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SÃO PAULO FC – RECONSTRUINDO UMA IDENTIDADE
A FILOSOFIA TELÊ SANTANA

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Existem muitas formas de vencer no Football Manager.

Este save não é sobre encontrar a tática mais eficiente, explorar o motor do jogo ou buscar sucesso imediato. Ele trata de algo muito mais difícil de construir: identidade.

O São Paulo FC é um dos clubes mais vitoriosos da história do futebol sul-americano, mas para muitos torcedores, seu maior legado não está em um título específico, e sim em uma forma de jogar futebol.

Esse legado atingiu seu ponto mais alto sob o comando de Telê Santana, especialmente no início da década de 1990.

Com o tempo, porém, essa identidade se perdeu.

Treinadores diferentes, ideias diferentes, reinícios táticos constantes — e um clube que, pouco a pouco, deixou de se reconhecer dentro de campo.

Por que Telê Santana deveria ser lembrado apenas como uma era, e não tratado como uma filosofia permanente?


Visão do Projeto

O objetivo deste save é reconstruir o São Paulo FC em torno de uma filosofia de jogo clara e coerente, inspirada em Telê Santana e adaptada ao Football Manager 2024.

Posse de bola como ferramenta, não como obsessão.
Construção estruturada, não circulação estéril.
Inteligência tática acima do caos físico.
Superioridade coletiva acima da improvisação individual.
Formação de jovens alinhada ao modelo do time principal.

Vencer é importante — mas a forma de vencer importa ainda mais.


Fundamentos Táticos

O sistema base é um 4-2-3-1 assimétrico, que em posse frequentemente se transforma em um 3-2-4-1.

  • O corredor direito é o lado forte do time, impulsionado por um lateral ofensivo no modelo de Cafu.
  • O lado esquerdo é mais conservador, focado em equilíbrio e sustentação estrutural.
  • O meia ofensivo central atua como o principal eixo decisório, à imagem de Raí.
  • O atacante é móvel, conecta o jogo e atrai marcações, inspirado no perfil de Müller.
  • Alta disciplina posicional é combinada com liberdade criativa controlada.

Isso não é gegenpress, futebol direto ou intensidade caótica.
É controle através da estrutura.


Além do Time Principal

Este projeto não se limita à tática.

  • A comissão técnica é montada com base na filosofia do clube.
  • O caminho entre base e profissional é reestruturado.
  • Um time Sub-23 funcional reduz empréstimos desnecessários.
  • O mercado sul-americano é tratado como prioridade estratégica.
  • O planejamento do elenco privilegia o longo prazo, não soluções imediatistas.

A ideia é fazer com que todos os níveis do clube falem a mesma linguagem futebolística.


O Que Você Vai Encontrar Nesta Saga

  • Diagramas táticos e explicações detalhadas.
  • Comunicados fictícios à imprensa e textos em estilo jornalístico.
  • Decisões de elenco e comissão explicadas pela filosofia, não pelo meta.
  • Histórias de desenvolvimento de jovens jogadores.
  • Erros, ajustes e aprendizados ao longo do caminho.

Este é um save de construção lenta, focado em imersão, coerência e identidade.

Se você procura títulos imediatos, talvez este não seja o lugar certo.
Se você se interessa por identidade de jogo, estrutura e pensamento de longo prazo, seja bem-vindo.

Editado por LSLeite
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Poxa... me parece muito boa a ideia. Acompanharei.

  • Diretor Geral
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Gostei bastante também da premissa, fora que compartilho da paixão pelo nosso Tricolor.

Fiquei curioso rs, acompanharei na medida do possível.

 

Saudações tricolores. 🇾🇪🙌🏽

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LUCIANO SILVÉRIO ASSUME O SÃO PAULO EM APOSTA INÉDITA DO CLUBE

Tricolor surpreende ao apostar em um acadêmico sem experiência no futebol profissional. Muricy Ramalho banca a escolha e promete o resgate da identidade histórica do clube.

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01/01/2024


Uma decisão surpreendente sacudiu o futebol brasileiro nesta semana.

O São Paulo Futebol Clube anunciou Luciano Silvério como seu novo treinador, substituindo Luis Zubeldía no comando da equipe principal. Sem experiência prévia à frente de clubes profissionais, Silvério chega ao Morumbi vindo do meio acadêmico, em um movimento que o clube descreve abertamente como ousado e de longo prazo.

