mfeitosa Postado 12 de Janeiro Autor Denunciar Postado 12 de Janeiro Após mais uma fornada pouco animadora da base, voltei ao mercado em busca de jogadores nascidos em Bragança Paulista que aceitassem reforçar o clube. A dificuldade, no entanto, segue sendo grande: quase ninguém demonstra interesse em vir para o Bragança. Ainda assim, consegui trazer três nomes, todos com perfil claramente de composição de elenco, sem impacto real no onze inicial. O principal deles é o lateral-direito João Paulo, ex-Juventus, que esteve no clube em 2028 por empréstimo e agora chega em definitivo, após ter sido dispensado pelo time da Mooca. Além disso, tivemos duas chegadas por empréstimo: o ponta-direita Ronildo Bressane (16 anos), cedido pelo Gama, e o zagueiro Gustavo Henrique, vindo do Guarani. Ambos são jogadores bastante limitados tecnicamente, mas que ainda assim podem ser úteis para rotação de elenco. Na terceira temporada do Bragança no quinto escalão do futebol paulista, o time já aparece um pouco melhor posicionado nas previsões, embora ainda bastante próximo do fundo da tabela. A estreia foi contra a Santacruzense, adversário que sempre vencemos no save, e a escrita foi mantida com mais uma vitória por 2 a 0, gols de Lucas e Leozinho. Na rodada seguinte, fora de casa contra o União Barbarense, veio uma goleada por 4 a 1, com hat-trick de Leozinho. Depois, vencemos o Campinas em casa por 3 a 2, em um jogo em que os dois gols do adversário saíram de pênalti e já no último lance da partida. Na sequência, empatamos em 1 a 1 com o Guaratinguetá. Diante do Guarulhos, principal força da chave, conhecemos a primeira derrota da competição, por 1 a 0 fora de casa, resultado que acabou sendo até barato para o Bragança pelo que foi o jogo. A resposta veio contra o frágil União Barbarense, repetindo o placar de 4 a 1. Na sequência, embalamos três boas vitórias: 3 a 0 fora de casa sobre a Santacruzense, 2 a 1 contra o Campinas, também fora, e 3 a 0 sobre o Guaratinguetá. Fechando a primeira fase, veio o segundo confronto contra o Guarulhos e, mesmo jogando em casa, sofremos uma derrota pesada por 3 a 0, com Thiago Rubim marcando um hat-trick. Uma derrota para lembrarmos da diferença técnica entre o Bragança e os times mais fortes da divisão. Com a 6ª melhor campanha entre as 36 equipes da divisão, o Bragança encerrou a primeira fase na vice-liderança do Grupo 4, somando 22 pontos, três a menos que o líder e favorito Guarulhos. Até aqui no save, esta foi a melhor campanha do Bragança em uma primeira fase da Segunda Divisão do Paulistão. Para a segunda fase do estadual, o Bragança foi novamente sorteado para o Grupo 1, ao lado de um adversário já bastante conhecido por aqui, o Paulistano. E foi justamente contra eles que estreamos na chave, em casa, quando acabamos derrotados por 1 a 0, em uma atuação muito fraca do Bragança. Na sequência, tivemos dois jogos fora de casa. Contra o Serra Negra, ficamos no 0 a 0, em uma partida bastante equilibrada. Já diante do Taquaritinga, conseguimos uma boa vitória por 2 a 0, com dois gols de Lucas, encerrando a sequência negativa. Logo depois, porém, vieram mais dois resultados ruins. Primeiro, um empate por 3 a 3 contra o Serra Negra, desta vez em casa, em um jogo completamente aberto. Em seguida, a derrota por 3 a 1 para o Paulistano, fora de casa, em mais uma daquelas partidas em que praticamente nada funcionou. Ainda assim, o time conseguiu reagir na rodada final, vencendo o Taquaritinga por 3 a 2, de virada, em casa, resultado que acabou garantindo a classificação para a terceira fase. Com essa campanha bastante claudicante, o Bragança encerrou a segunda fase na vice-liderança do Grupo 1, somando apenas 8 pontos, contra 15 do líder Paulistano, que navegou sem maiores dificuldades em uma chave cujo nível técnico, no geral, se mostrou bastante baixo. Na terceira fase, o Bragança voltou a cair no Grupo 1, em um cenário muito parecido com o da fase anterior, novamente com um time claramente acima dos demais, neste caso, o Mogi Mirim. A estreia foi justamente contra eles, fora de casa, e terminou em derrota por 2 a 0, em um jogo com pouquíssimas chances e muitas falhas do Bragança. Na sequência, vieram dois empates. Um 3 a 3 em casa contra o Litoral, com gols de Leozinho, Lucas e Ivanilson, e um 2 a 2 fora de casa contra o Tupã, com dois gols de Lucas. A situação na tabela já começava a ficar delicada, mas a vitória por 1 a 0 fora de casa contra o Litoral nos recolocou, de forma quase inesperada, na briga pela classificação, apesar da nova derrota por 2 a 0 para o Mogi Mirim na rodada seguinte. Na rodada final, o Bragança lavou a alma com uma goleada por 5 a 1 sobre o Tupã, em uma atuação que parecia resgatar o melhor nível do time alvinegro. Mais uma vez com uma campanha extremamente oscilante, o Bragança conseguiu avançar de fase ao garantir a vice-liderança do Grupo 1, com 8 pontos, dez a menos que o líder Mogi Mirim, que sobrou na chave e venceu com enorme facilidade. O roteiro, mais uma vez, foi praticamente um déjà-vu da fase anterior. Nas quartas de final, o Bragança acabou sorteado para enfrentar a forte equipe do Guarulhos. Ainda embalados pela goleada sobre o Tupã, conseguimos surpreender o Índio Guaru no jogo de ida, em casa, ao vencer por 3 a 2. Apesar da vitória, o resultado deixou um gosto amargo, já que abrimos três gols de vantagem e permitimos a reação do adversário, algo que acabaria fazendo toda a diferença na eliminatória. No jogo de volta, fora de casa, novamente saímos na frente, com um belo gol de cabeça de Luan, o que parecia encaminhar a classificação para a semifinal. Mas foi um engano. Permitimos o empate ainda no primeiro tempo e, de forma extremamente frustrante, sofremos a virada com dois gols nos minutos finais, fechando a vitória do Guarulhos por 3 a 1, revertendo o placar agregado e eliminando