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Tsuru

Templates táticos não devem ser usados como táticas prontas

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Tsuru

Apesar disso não ser explicado em nenhum momento dentro do FM - e tudo fazer parecer o contrário - os templates táticos não devem ser utilizados como táticas prontas, e sim como pontos de partida para os jogadores construírem as suas próprias. Uma vez que o jogador os adota como táticas prontas, está indo por sua conta e risco. E é claro que isso vale também para o gegenpress.

A questão foi abordada no fórum oficial da Sports Interactive, por isso achei importante compartilhar por aqui já que não existe nenhum material similar em português. O usuário herne79, que teve a oportunidade de olhar os templates antes da inclusão no jogo ainda no FM 19, explicou por lá o seguinte (a tradução/adaptação é minha):
 

"Como alguém que deu feedback sobre os templates antes de serem lançados há alguns anos, gostaria de dar a todos uma perspectiva diferente, pois parece existir uma boa quantidade de mal-entendido.

Ao olhar para um desses templates (já esqueci qual deles agora, mas era um dos mais defensivos), mostrei o que estava faltando e como talvez pudesse ser melhorado. Mas eu estava perdendo todo o ponto de ser um template - nada mais do que um ponto de partida principalmente para técnicos inexperientes que simplesmente não sabem por onde começar, com objetivo de transmitir alguns princípios gerais básicos de design tático. Eles são algo para ser adaptado dependendo dos jogadores disponíveis e adversários. É isso. Eles não são o artigo acabado, não são uma "roupa de tamanho único", não são uma supertática e se você usá-los como tal, você o faz por sua própria conta e risco. O feedback que dei [à Sports Interactive] foi mostrando como poderia ser mais um "artigo acabado", mas isso tiraria o objetivo de ser um template.

Portanto, é muito bom ter as pessoas mais experientes comentando sobre como esses templates são exagerados, inúteis, mal projetados etc., mas, como aconteceu comigo, você está perdendo o ponto. Bem, em algumas áreas, pode-se argumentar que essas predefinições podem ser enganosas, talvez excessivamente passivas ou agressivas, e isso poderia ser pior para técnicos inexperientes. Porém, novamente, eles são apenas um ponto de partida. Uma referência se você quiser - algo que diz "ok, aqui estão alguns princípios gerais para fazer você pensar sobre esses estilos, agora pegue esses princípios e adapte-os".

E eu sugeriria que, diante dessa perspectiva, eles servem a esse propósito. Para sistemas defensivos, eles fazem você pensar sobre a formação, se defender mais profundamente, jogar passivamente, e o oposto para sistemas mais ofensivos. Se eles se revelarem "exagerados", cabe a nós adaptá-los. Para sistemas de posse de bola, as predefinições introduzem alguns princípios gerais de controle de bola, tempo, passes mais curtos e assim por diante. Mas isso não fica muito claro no jogo.

Há uma falta de informação e muitos mal-entendidos não apenas sobre o que as coisas realmente fazem, mas - muito mais importante - como as coisas se combinam. O problema é usar o template Catenaccio de uma forma não intencional - você não o adapta para o seu time de jogo ou para o adversário e realmente não presta muita atenção aos princípios dados que podem ter levado você a fazer algumas mudanças. Você acabou de usá-lo como uma roupa de tamanho único, que não é como deveria ser usado. Vou enfatizar que não é sua culpa porque não é realmente claro no jogo qual é o uso pretendido."
 

Eu já desconfiava disso - os templates são realmente muito ruins se utilizados sem alteração, e a SI geralmente não gosta de oferecer nada pronto, o objetivo deles é sempre definir uma lógica de tentativa e erro que nos leve a fazer as coisas da nossa maneira. Para mim esse depoimento confirma as desconfianças que eu tinha, por isso sugiro que tomem muito cuidado se - e quando - utilizarem os templates táticos.

Estou dizendo que eles não funcionam? Não, de forma alguma, apenas recomendando cautela mesmo, para evitar frustrações com o desenrolar do jogo, e tentando ajudar a entender qual é o real papel deles dentro do FM.