A contratação partiu de uma recomendação direta de Muricy Ramalho, atual coordenador técnico do São Paulo, que defendeu a decisão como parte de um esforço mais amplo para reconstruir a identidade futebolística do clube.

“Eu estava monitorando possíveis mudanças. Precisamos de novas ideias. Tentar o mesmo e esperar um resultado diferente é a definição de insanidade”, afirmou Muricy.

“O Silvério tem ideias excelentes. Conheci o trabalho dele em cursos de formação na Europa e decidimos apostar em algo novo. Ele tem todo o nosso apoio.”

Silvério construiu sua trajetória fora do ambiente tradicional do futebol profissional. Reconhecido por seus estudos táticos e abordagem analítica do jogo, o novo treinador chega cercado por curiosidade e ceticismo — mas com forte respaldo interno da diretoria.

Em suas primeiras declarações oficiais, Silvério fez questão de destacar a continuidade, e não a ruptura, como eixo central do projeto.

“Apesar de trazer novas ideias, minha proposta não é romper com a história do São Paulo. Pelo contrário. Trata-se de resgatar a identidade do clube — o estilo de jogo que sempre nos definiu.”

O novo treinador também fez referência direta ao legado de Telê Santana, figura emblemática da era mais vitoriosa da história do clube no início da década de 1990.

“O torcedor costuma falar com nostalgia da chamada ‘Era Telê’. Mas quem disse que isso precisa permanecer apenas como uma era? Isso pode — e deve — ser uma filosofia. E esse será o alicerce do nosso trabalho.”

Muricy Ramalho reforçou que a escolha de Silvério não deve ser avaliada apenas pelos resultados imediatos.

“Isso faz parte de um projeto grande, de longo prazo. Queremos construir — ou reconstruir — a identidade de jogo do São Paulo. E isso começa pela base.”

Segundo o clube, o objetivo é alinhar princípios, modelo de jogo e caminhos de desenvolvimento em todas as categorias, criando uma identidade unificada que vá além de treinadores ou gerações específicas.

A decisão do São Paulo representa uma rara ruptura com a lógica tradicional de contratações no futebol brasileiro — uma aposta calculada em ideias, estrutura e identidade de longo prazo, em vez de soluções imediatistas.

Editado por LSLeite
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Boa sorte.

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São Paulo acelera reformulação, internacionaliza o futebol e aposta em projeto de longo prazo com Silvério

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Leonardo foi apresentado como Diretor Desportivo


Poucas semanas após assumir o comando técnico do São Paulo Futebol Clube, Luciano Silvério já deixou claro que sua passagem pelo Morumbi não será marcada por ajustes pontuais. A Barra Funda vive um período de mudanças profundas, com reformulação estrutural no departamento de futebol e um discurso alinhado internamente: o clube iniciou uma reconstrução de identidade, método e visão de futuro.

A primeira decisão simbólica do novo ciclo foi a nomeação de Leonardo Nascimento de Araújo como Diretor Desportivo. Ídolo tricolor e campeão mundial pelo clube, Leonardo retorna ao São Paulo após longa trajetória internacional, agora com papel estratégico na implementação do novo modelo de gestão esportiva.
O projeto é de longo prazo. Precisamos recuperar um método claro de jogo e de formação”, afirmou o dirigente em conversa com a reportagem.


Comissão técnica internacional e mudança de cultura

A reformulação avançou rapidamente para a comissão técnica, que passou a ter forte perfil internacional. Silvério buscou profissionais com quem construiu relação ao longo de cursos e experiências no futebol europeu, trazendo novas referências para o dia a dia do clube.

Chegaram o turco Özhan Pulat, como auxiliar técnico; o argentino Fernando Cinto, para comandar o futebol jovem; e o inglês Harrison Kingston, analista com passagens por Tottenham Hotspur e Liverpool FC. A preparação física também foi reforçada com o inglês Teddy Sheringham e o português Geraldo Alves Regufe Washington.

Entre os brasileiros, o retorno de Carlinhos Neves chama atenção. “O histórico recente de lesões exigia uma resposta clara. A volta do Carlinhos faz parte desse plano”, explicou Leonardo.


Bastidores: método acima do improviso

Segundo apuração da ESPN, a mudança vai além dos nomes anunciados. Pessoas envolvidas no cotidiano do futebol do São Paulo relatam que o novo projeto prevê alteração de rotinas internas, maior integração entre base e profissional e decisões mais fundamentadas em dados e metodologia.

