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CCSantos

RFC Liège - Le Matricule 4 - Enfim, estabilidade (20/07)

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CCSantos

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Em 08/05/2019 at 23:38, marciof89 disse:

Fez um início de campeonato bem satisfatório, já deixando claro que rebaixamento não deve ser uma preocupação. E a 5 pontos do líder, quem sabe? Quem saaaaaaabe...

A classificação na Cofidis Cup também é interessante, vai galgando aos poucos os passos pra chegar nas próximas fases, e é possível que passe de novo de fase. De lá em diante, o que vier é lucro.

Boa sorte! Acredito num bom returno.

EDIT:

Fiquei curioso pra saber que campeonato é mais zoneado que esse. hahahaha

Verdade, dá pra sonhar com acesso, né? Como são dois torneios distintos... É pra se pensar sim.

O jogo contra o Eupen foi ótimo, melhor ainda por conseguir fazer o 2 a 1 logo após tomar o empate. Vamos ver quem vamos enfrentar nas oitavas de final, mas será jogo bom.

Também acredito que tenhamos um bom returno nessa primeira liga.

Abraço!

Sobre o torneio foi no save do Kastro Kyllinis.  Divisão 4, 16 equipes, turno e returno.  Saca só:

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Em 09/05/2019 at 13:41, Neynaocai disse:

AHHHHHHH, pera. O time não sobe e ganha como prêmio de consolação uma chance de ir pra Europa League? hahaha

Magar parece ter sentido a subida de divisão, ainda bem que vem reposição. Tomara que o Nepalense se recupere.

Cadê o neozelandês?

Sim, exatamente, rapaz.! hahahaha

Também tive essa sensação em relação ao Gharti Magar, mas acredito que ele se recupere.

O Edge perdeu terreno, sobretudo com a chegada do Mayembo. Não sei o que pode acontecer com ele, sinceramente.

Abraço.

20 horas atrás, DiogoHernandes disse:

Passou muito bem pelo Eupen na Copa, e está tendo menos dificuldade do que eu esperaria na Proximus League por ser o segundo menor gasto com salários. Acredita que dá para beliscar um acesso já nesta temporada ou acha que em alguma hora o elenco barato vai cobrar seu preço?

Me estranha ver o Cercle Brugge tendo dificuldades na segunda divisão, sempre achei que eles era um time médio na primeira divisão belga.

Foi 'bem', pois a partida foi um tanto tensa, mas conseguimos ter controle do jogo. Acho que o que salva a equipe é a mobilidade dos jogadores. Isso me favorece na Proximus League. Não sei se dá pra beliscar um acesso, só se chegarmos bem na segunda competição. Mas é difícil.

Também estou surpreso sobre o Cercle Brugge, mas o campeonato é muito parelho.

Abraço e valeu por comentar.

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Andreh68

com essas regras me perdi, tive que reler para entender!

Indo bem! Vai cair na copa, vencer o segundo turno e conseguir o acesso!

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CCSantos

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Em 18/05/2019 at 19:25, Andreh68 disse:

com essas regras me perdi, tive que reler para entender!

Indo bem! Vai cair na copa, vencer o segundo turno e conseguir o acesso!

Acredite @Andreh68, no começo também foi assim comigo, mas depois já me acostumei com a fórmula de disputa.

Seria ótimo se acontecesse isso, Andreh, vamos ver. Falta muito ainda.

Abraço!

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CCSantos

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Empatite

Chegamos a mais uma atualização do Le 4, agora indo para a parte final do primeiro torneio curto. Vamos conferir como ficamos? Mais antes disso, vou inverter a ordem para falar primeiro de transferências, pois tivemos a chegada de três jogadores.

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Chegaram três jovens atletas para a equipe do Liège, sendo um meia-atacante e dois atacantes. Vamos a eles:

Na parte do meio-campo, veio o macedônio Dimitar Mitrevski, de 19 anos e 13 jogos pela seleção. Ele foi dispensado do Sporting de Lisboa. Tem a possibilidade de ser utilizado no time B, mas nesse momento, vai ficar entre os reservas.

