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Bruno Trink

África, o berço da bola - Melhorando os melhores [23.01]

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Bruno Trink

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Keshi faleceu em 2016 e hoje, seis anos depois daquela declaração, muito pouco mudou. É fato que os treinadores de Argélia e Senegal, finalistas da competição de seleções africanas, defendem seus próprios países de nascimento. A bem da verdade, o argelino Djamel Belmadi nasceu em Champigny-sur-Marne, na França. No entanto, no total, 66% dos treinadores, 15 de 24, eram estrangeiros.

A ideia é simples: explorar o futebol no continente africano com um treinador de nacionalidade africana. Para isso, foram adicionadas, além das ligas da África do Sul, originais do jogo, as ligas de outros nove países utilizando o update do @Timo@. Não pretendo me prender a objetivos. Encarnarei um treinador mauriciano, com um perfil inexperiente e começo desempregado. A nacionalidade foi escolhida por dois motivos. Primeiro, um país que não está entre as ligas selecionadas para o save. Segundo, não queria uma nação envolvida com ditaduras sanguinárias. As Ilhas Maurício, muito pelo contrário, que já foram colônia holandesa, depois francesa e, então, britânica, hoje são um exemplo de democracia, mesmo com algumas questões de corrupção, e tem um dos maiores índices no ranking da Freedom House.

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Não vou sair do continente, a intenção é fortalecer o futebol africano. A ver até onde posso chegar...

 

Índice:

 

Histórico:

Spoiler

Odupong Ofaakor Unistar Soccer Academy

  • Temporada 2019
    • MTN FA Cup: eliminado na 3ª rodada
    • GN Bank Division One League: campeão do grupo C
  • Temporada 2020
    • deixei o clube por causa de um bug no update

Diambars FC de Saly

  • Temporada 2020/21
    • CAF Confederation Cup: eliminado na 1ª fase eliminatória
    • Ligue 1: campeão
    • Coupe du Sénégal: semifinalista
    • Coupe de la Ligue: semifinalista
  • Temporada 2021/22
    • CAF Champions League: campeão
    • Ligue 1: campeão
    • Coupe du Sénégal: campeão
    • Coupe de la Ligue: eliminado nas quartas de final
  • Temporada 2022/23
    • CAF Super Cup: campeão
    • CAF Champions League: eliminado nas quartas de final
    • Ligue 1: campeão
    • Coupe du Sénégal: campeão
    • Coupe de la Ligue: campeão

Sohag FC

  • Temporada 2023/24
    • Egyptian Cup: eliminado na 2ª rodada
    • Egyptian Premier League: 8º colocado

Al-Ahly Sporting Club

  • Temporada 2024/25
    • Egyptian Premier League: campeão
    • Egyptian Cup: semifinalista
    • CAF Confederation Cup: campeão
    • CAF Champions League: campeão
  • Temporada 2025/26
    • Egyptian Premier League: campeão
    • Egyptian Cup: campeão
    • CAF Super Cup: campeão
    • Mundial Interclubes: 3º colocado
    • Egyptian Super Cup: vice-campeão
  • Temporada 2026/27

 

Ligas selecionadas:

Spoiler

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maiconandrade

Boa diversão!

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PauloLima13

Boa sorte, tudo pra ser uma historia impar 

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Khroiskantis

Boa sorte

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Bruno Trink
2 horas atrás, maiconandrade disse:

Boa diversão!

 

1 hora atrás, PauloLima13 disse:

Boa sorte, tudo pra ser uma historia impar 

 

1 hora atrás, Khroiskantis disse:

Boa sorte

Obrigado, @maiconandrade, @PauloLima13 e @Khroiskantis!

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Neynaocai

Show de bola. Na expectativa.

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Andreh68

Ah, ia ser meu futuro save, que está há 4 anos esperando sua hora!

Menos mal que está em boas mãos!

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ggpofm

Gostei da proposta do save e da escolha da nacionalidade do treinador. Mais do que nunca, a democracia se faz necessária. Boa sorte, Bruno.

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Lanko

Acompanhando!

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Thiago Snitram

gostei

boa sorte

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Jirimias

Acompanhando desde o início. Boa sorte neste safari, quer dizer, neste save!

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Bigode.

Desafio interessante. Estarei aqui acompanhando também. Boa sorte!

