Jump to content
Sign in to follow this  
Bruno Trink

No hay lugar como el hogar [atualizado em 08.04]

Recommended Posts

Bruno Trink

spacer.png

 

republica_la_boca_futbol_barrio1500x610.jpgNasci Diego Armando López, homenagem óbvia ao maior jogador de futebol produzido na Argentina mas nunca vi Maradona jogar, a não ser quando era muito pequeno e, depois, em vídeos. Cresci jogando bola nos campinhos de La Boca, bairro violento de Buenos Aires e vi meu pai morrer assassinado quando tinha apenas seis anos de idade. Não tínhamos recursos para sair da lá. Minha mãe trabalhava em dois períodos, como doméstica durante o dia e em um restaurante no turno da noite. Com o pouco que ela conseguia guardar, pagou meus estudos e minha faculdade de Educação Física. Meu sonho sempre foi trabalhar com futebol e tive a possibilidade de fazer o curso básico da Asociación de Tecnicos del Futbol Argentino. Estou pronto para iniciar minha carreira.

O problema é que, com todos esses anos de serviço muito árduo, minha mãe adoeceu. Chegou minha vez de cuidar dela. Isso significa que eu não tenho como deixar Buenos Aires. Complicado isso para um treinador de futebol, não? O plano é buscar emprego em algum clube pequeno daqui e ver até onde a vida pode me levar.

 

Citar

A ideia veio do fórum oficial, um tópico que sugere as regras básicas do desafio The Journeyman mas confinado a uma única cidade. Começo desempregado, sem experiência e sem cursos. Limito as escolhas apenas aos clubes de Buenos Aires. Estou usando o update com as ligas argentinas do FMSite e o objetivo único é ir até o topo.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
LC

Boa sorte Bruno.

Share this post


Link to post
Share on other sites
mfeitosa

Boa sorte com o save, Trink! 😉 

Share this post


Link to post
Share on other sites
Peepe

Achei esse desafio espetacular quando o conheci, baita escolha de lugar embora fosse das mais óbvias, poucas cidades tem tanto futebol como Buenos Aires. Boa sorte!

Share this post


Link to post
Share on other sites
Cadete213

Boa sorte

Share this post


Link to post
Share on other sites
Andreh68

Incrível a criatividade dos jogadores de FM.

Boa sorte

Share this post


Link to post
Share on other sites
ElPerroMG

Como sempre, acertando na escolha.

Boa sorte!!

Share this post


Link to post
Share on other sites
ggpofm

Não chegou a pensar em fazer esse desafio em Montevidéu, a única cidade a sediar integralmente uma Copa do Mundo?

Boa sorte para o save, curioso para ver qual time de bairro escolherá.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Bruno Trink
15 horas atrás, LC disse:

Boa sorte Bruno.

Obrigado, LC!

 

15 horas atrás, M. Feitosa disse:

Boa sorte com o save, Trink! 😉 

Valeu, Feitosa!

 

14 horas atrás, Peepe disse:

Achei esse desafio espetacular quando o conheci, baita escolha de lugar embora fosse das mais óbvias, poucas cidades tem tanto futebol como Buenos Aires. Boa sorte!

Achei bem interessante também, tanto que decidi logo por fazê-lo. Pensei em algumas opções e, como queria fazer fora da Europa, realmente Buenos Aires é a escolha mais tranquila.

 

13 horas atrás, Cadete213 disse:

Boa sorte

Obrigado!

 

10 horas atrás, Andreh68 disse:

Incrível a criatividade dos jogadores de FM.

Boa sorte

Pois é, né! Ainda bem, nos ajuda bastante nas escolhas dos saves!

 

5 horas atrás, ElPerroMG disse:

Como sempre, acertando na escolha.

Boa sorte!!

Obrigado! Espero que acerte a mão também no save.

 

2 horas atrás, ggpofm disse:

Não chegou a pensar em fazer esse desafio em Montevidéu, a única cidade a sediar integralmente uma Copa do Mundo?

Boa sorte para o save, curioso para ver qual time de bairro escolherá.

Pensei em algumas opções, Montevidéu realmente seria uma ótima escolha, esteve entre as cidades pensadas para esse save. No final das contas, acabou sendo uma ou outra e fui com Buenos Aires mesmo. 

Share this post


Link to post
Share on other sites
Valismaalane

Boa sorte neste novo desafio! Acompanharei!

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
Bruno Trink

bannerb5f53aff39a80487.png

 

13 de fevereiro de 2021

Não queria perder tempo. Já tinha combinado com uma amiga minha de infância, a Mercedes, que ela me ajudaria nesse início de carreira. Logo depois do almoço de Natal, sentamos e listamos os clubes da cidade de Buenos Aires. Ela ficou responsável por fazer os contatos, sempre foi muito melhor nisso do que eu. Não foi por acaso que estudou Relações Públicas na UADE. Sua família saiu de La Boca quando ela ainda tinha uns nove, dez anos, o pai dela tem uma sólida carreira como advogado. Enfim... 

Dos 27 clubes relacionados, com cinco deles ela nem conseguiu falar. Estão jogando em divisões bem inferiores, parece que os próprios jogadores se organizam, não precisam de treinador. Entre os demais, havia aqueles inalcançáveis nesse meu momento. Assim, ficamos com uma lista de oito que estão entre a Primera C e a Primera D, 4ª e 5ª divisões no sistema de ligas do futebol argentino. O único que estava sem comando técnico era o Club Atlético Fénix, recentemente rebaixado da C para a D. Um clube da Primera C ainda estaria acima do meu patamar mas, como jogará a D em 2021, não custava nada tentar. Mercedes ligou para Alfredo Azad, diretor esportivo do Fénix, e a resposta foi óbvia e nada animadora. Eles estariam buscando um perfil mais experiente do que o meu.

Fazer o que, né? Olhamos para os quatro times da Primera D, buscamos informações e, tirando o Yupanqui, os outros três treinadores estavam em situação complicada. Restava aguardar. Passou o Réveillon e, logo no domingo, dia 3, os três treinadores ficaram mesmo desempregados. O Deportivo Español demitiu Jorge Franzoni, o Sp. Barracas mandou Cristian Ferlauto embora e o Deportivo Paraguayo despediu Fabián Cabello. Mercedes procurou os três clubes e a primeira reação foi a mesma do diretor do Fénix. Nenhum deles se comprometeu com uma resposta, no entanto. Só que eu dei uma desanimada. As opções eram muito poucas, se recebesse respostas negativas eu teria problemas. Tomei uma decisão: ampliei o meu escopo. Até porque não fazia muito sentido não aceitar propostas de um clube de Avellaneda, por exemplo, que é aqui do lado de casa. Mas aguardaria ainda mais um pouco.

