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[FM2026] O Viking - Liverpool FC - 2035/36 - Atu 30/01


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Navio Viking

Os navios viquingues (ou vikings) são mundialmente reconhecidos como um dos símbolos mais marcantes da Era Viking (c. 800 a 1050), representando a engenhosidade naval e o espírito de exploração e conquista dos povos nórdicos.

Estas embarcações eram verdadeiras obras-primas da engenharia do seu tempo, destacando-se pela sua estrutura esguia e flexível, extremidades simétricas e uma quilha bem definida, características que lhes conferiam uma velocidade e capacidade de manobra incomparáveis. Eram construídos com a técnica clinker (ou clínquer), onde as tábuas do casco se sobrepõem, e feitos maioritariamente de madeira de carvalho.

Estes navios foram cruciais não só para as temidas pilhagens, mas também para o comércio, a colonização e a fundação de novos assentamentos, como os reinos normandos. Permiram aos vikings percorrer grandes distâncias, chegando à Península Ibérica (incluindo ataques a Lisboa e ao rio Douro) e, segundo algumas evidências, até mesmo ao Novo Mundo, séculos antes de Cristóvão Colombo.

Achados arqueológicos notáveis, como os navios de Oseberg e Gokstad na Noruega, e os de Skuldelev na Dinamarca (atualmente no Museu de Barcos Vikings de Roskilde), permitiram aos historiadores e construtores navais modernos desvendar os segredos e replicar estas incríveis máquinas do mar.

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(Foto tirada por mim)

 

Notícias

O Foco em Anfield: Finanças Robustas e Confiança no Treinador Após o Fecho da Janela

O Liverpool FC entra numa nova fase com as finanças aparentemente controladas e uma demonstração de confiança no seu treinador, Magnus Nypan, confirmada pela assinatura de um novo contrato. Contudo, a recente janela de transferências, agora fechada, registou uma atividade mais focada nas saídas, levantando questões sobre o reforço do plantel.

Com o prazo-limite para transferências para clubes ingleses ultrapassado, a janela fechou sem a conclusão de qualquer contratação, registando um Total Gasto de 0 €. Por outro lado, o clube encaixou 35 M€ com as saídas. Os principais movimentos foram Aleksandar Pavlović (Médio Defensivo, 30 anos) vendido ao Al-Ittihad por 28 M€. Jurriën Timber (Defesa Central, 33 anos) transferido para o Napoli por 3,7 M€. David Bowers (Médio Ofensivo, 19 anos) rumou ao Celtic por 3 M€.

As saídas de jogadores mais experientes (Pavlović e Timber) por valores consideráveis, juntamente com o jovem Bowers, sugerem uma limpeza e otimização do plantel, focada em equilibrar as contas, como é visível no lucro mensal. A janela de transferências reabrirá a 13 de junho.

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O estado financeiro atual do clube é classificado como "Ok", mas os números globais revelam uma situação complexa. O Saldo Global está significativamente negativo, em (105.910.909 €).

Apesar deste passivo, o clube registou um Lucro/Prejuízo deste mês positivo de 16.297.242 €, resultado de uma Receita de 86.535.412 € contra uma Despesa de 70.238.170 €. A principal fonte de receita deste mês foi a Venda de Jogadores (57,76 M€), compensando a Despesa Principal em Despesa em Transferências (23,4 M€), um sinal de gestão de ativos eficaz.

Adicionalmente, as receitas não operacionais demonstram a força da marca Liverpool, com a Receita da Venda de Produtos do Clube a ascender a 5 M€ este mês, impulsionada por uma impressionante Venda Mensal de Camisolas de 95M€ – dos quais 59% são provenientes de vendas para o estrangeiro.

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Confiança Renovada no Treinador

Num movimento que cimenta a estabilidade técnica em Anfield, o treinador Magnus Nypan assinou um novo contrato. Nypan, que se diz "radiante" por ter assinado, estendeu o seu vínculo com o clube até 30/6/2038, assegurando uma longa permanência. O seu salário mensal foi fixado em 832.000 €. Este compromisso a longo prazo por parte do Presidente Bernd Hoffmann demonstra total confiança no projeto desportivo liderado pelo técnico.

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Taça da Liga

Liverpool Arrasador na Taça da Liga: Camarda e Güler em Destaque a Caminho da Final!

O Liverpool FC está a viver uma campanha de sonho na Taça da Liga (EFL Cup) de 2033/2034, com a nova geração de talentos a brilhar intensamente. A equipa carimbou a passagem para a final com exibições de gala e golos dos seus jovens prodígios.

A jornada rumo à glória começou em dezembro com uma estrondosa vitória em casa, por 5-1 frente ao Nottingham Forest. O triunfo ficou marcado pela eficácia de Martin Baturina (47') e Benji Brown (58'), mas a noite foi de celebração para o jovem Francesco Camarda, que saiu do banco para bisar (78', 82'), num prenúncio do que estava para vir. O golo de Eric Ondongo (69') completou a mão cheia.

A equipa de Anfield teve pela frente o Arsenal nas Meias-Finais, um desafio que superou com distinção. Na primeira mão, fora de casa (11/01/2034), um golo solitário e decisivo de Francesco Camarda (62') garantiu uma vitória crucial por 1-0, colocando os Reds em vantagem. O jogo da segunda mão, em Anfield (01/02/2034), foi um autêntico espetáculo. O Liverpool não deu hipóteses, vencendo por 3-1. O maestro Arda Güler abriu o marcador de grande penalidade logo aos 32 minutos, seguindo-se o golo de Andrés Ballester (37'). Perto do final, o inevitável Francesco Camarda (77') voltou a selar a vitória, confirmando o seu estatuto de goleador da competição.

Com estes resultados, o Liverpool carimba a sua presença na Grande Final da EFL Cup, agendada para o dia 19 de Fevereiro de 2034. O adversário será o temível Manchester City, num grande clássico do futebol inglês.

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Taça de Inglaterra

FA Cup: Liverpool Mantém o Ritmo de Goleadas e Prepara Batalha com o City

O Liverpool FC não abranda o ritmo e confirma a excelente forma nas provas a eliminar, agora na mais antiga e prestigiada competição do mundo, a FA Cup (Taça de Inglaterra). A equipa de Anfield demonstrou poder de fogo nas eliminatórias de janeiro, reservando para si mais um clássico escaldante.

A entrada na 3.ª Eliminatória da FA Cup, no início de janeiro de 2034, foi um sucesso com uma vitória por 3-1 fora de casa frente ao Derby County. Os Reds resolveram a partida na primeira meia hora, com golos de Martin Baturina (16'), Benji Brown (22') e Aitor Imaz (30'), garantindo uma passagem tranquila à fase seguinte.

Na 4.ª Eliminatória, a jogar em casa no final de janeiro, o Liverpool impôs uma verdadeira goleada ao Huddersfield, vencendo por uns expressivos 5-1. A partida começou com um autogolo (Kian Best, 6'), mas o destaque foi para a exibição de gala de Martin Baturina que, à semelhança de Camarda na Taça da Liga, assinou um bis (20', 90+4'). O talento de Aitor Imaz voltou a fazer a diferença, com o avançado a bisar (33', 89') e a terminar o mês em alta nas estatísticas de golos.

A 5.ª Eliminatória, agendada para 22 de fevereiro de 2034, reserva um clássico de cortar a respiração: o Liverpool recebe o Manchester City em Anfield. Este confronto ganha um sabor especial, pois acontece poucos dias após o embate entre as duas equipas na Final da Taça da Liga (EFL Cup), marcada para 19 de fevereiro.

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Liga dos Campeões

EUROPA A RENDER-SE AO NOVO LIVERPOOL: DOMÍNIO ABOLUTO NA LIGA DOS CAMPEÕES

O Liverpool FC encerrou a fase de liga da Liga dos Campeões de 2033/2034 com um registo avassalador, não deixando margem para dúvidas sobre quem é a equipa a bater na Europa. Os Reds terminaram no topo da classificação, à frente dos gigantes europeus, graças a uma série de exibições memoráveis e uma produção ofensiva sem precedentes.

Festival de Golos em Anfield e Fora

A campanha do Liverpool foi um verdadeiro festival ofensivo. A abertura foi um estrondoso 8-2 caseiro contra o Brest, com Francesco Camarda a fazer um póquer (1', 9', 20', 36') e Refik Kahraman e Benji Brown também a faturarem. Seguiu-se uma vitória difícil contra o Atlético de Madrid (2-1), com um bis de Camarda (41', 82') a selar os pontos. Em dezembro, novo triunfo caseiro por 5-1 frente ao compatriota Newcastle United, com Aitor Imaz a bisar (1', 44') e Martin Baturina e Benji Brown a juntarem-se à festa. O ano novo trouxe a goleada mais impressionante: 8-1 em casa contra o Villarreal. A fase de liga encerrou com um retumbante 6-0 frente ao Shakhtar.

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Líderes Incontestáveis na "Liga" Europeia

Com 7 vitórias e apenas 1 empate em 8 jogos, o Liverpool somou uns impressionantes 22 pontos, garantindo o 1.º lugar. O registo de golos é ainda mais impressionante: 39 golos marcados e apenas 8 sofridos, resultando numa diferença de golos de +31. A equipa de Anfield deixou para trás emblemas como Arsenal, Newcastle United e Inter de Milão, que completaram o top 4.

Entre os colossos que ficaram a léguas da performance do Liverpool, encontramos Real Madrid (10.º), Manchester City (11.º), FC Barcelona (9.º) e até os portugueses SL Benfica (18.º) e FC Porto (23.º).

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Domínio nas Estatísticas Individuais

Os jovens talentos do Liverpool não só levaram a equipa ao topo como dominaram as tabelas individuais de desempenho:

  • Melhor Jogador: Benji Brown lidera a classificação média com 8.20, seguido de perto por F. Camarda (8.18) e Aitor Imaz (8.02).

  • Melhor Marcador: Francesco Camarda é o artilheiro da prova com 9 golos, seguido pelo colega Aitor Imaz que partilha o 3.º lugar com 6 golos.

  • Rei das Assistências: O meio-campo Red também domina, com Enzo a liderar a tabela com 7 assistências, e Arda Güler (6) e Aitor Imaz (5) logo atrás, a provar a qualidade de passe e visão de jogo do plantel.

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Premier League

PREMIER LEAGUE: LIVERPOOL DISPARA NA FRENTE COM UM CAMARDA INCENDIÁRIO

O Liverpool FC está a reescrever o guião da Premier League 2033/2034, estabelecendo um ritmo de campeonato que os seus rivais têm muita dificuldade em acompanhar. Com apenas 23 jogos disputados, os Reds lideram a tabela com uma margem confortável, impulsionados por uma máquina ofensiva implacável.

Resultados Fantásticos no Inverno

O período de inverno (Novembro a janeiro) foi absolutamente demolidor para os adversários. Os destaques vão para uma goleada esmagadora de 6-0 em casa contra o Arsenal (29/11/2033), com golos de Juan, Imaz, um bis de Conor Bradley e de Francesco Camarda. Vitórias robustas sobre o Manchester United (3-0, com bis de Camarda) e West Ham United (4-1, com bis de Camarda e golo de Arda Güler e Juan). Um mês de janeiro de 2034 quase perfeito, com vitórias expressivas sobre o Brentford (4-0) e Nottingham Forest (5-1), em que o jovem Aitor Imaz bisou nos primeiros minutos.

Os únicos deslizes no período em análise foram a derrota contra o Everton por 2-1, fora de portas, e o empate a zero fora de casa frente ao Fulham (01/01/2034), um resultado que quebrou a série de vitórias.

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Liderança Sólida no Topo da Tabela

Com 23 jornadas cumpridas, o Liverpool ocupa o 1.º lugar com 61 pontos, fruto de 20 vitórias, 1 empate e apenas 2 derrotas. A equipa tem uma vantagem de 9 pontos sobre o segundo classificado, o Manchester United (23 jogos, 52 pontos), e 10 pontos sobre o Arsenal (24 jogos, 52 pontos). O registo de golos da equipa é igualmente impressionante, com 67 golos marcados e apenas 16 sofridos.