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Começando da parte de ataque, que era uma vontade minha, trouxemos dois atletas. Comecemos pelo australiano Peter Reeve, de 19 anos. Foi dispensado do FFA COF, que é o cenro de desenvolvimento de jogadores de base na Austrália. Os atributos físicos e uma boa parte dos psicológicos são ótimos, e com possibilidade de melhora. Vai se candidatar pela posição.

Já o outro atacante é um pouco mais famoso, mas bem mais por conta de seu pai. Timothy Weah, norte-americano de só 18 anos e filho de George Weah, histórico atacante liberiano do Milan e único africano a ganhar a Bola de Ouro, chega após ter sido dispensado do PSG. O fator de ser rápido, ágil e de bom cabeceio podem fazer dele uma ótima opção para a equipe.

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Agora vamos as partidas.

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Começamos o returno com um jogo atrasado contra o Cercle Brugge, em uma dura sequência de três jogos fora de Liège.

Nossa equipe foi defensivamente muito bem, mas não vivemos um bom momento ofensivo, e acabamos empatando por 0 a 0.

Contra o Lommel, seria uma boa chance de se descolar um pouco mais do bolo de equipes que iriam lutar contra o descenso, e foi nesse jogo que decidi colocar Reeve, estreando o australiano.

Em um jogo de pouquíssimas chances, onde só nós acertamos o gol, e Boadu perdeu ótima chance ainda no 1ºtempo, novamente o 0 a 0 acabou sendo o resultado da partida.

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Para fechar os jogos longe de casa, fomos até o campo do Sint-Truidense, que também vinha na parte baixa.

O time começou muito bem a partida, com Gharti Magar fazendo o gol 'sai zica' aos 10 minutos, mas acabamos por novamente terminar com um empate próximos ao final da partida. Mais um empate, dessa vez por 1 a 1.

Jogar fora de casa é legal, mas sempre bom retornar ao Rocourt, dessa vez contra o Cercle Brugge em novo confronto pelo mesmo motivo do anterior (jogadores do Liège atuavam por suas seleções).

Nossa equipe saiu atrás no início do segundo tempo, mas Boadu tratou de empatar o jogo. Paramos duas vezes na trave e o 1 a 1 foi um placar um tanto quanto injusto.

Depois nosso adversário era o Roeselare, que estava no meio da tabela, em um jogo bastante preguiçoso.

Boadu vinha em uma tiriça incontrolável e nos últimos 30 minutos, tirei ele, coloquei Weah em seu lugar e adiantei pra dois atacantes. Deu certo. Com um gol e uma assistência de cada, Weah e Gharti Magar garantiram o 2 a 0 no placar.

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Na penúltima rodada, fomos enfrentar o Saint-Gilloise, e saímos atrás no placar. Gharti Magar levou a partida ao empate no fim do 1ºtempo em um lance de sorte.

Tentei fazer a mesma coisa do jogo anterior, novamente por conta do desempenho abaixo da média de Boadu, mas dessa vez não deu certo. O Saint-Gilloise fez aos 39' do 2ºtempo, e garantiu a vitória por 2 a 1.

Para fechar, enfrentaríamos o Beerschot-Wilrijk em casa, em um desafio bem complicado, mas nos surpreendemos.

Tivemos amplo domínio do jogo,e os dois que vinham em um momento não tão bom assim, Bina Lemba e Boadu apareceram para nos dar uma boa vitória por 2 a 0. Uma ótima forma de terminar o 'primeiro torneio'.

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Nosso adversário nas oitavas de final está definido. Será o Westerlo, atualmente o 13º colocado da Jupiler Pro League. O jogo será no início de Dezembro, no Rocourt.

