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Henrique M.

Ludere Causa Ludendi - Empata, perde, empata (02/04)

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Henrique M.

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Apresentação

Parece estranho estar criando uma nova história cinco dias depois de ter encerrado uma segunda história que eu tinha por saber que não darei a atenção necessária por falta de tempo. O que mudou é que hoje adquiri o XBox Game Pass porque o Football Manager 2021 foi adicionado à biblioteca de jogos dele e eu já havia prometido para mim que eu criaria esse save em questão. E o pior, dependendo de como as coisas fluírem aqui, tem grandes chances desse se tornar o meu único save, já que o jogo é mais recente.

Eu já realizei esse save por aqui, assim como vários outros já tentaram, mas, a política do clube escolhido era diferente, e quando eu joguei, se não me falha a memória, era no FM 2011, ou seja, já vai um bom tempinho. E como as coisas vão correndo na vida real para o próprio clube, talvez seja a única janela existente onde o que eu quero fazer faça sentido, portanto, tenho que aproveitar a oportunidade e ver no que vai dar. Se não der, não deu. A gente tenta de novo.

Ludere Causa Ludendi

O lema em latim do Queen's Park FC, o pioneiro do futebol na Escócia, significa "jogar pelo prazer de jogar". Até recentemente, o clube era o único clube amador que militava em divisões profissionais ou semi-profissionais do futebol. Com a venda do Hampden Park para a Federação Escocesa, o time decidiu que era hora de abandonar suas tradições e depois de 152 anos, se profissionalizar. Deixo aqui um excelente texto da Trivela que fala sobre essa venda, a transição para o profissionalismo e um pouco da história do clube.

Quote

Fim de uma era: Após 152 anos, o clube mais antigo da Escócia vai se tornar profissional

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Fonte: https://trivela.com.br/europa/fim-de-uma-era-apos-152-anos-o-clube-mais-antigo-da-escocia-vai-se-tornar-profissional/

O Queen’s Park é um bastião das tradições no futebol. O clube de Glasgow é o mais antigo da Escócia, fundado em 1867. Os alvinegros, acima disso, foram pioneiros no que se chama de “jogo de passes” – considerados, desta maneira, “criadores” do futebol-arte, em tempos nos quais a modalidade era praticada na base dos chutões e da correria. Além do mais, os Spiders são os donos originais do Hampden Park, o estádio da seleção escocesa. E tudo isso mantendo um estatuto amador, sem se render ao profissionalismo nem mesmo durante a expansão do esporte. Depois de 152 anos, porém, o Queen’s Park reviu os seus princípios. Numa decisão histórica tomada nesta quinta-feira por seus sócios, os escoceses irão se tornar profissionais.

Mesmo com caráter amador, o Queen’s Park integra a Football League da Escócia desde 1900. Disputa regularmente o Campeonato Escocês, atualmente variando entre a terceira e a quarta divisão. No entanto, as dificuldades para lidar com a realidade e os desafios futuros fizeram os membros dos Spiders votarem pela mudança. Ao todo, 91% dos sócios aceitaram a transformação. “É uma noite histórica. São 152 anos. Os sentimentos se misturam. Joguei pelo clube, sei quão grande esse momento é. Podemos agora focar no futuro, enquanto continuamos muito orgulhosos de nossa longa história no esporte””, afirmou o presidente Gerry Crawley. Fica para trás o lema trazido no próprio escudo, “jogar pela vontade de jogar”.

Um fator essencial à mudança no estatuto do Queen’s Park é o Hampden Park. O lendário estádio surgiu em 1873 e está em sua terceira versão, reconstruído em um local diferente em 1903 para ampliar as arquibancadas. Maior do mundo até a inauguração do Maracanã, o local é usado historicamente também pela seleção escocesa. Já em 1997, a federação realizou uma ampla reforma no local e se tornou administradora do estádio, custeando as obras e garantindo um aluguel aos alvinegros. Todavia, o contrato de concessão se encerrará em 2020 e a entidade não se mostrava disposta a renovar.

A principal queixa da federação se concentrava na falta de liberdade para realizar melhorias e investimentos mais constantes no Hampden Park, já que o Queen’s Park seguia como dono. Além disso, a entidade não aceitava o preço de venda estipulado pelo clube. Enquanto a oferta era de £2 milhões, os alvinegros exigiam £6 milhões pelo estádio – um valor baixo devido a um financiamento que precisaria ser reembolsado. A federação ameaçou até mesmo transferir os jogos da seleção para Edimburgo. O consenso só aconteceu depois que o filantropo Lord Willie Haughey aceitou pagar a diferença, num total de £5 milhões aos Spiders. O milionário já havia salvado a Copa da Escócia da quebra na década passada, com um aporte de £2 milhões quando o torneio perdeu seu patrocinador.

Por mais que o aluguel ajudasse o Queen’s Park a se sustentar, as incertezas sobre o futuro e a falta de condições próprias para manter o Hampden Park fizeram o clube evitar um prejuízo maior. A média de público não atinge os mil espectadores por jogo, num local com capacidade para 50 mil. Agora, os alvinegros precisarão de novas fontes de receita. Mesmo com patrocínios, o regime profissional surgiu como o caminho necessário para manter seus elencos e não provocar um apequenamento ainda mais drástico dos Spiders.

Após o acesso à terceirona em 2015/16, o Queen’s Park caiu duas temporadas depois e, desde então, faz campanhas de meio de tabela na quarta divisão. A partir de 2020, o clube passará a usar o Lesser Park, estádio anexo ao Hampden Park que possui capacidade para cerca de 800 pessoas e será ampliado. Até então, o local era utilizado para treinamentos e para jogos das categorias de base. O último evento dos Spiders como donos do Hampden Park será a Euro 2020. Acontecerão quatro partidas por lá, incluindo uma pelas oitavas de final.

A transição ao profissionalismo será gradual. O Queen’s Park poderá pagar salários, o que nunca havia acontecido nestes 152 anos. No máximo, assinava contratos mínimos de £1 para se adequar às leis trabalhistas. Além disso, o time poderá vender os seus atletas, o que também será inédito. Até então, a maior atratividade do clube para contratar jogadores era atuar em Hampden Park e representar a tradição. Sem salários, os atletas precisavam se contentar com ajudas de custo mínimas, incluindo o material esportivo. Outros também trabalhavam nas próprias estruturas da agremiação.

Mesmo com o abismo financeiro, o Queen’s Park mantém uma boa estrutura às suas categorias de base. É o que deixa o clube minimamente competitivo. O problema é a falta de capacidade para segurar os pratas da casa, atraídos por contratos profissionais de outras agremiações. Não à toa, o elenco é essencialmente jovem, com outros atletas um pouco mais velhos que podem conciliar vidas paralelas além dos gramados. O grande prodígio surgido com a camisa alvinegra nesta década foi o lateral Andy Robertson, do Liverpool. Ele chegou ao Hampden Park quando tinha 15 anos, após ser dispensado pelo Celtic. Pôde se dedicar aos estudos, antes de alcançar ao primeiro time e atrair a atenção do Dundee United em 2013.