O principal rival, o Manchester City, segue numa desfavorável 5.ª posição.

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Camarda é o 'Golden Boy' da Liga

O domínio do Liverpool traduz-se nas estatísticas individuais, com o jovem internacional italiano Francesco Camarda a ser uma das figuras da prova.

  • O avançado do Liverpool é o segundo melhor marcador da Premier League, com 21 golos, apenas atrás do inevitável Erling Haaland (22 golos, Manchester City).

  • Camarda é também o segundo jogador com mais distinções de "Melhor em Campo" (5 vezes), empatado com Haaland e apenas atrás de B. Šeško do Arsenal.

  • No que toca a defesas, o guarda-redes Diogo Costa (simulado como jogador do Liverpool no game) surge entre os líderes em defesas sem sofrer golos (Sem Golos), com 9 clean sheets.

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  • Cadete213 mudou o título para O Viking - Liverpool FC - 2033/34 - Atu 26/10
  • 2 semanas atrás...
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Viking Saga Museum

O Saga Museum em Reykjavík oferece uma imersão única na fascinante história da Islândia, desde os primeiros colonos até eventos cruciais do século XVI.

Localizado na área de Grandi, perto do Porto Antigo, o museu recria momentos-chave da história islandesa através de figuras de cera realistas em dioramas, com roupas, armas e objetos do dia a dia meticulosamente reconstruídos a partir das descrições das Sagas Islandesas.

Os visitantes são guiados por um audioguia (disponível em várias línguas, incluindo inglês), que dá vida às histórias turbulentas e aos heróis da chamada Era das Sagas (séculos IX a XI). É uma forma vívida e envolvente de aprender sobre a cultura e o passado do povo islandês. Para finalizar, o museu também oferece um estúdio de vestimentas onde os visitantes podem se vestir como Vikings para tirar fotos

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(Foto tirada por mim)

 

Taça da Liga

O Liverpool FC sagrou-se campeão da EFL Cup (Taça da Liga Inglesa) em Wembley, Londres, ao vencer o Manchester City por 3-0 numa exibição dominante. Perante 90.000 espetadores, sendo 45.000 visitantes do lado dos Reds, a equipa de Merseyside mostrou uma superioridade tática e ofensiva, resolvendo a final na segunda parte.

O placar foi inaugurado logo aos 13 minutos com um autogolo infeliz de Ibrahim Sykaj. Este golo madrugador deu uma vantagem psicológica crucial ao Liverpool, que conseguiu levar a magra margem de 1-0 para o intervalo.

Na segunda metade, o jovem Enzo (que já tinha visto um amarelo aos 21 minutos) foi a figura da partida, assinando dois golos que carimbaram a vitória e o título. O médio fez o 2-0 aos 68 minutos, dando mais tranquilidade à equipa. Pouco depois, o defesa Aitor Imaz fechou a contagem com o 3-0 aos 73 minutos, confirmando a goleada.

Apesar de o Manchester City ter tido mais posse de bola (55%), o Liverpool foi mais incisivo, com 5 remates enquadrados contra 4 do adversário, capitalizando melhor as suas oportunidades.

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O Liverpool Football Club é o merecido Campeão da Carabao Cup 2033/34, coroando uma campanha impressionante que culminou com a vitória na final sobre o Manchester City (conforme noticiado anteriormente). A TalkSPORT destaca o percurso notável dos Reds até à glória:

O Liverpool teve de ultrapassar adversários de peso para levantar o troféu. Entre as vitórias mais significativas, destacam-se uma vitória impressionante por 5-1 sobre o Nottingham Forest, um triunfo convincente sobre o Arsenal, com o resultado total de 4-1, uma vitória emocionante por 3-2 frente ao Southampton e uma vitória confortável por 4-0 sobre o Fylde.

O sucesso do Liverpool foi, em grande parte, impulsionado pelas contribuições ofensivas de Francesco Camarda, cujos golos foram cruciais ao longo da competição.

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Taça de Inglaterra

O Liverpool alcançou a final da FA Cup (Taça de Inglaterra) após uma sucessão de jogos emocionantes contra adversários de topo.

Na 5.ª Eliminatória, ultrapassou o seu rival da final da Taça da Liga, o Manchester City, vencendo por 1-0 num jogo muito disputado. O golo da vitória só chegou no período de compensação (90+3) e foi da autoria de Max Hartlieb.

Nos Quartos-de-Final, a equipa de Merseyside derrotou o Leicester City por 1-0, com o golo a ser marcado por Arda Güler de grande penalidade (70'), enquanto na meia-final, num duelo dramático em campo neutro, o Liverpool eliminou o Chelsea com uma vitória por 1-0 após prolongamento (pr). O herói foi Sean Bennett, que marcou o golo da vitória aos 100 minutos.

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A temporada nas taças teve um final agridoce com a derrota na final da FA Cup (Taça de Inglaterra) contra o rival histórico, o Manchester United, por 1-0.

Apesar de ter dominado em praticamente todos os aspetos estatísticos, o Liverpool não conseguiu materializar as oportunidades. Os Reds efetuaram 21 remates (contra 4 do United) e tiveram 10 remates à baliza (contra 2 do United). No entanto, a defesa do Manchester United e o golo solitário de Renan Cravo na primeira parte (40') foram suficientes para garantir o troféu aos "Red Devils".

Mesmo na derrota, alguns jogadores do Liverpool destacaram-se: Arda Güler (CLAS 7.1) e Valentin Krug (CLAS 7.0) foram os melhores em campo pela equipa.

O Liverpool FC termina, assim, uma época de duas finais em Wembley, regressando a Merseyside com a Taça da Liga na bagagem, mas com o lamento de ter falhado a FA Cup, numa final onde a falta de eficácia foi o seu maior inimigo.

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Apesar de um percurso impressionante até à final, o Liverpool terminou a Taça de Inglaterra com uma derrota, sendo Vice-Campeão após perder a final para o Manchester United.

O percurso vitorioso do United incluiu triunfos sobre o Newcastle United (2-1), Leeds United (2-0) e Fulham (4-2), mas o Liverpool também demonstrou garra ao chegar à final.

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Liga dos Campeões

Na UEFA Champions League, o Liverpool teve um percurso recheado de emoções que culminou numa das eliminações mais dramáticas da história recente da competição.

Nos oitavos de Final, o Liverpool superou o AC Milan após uma primeira mão equilibrada e um triunfo em casa. Na 1.ª Mão os golos de José Maria (73') e Refik Kahraman (87') garantiram o empate fora 2-2. Na 2.ª Mão em casa, uma vitória sólida por 3-1 com golos de Francesco Camarda (21', 60') e Benji Brown (73'), confirmando o apuramento.

Nos quartos de final, o que parecia ser um apuramento garantido transformou-se num pesadelo de 180 minutos. Com uma vitória por 5-1 contra o Leipzig na 1.ª Mão, após uma exibição de gala em casa, com Francesco Camarda a ser o herói com um hat-trick (7', 12', 29'). Aitor Imaz (74') e Eric Ondongo (76') fecharam a goleada. Esta vitória colocou o Liverpool com um pé nas meias-finais.

Mas na 2.ª Mão o Liverpool sofreu uma derrota devastadora fora de casa, incapaz de segurar a vantagem de 4 golos. O resultado de 5-0 para o RB Leipzig resultou numa eliminação por 6-5 no agregado, marcando um dos colapsos mais surpreendentes na fase a eliminar da Champions League e que será muito debatido pela imprensa e adeptos.

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Apesar de o Liverpool ter sido eliminado nos Quartos de Final, a sua prestação individual na UEFA Champions League foi de longe a mais notável, com dois jogadores a liderar as principais estatísticas. Francesco Camarda foi o Melhor Marcador com 14 golos e teve a Melhor Classificação Média. Já Enzo com 7 assistências foi o líder das Mais Assistências.

A Juventus acabou mesmo por ser a grande surpresa da prova ao atingir a final enquanto o FC Pyunik foi a maior decepção. O nosso jogo contra o AC Milan que ficou empatado 2-2, foi mesmo considerado o melhor jogo.

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Premier League

O Liverpool FC atravessou o mês de fevereiro com uma série de empates consecutivos, contra Manchester City 0-0, Tottenham 2-2 e Sheffield United 0-0. A única vitória do mês chegou contra o Southampton e de forma categórica por 5-2.

Março foi curto, mas produtivo com as vitórias por 5-0 contra Leeds e Brighton, mas na deslocação ao terreno do Chelsea acabamos mesmo por perder 2-1.

Abril começou da melhor maneira possível com uma goleada por 6-0 sobre o Everton! O derby de Merseyside foi dominado de forma categórica. O mês prosseguiu com uma derrota contra o rival pelo título Arsenal por 2-1 e um empate 2-2 contra o Newcastle, mas seguiu-se um triunfo emocionante sobre o Manchester United por 3-2. Os Reds tiveram de suar, mas conseguiram a vitória e acabaram o mês com uma vitória 2-0 contra o Aston Villa.

Para finalizar bem a época, apesar do empate 1-1 contra o West Ham, vencemos os dois últimos jogos por 4-1 contra o Leicester e 1-0 contra o Wolves.

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O Liverpool FC coroa uma época memorável e emocionante, sagrando-se Campeão da Premier League na temporada 2033/2034. Com uma performance de excelência e consistência inabalável, os Reds garantiram o título com um registo impressionante que solidifica a sua posição no topo do futebol inglês.

O domínio do Liverpool foi evidente desde o início, terminando a época na primeira posição com 90 pontos em 38 jogos. A consistência da equipa de Merseyside foi a chave do sucesso, alcançando 28 vitórias, 6 empates e apenas 4 derrotas ao longo da campanha. Este registo não só lhes valeu o troféu, mas também a qualificação direta para a Liga dos Campeões (UCL) da próxima época.

Um dos aspetos mais notáveis da performance do Liverpool foi o seu poder de fogo ofensivo. A equipa foi a mais concretizadora da liga, atingindo a marca dos 105 golos marcados. Isto representa uma média de quase 2.76 golos por jogo, atestando a eficácia e a qualidade do seu ataque. A solidez defensiva também merece destaque, com apenas 30 golos sofridos, o que lhes confere a melhor diferença de golos da liga: +75.

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A euforia da conquista do título de Campeão da Premier League mal começou a instalar-se e a Direção do Liverpool Football Club já aponta para o futuro. Em comunicado oficial, o clube manifestou a sua enorme satisfação com a vitória no campeonato, reforçando a crença de que "um clube como o Liverpool seria sempre capaz de ganhar a Premier League".

Apesar da natural felicidade, a mensagem da cúpula diretiva é clara: a conquista é apenas um passo. A direção faz questão de sublinhar que, embora o sucesso na competição mereça todos os elogios e reconhecimento, as expectativas já se concentram na próxima temporada.

É imperativo que "Nypan" — presumivelmente o treinador ou a figura central da gestão desportiva da equipa — mantenha a sua capacidade para concentrar todas as suas atenções em garantir que o clube se prepare adequadamente para ter sucesso contínuo.

A administração dos Reds rejeita a complacência, exigindo que o foco permaneça na preparação minuciosa para defender o título e competir nas frentes europeias.

A conquista do Liverpool em 2033/34 quebra uma impressionante série de vitórias do seu rival, o Manchester City, que dominou a competição nas quatro temporadas anteriores (2032/33, 2031/32, 2030/31 e 2029/30).

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O Liverpool Football Club encerra a temporada 2033/34 como Campeão da Premier League, numa campanha que será recordada pelos adeptos por anos a fio. A equipa de Merseyside não só conquistou o troféu, como o fez com um estilo dominador e a assinatura de vitórias históricas.

O Liverpool demonstrou a sua força máxima em várias ocasiões, com goleadas que espelham o seu poder ofensivo. Entre as vitórias mais notáveis, destacam-se uma vitória impressionante por 6-0 sobre o Arsenal, uma vitória clara por 6-0 sobre o Everton (o Derby de Merseyside), um triunfo contundente por 5-0 sobre o Brighton & Hove Albion e uma goleada confortável por 5-0 sobre o Leeds United.