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O Beerschot-Wilrijk aproveitou a queda livre do Lierse, que só fez 1 ponto em 21 possíveis e levou o 'primeiro torneio' já com uma larga vantagem de oito pontos para o Liège, que terminou em 2º. Já está na final do acesso.

O que me deixou desapontado foi que o empatite que tivemos na metade do Returno pesou contra. De bom, a distância para o 5ºcolocado já é de 5 pontos.

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Defensivamente, foi um momento de reafirmação do goleiro Ladas e do zagueiro Mayembo, que vem se notabilizando cada vez mais. O que mais precisa de atenção é Jackson, que continua em um momento ruim, tanto que a imprensa australiana já começa a contestar sua convocação para a Copa da Ásia, que será em Janeiro/Fevereiro.

Na parte ofensiva, Boadu não foi bem, assim como Bina Lemba, mesmo que o segundo receba sempre o apoio de Oosterlen. Correr não signfica jogar bem.

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O presidente continua salvando esporadicamente a equipe, mas isso é infelizmente o que temos por hoje: Prejuízo.

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Nossa tabela será um pouco mais agitada no início do 'segundo torneio'. Com uma sequência de três jogos em casa (o último pela Cofidis Cup, contra o Westerlo), precisamos aproveitar isso, de jogar 4 dos 7 jogos no Rocourt.

Outro fator interessante são os três jogos fora, que não chegam a assustar tanto quanto no início. É uma sequência onde podemos, sim, fazer bons resultados.

A conferir.

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marciof89

3 joguinhos em casa, os jogos fora não te "assustam", parece que vai pegar uma boa sequência ai, que pode ser crucial.

Qual a avaliação que faz do Westerlo?

A média da equipe não é maravilhosa, mas dá pra ver que todo mundo teve chance de entrar em campo, isso é interessante. E se o Timothy for metade do que o pai foi ein...

Boa sorte!

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CCSantos

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Em 24/05/2019 at 00:10, marciof89 disse:

3 joguinhos em casa, os jogos fora não te "assustam", parece que vai pegar uma boa sequência ai, que pode ser crucial.

Qual a avaliação que faz do Westerlo?

A média da equipe não é maravilhosa, mas dá pra ver que todo mundo teve chance de entrar em campo, isso é interessante. E se o Timothy for metade do que o pai foi ein...

Boa sorte!

É uma sequência interessante sim @marciof89, quero iniciar bem, pois tivemos até que um bom término do 'primeiro torneio'. Isso abre um panorama interessante.

Sobre o Westerlo, é um time mais ou menos do mesmo naipe que o Eupen, só que em momento diferente, vem em baixa. Mas ainda assim, são favoritos.

É uma coisa que tento buscar fazer, é realmente dar chance a todos. Uns mais, outros menos, mas todo mundo ali pôde jogar mesmo, e sobre o Timmy, é um jogador bem interessante e teve um bom início. Vou ter um zelo maior com ele por conta disso.

Abraço e valeu por participar!

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CCSantos

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Instabilidade no horizonte

Comecemos o 'segundo torneio' com boas expectativas e um elenco que parecia estar cada vez mas 'fechado'. Vamos conferir como atuamos nesta primeira metade, mas antes, vamos para as transferências.

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Foram seis atletas que chegaram nesse meio-tempo, com ampla maioria de atletas na parte ofensiva, principalmente durante o recesso de final de ano. Isso demonstra uma insegurança que tive justamente com o setor, e que vocês vão conferir com o andar da atualização.

Um desses seis reforços já foi emprestado. O malinês Sekou Baradji foi emprestado ao Oudenaarde.
Além dele, Yady Bangoura fora emprestado ao (desesperado) Virton, que luta pra não cair nesta temporada. Do elenco atual, também tivemos a saída dos emprestados Bassong e Mansour, que retornaram ao Lille e ao Marítimo, respectivamente.

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Falemos agora de quem ficou, começando pelo único reforço que não veio para a parte ofensiva. O goleiro marfinense Axel Kacou atuava no Tours, mas havia sido dispensado. Tem valores próximos aos outros goleiros do time, mas ele sobressai nos aspectos físicos.