o Bragança. Se a temporada 2029 havia deixado a impressão de que o Bragança chegaria em 2030 pronto para, enfim, brigar de forma consistente pelo acesso, o que vimos foi uma grande frustração. O time se mostrou extremamente claudicante, com dificuldades para vencer adversários teoricamente mais acessíveis e quase nunca conseguindo surpreender equipes mais qualificadas. Não por acaso, as classificações na segunda e na terceira fases vieram com rendimentos pífios, muito mais sustentadas pela ruindade alheia do que por mérito próprio. Partidas disputadas: 24 Vitórias: 12 Empates: 5 Derrotas: 7 Aproveitamento: 57% Ofensivamente, o Bragança até surpreendeu positivamente, conseguindo um rendimento superior ao da temporada passada, que já havia apresentado bons números. Por outro lado, o desempenho defensivo despencou. A média de gols sofridos subiu para 1,41 por jogo, aproximando-se de uma das piores marcas do save até aqui. Foi, claramente, uma temporada marcada por falhas recorrentes no sistema defensivo. Gols marcados: 46 (1,91 por jogo) Gols sofridos: 34 (1,41 por jogo) Saldo de gols: +12 Apesar de todas as frustrações da temporada, um dado chama bastante atenção: a média geral do onze inicial do Bragança subiu de 6,91 para 6,98, o que é curioso, especialmente considerando que o elenco passou por uma verdadeira debandada ao longo do ano. Tudo começou com a saída dos dois jogadores que estavam no clube por empréstimo, Bressane e Gustavo Henrique, que, mesmo sendo bem utilizados, acabaram sendo chamados de volta por seus clubes de origem. Mais adiante veio o golpe mais pesado, com a venda do lateral-esquerdo Grijó para o Atlético Goianiense por apenas R$ 77,5 mil. Infelizmente, a diretoria havia renovado o contrato do jogador com essa cláusula ativa, e fui pego completamente de surpresa. Ao revisar os contratos, percebi que outros atletas também tinham cláusulas semelhantes, mas consegui corrigi-las nas renovações seguintes. Ainda assim, nada me surpreendeu mais do que a aposentadoria de Lucas, aos 32 anos. Uma enorme perda! Tratava-se de um jogador-chave para o Bragança, com excelente média de gols em todas as temporadas, e que praticamente sustentou o ataque do clube desde o início do save. Com a aposentadoria de Lucas, o ponta-direita Leozinho surge naturalmente como um forte candidato a assumir o status de novo ídolo do Bragança. Pelo que produziu em 2030, a expectativa é bastante positiva. Leozinho fechou a temporada com 11 gols e 10 assistências, números que reforçam sua versatilidade e impacto direto no setor ofensivo. Além disso, a classificação média de 7,57 impressiona, sendo, de longe, a mais alta entre todos os jogadores do Bragança ao longo de todo o save. Citar
Cadete213 Postado 13 de Janeiro Denunciar Postado 13 de Janeiro Leozinho on fire mas mesmo assim continua complicado subir de escalão. Raios partam o Guarulhos. Citar
mfeitosa Postado 14 de Janeiro Autor Denunciar Postado 14 de Janeiro 14 horas atrás, Cadete213 disse: Leozinho on fire mas mesmo assim continua complicado subir de escalão. Raios partam o Guarulhos. Essa quinta divisão paulista parece a Caverna do Dragão, de onde é impossível sair. Agora ainda mais complicado com as saídas de Lucas, Grijó e Muniz. Citar
mfeitosa Postado 14 de Janeiro Autor Denunciar Postado 14 de Janeiro A temporada 2031 foi marcada por bastidores bastante movimentados no Bragança. O ano já começou com a notícia da aquisição do clube, quando Júlio César da Silva assumiu o comando do Alvinegro Bragantino e injetou recursos suficientes para fazer o saldo do clube voltar ao azul. O alívio, no entanto, durou pouco. Em questão de meses, o Bragança voltou a entrar em bancarrota, repetindo um roteiro que já vinha se desenhando nas temporadas anteriores. No segundo semestre, com o clube novamente operando com um pesado saldo negativo, ocorreu um novo processo de aquisição. Dessa vez, o controle retornou para um grupo de investidores ligados à torcida, o que mais uma vez gerou um impacto imediato positivo nas contas. Resta saber se, agora, esse grupo conseguirá manter as finanças sob controle, algo que os últimos mandatários claramente não conseguiram fazer. Se a temporada anterior havia deixado um sentimento claro de frustração, 2031 começou de forma bem diferente dentro de campo, trazendo uma sensação real de superação e esperança. Mesmo sem três titulares absolutos, incluindo Lucas e Cláudio Muniz aposentados, além de Grijó vendido ao Atlético Goianiense, o Bragança entrou para sua quarta temporada na Segunda Divisão do Paulistão de maneira muito forte e fez, até aqui, a melhor campanha do clube nessa divisão considerando apenas a primeira fase. A estreia foi com um empate em 0 a 0 fora de casa contra o Guaratinguetá, mas logo em seguida veio a vitória por 3 a 0 sobre o Campinas, em casa. Esses resultados deram o impulso necessário para o Bragança atravessar todo o mês de maio invicto. Nesse período, vencemos o Serra Negra por 2 a 0 fora de casa, empatamos em 3 a 3 com o Assisense, em casa, ficamos no 1 a 1 contra a Santacruzense e fechamos o mês com mais uma vitória sobre o Campinas. Com a classificação praticamente encaminhada, o Bragança ainda conseguiu fazer um mês de junho muito consistente, somando três vitórias e apenas uma derrota, a única sofrida na primeira fase. Vencemos o Guaratinguetá por 4 a 2 e o Serra Negra por 2 a 0, ambos em casa, fomos derrotados pelo Assisense fora de casa por 3 a 2, e encerramos a campanha com uma vitória por 3 a 1 sobre a Santacruzense. Com essa campanha extremamente positiva, o Bragança liderou um grupo da Segunda Divisão do Paulistão pela primeira vez em todo o save, alcançando 21 pontos, à frente do forte Guaratinguetá, que terminou com 18 pontos. Lembrando que essa é a nossa quarta temporada nessa divisão. Na segunda fase, o Bragança foi sorteado para o