E eu concordo com a visão do herne79? Não, de forma alguma. Acho que, da maneira como estão, os templates confundem mais do que ajudam e não esclarecem nada sobre princípios táticos, muito menos ajudam a construir algo - tem duzentas maneiras mais fáceis de começar do que com eles. Mas isso só confirma que usá-los como táticas prontas tem um grau de risco enorme.

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Johann Duwe

Por isso que eu evito essas táticas "prontas" e prefiro desenvolver minhas próprias criações. Se bem me lembro até usei ano passado o Wing Play jogando nas divisões baixas da Inglaterra.

E como disseram vários membros do fórum da SI, aqueles templates tem várias instruções em conflito, com uma sobrepondo a outra, única exceção talvez seja o Gegenpressing.

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felipevalle

Concordo sim. Templates assim como o conselho de tática sempre deixam a desejar. Mas servem para pontuar alguma carência. Algo que pode ser observado mais rápido com essa ferramenta do que visualmente pelo jogador.

Mesmo o RTM ou a outra ferramenta do GtF, só uso como parâmetro das funções. Mas depois faço adaptações ao meu estilo. Por exemplo, jogo numa versão da 4-2-3-1 que aponta alguns contrastes de equilíbrio, mas que na prática faz muitos gols. E é isso que procuro numa tática. Se fosse pra corrigi-la, perderia força ofensiva e não é esse o intuito.

Fora que há várias recomendações do jogo como do RTM que na prática são ineficientes, e que demandaria muito mais tempo para dar resultado e não seria tão bom quanto uma adaptada.

Lembro de uma rapidamente com La U que dizia pro time jogar num 4-2-3-1 dm, e até fiz um teste paralelo que deu bom resultado, mas nem se comparava com a minha tática.

 

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Banton

Eu acho que a ideia foi excelente de mostrar aos iniciantes os estilos de jogo mas o modo como eles introduziram no jogo é errado pra caramba. O cara que não entende nada de Football Manager vai levar aquilo ali ao pé da letra, acaba se frustrando com os resultados e desistindo da franquia.

E para entender o FM é coisa de anos. Não é fácil. Não é a toa que existe esse fórum aqui para facilitar as coisas.

 

 

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Tsuru
16 horas atrás, Johann Duwe disse:

Por isso que eu evito essas táticas "prontas" e prefiro desenvolver minhas próprias criações. Se bem me lembro até usei ano passado o Wing Play jogando nas divisões baixas da Inglaterra.

E como disseram vários membros do fórum da SI, aqueles templates tem várias instruções em conflito, com uma sobrepondo a outra, única exceção talvez seja o Gegenpressing.

Eu nem chego perto, de verdade. O máximo que eu fazia até a temporada passada era olhar quais templates o adjunto sugeria, pra ter uma ideia de possíveis estilos de jogo - mas prefiro olhar a previsão da mídia para a classificação final e a partir daí pensar se vou ser mais agressivo ou mais reativo.

A questão levantada pelo herne é que nem o Wing Play e nem o Gegen deveriam ser utilizados da forma como estão, é realmente pra ajustar. E se você reparar bem, eles dois têm algumas questões defensivas que dá pra arrumar, quando eu usava o Wing Play fazia muitos gols e sofria muitos também.

O que eu acho bizarro é que a comunicação disso é muito malfeita dentro do jogo, em nenhum momento eles sugerem que é um ponto de partida ou uma ideia. Pelo contrário, tudo dá a entender que é plug and play. O que deve ter de gente que escolhe um template, dá ruim, muda pra outro, dá ruim, o cara se irrita e atira o notebook pela janela, não deve estar no gibi...

16 horas atrás, felipevalle disse:

Concordo sim. Templates assim como o conselho de tática sempre deixam a desejar. Mas servem para pontuar alguma carência. Algo que pode ser observado mais rápido com essa ferramenta do que visualmente pelo jogador.

