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Henrique M.

Ludere Causa Ludendi - Empata, perde, empata (02/04)

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ggpofm

Como você havia dito, a equipe era favorita ao título e vem confirmando a expectativa sua e da diretoria. O título da outra atualização era: "Elenco curto, pressão alta". E quanto ao elenco. Tem algo dizer sobre ele? Ou tem corrido tudo bem?

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Cadete213

Dificuldades no início mas depois da arrancares, ninguém te pára. Série vitoriosa positiva e título no horizonte. Preocupação mesmo são as finanças 

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LC

Depois que colocou o Craig Slater  como Construtor de Jogo Recuado a equipe deslanchou e se nenhuma catástrofe acontecer...Será campeão e com folgas. Agora esse buraco negro que se formou no Departamento Financeiro vai sugando todo o dinheiro que entra.Quem sabe vendendo um jogador possa equilibrar as finanças. Em relação ao Mercado de Transferências tem algum jogador que possa vender?

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Bigode.

Teve ali um início claudicante, mas depois com a mudança de função no meio-campo, embalou de vez e vai confirmando o favoritismo. Fica a dúvida se uma simples função fez essa diferença toda ou se o entrosamento ganho com o tempo resultaria nesse crescimento mesmo sem a mudança da função. Talvez eu tenha passado despercebido no texto e desculpe se citou isso, mas chegou a notar algo no rendimento da equipe que dê para afirmar com certeza que essa virada se deve exclusivamente a essa mudança?

Muito bom também que já se adiantou e garantiu a renovação das peças que estão sendo importantes. Ótimo para se criar uma boa base desde já, mesmo que futuramente, na subida de nível, esses jogadores acabem perdendo o protagonismo por causa da diferença de nível entre a divisão atual e a superior.

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Danut

Time está bem dentro do que tu esperava, né, sem muitas dificuldades rumo ao título da liga. O começo não foi tão legal mesmo, mas depois da mudança tática a coisa se ajeitou.

Nas finanças a coisa não vai bem, mas com a subida de divisão pode ser que melhorem. Depende um pouco do impacto financeiro de estar na divisão acima, que eu não tenho ideia de qual é.

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div

Vai sobrando na liga e deve levar sem muito esforço, boa temporada para ir conhecendo o elenco, desenvolvendo alguns jogadores e dando rodagem.

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Victor Duque

início arrasador de liga, tem tudo mesmo pra ter um fim de temporada sem ameaças na tabela. Financeiramente vai ser interessante ver como a diretoria vai lidando com isso, e se com o tempo, as receitas aumentam pouco a pouco. boa sorte!!

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Henrique M.
On 3/11/2021 at 11:43 AM, ggpofm said:

Como você havia dito, a equipe era favorita ao título e vem confirmando a expectativa sua e da diretoria. O título da outra atualização era: "Elenco curto, pressão alta". E quanto ao elenco. Tem algo dizer sobre ele? Ou tem corrido tudo bem?

Por enquanto, tem sim, as lesões vem acometendo o pessoal de maneira ordenada, sem uma grande leva de lesões em posições de grande dificuldade de reposição. E a versatilidade de alguns jogadores tem evitados problemas maiores quando rola alguma suspensão. Acho que o nível superior da equipe ajuda nessa parte também.

On 3/11/2021 at 12:02 PM, Cadete213 said:

Dificuldades no início mas depois da arrancares, ninguém te pára. Série vitoriosa positiva e título no horizonte. Preocupação mesmo são as finanças 

É preocupante, mas não temos como fazer nada para evitar isso, já que os gastos que estão aí não foram feitos por mim.

On 3/11/2021 at 1:20 PM, LC said:

Depois que colocou o Craig Slater  como Construtor de Jogo Recuado a equipe deslanchou e se nenhuma catástrofe acontecer...Será campeão e com folgas. Agora esse buraco negro que se formou no Departamento Financeiro vai sugando todo o dinheiro que entra.Quem sabe vendendo um jogador possa equilibrar as finanças. Em relação ao Mercado de Transferências tem algum jogador que possa vender?

Não tem como vender um jogador e equilibrar as finanças, se eu vendesse o elenco inteiro não conseguiria juntar mais que 200 mil euros, o mais valioso vale somente 30 mil euros. E sinceramente, os que valem isso são mais importantes no campo.

On 3/11/2021 at 4:04 PM, Bigode. said:

Teve ali um início claudicante, mas depois com a mudança de função no meio-campo, embalou de vez e vai confirmando o favoritismo. Fica a dúvida se uma simples função fez essa diferença toda ou se o entrosamento ganho com o tempo resultaria nesse crescimento mesmo sem a mudança da função. Talvez eu tenha passado despercebido no texto e desculpe se citou isso, mas chegou a notar algo no rendimento da equipe que dê para afirmar com certeza que essa virada se deve exclusivamente a essa mudança?

Muito bom também que já se adiantou e garantiu a renovação das peças que estão sendo importantes. Ótimo para se criar uma boa base desde já, mesmo que futuramente, na subida de nível, esses jogadores acabem perdendo o protagonismo por causa da diferença de nível entre a divisão atual e a superior.

