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Lowko é Powko

Eleições nos EUA

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Henrique M.
8 hours ago, Douglas. said:

 

 

 

🤨

 

Que linha do tempo terrível essa nossa...

Os caras não respeitam mais nem a maior tragédia da história recente dos EUA.

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Aleef

 

 

 

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Douglas.

Finalmente vi alguém que escreveu uma explicação em português melhor que apenas "NY Post é um tablóide do Rupert Murdoch querendo fazer o trabalho sujo".

 

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A coragem do Facebook e do Twitter no caso Joe Biden


Pedro Doria Analitico Foto: O Globo

15/10/2020 - 14:23 / Atualizado em 15/10/2020 - 14:34

O que Facebook e Twitter fizeram quarta-feira, nos Estados Unidos, é histórico. Cercadas por críticas justas relacionadas a suas condutas em inúmeras eleições — incluindo as que levaram à presidência Donald Trump, em 2016 —, as duas plataformas agiram com incrível coragem numa decisão particularmente difícil.

Do ponto de vista jornalístico, porém, uma decisão indubitavelmente correta. Uma decisão que também levanta o debate a respeito da fronteira entre imprensa e redes sociais.

Na mesma quarta, o tabloide “New York Post” publicou uma extensa reportagem sobre o candidato democrata à presidência Joe Biden e seu filho, Hunter. Na capa, o jornal classificava a matéria como uma bomba capaz até de mudar os destinos do pleito. E as duas redes sociais tomaram a decisão de interferir para diminuir a distribuição da história.

É algo que já fazem corriqueiramente com fake news óbvias, mas é uma decisão que se torna mais difícil quando o relato vem de um veículo da imprensa tradicional.

O “Post”, típico tabloide sensacionalista nova-iorquino, pertence a Rupert Murdoch, também dono da FoxNews, canal de apoio a Donald Trump. E este contexto é importante. A reportagem afirma  ter conseguido, através de Rudolph Giuliani, advogado de Trump e ex-prefeito de Nova York, o conteúdo do disco rígido de um computador que pertencia a Hunter Biden e que foi misteriosamente abandonado em uma oficina para consertar.

Lá dentro, e-mails comprometedores, fotos pessoais, que indicariam contatos de Hunter com corruptos ucranianos. Entre os e-mails indícios de que o filho teria envolvido o pai quando ainda vice-presidente na história.

Foi por usar o poder da presidência americana para pressionar seu par ucraniano a investigar Biden por um escândalo sem indício concreto que Trump viu aberto contra si um processo de impeachment. A agenda oficial de Biden quando vice, que é controlada, demonstra que um encontro chave citado na reportagem não deve ter ocorrido.

O “Post” publicou fotos privadas de Hunter, portanto algo tem. Mas seus repórteres não apresentaram o caminho que seguiram para determinar a autenticidade e a origem dos e-mails que dizem ter conseguido. E-mails são falsificáveis. E, como fonte, Giuliani é justamente quem está há pelo menos dois anos tentando bancar uma história que, até agora tudo indica, é apenas uma teoria conspiratória.

Não é à toa que o governo Trump vem tentando colar em Biden a pecha de corrupto desde o início de 2019. Sempre foi o candidato democrata que o presidente mais temia enfrentar. Contra um homem abertamente de esquerda como Bernie Sanders, nos EUA, a briga seria mais fácil. Contra um social-liberal centrista é mais duro. Em ano de pandemia no qual a conduta da Casa Branca é criticada, pior.

Quando se publica um material destes, o bom jornalismo precisa dar ao leitor pistas de como conseguiu determinar sua autenticidade. O “Post” não o fez. Por vir de uma holding que há mais de quatro anos faz campanha aberta para Trump, as razões para editores olharem para o trabalho de reportagem do tabloide com dois pés atrás são evidentes.

Estes são critérios jornalísticos.

Oficialmente, o Facebook reduziu a distribuição das matérias até seus parceiros terceirizados que fazem checagem revejam o material. A conclusão à qual chegarão é evidente e, na rede social, provavelmente seus executivos já a conhecem. A matéria não se sustenta. O Twitter usou outro argumento. Não permite distribuição de conteúdo obtido através de hackers.