Mesmo o RTM ou a outra ferramenta do GtF, só uso como parâmetro das funções. Mas depois faço adaptações ao meu estilo. Por exemplo, jogo numa versão da 4-2-3-1 que aponta alguns contrastes de equilíbrio, mas que na prática faz muitos gols. E é isso que procuro numa tática. Se fosse pra corrigi-la, perderia força ofensiva e não é esse o intuito.

Fora que há várias recomendações do jogo como do RTM que na prática são ineficientes, e que demandaria muito mais tempo para dar resultado e não seria tão bom quanto uma adaptada.

Lembro de uma rapidamente com La U que dizia pro time jogar num 4-2-3-1 dm, e até fiz um teste paralelo que deu bom resultado, mas nem se comparava com a minha tática.

A própria necessidade de existir uma ferramenta como o RMT - que como um simples ponto de partida é excelente e infinitamente melhor do que as porcarias dos templates, diga-se - já mostra que a parte de criação tática dentro do jogo tem uma série de problemas. 

Mas há quem acredite que isso é proposital pois segue uma lógica bem estranha de que, se tudo fosse explicado e facilitado dentro do FM o jogo ficaria fácil e sem graça, e que temos que descobrir sozinhos, acertando e errando. Como se todo mundo tivesse esse tempo e paciência disponíveis, ou como se alguns não quisessem simplesmente ligar o jogo, botar ali qualquer coisa que funcione e jogar algumas partidas. Ou como se algumas pessoas simplesmente não se irritassem por não conseguir descobrir o que não funciona rapidamente - nem todo mundo tem saco pra assistir todas as partidas no Alargado e ficar tentando analisar taticamente erros e buracos. Até porque isso pode ser altamente subjetivo.

Tipo, eu leio, estudo, gosto de design tático, acho maneiro mesmo. Mas quantas vezes já veio gente me pedir ajuda, eu comecei a trocar ideia e a pessoa simplesmente ficou sem paciência, tacou qualquer coisa de forma aleatória e foi pro jogo? Design tático leva tempo, exige paciência, ter uma ideia, aplicar, ajustar, reaplicar, ajustar...tem quem curta e quem não. São perfis diferentes de jogadores e a falta de informação sobre o que fazem os templates acaba meio que levando esse jogador a acreditar que existe um caminho mais fácil - o que segundo o herne, meio que não existe. Ao menos não dentro do jogo né, o fórum oficial tá cheio de táticas pra download feitas por gente especializada em "quebrar" a ME; é basicamente só baixar e jogar. Obviamente que, se os jogadores tivessem mais facilidade pra fazer as deles esse tipo de coisa existiria em menor quantidade.

Há quem diga ainda que a falta de informação dentro do jogo meio que alimenta a criação de comunidades e a troca de informação entre os jogadores de FM, e que isso é visto com bons olhos por quem desenvolve. 

Eu não sei. Mas que eu preferia algo similar ao RMT dentro do jogo em vez de um monte de templates inúteis, certamente eu preferia.

11 horas atrás, Banton disse:

Eu acho que a ideia foi excelente de mostrar aos iniciantes os estilos de jogo mas o modo como eles introduziram no jogo é errado pra caramba. O cara que não entende nada de Football Manager vai levar aquilo ali ao pé da letra, acaba se frustrando com os resultados e desistindo da franquia.

E para entender o FM é coisa de anos. Não é fácil. Não é a toa que existe esse fórum aqui para facilitar as coisas.

Então...foi isso que eu discuti (no bom sentido) com o herne. Pra mim mostra os estilos de jogo mas de uma forma tosca e malfeita, porque leva, sei lá, o cara acreditar que pra jogar defensivamente basta seguir ou copiar o que é feito no template Catenaccio, que é por exemplo excessivamente passivo. E dependendo do ajuste feito ele fica pior - não ataca nem defende direito. Ou então que pra Contra-Ataque, seja Fluido ou Direto, você precisa necessariamente usar uma mentalidade Cautelosa - e dá pra jogar no Contra Ataque em qualquer mentalidade, eu fiquei uma temporada inteira usando contragolpe na Positiva por exemplo. 