“O comitê do clube traçou um caminho para tentar nos defender das ameaças de outros clubes ambiciosos ao nosso redor que desejavam chegar à liga profissional. Estamos ansiosos para enfrentar isso e progredir. O coração de muitos membros realmente não queria fazer isso, mas precisávamos”, contou Crawley, à BBC Escócia. A medida precisava de 75% dos votos dos membros para ser aprovada e a resistência à ideia de abandonar o amadorismo mantinha um percentual inferior a este até poucos anos atrás. A pressão da federação quanto ao Hampden Park é que alterou o cenário nos últimos meses.

Já nas redes sociais, o Queen’s Park apresentava justamente o gosto agridoce de transformar o seu maior princípio: “Reconhecemos a dificuldade em introduzir esta resolução. No entanto, acreditamos que isso nos permitirá planejar um futuro mais brilhante, enquanto enfrentamos o desafio de sair do estádio nacional e de manter nosso lugar na liga principal”. Os alvinegros também agradeceram o apoio de torcedores e de seus sócios nesta mudança dolorosa.

A história do pioneirismo

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Quando surgiu no futebol, o Queen’s Park era um clube singular em sua essência. Mesmo filiado à Football Association a partir de 1870 e liderando a fundação da Scottish FA em 1873, a equipe mantinha regras próprias. E a importância dos alvinegros era tão grande que eles influenciariam mudanças vitais nas “Laws of the Game”. Dentro do clube, a lei do impedimento apontava que eram necessários apenas dois adversários à frente da linha da bola, e não três, como previa a FA até então. Foram os Spiders que sugeriram a divisão dos 90 minutos em dois tempos e as cobranças de falta. Além disso, eles também haviam adotado o travessão antes da maioria e ajudaram a implementar o aparato no restante do esporte em 1875. Isso apresentando um estilo de jogo marcante, cadenciado por seus passes.

O Queen’s Park ficou com a fama de pai do “futebol científico”. Graças à técnica apurada de seus jogadores e ao privilégio à troca de passes rápidos pelo chão, não dos chutões, os Spiders passaram a dominar o futebol escocês. Os dribles eram outro recurso sofisticado aprimorado pelos alvinegros, que apresentaram também inovações táticas, atuando no 2-2-6, bem mais organizado que o 1-1-8 vigente na época. Uma força tão grande que a primeira seleção da história do país seria formada apenas por jogadores do clube, numa época de freguesia da Inglaterra contra a Escócia.

A supremacia do Queen’s Park não se refletiu necessariamente em títulos na Football Association. Por causa dos altos custos da viagem ao sul da ilha na época, os Spiders não participavam regularmente da FA Cup em suas primeiras edições. Em compensação, costumavam golear os campeões vigentes em amistosos. Quando a Copa da Escócia surgiu, em 1873, os alvinegros faturaram suas três primeiras edições. E faziam até mesmo exibições por diferentes cidades, para consolidar o “estilo de jogo escocês”, rico em passes e dribles.

A ruína do Queen’s Park como um clube de elite começou a surgir na década de 1880, justamente com a ascensão do profissionalismo. Os times mais ao sul da Grã-Bretanha (principalmente na região industrial no norte da Inglaterra) passaram a oferecer empregos aos jogadores e iniciaram uma debandada de escoceses, os craques da época. Concorrentes na Copa da Inglaterra nas temporadas 1883/84 e 1884/85, os Spiders chegaram a duas finais da competição, mas acabaram derrotados em ambas por adversários que utilizavam este expediente. Já em 1885, o mercado se tornava aberto, com a adoção do regime profissional entre os ingleses, o que provocou de vez o êxodo de talentos na Escócia.

Os clubes escoceses se tornaram profissionais a partir de 1893. O Queen’s Park, fiel aos seus princípios, preferiu sustentar um estatuto amador. Permaneceu como um clube relevante, que competiu contra os profissionais no Campeonato Escocês a partir de 1900/01. Porém, se manteve regularmente na primeira divisão somente até o final dos anos 1940. Depois disso, o time teve uma rápida aparição na elite durante a década de 1950 e, nos últimos 30 anos, vagou entre a terceira e a quarta divisão do Campeonato Escocês. De seus dez títulos na Copa da Escócia, o mais recente foi erguido justamente em 1893, algo simbólico.

O Queen’s Park sofreu um natural sufocamento em Glasgow, com o crescimento de Celtic e Rangers por causa do profissionalismo – e do sectarismo. Não à toa, as médias de público dos Spiders despencaram junto com o time. Até a metade do século passado, o clube tinha uma média na casa dos 10 mil torcedores, mas o desaparecimento na primeira divisão reduziu drasticamente tal quantia. Desde os anos 1960, os alvinegros costumam levar cerca de mil torcedores por partida, muitos deles moradores da própria região onde fica o Hampden Park.

Além do mais, o crescimento econômico do futebol também fez estrago sobre o Queen’s Park. Se até meados da década de 1970 e da década de 1980 era possível manter bons jogadores que optavam por salários mais abastados em outras áreas, o aumento das cifras tornou isso impossível, com o boom das cotas televisivas. O sustentáculo dos Spiders era mesmo seu idealismo, o que mantinha certos ares heroicos ao redor da camisa alvinegra. Isso, entretanto, não vinha sendo suficiente para garantir a estabilidade. “Num mundo perfeito, continuaríamos amadores. Entretanto, nosso mundo mudou”, definiu bem um dos membros, ao The Scotsman.

Com a mudança, a primeira temporada do clube na nova dinâmica vinha correndo de vento em popa na quarta divisão escocesa até a terceira onda do Covid assolar toda à Europa. Com nove jogos disputados, o clube havia vencido sete e empatado dois, com 23 pontos, liderava com cinco pontos de vantagem para o Elgin City, segundo colocado. O campeão sobe direto para a terceira divisão.

O desafio

Dado o fato do clube deixar o amadorismo de lado em busca de uma nova realidade, eu pensei em utilizar esse momento único na transição e criar uma realidade alternativa no Footbal Manager 2021. Nessa realidade, o clube contará apenas com jogadores formados na suas categorias de base, fazendo perdurar os valores e o lema do Queen's Park nessa nova aventura.

