Jump to content
Sign in to follow this  
Lowko é Powko

Sin Tax - Lá vai o Liberal

Recommended Posts

Lowko é Powko

“O cara fuma muito? Bebe muito? Taca um imposto nele”, diz Guedes

07.11.19 13:19

 

Em palestra no TCU, Paulo Guedes disse que a reforma tributária está quase pronta para ser enviada ao Congresso, informa o Metrópoles.

Guedes afirmou que estão em seus planos o que ele chamou de “impostos sobre o pecado”.

“Vamos ver no Congresso. O cara fuma muito? Bebe muito? Taca um imposto nele. Porque, se fuma muito, vai ter problema de pulmão lá na frente, vai ocupar hospital público, então põe logo um imposto nele (…). Vício tem que ser caro, para ver se desincentiva.”

Share this post


Link to post
Share on other sites
Buzzuh

Teremos que colocar fogo em carros.

Share this post


Link to post
Share on other sites
F J

Tem que por imposto em igreja tambem, quem reza demais podia ta trabalhando e girando a econominha

Share this post


Link to post
Share on other sites
DiegoCosta7
4 horas atrás, F J disse:

Tem que por imposto em igreja tambem, quem reza demais podia ta trabalhando e girando a econominha

Boa !!!!!!!!! 

Share this post


Link to post
Share on other sites
Roman

Guedes é facim de pegar frase solta e transformar em manchete sensacionalista.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Dr.Thales

Taxa mais que tá pouco.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Lowko é Powko

Imaginem, num país onde a tributação do cigarro gira os 88%, podendo chegar aos 92% (RJ), e onde mais da metade dos cigarros já são contrabandeados. A nossa tributação está muito, muito acima da média mundial. Eu não me surpreenderia se descobrisse que é a mais alta do mundo.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Douglas.
3 horas atrás, Lowko é Powko disse:

Imaginem, num país onde a tributação do cigarro gira os 88%, podendo chegar aos 92% (RJ), e onde mais da metade dos cigarros já são contrabandeados. A nossa tributação está muito, muito acima da média mundial. Eu não me surpreenderia se descobrisse que é a mais alta do mundo.

 

https://taxfoundation.org/cigarette-tax-europe-2019/

https://taxfoundation.org/2019-state-cigarette-tax-rankings/

 

Média da Europa é 80.2% mas na Estônia e no Reino Unido passam dos 90%.

Nos EUA a média parece menor mas não contabiliza impostos locais onde eles existem:

Citar

When a consumer purchased a pack of cigarettes in 2016, federal and state taxes made up 44.3 percent of the final price, on average. It’s important to note that local cigarette taxes also apply in some states, even though they’re not included in this map. In Chicago, for example, the combination of state, county, and city taxes add $6.16 to the price of a pack of cigarettes. In New York City, smokers pay $5.85 in taxes alone on a pack of cigarettes.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
Lowko é Powko

Calculei por cima aqui a tributação nos EUA e ainda me parece menor, por volta dos 80% os mais caros.

Em pesquisa rápida, também, vi que o cigarro brasileiro não é, percentualmente, o mais caro do mundo, mas deve ser top 5. Mas considerando a renda média, temos potencialmente o cigarro mais caro do mundo. O cigarro do Rio de Janeiro, até onde pesquisei, é o que possui a maior tributação do planeta, ao menos.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Sign in to follow this  

  • Similar Content

    • David Reis
      By David Reis
      Nessa semana aconteceram dois fatos que mostram o quanto eventos esportivos ou posicionamentos de figuras ligadas ao esporte estão altamente ligados com questões geopolíticas:
      1) Jogo da Liga Europa entre F91 Dudelange e Qarabag é interrompido em Luxemburgo:
      Um drone com a bandeira da Armênia sobrevoou o estádio e irritou os jogadores do Qarabag, que é do Azerbaijão. Vale ressaltar que ano passado, o atleta armênio, então jogador do Arsenal, Henrich Mkhitaryan se recusou a jogar a final da Liga Europa contra o Chelsea em Baku, por temer por sua segurança no país.
      O conflito entre os países acontece por causa da região Nagorno-Karabakh, historicamente reivindicada pelos Armênios mas que faz parte do Azerbaijão.
      2) GM do Houston Rockets, Daryl Morey, publica no Twitter mensagens em forma de apoio a Hong Kong durante pré-temporada do time na China:
      Além disso, a empresa que transmite os jogos da NBA anunciou que não haverá conteúdo sobre os Rockets. Vale ressaltar que a China é o segundo maior mercado da NBA no mundo. Uma curiosidade é que um dos atletas chineses mais lendários da história, Yao Ming, foi jogador dos Rockets na década passada.
      Os protestos em Hong-Kong, que é uma região autônoma pertencente a China, se iniciaram por conta de um projeto de lei que mudava as regras de extradição de cidadãos de Hong-Kong, que poderia levar alguns a serem levados a julgamento na China, onde há um controle do governo sobre as decisões jurídicas. Há um temor que a autonomia da região em relação ao governo chinês esteja sendo comprometida.
    • Aleef
      By Aleef
      Almeidinha: " Direitos humanos para humanos direitos"
      "Direitos humanos para humanos direitos". Este é o lema do Almeidinha, um brasileiro médio para quem a “crise de segurança” é só papo de intelectual
       