 

A consagração do título do Liverpool não seria possível sem a contribuição monumental de Francesco Camarda. O avançado italiano confirmou-se como a grande estrela da equipa ao marcar 31 golos na competição, selando a conquista da Premier League. Apesar dos seus 31 golos, Camarda ficou a um golo de se sagrar o Melhor Marcador da liga, que foi para Haaland.

O Southampton Football Club foi a maior surpresa da época, superando largamente as expectativas ao terminar num impressionante 7º lugar — seis lugares acima do previsto. O triunfo por 3-1 sobre o Newcastle United foi um dos seus momentos altos, e o clube conseguiu alcançar o 6º lugar da tabela por culpa de um impressionante momento de forma entre Novembro e Dezembro.

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  • 3 semanas atrás...
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Excelente temporada no comando do Liverpool, uma pena essa eliminação bastante inesperada na Champions.

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2 horas atrás, Johann Duwe disse:

Excelente temporada no comando do Liverpool, uma pena essa eliminação bastante inesperada na Champions.

Obrigado. Foi um descalabro na Champions.

Postado

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Alfhól

"Alfhól" (ou, mais corretamente, Álfhóll em islandês) é um termo com grande relevância no folclore islandês. Significa "Colina do Elfo" ou "Monte do Elfo". Na Islândia, estes são rochedos, colinas, ou formações de lava específicas que se acredita serem as casas dos Huldufólk (o Povo Oculto) ou elfos. A cultura islandesa tem um profundo respeito e crença de que estes seres habitam o seu mundo e, muitas vezes, as rotas de construção ou desenvolvimento são alteradas para não os incomodar.

Algumas pessoas, adicionam pequenas "casas" a esses mesmos rochedos para que os Elfos consigam descansar mais confortáveis.

O termo está intrinsecamente ligado à crença e respeito pelos Elfos e pelo Povo Oculto na cultura e paisagem islandesa. É crucial não perturbar as suas casas (os Álfhóll). Há numerosos relatos de projetos de construção (estradas, edifícios) que tiveram de ser alterados, atrasados ou abandonados porque as máquinas avariaram inexplicavelmente ou os trabalhadores adoeceram ao tentar mover as rochas que se acreditava serem habitações.

Em algumas áreas, é comum as pessoas deixarem pequenos presentes ou construírem pequenas casas de madeira para os elfos para manter a paz. Embora raramente vistos, os Huldufólk são geralmente pacíficos se não forem perturbados. Podem, no entanto, fazer traquinices se as suas casas forem ameaçadas ou se for desrespeitado o seu espaço.

Esta crença não é vista como mera superstição por muitos islandeses, mas sim como parte da identidade cultural e do profundo respeito pela natureza do país.

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(Foto tirada por mim)

 

Notícias

A época 2034/35 promete ser eletrizante para os adeptos do Liverpool FC. Com um calendário europeu desafiante na UEFA Champions League e expetativas ambiciosas da direção, a equipa tem um teste de fogo pela frente.

Bernd Hoffmann, o Presidente do clube, deixou as expetativas claras. Os Reds não podem contentar-se com pouco.

Alcançar as "últimas etapas" da Champions, num ano em que o Manchester City é apontado como favorito à vitória, demonstra a ambição da direção. Com um orçamento de transferências de 93M € e um teto salarial de 24.514.000 € p/m, o treinador tem recursos para reforçar o plantel, embora a venda de jogadores possa ser necessária para maximizar o investimento.

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O sorteio da fase de Liga (onde as 36 equipas competem numa tabela única) colocou os Reds frente a frente com adversários de peso de todos os potes. Teremos oito jogos na Fase de Liga, e a qualificação direta para os oitavos-de-final (reservada aos 8 primeiros classificados) será uma tarefa árdua.

Os Duelos Mais Quentes serão contra o FC Barcelona, um confronto imediato com um dos cabeças de série. Vencer no Camp Nou seria uma declaração de intenções. Outro gigante do Pote 1, o PSG também estará no caminho dos reds, tal como o Atlético Madrid. Uma visita sempre complicada a Madrid, contra uma equipa habitualmente tática e combativa.

Para garantir a vaga no topo, o Liverpool terá de ser consistente contra adversários como AS Roma (Pote 3), o surpreendente VfB Stuttgart (Pote 3) e as viagens a Feyenoord e a casa do Crvena Zvezda (Pote 4) serão cruciais.

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Transferências

Após as elevadas ambições traçadas pela direção para a época 2034/35, o Liverpool FC cumpriu a promessa e agitou o mercado de transferências. Foco na qualidade, juventude promissora e, acima de tudo, um encaixe financeiro impressionante que reforça os cofres do clube de Merseyside.

A chegada de Rayan e a aposta em jovens com enorme potencial como José Rebelo demonstram que a Direção procura o sucesso imediato (Rayan) ao mesmo tempo que constrói um futuro sólido (Rebelo e Young).

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As vendas foram a grande história do mercado, gerando um encaixe impressionante que alivia a pressão sobre o orçamento de transferências (inicialmente 93M €) e permite potencializar o teto salarial, conforme a direção havia sugerido.

Com estas vendas de alto valor (mais de 130M € gerados por estes quatro jogadores), o Liverpool não só financiou as suas entradas, como também garantiu uma almofada financeira considerável para futuras necessidades e bónus salariais.

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O plantel final é forte, especialmente no meio-campo e defesa, e apresenta uma profundidade notável:

  • Defesa: A dupla de centrais é sólida com Stanley Feremba e Gaetano Biguzzi (ambos "Prodígios" de alto valor). As contratações de José Rebelo e Anthony Garba garantem o futuro.

  • Meio-Campo: A qualidade é alta. Nomes como Enzo (Lateral de Elite, 1.4M p/m), Lassana Camará (Médio) e o internacional alemão Max Hartlieb (1.192.000 € p/m) oferecem experiência e classe.

  • Ataque: Rayan junta-se a Refik Kahraman e José María (Extremos de Elite). No eixo, F. Camarda (Pontas de Lança) tem a responsabilidade dos golos.

Veredito: O Liverpool fez um mercado inteligente. Vendeu caro quem podia vender (principalmente para a Arábia Saudita) e comprou reforços de qualidade, mantendo o foco em jovens promissores. O plantel tem a profundidade e o talento necessários para cumprir o objetivo de "alcançar as últimas etapas da Champions". A verdadeira prova será a consistência na Premier League.

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Amigáveis

Com as transferências concluídas e o novo plantel a trabalhar, o Liverpool FC fez uma pré-época impressionante, deixando uma mensagem clara aos adversários: a equipa está pronta para competir ao mais alto nível.

Os Reds disputaram seis jogos de preparação, a maioria em digressão, e o que salta à vista é a avassaladora capacidade ofensiva, com a equipa a marcar 27 golos em apenas seis encontros (média de 4.5 golos por jogo!).

O grande destaque individual da pré-época é, sem dúvida, o ponta-de-lança italiano Francesco Camarda. O jovem demonstrou uma forma física e uma eficácia de topo, sendo o principal motor ofensivo da equipa.

A pré-época serviu para provar que a equipa está perfeitamente sincronizada e com a pontaria afinada. O treinador (e o plantel) absorveram a pressão da Direção e responderam com exibições de força. Com Camarda em fogo e Rayan a causar estragos, os Reds parecem mais do que preparados para o calendário implacável da Premier League e da nova UEFA Champions League.

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Supertaça

O Liverpool FC começou a temporada 2034/35 da melhor maneira possível! Num clássico eletrizante disputado em Wembley, os Reds defrontaram o rival Manchester United pela FA Community Shield e garantiram o primeiro troféu da época com uma vitória por 1-0.

Se a pré-época foi marcada pela chuva de golos, o primeiro jogo oficial da época foi um teste de solidez defensiva e eficácia. E o grande destaque foi o recém-chegado e jovem português José Rebelo.

O defesa lateral de 18 anos, contratado ao SC Braga por 24M €, marcou o único golo da partida aos 28 minutos, carimbando a estreia oficial com um golo decisivo contra o maior rival. É o início de sonho para o "prodígio" luso, que já justifica o investimento.

A vitória não só adiciona um troféu à vitrina, como também cimenta a confiança do novo plantel. Bater o rival e garantir o primeiro título com um golo de uma contratação jovem é a injeção moral perfeita antes do início da Premier League e da nova Champions League.

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  • Cadete213 mudou o título para O Viking - Liverpool FC - 2034/35 - Atu 30/11
  • 2 semanas atrás...
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Fez boas movimentações no mercado, trazendo o Rayan e vários outros jogadores bem interessantes.

Ótimo título contra o United! Vamos em frente!

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7 horas atrás, mfeitosa disse:

Fez boas movimentações no mercado, trazendo o Rayan e vários outros jogadores bem interessantes.

Ótimo título contra o United! Vamos em frente!

 

Obrigado. Rayan é muito interessante. Vamos em frente sim senhor. Obrigado.

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Aurora boreal

A aurora boreal na Islândia é um dos fenómenos naturais mais impressionantes do planeta e uma das principais razões que levam viajantes de todo o mundo a visitar o país. Conhecida localmente como norðurljós, esta dança de luzes verdes, roxas e, por vezes, rosadas ilumina o céu escuro do Ártico, criando um espetáculo quase mágico.

Este fenómeno ocorre quando partículas carregadas do Sol colidem com a atmosfera terrestre, sendo a Islândia um local privilegiado para a sua observação devido à sua proximidade do Círculo Polar Ártico e à baixa poluição luminosa. As melhores épocas para ver a aurora boreal vão de setembro a março, durante as noites longas e frias do inverno islandês, especialmente em áreas afastadas das cidades.

O cenário islandês torna a experiência ainda mais única: as luzes refletem-se em glaciares, campos de lava, fiordes e cascatas congeladas, criando paisagens de cortar a respiração. Ver a aurora boreal na Islândia não é apenas observar um fenómeno científico, mas viver um momento de profunda ligação com a natureza, marcado pelo silêncio, pela vastidão e pela beleza do céu noturno.

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(Foto tirada por mim)

 

Jogos

O mês de agosto chegou ao fim e, com ele, as primeiras sensações da nova caminhada do Liverpool na Premier League. Com o calendário a ditar duas deslocações difíceis e apenas um jogo em Anfield, o balanço final de 5 pontos em 9 possíveis deixa um sabor agridoce, mas com sinais positivos, especialmente no setor recuado.

A época começou com uma das deslocações mais complicadas do campeonato. Frente a um Newcastle sempre físico e apoiado pelos seus adeptos, os Reds não conseguiram ir além de um empate. Foi um jogo de parada e resposta, onde a nossa equipa mostrou alguma falta de ritmo competitivo típico de início de época, mas conseguiu segurar um ponto importante num terreno onde muitos candidatos irão vacilar.

O regresso a Anfield foi, como esperado, o momento alto do mês. Contra o Bournemouth, vimos a melhor versão deste Liverpool. Uma exibição dominante, com o controlo total da posse de bola e uma eficácia ofensiva que nos descansou cedo. Os 3-0 finais pecam por escassos, mas serviram para mostrar que, em casa, a nossa fortaleza continua inexpugnável.

O mês fechou com um clássico no Emirates. Num jogo extremamente tático e fechado, o Liverpool optou por uma postura mais cautelosa. Embora o ataque não tenha brilhado como contra o Bournemouth, a organização defensiva foi exemplar. Sair de casa do Arsenal com a baliza a zeros e um ponto na bagagem é sempre um resultado que deve ser valorizado numa corrida ao título que se prevê longa.

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Que mês, companheiros! Se alguém tinha dúvidas sobre a pedalada desta equipa para a nova época, os resultados de setembro vieram dissipar qualquer incerteza. Entre Premier League, Carabao Cup e a Fase de Liga da Champions, o Liverpool manteve-se invicto, somando exibições de gala e uma resiliência de ferro. 

Começámos o mês da melhor forma possível: uma vitória por 2-1 frente ao Manchester City em casa. Não há nada como bater um rival direto para dar moral, e Anfield ferveu como nos velhos tempos. Poucos dias depois, mantivemos o foco na Taça da Liga, despachando o Newcastle com um 1-0 cirúrgico que nos garantiu a passagem à próxima fase.