Grupo 3, que rapidamente se mostrou bastante equilibrado. A disputa ficou concentrada entre Bragança, Litoral e Taquaritinga, enquanto o São Carlos acabou assumindo o papel de saco de pancadas da chave. Estreamos com um empate movimentado em 3 a 3 fora de casa contra o Taquaritinga, em um jogo de placar completamente aberto. Na sequência, veio um tropeço em casa diante do Litoral, com derrota por 3 a 2, resultado que nos colocou sob certa pressão logo no início. O alívio nessa primeira metade do grupo veio contra o São Carlos, quando aplicamos uma goleada por 7 a 2. Diante do Litoral, agora fora de casa, o roteiro foi ainda mais frustrante. Perdemos novamente por 3 a 2, mas dessa vez após termos aberto dois gols de vantagem, permitindo a virada do adversário. Com a classificação ameaçada, o Bragança precisou reagir nas duas últimas rodadas. E reagiu bem: vitória por 3 a 0 sobre o Taquaritinga, em casa, e goleada por 4 a 1 contra o São Carlos, recuperando a sensação de que o time havia voltado aos trilhos. Apesar da disputa intensa entre as três principais forças do grupo, ao final todos acabaram avançando. O Litoral terminou na liderança com 12 pontos, seguido do Taquaritinga, com 11, enquanto o Bragança garantiu a classificação com 10 pontos, beneficiado pelo critério dos melhores terceiros colocados. Na terceira fase, o Bragança caiu no Grupo 3, onde teria pela frente o Atlético Sorocaba, favorito da chave e, historicamente, uma verdadeira pedra no sapato do time ao longo desse save. A estreia foi mais complicada do que o esperado, com um empate em 1 a 1 contra o Garça, resultado que deixou uma sensação de oportunidade perdida. A resposta veio na rodada seguinte, com uma grande vitória por 4 a 0 sobre o Barretos, em uma das melhores atuações do Bragança na temporada, o que contrastou bastante com a derrota pesada por 3 a 0 fora de casa para o Atlético Sorocaba, em um jogo muito ruim do alvinegro. Apesar disso, o time não se perdeu. No segundo confronto contra o Barretos, conseguimos uma vitória por 4 a 2, resultado que recolocou o Bragança no caminho da classificação. Na sequência, vencemos o Garça por 1 a 0, em casa, e fechamos a fase com um resultado simplesmente inesperado: goleada por 4 a 1 sobre o Atlético Sorocaba. Sim, contra eles. Leozinho foi o grande nome da partida, desequilibrando completamente com uma atuação de gala e um hat-trick. Um resultado espetacular, que mudou completamente o clima em torno do time e passou a dar a sensação de que, desta vez, o acesso poderia realmente acontecer. Com essa arrancada final, o Bragança encerrou a fase na vice-liderança do Grupo 3, com 13 pontos, apenas dois a menos que o líder Atlético Sorocaba. Uma campanha novamente forte, que confirma uma consistência nas três primeiras fases que ainda não havíamos visto em nenhum outro momento do save. Nas quartas de final, reencontramos o ECO, adversário que já havíamos enfrentado lá atrás, ainda na sexta divisão paulista, na primeira temporada do save, quando vencemos por 1 a 0. Desta vez, o jogo de ida aconteceu fora de casa, em Osasco, e após um primeiro tempo completamente morno, sem qualquer emoção, voltamos para a etapa final abrindo o placar com Leozinho, aos 50 minutos. A partir daí, tudo desandou. A expulsão de João Henrique aos 70' mudou completamente o jogo. Conseguimos segurar o resultado até os acréscimos, quando, de forma inacreditável, cometemos um pênalti aos 94', convertido pelo ECO. E, para piorar, ainda houve tempo para a virada adversária aos 96', fechando um 2 a 1 com contornos absolutamente catastróficos. Apesar desse cenário no mínimo desanimador, o Bragança conseguiu dar uma resposta forte no jogo de volta, em casa. Com tranquilidade, ainda no primeiro tempo, Leozinho e Ronaldo Barbosa já haviam revertido a desvantagem no agregado. Na etapa final, o próprio Ronaldo Barbosa marcou mais uma vez e fechou a vitória por 3 a 0, carimbando a classificação do Bragança para a semifinal. Após mais uma longa caminhada em uma competição de regulamento completamente maluco, chegamos à semifinal da Segunda Divisão do Paulistão pela segunda vez em quatro temporadas. Definitivamente, não é simples chegar até aqui, ainda mais com um elenco tão limitado quanto o do Bragança. Mais uma vez, estávamos a apenas dois jogos de sair desse verdadeiro inferno que é o quinto escalão paulista. Mas, como se fosse um roteiro de videogame jogado no modo "nightmare", o último chefe apareceu novamente. E não foi qualquer um: Atlético Sorocaba. O mesmo adversário que historicamente sempre nos dá trabalho e que ainda vinha mordido pela goleada sofrida na fase anterior. O desfecho foi feio. No jogo de ida, em casa, nosso principal jogador, Leozinho, foi muito bem anulado. Mesmo assim, ainda conseguimos sair na frente do placar, o que chegou a reacender alguma esperança. Mas ela durou pouco. Sofremos a virada e fomos derrotados por 3 a 1, em um jogo que deixou claro o tamanho da tarefa que teríamos pela frente. A partir dali, a missão já parecia praticamente impossível. Os melhores resultados do Bragança quase sempre vieram jogando em casa, e agora precisaríamos reverter tudo em Sorocaba. A tendência era clara: mais um massacre. E, de fato, perdemos novamente, desta vez por 4 a 3, resistindo o quanto deu para não sermos goleados. No apito final, mais uma vez, vimos o portal de saída desse inferno se fechar bem na nossa frente. É, meus amigos… a vida do Lobo Bragantino no quinto escalão do futebol paulista não tem sido nada fácil. Com um regulamento extremamente traiçoeiro, cheio de fases de grupos e um mata-mata final que acaba favorecendo quem tem elencos mais estruturados, a porta de saída da Segunda Divisão parece quase inalcançável. Ainda mais em um contexto onde o Bragança vem recebendo fornadas cada vez mais fracas da base e precisou lidar com perdas