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Tsuru

Cymru Am Byth: Galês para sempre - "Não há azar que sempre dure e nem sorte que nunca se acabe" (03/05)

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Peepe

Bem, houve um tempo razoável para o planejamento e entendo a demora porque a busca foi bem detalhada e não é pra menos, nesse primeiro momento mais do que identificar os galeses que são bons jogadores, é necessário filtrar aqueles que estão a disposição do Wrexham. Ao menos, depois de tanta procura, acredito que o trabalho das próximas temporadas será mais tranquilo tendo em vista que os jogadores em potencial já foram observados, terá trabalho apenas para filtrar os miúdos maravilhas que surgirem mas é algo bem menor do que o movimento inicial.

O começo é excelente nessa primeira atualização, o elenco foi montado de forma consciente e mesmo só contratando galeses, o nível foi bem mantido e a equipe encaixou, os resultados dizem por si só e a liderança atualmente é justa. Torneios de pontos corridos com mais de 20 times podem ser enfadonhos e tem uma longa estrada pela frente até o desfecho do campeonato mas o momento pede otimismo.

Boa sorte na sequência!

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Tsuru
19 horas atrás, Peepe disse:

Bem, houve um tempo razoável para o planejamento e entendo a demora porque a busca foi bem detalhada e não é pra menos, nesse primeiro momento mais do que identificar os galeses que são bons jogadores, é necessário filtrar aqueles que estão a disposição do Wrexham. Ao menos, depois de tanta procura, acredito que o trabalho das próximas temporadas será mais tranquilo tendo em vista que os jogadores em potencial já foram observados, terá trabalho apenas para filtrar os miúdos maravilhas que surgirem mas é algo bem menor do que o movimento inicial.

O começo é excelente nessa primeira atualização, o elenco foi montado de forma consciente e mesmo só contratando galeses, o nível foi bem mantido e a equipe encaixou, os resultados dizem por si só e a liderança atualmente é justa. Torneios de pontos corridos com mais de 20 times podem ser enfadonhos e tem uma longa estrada pela frente até o desfecho do campeonato mas o momento pede otimismo.

Boa sorte na sequência!

Oi Peepe!

Então, eu preferi gastar mesmo um pouco mais de tempo encontrando e listando os jogadores galeses antes de iniciar de fato. E veja, realmente faz diferença - a equipe de observação só conhecia 97 e eu encontrei mais 500 espalhados pela Inglaterra e primeira divisão de Gales. Uma coisa é eu ter uma limitação qualquer e precisar selecionar entre 97, outra é ter quase 600 de opção. E à essa lista ainda vou adicionar os clubes da Escócia e da Irlanda na próxima temporada, depois devo ficar só monitorando mesmo os novos que surgirem. A ideia é voltar a essa varredura geral, de clube em clube, a cada 5 temporadas, só para garantir que nada nos escape.

Inclusive esse processo me fez repensar alguns desafios que eu pensava fazer algum dia, tipo um save só contratando britânicos ou jogadores nascidos em ex-colônias britânicas. São mais de 20 países ao todo, imagina ter que filtrar toda essa galera manualmente ou ir nas ligas das ex-colônias, uma a uma e depois clube a clube...é diferente de Gales né, onde os jogadores em sua maioria atuam no próprio Reino Unido. Tem certos desafios que parecem muito legais mas o "operacional" os torna, senão inviáveis, trabalhosos demais pra garantir a diversão.

Também estou otimista, nem tanto pelos resultados em si mas pelos sinais que vejo de consistência, acho que a equipe está encaixando e oscilando pouco. Eu até gosto desses campeonatos mais longos, temos bastante tempo para trabalhar, ajustar e fazer eventuais correções de rumo. Ainda bem, porque na escalada até a Premier o que mais tem são campeonatos compridos assim. 

Obrigado pelo comentário!

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Henrique M.

O time mostrou força e já lidera, com ampla vantagem para garantir pelo menos uma vaga nos playoffs. Mesmo que a forma caia um pouco, e a concorrência seja alta, nesse momento, existe um claro grupo que vai lutar pelas 6 primeiras posições.

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Tsuru
1 hora atrás, Henrique M. disse:

O time mostrou força e já lidera, com ampla vantagem para garantir pelo menos uma vaga nos playoffs. Mesmo que a forma caia um pouco, e a concorrência seja alta, nesse momento, existe um claro grupo que vai lutar pelas 6 primeiras posições.

Oi Henrique.

De fato, esse primeiro bimestre criou um "pelotão de frente" que parece que não vai se alterar. Eu realmente quero essa vaga, acho que ficar sem ela seria muito ruim em todos os sentidos. Se der pra brigar pela promoção direta, com título, tanto melhor. Senão, ao menos o vice-campeonato e uma posição mais confortável nos playoffs. O time mostrou que tem pegada pra isso, é ver se conseguimos manter num campeonato mais longo.

Obrigado pelo comentário!

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Danut

Cedo ainda, mas a vaga pro playoff já tá muito bem encaminhada. O ideal seria o título, claro, e acho que teu time tem perfeitas condições pra isso.

Sobre o que vi tu falando nos comentários, da dificuldade em fazer um desafio com jogadores só britânicos/de ex-colônias, eu não entendi muito bem qual seria o problema. Não é só tu usar a pesquisa de jogadores e filtrar por nacionalidade? Ou tu tá te referindo ao fato de que teria que ir manualmente atrás dos jogadores porque eles não aparecem na pesquisa inicialmente? Nesse segundo caso, não é parte do desafio saber gerenciar isso (fazer os olheiros irem até os países que te parecem mais interessantes pra aumentar o conhecimento e tal)? Fora que com vários países não me parece tão necessário identificar todos os jogadores - diferentemente do teu caso aqui, que é pouca gente então cada atleta a mais que tu sabe da existência faz mesmo diferença.

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Tsuru
16 horas atrás, Danut disse:

Cedo ainda, mas a vaga pro playoff já tá muito bem encaminhada. O ideal seria o título, claro, e acho que teu time tem perfeitas condições pra isso.

Oi Danut.

Tá cedo mesmo, acho que vai depender muito de duas coisas: o time manter a pegada e saber reagir às oscilações. Ou seja, "puxar dos galões" para vencer aqueles jogos que se mostrarem mais complicados, e não se abater diante das derrotas (que naturalmente vão vir). Eu ficaria mesmo satisfeito com a vaga do playoff, se pudermos subir de uma vez, tanto melhor.