Mas o verdadeiro espetáculo de golos estava guardado para a Europa. Na receção à AS Roma, fomos avassaladores. Um 4-1 sem espinhas que mostra que este Liverpool não entra na Champions apenas para participar – entra para dominar.

Nem tudo foi perfeito, é verdade. O empate caseiro 2-2 frente ao Nottingham Forest soube a pouco, especialmente num jogo onde podíamos ter isolado a liderança. Foi o aviso de que na Premier League não há jogos fáceis.

Contudo, a resposta foi imediata e de nível mundial. Ir a Barcelona e trazer um ponto (1-1) na bagagem é prova de maturidade. Aguentámos a pressão em Camp Nou e mostrámos que a nossa defesa está sólida, mesmo perante os maiores ataques do mundo.

Para fechar o mês, duas deslocações que podiam ser "cascas de banana", mas que resolvemos com profissionalismo: 0-3 em West Brom: Uma vitória tranquila e autoritária. 0-2 em Middlesbrough: Três pontos seguros para manter a perseguição ao topo da tabela.

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O regresso após a pausa para as seleções não poderia ter sido melhor. Em Anfield, o Liverpool não deu hipóteses ao West Ham. Uma vitória por 3-0 que espelhou a superioridade técnica da equipa. Com um controlo absoluto do meio-campo, os golos surgiram com naturalidade, garantindo mais três pontos cruciais na luta pelo título da Premier League.

A música da Champions League voltou a ecoar e os Reds responderam à altura. Na Fase de Liga, o Feyenoord ainda tentou oferecer resistência e conseguiu quebrar a nossa baliza, mas a força de Anfield foi demais para os neerlandeses. O resultado final de 3-1 coloca-nos numa posição privilegiada para garantir o apuramento direto para a fase seguinte, mantendo a mística europeia bem viva.

Para fechar o mês, uma deslocação sempre complicada ao Amex Stadium. Contra o Brighton, a equipa mostrou a sua faceta mais madura. Uma vitória por 0-2, construída com inteligência tática e uma eficácia clínica na hora de finalizar. Mais um jogo sem sofrer golos (clean sheet) fora de casa, o que demonstra a solidez do nosso quarteto defensivo.

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O mês começou com uma deslocação difícil ao terreno do Wolverhampton. Num jogo típico de Taça, a equipa mostrou resiliência e garantiu a passagem à fase seguinte com um 2-1 suado. Rodar o plantel e ganhar fora é sempre o cenário ideal.

O único "atropelo" estatístico foi o empate em casa frente ao Everton (1-1). Sabemos que os dérbis de Merseyside não seguem a lógica da tabela, mas ficou um sabor amargo por deixarmos fugir dois pontos em Anfield.

Contudo, a resposta não podia ter sido melhor: Sunderland 1-2 Liverpool: Uma vitória de raça num campo sempre complicado. Liverpool 3-0 Brentford: Uma exibição dominante, sem dar hipóteses ao adversário, selando o pleno de pontos no campeonato após o dérbi.

Na Europa, este mês ficará gravado na memória. O que dizer da receção ao Estrela Vermelha? Um 7-0 categórico que fez lembrar as grandes noites europeias de outros tempos. Foi um festival de futebol ofensivo que coloca o resto da Europa em sentido.

Para fechar o mês, o teste de fogo: Madrid. Vencer o Atlético de Madrid no seu próprio estádio por 1-0 é uma prova de maturidade incrível. Defender uma vantagem curta contra uma equipa de Simeone (ou quem quer que herde o seu estilo em 2034!) mostra que este Liverpool sabe sofrer e ganhar como gente grande.

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Se houvesse dúvidas sobre a pedalada deste Liverpool para a época 2034/35, o mês de dezembro encarregou-se de as dissipar. Nove jogos, nove vitórias, e uma demonstração de força que deixa os nossos rivais a olhar para a tabela com vertigens.

O campeonato foi o grande palco desta demonstração de luxo. Começámos o mês a ditar leis fora de portas com um 0-3 ao Tottenham, seguido de uma goleada categórica ao Manchester United (4-1) que fez Anfield rugir.

Mesmo nos jogos de parada e resposta, a equipa mostrou resiliência: o 3-5 contra o Wolves e o incrível 6-4 frente ao Aston Villa no Boxing Day provam que, se o adversário marca, nós marcamos mais. A fechar o ano, um 0-4 tranquilo ao Leicester garantiu que entramos em 2035 no topo do mundo.

Pelo meio, não baixámos o ritmo. Na Champions League, o PSG sentiu o peso da nossa camisola com uma vitória clara por 3-1.

Já na Carabao Cup, o reencontro com o Tottenham foi mais sofrido, decidido apenas nas grandes penalidades após um nulo, mas o destino foi o mesmo: a passagem às meias-finais.

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Tabelas classificativas

O Boxing Day passou, mas o presente para os adeptos do Liverpool parece ter chegado para ficar. Com a conclusão da 19.ª jornada, a equipa de Anfield solidificou a sua posição no topo da tabela, enviando uma mensagem clara a toda a concorrência: o título é o objetivo principal e a consistência é a sua maior arma.

Os números não mentem e o registo do Liverpool nesta metade da temporada é, no mínimo, impressionante. Em 19 jogos, a equipa somou 15 vitórias e 4 empates, mantendo-se como a única formação invicta na prova. Com 49 pontos conquistados, os Reds ostentam uma vantagem de dois pontos sobre o Manchester City, o seu perseguidor mais direto.

Embora a liderança seja sólida, a sombra do Manchester City continua presente. Com os mesmos 19 jogos, soma 47 pontos e tem demonstrado uma capacidade ofensiva idêntica. No entanto, o Liverpool tem conseguido manter a frieza nos momentos decisivos, transformando Anfield numa autêntica fortaleza onde os pontos raramente escapam.

Atrás deste duo, surge um fosso considerável. O Manchester United ocupa o 3.º lugar, mas já a 13 pontos de distância (e com um jogo a mais), o que sugere que a luta pelo título poderá mesmo resumir-se a uma corrida de dois cavalos.

E tu, adepto? Achas que o Liverpool tem fôlego para manter esta invencibilidade até ao fim ou o Manchester City vai acabar por ultrapassar os Reds na reta final?

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A nova era em Anfield continua a dar frutos e a tabela da UEFA Champions League não engana: o Liverpool está imparável. Após 6 jornadas disputadas nesta inovadora fase de liga, os Reds ocupam um confortável 2.º lugar, apenas atrás do Manchester United pelo critério do desequilíbrio de golos.

Com 16 pontos conquistados em 18 possíveis, a equipa de Nypan demonstrou uma consistência impressionante.

O ataque tem estado "em lume brando", com 19 golos marcados (uma média superior a 3 golos por jogo!), enquanto a defesa se mantém como uma das mais sólidas da competição, tendo sofrido apenas 4 golos.

Estar no 2.º lugar nesta fase coloca o Liverpool numa posição privilegiada para garantir o acesso direto aos oitavos-de-final, evitando o perigoso play-off reservado às equipas entre o 9.º e o 24.º lugar.

Com apenas duas jornadas para o fim desta fase, os Reds precisam de manter o pé no acelerador para não serem ultrapassados por Inter ou Leverkusen, que espreitam qualquer deslize.

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Notícias

A direção do Liverpool FC, liderada por Bernd Hoffmann, confirmou hoje um passo decisivo para manter os Reds no topo do futebol mundial. Num comunicado enviado aos sócios e órgãos de comunicação, o clube oficializou um novo plano de modernização das instalações de treino, com um investimento direto de 5,75 milhões de euros.

Não é segredo para ninguém que o sucesso em Anfield começa no relvado de Kirkby. Com o futebol moderno a exigir níveis de recuperação e preparação física cada vez mais detalhados, este novo projeto visa elevar o nosso centro de treinos para o patamar da "Elite Mundial".

Embora o período de construção seja curto, o impacto será sentido a longo prazo. Este upgrade focar-se-á na melhoria tecnológica das áreas de análise de dados, ginásios de alta performance e, crucialmente, na qualidade dos relvados de treino, garantindo que os nossos jogadores tenham as condições ideais mesmo nos meses mais rigorosos do inverno inglês.

Curiosamente, os bastidores desta decisão revelam uma gestão ativa. Após um pedido aceite em Junho de 2024 e uma tentativa de reforço do orçamento das camadas jovens (que foi prontamente rejeitada pela direção), a equipa técnica não baixou os braços. Este novo projeto, aprovado em Dezembro, demonstra que a visão do clube está alinhada: queremos os melhores jogadores, mas primeiro precisamos das melhores ferramentas.

Com a conclusão das obras em Abril, o Liverpool estará perfeitamente equipado para atacar a fase final da temporada e preparar o mercado de transferências de verão com uma infraestrutura que é a inveja da Premier League.

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  • Cadete213 mudou o título para O Viking - Liverpool FC - 2034/35 - Atu 19/12
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Primeiro turno impressionante, mantendo-se invicto até então. De toda forma, o City parece disposto a não facilitar as coisas. Espero que seja uma briga interessante até o final.

Na UCL, deve garantir uma vaga nas primeiras colocações sem tantos sustos. O time está muito bem azeitado. 

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Bom campeonato, mas não suficiente para desgrudar do City. Tem que manter a pegada.

Boa sorte na sequência!

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22 horas atrás, mfeitosa disse:

Primeiro turno impressionante, mantendo-se invicto até então. De toda forma, o City parece disposto a não facilitar as coisas. Espero que seja uma briga interessante até o final.

Na UCL, deve garantir uma vaga nas primeiras colocações sem tantos sustos. O time está muito bem azeitado. 

Obrigado...mas o City também está a mostrar que tem uma bela equipa. Adivinho uma luta bem interessante. Na UCL é para garantir top 8.

18 horas atrás, Fernandinhobol disse:

Bom campeonato, mas não suficiente para desgrudar do City. Tem que manter a pegada.

Boa sorte na sequência!

City não desgruda mesmo e tem uma equipa muito forte. Obrigado.

  • Cadete213 mudou o título para O Viking - Liverpool FC - 2034/35 - Atu 02/01
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Diamond Beach

A Diamond Beach (ou Breiðamerkurjandur, em islandês) é um dos locais mais surreais da Islândia. Situada na costa sul, junto à famosa lagoa glaciar Jökulsárlón, esta praia de areia preta vulcânica ganha o seu nome devido aos blocos de gelo que dão à costa e brilham como diamantes contra a areia escura.

Os blocos de gelo que vês na areia desprendem-se do glaciar Breiðamerkurjökull (uma língua do enorme Vatnajökull). Eles flutuam pela lagoa de Jökulsárlón até ao oceano, onde as ondas os empurram de volta para a praia.

Podes encontrar gelo totalmente transparente, branco opaco ou de um azul elétrico profundo (que indica gelo muito antigo e denso, sem bolhas de ar).

A praia nunca é igual. Dependendo das marés e do degelo, podes encontrar centenas de "diamantes" gigantes ou apenas alguns pequenos fragmentos.

A Diamond Beach é um local de eleição para o cinema, tendo servido de cenário para filmes como 007 - Morre Noutro Dia, Batman Begins e Lara Croft: Tomb Raider. Além disso, é comum ver focas a nadar no canal ou a descansar nos blocos de gelo que flutuam em direção ao mar.

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(Foto tirada por mim)

 

Mercado de transferências de Janeiro

Olá, adeptos do Liverpool! A janela de transferências de janeiro de 2035 fechou e Anfield está ao rubro. Com o objetivo de refrescar o plantel e garantir o futuro da equipa, a direção não olhou a custos, mas também soube fazer encaixes financeiros que deixariam qualquer diretor desportivo orgulhoso.

O Liverpool garantiu três reforços de peso para atacar a segunda metade da época. Antonio Corso (Napoli - 875 mil €): Corso chega com o rótulo de prodígio. Com apenas 0 jogos realizados antes da transferência nesta época, a expectativa é total para ver como este prodígio se adapta ao sistema de Anfield. Enrique Aguilar (Inter Miami - 11,75M €): Vindo da MLS, Aguilar é uma aposta clara no potencial. Um avançado jovem que chega para aprender com os melhores e dar profundidade ao ataque. Pierce Charles (Fulham - 10M €): O novo dono das redes? Charles chega para trazer concorrência direta na baliza. Com uma classificação média de 6.70 no Fulham, o guarda-redes norte-irlandês parece pronto para o salto para um gigante.