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Bruno Trink
19 horas atrás, Neynaocai disse:

Show de bola. Na expectativa.

Valeu!

 

19 horas atrás, Andreh68 disse:

Ah, ia ser meu futuro save, que está há 4 anos esperando sua hora!

Menos mal que está em boas mãos!

Ah, pena! Mas depois que o @Johann Duwe foi pra Escandinávia e o @vinny_dp "roubou" minha ideia de América do Sul, sobrou a África na minha listinha. Queria fugir um pouco da Europa, dar um tempo desse roteiro campeonato nacional/Champions League.

Espero fazer jus à expectativa!

 

18 horas atrás, ggpofm disse:

Gostei da proposta do save e da escolha da nacionalidade do treinador. Mais do que nunca, a democracia se faz necessária. Boa sorte, Bruno.

Fundamental. Estava quase certo de fazer um treinador etíope mas esse ranking da Freedom House mudou meus planos. Vi que a democracia lá não é assim tão democrática, que só mudou um pouco nos últimos anos.

 

18 horas atrás, Lanko disse:

Acompanhando!

👍🏻

18 horas atrás, Thiago Snitram disse:

gostei

boa sorte

Obrigado!

17 horas atrás, El Ligero disse:

Desafio sensacional, vou acompanhar!

Seja bem vindo!

13 horas atrás, Jirimias disse:

Acompanhando desde o início. Boa sorte neste safari, quer dizer, neste save!

Nem tinha me lembrado de safári, podia ter usado isso para nomear o save...😉

 

11 horas atrás, Bigode. disse:

Desafio interessante. Estarei aqui acompanhando também. Boa sorte!

O desafio vai ser grande, especialmente para mim que me acostumei a jogar com "famosos".

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Neynaocai
19 horas atrás, Andreh68 disse:

Ah, ia ser meu futuro save, que está há 4 anos esperando sua hora!

Ninguém saí da Rússia, meu amigo.

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Andreh68
36 minutos atrás, Neynaocai disse:

Ninguém saí da Rússia, meu amigo.

kkkkk, não ileso.

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managersergipano

Não lembro de ter visto algum save na África. Eu mesmo, jogo a mais de 10 anos, e só joguei com seleções africanas, nunca com clubes (e geralmente só em um ciclo). Realmente inovador, parabéns pela escolha, e bom jogo!

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Tsuru

A Àfrica literalmente é um continente a ser explorado. Aqui na área foram poucos saves por lá - teve o Tributo a Ernst Happel e eu fiz um no FM 09 (não concluído), mas ambos começavam na África do Sul e tinham como meta ir para a Europa.

Gostei muito da proposta, vai ser bem interessante ver esse passeio pelos diversos países e mesmo a busca por reconhecimento mundial.

Bom save!

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Bruno Trink
18 horas atrás, managersergipano disse:

Não lembro de ter visto algum save na África. Eu mesmo, jogo a mais de 10 anos, e só joguei com seleções africanas, nunca com clubes (e geralmente só em um ciclo). Realmente inovador, parabéns pela escolha, e bom jogo!

Também não me lembrava de save na África, foi um dos motivos para ter escolhido o continente. Espero me divertir jogando por lá.

 

16 horas atrás, Tsuru disse:

A Àfrica literalmente é um continente a ser explorado. Aqui na área foram poucos saves por lá - teve o Tributo a Ernst Happel e eu fiz um no FM 09 (não concluído), mas ambos começavam na África do Sul e tinham como meta ir para a Europa.

Gostei muito da proposta, vai ser bem interessante ver esse passeio pelos diversos países e mesmo a busca por reconhecimento mundial.

Bom save!

Acho que faltam saves na África por causa da questão das ligas licenciadas. Como só tem a África do Sul, temos que depender dos updates. Eu mesmo fiquei bem com o pé atrás antes de começar esse aqui com medo de precisar interromper no meio por causa de erros. Mas resolvi arriscar.

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Bruno Trink

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Odupong Ofaakor Unistar Soccer Academy

30 de novembro de 2018

Duas decisões a se tomar ao iniciar essa aventura na África. A primeira, mais simples, dizia respeito ao perfil do treinador. Como havia dito, optei por um treinador mauriciano, desempregado e inexperiente. O jogo me sugeriu começar com uma licença Nacional A mas, para tornar ainda mais próximo da realidade, Vincent Appadoo, 31 anos, nascido em Curepipe, não tem nenhuma licença e nunca jogou futebol, a não ser nas peladas de fim de semana nos campinhos das Ilhas Maurício.