16 horas atrás, Danut disse:

Sobre o que vi tu falando nos comentários, da dificuldade em fazer um desafio com jogadores só britânicos/de ex-colônias, eu não entendi muito bem qual seria o problema. Não é só tu usar a pesquisa de jogadores e filtrar por nacionalidade? Ou tu tá te referindo ao fato de que teria que ir manualmente atrás dos jogadores porque eles não aparecem na pesquisa inicialmente? Nesse segundo caso, não é parte do desafio saber gerenciar isso (fazer os olheiros irem até os países que te parecem mais interessantes pra aumentar o conhecimento e tal)? Fora que com vários países não me parece tão necessário identificar todos os jogadores - diferentemente do teu caso aqui, que é pouca gente então cada atleta a mais que tu sabe da existência faz mesmo diferença.

Sim, eu me referia ao fato de ter que ir manualmente atrás dos jogadores. No início do save é mais complicado mandar os olheiros a esses países (questão financeira) e a baixa capacidade de avaliação muitas vezes torna os relatórios imprecisos, ou deixa de listar jogadores capazes de fazer a diferença. 

Mesmo que eu não fosse liga por liga, ao menos eu ia querer olhar as seleções de base, e nesse caso britânico são 19 - sendo que cada uma tem time principal, sub-23, sub-18 e por aí vai. E ainda que eu não olhasse as seleções de base, teria que acompanhar a contratação/saída de jovens de 19 nacionalidades diferentes, analisando os jogadores um por um pra ver o perfil.

Ou eu teria que deixar mais na mão dos olheiros - não confio - ou teria um trabalhão pra fazer a minha própria pesquisa. Não é que não possa ser feito, pro meu gosto acaba ficando muito trabalhoso e/ou muito cansativo, ou muito impreciso. Eu prefiro restrições em si menores, que me permitam um equilíbrio maior entre a minha capacidade de observação como jogador e o que a equipe técnica é capaz de fazer. Em vez de todo o Império Britânico, ou Império Holandês, talvez eu restringisse só ao Reino Unido por exemplo, ou escolhesse um antigo império com menos países (tipo Itália), ou diminuísse a lista de países em si. Pura questão de gosto mesmo.

Obrigado pelo comentário!

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schacoffee

Bons resultados nesses primeiros jogos. Aquele contra o Solihull foi passeio!

Gostei do plantel também. Josh Thomas é um craque, tem tudo para brilhar no topo do Reino Unido em poucos anos.

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Tsuru
19 horas atrás, schacoffee disse:

Bons resultados nesses primeiros jogos. Aquele contra o Solihull foi passeio!

Gostei do plantel também. Josh Thomas é um craque, tem tudo para brilhar no topo do Reino Unido em poucos anos.

Oi schacoffee.

Foi lindo demais. Pena que passeios assim acabam por ser mais raros conforme o save avança, porque os adversários começam a nos estudar. Não tem mais bobo no futebol hahaha

Posso adiantar que o Thomas tem sido uma decepção, rendendo muito menos do que o Jeffrey e o Ponticelli. Infelizmente. Se ele seguir assim não vai continuar com a gente na temporada que vem.

Obrigado pelo comentário!

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ElPerroMG

Começou super bem a temporada. Primeiro com a diretoria aceitando fazer o Sub23, a minha rejeitou uhauha. Depois já trazendo reforços para irem se adaptando ao clube e fechando com uma contratação de peso para o ataque. Quando as partidas começaram foi reflexo do bom trabalho da pré-temporada. Sem pressa em acelerar o jogo e cuidando dos mínimos detalhes, não daria outro resultado. 

Boa sorte na sequência, até aqui está interessantíssimo ver esses galeses em ação. 

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Tsuru
Em 19/03/2021 em 23:41, ElPerroMG disse:

Começou super bem a temporada. Primeiro com a diretoria aceitando fazer o Sub23, a minha rejeitou uhauha. Depois já trazendo reforços para irem se adaptando ao clube e fechando com uma contratação de peso para o ataque. Quando as partidas começaram foi reflexo do bom trabalho da pré-temporada. Sem pressa em acelerar o jogo e cuidando dos mínimos detalhes, não daria outro resultado. 

Boa sorte na sequência, até aqui está interessantíssimo ver esses galeses em ação. 

Oi ElPerro!

Começamos com o pé direito né, tá todo mundo empolgado em Wrexham - até a diretoria que topou o Sub 23 hahahaha. Acho que o fato do clube ter uma boa situação financeira ajudou.

O planejamento valeu, já diz o "deitado" que a pressa é inimiga da refeição (digo...).

Tô curtindo bastante e me divertindo, tem sido bem legal jogar, que bom que acompanhar também está sendo.

Obrigado pelo comentário!

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Tsuru

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Waeth beth yw'r sefyllfa, edrychwch ar ddwy ochr y geiniog bob amser - "Independente da situação, olhe sempre os dois lados da moeda"
Temporada 1, parte 3
 

Depois de um início de temporada muito bom, o Wrexham havia assumido a ponta da tabela da National League com um jogo a menos, disputando a liderança com o Notts County. Conseguiriam os Dragões Vermelhos de Gales se manterem no topo, ou as oscilações cobrariam seu preço e colocariam em risco a sonhada vaga nos playoffs?

Além da continuação da campanha na quinta divisão, também fizemos nossa estreia no FA Trophy, competição em que a diretoria esperava pelo menos alcançar as semifinais.

 

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Trata-se de um torneio eliminatório, em mata-mata, apenas para as equipes até o quinto escalão inglês. Torneio regido pelo equilíbrio e imprevisibilidade, é disputado em rondas definidas por sorteio e decididas em jogo único - ou seja, tudo pode acontecer.

Estreamos na terceira eliminatória e o adversário sorteado foi o Flyde, que está uma divisão abaixo. Foi um jogo muito, muito complicado, onde finalizamos um pouco mais que o adversário mas a mesma quantidade de vezes no alvo que eles. Felizmente temos Josh Thomas, que abriu o placar e ampliou já nos acréscimos, recebendo passe longo, partindo em velocidade e dando uma cavadinha sensacional para encobrir o goleiro adversário. 

 

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Na eliminatória seguinte o adversário foi o Hampton & Richmond, também da sexta divisão. Com a equipe atolada de jogos pela Football League e o calendário estrangulado, precisei poupar alguns titulares por cansaço, entre eles o zagueiro Shaun Pearson e o lateral Cole Dasilva.