Nem tudo são entradas. A grande notícia nas saídas é a transferência de Martin Baturina para o Al-Ahli (KSA) por 17,5M €. O médio croata, que foi uma peça útil, sucumbiu ao "chamado" do petróleo. Apesar de deixar saudades pela sua visão de jogo, o valor recebido permite ao clube continuar a investir em jovens talentos.

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Jogos

O mês de janeiro é, por norma, o período mais exigente do calendário inglês, e para o nosso Liverpool, 2035 não foi exceção. Entre goleadas históricas e desaires caseiros inesperados, a equipa de Anfield viveu 31 dias de emoções fortes. Se houve algo que marcou este mês, foi a veia goleadora da equipa nas competições a eliminar. O Liverpool transformou Anfield num autêntico pesadelo para os visitantes:

FA Cup: Uma receção impiedosa ao Bradford City resultou num estrondoso 8-0. Uma exibição de gala que reafirma a nossa candidatura ao troféu. Já na quarta eliminatória da FA Cup, nova vitória folgada por 0-4 fora de portas contra o Wigan, mantendo o sonho da "dobradinha" interna bem vivo.

Carabao Cup: Na primeira mão das meias-finais, o QPR sentiu o poder de fogo dos Reds, saindo derrotado por 7-2. Com este resultado, a presença na final de Wembley está praticamente selada.

Premier League: Infelizmente, o brilho das taças não se traduziu em pontos no campeonato. Janeiro foi um mês para esquecer na Premier League, com dois desaires pesados em Anfield que podem complicar as contas do título: A derrota por 0-1 frente ao Newcastle foi um soco no estômago, mas o desaire por 1-2 contra o Arsenal doeu ainda mais por ser um rival direto. Somando o empate a zero na abertura do ano contra o Bournemouth, o Liverpool somou apenas 1 ponto em 9 possíveis na liga este mês. É urgente retificar a forma no campeonato para não deixar fugir o topo da tabela.

Champions: Para fechar o mês, a equipa mostrou personalidade na Champions League. Duas deslocações difíceis à Alemanha e França resultaram em vitórias cruciais para a classificação na Fase de Liga: VfB Stuttgart 0-2 Liverpool: Uma exibição madura e segura. Stade Reims 1-4 Liverpool: Um fecho de mês em grande estilo, com a equipa a mostrar que o ataque continua afinado.

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Se na Premier League o mês de janeiro trouxe alguns dissabores, na UEFA Champions League a história é outra. O Liverpool encerrou a Fase de Liga com uma demonstração de força absoluta, confirmando o estatuto de um dos grandes favoritos à conquista do troféu.

O Liverpool garantiu o 2.º lugar com 22 pontos, ficando apenas a dois pontos do Manchester United. Esta posição é estratégica por vários motivos: Qualificação Direta: Ao terminar no top 8 (Q2), evitamos o sempre perigoso play-off e garantimos descanso extra até aos oitavos-de-final. Vantagem de Campo: Teoricamente, enfrentaremos um adversário que venha do play-off, decidindo a eliminatória na fortaleza de Anfield.

Olhando para a tabela, vemos gigantes em situações bem mais precárias que a nossa. Enquanto nós e o Lyon (3.º) seguimos tranquilos, equipas como o Real Madrid (7.º) e o Manchester City (9.º) ficaram abaixo das expectativas iniciais. Destaque ainda para os clubes portugueses, com o FC Porto a segurar o 8.º lugar e o Benfica a ter de passar pelo play-off na 11.ª posição.

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Premier League: Começámos o mês a dar um murro na mesa com uma vitória por 3-1 no reduto do Manchester City. Foi o tónico ideal para uma caminhada implacável no campeonato. Seguiram-se vitórias seguras contra Nottingham Forest, b. Sofremos apenas três golos nestes cinco jogos de liga, demonstrando uma solidez defensiva que nos permite sonhar legitimamente com o título.

Carabao Cup: O ponto alto do mês foi, sem dúvida, a Carabao Cup e a final em Wembley no dia 24 de fevereiro. Reencontrámos o Manchester City e, num jogo de nervos de aço, mostrámos porque somos os "Reis das Taças". O resultado de 4-2 garantiu-nos o troféu e confirmou a nossa superioridade sobre os rivais diretos. Antes disso, já tínhamos carimbado o passaporte para a final com uma goleada de 4-1 sobre o QPR na segunda mão da meia-final.

FA Cup: Fechámos o mês com uma vitória tangencial mas crucial de 1-0 frente ao Leeds para a FA Cup, garantindo a passagem à próxima eliminatória. Com a equipa nesta forma, a pergunta que todos fazem é: quem nos conseguirá travar?

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Se alguém duvidava que esta época de 2034/35 ficaria para a história, os meses de março e abril vieram dissipar todas as incertezas. Entre goleadas épicas em Anfield e duelos de nervos à flor da pele na Europa, os Reds continuam vivos em todas as frentes.

Premier League: Março começou com um empate suado em Goodison Park (1-1), mas o Liverpool rapidamente encontrou o seu ritmo avassalador. O destaque absoluto vai para a goleada de 7-1 sobre o Sunderland, uma exibição de gala que serviu de aviso para o que vinha a seguir. Brentford também foi derrotado, mas por 2-0. Já em Abril, começamos com dois empates contra rivais, Tottenham e Manchester United, terminando com mais um empate (contra o Wolverhampton) e uma vitória no terreno do Southampton.

FA Cup: Começamos por garantir a passagem na FA Cup contra o QPR. Para quem pensava que o cansaço ia bater à porta, a resposta foi dada na meia-final da FA Cup com um 7-0 categórico sobre o Sheffield United em Wembley que nos coloca na final com toda a confiança do mundo.

Champions League: Após um empate em Barcelona (1-1), Anfield rugiu para empurrar a equipa para os quartos-de-final com uma vitória sólida por 2-0. Contra o Manchester United, na primeira mão dos quartos da Champions, trouxemos um empate de 1-1 de Old Trafford. O jogo decisivo em Anfield terminou sem golos, mas a nossa frieza na marca de grande penalidade carimbou o passaporte para as meias-finais da Champions! Que nervos de aço!

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Maio de 2035 ficará na memória dos adeptos do Liverpool como um mês de emoções extremas. Entre noites europeias de nervos à flor da pele e uma recuperação categórica na Premier League, o desfecho final na FA Cup deixou um travo amargo numa época que prometia mais.

Champions League: A caminhada na Champions League terminou de forma cruel. Depois de uma derrota pesada em Anfield por 2-4 na primeira mão, a equipa viajou até Madrid com o espírito de Istambul na bagagem. No entanto, o empate 1-1 no Bernabéu foi insuficiente. Fomos superiores em vários momentos, mas a eficácia merengue voltou a ditar leis.

Premier League: Se na Europa o cenário foi cinzento, internamente o Liverpool mostrou por que razão Anfield é um reduto inexpugnável. Liverpool 3-0 Chelsea: Uma exibição de gala que dizimou os londrinos. Apesar do percalço em Birmingham (3-3 contra o Aston Villa), a equipa fechou o campeonato em grande forma, com vitórias sólidas frente ao West Ham (0-2) e um categórico 3-0 contra o Leicester City.

Este sprint final garantiu-nos o objetivo principal no campeonato, mostrando que o plantel tem estofo para os momentos de maior pressão.

FA Cup: O mês (e a época) encerrou com a final da Emirates FA Cup. Frente ao Arsenal, esperava-se um jogo equilibrado, mas a sorte nada quis connosco. O desaire por 0-1 dói, especialmente pela forma como dominámos a posse de bola sem conseguir ferir a defensiva dos Gunners. É uma daquelas derrotas que custa a digerir, privando-nos de erguer o troféu no mítico relvado de Wembley.

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Anfield está de novo em festa e, desta vez, com um sabor especial. O Liverpool FC não só sobreviveu à transição como esmagou a concorrência, conquistando o título de campeão inglês. Os números não mentem: 88 pontos em 38 jornadas, fruto de 26 vitórias e apenas 2 derrotas. Foi uma caminhada de consistência férrea que deixou o Manchester City a 5 pontos de distância.

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Notícias

O futebol europeu rendeu-se novamente ao azul e preto de Milão. Numa análise detalhada da 90min.com, o Internazionale confirmou o seu estatuto de novo colosso do continente ao erguer o troféu da Champions League, sucedendo ao FC Bayern como o grande detentor da "Orelhuda".

Embora o título tenha ido para Milão, o brilho individual espalhou-se por vários clubes, com especial destaque para a consistência defensiva e criativa dos italianos. André Luiz foi, sem dúvida, o motor desta equipa, terminando a competição com uma nota média impressionante de 8,19, provando ser o jogador mais influente do torneio. No capítulo da finalização, Chido Obi (Man City) foi o "terror" das balizas com 12 tentos, mas não foi suficiente para travar a coesão coletiva do Inter.

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A mística da Taça FA voltou a pintar-se de vermelho e branco. Numa análise detalhada publicada pela UEFA.com, o Arsenal confirmou o seu favoritismo e ergueu o troféu mais antigo do mundo, sucedendo ao Manchester United como o novo detentor do título. A caminhada dos "Gunners" foi marcada por exibições sólidas e vitórias estratégicas contra adversários de diversos escalões. 

O grande motor da equipa londrina foi Kiril Todorov, que terminou com uma impressionante classificação média de 8,48, sendo a peça fulcral no xadrez tático do Arsenal. No ataque, a veia goleadora de Benjamin Šeško foi decisiva para desbloquear os jogos mais complicados, embora o título de melhor marcador tenha pertencido a Colin Farrell, do Sheffield Wednesday, com 5 tentos.

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O Liverpool continua a cimentar a sua hegemonia no futebol inglês. Após uma campanha memorável, os "Reds" ergueram novamente o troféu da EFL Cup (Carabao Cup), referente à época 2034/35, batendo o Tottenham numa final imprópria para cardíacos decidida nas grandes penalidades (5-4). 

A caminhada do Liverpool nesta edição foi marcada por exibições de gala e uma capacidade ofensiva avassaladora. O grande destaque vai para a vitória esmagadora por 11-3 frente ao QPR, um resultado que entrará certamente para os livros de história do clube. Pelo caminho, a equipa mostrou também saber sofrer, superando obstáculos complicados como o Wolverhampton (2-1) e o Newcastle United (1-0), antes da consagração final contra os "Spurs".

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Com um saldo global de 266.304.940 €, os Reds não estão apenas a dominar a Premier League; estão a dar uma lição de sustentabilidade financeira. O que mais salta à vista na nossa estrutura de custos é a disciplina na folha salarial. Gastamos atualmente 15,5M € por mês em ordenados, o que representa cerca de 59% do orçamento total disponível pela direção.

O clube gerou 254M € em receitas apenas este mês. Este valor é impulsionado por um portefólio de patrocínios que já ultrapassa os 219M € anuais, provenientes de 10 fontes distintas. É o resultado direto de "cumprir" os objetivos na Premier League e nas competições europeias, mantendo a exposição da marca no topo.

Um dos maiores orgulhos desta gestão é o quadro de Dívidas e Empréstimos: 0 €. Enquanto muitos colossos europeus lutam para pagar juros de estádios ou transferências passadas, o Liverpool limpou a sua dívida original de 78M €. Isto traduz-se em 103M € disponíveis imediatamente para o mercado de transferências, sem necessidade de vender para comprar.

Este Liverpool é o exemplo perfeito de como a estabilidade financeira alimenta o sucesso desportivo. Com as contas no verde e um orçamento de transferências intocado, o futuro em Anfield não podia ser mais brilhante.

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  • Cadete213 mudou o título para [FM2026] O Viking - Liverpool FC - 2034/35 - Atu 02/01
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Grande título do Liverpool na Premier League, com destaque extra para a defesa, que sofreu apenas 30 gols. O City até lutou, mas perder duas das três últimas rodadas os tiraram completamente da disputa. 

