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Valores de transferências diferentes entre treinadores humanos e IA

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Leho.
12 hours ago, Henrique M. said:

Eu contrato Diretor de Futebol só para pegar umas recomendações do sistema de vez em quando.

Hahahaha é bem isso mesmo. Poderiam ir mt mais além dessa função.

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Henrique M.
2 hours ago, Leho. said:

Hahahaha é bem isso mesmo. Poderiam ir mt mais além dessa função.

É uma função recente na Inglaterra, e mudaria completamente o jogo se utilizada como na realidade.

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leh_MA
20 horas atrás, Henrique M. disse:

Eu contrato Diretor de Futebol só para pegar umas recomendações do sistema de vez em quando.

Também. Esse cargo só não é mais inútil que o salário que a gente recebe no jogo.

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Samy_Khamazy

Eu, qnd aparecem querendo comprar meus jogadores, normalmente consigo fechar por um pouco menos do dobro do q eles ofereceram + 30% da próxima transferência. Ex: Ofereceram 38 milhões no Liziero + 16 milhões em cláusulas, 54 no total. Pedi 100 milhões a vista + 30%, vendi na hora. Isso é só um exemplo, pq funciona com quase todas as vendas q faço, sem estar EU oferecendo os jogadores.

 

Mas comprar é foda, fiquei de olho num jogador, pediram 86 milhões nele, não paguei. O cara era reserva e acabou dispensado no fim da temporada, peguei de graça. Eu tenho mania de deixar o PC ligado de noite simulando o jogo e quando acordo vou ver o q aconteceu no mundo, de curiosidade, aí depois volto p meu último save guardado, numa dessas, esse cara que queriam me vender por 86 milhões foi vendido por 18 p outro clube qlq... di fude viu.

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Leho.
9 hours ago, Samy_Khamazy said:

Eu, qnd aparecem querendo comprar meus jogadores, normalmente consigo fechar por um pouco menos do dobro do q eles ofereceram + 30% da próxima transferência. Ex: Ofereceram 38 milhões no Liziero + 16 milhões em cláusulas, 54 no total. Pedi 100 milhões a vista + 30%, vendi na hora. Isso é só um exemplo, pq funciona com quase todas as vendas q faço, sem estar EU oferecendo os jogadores.

[...]

Pô, quem me dera pedir "o dobro do valor+ 30%" e aceitarem sempre, hahahaha... das duas uma: ou você tá negociando só jovem estrela do seu time, ou tá com uma sorte tremenda na hora de negociar seus jogadores porque, é estranho o jogo aceitar isso sempre. Óbvio que a gente sempre vai querer valores altos pelos nossos craques, mas nem sempre isso é possível, e por 'n' motivos.

Eu nem acho tão difícil assim vender bem os jogadores nesse FM. Dá sempre pra se tirar uma boa grana com seus (bons) jogadores, mas nem sempre dá pra se tirar um caminhão de dinheiro do outro time, hahahahah! São coisas diferentes.

 

Dependendo da minha situação financeira e da oferta do outro lado, eu gosto de explorar as vendas parceladas. Se eu não preciso da grana naquele exato momento pra reinvestir em contratações, eu peço um pouco mais do que pediria normalmente porém facilitando pro comprador com parcelas. Costuma funcionar bem.

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ElPerroMG

Tô tendo uma experiência de jogar com o Vélez na Argentina e tá difícil ganhar grana com negociações. Os jogadores são muito desvalorizados na Superliga argentina. Thiago Almada era titular da seleção na Copa, ganhou 2 Libertadores comigo e só valia R$21 Milhões, enquanto um jogador "juvenil" do Fla valia mais de R$50 Milhões.  Pra quem acha no Br difícil, recomendo um save na Argentina pra ver como o trem é pior hahah. 

Com o passar dos anos o trem piora mesmo, os valores envolvidos tendem a crescer demais, acredito que seja um cenário normal do jogo e da vida real também, só observar anos atrás como era e como é hoje.