      Almeidinha era o sujeito inventado pelos amigos de faculdade para personalizar tudo o que não queríamos nos transformar ao longo dos anos. A projeção era a de um cidadão médio: resmungão em casa, satisfeito com o emprego na “firma” e à espera da aposentadoria para poder tomar banho, colocar pijama às quatro da tarde, assistir ao Datena e reclamar da janta preparada pela esposa. O Almeidinha é aquele sujeito capaz de rir de qualquer piada de português, negro, gay e loira. Que guarda revistas pornográficas no armário, baba nas pernas da vizinha desquitada (é assim que ele fala) mas implica quando a filha coloca um vestido mais curto. Que não perde a chance de dizer o quanto a esposa (ele chama de “patroa”) engordou desde o casamento.
      O Almeidinha, para nosso espanto, está hoje em toda parte. Multiplicou-se em proporção geométrica e, com os anos, se modernizou. O sujeito que montava no carro no fim de semana e levava a família para ir ao jardim zoológico dar pipoca aos macacos (apesar das placas de proibição) sucumbiu ao sinal dos tempos e aderiu à internet. Virou um militante das correntes de e-mail com alertas sobre o perigo comunista, as contas no exterior do ex-presidente, os planos do Congresso para acabar com o 13º salário. Depois foi para o Orkut. Depois para o Facebook. Ali encontrou os amigos da firma que todos os dias o lembram dos perigos de se viver num mundo sem valores familiares. O Almeidinha presta serviços humanitários ao compartilhar alarmes sobre privacidade na rede, homenagens a pessoas doentes e fotos de crianças deformadas. O Almeidinha também distribui bons dias aos amigos com piadas sobre o Verdão ("estude para o vestibular porque vai cair… hihihi") e mensagens motivacionais. A favorita é aquela sobre amar as pessoas como se não houvesse amanhã, que ele jura ser do Cazuza mas chegou a ele como Caio Fernandes (sic) Abreu.
      O Almeidinha gosta também de se posicionar sobre os assuntos que causam comoção. Para ele, a atual onda de violência em São Paulo só acontece porque os pobres, para ele potenciais criminosos (seja assassino ou ladrão de galinha) têm direitos demais. O Almeidinha tem um lema: “Direitos Humanos para Humanos Direitos”. Aliás, é ouvir essa expressão, que ele não sabe definir muito bem, e o Almeidinha boa praça e inofensivo da vizinhança se transforma. “Lógica da criminalidade”, “superlotação de presídios”, “sindicato do crime”, “enfrentamento”, “uso excessivo da força”, para ele, é conversa de intelectual. E se tem uma coisa que o Almeidinha detesta mais que o Lula ou o Mano Menezes (sempre nesta ordem) é intelectual. O Almeidinha tem pavor. Tivesse duas bombas eram dois endereços certos: a favela e a USP. A favela porque ele acredita no governador Sergio Cabral quando ele fala em fábrica de marginais. A USP porque está cansado de trabalhar para pagar a conta de gente que não tem nada a fazer a não ser promover greves, invasões, protestos e espalhar palavras difíceis. O Almeidinha vota no primeiro candidato que propuser esterilizar a fábrica de marginal e a construção de um estacionamento no lugar da universidade pública.
      Uma metralhadora na mão do Almeidinha e não sobraria vagabundo na Terra. (O Almeidinha até fala baixo para não ser repreendido pela “patroa”, mas se alguém falar ao ouvido dele que “Hitler não estava assim tão errado” ganha um amigo para o resto da vida).
