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Henrique M.

Ludere Causa Ludendi - Empata, perde, empata (02/04)

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Henrique M.

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Adeus, Hampden Park!

Saídas

A primeira perda já é conhecida desde de dezembro do ano passado, quando Canice Carroll decidiu que preferia ir para o Tranmere do que continuar com o nosso projeto. Uma grande perda para o time, mas, felizmente, é uma das posições onde temos melhor qualidade e cobertura no elenco. Sua falta será sentida, porque acaba desfalcando na zaga, mas, dará oportunidade para Morrison se firmar. A outra saída sentida foi Simon Murray, que antes de ficar chateado comigo por causa de uma palestra pós-jogo, já tinha pedido mais dinheiro que McHugh para renovar e na hora, não acreditei que valia o esforço. Gostaria que o atleta continuasse, mas ele não quis, vida que segue. O restante eu achei que não valiam o retorno financeiro e até achei que alguns não tinham nível para League 1. Gillespie assinou com o Airdrieonians, da League 1, Wullie Muir ainda está sem clube, e David Galt assinou com o Peterhead, também da League 1. Galt deve ser o que eu vou sentir mais falta, porque era o único ponta-esquerdo natural do time, mas, teve lesões graves na temporada passada e era reserva, optei por deixar ele seguir seu caminho, porque achei que ele não arrumaria nada na League 1.

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Conhecendo os novos jogadores

Já apresentamos a fornada de jovens dessa temporada no post anterior, agora é hora de apresentar e esmiuçar um pouco esses jovens atletas, e informar quem estará conosco no time principal para essa temporada.

Goleiro

  • Reece Fuller - Com boa personalidade, algumas capacidades técnicas bem desenvolvidas, grande potencial e considerável capacidade inicial, Reece Fuller poderia muito bem ser o titular, se Muir fosse a única opção. Como temos Heraghty, que também é da base do clube, teremos uma disputa interessante com o atleta com mais tempo de casa saindo da frente, mas se Heraghty vacilar, Fuller tem capacidade para roubar seu lugar.

Zagueiros

  • Garry Gallagher - Zagueiro corajoso, com excelente capacidades físicas e potencial decente dentro dessa leva de atletas. Como o elenco está curto em atletas de sua posição, já está conosco no time principal e fez a pré-temporada. Contudo, ainda está muito verde e é realmente uma questão de falta de cobertura do elenco a sua utilização nesse momento.

Laterais-esquerdo

  • Arron Wright - Tecnicamente não é um atleta muito formado a ponto de fazer sombra ao que temos atualmente e em termos de potencial, está na rabeira dessa primeira leva de atletas. Psicologicamente é um atleta muito bem, logo, talvez dê mais caldo do que aparenta ter nesse momento, mas, como ainda temos um elenco de apoio nessa transição inicial, não deve ter minutos no time principal.
  • Neil Hunter - Apesar de aparentar ser mais zagueiro do que lateral, Neil tem mais tamanho para jogar como lateral e eu, assim como o restante da comissão, acreditamos que seu melhor lugar é lá. Diferentemente de Wright, ele já vem mais preparado e por isso, subiu para o time principal, onde irá ser reserva da posição. É bastante agressivo e determinado.

Volantes

  • Matt Laird - O volante é nosso melhor atleta e o de maior potencial, felizmente, veio com uma personalidade que deve ajudá-lo a atingir todo seu potencial. Já é bastante eficiente no trabalho de destruição e não é um atleta tecnicamente deficiente. A expectativa é tanta, que a sua chegada ajudou no desejo de querer mudar de tática e deve ser o único atleta dessa fornada a começar imediatamente como titular.
  • Ross Armstrong - Com um perfil mais criativo que Laird, Armstrong, devido a posição, também já foi elevado diretamente para o time principal, para ser o reserva de seu companheiro de base. É um meia rápido, que trabalha bem em equipe e tem boa visão, um estilo diferente daquilo que precisamos, contudo, é importante termos opções no nosso leque.

Meias/pontas pela direita

  • David Martin - Com a personalidade mais odiada por todos os torcedores do mundo, surge numa posição já recheada de atletas, apesar do bom potencial, em outras circunstâncias, seria um atleta útil. É bastante veloz e apresenta alguma técnica, mas, não se sobressai em nada nesse momento. Deve continuar compondo nosso time sub-18.
  • Harry Cox - É um dos atletas de maior potencial da fornada, e veio com uma personalidade bastante desagradável, mas, com a presença de atletas de personalidade forte no elenco, acredito que seremos capazes de guiá-lo para um caminho melhor. Nesse momento, de destaque, temos sua velocidade, mas, tem margem para desenvolver tecnicamente em um atleta decente para sua posição.
  • Josh McDowall - Mais um ponta veloz, mas que sem muito espaço para evoluir, deve ficar preso no seu atual nível de futebol, o que é pouco para o Queen's Park. Por isso, deve cumprir seus anos formativos por aqui e depois seguir outros rumos.

Meia-central

  • Tomas Kinnear - O norte-irlandês é nosso único gringo e um dos poucos naturais como meia-central nesse primeiro momento. Tem capacidades técnicas e destrutivas, portanto parece mais voltado para um trabalho equilibrado no meio-campo, contudo precisa melhorar bastante em termos de marcação. Para dar cobertura ao elenco, também foi promovido ao time principal.

Meias/pontas pela esquerda

  • Jack Gallagher - Bastante veloz e agressivo, com perfil de liderança e personalidade neutra, Jack vem numa posição carente no elenco, que é a ponta-esquerda, já que temos jogado com pontas-direitas por lá desde quase sempre. Contudo, apesar da necessidade, os atletas "improvisados" ainda estão anos-luz dele e por isso, veremos como ele progride no sub-18.
  • Steven Romein - Com menos potencial que Gallagher, acabou se beneficiando de já estar mais pronto e já se encontra no time principal. É bastante técnica e habilidoso para passar de seus adversários, entretanto, não fosse a necessidade, talvez não tivesse esse tipo de oportunidade que está tendo agora.