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    • LC
      By LC
      Santana, Ilha da Madeira - Portugal
       
      Para quem não me conhece o meu nome é Edu Miguel de Orleans Boa Morte. Sou filho de pai português e mãe brasileira. Meu pai fazia parte da equipe de segurança do embaixador português no Brasil e minha mãe era enfermeira no antigo Hospital Casa da Providência em Petrópolis(fechou a portas em 2012). Eles se conheceram numa solenidade no Museu Imperial. resumindo: Se apaixonaram, se casaram e vieram morar na Ilha da Madeira. Eu era um gajo feliz e um bom meia esquerda. Meu pai torcia para o Sporting e minha mãe para o Flamengo. Eu torcia para os clubes e ainda mais pelo União da Ilha da Madeira. Jogava nas categorias de base do clube e era feliz. Era, pois aos 11 anos meu pai foi ser adido militar em Angola e lá fomos nós. A responsabilidade de um Adido Militar era ser uma representação diplomática com a finalidade de trabalhar em estreita ligação com as autoridades militares locais, permutando informação específica. Por regra, uma embaixada dispõe de um adido militar ou rotativamente proveniente de cada um dos três ramos das Forças Armadas ou, junto dos Estados de maior relevância, três adidos de cada um dos ramos. Um certo dia eu estava a andar a cavalo e o animal se assustou e lá fui eu ao chão. Bati tão forte que tive um problema sério na coluna. Um acidente banal, mas que me impediria de voltar a jogar bola. Fiquei quase 2 anos fazendo fisioterapia e neste período o meu pai pediu dispensa e voltamos a Madeira.Passado alguns anos e meu avô materno não andava muito bem de saúde e como minha mãe era filha única nós voltamos ao Brasil.
       

       
      Em Petrópolis eu recebi o meu apelido: Morte, Ed Morte. Estava no Liceu quando a diretora mandou me chamar:
      - Bom dia senhor Edu Miguel de Orleans Boa Morte.
      - Bom dia Madame diretora. Em que posso ajudar-te?
      - Pode parar com essa mistura de Português com brasileiro Senhor Edu.
      - Mas a senhoura não queres dizer: Mistura de português com português? Já que aqui vóis falais uma derivação do nosso português.
      - O senhor me entendeu muito bem. Agora vamos ao que interessa. Fiquei sabendo que o senhor andou a brigar com o filho do General Guedes. É verdade?
      - Sim, é verdade. Aquele lazarento me chamou de Ed Morte. Em alusão aquele personagem Ed Mort, do Miguel Paiva e Luis Fernando Veríssimo.
      - Edu, meu caro Edu. Apelidos só pegam quando a pessoa fica esquentando ou com raiva.(PS: Nesta época o Bulling não existia direito). Se você ficar brigando com todos que o chamarem assim só vai piorar as coisas para você. Lembre-se que você tem um sobrenome atípico: Boa Morte. Mesmo para os portugueses é um nome atípico.Faz o seguinte. Quando o chamarem assim acene com a mão. Verás que logo, logo eles param ou quem sabe você mesmo não passe a gostar?
       
      Desse dia em diante eu deixar de ficar puto por causa do apelido e passei a usa-lo. E para ser honesto até as menininhas da cidade gostavam, pois além do apelido eu tinha o Orleans no sobrenome. Imagina um português me Petrópolis com o sobrenome da família real brasileira? Ok eu era brasileiro também, mas usava documentos de estrangeiro, pois meu pai e minha mãe fizeram questão que eu mantivesse a nacionalidade portuguesa. Talvez preocupados com a situação do país naquela época. Meu pai, de militar, passou a ser advogado. Era especialista em direito internacional e lidava diretamente com marketing, licenciamento de marcas e exportações. Minha mãe depois que viemos para o Brasil se formou em medicina e eu? Vou adiantar o tempo. Virei um belo de um faz nada: Vagabundo mesmo. Até o dia que meu pai me deu um ultimato: Ou fazia alguma faculdade ou leva-la um pé na bunda. Olhei para minha mãe e ela repetiu pausadamente as palavras do meu pai. Como não queria perder a boa vida vida eu fui fazer Administração. Estava levando o curso a meia boca, como se fala no Brasil. Sem muito interesse até que uma ficante na época me disse para fazer pós em Administração esportiva.Achei a ideia muito boa. E algo que começou sem muito interesse, virou algo sério. Me formei na graduação normal e ainda na pós. Meu pai tinha alguns conhecimentos, pois alguns clubes conversavam com ele sobre direitos. E quem tem paitrocinador, não morre pagão. Meu pai conversou com o Oeste e fui contratado como analista de dados do Sub-20:
       