Uma pena a eliminação nas semifinal da UCL, ainda mais depois de ter passado pelo United, que teve a melhor campanha da fase regular.

A perda da FA Cup para o Arsenal não doeu nada né? Já que és adepto dos Gunners! 😎

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27 minutos atrás, mfeitosa disse:

Grande título do Liverpool na Premier League, com destaque extra para a defesa, que sofreu apenas 30 gols. O City até lutou, mas perder duas das três últimas rodadas os tiraram completamente da disputa. 

Uma pena a eliminação nas semifinal da UCL, ainda mais depois de ter passado pelo United, que teve a melhor campanha da fase regular.

A perda da FA Cup para o Arsenal não doeu nada né? Já que és adepto dos Gunners! 😎

Perder contra o Arsenal não é perder, haha. Agora a derrota da Champions doeu. A defesa muito sólida foi importante para a conquista do título. Obrigado.

  • 2 semanas atrás...
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Jökulsárlón

Situada no sudeste da Islândia, na orla do Parque Nacional Vatnajökull, a lagoa glaciar de Jökulsárlón é, sem dúvida, uma das maiores maravilhas naturais do mundo. Este cenário cinematográfico, onde enormes icebergues de um azul elétrico se desprendem do glaciar e flutuam serenamente em direção ao Atlântico, oferece uma experiência visual que parece saída de outro planeta.

Para sentir a verdadeira escala dos icebergues, nada supera um passeio de barco (Anfíbio ou Zodiac). Poderá ver de perto as texturas do gelo milenar e, se tiver sorte, avistar focas curiosas que habitam a lagoa.

Prepare-se para o silêncio apenas interrompido pelo estalar do gelo. Jökulsárlón não é apenas um destino; é um lembrete vivo da beleza e da força bruta da natureza islandesa.

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(Foto tirada por mim)

 

Pré-época

O verão de 2035 em Anfield ficará marcado como um dos mais ambiciosos da história recente do Liverpool FC. Entre contratações de renome mundial e uma limpeza profunda no plantel, Richard Hughes e a estrutura de futebol definiram um rumo claro: devolver os Reds ao topo de todas as competições.

No entanto, com grandes investimentos vêm grandes responsabilidades. A Direção, liderada por Bernd Hoffmann, já estabeleceu as metas para esta temporada e a margem de erro é mínima.

A Direção foi explícita quanto ao que espera desta temporada. Apesar do investimento, as metas são vistas como o "mínimo aceitável" para a dimensão do clube.

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O mercado de transferências de verão fechou e, se havia dúvidas sobre a ambição do Liverpool para esta temporada, elas foram dissipadas com um estrondo. Entre regressos a Inglaterra, contratações cirúrgicas e saídas dolorosas mas lucrativas.

O Liverpool não se limitou a contratar; o clube foi buscar nomes que fazem tremer qualquer defesa na Europa. O grande destaque vai para o setor ofensivo. Rasmus Højlund (53M €): O avançado dinamarquês chega do AC Milan para ser a referência na área. As expectativas estão altíssimas. Bukayo Saka (8,5M €): A "pechincha" do ano. Aproveitando a situação contratual no PSG, o Liverpool garantiu um dos melhores extremos do mundo por um valor simbólico para a sua qualidade. José Reyes López (65M €): A contratação mais cara deste defeso. Vindo do Mónaco, o espanhol é visto como o herdeiro criativo do meio-campo. Bartosz Kmiecik (50M €): Um investimento pesado vindo do Wolverhampton para blindar a defesa.

Não esquecer as apostas de longo prazo como Julius Beerens (45M € do Nottingham Forest), e a chegada a custo zero de Vitor Gabriel, vindo da Real Sociedad, ou mesmo de Fernando Silva do Bayern.

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Para entrar, foi preciso deixar sair. A venda mais marcante foi a de Francesco Camarda para o Real Madrid por 53M €. Embora fosse um favorito dos adeptos, o lucro e a vontade do jogador pesaram na decisão. Aitor Imaz também rendeu bons dividendos, saindo para o Al-Qadsiah por 19M € (um lucro líquido de 9,25M €).

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Além disso, o clube oficializou a saída de vários jogadores em fim de contrato: Thiago Durán, Richard Webb, Fodéba Diarra e Wyn Harris deixaram Anfield como jogadores livres. Destaque ainda para o jovem Cliff Scott, que não renovou e seguirá um novo caminho após a formação no clube.

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Se havia dúvidas de que o Liverpool continuaria a ser uma potência mundial, este plantel dissipa-as por completo. Com uma mistura fascinante de lendas consagradas, "newgens" de elite e contratações cirúrgicas, os Reds construíram uma autêntica máquina de vencer.

A baliza está entregue a mãos seguras. Enquanto o brasileiro Deivid Andrade traz a maturidade e os reflexos de um guarda-redes de topo, a evolução de Matthew Young é o que mais entusiasma os adeptos em Anfield. Com apenas 20 anos, Young já é visto como o sucessor natural, mantendo uma competição saudável com o experiente Pierce Charles. A linha defensiva é, provavelmente, a mais valiosa do mundo. O grande destaque vai para o prodígio neerlandês Valentin Krug, avaliado em astronómicos 165M €. Krug não é apenas um defesa; é o futuro do futebol total. O setor intermediário é o motor da equipa. A presença de Fernando Silva, um médio defensivo completo, dá a liberdade necessária para que talentos como Stephen Whittle e o veterano Max Hartlieb ditem o ritmo de jogo. Na frente, o Liverpool é simplesmente letal.

Este Liverpool de 2026 é uma equipa construída para dominar tanto a Premier League como a Champions League. Com um valor de mercado total que ultrapassa os mil milhões de euros, o desafio para o treinador não é ganhar, mas sim gerir tanto talento num só balneário.

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A preparação para a nova época não poderia ter corrido melhor. O Liverpool realizou uma série de jogos amigáveis em que demonstrou uma eficácia ofensiva impressionante e uma solidez defensiva de ferro. Estrela Vermelha 0-3 Liverpool: Uma vitória segura para abrir as hostilidades fora de casa. Beşiktaş 0-2 Liverpool: Mais um triunfo sólido em solo turco. Waldhof Mannheim 1-5 Liverpool: Uma goleada expressiva que evidenciou a profundidade do plantel. Braunschweig 0-6 Liverpool: O expoente máximo da força ofensiva da equipa durante o estágio. Liverpool 3-1 Galatasaray: O regresso a Anfield foi selado com uma vitória clara perante os seus adeptos.

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Supertaça de Inglaterra

O Liverpool continua a ditar leis no futebol inglês. Numa tarde eletrizante em Wembley, perante 90 mil espetadores, os "Reds" bateram o Arsenal por 4-2, conquistando a Supertaça Inglesa (Community Shield) pela segunda vez consecutiva. Foi um jogo que teve de tudo: golos de belo efeito, intervenções decisivas do VAR e o brilho individual de nomes que já dominam o panorama mundial em 2035.

A equipa de Merseyside entrou com uma fome voraz. Logo aos 14 minutos, o ala Stanley Feremba abriu o ativo com um remate fulminante de fora da área (cerca de 20 metros), não dando hipóteses ao guardião dos "Gunners".

A vantagem foi ampliada pouco depois, aos 25 minutos, pelo suspeito do costume: Francesco Camarda. O "fantástico" ponta-de-lança não tremeu da marca de grande penalidade, colocando a bola com precisão no canto inferior direito. O lance ainda foi alvo de análise pelo VAR, mas o árbitro Andrew Sheppard confirmou o castigo máximo.

Ainda antes do descanso, o jogo entrou numa fase frenética: José Maria aproveitou um erro defensivo de Titto para fazer o 3-0, num golo inicialmente anulado mas validado após intervenção do VAR. O Arsenal respondeu aos 44 minutos, com o internacional português Gonçalo Inácio a reduzir para 3-1 através de um cabeceamento imperial na sequência de uma bola parada.

 Na segunda parte, o ritmo baixou ligeiramente, mas o Liverpool nunca perdeu o controlo. Aos 83 minutos, o médio Max Hartlieb sentenciou a partida com um remate potente de curta distância, elevando o marcador para 4-1.

O Arsenal ainda conseguiu reduzir por Titto, que se redimiu do erro inicial ao aproveitar uma falha de Deivid Andrade para fixar o resultado final em 4-2. No entanto, a festa foi mesmo vermelha, com o capitão do Liverpool a erguer o troféu sob os aplausos de um Wembley esgotado.

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  • Cadete213 mudou o título para [FM2026] O Viking - Liverpool FC - 2034/35 - Atu 12/01
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Movimentou bastante o mercado, e já conseguiu dar um troco nos Gunners com esse título da Supertaça. Vamos por muito mais. Boa sorte.

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Excelente mercado de transferências e um bom início, já com troféu!

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22 horas atrás, mfeitosa disse:

Movimentou bastante o mercado, e já conseguiu dar um troco nos Gunners com esse título da Supertaça. Vamos por muito mais. Boa sorte.

Vamos mesmo. Obrigado. 

21 horas atrás, Darthz disse:

Excelente mercado de transferências e um bom início, já com troféu!

Venham mais troféus. Obrigado. 

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Blue Lagoon

A Blue Lagoon, ou Lagoa Azul, é uma das atrações mais emblemáticas da Islândia e um verdadeiro ícone do país. Situada na península de Reykjanes, a cerca de 40 minutos de Reiquiavique, esta lagoa geotérmica destaca-se pelas suas águas de um azul-leitoso intenso, ricas em sílica, algas e minerais, conhecidas pelas suas propriedades benéficas para a pele.

A água mantém uma temperatura média entre 37 °C e 40 °C durante todo o ano, o que torna a experiência especialmente mágica no inverno, quando o vapor contrasta com a paisagem vulcânica e, por vezes, coberta de neve. Apesar do aspeto natural, a Blue Lagoon é uma criação artificial, resultante da atividade da central geotérmica próxima, mas perfeitamente integrada no ambiente islandês.

Mais do que um simples local para banho, a Blue Lagoon oferece uma experiência completa de bem-estar e relaxamento, com spas, massagens dentro de água, máscaras faciais de sílica e áreas de descanso. É um espaço onde natureza, ciência e turismo se encontram, tornando-se uma paragem quase obrigatória para quem visita a Islândia pela primeira vez.

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(Foto tirada por mim)

 

Notícias

Harry Kane, o icónico avançado inglês, assume o cargo de Treinador Adjunto dos Sub-21 do Liverpool.

Depois de uma carreira recheada de golos, Harry Kane está de volta ao ativo, mas desta vez no banco de suplentes. O Liverpool confirmou o acordo com o antigo capitão inglês para integrar a estrutura técnica da formação como Treinador Adjunto da equipa Sub-21.

A contratação é vista como um golpe de mestre da direção do Liverpool, que garante a experiência de um dos melhores finalizadores da história para lapidar os jovens talentos da academia. O custo da operação foi nulo, focando-se inteiramente no desenvolvimento do staff técnico do clube.

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Bukayo Saka, o veterano do Liverpool, bateu Lamine Yamal e Endrick na corrida pela Bola de Ouro após uma época de sonho.

Numa demonstração de que a classe não tem idade, Bukayo Saka conquistou o prémio de Melhor Jogador do Mundo. A estrela do Liverpool, agora com 35 anos, assinou uma temporada estratosférica com 22 golos e 13 assistências em 40 jogos, terminando com uma nota média impressionante de 7,86.

Saka superou a concorrência feroz de Lamine Yamal (Man City) e Endrick (Real Madrid), provando ser a peça fulcral no esquema tático dos "Reds". Além do prémio principal, o internacional inglês levou para casa a Bola de Ouro Mundial, consolidando o seu estatuto de lenda viva do futebol moderno.

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Família Nypan em grande

O médio do Manchester United impôs-se perante a concorrência e arrecadou o prestigiado galardão de Jogador do Ano da Noruega. Um orgulho para a família Nypan que já tem o melhor treinador norueguês da atualidade.