Os templates podiam ter menos instruções ou ser um pouquinho mais coerentes, e ao mesmo tempo a comunicação de serem pontos de partida também podia ser melhor. Senão acontece o que você comentou, o cara que não entende, não tem saco ou quer simplesmente jogar o jogo sem pensar muito vai levar aquilo ao pé da letra, e eu não sei quem foi a pessoa que realmente acreditou que apostar numa lógica de tentativa e erro ia levar a mais insistência do que, sei lá, a reload, frustração e abandono. 

Ainda bem que existem os fóruns né. Senão acho que eu já teria largado faz tempo 🙂 

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Marcolation

Realmente o jogo peca bastante não só nesses templates, mas em não fornecer informações mais específicas de algumas funções/instruções.

Muitas coisas funcionam de forma diferente na prática do que seria esperado pela descrição do jogo, e para os novos jogadores isso pode ser bem frustrante.

Não fossem os fóruns, acho que teria desistido também de jogar. Tem muitos guias e discussões legais e até informações conflitantes em diferentes lugares, mas ter um espaço para pensar o jogo e compartilhar suas percepções táticas deixa o processo menos chato e tedioso, e começa a ser até legal.

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Tsuru
16 minutos atrás, Marcolation disse:

Realmente o jogo peca bastante não só nesses templates, mas em não fornecer informações mais específicas de algumas funções/instruções.

Muitas coisas funcionam de forma diferente na prática do que seria esperado pela descrição do jogo, e para os novos jogadores isso pode ser bem frustrante.

Não fossem os fóruns, acho que teria desistido também de jogar. Tem muitos guias e discussões legais e até informações conflitantes em diferentes lugares, mas ter um espaço para pensar o jogo e compartilhar suas percepções táticas deixa o processo menos chato e tedioso, e começa a ser até legal.

É como eu disse, eles meio que querem que você aprenda observando na prática. Mas isso pode ser altamente subjetivo e o seu jogador em campo ter, sei lá, um comportamento estranho por conta da marcação ou formação adversária. Ou seu atacante não estar fazendo gols porque a função dele e dos outros em volta o deixa isolado. Ou a mentalidade escolhida estar deixando seus jogadores "afobados" e finalizando tudo de forma muito apressada.

Nessas e outras situações não costuma ter absolutamente nenhuma pista do problema. O adjunto, que talvez pudesse dar conselhos assim, só fica dizendo bobagens e se contradizendo, as estatísticas de jogo são muito vagas e as notas dos jogadores parecem ser bem aleatórias. Então se tem algo errado e o jogador só vê os lances-chave, como muitos, fica igual cego tateando no escuro, muda aleatoriamente sem saber como nem o porquê. Eu por exemplo só melhorei taticamente depois que botei o 2D - porque consigo enxergar todo o campo - e passei a ver tudo no Alargado. Consome mais tempo, mas vale a pena. Agora, entendo perfeitamente que tem gente que não tem tempo nem saco.

Se eles querem que a gente faça sozinho, então que criem ferramentas pra nos ensinar a fazer. Não custava nada ter uma animação interativa explicando o que faz cada função e tarefa, da mesma forma que eles mostram nos templates, por exemplo. Ou uma ferramenta na mesma linha do RMT, no sentido de dizer "olha, seu lado esquerdo está desequilibrado, procure outra combinação", ou "seu atacante está isolado demais, tente mexer nisso". Podia ser inclusive uma ferramenta "paga" dentro do jogo, da mesma forma que acontece com o orçamento de observação, pra evitar abusos nesse sentido. 

Mas sinceramente, desencanei, o jogo é assim há muito tempo e eu duvido que mude de forma muito radical. Ainda bem mesmo que temos os fóruns e podemos trocar experiências e informações. 🙂 

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felipevalle

Paga com dinheiro do jogo. Favor né 😅

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Tsuru
21 horas atrás, felipevalle disse:

Paga com dinheiro do jogo. Favor né 😅

Se eles acham que precisa dificultar um pouco e querem evitar "abusos", dá pra fazer como o orçamento de observação. Até determinado momento que o clube comprasse o "software" que fizesse isso sem precisar pagar mais. Embora eu pessoalmente ache que com um RMT disponível isso já devia vir no jogo e com uso ilimitado, sem nenhum tipo de pagamento ou assim.