Passou janeiro e nada. Quer dizer, recebi alguns contatos, todos de clubes de fora da Grande Buenos Aires. Dirigentes de Deportivo Tabacal, Villa San Antonio de Salta, Sportivo Patria, All Boys de Santa Rosa e Atlético Belgrano de Paraná me ligaram e eu precisei recusar. Chegou fevereiro, os campeonatos começaram. Antes mesmo da primeira rodada, Franco Romero do Espanhol e Claudio Vilar do Sportivo Barracas me dispensaram. Salomón Ramírez Santacruz, presidente do Deportivo Paraguayo, me ligou para conversar. Foi bem claro ao dizer que eu não era o perfil procurado pela falta de experiência mas que estava abrindo várias frentes. Fui pessoalmente depois ao estádio assistir à eliminação na primeira fase da Copa Diego Armando Maradona para o Boca Unidos. Aproveitei até para comprar ingresso para ver o jogo do domingo contra o Muñiz. Acreditei que essa minha mostra de interesse poderia abrir portas. Hoje, sábado, fui ao clube e assinei meu primeiro contrato com um clube de futebol. Como o Deportivo Paraguayo é um clube semiprofissional, fizemos um acordo a tempo parcial. Não reclamo.

spacer.png

 

Pelo pouco que vi na quinta-feira, gostei do meia Luis Jurchensen, que foi o homem das bolas paradas, do lateral Nicolás Blanco e mais um ou outro jogador. Falta profundidade no centro da defesa, o gol do Boca Unidos saiu de uma falha do miolo da zaga. A questão é que tenho pouco tempo até que feche a janela de transferências. Além disso, não temos dinheiro para contratar e a folha salarial está bem justa. Já temos jogo amanhã e a comissão técnica sou só eu. A direção quer que o time chegue, pelo menos aos playoffs de promoção, o que significa terminar, pelo menos, na 11ª colocação. Não tem solução, é vencer ou vencer.

20210213_info21e3ff4a8b82fabe.png

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
Andreh68

Situação difícil, poucas condições, sem equipe técnica, primeiro trabalho, e ainda por cima substituindo o Fabio Capello? 🤣

Dureza!

Share this post


Link to post
Share on other sites
Cadete213

Vida complicada e sem equipa técnica? Está visto que terás de ser treinador, adjunto, preparador físico e tudo mais, pelo menos para os primeiros jogos 😀 Nada como o futebol regional.

Share this post


Link to post
Share on other sites
div

Achei que pelo estatuto semiprofissional teria vários jogadores que receberiam por partida. Se fosse o caso, teria bastante dinheiro na folha salarial. Infelizmente não é, vai precisar se virar nos 30.

Boa sorte!

Share this post


Link to post
Share on other sites
Valismaalane

Escolha interessante. Acho curioso esses clubes da Argentina que tem clubes de comunidades, como o Dep. Paraguay, Dep. Armenio e etc. Boa sorte!

Share this post


Link to post
Share on other sites
Gustavo F. Santos

Boa sorte!! Acompanhando. 

 

Buenos Aires é a capital do futebol, espero que tu tenha oportunidade de passar pelo San Telmo, localizado na villa de Dock Sud e conhecido pela torcida completamente "gente boa" que tem. 

201773117116-4.jpg

Praticamente todo jogo termina com torcedores presos

Share this post


Link to post
Share on other sites
Peepe

Estou contente que a área está com alguns saves no amadorismo, acho que tem coisa boa pra sair do Paraguayo.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Nei não cai (38D)

Gostei da historinha, sempre bem-vinda. O duro é fazer um bom trabalho e virar ícone de um clube rival.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Henrique M.

Boa sorte, vamos ver como essa curiosa ideia se desenvolve.

Share this post


Link to post
Share on other sites
marciof89

O save com o Emilio me fez criar arrepios com essas divisões inferiores da Argentina, vai ter trabalho por ai.

No mais, excelente ideia de save, ansioso pra ver onde chega (conhecendo a qualidade do jogador, em breve o veremos no topo).

Share this post


Link to post
Share on other sites
Bruno Trink
Em 09/01/2021 em 21:44, Andreh68 disse:

Situação difícil, poucas condições, sem equipe técnica, primeiro trabalho, e ainda por cima substituindo o Fabio Capello? 🤣

Dureza!

Fabio Capello do mundo alternativo, né?! Nas profundezas do futebol argentino...

 

Em 10/01/2021 em 11:23, Cadete213 disse:

Vida complicada e sem equipa técnica? Está visto que terás de ser treinador, adjunto, preparador físico e tudo mais, pelo menos para os primeiros jogos 😀 Nada como o futebol regional.

Bem complicada! Para mim, o que faz mais falta é o assistente para filtrar o resultado das pesquisas. Mas vamos lá, é o que temos e assim vamos buscar os objetivos.

 

Em 10/01/2021 em 11:37, div disse:

Achei que pelo estatuto semiprofissional teria vários jogadores que receberiam por partida. Se fosse o caso, teria bastante dinheiro na folha salarial. Infelizmente não é, vai precisar se virar nos 30.

Boa sorte!

Pois é, nenhum deles tem contrato assim, pelo menos no grupo principal. E, se eu não conseguir negociar ninguém, vou ter problemas para contratar.

 

Em 10/01/2021 em 21:58, Valismaalane disse:

Escolha interessante. Acho curioso esses clubes da Argentina que tem clubes de comunidades, como o Dep. Paraguay, Dep. Armenio e etc. Boa sorte!

Não foi bem uma escolha, foi mais a única opção mesmo. Eu não conhecia esses clubes, obviamente, mas a história é sempre interessante. Pequenos clubes de bairro normalmente tem um interesse comum que junta os sócios fundadores. Nesse caso, a comunidade paraguaia.

 

Em 10/01/2021 em 23:08, Gustavo F. Santos disse:

Boa sorte!! Acompanhando. 