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Assim, passamos para a segunda decisão, onde trabalhar. O save começa no fim de novembro de 2018 e as ligas dos países selecionados se encontram em momentos diferentes de suas temporadas. Algumas seguem o calendário europeu, outras atuam com calendários anuais. Havia algo em torno de 150 clubes sem treinadores, não tinha a menor condição de aplicar para todos os empregos e esperar entrevistas deles, mesmo que fossem algumas dezenas. A estratégia escolhida, então, foi de buscar os clubes amadores ou semiprofissionais, especialmente as famosas academias. No final, fiquei reduzido a cinco opções em quatro países diferentes e apliquei para todas elas.

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Só quatro haviam me chamado para entrevistas quando a primeira proposta chegou. Coincidentemente, foi do único país que joga com calendário anual, que seria minha preferência por poder iniciar um trabalho sem vícios. A Odupong Ofaakor Unistar Soccer Academy, ou Unistar Academy, é um clube de futebol de Gana que atua na GN Bank Division One League. A Division One League, equivalente à segunda divisão, tem 48 clubes divididos em três grupos de dezesseis times que se enfrentam duas vezes. O primeiro colocado de cada grupo sobe para a primeira divisão.

A Unistar Academy, como o próprio nome indica, é uma academia e somente pode contratar jogadores com até 20 anos. Encontrei um elenco com 19 jogadores, a grande maioria com apenas 17 anos, todos bastante promissores de acordo com a avaliação do assistente técnico. Três são os destaques: o meia atacante Bright Owusu e dois meias que jogam pela esquerda, Eric Yeboah e Joseph Diallo. Já é a primeira dor de cabeça, como encaixar esses dois, que fazem a mesma função, no time titular. Como esperado, falta profundidade ao elenco e existem algumas claras carências no grupo, sendo a principal na faixa central do meio de campo. A ver como reforçar o time, uma vez que não há dinheiro para transferências e pouquíssima margem no orçamento salarial.

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Para isso, será fundamental o primeiro passo, que será estruturar a comissão técnica da equipe. Hoje o clube conta apenas com o assistente técnico, o olheiro chefe e o fisioterapeuta chefe. Precisaremos de olheiros minimamente razoáveis para encontrar reforços a custo zero, talvez empréstimos de clubes da primeira divisão. Além disso, há espaço para três preparadores que poderão ser um físico, um de goleiros e um geral. Ao menos teremos tempo para buscar isso tudo com calma já que o time estreia apenas em fevereiro de 2019.

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Andreh68
4 horas atrás, Bruno Trink disse:

Três são os destaques: o meia atacante Bright Owusu e dois meias que jogam pela esquerda, Eric Yeboah e Joseph Diallo. Já é a primeira dor de cabeça, como encaixar esses dois, que fazem a mesma função, no time titular. Como esperado, falta profundidade ao elenco e existem algumas claras carências no grupo, sendo a principal na faixa central do meio de campo. A ver como reforçar o time, uma vez que não há dinheiro para transferências e pouquíssima margem no orçamento salarial.

O Owusu parece bem raazoável. Bem vindo a Africa. Não sei se os times são tão mal montados assim, ou se é um problema de pesquisa ou de database, mas o improviso é a regra!

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marciof89

Owusu é um bom jogador, consigo imaginar ele sendo o craque desse time.

Vai ter trabalho. Eu imaginava mesmo que os times na África, ainda mais em divisões inferiores, fossem completamente esgotados em grana. Vamos ver o que você arruma por ai na Gana.

Boa sorte!

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Tsuru

Owosu parece craque mesmo, tem tudo para ser o destaque do time.

Vai ter trabalho, falta grana e só consegue subir se for campeão. Por outro lado o nível dos adversários deve ser bem ruim, então encaixando o time as coisas devem caminhar bem.

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PedroJr14

Belo desafio. É legal ver que o futebol sempre sobreviveu na África mesmo com todas as adversidades. É legal de ver também a evolução de algumas seleções e as surpresas que a Copa Africana de nações nos traz a cada edição. Espero que tenha uma boa diversão, estarei acompanhando.