Mas sinceramente acho pouco provável qualquer coisa assim, pra mim o que vai acontecer é que numa das próximas versões eles vão trazer um novo criador tático e meio que dar um "reboot" nessa parte.

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      Eu uso desde sempre um 4-2-3-1 com extremos, tiki-taka personalizado. Era a tática que já era da Estrela lá no começo, eu não mexi muito e fui usando. Já tentei outras, mas essa foi a que mais me serviu ao longo do tempo. 

      Meu time tem um desempenho sempre aceitável. Eu sempre estou ali brigando por uma vaga nas competições continentais, normalmente pego o Camp. Europeu ou o Camp. Europeu II. Teve uma que fui pra Champions.
      Como estou há tempos no clube, eu consegui montar um time bom. Tem vários jogadores muito interessantes, que volta e meia recebem propostas altas de clubes bem maiores e o elenco é equilibrado e com opções. 
      O problema? O time sempre se dava mal no confronto com os grandes ingleses (seja nas taças ou na liga) e perdia uns jogos bobos, que faziam o desempenho cair.
      Aí eu descobri o Rate My Tatic...fiz os ajustes para a tática ficar 5 estrelas (que envolviam alguns ajustes de funções e principalmente remover várias instruções que eu nem sabia que estavam e conflitos. Fiz uma ou outra contratação para fechar.
      E deu bem certo. O time melhorou, diminuiu muito os pontos perdidos em jogos fáceis, fez bons jogos com os grandes, cheguei a sonhar com o título... mas ficou em segundo lugar, a 4 pts do campeão (Chelsea). E ainda perdeu a final da FA Cup pro Arsenal. Foi positivo, mas frustrante demais. 
      Eu sinto que falta só um “ajuste fino” pro time ir mais longe, levantar canecos. Que modificações vocês sugerem? 
      (Não estou conseguindo subir imagem, mas a tática é assim):
      4-2-3-1 com extremos 
      2 Defesas laterais com função de apoio
      2 defesas centrais função defender
      2 Médios centros com função de apoio
      1 médio ofensivo com função apoio
      2 extremos invertidos com função apoio 
      1 atacante completo com função atacar 

      as instruções de equipe 
      com posse:
      passar para espaço 
      jogar a partir da defesa 
      levar bola até a área 
      ritmo muito mais alto (estou pensando em tirar, meu time termina morto todas as partidas e tem quedas de desempenho ao longo da temporada) 
      em transição (não tinha no Rate):
      Pressionar
      contra atacar
      Sem posse
      linhas normais 
      Marcação apertada
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      O que vocês acham? Ajudem o novato, pfvr! Abraços!
    • Cadete213
      By Cadete213
      Olá a todos. Sou novo por cá, mas sou um dos veteranos do CMPT (o fórum FM em Portugal), onde me registei em 2006. Gosto de apresentar os saves com mais base nas imagens do que nos textos, mas não esperem muito em termos de grafismos 😁
      Meu nome é Fábio, mas sou conhecido como Cadete, devido ao antigo jogador de futebol do Sporting e Celtic (entre outros), Jorge Cadete. Sou natural do Funchal, Ilha da Madeira. Ou seja, sou da mesma cidade do Cristiano Ronaldo.

      Sempre fui fã de futebol e minha equipa favorita é o Arsenal. Muito novo comecei a jogar nas camadas jovens do CS Marítimo, e por lá fiquei até aos 17 anos. Pelo caminho, fui campeão regional várias vezes e cheguei a jogar contra o grande CR7, quando este ainda vestia as cores da camisola do CD Nacional. A melhor época que tive, foi nos sub-17, quando terminamos a época sem derrotas (20 vitórias e 2 empates). De seguida, disputamos a fase nacional, onde defrontei o Sporting CP, Barreirense e Campomaiorense. Estes dois últimos, já viveram dias melhores e o Campomaiorense, na altura, jogava no Tugão.