Meias-atacantes

  • Dougie Higgins - Com uma excelente personalidade, um potencial mediano e uma boa capacidade técnica, é um dos poucos atletas que não teria espaço pela tática escolhida, então, estamos retrabalhando ele para que atue como um volante com foco no lado de criação nesse primeiro momento, contudo, enquanto ele ainda busca se desenvolver, vai ficar no sub-18.
  • Dougie Pellow - Com boa capacidade passe, agressividade e um perfil de liderança elevado, acabou vindo com potencial baixo. Vamos iniciar um processo de treinamento para que ele possa melhorar como meia-central, mas, também deve ficar no sub-18.
  • Reghan Docherty - Com boa capacidade técnica, bom potencial e boa capacidade inicial, Docherty era um atleta que precisava usar, mas, com sua posição atual não teria vaga no time principal, dessa forma, passamos a treinar o garoto para atuar como meia-central e pudesse ingressar assim no time principal. Vai ser reserva, mas como é uma posição que carece de profundidade, deve ter bons minutos para jogar ao longo da temporada.

Atacante

  • Niall Conway - Com uma péssima personalidade e um péssimo potencial, temos sorte de não precisar de um atacante para os próximos anos, com McHugh no time principal. De nota, apenas sua agressividade e trabalho em equipe. Deve cumprir seus anos formativos e depois zarpar para outras freguesias.

Tática e pré-temporada competitiva

Com a nova divisão, decidi adotar um esquema menos direto e tentar buscar uma forma mais técnica de jogar, mas, sem buscar muita intensidade inadequada para o nível que estamos. Por isso, optei por um 4-1-2-3 com Controle da posse de bola como tática básica. A presença de Matt Laird foi fundamental para que eu comprometesse com essa nova tática, já que queria ter espaço para que algum dos jovens pudesse jogar logo nesse começo.

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A pré-temporada foi bastante curta, já que tivemos tempo para apenas um amistoso e já tivemos que jogar logo a Copa da Liga. Dessa forma, a competição se tornou nossa pré-temporada real. O grupo não tinha nenhum adversário fácil, com o Livingston jogando na Premier, Falkirk e Queen of South jogando a Championship e um rival de League 1 e histórico, o Clyde. O começo foi execelente, com duas vitórias tranquilas sobre os adversários de Championship, mas, no clássico contra o Clyde, peidamos na farofa e não conseguimos vencer, mas, com a vitória nos pênaltis, somamos 2 pontos ao menos. Para o jogo contra o Livingston, bastava empatar para seguirmos adiante, mas fomos patrolados. Entretanto, gostei da prestação geral da equipe e estou mais confiante para a temporada. Como efeito da nova política do clube, Matt Laird quando estreiou se tornou o atleta mais novo em campo pela Betfred Cup, mas seu recorde foi quebrado por um atleta de outro clube rapidamente.

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v Queen of South (C) | v Falkirk (F) | v Clyde (C) | v Livingston (F) Tabela Betfred Cup

Expectativas da diretoria e do treinador

A diretoria quer que o clube alcance os playoffs de promoção logo de cara, eu, por outro lado, não gostaria desse tipo de exigência nesse momento, mas como meu contrato vence por agora, é aquilo que devo buscar e é minha expectativa mínima também. Talvez se eu tivesse margem para manobra, e um pouco mais de reputação dentro do clube, conseguisse segurar a campanha de lutar pelos play-offs, contudo, vamos ver como as coisas progridem nesse primeiro terço. As casas de aposta nos colocam como o 4º melhor clube da competição, logo, não dá muito para argumentar algo diferente.

Para a temporada, iremos jogar o SPFL Trust Trophy (Também conhecido como Challenge Cup), é uma taça da liga só que sem fase de grupos e que conta com a participação de alguns outros times britânicos como Notts County, Yeovil Town, Waterford United, St. Pat's Athletic, Linfield, Coleraine e Connah's Quay e TNS. Os times da Premier escocesa só participam com seus times reservas.

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Novo lar sob a sombra do velho

O fim de uma era chegou. Desde 1903, o Queen's Park jogava em um dos templos do futebol europeu e agora, migrará para uma nova realidade em um estádio de dimensões totalmente diferentes. Contudo, para o nível em que o clube se encontra, é mais do que o suficiente. O Lesser Hampen fica logo ao lado do Hampden Park e na proposta do clube, é possível notar a sombra do antigo estádio dentro do gramado do novo.

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O novo estádio tem capacidade para 2000 pessoas e considerando que em média, 600 a 700 pessoas por jogo na League 2, é meio improvável que iremos lotar constantemente a nova casa. O estádio tem capacidade para chegar até os 12 mil lugares, portanto, é provável que num futuro próximo, o clube volte a mudar de casa. Uma pena que dificilmente o jogo escolherá chamá-lo de algo relacionado com o antigo lar.

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Notícias, informações e estatísticas do Queen's Park

 

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Cadete213

Bom saber que temos novo estádio. Gostei das mexidas no mercado e de lançares jovens na equipa também. Ok, foi o adeus a Hampden mas o mais importante é garantir os playoffs na Liga.

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gustavo922

Um novo estádio sempre ajuda na moral do clube, esperamos que os bons resultados possam lotar a casa nova! Quanto a esses jovens jogadores, acredito que sejam boas opções, não só para o futuro, mas também para auxiliar o clube de imediato, sem a necessidade de uma gastança de dinheiro em contratar reservas ou jogadores para preencher elenco.

Boa sorte na casa nova e que venham as vitórias!

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ggpofm

E depois do 4-4-2 inglês vamos de mais outro sistema clássico, o 4-3-3. Não deu tempo de brincar com ele na pré-temporada e já começou uma copa para valer, parecendo o calendário brasileiro.

A diretoria quer, as casas de apostas também e um treinador humano. Então, acho que dá para acreditarmos em uma vaga entre os melhores da League 1. Vamos pensar positivamente. Eu confio.

E a folha salarial com relação aos demais da liga. Tá muito baixa?

Uma pena ter deixado o Hampden Park. Quando joguei com o Queen's Park no FM06, tê-lo como estádio foi um recurso inestimável para trazer receitas quando enfrentava o Rangers e o Celtic e participava das competições europeias. Ainda mais que os custos, na época, eram subsidiados pela Federação Escocesa. Com certeza, as coisas mudaram muito de lá para cá. Mas o Lesser Hampden também tem muita história é já está perto de completar seu centenário.

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Tsuru

Adoro o 443 - versátil e funciona com quase qualquer sistema de jogo - mas o meio campo sem jogador com tarefa atacar me dá agonia, nunca consigo fazer funcionar. Espero que por aí seja diferente.

Muitas novidades no Queens para a próxima temporada e está confiante, bom sinal. Acredito em uma temporada tranquila na League 1.

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Danut

Rapaz, quase que entregou o ouro na última temporada ainda. Fez esforço pra isso, mas no fim acabou campeão mesmo assim.

