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Tsuru

Cymru Am Byth: Galês para sempre - "O ataque é a melhor defesa?" (08/04)

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Nei não cai (38D)

Essa tática aí é 343 hahaha

Gostei do desafio, ansioso pela continuação.

Força guerreiro.

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Cadete213

Muito trabalho pela frente mas já começaste a recrutar galeses para o plantel. Época não será fácil pois essas divisões inglesas são muito complicadas. Aproveita bem a situação financeira do clube. Isso é que foram jogos amigáveis 😁

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Victor Duque

planejamento vem sendo bem feito, tanto dentro como fora de campo, acredito que será um diferencial para surpreender positivamente na temporada. boa sorte!!

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ggpofm

Boa sorte na formação do "Bilbao Galês", que por enquanto ainda está repleto de ingleses no elenco. Faz parte.

Está bem cotado para um bom desempenho na liga e deverá ser cobrado por isso pela diretoria. Acha que dá para para subir na primeira temporada, já que está cotado para o 3º lugar? Subir rápido poderia ser benéfico para atrair galeses mais qualificados ou acha muito arriscado e prefere ficar onde está?

Uma das coisas que gosto mais das ligas inglesas é que até na 6ª divisão e até mais embaixo nas ligas quando são ativadas é possível encontrar jogadores reais, coisa que em outras ligas não ocorre. Quando você jogou no Timor Leste, o Café tinha muitos jogadores reais ou apenas newgens? 

Como eu disse eu meu primeiro post neste save, tem uma ótima proposta de save e tem tudo para ser desafiador e um grande save. Que venha a temporada. Bom trabalho.😉

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div

Começando pelo diretor de futebol jovem, só um detalhe: não sei se ele vai conseguir bons jogadores, mas com certeza vai ter jogadores obedientes quando chegarem no profissional haha.

Realmente seria um grande desperdício jogar no 5-3-2 com essa quantidade de extremos naturais que tem no elenco. Não que não houvesse chance de dar certo, mas se a proposta é jogar com o que tem, nada mais lógico que aproveitar as qualidades e características do elenco que tem. Analisou bem e achou uma boa solução. Pelos amistosos finais tá com cara de que funciona.

Boa sorte na temporada!

 

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ElPerroMG

Acho que a meta mais difícil aí vai ser alcançar a semi-final no FA Trophy. Mesmo com o nível mais baixo dos adversários, jogo único é sempre uma emoção a parta e qualquer deslize pode levar pro buraco.  No Vanarama, a previsão da imprensa mostra que sua diretoria não está longe da visão do time. O mais importante, qual a visão do treinador depois da pré-temporada? Dá pra buscar?

O trabalho com jovens do seu Diretor Jovem é bem legal para o nível, mas a avaliação de elenco dele é péssima. Nada de mais também, apenas as estrelas de nível virão bagunçadas e tu terá que tirar suas próprias conclusões sobre. Qual a personalidade dele? No mais, bem legal que a equipe técnica já esteja toda pronta.

Sua dupla de zaga é bem boa. Um zagueiro mais forte, alto e com excelentes atributos para zagueiros e outro menos técnico, mas bem rápido, o que pode ser perfeito para um cobrir/bloquear caso queira usar. Esse filtro é importante pra você, e mais importante ainda é que atualize ele ao menos semestralmente, vai te facilitar demais na hora das buscas. Nos demais, chamou a atenção o Cooper e o Davies, excelentes achados, mostrando que o tempo "perdido" valeu a pena. Alex Samuel cairia como uma luva.

A situação financeira é bem agradável para um começo. Será um efeito Ryan Reynolds? heheh

A copinha galesa não deu muito certo, o time foi mal demais. Porém, nos amistosos e com as mudanças do treinador, parece que as coisas evoluíram, ótimo.

Gostei da tática, o AT tende a fazer uma pressão maior na saída de bola do adversário. O Trinco é uma ótima escolha também, é um jogador que faz bem esse papel de terceiro zagueiro e te da mais segurança para soltar os meias. Só não gosto dessa linha de pressão mais baixa, sempre me ferro com ela, mas é questão de gosto. Espero que ocorra tudo bem e não precise usar o Plano C ahahah. 

Boa sorte na sequência, Tsuru!!
 

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Andreh68

Qual a personalidade do Diretor juvenil? E estilo de jogo?

Não entendi, vc achar que em impulsão e força 10 tava na media da divisão, o gráfico não mostra que 10 esta abaixo?

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Tsuru
Em 26/02/2021 em 12:16, Nei não cai (38D) disse:

Essa tática aí é 343 hahaha

Gostei do desafio, ansioso pela continuação.

Força guerreiro.

E não é que você tem razão? Com a bola vira um 3-4-3, alas avançando e jogando no centro do meio campo e os dois pontas quase como dois atacantes, com o volante atuando bem próximo dos zagueiros.

Também tô bem animado, espero em breve conseguir trazer os resultados do primeiro bimestre.

Obrigado pelo comentário!

Em 26/02/2021 em 17:23, Cadete213 disse:

Muito trabalho pela frente mas já começaste a recrutar galeses para o plantel. Época não será fácil pois essas divisões inglesas são muito complicadas. Aproveita bem a situação financeira do clube. Isso é que foram jogos amigáveis 😁

Oi Cadete.

O trabalho tem que começar logo né? E não vou parar mesmo com o elenco fechado, porque quero ver se encontro bons jovens para irem para os times de base. Importante a gente contratar quando não precisar, para não precisar ir desesperadamente ao mercado quando for necessário.

Eu adoro o equilíbrio das ligas inglesas, dificilmente você vê um time muito melhor que os outros e isso torna os campeonatos sempre emocionantes. Ter dinheiro em caixa e nenhuma dívida ajuda bastante, mantendo essa pegada a equipe só tem a ganhar - mais ainda considerando que tenho menos opções de contratação, então em alguns momentos teremos que pagar o que for pedido. 

Tomara que os outros jogos da liga também sejam amigáveis. Hehehehe

Obrigado pelo comentário!

Em 26/02/2021 em 19:06, Victor Duque disse:

planejamento vem sendo bem feito, tanto dentro como fora de campo, acredito que será um diferencial para surpreender positivamente na temporada. boa sorte!!

Oi Victor.

Tomara que seja mesmo, que todo o planejamento traga ótimos resultados!

Obrigado pelo comentário!

Em 26/02/2021 em 22:19, ggpofm disse:

Boa sorte na formação do "Bilbao Galês", que por enquanto ainda está repleto de ingleses no elenco. Faz parte.

Está bem cotado para um bom desempenho na liga e deverá ser cobrado por isso pela diretoria. Acha que dá para para subir na primeira temporada, já que está cotado para o 3º lugar? Subir rápido poderia ser benéfico para atrair galeses mais qualificados ou acha muito arriscado e prefere ficar onde está?

Uma das coisas que gosto mais das ligas inglesas é que até na 6ª divisão e até mais embaixo nas ligas quando são ativadas é possível encontrar jogadores reais, coisa que em outras ligas não ocorre. Quando você jogou no Timor Leste, o Café tinha muitos jogadores reais ou apenas newgens? 

Como eu disse eu meu primeiro post neste save, tem uma ótima proposta de save e tem tudo para ser desafiador e um grande save. Que venha a temporada. Bom trabalho.😉

Obrigado Gilson.

Aos poucos a gente vai chegando lá. Os ingleses vão ser importantes nesse momento inicial para ajudar a estruturar a equipe e talvez ajudem até a gerar receitas em vendas. 