Dados do save

  • Versão: Football Manager 2021 20.3;
  • Base de dados: Update oficial 21.3;
  • Atributo dos jogadores exibidos;
  • Uso do editor desativado;
  • Ligas Selecionadas: Inglaterra (Championship e acima), França (Ligue 2 e acima), Alemanha (2.Bundesliga e acima), Itália (Serie B e acima), Holanda (Eredivisie apenas), Irlanda do Norte (Premier apenas), Portugal (Primeira Liga apenas), Irlanda (Premier apenas), Rússia (1ª divisão apenas), Escócia (League 2 e acima), Espanha (2ª divisão e acima) e País de Gales (Premier apenas);

Objetivos

  • Retornar o Queen's Park à elite escocesa;
  • Ser campeão escocês;
  • Ganhar a Copa da Escócia;
  • Ser campeão continental;
  • Ter 8 jogadores formados no clube convocados simultaneamente para a seleção escocesa;
  • Ser o clube escocês com mais jogadores formados jogando na elite escocesa;
  • Ser o clube escocês com mais jogadores formados jogando nas principais ligas europeias;

Histórico

  • 2020/2021 - Campeão da League 2, eliminado nas Quartas-de-final da Copa da Escócia, eliminado na fase de grupos da Copa da Liga;

Índice

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div

Boa sorte!

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LC

Boa sorte Henrique.

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Bigode.

Aí sim fui surpreendido novamente!

Uma dúvida: você disse ali que basicamente a motivação pra abrir o save agora foi ter adquirido o Xbox Game Pass. Sabemos que você já tinha o FM no PC antes, então qual a diferença prática do FM via Game Pass que te fez não só adquirir o mesmo como abrir o save agora e através dele?

Desejo boa sorte desde já! Estarei acompanhando.

PS.: detalhe bobo, mas ali nos ‘Dados do save’ você colocou FM20, não FM21.

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Henrique M.
4 hours ago, div said:

Boa sorte!

 

4 hours ago, LC said:

Boa sorte Henrique.

Obrigado, div e LC.

3 hours ago, Bigode. said:

Aí sim fui surpreendido novamente!

Uma dúvida: você disse ali que basicamente a motivação pra abrir o save agora foi ter adquirido o Xbox Game Pass. Sabemos que você já tinha o FM no PC antes, então qual a diferença prática do FM via Game Pass que te fez não só adquirir o mesmo como abrir o save agora e através dele?

Desejo boa sorte desde já! Estarei acompanhando.

PS.: detalhe bobo, mas ali nos ‘Dados do save’ você colocou FM20, não FM21.

Eu não tinha o FM 21, não cheguei a comprar essa edição. O preço do Game Pass, por tudo envolvido em termos de outros jogos, me pareceu mais atrativo que pagar 30 euros quando o FM entrar naquelas promos de fim da linha e aproximação de um novo FM. Além do que, o primeiro mês é só 1 euro.

E valeu, já editei.

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Cadete213

Boa sorte nesse histórico Escocês

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ggpofm

Boa sorte para o save. Esse eu pretendo acompanhar.

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Buzzuh

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Tsuru

Uma bela história e um belo desafio com o time mais legal da Escócia. Estarei acompanhando.

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Seguradora Gralha Azul

Boa sorte Henrique!

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Henrique M.
16 hours ago, Cadete213 said:

Boa sorte nesse histórico Escocês

Obrigado, Cadete.

15 hours ago, ggpofm said:

Boa sorte para o save. Esse eu pretendo acompanhar.

Obrigado, Gilson.

9 hours ago, Buzzuh said:

Ah-shit-here-we-go-again-1-1-600x600.jpg

É o jeito. hahaha

9 hours ago, Tsuru said:

Uma bela história e um belo desafio com o time mais legal da Escócia. Estarei acompanhando.

Realmente, espero fazer jus a ambos.

9 hours ago, Seguradora Gralha Azul said:

Boa sorte Henrique!

Valeu, Nosmo.

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ElPerroMG

Boa sorte, Henrique! Espero que se divirta.

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Henrique M.
16 hours ago, ElPerroMG said:

Boa sorte, Henrique! Espero que se divirta.

Valeu, ElPerro.

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Henrique M.

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Elenco curto, pressão alta

O treinador

Henry Sword, escocês nascido em Glasgow no dia 5 de março de 1991 foi o perfil criado para assumir essa peleja. Henry Sword já apareceu em outras histórias minhas e é uma constante quando jogo em algum país que os nomes tendem a ter origem inglesa. O contrato assinado será de 2 anos e com um belo valor. Veremos como o treinador lidará com a pressão de ser campeão na primeira temporada.

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O diretor das categorias de base

O diretor da categoria de base tem um papel importante em um save focado na formação de atletas através da própria base do clube, logo, é sempre importante conhecermos o responsável por essa área. Gardner Speirs, de 57 anos, ocupa o cargo no clube e tem bons atributos mentais e uma boa capacidade de trabalho com jovens. Tem uma mentalidade neutra, mas, nesse momento, seu estilo de jogo e formações preferidas são uma mais-valia para o que pretendemos implementar. Ele ficará conosco até o final do seu contrato, no mínimo, já que de acordo com as necessidades do clube, podemos reavaliar se ele agregará o necessário para os passos do clube.

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Conhecendo o elenco

Sem a presença de jogadores nos times reservas e sub-18, o elenco do clube conta com 19 atletas. Existem peças de qualidade para quase todo o 11 inicial, entretanto, o flanco esquerdo sofre sem nenhuma grande referência tanto para a lateral quanto para o meio. Até a fornada de jovens, esse será o nosso elenco, portanto, teremos um elenco curto para trabalhar, sem margem para uma grande leva de lesões.

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Goleiros

  • Jacques Heraghty - goleiro escocês de 17 anos, revelado pelo próprio clube. A diferença de nível entre os goleiros não é muito grande, mas, lesões na pré-temporada determinaram que Heraghty deverá assumir o posto de goleiro reserva. Contudo, como tem potencial para crescimento, pode ganhar a posição ao longo da temporada.
  • Wullie Muir - escocês de 27 anos, foi revelado pelo Motherwell e já esteve por quatro temporadas (2014/2018) no clube e retornou na temporada passada. Tem uma atribulada carreira, mas suas principais épocas de atuação foram no clube. Larga na frente como titular nesse momento, mas, é limitado e Heraghty com mais margem de evolução, pode passar na frente.

Laterais-direito

  • Canice Carroll - O irlandês de 21 anos (com uma convocação para a sub-21 de seu país) foi revelado no Oxford, da Inglaterra e rodou entre a segunda e a quarta divisão inglesa, sem muito sucesso. Com a profissionalização do clube, chegou nessa temporada. Apesar de ser descrito como volante pela imprensa e suas funções aparentemente o colocarem jogando com maior aptidão na zaga ou na cabeça de área, o atleta parece ter mais cacoete para a lateral, que será onde devo utilizá-lo primariamente. É bom defensivamente e tem capacidade técnica de passe e cruzamento.
  • Lee Kilday - o escocês de 28 anos, foi revelado pelo Hamilton e joga tanto na lateral, quanto na zaga. Como já temos Carroll, provavelmente veremos o atleta atuando mais na zaga e até na outra lateral, se for preciso. Revelado pelo Hamilton, jogou a Championship na temporada passada e agora deu um novo passo em sua carreira.]
  • Michael Doyle - o escocês de 28 anos foi revelado pelo Kilmarnock e assim como Kilday, também atua na zaga. Como temos Carroll que é um titular muito bom e Kilday, que tem capacidade para ser titular, deve ocupar mais espaço na zaga ou rotacionando com Carroll para permitir que Kilday atue mais na zaga. Em tese, deve ser o reserva da posição, já que vejo Kilday atuando mais centralizado.