Sobre o estádio, o time deixou um e foi para o local menor logo ao lado, é isso? Por achar que o primeiro era grande demais para o pouco movimento gerado pelo clube?

Curioso para ver como essa tua tática vai funcionar na liga.

No mais, achei legal também aqueles gráficos sobre produção ofensiva e efetividade. É uma bela adição do FM.

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mfeitosa

É, pelo jeito você vai sofrer do mesmo mal que estou enfrentando na Fidentina, que são os defensores lentos. A depender do nível dos seus adversários, prepare-se para grandes momentos de tormenta. Por outro lado, a base tem formado alguns volantes, algo que poderá ser crucial para o Queen's Park. Boa sorte!

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Henrique M.
On 3/22/2021 at 8:18 AM, Cadete213 said:

Bom saber que temos novo estádio. Gostei das mexidas no mercado e de lançares jovens na equipa também. Ok, foi o adeus a Hampden mas o mais importante é garantir os playoffs na Liga.

Mas não contratei ninguém e os jovens fazem parte da proposta do save, seria estranho se não os lançasse.

On 3/22/2021 at 8:30 AM, gustavo922 said:

Um novo estádio sempre ajuda na moral do clube, esperamos que os bons resultados possam lotar a casa nova! Quanto a esses jovens jogadores, acredito que sejam boas opções, não só para o futuro, mas também para auxiliar o clube de imediato, sem a necessidade de uma gastança de dinheiro em contratar reservas ou jogadores para preencher elenco.

Boa sorte na casa nova e que venham as vitórias!

O estádio é pequeno, em comparação aos 50 mil e tantos lugares do Hampden Park, logo, vai ser uma missão mais fácil de lotar. Contratação não é algo que veremos no Queen's Park, já que o objetivo é trabalhar só com jogadores formados na base.

On 3/22/2021 at 11:23 AM, ggpofm said:

E depois do 4-4-2 inglês vamos de mais outro sistema clássico, o 4-3-3. Não deu tempo de brincar com ele na pré-temporada e já começou uma copa para valer, parecendo o calendário brasileiro.

A diretoria quer, as casas de apostas também e um treinador humano. Então, acho que dá para acreditarmos em uma vaga entre os melhores da League 1. Vamos pensar positivamente. Eu confio.

E a folha salarial com relação aos demais da liga. Tá muito baixa?

Uma pena ter deixado o Hampden Park. Quando joguei com o Queen's Park no FM06, tê-lo como estádio foi um recurso inestimável para trazer receitas quando enfrentava o Rangers e o Celtic e participava das competições europeias. Ainda mais que os custos, na época, eram subsidiados pela Federação Escocesa. Com certeza, as coisas mudaram muito de lá para cá. Mas o Lesser Hampden também tem muita história é já está perto de completar seu centenário.

Eu fui pego de surpresa também, mas, decidi manter o planejado, até porque tenho menos atacantes no elenco nessa temporada.

Eu também confio, no começo, quando vi as exigências, não estava muito confiante, mas os resultados na Copa da Liga trouxeram a confiança de que é possível.

Temos a quarta maior folha salarial. Gastamos 355 mil anuais, enquanto o Partick Thistle, líder no quesito, gasta 627 mil. O Stirling, que subiu conosco e é o mais baixo, gasta 101 mil euros.

Não é uma decisão minha, obviamente, que preferia continuar jogando lá, porque é um estádio que dá essas margens aí que você disse. Entretanto, acho inteligente a estratégia do clube de recomeçar profissionalmente aos poucos. E a venda do Hampden basicamente só aconteceu porque a Federação Escocesa forçou para que acontecesse, querendo mudar de estádio ou controle total sobre o Hampden. Acho que no fim, foi bom para todo mundo.

On 3/22/2021 at 3:54 PM, Tsuru said:

Adoro o 443 - versátil e funciona com quase qualquer sistema de jogo - mas o meio campo sem jogador com tarefa atacar me dá agonia, nunca consigo fazer funcionar. Espero que por aí seja diferente.

Muitas novidades no Queens para a próxima temporada e está confiante, bom sinal. Acredito em uma temporada tranquila na League 1.

Eu não me prendo muito a essa questão de tarefas. Penso no que o jogador é bom e no que eu quero e normalmente tento encontrar um meio termo a partir dsso.

Acho que a única grande novidade é o estádio mesmo, de resto, é basicamente o mesmo time da temporada passada.

On 3/22/2021 at 5:10 PM, Danut said:

Rapaz, quase que entregou o ouro na última temporada ainda. Fez esforço pra isso, mas no fim acabou campeão mesmo assim.

Sobre o estádio, o time deixou um e foi para o local menor logo ao lado, é isso? Por achar que o primeiro era grande demais para o pouco movimento gerado pelo clube?

Curioso para ver como essa tua tática vai funcionar na liga.

No mais, achei legal também aqueles gráficos sobre produção ofensiva e efetividade. É uma bela adição do FM.

Acho que os jogadores queriam sentir algo na conquista desse título, fazer com que ele se tornasse mais heróico.

Sim, exatamente. O estádio fica próximo a sede do clube social, se eu entendi bem as reportagens que li. Eles saíram porque a federação escocesa, que ajudava no custeio ameaçou sair de lá se não tivesse maior controle sobre o aquilo que ela desejasse fazer no estádio. O Hampden Park é muito grande para o Queen's Park cuidar sozinho, então, no fim, juntou a fome com a vontade de comer e saíram do estádio e profissionalizaram ao mesmo tempo.

Também gostei dessa adição. Apesar de que vejo muita reclamação no twitter do pessoal que produz conteúdo sobre a qualidade dos mesmos.

21 hours ago, mfeitosa said:

É, pelo jeito você vai sofrer do mesmo mal que estou enfrentando na Fidentina, que são os defensores lentos. A depender do nível dos seus adversários, prepare-se para grandes momentos de tormenta. Por outro lado, a base tem formado alguns volantes, algo que poderá ser crucial para o Queen's Park. Boa sorte!

Se considerar que os que eu já tenho aqui já não são muito diferentes em termos de agilidade, não vejo problema nisso. Talvez lá na frente, na Premier Escocesa, possa vir a se tornar uma questão, por enquanto, ainda não se demonstrou uma dor de cabeça.

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Danut
48 minutes ago, Henrique M. said:

Apesar de que vejo muita reclamação no twitter do pessoal que produz conteúdo sobre a qualidade dos mesmos.

