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EduFernandes

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O Luciano só prova o que falo. Tem jogador que num clube não rende muito, vide a passagem dele pelo Grêmio, mas em outro o jogador vai muito bem.

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Torcer pra que se repita o que tem acontecido nos últimos tempos, que é uma melhora substancial no segundo tempo. Tivemos muita dificuldade na primeira etapa, apesar de ter melhorado um pouco nos últimos minutos.

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O Vasco vai perder esse jogo, mas no primeiro tempo a zaga do São Paulo entregou 2 ou mais chances. Sorte do são Paulo que o Vinícius não tem cérebro

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1 minuto atrás, Rodrigo9 disse:

O Vasco vai perder esse jogo, mas no primeiro tempo a zaga do São Paulo entregou 2 ou mais chances. Sorte do são Paulo que o Vinícius não tem cérebro

Erros recorrentes, principalmente contra times que jogam em bloco baixo, seja no posicionamento da última linha ou na pressão para evitar passes longos. É ridículo tomar um gol como o que tomamos, e está longe de ter sido a primeira vez.

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Poucas coisas são melhores de se ouvir do que o meu pai gritando "PIKACHU DESGRAÇADO"

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37 minutes ago, LC said:

O Luciano só prova o que falo. Tem jogador que num clube não rende muito, vide a passagem dele pelo Grêmio, mas em outro o jogador vai muito bem.

Pior que o momento ruim dele foi só no Grêmio. No surgimento no Corinthians, no Fluminense e no São Paulo ele sempre foi bem.

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Que pita jogador é o Cano, Vascaum vai se salvar só com esse cara

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2 minutes ago, Rodrigo9 said:

Que pita jogador é o Cano, Vascaum vai se salvar só com esse cara

Só tem ele mesmo

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Meu pai fica puto com esse time porque eles puxam um contra-ataque, tão lá perto da área, aí a bola chega no Henrique e ele manda lá pro goleiro iniciar tudo de novo 😂

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O Pikachu é uma piada. O cara acabou com dois contra ataques

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Depois de 1 mes jogando so' contra times que dao espaco (Fortaleza e Flamengo), voltamos 'a realidade. Imagina contra a defesa do Gremio.

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Uma hora esses erros ridículos na pressão/linha de impedimento iam acabar resultando em prejuízo. Se foder também o gol que o Brenner perdeu. Tomara que seja um choque de realidade a porra desse empate pra que esse time deixe de fazer tanta bosta.

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34 minutos atrás, Zicogalinho disse:

Só contra o Fla Brenner?

Cano...

Brenner tem 17 gols no ano, sendo 3 no Fla. 

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  • General Director

Você percebe que o problema é crônico quando dá pra reciclar comentários de outros jogos passados, hahaha. Olha isso, meu comentário lááááá no dia 8 desse mês, no jogo em casa contra o Goiás:

On 11/8/2020 at 7:25 AM, Leho. said:

Que futebol paupérrimo, meu Deus do céu. E até agora eu não estou convencido de que aquela bola do Brenner entrou, hahahaha... acho que nessa o bandeirinha jogou pra gente. Mas no geral, um jogo fraquíssimo do SPFC, mostrando o que já se sabe: o time do Diniz não tem estratégias contra times retrancados. Ontem foram 35 cruzamentos, TRINTA E CINCO CRUZAMENTOS. Só 5 efetivos.

Nós só conseguimos nos dar bem mesmo contra times que propõem mais o jogo (Flamengo por exemplo), e não à toa nosso aproveitamento contra os times de cima é mt melhor do que contra os candidatos ao descenso.

Outro ponto é: a gente nunca se impõe. Se o adversário começa a gostar do jogo, sobe a marcação e encaixota nossa saída de bola, um abraço. Acaba com o time. Lanús deu aula de como marcar pressão sob a gente por exemplo, e foram premiados com isso (um time que não jogava oficialmente há SETE MESES vale dizer). O Goiás ontem no 2T se lançou mais ao ataque e já foi o suficiente pro Fernandão quase fazer o 2 a 1.

Ou seja: a gente é tão frágil defensivamente que qualquer time, definitivamente QUALQUER TIME, acaba nos impondo perigo. E isso passa por não conseguir se impor. Desse jeito fica difícil acreditar em briga por qualquer coisa que seja, a estabilidade passa longe do time do Diniz.

