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Lowko é Powko
4 horas atrás, Johann Duwe disse:

Terminei de ler da Editora Grande Área o livro "11 Cidades" do Axel Torres, recomendo o autor para quem goste de leitura sobre Futebol.

Tá na minha lista já!

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ZMB

Até o dia 15 de novembro estará rolando a feira do livro da USP, modalidade virtual.

Várias editoras com descontos muito atrativos. Meu salário sangra.

Fica a dica: http://paineira.usp.br/festadolivro/

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EduFernandes

Relendo O Nome do Vento, em 2034 eu termino

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Aleef

Estou lendo Vladimir Lenin. 

 

 

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Roman

Depois de eras sem ler um romancezinho descompromissado tô com Vida e Proezas de Aléxis Zorbás. 👍🇧🇷

22 horas atrás, Aleef disse:

Estou lendo Vladimir Lenin.

Aprendendo o método da revolução Aleefinho?

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Aleef
10 horas atrás, Roman disse:

Depois de eras sem ler um romancezinho descompromissado tô com Vida e Proezas de Aléxis Zorbás. 👍🇧🇷

Aprendendo o método da revolução Aleefinho?

Era algo que sempre tive curiosidade de ler, mas todo mundo diz que é chato. Tô fazendo um esforço ainda mais que as estratégias dele são usadas por todo mundo, mas a obra do homem é grande demais. 

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Lowko é Powko
Em 08/01/2021 em 11:07, Aleef disse:

Estou lendo Vladimir Lenin. 

 

 

Tem que ler Esquerdismo. Muito bom. Ele destila todo o ódio contra os social democratas.

Biografia indico a do Robert Service.

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#Vini

To lendo o Grande Gatsby, para usufruir um pouco do Prime Reading. To gostando até agora, falta pouco para terminar.

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Lowko é Powko
36 minutos atrás, ZMB disse:

https://www.amazon.com.br/Povo-Brasileiro-Formação-Sentido-Brasil/dp/8526022253

Obra obrigatória, hein?

Uma das leituras que mais me agregou nos últimos tempos.

Eu gostei na época que eu li. Era ufanista de esquerda pra caralho, pelo que lembro.

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ZMB
30 minutos atrás, Lowko é Powko disse:

Eu gostei na época que eu li. Era ufanista de esquerda pra caralho, pelo que lembro.

Lembrou errado, palestrinha!!!!!

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Lowko é Powko
1 hora atrás, ZMB disse:

Lembrou errado, palestrinha!!!!!

"É de assinalar que, apesar de feitos pela fusão de matrizes tão diferenciadas, os brasileiros são, hoje, um dos povos mais homogêneos lingüística e culturalmente e também um dos mais integrados socialmente da Terra. Falam uma mesma língua, sem dialetos. Não abrigam nenhum contingente reivindicativo de autonomia, nem se apegam a nenhum passado. Estamos abertos é para o futuro.

Nações há no Novo Mundo ‐ Estados Unidos, Canadá, Austrália ‐ que são meros transplantes da Europa para amplos espaços de além‐mar. Não apresentam novidade alguma neste mundo. São excedentes que não cabiam mais no Velho Mundo e aqui vieram repetir a Europa, reconstituindo suas paisagens natais para viverem com mais folga e liberdade, sentindo‐se em casa. É certo que às vezes se fazem criativos, reinventando a república e a eleição grega. Raramente. São, a rigor, o oposto de nós.

Nosso destino é nos unificarmos com todos os latino‐americanos por nossa oposição comum ao mesmo antagonista, que é a América anglo‐saxônica, para fundarmos, tal como ocorre na comunidade européia, a Nação Latino‐ Americana sonhada por Bolívar. Hoje, somos 500 milhões, amanhã seremos 1 bilhão. Vale dizer, um contingente humano com magnitude suficiente para encarnar a latinidade em face dos blocos chineses, eslavos, árabes e britânicos na humanidade futura.

Somos povos novos ainda na luta para nos fazermos a nós mesmos como um gênero humano novo que nunca existiu antes. Tarefa muito mais difícil e penosa, mas também muito mais bela e desafiante.

Na verdade das coisas, o que somos é a nova Roma. Uma Roma tardia e tropical. O Brasil é já a maior das nações neolatinas, pela magnitude populacional, e começa a sê‐lo também por sua criatividade artística e cultural. 