 

Buenos Aires é a capital do futebol, espero que tu tenha oportunidade de passar pelo San Telmo, localizado na villa de Dock Sud e conhecido pela torcida completamente "gente boa" que tem. 

201773117116-4.jpg

Praticamente todo jogo termina com torcedores presos

Interessante o clube dos hooligans argentinos. Mas o San Telmo ainda está fora do alcance do inexperiente López.

 

Em 11/01/2021 em 12:44, Peepe disse:

Estou contente que a área está com alguns saves no amadorismo, acho que tem coisa boa pra sair do Paraguayo.

É possível. Sempre digo que nessas divisões mais baixas, o nível é muito parecido entre as equipes e acaba que o treinador humano tem vantagem. Espero chegar perto do topo.

 

Em 11/01/2021 em 20:54, Nei não cai (38D) disse:

Gostei da historinha, sempre bem-vinda. O duro é fazer um bom trabalho e virar ícone de um clube rival.

Senti uma pitada de ironia?!

 

Em 12/01/2021 em 16:32, Henrique M. disse:

Boa sorte, vamos ver como essa curiosa ideia se desenvolve.

Valeu!

 

Em 15/01/2021 em 02:02, marciof89 disse:

O save com o Emilio me fez criar arrepios com essas divisões inferiores da Argentina, vai ter trabalho por ai.

No mais, excelente ideia de save, ansioso pra ver onde chega (conhecendo a qualidade do jogador, em breve o veremos no topo).

Obrigado, Marcio! Pretendo chegar no topo, claro, mas acredito num caminho um tanto longo e divertido.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Bruno Trink

spacer.png

 

22 de maio de 2021

Antes de mais nada, peço desculpas, ainda não me habituei com essa rotina de contar aqui meus passos como treinador de futebol. Muito aconteceu nesses últimos três meses e posso resumir isso em uma palavra: surpresa. Nunca, nem mesmo em meus melhores sonhos, eu poderia imaginar um início de carreira tão bom. Começou com aquele baque de entrar em campo um dia depois da minha contratação no acanhado estádio José María Moraños, de propriedade do Atlético Lugano, sozinho com os jogadores, sem comissão técnica, para enfrentar o Muñiz. Mesmo que o adversário fosse candidato a ficar na lanterna, eu não sabia muito o que esperar e, para mim, sair sem perder na estreia foi importante. Quem poderia dizer que seria o princípio de uma série invicta para o Deportivo Paraguayo?

Depois disso, fizemos mais quatorze partidas e chegamos aqui, na metade da fase de classificação, na liderança da Primera D. Verdade que temos um jogo a mais que a maioria dos oponentes e que o Espanhol ainda pode nos ultrapassar. Mas quem liga? Para quem entendia que lutaríamos para ficar entre os oito times que passam para os playoffs de promoção, tudo que vem acontecendo é surpreendente. Olhando agora, mantendo o nível das nossas atuações, não vejo motivo para não acreditar em acesso direto.

20210522_jogose29a74e96b10faa1.png

 

Logo após aquela partida contra o Muñiz, telefonei para alguns colegas de turma do curso da ATFA para convidá-los para trabalhar como meu assistente. O único que aceitou foi um uruguaio, o Sebastián Pérez. Combinei com o presidente que não me meteria nas contratações que não fossem meramente técnicas. Não tenho conhecimento para isso. Ele foi o responsável por trazer do Libertad de Bahía Blanca o diretor esportivo Leandro Schwab e este contratou os demais membros da comissão. Sinto falta apenas de observadores, nosso centro de inteligência ainda não foi formado.

Meu trabalho até aqui tem sido no campo. Montei a equipe na base de um 4-4-1-1 mais ofensivo em casa e cauteloso fora de nossos domínios. Luis Jurchensen tem sido a peça central desse esquema e já contribuiu com cinco gols e quatro assistências. O artilheiro do time é o atacante Rodrigo Zalazar, com sete tentos marcados. Não conseguimos contratar ninguém até agora, faltou dinheiro. Trouxe para o clube alguns jogadores em experiência só que não consegui fechar com nenhum deles por questões salariais. Tenho um onze base e alguns jogadores são dispensáveis. Espero conseguir negociar alguns na próxima janela que abre no final do próximo mês. Assisti na última segunda-feira um amistoso entre nosso sub-20 e os jogadores da peneira e, apesar de termos contratado alguns deles, entendo que não poderemos aproveitar nenhum deles nesse primeiro momento. Felizmente, tivemos pouquíssimos problemas com lesões e, assim, pude manter com frequência o time que entendo ser o titular. 

spacer.png

 

Na semana que vem, enfrentaremos, em Rosario, o Argentino, equipe que nos derrotou na estreia da competição, antes da minha chegada. A expectativa agora é vencê-los mesmo fora de casa e manter a ótima fase.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Cadete213

Ótima fase sem dúvida. Boa sequência de resultados que coloca-te numa posição priveligiada na tabela. Pérez foi mesmo amigo e é bom ver que a equipa técnica começou a ser estabelecida. Em Rosario, contra o Argentino, é para continuar com os bons resultados.

Share this post


Link to post
Share on other sites
div

Grande início, conseguiu uma ótima sequência em abril e vai muito bem nesse início, liderando a competição.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Peepe

Que sequência espetacular! A tática caiu como uma luva, em especiak o corte ofensivo pois o time ganhou todas em casa e teve pequenos tropeços fora. Gosto muito do avançado sombra e imagino que ele com espaço para correr, livre e sem preocupações defensivas, sempre tem resultados comigo.

O elenco curto é uma preocupação, em especial porque só superou metade do torneio, mas acredito e torço para que mantenha o bom nível até o fim

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Sign in to follow this  

  • Similar Content

    • Saulodwornik
      By Saulodwornik
      É possível copiar a base de dados de um fm antigo e colocar em outro fm mais novo? 
      Queria colocar os jogadores com potencial máximo de 140 a 200 aposentados de 2014 até 2020 porem para fazer isso preciso reeditar de um por um. Não existe um recurso no editor que copie dados de uma base antiga para a nova.
    • Megalodonte
      By Megalodonte
      Prezados
      Esta é a história de José Silva,  mais um entre tantos milhões de brasileiros.
       