Zagueiros

  • Peter Grant - o escocês de 26 anos foi revelado pelo Peterborough, da Inglaterra e está no clube desde a temporada passada. Na Escócia, sempre jogou na Championship até ser contratado pelo Queen's Park, é sem sombra de dúvidas um dos zagueiros titulares da equipe e com a personalidade que tem, os atributos psicológicos que tem, uma referência para moldar os futuros jovens do clube.
  • Stuart Morrisson - escocês de 22 anos, foi revelado pelo Dunfermline e já teve algumas partidas pela Championship, contudo, jogou mais na League 2 em um empréstimo ao Edinburgh City. É jovem, tem bastante potencial, um dos maiores do elenco e vai ter tempo de jogo. Normalmente não seria a opção primária para a zaga, mas temos um elenco curto nesse sentido.

Laterais-esquerdo

  • Tommy Robson - inglês de 24 anos, foi revelado pelo Sunderland e tem mais vocação para ala do que para lateral, segundo minha comissão. Estava atuando na Championship antes de vir para cá e deve ser nosso lateral-esquerdo titular. Apesar da vocação para ala, não tem atributos defensivos tão preocupantes, logo, creio que se dará bem jogando na linha de defesa.
  • Brody Paterson - escocês de 19 anos, o atleta está emprestado pelo Celtic, clube que o revelou. Com potencial para ser um bom jogador de League 1, ele é junto de Heraghty o jogador mais cru que temos. Deve fornecer cobertura tanto para a lateral-esquerda como para a meia-esquerda.

Meias/pontas pela direita

  • Jai Quitongo - o luso-angolano-escocês, com passagens pela categoria de base da Escócia tem 22 anos. Atua como meia e ponta pela direita, quebra um galho na esquerda e também joga no ataque. Foi revelado pelo Hamilton e tirando uma breve experiência no futebol iraniano, sempre jogou na Escócia. Esteve no Dumbarton na temporada passada e agora busca sedimentar sua carreira no clube mais velho da Escócia.
  • Louis Longridge - escocês de 28 anos, foi revelado pelo Bo'ness United, e foi logo para o Hamilton. Ficou várias temporadas no clube alvirrubro, inclusive subindo com o time para a elite escocesa. Jogou mais algumas temporadas na Champioship depois de sair do Hamilton e agora chega ao clube. Tem boas qualidades, mas sua polivalência será a maior delas, o jogador atua tanto pela direita quanto pela esquerda e no meio-campo, só não atua de volante e meia-central, esse tipo de atleta tem um valor muito maior em um elenco curto.
  • Ross MacLean - escocês de 23 anos, foi revelado pelo Motherwell e já estava no clube desde a temporada passada. Ele padece um pouco em qualidade com relação aos colegas de posição, contudo, assim como Longridge, mas em menor escala, é bastante polivalente, se ele aprender a jogar pela esquerda de uma maneira mais eficiente, pode até despontar como titular.

Meias-centrais

  • Craig Slater - meia-central escocês de 26 anos, com passagens pela seleção sub-21 do país, foi revelado pelo St. Mirren e até se juntar ao Queen's Park na temporada passada, o mais baixo nível que havia jogado na Escócia era a Championship. É um jogador de um nível de atributos tremendamente alto, dado que até duas temporadas atrás jogava duas divisões acima. Entretanto, esteve com o clube na última temporada antes da profissionalização e pelo visto, colheu os frutos da aposta.
  • Darren Lyon - meia-central escocês de 25 anos, foi revelado pelo Hamilton e também não atuou abaixo da Champioship no futebol escocês. Ele veio para essa temporada e é mais um atleta de alto nível, em comparação ao futebol que nos encontramos. Tecnicamente é um pouco inferior a Slater, mas, psicologicamente, é um tremendo jogador, logo, será importante na mentoria de atletas também.
  • Grant Gillespie - meia-central escocês de 28 anos, também foi revelado pelo Hamilton. Seria um tremendo jogador para a divisão, mas, a concorrência no meio o eclipsa e sua avaliação é bem inferior do que poderia ser. Compôs elenco na Championship escocesa na temporada passada e chegou para a nova era dos Spiders.

Meias/pontas pela esquerda

  • David Galt - escocês de 29 anos, foi revelado pelo Blantyre Vics e desde que chegou ao Queen's Park em 2015/16, só não esteve no elenco na temporada 2018/19 por um breve período de tempo, quando saiu e retornou rapidamente. É o único atleta remanescente da época realmente amadora do clube e colheu os frutos de sua lealdade. Apesar de ser nosso único meia-esquerda natural no elenco, e ter bons atributos para um jogador que basicamente só jogou League 2 na carreira, vai ter que suar para não perder posição para os meias-direitas que atuam na esquerda também.

Atacantes

  • Bob McHugh -  escocês de 28 anos, revelado pelo Motherwell e que fez toda sua carreira entre a Premier e a Championship escocesa. Estava jogando a Championship pelo Morton, mas, com a profissionalização do clube, decidiu arrumar suas malas e vir jogar em um nível que nunca atuou. Dá para notar que o atleta tem uma qualidade superior à esperada para os jogadores dessa divisão.
  • Simon Murray - escocês de 28 anos, foi revelado pelo Montrose, que na época jogava essa mesma divisão de agora. Contudo, o atleta militou por algumas temporadas em times menores e chamou a atenção do Dundee United, da Premier. Após um breve retorno à League 2, jogou duas temporadas no Dundee, uma na elite e outra quando eles foram rebaixados, depois encaixou mais duas temporadas na elite escocesa, até ir parar no futebol sul-africano, de onde o Queen's Park pescou o jogador para a nova era. Vai ser o titular ao lado de McHugh e tem muitas capacidades técnicas, psicológicas e físicas.
  • Will Baynham - australiano de 23 anos, foi revelado pelo Bournemouth, mas mal ficou lá, voltando para a Austrália em 2017, indo para os EUA na temporada seguinte e retornado para a Austrália na temporada passada, de onde foi pescado. Se fosse canhoto e mais rápido, provavelmente testaria o atleta como meia-esquerda, contudo, vai ficar só como reserva de McHugh e Murray.

Táticas e Pré-temporada

Eu preferi não abusar da sorte e escolhi um estilo de futebol tradicional para o nível que estamos. O 4-4-2 britânico se encaixa bem com as peças que temos, apesar da ausência de jogadores de qualidade pelo flanco esquerdo. Entretanto, qualquer esquema com pontas e laterais apresentaria essa deficiência, logo, não é algo que acabaria pesando na decisão tomada. Os esquemas alternativos são o 4-2-4 Gegenpress e o 4-4-1-1 Contra-ataque fluído.