Sverre Halseth Nypan é oficialmente o melhor jogador norueguês da atualidade. Aos 29 anos, o criativo do Manchester United venceu o prémio de Jogador do Ano - Noruega, após uma temporada de consistência assinalável: 37 jogos, 7 golos e 12 assistências.

Nypan superou Jens Hjertø-Dahl (Leeds) e Daniel Skaarud (Lyon) na votação final. O médio tem sido a bússola dos "Red Devils", mantendo uma classificação média de 7,15 e reafirmando-se como uma das figuras de proa do futebol nórdico.

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Jogos

O Liverpool de 2035 está a desenhar um início de temporada que roça a perfeição. Com um futebol vertiginoso e uma eficácia ofensiva que faz tremer qualquer defesa, os Reds fecharam o mês de setembro com um registo impressionante, deixando claro que são os principais candidatos a erguer todos os troféus em disputa.

A caminhada na liga inglesa tem sido um verdadeiro festival de golos. O ponto alto aconteceu a 19 de agosto, quando o Brighton foi literalmente atropelado em Anfield por 7-0, num jogo que serviu de aviso para a concorrência. Nem mesmo as visitas complicadas parecem travar este conjunto: as vitórias sobre o Leicester (1-2) e o triunfo categórico no terreno do Everton (1-4) no derbi de Merseyside mostraram um Liverpool pragmático e impiedoso.

O mês de setembro trouxe mais do mesmo. A recepção ao Nottingham Forest resultou numa "mão cheia" de golos (5-1), seguida de um expressivo 6-0 frente ao Sunderland, onde a superioridade técnica dos comandados de Anfield foi absoluta.

Na Champions League, a entrada na Fase de Liga não poderia ter sido melhor. O Liverpool viajou até à Sérvia para vencer o Estrela Vermelha por 0-3, num ambiente hostil que em nada afetou o rendimento da equipa. Seguiu-se o triunfo caseiro frente ao Rennes (4-1), cimentando a posição no topo da tabela europeia.

O momento de maior drama viveu-se na Carabao Cup. Num clássico eletrizante contra o Manchester United, o empate a duas bolas no tempo regulamentar obrigou à decisão por grandes penalidades. Aí, os nervos de aço dos Reds prevaleceram, eliminando o eterno rival e garantindo a passagem à próxima fase.

O único "soluço" nesta caminhada imaculada aconteceu na visita ao West Brom, onde um empate (1-1) soube a pouco perante o caudal ofensivo produzido. No entanto, a resposta foi de campeão: na última jornada de setembro, o Liverpool deslocou-se ao terreno do Oxford United e arrancou uma vitória sofrida mas essencial por 0-1.

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Após um outubro de emoções fortes, em que a equipa mostrou tanto o seu poder de fogo como a resiliência necessária nas grandes noites europeias, o mês de novembro consolidou os Reds como a força dominante em todas as frentes.

O mês começou com um autêntico festival de golos em Anfield. O Leeds United foi a vítima de serviço, saindo vergado por uns pesadíssimos 7-2 que ecoaram por toda a Premier League. Contudo, a meio da semana, a realidade europeia trouxe um desafio de outra dimensão. No Bernabéu, num duelo de titãs pela Champions League, o Liverpool caiu de pé frente ao Real Madrid (3-2), num jogo onde os pormenores ditaram a sorte madrilena.

Seguiu-se a visita ao terreno do Tottenham, onde o cansaço europeu se fez sentir. O empate a 2-2 foi um teste à maturidade da equipa, que soube sofrer para trazer um ponto de Londres. Para fechar o mês, uma nota de autoridade na Taça da Liga: uma deslocação ao terreno do Port Vale resolvida com um categórico 0-5, garantindo a passagem à fase seguinte sem sobressaltos.

Se outubro foi de altos e baixos, novembro foi o mês da perfeição. Cinco jogos, cinco vitórias e — o que mais impressiona — zero golos sofridosNorwich City (2-0): Um triunfo pragmático em casa para abrir as hostilidades. Sevilla (1-2): Na Andaluzia, os Reds mostraram estofo de campeão europeu, conquistando três pontos vitais na Fase de Liga da Champions. Aston Villa (0-2): Uma deslocação tradicionalmente difícil resolvida com uma exibição sólida e eficaz. West Ham (2-0): Em Anfield, a lei do mais forte voltou a prevalecer perante uns Hammers sem argumentos. Inter de Milão (4-0): A cereja no topo do bolo. Uma noite europeia mágica onde os italianos foram completamente anulados. O 4-0 final não deixa margem para dúvidas: este Liverpool está pronto para reconquistar a Europa.

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O Liverpool FC encerrou o emblemático período do "Boxing Day" com um balanço agridoce, mas maioritariamente positivo. Num mês de dezembro frenético, os Reds mostraram duas faces: a de um rolo compressor imparável em Anfield e a de uma equipa ainda vulnerável em terrenos forasteiros.

Se restavam dúvidas sobre o poderio caseiro da equipa, Dezembro tratou de as dissipar. Quatro jogos em casa, quatro vitórias categóricas e um festival de golos que deixou os adeptos em êxtase. Massacre ao City: O destaque maior vai para a receção ao Manchester City. O que se previa ser um duelo equilibrado transformou-se num monólogo de 4-0, repetido dias depois (4-2) para a Carabao Cup, carimbando a passagem às meias-finais. Seis Golos contra o Chelsea: Num dos jogos mais loucos da temporada, o Liverpool bateu o Chelsea por uns impensáveis 6-3. Foi futebol de ataque puro, ainda que tenha deixado alguns avisos sobre a consistência defensiva. Domínio no Boxing Day: O Arsenal foi a última vítima do ano em Anfield, saindo vergado a um 4-1 sem apelo nem agravo.

Contrariando o brilho caseiro, as deslocações continuam a ser o maior desafio. A derrota na Alemanha frente ao Bayer Leverkusen (2-0) para a Champions League foi o ponto baixo do mês, revelando uma equipa com dificuldades em impor o seu ritmo na Europa.

Na Premier League, os deslizes fora de portas custaram pontos preciosos. O empate em Old Trafford (1-1) frente ao Manchester United aceita-se pela rivalidade, mas a derrota final do ano em Newcastle (3-2) deixou um amargo de boca.

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A Premier League entrou numa fase decisiva e, olhando para a tabela classificativa, o cenário é de absoluta incerteza, embora com um protagonista claro. O Liverpool lidera com mão de ferro, somando 48 pontos em apenas 19 jogos, mas sente o hálito do Manchester United no pescoço.

Os Reds têm sido a equipa mais consistente da prova. Com apenas uma derrota e um ataque demolidor (61 golos marcados), a formação de Merseyside segue na frente com 3 pontos de vantagem e, crucialmente, um jogo a menos do que o seu perseguidor direto. Já o Manchester United, com 20 jogos disputados, mantém-se na luta graças a uma defesa de betão — a menos batida do campeonato, com apenas 12 golos sofridos. A vitória na última jornada mantém a pressão alta sobre os homens de Anfield.

A verdadeira revolução acontece logo abaixo. O Everton segura um impressionante 3.º lugar, embora com o Newcastle a morder os calcanhares. Os Magpies subiram na tabela e têm o benefício de ter menos um jogo que os Toffees, o que lhes permite sonhar com o pódio. Pela negativa, nota-se a queda de Arsenal e Manchester City. Ambas as equipas têm dois jogos em atraso face aos rivais de Manchester e Liverpool, mas os desaires recentes atiraram-nos para o 5.º e 6.º postos, respetivamente. Se vencerem os jogos em falta, a luta pelo título passará a ser a cinco ou seis mãos.

Na cauda da tabela, o cenário é dramático para o Norwich City, que ocupa a lanterna vermelha com apenas 8 pontos. Acompanham-no na zona de despromoção o Oxford United (11 pts) e o Leicester City (12 pts), equipas que precisam desesperadamente de inverter a tendência de derrotas para evitar a descida de divisão. Destaque ainda para o West Brom, que com 15 pontos respira ligeiramente acima da linha de água, mas continua em perigo imediato.

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A fase de liga da UEFA Champions League está ao rubro e, após seis jornadas disputadas, o cenário começa a definir-se para os grandes colossos europeus. O Manchester City continua a ditar leis, mantendo um registo imaculado: seis jogos, seis vitórias, e uma liderança isolada que confirma o estatuto de principal favorito ao título.

O FC Porto é um dos grandes destaques desta atualização. Com uma subida na tabela, os azuis e brancos ocupam agora um prestigiado 3.º lugar, somando 13 pontos. A formação portista tem demonstrado uma solidez defensiva assinalável (apenas 4 golos sofridos) e uma eficácia que lhe permite olhar olhos nos olhos com gigantes como o AC Milan e o Arsenal, que seguem logo atrás com a mesma pontuação, ou mesmo o Liverpool que está num confortável 6º lugar.

Notas de Destaque: Surpresa Francesa: O Lens continua a surpreender a Europa, segurando o 7.º posto, à frente do Real Madrid. Gigantes em Apuros: O Barcelona (19.º) e o PSG (22.º) continuam a realizar uma campanha abaixo das expetativas, perigosamente perto da linha de água da eliminação. Eficácia Italiana: AS Roma (2.º) e AC Milan (4.º) confirmam o bom momento do futebol transalpino, ocupando lugares de topo.

Com apenas duas jornadas para o fim desta fase, a margem de erro é agora inexistente.

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  • Cadete213 mudou o título para [FM2026] O Viking - Liverpool FC - 2035/36 - Atu 20/01
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Temporada vem sendo avassaladora na Inglaterra. Já na UEFA, a coisa tá mais apertada. Não tem margem pra erro mesmo.

Consegue postar um SS do Endrick e Estevão? Pode ser em spoiler mesmo.

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5 horas atrás, twitch.tvstayheavy87 disse:

Temporada vem sendo avassaladora na Inglaterra. Já na UEFA, a coisa tá mais apertada. Não tem margem pra erro mesmo.

Consegue postar um SS do Endrick e Estevão? Pode ser em spoiler mesmo.

Dominamos e bem em Inglaterra, mas na Champions temos tido dificuldades inesperadas. Mas o caminho ainda é longo. Obrigado.

Endrick e Estevão.

Spoiler

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  • 2 semanas atrás...
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Nossa, tá sobrando com o Liverpool,  muito bom. Mercado foi de faxina geral e vem dando resultado.

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8 horas atrás, Carlos Magno22 disse:

Nossa, tá sobrando com o Liverpool,  muito bom. Mercado foi de faxina geral e vem dando resultado.

Está dando muito resultado mesmo. Dominando com o Liverpool. Obrigado.

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Cascata Faxi

A cascata Faxi (também conhecida como Vatnsleysufoss) é uma das "joias escondidas" da Islândia, muitas vezes ofuscada pela sua vizinha gigante, Gullfoss. No entanto, é um ponto de paragem obrigatório para quem procura beleza sem as multidões habituais.

A Faxi situa-se no rio Tungufljót, mesmo à saída da famosa rota do Golden Circle (Círculo Dourado). Fica a cerca de 12 km de Geysir e a 20 km de Gullfoss, o que a torna um desvio muito fácil e rápido (cerca de 10-15 minutos de carro).

Embora não seja muito alta (cerca de 7 metros), é extraordinariamente larga, criando uma cortina de água impressionante e fotogénica. No lado esquerdo da cascata, existe uma "escada" artificial construída para ajudar o salmão a subir o rio para desovar — um detalhe fascinante da engenharia local ligada à natureza. Ao contrário de Gullfoss, aqui podes aproximar-te muito mais da água e desfrutar do som da queda de água com muito menos turistas à volta.

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(Foto tirada por mim)

 

Transferências

O mercado de janeiro em Anfield Road está a ser tudo menos calmo. Num movimento estratégico de emagrecimento do plantel e otimização financeira, os Reds confirmaram nas últimas semanas várias saídas de relevo, com o foco virado para a Premier League.

A saída que mais tinta faz correr é, sem dúvida, a de Refik Kahraman. O internacional turco rumou ao rival Manchester City num negócio fixado nos 29 milhões de euros. Kahraman deixa Liverpool com uma média exibicional sólida (7,16) e dois golos na conta pessoal, sugerindo que Guardiola poderá ter encontrado uma peça de rotação valiosa no tabuleiro de Manchester.