Rob Evans abriu o placar em um belíssimo chute de longe, mas o gol acordou o adversário e tomamos a virada. Jordan Davies ainda empatou, mas tomamos o terceiro e não tivemos mais fôlego para correr atrás do lucro (porque no prejuízo já estávamos).

 

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Se quisermos olhar por um dos lados da moeda, fomos eliminados por um time de uma divisão inferior, jogando mal, e saímos precocemente de um torneio onde poderíamos embolsar um bom dinheiro. Fora que a diretoria ficou p da vida com o resultado.

O outro lado da moeda é que, por ser muito imprevisível, a chance de cairmos numa eliminatória seguinte não era pequena (e a diretoria ficaria puta de qualquer jeito), não temos elenco com qualidade suficiente para disputar duas competições, e as fases finais do FA Trophy provavelmente iriam encavalar com a reta final da liga, arriscando sobrecarregar ainda mais o calendário. Fora que, em caso de eliminação mais adiante, o time poderia sofrer uma queda no moral em um momento chave da temporada.

Confesso que nesse momento estou olhando muito mais o “outro lado” do que o “um”.

 

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Iniciamos o segundo bimestre recebendo o Stockport no Racecourse. Depois dos dois jogos anteriores meio esquisitos, resolvi mexer nas funções e tarefas da equipe para ver se corrigia alguns problemas.

Não recomendo a ninguém que faça isso - e não farei mais. Fizemos uma bela porcaria de primeiro tempo, jogando muito mal e deixando o adversário abrir 2 a 0. Foi só voltar no segundo tempo à forma de jogo anterior e passamos a dominar a partida, o adversário nem respirava, e Jones e Cooper empataram. Quase viramos...quase...não fosse a atuação inspirada do goleiro deles.

Se por um lado foi uma bela recuperação, por outro fiquei com a sensação que, sem os “dedos nervosos”, tínhamos chances muito maiores de ter vencido o jogo. 

 

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De volte à rotina do Wrex, fizemos um excelente jogo contra o Aldershot, dominando a partida de ponta a ponta e saindo na frente com mais um gol de Oliver Cooper. No final recuei para segurar o resultado - como tenho feito sempre que estamos vencendo - e fiquei tranquilo, porque sempre funcionou muito bem.

“Sempre”, menos aqui. O Aldershot achou um gol numa bola vadia e safada já nos acréscimos, e vimos mais dois pontos escorrerem pelo ralo.

 

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A terceira rodada nos colocou na estrada para visitarmos o Chesterfield. Apesar do nosso domínio, não conseguíamos marcar, até enfim Josh Thomas abrir o placar no segundo tempo, emendando de primeira um cruzamento da direita. Pouco depois Horsfield ampliou de pênalti e deu números finais à partida.

 

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De volta ao Racecourse, encaramos o enjoado Wealdstone. Chutamos muito, mas pouco a gol - enquanto o adversário fez o inverso, chutando menos mas com mais perigo. Felizmente Callum Jones apareceu para desviar cruzamento e marcar o único gol do jogo.

 

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Nem sempre a vida e o futebol são justos - e não foram contra o Altrincham. Mesmo jogando muito melhor, a bola teimava em não entrar...e como quem não faz toma, tomamos nós. Já no fim, no desespero, um passe longo achou Jordan Ponticelli, que saiu nas costas da zaga e mandou para as redes para ao menos empatar a partida.

 

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O calendário bizarro da Football League colocou o confronto seguinte, contra o Halifax, com apenas um dia de descanso para o anterior. Sem qualidade suficiente no time reserva, optei por quase todo o time titular, mesmo com os jogadores exaustos. E assim fomos a campo dispostos a vencer, contra tudo e contra todos.

Cedemos um pênalti aos 6 que o adversário desperdiçou, e mesmo não jogando tão bem, conseguimos abrir o placar com Ponticelli. O atacante ainda fez mais um, e ainda bem, porque o adversário diminuiu, apertou e quase arrancou um novo empate. Felizmente para nós, conseguimos nos segurar e sair com a vitória. Exaustos, só gritávamos uma coisa: não existe obstáculo que o Wrexham não possa ultrapassar!

 

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Enfim um pequeno respiro de alguns dias e voltamos a campo contra o Dag & Red. Começamos mal e tomamos o primeiro gol, mas foi o suficiente para acordarmos - Horsfield empatou (adivinhem) de pênalti e Cole Dasilva ampliou nos acréscimos do primeiro tempo em um chute lindíssimo da entrada da área. Na segunda etapa nos aguentamos como deu e botamos mais três pontos na conta.

 

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Visitando o Woking, entramos dispostos a carimbar a terceira vitória seguida. Faltou combinar com os russos...digo...com os adversários: eles empataram depois de Horsfield abrir o placar (já até sabem como, né) e deixaram a partida em aberto. Ambos os times criaram boas chances, mas ninguém conseguiu mexer mais no placar.

 

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O Weymouth foi ao Racecourse nos visitar e encontrou o mesmo Wrexham do início da temporada: veloz, dinâmico e agressivo, sem deixar o adversário respirar. Diante da dificuldade de abrir o placar, o zagueirão Kelleher resolveu desviando cobrança de escanteio para as redes; e no segundo tempo Ponticelli ampliou para dar números finais à partida.

 

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Se contra o Weymouth o Wrexham foi o “trator veloz e dinâmico”, diante do Boreham fomos o nosso outro lado - “o time que faz 1 a 0 e sua sangue até o fim”. Ma che importa? O gol de Cooper foi suficiente para garantir mais uma vitória para o Dragão Vermelho Galês.

 

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A essa altura, os muitos empates haviam permitido ao Notts County reassumir a liderança com dois pontos de diferença para nós. Cabia ao Wrexham seguir vencendo e torcer por um tropeço do líder para voltar ao primeiro lugar.

Enquanto nós recebíamos o fraco King´s Lynn, que briga na parte de baixo da tabela, o Notts enfrentava o Woking, o mesmo que quase aprontou para cima da gente. Os dois jogos rolavam ao mesmo tempo e quase não acreditei quando vi o Woking abrir 3 a 0.

Agora era só a gente vencer o King e reassumir a ponta. É claro que vocês sabem o que aconteceu, né.

 

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Não fizemos um jogo ruim em si - mas fiquei com a sensação que o time estava nervoso, impaciente, tentando resolver de qualquer jeito, o que só piorou depois que sofremos o gol. O Notts ainda diminuiu para 3 a 2, mas não evitou a derrota e, na ponta da tabela, tudo continuou (quase) como estava.