       
      Foi um excelente período como estagiário e depois como contratado em definitivo. Fiquei um período de 1 ano e aos 25 anos voltei para Petrópolis, pois minha mãe adquiriu um tumor nos seios. Precisaria de uma cirurgia e mais 1 anos de tratamento, meu pai pediu para que eu ficasse mais perto. Foi o que eu fiz e voltei ao Rio de Janeiro. Para que minha mãe não precisasse se deslocar de Petrópolis até o Hospital de Câncer, no Centro do Rio, o meu pai alugou um apartamento no Bairro de São Cristovão. Eu aproveitei esse tempo para conversar com algumas pessoas sobre futebol e  minha experiência no Oeste de São Paulo. Queria seguir nesse ramo, analista de dados ou mesmo na administração esportiva, até que a vinda do Treinador Jorge Jesus para o Flamengo mudou os rumos da minha vida. Numa recepção, organizada por alguns portugueses ilustres, eu fui como representante do meu pai( Outra vez o paitrocinador entra em cena). Fui apresentado ao Mister e conversei um pouco sobre a análise de dados dos jogadores, etc. Fui convidado pelo Mister a ir ao " Ninho do Urubu" e assistir ao jogo treino do Flamengo x Madureira. O famoso treino aonde ele gritava a beira do gramado:
      " Tá mal Arão. Tá mal."
      Ali eu vi a paixão pelo jogo, pelos detalhes e vi como aquele grupo de jogadores estrelas aceitavam as ordens do Mister. Depois do treino ele me perguntou se eu havia gostado e claro que disse sim:
      - O que mais tu gostaste gajo?
      - Da forma como o senhor cuida de cada detalhe. De como os jogadores...
      - Teus olhas estão a brilhar ó pá. Deixas te dizer uma coisa: Estás na profissão errada. Largue esses seus computadores e abrace a profissão de treinador. Precisamos de jovens com essa paixão pelo futebol. Futebol é técnica? É tática? Sim és, mas principalmente és paixão.
       
      Resumindo: Conversei com meu pai e no ano que minha mãe ficou fazendo o tratamento eu fiz o Curso de Treinador da CBF e fui a luta.
       

       
      Conversei com um, com outro e liguei até mesmo para o Oeste e nada. Olhava sempre o meu e-mail, quando minha mãe, já restabelecida, medisse:
      - Filho nós vamos voltar para Petrópolis amanhã. Você quer vir ou vai ficar mais um tempo aqui? O aluguel está pago até o final de fevereiro.
      - Acho que volto com vocês, mas vou aguardar uma semana para ver se aparece algo pra mim.
      - Porque você não faz o seguinte: Mande o seu currículo vitae para todos os clubes conhecidos? Tipo aquelas Malas Diretas que se usava antigamente para se fazer propaganda?
      - Eu acho que eles vão é me achar um mala. Mas como é a senhora pedindo...Eu vou fazer isso.
       