      REGRAS DO SAVE E DATABASE
      Escrever a história de José Silva no cenário mundial; Expressar ao máximo os dilemas da carreira de José Silva no fórum; Diversão total no save  
      Database: TODAS as ligas do mundo como jogáveis, totalizando 490 mil jogadores, para dar o máximo de realismo possível. Estou utilizando também o BRMundiup atualizado em 26/03 e o modo de inteligência deles que deixa o jogo mais realista e difícil, sobretudo na América do Sul. Já deixo a dica para quem tem notebook/PC gamer que selecionar todas as ligas do mundo roda de boa e sem travar, independente do fato de ficar com "meia estrela" no desempenho. Apenas recomendo um acelerador de dias (FMspeed ou Cheat Engine) para que o jogo dê uma acelerada na passagem de dias (sem perder qualquer interação), mas é opcional isso.
       
       

      Imagem da Zona Leste de São Paulo-SP
      TEMPORADA 2021 - CAPÍTULO 1
      Quem sou eu?!
      Esta história será escrita em primeira pessoa. Sim, sou eu, José Silva, que está escrevendo. Não farei joguetes dissertativos nesta jornada, mas garanto sinceridade máxima para com o leitor. Antes de tudo, vou me apresentar. Eu sou José Silva, mais um entre tantos milhões de brasileiros. Mais um José e mais um Silva, talvez o nome e o sobrenome mais comum do Brasil. Ok, sei que não ficou legal esta apresentação, portanto serei mais direto para me ater à promessa de evitar os joguetes na narração.
      Nasci na cidade de São Paulo, no Natal de 1990. Estou prestes a completar 30 anos. Sou da Zona Leste, uma área predominantemente pobre na capital paulista, apesar de eu particularmente nunca ter sido pobre a ponto de ter passado fome ou frio na vida, sempre tive consciência de classe, que no meu caso, na melhor das hipóteses sempre foi a classe média baixa. Minha mãe é professora de uma escola estadual de Guarulhos, cidade com mais de 1 milhão de pessoas, ao qual faz divisa com a Zona Leste de São Paulo. A inflação imobiliária nos impediu de mudar para Guarulhos mais perto do colégio, portanto moro até hoje numa casa velha da Zona Leste, porém digna, adquirida pela minha mãe nos anos 90 e quitada após uns 15 anos de prestações. Sempre estudei no colégio público que minha mãe deu aula em Guarulhos, portanto era cobrado duplamente, tanto como filho quanto como aluno. Da nossa casa até o Colégio dava cerca de 20 minutos de moto e essa foi minha trajetória da infância até completar o ensino médio: acordar cedo, ir pra escola na garupa da moto da minha mãe e passar a tarde toda jogando bola na quadra do meu colégio. Eu era um goleiro mediano e nunca sequer cogitei ser jogador de futebol e apesar de amar futebol, sempre gostei mais de assistir do que jogar futebol. Era um corintiano moderado, que não desenvolveu o fanatismo por nunca ter ido ao Pacaembu na infância, pois não tinha um pai pra me levar ao estádio. Nunca conheci o meu pai, que segundo minha mãe sumiu no mundo após engravidá-la. Não tinha o nome dele em minha identidade ou certidão de nascimento, e herdara apenas o sobrenome Silva, de minha mãe. Além de "José" e "Silva", era mais um brasileiro filho de mãe solteira na imensidão demográfica deste País Continental.
      Sempre tirei notas boas, apesar de nunca ter sido um bom aluno. Meus interesses eram curiosidades globais, romances policiais, séries baixadas em péssima qualidade, idiomas, história do futebol e livros políticos e filosóficos. Desenvolvi um bom nível de inglês através de jogos na lanhouse que frequentava perto da minha casa, no auge dos anos 2000. Quanto à politica, se você é de esquerda, me achará de direita e se você é de direita, me achará de esquerda. Me considero um verdadeiro "isentão" que gosta de ver o circo pegar fogo. Acho tanto o coletivismo quanto a meritocracia duas farsas, quando postas de maneira integral, além de ser um adepto da teoria do caos, também conhecida como efeito borboleta. Acredito que pequenos detalhes mudam toda uma trajetória e que a sorte e o azar são fundamentais na vida do cidadão, desde a loteria genética até estar em determinados lugares ou conhecer determinadas pessoas. 
      Após terminar o colégio, fui o último aprovado no vestibular para o curso de Educação Física na USP, ao qual confesso que levei uma sorte desgraçada. Mais procrastinava do que estudava, porém acertei o necessário para entrar. Dizem que vestibular é igual sexo: não importa a posição, o que importa é entrar. A essa altura eu tinha 18 anos e uns 500 reais de patrimônio total. O departamento de Educação Física da USP era bem longe da minha casa, e sabia que teria que pegar ônibus e metrô para chegar lá, portanto decidi que iria trabalhar durante o dia (a faculdade era noturna) para juntar um dinheiro para tirar carteira de motorista e comprar uma moto, pois a perda de tempo dentro do transporte público era imensa, economizaria umas duas horas diárias que poderiam ser empregadas em outra coisa. Sempre achei que o capitalismo é um jogo de tempo.
      Falando em tempo, vou adiantar um pouco minha história para chegarmos ao presente. Quando entrei na faculdade, consegui um emprego na lanhouse ao qual frequentei minha infância e adolescência e acabei virando uma espécie de "gerentão" lá. No meio do segundo ano, após todo mês juntar uma parte do salário que sobrava, enfim consegui comprar a moto e tirar minha CNH. Aproveitei o tempo livre diário que ganhei ao não ter mais que pegar transporte público pra dormir. Sim, isso mesmo, eu vivia num sono infernal nessa rotina de trabalhar e estudar e duas horas de sono a mais por dia me davam uma revigorada satisfatória. Terminei a faculdade e decidi que queria ser professor de Educação Física, para isso teria que estudar, pois apesar do salário de professor da rede estadual não ser nada atraente, a concorrência era imensa, pois ganhar 3 ou 4 salários mínimos com estabilidade em um país de terceiro mundo como o Brasil era algo muito acima da média. Meu TCC foi sobre evolução de táticas de futebol na Ásia. Sim, bizarro.
      Com o diploma na mão, fiz as contas e vi que tinha dinheiro para me manter por 6 meses sem ter que trabalhar, portanto, para não queimar minhas reservas, tive a ideia de pedir ao dono da lanhouse se era possível que eu trabalhasse meio-período, para poder focar o máximo de tempo no concurso, que seria no final do ano (estávamos em 2012). Ele resmungou, dizendo que esse negócio de emprego meio-período era coisa de País rico, que não existia isso no Brasil, mas acabou cedendo, pois tinha grande apreço por mim. Eu ganhava dois salários mínimos na lanhouse, com essa redução, viria a ganhar um, o pouco de vida social que eu tinha acabava de ir pros quiabos com essa nova renda. Era apenas subsistência e mais nada.
      Dessa vez eu não procrastinei e pela primeira vez estudei de maneira sistemática e organizada e no final de 2012 passei no concurso, em uma posição intermediária. No começo de 2013 assumi uma escola Estadual em Itaquaquecetuba, outra cidade metropolitana grudada em São Paulo e Guarulhos, ao qual o pessoal costuma chamar apenas de "Itaquá". Tinha apenas 22 anos e seria professor de alunos da quinta e sexta série, ou seja, uma intersecção de crianças e adolescentes, metade infância e metade puberdade. As condições da escola eram ruins, mas não chegavam a ser deploráveis, daria uma nota 4,5 numa escala de 0 a 10. Confesso que esperava algo pior. No meu primeiro ano, tive muitos problemas, pois eu alternava entre ser bonzinho demais e severo em demasia, e os alunos deitavam e rolavam, tanto por mau comportamento pela minha inércia, quanto reclamando com os pais que eu gritava e era bravo demais quando eu decidia fazer alguma coisa. Somente no final de 2014, no meu segundo ano como professor que fui pegando o jeito do negócio e a partir de 2015 eu já era um dos professores mais queridos do colégio.
      Eu era criativo e costumava dar aulas envolvendo competições de diversos esportes, apesar de não esconder minha preferência pelo futebol, também desenvolvia-os com Xadrez e alguns jogos de tabuleiro. Os anos foram passando e a maioria dos meses eu conseguia guardar cerca de 10% do meu salário, minha mãe estava prestes a aposentar e eu sentia que faltava algo para dar uma guinada na minha vida. Confesso que me iludi com algumas promessas miraculosas de dinheiro, mentalidade empreendedora e outras baboseiras de espertalhões na internet que enganavam ingênuos ambiciosos e acabei perdendo dinheiro nessas coisas, ao qual eu sequer gostava. 
