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Raimundos

Recomende um Álbum!

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Leho.
Em 23/04/2017 at 18:15, Ariel' disse:

Stone Sour
Come What(ever) May (2007)

Meio atrasadão e tals hahahaha... mas só pra ratificar a sugestão do nosso amigo: BAITA ÁLBUM.

Hard Rock de qualidade, com algumas baladas bem colocadas no meio do cd pra quebrar um pouco a pegada forte do início. Gostei demais da "Your God", "Cardiff" e "Through Glass". Além, claro, de um cover magnífico dos Stones, com "Wild Horses".

 

 

Spoiler

 

 

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Ariel'
1 hora atrás, Leho. disse:

Meio atrasadão e tals hahahaha... mas só pra ratificar a sugestão do nosso amigo: BAITA ÁLBUM.

Hard Rock de qualidade, com algumas baladas bem colocadas no meio do cd pra quebrar um pouco a pegada forte do início. Gostei demais da "Your God", "Cardiff" e "Through Glass". Além, claro, de um cover magnífico dos Stones, com "Wild Horses".

Cardiff <3

Boa, Leho! Vou tirar alguns da fila essa semana (espero) e volto aqui pra dar feedback também.

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Leho.
10 horas atrás, Ariel' disse:

Cardiff <3

Boa, Leho! Vou tirar alguns da fila essa semana (espero) e volto aqui pra dar feedback também.

Cardiff na versão acústica é um tesãozinho, né? Hahahahah!

Spoiler

 

 

 

No aguardo dos feedbacks, e de mais sugestões... meu pequeno padawan.

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Ariel'
Em 23/04/2017 at 15:02, Leho. disse:

John Mayer
Search for Everything (2017)

Albunzaço mesmo! Show de produção e o John Mayer é a hell of a singer. Destaques pra mim: Emoji of a Wave e Moving On and Getting Over. Daria um 8. Estou ouvindo a semana toda. Muito bom pra ler, também. E ouvir com a patroa - foi o tema do nosso último encontro.

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Roman

 

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Roman

 

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Danut

Far From Alaska

Unlikely

Segundo álbum da banda. Tá foda pra caralho. Brasileiros fazendo música de muita qualidade. 

O álbum todo tem no Spotify. Mas pra quem quiser ouvir alguma coisa, a primeira música (que foi lançada como single também) é essa:

 

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Gh0stw4r

Banda: BaianaSystem

Album: Duas Cidades

Lançamento:  2016

OBS: Este disco conta com a faixa "Playsom", que faz parte da trilha sonora do game FIFA 2016.

 

 

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DiogoHernandes

King Bird - Sunshine (2008)

Pra mim um dos melhores discos de Hard Rock que já ouvi, e ainda tem um plus de ser uma banda brasuca! Super recomendo, a banda é muito boa e tem um dos melhores vocalistas no estilo.

Here Comes The Zeppelin para mim é o ponto alto do disco e vale muito a pena ser escutada.

 

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Danut

Artista: Bia Doxum

Álbum: Máquina que Gira

Estilo: Hip hop/rap

Ouvi essa guria pela primeira vez na sessions que o pessoal do podcast Troca o Disco organizou (aliás, recomendo demais ouvir, tá muito legal a conversa deles, e a música no meio dá um clima muito legal). Ela é super nova ainda, tem uns 20 e pouquinhos anos, mas faz um som muito legal. Puta voz, letras muito boas.

Na minha opinião, a melhor música do álbum é a de abertura, mas o resto do álbum todo é muito bom também. Pra quem curte o estilo, tá aí uma cantora ainda relativamente desconhecida mas que tem tudo pra fazer um puta sucesso.

 

 

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Bruna'

Tô numa vibe Billy Joel então recomendo o álbum "The Stranger", o pico criativo desse super artista, um verdadeiro DISCARALHAÇO, como diria Biofá.

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Léo R.

Melhor banda de Hardcore da atualidade. Peso, Melodia e letras fortes. Sonzaço!

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Leho.

Bom, depois de ter recomendado a maravilhosa e magnânima "Hunger Strike" lá no outro tópico das músicas, me sinto na obrigação de fazer o trabalho completo e recomendar obviamente o álbum todo. Que coisa sensacional senhores, puta que me pariu.