Hmm, sabe dizer do que o pessoal reclama?

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Henrique M.
25 minutes ago, Danut said:

Hmm, sabe dizer do que o pessoal reclama?

Principalmente que nas estatísticas de jogo dizem uma coisa e nos menus do jogo outra.

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Henrique M.

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O show de McHugh

Jogos pela League 1 e SPFL Trust Trophy

Estreamos na League 1 com um clássico e conseguimos vencer pelo placar mínimo, mas, na estreia em casa, também perdemos pelo placar mínimo, numa atuação deplorável, com um adversário que não poderia nos vencer. Fizemos nossa estreia e despedida da SPFL Trust Trophy (vulgo Challenge Cup) contra os Reservas do Hibernian, mas como tínhamos um elenco reserva, a eliminação não era algo que me incomodasse. Foi bom ver um atleta da base marcando seu primeiro gol nessa partida e pela pressão no final do jogo, talvez desse para ter marcado mais.

Retornamos para a League 1 com um adversário forte, um dos favoritos da temporada e fizemos um jogo duro e igual, com o empate sem gols sendo o placar final. Depois, contra o Dumbarton, o show de McHugh começou e com um hattrick ele iniciou o seu processo de transformação na equipe. Contra o Cove Rangers, vencemos por 1 x 0 e MacLean marcou o gol solitário. Depois, mais uma derrota, mais um jogo ruim, dessa vez diante do Peterhead, fora de casa. Na época, a posição das equipes era semelhante, mas conforme o campeonato foi avançando, era um resultado que poderia fazer diferença lá no final. Contra a super defesa do Morton, não conseguimos marcar gols, mas o ataque deles também não furou nossa defesa.

Encerramos a série sem vencer com um bom jogo diante do Stirling, que subiu conosco e o time engatou bem, com McHugh comandando os quatro jogos, à exceção do Clyde, que precisamos ir contudo para buscar a virada. Para encerrar o período, jogo complicado contra o Partick Thistle, e parecia que ia se virar ao nosso favor quando abrimos o placar logo cedo, mas tomamos o empate e na pressão final do jogo, eles foram melhores e conseguiram dois gols e mereceram o resultado, atrapalhando nossa perseguição ao líder.

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v Clyde (F) | v East Fife (C) | v Reservas do Hibernian (F) | v Dumbarton (C) | v Peterhead (F) | v Stirling (C) | v Clyde (C) | v Partick Thistle (C)

SPFL League 1

Estamos dentro do esperado, lutando por vaga nos playoffs, com a derrota para o Partick Thistle, abandamos a segunda colocação e vimos o Morton abrir uma vantagem maior na liderança. Temos o 3º melhor ataque e a 3ª melhor defesa, logo, a posição atual condiz com o rendimento ofensivo e defensivo da equipe. Os jogos que perdemos não deveriam ser derrotas, mas, principalmente por causa de terem sido em casa, não pelo que a equipe apresentou em campo. O Morton tomou apenas dois gol e é o time a ser batido, apesar do Partick Thistle ser a equipe com mais recursos financeiros. Devemos usar esse segundo terço da temporada para abrir mais vantagem na zona de playoffs e para diminuir a vantagem do líder.

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Tabela completa da SPFL League 1 | Estatísticas gerais e individuais da SPFL League 1

Análise de desempenho

Com 15 gols e a melhor média, Bob McHugh vem carregando o Queen's Park nas costas. Se ele não faz gols, é provável que não marquemos muitos gols. O resto da equipe marcou nove gols, bem menos do que o atacante. E é assim que o show de McHugh vai empurrando o Queen's Park em busca dos seus objetivos nessa temporada. É óbvio que existe a preocupação do que uma eventual seca de oito jogos sem marcar, como na temporada passada, pode resultar na campanha do time, mas, é melhor pensar que ele vai continuar atuando assim até o final da temporada.

Atuando de maneira coadjuvante no Show de McHugh, Craig Slater lidera no quesito assistência, enquanto Stuart Morrison assumiu bem a lacuna deixada por Canice Carroll na zaga e faz excelente dupla com Peter Grant, que mantém seu alto nível. No gol, Jacques Heraghty, apesar da pouca idade, assumiu bem a meta e vem sendo fundamental em alguns resultados da equipe com defesas cirúrgicas em momentos importantes do jogo. Por fim, Tommy Robson, com boas atuações pelo lado esquerdo, fecha a lista dos atletas com altas médias gerais. No lado negativo, temos Louis Longridge que ainda não se encaixou jogando na esquerda, mudarei sua função de Atacante Interior para Ponta Invertido e espero que ele melhore. Dos jovens da base, Harry Cox acabou sendo chamado para o time principal depois da lesão grave de Jay Quitongo.

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A equipe agora é menos agressiva e clínica e tem uma defesa mais mediana, em comparação com toda a temporada passada. Contudo, ainda sobressaímos globalmente com relação a média da divisão, com apenas um leve empate ali em xG por jogo. O time marca mais gols que o esperado e sofre menos gols que o esperado, portanto, temos que continuar nessa pegada, para mantermos o bom nível atual. Se conseguirmos melhorar a defesa e manter o ataque, talvez se a defesa do Morton ajudar, dê para buscar uma briga pelo título.

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Notícias, estatísticas e informações do Queen's Park

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Cadete213

Boa campanha até ao momento nesta nova realidade. Morton está forte mas irá perder pontos. Estás na luta pelos playoffs e seria bom se assim fosse até ao fim. É para tentar nova subida esta época?

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ggpofm

Como você já havia observado,  era bastante provável que o QPFC fizesse novamente uma boa campanha na liga e as primeiras 12 rodadas confirmam isso. O McHugh é o cara, mas sempre fica o temor se ele parar de marcar. Mas eu acho que o Queen's seguirá bem na tabela.

O Morton é que parece acima dos demais, com uma defesa muito forte, mas o ataque pouco eficiente pode cobrar um preço mais adiante.

Você alimenta o desejo de ser promovido novamente ou acha que permanecer na 3ª divisão será melhor no momento?

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six_strings

Bom desempenho até agora, prevê-se que a continuar assim possas lutar pela subida já.

PEACE

 

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Nei não cai (38D)

Tem controle do vestiário, fez uma boa participação na Betfred Cup, disputa bem o campeonato. A diretoria anda meio criteriosa com essa 15 de confiança, hein?

No mais, uma pena a saída do Hampden Park.