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A pré-temporada começou com um joguinho entre os atletas do elenco, mas, só em agosto que fizemos nosso primeiro teste. Iniciamos com alguns desafios, para que eu testasse minha equipe e em geral, gostei do que vi até o jogo contra o Ayr. Mas, nos três jogos seguintes, não gostei muito da prestação da equipe e era para termos vencido o jogo contra o Inverurie. Contudo, vencemos a primeira e a equipe parece ter entrado no tranco, com boas exibições ofensivas em todas elas. A defesa foi muita vazada na pré-temporada e é algo que terei que observar melhor nos jogos oficiais para ver se vai precisar de correção ou se era só desleixo ou variância natural pela presença de jogadores em diversos níveis técnico e físico ao longo dos jogos.

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Expectativas da diretoria

A diretoria quer o título e com o nível de alguns jogadores, mais a campanha real do clube, é o mínimo, não tem como negar. O problema maior vai ser o elenco curto, entretanto, se ele não nos atrapalhar, creio que devemos atingir esse objetivo com certa tranquilidade. A segunda temporada é que provavelmente trará o maior desafio, em um nível superior e sem poder contratações, será o teste de fogo da durabilidade de Sword no clube.

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Brexit

Quando eu começo um save, normalmente gosto de selecionar a base de dados que corresponde ao período do verão europeu de transações, para que eu comece no mesmo pé que o clube escolhido. Entretanto, por uma questão que não tem nada a ver com o futebol, optei por começar com o update mais atual, pois é algo que impacta o save. O Brexit foi oficialmente sacramentado apenas após o lançamento do jogo e as regras para o futebol só foram definidos após isso. Dessa forma, como não queria aquela loteria do Brexit que ocorria nas edições anteriores, optei por ter as mesmas regras da vida real logo de cara.

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O Queen's Park revelou um dos escoceses de maior destaque no momento

Ter jogadores formados pelo clube na seleção escocesa é um dos objetivos nessa jornada, e quando recebi a informação de que temos um atleta revelado pelo Queen's Park na seleção atualmente, fui pego de surpresa. Andrew Robertson, lateral-esquerdo do Liverpool é da base do clube e com isso, temos o nosso nome registrado na seleção nesse momento. Gradualmente iremos aumentar esse número e esperamos ter ainda mais jogadores de destaque para ajudar a seleção escocesa.

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Notícias, informações e estatísticas do Queen's Park

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Danut

Não tinha ideia de que as regras do Brexit para o futebol já estavam definidas. 17 estrangeiros por elenco é basicamente dizer que não tem limite, né?

Quanto ao elenco do teu clube, é difícil ter noção do nível deles para a liga, mas pelo que tu falou parece que entra pra levantar o caneco. Fico no aguardo da campanha nos jogos oficiais.

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Cadete213

Plantel curto para atacar a época e vejo que optaste pela tradicional 4-4-2. Típica do futebol britânico. Notou-se melhoria de resultados no final da pré-época e agora penso que a equipa está pronta para os jogos oficiais 

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ElPerroMG

Apesar de poucas opções, eu gostei do elenco, ao menos do meio pra frente. Craig Slater joga demais e os dois atacantes têm tudo para ser referência do time no setor ofensivo. Optou pelo 4-4-2 raiz e vamos ver como se sai com o começo dos jogos oficiais. O impacto do Brexit não deve te afetar muito, uma vez que é um save de base. Pelo menos com entrada de jogadores, porque pode ser que os times ingleses comecem a caçar seus jogadores no futuro por isso. 

Boa sorte na sequência!

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div

Uma dúvida que me veio agora quando vi os perfis dos jogadores e vi os salários: No FM o time consta como estatuto profissional? Se não, tu pretende manter sem o estatuto profissional?

No mais, teve uma boa pré-temporada, deve chegar preparado para o desafio nessa primeira temporada. Só fiquei curioso sobre quem vai ocupar a posição de M (E), já que só tem um jogador que joga por ali no elenco e tu o destacou como meia pela direita.

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AllMight

Legal a escolha do clube, boa sorte!

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Henrique M.
18 hours ago, Danut said:

Não tinha ideia de que as regras do Brexit para o futebol já estavam definidas. 17 estrangeiros por elenco é basicamente dizer que não tem limite, né?

Quanto ao elenco do teu clube, é difícil ter noção do nível deles para a liga, mas pelo que tu falou parece que entra pra levantar o caneco. Fico no aguardo da campanha nos jogos oficiais.

São 17 estrangeiros pro futebol, mas com as regras escrotas de conseguir licença de trabalho que já existiam na Inglaterra para jogadores que não era da União Europeia.

Cara, temos muitos jogadores que até temporada passada estavam jogando a segunda divisão escocesa e não eram reservas, eram titulares e com bons números, só isso já dá para ter essa noção do nível do restante do pessoal.

13 hours ago, Cadete213 said:

Plantel curto para atacar a época e vejo que optaste pela tradicional 4-4-2. Típica do futebol britânico. Notou-se melhoria de resultados no final da pré-época e agora penso que a equipa está pronta para os jogos oficiais 

É mais simples e com o que temos, é o melhor a ser feito.

12 hours ago, ElPerroMG said:

Apesar de poucas opções, eu gostei do elenco, ao menos do meio pra frente. Craig Slater joga demais e os dois atacantes têm tudo para ser referência do time no setor ofensivo. Optou pelo 4-4-2 raiz e vamos ver como se sai com o começo dos jogos oficiais. O impacto do Brexit não deve te afetar muito, uma vez que é um save de base. Pelo menos com entrada de jogadores, porque pode ser que os times ingleses comecem a caçar seus jogadores no futuro por isso. 

Boa sorte na sequência!

Cara, mas a minha preocupação com o Brexit real é justamente essa questão dos times ingleses focarem nos jogadores da Escócia, porque essa já é uma previsão que já existe dentro do mercado que pode vir a ocorrer, então, queria ter esse fator acontecendo.

10 hours ago, div said:

Uma dúvida que me veio agora quando vi os perfis dos jogadores e vi os salários: No FM o time consta como estatuto profissional? Se não, tu pretende manter sem o estatuto profissional?

No mais, teve uma boa pré-temporada, deve chegar preparado para o desafio nessa primeira temporada. Só fiquei curioso sobre quem vai ocupar a posição de M (E), já que só tem um jogador que joga por ali no elenco e tu o destacou como meia pela direita.

Sim, o time consta como profissional. Por que eu não tentaria manter o estatuto profissional?

Provavelmente será o Longridge que começará como titular nessa posição. E quanto ao destaque, destaquei de acordo com a melhor posição, não com o que efetivamente rolará na hora de mandar para campo.

4 hours ago, AllMight said:

Legal a escolha do clube, boa sorte!

Valeu.

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ggpofm

Mesmo com a expectativa alta da diretoria e sua concordância de que o QP tem que lutar pelo título, sempre fica a curiosidade inicial. Bom trabalho.