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Bruno Trink
Em ‎02‎/‎08‎/‎2019 em 20:23, Andreh68 disse:

O Owusu parece bem raazoável. Bem vindo a Africa. Não sei se os times são tão mal montados assim, ou se é um problema de pesquisa ou de database, mas o improviso é a regra!

Não reparei se todos os times são assim mas não vou reclamar. A maioria dos garotos são newgens, devo ter dado azar. Terei que dar meu jeito.

 

Em ‎02‎/‎08‎/‎2019 em 20:49, marciof89 disse:

Owusu é um bom jogador, consigo imaginar ele sendo o craque desse time.

Vai ter trabalho. Eu imaginava mesmo que os times na África, ainda mais em divisões inferiores, fossem completamente esgotados em grana. Vamos ver o que você arruma por ai na Gana.

Boa sorte!

Não imaginava que o início fosse ser muito diferente disso. Estou encontrando algumas dificuldades nas contratações, tanto de jogadores quanto de staff. O que vier é lucro.

 

5 horas atrás, Tsuru disse:

Owosu parece craque mesmo, tem tudo para ser o destaque do time.

Vai ter trabalho, falta grana e só consegue subir se for campeão. Por outro lado o nível dos adversários deve ser bem ruim, então encaixando o time as coisas devem caminhar bem.

Todos falando do Owusu, ele é o melhorzinho do time, sim.

Não estou pensando em acesso ainda não, muito complicado para um time que é academia, que tem limitação de idade. Mas vamos até onde der.

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    • Neynaocai
      By Neynaocai
      “Depois de maio de 1940, os bons tempos se acabaram: primeiro a guerra a capitulação, seguida da chegada dos alemães. Foi então que, realmente, principiaram os sofrimentos dos judeus. Decretos anti-semitas surgiam, uns após os outros, em rápida sucessão. Os judeus tinham de usar, bem à vista, uma estrela amarela; os judeus tinham de entregar suas bicicletas; os judeus não podiam andar de bonde; os judeus não podiam dirigir automóveis. Só lhes era permitido fazer compras das três as cinco e, mesmo assim, apenas em lojas que tivessem uma placa com os dizeres: LOSA ISRAELIA. Os judeus eram obrigados a se recolher a suas casas às oito da noite, e, depois dessa hora, não podiam sentar-se nem mesmo em seus próprios jardins. Os judeus não podiam frequentar teatros, cinemas e outros locais de diversão. Os judeus não podiam praticar esportes publicamente. Piscinas, quadras de tênis, campos de hóquei e outros locais para a prática de esportes eram-lhes terminantemente proibidos. Os judeus não podiam visitar os cristãos. Só podiam frequentar escolas judias, sofrendo ainda uma série de restrições semelhantes.
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      Não possuo qualquer ligação com a comunidade judaica, nem ascendência ou apreço maior por algum clube com tal relação. Por outro lado, os absurdos cometidos pelos nazistas foram muito bem documentados para não deixar ninguém incauto. Nada obstante, a idiotice humana aparece com mais força em tempos e situações de escassez (econômica, política, cultural...), portanto não me surpreendem que manifestações preconceituosas se reciclem em nossa história.
      A não ser que cheguemos em um tempo de disponibilidade total de recursos (o que considero improvável), entendo que o preconceito sempre existirá, transmutando-se em mentes fracas e com medo. Sim, o preconceito é a voz do medo e faz do ódio seu fio condutor. Por isso, não consigo ver muito sentido na frase comum: “não acredito que em 2019 alguém ainda pense assim”. Pois pensamos absurdos todo santo dia e o melhor que podemos fazer é explorar nossas opiniões, amadurecê-las e buscar evoluir – a expressão preconceituosa é imatura, fechada em si mesma e irracional.
      Apesar de não ser judeu, meu nome – para quem ainda não sabe – é Israel (tambores de revelação). O livro da Anne Frank chegou agora em minha vida e a genialidade, sensibilidade e capacidade de transmitir a crueldade e dor de um período com a sutileza do olhar de uma criança de 13 anos, me tocou demais.
      Pensei, portanto, em fazer uma jornada entre Alemanha e Holanda, lugares por onde Anne passou. Mas como ficaria um tanto limitado, decidi que vou começar de baixo, trabalhando em clubes com ligações à comunidade judaica, especialmente em Alemanha, Holanda e Israel, eventualmente jogando em algum clube dos EUA. O objetivo é chegar ao topo da carreira treinando Ajax e/ou Tottenham.
      A princípio começaria em Frankfurt, mas não consegui encontrar na base de dados (German System Football League - dica muito boa do @Johann Duwe) que estou utilizando o FC Gudesding Frankfurt, um clube criado por amigos judeus em Frankfurt an Main, cidade de nascimento de Anne. Enquanto procurava, me chamou atenção o TuS Makkabi Berlin e é por lá que vamos começar. Ou melhor, por onde Pedro Van Pels vai começar sua carreira.
       