Olha, sobre o desempenho final da temporada acho que vai depender do encaixe da tática e do entrosamento do elenco, mas sim, é possível subir de primeira. Como treinador eu sempre vou querer o melhor pro time né, vitórias, títulos, promoções, o melhor do melhor - e ao mesmo tempo acredito que tudo tem o tempo certo. Na hora que tiver que ser, vai ser 😄 

Como eu disse ao Cadete, eu gosto do equilíbrio nessas divisões inferiores inglesas, nunca tem um time muito mais forte, a qualidade e disponibilidade dos jogadores é boa - só comparar com o mesmo nível na França, por exemplo - e de fato tem esse lance dos jogadores reais. Outro dia joguei no Google o Cole Dasilva e o Isaac Davies e eles apareceram, foi assim inclusive que descobri que o Davies era inglês naturalizado galês, foi bem legal. 

No caso do Timor eu tenho a impressão que eram atletas gerados pelo FM mesmo, vide eu não ter encontrado nenhuma pessoa chamada Risoto na vida real (se existe não tá no Google). Não sei bem como funciona isso porque eu não tinha ativado a opção de adicionar atletas a equipes jogáveis, mas talvez alguns sejam gerados ao ativar a liga para que ela não fique 100% cinza.

Tem sido bem legal até aqui, eu adorava jogar nesse nível inglês no save do Druida e tô curtindo, acho que o grande desafio vai tornar essa jornada mais interessante.

23 horas atrás, div disse:

Começando pelo diretor de futebol jovem, só um detalhe: não sei se ele vai conseguir bons jogadores, mas com certeza vai ter jogadores obedientes quando chegarem no profissional haha.

Realmente seria um grande desperdício jogar no 5-3-2 com essa quantidade de extremos naturais que tem no elenco. Não que não houvesse chance de dar certo, mas se a proposta é jogar com o que tem, nada mais lógico que aproveitar as qualidades e características do elenco que tem. Analisou bem e achou uma boa solução. Pelos amistosos finais tá com cara de que funciona.

Boa sorte na temporada!

Oi div.

Nesse primeiro momento eu preferi focar mais nos mentais, como Disciplina, Determinação e Motivação, e deixar a avaliação de potencial/capacidade em segundo plano. Geralmente era o contrário, vamos ver os resultados nas fornadas e no desenvolvimento dos jogadores da base.

Repensei e achei que o 5-3-2 tava inventando a roda, no nível atual faz mesmo mais sentido trabalhar com o que tenho. Tomara que a boa impressão dos amistosos se confirme nos jogos oficiais.

Obrigado pelo comentário!

14 horas atrás, ElPerroMG disse:

Acho que a meta mais difícil aí vai ser alcançar a semi-final no FA Trophy. Mesmo com o nível mais baixo dos adversários, jogo único é sempre uma emoção a parta e qualquer deslize pode levar pro buraco.  No Vanarama, a previsão da imprensa mostra que sua diretoria não está longe da visão do time. O mais importante, qual a visão do treinador depois da pré-temporada? Dá pra buscar?

O trabalho com jovens do seu Diretor Jovem é bem legal para o nível, mas a avaliação de elenco dele é péssima. Nada de mais também, apenas as estrelas de nível virão bagunçadas e tu terá que tirar suas próprias conclusões sobre. Qual a personalidade dele? No mais, bem legal que a equipe técnica já esteja toda pronta.

Sua dupla de zaga é bem boa. Um zagueiro mais forte, alto e com excelentes atributos para zagueiros e outro menos técnico, mas bem rápido, o que pode ser perfeito para um cobrir/bloquear caso queira usar. Esse filtro é importante pra você, e mais importante ainda é que atualize ele ao menos semestralmente, vai te facilitar demais na hora das buscas. Nos demais, chamou a atenção o Cooper e o Davies, excelentes achados, mostrando que o tempo "perdido" valeu a pena. Alex Samuel cairia como uma luva.

A situação financeira é bem agradável para um começo. Será um efeito Ryan Reynolds? heheh

A copinha galesa não deu muito certo, o time foi mal demais. Porém, nos amistosos e com as mudanças do treinador, parece que as coisas evoluíram, ótimo.

Gostei da tática, o AT tende a fazer uma pressão maior na saída de bola do adversário. O Trinco é uma ótima escolha também, é um jogador que faz bem esse papel de terceiro zagueiro e te da mais segurança para soltar os meias. Só não gosto dessa linha de pressão mais baixa, sempre me ferro com ela, mas é questão de gosto. Espero que ocorra tudo bem e não precise usar o Plano C ahahah. 

Boa sorte na sequência, Tsuru!!
 

Oi ElPerro.

Vai sim, mas se a diretoria espera isso é porque temos condições de chegar. E se temos condições de ir até a semifinal a gente pode ganhar logo 😄 

Menos mal que geralmente eu contrato todo mundo da base, nunca confio muito naquela avaliação - afinal sempre acho difícil avaliar o potencial de alguém aos 14/15 anos. Ele trazendo jogadores disciplinados e motivados tá bom hehehe. A personalidade dele é "Equilibrado", eu lembro de ter dado uma confirmada nisso antes de fechar.

Tô aprendendo que no FM não existe tempo perdido - querer correr com escolha de jogadores, tática, não fazer bola parada direito, procurar os jogadores com pressa, tudo isso cobra o preço depois. É melhor investir mais tempo na preparação e já chegar ajeitadinho nos jogos oficiais do que chegar de qualquer jeito e gastar tempo tentando arrumar depois. Sem a paciência de fazer a lista de jogadores, por exemplo, não teríamos Cooper e Davies, nem mesmo saberíamos da existência do Alex Samuel.

Sabe que a situação financeira me surpreendeu? O clube não tem dívidas, tem dinheiro em caixa, folha salarial equilibradinha e um estádio de 15 mil lugares. Potencial financeiro e de crescimento não faltam. Imagino eu que com o Deadpool o salto vai ser ainda maior hehehe

Nem me fale dessa copinha, foi horrível perder para equipes de Gales que tem um futebol fraquíssimo. Foi tão ruim que tô considerando mudar o formato da copa de verão e não usar mais o formato dessa primeira temporada. Menos mal que depois ajeitou.

Vamos ver se a tática funciona e se a estratégia de LE mais recuada ajuda nos contragolpes. Um obstáculo é a equipe aguentar essa intensidade enorme, nessas horas nada como um elenco grande. E que o plano C fique lá quietinho e não vire o A hehehe

Obrigado pelo comentário!

7 minutos atrás, Andreh68 disse:

Qual a personalidade do Diretor juvenil? E estilo de jogo?

Não entendi, vc achar que em impulsão e força 10 tava na media da divisão, o gráfico não mostra que 10 esta abaixo?

Oi Andreh.

A personalidade é Equilibrado. Segue um print do perfil dele aí embaixo.

Sobre os atributos, eu misturei dois critérios. O primeiro é o que define valores de atributos considerados bons para cada uma das divisões, independente da avaliação dos adversários:

Champions League Level ≥ 15
Championship Level ≥ 13
League 1≥ 12
League 2 ≥ 11
National League ≥ 10
Vanarama National South League ≥ 9

Ou seja, por esse primeiro critério, qualquer atributo 10 ou superior é bom para o nosso nível atual. O segundo critério não usa esses números em si, mas faz uma comparação com a média atual da divisão para saber onde o time está posicionado.

Eu combinei os dois - analisei em relação à média da divisão, mas entendo que se tem média 10 pode ser considerado bom para o nível da Football League. Não sei se ficou claro ou confundi mais...hehehe

Obrigado pelo comentário!

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Danut

Não estava claro pra mim que tu ia utilizar atletas surgidos na base independentemente de nacionalidade, mas acho uma decisão correta. Ia sugerir isso, inclusive.