Ontem contra o Vasco foram 33 cruzamentos, acertamos 6. Contra o Goiás, o chute de fora do Igor Gomes acabou salvando a decepção, ontem nem isso tivemos. Repito: o Diniz não treinou essa equipe pra ter estratégias contra times mais fechados, e essa será uma realidade cada vez mais presente pra quem postula ser candidato a qualquer título.

Ontem novamente o futebol foi paupérrimo.

 

A gente só não tá mais puto porque os outros não dispararam, mas foda-se. Tinham que ter ganho os 3 pts na base do fórceps contra esse catado do Vasco aí,  assim como aconteceu contra o Goiás.

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2 horas atrás, Leho. disse:

Você percebe que o problema é crônico quando dá pra reciclar comentários de outros jogos passados, hahaha. Olha isso, meu comentário lááááá no dia 8 desse mês, no jogo em casa contra o Goiás:

Ontem contra o Vasco foram 33 cruzamentos, acertamos 6. Contra o Goiás, o chute de fora do Igor Gomes acabou salvando a decepção, ontem nem isso tivemos. Repito: o Diniz não treinou essa equipe pra ter estratégias contra times mais fechados, e essa será uma realidade cada vez mais presente pra quem postula ser candidato a qualquer título.

Ontem novamente o futebol foi paupérrimo.

 

A gente só não tá mais puto porque os outros não dispararam, mas foda-se. Tinham que ter ganho os 3 pts na base do fórceps contra esse catado do Vasco aí,  assim como aconteceu contra o Goiás.

Eu também acho que é um problema, mas não acredito que seja tão simples assim. Primeiro que os cruzamentos devem, sim, ser um recurso numa situação dessa, porque embora o objetivo principal seja acertar, existe outra situação muito importante, que é a segunda bola. Além disso, não devemos deixar de levar em consideração que é muito mais difícil furar defesas muito retrancadas quando não se tem o placar nas mãos, que foi justamente o caso de ontem e do jogo contra o Goiás.

Aí entra o problema que me preocupa mais do que a falta de criatividade (como quiser chamar) pra furar retrancas: a fragilidade defensiva contra elas. Já falei algumas vezes aqui nesse tópico sobre isso, então acho que não é necessário repetir. 

Na Premier League vemos várias vezes times de primeira linha, como o Manchester City, tendo dificuldade pra furar retranca. Quando fura e fica à frente no placar, aí sim aumentam as chances de se construir uma goleada.

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  • General Director
2 hours ago, JGDuarte said:

Eu também acho que é um problema, mas não acredito que seja tão simples assim. Primeiro que os cruzamentos devem, sim, ser um recurso numa situação dessa, porque embora o objetivo principal seja acertar, existe outra situação muito importante, que é a segunda bola. Além disso, não devemos deixar de levar em consideração que é muito mais difícil furar defesas muito retrancadas quando não se tem o placar nas mãos, que foi justamente o caso de ontem e do jogo contra o Goiás.

Aí entra o problema que me preocupa mais do que a falta de criatividade (como quiser chamar) pra furar retrancas: a fragilidade defensiva contra elas. Já falei algumas vezes aqui nesse tópico sobre isso, então acho que não é necessário repetir. 

Na Premier League vemos várias vezes times de primeira linha, como o Manchester City, tendo dificuldade pra furar retranca. Quando fura e fica à frente no placar, aí sim aumentam as chances de se construir uma goleada.

Mas ninguém disse que era um problema simples de se resolver, estamos falando de um grande clube com uma pressão enorme pela seca de títulos, entre outras coisas. O problema é complexo mesmo. Acontece que o Diniz tem uma das estadias mais longevas entre os treinadores da Série A, logo, eu esperava que isso estivesse sendo trabalhado por ele, ou pelo menos dando sinais disso.

Quantos aos cruzamentos, é claro que deve ser um recurso nesses casos, o grande problema aqui é transformá-lo NO ÚNICO recurso, foi isso que eu frisei contra o Goiás e friso agora contra o Vasco. Acho bem escroto um time grande como o SPFC tentar cruzar mais de 30 bolas num jogo, beira ao desespero.

Sobre ser mais difícil furar retrancas, é claro que é mais difícil e por isso o problema em questão é bem complexo de se trabalhar, mas aí eu volto a citar o tempo de trabalho do Diniz: é um dos mais longevos hoje, logo, não dá pra dizer que ele não conhece o elenco nem tampouco que não teve tempo pra treinar.

Sobre a fragilidade defensiva, concordo inteiramente, e inclusive eu falo disso naquele post do dia 8/11, no meu último parágrafo.

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