      A cólera, que o fazia acordar condenando o mundo pela manhã, está agora controlada graças aos remédios. O Almeidinha evoluiu muito desde então. Embora desconfiado, o Almeidinha anda numas, por exemplo, de que agora as coisas estão entrando nos eixos porque os políticos – para ele a representação de tudo o que o impediu de ter uma casa na praia – estão indo para a cadeia. Ele não entende uma palavra do que diz o tal do Joaquim Barbosa, mas já reservou espaço para um pôster do ministro do Supremo ao lado do cartaz do Luciano Huck (“cara bom, ajuda as pessoas”) e do Rafinha Bastos (“ele sim tem coragem de falar a verdade”). O Almeidinha não teve colegas negros na escola nem na faculdade, mas ele acha que o exemplo de Barbosa e do presidente Barack Obama é prova inequívoca de que o sistema de cotas é uma medida populista. É o que dizia o “meme” que ele espalhou no Facebook com o argumento de que, na escravidão, o tráfico de escravos tinha participação dos africanos. Por isso, quando o assunto encrespa, ele costuma recorrer ao “nada contra, até tenho amigos de cor (é assim que ele fala), mas muitos deles têm preconceitos contra eles mesmos”.
      O Almeidinha costuma repetir também que os pobres é que não se ajudam. Vê o caso da empregada, que achou pouco ganhar vinte reais por dia para lavar suas cuecas e preferiu voltar a estudar. Culpa do Bolsa Família, ele diz, esse instrumento eleitoral que leva todos os nordestinos, descendentes de nordestinos e simpatizantes de nordestinos a votar com medo de perder a boquinha. Em tempo: o filho do Almeidinha tem quase 30 anos e nunca trabalhou. Falta de oportunidade, diz o Almeidinha, só porque o filho não tem pistolão. Vagabundo é outra coisa. Outra cor. Como o pai, o filho do Almeidinha detesta qualquer tipo de bolsa governamental. A bolsa-gasolina que recebe do pai, garante, é outra coisa. Não mexe com recurso público. (O Almeidinha não conta pra ninguém, mas liga todo dia, duas vezes por dia, para o primo de um conhecido instalado na prefeitura para saber se não tem uma boca de assessor para o filho em algum gabinete).
      O filho do Almeidinha também é ativista virtual. Curte PlayStation, as sacadas do Willy Wonka, frases sobre erros de gramática do Enem, frases sobre o frio, sobre o que comer no almoço e sobre as bebedeiras com os moleques no fim de semana (segue a página de oito marcas de cerveja). Compartilha vídeos de propagandas de carro e fotos de mulheres barrigudas e sem dentes na praia. Riu até doer a barriga com a página das barangas. Detesta política – ele não passa um dia sem lembrar a eleição do Tiririca para dizer que só tem palhaço em Brasília. E se sente vingado toda vez que alguém do CQC faz “lero-lero” na frente do Congresso. Acha todos eles uns caras fodásticos (é assim que ele fala). Talvez até mais que o Arnaldo Jabor. Pensa em votar com nariz de palhaço na próxima eleição (pensa em fazer isso até que o voto deixe de ser obrigatório e ele possa aproveitar o domingo no videogame). Até lá, vai seguir destruindo placas e cavaletes que atrapalham suas andanças pela cidade.
      Como o pai, o filho do Almeidinha tem respostas e certezas para tudo. Não viveu na ditadura, mas morre de saudade dos tempos em que as coisas funcionavam. Espera ansioso um plebiscito para introduzir de vez a pena de morte (a única solução para a malandragem) e reduzir a maioridade penal até o dia em que se poderá levar bebês de oito meses para a cadeia. Quer um plebiscito também para acabar com a Marcha das Vadias. O que é bonito, para ele, é para se ver. E se tocar. E ninguém ouve cantada se não provoca (a favorita dele é “hoje não é seu aniversário mas você está de parabéns, sua linda”. Fala isso com os amigos e sai em disparada no carro do pai. O filho do Almeidinha era “O” zoão da turma na facul).
      Pai e filho estão cada vez mais parecidos. O pai já joga Playstation e o menino de 30 anos já fala sobre a decadência dos costumes. Para tudo têm uma sentença: “Ê, Brasil”. Almeidinha pai e Almeidinha filho têm admiração similar ao estilo civilizado de vida europeu. Não passam um dia sem dizer que a vida, deles e da humanidade em geral, seria melhor se o país fosse dividido entre o Brasil do Sul e o Brasil do Norte. Quando esse dia chegar, garantem, o Brasil enfim será o país do presente e não do futuro. Um país à imagem e semelhança de um Almeidinha.
       
