Luiz A. Borel Postado 23 de Abril 2020 Denunciar Postado 23 de Abril 2020 No papel, Brasil e Argentina de 2006 trolhavam todo mundo e faziam a final, não desmerecendo o bom time da Itália. O time do Brasil, já citado, era absurdo e tirando o Ronaldo, tava todo mundo no “auge”. Na Argentina foi um conjunto de erros, desde a convocação (deixando Samuel. Zanetti, Verón (?) entre outros de fora quando tavam voando na mesma Inter do Adriano) e depois erros do técnico naquele jogo contra a Alemanha (tirou o Riquelme, não colocou o Messi...).
Lewiks Postado 24 de Abril 2020 Denunciar Postado 24 de Abril 2020 18 horas atrás, Léo R. disse: Perfeito, vou polemizar, mas normalmente quem defende a seleção de 82 é flamenguista por causa do Zico. Qualquer outra seleção é lixo para eles. A seleção de 2006 é questionável nos pontos já levantados, RC, Cafú e R9 já estavam em decadência. Mas a zaga era absurdamente segura, o meio campo era excelente técnicamente, e tinha os 3 melhores jogadores do mundo na época. Didico, R10 e Kaká. O problema dessa seleção foi que não tinha comando, se tivesse alguém com um mínimo de culhão no banco sacava os laterias e o R9 e a gente pirocava todo mundo. O problema no Brasil é que ou você é o fodão ou você não serve pra mais nada. Esses caras podiam muito bem contribuir pro grupo com a experiência e entrarem em situações necessárias. Mas aqui a gente tem a cultura de ego, de donos de posição, o cara é titular e dono daquela vaga durante a vida toda, quando surge alguém melhor, ele continua ali pq "tem que respejtar a historia" e quando sai e descartado de vez. Ai acontece umas aberrações de ir pra Copa e na hora que precisa olhar pro bannco e ter o Grafite. Na Itália a gente viu i Del Piero no banco, entrando pra jogar 20, 30 minutos e contribuir. Aqui não pode, ir pro banco parece uma ofensa.
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