Para além do encaixe financeiro com Kahraman, a estrutura técnica liderada pela direção do Liverpool decidiu abrir mão de ativos que não entravam nas contas para o resto da época: Murphy Tshongo: O jovem ruma ao Southampton a custo zero, procurando os minutos que a concorrência feroz em Anfield lhe negava. Gareth Bailey: Segue o mesmo caminho, reforçando o Sheffield United sem custos imediatos de transferência.

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Jogos

O Liverpool FC encerrou um mês de janeiro praticamente perfeito, cimentando o seu estatuto de candidato a todos os troféus da época 2035/36. Com uma folha de resultados impressionante, os Reds mostraram uma solidez defensiva e uma eficácia ofensiva que deixam a concorrência em sentido.

O grande destaque do mês foi a performance nas taças domésticas. Na Carabao Cup, o Liverpool carimbou o passaporte para a final com uma demonstração de força total frente ao Fulham, vencendo a eliminatória por um agregado de 7-0 (4-0 em casa e 0-3 fora).

Já na FA Cup, a equipa de Anfield continua imparável. Depois de despachar o QPR (2-3), os Reds garantiram a passagem à próxima fase com uma vitória caseira suada, mas justificada, por 1-0 frente ao Arsenal, num jogo que testou a resiliência do plantel.

Nas noites europeias, a música da Champions continuou a sorrir aos adeptos de Merseyside. Duas vitórias caseiras cruciais contra o VfB Stuttgart (3-1) e a AS Roma (1-0) garantiram pontos fundamentais na Fase de Liga, mantendo a equipa no topo da hierarquia continental.

Na Premier League, se em Anfield a equipa parece invencível (vitória por 2-0 frente ao Everton no derby de Ano Novo), a jogar fora de casa o Liverpool sentiu algumas dificuldades na Premier League. Os empates frente ao Nottingham Forest (1-1) e ao Brighton (2-2) foram os únicos "soluços" num mês de resto irrepreensível, impedindo um pleno de vitórias.

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O Liverpool de 2036 continua a escrever páginas de ouro na sua história recente. Após um período de calendário asfixiante entre Fevereiro e Março, os Reds não só consolidaram a sua posição na Premier League, como carimbaram a passagem na Europa com exibições que roçaram a perfeição.

Na liga inglesa, a equipa tem-se mostrado implacável em Anfield. O ponto alto desta caminhada foi, sem dúvida, a receção ao Wolverhampton, onde o marcador registou uns impressionantes 7-0. Uma demonstração de poder de fogo que serviu de aviso à concorrência. Apesar de alguns percalços fora de portas (como as derrotas tangenciais frente a Sunderland e Man City), a vitória por 2-3 no terreno do West Ham veio repor a confiança nos jogos como visitante.

Se a nível interno a equipa brilha, na Champions League o Liverpool foi avassalador. O sorteio dos oitavos-de-final colocou o Nápoles no caminho, mas os italianos não foram oponentes à altura. Primeira Mão: Uma vitória categórica em Itália por 2-5Segunda Mão: Confirmação em Anfield com novo triunfo por 5-0. Um agregado de 10-2 que coloca o Liverpool como o principal tubarão a evitar no sorteio dos quartos-de-final.

O mês de Fevereiro trouxe também o primeiro troféu da época: a Carabao Cup. Numa final disputada em Wembley contra o Southampton, os Reds venceram por 2-0, garantindo que o armário de troféus não fica vazio este ano.

Na FA Cup, a caminhada continua firme. Após despachar o Plymouth, o Liverpool não teve piedade do Leicester nos quartos-de-final, aplicando uma "chapa cinco" (1-5) em pleno King Power Stadium.

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Esta foi, sem dúvida, uma das épocas mais gloriosas da história recente do Liverpool FC. Sob um calendário impiedoso em Abril e Maio de 2036, os Reds não só sobreviveram, como dizimaram a concorrência para selar um "Treble" (Triplete) que ficará gravado na memória de Anfield.

Abril começou com a afirmação de poder na Premier League contra o Newcastle (3-0), mas foi na Europa que o mundo parou. Receber o Real Madrid em Anfield e aplicar um 4-1 categórico enviou um sinal claro: o Liverpool era o favorito ao trono europeu. Mesmo com um susto na capital espanhola (derrota por 2-0), a vantagem da primeira mão foi suficiente para garantir as meias-finais. Pelo meio, a equipa mostrou uma resiliência de ferro ao bater o Arsenal fora e ao garantir o bilhete para a final da FA Cup numa batalha de nervos contra o Aston Villa (2-3). O mês terminou com "chave de ouro" ao esmagar o Manchester United (3-0) e ao silenciar San Siro com um 2-4 frente ao AC Milan.

Se Abril foi de resistência, Maio foi de pura classe. Apesar de um deslize caseiro frente ao Tottenham para a liga (0-2), a resposta foi imediata e brutal. Na segunda mão contra o AC Milan, o Liverpool assinou uma das exibições mais dominadoras da história da Champions: um 6-0 sem apelo nem agravo que carimbou a passagem para a final.

FA Cup: O reencontro com o Tottenham na final foi a oportunidade perfeita para a vingança. Num jogo aberto, os Reds foram letais, vencendo por 2-5 e levantando o prestigiado troféu em Wembley.

Champions League: O culminar da época aconteceu a 31 de Maio. Frente à Juventus, num jogo de nervos à flor da pele, a eficácia britânica prevaleceu. O 2-1 final garantiu a "Orelhuda" e confirmou o Liverpool como o rei absoluto da Europa em 2036.

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O Liverpool é o novo rei de Inglaterra. A equipa de Merseyside confirmou o favoritismo e ergueu o troféu da Premier League após uma caminhada imperial, somando 28 vitórias em 38 jogos. Com um poder de fogo demolidor, os comandados de Anfield atingiram a marca impressionante de 108 golos marcados, deixando o segundo classificado, o Manchester United, a uma distância considerável de 12 pontos.

Embora longe do título, o Manchester United assegurou o estatuto de "best of the rest". Com 78 pontos, os Red Devils superaram o rival Manchester City, que sentiu dificuldades em acompanhar o ritmo e terminou em 3.º lugar, com os mesmos 71 pontos que o Arsenal. Os Gunners fecham o lote de equipas com passaporte direto para a elite europeia, num regresso sólido aos grandes palcos.

O Everton (5.º) e o Southampton (6.º) foram as grandes sensações da temporada. Os Saints conseguiram mesmo ultrapassar o Sunderland na última jornada, garantindo uma posição privilegiada na tabela. Nota positiva também para o Sunderland que, apesar da queda na última ronda, assinou uma campanha memorável ao terminar em 7.º, à frente de colossos como Newcastle e Tottenham.

Na metade inferior da tabela, o destaque negativo vai para o Chelsea. Os Blues não foram além de um modesto 13.º lugar, somando mais derrotas (16) do que vitórias (11) — um registo paupérrimo para o investimento do clube londrino. Na zona de desespero, o veredicto foi cruel para três históricos. Leicester City, Oxford United e Norwich City dizem adeus ao escalão principal. O Leicester ainda lutou até ao fim, mas os 34 pontos foram insuficientes para alcançar a salvação, ditada pelo Wolverhampton e West Brom (36 pontos). No fundo do poço, Oxford e Norwich terminaram abraçados com apenas 20 pontos, confirmando uma descida anunciada há várias jornadas.

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Notícias

O Liverpool de André Luiz e companhia continua a escrever páginas de ouro na história da Premier League. Os Reds revalidaram o título de campeões ingleses na época 2035/36, confirmando uma hegemonia que parece não ter fim à vista. Com um futebol assente no espetáculo ofensivo, a equipa de Merseyside não deu hipóteses à concorrência, somando goleadas que ficarão para a posteridade.

A caminhada para o título foi marcada por exibições de gala. O Anfield e os estádios adversários foram palco de verdadeiros festivais de golos. O veterano (nesta linha temporal) Rasmus Højlund foi uma das figuras centrais, apontando 18 golos decisivos que selaram o destino da taça. 

André Luiz, o maestro dos Reds, foi o jogador mais consistente do campeonato, terminando com uma nota média de 7.69, provando ser o motor criativo da equipa. Já Amorim destacou-se como o principal "garçom" da liga, servindo os avançados com uma precisão cirúrgica.

A grande nota de destaque individual fora dos campeões vai para Brandão. O avançado do Southampton garantiu a "Bota de Ouro" da Premier League com 25 golos, um feito notável considerando o domínio coletivo do Liverpool.

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O Liverpool de 2036 não é apenas uma equipa; é uma força da natureza. Após a conquista da Champions League, a cidade de Merseyside parou para celebrar o que já é classificado como um "quíntuplo" histórico. A finalização de uma época de sonho foi confirmada com um bónus de 42 milhões de euros nos cofres do clube, mas é o que se passou dentro das quatro linhas que ficará para a posteridade. A caminhada para o título foi marcada por resultados que parecem saídos de outro planeta. O Liverpool não se limitou a vencer; humilhou gigantes europeus com uma facilidade desconcertante.

Se o coletivo funcionou como um relógio suíço, as individualidades ditaram a lei do mais forte. Bukayo Saka foi o motor dos golos decisivos. Apesar do domínio do Liverpool, o troféu de "Pistoleiro" da Europa voou para Milão, com Felix Baker (CAS) a sagrar-se o melhor marcador da prova com 12 golos. 

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O mítico relvado de Wembley voltou a pintar-se de vermelho. Numa final que colocou frente a frente dois gigantes do futebol inglês, o Liverpool superiorizou-se ao Tottenham Hotspur para conquistar a prestigiada Taça FA, revalidando o título de detentor do troféu.

A equipa de Merseyside não teve um percurso facilitado, mas demonstrou uma resiliência de campeão. Entre os momentos mais marcantes desta campanha, destaca-se a goleada impiedosa de 5-1 sobre o Leicester City e o triunfo estratégico de 1-0 frente ao Arsenal, que provou a solidez defensiva do conjunto liderado pelos seus astros.

Se o sucesso coletivo é evidente, os números individuais são avassaladores. Amir Ibragimov foi o grande destaque da competição, terminando com uma classificação média estratosférica de 8,50, um valor que reflete a sua influência total em cada minuto disputado. No capítulo do passe, Øystein Haugen foi o "garçom" de serviço, somando 5 assistências cruciais para o desfecho vitorioso.

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O Liverpool voltou a erguer o troféu da EFL Cup, reafirmando-se como a força dominante da competição. Numa caminhada que ficará gravada na memória dos adeptos, os "Reds" cilindraram praticamente tudo o que lhes apareceu pela frente, deixando um rasto de goleadas e exibições de gala que justificam o estatuto de detentores do título.

O percurso até ao troféu foi um verdadeiro "atropelo" tático. Entre os momentos mais marcantes, destacam-se: O Clássico: Um triunfo musculado por 4-2 frente ao Manchester City, que provou a superioridade mental da equipa. A Eficácia: Vitórias categóricas contra o Fulham (4-0) e uma "manita" ao Port Vale (5-0)O Drama: A épica vitória nas grandes penalidades contra o Manchester United (8-7), num teste de nervos que demonstrou a resiliência deste grupo.

Embora o coletivo tenha brilhado, as individualidades foram decisivas. Sam Rak-Sakyi foi o "garçom" de serviço, liderando a tabela de assistências com 4 passes para golo, servindo de motor criativo à equipa. No plano defensivo e de equilíbrio, Tope Amaechi registou uma classificação média estratosférica de 8,80, sendo o pilar de consistência que permitiu ao Liverpool sonhar alto.

Na final, o Southampton bem tentou resistir, mas acabou por se render ao poderio de Anfield, ficando-se pelo honroso lugar de vice-campeão.

Com esta vitória, o Liverpool não só garante mais um troféu para o museu, como assegura a qualificação para as competições da UEFA, celebrando uma "dobradinha" que deixa o treinador e os adeptos em estado de graça. O futebol inglês continua pintado de vermelho.

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  • Cadete213 mudou o título para [FM2026] O Viking - Liverpool FC - 2035/36 - Atu 30/01

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