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Henrique M.

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Na década de 90, a coisa mais comum nos campos europeus eram os tradicionais pontas velocistas; dribladores rápidos com capacidade de cruzar bem uma bola e que ficavam sempre preso no seu corredor de atuação. Atualmente, esse é um perfil bastante difícil de se encontrar nos elencos dos grandes clubes do mundo. No jogo moderno, é função dos alas e laterais atacarem os flancos e cruzar a bola para a aula. O ponta tradicional foi substituído pelo ponta de pé trocado. O ponta invertido (extremo invertido em PT-PT, por isso também no jogo e aqui nesse guia) é um desses casos dentro do FM, assim como o avançado interior.

Enquanto esses pontas de pé trocado surgiram e evoluíram dentro do 4-2-3-1, eles tem funções diferentes dentro de campo de acordo com o time que jogam ou com a formação que são usados. Nas versões anteriores do Football Manager, a única opção tática que um treinador tinha para esse tipo de formação era utilizar um avançado interior. Atualmente, ganhamos uma ferramenta a mais, com o extremo invertido. A principal tarefa desses pontas de pé trocado é utilizar sua velocidade e técnica para duelar com seu marcador e conduzir a bola e o time para mais próximo do gol adversário.

Para aqueles que ainda não sabem do que estamos falando, vou deixar alguns exemplos da vida real e que inspiraram a Sports Interactive a moldar a função de acordo com seu talento. Jogadores como Arjen Robben, Franck Rybéry e Thierry Henry são alguns dos ícones do futebol que ajudaram o Football Manager a trazer esse tipo de atleta do campo para as telas dos computadores. Hoje, atletas como Serge Gnabry e David Neres são grandes máquinas dentro do Football Manager graças ao que esse tipo de atleta trouxe para o motor do jogo.

Normalmente, o estilo de jogo desses atletas é bem direito. Uma vez que tem a bola nos pés, eles combinam técnica e dribles com aceleração e boas tomadas de decisão para deixar o marcador para tráz e ou finalizar ou passar a bola para um companheiro melhor posicionado para continuar a jogada. Esse estilo de jogo não combina muito com o estilo de outros avançados interiores da vida real, que cortam para dentro, mas optam por uma enfiada de bola ou cruzamento ao invés do chute.

Em versões anteriores, ou você transformava esses jogadores em avançados interiores, incluindo seus comportamentos codificados no motor do jogo (e que não podem ser removidos) que instruíam eles a cruzar menos, ou os transformava em construtores de jogo avançados, aceitando que eles iriam cruzar menos e chutar menos, mas fariam passes mais arriscados. Isso mudou a partir do FM 2020, que passou a nos oferecer o Extremo Invertido.

Como essa função dá aos treinadores maior flexibilidade? As instruções se tornaram mais claras, assim como as percepções de cada um sobre o que cada função pode fazer dentro de uma partida. Para vermos o que eles devem fazer, basta olharmos para as instruções que não podem ser removidas no painel tático. Como mencionamos o Avançado Interior e o Construtor de Jogo Avançado, iremos compará-los antes de chegarmos à estrela desse guia, o Extremo Invertido. Começaremos pelo Construtor de Jogo Avançado.

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O construtor de jogo avançado, quando colocado nas pontas, é primariamente um meio-campista colocado em uma posição de maior largura, que busca encontrar espaços e criar oportunidades para si ou para os companheiros de equipes. O jogador funciona de forma bem restrita, mas tendem a recompor defensivamente quando o time está sem a bola.

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Quando comparamos o construtor de jogo avançado com o avançado interior, podemos ver imediatamente que o avançado interior movimenta-se mais em direção à área, buscando penetrações e necessitam de um tipo diferente de capacidades e habilidades ofensivas.

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E isso faz sentido quando nós examinamos seus comportamentos inerentes e que não podem ser retirados. O avançado interior é mais ofensivo. Eles querem conduzir a bola até o coração da defesa adversária, cortando para dentro a partir do corredor lateral. Ao invés de tentarem criar chances para seus companheiros com uma enfiada de bola, é mais provável que eles tentem marcar o gol por conta própria.

