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Thassiolo

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Thassiolo

Boa tarde, senhores!

Estou postando nesta parte do fórum, pois não consegui encaixar esse post em nenhuma das categorias da parte do FM.

Resolvi fazer um projetinho diferente: ao invés de fazer sagas no Facebook ou em fóruns, fiz um perfil no Twitter. Pensei nisso pois, frequentemente, nos fóruns e na época do Orkut, o progresso do save acabava perdido no meio das interações dos membros, então quem entrava no post depois tinha certa dificuldade de ver a linearidade dos acontecimentos.

No Twitter, dá pra interagir com os seguidores do perfil, e, de bônus, quem acessa por fora, vê na timeline somente as coisas que eu postei. Logo, consegue acompanhar passo a passo do save.

O save em questão que fiz é do Zé Roberto, reerguendo a Portuguesa desde a Série Regional. Estamos na terceira temporada, no mata-mata da Série D e conseguimos chegar até as semi-finais do Paulistão neste ano.

O link para quem quer acompanhar está aqui.

Se não puder postar aqui, peço a moderação que apague ou tranque o tópico.

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Henrique M.

Talvez o formato do Profissão: Manager possa lhe agradar, Thassiolo.

https://www.fmanager.com.br/forum/11-profiss%C3%A3o-manager/

Além disso, tenho certeza que a moderação da área pode lhe ajudar em qualquer dúvidas ou problemas.

@vinny_dp, @marciof89, @Danut

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    • ggpofm
      By ggpofm
      Olá a todos! Depois de mais de dois anos consegui romper a inércia e estou começando um novo save e para esse recomeço vou jogar no Brasil. O desejo de voltar a jogar em nosso País surgiu faz algum tempo ao acompanhar vários saves interessantes jogados no Brasil e que merecem ser citados nominalmente: Associação Desportiva Confiança, do @Bega Gomes; Tubarão da Barra, do @mfeitosa; Cantando de Galo, do @PedroJr14; SC Jaraguá: o rugir do Leão do Vale, do @Ari Cesar; A Veterana, do @Henrique M.; Ypiranga: em busca da glória inalcançada, do @Leonardo Morenoe Canto do Galo-Carijó, do @marciof89. 
      Por vários motivos, que não vêm ao caso agora, faz muito tempo que não jogo na liga brasileira. A última vez foi em 2009 no save “Profissão: Treinador”. Jogado no FM 09, ele foi um save de carreira no qual fui técnico do D. Pedro II e Gama (Distrito Federal), Vitória (Bahia), Cruzeiro (Minas Gerais), AEK (Grécia) e das seleções da Arábia Saudita e Qatar. Ele está no Recanto das Histórias, infelizmente sem imagens.
      Para esse retorno ao Brasil utilizarei o FM 19 e o Brasil Mundi UP (13/09) do @Lohan e do @adriano roberto e também as ligas adicionais recomendadas por eles no tópico do update. Ao todo serão 23 países de três continentes (América do Sul, Europa e Ásia) e um total de 27 divisões jogáveis.



      Inicialmente, pensei em seguir o mesmo caminho dos saves citados anteriormente, mas optei por fazer um save de carreira que acompanhe a trajetória de um técnico de futebol com todas as alegrias e tristezas que ela proporciona.
      Meu desejo é realizar a carreira integralmente no Brasil, mas não posso descartar dirigir clubes em outros países, seleções ou até assumir um projeto de longo prazo. É bem verdade que as oportunidades de emprego para técnicos brasileiros no exterior são reduzidas, mas elas ainda existem, principalmente em alguns países asiáticos. Mesmo assim, no save poderei percorrer vários caminhos com o meu personagem, mas prefiro não me antecipar a nada no momento. 
      Para um save de carreira, eu gostaria que o FM simulasse a instabilidade dos técnicos brasileiros no emprego. Segundo uma pesquisa do globoesporte.com, na última década a troca de técnicos no Brasil é três vezes maior que na Europa. Além disso, esta sexta-feira (27/09) confirmou que a demissão de técnicos pelo futebol brasileiro pode ser algo bastante insano, já que quatro técnicos da Série A deixaram seus respectivos empregos entre a noite de quinta-feira e a manhã de sexta-feira. Ontem, Cuca, do São Paulo e Rogério Ceni, do Cruzeiro, e hoje, foi a vez de Oswaldo de Oliveira, do Fluminense e Zé Ricardo, do Fortaleza.
      De outro lado, sabemos que o FM permite a construção de carreiras longevas em um único clube com relativa facilidade, mas esse não é o meu desejo, como eu já disse. Sendo assim, pretendo aumentar a pressão sobre o meu trabalho e acredito que isso possa ser feito estabelecendo filosofias nas negociações de contrato, definindo objetivos competitivos mais ambiciosos para os clubes e também pedindo demissão quando não conseguir alcançar conquistas expressivas rapidamente, algo bastante comum no futebol brasileiro. Se isso não for o bastante, espero contar com a ajuda do de vocês com ideias para gerar essa instabilidade.