São dribles. As duas empresas não querem admitir que usaram critérios jornalísticos para impedir que desinformação circule e afete a eleição. E, ao fazê-lo, tomaram uma decisão politicamente corajosa e correta.

https://oglobo.globo.com/economia/a-coragem-do-facebook-do-twitter-no-caso-joe-biden-24694077

 

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Aleef

Caso "Steeler Dossier" 

Respota do Facebook e Twitter ->  inteligência bruta tem que ser postada para que as pessoas possam interpretar por si mesmas e tomar a melhor resposta possível

Caso "Hunter Biden"

Resposta do facebook e twitter -> Temos que verificar primeiro para ver se é verdade ou mentira

 

giphy.gif

 

 

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Douglas.
6 horas atrás, Aleef disse:

Caso "Steeler Dossier" 

Respota do Facebook e Twitter ->  inteligência bruta tem que ser postada para que as pessoas possam interpretar por si mesmas e tomar a melhor resposta possível

Caso "Hunter Biden"

Resposta do facebook e twitter -> Temos que verificar primeiro para ver se é verdade ou mentira

1. Não são casos iguais

https://www.politico.com/news/2020/09/24/steele-dossier-russia-doj-421536

 

2. Está mesmo advogando que não pode mudar porque naquela época funcionava de outro jeito?

 

XYXFeNC.jpg

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Douglas.
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Government service

From 2001 to 2002, he served as a Counsel to the Assistant Attorney General of the Antitrust Division within the United States Department of Justice. From 2002 to 2004, he served as an Associate General Counsel for Science and Technology at the United States Department of Homeland Security.

During the presidency of George W. Bush, he served as Deputy Counsel of the Homeland Security Council (2004-2005) and then as Associate Counsel to the President (2005-2007).

He was nominated by President Trump in August 2017 to serve as General Counsel of the United States Department of Homeland Security and was confirmed by the United States Senate by voice vote on February 15, 2018.

He was fired as DHS general counsel on September 17, 2019. In 2020 he endorsed Joe Biden's presidential candidacy, along with multiple other Trump former officials.

Corporate career

He served as senior vice president, general counsel, and secretary of the Heritage Foundation from 2014 to 2018

https://en.wikipedia.org/wiki/John_Mitnick

 

😶

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Lowko é Powko
Em 02/10/2020 em 23:11, Aleef disse:

Cara, você já pressupõe que vai ter golpe de estado e que o Trump não está jogando as regras e depois diz que o Biden está jogando dentro da lei. E ainda diz que seus pressupostos são neutros? Então tá bom. 

Ah sim, o Trump é a encarnação e a representação do que é ruim e não aceito na sociedade, os valores que defende são abjectos  e o Biden está lutando contra esse mal para trazer os valores que se perderam enquanto o Trump estava a frente da administração do país. Enquanto isso, seus apoiadores, cegos, que não enxergam o óbvio vivem uma realidade utópica. Já vocês enxergam a realidade concreta e verdadeira podem dizer com maestria o que serve ou não e o que acontece e não e quem não defende é só mais um ignorante que não sabe de nada.  Mais do mesmo.

Entendi.👍

 

Depois de muito tempo, lembrei que não respondi isso.

Vamos lá então, pela 4ª vez: Quando você diz jogar sujo, diz o que, então?

Você sabe que não pode responder essa pergunta e sustentar a sua argumentação ao mesmo tempo, porque você só utilizou de retórica barata esse tempo todo. Normal pra alguém que é mais conhecido por se furtar das perguntas, adotar políticos e tratar o fórum como um grupo de discussão conspiracionista.

Vou explicar novamente pra você, quase desenhar:

Há a legalidade e há a moralidade.

Deixei claro sobre a legalidade que "a escolha é do Trump e o Senado tem que aprovar." Isto porque o Ministro não pode tomar posse sem a aprovação. Nesse mesmo sentido, continuei depois:

"A nomeação não é simples escolha/indicação do presidente, mas sim indicação do presidente + aprovação do Senado. Logo, o presidente não tem a prerrogativa de nomear, mas de indicar. Isso é explícito. O Senado pode ou não aprovar, o que significa que o Senado pode agir funcionando como freio ou contrapeso ao executivo (famoso checks and balances). A aprovação é prerrogativa do Senado e tem que respeitar isso."

Eu disse também que, afirmando que o Biden e os democratas estavam jogando sujo, você estava pressupondo que o Trump estava jogando limpo, como extensão da afirmação "mas a escolha é do Trump". A princípio, ambos estão jogando dentro da lei, já que o fillibuster é uma prática legislativa prevista e legal, e as dúvidas que o Trump coloca sobre sua sucessão são, a princípio, também legais, embora não seja algo especificamente previsto, imagino eu. É a partir disso que eu afirmei que, nesse ponto, eu estava sendo neutro.

