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    • Luiz | 🇦🇩 🇦🇷
      By Luiz | 🇦🇩 🇦🇷
      Dorjee Drakpa nasceu em Paro, mas viveu na China durante maior parte da vida. Seus pais, butaneses, emigraram para o país "vizinho" em busca de uma melhor condição de vida para Dorjee, que tentou a sorte como jogador de futebol, mas seus 1,59 metros o impediram de alcançar níveis mais altos. No ano passado, após quase quinze anos atuando nas divisões inferiores chinesas, colocou ponto final na carreira de jogador, mas decidiu que iria continuar na área. Queria atuar em algum cargo executivo, mas um convite para ser treinador em seu país-natal o convenceu a ser treinador. 
      O primeiro clube de Dorjee Drakpa será o Paro United FC, candidato ao rebaixamento na Bhutan Premier League. Será o ponto inicial da carreira do butanês, que tem como grande ambição se tornar o maior treinador asiático de todos os tempos. 

      Conquistar a Liga dos Campeões Asiáticos. Conquistar o Mundial de Clubes. Conquistar a Copa das Confederações Asiáticas. Qualificar uma seleção asiática para uma inédita Copa do Mundo. Assumir o topo do quadro de honra continental e entrar no top 10 do quadro de honra Mundial.
      O save será no FM20 e para ele habilitei todos (ou quase todos) países asiáticos, com os de menor reputação limitados ao primeiro nível e outros limitados ao segundo ou ao terceiro nível, como Japão, Coréia do Sul e China. Ademais, adicionei todos os jogadores de nacionalidade asiática e todos os jogadores de clubes do primeiro nível pelo mundo. No total, a base de dados contará com cerca de 109.000 jogadores. 
      O título do save é uma homenagem a um dos saves que mais gostei de ler na área, como outro save em terras asiáticas que achava bem legal era o do @Danut há alguns anos, mas não me lembro como terminou. 
      As atualizações serão, a princípio, anuais e a moeda do jogo será o dólar americano. 
      Espero me divertir e que vocês também se divirtam lendo a história de um butanês que quer se tornar conhecido no mundo do futebol.

      Temporada 2019
       Paro United FC - Bhutan Premier League: 6º lugar.
    • bieleao
      By bieleao
      Alguém sentiu que ficou mais fácil fazer gols de bola parada depois da atualização do dia 20/02?
    • Donato de Assis
      By Donato de Assis
      Eu sempre joguei FM pirata, tinha outras prioridades no meu orçamento e com isso sempre tive bons momentos com o jogo.
       
      Com a falta de atualização e mesmo tentando atualizar no Editor, uma hora você cansa e fica chato.
      Comecei a brincar com o Football Manager e fiz algumas modificações.
       
      - Aumentei a reputação dos clubes Sul-americanos e das Competições
      - Fiz uma Série A e B apenas de Nordestinos, e uma Série C com times do Norte.
      - Série D com clubes da Temporada 2020 das 3 divisões acima
      - Dei dinheiro a todos os clubes do continente
      - Atletas voltando a jogar em clubes que revelaram ou que tinham consideração
      - Quebrei os maiores clubes da Europa
       
      Mostrarei pra vocês como está atualmente o save e como o Mercado Continental começou a crescer e disputar diretamente com a Europa.
       
      Há alguns bugs no Save, inclusive a Libertadores, Taça Sul-americana e Recopa tem anos que simplesmente não há disputa.
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Foi lançado o update com o mercado de janeiro, surpreendentemente mais cedo esse ano, já que a janela russa só fecha daqui uns dias.
       
    • Neynaocai
      By Neynaocai
      “Depois de maio de 1940, os bons tempos se acabaram: primeiro a guerra a capitulação, seguida da chegada dos alemães. Foi então que, realmente, principiaram os sofrimentos dos judeus. Decretos anti-semitas surgiam, uns após os outros, em rápida sucessão. Os judeus tinham de usar, bem à vista, uma estrela amarela; os judeus tinham de entregar suas bicicletas; os judeus não podiam andar de bonde; os judeus não podiam dirigir automóveis. Só lhes era permitido fazer compras das três as cinco e, mesmo assim, apenas em lojas que tivessem uma placa com os dizeres: LOSA ISRAELIA. Os judeus eram obrigados a se recolher a suas casas às oito da noite, e, depois dessa hora, não podiam sentar-se nem mesmo em seus próprios jardins. Os judeus não podiam frequentar teatros, cinemas e outros locais de diversão. Os judeus não podiam praticar esportes publicamente. Piscinas, quadras de tênis, campos de hóquei e outros locais para a prática de esportes eram-lhes terminantemente proibidos. Os judeus não podiam visitar os cristãos. Só podiam frequentar escolas judias, sofrendo ainda uma série de restrições semelhantes.
      Assim, não podíamos fazer isto e estávamos proibidos de fazer aquilo. Mas a vida continuava, apesar de tudo Jopie costumava dizer-me: _ A gente tem medo de fazer qualquer coisa porque pode estar proibido. _ Nossa liberdade era tremendamente limitada, mas ainda assim as coisas eram suportáveis.” Diário de Anne Frank, págs. 11 e 12.
       