      Nos sub-19, decidi sair do clube da minha infância e fui jogar no clube da terra da minha mãe, o CD Ribeira Brava, que tem como maiores rivais, o Pontassolense. Passei dois anos fantásticos no clube e vencemos o primeiro troféu do clube, nas camadas jovens, a Taça da Madeira. Na final, derrotamos o CF União. Lembro-me muito bem desse jogo. Marquei o primeiro golo e o resultado final foi 4-2. No final, festejamos imenso e levamos a Taça para a nossa "terrinha". Isto foi na primeira época. 
      Na segunda época, fui chamado à equipa principal, para fazer a pré-época. O CD Ribeira Brava disputava o Campeonato Nacional de Séniores e ainda joguei um amigável contra a equipa B do Marítimo, uma casa que conhecia muito bem. Fiz a época nos sub-19 e fui o melhor marcador da equipa. Nos séniores, ainda fui emprestado ao São Vicente, mas infelizmente, devido a um problema de saúde no sangue, abandonei o futebol e a carreira de jogador.

      A vida seguiu e comecei a trabalhar. Acabei os estudos à noite, onde conheci minha parceira. Passados 15 anos ainda estamos juntos. Mudou a minha vida para muito melhor e vivemos juntos na sua terra, o Jardim do Mar. Uma pequena vila no sudeste da Ilha da Madeira, com 200 habitantes. Mas não se deixem enganar pelo seu tamanho, pois é conhecida a nível mundial, devido ao surf. A modalidade chegou tarde à Madeira, nos anos 90. Começou então a ser divulgada e de repente, tínhamos surfistas do mundo inteiro a visitar a ilha, que rapidamente se tornou conhecida como  o "Hawai da Europa". 
      Minha sogra tem uma Residencial a Casa da Cecília, que recebeu os primeiros surfistas na ilha e a minha parceira foi a primeira mulher a surfar na Madeira. Os mais famosos surfistas portugueses passaram por cá várias vezes, houve um Billabong Contest no final dos anos 90, Garrett McNamara também já esteve na Residencial da minha sogra e Grant "Twiggy" Baker, campeão mundial de ondas grandes, é um regular por aqui. Gosta de ir ao Jardim do Mar treinar, antes da etapa da Nazaré, em Portugal Continental.

      Em 2008, decidimos emigrar e passamos o Verão em Cagnes-Sur-Mer, no sul de França. Trabalhamos num camping e os donos tornaram-se na nossa segunda família. Sempre que podemos, fazemos uma visita e vice-versa. Aprendi a falar francês, o que é sempre bom no mundo do trabalho. Depois deste magnífico Verão, acabamos na Ilha de Jersey. Uma dependência da coroa Britânica. É uma ilha offshore, ou seja, um paraíso fiscal, que goza de uma certa independência e tem o seu próprio governo. No entanto, o poder supremo é a raínha de Inglaterra.
      A comunidade portuguesa é grande e equivale a cerca de 10% da população local. Brasileiros tem poucos e só conheço 2. 
      Trabalhei vários anos na loja de um campo de golfe, e comecei a praticar este desporto. Tornou-se um dos meus passatempos favoritos e cheguei a fazer parte da equipa que se tornou campeã de Jersey, indo de seguida à ilha vizinha de Guernsey, jogar pelo título de campeão das Ilhas do Canal. Infelizmente perdemos.

      Vida que segue (como diz um amigo meu cá do fórum), e como trabalhava aos fins-de-semana, não pude jogar futebol. Dediquei-me então ao Futsal, que por cá é amador. Aliás, em Jersey, a única equipa profissional que há, é o Jersey Reds. Uma equipa de râguebi que disputa o segundo escalão do râguebi inglês. No futsal, joguei em 2 equipas locais. Fui campeão duas vezes e venci a taça uma vez. O futsal aqui é diferente e as regras também. Tanto, que ainda chamam de 5-a-side, não podemos entrar na área do Guarda-Redes e a bola não pode subir acima da altura dos ombros. Coisas dos ingleses.