Sobre elenco e transferências, achei curioso que tu não mencionou o Callum Jones como um dos destaques, pois olhando os perfis ele foi quem mais me chamou a atenção. Já tua avaliação não parece ser tão positiva, já que ele nem figura na equipe titular. Me chamou a atenção ainda que quem tá de titular na posição de CJA tem avaliação de capacidade baixa. Tem como trazer o perfil desse atleta? Se não for pedir demais, também o print da tela de comparação de atributos entre ele e o Jones.

Sobre a tática, tenho minhas dúvidas sobre a efetividade do MRB dentro da tua lógica de jogo, mas vamos ver como é na prática em jogos oficiais.

Boa sorte - vai precisar, especialmente no FA Trophy, onde qualquer deslize é fatal.

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Tsuru
19 horas atrás, Danut disse:

Não estava claro pra mim que tu ia utilizar atletas surgidos na base independentemente de nacionalidade, mas acho uma decisão correta. Ia sugerir isso, inclusive.

Sobre elenco e transferências, achei curioso que tu não mencionou o Callum Jones como um dos destaques, pois olhando os perfis ele foi quem mais me chamou a atenção. Já tua avaliação não parece ser tão positiva, já que ele nem figura na equipe titular. Me chamou a atenção ainda que quem tá de titular na posição de CJA tem avaliação de capacidade baixa. Tem como trazer o perfil desse atleta? Se não for pedir demais, também o print da tela de comparação de atributos entre ele e o Jones.

Sobre a tática, tenho minhas dúvidas sobre a efetividade do MRB dentro da tua lógica de jogo, mas vamos ver como é na prática em jogos oficiais.

Boa sorte - vai precisar, especialmente no FA Trophy, onde qualquer deslize é fatal.

Oi Danut.

Eu não teria como abrir mão da base não galesa nesse momento né. Quer dizer, ter eu teria, mas seria muito arriscado, dependendo da situação, eu teria que contratar "qualquer galês" só para tapar buraco e ter atletas para colocar em campo. O problema é que, quando o clube faz isso, está perdendo em todos os aspectos: gasta para comprar um jogador ruim, paga um salário a ele, ocupa espaço no elenco e na folha e não traz resultados esportivos ("lucro intangível", se você quiser um nome bonito). Quando você usa alguém da base para cobrir esse espaço, teve custo zero de aquisição, existe potencial de crescimento e boa chance de revender com 100% de lucro financeiro no futuro. Resumidamente os dois são apostas, mas uma tem um grau de risco muito menor que a outra.

É claro que assim, no futuro, quando a gente estiver consolidado como o Bilbao está, aí posso rever esse critério e dizer "olha, a partir de agora só recrutamos galeses". 

Segue a tela de comparação entre o Redmond e o Jones, sublinhados os atributos chave para o papel de CJA Atacar:

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Nas divisões inferiores, geralmente começo da direita para a esquerda - na ordem, físicos, mentais e técnicos. Podemos observar que Redmond tem mais Aceleração e Agilidade que o colega, justamente os atributos físicos chave para ser um CJA AT, além de mais Aptidão Física e Velocidade. Em alguns atributos mentais chave, também ganha - o Índice de Trabalho, Sem Bola, Determinação e Trabalho de Equipe dele são melhores. Como bônus, ainda tem mais Imprevisibilidade, algo que eu gosto bastante nesse tipo de função. 

Eu não acho o Callum ruim, só que ele é fraco fisicamente e, como eu disse, em divisões inferiores acredito que times muito bons fisicamente sobressaem. Pessoalmente acho o sistema de avaliação de adjuntos meio ruim, meio subjetivo, porque apesar de entender que toda avaliação é subjetiva, estamos falando de um jogo e muitas vezes confunde mais do que esclarece. Como te confundiu aqui e teria me confundido se eu não tivesse olhado o Redmond, as estrelas indicavam um cara bem pior e não é o que eu vejo. 

Pior ainda que não foi o único caso: me sugeriu o Horsfield como lateral quando ele tem muito menos capacidade física, aceleração e velocidade que os outros postulantes à função. Vai como correr pelo flanco, cruzar a bola e voltar para dar cobertura se não tiver condição física? É complicado.

Já o MRB me parece perfeito para sistemas de contragolpe e jogo direto: persegue a bola, recupera e lança direto para os homens de frente, exatamente o que eu preciso. Vamos ver se funciona como na teoria.

Espero que a diretoria não fique chateada com uma eventual eliminação no FA Trophy, ou então que a gente consiga alcançar e superar as expectativas 😛 

Obrigado pelo comentário!

 

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Danut
1 hour ago, Tsuru said:

Eu não teria como abrir mão da base não galesa nesse momento né. Quer dizer, ter eu teria, mas seria muito arriscado, dependendo da situação, eu teria que contratar "qualquer galês" só para tapar buraco e ter atletas para colocar em campo. O problema é que, quando o clube faz isso, está perdendo em todos os aspectos: gasta para comprar um jogador ruim, paga um salário a ele, ocupa espaço no elenco e na folha e não traz resultados esportivos ("lucro intangível", se você quiser um nome bonito). Quando você usa alguém da base para cobrir esse espaço, teve custo zero de aquisição, existe potencial de crescimento e boa chance de revender com 100% de lucro financeiro no futuro. Resumidamente os dois são apostas, mas uma tem um grau de risco muito menor que a outra.

Sim, com certeza usar a base te deixa numa situação bem melhor do que tapar buracos com o primeiro galês que passar na frente da porta do clube. Só não tinha ficado claro pra mim que essa era a proposta, mas agora está 😄 E não acho que uma proposta seja melhor ou pior que a outra em si, depende do que se quer. A tua dá um desafio mais equilibrado, com mais perspectivas. Que, pelo teu histórico de saves aqui, acho que é o melhor pra tua situação mesmo, pois acho que o outro caminho te deixaria frustrado com essa perspectiva de ter que contratar qualquer um.

 

1 hour ago, Tsuru said:

É claro que assim, no futuro, quando a gente estiver consolidado como o Bilbao está, aí posso rever esse critério e dizer "olha, a partir de agora só recrutamos galeses". 

Vai ser curioso acompanhar como uma transição dessas impactaria no clube, se chegar lá. Mas já digo que acho pouco provável que chegue a tanto. Pensando no meu save com o Pogon, por exemplo, se eu tivesse me limitado a apenas jogadores poloneses teria caído muito o nível da equipe. Com brasileiros já foi bem diferente né. Mas os galeses são piores que os poloneses, acho. E aí não vejo muita perspectiva pra limitar a equipe a esse ponto e se manter competitivo num alto nível. Mas também posso estar errado. Enfim, se chegar lá tu vê o que fazer.

 

1 hour ago, Tsuru said:

Segue a tela de comparação entre o Redmond e o Jones, sublinhados os atributos chave para o papel de CJA Atacar:

screenshot.5.thumb.png.d7511d709784585d742a9bd74319f81b.png


Nas divisões inferiores, geralmente começo da direita para a esquerda - na ordem, físicos, mentais e técnicos. Podemos observar que Redmond tem mais Aceleração e Agilidade que o colega, justamente os atributos físicos chave para ser um CJA AT, além de mais Aptidão Física e Velocidade. Em alguns atributos mentais chave, também ganha - o Índice de Trabalho, Sem Bola, Determinação e Trabalho de Equipe dele são melhores. Como bônus, ainda tem mais Imprevisibilidade, algo que eu gosto bastante nesse tipo de função. 