      Mal sabia que a grande teoria do caos que estava por aparecer na minha vida seria um "pequeno" torneio escolar. Era o ano de 2020 e eu notei que desde que entrei no colégio em Itaquá, aquele ano era ao qual os alunos do sexto ano eram os melhores nas aulas de futsal desde 2013. Tinha pelo menos 6 alunos ali com um potencial monstruoso perto do que eu já tinha visto de garotos daquela idade, e pela primeira vez nosso colégio foi convidado para a disputa dos jogos escolares da Grande São Paulo, pois a Prefeitura de São Paulo havia expandido a participação para todos os colégios da capital e região metropolitana. Seria uma espécie de Copa da Inglaterra, com mais de 1000 escolas públicas e particulares disputando um gigantesco torneio em mata-mata. Só eram permitidos alunos de 11 ou 12 anos completos até o fim de 2020 , ou seja, alunos do quinto ou sexto ano (os reprovados mais velhos ficariam de fora). Montei um time de toque de bola rápido na quadra, ofensivo e que sabia a hora certa de dar o bote.
      Apesar de ser cético até demais, um grave defeito que tenho, confesso que fui criando a ilusão que dava pra chegar longe, pois os meninos do colégio eram realmente bons e o mais importante: todos fortes fisicamente, uns verdadeiros cavalos pra idade que tinham. O único que tinha 11 anos e era mais mirrado era o nosso goleiro, que tive que buscar na quinta série, pois na sexta não havia nenhum, de resto eram todos com 12 anos e ótimo porte, além de apurada técnica. Me espelhei na zebra do Guga em Roland Garros em 1997 ao qual foi campeão sendo o número 66 do ranking mundial e fomos passando de fase. Os jogos eram sempre em algum colégio neutro, e nossos alunos que não jogavam, tanto meninos quanto meninas, eram uma torcida bem fiel e sempre empurravam a gente. As fases foram passando, até que chega outubro de 2020 e estávamos nas oitavas de final. Dentre os 16 colégios, éramos o único colégio público. Todos os outros eram particulares. A partir desta fase, os jogos eram disputados no Ginásio Ibirapuera, o que atraía atenção da mídia local, dos holofotes da educação e é claro: o de olheiros que estavam ali para tentar descobrir o próximo Neymar. O Brasil tem uma tradição monstruosa em revelar grandes jogadores que começaram no futsal.
      Eu havia levantado informação dos outros 15 adversários e pelo que vi todos eram mais ou menos do mesmo nível, com exceção a três colégios que serviam de base através de uma parceria para os três grandes da capital: Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Eu estava torcendo pro sorteio não colocar esses colégios frente ao nosso time, e acabei levando sorte: o Colégio parceiro do Palmeiras enfrentaria o do Corinthians logo de cara, na outra chave, e o do São Paulo também caiu do outro lado da chave, ou seja, só pegaria um dos top 3 numa eventual final. Tanto nas oitavas, quanto nas quartas e na semi, nos classificamos nos pênaltis, todos empatando por 2x2. Três resultados iguais e três êxitos na loteria dos pênaltis. Parecia história de filme de final feliz, estilo a Libertadores do Atlético Mineiro de 2013. Confesso que não treinava muito as penalidades, apenas o básico, mas o meu goleiro de 11 anos tinha uma habilidade paranormal para defender pênalti, era um novo Dida. Com certeza algum olheiro acabaria incentivando-o a treinar em algum clube quando os Jogos Escolares acabassem. 
      A grande final veio, em novembro de 2020, e seria contra um dos colégios mais tradicionais da capital paulista, que servia de base para o São Paulo Futebol Clube. Calculei que teríamos no máximo 25% de chance de sermos campeões (sou um tarado em números, estatísticas e probabilidades), tratei aquela final da pirralhada da sexta série como o maior desafio da minha vida. O jogo começou e logo no primeiro tempo  tomamos 3 gols. A mini-escolinha do SPFC era uma máquina mortífera. Eu não sei qual espírito da oratória entrou em mim no intervalo que consegui entrar na cabeça da mulecada de um jeito que por uns instante me senti o Bernardinho do Vôlei no quesito motivação. O final feliz não veio e o milagre também não aconteceu, mas marcamos dois gols e faltando 15 segundos meu pivô acerta uma bola no travessão, quase empatando e forçando a prorrogação. Perdemos de 3 a 2. Fomos vice-campeões, mas o ginásio inteiro do Ibirapuera nos aplaudiu. Caímos de pé.
      No final do jogo, os garotos desabaram em lágrimas tenras. O lado criança venceu o pré-adolescente, e a dor do "quase" foi cruel e torturante. Após meia hora consolando-os, com palavras inócuas para uma perda deste tamanho, um senhor grisalho de camisa social me aborda:
      - Você é o José Silva, né? Gostaria de trocar uma ideia com você.
      Eu tinha mania de tomar conclusões precipitadas e já fui falando:
      - Sou sim. Você deve ser olheiro de algum clube, né? Já adianto que pra falar com qualquer aluno meu para eventuais testes, antes de mais nada, é necessário a autorização dos pais deles, pois são menores de idade.
      - Você errou duplamente, retrucou o senhor Grisalho. Não sou olheiro e não quero falar sobre teus alunos. Sou vice-presidente do ********* e gostaria de te propor uma entrevista. Já tem um tempo que estamos observando profissionais de educação física dedicados e acredito que tens o necessário para um projeto em nosso clube.
      Bom, confesso que por uns 10 segundos senti um formigamento misturado com ansiedade e felicidade, além de um pouco de medo. No próximo capítulo eu conto o que aconteceu. E os asteriscos no nome do time é pra dar um ar de mistério, mesmo. A única dica que lhes dou é que é um time aqui do Estado de São Paulo, mesmo.
      Continua...
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Na década de 90, a coisa mais comum nos campos europeus eram os tradicionais pontas velocistas; dribladores rápidos com capacidade de cruzar bem uma bola e que ficavam sempre preso no seu corredor de atuação. Atualmente, esse é um perfil bastante difícil de se encontrar nos elencos dos grandes clubes do mundo. No jogo moderno, é função dos alas e laterais atacarem os flancos e cruzar a bola para a aula. O ponta tradicional foi substituído pelo ponta de pé trocado. O ponta invertido (extremo invertido em PT-PT, por isso também no jogo e aqui nesse guia) é um desses casos dentro do FM, assim como o avançado interior.
      Enquanto esses pontas de pé trocado surgiram e evoluíram dentro do 4-2-3-1, eles tem funções diferentes dentro de campo de acordo com o time que jogam ou com a formação que são usados. Nas versões anteriores do Football Manager, a única opção tática que um treinador tinha para esse tipo de formação era utilizar um avançado interior. Atualmente, ganhamos uma ferramenta a mais, com o extremo invertido. A principal tarefa desses pontas de pé trocado é utilizar sua velocidade e técnica para duelar com seu marcador e conduzir a bola e o time para mais próximo do gol adversário.
      Para aqueles que ainda não sabem do que estamos falando, vou deixar alguns exemplos da vida real e que inspiraram a Sports Interactive a moldar a função de acordo com seu talento. Jogadores como Arjen Robben, Franck Rybéry e Thierry Henry são alguns dos ícones do futebol que ajudaram o Football Manager a trazer esse tipo de atleta do campo para as telas dos computadores. Hoje, atletas como Serge Gnabry e David Neres são grandes máquinas dentro do Football Manager graças ao que esse tipo de atleta trouxe para o motor do jogo.
      Normalmente, o estilo de jogo desses atletas é bem direito. Uma vez que tem a bola nos pés, eles combinam técnica e dribles com aceleração e boas tomadas de decisão para deixar o marcador para tráz e ou finalizar ou passar a bola para um companheiro melhor posicionado para continuar a jogada. Esse estilo de jogo não combina muito com o estilo de outros avançados interiores da vida real, que cortam para dentro, mas optam por uma enfiada de bola ou cruzamento ao invés do chute.
      Em versões anteriores, ou você transformava esses jogadores em avançados interiores, incluindo seus comportamentos codificados no motor do jogo (e que não podem ser removidos) que instruíam eles a cruzar menos, ou os transformava em construtores de jogo avançados, aceitando que eles iriam cruzar menos e chutar menos, mas fariam passes mais arriscados. Isso mudou a partir do FM 2020, que passou a nos oferecer o Extremo Invertido.
      Como essa função dá aos treinadores maior flexibilidade? As instruções se tornaram mais claras, assim como as percepções de cada um sobre o que cada função pode fazer dentro de uma partida. Para vermos o que eles devem fazer, basta olharmos para as instruções que não podem ser removidas no painel tático. Como mencionamos o Avançado Interior e o Construtor de Jogo Avançado, iremos compará-los antes de chegarmos à estrela desse guia, o Extremo Invertido. Começaremos pelo Construtor de Jogo Avançado.