importantes, como a aposentadoria do artilheiro histórico Lucas e a venda do lateral-esquerdo Grijó para o futebol goiano. Ainda assim, é possível notar uma evolução do Bragança a cada temporada, mesmo que de forma discreta. A temporada 2031, a sexta do save, mostrou um Lobo bem mais agressivo ofensivamente, com Leozinho e Dieguinho assumindo o protagonismo após a saída de Lucas. Em contrapartida, o time sofreu bastante defensivamente, apresentando uma retaguarda extremamente fragilizada, sobretudo após duas baixas importantes na virada da temporada anterior. Nessa temporada, ultrapassamos os 60% de aproveitamento, o que é a melhor marca do save até aqui, independente da divisão disputada, mas ainda assim não foi o suficiente para enfim conseguirmos quebrar a barreira da quinta divisão do Paulistão. Com 64 gols marcados em 2031, o que dá uma média de quase 2,5 gols por jogo, o Bragança viveu, disparadamente, o melhor momento ofensivo de todo o save. Curiosamente, isso aconteceu justamente na primeira temporada após a aposentadoria do ídolo Lucas, que havia sido artilheiro da equipe em todos os anos em que vestiu a camisa do Lobo Bragantino. Com o trio já conhecido formado por Dieguinho, Leozinho e Ivanilson mantendo um ótimo nível de desempenho, e agora com a adição do garoto recém-promovido Ronaldo, o ataque bragantino funcionou como nunca. Não à toa, o Bragança terminou a temporada com o segundo melhor ataque da Segunda Divisão do Paulistão. Em contrapartida, o cenário defensivo foi o pior que já tivemos no save. A aposentadoria do zagueiro Cláudio Muniz me obrigou a improvisar o volante Luan na defesa, o que acabou criando um problema duplo: fragilizou a linha defensiva e, ao mesmo tempo, abriu um buraco no setor de marcação, onde Luan era uma das principais referências. Para completar o quadro, o goleiro Aranha viveu o pior ano com a camisa do Bragança, acumulando falhas que nunca haviam sido vistas anteriormente, o que potencializou ainda mais a sensação de instabilidade defensiva. Depois de um 2030 espetacular, as atenções dentro do Bragança naturalmente se voltaram para Leozinho, na tentativa de entender se o ponta-direita conseguiria sustentar aquele nível em 2031, especialmente após a aposentadoria do artilheiro Lucas. E a resposta foi clara: deu conta do recado! Leozinho não apenas assumiu o posto de artilheiro da equipe, marcando 19 gols na temporada, como também se consolidou como o principal nome do Bragança dentro de campo. Além disso, herdou a braçadeira de capitão, que havia pertencido a Lucas nas quatro temporadas anteriores, reforçando também seu papel de liderança no elenco. Citar
Cadete213 Postado 15 de Janeiro Denunciar Postado 15 de Janeiro São necessárias melhorias na defesa, mas devo dizer que fiquei surpreendido pela positiva pelo belo desempenho da equipa. Citar
twitch.tvstayheavy87 Postado 15 de Janeiro Denunciar Postado 15 de Janeiro Rapaz, essa é a verdadeira caverna do dragão haha. O time vem melhorando a cada temporada, mas esses times figurões tem mais estrutura e capacidade, difícil bater de frente ainda. Citar
Fernandinhobol Postado 16 de Janeiro Denunciar Postado 16 de Janeiro Caramba, sair dessas divisões de baixo no Paulista é difícil mesmo. Mas não desiste, quando subir aposto que pega o elevador. Consideraria um objetivo de fazer parceria com o Braga de Portugal também com esse tanto de Braga! O FM26 tá bom pra ti? Boa sorte na sequência. Citar
mfeitosa Postado 16 de Janeiro Autor Denunciar Postado 16 de Janeiro Em 15/01/2026 em 09:53, Cadete213 disse: São necessárias melhorias na defesa, mas devo dizer que fiquei surpreendido pela positiva pelo belo desempenho da equipa. É, esse tem sido um problema recorrente, o que entendo se estender para as outras equipes da divisão. Os times estão repletos de defensores lentos, que contra ataques minimamente qualificados, sofrem bastante. Valeu, Cadete! 23 horas atrás, twitch.tvstayheavy87 disse: Rapaz, essa é a verdadeira caverna do dragão haha. O time vem melhorando a cada temporada, mas esses times figurões tem mais estrutura e capacidade, difícil bater de frente ainda. Demais! Hahaha! A saída dessa quinta divisão paulista deve ser um mero sonho, não existe. De toda forma, ainda se percebe sim uma melhora do time a cada temporada. É seguir tendo paciência e insistindo. Valeu! 5 horas atrás, Fernandinhobol disse: Caramba, sair dessas divisões de baixo no Paulista é difícil mesmo. Mas não desiste, quando subir aposto que pega o elevador. Consideraria um objetivo de fazer parceria com o Braga de Portugal também com esse tanto de Braga! O FM26 tá bom pra ti? Boa sorte na sequência. Missão difícil demais! Mas acredito que o time está mais perto do que longe de escapar desse inferno aqui. Infelizmente, as fornadas estão péssimas, as piores que tive nos meus saves de base, o que reduz bastante e evolução do time a cada temporada. Praticamente, o time hoje se sustenta da fornada inicial que o jogo criou ao iniciar o save, e a primeira fornada de fato, após uma temporada de jogo. De lá pra cá, quase nenhum jogador minimamente qualificado surgiu no clube. Cara, sobre o jogo, é como coloquei no Boteco agora a pouco. Depois de insistir jogando o FM26, sinto que me habituei bastante e passei a curtir o jogo, sem qualquer dúvida. Mas não é uma tarefa fácil. A verdade é que a SI poderia ter maneirado a mão na hora de criar essa nova interface, onde muita gente não vai conseguir se acostumar tão cedo, beneficiando mais quem nunca jogou nada da franquia. Valeu, Fernandinho! Citar