       
       
       
       
       
      PS: Ontem eu levei meu irmão mais novo ao hospital, pois estava com resfriado e dor de cabeça. Foi atendido por uma amiga minha que encaminhou ele para realizar um teste rápido para o Covide-19. Enquanto aguardava o resultado(Graças a Deus deu negativo) eu comecei a criar uma ficção para um save e cheguei neste aqui.Fiquei chateado por não ter conseguido ir adiante com o save do York e resolvi voltar a jogar "Save Carreira". Como já muito tempo que não jogo no Brasil eu resolvi abrir um save carreira nas divisões inferiores da Liga Brasileira. Conversei com o @ggpofm a respeito do uso do Mundi-up e o trabalho do @Lohan e do @adriano roberto. Acredito que seja o melhor trabalho em termos d eLigas Brasileiras. Conversei com o @adriano roberto via facebook e aqui estou. Abaixo as informações do save:
       

       
      Base de Dados:  Brasil Mundi-UP.  86 mil jogadores.
      Ligas Selecionadas
      - Save de carreira.
      - Começar a saga no Brasil e terminar sendo campeão da Champions e Mundial
      - Sempre procurar o melhor para a vida profissional e pessoal do treinador.
      - Me divertir com o save.
       
       
       
       

    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Desculpem pelo lapso, já está no ar a rodada 2. O prazo é até 19/07 às 23h59min.

      Descansam nessa rodada: @joga, @Katata, @Mandalorian, @Goias270187
      Jogadores com rodada em atraso: @DiegoCosta7, @Gundogan, @Katata, @Ighor S., @vini0393, @joga
      @Anderson Luiz Lettrari, @CristianTh9, @DiegoCosta7, @joga, @Goias270187, @Vannces, @Katata, @Gundogan, @Mandalorian, @luanvinny7, @Ighor S., @vini0393
    • mfeitosa
      By mfeitosa
      Em 2012, a experiência com save "Come Ai Vecchi Tempi... Italia!" me fez acompanhar o Casale/ITA na vida real, algo que faço até hoje. E muita coisa mudou de lá pra cá. Enquanto eu jogava de forma vitoriosa o FM 2012, o clube na vida real passava por uma grave crise, chegando à falência pela segunda vez em sua história. Entre outras coisas, o clube precisou ser refundado novamente em 2013, alterando seu tradicional escudo e seu nome de inscrição junto à FIGC.
      Daquele save, lamentavelmente pouca coisa restou, pois as imagens expiraram. Apenas o banner com o antigo escudo parece ter escapado do tempo. Apesar disso, minha ideia com o "Una stella sul cuore!" (uma estrela no coração) não é ser exatamente uma reedição do save de 2012. Embora não tenhamos como fugir de objetivos triviais como "vencer a UCL", minha expectativa é que as regras adicionadas tornem a caminhada com o Nerostellati mais complicada, porém, sem perder a graça. Para quem tiver interesse, segue a base de dados selecionada.


      Fundado em 1909, o hoje chamado Football Club Casale Associazione Sportiva Dilettantistica passou por vários altos e baixos ao longo dos seus mais de cem anos de existência. O clube teve uma ascensão meteórica em seus primeiros anos, contudo, após o período em que ocorreu a Primeira Guerra Mundial, o time nunca mais foi mesmo, caminhando rumo ao abismo com o passar das décadas. 
      Por possuir um uniforme inteiramente na cor preta com uma estrela branca no peito, o clube é carinhosamente conhecido como Nerostellati, ou seja, "preto-estrelado". O time manda seus jogos no Estádio Natale Palli, cuja capacidade original era de 5.600 pagantes. Porém, seguindo as recentes regulamentações de segurança, a capacidade aprovada foi de apenas 4.000 assentos no total. O nome do estádio é uma homenagem a um militar e aviador italiano com reconhecida participação na Primeira Guerra Mundial.
      No início da década de 1910, o Casale podia ser considerado um gigante em franca emergência e, ao lado de Novara, Pro Vercelli e Alessandria, formava o temido "Quadrilátero de Piemonte", repleto de rivalidade. Infelizmente, estas equipes que outrora eram respeitadas por sua força e potencial dentro do futebol italiano, hoje vivem um verdadeiro hiato de títulos e glórias relevantes.