Sobre a moralidade, entramos numa discussão onde não há neutralidade. Anteriormente, a neutralidade é mais ou menos discutível, mesmo que comprometida pela interpretação de uma regulamentação que é bem direta. Nesse caso, a questão é de absoluta moralidade, simplesmente estou utilizando um argumento moral para analisar o que é feito dentro dos limites da lei.

Por isso eu disse que "acho pior um candidato que não diz se vai aceitar o resultado das urnas do que um fillibuster".

Pra terminar, não, eu não pressuponho um golpe de Estado do Trump. Eu pressuponho um risco de golpe de Estado do Trump, que é inaceitável para a democracia, e esse risco, como eu disse, é pior que um fillibuster. Até porque a regra de sucessão pacífica é a mais essencial para a manutenção de uma democracia, enquanto o fillibuster por si mesmo é secundário e matéria de polarização e/ou radicalização política.

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      Rio de Janeiro
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      PMB Simonard
      PCO Outros Abst. Indec.
      Vantagem                               Datafolha[14] 20-21 Out 1008 28% 13% 13% 10% 3% 1% 4% 5% 2% 0% 1% 1% 0% 0% – 20% 15% 20% 8% 7% 3% 1% – 2% 3% – 4% 52% 12% 52% 22% – 27% 30% 41% – 45% – 14% 4% 48% – 30% –   18% RealTime BigData 14-17 Out 1.050 31% 11% 9% 7% 3% 1% 2% 2% 0% 1% 1% 0% 0% 0% – 32% 20% 24% 9% 5% 4% 1% – 1% 1% – 1% 54% 15% IBOPE 13-15 Out 1.001 30% 12% 8% 7% 3% 1% 3% 3% 2% 1% 0% <1% - 0% - 28% 18% 22% 9% 3% 3% 1% – 2% 1% – 1% 57% 13% 50% 21% – – 29% 29% RealTime Big Data[15] 13-15 Out 1000 31% 15% 12% 10% 5% 3% 2% 3% 0% 1% 1% 0% 0% 1% - 24% 16% Datafolha 5-6 Out 900 30% 14% 10% 8% 3% 1% 1% 3% 2% 1% 1% <1% <1% <1% - 25% 16% Datafolha 5-6 Out 900 18% 7% 3% 2% 1% - 1% 2% - - 1% - - - 4% 63% 11%  
      Salvador
      Fonte Data(s) conduzidas
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      DEM Pastor Sargento Isidório
      Avante Major Denice Santiago
      PT Olívia Santana
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      PSOL Rodrigo Pereira
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      PROS Outros Abst. Indec.
      Vantagem                   RealTime BigData 14-17 Out 1.050 41% 10% 7% 6% 4% 4% 3% 0% 0% – 25% 31% 33% 5% 4% 3% 2% 1% 1% – – – 19% 28% Ibope 3-4 Out 602 42% 10% 6% 6% 5% 3% 2% 1% 0% – 25% 32% 29% 4% 3% 1% 1% 2% 1% 0% 0% 5% 54% 25%  
      Fortaleza
      Período da pesquisa Amostragem Instituto Margem de Erro Tipo de Voto Candidato Capitão Wagner
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      Belo Horizonte
      Fonte Data(s) conduzidas
      Amostragem Alexandre Kalil
      PSD João Vítor Xavier
      Cidadania Áurea Carolina
      PSOL Rodrigo Paiva
      NOVO Bruno Engler
      PRTB Wendel Mesquita
      Solidariedade Nilmário Miranda
      PT Cabo Xavier
      PMB Luisa Barreto
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      PCO Lafayette Andrada
      Republicanos Fabiano Cazeca
      PROS Wadson Ribeiro
      PCdoB Marcelo Souza
      Patriota Outros Abst. Indec.