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div

Começo muito forte e na briga pelo título, nos embalos de Bob McHugh, só precisa cuidar pro time não ficar dependente dele.

A comparação do desempenho do time com o resto da liga mostra que não é a toa que briga pela liderança.

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marciof89

O profissionalismo tá lavando o tradicionalismo do clube, o que tá sendo muito bom para o clube. Inclusive, sobrou na quarta e vai fazendo boa temporada de novo. Não vou achar estranho pegar o elevador.

McHugh é um baita jogador. Faria a festa até na Série B daqui.

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Henrique M.
On 3/24/2021 at 8:38 AM, Cadete213 said:

Boa campanha até ao momento nesta nova realidade. Morton está forte mas irá perder pontos. Estás na luta pelos playoffs e seria bom se assim fosse até ao fim. É para tentar nova subida esta época?

Vamos ver, o objetivo é chegar até os play-offs, a partir daí vemos. Mas, se estivermos lá dentro, é para buscar o melhor resultado possível.

On 3/25/2021 at 12:29 PM, ggpofm said:

Como você já havia observado,  era bastante provável que o QPFC fizesse novamente uma boa campanha na liga e as primeiras 12 rodadas confirmam isso. O McHugh é o cara, mas sempre fica o temor se ele parar de marcar. Mas eu acho que o Queen's seguirá bem na tabela.

O Morton é que parece acima dos demais, com uma defesa muito forte, mas o ataque pouco eficiente pode cobrar um preço mais adiante.

Você alimenta o desejo de ser promovido novamente ou acha que permanecer na 3ª divisão será melhor no momento?

Se ele parar de marcar, alguém vai ter que assumir a bronca, se não, o time para de vencer.

Não sei, em pontos corridos, normalmente, a defesa manda mais que o ataque.

Eu não sei dizer, Gilson. Vou lutar para subir. Mas, olho para o elenco e vejo que talvez exista qualidade para subir e não cair, mas, não sei como estarão as coisas daqui um ano. Em termos dos jovens, seria melhor ficar, para dar mais tempo de surgir uma maior profundidade no elenco, mas, tenho que aproveitar os melhores que temos agora.

On 3/25/2021 at 12:35 PM, six_strings said:

Bom desempenho até agora, prevê-se que a continuar assim possas lutar pela subida já.

PEACE

 

O objetivo é esse mesmo, lutar pela subida.

On 3/25/2021 at 6:09 PM, Nei não cai (38D) said:

Tem controle do vestiário, fez uma boa participação na Betfred Cup, disputa bem o campeonato. A diretoria anda meio criteriosa com essa 15 de confiança, hein?

No mais, uma pena a saída do Hampden Park.

Acho que 15 é uma avaliação justa. Não estou excedendo nenhuma expectativa e ainda cai fora de uma competição que eles queriam mais.

Não foi minha decisão, já estava combinado antes de eu iniciar o save.

23 hours ago, div said:

Começo muito forte e na briga pelo título, nos embalos de Bob McHugh, só precisa cuidar pro time não ficar dependente dele.

A comparação do desempenho do time com o resto da liga mostra que não é a toa que briga pela liderança.

Eu acho que o time já é dependente dele, não tem como dizer outra coisa nesse momento.

É a média, né? Vai saber qual é a comparação dos times que estão na outra frente...

19 hours ago, marciof89 said:

O profissionalismo tá lavando o tradicionalismo do clube, o que tá sendo muito bom para o clube. Inclusive, sobrou na quarta e vai fazendo boa temporada de novo. Não vou achar estranho pegar o elevador.

McHugh é um baita jogador. Faria a festa até na Série B daqui.

Não acho, acho que foi uma luta muito bonita até certa parte, mas, ninguém seguiu nesse caminho, acho que não fosse o Hampden Park, já teriam tomado essa decisão bem antes.

Talvez até na Série A.

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Henrique M.

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Empata, perde, empata

Jogos pela League 1 e Copa da Escócia

Depois da derrota para o Partick Thistle, nos recuperamos com uma vitória fácil para o Dumbarton e emendamos com uma vitória simples sobre o Peterhead, com um gol de escanteio logo no começo. Na sequência, mudamos o foco para a Copa da Escócia, onde defrontamos o Montrose, da League 2 e sofremos mais que o esperado para construir a vitória dentro de nossos domínios, mas McHugh compareceu para enviar o time para a próxima fase, onde defrontaríamos o St. Johnstone, da elite escocesa. Com o foco para a liga, tivemos muitas dificuldades para bater o Cove Rangers e precisamos mais uma vez de uma noite inspirada de McHugh para sacramentar a vitória.

No começo de dezembro, já tínhamos confronto direto contra o Morton e sua defesa impenetrável, e novamente, tivemos dificuldades para ameaçar o sistema defensivo deles, a diferença é que dessa vez eles aproveitaram a chance que tiveram e o jogo terminou 1 x 0 para eles ao invés do 0 x 0 anterior. O resultado deu uma abalada na equipe que empatou os dois jogos seguintes, contra adversários mais fracos e que supostamente são pontos que não devemos perder, principalmente porque era um jogo em casa e outro contra uma equipe que subiu conosco e está lutando para não voltar para a League 2. Felizmente, a sequência foi parada com uma grande atuação da equipe no clássico contra o Clyde e podemos voltar a festejar na expectativa de que o resultado inspirasse a equipe a melhorar.

Abrimos janeiro também com um confronto importante, e dessa vez contra o Partich Thistle, num jogo que valia a liderança para todos os envolvidos, já que o Morton tropeçou e abriu essa oportunidade. Cometemos um pênalti logo no começo do jogo e nunca conseguimos nos recuperar, já que o Partick Thistle é uma equipe com elenco de Championship e nesses confrontos precisamos de dias inspirados de todo mundo, quando alguém comete um pênalti antes dos dez minutos, sabemos que não vai ser nesse dia. Na sequência, ao menos voltamos a vencer com Matt Laird marcando seu primeiro gol com a camisa do Queen's Park.

A vitória nos mandou cheio de confiança para Perth, onde enfrentaríamos o St. Johnstone. Novamente, em um jogo decisivo, cometemos um pênalti no começo do jogo e isso dificultou bastante, por sorte, o time adversário não estava nos seus melhores dias também e um momento de brilho de McHugh nos permitiu empatar a partida no segundo tempo e forçar o replay no Lesser Hampden. Voltamos nossa atenção para a liga, esperando em breve o replay, e parece que isso tirou a atenção da equipe, que não conseguiu passar pelo lanterna jogando em casa. No replay contra o St. Johnstone novamente fizemos jogo duro, mas, com as mesmas dificuldades da partida anterior, só que dessa vez, não teve gol de pênalti, mas, eles mesmo assim conseguiram marcar o seu gol na metade do segundo tempo. Com a ausência do brilho de McHugh, lutamos bravamente e caímos de pé.