      Em maio de 1913, o Casale tornou-se a primeira equipe italiana a vencer um clube profissional inglês, quando superou o Reading por 2 a 1. Vale ressaltar que os Royals venceram todas as outras partidas que realizaram naquela digressão pela Itália, contra equipes como Milan, Genoa, Pro Vercelli e a própria seleção nacional. No ano seguinte, o clube conquistou seu título de maior expressão, quando venceu a Lazio de forma arrasadora nos jogos finais da Serie A 1913-1914.
      A equipe também possui em sua sala de troféus os títulos da Serie B (1929-1930) e Serie C (1937-1938 e 1947-1948). A última conquista do Casale ocorreu na Temporada 2015-2016, quando venceram a Eccellenza Piemonte-Valle d'Aosta, que é um dos grupos (Girones) do quinto escalão do futebol italiano. Este título garantiu o retorno do Nerostellati à Serie D, onde tem conseguido se manter por quatro temporadas.


      Com base em sua história e visando rememorar os melhores momentos vividos pelo clube, os objetivos do save serão: 
       Retornar à Serie C, atualmente chamada de Lega Pro (última participação em 1991-1992);
       Retornar à Serie B (última participação em 1946-1947);
       Retornar à Serie A (última participação em 1933-1934);
       Conquistar o título inédito da Coppa Italia;
       Conquistar o título da Serie A (repetindo o feito de 1913-1914);
       Conquistar o título inédito da UEFA Champions League;
       Ter um jogador formado no clube na Seleção Italiana (repetindo o feito de Umberto Caligaris).
       OBJETIVO SECUNDÁRIO: Também focarei no desenvolvimento das infraestruturas do clube, principalmente, no que diz respeito às camadas jovens, pois a utilização das "pratas da casa" será recorrente em todo save, como poderão perceber a seguir.


      De início, todas movimentações no mercado de transferências serão realizadas pelo Diretor de Futebol ou Presidente do clube, incluindo a contratação e troca da comissão técnica. Não poderei abrir negociação com nenhum jogador até atingir da Licença Pro Continental*. Também não poderei solicitar que os olheiros avaliem jogadores, times ou competições que não sejam aqueles por eles indicados na "Caixa de Correio". Os atributos estarão disfarçados e essas tarefas ficarão a cargo da equipe de recrutamento do clube, sem qualquer interferência. 
      Com o passar das temporadas, algumas ações serão concedidas ao treinador mediante a aquisição de licenças, desde que os cursos sejam realizados (no máximo) uma vez por temporada. As permissões a serem "desbloqueadas" pelo treinador são:
       Licença Nacional A: Retirar propostas feitas a jogadores que seriam inúteis ao plantel;
       Licença C Continental: Solicitar ao Diretor de Futebol que negocie a renovação contratual de jogadores;
       Licença B Continental: Solicitar a dispensa de jogadores que não serão utilizados e que estejam em final de contrato;
       Licença A Continental: Indicar uma contratação ao Diretor de Futebol a cada janela de transferências;
       Licença Pro Continental*: Fazer uma contratação por temporada, sem interferência do Diretor de Futebol.

      Para evitar que as permissões conquistadas pelo treinador desequilibrem o nível do save, também haverá uma filosofia a ser seguida para a formatação do elenco principal, de acordo com os critérios abaixo:
       Máximo de dezenove jogadores sem origem no clube;
       Mínimo de quatro jogadores oriundos das categorias de base do clube;
       Máximo de três jogadores estrangeiros;
       Máximo de três jogadores indicados ou contratados pelo treinador;
       LIMITE DE ESTRANGEIROS: O clube só poderá contratar jogadores dos países que fazem fronteira com a região do Piemonte (Suíça e França) e da Albânia (em razão do retrospecto recente do clube). Com a aquisição da Licença Pro Continental, o treinador ganhará uma vaga de "exceção", que poderá ser preenchida com jogadores de qualquer região do mundo, desde que possua nacionalidade italiana.