Eu não acho o Callum ruim, só que ele é fraco fisicamente e, como eu disse, em divisões inferiores acredito que times muito bons fisicamente sobressaem. Pessoalmente acho o sistema de avaliação de adjuntos meio ruim, meio subjetivo, porque apesar de entender que toda avaliação é subjetiva, estamos falando de um jogo e muitas vezes confunde mais do que esclarece. Como te confundiu aqui e teria me confundido se eu não tivesse olhado o Redmond, as estrelas indicavam um cara bem pior e não é o que eu vejo.

Achei bem curiosa a tua explicação sobre por que prefere um ao outro. Eu já seguiria um caminho bem diferente. Na minha opinião um jogador como CJA não precisa de tantos atributos físicos não. Eu olhando para os dois diria que o Callum tem mais Visão de Jogo, passa (muito) melhor a bola, tem melhor primeiro toque, e de bônus ainda sabe marcar e desarmar - o que é sempre bom pra um homem de meio, ainda que não seja o principal. Só ficaria meio assim pelo Sem Bola dele ser baixo, mas ainda assim seria minha opção inicial entre os dois.

Mas enfim, só apontando as diferentes formas de se analisar o jogo, né.

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Henrique M.

O mais preocupante ali nessa pré-temporada foram os resultados contra equipes galesas, sinceramente, me surpreendeu que tenha perdido todos, independentemente da situação do elenco durante a montagem tradicional de pré-temporada. Acho que está com um elenco bom, com jogadores de qualidade para a divisão em posições chave, agora é hora de ver se mantém a boa leva de resultados quando a bola começar a rolar para valer.

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Tsuru
2 horas atrás, Henrique M. disse:

O mais preocupante ali nessa pré-temporada foram os resultados contra equipes galesas, sinceramente, me surpreendeu que tenha perdido todos, independentemente da situação do elenco durante a montagem tradicional de pré-temporada. Acho que está com um elenco bom, com jogadores de qualidade para a divisão em posições chave, agora é hora de ver se mantém a boa leva de resultados quando a bola começar a rolar para valer.

Oi Henrique.

Foram exatamente os resultados ruins que me levaram à tela de análise de equipe e a comparar os atributos com a média da divisão, tentando escolher algo mais adequado ao time que tenho. Feita essa escolha, o desempenho e os resultados melhoraram consideravelmente, inclusive jogando bem contra times da segundona escocesa, o que me deixou em geral mais tranquilo e confiante. Eu tenho certeza que fiz escolhas bem embasadas mas é aquilo né, quem confirma isso são os resultados, vamos ver se eles confirmam mesmo.

Obrigado pelo comentário!

9 horas atrás, Danut disse:

A tua dá um desafio mais equilibrado, com mais perspectivas. Que, pelo teu histórico de saves aqui, acho que é o melhor pra tua situação mesmo, pois acho que o outro caminho te deixaria frustrado com essa perspectiva de ter que contratar qualquer um.

Pelo que o @ElPerroMG comentou de observar no save dele, aparentemente os newgens dos times galeses na Inglaterra já são todos galeses (ou quase todos), e pelo que eu saiba vêm com YC rating inglês, pela situação do clube atuar em outro país. Com um bom desenvolvimento e boas chances na equipe principal acho que temos perspectivas muito interessantes para a base do Wrexham. Sei que formar nossos próprios galeses e/ou desenvolver os surgidos em outros clubes tendem a ser diferenciais aqui, ainda mais quando a estrutura estiver melhor.

Eu entrei no desafio plenamente consciente de que pode haver momentos em que não vou avançar, ou que as coisas podem levar bastante tempo para acontecer, mas que nesse desafio a graça é exatamente essa. Eu acho que esse é um diferencial importante em relação ao que fiz por aqui nos últimos tempos, onde eu tinha expectativas muito altas de crescer muito rapidamente. Não adianta, é futebol e não uma ciência exata, as coisas por vezes levam tempo e hoje não acho que isso seja motivo para se frustrar com o jogo, apenas sinal de que é preciso evoluir mais alguma coisa para alcançar o próximo estágio.

9 horas atrás, Danut disse:

Mas enfim, só apontando as diferentes formas de se analisar o jogo, né.

Sim. Futebol pra mim é antes de tudo um jogo físico, o mental e a técnica entram para diferenciar aqueles que são parecidos fisicamente (o que acontece por exemplo em divisões de mais alto nível). Durante muito tempo eu focava primeiro nos atributos mentais, mas como sabemos os resultados não foram bons e tenho tentado ir por outro caminho. Funcionou bem no Timor, espero que seja assim aqui também.

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schacoffee

Depois de ler o tópico inteiro, fiquei bem animado para saber o que vem na sequência. Acompanharei o teu save!

Sempre vi o País de Gales como um lugar de jogadores mais veteranos em fim de carreira e ou aqueles que juram amor à camisa. Obviamente não é um país potência na Europa, mas é evidente que assume um lugar muito bom no desenvolvimento de jovens. Acho muito legal disputarem competições junto com os ingleses, isso agrega muito ao país.

Falando do save, achei bem curioso que tu vais contratar somente galeses para a equipe técnica. Acredito que o maior desafio será esse, acima até da restrição de contratações de jogadores.

Quanto ao diretor, deverá ser bem difícil na primeira temporada vir uma boa leva de guris para as camadas jovens, mas penso que, em relação aos outros clubes, talvez possa pintar um ou dois jogadores que possam vir a desempenhar bem no time principal para os próximos anos. Se o diretor for melhor que a maioria dos da liga, talvez a falta de atributo de avaliações seja minimizada!

Boa sorte com a sequência do save!

Edited by schacoffee

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Tsuru
Em 06/03/2021 em 17:21, schacoffee disse:

Depois de ler o tópico inteiro, fiquei bem animado para saber o que vem na sequência. Acompanharei o teu save!

Sempre vi o País de Gales como um lugar de jogadores mais veteranos em fim de carreira e ou aqueles que juram amor à camisa. Obviamente não é um país potência na Europa, mas é evidente que assume um lugar muito bom no desenvolvimento de jovens. Acho muito legal disputarem competições junto com os ingleses, isso agrega muito ao país.

Falando do save, achei bem curioso que tu vais contratar somente galeses para a equipe técnica. Acredito que o maior desafio será esse, acima até da restrição de contratações de jogadores.

Quanto ao diretor, deverá ser bem difícil na primeira temporada vir uma boa leva de guris para as camadas jovens, mas penso que, em relação aos outros clubes, talvez possa pintar um ou dois jogadores que possam vir a desempenhar bem no time principal para os próximos anos. Se o diretor for melhor que a maioria dos da liga, talvez a falta de atributo de avaliações seja minimizada!

Boa sorte com a sequência do save!

Oi schacoffee, seja bem vindo!

Acho que um dos "problemas" de Gales é ser quase uma extensão da Inglaterra. No futebol mesmo, o fato das principais equipes jogarem na pirâmide inglesa atrapalha a construção de um campeonato galês mais forte, faz com que os jogadores jovens prefiram atuar no país vizinho e de repente dificulta ou desestimula a construção de bons centros de formação de atletas. Hoje Gales é considerada a quinta liga mais fraca da Europa, só estando a frente de Islândia, Estônia, Andorra e San Marino. 

No FM a coisa é até um pouco melhor, acho - já teve um save aqui na área onde o autor levou o País de Gales às quartas de final de uma Copa do Mundo basicamente com newgens. Isso e mais o sucesso de dois autores do fórum gringo com esse mesmo desafio que estou fazendo me animaram a começar. O uso da comissão técnica galesa foi, ao mesmo tempo, um "tempero" extra meu e um reforço para que os newgens já venham com a respectiva nacionalidade.