      O construtor de jogo avançado, quando colocado nas pontas, é primariamente um meio-campista colocado em uma posição de maior largura, que busca encontrar espaços e criar oportunidades para si ou para os companheiros de equipes. O jogador funciona de forma bem restrita, mas tendem a recompor defensivamente quando o time está sem a bola.

      Quando comparamos o construtor de jogo avançado com o avançado interior, podemos ver imediatamente que o avançado interior movimenta-se mais em direção à área, buscando penetrações e necessitam de um tipo diferente de capacidades e habilidades ofensivas.

      E isso faz sentido quando nós examinamos seus comportamentos inerentes e que não podem ser retirados. O avançado interior é mais ofensivo. Eles querem conduzir a bola até o coração da defesa adversária, cortando para dentro a partir do corredor lateral. Ao invés de tentarem criar chances para seus companheiros com uma enfiada de bola, é mais provável que eles tentem marcar o gol por conta própria.
      Entretanto, isso não significa que eles irão chutar a esmo e ignorar companheiros melhores posicionados. Quando colocado em uma tarefa atacar, eles tendem mais a querer marcar o gol, enquanto na função apoiar, o avançado interior está mais afastado do gol e é mais provável que procurem um companheiro livro ou no espaço.

      Isto tudo nos traz até o extremo invertido. A descrição do jogo diz que ele "busca cortar para dentro a partir do terço ofensivo para criar espaço para laterais ultrapassarem e subsequentemente sobrecarregar defensores recuando."