A equipe se mostrou mais sólida na criação de jogadas e ajudou a potencializar a ligação com a dupla de ataques, efetivamente, não tem nada que ilustre bem essa situação, mas a equipe passou a atuar de uma maneira muito melhor depois da mudança.

Eles vão continuar sendo protagonistas por algum tempo, creio eu, já que o elenco só receberá atletas oriundo da base.

On 3/11/2021 at 4:35 PM, Danut said:

Time está bem dentro do que tu esperava, né, sem muitas dificuldades rumo ao título da liga. O começo não foi tão legal mesmo, mas depois da mudança tática a coisa se ajeitou.

Nas finanças a coisa não vai bem, mas com a subida de divisão pode ser que melhorem. Depende um pouco do impacto financeiro de estar na divisão acima, que eu não tenho ideia de qual é.

Foi um pequeno acerto tático, não creio que dá para dizer que foi uma mudança, mas, foi vital para a melhora.

Eu não sei também, mas, acredito que financeiramente, a terceira divisão seja similar aqui. O que pode pesar é a mudança para o estádio menor, que vai gerar menos custos.

On 3/11/2021 at 11:45 PM, div said:

Vai sobrando na liga e deve levar sem muito esforço, boa temporada para ir conhecendo o elenco, desenvolvendo alguns jogadores e dando rodagem.

O elenco é forte nesse momento, mas, não tem lá muitas peças jovens e promissoras, algo que deve mudar para a próxima temporada.

On 3/12/2021 at 12:12 AM, Victor Duque said:

início arrasador de liga, tem tudo mesmo pra ter um fim de temporada sem ameaças na tabela. Financeiramente vai ser interessante ver como a diretoria vai lidando com isso, e se com o tempo, as receitas aumentam pouco a pouco. boa sorte!!

As receitas só devem começar a melhorar de verdade quando alcançarmos posições mais altas na elite escocesa, até lá, acredito que vamos depender muito do desejo da diretoria em controlar as finanças.

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Andreh68

A historia da luta pelo amadorismo é legal, e tem seu sentido. Mas a Terra girou, e girou. Algo que não tinha mais como evitar.

Quer dizer que o Henrique é espada é? 🤣🤣🤣🤣🤣🤣 desculpa mas não dá para não sacanear! 😁

Legal ver vc fazendo um YC. Não foram poucas as vezes que reli seu artigo sobre formação de base.

No DFj. A determinação de 1 será que influencia os jovens? E a gestão de recursos, será que piora a fornada?

Cara... Trump, Brexit, Bozo... que desgraça se abateu sobre nós... vão passar muitos anos para os efeitos dessa porcaria toda sumir,,,

A impressão que eu tenho, que apesar do FM tentar espelhar finaçeiramente a situação real dos clubes, quando aocntece uma grnde venda, como essa do estádio, esse dinheiro some.

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Henrique M.
On 3/13/2021 at 10:40 PM, Andreh68 said:

A historia da luta pelo amadorismo é legal, e tem seu sentido. Mas a Terra girou, e girou. Algo que não tinha mais como evitar.

Quer dizer que o Henrique é espada é? 🤣🤣🤣🤣🤣🤣 desculpa mas não dá para não sacanear! 😁

Legal ver vc fazendo um YC. Não foram poucas as vezes que reli seu artigo sobre formação de base.

No DFj. A determinação de 1 será que influencia os jovens? E a gestão de recursos, será que piora a fornada?

Cara... Trump, Brexit, Bozo... que desgraça se abateu sobre nós... vão passar muitos anos para os efeitos dessa porcaria toda sumir,,,

A impressão que eu tenho, que apesar do FM tentar espelhar finaçeiramente a situação real dos clubes, quando aocntece uma grnde venda, como essa do estádio, esse dinheiro some.

Girou e eles evitaram até demais, muitos clubes com a mesma tradição já teriam feito essa mudança décadas atrás.

Cada um projeta aquilo que quer em coisas inócuas. hahaha

Eu já fiz um no FM2018 ou 2019 com a Caldense. Não é novidade para mim, mas, também, nunca cheguei até o fim.

O que influencia é a personalidade e o estilo de jogo. Mas, ele não deve ficar conosco por muito tempo.

O dinheiro da venda do estádio era maior do que tínhamos em caixa, o que não entendo é esse empréstimo misterioso mesmo.

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Tsuru

É, o início foi meio cambaleante ali, mas normal, depois o time engrenou a segunda, a terceira e foi. Acho que vem título e promoção sem grandes dificuldades, a equipe parece mesmo bem acima do nível da liga. E aí subindo é que as coisas vão ficar um pouco mais desafiadoras.

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Henrique M.
1 hour ago, Tsuru said:

É, o início foi meio cambaleante ali, mas normal, depois o time engrenou a segunda, a terceira e foi. Acho que vem título e promoção sem grandes dificuldades, a equipe parece mesmo bem acima do nível da liga. E aí subindo é que as coisas vão ficar um pouco mais desafiadoras.