A avaliação interna é de que o clube perdeu identidade nos últimos anos ao alternar estilos de jogo e soluções de curto prazo. A nova estrutura busca romper esse padrão. “Não é copiar um modelo europeu, mas criar um método próprio, com referências internacionais”, disse à reportagem uma fonte ligada ao projeto, sob condição de anonimato.


Scout sul-americano e base no centro do projeto

Outro eixo da reformulação é a ampliação da rede de scout, com foco especial no mercado sul-americano — Argentina, Chile, Peru e Uruguai. “É um mercado estratégico, tanto para contratações quanto para a identificação de jovens talentos”, destacou Silvério.

Na base, a promoção de Zetti ao comando do Sub-20 foi tratada internamente como uma decisão simbólica. “Jogamos juntos, somos amigos. O Zetti representa a ponte entre o passado vencedor e o futuro que queremos construir”, afirmou Leonardo.


Sub-23 como elo estratégico

Nem todas as mudanças, porém, vieram sem desgaste. Muricy Ramalho confirmou a saída de Milton Cruz, após não haver acordo para que ele assumisse o Sub-23. Para a função, o clube optou pelo argentino Andrés Lillini.

Dentro do novo organograma, o Sub-23 passa a ser peça-chave. A ideia é reduzir empréstimos e criar uma etapa clara de transição até o profissional. “Poucos clubes têm a estrutura que o São Paulo oferece. Queremos formar esses atletas aqui dentro”, concluiu Silvério.


Análise: o desafio do tempo no futebol brasileiro

A aposta do São Paulo é ambiciosa e foge do padrão imediato do futebol nacional. A internacionalização da comissão, a valorização da base e o foco em método indicam um clube disposto a pensar mais em processo do que em soluções rápidas. Mas a pergunta inevitável permanece: o ambiente de pressão por resultados permitirá esse tempo?

O São Paulo fez sua escolha. Agora, o maior teste será fora das quatro linhas: sustentar o projeto nos momentos de instabilidade e resistir ao imediatismo que tantas vezes interrompeu reconstruções no futebol brasileiro.

Editado por LSLeite
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As peças estão se juntando para formar não só uma equipa, como também uma estrutura forte no clube.

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São Paulo inicia temporada com modelo intenso e identidade bem definida no CT da Barra Funda

10/01/24

spacer.pngO São Paulo Futebol Clube segue dando passos importantes na construção de sua identidade para a temporada. Durante a pré-temporada no CT da Barra Funda, a comissão técnica comandada por Luciano Silvério tem trabalhado com foco em organização coletiva, intensidade e controle de espaço, estabelecendo bases claras para o início das competições.

O modelo adotado parte do 4-2-3-1, utilizado não apenas como formação, mas como referência comportamental em todas as fases do jogo. A equipe tem apresentado equilíbrio entre agressividade sem a bola e controle com posse, priorizando compactação, ocupação racional dos espaços e tomada de decisão coletiva.

No meio-campo, a estrutura é sustentada por dois volantes com funções complementares: um mais posicional, responsável pela proteção da defesa, e outro com maior liberdade para participar da saída de bola e da circulação ofensiva. À frente deles, o trio de meias atua com mobilidade constante, explorando os meio-espaços e se aproximando do atacante para acelerar as ações no terço final.

Os laterais operam de forma assimétrica, de acordo com o momento do jogo. Enquanto um dá profundidade e amplitude pelo corredor, o outro se mantém mais resguardado, garantindo superioridade numérica na base da construção. Pelos lados do ataque, os extremos alternam movimentos por fora e por dentro, abrindo linhas de passe e criando desequilíbrios na defesa adversária.

Sem a posse, o São Paulo tem se destacado pela pressão coordenada e contra-pressão imediata após a perda da bola. Caso a recuperação não aconteça nos primeiros instantes, a equipe se reorganiza rapidamente em bloco médio compacto, mantendo as linhas próximas e reduzindo espaços entre setores.

 

 

Time-base começa a ganhar forma

spacer.pngCom o avanço da pré-temporada, uma espinha dorsal começa a se consolidar. A equipe tem trabalhado com Rafael no gol; Rafinha, Arboleda, Alan Franco e Jamal Lewis na linha defensiva. No meio-campo, Marcos Antônio e Santiago Longo formam a base de sustentação do sistema.