Um pouco mais sobre o disco, diretamente do Whiplash.net (texto de Paulo Severo da Costa):

Citar

[...]

Nesse período ainda nascituro (final dos anos 80), o grunge começou a tomar espaço (que transmutaria o underground em mainstream anos depois, vindo a soterrar o rótulo) e, em 1988 surgia o MOTHER LOVE BONE, liderado pelo carismático ANDREW WOOD, acompanhado de GREG GILMORE, BRUCE FAIRWEATHER, JEFF AMMENT e STONE GOSSARD. Depois do lançamento do único registro estendido (“Apple” de 1990), WOOD morreria em 16 de março do mesmo ano após uma overdose de heroína, aos 24 anos. "Andy estava começando a entrar em contato com seu talento e teria muito a oferecer como compositor e personalidade marcante no mundo da música”, afirmou CORNELL, amigo pessoal de WOOD. Desse sofrimento foram escritas duas músicas em homenagem a ANDY (‘”Reach Down” e “Say Hello 2 heaven”) , que se tornariam um tributo musical: o TEMPLE OF THE DOG, nome retirado de um trecho da letra de “Man of Golden Words” do BONE.

Acompanhado de AMMENT e GOSSARD, MATT CAMMERON (baterista do SOUNDGARDEN e, posteriormente do PEARL JAM) e MIKE McCREADY, CORNELL deu partida ao projeto. Com o fim do BONE, AMMENT, GOSSARD se uniram a McCREADY , trabalhando na idéia de um novo combo, para o qual viria a ser convidado o (então) desconhecido vocalista EDDIE VEDDER. Enquanto isso, os projetos caminhavam em paralelo. Inicialmente fora dos planos, a voz de VEDDER chamou a atenção de CORNELL, que escrevia a última faixa do álbum: “Ele cantou metade da música mesmo não sabendo que eu queria que essa parte estivesse lá; e cantou exatamente da forma em que eu estava planejando. Tudo instintivamente!”. Essa faixa (registrada apenas porque o disco possuía nove músicas e CORNELL tem uma certa superstição quanto a números ímpares), era “Hunger Strike”.

Spoiler

Sobre “Hunger Strike”:

"Eu estava querendo expressar a gratidão por minha vida, mas também meu desprezo por pessoas que acham que nada é suficiente, que estão sempre querendo mais. Não há nenhuma maneira para realmente se ter muito mais do que o normal; você precisa ter alguém de quem tirar. A canção é sobre pessoas que tiram de outras que já não têm nada”. De fato, a letra explicita a cobiça de forma veemente em versos como “Eu não me importo de estar roubando o pão/Das bocas da decadência” ou “O fogo está cozinhando/Eles cuidam de seus bebês/Enquanto os escravos trabalham”. CORNELL sangra os ouvidos quando grita, desesperançoso: “As bocas se engasgando/Mas estou ficando faminto” repetindo o verso à exaustão em cima do contraponto vocal grave de VEDDER.

[...]

“Hunger Strike”, a faixa feita apenas para completar um álbum, se tornou o primeiro single do disco homônimo da banda e foi complementado por um vídeo marcante, que lançaria o ainda incipiente PEARL JAM ao mundo. [...]

 

Temple of The Dog
Temple of The Dog (1991)

Resultado de imagem para temple of the dog album

Tracklist:

  1. Say Hello to Heaven (Cornell)
  2. Reach Down (Cornell)
  3. Hunger Strike (Cornell)
  4. Pushin Forward Back (Ament/Cornell/Gossard)
  5. Call Me a Dog (Cornell)
  6. Times of Trouble (Cornell/Gossard)
  7. Wooden Jesus (Cornell)
  8. Your Saviour (Cornell)
  9. Four Walled World (Cornell/Gossard)
  10. All Night Thing

 

 

 

🤟🏼🎸

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DiogoHernandes
Em 01/08/2018 at 12:18, Leho. disse:

Bom, depois de ter recomendado a maravilhosa e magnânima "Hunger Strike" lá no outro tópico das músicas, me sinto na obrigação de fazer o trabalho completo e recomendar obviamente o álbum todo. Que coisa sensacional senhores, puta que me pariu.