Entretanto, isso não significa que eles irão chutar a esmo e ignorar companheiros melhores posicionados. Quando colocado em uma tarefa atacar, eles tendem mais a querer marcar o gol, enquanto na função apoiar, o avançado interior está mais afastado do gol e é mais provável que procurem um companheiro livro ou no espaço.

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Isto tudo nos traz até o extremo invertido. A descrição do jogo diz que ele "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando."

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Seu comportamento inerente é diferente quando comparado as outras funções que mencionamos, já que eles não são instruídos a cruzarem menos ou a correr mais riscos nas tomadas de decisão. Eles são uma versão mais conservativa do avançado interior, ou talvez para ser mais preciso, a combinação entre o avançado interior e o construtor de jogo avançado.

A movimentação de um extremo invertido é mais lateral se comparada ao avançado interior. O extremo invertido move-se para o corredor central, cortando de uma posição mais aberta. Mas ao invés de finalizar, ele quase sempre passa a bola antes de correr para se posicionar dentro da grande área.

iwsmovement.png

Quando examinamos o mapa de calor do, combinado com o de passes recebidos pelo, extremo invertido, nós podemos ver essa movimentação. Ele corta para dentro para receber o passe, progride e se posiciona entre o zagueiro e o lateral na área.

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Texto traduzido e adaptado por Henrique M. para o Engenharia do Futebol e FManager Brasil
Fonte: https://www.footballmanager.com/the-byline/look-inverted-winger-wednesday-wisdom

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Peepe

Achei o texto excelente, em especial por se tratar de uma função relativamente nova e que ainda se confunde a do Avançado Interior, eu mesmo demorei para entender na prática como fazer cada uma funcionar e hoje acho que o AI Atacar se assemelha mais a um PL Aberto do que um EI. Parabéns pelo texto e por apresentar de forma prática uma função que é bem útil quando colocada no time certo.

Por isso mesmo, o que me chamou muito a atenção e gostaria de contribuir diz respeito ao resumo da posição dentro do jogo porque é um indicativo perfeito de como trabalhar: atualmente tenho a experiência de jogar com um EI Apoiar e um Ala atacar pelo mesmo lado, algo próximo ao "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando." que a descrição recomenda e os resultados são excelentes, os meus 2 alas (haja visto que revezo os dois) são os maiores assistentes de minha equipe, com o ponta EI em terceiro. Ofensivamente o movimento é clássico, o EI se posiciona próximo ao lateral adversário, afunila e abre o corredor inteiro para que o Ala chegue ao fundo. Se o time tiver um bom centroavante numa posição mais fixa ou apostar em um ponta de outro lado em função de atacar, a quantidade de gols é bem satisfatória.

Se por vezes o jogo nos confunde com a tradução, esse é um exemplo contrário que destrincha não só a posição como a maneira mais eficaz de utilizá-la.

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Banton

Eu queria dar minha opinião aqui para agregar ao conteúdo:

Pode-se jogar com o EI sem ter o pé oposto ao lado que joga. Pois muitas das vezes essa função cruza a bola. É algo que notei com a minha experiência nesse FM 21. Quando colocava o Extremo Invertido com pé trocado, ele sempre cruzava com a "perna errada". Então passei a utilizar um de pé direito na ponta direita nessa função e até agora tenho tido bons resultados nos dois últimos saves.

Para mim, o Extremo Invertido é um Extremo com mais liberdade. Acho que deveriam colocar o nome dessa função de Extremo Completo.

Sobre o Avançado Interior, esse sim busco ter o pé trocado e principalmente a trait "Remata Colocado". Pois ele frequenta bastante a grande área adversária. O Extremo Invertido já fica mais aberto e eventualmente corta para dentro. 

Antes eu achava que era uma função só para fazer overlapping, mas ao montar uma formação para utiliza-lo de maneira correta, torna-se uma das melhores funções do jogo. Acho que o atributo Decisões é o mais importante para essa função. Caso o contrário...

Vai cortar para dentro no momento errado, não vai saber quando fazer o overlapping, vai cruzar no momento errado, vai cortar para dentro sem sentido com a bola e acaba dando aquele chute de longe típico de quem não saber o que fazer com a bola. Então atentem-se a esse atributo.