Eu na verdade não ligo muito para as avaliações feitas pelos adjuntos - é muito difícil você avaliar o real potencial de alguém com 14/15 anos e eu sempre contrato todos os que surgem na base. Por isso prefiro começar com Disciplina, Determinação e Motivação mesmo e vamos vendo na prática quem se desenvolve melhor.

Obrigado pelo comentário!

||||||

Pessoal, essas últimas semanas foram complicadas em termos de tempo, mas já consegui jogar o primeiro bimestre e em breve devo trazer a atualização. Obrigado a todos!

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Bigode.

Como já foi dito, com exceção ali da FA Trophy, acredito que as expectativas são todas possíveis de se cumprir.

Taticamente, mais uma aula da sua parte com toda essa explanação. Claro, na hora que isso for colocado em campo, pode dar tremendamente errado, mas a verdade é que o planejamento tático foi todo muito bem feito e isso dá maior segurança de que responderá dentro de campo. Espero que ocorra mesmo. E que possamos ter mais posts táticos assim durante o percurso do save. Sempre muito enriquecedor - pro save em si e pra gente que lê.

Boa sorte no início da jornada!

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Tsuru
40 minutos atrás, Bigode. disse:

Como já foi dito, com exceção ali da FA Trophy, acredito que as expectativas são todas possíveis de se cumprir.

Taticamente, mais uma aula da sua parte com toda essa explanação. Claro, na hora que isso for colocado em campo, pode dar tremendamente errado, mas a verdade é que o planejamento tático foi todo muito bem feito e isso dá maior segurança de que responderá dentro de campo. Espero que ocorra mesmo. E que possamos ter mais posts táticos assim durante o percurso do save. Sempre muito enriquecedor - pro save em si e pra gente que lê.

Boa sorte no início da jornada!

Obrigado Bigode!

Eu sou um perfeccionista nato né. Quanto mais eu planejar, maior a chance de dar certo - a minha dificuldade sempre foi como fazer isso no FM, acho que essa análise de atributos (que não levou nem cinco minutos) me deu um norte pra seguir. Sempre me perguntei "mas analisar atributos com base em que?", e a comparação com a liga ajuda nesse sentido.

É claro que em campo muita coisa pode ser mesmo diferente, daí a importância de testar bastante, observar o que acontece, sentir se/o que incomoda e ajustar se necessário. Se esse fosse um save carreira talvez eu me preocupasse mais com os resultados em si, mas como quero crescer com o clube eu preciso de algo que seja mais consistente a médio e longo prazo, trazendo o resultado dessas observações aos poucos nos posts, estimulando o debate e a troca de ideias com os leitores. E como não tenho jogado além do período que vou postar, isso faz com que possíveis opiniões possam ser levadas em conta antes de eu avançar um pouco mais.

Valeu pelo comentário!

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Tsuru

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Dye-parth gooeyth ew eye thechrye - "Iniciar o trabalho é fazer dois terços dele"
Temporada 1, parte 2

Depois de contratar alguns reforços e planejar o início de temporada do Wrexham, o Reino Unido deixou a União Europeia e eu pedi à diretoria para criar um time Sub-23, que considero fundamental no desenvolvimento dos jovens. Esperava travar uma longa discussão com eles, terminando com o pedido negado.  E aí…

 

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Para minha surpresa, aceitaram de primeira. Como havia dinheiro em caixa e margem na folha salarial, aproveitei para buscar mais alguns reforços.

 

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O objetivo dessas contratações eram vários: atender o desejo da diretoria de investir em jogadores até 22 anos, resolver algumas lacunas que eu ainda via no plantel principal sem a pressão de ter que formar um elenco, e desenvolver jovens para o momento mais adiante onde possivelmente faltarão opções no mercado. 

 

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Vindo das divisões inferiores inglesas, o lateral esquerdo Jay Foulston foi direto para o Sub-23 e ficará de sobreaviso, já que só temos dois laterais na equipe principal - já chegou inclusive a cobrir essa lacuna em algumas partidas devido a lesões dos titulares. É a mesma situação do ponta/ponta invertido/atacante Jack Wilson, que trocou a liga galesa pela inglesa de olho em três posições onde sinto que precisamos de mais opções.

Dos nossos meias centrais mais adiantados, não temos nenhum canhoto (Redmond é um ponta improvisado) e nenhum deles tem características de um CJA Atacar. Daí termos investido para trazer Rob Evans do Curzon Ashton - mas infelizmente posso adiantar que ele tem sido uma grande decepção, mesmo tendo bons atributos para o nível da divisão.

Por fim, a cereja do bolo é Josh Thomas. Eu queria um segundo atacante para disputar vaga com Ponticelli - já que Jeffrey é um ponta improvisado -, tentei algumas opções e ele foi o único dentro do que procurávamos e que aceitou vir. 

 

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O curioso é que o Swansea pediu um valor irrisório por mês porque eu queria garantir que Thomas atuasse como Atacante Trabalhador e não como PL, conforme nossos compatriotas exigiam a princípio. Acho um ótimo reforço, é um jogador veloz, tem bons atributos mentais e não é nada mau na parte técnica.

Ah sim, eu havia comentado que tinha negociado o empréstimo de Alex Samuel junto ao Wycombe e que achava que ele iria para o Forest Green Rovers, que joga uma divisão acima e também havia feito uma proposta nas mesmas condições. Acertei.

 

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O primeiro sorteio nos colocou diante do Guiseley, que disputa a sexta divisão. Não foi um jogo fácil, mas ficou um pouco mais depois de Redmond abrir o placar numa bomba de fora da área. Já quando segurávamos o resultado, Callum Jones fez mais um e fechou o placar.
 

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Nossa participação foi encerrada na eliminatória seguinte, quando apesar de termos feito um bom jogo, fomos despachados sem grandes problemas pelo Cambrige United por 2 a 0
 

 

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Eu pretendia trazer algo mais detalhado jogo a jogo sobre a Football League, com mais informações sobre os gols e a atuação da equipe em si. Infelizmente meu tempo anda meio curto, então vou seguir mesmo com um relato mais resumido e focado no que lembro de cada partida, até porque geralmente não faço anotações após cada jogo e voltar para rever um por um levaria bastante tempo.

Estreamos contra o Solihull Moors e fui surpreendido...pelo domínio absoluto do Wrexham. Velozes, objetivos e agressivos, não deixávamos o adversário respirar. Logo fomos recompensados com o gol de Oliver Cooper, abrindo o placar após Jeffrey puxar contragolpe veloz. Kelleher ampliou de cabeça após cobrança de falta e no finzinho Redmond marcou o terceiro após boa troca de passes, quando o time já tinha instruções para segurar o resultado.

 

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Com Johnston e Cooper machucados, precisei mexer no time contra o Sutton - Cole Dasilva foi jogar na lateral direita e o ponta Jordan Davies, meio encostado, acabou assumindo a lateral esquerda. E foi de Davies o gol que abriu o placar, um tirambaço de fora da área após cobrança de escanteio.

Seis minutos depois, sofremos o empate de pênalti e mesmo dominando o jogo, não conseguíamos retomar a vantagem. Mexi no time e coloquei Callum Jones, que mudou os rumos da partida: marcou o segundo numa sobra de “latereio” (aka BostonBall) e, num contragolpe, lançou para Dylan Boillard fazer o terceiro.

 

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Contra o Maidenhead não teríamos Jeffrey, que servia à seleção de seu país. Entrou então Ponticelli, que abriu o placar aos 29 - depois de Horsfield ter desperdiçado um pênalti 15 minutos antes. O problema é que não conseguimos fazer mais gols e o adversário achou um empate no segundo tempo.