Um pouco mais sobre o disco, diretamente do Whiplash.net (texto de Paulo Severo da Costa):

Cara este álbum é um clássico, bom demais. Não sei se você já assistiu o documentário Twenty do Pearl Jam, mas nele fala um pouco sobre o Temple of the Dog, além de outras histórias muito boas envolvendo a banda.

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DiogoHernandes

Ainda não sei direito qual conclusão tiro deste álbum, mas acho que vale a pena compartilhar. O pessoal anda falando que a banda é quase um novo Led Zeppelin, e realmente o som é muito parecido, inclusive Lover, Leaver é uma cópia de descarada lembra demais Whole Lotta Love.

 

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Leho.
2 horas atrás, DiogoHernandes disse:

Cara este álbum é um clássico, bom demais. Não sei se você já assistiu o documentário Twenty do Pearl Jam, mas nele fala um pouco sobre o Temple of the Dog, além de outras histórias muito boas envolvendo a banda.

Pô, nunca assisti não... mas depois dessa, me sinto obrigado a ir atrás dele, hahahaha!

Valeu pela dica 😉🤟🏽

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DiogoHernandes

Pra quem curte um blues de primeira qualidade, vai um álbum fantástico e brasuca!

 

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Ariel'

dont smile at me (2017)
Billie Eilish
🇺🇸

Resultado de imagem para dont smile at me

 

  1. Copycat 
  2. Idontwannabeyouanymore
  3. My Boy
  4. Watch
  5. Party Favor
  6. Bellyache
  7. Ocean Eyes
  8. Hostage
  9. &Burn (with Vince Staples)

 

 

Citar

Um EP do tamanho de um álbum serve como plataforma para Billie Eilish mostrar ao mundo mais de seu Pop cheio de personalidade: don't smile at me revela ao longo de oito faixas a maneira com que a artista de 15 anos dialoga com o mundo ao seu redor, sem economizar na sinceridade ou no bom humor.

"Go trip over a knife" ela canta para o garoto que não lhe ama "como prometido" (em my boy) logo após comentar problemas de autoestima na balada idontwannabeyouanymore, demonstrando sua força de um lado e fragilidade de outro - aquela dinâmica que a adolescência trata de equilibrar em preparação para toda a vida pela frente. Há momentos em que Billie dá a última palavra ao garoto que terminou com ela (party favour), enquanto tenta conviver com a multiplicidade de sentimentos em outros (como "I wanna be alone/alone with you/does that make sense?", em hostage).

Seus melhores momentos ficam nas faixas mais animadas e dançantes, como bellyache ou a excelente COPYCAT, que abre o disco em seu momento mais Eletrônico. Seu vocal, que lembra muito o de Melanie Martinez em timbre e estética, vem sempre em um primeiro plano absoluto, como a música Pop costuma ser, mas sua interpretação (que parece influenciada pelo naturalismo melancólico de nomes como Lana Del Rey e Lorde) faz questão de fugir de qualquer pastiche desse universo.

O que don't smile at me parece ter de melhor, além das boas músicas, é uma cara despretensiosa para acompanhar a atitude que Billie Eilish comunica - cheia de pose, mas bastante desencanada. É aquele disco divertido e com coração, com letras fáceis de se identificar se você está na mesma faixa estária da cantora, e bastante agradáveis para quem já passou dela.

Fonte

 

Bônus:

Acústico 1 | Acústico 2 | lovely (feat. Khalid) | you should see me in a crown | when the party's over

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Ariel'

RINGOS DESERT (2018)
ZHU
🇨🇳

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  1. Stormy Love, NM. (Ft. JOY.)
  2. Still Want U by ZHU & Karnaval Blues
  3. Guilty Love
  4. Desert Woman 
  5. Provocateur
  6. Burn Babylon (Ft. Daniel Wilson & Keznamdi)Lyrics
  7. Save Me
  8. Magenta Sky Interlude
  9. Ghost In My Bed
  10. Love That Hurts (Ft. Indiana & Karnaval Blues)
  11. Light It Up (Ft. TOKiMONSTA)
  12. Drowning
  13. Coming Home (Ft. Majid Jordan)
  14. Waters of Monaco 
  15. My Life by ZHU & Tame Impala

 

Citar

Despite already releasing the first half of the album earlier this year, ZHU’s Ringos Desert in full has completely exceeded our expectations. Featuring 14 magnificently produced tracks, this album is the second chapter of ZHU’s artistic story following his highly-praised 2016 album Generationwhy. Like the musical genius that he is, ZHU made sure to embark listeners on a wondrous house-infused musical journey through what seems to be a passionate love story amidst a flaming desert-like setting.