 

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Foram onze partidas disputadas nesse período, sendo seis vitórias, quatro empates e uma derrota - um cenário muito próximo ao que eu tracei no planejamento como o menos favorável (que era de seis vitórias e cinco empates). Somamos 22 pontos em 33 possíveis com aproveitamento de 66%, marcamos 15 gols (média de 1,36 por partida) e sofremos oito (média de 0,72 por jogo).

 

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Temos hoje a segunda melhor defesa da National League com 17 sofridos e o segundo melhor ataque com 39 marcados, número que eu considero ótimo para uma equipe que atua basicamente no contra-ataque. Já abrimos oito pontos de diferença para o terceiro colocado Stockport, sinal de que entramos definitivamente na briga pelo título e vaga direta, e estamos a treze pontos do primeiro fora da zona dos playoffs, o Wealdstone, portanto acho que confirmar a participação nele é questão de tempo.

Olhando por um lado da moeda, a derrota para o King´s Lynn nos tirou a oportunidade de assumir a liderança agora, em um jogo diante de um adversário que não vinha bem na competição, e antes de um bimestre onde temos o confronto direto com o Notts. E andamos empatando mais do que deveríamos.

Por outro lado, a pressão agora está toda do lado dos Magpies: se eles vacilarem, encostamos ou ultrapassamos. O Wrex só havia perdido uma vez até aqui e eu sei que a derrota viria mais cedo ou mais tarde - menos mal que tenha sido na mesma rodada em que o líder também perdeu, que foi por apenas 1 a 0 (nada bizarro como uma goleada) e não afetou gravemente o moral dos jogadores.

Pessoalmente, estou vendo mais o “outro lado” que o “um” (de novo). 

Enquanto isso, o próximo bimestre se aproxima, e será decisivo na disputa do título e vaga direta.

 

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Considerando o desenrolar do campeonato, entendo que a vitória é obrigação contra Moors, Sutton, Maidenhead, Barnet, Torquay, Yeovil e Dover. O Bromley vem bem e vai jogar em casa, um empate ou derrota talvez seja mais provável, assim como acho que o são empates contra Hartlepool, Notts e Stockport.
 

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Por essa projeção seriam sete vitórias, um empate ou derrota, e três empates, o que representaria algo entre 21 e 25 pontos. Dando aí uma margem de erro, eu repetiria a meta entre 18 e 20 pontos como mínimo e consideraria que 23 ou superior é muito bom.

Nos vemos no próximo bimestre, até lá!

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Victor Duque

Muito bem avaliado o outro lado da moeda em todas as situações. De um modo geral, o que aconteceu pode ter tornado a equipe mais equilibrada para estar onde está, apesar de um tropeço ou outro. Ainda temos bastantes jogos, um turno praticamente, resta saber o quanto estas equipes vão oscilar, principalmente o tradicional Notts. Boa sorte na sequência!

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Cadete213

Derrota no FA Trophy foi inesperada e compreendo a frustração da direção. Como adepto também ficaria. Mas por outro lado e no que mais importa, continuas bem na Liga, onde só perdeste um jogo nesta fase e manténs-te perto do líder, ao mesmo tempo abrindo uma distância confortável para os perseguidores. Com uma vaga no playoff bem encaminhada, o objetivo agora deverá ser lutar com o Notts County pelo título e acesso direto ao próximo escalão. Vem aí jogo grande contra eles. 

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Marcolation

Começo muito acima da crítica, e continuou bem na segunda atualização apesar da eliminação precoce na FA Trophy.

Como dizem, há males que vem para o bem e vai poder ter mais descanso para focar a energia toda na luta pelo título - porque o Playoff já é certo!

Boa sorte na sequência!

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Henrique M.

Perdeu aquele jogo que odiamos perder no FM, o time lá em cima vai e perde para o time lá embaixo, mas tirando isso, ficou dentro do seu pior planejamento, e o time ainda está na briga pelo título, se manter as coisas, tudo pode ser decidido no confronto direto na reta final.

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thyagocda
Em 17/03/2021 em 06:55, Tsuru disse:

Inclusive esse processo me fez repensar alguns desafios que eu pensava fazer algum dia, tipo um save só contratando britânicos ou jogadores nascidos em ex-colônias britânicas. São mais de 20 países ao todo, imagina ter que filtrar toda essa galera manualmente ou ir nas ligas das ex-colônias, uma a uma e depois clube a clube...é diferente de Gales né, onde os jogadores em sua maioria atuam no próprio Reino Unido. Tem certos desafios que parecem muito legais mas o "operacional" os torna, senão inviáveis, trabalhosos demais pra garantir a diversão.

Esses com muitas ex-colônias teria que ser com a gestão dos olheiros do FM mesmo. Buscar jogadores clube por clube vc vai gastar toda a energia nisso e corre até o risco de enjoar do save.

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Tsuru
Em 21/03/2021 em 04:40, Victor Duque disse:

Muito bem avaliado o outro lado da moeda em todas as situações. De um modo geral, o que aconteceu pode ter tornado a equipe mais equilibrada para estar onde está, apesar de um tropeço ou outro. Ainda temos bastantes jogos, um turno praticamente, resta saber o quanto estas equipes vão oscilar, principalmente o tradicional Notts. Boa sorte na sequência!

Oi Victor.

Pois é, às vezes a gente fica puto com uma derrota e depois entende o motivo. É muito ruim perder uma eliminatória assim pra um time de divisão inferior, mas imagina o Wrexham dividindo atenção com uma semifinal de FA Trophy e com jogos decisivos na Football League...conhecendo o elenco que tenho, o risco do time naufragar tentando fazer os dois era considerável. Fora que um time que fica muito tempo sem perder se acomoda, é normal. Melhor que a derrota tenha vindo numa rodada em que podíamos perder - uma vitória do Notts em cima do Woking teria aumentado a distância para cinco pontos, o que significaria que o título se tornaria menos provável.

Vamos seguir fazendo nossa parte e ver o que acontece, acho muito difícil o Notts não tropeçar até o fim do campeonato - e ainda temos o confronto direto. Pra cima deles!

Obrigado pelo comentário!

Em 21/03/2021 em 08:48, Cadete213 disse:

Derrota no FA Trophy foi inesperada e compreendo a frustração da direção. Como adepto também ficaria. Mas por outro lado e no que mais importa, continuas bem na Liga, onde só perdeste um jogo nesta fase e manténs-te perto do líder, ao mesmo tempo abrindo uma distância confortável para os perseguidores. Com uma vaga no playoff bem encaminhada, o objetivo agora deverá ser lutar com o Notts County pelo título e acesso direto ao próximo escalão. Vem aí jogo grande contra eles. 