mfeitosa Postado 16 de Janeiro Autor Denunciar Postado 16 de Janeiro Depois de uma temporada bastante complicada na retaguarda alvinegra, fui atrás de recompor a defesa do Bragança, já que falar em “reforçar” seria um termo forte demais para a nossa realidade atual. Para isso, alguns garotos acabaram sendo promovidos, como o lateral-esquerdo Jorge Alexandre, além da chegada de dois zagueiros, sendo um deles um nome já conhecido por aqui. O zagueiro Gustavo Henrique esteve no Bragança na temporada passada, mas teve uma passagem curta. Emprestado pelo Guarani, acabou sendo chamado de volta pouco tempo depois. Agora, com a dispensa dele pelo Bugre, surgiu a oportunidade de trazê-lo em definitivo, algo que fez sentido dentro das limitações do clube, e das poucas opções internas para a posição. O segundo nome é o jovem Eduardo José, de 20 anos, formado no rival Red Bull Bragantino, mas que passou as duas últimas temporadas no nada imponente Instituto Bola Preta, sem entrar em campo sequer uma vez, nem mesmo pela base. Livre no mercado, Eduardo chega ao Bragança com um status relativamente alto, sendo dono de um dos maiores salários do elenco. Tecnicamente é um defensor bastante limitado, mas ainda assim está acima da média do plantel, principalmente pelo aspecto físico, algo que vinha fazendo muita falta ao sistema defensivo. O Bragança entrou para sua quinta temporada consecutiva na Segunda Divisão do Paulistão cheio de esperança, sentimento fortemente alimentado pela caminhada construída nas primeiras rodadas da competição. Abrimos a temporada com duas excelentes vitórias por 3 a 0: fora de casa sobre o XV de Caraguatatuba e em casa contra o Barcelona, ambas com atuações de destaque de Ivanilson. Já em maio, empatamos em 1 a 1 com o Mauaense, mas logo emendamos duas goleadas por 6 a 1, em casa contra o ECO e fora de casa diante do Colorado Caieiras. Na sequência, veio mais uma vitória sólida por 2 a 0, fora de casa, novamente contra o Barcelona, com os dois gols saindo de bola parada. A primeira derrota da temporada veio em casa, em um jogo frenético contra o XV de Caraguatatuba, que terminou em 3 a 2 para os visitantes. O time reagiu bem com uma vitória por 2 a 1 sobre o Mauaense, mas voltou a decepcionar na rodada seguinte ao perder para o ECO. Fechando a primeira fase, voltamos a golear o Colorado Caieiras, desta vez por 6 a 2. Apesar de alguns tropeços pontuais, o Bragança encerrou a primeira fase na liderança do Grupo 5, com 22 pontos, três a mais que o XV de Caraguatatuba. Até ali, a campanha era extremamente positiva, com o melhor ataque e a melhor defesa da chave, algo inédito no save. Ainda embalado pela campanha da primeira fase, o Bragança entrou no Grupo 2 da fase seguinte mostrando que não estava de brincadeira. Os jogos, porém, foram todos muito apertados e brigados, sem margem para erro. Abrimos a chave com uma vitória por 1 a 0 fora de casa contra o Litoral, seguida de mais dois triunfos em casa: 2 a 1 sobre o Garça e 1 a 0 contra o Osvaldo Cruz, três adversários já bem conhecidos do Bragança e que em outros momentos já haviam causado bastante dor de cabeça. Nos jogos de volta, empatamos em 1 a 1 fora de casa com o Garça e garantimos matematicamente a classificação com a vitória por 2 a 0 sobre o Litoral, em casa, com gols de Leozinho e Dieguinho. Na rodada final, porém, acabamos perdendo a liderança do grupo ao sermos derrotados pelo Osvaldo Cruz por 2 a 1, fora de casa, e de virada. Com a derrota no confronto direto contra o Osvaldo Cruz, encerramos a segunda fase na vice-liderança do Grupo 2 com 13 pontos, dois a menos que o lider. Um grupo repleto de jogos complicados, mas que no final teve um desfecho de folta na tabela para os times classificados. Na abertura da terceira fase, reencontramos novamente o Osvaldo Cruz, já logo na estreia da chave. O tira-teima, porém, ficou para depois, já que a partida terminou empatada em 1 a 1. A preocupação maior veio no jogo seguinte, contra o Tanabi, fora de casa, quando fomos surpreendentemente dominados e derrotados por 1 a 0. O resultado ligou o alerta, já que o Bragança chegava a três partidas sem vencer, algo que ainda não havia acontecido na temporada. A sensação era de que o time começava a desandar, mas não foi o que aconteceu. A resposta veio de forma imediata. O Bragança venceu todas as partidas restantes da chave, começando com um 4 a 2 fora de casa contra o Araçatuba, com quatro gols de Leozinho. Na sequência, veio a revanche contra o Tanabi, agora em casa, com vitória por 3 a 1. Em mais um reencontro com o Osvaldo Cruz, tivemos enfim o tira-teima do confronto. Foi um jogo sofrido, com duas viradas, decidido em um pênalti aos 71 minutos, que garantiu a vitória do Bragança por 3 a 2. Fechando a fase, goleamos novamente o Araçatuba, desta vez por 5 a 1. O bom momento do Bragança se confirmou na tabela. A equipe encerrou a terceira fase na liderança isolada do Grupo 1, com 13 pontos, além de terminar com o melhor ataque da chave, marcando 16 gols. A outra vaga ficou com o Osvaldo Cruz, que avançou ao desclassificar o Tanabi no saldo de gols. Nas quartas de final, o Bragança acabou sorteado para enfrentar o São Carlos, que, apesar de ser uma equipe organizada, chegava como a pior campanha entre as oito sobreviventes da competição. Pela primeira vez em muito tempo, a sensação era de que a sorte estava do nosso lado. E, dessa vez, soubemos aproveitar. Já no jogo de ida, mesmo fora de casa, construímos uma vitória sólida por 2 a 0, com gols de Dieguinho e Carlos Eduardo, resultado que praticamente encaminhou a classificação, especialmente levando em conta o histórico recente do Bragança jogando em casa. No jogo de volta, não houve espaço para reação do São Carlos. Repetimos o placar de 2 a 0, agora com gols de Dieguinho e Thiago Henrique, enquanto o adversário perdeu completamente o controle da partida e teve um jogador expulso ainda aos 39 minutos, encerrando qualquer possibilidade de surpresa. Foi uma classificação imponente, que reforçou a sensação de que o Bragança chegava à semifinal mais forte e mais maduro do que nunca. Enfim, chegou o grande momento: a temida semifinal, onde, pela