Pois é, o que importa é a promoção, não importa se vai ser fácil ou difícil, o importante é terminar lá no topo.

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Henrique M.

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Com emoção ou sem emoção?

Jogos do Queen's Park pela League 2 e Copa da Escócia

A temporada entrou na sua metade final e emendamos mais duas vitórias, contudo, o período começou a marcar a ausência de gols de Bob McHugh, que estava numa sequência inacreditável até agora. As oitavas-de-final da Copa nos colocaram diante de uma equipe do topo da tabela da Championship e nós fomos para a briga. O time adversário demonstrou a esperada superioridade no começo do jogo, mas fomos mexendo e atacando o adversário até que Will Baynham tirou dois gols em dois minutos e empatamos na reta final da partida, levando o jogo para a prorrogação. Mantivemos o pique e Murray virou o jogo no segundo tempo da prorrogação, enquanto Baynham colocou os pregos no caixão do adversário alguns minutos depois.

Depois da euforia pela classificação na Copa, o primeiro tombo no campeonato veio diante do Edinburgh City e continuamos a tendência depois de perdemos para o Elgin City em casa, fazendo com que em duas rodadas perdessemos ambas as nossas invencibilidades. Retomamos os caminhos da vitória contra o Brechin, antes de voltamos nossa atenção para o segundo confronto contra o Kilmarnock na temporada, dessa vez pelas quartas-de-final da Copa. O Killie havia nos vencido facilmente na Copa da Liga, mas estavámos empolgados por já termos derrubado um time de uma divisão muito superior. Não posso dizer que praticamos um jogo de igual para igual, mas, um pouco mais de eficiência e poderíamos ter tido um destino diferente. Eles também vacilaram bastante na frente do gol depois de abrirem o placar logo no começo do jogo, mas, com as três chances que desperdiçamos, dava para vencer e não chamar de um placar injusto.

Emendamos mais duas vitórias seguidas, com uma delas vindo no apagar das luzes com Bob McHugh reencontrando o caminho das redes. Essa vitória marcou o começo de uma sequência complicada para o time, que empatou dois jogos seguidos e ainda perdeu um terceiro, em todos, jogando muito pior que o adversário. Esses três tropeços abriram espaço para o Edinburgh City encostar e diminuir a vantagem para 6 pontos, entretanto, com um confronto direto na penúltima rodada, as coisas estavam ficando mais tensas no Hampden Park. Vencemos o Elgin City, que estava no fundo da tabela, mas, não foi fácil, precisamos de uma atuação ofensiva muito brilhante para superar a defesa furada que entrou em campo naquele dia. 

No confronto direto contra o Edinburgh City, onde só precisávamos empatar, fizemos um confronto equilibrado no primeiro tempo, mas, o time esqueceu de subir para a segunda etapa e fomos obliterados, enquanto uns jogavam com sangue nos olhos para sonhar com a taça, nós nos borravámos dentro de campo. A goleada foi merecida, independentemente do que os números possam dizer. Na rodada final, precisávamos de um empate contra um time que havia acabado de escapar matematicamente do rebaixamento, ou seja, receita para o desastre. Contudo, Bob McHugh liderou a equipe desde o começo do jogo e já estávamos confortáveis no placar no intervalo. Quitongo ainda fez mais um e decretou que o Queen's Park levantasse a taça da League 2 pela segunda vez na sua história, encerrando um jejum de 21 anos sem título, ocasião em que a equipe conquistou a League 2 pela primeira vez na história.

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v Dunfermline (C) | v Elgin City (C) v Kilmarnock (C) v Elgin City (F) | v Edinburgh City (F)

League 2 Escocesa

O que parecia líquido e certo na metade do campeonato se tornou meio instável porque o time resolveu dar uma freada nas seis rodadas finais. Acho que não queriam um final de campeonato sem emoção, por isso optaram por dar emoção ao mesmo na reta final. O que importa é que ganhamos o campeonato e subimos, mas, confesso que achei que o time ia peidar na farofa e ir disputar o playoff. Felizmente não aconteceu e a comemoração foi com alegria misturada com alívio. Agora é hora de preparar o time para a próxima temporada, já que apenas Canice Carroll, Grant Gillespie, Wullie Muir e David Galt devem sair do elenco. Simon Murray não quer renovar e vou ir até os últimos momentos para ver se ele muda de ideia, por isso, Will Baynham também não sabe se continua, já que estou planejando usar apenas um atacante no 11 inicial da próxima temporada.

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Tabela completa | Estatísticas gerais e individuais da League 2

No fim, o Stirling ganhou a segunda vaga na League 1, vencendo os playoffs de promoção, enquanto o Elgin City foi rebaixado após perder para o East Kilbride nos playofs de rebaixamento. Na League 1 tivemos Falkirk vencendo e subindo, enquanto Forfar e Montrose caíram. Na Championship, Hearts e Dunfermline subiram para a elite, enquanto o Morton caiu para a League 1. Na Premier, o Celtic faturou com facilidade (diferentemente da realidade), com o Rangers em 2º e Motherwell em 3º. O Rangers faturou as duas copas. O Atlético de Madrid, o Liverpool, o PSG, o Bayern e a Juventus ganharam as principais ligas do continente, enquanto o Liverpool e o Arsenal conquistaram a Champions e a Europa League, respectivamente.