Na ressaca da eliminação, íamos empatando com o Peterhead mostrando alguma das deficiências que vem incomodando nesse terço da temporada, mas, na pressão, conseguimos achar um gol de Docherty, que conseguiu cabeçar de fora da área e mandar a bola para o fundo das redes, com imensa ajuda do goleiro, como era esperado. O que parecia que ia se tornar uma vitória, não durou, já que o Peterhead mudou de esquema, fez uma pressão no tiro de meta que foi mal batido pelo goleiro e enquanto os zagueiros saíam da área, a bola foi retornada direto do meio para o ataque e com três atacantes contra dois zagueiros ficou fácil para eles empatarem e voltarem para o esquema anterior do gol. Para encerrar, o terceiro jogo idêntico da nossa equipe contra o Morton, onde a defesa dele nos subjulgou facilmente e eles aproveitaram melhor sua chance de marcar. 

Queens-Park_-Encontros4991145534c51c3d.p
v Montrose (C) | v Cove Rangers (F) | v Morton (C) | v Partick Thistle (F) | v St. Johnstone (F) | v St. Johnstone (C) | v Peterhead (F) | v Morton (F)

SPFL League 1

O Partick Thistle aproveitou a sequência de tropeços da nossa equipe e da do Morton e já abriu ampla vantagem na liderança, creio que eles não terão dificuldade em retornar para a Championship. Na zona de playoffs, temos aí um grupo que parece que será o que terminará com as três posições. A distância para o Cove Rangers é considerável, dada que é um campeonato marcado mais pela irregularidade de todos do que times constantemente regulares. Acho que vamos atingir o objetivo inicial, chegar nos playoffs, mas, dado nossos resultados diante do Morton e do Partick Thistle, não estou achando que esse time vai conseguir subir.

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Tabela completa da League 1 | Estatísticas gerais e individuais da League 1

Análise de desempenho

Bob McHugh continua sendo nosso artilheiro máximo, marcando 11 gols nesse segundo terço da temporada, entretanto, o atleta perdeu o posto de melhor atleta para Stuart Morrisson, que ao lado de Peter Grant, formam uma sólida dupla de zaga e ajudam nossa defesa. Craig Slater é o garçom da equipe com 10 passes para gol. Jacques Heraghty continua sua boa forma debaixo da nossa meta, provando que foi uma excelente aposta. Tommy Robson vem em uma temporada bem melhor que a passada também, mostrando que a subida de nível fez bem pra ele. Do outro lado da moeda, Louis Longridge (e quase ninguém que atua na ponta-esquerda) continua sendo nosso elo mais fraco, entretanto, parece ser uma questão posicional e não de jogador. Matt Laird vem na rabeira em termos de atuação, entretanto, como não aparece de forma a ajudar na criação, não brilha ali, já que não sinto que ele compromete nossa defesa a ponto de ter notas tão baixas frequentemente.

Henry-Sword_-Home-2831f8b19009cd82d.png

Temos o segundo melhor ataque e a terceira melhor defesa, mas, estamos bem longe dos líderes no quesito. O ataque do Partick Thistle já foi as redes por 47 vezes, enquanto a defesa do Morton, a menos vazada sofreu apenas 11 gols na competição. Peço desculpas pelas imagem do desempenho global, tirei a screenshot errada, sem os valores numéricos que fica em outra tela. Estamos marcando e sofrendo menos gols, mas, a qualidade do nosso ataque decaiu bastante, com uma boa diminuição do xG por jogo. Nós passamos a chutar mais, mas estamos fazendo menos gols. Contudo, defensivamente, a melhora é clara, só precisamos acertar o ataque para ele passar a fluir melhor novamente.

Queens-Park_-Relatorio-do-Analista077d97
Queens-Park_-Relatorio-do-Analista-2df03

Notícias, informações e estatísticas do Queen's Park

 

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Victor Duque

Viveu um momento conturbado ali entre dezembro e janeiro, agora é manter o foco para tentar levantar a moral e classificar para os playoffs sem sustos. Como disse  o aspecto positivo é a defesa, e as estatísticas comprovam. Se na reta final conseguir esses ajustes, da pra aumentar a expectativa pra fase decisiva. Boa sorte!

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Cadete213

McHugh em forma e alguns altos e baixos até ao momento, mas lugar nos play-offs deve estar praticamente assegurado. Depois tudo pode acontecer. Foi bom ver a equipa fazer frente e causar dificudades ao St Johnstone.

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LC

Rapaz dezembro e janeiro foi muito irregular e já começa fevereiro com uma derrota. O bom é que continua na briga para o título. É totalmente  possível tirar essa diferença de 6 pontos para o Patrick. Boa sorte na sequência.

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div

Depois de novembro o time entrou numa espiral negativa, que tirou o time da briga pelo título. Mas, como tu disse, a vantagem para o primeiro time fora da zona de playoff é grande e se conseguir recuperar o time até lá, pode vir um acesso aí.

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ggpofm

Como você pontuou, parece que as quatro posições iniciais do campeonato estão definidas, com o Partick com grande chances de conquistar o título. Ao Queen's resta recuperar inicialmente a melhor forma e voltar a vencer e com McHugh voltando a fazer mais gols, já que ninguém assumiu a bronca no lugar dele. Os play-offs se aproximam

Bom trabalho na continuação.

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Henrique M.
On 4/2/2021 at 9:27 PM, Cadete213 said:

McHugh em forma e alguns altos e baixos até ao momento, mas lugar nos play-offs deve estar praticamente assegurado. Depois tudo pode acontecer. Foi bom ver a equipa fazer frente e causar dificudades ao St Johnstone.

Eu queria que levassem esse espírito para os jogos mais complicados da League 1 contra Morton e Partick Thistle, já que não vencemos esses dois ainda na temporada. Mas, ao menos vamos atingir o objetivo inicial.

On 4/2/2021 at 9:56 PM, LC said:

Rapaz dezembro e janeiro foi muito irregular e já começa fevereiro com uma derrota. O bom é que continua na briga para o título. É totalmente  possível tirar essa diferença de 6 pontos para o Patrick. Boa sorte na sequência.