terceira vez, estávamos a apenas dois jogos de sair do inferno do quinto escalão paulista. E, como já havia acontecido na temporada passada, o sorteio novamente não foi nada amigável. O adversário foi ninguém menos do que o Guaratinguetá, grande favorito ao título e que vinha fazendo jus a esse status ao liderar a competição com folga na classificação geral. O contraste era claro: Guaratinguetá cotado a 1,57, contra um Bragança azarão, a 301,00. O jogo de ida, fora de casa, tinha um objetivo simples: não perder, para levar a decisão ao nosso território em condições mais favoráveis. E o time lutou bastante. Conseguimos equilibrar as ações e impedir que o Guaratinguetá jogasse com total conforto. Chegamos ao empate em um pênalti aos 85 minutos, o que parecia manter tudo em aberto. Mas a esperança durou pouco. Poucos lances depois, sofremos o gol da vitória do Tricolor do Vale, fechando o placar em 2 a 1. Mesmo assim, jogar a volta em casa ainda alimentava alguma esperança de reação. Ela, porém, durou muito pouco. Começamos a partida muito mal e permitimos que o Guaratinguetá abrisse dois gols de vantagem, aos 21’ e 50’, um verdadeiro banho de água fria depois de mais uma longa caminhada na competição. Tentamos reagir, impulsionados pelo gol de José João aos 53’, mas o segundo gol demorou demais para sair, aparecendo apenas nos acréscimos, aos 93’. O apito final veio logo em seguida. Com o empate em 2 a 2, mais uma vez o Bragança ficou pelo meio do caminho, vendo o acesso escapar bem diante dos nossos olhos. Apesar da frustração de, mais uma vez, bater na trave do acesso à tão sonhada Série A4 do Campeonato Paulista, a verdade é que 2032 mostrou o Bragança mais maduro e competitivo de todo o save. Foi um time que raramente se deixou dominar pelos adversários e que conseguiu, dentro do possível, equilibrar melhor os problemas recorrentes causados pela falta de profundidade do elenco alvinegro. Não à toa, alcançamos a marca de 70% de aproveitamento, um número bastante expressivo e o melhor do Bragança em todas as temporadas até aqui. Fica cada vez mais a sensação de que falta muito pouco. Talvez apenas um detalhe, ou quem sabe o tão falado “fator sorte”, que insiste em não aparecer nos momentos decisivos. Partidas disputadas: 26 Vitórias: 17 Empates: 4 Derrotas: 5 Aproveitamento: 70% Em termos de desempenho dentro de campo, o Bragança manteve um rendimento ofensivo praticamente idêntico ao de 2031, marcando apenas um gol a menos, mesmo com o mesmo número de partidas disputadas. A grande evolução apareceu no setor defensivo: a média de gols sofridos caiu de 1,46 para apenas 1,03 por jogo, um dado que traz bastante otimismo olhando para o futuro. Gols marcados: 63 (2,42 por jogo) Gols sofridos: 27 (1,03 por jogo) Saldo de gols: +36 Curiosamente, encerramos a temporada com a mesma média geral entre os titulares do Bragança em relação a 2031. Ainda assim, a forma como essas médias se distribuíram em campo deixa claro que o time já não é mais o mesmo. A principal mudança apareceu no miolo de zaga. Com a chegada de Eduardo José, algo inédito aconteceu por aqui: pela primeira vez no save, tivemos um zagueiro com média acima de 7,00. Na verdade, os dois zagueiros terminaram a temporada acima dessa marca, o que indica que a dupla formada por Eduardo José e Lei funcionou muito bem e trouxe uma estabilidade defensiva que raramente vimos no Bragança. Em contrapartida, houve uma queda de rendimento nas laterais, setor que historicamente sempre foi um ponto forte da equipe. Ainda assim, mesmo abaixo do padrão de outras temporadas, Jorge Alexandre e Marcinho não chegaram a comprometer de forma decisiva. O grande problema segue sendo e, em 2032, piorou: o setor de marcação. Vimos Luan atingir a pior média individual de um jogador do Bragança em todo o save, evidenciando um setor que continua sem soluções claras. No ataque, o quarteto formado por Dieguinho, Leozinho, Ivanilson e Ronaldo manteve médias altas ao longo da temporada. No entanto, individualmente, esses números não foram tão expressivos quanto os da temporada anterior, ainda que o rendimento coletivo tenha seguido em bom nível. Não menos importante, o goleiro Aranha teve uma boa temporada na meta alvinegra, superando um 2031 tenebroso. Sendo o destaque do Bragança pela terceira temporada consecutiva, o ponta-direita Leozinho voltou a entregar números de alto nível em 2032. Ele repetiu a marca do ano anterior, balançando as redes 19 vezes, além de contribuir com 8 assistências, fechando a temporada com uma classificação média de 7,38. Um número ainda muito alto, embora abaixo dos impressionantes 7,68 registrados em 2031. O grande ponto positivo foi ver Leozinho terminar o ano como artilheiro da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, algo inédito para o Bragança e que, honestamente, já era merecido há bastante tempo. Dentro do save, ele já alcançou o status de ícone do clube, tanto pelo que entrega em campo quanto pelo peso que passou a ter em momentos decisivos. Citar
Cadete213 Postado 17 de Janeiro Denunciar Postado 17 de Janeiro Tão cruel essa divisão. Mas a campanha foi muito boa mesmo com uma defesa mais forte. Faltou muito pouco mesmo. Citar
mfeitosa Postado Segunda em 17:23 Autor Denunciar Postado Segunda em 17:23 Em 17/01/2026 em 07:11, Cadete213 disse: Tão cruel essa divisão. Mas a campanha foi muito boa mesmo com uma defesa mais forte. Faltou muito pouco mesmo. Muito complicada! É nadar, nadar e nadar, para morrer nessa semifinal. Essa é uma divisão onde claramente as 2 ou 3 melhores equipes usualmente são muito superiores às demais. Esse é o problema. Na fase final, é praticamente certo que você vai enfrentar uma delas. Citar