      Criei o treinador com o mesmo nome do save anterior, Luca Caligaris. Trata-se de uma homenagem a um dos maiores ídolos da história do Casale, Umberto Caligaris, onde Luca seria seu neto fictício. Formado em equipes menores de Casale Monferrato, Umberto Caligaris chegou ao Nerostellati em 1919, onde fez sua estreia como profissional aos 18 anos. Caligaris permaneceu no Casale por nove temporadas até ser contratado pela Juventus em 1928, onde também marcou época. Pela seleção italiana, Umberto Caligaris conquistou a Copa do Mundo de 1934.
      Mantive o técnico sem qualificações, experiência anterior de "Futebol Semi-profissional" (status atual do clube) e estilo de treino "Original", gerando os atributos da imagem abaixo. E, assim como já foi abordado, os cursos para aquisição das licenças serão realizados uma vez por temporada, pois permitirão a Luca Caligaris realizar ações extras dentro do jogo.

      Por fim, deixo meus agradecimentos ao @ggpofm pela participação na elaboração deste save. 
    • Bruno Trink
      By Bruno Trink
      INFO   EQUIPE   ACADEMIA   1.FCK II  JOGOS   CLASSIFICAÇÃO   TRANSFERÊNCIAS   FINANÇAS
       
      Grüße, rote Teufel!
       
      Sejam bem-vindos à minha nova casa. Começo hoje a escrever meu blog, que alguns de vocês já devem conhecer, aqui na prestigiosa kicker Sportmagazin.
       

      E é mera coincidência que isso aconteça bem na semana em que Miroslav Klose foi anunciado como novo treinador da equipe principal do Kaiserslautern. Miro, que jogou no clube de 1999 a 2004, primeiro no sub-23 e depois no time de cima, estava trabalhando como treinador do sub-17 do Bayern München. A notícia caiu como uma surpresa entre os torcedores, em grande parte pela pouca bagagem dele comandando uma equipe de futebol. 
      Como jogador, lógico, não há nada a contestar. Da base do SG Blaubach-Diedelkopf, começou sua carreira no FC 08 Homburg antes de vir para cá. Daqui, passou três anos no Werder Bremen, quatro no Bayern e cinco na Lazio, da Itália, onde se aposentou em 2016 com 37 anos. Foi campeão mundial com a seleção em 2014 e é o recordista de gols marcados em Copas do Mundo. É, também, o maior artilheiro da seleção em todos os tempos, com 71 gols. No final do ano de 2016, ele foi contratado para fazer parte da equipe de treinadores de Die Mannschaft, tirou os certificados e, em 2018 começou a trabalhar no Bayern.
      Na coletiva de apresentação, Miro foi bastante tradicional, sempre com aquela conversa de recolocar o Kaiserslautern onde ele merece estar, que é no topo do futebol alemão. Disse que pretende ficar muitos anos no clube, construir uma dinastia. No entanto, um trecho me chamou bastante a atenção:

      Klose foi bem enfático ao afirmar que trabalhará com as categorias de base. Não haverá, nesse primeiro momento, uma limpa do elenco. Deixou claro que as contratações que, por ventura, venham a ser feitas, agora e para a frente, necessariamente precisarão ter experiência de, ao menos, dois anos no time de baixo. Podem até, eventualmente, ser usados na equipe principal mas não serão contratados com esse propósito.
      Viel Glück, Miro!
       

      Retornar à 2. Bundesliga ✅ Retornar à Bundesliga ✅ Voltar a conquistar a Bundesliga ✅ Voltar a conquistar a DFB Pokal Vencer uma competição continental ✅  
       

      Contratar apenas jogadores com menos de 18 anos que devem atuar pelo menos dois anos nas categorias de base  
    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Fonte: Várias diferentes através do Google.
      Sobre a dita posição geográfica de Ceuta e Melilla, em spoiler pois é uma imagem um pouco maior:
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