      O título escolhido, “Profissão: Técnico”, não foi escolhido por acaso. Poderia ter optado por “Profissão: Manager” como fez o @rafinha . em um save no FM 11 ou repetir o título do meu save anterior no Brasil, “Profissão: Treinador”, mas preferi adotar o título “Profissão: Técnico” por dois motivos: caracterizar melhor o save como uma história de um profissional brasileiro e reforçar que o meu trabalho será, preferencialmente, como técnico e não como manager, ou seja, pretendo utilizar em larga escala as atribuições da comissão técnica e diretoria, deixando o meu personagem cuidando do campo e bola.
      Essa diretriz do save também não é uma obrigatoriedade. Novamente quero deixar os caminhos abertos para modificar minha carreira à medida que adquirir novas licenças e que a reputação de meu personagem aumentar. Nesse caso, se eu quiser, poderei incorporar responsabilidades, ampliando o meu lado “manager” no save.



      Não gosto de usar meu nome como técnico no FM. Prefiro um nome, nacionalidade e idade fictícios e que se enquadrem melhor à proposta de save que irei fazer. Novamente seguirei esse caminho. 
      O técnico do save será Sebastião Oliveira ou Tião como é mais conhecido. Com 24 anos, ele nasceu no Recife em 9 de julho de 1994, dia da vitória do Brasil sobre a Holanda por 3 a 2 na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos.
      A inspiração para começar tão jovem na carreira de técnico vem de outro técnico pernambucano, Luis Eduardo Barros Cavalcanti, mais conhecido como Dado Cavalcanti. Natural de Arcoverde, teve a primeira experiência com técnico aos 24 anos no extinto Ulbra, de Ji-Paraná (Rondônia) onde foi bicampeão estadual (2006-07). Atualmente, aos 38 anos, Dado passou por mais de 10 clubes, conquistou vários títulos e atualmente trabalha no Bahia com a equipe Sub-23, também chamada de equipe de transição.
      Mesmo com essa inspiração, o começo da trajetória de Sebastião Oliveira será com eu gosto de jogar, com a qualificação mais baixa possível no FM, ou seja, um técnico com passado de futebolista amador e sem qualquer licença.

      Como não poderia deixar de ser, Tião adora futebol e também tem um time do coração, mas diferentemente da maioria da população recifense que torce para um dos clubes do Trio de Ferro de Pernambuco (Sport, Santa Cruz e Náutico), ele é torcedor do América (PE). Talvez por isso, perceba claramente como a falta de união dos três grandes do estado e a rivalidade mesquinha entre eles mais prejudica, do que ajuda o futebol pernambucano.

      Apaixonado pelo seu time de infância e seu estado natal, Sebastião Oliveira deseja construir uma carreira exitosa como técnico de futebol, mas conviverá com o dilema de trabalhar em sua terra e valorizar o futebol pernambucano ou de ampliar seus horizontes para os demais estados nordestinos e outras regiões do Brasil e quem sabe, até para o exterior. 
    • CapitaoTsubasa
      By CapitaoTsubasa
      São 27 pastas contendo +de 930 kits, onde cada clube do país fica dentro da pasta do seu estado natal, facilitando a atualização dos times pequenos dos campeonatos estaduais e divisões inferiores ou que disputam o regional/divisões de acesso. Também evita necessidade de atualizar o "sobe e desce" e mudanças na config, pois os times estarão sempre na pasta certa.
      Séries A, B, C e D 100% atualizadas, além dos times pequenos de divisão de cada região que não se acha facilmente.
      O formato de referência seguido é o padrão dos FC'12 kits (420x420).
      Com apenas 92MBs, é o maior compilado de kits brasileiros já reunido em um link único para download.
      ⬇️ Download
       