Edited by Banton
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Tsuru

Ótimo guia Henrique, mais uma excelente adição à nossa área tática. É uma função muito interessante, que não é tão demandante em termos de jogador (um extremo normal do lado do pé trocado costuma servir) e ajuda demais em diversas situações, seja para aproveitar o espaço deixado por outros jogadores, seja para cumprir uma função mais específica em campo.

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    • Megalodonte
      By Megalodonte
      Prezados
      Esta é a história de José Silva,  mais um entre tantos milhões de brasileiros.
       
      REGRAS DO SAVE E DATABASE
      Escrever a história de José Silva no cenário mundial; Expressar ao máximo os dilemas da carreira de José Silva no fórum; Diversão total no save  
      Database: TODAS as ligas do mundo como jogáveis, totalizando 490 mil jogadores, para dar o máximo de realismo possível. Estou utilizando também o BRMundiup atualizado em 26/03 e o modo de inteligência deles que deixa o jogo mais realista e difícil, sobretudo na América do Sul. Já deixo a dica para quem tem notebook/PC gamer que selecionar todas as ligas do mundo roda de boa e sem travar, independente do fato de ficar com "meia estrela" no desempenho. Apenas recomendo um acelerador de dias (FMspeed ou Cheat Engine) para que o jogo dê uma acelerada na passagem de dias (sem perder qualquer interação), mas é opcional isso.
       
       

      Imagem da Zona Leste de São Paulo-SP
      TEMPORADA 2021 - CAPÍTULO 1
      Quem sou eu?!
      Esta história será escrita em primeira pessoa. Sim, sou eu, José Silva, que está escrevendo. Não farei joguetes dissertativos nesta jornada, mas garanto sinceridade máxima para com o leitor. Antes de tudo, vou me apresentar. Eu sou José Silva, mais um entre tantos milhões de brasileiros. Mais um José e mais um Silva, talvez o nome e o sobrenome mais comum do Brasil. Ok, sei que não ficou legal esta apresentação, portanto serei mais direto para me ater à promessa de evitar os joguetes na narração.
      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • gustavo922
      By gustavo922
      SENTEM-SE QUE LÁ VEM HISTÓRIA!
       

       
      Die Anfänge - Os primórdios
      Orgulho do leste de Berlim, o Union Berlin remonta ao FC Olympia Oberschoneweide, de 1906, que mais tarde se tornaria SC Union Oberschoneweide. O clube ganhou popularidade local no início do século XX e ganhou o apelido de "Schlosserjungs" (garotos metalúrgicos) por conta do uniforme azul que os jogadores utilizavam — o mesmo tom de cor dos operários da região em que o clube foi fundado. No entanto, após o fim da Segunda Guerra Mundial muitas equipes organizações esportivas na Alemanha se extinguiram, e o SC Union Oberschoneweide foi uma delas.

       
      Clubstiftung - Fundação do Union Berlin
      Após fatos históricos e depois de muita luta por parte dos civis em ter no lado leste de Berlim uma equipe de futebol que representasse a classe dos operários, em 20 janeiro de 1966 foi fundado Union Berlin — o vermelho e branco foram as cores escolhidas para o clube.
      Em 1968, veio o primeiro e único título de peso da história do Union Berlin, a Copa da Alemanha Oriental. As alegrias não duraram muito tempo no leste da capital alemã, pois a situação ente Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental ficava cada vez mais tensa com o passar dos anos e os clubes do leste alemão ficaram enfraquecidos nesse período.

       
      die Berliner Mauer - Mudanças após a queda do Muro de Berlim
      Após a queda do Muro de Berlim em 1989 e consequente reunificação alemã, o Union Berlin conseguiu, enfim, se tornar um clube registrado de acordo com a lei do país. É válido destacar que reunificação alemã em 1990 trouxe outra série de mudanças estruturais nas associações nacionais e expôs a fraqueza do leste alemão no futebol.
      No início da década de 1990, o Union Berlin lutava para alcançar uma vaga na Bundesliga 2, a segunda divisão do futebol alemão. Finalmente, na temporada de 1992-93, o time da capital conseguiu o feito. Porém, por falta de licenciamento, o clube não pôde jogar a segunda divisão e disputou torneios regionais nos anos seguintes.
       