Análise de desempenho

Bob McHugh, Canice Carroll, Peter Grant e Simon Murray foram nossos titulares mais regulares. Mas foi nossa dupla de ataque que brilhou mesmo. McHugh foi o artilheiro, enquanto Murray foi o líder em assistência. No time reserva, apenas Will Baynham aproveitava as oportunidades que tinha e também teve uma média bastante alta para um jogador que quase sempre saia do banco. Por outro lado, Louis Longridge foi o titular com a pior média, apesar do número não ser extremamente baixo, sua capacidade alta indicaria uma temporada melhor, contudo, como o atleta jogou praticamente toda a temporada jogando de pé trocado na esquerda, isso pode ter afetado seu rendimento.

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Em termos estatísticos, ainda continuamos dominando e sendo uma sombra muito maior em termos de qualidade, contudo, passamos a desarmar menos que a média nessa última metade da temporada. Além disso, nosso ataque perdeu bastante da sua capacidade de conversão, enquanto nossa defesa passou a permitir uma maior taxa de conversão, e tudo isso sem uma mudança significativa na quantidade de chutes realizados ou sofridos. A reta final do clube balançou bastante esses números.

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Spiderlings 2021

A época mais aguardada da temporada em um save com foco na base é quando saem os novos jogadores. Nesse caso, o começo de abril marcou a primeira injeção de novas caras no Queen's Park. O melhor jogador é Matt Laird, um volante e é curioso ver que o nosso diretor da base teve a influência num jogador que é nosso terceiro melhor prognóstico e um dos piores, vamos ver quem se sairá melhor, já que segundo ele, ambos são técnicos. Diferentemente do que fiz no save da Veterana, não dedicarei uma postagem exclusiva para os jovens. Vou utilizar o espaço da pré-temporada para tal, já que como não falarei de transferências, acaba gerando ali um vácuo e eu posso economizar assim uma postagem, apesar de que buscarei trazer todo o detalhamento possível.

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Nós temos três jogadores que podem ajudar bastante o clube agora e no futuro, Matt Laird, Reece Fuller e Harry Cox são jogadores com bastante potencial. Temos também um grande grupo intermediário, de jogadores que podem acabar se tornando úteis, de acordo com sua evolução. Em termos de posições, minhas maiores preocupações era que surgissem zagueiros, goleiros e meias-esquerdas, que são posições que não tem cobertura adequada no time principal. entretanto, com apenas um zagueiro e a qualidade média dos meias-esquerdas não ter sido lá muito empolgante, apenas Reece Fuller acaba por suprir uma lacuna necessária nesse primeiro ano.

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Diretoria ao resgate

A diretoria ao longo da temporada injetou dinheiro sempre que a situação ficava nefasta, contudo, quando acabou a temporada, na virada do mês fiscal a diretoria do clube injetou 1,2 milhões de euros no clube, através de um empréstimo que não está listado como uma dívida do clube (checarei constantemente para ver se a situação muda) e também surgiram 1,9 milhões de euros no caixa do clube (designado como Outros no balancete), como não recebi nenhuma notícia a respeito, imagino que seja relacionado a venda do estádio. Dessa forma, o balanço do clube saltou de quase 1 milhão de euros negativo logo após o fim da League 2 para pouco mais de 2 milhões de euros positivos.

Notícias, informações e estatísticas do Queen's Park

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Cadete213

Chegar aos quartos-de-final da taça foi um feito muito bom. Na Liga, alguns resultados menos bons mas só mostram um certo equilíbrio na Liga. Pelo que estou a ver, só o Edinburgh poderá ameaçar na luta pelo título. Vamos lá aguentar a liderança.

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Nei não cai (38D)

O Kilmarnock jogando num 352 de alegrar Celso Roth. Pelas estatísticas, apesar dos muitos chutes, em termos de eficiência foi parelho.

Quase danutou na liga, mas venceu e tá na liga one. 

As regras foram um problema pra mim, que comecei antes do brexit com a alegria de poder selecionar quantos jogadores fossem.

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Victor Duque

Como o treinador disse, importante era subir, como fosse🤣. E foi o que aconteceu, um pouco de emoção sempre da uma expectativa a mais. Rumo a League 1. Menos um degrau.

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schacoffee

Caramba! 27 gols! Queria que os meus atacantes sofressem dessa seca! hahahahaha

Os resultados foram muito bons. Os números estão lá!

 

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Tsuru

Flertou ali com a Danutagem, suou sangue em alguns momentos, mas divisão inferior é isso mesmo, os caras fazem uns jogos que parecem o Barcelona e outros nem tanto, e os resultados acabam acompanhando isso também.

O mais importante é que subiu, passou pelo primeiro degrau e agora que venha a League 1.

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Bigode.