      Créditos para os Kitmakers do FManager Brasil e suas equipes:
      Principais membros envolvidos e base de tudo, a galera brasileira do SS' kits: Megapack SS' kits 2017 @Clayton_Padula, @Fab Cardoso, @VictorDomingos, @yanfer, @Sheldon Cooper km 18, @lucasaplima  e, @cheirador 
      FB' kits - Série D (Cavalcanti): 
      FC'12 kits - Séries ABC (IgorNatalino, HugoFera e Blaijin) - FMSlovakia: 
      GTCamisas - Série D e Regionais (RomarioAlves): 
      👏🏽👏🏽👏🏽
       
      #=#=#=#=#=#
       
      + - 628 times já foram atualizados, contando os 128 clubes das Séries A, B, C e D feitas pelas equipes.
      Esse trabalho colaborativo inter-equipes seria de referência pra todos os FMs futuros e de grande ajuda para os kitmakers, já que essas camisas de times pequenos regionais não eram atualizadas há mais de 2 anos, algumas eram tão genéricas que nem patrocínio tinham.
      Novos kits estão sendo feitos no tópico FC'12 Kits e serão atualizados gradualmente no pack.
    • Neynaocai
      By Neynaocai
      by @ggpofm
      "Todos os dias nós nos deparamos com histórias inspiradoras de pessoas que triunfaram, mesmo quando tudo indicava que elas não iriam conseguir. Mas a gente nunca presta atenção nas histórias, em número absurdamente maior, das pessoas que quando tudo indica que elas não vão conseguir, elas de fato não conseguem." Daniel, Craque.
       
      Após uma fase de desacertos e apenas um título, Alexsandro “Big Head” de Souza precisou dar um passo atrás. Era preciso não repetir os erros anteriores, apenas trazendo deste passado recente a graciosidade e leveza que o conduziu até aqui. Um grande pensador, uma cabeça a frente de seu tempo.
      Quando o telefone tocou, o sotaque inebriante do outro lado tornava impossível de não reconhecer seu interlocutor. A fala arrastada e ausência de significativas consoantes davam um ar de charme ao dono da voz.
       
      LUXA: Tá melhor meu filho?
      ALEX: Estou pronto. Temos um projeto?
      LUXA: Sim. Está tudo encaminhado. Demorou um pouco para convencer, mas eles não tinham pra onde correr. Me deram carta branca. E eu a repasso. Enquanto estiver na frente da diretoria, ninguém te tira.
      ALEX: Obrigado, Pofexô. Você é o cara mesmo. Um dia você voltará ao Real Madrid ou num rival, como revanche. E será a minha forma de te recompensar.
      -------------------------------------------------
      Dias antes...
      Existem momentos de convergência entre necessidade e desejo. Alex saiu chateado da última entrevista de emprego e chegou a pensar em ficar apenas na ESPN. Mas tinha a necessidade de tirar o estigma de mal gestor, cavalo paraguaio, Claudio Ranieri. Precisa passar mais de dois anos num clube. Precisava de um clube que estivesse disposto a apoiar suas ideias e o projeto que havia desenvolvido neste tempo parado.
      Mais do que isso. Precisa de um time que necessitasse de mudança. De uma diretoria que já houvesse tentado de tudo e onde mesmo os opositores não tivessem proposta para contornar uma situação complicada.  
      Precisava também que o clube em questão fosse um grande clube capaz de ser desejado por bons jogadores e com uma história digna de ser levantada. O que se planeja não é algo simples e um clube pequeno jamais poderia manter a empreitada. Precisava de um diretoria e um conselho deliberativo desesperados, a ponto de entregar um clube às mãos de sonhadores, filósofos e teóricos do futebol. Com loucas ideias que podem levar o time ao sucesso ou enterrá-lo de vez.
      Um clube desesperado, com uma torcida machucada, ansiando por uma afago. Uma luz no fim do túnel. Alguém escravizado por um velho senhor, que uma vez morto teve sua família desfigurada. Um clube sem respeito dos rivais e com a moral baixa.
      Enquanto Alex e Luxa elaboravam o plano perfeito, uma notícia lhes conduziu ao destino ideal.
       