Nós não temos 6 pontos de diferença para a liderança, são 10 pontos.

On 4/3/2021 at 5:28 AM, div said:

Depois de novembro o time entrou numa espiral negativa, que tirou o time da briga pelo título. Mas, como tu disse, a vantagem para o primeiro time fora da zona de playoff é grande e se conseguir recuperar o time até lá, pode vir um acesso aí.

A questão é que os confrontos contra as equipes fortes do grupo não deixam muita margem para acreditar que o time vá passar de um deles ou do time da Championship nos playoffs e conseguir esse acesso.

On 4/3/2021 at 1:58 PM, ggpofm said:

Como você pontuou, parece que as quatro posições iniciais do campeonato estão definidas, com o Partick com grande chances de conquistar o título. Ao Queen's resta recuperar inicialmente a melhor forma e voltar a vencer e com McHugh voltando a fazer mais gols, já que ninguém assumiu a bronca no lugar dele. Os play-offs se aproximam

Bom trabalho na continuação.

Acho meio improvável que o título não termine com eles. Ele marcou apenas 4 gols a menos que no primeiro terço, então, não caiu tanto de ritmo assim, o problema mesmo é ninguém assumir a bronca quando ele não está bem em uma partida.

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      Imagem da Zona Leste de São Paulo-SP
      TEMPORADA 2021 - CAPÍTULO 1
      Quem sou eu?!
      Esta história será escrita em primeira pessoa. Sim, sou eu, José Silva, que está escrevendo. Não farei joguetes dissertativos nesta jornada, mas garanto sinceridade máxima para com o leitor. Antes de tudo, vou me apresentar. Eu sou José Silva, mais um entre tantos milhões de brasileiros. Mais um José e mais um Silva, talvez o nome e o sobrenome mais comum do Brasil. Ok, sei que não ficou legal esta apresentação, portanto serei mais direto para me ater à promessa de evitar os joguetes na narração.
      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Na década de 90, a coisa mais comum nos campos europeus eram os tradicionais pontas velocistas; dribladores rápidos com capacidade de cruzar bem uma bola e que ficavam sempre preso no seu corredor de atuação. Atualmente, esse é um perfil bastante difícil de se encontrar nos elencos dos grandes clubes do mundo. No jogo moderno, é função dos alas e laterais atacarem os flancos e cruzar a bola para a aula. O ponta tradicional foi substituído pelo ponta de pé trocado. O ponta invertido (extremo invertido em PT-PT, por isso também no jogo e aqui nesse guia) é um desses casos dentro do FM, assim como o avançado interior.
      Enquanto esses pontas de pé trocado surgiram e evoluíram dentro do 4-2-3-1, eles tem funções diferentes dentro de campo de acordo com o time que jogam ou com a formação que são usados. Nas versões anteriores do Football Manager, a única opção tática que um treinador tinha para esse tipo de formação era utilizar um avançado interior. Atualmente, ganhamos uma ferramenta a mais, com o extremo invertido. A principal tarefa desses pontas de pé trocado é utilizar sua velocidade e técnica para duelar com seu marcador e conduzir a bola e o time para mais próximo do gol adversário.
      Para aqueles que ainda não sabem do que estamos falando, vou deixar alguns exemplos da vida real e que inspiraram a Sports Interactive a moldar a função de acordo com seu talento. Jogadores como Arjen Robben, Franck Rybéry e Thierry Henry são alguns dos ícones do futebol que ajudaram o Football Manager a trazer esse tipo de atleta do campo para as telas dos computadores. Hoje, atletas como Serge Gnabry e David Neres são grandes máquinas dentro do Football Manager graças ao que esse tipo de atleta trouxe para o motor do jogo.
      Normalmente, o estilo de jogo desses atletas é bem direito. Uma vez que tem a bola nos pés, eles combinam técnica e dribles com aceleração e boas tomadas de decisão para deixar o marcador para tráz e ou finalizar ou passar a bola para um companheiro melhor posicionado para continuar a jogada. Esse estilo de jogo não combina muito com o estilo de outros avançados interiores da vida real, que cortam para dentro, mas optam por uma enfiada de bola ou cruzamento ao invés do chute.
      Em versões anteriores, ou você transformava esses jogadores em avançados interiores, incluindo seus comportamentos codificados no motor do jogo (e que não podem ser removidos) que instruíam eles a cruzar menos, ou os transformava em construtores de jogo avançados, aceitando que eles iriam cruzar menos e chutar menos, mas fariam passes mais arriscados. Isso mudou a partir do FM 2020, que passou a nos oferecer o Extremo Invertido.
      Como essa função dá aos treinadores maior flexibilidade? As instruções se tornaram mais claras, assim como as percepções de cada um sobre o que cada função pode fazer dentro de uma partida. Para vermos o que eles devem fazer, basta olharmos para as instruções que não podem ser removidas no painel tático. Como mencionamos o Avançado Interior e o Construtor de Jogo Avançado, iremos compará-los antes de chegarmos à estrela desse guia, o Extremo Invertido. Começaremos pelo Construtor de Jogo Avançado.

      O construtor de jogo avançado, quando colocado nas pontas, é primariamente um meio-campista colocado em uma posição de maior largura, que busca encontrar espaços e criar oportunidades para si ou para os companheiros de equipes. O jogador funciona de forma bem restrita, mas tendem a recompor defensivamente quando o time está sem a bola.

      Quando comparamos o construtor de jogo avançado com o avançado interior, podemos ver imediatamente que o avançado interior movimenta-se mais em direção à área, buscando penetrações e necessitam de um tipo diferente de capacidades e habilidades ofensivas.

      E isso faz sentido quando nós examinamos seus comportamentos inerentes e que não podem ser retirados. O avançado interior é mais ofensivo. Eles querem conduzir a bola até o coração da defesa adversária, cortando para dentro a partir do corredor lateral. Ao invés de tentarem criar chances para seus companheiros com uma enfiada de bola, é mais provável que eles tentem marcar o gol por conta própria.
      Entretanto, isso não significa que eles irão chutar a esmo e ignorar companheiros melhores posicionados. Quando colocado em uma tarefa atacar, eles tendem mais a querer marcar o gol, enquanto na função apoiar, o avançado interior está mais afastado do gol e é mais provável que procurem um companheiro livro ou no espaço.

      Isto tudo nos traz até o extremo invertido. A descrição do jogo diz que ele "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando."