mfeitosa Postado Terço em 19:51 Autor Denunciar Postado Terço em 19:51 A temporada 2032 começou com movimentações pontuais no elenco do Bragança. O principal reforço foi o retorno do lateral-esquerdo Grijó, agora com 22 anos, cria da base do clube e que havia sido adquirido pelo Atlético Goianiense em temporadas anteriores. Ele chega para reassumir a titularidade em um setor que sofreu com constantes rodízios, mas que, felizmente, conseguiu dar conta do recado ao longo do último ano. Além dele, o clube também acertou a chegada do zagueiro Flávio Luiz, de 20 anos, que defendia o Alunorte, do Pará, e do ponta-direita Jacson, de apenas 18 anos, vindo do Pato Branco. Ambos são formados nas categorias de base do rival Red Bull Bragantino e passam a integrar o elenco como apostas para dar uma maior profundidade ao grupo, já no curto prazo. Abrimos mais uma temporada na Segunda Divisão Paulista com um jogo caótico diante da Santacruzense, que terminou em um empate por 3 a 3. Foi uma partida de roteiro improvável, com direito a gol contra, pênalti, gol da virada nos acréscimos e, no lance seguinte, o gol de empate, resumindo bem o clima confuso da estreia. Na sequência, a equipe engatou duas boas vitórias: um sólido 2 a 0 fora de casa contra o Campinas e um triunfo magro, porém importante, por 1 a 0 em casa diante do Independente. O mês seguiu com uma enorme oscilação de desempenho. Primeiro, veio a derrota fora de casa para o Serra Negra por 2 a 1, sofrida de virada. A resposta foi imediata, com uma goleada convincente por 4 a 0 sobre o CAL Bariri. No entanto, logo depois, o Bragança voltou a tropeçar em casa, em uma derrota frustrante por 3 a 2 para o Campinas. O encerramento de maio, por outro lado, foi positivo, com uma boa vitória por 4 a 1 fora de casa contra a Santacruzense. Apesar desse momento estranho na forma da equipe, o Bragança encerrou a primeira fase em alta. Vieram três vitórias consecutivas: 2 a 1 sobre o Independente, fora de casa, 2 a 0 contra o Serra Negra, em Bragança, e, para fechar a chave, um sonoro 6 a 2 fora de casa sobre o CAL Bariri, com destaque absoluto para o garoto Ronaldo, que anotou um hat-trick e deitou e rolou atuando pela ponta esquerda. Mesmo com alguns tropeços ao longo do caminho, o Bragança avançou de fase como líder do Grupo 4, somando 22 pontos e apresentando um número expressivo de gols marcados. A zona de classificação foi completada por Serra Negra, Campinas e Independente. Na segunda fase, fomos sorteados no Grupo 3, onde reencontramos três equipes já bastante conhecidas ao longo do save. A abertura da chave foi animadora, com uma bela vitória em casa sobre o Osvaldo Cruz por 3 a 0. O bom momento teve sequência com outro 3 a 0, desta vez fora de casa, diante do São Carlos, em partida marcada pelo destaque do zagueiro Eduardo José nas jogadas aéreas. Contra o Litoral, uma equipe com histórico extremamente equilibrado frente ao Bragança, acabamos derrotados por 2 a 0 fora de casa. Na segunda volta, porém, a equipe mostrou mais consistência e conseguiu se manter invicta. Vencemos o São Carlos em casa por 4 a 2, depois superamos o Osvaldo Cruz fora de casa por 3 a 2, em um jogo decidido por dois pênaltis a nosso favor, ambos convertidos com segurança pelo lateral-direito Marcinho. O fechamento da campanha veio com um empate em 1 a 1, em casa, novamente diante do Litoral. Mesmo sem conseguir vencer o Litoral nos confrontos diretos, o Bragança fechou o Grupo 3 na liderança, somando 13 pontos, dois a mais que o próprio rival. Mais uma vez, a equipe apresentou uma média de gols marcados consideravelmente alta em comparação com as demais equipes da chave, reforçando o perfil ofensivo do time ao longo da competição. Chegando à terceira fase, fomos sorteados no teoricamente acessível Grupo 4, com a exceção do Mauá, que vivia um grande momento na competição. Ainda assim, a chave acabou se mostrando bem mais complicada do que o esperado. E foi justamente contra o Mauá que abrimos a fase, fora de casa, em uma partida difícil que terminou com derrota por 1 a 0. Na sequência, vencemos o Taquaritinga por 1 a 0 em casa e empatamos com o Olímpia em 1 a 1, também em casa, além de um empate sem gols fora de casa contra o próprio Taquaritinga. Com esse início de chave um tanto cambaleante, chegamos às rodadas finais praticamente obrigados a vencer. A resposta veio em jogos de enorme dificuldade. Superamos o Mauá em casa por 2 a 1, em uma partida bastante truncada, e, na sequência, repetimos o mesmo placar fora de casa diante do Olímpia, em mais um confronto equilibrado e tenso. Mesmo com uma campanha hesitante, marcada por uma queda brusca no rendimento ofensivo da equipe, o Bragança conseguiu novamente fechar a fase na liderança. O Grupo 4 foi encerrado com o Bragança na primeira colocação, somando 11 pontos, seguido de perto pelo Mauá, com 10, garantindo mais uma classificação suada, mas suficiente. Nas quartas de final, reencontramos o Araçatuba, equipe que havíamos goleado duas vezes na temporada passada e que, em 2032, apresentou uma melhora considerável no seu futebol, apesar de ainda manter uma campanha bastante oscilante. No jogo de ida, fora de casa, tivemos em Jacson o grande fator de desequilíbrio a nosso favor. O ponta-direita do Bragança viveu noite inspirada e marcou um belo hat-trick na vitória por 3 a 1, resultado que nos deu uma vantagem enorme para a segunda mão. No jogo de volta, já em nosso território, o domínio foi praticamente absoluto. Controlamos as ações durante quase toda a partida, empurramos o Araçatuba para o seu campo, mas não conseguimos transformar o volume de jogo em um placar mais elástico. A vitória veio apenas nos acréscimos, com gol de Leozinho aos 47’, fechando o 1 a 0. Mesmo sem brilho no placar da volta, o mais importante foi alcançado. A classificação veio com tranquilidade no agregado, confirmando o favoritismo e colocando o Bragança, mais uma vez, entre os quatro melhores da competição. E cá estávamos nós novamente, pela