      Vantagem                             Datafolha 20-21 Out 868 60% 7% 5% 1% 3% 1% 2% 1% 1% 1% >1% 1% 0% 1% 1% 14% 53% 49% 3% 3% – 2% – 1% – 4% 37% 46% RealTime BigData 14-17 Out 1.050 56% 7% 6% 4% 4% 0% 1% 0% 1% 0% 1% 0% 0% 0% 1% 19% 51% 47% 2% 2% 2% 1% – 1% 45% 45% lbope 13-15 Out 1.001 59% 7% 3% 1% 1% 1% 2% 1% 0% 1% 0% >1% 0% – – 22% 53% Datafolha 5-6 Out 800 56% 6% 3% 2% 3% 2% 2% 1% >1% 1% >1% 1% >1% 1% 1% 20% 50% 37% 1% 2% 1% 1% – 1% – 4% 53% 35% lbope 30 Set-2 Out 805 58% 4% 3% 2% 3% 1% 2% 1% 1% 1% 1% >1% >1% – – 23% 54% 43% 1% 2% – 2% – 1% 1% – 3% 47% 41%  
      Manaus
      Fonte Data(s) conduzidas
      Amostragem Amazonino Mendes
      PODE David Almeida
      Avante Ricardo Nicolau
      PSD Zé Ricardo
      PT Capitão Alberto Neto
      REPUBLICANOS Coronel Menezes
      PATRI Alfredo Nascimento
      PL Chico Preto
      DC Romero Reis
      NOVO Marcelo Amil
      PCdoB Abst. Indec.
      Outros Vantagem                           lbope 12-14 Out 504 25% 13% 11% 10% 7% 6% 3% 3% 2% 1% 19% – 12%  
      Curitiba
      Fonte Data(s)
      conduzidas Amostragem Rafael Greca
      DEM Fernando Francischini
      PSL Goura
      PDT Christiane Yared
      PL João Arruda
      MDB Professora Samara
      PSTU Camila Lanes
      PCdoB Caroline Arns
      PODE Diogo Furtado
      PCO Dr. João Guilherme do Novo
      NOVO Marisa Lobo
      Avante Paulo Opuszka
      PT Profº Renato Mocellin
      PV Zé Boni
      PTC Profº Eloy Casagrande
      REDE Letícia Lanz
      PSOL Abst.
      Indec. Vantagem                                 Ibope 20-22 Out 805 46% 8% 8% 5% 3% 1% 0% 3% 0% 2% 1% 1% 1% 1% – 1% 19% 38% Opinião 16-19 Out 1.200 45,57% 7,95% 5,66% 3,93% 3,03% 0,57% 0,49% 2,13% 0,57% 3,20% 0,66% 0,90% 0,98% 0,57% 0,16% 0,33% 23,28% 37,62% 32,62% 3,44% 3,61% 0,98% 0,33% – 0,49% – 0,49% 0,41% 0,66% – 0,33% – 55,98% 29,18% Ibope 4-5 Out 602 47% 6% 5% 3% 3% 2% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 0% 0% 25% 41%  
      Recife
      Fonte Data(s)
      conduzidas Amostragem João Campos
      PSB Mendonça Filho
      DEM Marília Arraes
      PT Patrícia Domingos
      PODE Cláudia Ribeiro
      PSTU Coronel Feitosa
      PSC Marco Aurélio
      PRTB Charbel Maroun
      NOVO Carlos Andrade Lima
      PSL Thiago Santos
      UP Victor Assis
      PCO Abst. Indec.
      Outros Vantagem                               Datafolha 20-21 Out 868 31% 15% 18% 16% >1% 2% >1% 1% 1% 1% – 16% – 13% 40% – 37% – 3% 43% – 43% – 0% 48% 36% – 12% RealTime Big Data 14-17 Out 1.050 28% 13% 14% 11% – 2% 1% 1% 1% 1% – 28% – 14% lbope 13 Out-15 Out 805 33% 18% 14% 13% 1% 1% 1% >1% 1% >1% >1% 17% – 15% Datafolha 5-6 Out 800 26% 16% 17% 10% >1% 1% 2% >1% 1% >1% >1% 26% – 9% lbope 30 Set-2 Out 805 23% 19% 14% 11% 1% 1% 1% >1% >1% >1% >1% 29% – 4% 9% 5% 5% 3% – 74% 5% 4%  
      Goiânia
      Maguito Vilela (MDB): 28% Vanderlan Cardoso (PSD): 27% Delegada Adriana Accorsi (PT): 11% Elias Vaz (PSB): 5% Alysson Lima (Solidariedade): 4% Major Araújo (PSL): 3% Virmondes Cruvinel (Cidadania): 2% Dra. Cristina Lopes (PL): 1% Gustavo Gayer (DC): 1% Samuel Almeida (Pros): 1% Fábio Junior (UP): 0% Antônio Vieira Neto (PCB): 0% Cristiano Cunha (PV): 0% Talles Barreto (PSDB): 0% Vinícius Gomes (PCO): 0% Manu Jacob (Psol): 0% Branco/Nulo: 9% Não sabe/Não respondeu: 7%
      Belém