O relógio corria, 30 do segundo tempo e nada de conseguimos desempatar. Pensei...deixo assim mesmo ou coloco o plano B tático para tentar ganhar o jogo? Fomos para o plano B, o time melhorou, Ponticelli marcou mais duas vezes e levamos mais três pontos para casa.

 

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A bola parada voltou a fazer diferença contra o Yeovil Town. Depois de Ponticelli abrir o placar, os outros três gols foram de bola parada - dois dos zagueiros Pearson e Kelleher, e um de Horsfield cobrando pênalti (dessa vez felizmente ele acertou). Mais uma ótima vitória e mais três pontos na conta.

 

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Na sequência empatamos em 0 a 0 com o Barnet fora de casa num jogo extremamente equilibrado, e então seguimos para outra peleja fora contra o Torquay United, time da terra de Agatha Christie. Foi uma partida de extremos ou seria de atacantes interiores - um início alucinante com 2 a 0 antes dos 30 do primeiro tempo, e um final nervoso e dramático com o Wrexham relaxando diante da vantagem e sofrendo um gol e pressão do adversário. Felizmente recuei a tempo e administramos o suficiente para vencer mais uma.

 

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Recebendo o Bromley fizemos nosso pior jogo até aqui. Chutamos pouco, criamos quase nenhum perigo e ainda concedemos um pênalti que o adversário não desperdiçou. A derrota foi mais do que merecida.

 

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De volta à estrada fomos ao Victoria Park encarar o Hartlepool, que brigava no alto da tabela. Eu diria que o Wrex sentiu a derrota anterior e não fez uma partida brilhante, mas o gol de Christie-Davies - uma bomba de fora da área aproveitando lançamento ajeitado por Jeffrey - foi o suficiente para garantir mais uma vitória.

 

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E tinha mais uma parada dura em seguida: o líder Notts County, com quem estávamos brigando diretamente pela ponta. Josh Thomas havia acabado de chegar ao clube e o escalei como titular, deslocando Jeffrey para a função de extremo.

Fazíamos um primeiro tempo de sonho, dominando a partida sem deixar o rival respirar e chutando muitas vezes a gol, mas nada de abrir o placar. Aí, numa bola vadia, o adversário descolou um escanteio e marcou um gol de cabeça, num placar totalmente injusto.

Mas ainda tinha muito jogo pela frente: saquei o apagado Thomas, voltei Jeffrey para o comando do ataque, tirei a instrução de Rematar Sempre Que Possível para evitar afobação e...viramos o jogo com gol de Jeffrey e um pênalti bem convertido por Horsfield.

O Notts se desesperou e veio para cima, criando inúmeras chances e deixando a partida totalmente em aberto. Mas nos atacar pode ser fatal - que o digam Jeffrey e Horsfield, que marcaram mais dois gols em contragolpes e garantiram um resultado sensacional. Goleada, vitória e assumimos a liderança com um jogo a menos.

 

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Faltavam dois jogos para fechar o bimestre e ambos os times estavam na parte baixa da tabela - o que muitas vezes significa jogos mais difíceis do que contra adversários diretos. Que o diga o Dover Athletic: depois de sofrer dois gols em 34 minutos, acordou, diminuiu e empatou, usando estratégias simples como colocar um atacante veloz saindo nas costas da nossa defesa (que joga naturalmente mais adiantada conforme o padrão da mentalidade) e explorar os cruzamentos para a área (aos quais temos sido bastante vulneráveis).

A muito custo conseguimos fazer o terceiro com Horsfield e o quarto com Cooper mas ainda sofremos o terceiro gol no fim - e sinceramente, um 4 a 4 aqui não teria sido nada injusto. Não foi, vencemos e tanto melhor para nós.

 

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Acho que o Eastleigh assistiu ao jogo com o Dover, porque entrou exatamente da mesma forma - muitas bolas nas costas da nossa defesa, muitos cruzamentos e intermediária congestionada para dificultar a movimentação dos nossos três homens de frente. Para nossa sorte, a grande noite do goleiro Lainton e a péssima pontaria do adversário evitaram que sofréssemos gols, enquanto a nossa péssima pontaria evitou que marcássemos. Assim, o resultado teria mesmo que ser um 0 a 0.

 

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Eu havia estabelecido uma meta entre 18 e 24 pontos em 11 jogos, e dito que 25 ou mais era excelente. Pois bem, ficamos no excelente: 26 pontos em 33 disputados, 78% de aproveitamento, segundo melhor ataque com 24 gols marcados e segunda melhor defesa com apenas 9 sofridos, assumindo a liderança com um jogo a menos.
 

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Ainda tem muito campeonato pela frente, mas abrimos dez pontos para o primeiro fora da zona dos playoffs - que é nosso primeiro e principal objetivo - e tenho certeza que estamos no caminho certo.

 

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Iniciaremos o próximo bimestre enfrentando times da parte alta da tabela, em jogos que serão cruciais na briga pela liderança.

 

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Considerando que Stockport, Aldershot e Chesterfield estão diretamente envolvidos na disputa por uma vaga nos playoffs e que não sei se vou conseguir corrigir rapidamente as questões que observei nos últimos jogos, eu diria que três empates não seriam resultados exatamente ruins. 

Nos três jogos seguintes eu diria que ficaríamos entre três vitórias, ou duas vitórias e um empate, e o mesmo prevejo contra Dag & Red, Woking e Weymouth. E fechando o bimestre acho que duas vitórias são obrigação contra o Boreham e o King´s Lynn.

Somando tudo, no melhor cenário dessa previsão somaríamos 27 pontos em 33 (oito vitórias e três empates), e num cenário um pouco menos favorável, seriam 23 pontos somados (seis vitórias e cinco empates). Dando aí uma pequena margem de erro, o mínimo aceitável para mim são 18-20 pontos - não alcançar isso significa que é preciso corrigir alguma coisa. E novamente, 25 pontos ou mais eu considero ótimo e sinal de que continuamos num bom caminho.

Algumas coisas ainda me incomodam em relação à parte tática - certas funções não estão encaixando independente do jogador que as execute, o atacante central ainda parece mais isolado do que eu gostaria, e defensivamente é preciso corrigir tanto as bolas em profundidade quanto tentar minimizar os cruzamentos. Mas não é nada de tão grave e aos poucos vou testando alguns ajustes que possam resolver.

 

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ggpofm

Que bom que começou a postar as partidas. O Wrexham arrancou bem, acima do esperado pelos apostados, mas dentro das possibilidades de uma equipe que luta pelos play-offs. Mas como você disse,  tem muito campeonato pela frente até completar as 44 rodadas. Bom trabalho na sequência.

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Cadete213

No caminho certo para a subida mas muitos jogos ainda pela frente. Época longa e dura mas sacrifício valerá a pena...pois acredito que irás manter o ritmo e subir diretamente.

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Tsuru
25 minutos atrás, ggpofm disse:

Que bom que começou a postar as partidas. O Wrexham arrancou bem, acima do esperado pelos apostados, mas dentro das possibilidades de uma equipe que luta pelos play-offs. Mas como você disse,  tem muito campeonato pela frente até completar as 44 rodadas. Bom trabalho na sequência.

Oi Gilson. Demorou um pouquinho mas trouxe assim que foi possível.

Estamos no caminho certo e vai ser um campeonato duríssimo, o Notts já mostrou que também quer o título e a vaga direta e tenho a impressão que leva quem vacilar menos. No entanto como ainda falta muito campeonato realmente estou mais focado na briga pelo playoff. Vamos ver mais adiante.

Obrigado pelo comentário!

21 minutos atrás, Cadete213 disse:

No caminho certo para a subida mas muitos jogos ainda pela frente. Época longa e dura mas sacrifício valerá a pena...pois acredito que irás manter o ritmo e subir diretamente.