      Não possuo qualquer ligação com a comunidade judaica, nem ascendência ou apreço maior por algum clube com tal relação. Por outro lado, os absurdos cometidos pelos nazistas foram muito bem documentados para não deixar ninguém incauto. Nada obstante, a idiotice humana aparece com mais força em tempos e situações de escassez (econômica, política, cultural...), portanto não me surpreendem que manifestações preconceituosas se reciclem em nossa história.
      A não ser que cheguemos em um tempo de disponibilidade total de recursos (o que considero improvável), entendo que o preconceito sempre existirá, transmutando-se em mentes fracas e com medo. Sim, o preconceito é a voz do medo e faz do ódio seu fio condutor. Por isso, não consigo ver muito sentido na frase comum: “não acredito que em 2019 alguém ainda pense assim”. Pois pensamos absurdos todo santo dia e o melhor que podemos fazer é explorar nossas opiniões, amadurecê-las e buscar evoluir – a expressão preconceituosa é imatura, fechada em si mesma e irracional.
      Apesar de não ser judeu, meu nome – para quem ainda não sabe – é Israel (tambores de revelação). O livro da Anne Frank chegou agora em minha vida e a genialidade, sensibilidade e capacidade de transmitir a crueldade e dor de um período com a sutileza do olhar de uma criança de 13 anos, me tocou demais.
      Pensei, portanto, em fazer uma jornada entre Alemanha e Holanda, lugares por onde Anne passou. Mas como ficaria um tanto limitado, decidi que vou começar de baixo, trabalhando em clubes com ligações à comunidade judaica, especialmente em Alemanha, Holanda e Israel, eventualmente jogando em algum clube dos EUA. O objetivo é chegar ao topo da carreira treinando Ajax e/ou Tottenham.
      A princípio começaria em Frankfurt, mas não consegui encontrar na base de dados (German System Football League - dica muito boa do @Johann Duwe) que estou utilizando o FC Gudesding Frankfurt, um clube criado por amigos judeus em Frankfurt an Main, cidade de nascimento de Anne. Enquanto procurava, me chamou atenção o TuS Makkabi Berlin e é por lá que vamos começar. Ou melhor, por onde Pedro Van Pels vai começar sua carreira.
       
      Makkabi Berlin
      Fundado em 1898, o clube antecessor Bar Kochba Berlin era uma das maiores organizações judaicas do mundo em 1930, com mais de 40.000 membros de 24 países, parte do movimento geral de Bar-Kochba destinado a promover a educação física e a herança judaica. O clube organizou equipes em vários esportes, incluindo um time de futebol que competiu nas ligas da cidade entre 1911 e 1929. Em 1924, Lilli Henoch, recordista mundial de eventos de discus, arremesso de peso e revezamento de 4 × 100 metros, treinou as mulheres. (Henoch foi assassinada pelos nazistas em um gueto próximo a Riga, Letônia, em 1942).
      Em 1929, o Bar Kochba fundiu-se com o Hakoah Berlin para formar o clube esportivo Bar Kochba-Hakoah . O lado Hakoah teve um sucesso cada vez maior, conquistando três campeonatos consecutivos na divisão inferior entre 1925 e 1927. Eles eram promovidos a cada vez até que, em 1928, jogavam futebol de primeira linha. O lado recém-combinado continuou a competir como Hakoah depois de 1929.
      A ascensão ao poder dos nazistas no início dos anos 30 levou à discriminação contra judeus e, em 1933, as equipes judias foram excluídas da competição geral e limitadas a jogar em ligas ou torneios separados. Em 1938, as equipes judaicas foram banidas imediatamente, quando a discriminação se transformou em perseguição.
      Em 26 de novembro de 1970, o TuS Makkabi Berlin foi formado a partir da fusão da Bar-Kochba Berlin (ginástica e atletismo), Hakoah Berlin (futebol, restabelecido em 1945) e Makkabi Berlin (boxe).
      Aparentemente não possui quaisquer títulos, mas poderei descobrir mais sobre o clube no decorrer.
      O clube joga a Berlin Liga, que faz parte do sexto nível do futebol alemão, tendo o seguinte caminho de ascensão:

       
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      Ligas selecionadas:
       
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