      Makkabi Berlin
      Fundado em 1898, o clube antecessor Bar Kochba Berlin era uma das maiores organizações judaicas do mundo em 1930, com mais de 40.000 membros de 24 países, parte do movimento geral de Bar-Kochba destinado a promover a educação física e a herança judaica. O clube organizou equipes em vários esportes, incluindo um time de futebol que competiu nas ligas da cidade entre 1911 e 1929. Em 1924, Lilli Henoch, recordista mundial de eventos de discus, arremesso de peso e revezamento de 4 × 100 metros, treinou as mulheres. (Henoch foi assassinada pelos nazistas em um gueto próximo a Riga, Letônia, em 1942).
      Em 1929, o Bar Kochba fundiu-se com o Hakoah Berlin para formar o clube esportivo Bar Kochba-Hakoah . O lado Hakoah teve um sucesso cada vez maior, conquistando três campeonatos consecutivos na divisão inferior entre 1925 e 1927. Eles eram promovidos a cada vez até que, em 1928, jogavam futebol de primeira linha. O lado recém-combinado continuou a competir como Hakoah depois de 1929.
      A ascensão ao poder dos nazistas no início dos anos 30 levou à discriminação contra judeus e, em 1933, as equipes judias foram excluídas da competição geral e limitadas a jogar em ligas ou torneios separados. Em 1938, as equipes judaicas foram banidas imediatamente, quando a discriminação se transformou em perseguição.
      Em 26 de novembro de 1970, o TuS Makkabi Berlin foi formado a partir da fusão da Bar-Kochba Berlin (ginástica e atletismo), Hakoah Berlin (futebol, restabelecido em 1945) e Makkabi Berlin (boxe).
      Aparentemente não possui quaisquer títulos, mas poderei descobrir mais sobre o clube no decorrer.
      O clube joga a Berlin Liga, que faz parte do sexto nível do futebol alemão, tendo o seguinte caminho de ascensão:

       
      Índice:
      Histórico:
      Ligas selecionadas:
       
    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Na história do Futebol, houveram algumas seleções que foram imortalizadas, muitas vezes não por títulos, mas sim pela forma que a redondinha era tratada. Antes da Dinamáquina do final da década de 80, antes da Larana Mecânica na década de 70, antes do Brasil de 82, antes dos Mágicos Magiares na década de 50, antes de todos estes grandes times, houve uma outra seleção que impressionou o mundo do futebol.
      Estou falando do Wunderteam de quase 100 anos atrás. No imaginário popular muitos pensam que se não houvessem ocorridos dois fatos trágicos, quem sabe eles poderiam continuar no topo da cadeia alimentar por mais algumas décadas.
           
      Mais informações sobre o Wunderteam e sobre o save durante o decorrer do mesmo.
       
    • Tonaarea
      By Tonaarea
      Fala, galera.

      Desde já agradeço a atenção e paciência. Já sou um senhor e ando bem desatualizado quanto ao mundo do Football Manager

      Pois bem, ganhei um FM 2019 e quero muito jogar nas ligas brasileiras. Porém o jogo está em inglês. E sei que preciso atualizar para colocar os times brasileiros.

      Por favor, poderiam me ajudar com as dicas de instalação e como proceder? Quais packs devo baixar para deixar meu jogo mais atualizado possível?

      Muito obrigado pela atenção e paciência.
       