Oi Cadete.

Tomara mesmo...essas divisões inglesas são complicadas, o equilíbrio é enorme e a gente sempre se surpreende - faz um jogão diante do líder e depois sua sangue pra vencer um time da parte baixa da tabela. O duro é que para subir direto só sendo campeão, as outras seis vagas são de playoff. Não nego que eu ia preferir, mas vai depender muito de como o Wrex vai render nos próximos dois bimestres.

Obrigado pelo comentário!

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six_strings

Apesar de alguns solavancos, está a ir muito bem, forte a marcar a posição. 

PEACE

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Victor Duque

campeonatos longos como nessas divisões inferiores inglesas sempre chamaram minha atenção, exige muito planejamento e conhecimento do elenco para conseguir fazer uma boa temporada, como de fato vem acontecendo nessa parte inicial, boa sorte na sequência!

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div

Não tinha como esperar um início melhor, hein? Não apenas o time vai vencendo, mas vai vencendo com autoridade, como ficou claro logo no começo do campeonato, com várias vitórias com 3 ou mais gols feitos.

Agora se mantiver a pegada pode até pegar a vaga direta (e o título, consequentemente), embora ainda tenha bastante campeonato pela frente.

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Tsuru
17 horas atrás, six_strings disse:

Apesar de alguns solavancos, está a ir muito bem, forte a marcar a posição. 

PEACE

Oi Six.

É normal né...muito raro um time que não oscila, só se for uma equipe de nível muito alto. Menos mal que esas fases ruins sempre passam e passaram, seguimos no topo.

Obrigado pelo comentário!

16 horas atrás, Victor Duque disse:

campeonatos longos como nessas divisões inferiores inglesas sempre chamaram minha atenção, exige muito planejamento e conhecimento do elenco para conseguir fazer uma boa temporada, como de fato vem acontecendo nessa parte inicial, boa sorte na sequência!

Oi Victor.

Sabe que é uma das coisas que gosto sobre jogar na Inglaterra? Além do equilíbrio da liga e da boa oferta de jogadores, o campeonato longo me ajuda a planejar com cuidado e me dá mais tempo para eventuais correções de rumo. É muito ruim quando a competição é tão curta que você tem que ser quase perfeito se quiser ganhar alguma coisa. Eu lembro quando treinava o Forest Green Rovers e na temporada que fui campeão o time começou muito mal, mas por ter muitos jogos pela frente eu consegui ajustar a equipe, crescemos e ninguém segurou mais. 

A parte mais desafiadora é o elenco mesmo né, muito difícil avaliar só pelos atributos, mas aos poucos está ficando mais claro com quem posso contar. E que a gente continue com a mesma pegada que mostrou até agora.

Obrigado pelo comentário!

12 horas atrás, div disse:

Não tinha como esperar um início melhor, hein? Não apenas o time vai vencendo, mas vai vencendo com autoridade, como ficou claro logo no começo do campeonato, com várias vitórias com 3 ou mais gols feitos.

Agora se mantiver a pegada pode até pegar a vaga direta (e o título, consequentemente), embora ainda tenha bastante campeonato pela frente.

Oi div.

Não mesmo. Por mais que você planeje para que as coisas aconteçam bem, é no campo que se decide. E eu não imaginava que um time formatado para jogar no contragolpe, numa era onde Gegenpress comanda, fosse se mostrar tão agressivo e dinâmico, chegando mesmo a dominar as partidas. Tudo o que eu sempre falo sobre "contragolpe ativo", o tal "jogo de transições rápidas, velocidade e muita agressividade", usando "linha de engajamento para abrir espaço" tem aparecido no campo e nos resultados e isso é muito legal. Mesmo quando a equipe oscila e não faz um bom jogo, dá pra ver que é momentâneo, no jogo seguinte estamos lá novamente. Eu sentia essa barreira no save que fiz no Touch 20, era impossível jogar dois jogos bem, e acho que consegui superar.

Tenho a sensação que, se a gente conseguir manter a pegada, vai ser até o fim uma briga de foice com o Notts County, disputa ponto a ponto e quem oscilar menos leva. Ainda que por acaso não dê pra ser com título e vaga direta, ao menos acho importante ficar com o vice campeonato porque se leva vantagem nos playoffs depois. Vamos com calma e pensar bimestre a bimestre que vai acontecer naturalmente.

Obrigado pelo comentário!

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      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Na década de 90, a coisa mais comum nos campos europeus eram os tradicionais pontas velocistas; dribladores rápidos com capacidade de cruzar bem uma bola e que ficavam sempre preso no seu corredor de atuação. Atualmente, esse é um perfil bastante difícil de se encontrar nos elencos dos grandes clubes do mundo. No jogo moderno, é função dos alas e laterais atacarem os flancos e cruzar a bola para a aula. O ponta tradicional foi substituído pelo ponta de pé trocado. O ponta invertido (extremo invertido em PT-PT, por isso também no jogo e aqui nesse guia) é um desses casos dentro do FM, assim como o avançado interior.
      Enquanto esses pontas de pé trocado surgiram e evoluíram dentro do 4-2-3-1, eles tem funções diferentes dentro de campo de acordo com o time que jogam ou com a formação que são usados. Nas versões anteriores do Football Manager, a única opção tática que um treinador tinha para esse tipo de formação era utilizar um avançado interior. Atualmente, ganhamos uma ferramenta a mais, com o extremo invertido. A principal tarefa desses pontas de pé trocado é utilizar sua velocidade e técnica para duelar com seu marcador e conduzir a bola e o time para mais próximo do gol adversário.
      Para aqueles que ainda não sabem do que estamos falando, vou deixar alguns exemplos da vida real e que inspiraram a Sports Interactive a moldar a função de acordo com seu talento. Jogadores como Arjen Robben, Franck Rybéry e Thierry Henry são alguns dos ícones do futebol que ajudaram o Football Manager a trazer esse tipo de atleta do campo para as telas dos computadores. Hoje, atletas como Serge Gnabry e David Neres são grandes máquinas dentro do Football Manager graças ao que esse tipo de atleta trouxe para o motor do jogo.
      Normalmente, o estilo de jogo desses atletas é bem direito. Uma vez que tem a bola nos pés, eles combinam técnica e dribles com aceleração e boas tomadas de decisão para deixar o marcador para tráz e ou finalizar ou passar a bola para um companheiro melhor posicionado para continuar a jogada. Esse estilo de jogo não combina muito com o estilo de outros avançados interiores da vida real, que cortam para dentro, mas optam por uma enfiada de bola ou cruzamento ao invés do chute.
      Em versões anteriores, ou você transformava esses jogadores em avançados interiores, incluindo seus comportamentos codificados no motor do jogo (e que não podem ser removidos) que instruíam eles a cruzar menos, ou os transformava em construtores de jogo avançados, aceitando que eles iriam cruzar menos e chutar menos, mas fariam passes mais arriscados. Isso mudou a partir do FM 2020, que passou a nos oferecer o Extremo Invertido.
      Como essa função dá aos treinadores maior flexibilidade? As instruções se tornaram mais claras, assim como as percepções de cada um sobre o que cada função pode fazer dentro de uma partida. Para vermos o que eles devem fazer, basta olharmos para as instruções que não podem ser removidas no painel tático. Como mencionamos o Avançado Interior e o Construtor de Jogo Avançado, iremos compará-los antes de chegarmos à estrela desse guia, o Extremo Invertido. Começaremos pelo Construtor de Jogo Avançado.