       
       
       
       
      Texto escrito pro Carta Capital em 2012 nas épocas das eleições. Continua atual.
    • Aleef
      By Aleef
      Podcast Presidente da Semana conta a história de Jair Bolsonaro; ouça
       
      Fatos relevantes
      1º de Novembro de 2018 - Moro aceita convite de Bolsonaro para comandar Ministério da Justiça
      "Sua agenda anti-corrupção, anti-crime organizado, bem como respeito à Constituição e às leis será o nosso norte!", afirmou Bolsonaro.
      22 de Novembro de 2018 - Bolsonaro anuncia Ricardo Velez Rodriguez como ministro da Educação
      "Aceitei a indicação movido unicamente por um motivo: tornar realidade, no terreno do MEC, a proposta de governo externada pelo candidato Jair Bolsonaro, de 'Mais Brasil, menos Brasília'" - Ricardo Velez Rodriguez.
      6 de Dezembro de 2018 - Coaf aponta que ex-motorista de Flávio Bolsonaro movimentou mais de R$ 1,2 milhão em operações suspeitas
      "Fabrício Queiroz trabalhou comigo por mais de dez anos e sempre foi da minha confiança. Nunca soube de algo que desabonasse sua conduta. Em outubro foi exonerado, a pedido, para tratar de sua passagem para a inatividade. Tenho certeza de que ele dará todos os esclarecimentos." - Flávio Bolsonaro.
      8 de Janeiro de 2019 - Filho de Mourão assume assessoria especial da presidência do Banco do Brasil
      "Meu filho, Antônio, ingressou por concurso no BB há 19 anos. Com excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do Presidente do Banco foi escolhido por ele para sua assessoria. Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados." - General Mourão.
      14 de Janeiro de 2019 - Coaf aponta que Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos suspeitos em 1 mês, no total de R$ 96 mil
      Na reclamação ao STF, Flávio Bolsonaro argumentou que o Ministério Público do Rio se utilizou do Coaf para "criar atalho e se furtar ao controle do poder judiciário, realizando verdadeira burla às regras constitucionais de quebra de sigilo bancário e fiscal"
      18 de Fevereiro de 2019 - Governo anuncia demissão de Bebianno; Floriano Peixoto assume Secretaria-Geral
      "O desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça" - Gustavo Bebbiano.
      20 de Fevereiro de 2019 - Governo apresenta proposta de Reforma da Previdência para a Câmara
      “A reforma interessa a todo o Brasil, até para o servidor, porque se não reformar vai faltar dinheiro para pagar o servidor lá na frente. É uma maneira que nós temos de mostrar para o mundo lá fora, e para os investidores aqui dentro, que estamos fazendo o dever de casa” - Jair Bolsonaro
      8 de Abril de 2019 - Vélez Rodríguez é demitido e Bolsonaro anuncia novo ministro da Educação
      "Comunico a todos a indicação do Professor Abraham Weintraub ao cargo de Ministro da Educação. Abraham é doutor, professor universitário e possui ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta. Aproveito para agradecer ao Prof. Velez pelos serviços prestados." - Jair Bolsonaro
      17 de Junho de 2019 - Em novo diálogo vazado, Moro orienta força-tarefa da Lava Jato a contestar na imprensa depoimento de Lula
      "O que eu vejo ali, nas mensagens que foram divulgadas, tem algumas coisas que, eventualmente, eu possa ter dito. Tem algumas coisas que me causam estranheza..." - Sérgio Moro.
    • Dinheiro Tardelli
      By Dinheiro Tardelli
      Ainda que hajam indícios de autoria e da existência do crime, a lei é clara: a prisão preventiva (que foi declara no caso, uma das poucas previstas antes de condenação) só existe se satisfazer um ou mais dos seguintes requisitos: garantia da ordem publica; garantia da ordem econômica; conveniência da investigação criminal; assegurar a aplicação da lei.
      A lei preceitua também que toda decisão judicial deve ser fundamentada. No caso, o juiz entendeu que o requisito seria a garantia da ordem pública, mas hora nenhuma traz argumentos sólidos que sustentam isso.
      Os juízes se tornaram verdadeiros justiceiros. Isso vai custar caro para o país ainda...
×
×
  • Create New...