Como havia destacado na atualização anterior, Bina Lemba e Boadu não estavam bem, e fui atrás de soluções. Para a posição de meia-atacante, vieram alguns nomes.

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Um deles só estará a disposição ao término da CAN. Trata-se do congolês Jordan N'Kololo. Sem time após a saida do Caen, é superior a Boadu, e será uma enorme ameaça ao ganês. A sorte de Boadu é que ele só ficará a disposição na metade de Fevereiro.

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Precisava de profundidade da ponta-direita, e aí apareceu o francês François Xavier Fumu Tamuzo. Dispensado do Auxerre, é um atleta de muita finta e velocidade. Pode trazer diferencial para essa equipe.

Já para o ataque, chegaram dois nomes, um por empréstimo, o outro em definitivo, mas deve ser emprestado. O angolano Josemar Makiavala jogava em Portugal, mas sau em Junho. Não deve ser utilizado no time principal, devido as regras da competição, mas faz parte do elenco.

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Para fechar, veio o belga Dylan Lambrecth, emprestado junto ao Anderlecht. Alto, com boa impulsão, pode ser utilizado. O adicional é ele ser um atleta de base belga, o que pesa a seu favor. Outro fator é que o atleta conhece bem o Liège, pois já atuou na equipe, com boas lembranças dos torcedores. Ganhou projeção no clube e foi para o Anderlecht.

Vamos para as partidas.

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Estreamos contra o Lierse em casa, ondem tivemos um ótimo jogo defensivo, com Mayembo comandando a linha defensiva, mais uma vez.

Conseguimos nos impor, e com gol de Gharti Magar ainda no começo da partida, conseguimos vencer por 1 a 0, tendo assim um bom começo.

Na sequência, outro jogo no Rocourt, dessa vez contra o Cercle Brugge, e desta vez, não demos nenhuma chance ao time da capital.

Mais uma vez, Gharti Magar decidiu com assistências de Mboko e Bina Lemba e garantiu outra boa vitória, dessa vez por 2 a 0.

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O terceiro confronto foi contra o Sint-Truidense, onde estávamos buscando manter os 100% nesse segundo torneio, mas o adversário jogou de forma ordenada.

É aquele típico jogo onde você martela o jogo inteiro, recebe um contra-ataque e eles fazem o gol da vitória. Basicamente foi isso. Uma desapontante derrota por 1 a 0.

Estávamos nos encaminhando para uma crise no estilo de jogo. Boadu vinha em uma escandalosa má fase, e ele foi afastado, dando espaço a Cascio, que jogaria contra o Roeselare, jogando no Rocourt.

O jogo foi INTEIRAMENTE DELES, tanto que fizeram aos 33 minutos com Schmisser e acertaram duas vezes a trave de Ladas. Quando já me encaminhava para a segunda derrota seguida na Liga, eis que Cascio acerta um chute aos 48' do 2ºtempo no ângulo do goleiro do Roeselare. Um injusto empate por 1 a 1, é verdade, mas poderia ser uma premissa de algo diferente por acontecer.

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Teríamos dois vitais compromissos fora de Liège, contra Lommel e Saint-Gilloise.

Começando contra o Lommel, onde mais uma vez, tivemos poucas chances, mas outra vez, Cascio foi decisivo.

Com um gol de falta aos 23 do 1ºtempo, conseguimos uma ótima vitória por 1 a 0.

Já contra o Saint-Gilloise, foi uma partida com mais detalhes. Dando chance ao australiano Reeve, ele correspondeu com o gol no 1ºtempo, e Saussez fez contra, o que nos facilitou com outra boa vitória: 2 a 0.

Daí, tivemos a parada de final de ano, e voltamos a jogar na metade de Janeiro, quando recebemos o Beerschot-Wilrijk, onde novamente jogamos muito mal, principalmente no âmbito ofensivo.