Mais à frente, Luciano tem sido utilizado como o meia central, atuando entre linhas e funcionando como elo criativo da equipe, com liberdade para infiltrar e finalizar. Pelos lados, Lucas Moura aparece pela direita e Michel Araújo pela esquerda, alternando largura e movimentos internos.

No comando do ataque, Jonathan Calleri segue como referência ofensiva. Durante os treinamentos, o centroavante tem sido estimulado a participar mais da construção fora da área, favorecendo infiltrações dos meias e a dinâmica coletiva do setor ofensivo.

O trabalho desenvolvido na Barra Funda indica um São Paulo com ideias claras, um modelo bem treinado e uma base sólida em formação. A pré-temporada segue como etapa fundamental para consolidar esses conceitos e preparar a equipe para os desafios do calendário que se aproxima.

Editado por LSLeite
  • Leho. mudou o título para São Paulo FC – Reconstruindo uma Identidade: A Filosofia Telê Santana
  • Diretor Geral
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Gostei da montagem do STAFF, mt provavelmente tá bem mais qualificado do que o cenário anterior. Ao melhor estilo "FM de se jogar", hahahaha (te falar que eu adoro montar equipes de STAFF, ao lado do momento de prospectar e contratar jogadores, são as partes que eu mais gosto do jogo).

Leonardo como diretor também é uma sacada e tanto, alinhado ao projeto e conhecedor da filosofia que se quer implementar.

Quanto ao time titular e sua formação-base, estranhei bastante ao ver nomes como Lewis e Longo no time, mas aí me dei conta de que você está jogando o FM24 hahahaha, então é isso aí mesmo. No FM são bons jogadores, na vida real se mostraram flops absurdos no Morumbi (infelizmente). De toda maneira, gosto dos 11 inicial, só fico na dúvida quanto ao rendimento do Luciano como MAC, ele tá rendendo legal por ali?

 

No mais, movi seu tópico pra área correta da PM, bem como tirei a caixa alta do título. 😉

Saudações tricolores.🇾🇪🙌🏽

Postado

São Paulo FC encerra o primeiro mês da temporada com identidade clara e sinais de evolução

29/01/24

O São Paulo Futebol Clube encerrou os quatro primeiros jogos da temporada reafirmando o compromisso com um modelo de jogo claramente definido, baseado em posse controlada, ocupação inteligente dos espaços e protagonismo ofensivo — princípios centrais do projeto. Ao longo das partidas iniciais, a equipe apresentou crescimento coletivo, volume ofensivo consistente e evolução na capacidade de transformar domínio territorial em oportunidades reais de gol, ainda que alguns ajustes sigam necessários.

 

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Jogo 1 — Estreia marcada por organização e controle territorial

Na estreia da temporada, o São Paulo apresentou uma equipe bem organizada desde os primeiros minutos. O time ditou o ritmo da partida, circulou a bola com propósito e atuou majoritariamente no campo adversário. Apesar de ser um jogo inicial, ainda em fase de ajustes, a identidade já se mostrava clara: saída de bola limpa, meio-campistas móveis e laterais participativos. Faltou maior precisão no terço final, mas as bases coletivas estavam bem estabelecidas.

 

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Jogo 2 — Aumento do volume ofensivo e melhor criação de chances

A segunda partida representou um avanço evidente em termos de criatividade. O São Paulo aumentou significativamente o número de finalizações e passou a encontrar melhores ângulos de ataque, especialmente explorando os meio-espaços. A equipe mostrou-se mais confortável com a bola, pressionou mais alto e recuperou a posse rapidamente após a perda. A eficiência nas conclusões, no entanto, ainda não acompanhou o volume de oportunidades criadas.

 
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Jogo 3 — Controle consolidado com maior agressividade ofensiva

Para o terceiro jogo, o São Paulo entrou em campo com duas mudanças forçadas na equipe titular. Com Jamal Lewis suspenso após a expulsão contra o Inter de Limeira, o jovem Moreira recebeu oportunidade na lateral esquerda, enquanto Wellington Rato iniciou a partida no lugar de Michel Araújo, afastado por lesão por aproximadamente duas semanas. Mesmo com os ajustes, o time mostrou-se mais agressivo sem a bola e mais vertical quando necessário. A circulação foi acelerada em momentos-chave, combinando longos períodos de posse com ataques mais diretos. Os mapas de ações ofensivas evidenciaram presença constante no terço final, com meias e atacantes atacando bem a área. Mais uma vez, a conversão do domínio territorial em gols foi o principal desafio.