Oi Cadete.

Pois é, era uma competição muito traiçoeira e de título improvável. Ao menos agora podemos focar as atenções na liga.

Vamos para cima do Notts, e se eles tropeçarem de novo até lá, tanto melhor para a gente. Quem vacilar menos vai levar a taça.

Obrigado pelo comentário!

21 horas atrás, Marcolation disse:

Começo muito acima da crítica, e continuou bem na segunda atualização apesar da eliminação precoce na FA Trophy.

Como dizem, há males que vem para o bem e vai poder ter mais descanso para focar a energia toda na luta pelo título - porque o Playoff já é certo!

Boa sorte na sequência!

Oi Marco!

O time manteve a pegada, ainda bem. As coisas seriam mais complicadas se a equipe inicial fosse muito ruim ou não encaixasse, pelas limitações naturais que temos. Começar bem é fundamental aqui.

Vamos que vamos para o playoff mas queremos a taça, o Notts que se cuide que agora a pressão está toda com eles.

Obrigado pelo comentário!

12 horas atrás, Henrique M. disse:

Perdeu aquele jogo que odiamos perder no FM, o time lá em cima vai e perde para o time lá embaixo, mas tirando isso, ficou dentro do seu pior planejamento, e o time ainda está na briga pelo título, se manter as coisas, tudo pode ser decidido no confronto direto na reta final.

Oi Henrique.

Pois é, menos mal que perdemos quando podíamos. Minhas expectativas têm sido bem realistas até aqui e isso me deixa mais tranquilo, o time está entregando aquilo que eu acho que pode entregar.

Agora é manter a pegada, torcer por mais tropeços do Notts e ir pra cima deles no confronto direto.

Obrigado pelo comentário!

10 horas atrás, thyagocda disse:

Esses com muitas ex-colônias teria que ser com a gestão dos olheiros do FM mesmo. Buscar jogadores clube por clube vc vai gastar toda a energia nisso e corre até o risco de enjoar do save.

Oi Thyago.

Pois é, e como eu acho que essa gestão dos olheiros é meio complicada - principalmente no início e em times pequenos - eu não iria por aí, entendo que o risco esportivo é alto e, pra fazer manual, correria o risco de ficar cansativo. Preferia selecionar uma lista menor de ex-colônias de forma que eu pudesse dar mais atenção à busca.

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ggpofm

Ser eliminado no FA Trophy nem foi tão ruim assim, afinal, sobra mais tempo para cuidar da National League, que não faz parte da Football League.😉

Os "dedinhos nervosos" agiram novamente, mas por pouco tempo. Sorte sua.

O calendário apertado do fim de ano cobrou seu preço, mesmo achando que o desempenho do Wrex foi muito bom. O time bem, mas a virada do ano pode trazer surpresas competitivas para quem joga basicamente no contra-ataque. Veremos o que virá.

Se possível, explique como funciona o play-off com seis equipes. O 2º e o 3º esperaram a definição de 4º a 7º?

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Tsuru
6 horas atrás, ggpofm disse:

Ser eliminado no FA Trophy nem foi tão ruim assim, afinal, sobra mais tempo para cuidar da National League, que não faz parte da Football League.😉

Os "dedinhos nervosos" agiram novamente, mas por pouco tempo. Sorte sua.

O calendário apertado do fim de ano cobrou seu preço, mesmo achando que o desempenho do Wrex foi muito bom. O time bem, mas a virada do ano pode trazer surpresas competitivas para quem joga basicamente no contra-ataque. Veremos o que virá.

Se possível, explique como funciona o play-off com seis equipes. O 2º e o 3º esperaram a definição de 4º a 7º?

Oi Gilson.

Obrigado pela dica, tem razão. Já mudei o banner e alterei o texto.

Quem nunca mexeu taticamente pra tentar resolver um problema do time né. No geral tenho ficado bem satisfeito com os resultados do que construí até aqui e acho que a tendência é isso ser cada vez mais raro, principalmente quando eu entender que chegamos num ponto satisfatório.

Espero que a gente consiga manter a pegada do time veloz, dinâmico e intenso que tivemos até aqui, usando mais as transições rápidas e agressivas do que o contragolpe de "jogar por uma bola". Essencialmente, mais um time de DNA inglês do que de uma escola rothiana. Hehehe

O FM não tem muito claras essas regras do playoff, mas pelo que pesquisei aqui (e é o que me lembro anteriormente), é 5o contra 6o e 4o contra 7o, com o vice e o terceiro "descansando". Na fase seguinte o vencedor de 5o contra 6o enfrenta o vice-campeão, e o vencedor de 4 contra 7 pega o terceiro colocado. Isso significa que os times que ficam mais acima na tabela levam grande vantagem, porque jogam uma partida a menos - e caso avancem, chegam mais "frescos" na final, com menos prorrogações por exemplo.

Pra você ter ideia, na vida real os últimos quatro promovidos para a quarta divisão terminaram em segundo ou terceiro lugar - Harrogate Town (19/20), Salford City (18/19), Tranmere Rovers (17/18) e Forest Green Rovers (16/17), o último a fugir dessa tendência foi o Grimsby Town em 15/16. É por isso que considero tão importante ficar pelo menos com o vice-campeonato, entendo que as chances de promoção aumentam.

Obrigado pelo comentário!

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div

Uma pena a queda na FA Trophy, mas, dos males o menor, pior seria perder rendimento na liga.

E apesar da derrota na última rodada, deu sorte e o Notts também perdeu e não se distanciou. Mesmo com tanto campeonato pela frente, a briga parece que vai permanecer até o final. 

Uma dúvida (na verdade duas) sobre aquele jogo em que jogou com os jogadores exaustos: como eles terminaram o jogo? Não houve problemas de lesão?  

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Tsuru
16 horas atrás, div disse:

Uma pena a queda na FA Trophy, mas, dos males o menor, pior seria perder rendimento na liga.

E apesar da derrota na última rodada, deu sorte e o Notts também perdeu e não se distanciou. Mesmo com tanto campeonato pela frente, a briga parece que vai permanecer até o final. 

Uma dúvida (na verdade duas) sobre aquele jogo em que jogou com os jogadores exaustos: como eles terminaram o jogo? Não houve problemas de lesão?  

Oi div.

E não é? Melhor um pássaro na mão do que dois voando.