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Henrique M.
2 hours ago, ggpofm said:

Mesmo com a expectativa alta da diretoria e sua concordância de que o QP tem que lutar pelo título, sempre fica a curiosidade inicial. Bom trabalho.

Eu já esperava que teria que encarar isso só pela campanha real do time.

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Bigode.

Se tem um sistema tático que não me faz brilhar os olhos, é o 1-4-4-2. Sem jogadores que atuam naturalmente pelo lado esquerdo, já tem um escolha favorita pra atuar por ali no meio-campo ou na ponta? Como tu não citou isso (falando apenas dos que podem atuar dos dois lados ou do atacante que você chegou a pensar em treinar pra atuar por ali), fiquei curioso.

Quanto ao Brexit, eu fiquei confuso com sua explicação, porque aqui desde antes desse último patch oficial, acredito que as regras já estava definidas, já que eram exatamente as mesmas dessas aí do seu save, mas tu dá a crer que antes tava em aberto ainda.

Vamos ver o que sai dessa primeira temporada, com uma responsabilidade já tão grande e um elenco curto (aliás, você cita ali 20 jogadores, mas só tem 17, tá certo?).

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Henrique M.
8 hours ago, Bigode. said:

Se tem um sistema tático que não me faz brilhar os olhos, é o 1-4-4-2. Sem jogadores que atuam naturalmente pelo lado esquerdo, já tem um escolha favorita pra atuar por ali no meio-campo ou na ponta? Como tu não citou isso (falando apenas dos que podem atuar dos dois lados ou do atacante que você chegou a pensar em treinar pra atuar por ali), fiquei curioso.

Quanto ao Brexit, eu fiquei confuso com sua explicação, porque aqui desde antes desse último patch oficial, acredito que as regras já estava definidas, já que eram exatamente as mesmas dessas aí do seu save, mas tu dá a crer que antes tava em aberto ainda.

Vamos ver o que sai dessa primeira temporada, com uma responsabilidade já tão grande e um elenco curto (aliás, você cita ali 20 jogadores, mas só tem 17, tá certo?).

Eu cometi dois erros nessa atualização e já vou adereçá-los, eu esqueci de colocar dois atletas, um lateral-esquerdo reserva e um meia-esquerda que originalmente não começam no time titular, e sim nos reservas. Como eu tirei as imagens assim que criei o save, acabei esquecendo dos dois na hora de atualizar o tópico. O outro erro é a quantidade de jogadores, seriam 19, contei 20 com o goleiro cinza que esteve a disposição enquanto o reserva estava machucado. Já corrigi a atualização, com o elenco certo e os dois novos jogadores. Seu comentário foi muito importante para eu retificar esses erros. Obrigado.

Eu acho o esquema bastante útil no FM, tem seu valor, principalmente nesse nível de futebol. Com isso, o plano inicial é começar com o que naturalmente joga na esquerda, mas, Quitongo e Longridge podem acabar pintando por ali.

Eu não sei quando foi lançado o patch anterior a esse, e nem sei se a SI tinha informações sobre como seria antes do lançamento, já que só divulgaram as regras em dezembro e o jogo já tinha um mês de lançamento. Podem ter colocado num patch simples, mas, não quis arriscar.

A responsabilidade é dada pelo nível de alguns jogadores, que pelo histórico deles no futebol escocês, não deveriam estar jogando League 2.

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Henrique M.

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Um time muito acima da sua liga

Jogos pela League 2, Betfred Cup e Copa da Escócia

O time iniciou a temporada com jogos pela Betfred Cup, a Copa da Liga Escocesa. O time estava no grupo F com Kilmarnock (Premier), Annan (League 2), Alloa (Championship) e Edinburgh City (League 2). Iniciamos com uma baita pedreira, o Kilmarnock e eles simplesmente nos amassaram como esperado. Na partida seguinte, já fomos melhores contra um adversário da liga e vencemos com certo trabalho, com um gol no final alargando o placar. Na sequência, um jogo que achei que iria perder e só não vencemos porque os deuses do futebol (FM ladrão cof,cof,cof) não deixaram, abrindo 3 x 0 contra o Alloa e cedendo o empate tomando o primeiro gol aos 78, o segundo aos 84 e o terceiro nos acréscimos.

Na semana posterior, começamos a League diante do Stirling e tivemos mais trabalhos do que eu esperava, dado o resultado da semana passada, buscando uma vitória nos minutos finais da partida diante de um adversário que não ameaçou muito. Na sequência, sofremos um revés numa partida onde dominamos e ainda tivemos vantagem numérica por boa parte do segundo tempo, mas, o time adversário foi mais preciso em suas finalizações e só conseguimos reduzir nos minutos finais. A tendência de conseguirmos um gol nos minutos finais seguiu, com mais uma vitória surgindo de um gol assim. Contra o Elgin City, vivemos uma situação estranha com um gol logo no começo e um jogador expulso, mas, mesmo assim fomos buscar um gol para empatar a partida e talvez até desse para vencer, mas em tal situação, era impossível pedir algo do gênero.

Demos uma pausa na liga para encerrarmos nossa participação na copa da liga e empatamos com o Edinburgh City, jogando mal e perdendo um ponto nas penalidades novamente, encerrando nossa participação em terceiro lugar, que poderia ter sido melhor. Depois desse jogo, com uma mudança na função de Craig Slater para Armador Recuado, o time encaixou e não parou de vencer e isso em todas as competições, mesmo enfrentando um time da Championship na Copa, com um gol derradeiro na porta dos acréscimos do segundo tempo. Bob McHugh também ajudou bastante nesse processo, desandando a fazer gols. No fim, o que parecia que ia ser complicado e sofrido, só precisou de um certo tempo e ajustes para engrenar.

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v Alloa (F) | v Stirling (F) | v Albion Rovers (C) | v Elgin (F) | v Stranraer (C) | v Morton (C)

League 2 Escocesa

Tivemos um começo conturbado, mas depois que coloquei Craig Slater para atuar como Construtor de Jogo Recuado, o time deslanchou e não perdeu na liga desde então. Não vamos imitando o time na vida real, que ainda não perdeu na divisão nessa temporada, mas, dado a forma como as coisas seguem na liga, vamos ser campeões com um pé nas costas. O time é tão acima que nos jogos que fizemos com equipes da Championship, empatamos um na Betfred Cup, perdendo apenas nos pênaltis por causa do regulamento e vencemos o Morton pela Copa.

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Tabela completa da League 2 | Estatísticas gerais e individuais da League 2 | Tabela completa da Betfred Cup

Análise de desempenho

Com o melhor ataque e a melhor defesa, com um atleta liderando a artilharia e melhor jogador e outro liderando nas assistências, é inevitável dizer que temos um time muito acima da liga que disputa. Bob McHugh tem 18 jogos e 20 gols, 14 deles na League 2. É o nosso craque e já fechamos com o jogador para mais três temporadas. Simon Murray é garçom e também fez bastante gols, 12 gols em 14 jogos. Também já renovou por muito tempo. Canice Carroll é outro destaque, mas, o Tranmere aproveitou que o atleta não quis renovar mais cedo e como os contratos daqui vencem no final de maio, em dezembro já estava disponível para assinar pré-contrato. Peter Grant, ao lado de Canice Carroll vem dando bastante solidez na zaga.