    • Darthz
      By Darthz
      Apresentação
      Já há algum tempo que tinha vontade de voltar a postar um save no Profissão Manager, mas com a leitura de alguns textos e o acompanhamento de histórias da área, decidi passar das palavras aos actos e tentar levar um save em frente mais do que umas duas ou três épocas, coisa que já não acontece há algumas versões do Football Manager.
      Não prometo gráficos “topo de gama”, mas sim um tópico organizado e com as informações mais importantes do que for acontecendo durante as temporadas, não só no clube que estiver a treinar, mas também nas competições e prémios que eu considerar relevantes.
      O Save
      O Leste Europeu é sem dúvida um dos lugares mais interessantes para treinar, pelo menos no meu ponto de vista, e apesar de já ter realizado algumas carreiras começando em ligas desta região da Europa, fica sempre a sensação que há mais para desbravar, e muitos países e equipas diferentes para descobrir e conhecer.
      Depois de ter lido alguns artigos sobre o Ajax de Rinus Michels e Cruijff, fiquei fascinado com a história, não só dos acima citados, mas também de Ștefan Kovács, treinador sucessor de Michels e que levou o Ajax a duas Taças dos Campeões Europeus consecutivas. Sendo bem mais desconhecido que os dois holandeses, o romeno foi responsável por continuar e expandir a filosofia do “futebol total”, e isso levou-me então a desejar fazer algo que pudesse aliar o meu gosto pessoal com uma pequena homenagem àquele que é considerado por muitos o melhor treinador romeno de todos os tempos e muito pouco conhecido pelos adeptos de futebol em geral.
      Para finalizar, apenas referir que o nome do save deve-se aos Cárpatos, maior conjunto montanhoso da Europa Oriental, e que percorre uma grande parte da Roménia, sendo um “cartão de visita” do país.
      Biografia de Ștefan Kovács
      Ștefan Kovács (Timișoara, 2 de outubro de 1920 — Cluj-Napoca, 12 de maio de 1995) foi um jogador e treinador de futebol romeno, considerado um dos mais bem sucedidos treinadores na história do futebol europeu.

      Nascido em Timișoara, na Roménia, Kovács foi um meio-campista que apesar de possuir técnica apurada e intuição tática nunca foi escolhido para jogar na seleção romena, ao contrário do seu irmão mais velho Nicolae Kovács, que foi um dos cinco jogadores que participaram nos três Mundiais anteriores à Segunda Guerra Mundial.
      Kovács teve seus primeiros grandes sucessos como treinador no comando do Steaua Bucureşti, onde venceu por uma vez o campeonato (1967-68) e três vezes a Taça da Roménia (1968–69, 1969–70, 1970–71).
      Depois disso, ele substituiu Rinus Michels como treinador do Ajax em 1971, continuando e expandindo a filosofia do "futebol total". Com o Ajax, Kovács venceu duas Taças dos Campeões Europeus consecutivas (1971–72, 1972–73). Ainda em 1972, ele também ganhou a Taça Intercontinental e no ano seguinte a primeira edição da Supertaça Europeia. Além disso, ele liderou o Ajax para a vitória dos campeonato holandeses em 1972 e 1973 e Taça da Holanda dos mesmos anos.
      Apesar de ter comandado o Ajax em apenas duas temporadas, o romeno tornou a equipa holandesa na melhor da sua geração, sendo a caminhada para a sua terceira final europeia quase processional. Tímido e sem vontade de atrair atenção, ao contrário de Michels, Kovács tornou-se uma estrela na Holanda. Quando Nicolae Ceausescu visitou a Holanda em 1973, a rainha holandesa Beatriz perguntou ao ditador romeno num banquete: “O que podemos dar-lhe para você levar de volta à Roménia? Deve aceitar algo em troca de nos enviar Kovács.”