      Stadion An der Alten Försterei

       
      Em 2005-06, o time conseguiu o aceso da quarta para terceira divisão e foram três anos até conquistar sua volta à Bundesliga 2. Nesse meio tempo, o Estádio An der Alten Försterei, casa da equipe, precisou de passar por reformas para atender às exigências da federação alemã.
      Sem muitos recursos financeiros, os torcedores foram fundamentais para que o Union Berlin conseguisse reformar o estádio. Isso porque 2.500 voluntários dedicaram mais de 140.000 horas nas obras do An der Alten Försterei.
       
      O histórico acesso para a Bundesliga e uma nova realidade
      Depois de vários anos de luta no futebol, o Union Berlin conseguiu chegar à Bundesliga na temporada passada após ficar uma década na segunda divisão. Com o acesso e agora como um clube da elite do futebol alemão, alguns torcedores temem que os valores tradicionais do clube se percam com as realidades do futebol moderno.
       

       
      Die Geheimnisse - Os segredos do Union Berlin
      Um deles é, sem sombra de dúvida, sua política de contratações, que se resume em achar bons jogadores disponíveis a preço baixo ou até que não custem nada, como foi o caso do atacante Max Kruse, que veio de graça e logo se integrou ao time. Ao todo, o clube investiu apenas 2,5 milhões de euros em aquisições de novos jogadores, quantia irrisória para os padrões da Bundesliga. Na sua maioria, trata-se de profissionais que já passaram por muitos clubes sem terem conseguido um bom contrato ou não foram notados pelos olheiros que costumam andar à caça em busca de novos talentos.
      O nigeriano Taiwo Awoniyi, de 23 anos, é um exemplo clássico. Desde 2017, ele é emprestado pelo Liverpool a tudo quanto é clube porque Jürgen Klopp não encontra utilidade para um atacante como ele. Awoniyi passou por sete clubes na Europa e agora está no Union Berlin, onde é o vice-artilheiro do time, com cinco gols e três assistências na atual temporada. Talvez fique por lá. 
      Enquanto isso, o Hertha gastou aproximadamente 70 milhões de euros na contratação de jogadores para a temporada 20/21 e até agora sem resultados visíveis. O brasileiro Matheus Cunha, por exemplo, custou 18 milhões de euros e, após um início promissor, de repente parou de fazer gols. Desde novembro, não marca um golzinho sequer e, para piorar tudo mais um pouco, agora está no estaleiro, com lesão muscular na coxa.
       
      E tem ainda o fator simpatia. Não é de agora que o Union se orgulha de ser um pequeno clube da classe trabalhadora berlinense e sua política de comunicação social leva em conta esse aspecto. A exemplo do St. Pauli de Hamburgo, o clube participa de iniciativas pela integração e inclusão de todos. Não há lugar para discriminação, racismo, homofobia e tantas outras manifestações nefastas que denigram os mais elementares direitos humanos.
       