      Fonte Data(s)
      conduzidas Amostragem Edmilson Rodrigues
      PSOL José Priante
      MDB Cássio Andrade
      PSB Vavá Martins
      Republicanos Thiago Araújo
      Cidadania Mário Couto
      PRTB Everaldo Eguchi
      Patriota Gustavo Sefer
      PSD Guilherme Lessa
      PTC Cleber Rabelo
      PSTU José Jerônimo
      PMB Jair Lopes
      PCO Abst.
      Indec. Vantagem                         DOXA 15-17 Out 800 33,3% 9,7% 6,1% 5,4% 9,2% 2,5% 3,6% 1,8% 0,5% 0,8% 0,7% 0% 26,4% 23,6% 26,2% 6,2% 3,5% 3,6% 6,6% 0,1% 4,4% 0,2% 0,2% 0,2% 4,4% 0% 51,9% 19,6% RealTime Big Data 14-17 Out 1.050 34% 18% 2% 5% 3% 3% 7% 4% 0% 1% 0% 0% 22% 16% Regnum 9-10 Out 1.000 36,8% 8,2% 8,5% 5,5% 5,1% 1,1% 6,9% 1,6% 0,6% 0,4% 0,2% 0,7% 24,6% 28,3% Alvo Pesquisas 7-9 Out 625 35,9% 13,3% 5,3% 4,5% 3,4% 2,9% 3,8% 2,1% 0,8% 0,3% 0,8% 0% 26,9% 22,6% Regnum 3-4 Out 1.000 33,27% 7,94% 7,65% 5,96% 3,57% 2,48% 4,87% 2,48% 0,5% 0,4% 0,7% 0,7% 29,49% 25,33% 19,46% 3,57% 2,88% 2,78% 1,29% 0,7% 2,28% 0,4% 0,1% 0,1% 0,1% 0,1% 13% 15,89% Alvo Pesquisas 1-3 Out 625 35,1% 12,3% 5,8% 5,4% 3,8% 4,1% 2,4% 1,3% 0,3% 0,8% 0,2% 0,2% 28,3% 22,8% IBOPE 30 Set - 2 Out 504 39% 10% 4% 4% 4% 4% 5% 5% 1% 1% 2% 1% 21% 29% 25% 3% 1% 1% 1% 1% 1% 3% 1% 1% 1% 1% 61% 19% DOXA 29 Set - 3 Out 800 37,2% 8,6% 5,4% 6,1% 6,5% 3,8% 3,7% 2,2% 0,6% 1,1% 1,9% 0,2% 22,7% 28,6% 19,2% 3,5% 1,8% 1,8% 2,1% 1,7% 1% 0,4% 0,2% 0% 0,8% 0% 66,4% 15,7% Acertar 29 Set - 2 Out 811 39,5% 10,1% 3,7% 6,4% 3,3% 4,6% 4,2% 1,8% 0,9% 1,2% 1,1% 0,2% 23% 29,4% 19,4% 4,2% 1% 2,2% 0,6% 2% 2,5% 0,4% 0,1% 0,1% 0,1% 0,1% 67,3% 15,2% Alvo Pesquisas 24-25 Set 625 34,2% 11,3% 5,8% 5,6% 4,6% 4,2% 2,1% 1,6% 1,1% 0,8% 0,8% 0% 27,9% 22,9%  
      Porto Alegre
      Fonte Data(s)
      conduzida(s) Amostragem Fernanda Melchionna
      PSOL Gustavo Paim
      PP João Derly
      Republicanos José Fortunati
      PTB Juliana Brizola
      PDT Julio Flores
      PSTU Luiz Delvair
      PCO Montserrat Martins
      PV Manuela D'Ávila
      PCdoB Nelson Marchezan Júnior
      PSDB Rodrigo Maroni
      PROS Sebastião Melo
      MDB Valter Nagelstein
      PSD Brancos e nulos Não sabem Vantagem                           Paraná Pesquisas[112] 19-22 Out 760 pessoas 3,3% 1,8% 1,7% 12,6% 4,7% 0,1% 0,1% 0,3% 22,6% 13,2% 0,3% 14,5% 3,4% 12,6% 8,7% 8,1% Instituto Methodus[113] 15-18 Out 800 pessoas 2,1% 1,4% 1,8% 14,2% 4,8% 0,4% 0% 0,1% 24,9% 9,5% 0,4% 10,5% 1,1% 15,8% 13,2% 10,7% RealTime BigData[114] 14-17 Out 1.050 3% 3% 2% 12% 3% 0% 0% 2% 24% 9% 0% 11% 2% 10% 19% 12% IBOPE[115] 03-05 out 2020 805 pessoas 3% 1% 4% 14% 5% 1% 0% 0% 24% 9% 0% 11% 3% 13% 11% 10% Instituto Methodus[116] 01-04 out 2020 800 pessoas 2,5% 2% 2,3% 12,6% 5,8% 0,5% 0% 0,1% 22,2% 6,5% 0,4% 12,9% 0,5% 16,3% 15,5% 9,3% Clube da Opinião[117] 06-09 out 2020 801 pessoas 2% 2% 4% 14% 3% 0% 0% 0,5% 19% 7% 0,5% 11% 3% 12% 22% 5%
    • Leho.
      By Leho.
      As últimas duas semanas aqui na cidade foram um verdadeiro INFERNO. Sinceramente eu nunca vi minha cidade dessa maneira, com altas temperaturas e por tantos dias a fio. TÁ FODA.
      O que acham sobre?
    • David Reis
      By David Reis
      Saiu uma matéria interessante sobre isso na Reuters:
       
