nova saga, no tradicional clube Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul, SER Caxias ou mais popularmente conhecido como Caxias. O clube localizado em Caxias do Sul, rivaliza com o Juventude no clássico Ca- Ju. Considerado o segundo maior clássico gaúcho, perdendo apenas para o clássico Gre-nal. 
      Ao contrário do rival Juventude que já figurou na elite nacional, Libertadores da América e já foi campeão da Copa do Brasil, o Caxias sequer um dia chegou a estar na Série A e também há alguns anos chegou a amargar um rebaixamento estadual e rebaixamento da Série B até a Série D. Reza a lenda que o rival alviverde (Juventude) é originário da parte mais elitista da cidade enquanto a parte pobre acabou cirando o Caxias que assim passou a se chamar por alguns o Clube do Povo. E por isso Caxias foi o clube escolhido para iniciar o save.
       
      Infra-estruturas
      O Caxias manda seus jogos no Estádio Centenário, que na verdade tem menos de 50 anos (construído em 1976). Ocorre que em 1975 foi comemorado os 100 anos da imigração italiano e a isso deve-se o nome do estádio da equipe grená (Caxias). A sua capacidade real é de 22 mil lugares. Porém no FM criaram cerca de menos de 10 mil lugares apenas sendo cerca de metade apenas com assentos. Mesmo erro ocorreu com o rival, então vamos jogar assim mesmo.

      Quem dera fosse essa a capacidade! Maiores informações em detalhe no link desse tópico ou aqui.
       
      Expectativas
       
      Meu grande objetivo é a médio prazo se tornar a maior equipe de Caxias do Sul, superar o Juventude e os demais rivais do interior como os clubes de Pelotas...ou seja com o tempo ser a maior equipe da cidade e depois do interior gaúcho. Futuramente a maior do estado e assim por diante. Rumo a glória.
      A direção segue com maiores expectativas para o estadual mesmo. Talvez possamos sentir maiores dificuldades ali.
      Esse ano o Gauchão será disputado por 12 clubes. Ao término de 11 rodadas os 2 piores são rebaixados para a divisão de acesso e os 4 melhores avançam para as semifinais.
      O mínimo exigido pela Direção é chegar na semifinal. Me parece um pouco difícil atingir isso já no primeiro ano.


      Nas demais competições a Direção não espera muita coisa. Espera apenas um bom desempenho na Série D estadual.
       
      MERCADO DA BOLA
      Encontramos um plantel muito envelhecido (mais de 50% do elenco principal), mas o problema maior é que com desequilíbrio de quantidade por posição: muitos ponta direita e armadores e poucos meias centrais e atacantes. Assim sendo forçamos as saídas de Campagnolo, Mazola e Diogo Oliveira para o Treze e clubes do futebol árabe. Bons atletas eu sei, mas atuando em posições de maior concorrência e idade avançado.


      Por isso não fazem mais parte dos planos.
       
      Pontas e armadores
      Sete reforços chegaram sendo 2 na ponta esquerda, 3 no meio campo, 1 na ponta direita e 1 na armação. Nosso armador principal era Tontini, ex-Gremio, mas como lesionou-se feio buscamos o jovem Maurício, ex-Unitri. Na ponta direito chegou Andrey, formada no Paraná CLube e no rival Internacional, porém sem oportunidades ainda. Chega para disputar titularidade com Gustavo Ramos.
      Na ponta esquerda chegou Victor Feijão, jogador rodado em alguns tradicionais clubes da Serie B. E para competir com ele, trouxemos a galática contratação de Doka Madureira. 
      Doka Madureira tem grande história no futebol bulgaro e turco, tendo conquistado alguns títulos importantes por lá.

       
      Meias centrais
      Com apenas Juliano no meio campo e com o Gauchão prestes a começar tivemos que agir rápido. Chegaram os badalados Nenê Bonilha e Corrêa. Nenê Bonilha que ultimamente passou pelo Fortaleza, também teve experiências pelo Vitoria de Setubal e Nacional da Madeira, entre outros. Já Correa é um quarentão muito experiente e conhecido dos tempos de Atletico Mineiro, Palmeiras e Dinamo de Kiev. Além de estaduais teve muito sucesso pelo futebol ucraniano.

      Tentamos vários outros nomes e por fim fechamos também com o haitiano Paul Roche. Esse era jogador do Perólas Negras sem ter jogado ainda lá.
      Atacante
      Setor frágil do elenco, iremos com o ponta Jhon Cley no momento. Também cometemos um erro: contratamos Guilherme Augusto, ex- Assev por pré-contrato em vez de contratá-lo de imediato e teremos de esperá-lo até chega Julho.
       
       
      A defesa comandada pelo experiente goleiro Marcelo Pitol segue de momento inalterada. Pensando em reposição tentamos trazer Uilson, goleiro reserva do Atlético Mineiro mas de última hora o São Paulo "atravessou" o negócio e acabou levando. O meia central Feijão também desistiu e fechou com a Ponte Preta. Ainda estamos a procura de um centroavante que realmente sea matador e meio barato.
      E assim de momento fechamos as contratações para a equipe grená
      No próximo capítulo, os amistosos e desempenho da equipe no estadual e Copa do Brasil.
       
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
    • Victor Duque
      By Victor Duque
      Salve comunidade, depois de muito tempo, decidi me me aventurar (tentar) compartilhar uma saga por aqui. Não tive talento para ser um jogador profissional, mas a paixão pelas táticas fez este cidadão, mesmo sem nenhuma qualificação de treinador, explorar o mercado do futebol aos 25 anos de idade!! Só me impus duas restrições nessa busca inicial, não trabalhar no Brasil nem na Europa. Sobre preferências, não tenho. Estou aberto a avaliar as propostas independente do lugar, já que nada na minha vida me prende. 
      Dessa forma então iniciarei minhas buscas e contatos para em breve, anunciar o primeiro desafio dessa carreira.
      Capítulos da saga:
      Desempenho por temporadas:
       
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