       
      TEMPORADA 2020/21 - 14ª posição na Bundesliga e Terceira-fase na DFB Pokal
      TEMPORADA 2021/22 - 10ª posição na Bundesliga e Semifinal na DFB Pokal
      TEMPORADA 2022/23 - 7ª posição na Bundesliga e Vice-Campeão na DFB Pokal
      TEMPORADA 2023/24 - 5ª posição na Bundesliga, Quartas na DFB Pokal e CAMPEÃO da Conference League
      TEMPORADA 2024/25 - 4ª posição na Bundesliga, CAMPEÃO da DFB Pokal e Semifinais da Europa League
      TEMPORADA 2025/26 - 3ª posição na Bundesliga, Segunda-Fase da DFB Pokal e Quartas da Champions League
      TEMPORADA 2026/27 - CAMPEÃO Bundesliga, CAMPEÃO da DFB Pokal e Quartas da Champions League
    • zeguinba
      By zeguinba
      Bautz, sobrenome incomum. Ao longo da história nunca significou nada, não há registro de ninguém importante com esse sobrenome. Isso mudou no ano de 2007, quando nasceu em Herne, na Alemanha um garoto filho de professor de polonês e de enfermeira francesa chamado Michel Bautz.
      Desde muito cedo sempre foi torcedor do Schalke 04 e jogou na base azul, porém em 2017 surgiu a proposta de ir ao grande rival de Gelsenkirchen, o Borussia Dortmund. Em 2022, assinou o primeiro contrato profissional, onde ficou até 2028. Em busca de tempo de jogo, saiu da Muralha Amarela para a Dinamarca, especificamente para o Vejgaard, time que José Zeguinba tirou da terceira divisão até um digno décimo lugar na elite dinamarquesa. Clube em ascenção, chegou com banca de craque e logo em sua primeira temporada chegou ao quarto lugar, classificando para a Conference League. Daí pra frente foi só sucesso, fez 647 jogos, 239 gols e deu 151 assistências.
      No final da temporada 2037/2038, uma catástrofe aconteceu: durante o aquecimento para a final da Sydbank Pokalen (Copa da Dinamarca) ele cai no chão e sai chorando de maca para o que poderia ser sua primeira taça como capitão. Tentou voltar mas não deu pra ele, triste aposentadoria precoce aos 31 anos. Tornou-se auxiliar de José Zeguinba e ficou estudando para a Licença Pro Continental até janeiro de 2040 (logo depois do Vejgaard ser tricampeão dinamarquês), quando decidiu iniciar a busca por seu primeiro clube como técnico com a promessa de algum dia voltar.

       
      Objetivos do save:
      Ser campeão de pelo menos 16 campeonatos nacionais pelo menos de um país por continente.
      Michel Bautz se tornou melhor amigo pessoal de José Zeguinba, que é torcedor fanático pelo EC Vitória (assim como eu kkkkkk), portanto desenvolveu grande simpatia pelo Único de Salvador. Uma das metas é ser tri nacional passando o jahia, ser bi da Copa do Brasil pra passar o Sport e ganhar a Libertadores.
      Ganhar todos os continentais (exceto os que não estiverem na db)
      Ganhar a Copa com um país de fora 7da Europa e fora do eixo sul-americano (Brasil, Argentina e Uruguai).
      Tornar-se o treinador mais reputado do mundo
      Tornar-se o treinador mais vencedor da história

      Treinar Schalke e Borussia
      Voltar pra casa encerrar a carreira.
       
       
       
       
      Observações importantes:
      No save que estou com o Vejgaard atualmente estou em 30/31 brigando por vaga na Europa League e Bautz já é "pessoal favorito" do clube. Como ainda estou em 2031, vou simular de férias até 2049, portanto, nada me garante que Bautz vai se tornar ídolo e que o Vejgaard vai dar continuidade ao trabalho de José Zeguinba em busca da Champions League.
      Como é minha primeira história no tópico, quem quiser pode ficar à vontade pra sugerir melhorias.
      Ainda tenho que simular algumas temporadas, mas com meu PC da NASA vai demorar, o save deve começar realmente nas próximas semanas. Enquanto não acontece, quem quiser pode sugerir caminhos pro grande Bautz.
       
      Obrigado!
    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Banner by @Tsuru
      Com o FM 2021 comprado na quinta feira, decidi trazer este save para a versão mais atual do game, pois minha ideia seria me manter no FM 2019 entretanto, devido a uma excelente promoção acabei comprando o 21.
      A minha ideia sobre este save é basicamente aprender a jogar na MLS, visto que é uma liga muito restritiva e com detalhes na hora de contratar jogadores e inscrever eles na competição.
      E porque o Cincinatti? Basicamente por ter sido a pior equipe nas temporadas 2019 e 2020 e na lanterna na atual temporada. 
      Links úteis 
      Ligas Carregadas: Idealmente gostaria de ter carregado mais algumas ligas europeias, porém a diferença de velocidade para a versão 2019 é grande, qualquer coisa acima de 30k jogadores a velocidada estimada cai para 1 estrela.
      FC Cincinatti: Tela de resumo com infos sobre estádio, reputação, etç.
       

       
       
       
    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
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