      Após vários anos no campo de golfe, consegui um emprego no HSBC, um dos maiores bancos a nível mundial. Sendo Jersey um paraíso fiscal, a sua economia é movida pelo mundo das finanças. Vários são os bancos que cá estão, incluíndo Royal Bank of Canada, Lloyds, Santander, CitiBank ou Natwest. Além destes, tem outros bancos privados e muito dinheiro passa por cá. De vez em quando, entra nas bocas do mundo por eventuais branqueamentos de dinheiro e abrem-se investigações. É um mundo à parte.
      O HSBC Expat e o HSBC Channel Islands e Isle of Man, têm cá a sua sede e é lá que trabalho. Fui Product Manager e agora sou Operational Support Manager. 

      Trabalhar no banco libertou-me os fins-de-semana, e voltei ao futebol de 11. Como ja estava a chegar aos 35 anos, decidi jogar nos veteranos. Fui convidado para jogar no St Paul's FC, que é o maior clube da ilha. Aceitei logo e na primeira época fomos campeões, só com vitórias. Não perdemos nenhum ponto. Época de sucesso e apenas não vencemos a Taça de Veteranos, pois esta foi cancelada devido ao Covid-19. Começamos a segunda época, e até ao momento nao perdemos nenhum jogo. Queremos ser bi-campeões, sem derrotas. 
      Como ainda estou para as curvas, tenho feito alguns jogos pela equipa de reservas, onde a minha experiência é essencial para ajudar os mais jovens. Disputam a 3ª e última divisão de Jersey, e permite-me ir mantendo a forma ao jogar contra os mais novos.

      E por aquí fica a realidade do save. Aproveitei para me apresentar e assim ficam a me conhecer um pouco melhor. Daqui em diante, entraremos na ficção e na parte divertida do save. Adoro viajar e já estive em 5 continentes. Só me falta mesmo visitar a América do Sul.
      Trabalhando no HSBC, irei aproveitar esse facto para dar andamento a este save e irei baseá-lo nisso mesmo, a oportunidade de poder viajar pelo trabalho. 
       

       

       

       
    • mfeitosa
      By mfeitosa
      Não, não é um déjà vu! Acredito que quem acompanha os meus saves há algum tempo não vá se surpreender com o meu retorno a uma proposta (não tão) antiga, que é a de fazer uma carreira dentro do futebol latino-americano. Na primeira de minhas tentativas, em "A volta por cima de Wanchope", relatei uma curta trajetória do costarriquenho Paulo Wanchope na América do Norte e Central. Apesar de ter sido um dos saves que mais gostei de fazer, infelizmente não consegui concluí-lo em razão de projetos pessoais que exigiram toda a minha atenção na época.
      Mais recentemente, entre idas e vindas, tentei retomar a proposta com "Soy Loco Por Ti América", sob a alcunha do chileno Arturo Sanhueza. No entanto, este save acabou não sendo o que eu planejava, pois não consegui um bom conjunto de ligas alternativas, fora da América do Sul, estáveis o suficiente para que tornasse o projeto viável em sua integralidade. Ainda assim, insisti em fazê-lo utilizando apenas as ligas sul-americanas e foi bom enquanto durou. Mas faltava algo e acabei desanimando. 
      Agora é a vez que reunir esses dois saves em um só, colocando a figura de Paulo Wanchope dentro do cenário de "Soy Loco Por Ti América", dessa vez contemplando todas as ligas necessárias. Após tantas tentativas, tenho esperanças de que teremos um bom save pela frente, com início, meio e fim. Mãos à obra!


      Como já antecipei em minhas considerações iniciais, esse save contemplará todas as ligas de expressão do futebol latino-americano e outras adicionais, incluindo a América do Sul (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela), a América do Norte (Estados Unidos, México e Canadá) e a América Central (Belize, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, Nicarágua, Panamá, República Dominicana e Trinidad e Tobago). Ainda carreguei as principais ligas de alguns países da Europa (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Portugal) para manter o Mundial de Clubes da FIFA competitivo.
      As ligas que estou utilizando são do megapack do DaveTheEditor. Fiz um teste de dez temporadas e não consegui identificar nenhum erro importante que impeça o bom andamento do save. Analisei aspectos como qualificação para as competições continentais, inscrição de jogadores, acessos, rebaixamentos e calendarização.