Apesar de quase ter cometido uma Danutada, a boa primeira metade de temporada acabou ajudando bastante a fortalecer essa liderança e o título felizmente veio, sem precisar passar pela incerteza dos playoffs. Parabéns!

Enxergou algum motivo específico para essa queda final ou acredita que foi mais questão dos jogadores sentindo mentalmente a luta pelo título?

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LC

Quase rateou na reta final, mas o bom é que garantiu o título.

Os jogadores cansaram? Ou foi o extracampo? Tipo um excesso na cobrança ao elenco por causa de um jogo ruim?

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div

Rapaz, Abril ali foi tenebroso, hein? Ainda bem que havia uma grande gordura anterior e o time não sentiu falta desses pontos, saindo campeão. Por falar nisso, parabéns pela conquista!

Vamos ver o que o futuro reserva pro time.

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ggpofm

Conseguiu o título e a promoção como havia previsto, mas com dificuldades. Viu a vantagem de 10 pontos se perder com os resultados ruins naquele mês de abril. Enfim, conseguiu a promoção e agora terá os problemas já identificados para a temporada seguinte, que promete ser dura. Veremos.

On 3/13/2021 at 7:40 PM, Andreh68 said:

A historia da luta pelo amadorismo é legal, e tem seu sentido. Mas a Terra girou, e girou. Algo que não tinha mais como evitar.

Durante o século XX e até agora, o amadorismo do Queens se tornou bem legal mesmo em um meio cada vez mais profissional, mas não podemos esquecer que em fins do século XIX, quando o Queen's decidiu por se manter amador era mais uma forma disfarçada de elitismo, excluindo os trabalhadores da possibilidade de praticar o futebol, do que por amor ao futebol, semelhante ao que aconteceu na Inglaterra e em outros países com suas especificidades culturais. Na realidade, todos os clubes centenários que se mantiveram ativos no futebol até hoje como amadores, optaram pelo amadorismo no passado para evitar que o clube se "manchasse" com a presença de pessoas de classes sociais mais pobres. A maioria desses clubes amadores fechou as portas quando viram que o profissionalismo era algo inevitável diante da popularização do futebol.

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Henrique M.
On 3/17/2021 at 9:43 PM, Cadete213 said:

Chegar aos quartos-de-final da taça foi um feito muito bom. Na Liga, alguns resultados menos bons mas só mostram um certo equilíbrio na Liga. Pelo que estou a ver, só o Edinburgh poderá ameaçar na luta pelo título. Vamos lá aguentar a liderança.

Acho meio difícil o Edinburgh ameaçar um título que já foi conquistado. 😁

On 3/18/2021 at 1:07 AM, Nei não cai (38D) said:

O Kilmarnock jogando num 352 de alegrar Celso Roth. Pelas estatísticas, apesar dos muitos chutes, em termos de eficiência foi parelho.

Quase danutou na liga, mas venceu e tá na liga one. 

As regras foram um problema pra mim, que comecei antes do brexit com a alegria de poder selecionar quantos jogadores fossem.

Eles mereceram a vitória, mas, não seria injusto também empatarmos ou até vencermos.

O que importa é vencer.

Eu não vou ter esse problema, já que só contratarei jogadores via base.

On 3/18/2021 at 3:05 AM, Victor Duque said:

Como o treinador disse, importante era subir, como fosse🤣. E foi o que aconteceu, um pouco de emoção sempre da uma expectativa a mais. Rumo a League 1. Menos um degrau.

Eu preferia que tivesse sido mais tranquilo, mas, é importante que tenhamos chegado lá.

On 3/18/2021 at 3:27 PM, schacoffee said:

Caramba! 27 gols! Queria que os meus atacantes sofressem dessa seca! hahahahaha

Os resultados foram muito bons. Os números estão lá!

 

Ele teve uns momentos que não marcava gols na temporada, mas, quando estava marcando, fazia muitos gols.

Vamos ver se os resultados continuarão bons um nível acima.

On 3/18/2021 at 5:23 PM, Tsuru said:

Flertou ali com a Danutagem, suou sangue em alguns momentos, mas divisão inferior é isso mesmo, os caras fazem uns jogos que parecem o Barcelona e outros nem tanto, e os resultados acabam acompanhando isso também.

O mais importante é que subiu, passou pelo primeiro degrau e agora que venha a League 1.

Sim, e no fim, quem vacila menos ganha. Tivemos um grande momento depois que engrenamos, mas, quase botamos tudo a perder, felizmente, deu tudo certo e estamos onde queríamos na próxima temporada.

On 3/18/2021 at 6:27 PM, Bigode. said:

Apesar de quase ter cometido uma Danutada, a boa primeira metade de temporada acabou ajudando bastante a fortalecer essa liderança e o título felizmente veio, sem precisar passar pela incerteza dos playoffs. Parabéns!

Enxergou algum motivo específico para essa queda final ou acredita que foi mais questão dos jogadores sentindo mentalmente a luta pelo título?

Realmente a segunda metade deixou a desejar, mas, o título veio.