Perdemos quando podíamos perder e sim, do jeito que a coisa está, acho que vai ser uma disputa ponto a ponto até o fim. Tenho inclusive a sensação que o confronto direto não vai pesar tanto nesse sentido porque ainda restam muitas partidas.

Sobre o jogo exaurido, lesão propriamente não. Eu fiz as substituições ao longo da partida daqueles que estavam mais cansados e fomos nos aguentando até o fim. Houve momentos em que achei que o adversário ia empatar porque faltava fôlego, mas conseguimos aguentar.

O que tenho feito é dar descanso e dispensar dos treinos os jogadores que ficam muito exaustos entre as partidas, no geral até tem funcionado bem.

Obrigado pelo comentário!

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six_strings

Não esperava a derrota na FA Trophy. Mas continuas bem na Liga, onde só perdeste um jogo nesta fase e andas perto da liderança e abriste um fosso já razoável para quem vem atrás. Playoff à vista. Adivinha-se ainda muitas dificuldades. Em fases adiantadas da temporada, o descanso é o mais importante no treino.

PEACE 

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Guilhererme

E ae cara belezinha?? no FM18 (acho) quis tentar chegar na copa do mundo com o País de  Gales mas o começo desempregado me desanimou muito o outros n motivos deixei essa ideia na gaveta por um tempo kk, quando vi o save me animei muito de ver alguém levando os Dragões para uma posição de destaque, Boa Sorte mano irei acompanhar 

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Peepe

Diria que está cada vez com o time mais encaixado, os resultados tem sido bem positivos e a Inglaterra parece ser um dos poucos países da Europa com problemas de calendário, ainda mais em divisões com mais de 20 times. Por enquanto, deixou um ponto ou outro pelo caminho mas tem sobrevivido bem e vencendo até mesmo jogos seguidos num recorte de 3 dias. Sinal que vai precisar encorpar mais o elenco ou ter uma base que supre essas necessidades pontuais que surgem temporada a temporada?

Até por isso, valeu a pena o esporro da diretoria por ter caído na FA Trophy, era um torneio sem maiores chances e tem que ser usado pra dar rodagem a alguns jogadores, mesmo que de forma forçada. Importante é esse segundo lugar e os passos que tem conquistado rumo ao acesso.

Boa sorte na sequencia!

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Tsuru
19 horas atrás, six_strings disse:

Não esperava a derrota na FA Trophy. Mas continuas bem na Liga, onde só perdeste um jogo nesta fase e andas perto da liderança e abriste um fosso já razoável para quem vem atrás. Playoff à vista. Adivinha-se ainda muitas dificuldades. Em fases adiantadas da temporada, o descanso é o mais importante no treino.

PEACE 

Oi six.

No playoff também acho que já estamos (ainda que matematicamente não), ou seja, o objetivo traçado foi cumprido. Vamos alcançar a liderança e o título? Não sei, acho que será uma disputa renhida e ponto a ponto, ainda mais se o Notts continuar fazendo jus ao favoritsmo. Observou que em nenhum momento chegamos a assumir a ponta de forma isolada e abrir distância para eles? Para mim é um sinal de que ainda estamos um pouquinho abaixo em termos de qualidade, o que reflete a expectativa lá do início da temporada.

Jogamos um futebol muito intenso e que exige muito fisicamente dos jogadores, portanto é bem provável que agora na reta final o cansaço pese. Nesse sentido é como eu digo, temos que pelo menos garantir a vice-liderança para chegarmos mais frescos na fase seguinte. Tenho tentado colocar os jogadores para descansar, mas com tão poucos dias entre as partidas é mais complicado.

Obrigado pelo comentário. PEACE!

16 horas atrás, Guilhererme disse:

E ae cara belezinha?? no FM18 (acho) quis tentar chegar na copa do mundo com o País de  Gales mas o começo desempregado me desanimou muito o outros n motivos deixei essa ideia na gaveta por um tempo kk, quando vi o save me animei muito de ver alguém levando os Dragões para uma posição de destaque, Boa Sorte mano irei acompanhar 

Fala! Seja bem vindo!

Jogar na liga galesa ou com a seleção é um pouco mais complicado mesmo. A vantagem de assumir o Wrex ou os outros que jogam na Inglaterra é a ótima estrutura e a boa capacidade de atrair jogadores, mas ainda assim é Gales. Eu acho isso bem legal. Fora que a restrição torna o save mais desafiador mas, pelas condições que a liga oferece, a coisa equilibra um pouco. 

Obrigado pelo comentário e continue que ainda vem muita coisa interessante por ai.

14 horas atrás, Peepe disse:

Diria que está cada vez com o time mais encaixado, os resultados tem sido bem positivos e a Inglaterra parece ser um dos poucos países da Europa com problemas de calendário, ainda mais em divisões com mais de 20 times. Por enquanto, deixou um ponto ou outro pelo caminho mas tem sobrevivido bem e vencendo até mesmo jogos seguidos num recorte de 3 dias. Sinal que vai precisar encorpar mais o elenco ou ter uma base que supre essas necessidades pontuais que surgem temporada a temporada?

Até por isso, valeu a pena o esporro da diretoria por ter caído na FA Trophy, era um torneio sem maiores chances e tem que ser usado pra dar rodagem a alguns jogadores, mesmo que de forma forçada. Importante é esse segundo lugar e os passos que tem conquistado rumo ao acesso.

Boa sorte na sequencia!

Oi Peepe.

Estamos encaixando sim. Mas tipo, a mesma razão que me fez escolher o 4123 acaba às vezes se voltando contra mim. Por ser uma formação híbrida e cheia de opções, um sistema que funciona tanto em jogo mais propositivo quanto reativo, você precisa encontrar dentro dele o equilíbrio que procura pro time jogar fazendo o que sabe de melhor. Às vezes eu tenho a sensação que, da maneira atual, não somos nem uma equipe propositiva - há certa dificuldade em criar chances e marcar gols, porque eu montei de uma maneira mais cauelosa - e nem reativa, porque quando somos pressionados com muita força e intensidade, o time tem dificuldade de absorver a pressão e fazer exatamente aquilo que foi pensado para fazer. E quanto mais eu me aproximar do que a equipe sabe fazer de melhor, melhor será.

Olhando de fora e só os resultados parece tudo bem, mas eu sei o sufoco que tem sido em algumas partidas quando a bola parada decide e/ou o adversário tem um gol anulado por impedimento nos últimos minutos. Três pontos no sufoco vale do mesmo jeito, mas eu interpreto como um sinal que ainda há pontos a serem melhorados.