      Um homem inteligente, Kovács decidiu sensatamente sair quando a equipa estava no auge. Foi uma decisão sábia. Johan Cruijff, o melhor jogador da equipa e força de galvanização, partiu para o Barcelona para se juntar a Michels pouco tempo depois, e o grande Ajax rapidamente se desintegrou.
      Depois de deixar a equipa holandesa em 1973, foi convidado pela federação francesa de futebol para assumir a seleção principal. Jornalistas do France Football perguntaram-lhe quanto tempo demoraria para fazer da seleção francesa uma das melhores do mundo, Kovács respondeu: “Com boas estruturas, em oito a dez anos, poderemos ter uma boa seleção nacional.” Michel Hidalgo, seu adjunto e sucessor, aproveitaria o trabalho já realizado e lideraria a geração de Platini, Giresse e Tigana ao título do Campeonato Europeu de Futebol de 1984. Actualmente Ștefan Kovács continua a ser o único treinador estrangeiro que alguma vez treinou a seleção francesa de futebol.
      Infelizmente a carreira de treinador de Kovács terminou em ignomínia: no seu retorno à seleção da Roménia, onde já estivera como assistente, foi acusado de perder de propósito para a Hungria, falhando assim a qualificação para o Mundial de 1982. Após a saída da seleção romena, ainda realizou três temporadas como treinador do Panathinaikos da Grécia (1981-1983), e uma breve passagem sem glória pelo Mónaco, onde foi despedido após um punhado de partidas, e substituído por Arséne Wenger.
      Faleceu a 12 de maio de 1995, doze dias antes do Ajax ganhar a sua quarta Liga dos Campeões.
      Troféus e dados de carreira de Ștefan Kovács
      1953-1960 : Universitatea Cluj 1960-1962: CFR Cluj 1962-1967: Roménia (Assistente) 1967-1971: Steaua de Bucareste - 1 campeonato da Roménia e 3 Taças da Roménia 1971-1973: Ajax - 2 Campeonatos da Holanda, 1 Taça da Holanda, 2 Taças dos Campeões Europeus, 1 Supertaça Europeia e 1 Taça Intercontinental 1973-1975: França 1976-1980: Roménia (Treinador Principal) 1981-1983: Panathinaikos - 1 Taça da Grécia 1986-1987: Mónaco Dados, ligas e treinador
      Como é perceptível, irei fazer um save carreira, no estilo JET, utilizando uma base de dados que activa a terceira divisão da Roménia. Coloquei como jogáveis 13 ligas de modo a dar o máximo de oportunidades ao treinador, e de aumentar a dificuldade do save.
      Utilizarei a personagem Andrei Kovács, pois apesar de não ser um save de ficção, quero homenagear Ștefan Kovács, e quem sabe, superá-lo como melhor treinador romeno de todos os tempos. Não procurarei seguir o mesmo trajeto em termos de clubes, mas se surgir uma proposta, quem sabe?
      Objectivos do Save
      Superar o número de títulos de Ștefan Kovács na Roménia (3 taças da Roménia e 1 campeonato); Vencer duas Ligas dos Campeões; Treinar a seleção da Roménia;
    • DiogoHernandes
      By DiogoHernandes
      A REENCARNAÇÃO DO HERÓI
      Olá, aqui estou de volta, já faz algum tempo que estava planejando este save mas nos últimos meses não tinha motivação para jogar FM novamente, isso tudo voltou quando estava com um PC velho e resolvi baixar o FM13 para passar um tempo, foi baixar o game e vontade de jogar veio com tudo pra cima de mim. Isso já faz um tempo, fui me segurando para não começar o save sem um formato estabelecido e conversando com um pessoal daqui da área e especialmente o @Tsuru fui estabelecendo as diretrizes do save.
      O save será totalmente dentro da Dinamarca, embora eu tenha carregado mais algumas ligas elas estão como "ver apenas", e terá como objetivo principal treinar a Seleção Dinamarquesa e superar a melhor campanha da seleção em Copas do Mundo, mas para isso preciso percorrer um longo caminho, meu treinador começará sua jornada com 20 anos e sem qualificações anteriores e com um passado somente no futebol amador. O nome dele será Holger Dasnke, o mesmo nome do herói que segundo a lenda quando a Dinamarca passar por um perigo iminente ele levantará do seu trono libertará a nação.

       
      DIRETRIZES DO SAVE
      Não sair dos clubes pedindo demissão ou se candidatando a outros clubes, só sair em fim de contrato ou sendo demitido. Não assumir clubes de divisões superiores ao meu antigo clube. Na primeira divisão até ganhar um título nacional, só assumir clubes que acabaram de subir ou da segunda divisão. Não assumir a seleção principal da Dinamarca sem antes ganhar um título nacional de primeira divisão. Não usar a barra de pesquisas para contratação de jogadores/staff, usar somente a base de dados fornecidas pelos olheiros do clube e pelos agentes.  
      OBJETIVOS DO SAVE
      Ganhar o Campeonato Dinamarquês Ganhar a Eurocopa Ganhar as Olimpíadas Chegar em uma Semi-Final de Copa do Mundo  
      ÍNDICE
      Temporada 1
      O primeiro emprego
      Os heróis improváveis
      Uma contratação mágica: Ibra chega ao Kolding!

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