Cara, eu tive uma bate-boca com o Simon Murray porque em um jogo ele achou ruim a forma como dei a palestra pós-jogo, mas, foi bem antes dos problemas em campo surgirem, então, não sei se isso teve efeito (eu creio que não), já que só ele e um reserva se incomodaram.

On 3/18/2021 at 7:34 PM, LC said:

Quase rateou na reta final, mas o bom é que garantiu o título.

Os jogadores cansaram? Ou foi o extracampo? Tipo um excesso na cobrança ao elenco por causa de um jogo ruim?

Como disse ali ao Bigode, teve um probleminha com o Simon Murray, mas, eu não acho que seja essa a verdadeira razão.

On 3/19/2021 at 1:27 AM, div said:

Rapaz, Abril ali foi tenebroso, hein? Ainda bem que havia uma grande gordura anterior e o time não sentiu falta desses pontos, saindo campeão. Por falar nisso, parabéns pela conquista!

Vamos ver o que o futuro reserva pro time.

Foi, mas, usamos a gordura que tínhamos e não pipocamos no jogo derradeiro.

On 3/19/2021 at 10:56 AM, ggpofm said:

Conseguiu o título e a promoção como havia previsto, mas com dificuldades. Viu a vantagem de 10 pontos se perder com os resultados ruins naquele mês de abril. Enfim, conseguiu a promoção e agora terá os problemas já identificados para a temporada seguinte, que promete ser dura. Veremos.

O elenco deve continuar basicamente o mesmo, com a saída de alguns jogadores e com a adição de jogadores da base onde for necessário, mas, ainda tenho que ver o que a diretoria quer para saber se será ou não uma temporada dura.

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LC
1 hora atrás, Henrique M. disse:

Cara, eu tive uma bate-boca com o Simon Murray porque em um jogo ele achou ruim a forma como dei a palestra pós-jogo, mas, foi bem antes dos problemas em campo surgirem, então, não sei se isso teve efeito (eu creio que não), já que só ele e um reserva se incomodaram.

Como disse ali ao Bigode, teve um probleminha com o Simon Murray, mas, eu não acho que seja essa a verdadeira razão.

Você chegou a olhar a Dinâmica da equipe para ver se ele não influenciou outros membros? Ou visualizou  apenas a informação na time line? Eu normalmente verifico também na Dinâmica, pois de vez em quando discuto com um jogador do meu elenco.

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Henrique M.
On 3/20/2021 at 3:48 PM, LC said:

Você chegou a olhar a Dinâmica da equipe para ver se ele não influenciou outros membros? Ou visualizou  apenas a informação na time line? Eu normalmente verifico também na Dinâmica, pois de vez em quando discuto com um jogador do meu elenco.

Lógico que olhei, quando respondi o Bigode, disse que apenas um jogador, que é reserva, achou justa a reclamação do atleta.

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      Quem sou eu?!
      Esta história será escrita em primeira pessoa. Sim, sou eu, José Silva, que está escrevendo. Não farei joguetes dissertativos nesta jornada, mas garanto sinceridade máxima para com o leitor. Antes de tudo, vou me apresentar. Eu sou José Silva, mais um entre tantos milhões de brasileiros. Mais um José e mais um Silva, talvez o nome e o sobrenome mais comum do Brasil. Ok, sei que não ficou legal esta apresentação, portanto serei mais direto para me ater à promessa de evitar os joguetes na narração.
      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Na década de 90, a coisa mais comum nos campos europeus eram os tradicionais pontas velocistas; dribladores rápidos com capacidade de cruzar bem uma bola e que ficavam sempre preso no seu corredor de atuação. Atualmente, esse é um perfil bastante difícil de se encontrar nos elencos dos grandes clubes do mundo. No jogo moderno, é função dos alas e laterais atacarem os flancos e cruzar a bola para a aula. O ponta tradicional foi substituído pelo ponta de pé trocado. O ponta invertido (extremo invertido em PT-PT, por isso também no jogo e aqui nesse guia) é um desses casos dentro do FM, assim como o avançado interior.
      Enquanto esses pontas de pé trocado surgiram e evoluíram dentro do 4-2-3-1, eles tem funções diferentes dentro de campo de acordo com o time que jogam ou com a formação que são usados. Nas versões anteriores do Football Manager, a única opção tática que um treinador tinha para esse tipo de formação era utilizar um avançado interior. Atualmente, ganhamos uma ferramenta a mais, com o extremo invertido. A principal tarefa desses pontas de pé trocado é utilizar sua velocidade e técnica para duelar com seu marcador e conduzir a bola e o time para mais próximo do gol adversário.
      Para aqueles que ainda não sabem do que estamos falando, vou deixar alguns exemplos da vida real e que inspiraram a Sports Interactive a moldar a função de acordo com seu talento. Jogadores como Arjen Robben, Franck Rybéry e Thierry Henry são alguns dos ícones do futebol que ajudaram o Football Manager a trazer esse tipo de atleta do campo para as telas dos computadores. Hoje, atletas como Serge Gnabry e David Neres são grandes máquinas dentro do Football Manager graças ao que esse tipo de atleta trouxe para o motor do jogo.
      Normalmente, o estilo de jogo desses atletas é bem direito. Uma vez que tem a bola nos pés, eles combinam técnica e dribles com aceleração e boas tomadas de decisão para deixar o marcador para tráz e ou finalizar ou passar a bola para um companheiro melhor posicionado para continuar a jogada. Esse estilo de jogo não combina muito com o estilo de outros avançados interiores da vida real, que cortam para dentro, mas optam por uma enfiada de bola ou cruzamento ao invés do chute.
      Em versões anteriores, ou você transformava esses jogadores em avançados interiores, incluindo seus comportamentos codificados no motor do jogo (e que não podem ser removidos) que instruíam eles a cruzar menos, ou os transformava em construtores de jogo avançados, aceitando que eles iriam cruzar menos e chutar menos, mas fariam passes mais arriscados. Isso mudou a partir do FM 2020, que passou a nos oferecer o Extremo Invertido.
      Como essa função dá aos treinadores maior flexibilidade? As instruções se tornaram mais claras, assim como as percepções de cada um sobre o que cada função pode fazer dentro de uma partida. Para vermos o que eles devem fazer, basta olharmos para as instruções que não podem ser removidas no painel tático. Como mencionamos o Avançado Interior e o Construtor de Jogo Avançado, iremos compará-los antes de chegarmos à estrela desse guia, o Extremo Invertido. Começaremos pelo Construtor de Jogo Avançado.