Eu diria que essa questão precisa ser equacionada até o início da temporada que vem - se subirmos, porque estaremos numa divisão superior e teremos menos margem de erro se quisermos evitar a queda, e se não subirmos, porque haverá ainda mais expectativa de acesso. Basicamente, se eu não conseguir encontrar esse equilíbrio a tendência é buscar uma formação mais simples para tirar o máximo do que o time sabe fazer melhor, provavelmente um 4-2-2-2 com dois volantes ou um 4-4-2 clássico.

A questão do elenco é outro ponto que ainda não sei bem. Só posso levar cinco reservas para o jogo, então não adianta ter um elenco grande demais (o atual é enorme e vai precisar ser reduzido). Ao mesmo tempo, não costumo rotacionar completamente a equipe (eu tenho titulares e reservas), o que significa que alguns jogadores acabam mesmo sem ritmo. Penso seriamente em montar um elenco menor mesmo - em torno de 18 jogadores - e deixar outras opções no Sub-23, subindo para o principal se for muito necessário. E quem sabe colocar a molecada e os reservas nas fases iniciais das copas, porque com esse calendário apertado qualquer descanso é válido.

Eu achei a expectativa da diretoria alta demais para o FA Trophy, por ser um torneio muito traiçoeiro, mas ao mesmo tempo ser ambicioso nunca é ruim. O lado bom é que ia encavalar muitos jogos na reta final da liga e podia prejudicar a briga pelo acesso, que é a prioridade. Vamos manter pelo menos a vice-liderança e cumprir os objetivos estabelecidos.

Obrigado pelo comentário!

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    • mfeitosa
      By mfeitosa
      Com a frustração de ser demitido do Koninklijke HFC (Holanda) em meu último save, já na primeira temporada, resolvi deixar um pouco de lado o meu espírito nostálgico para tentar algo com um clube ainda mais "aleatório". Embora a liga escolhida seja a Itália, onde vocês devem estar cansados de me ver jogar, o ponto de partida aqui será a Eccellenza, que corresponde à 5ª divisão italiana. Estarei sob o comando da A.S. Fidentina, também chamada de Lupi, uma equipe com menos de meio século de existência e sem qualquer tradição no Calcio.
      É importante ressaltar que não abandonarei o Desafio da Base e todas as diretrizes apontadas no frustrado save com o HFC serão mantidas para o trabalho com a Fidentina. Minha expectativa e objetivo é ter um save bastante longevo onde, ainda que eu não consiga cumprir todos os objetivos apontados, ele possa render um considerável período de divertimento, sem prazo para terminar.


      A Associazione Sportiva Fidentina foi criada após um "papo de boteco". Tudo começou em 1978, quando um pequeno grupo de rapazes que frequentavam o Bar Marisa (que existe até hoje) resolveu criar um time de futebol para participar de campeonatos amadores. A ideia foi muito bem recebida pelo dono do bar, que acabou por se tornar o primeiro patrocinador e presidente do clube. E assim nasceu o G.S. Bar Marisa, que logo mudaria de nome para G.S. Amatori Fidenza, e décadas depois para A.S. Fidentina (nome definitivo). O clube é sediado em Fidenza, comuna italiana da região da Emília-Romanha, província de Parma com pouco mais de 23 mil habitantes.

      O time se destaca pelos curiosos desenhos de seus uniformes, principalmente na cor grená, e pelas várias versões de seu escudo, onde sempre há espaço a "águia imperial" e a "cruz de prata" presentes no brasão de Fidenza, assim como o Lobo (em italiano, Lupi), tradicional mascote da equipe. Na imagem dos uniformes que criei, é possível verificar uma das variações do escudo da A.S. Fidentina, mas existem muitos outros (veja o fundo desta imagem) que, de tempos em tempos, surgem em algum uniforme ou arte. 
      Nos últimos anos, graças ao apoio de apaixonados empresários locais e ao jovem entusiasmo de seus dirigentes, o clube atingiu alguns resultados importantes dentro e fora de campo, alcançando patamares nunca sonhados anteriormente, como o acesso à Promozione e Eccellenza, a sexta e a quinta divisões do futebol italiano, respectivamente.
      A Fidentina rivaliza com as outras duas equipes da cidade, o Fidenza (time mais antigo, de 1922) e o Borgo San Donnino (fundado em 2009).


      Tomando como base o tópico oficial do The FM21 Youth Academy Challenge, no fórum da SI, os objetivos principais aqui serão conquistar a Serie A (primeira divisão do país escolhido) e a UEFA Champions League (competição continental), utilizando apenas as categorias de base da A.S. Fidentina como forma de adquirir novos jogadores. Ou seja, sem contratações de qualquer gênero, com exceção aos membros da comissão técnica. Vendas e empréstimos de jogadores a outros clubes também são permitidos. 
      Para tornar as coisas um pouco mais intuitivas em termos de evolução do save, ampliarei os objetivos da seguinte forma:
      Conquistar o título da Serie A; Conquistar o título da Coppa Italia; Conquistar o título da UEFA Champions League; Ter um jogador convocado para uma Copa do Mundo; Ser o maior clube formador da Itália; Possuir as melhores infraestruturas de base da Itália; Tornar-se o principal clube itália, em termos de reputação.
      Estarei utilizando o "Fusion DB - Prima Categoria v1.2" como forma de ativar os escalões mais baixos do futebol italiano, o que me permitiu escolher a Fidentina para jogar. Embora esse update contemple a 7ª divisão da Itália, carreguei a pirâmide apenas até a divisão em que estarei jogando, Eccellenza (5ª divisão), em razão da morosidade que seria gerada com o passar dos anos. Além da Itália, selecionei as principais ligas da Europa (apenas a divisão principal de cada) de acordo com o ranking das associações, e também a primeira divisão da Suíça, Brasil e Argentina. A base de dados escolhida foi Média. Por fim, das opções avançadas, segui à risca o que o desafio determina.


      Nascido em 6 de março de 1983, em Milão, Luca Ferretti é um meia-atacante com origens na base do Parma, onde iniciou uma carreira repleta de frustrações. Em junho de 2003, o Milan realizou uma troca entre jogadores de sua base e garotos da base do Parma, o que incluiu o ainda jovem Ferretti. Essa transação foi alvo de investigação e, em 2009, os clubes foram multados por inflacionarem os preços dos atletas para garantir um falso lucro no balanço patrimonial. Além disso, Luca não teve espaço na equipe de Milão e foi emprestado de imediato para a Reggiana, que estava na Serie C1, e já no meio da temporada foi cedido ao Legnano, da Serie C2.
      Em 2005, Luca Ferretti foi contratado pelo (hoje extinto) San Marino e resolveu pendurar as chuteiras após atuar em apenas três partidas. 