      Seu comportamento inerente é diferente quando comparado as outras funções que mencionamos, já que eles não são instruídos a cruzarem menos ou a correr mais riscos nas tomadas de decisão. Eles são uma versão mais conservativa do avançado interior, ou talvez para ser mais preciso, a combinação entre o avançado interior e o construtor de jogo avançado.
      A movimentação de um extremo invertido é mais lateral se comparada ao avançado interior. O extremo invertido move-se para o corredor central, cortando de uma posição mais aberta. Mas ao invés de finalizar, ele quase sempre passa a bola antes de correr para se posicionar dentro da grande área.

      Quando examinamos o mapa de calor do, combinado com o de passes recebidos pelo, extremo invertido, nós podemos ver essa movimentação. Ele corta para dentro para receber o passe, progride e se posiciona entre o zagueiro e o lateral na área.

      Texto traduzido e adaptado por Henrique M. para o Engenharia do Futebol e FManager Brasil
      Fonte: https://www.footballmanager.com/the-byline/look-inverted-winger-wednesday-wisdom
    • six_strings
      By six_strings
      Boa tarde/Bom dia conforme a vossa localização geográfica atual.
      Alguns de vocês conhecem-me, não só do forum português CM PORTUGAL, mas se calhar também daqui do FM BRASIL, pois à cerca de 11 anos atrás, andava também por aqui a mostrar os meus Saves.
      Por influência do meu amigo @Cadete213 e relembrando alguns velhos conhecidos como o @ggpofm e o @LC (que também anda na tuga) decidi voltar a postar aqui, pois isto anda bem mais animado do que lá em Portugal.
      O Save será na versão FM2021. Após quase mês e meio a jogar a conclusão que chego é que este FM veio elevar a experiência como manager para outro patamar. A experiência no "Banco" está mais realista que nunca. De resto, as conferências de imprensa são outra melhoria e a interação com jogadores, equipa técnica e jornalista a telefonarem-te está em grande nível também. O resto é mais do mesmo que a gente gosta com mais ou menos Make-Up, possibilitando também outro prazer renovado de jogar este jogo. 
      Eu frequento outro fóruns e vejo algumas publicações e vídeos, um pouco à semelhança com a vida real, podemos todos sempre aprender alguma coisa com os outros, na vida real são os cursos e estágios até com treinadores de renomes, que fazem com que muitos treinadores evoluam e progridam na sua carreira, costumo sempre pensar no Carlos Carvalhal e na forma como tem gerido a sua carreira, é um exemplo, e na minha opinião um dos melhores treinadores portugueses.
      Mas chega deste introito, que apesar de necessário já vai longo. Decidi iniciar um conjunto de saves, calma, não é tudo ao mesmo tempo, se bem que alguns poderão ser simultâneos, quer na postagem quer no jogar. 
      Esse conjunto de saves terá um nome específico e comum a todos os saves, se bem que depois poderá ser ramificado para objetivos mais específicos. Assim os conjuntos de saves serão:
      The Fallen Giants Series 
      Kaiserslautern
      Vitória de Setubal
      Sunderland
      Cruzeiro
      Cobreloa
      Pro Vercelli
      Corunha
      The Homegrown Series
      Tromso
      Alverca
      Atalanta
      Grasshoper
      FC Sochaux
      Lower League Series
      Yeovil
      Akademisk
      Queen's Park
      SS Monopoli
      IF Brommapojkarna
      England Challenge Series
      Reading
      York City
      Cristal Palace
      Southend United

      Para já este são os clubes que em cada um dos conjuntos de save planeio treinar. Obviamente não é uma decisão estanque e se alguém tiver alguma sugestão para qualquer das categorias, são bem aceites.
      FALLEN GIANTS - Neste conjunto de saves vou tentar devolver ao clube em questão a glória e os êxitos do passado e quem sabe mais ainda. Devolver o clube ao palcos onde já brilhou.
      Não tem que necessariamente ter sido campeão no passado, ou ter ganho muitos troféus, mas em cada situação o clube em causa já foi uma referência a nível Nacional, ou internacional ou mesmo continental, e caiu em desgraça e viu-se arredada dos grandes palcos, quer tenha sido recentemente ou já à muitos anos.
      THE HOMERGROWN - Neste conjunto de saves vou tomar conta de clubes que não sendo no seu país ou internacionalmente grandes clubes, possuem boas instalações para jogadores jovens e formam bons jogadores que mais tarde acabam sempre em clubes maiores. O Objetivo é aproveitar essa matéria prima e fazer crescer esses jovens e ajudar a crescer o clube.
      THE LOWER LEAGUE - Como o nome indica é o tradicional LLM, de pegar numa equipa nos escalões inferiores e trazê-la até ao topo. 
      ENGLAND CHALLENGE - Saves específicos em Inglaterra, temos o que é preciso para destronar os BIG SIX? Clubes que têm história e nome em Inglaterra, mas nunca o conseguiram. Existem muitos, dirão vocês, é verdade, mas também é verdade que é muito difícil conseguir vencer a EPL, e é esse o principal desafio aqui.
      COMUM A TODOS OS SAVES
      - As habilitações do treinador serão baseadas no que o jogo me aconselhar para o clube em questão - As tarefas de treino serão geridas por mim.
      - As táticas serão desenvolvidas por mim, contudo e como disclaimer quero aqui deixar já esclarecido que para além da experiência que já tenho de jogar FM e CM à 25 anos, vamos sempre aprendendo não só em fóruns, vídeos e publicações. Assim apesar de minha, a inspiração é um pouco o apanhado disto tudo. À 25 anos atrás não havia a complexidade de posições, roles, e atributos que existe hoje, e a forma como cada atributo influencia os outros é preciso muito tempo e dedicação para termos a compreensão total disso. E a personalidade do jogador, e do Staff? Isso era conversa para mais duas horas.
      - Os atributos dos jogadores estão visíveis, contudo não irei dispensar o trabalho e opinião dos olheiros, que farão uma primeira abordagem e análise, e posteriormente tomarei decisão.
      - Todo o staff será criteriosamente selecionado por mim. Já falei da personalidade do Staff? Após a seleção inicial de staff, se o clube permite ter Diretor Técnico, vou a seguir deixar nas mãos dele a subsequente renovação de contratos e outras tarefas que lhe podem ser atribuídas.
      - O Save termina quando eu bem entender, ou então por ter sido despedido de determinado clube.
      LIGAS ATIVAS E VISIVEIS
      Para evitar que ao longo dos ano com o avançar do save, o número total de jogadores vá decrescendo significativamente (algo já reconhecido pela SI), além das ligas dos país do clube onde vou treinar, irão estar ativas as ligas principais de grande parte dos países a nível mundial, e as ligas inferiores será pelo menos visíveis. Isto vai obviamente provocar um aumento exponencial de jogadores na base de dados, mas também assegura que existirá uma produção normal de Regens, vindos de toda a parte do mundo, da Noruega à Malásia, da Africa do sul até ao Chile. Perceberam a ideia.
      E pronto o texto já vai longo. Espero que vos consiga entreter um pouco e que continuem a jogar e a postar os vossos saves, com os quais todos aprendemos um pouco.
      Mais Novidades Em Breve.
    • tricolor de coraçao
      By tricolor de coraçao
      S.E.R. Caxias, Ser Glorioso 
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
      Considerações Iniciais
      Salve leitores! 
      Começando nova saga, no tradicional clube Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul, SER Caxias ou mais popularmente conhecido como Caxias. O clube localizado em Caxias do Sul, rivaliza com o Juventude no clássico Ca- Ju. Considerado o segundo maior clássico gaúcho, perdendo apenas para o clássico Gre-nal. 
      Ao contrário do rival Juventude que já figurou na elite nacional, Libertadores da América e já foi campeão da Copa do Brasil, o Caxias sequer um dia chegou a estar na Série A e também há alguns anos chegou a amargar um rebaixamento estadual e rebaixamento da Série B até a Série D. Reza a lenda que o rival alviverde (Juventude) é originário da parte mais elitista da cidade enquanto a parte pobre acabou cirando o Caxias que assim passou a se chamar por alguns o Clube do Povo. E por isso Caxias foi o clube escolhido para iniciar o save.
       