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Jogo 4 — Clássico decidido pelo protagonismo ofensivo

No primeiro clássico da temporada, contra o Santos, o São Paulo confirmou sua superioridade coletiva. A equipe contou com o retorno de Jamal Lewis ao time titular e controlou a partida do início ao fim. O Tricolor finalizou mais vezes, apresentou um xG significativamente superior e manteve o adversário distante de sua área por longos períodos. A vitória por 2 a 1 refletiu com justiça o domínio são-paulino, com Wellington Rato sendo decisivo ao marcar os dois gols em uma atuação na qual o sistema ofensivo funcionou com fluidez e pressão constante.

 

Após quatro partidas, a avaliação geral é positiva e plenamente alinhada aos princípios do projeto. O São Paulo controla os jogos, impõe ritmo, ocupa bem as zonas ofensivas e gera volume consistente de ataque. Não se trata de posse estéril: ela se traduz em finalizações, pressão prolongada e desgaste do adversário. A circulação pelo centro aliada à largura funcional se consolidou como um dos principais pontos fortes da equipe.

O principal aspecto a ser aprimorado está na eficiência ofensiva. Em diversas partidas, o alto número de chances criadas não se converteu proporcionalmente em gols, o que exige melhores decisões e maior precisão dentro da área. Defensivamente, a equipe segue bem organizada, mas precisa reduzir ainda mais as poucas oportunidades concedidas, especialmente em transições adversárias.

De forma geral, o São Paulo encerra o primeiro mês da temporada com identidade, evolução visível e bases sólidas. O caminho está traçado: manter o controle, refinar a execução no terço final e continuar consolidando um estilo de jogo que honre a história do clube — competitivo, inteligente e propositivo, no verdadeiro espírito de Telê Santana.

Postado
Em 25/01/2026 em 01:42, Leho. disse:

Gostei da montagem do STAFF, mt provavelmente tá bem mais qualificado do que o cenário anterior. Ao melhor estilo "FM de se jogar", hahahaha (te falar que eu adoro montar equipes de STAFF, ao lado do momento de prospectar e contratar jogadores, são as partes que eu mais gosto do jogo).

Leonardo como diretor também é uma sacada e tanto, alinhado ao projeto e conhecedor da filosofia que se quer implementar.

Quanto ao time titular e sua formação-base, estranhei bastante ao ver nomes como Lewis e Longo no time, mas aí me dei conta de que você está jogando o FM24 hahahaha, então é isso aí mesmo. No FM são bons jogadores, na vida real se mostraram flops absurdos no Morumbi (infelizmente). De toda maneira, gosto dos 11 inicial, só fico na dúvida quanto ao rendimento do Luciano como MAC, ele tá rendendo legal por ali?

 

No mais, movi seu tópico pra área correta da PM, bem como tirei a caixa alta do título. 😉

Saudações tricolores.🇾🇪🙌🏽

Luciano nao tem rendido o esperado como MAC, mas longe de ser a decepção que o Calleri tem sido.

Postado
41 minutos atrás, LSLeite disse:

Galera, as postagens aqui serão sem as partes gráficas pois a limitação de poder adicionar imagem somente via URL é desanimador. Quem quiser acompanhar postagens mais rica graficamente pode acompanhar no https://sortitoutsi.net/content/76078/sao-paulo-fc-rebuilding-an-identity-the-tele-santana-philosophy.

Estás engando meu amigo, eu uso o Imgur, voce cola lá, clica com o botão direito do mouse e seleciona "copiar imagem"  e cola no forum lá no seu texto, é ilimitado fazendo assim. Pelo menos eu que sou VIP faço isso sem limitação alguma. Só dando uma dica.

  • Diretor Geral
Postado
4 horas atrás, LSLeite disse:

Luciano nao tem rendido o esperado como MAC, mas longe de ser a decepção que o Calleri tem sido.

Caramba, o Calleri decepcionando no FM é meio que uma grande surpresa. Sempre broca.

No mais campanha tranquila, quero ver quando o nível dos embates subir como esse time vai responder, dentro da filosofia estabelecida.

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