      O construtor de jogo avançado, quando colocado nas pontas, é primariamente um meio-campista colocado em uma posição de maior largura, que busca encontrar espaços e criar oportunidades para si ou para os companheiros de equipes. O jogador funciona de forma bem restrita, mas tendem a recompor defensivamente quando o time está sem a bola.

      Quando comparamos o construtor de jogo avançado com o avançado interior, podemos ver imediatamente que o avançado interior movimenta-se mais em direção à área, buscando penetrações e necessitam de um tipo diferente de capacidades e habilidades ofensivas.

      E isso faz sentido quando nós examinamos seus comportamentos inerentes e que não podem ser retirados. O avançado interior é mais ofensivo. Eles querem conduzir a bola até o coração da defesa adversária, cortando para dentro a partir do corredor lateral. Ao invés de tentarem criar chances para seus companheiros com uma enfiada de bola, é mais provável que eles tentem marcar o gol por conta própria.
      Entretanto, isso não significa que eles irão chutar a esmo e ignorar companheiros melhores posicionados. Quando colocado em uma tarefa atacar, eles tendem mais a querer marcar o gol, enquanto na função apoiar, o avançado interior está mais afastado do gol e é mais provável que procurem um companheiro livro ou no espaço.

      Isto tudo nos traz até o extremo invertido. A descrição do jogo diz que ele "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando."

      Seu comportamento inerente é diferente quando comparado as outras funções que mencionamos, já que eles não são instruídos a cruzarem menos ou a correr mais riscos nas tomadas de decisão. Eles são uma versão mais conservativa do avançado interior, ou talvez para ser mais preciso, a combinação entre o avançado interior e o construtor de jogo avançado.
      A movimentação de um extremo invertido é mais lateral se comparada ao avançado interior. O extremo invertido move-se para o corredor central, cortando de uma posição mais aberta. Mas ao invés de finalizar, ele quase sempre passa a bola antes de correr para se posicionar dentro da grande área.

      Quando examinamos o mapa de calor do, combinado com o de passes recebidos pelo, extremo invertido, nós podemos ver essa movimentação. Ele corta para dentro para receber o passe, progride e se posiciona entre o zagueiro e o lateral na área.

      Texto traduzido e adaptado por Henrique M. para o Engenharia do Futebol e FManager Brasil
      Fonte: https://www.footballmanager.com/the-byline/look-inverted-winger-wednesday-wisdom
    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
    • tricolor de coraçao
      By tricolor de coraçao
      S.E.R. Caxias, Ser Glorioso 
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
      Considerações Iniciais
      Salve leitores! 
      Começando nova saga, no tradicional clube Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul, SER Caxias ou mais popularmente conhecido como Caxias. O clube localizado em Caxias do Sul, rivaliza com o Juventude no clássico Ca- Ju. Considerado o segundo maior clássico gaúcho, perdendo apenas para o clássico Gre-nal. 
      Ao contrário do rival Juventude que já figurou na elite nacional, Libertadores da América e já foi campeão da Copa do Brasil, o Caxias sequer um dia chegou a estar na Série A e também há alguns anos chegou a amargar um rebaixamento estadual e rebaixamento da Série B até a Série D. Reza a lenda que o rival alviverde (Juventude) é originário da parte mais elitista da cidade enquanto a parte pobre acabou cirando o Caxias que assim passou a se chamar por alguns o Clube do Povo. E por isso Caxias foi o clube escolhido para iniciar o save.
       