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As estatísticas corroboram o discurso de que o time é muito acima da liga, com o time sendo superior a todos os quesitos analisados, além de ser uma equipe com um ataque muito melhor e uma defesa muito melhor que a maioria dos outros clubes. 

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O buraco financeiro

O clube vendeu o estádio, e teoricamente, era para estar numa situação financeira tranquila. Contudo, o time tomou um empréstimo de 1,5 milhões de euros para ser pago em apenas um ano e isso tira 125 mil euros por mês do clube. Mas, no mês passado, o time arrecado em receitas diretas da execução da atividade futebolística apenas 81 mil euros, sendo que 10 mil vieram de premiações. E mesmo sem o empréstimo, o time estaria no vermelho, com gastos de cerca de 240 mil euros. Obviamente que os milhões iniciais não deteriorariam com a mesma velocidade, mas, o time não estaria numa situação melhor. Vamos continuar dependendo da diretoria por algum tempo, que já injetou 220 mil euros durante fevereiro.

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Notícias, estatísticas e informações do Queen's Park

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    • Saulodwornik
      By Saulodwornik
      É possível copiar a base de dados de um fm antigo e colocar em outro fm mais novo? 
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    • Megalodonte
      By Megalodonte
      Prezados
      Esta é a história de José Silva,  mais um entre tantos milhões de brasileiros.
       
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      Database: TODAS as ligas do mundo como jogáveis, totalizando 490 mil jogadores, para dar o máximo de realismo possível. Estou utilizando também o BRMundiup atualizado em 26/03 e o modo de inteligência deles que deixa o jogo mais realista e difícil, sobretudo na América do Sul. Já deixo a dica para quem tem notebook/PC gamer que selecionar todas as ligas do mundo roda de boa e sem travar, independente do fato de ficar com "meia estrela" no desempenho. Apenas recomendo um acelerador de dias (FMspeed ou Cheat Engine) para que o jogo dê uma acelerada na passagem de dias (sem perder qualquer interação), mas é opcional isso.
       
       

      Imagem da Zona Leste de São Paulo-SP
      TEMPORADA 2021 - CAPÍTULO 1
      Quem sou eu?!
      Esta história será escrita em primeira pessoa. Sim, sou eu, José Silva, que está escrevendo. Não farei joguetes dissertativos nesta jornada, mas garanto sinceridade máxima para com o leitor. Antes de tudo, vou me apresentar. Eu sou José Silva, mais um entre tantos milhões de brasileiros. Mais um José e mais um Silva, talvez o nome e o sobrenome mais comum do Brasil. Ok, sei que não ficou legal esta apresentação, portanto serei mais direto para me ater à promessa de evitar os joguetes na narração.
      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Na década de 90, a coisa mais comum nos campos europeus eram os tradicionais pontas velocistas; dribladores rápidos com capacidade de cruzar bem uma bola e que ficavam sempre preso no seu corredor de atuação. Atualmente, esse é um perfil bastante difícil de se encontrar nos elencos dos grandes clubes do mundo. No jogo moderno, é função dos alas e laterais atacarem os flancos e cruzar a bola para a aula. O ponta tradicional foi substituído pelo ponta de pé trocado. O ponta invertido (extremo invertido em PT-PT, por isso também no jogo e aqui nesse guia) é um desses casos dentro do FM, assim como o avançado interior.
      Enquanto esses pontas de pé trocado surgiram e evoluíram dentro do 4-2-3-1, eles tem funções diferentes dentro de campo de acordo com o time que jogam ou com a formação que são usados. Nas versões anteriores do Football Manager, a única opção tática que um treinador tinha para esse tipo de formação era utilizar um avançado interior. Atualmente, ganhamos uma ferramenta a mais, com o extremo invertido. A principal tarefa desses pontas de pé trocado é utilizar sua velocidade e técnica para duelar com seu marcador e conduzir a bola e o time para mais próximo do gol adversário.
      Para aqueles que ainda não sabem do que estamos falando, vou deixar alguns exemplos da vida real e que inspiraram a Sports Interactive a moldar a função de acordo com seu talento. Jogadores como Arjen Robben, Franck Rybéry e Thierry Henry são alguns dos ícones do futebol que ajudaram o Football Manager a trazer esse tipo de atleta do campo para as telas dos computadores. Hoje, atletas como Serge Gnabry e David Neres são grandes máquinas dentro do Football Manager graças ao que esse tipo de atleta trouxe para o motor do jogo.
      Normalmente, o estilo de jogo desses atletas é bem direito. Uma vez que tem a bola nos pés, eles combinam técnica e dribles com aceleração e boas tomadas de decisão para deixar o marcador para tráz e ou finalizar ou passar a bola para um companheiro melhor posicionado para continuar a jogada. Esse estilo de jogo não combina muito com o estilo de outros avançados interiores da vida real, que cortam para dentro, mas optam por uma enfiada de bola ou cruzamento ao invés do chute.
      Em versões anteriores, ou você transformava esses jogadores em avançados interiores, incluindo seus comportamentos codificados no motor do jogo (e que não podem ser removidos) que instruíam eles a cruzar menos, ou os transformava em construtores de jogo avançados, aceitando que eles iriam cruzar menos e chutar menos, mas fariam passes mais arriscados. Isso mudou a partir do FM 2020, que passou a nos oferecer o Extremo Invertido.
      Como essa função dá aos treinadores maior flexibilidade? As instruções se tornaram mais claras, assim como as percepções de cada um sobre o que cada função pode fazer dentro de uma partida. Para vermos o que eles devem fazer, basta olharmos para as instruções que não podem ser removidas no painel tático. Como mencionamos o Avançado Interior e o Construtor de Jogo Avançado, iremos compará-los antes de chegarmos à estrela desse guia, o Extremo Invertido. Começaremos pelo Construtor de Jogo Avançado.

      O construtor de jogo avançado, quando colocado nas pontas, é primariamente um meio-campista colocado em uma posição de maior largura, que busca encontrar espaços e criar oportunidades para si ou para os companheiros de equipes. O jogador funciona de forma bem restrita, mas tendem a recompor defensivamente quando o time está sem a bola.

      Quando comparamos o construtor de jogo avançado com o avançado interior, podemos ver imediatamente que o avançado interior movimenta-se mais em direção à área, buscando penetrações e necessitam de um tipo diferente de capacidades e habilidades ofensivas.