      LUXA: Você leu o Hora Extra hoje?
      ALEX: Por que faria isto?
      LUXA: Não importa, estou te mandando por e-mail.
       
      Ao abrir o e-mail, Alex percebeu um discurso inflamado, de uma figura conhecida.
       
      “Me apresente uma solução concreta, onde vamos arrumar dinheiro, onde vamos arrumar atletas para resolver o problema do nosso clube. Não vamos derrubá-lo sem ter uma solução concreta. Nenhum de nós tem. Nenhum de nós tem a solução! Eu não tenho, por isso não derrubo.
      Se eu tivesse uma solução ou se algum dos senhores... Eu conversei com todas as correntes do clube. Com todas elas! Todas! Nenhuma me apresentou UMA solução razoável para nos livrar do problema. O problema é grave.
      A probabilidade de sermos rebaixados e decretarmos o fim da nossa instituição, porque o rebaixamento desta vez não é apenas mora. Não é apenas mora. O rebaixamento desta vez é financeiro e é muito grave. Muito grave.
      José Luis Moreira, o próprio Luis Manoel, o Júlio, que está aqui. Brant, que é uma opção. Vamos estar daqui a um mês metralhando eles. Como que eles vão arrumar uma solução em 24h? Como que assume um clube que tem 600, 700, um bilhão... Não sei quanto.
      Então, sem, sem, sem nenhum carinho pessoal pelo presidente da diretoria administrativa. Nenhum. Um mísero pontinho. Não tenho. Tive uma relação muito desgostosa com ele. Muito. Pode ser que um dia volte.
      Mas pensando no clube e pensando tenho certeza que não existe outra solução."
       
      Perfeito, era o que precisávamos. Era a necessidade e o desejo se concretizando. E como diz o Professor Cortella, a soma desses fatores é a hora certa.
       
      ALEX: Precisamos falar com eles urgentemente. Tem o contato de alguém?
      LUXA: Vamos calma, pequeno cabeça. A reunião está marcada. Prepare o discurso e vamos revolucionar este pequeno rincão que costumam chamar de Vasco da Gama.
    • Neynaocai
      By Neynaocai
      Por um erro meu o tópico anterior foi arquivo/apagado, mas o save continuou firme e forte. Algumas alterações pequenas neste, para melhor acomodar a história.

      Dez anos depois
      Quando contrataram Robbie Keanne para treinar o Killie, ninguém podia imaginar o que aquilo significava para cidade de Kilmarnock. Muito menos, poderiam imaginar o que representava para o Robert Davie Keanne.
      Como poucos sabiam, apesar de nascido em Dublin, Robbie crescer nos arredores do Castelo De Turnberry e embora amasse a Irlanda e fizesse sucesso com a camisa verde, as vezes pegava-se a pensar em como teria sido se tivesse ficado em sua cidade. Se ganharia títulos, se seria convocado para seleção escocesa.
      Essa história começou em 2018, logo após ele anunciar sua aposentadoria. Muitos contam um encontro inesperado quando foi encontrar velhos amigos no pub Oceans 11. Mas a verdade, senhoras e senhores, desconhecida do público, foi revelada aos poucos, com esse final bombástico.
      Começar essa história pelo final é para te convidar a participar da epopeia que movimentou o futebol da Escócia – e do mundo, por que não? Durante os dez anos de ligação entre Robbie e Kilmarnock. Hoje ele deixa o clube, mas estará para sempre em nossos corações.
       
      A contratação
      Angus, seu amigo de longa data, começou o brinde:
      _ Ao nosso Keane, que não é o irmão do Roy! O irlandês mais escocês que essas colinas já vira. Seja bem-vindo a vida mansa, companheiro. Brincou o ruivo McDonald.
      _ Senhores, senhores, ainda não estou no ritmo de férias, passei apenas para vê-los. Amanhã, iniciarei o módulo final do curso para retirar a Licença Pro Continental. Contestou Robbie e continuou. Como anda as coisas no nosso Killie?
      Neste momento, uma figura imensa entra no pub e um silêncio se impera. Alguns cochichos nos grupos, mas ninguém volta a conversar até que o recém-chegado anuncia aos brados:
      _ Cerveja liberada até eu sair!
      E chegando-se a mesa de Robbie gritou, em bom e velho galês:
      _ Dea-oíche, mister Robbie. Serei direto, para que possamos beber tranquilamente. Meu nome é Billy Bowie, sou descendente de Arthur Guinnes e CEO da cervejaria. O nosso amigo Angus me convenceu a patrocinar um projeto em que você é a figura principal, pelo nome e história.
      Robbie demonstrou surpresa, mas aguardava aquele encontro há muito tempo. Tudo corria conforme esperado.
       