Looking back on the first seven tracks that were released on the ‘Ringos Desert Pt. I’ EP, it’s clear to say that their melodic lyrics were foreshadowing the intricate stories behind the later tracks that are out now on the full album. Like a true artist, ZHU’s technique to share the first half of his story before exhibiting its entirety was absolutely genius. After absorbing the full essence of the first half of Ringos Desert when it was released back in April, the second half just flows effortlessly now. Replaying the older tracks like “Stormy Love” and “Still Want U” exposes a more rigid understanding of the framework for the newer songs like “Ghost In My Head” and “Coming Home”. After all, albums are intended to be stories told merely through sound, and ZHU did just that with ‘Ringos Desert’.

After listening to Ringos Desert completely, its apparent that ZHU’s inspiration derived from a love story that seemed to be meaningful but simultaneously quite unrequited. The album doesn’t display your typical fairytale ending love story, but instead covers the struggles and downfalls that love sometimes brings about even when you’re infatuated with the thrill of being able to even experience it. “Desert Woman” depicts the deep infatuation ZHU has with this beautiful and serene woman and “Drowning” describes the dominance she has over him and how she fills his soul solely by her presence. However, tracks like “Stormy Love” and “Love that Hurts” portray the inevitable hardship of their relationship and why their love is in fact unrequited. It’s almost like ZHU sparks up a bittersweet feeling in us full of passion and pain all at once, which is why we love every second of it.

It’s safe to say that Ringos Desert is a true work of art, which is why it took ZHU two years to release his sophomore album. Every single track is unmistakably ZHU, and the album overall is a result of a carefully thought out story line. Full of synchronized house notes and synths and an overwhelming storm of emotions, Ringos Desert is sure to take listeners on an eventful journey. With tracks that not only tell a perplexing story but that you can also dance the night away to, make sure to listen to ZHU’s most recent masterpiece in its entirety. With his Fall 2018 ‘Dune’ tour kicking off this weekend, North America is about to witness the tale behind Ringos Desert completely live in action. ZHU, thank you for blessing us with this striking piece of work!

Fonte

 

Bônus:

Live set | Love That Hurts (Live)

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Ariel'

808s & Heartbreak
Kanye West
🇺🇸

Resultado de imagem para 808s & heartbreak

 

  1. Say You Will
  2. Welcome to Heartbreak (featuring Kid Cudi)
  3. Heartless
  4. Amazing (featuring Young Jeezy)
  5. Love Lockdown
  6. Paranoid (featuring Mr Hudson)
  7. RoboCop
  8. Street Lights
  9. Bad News
  10. See You in My Nightmares (featuring Lil Wayne)
  11. Coldest Winter
  12. Pinocchio Story (Freestyle Live from Singapore) (hidden track)

 

Citar

Completando dez anos de existência nesse sábado, 808s talvez seja o disco do Kanye que recebeu a recepção mais estranha de início. Se seus álbuns anteriores eram marcados por rimas afiadas e batidas e samples bem montados, este mostrava o rapper cantando mais do que rimando, com um autotune pesado por cima e batidas de 808 melódicas e minimalistas, muito mais puxadas pro synthpop e R&B. Como Kanye mesmo definiu, o "primeiro álbum new wave feito por um negro" — não à toa "Coldest Winter" sampleia "Memories Fade", do Tears for Fears.

VICE Brasil

 

Bônus:

See You In My Nightmares & Robocop Live | Heartless & Pinocchio Story Live

 

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JNZS

Alfa Mist - Antiphon [Full Album]
Created around a conversation with his brothers, Alfa blends melancholy Jazz harmony with alternative hip-hop and soul.

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GKFaNG

This is Gonna Hurt - Sixx AM

 

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marciof89

Pra quem curte rock alternativo, não é o melhor dos caras, mas é disparado o que eu mais gosto.

 

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