      Optei por uma base de dados Enorme (Personalizada), adicionando todos os jogadores do continente americano disponíveis no jogo, totalizando algo próximo de 100 mil jogadores. E como os times das ligas mais significativas estão razoavelmente atualizados no patch 21.4, não achei necessário marcar a opção de "Adicionar Jogadores a Equipes Jogáveis", evitando que o jogo esteja repleto de newgens logo de cara.


      Fugindo um pouco do que vinha fazendo em minhas últimas histórias, decidi por não estabelecer nenhuma regra ou objetivo específico para esse save. Obviamente, não fugirei ao que o título e banner da história nos remete, que é a conquista de títulos continentais como a Libertadores da América e a Liga dos Campeões da CONCACAF. Não há como fugir disso. No entanto, a caminhada que pretendo construir até conquistá-los não será das mais curtas. O FM nos possibilita grandes saltos dentro de um save carreira, mas farei o possível para que isso não ocorra com Paulo Wanchope.
      Minha ideia é que esse percurso seja construído da forma mais verossímil possível. Logo, não se assustem ao me ver tomar decisões dentro do save que atravanquem a evolução da carreira do costarriquenho em alguns momentos, algo que eu já fiz sutilmente com Arturo Sanhueza. Farei o possível para que as mudanças de clube de Wanchope sejam as mais modestas possíveis, nunca saltando para uma equipe ou liga de reputação muito maior à que eu estiver jogando, por exemplo.
      O estilo principal das postagens será no formato de notícias, com algumas pitadas de ficção para que as ações realizadas dentro do jogo façam um pouco mais de sentido para quem estiver acompanhando. Quando necessário, alternarei com postagens no velho estilo JeT, como forma de complementar informações.


      Uma das formas que conheço que podem me auxiliar a impedir que a carreira de Paulo Wanchope evolua rapidamente é a questão das licenças. Este, inclusive, foi um dos erros que acabei cometendo com Arturo Sanhueza, que passou a receber propostas de clubes de reputação continental muito cedo. Dessa forma, atrasarei ao máximo os cursos do costarriquenho dentro do save, que iniciará Sem Qualificações e com experiência passada de Futebolista Amador. 
      A outra forma que conheço é tomando decisões controversas dentro do jogo, o que fará todo o sentido aqui. Para quem não conhece bem a figura de Paulo Wanchope, é importante saber que se trata de uma pessoa de temperamento difícil e que coleciona diversas confusões em sua carreira, seja como jogador, dirigente ou treinador. Com base nisto, buscarei sempre realizar ações dentro do save que sejam condizentes ao que ele é na vida real.

      Por exemplo, no save com Arturo Sanhueza, lembro que engoli em seco uma renovação do Sport Boys com um contrato de duração muito maior do que eu desejava. Salvo engano, até com um salário menor. E como eu queria muito disputar a Libertadores, acabei aceitando. Bom, se fosse o Wanchope no lugar de Sanhueza, não tenho dúvidas de que o costarriquenho não apenas recusaria tal proposta como ainda faria comentários polêmicos à imprensa. Isto, se não partisse para a porrada com alguém.
    • Victor Duque
      By Victor Duque
      Salve comunidade, depois de muito tempo, decidi me me aventurar (tentar) compartilhar uma saga por aqui. Não tive talento para ser um jogador profissional, mas a paixão pelas táticas fez este cidadão, mesmo sem nenhuma qualificação de treinador, explorar o mercado do futebol aos 25 anos de idade!! Só me impus duas restrições nessa busca inicial, não trabalhar no Brasil nem na Europa. Sobre preferências, não tenho. Estou aberto a avaliar as propostas independente do lugar, já que nada na minha vida me prende. 
      Dessa forma então iniciarei minhas buscas e contatos para em breve, anunciar o primeiro desafio dessa carreira.
      Capítulos da saga:
      Desempenho por temporadas:
       
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