       
      Talvez esse ano seja bem importante para a história mundial e só teremos uma visão do impacto disso tudo no futuro quando passarmos a debater o novo capítulo na história.
      Segue uma sequencia de fatos só do último mês:
      - Semana passada tivemos exercícios militares dos EUA no Mar do Sul da China, por conta de uma revisão de Pequim das fronteiras marítimas com diversos países da região: 
      https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/07/washington-e-pequim-aumentam-tom-do-confronto-no-mar-do-sul-da-china.shtml
      https://oglobo.globo.com/mundo/eua-mudam-de-posicao-consideram-ilegais-reivindicacoes-de-pequim-no-mar-do-sul-da-china-24530418
      - Toda a Guerra envolvendo quem fará a distribuição do 5G, recentemente com o Reino Unido também banindo a Huawei muito por conta da nova lei de segurança da China:
      https://www.bbc.com/news/newsbeat-47041341
      E hoje um consulado Chinês em Houston foi fechado após acusações dos EUA sobre a China promover ataques de hackers sobre as vacinas da COVID19 (mostrado na reportagem da Reuters no início do tópico).
      - Vale ressaltar que a postura dos EUA em relação a China não devem mudar em caso de derrota do Trump nas eleições, já que se trata de uma pauta bipartidária, o próprio Biden já criticou bastante a China ultimamente: https://valorinveste.globo.com/mercados/internacional-e-commodities/noticia/2020/07/01/biden-critica-china-por-lei-de-segurana-de-hong-kong-e-ameaa-impor-sanes-se-eleito.ghtml
      - Além da discussão sobre a origem do coronavírus, briga por influência na OMS e etc.
      Enfim, é sempre bom lembrar que não existe bonzinho na política internacional. Existem interesses e cada um defendendo o seu.
    • Lowko é Powko
      By Lowko é Powko
      Depois de falar sobre os sistemas de governo, vamos falar sobre os sistemas eleitorais.
       