      Seu comportamento inerente é diferente quando comparado as outras funções que mencionamos, já que eles não são instruídos a cruzarem menos ou a correr mais riscos nas tomadas de decisão. Eles são uma versão mais conservativa do avançado interior, ou talvez para ser mais preciso, a combinação entre o avançado interior e o construtor de jogo avançado.
      A movimentação de um extremo invertido é mais lateral se comparada ao avançado interior. O extremo invertido move-se para o corredor central, cortando de uma posição mais aberta. Mas ao invés de finalizar, ele quase sempre passa a bola antes de correr para se posicionar dentro da grande área.

      Quando examinamos o mapa de calor do, combinado com o de passes recebidos pelo, extremo invertido, nós podemos ver essa movimentação. Ele corta para dentro para receber o passe, progride e se posiciona entre o zagueiro e o lateral na área.

      Texto traduzido e adaptado por Henrique M. para o Engenharia do Futebol e FManager Brasil
      Fonte: https://www.footballmanager.com/the-byline/look-inverted-winger-wednesday-wisdom
    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
    • tricolor de coraçao
      By tricolor de coraçao
      S.E.R. Caxias, Ser Glorioso 
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
      Considerações Iniciais
      Salve leitores! 
      Começando nova saga, no tradicional clube Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul, SER Caxias ou mais popularmente conhecido como Caxias. O clube localizado em Caxias do Sul, rivaliza com o Juventude no clássico Ca- Ju. Considerado o segundo maior clássico gaúcho, perdendo apenas para o clássico Gre-nal. 
      Ao contrário do rival Juventude que já figurou na elite nacional, Libertadores da América e já foi campeão da Copa do Brasil, o Caxias sequer um dia chegou a estar na Série A e também há alguns anos chegou a amargar um rebaixamento estadual e rebaixamento da Série B até a Série D. Reza a lenda que o rival alviverde (Juventude) é originário da parte mais elitista da cidade enquanto a parte pobre acabou cirando o Caxias que assim passou a se chamar por alguns o Clube do Povo. E por isso Caxias foi o clube escolhido para iniciar o save.
       
      Infra-estruturas
      O Caxias manda seus jogos no Estádio Centenário, que na verdade tem menos de 50 anos (construído em 1976). Ocorre que em 1975 foi comemorado os 100 anos da imigração italiano e a isso deve-se o nome do estádio da equipe grená (Caxias). A sua capacidade real é de 22 mil lugares. Porém no FM criaram cerca de menos de 10 mil lugares apenas sendo cerca de metade apenas com assentos. Mesmo erro ocorreu com o rival, então vamos jogar assim mesmo.

      Quem dera fosse essa a capacidade! Maiores informações em detalhe no link desse tópico ou aqui.
       
      Expectativas
       
      Meu grande objetivo é a médio prazo se tornar a maior equipe de Caxias do Sul, superar o Juventude e os demais rivais do interior como os clubes de Pelotas...ou seja com o tempo ser a maior equipe da cidade e depois do interior gaúcho. Futuramente a maior do estado e assim por diante. Rumo a glória.
      A direção segue com maiores expectativas para o estadual mesmo. Talvez possamos sentir maiores dificuldades ali.
      Esse ano o Gauchão será disputado por 12 clubes. Ao término de 11 rodadas os 2 piores são rebaixados para a divisão de acesso e os 4 melhores avançam para as semifinais.
      O mínimo exigido pela Direção é chegar na semifinal. Me parece um pouco difícil atingir isso já no primeiro ano.


      Nas demais competições a Direção não espera muita coisa. Espera apenas um bom desempenho na Série D estadual.
       
      MERCADO DA BOLA
      Encontramos um plantel muito envelhecido (mais de 50% do elenco principal), mas o problema maior é que com desequilíbrio de quantidade por posição: muitos ponta direita e armadores e poucos meias centrais e atacantes. Assim sendo forçamos as saídas de Campagnolo, Mazola e Diogo Oliveira para o Treze e clubes do futebol árabe. Bons atletas eu sei, mas atuando em posições de maior concorrência e idade avançado.


      Por isso não fazem mais parte dos planos.
       
      Pontas e armadores
      Sete reforços chegaram sendo 2 na ponta esquerda, 3 no meio campo, 1 na ponta direita e 1 na armação. Nosso armador principal era Tontini, ex-Gremio, mas como lesionou-se feio buscamos o jovem Maurício, ex-Unitri. Na ponta direito chegou Andrey, formada no Paraná CLube e no rival Internacional, porém sem oportunidades ainda. Chega para disputar titularidade com Gustavo Ramos.
      Na ponta esquerda chegou Victor Feijão, jogador rodado em alguns tradicionais clubes da Serie B. E para competir com ele, trouxemos a galática contratação de Doka Madureira. 
      Doka Madureira tem grande história no futebol bulgaro e turco, tendo conquistado alguns títulos importantes por lá.

       
      Meias centrais
      Com apenas Juliano no meio campo e com o Gauchão prestes a começar tivemos que agir rápido. Chegaram os badalados Nenê Bonilha e Corrêa. Nenê Bonilha que ultimamente passou pelo Fortaleza, também teve experiências pelo Vitoria de Setubal e Nacional da Madeira, entre outros. Já Correa é um quarentão muito experiente e conhecido dos tempos de Atletico Mineiro, Palmeiras e Dinamo de Kiev. Além de estaduais teve muito sucesso pelo futebol ucraniano.

      Tentamos vários outros nomes e por fim fechamos também com o haitiano Paul Roche. Esse era jogador do Perólas Negras sem ter jogado ainda lá.
      Atacante
      Setor frágil do elenco, iremos com o ponta Jhon Cley no momento. Também cometemos um erro: contratamos Guilherme Augusto, ex- Assev por pré-contrato em vez de contratá-lo de imediato e teremos de esperá-lo até chega Julho.
       
       
      A defesa comandada pelo experiente goleiro Marcelo Pitol segue de momento inalterada. Pensando em reposição tentamos trazer Uilson, goleiro reserva do Atlético Mineiro mas de última hora o São Paulo "atravessou" o negócio e acabou levando. O meia central Feijão também desistiu e fechou com a Ponte Preta. Ainda estamos a procura de um centroavante que realmente sea matador e meio barato.
      E assim de momento fechamos as contratações para a equipe grená
      No próximo capítulo, os amistosos e desempenho da equipe no estadual e Copa do Brasil.
       
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
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