      Infra-estruturas
      O Caxias manda seus jogos no Estádio Centenário, que na verdade tem menos de 50 anos (construído em 1976). Ocorre que em 1975 foi comemorado os 100 anos da imigração italiano e a isso deve-se o nome do estádio da equipe grená (Caxias). A sua capacidade real é de 22 mil lugares. Porém no FM criaram cerca de menos de 10 mil lugares apenas sendo cerca de metade apenas com assentos. Mesmo erro ocorreu com o rival, então vamos jogar assim mesmo.

      Quem dera fosse essa a capacidade! Maiores informações em detalhe no link desse tópico ou aqui.
       
      Expectativas
       
      Meu grande objetivo é a médio prazo se tornar a maior equipe de Caxias do Sul, superar o Juventude e os demais rivais do interior como os clubes de Pelotas...ou seja com o tempo ser a maior equipe da cidade e depois do interior gaúcho. Futuramente a maior do estado e assim por diante. Rumo a glória.
      A direção segue com maiores expectativas para o estadual mesmo. Talvez possamos sentir maiores dificuldades ali.
      Esse ano o Gauchão será disputado por 12 clubes. Ao término de 11 rodadas os 2 piores são rebaixados para a divisão de acesso e os 4 melhores avançam para as semifinais.
      O mínimo exigido pela Direção é chegar na semifinal. Me parece um pouco difícil atingir isso já no primeiro ano.


      Nas demais competições a Direção não espera muita coisa. Espera apenas um bom desempenho na Série D estadual.
       
      MERCADO DA BOLA
      Encontramos um plantel muito envelhecido (mais de 50% do elenco principal), mas o problema maior é que com desequilíbrio de quantidade por posição: muitos ponta direita e armadores e poucos meias centrais e atacantes. Assim sendo forçamos as saídas de Campagnolo, Mazola e Diogo Oliveira para o Treze e clubes do futebol árabe. Bons atletas eu sei, mas atuando em posições de maior concorrência e idade avançado.


      Por isso não fazem mais parte dos planos.
       
      Pontas e armadores
      Sete reforços chegaram sendo 2 na ponta esquerda, 3 no meio campo, 1 na ponta direita e 1 na armação. Nosso armador principal era Tontini, ex-Gremio, mas como lesionou-se feio buscamos o jovem Maurício, ex-Unitri. Na ponta direito chegou Andrey, formada no Paraná CLube e no rival Internacional, porém sem oportunidades ainda. Chega para disputar titularidade com Gustavo Ramos.
      Na ponta esquerda chegou Victor Feijão, jogador rodado em alguns tradicionais clubes da Serie B. E para competir com ele, trouxemos a galática contratação de Doka Madureira. 
      Doka Madureira tem grande história no futebol bulgaro e turco, tendo conquistado alguns títulos importantes por lá.

       
      Meias centrais
      Com apenas Juliano no meio campo e com o Gauchão prestes a começar tivemos que agir rápido. Chegaram os badalados Nenê Bonilha e Corrêa. Nenê Bonilha que ultimamente passou pelo Fortaleza, também teve experiências pelo Vitoria de Setubal e Nacional da Madeira, entre outros. Já Correa é um quarentão muito experiente e conhecido dos tempos de Atletico Mineiro, Palmeiras e Dinamo de Kiev. Além de estaduais teve muito sucesso pelo futebol ucraniano.

      Tentamos vários outros nomes e por fim fechamos também com o haitiano Paul Roche. Esse era jogador do Perólas Negras sem ter jogado ainda lá.
      Atacante
      Setor frágil do elenco, iremos com o ponta Jhon Cley no momento. Também cometemos um erro: contratamos Guilherme Augusto, ex- Assev por pré-contrato em vez de contratá-lo de imediato e teremos de esperá-lo até chega Julho.
       
       
      A defesa comandada pelo experiente goleiro Marcelo Pitol segue de momento inalterada. Pensando em reposição tentamos trazer Uilson, goleiro reserva do Atlético Mineiro mas de última hora o São Paulo "atravessou" o negócio e acabou levando. O meia central Feijão também desistiu e fechou com a Ponte Preta. Ainda estamos a procura de um centroavante que realmente sea matador e meio barato.
      E assim de momento fechamos as contratações para a equipe grená
      No próximo capítulo, os amistosos e desempenho da equipe no estadual e Copa do Brasil.
       
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
    • Victor Duque
      By Victor Duque
      Salve comunidade, depois de muito tempo, decidi me me aventurar (tentar) compartilhar uma saga por aqui. Não tive talento para ser um jogador profissional, mas a paixão pelas táticas fez este cidadão, mesmo sem nenhuma qualificação de treinador, explorar o mercado do futebol aos 25 anos de idade!! Só me impus duas restrições nessa busca inicial, não trabalhar no Brasil nem na Europa. Sobre preferências, não tenho. Estou aberto a avaliar as propostas independente do lugar, já que nada na minha vida me prende. 
      Dessa forma então iniciarei minhas buscas e contatos para em breve, anunciar o primeiro desafio dessa carreira.
      Capítulos da saga:
      Desempenho por temporadas:
       
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