      Infra-estruturas
      O Caxias manda seus jogos no Estádio Centenário, que na verdade tem menos de 50 anos (construído em 1976). Ocorre que em 1975 foi comemorado os 100 anos da imigração italiano e a isso deve-se o nome do estádio da equipe grená (Caxias). A sua capacidade real é de 22 mil lugares. Porém no FM criaram cerca de menos de 10 mil lugares apenas sendo cerca de metade apenas com assentos. Mesmo erro ocorreu com o rival, então vamos jogar assim mesmo.

      Quem dera fosse essa a capacidade! Maiores informações em detalhe no link desse tópico ou aqui.
       
      Expectativas
       
      Meu grande objetivo é a médio prazo se tornar a maior equipe de Caxias do Sul, superar o Juventude e os demais rivais do interior como os clubes de Pelotas...ou seja com o tempo ser a maior equipe da cidade e depois do interior gaúcho. Futuramente a maior do estado e assim por diante. Rumo a glória.
      A direção segue com maiores expectativas para o estadual mesmo. Talvez possamos sentir maiores dificuldades ali.
      Esse ano o Gauchão será disputado por 12 clubes. Ao término de 11 rodadas os 2 piores são rebaixados para a divisão de acesso e os 4 melhores avançam para as semifinais.
      O mínimo exigido pela Direção é chegar na semifinal. Me parece um pouco difícil atingir isso já no primeiro ano.


      Nas demais competições a Direção não espera muita coisa. Espera apenas um bom desempenho na Série D estadual.
       
      MERCADO DA BOLA
      Encontramos um plantel muito envelhecido (mais de 50% do elenco principal), mas o problema maior é que com desequilíbrio de quantidade por posição: muitos ponta direita e armadores e poucos meias centrais e atacantes. Assim sendo forçamos as saídas de Campagnolo, Mazola e Diogo Oliveira para o Treze e clubes do futebol árabe. Bons atletas eu sei, mas atuando em posições de maior concorrência e idade avançado.


      Por isso não fazem mais parte dos planos.
       
      Pontas e armadores
      Sete reforços chegaram sendo 2 na ponta esquerda, 3 no meio campo, 1 na ponta direita e 1 na armação. Nosso armador principal era Tontini, ex-Gremio, mas como lesionou-se feio buscamos o jovem Maurício, ex-Unitri. Na ponta direito chegou Andrey, formada no Paraná CLube e no rival Internacional, porém sem oportunidades ainda. Chega para disputar titularidade com Gustavo Ramos.
      Na ponta esquerda chegou Victor Feijão, jogador rodado em alguns tradicionais clubes da Serie B. E para competir com ele, trouxemos a galática contratação de Doka Madureira. 
      Doka Madureira tem grande história no futebol bulgaro e turco, tendo conquistado alguns títulos importantes por lá.

       
      Meias centrais
      Com apenas Juliano no meio campo e com o Gauchão prestes a começar tivemos que agir rápido. Chegaram os badalados Nenê Bonilha e Corrêa. Nenê Bonilha que ultimamente passou pelo Fortaleza, também teve experiências pelo Vitoria de Setubal e Nacional da Madeira, entre outros. Já Correa é um quarentão muito experiente e conhecido dos tempos de Atletico Mineiro, Palmeiras e Dinamo de Kiev. Além de estaduais teve muito sucesso pelo futebol ucraniano.

      Tentamos vários outros nomes e por fim fechamos também com o haitiano Paul Roche. Esse era jogador do Perólas Negras sem ter jogado ainda lá.
      Atacante
      Setor frágil do elenco, iremos com o ponta Jhon Cley no momento. Também cometemos um erro: contratamos Guilherme Augusto, ex- Assev por pré-contrato em vez de contratá-lo de imediato e teremos de esperá-lo até chega Julho.
       
       
      A defesa comandada pelo experiente goleiro Marcelo Pitol segue de momento inalterada. Pensando em reposição tentamos trazer Uilson, goleiro reserva do Atlético Mineiro mas de última hora o São Paulo "atravessou" o negócio e acabou levando. O meia central Feijão também desistiu e fechou com a Ponte Preta. Ainda estamos a procura de um centroavante que realmente sea matador e meio barato.
      E assim de momento fechamos as contratações para a equipe grená
      No próximo capítulo, os amistosos e desempenho da equipe no estadual e Copa do Brasil.
       
      Índice I Próximo Capítulo>>>>
×
×
  • Create New...