      Kilmarnock  FC
      O Clube leva o nome dessa cidadezinha bem de boas, no leste escocês, a poucos quilômetros de Glasglow. Fica próxima ao Castelo de Turnberry, onde Robert The Bruce nasceu e cresceu.
      A cidade possui pouco mais de 45.000 habitantes e deu ao mundo o whiske Jhonnie Walker. Ocorre que em 2009, a atual dona da marca tirou a centenária fábrica de Kilmarnock, o que gerou protestos, mas não teve jeito. Por isso, em nossa história, a também centenária cervejaria Guinnes é que irá patrocinar o clube. Afinal, eles estão buscando criar raízes na terra da aguardente vermelha.
      Também em Kilmarnock viveu um cara chamado Alexander Fleming que ganhou o Nobel da Medicina por criar uma coisa não muito útil chamada Penicilina.
      Já o clube é apenas o profissional mais velho da Escócia, o que me fez acreditar que eu fazia parte do Clube dos Pioneiros, mas daí eu vi que o clube mais antigo do Queens Park FC, que agora é um time semiprofissional. Já adiantando, Queens Park é nosso parceiro.
      Enfim, o Killie como é chamado, conquistou um escocesão em 1964/65, três copas da Escócia 1919/20, 1928/29 e 1996/97, além de uma copa da Liga em 2011/12.
      Jogamos no acanhado, mas aconchegante Rugby Park, com capacidade para 18.128 torcedores.
      O presidente do Clube, Billy Bowie, que na nossa história é dono da Guinnes, na vida real é dono de uma empresa de transporte de resíduos e talvez não seja um bilionário.
       
      Regras, objetivos e curiosidades do save:
       
    • Bruno Trink
      By Bruno Trink
      Em janeiro de 2013, às vésperas de mais uma edição da Copa Africana de Nações, Stephen Keshi, então treinador da seleção da Nigéria, reacendeu uma enorme polêmica. O nigeriano criticou duramente o trabalho de técnicos estrangeiros nas seleções africanas. Segundo ele, os "caras brancos" rumam para a África apenas para ganhar dinheiro. Ele também criticou o tratamento diferenciado das federações com treinadores locais e estrangeiros – segundo ele, os expatriados recebem mais tempo para se adaptar desenvolver seu trabalho – e afirmou que isso estava aniquilando o futebol africano.
      Keshi faleceu em 2016 e hoje, seis anos depois daquela declaração, muito pouco mudou. É fato que os treinadores de Argélia e Senegal, finalistas da competição de seleções africanas, defendem seus próprios países de nascimento. A bem da verdade, o argelino Djamel Belmadi nasceu em Champigny-sur-Marne, na França. No entanto, no total, 66% dos treinadores, 15 de 24, eram estrangeiros.
      A ideia é simples: explorar o futebol no continente africano com um treinador de nacionalidade africana. Para isso, foram adicionadas, além das ligas da África do Sul, originais do jogo, as ligas de outros nove países utilizando o update do @Timo@. Não pretendo me prender a objetivos. Encarnarei um treinador mauriciano, com um perfil inexperiente e começo desempregado. A nacionalidade foi escolhida por dois motivos. Primeiro, um país que não está entre as ligas selecionadas para o save. Segundo, não queria uma nação envolvida com ditaduras sanguinárias. As Ilhas Maurício, muito pelo contrário, que já foram colônia holandesa, depois francesa e, então, britânica, hoje são um exemplo de democracia, mesmo com algumas questões de corrupção, e tem um dos maiores índices no ranking da Freedom House.

      Não vou sair do continente, a intenção é fortalecer o futebol africano. A ver até onde posso chegar...
       
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