      O construtor de jogo avançado, quando colocado nas pontas, é primariamente um meio-campista colocado em uma posição de maior largura, que busca encontrar espaços e criar oportunidades para si ou para os companheiros de equipes. O jogador funciona de forma bem restrita, mas tendem a recompor defensivamente quando o time está sem a bola.

      Quando comparamos o construtor de jogo avançado com o avançado interior, podemos ver imediatamente que o avançado interior movimenta-se mais em direção à área, buscando penetrações e necessitam de um tipo diferente de capacidades e habilidades ofensivas.

      E isso faz sentido quando nós examinamos seus comportamentos inerentes e que não podem ser retirados. O avançado interior é mais ofensivo. Eles querem conduzir a bola até o coração da defesa adversária, cortando para dentro a partir do corredor lateral. Ao invés de tentarem criar chances para seus companheiros com uma enfiada de bola, é mais provável que eles tentem marcar o gol por conta própria.
      Entretanto, isso não significa que eles irão chutar a esmo e ignorar companheiros melhores posicionados. Quando colocado em uma tarefa atacar, eles tendem mais a querer marcar o gol, enquanto na função apoiar, o avançado interior está mais afastado do gol e é mais provável que procurem um companheiro livro ou no espaço.

      Isto tudo nos traz até o extremo invertido. A descrição do jogo diz que ele "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando."

      Seu comportamento inerente é diferente quando comparado as outras funções que mencionamos, já que eles não são instruídos a cruzarem menos ou a correr mais riscos nas tomadas de decisão. Eles são uma versão mais conservativa do avançado interior, ou talvez para ser mais preciso, a combinação entre o avançado interior e o construtor de jogo avançado.
      A movimentação de um extremo invertido é mais lateral se comparada ao avançado interior. O extremo invertido move-se para o corredor central, cortando de uma posição mais aberta. Mas ao invés de finalizar, ele quase sempre passa a bola antes de correr para se posicionar dentro da grande área.

      Quando examinamos o mapa de calor do, combinado com o de passes recebidos pelo, extremo invertido, nós podemos ver essa movimentação. Ele corta para dentro para receber o passe, progride e se posiciona entre o zagueiro e o lateral na área.

      Texto traduzido e adaptado por Henrique M. para o Engenharia do Futebol e FManager Brasil
      Fonte: https://www.footballmanager.com/the-byline/look-inverted-winger-wednesday-wisdom
    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
    • tricolor de coraçao
      By tricolor de coraçao
      S.E.R. Caxias, Ser Glorioso 
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
      Considerações Iniciais
      Salve leitores! 
      Começando nova saga, no tradicional clube Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul, SER Caxias ou mais popularmente conhecido como Caxias. O clube localizado em Caxias do Sul, rivaliza com o Juventude no clássico Ca- Ju. Considerado o segundo maior clássico gaúcho, perdendo apenas para o clássico Gre-nal. 
      Ao contrário do rival Juventude que já figurou na elite nacional, Libertadores da América e já foi campeão da Copa do Brasil, o Caxias sequer um dia chegou a estar na Série A e também há alguns anos chegou a amargar um rebaixamento estadual e rebaixamento da Série B até a Série D. Reza a lenda que o rival alviverde (Juventude) é originário da parte mais elitista da cidade enquanto a parte pobre acabou cirando o Caxias que assim passou a se chamar por alguns o Clube do Povo. E por isso Caxias foi o clube escolhido para iniciar o save.
       
      Infra-estruturas
      O Caxias manda seus jogos no Estádio Centenário, que na verdade tem menos de 50 anos (construído em 1976). Ocorre que em 1975 foi comemorado os 100 anos da imigração italiano e a isso deve-se o nome do estádio da equipe grená (Caxias). A sua capacidade real é de 22 mil lugares. Porém no FM criaram cerca de menos de 10 mil lugares apenas sendo cerca de metade apenas com assentos. Mesmo erro ocorreu com o rival, então vamos jogar assim mesmo.

      Quem dera fosse essa a capacidade! Maiores informações em detalhe no link desse tópico ou aqui.
       
      Expectativas
       
      Meu grande objetivo é a médio prazo se tornar a maior equipe de Caxias do Sul, superar o Juventude e os demais rivais do interior como os clubes de Pelotas...ou seja com o tempo ser a maior equipe da cidade e depois do interior gaúcho. Futuramente a maior do estado e assim por diante. Rumo a glória.
      A direção segue com maiores expectativas para o estadual mesmo. Talvez possamos sentir maiores dificuldades ali.
      Esse ano o Gauchão será disputado por 12 clubes. Ao término de 11 rodadas os 2 piores são rebaixados para a divisão de acesso e os 4 melhores avançam para as semifinais.
      O mínimo exigido pela Direção é chegar na semifinal. Me parece um pouco difícil atingir isso já no primeiro ano.


      Nas demais competições a Direção não espera muita coisa. Espera apenas um bom desempenho na Série D estadual.
       
      MERCADO DA BOLA
      Encontramos um plantel muito envelhecido (mais de 50% do elenco principal), mas o problema maior é que com desequilíbrio de quantidade por posição: muitos ponta direita e armadores e poucos meias centrais e atacantes. Assim sendo forçamos as saídas de Campagnolo, Mazola e Diogo Oliveira para o Treze e clubes do futebol árabe. Bons atletas eu sei, mas atuando em posições de maior concorrência e idade avançado.


      Por isso não fazem mais parte dos planos.
       
      Pontas e armadores
      Sete reforços chegaram sendo 2 na ponta esquerda, 3 no meio campo, 1 na ponta direita e 1 na armação. Nosso armador principal era Tontini, ex-Gremio, mas como lesionou-se feio buscamos o jovem Maurício, ex-Unitri. Na ponta direito chegou Andrey, formada no Paraná CLube e no rival Internacional, porém sem oportunidades ainda. Chega para disputar titularidade com Gustavo Ramos.
      Na ponta esquerda chegou Victor Feijão, jogador rodado em alguns tradicionais clubes da Serie B. E para competir com ele, trouxemos a galática contratação de Doka Madureira. 
      Doka Madureira tem grande história no futebol bulgaro e turco, tendo conquistado alguns títulos importantes por lá.

       
      Meias centrais
      Com apenas Juliano no meio campo e com o Gauchão prestes a começar tivemos que agir rápido. Chegaram os badalados Nenê Bonilha e Corrêa. Nenê Bonilha que ultimamente passou pelo Fortaleza, também teve experiências pelo Vitoria de Setubal e Nacional da Madeira, entre outros. Já Correa é um quarentão muito experiente e conhecido dos tempos de Atletico Mineiro, Palmeiras e Dinamo de Kiev. Além de estaduais teve muito sucesso pelo futebol ucraniano.

      Tentamos vários outros nomes e por fim fechamos também com o haitiano Paul Roche. Esse era jogador do Perólas Negras sem ter jogado ainda lá.
      Atacante
      Setor frágil do elenco, iremos com o ponta Jhon Cley no momento. Também cometemos um erro: contratamos Guilherme Augusto, ex- Assev por pré-contrato em vez de contratá-lo de imediato e teremos de esperá-lo até chega Julho.
       
       
      A defesa comandada pelo experiente goleiro Marcelo Pitol segue de momento inalterada. Pensando em reposição tentamos trazer Uilson, goleiro reserva do Atlético Mineiro mas de última hora o São Paulo "atravessou" o negócio e acabou levando. O meia central Feijão também desistiu e fechou com a Ponte Preta. Ainda estamos a procura de um centroavante que realmente sea matador e meio barato.
      E assim de momento fechamos as contratações para a equipe grená
      No próximo capítulo, os amistosos e desempenho da equipe no estadual e Copa do Brasil.
       
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
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