      E isso faz sentido quando nós examinamos seus comportamentos inerentes e que não podem ser retirados. O avançado interior é mais ofensivo. Eles querem conduzir a bola até o coração da defesa adversária, cortando para dentro a partir do corredor lateral. Ao invés de tentarem criar chances para seus companheiros com uma enfiada de bola, é mais provável que eles tentem marcar o gol por conta própria.
      Entretanto, isso não significa que eles irão chutar a esmo e ignorar companheiros melhores posicionados. Quando colocado em uma tarefa atacar, eles tendem mais a querer marcar o gol, enquanto na função apoiar, o avançado interior está mais afastado do gol e é mais provável que procurem um companheiro livro ou no espaço.

      Isto tudo nos traz até o extremo invertido. A descrição do jogo diz que ele "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando."

      Seu comportamento inerente é diferente quando comparado as outras funções que mencionamos, já que eles não são instruídos a cruzarem menos ou a correr mais riscos nas tomadas de decisão. Eles são uma versão mais conservativa do avançado interior, ou talvez para ser mais preciso, a combinação entre o avançado interior e o construtor de jogo avançado.
      A movimentação de um extremo invertido é mais lateral se comparada ao avançado interior. O extremo invertido move-se para o corredor central, cortando de uma posição mais aberta. Mas ao invés de finalizar, ele quase sempre passa a bola antes de correr para se posicionar dentro da grande área.

      Quando examinamos o mapa de calor do, combinado com o de passes recebidos pelo, extremo invertido, nós podemos ver essa movimentação. Ele corta para dentro para receber o passe, progride e se posiciona entre o zagueiro e o lateral na área.

      Texto traduzido e adaptado por Henrique M. para o Engenharia do Futebol e FManager Brasil
      Fonte: https://www.footballmanager.com/the-byline/look-inverted-winger-wednesday-wisdom
    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
    • tricolor de coraçao
      By tricolor de coraçao
      S.E.R. Caxias, Ser Glorioso 
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
      Considerações Iniciais
      Salve leitores! 
      Começando nova saga, no tradicional clube Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul, SER Caxias ou mais popularmente conhecido como Caxias. O clube localizado em Caxias do Sul, rivaliza com o Juventude no clássico Ca- Ju. Considerado o segundo maior clássico gaúcho, perdendo apenas para o clássico Gre-nal. 
      Ao contrário do rival Juventude que já figurou na elite nacional, Libertadores da América e já foi campeão da Copa do Brasil, o Caxias sequer um dia chegou a estar na Série A e também há alguns anos chegou a amargar um rebaixamento estadual e rebaixamento da Série B até a Série D. Reza a lenda que o rival alviverde (Juventude) é originário da parte mais elitista da cidade enquanto a parte pobre acabou cirando o Caxias que assim passou a se chamar por alguns o Clube do Povo. E por isso Caxias foi o clube escolhido para iniciar o save.
       
      Infra-estruturas
      O Caxias manda seus jogos no Estádio Centenário, que na verdade tem menos de 50 anos (construído em 1976). Ocorre que em 1975 foi comemorado os 100 anos da imigração italiano e a isso deve-se o nome do estádio da equipe grená (Caxias). A sua capacidade real é de 22 mil lugares. Porém no FM criaram cerca de menos de 10 mil lugares apenas sendo cerca de metade apenas com assentos. Mesmo erro ocorreu com o rival, então vamos jogar assim mesmo.

      Quem dera fosse essa a capacidade! Maiores informações em detalhe no link desse tópico ou aqui.
       
      Expectativas
       
      Meu grande objetivo é a médio prazo se tornar a maior equipe de Caxias do Sul, superar o Juventude e os demais rivais do interior como os clubes de Pelotas...ou seja com o tempo ser a maior equipe da cidade e depois do interior gaúcho. Futuramente a maior do estado e assim por diante. Rumo a glória.
      A direção segue com maiores expectativas para o estadual mesmo. Talvez possamos sentir maiores dificuldades ali.
      Esse ano o Gauchão será disputado por 12 clubes. Ao término de 11 rodadas os 2 piores são rebaixados para a divisão de acesso e os 4 melhores avançam para as semifinais.
      O mínimo exigido pela Direção é chegar na semifinal. Me parece um pouco difícil atingir isso já no primeiro ano.


      Nas demais competições a Direção não espera muita coisa. Espera apenas um bom desempenho na Série D estadual.
       
      MERCADO DA BOLA
      Encontramos um plantel muito envelhecido (mais de 50% do elenco principal), mas o problema maior é que com desequilíbrio de quantidade por posição: muitos ponta direita e armadores e poucos meias centrais e atacantes. Assim sendo forçamos as saídas de Campagnolo, Mazola e Diogo Oliveira para o Treze e clubes do futebol árabe. Bons atletas eu sei, mas atuando em posições de maior concorrência e idade avançado.


      Por isso não fazem mais parte dos planos.
       
      Pontas e armadores
      Sete reforços chegaram sendo 2 na ponta esquerda, 3 no meio campo, 1 na ponta direita e 1 na armação. Nosso armador principal era Tontini, ex-Gremio, mas como lesionou-se feio buscamos o jovem Maurício, ex-Unitri. Na ponta direito chegou Andrey, formada no Paraná CLube e no rival Internacional, porém sem oportunidades ainda. Chega para disputar titularidade com Gustavo Ramos.
      Na ponta esquerda chegou Victor Feijão, jogador rodado em alguns tradicionais clubes da Serie B. E para competir com ele, trouxemos a galática contratação de Doka Madureira. 
      Doka Madureira tem grande história no futebol bulgaro e turco, tendo conquistado alguns títulos importantes por lá.

       
      Meias centrais
      Com apenas Juliano no meio campo e com o Gauchão prestes a começar tivemos que agir rápido. Chegaram os badalados Nenê Bonilha e Corrêa. Nenê Bonilha que ultimamente passou pelo Fortaleza, também teve experiências pelo Vitoria de Setubal e Nacional da Madeira, entre outros. Já Correa é um quarentão muito experiente e conhecido dos tempos de Atletico Mineiro, Palmeiras e Dinamo de Kiev. Além de estaduais teve muito sucesso pelo futebol ucraniano.

      Tentamos vários outros nomes e por fim fechamos também com o haitiano Paul Roche. Esse era jogador do Perólas Negras sem ter jogado ainda lá.
      Atacante
      Setor frágil do elenco, iremos com o ponta Jhon Cley no momento. Também cometemos um erro: contratamos Guilherme Augusto, ex- Assev por pré-contrato em vez de contratá-lo de imediato e teremos de esperá-lo até chega Julho.
       
       
      A defesa comandada pelo experiente goleiro Marcelo Pitol segue de momento inalterada. Pensando em reposição tentamos trazer Uilson, goleiro reserva do Atlético Mineiro mas de última hora o São Paulo "atravessou" o negócio e acabou levando. O meia central Feijão também desistiu e fechou com a Ponte Preta. Ainda estamos a procura de um centroavante que realmente sea matador e meio barato.
      E assim de momento fechamos as contratações para a equipe grená
      No próximo capítulo, os amistosos e desempenho da equipe no estadual e Copa do Brasil.
       
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
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