      Em 2008, aos 25 anos, Luca Ferretti foi convencido a retornar ao futebol e assinou com o Lecco por uma temporada, mas acabou sendo pouco aproveitado. No ano seguinte, Luca acertou com o modesto Terme Monticelli e finalmente alcançou uma sequência de jogos. Em 2012, Luca Ferretti foi contratado pela Fidentina, onde se tornaria a principal referência e capitão da equipe. Ferretti atuou pela Fidentina por sete anos e marcou mais de 50 gols com a camisa grená, deixando o clube ao final da temporada 2018/19, após o rebaixamento para a Promozione. Sem acordo com a Lupi, Ferretti acertou sua ida ao Noceto, onde atua até hoje. 
      Para este save, aposentei o Luca Ferretti "original" com o auxílio do editor do FM. O estilo do treinador escolhido foi sem qualificações, experiência anterior de Futebolista Amador e foco do estilo de gestão Original. Sem mais delongas, mãos à obra! 🐺🇮🇹

    • Ibarra
      By Ibarra
      É com muita alegria, prazer, esforço e dedicação que continuarei a postar muita coisa bacana para este fórum com o FManager Brasil Ultimate Update agora e em breve, ou seja: a partir do dia 24 de Novembro, dia do lançamento do FM21 irei soltar a primeira atualização desde o Campeonato Brasileiro Série A até as divisões regionais do Brasileirão, além de Ligas e Copas do Brasil e do Mundo Inteiro juntamente com os elencos dos times nacionais e internacionais atualizados.
      Bom galera desta vez o Brasil Ultimate Update vai ser de maneira diferente, ou seja: vai ser o Brasil em formato europeu, eu decidi fazer assim o update devido aos jogos acumulados dos estaduais que ao meu ver acaba por enjoar os saves no Brasil, por isso decidi retirar os estaduais e manter as seguintes ligas e copas no update, vejam abaixo:
      Brasileirão Série A Brasileirão Série B Brasileirão Série C Brasileirão Série D Brasileirão Divisões Inferiores Copa do Brasil Supertaça do Brasil Países fundamentais são: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Tailândia, Qatar, Bolívia, Equador, Paraguai, Venezuela. Outros conteúdos também foram inseridos, como lesões e suspensões retiradas, cores reais dos clubes brasileiros e muito mais.
      Peço também desculpa pelos incômodos causados pq eu ontem estava enfrentando "crash dumps" no jogo e não pude mandar o download como prometido.
       
      Tutorial de Instalação: extraia o arquivo .RAR para a seguinte pasta
      🗂️ C:\documentos\sports interactive\football manager 2021\editor data
       
      Download Liberado e Atualizado até dia 06/05/2021 compatível com a DLC 21.4.
      Vale também lembrar que as transferencias do Mercado da Bola serão feitas diariamente a partir de 2021.
      Começar sempre na Superliga de Seychelles ou na Liga da India tanto para jogar no Brasil e até no Resto do Mundo com o calendario que bem entenderem.
      Link para download:
      ⬇️FM21 FManager Brasil Ultimate Update Atualizado (06/05/2021) - Atualizações - FManager Brasil
       
      Link dos gráficos que eu uso tanto para FM20 como para FM21 para download:
       graphics (mediafire.com)
       
      Link dos Adboards que eu uso tanto para FM20 como para FM21 para download:
      FM20 Adboard Project v1.4 (mediafire.com)
       
      Link do download da Skin que eu uso para FM21:
      skins (mediafire.com)
      Tutorial de Instalação:
      Extrair os arquivos rar. para Documentos/Sports Interactive/Football Manager 2021
       
      Agradecimentos
      FMSortitoutsi.net (pelo arquivo das transferencias de jogadores e staff)
      RodrigoFec (cores reais dos clubes brasileiros)
      Bom Divertimento !
    • Megalodonte
      By Megalodonte
      Prezados
      Esta é a história de José Silva,  mais um entre tantos milhões de brasileiros.
       
      REGRAS DO SAVE E DATABASE
      Escrever a história de José Silva no cenário mundial; Expressar ao máximo os dilemas da carreira de José Silva no fórum; Diversão total no save  
      Database: TODAS as ligas do mundo como jogáveis, totalizando 490 mil jogadores, para dar o máximo de realismo possível. Estou utilizando também o BRMundiup atualizado em 26/03 e o modo de inteligência deles que deixa o jogo mais realista e difícil, sobretudo na América do Sul. Já deixo a dica para quem tem notebook/PC gamer que selecionar todas as ligas do mundo roda de boa e sem travar, independente do fato de ficar com "meia estrela" no desempenho. Apenas recomendo um acelerador de dias (FMspeed ou Cheat Engine) para que o jogo dê uma acelerada na passagem de dias (sem perder qualquer interação), mas é opcional isso.
       
       

      Imagem da Zona Leste de São Paulo-SP
      TEMPORADA 2021 - CAPÍTULO 1
      Quem sou eu?!
      Esta história será escrita em primeira pessoa. Sim, sou eu, José Silva, que está escrevendo. Não farei joguetes dissertativos nesta jornada, mas garanto sinceridade máxima para com o leitor. Antes de tudo, vou me apresentar. Eu sou José Silva, mais um entre tantos milhões de brasileiros. Mais um José e mais um Silva, talvez o nome e o sobrenome mais comum do Brasil. Ok, sei que não ficou legal esta apresentação, portanto serei mais direto para me ater à promessa de evitar os joguetes na narração.
      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • six_strings
      By six_strings
      Clube Norueguês, que milita no segundo escalão do país, com excelentes instalações
      de treino e de desenvolvimento de jovens jogadores.
       

       

       
      Gubther Söme Fodsen foi contratado para assumir os comandos do TROMSO IL.
      Natural de Tromso e sócio do clube o antigo jogador amador, dá início a 
      uma carreira no clube do seu coração, onde promete levar o clube ao sucesso.
       




      A direção espera que consigamos trabalhar com o orçamento que dispomos, que é 
      pouco ou quase nada, e que tenhamos um desempenho que nos permita a promoção para
      o escalão maior na Noruega.
       

       
       

    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
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