      PEÇO QUE UTILIZEM ESSA FICHA (os candidatos estão no final)
      Aproveitando, gostaria de reforçar o pedido de sugestões de vocês quanto às simulações eleitorais. Receio que utilizar os candidatos da outra competição seja maçante quando formos simular eleições proporcionais, mas tenho dúvidas quanto a como proceder. Basicamente, quero fazer simulações de diferentes métodos de votação, e preciso de opções em quantidade (imagino que por volta de 10, ou mais), complexidade e apelo suficientes pra fazer um negócio interessante. Os candidatos seriam interessantes porque eles representam uma disputa real num contexto real, a política brasileira. Mas também podem ser personagens políticos fictícios pra representar uma grande quantidade de opiniões, membros do fórum, etc.

      Dessa vez, como quero simular uma eleição de vencedor único ("majoritária"), vou utilizar os candidatos hipotéticos pra 2022, baseado em 2018 e no cenário político atual. Uma vez que já fizemos uma votação utilizando o sistema majoritário, e pressupondo que já superamos, portanto, o sistema de pluralidade, vou calcular apenar as opções do métodos ordenado, de Borda, Condorcet e por nota.
      Para quem não conhece os métodos, eles estão explicados abaixo.
       
      Introdução

       
       
      SOCIOPOLÍTICA FMANAGER 101 - ESTRUTURAS POLÍTICAS E SISTEMAS ELEITORAIS
       
      2. SISTEMAS ELEITORAIS
      Um sistema de votação ou sistema eleitoral é o meio de escolha de candidatos dado um certo número de opções. Embora estejamos tratando de processos eleitorais para escolha de representantes políticos para a Administração Pública, vale lembrar que eleições (ou votações) são usadas em diferentes cenários, já que se trata de um processo de escolha de candidatos para determinado fim.
      Cada sistema de votação é formado por um conjunto de regras que objetivam privilegiar alguns valores ou resultados, e por isso não existe tal coisa como “o melhor sistema”. A qualidade do sistema é sempre relativa ao fim que se busca alcançar. Nesse sentido, pode-se privilegiar a maior proximidade possível ao consenso, a distribuição equilibrada dos poderes, a duração mais curta do período eleitoral, a maior representatividade dos eleitos, um equilíbrio entre os diversos princípios, etc.
      Segundo o economista Kenneth Arrow, é impossível para um sistema de votação satisfazer todos os critérios de avaliação mais comuns, ou seja, nenhum sistema eleitoral pode converter preferências individuais em uma preferência coletiva ao mesmo tempo em que respeita todos os critérios. O teorema da impossibilidade de Arrow demonstra que várias características desejáveis de sistemas de votação são mutuamente contraditórias. Por esta razão, ao se avaliar um sistema de votação, é necessário decidir quais as características são mais importantes para determinada eleição.
      A maioria dos sistemas de votação é baseada na regra da maioria, ou seja, o princípio de que deve ser satisfeita a opinião apoiada por mais da metade dos votantes. A regra da maioria é uma das mais simples de entender e aplicar, e por isso é reconhecida como quase “natural” à maior parte da população. O grande problema dos sistemas eleitorais é que, com frequência, a quantidade de candidatos disputando determinada vaga é maior do que dois, ou a maioria está longe de ser clara, o que impede a aplicação pura da regra citada.
      Os princípios a serem atendidos por um sistema eleitoral são os seguintes: proporcionalidade, potencial para o voto tático, aceitabilidade das escolhas, popularidade das escolhas e simplicidade. Isso quer dizer que os resultados eleitorais devem representar os valores e as escolhas da sociedade em seu conjunto, da forma mais acurada possível, ao mesmo tempo em que produz os resultados mais aceitáveis para a maior quantidade possível de eleitores, levando em consideração as preferências de cada um, da forma mais simples possível.
       
      Critérios de Avaliação de Sistemas de Votação
      A própria definição de justiça em relação aos critérios é, compreensivelmente, influenciada pela posição que cada agente ocupa na estrutura política. Um partido menor tende a considerar a cláusula de barreira (que será tratada mais adiante) uma regra que diminui a representação de ideologias ou posturas minoritárias, reduzindo a capacidade democrática do sistema. Um partido maior argumenta que os partidos menores pulverizam a discussão política, dificultam um mínimo consenso político e, no caso do Brasil, servem como redutos fisiológicos (que visam a satisfação de interesses pessoais ou de pequenos grupos em detrimento do bem comum).
      Como afirmado anteriormente, “cada sistema de votação é formado por um conjunto de regras que objetivam privilegiar alguns valores ou resultados, e por isso não existe tal coisa como ‘o melhor sistema’”.
      A solução parcial é comparar os sistemas através de diversos critérios que sejam comumente aceitos. Devem ser analisados, também, outros critérios não diretamente relacionados ao método de votação, mas ao processo eleitoral como um todo, como a velocidade da contagem, a simplicidade, a possibilidade de voto tático, entre outros.
       
      2.1. MÉTODOS DE VENCEDOR ÚNICO
      Os sistemas de vencedor único podem ser classificados no tipo de cédulas que usam. Os sistemas de votação binários são aqueles em que um votante pode aceitar ou não em um dado candidato. Em sistemas de votação ordenados, cada votante dispõe os candidatos em ordem de preferência. Nos sistemas de votação por nota, os votantes dão uma nota para cada candidato.
       
      Métodos de votação binários ou majoritários
      O método de votação de candidato único que prevalece é o da pluralidade (também chamado "o primeiro a passar a marca", "maioria relativa", ou "ganhador toma tudo"), em que cada votante vota em uma escolha, e a escolha que recebe mais votos vence, ainda que receba menos que a maioria dos votos.
      A votação por aprovação é outro método binário, onde os votantes podem votar em tantos candidatos quiserem. A escolha que receber mais aprovações vence.
      Os métodos de múltiplos turnos adotam mais de uma rodada de votação plural para garantir que o vencedor é eleito pela maioria. Geralmente, a votação ocorre em dois turnos, o segundo método mais comumente usado em eleições, no qual ocorre um segundo turno entre os dois candidatos mais votados se não houver maioria no primeiro. Nas eleições com votação com eliminação por turno, o candidato menos votado é eliminado até que haja uma maioria. Na eleição com votação com turnos exaustivos, nenhum candidato é eliminado, a votação é simplesmente repetida até que haja uma maioria.
       