Precisa agora sê‐lo no domínio da tecnologia da futura civilização, para se fazer uma potência econômica, de progresso auto‐sustentado. Estamos nos construindo na luta para florescer amanhã como uma nova civilização, mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma. Mais alegre, porque mais sofrida. Melhor, porque incorpora em si mais humanidades. Mais generosa, porque aberta à convivência com todas as raças e todas as culturas e porque assentada na mais bela e luminosa província da Terra."

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ZMB
43 minutos atrás, Lowko é Powko disse:

"É de assinalar que, apesar de feitos pela fusão de matrizes tão diferenciadas, os brasileiros são, hoje, um dos povos mais homogêneos lingüística e culturalmente e também um dos mais integrados socialmente da Terra. Falam uma mesma língua, sem dialetos. Não abrigam nenhum contingente reivindicativo de autonomia, nem se apegam a nenhum passado. Estamos abertos é para o futuro.

Nações há no Novo Mundo ‐ Estados Unidos, Canadá, Austrália ‐ que são meros transplantes da Europa para amplos espaços de além‐mar. Não apresentam novidade alguma neste mundo. São excedentes que não cabiam mais no Velho Mundo e aqui vieram repetir a Europa, reconstituindo suas paisagens natais para viverem com mais folga e liberdade, sentindo‐se em casa. É certo que às vezes se fazem criativos, reinventando a república e a eleição grega. Raramente. São, a rigor, o oposto de nós.

Nosso destino é nos unificarmos com todos os latino‐americanos por nossa oposição comum ao mesmo antagonista, que é a América anglo‐saxônica, para fundarmos, tal como ocorre na comunidade européia, a Nação Latino‐ Americana sonhada por Bolívar. Hoje, somos 500 milhões, amanhã seremos 1 bilhão. Vale dizer, um contingente humano com magnitude suficiente para encarnar a latinidade em face dos blocos chineses, eslavos, árabes e britânicos na humanidade futura.

Somos povos novos ainda na luta para nos fazermos a nós mesmos como um gênero humano novo que nunca existiu antes. Tarefa muito mais difícil e penosa, mas também muito mais bela e desafiante.

Na verdade das coisas, o que somos é a nova Roma. Uma Roma tardia e tropical. O Brasil é já a maior das nações neolatinas, pela magnitude populacional, e começa a sê‐lo também por sua criatividade artística e cultural. 

Precisa agora sê‐lo no domínio da tecnologia da futura civilização, para se fazer uma potência econômica, de progresso auto‐sustentado. Estamos nos construindo na luta para florescer amanhã como uma nova civilização, mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma. Mais alegre, porque mais sofrida. Melhor, porque incorpora em si mais humanidades. Mais generosa, porque aberta à convivência com todas as raças e todas as culturas e porque assentada na mais bela e luminosa província da Terra."

Pô, pegou a última página pra resumir um puta livro de antropologia que tem outras 319 de conteúdo? hahahaha

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Lowko é Powko
5 minutos atrás, ZMB disse:

Pô, pegou a última página pra resumir um puta livro de antropologia que tem outras 319 de conteúdo? hahahaha

Foi apenas pra caracterizar o meu apontamento, seu comunista.

Obviamente eu não vou ler novamente pra provar esse ponto, mas lembro que fiquei com esse sentimento. O Darcy Ribeiro vai montando página a página uma narrativa que culmina nesse final muito ufanista, de uma brasilidade romantizada, de um futuro esperançoso. Eu acho poético, acho bonito, mas pra fim finda aí. Até as bases teóricas utilizadas já são ultrapassadas, coma a divisão em três grandes povos e suas misturas.

Em resumo, o que eu senti é que ele formula uma tese já sabendo qual será a conclusão, e não com uma proposta de conclusão.

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ZMB
10 minutos atrás, Lowko é Powko disse:

Foi apenas pra caracterizar o meu apontamento, seu comunista.

Obviamente eu não vou ler novamente pra provar esse ponto, mas lembro que fiquei com esse sentimento. O Darcy Ribeiro vai montando página a página uma narrativa que culmina nesse final muito ufanista, de uma brasilidade romantizada, de um futuro esperançoso. Eu acho poético, acho bonito, mas pra fim finda aí. Até as bases teóricas utilizadas já são ultrapassadas, coma a divisão em três grandes povos e suas misturas.

Em resumo, o que eu senti é que ele formula uma tese já sabendo qual será a conclusão, e não com uma proposta de conclusão.

Bicho, agora sem zoeira, ele no início fala que o livro traz toda a carga política dele, pois é impossível desassociar. Olha o que foi a vida do camarada.

Essa parte que você citou é uma conclusão que nem precisaria estar no livro. É quase uma utopia ufanista do escritor.