quarta vez, a apenas dois passos de sair do infeeeeerno que é a quinta divisão paulista. O candidato a algoz da vez era o Jabaquara, equipe que havia caído da Série A4 em 2029 e nunca mais conseguira retornar. No jogo de ida, fora de casa, demos mole no primeiro tempo e permitimos que os mandantes abrissem três gols de vantagem, causando um verdadeiro pânico no manager que vos escreve. Voltamos para a segunda etapa já reagindo, com Leozinho descontando aos 50’, e, já no apagar das luzes, aos 88’, Ivanilson diminuiu ainda mais o prejuízo, fechando o placar em 3 a 2 e mantendo tudo em aberto. A decisão, então, veio em casa, justamente no terreno onde o acesso já havia escapado em outras oportunidades. O clima era de tensão máxima, mas, desta vez, o time mostrou que estava maduro o suficiente para não amarelar. Abrimos o placar aos 20’, com Dieguinho aproveitando uma batida de roupa do goleiro adversário. Pouco depois, permitimos o empate em uma jogada de bola parada, mas ainda no primeiro tempo, aos 45’, Jacson puxou um belo contra-ataque e deixou Leozinho na boa para recolocar o alvinegro em vantagem. Com o empate no agregado, ainda faltava um gol. E ele veio no sufoco, como manda a tradição do Bragança. Já nos acréscimos, aos 91’, Leozinho aproveitou um bate e rebate dentro da grande área e fuzilou para o fundo das redes, decretando a vitória por 3 a 1. Um gol catártico, libertador, que finalmente garantiu o tão sonhado acesso ao Bragança, encerrando mais um capítulo de sofrimento e persistência nessa longa travessia! Com o pior já para trás e a pressão pelo acesso finalmente quebrada, surgiu a chance de conquistar o primeiro título do save em fuckin’ oito temporadas. Provavelmente, este foi o save que mais demorou para me entregar qualquer taça. O adversário na decisão foi o Mauá, equipe que, curiosamente, havia se classificado junto com o Bragança no Grupo 4 da terceira fase. Com uma vitória para cada lado naquela chave, a final se apresentava como um verdadeiro tira-teima, agora valendo título. No jogo de ida, em casa, com o Estádio Major Fernando Valle lotado pela primeira vez em sua história, começamos desligados e pagamos o preço. Aos 26’, em um contra-ataque bem executado, o Mauá abriu o placar. Mesmo assim, o Bragança não se abateu. A reação começou ainda no apagar das luzes do primeiro tempo, com Jacson empatando aos 45’. Já na segunda etapa, aos 68’, Ivanilson acertou um belo chute da entrada da área e garantiu a virada por 2 a 1, levando uma vantagem mínima, mas valiosa, para o jogo da volta. Na decisão, fora de casa, a grande dúvida era se o Bragança teria forças para sustentar o agregado. E o início não foi nada animador. Logo aos 13’, o Mauá voltou a abrir o placar, anulando rapidamente nossa vantagem. Mas, desta vez, o roteiro foi diferente. Aos 19’, em uma curiosa jogada de zagueiro para zagueiro, Lei cobrou escanteio na medida para Eduardo José empatar a partida. A virada veio no lance seguinte. Aos 20’, Ivanilson roubou a bola no meio-campo e acionou Leozinho na ponta esquerda, que acertou um chute colocado, sem chances para o goleiro adversário. O golpe final ainda viria antes do intervalo. Aos 45+2’, Jacson encontrou Ivanilson livre na entrada da área, e o camisa 10 fuzilou para fechar o placar em 3 a 1. Com isso, o agregado foi encerrado em um contundente 6 a 2. Bragança campeão da Segunda Divisão do Campeonato Paulista 2033! Depois de oito longas temporadas, a taça enfim chegou. Curiosamente, pela terceira temporada consecutiva, o onze inicial do Bragança encerrou o ano com média geral de 7,00 entre os titulares. Ainda assim, é possível notar que essa média esteve melhor distribuída do que em anos anteriores, embora siga longe do ideal. O setor de marcação continua sendo um gargalo evidente, e o goleiro Aranha, que costuma alternar entre boas e más temporadas, viveu em 2033 um dos momentos mais fracos de seu histórico no clube. Em contrapartida, o surgimento de Jacson pela ponta direita foi um dos grandes pontos positivos da temporada. O jovem se tornou peça fundamental do time e acabou forçando uma reorganização ofensiva. Leozinho, até então dono absoluto da posição, foi deslocado para o centro do ataque, enquanto Dieguinho, que vinha atuando por ali, retornou à ponta esquerda. Jacson se destacou não apenas pelos números, mas principalmente pela visão de jogo e pela qualidade no passe, fundamentos que não se refletem nos seus atributos. Se Jacson foi a grande surpresa deste Bragança campeão da quinta divisão paulista, Ivanilson já pode ser tratado como um jogador histórico dentro do save. Presente desde o primeiro dia de jogo, o camisa 10 alvinegro, agora com 24 anos, provavelmente viveu em 2033 o auge da sua trajetória no clube. Em clara ascensão nas duas últimas temporadas, Ivanilson assumiu de vez o papel de organizador da equipe, influenciando o jogo muito mais pela construção das jogadas e pelas pré-assistências do que propriamente por gols ou passes finais. Ao longo de oito temporadas defendendo o Bragança, os números ajudam a dimensionar sua importância. Até aqui, são 174 partidas disputadas, 44 gols marcados, 44 assistências distribuídas e uma média geral de 7,09. Estatísticas sólidas, que não contam toda a história, mas ajudam a explicar por que Ivanilson se tornou uma das grandes referências técnicas e simbólicas desse projeto. Citar
Cadete213 Postado Terço em 22:14 Denunciar Postado Terço em 22:14 À oitava veio mesmo o tão merecido e desejado título. Bela campanha que o Bragança fez. Citar
twitch.tvstayheavy87 Postado Quarta em 01:49 Denunciar Postado Quarta em 01:49 Aeeeee saiu da caverna do dragão haha. Parabéns. Vamos ver agora na quartona, se será menos sofrido. Citar
Posts Recomendados
Participe da Conversa
Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Cadastre-se Agora para publicar com Sua Conta.