      Métodos de Votação Ordenados
      Esses métodos de votação, também conhecidos como métodos de votação preferencial, permitem que o votante organize os candidatos numa lista em ordem de preferência. Há também a possibilidade de não votar em todos os candidatos, ou seja, não ordená-los.
      A votação com turnos instantâneos (IRV, ou instant-runoff voting, em inglês), é o método de votação ordenada mais comum do mundo, embora isso não signifique muito em termos absolutos nem de importância.
      O objetivo do IRV é simular, como o nome sugere, uma eleição com múltiplos turnos, mas cujo resultado seja instantâneo. Ou seja, a ordem dos votos, de acordo com algumas regras, define, de forma sucessiva, o vencedor final, substituindo a necessidade dos eleitores comparecerem a cada um dos turnos a medidas que os resultados forem se apresentando. O candidato que receber menos votos como primeira opção é eliminado, e todos aqueles que votaram nele como primeira opção passam o seu voto para a opção individual seguinte, a segunda, mantendo-se a primeira opção de todos os outros que votaram em candidatos não eliminados. Se nesse segundo turno o candidato eliminado for essa segunda opção, passa-se a terceira e assim sucessivamente, até que um candidato acumule a maioria dos votos. Dessa forma, não há votos totalmente derrotados, porque a possibilidade de se estabelecerem consensos é maior, ainda que poucos consigam eleger sua primeira opção.
      Uma abordagem alternativa é o método de Borda, ou contagem de Borda, criada pelo matemático francês Jean-Charles Borda. Nesse método, os eleitores distribuem pontos para os candidatos ao ranqueá-los numa ordem, de forma que o último receba um ponto, o penúltimo dois pontos, e assim sucessivamente, sempre com uma diferença de um ponto. Ao fim, aquele que somar mais pontos é o vencedor.
       
      Métodos de Condorcet
      Os métodos de Condorcet, ou métodos de paridade, criados pelo filósofo e matemático francês marquês de Condorcet, são um conjunto de métodos de votação ordenada que seguem o critério de Condorcet. O critério afirma que o vencedor do processo deve ser aquele que vence todos os outros numa disputa binária, comparando todo par de opções, mas não necessariamente aquele que tem a maior parte dos votos. Esses métodos são referidos como métodos de Condorcet, porque o critério de Condorcet, já citado, garante que todos eles dão o mesmo resultado na maioria das eleições em que existe um vencedor de Condorcet.
      O paradoxo de Condorcet, por outro lado, implica que há situações onde não há um vencedor claro segundo os critérios estabelecidos – por exemplo, A supera B, B supera C e C supera A. Uma das formas de resolver esse paradoxo é o minimax, onde o vencedor é aquele superado pela menor margem na sua pior derrota. A resolução através do método de Copeland, alternativamente, declara vencedor do certame aquele que vencer a maioria das comparações entre pares.
       
      Métodos de Borda
      O método de Borda, ou contagem de Borda, foi proposto por Jean-Charles Borda, matemático alemão, em 1770. Se assemelha ao método ordenado, mas difere no sentido de que não há substituição da próxima opção não eliminada, e sim pontuação ordenada aos candidatos. O método de Borda pode ser descrito como um meio termo entre o método ordenado e o método de votação por nota.
      O candidato preferido de cada eleitor recebe uma quantidade de pontos igual ao número de candidatos concorrendo. O segundo recebe o mesmo número menos um, do terceiro se retira dois, e assim sucessivamente, de forma que o último colocado receba apenas um ponto. No fim, quem obtiver mais pontos é eleito.
       
      Métodos de Votação por Nota
      A votação por nota se assemelha à votação ordenada, sendo mais flexível que esta. A soma das notas, é claro, define quem é o vencedor da eleição. De certa forma, a votação por aprovação, onde os eleitores dizem que se aprovam ou não cada um dos candidatos, é uma forma de votação por nota, senso essas notas zero e um. As notas possíveis dependem das regras específicas de cada sistema. Podem haver limite máximo ou mínimo de nota (ou pontos) por eleitor, dessa forma fazendo com que este calcule as notas que deseja distribuir.
      Nesse sistema, a ideia de notas em si é deturpada em relação ao senso comum, já que ela presume um grau de avaliação individual com pouca relação aos demais competidores, como seria, por exemplo, o sistema de notas de uma escola ou faculdade. Se há um candidato absolutamente preferido, por exemplo, as pessoas se sentem inclinadas a dar a nota máxima a esse candidato e a nota mínima aos demais, enfraquecendo o objetivo do método.
      No caso da distribuição de pontos com mínimo e máximo geral, o que se faz não é dar uma nota, mas ordenar com diferentes graus de preferência os candidatos a disposição.
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