O livro, em geral, se propõe a responder a seguinte pergunta: Como chegamos até aqui? E isso ele faz muito bem. Interessante demais ter esse contato com os diferentes métodos de formação dos vários povos que existem no Brasil.

Por exemplo, na parte que ele fala dos gringos do Sul, vi desenhada toda a minha família, inclusive e principalmente na parte ruim.

Enfim, o livro é sim escrito por um grande expoente da esquerda, mas nem de perto se assemelha a um Veias Abertas da América Latina, por exemplo.

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Lowko é Powko
14 minutos atrás, ZMB disse:

Bicho, agora sem zoeira, ele no início fala que o livro traz toda a carga política dele, pois é impossível desassociar. Olha o que foi a vida do camarada.

Essa parte que você citou é uma conclusão que nem precisaria estar no livro. É quase uma utopia ufanista do escritor.

O livro, em geral, se propõe a responder a seguinte pergunta: Como chegamos até aqui? E isso ele faz muito bem. Interessante demais ter esse contato com os diferentes métodos de formação dos vários povos que existem no Brasil.

Por exemplo, na parte que ele fala dos gringos do Sul, vi desenhada toda a minha família, inclusive e principalmente na parte ruim.

Enfim, o livro é sim escrito por um grande expoente da esquerda, mas nem de perto se assemelha a um Veias Abertas da América Latina, por exemplo.

O Galeano pelo menos se declara mais abertamente. 😄

Eu sei que o livro é bom e foi importante. O meu ponto é que ele já está ultrapassado e as explicações sou muito superficiais. À parte disso, me incomoda o que eu citei como romantização da formação cultural do que o Darcy trata como uma "etnia" brasileira, que praticamente não existe. O que existe é uma tentativa de forçar a barra de uma nacionalidade para a construção de um povo, principalmente a partir do Estado Novo.

É claro que o livro oferece bons insights, só acho que ele sofreu com narrativas e com um tom excessivamente político para o que eu entendi como proposta. Se a proposta era ser tão panfletário, aí eu desconheço, mas entendo.

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ZMB
47 minutos atrás, Lowko é Powko disse:

O Galeano pelo menos se declara mais abertamente. 😄

Eu sei que o livro é bom e foi importante. O meu ponto é que ele já está ultrapassado e as explicações sou muito superficiais. À parte disso, me incomoda o que eu citei como romantização da formação cultural do que o Darcy trata como uma "etnia" brasileira, que praticamente não existe. O que existe é uma tentativa de forçar a barra de uma nacionalidade para a construção de um povo, principalmente a partir do Estado Novo.

É claro que o livro oferece bons insights, só acho que ele sofreu com narrativas e com um tom excessivamente político para o que eu entendi como proposta. Se a proposta era ser tão panfletário, aí eu desconheço, mas entendo.

Negrito: Mano, o Darcy Ribeiro foi filiado no PCB, além de ter sido vice-governador do RJ e candidato a vice-presidente pelo PDT, quer mais o quê? Hahahaha.

Itálico: Aí eu discordo. Não acompanho a antropologia a fundo, a ponto de poder cravar que é algo desatualizado. Além do mais, o livro tem um ponto temporal, que é analisar dali pra trás. 

 

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      ---xxx---
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      Ok. Explicação dada, vamos a ela:

      SINOPSE
      O espírito imortal não nasce, não cresce, não morre e não renasce; matricula-se temporariamente na escola da Terra, onde o currículo proposto para estimular sua evolução consciencial é composto de umas seqüências de problemas.
      Os entraves da vida humana e suas equações esclarecedoras, é, portanto, o foco desta obra de Ramatís. E mais, no âmbito familiar ele aborda: o processo de reencarnação, a infância, a educação dos filhos sob a perspectiva espiritual, a adoção e o binômio afeto-disciplina. Compõem os “cursos básicos” e as “especializações” da escola terrestre temas como: problemas da saúde, da alimentação, do trabalho, da religião, dos governos, e até mesmo os problemas adquiridos quando se pretende fugir dos problemas: o alcoolismo, o tabagismo etc.
      Em seu estilo de peculiar clareza e profundidade, que nada deixa por examinar e nada teme analisar, Ramatís esboça a geometria transcendental que soluciona, pelos instrumentos da ótica espiritual, a arquitetura do edifício secular da vida humana.
      *** *** ***
      Fica a critério de vocês quanto ao prazo de leitura, mas imagino que em um mês já dê para terminá-la.
      Boa leitura ✌
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