Não acertamos uma bola no gol deles, vimos nossa trave ser acertada três vezes, e tivemos que agradecer aos céus pelo empate por 0 a 0. Um modo meio melancólico de chegar a metade do 'segundo torneio'.

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Estávamos embalados. Mas parece que nem todos estavam.
O Rocourt estava lotado, como sempre. Mas parecia que nem todos ligavam pra isso.
Boadu e Bina Lemba não estavam nem aí para o jogo.
Isso foi o que nos matou. Tivemos boas chances ainda no 1ºtempo, mas o gol de Schuurman nos apontava um horizonte distinto.
No intervalo, dei bronca em todos. Boadu e Bina Lemba: "Desinteressados". Dei bronca nos dois. "Desinteressados". Saquei os dois do time na hora. Sim, eu tenho ÓDIO quando vejo isso. E não era a primeira vez nessa temporada.
O Liège foi espancado sem dó, pois não havia opções aceitáveis no banco, sobretudo para a função de Boadu (Cascio estava lesionado). Tive que recuar o MO C pra MC.
Muito do que aconteceu acima, da desconfiança, veio desse jogo, desse espancamento moral que tivemos nessa partida frente ao Westerlo.
Foi daí que comecei a procurar de forma incessante peças para o meio-campo e ataque.
Poderia ter saído feliz por ter ultrapassado as expectativas, mas não saio feliz por conta da forma que saímos.
Um 3 a 0, com sensação de uma humilhação.

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Se me perguntar para que explique a liderança, a resposta é: Não sei.
Sorte, acredito, pois não houve uma equipe que tenha disparado.
Mas como estamos aqui, acho que podemos evoluir, e ultrapassar essa situação complicada.

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Já na tabela da temporada, estamos a 10 pontos do Lierse, o que significa que chegamos a ficar próximos do playoff para a Europa League. Um ótimo presente para a equipe, em seu retorno a Proximus League.

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O cara que devemos elogiar é Cascio. Se não fosse ele, nossa equipe estaria em situação completamente diferente na tabela.
Gharti Magar até começou bem, mas acabou caindo de produção por conta da ineficácia de seus parceiros.

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A diretoria injetou uma quantia o que nos deixou, de certa forma, com o mesmo resultado da última atualização.

Além disso, tivemos o término da reforma do Rocourt, que agora recebe 4 mil pessoas. A reforma foi concluída no Natal.

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Nossos últimos sete jogos.
Como ainda estamos em uma situação 'boa', temos que tentar aproveitar disso, mesmo com o número de jogos fora de Liège.
Sem alguns atletas convocados para a disputa da CAN (N'Kololo, Mboko) e Asian Cup (Jackson, Allèe e Reeve), teremos desafios a vista.

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Lucas Götzeus

Começaram bem no geral, o elenco parece bem interessante e contou com bons reforços. Jogo na Copa foi tenso hein, derrota sofrida.

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Danut

Campeonato muito louco esse, realmente.

A equipe tá fazendo uma campanha bastante boa. O rebaixamento já não deve mais preocupar, agora é só tentar se manter nessa primeira colocação para levar uma vaga para a final.

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marciof89

Provavelmente não vai passar nenhum susto, pelo menos é o que indica a fase da equipe.

Gostei das contratações, sobretudo a do goleiro e a do ponta francês. Vai deixando a equipe cada vez mais qualificada.

Boa sorte no fechamento da temporada!

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CCSantos

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Em 27/05/2019 at 14:28, Lucas Götzeus disse:

Começaram bem no geral, o elenco parece bem interessante e contou com bons reforços. Jogo na Copa foi tenso hein, derrota sofrida.

Olá @Lucas Götzeus, tudo bem contigo rapaz? Seja bem-vindo por aqui.

Sim, conseguimos montar um time interessante (olha as Atts anteriores pra acompanhar com mais exatidão essa montagem) e também gostei de quem veio. Se tornou um time interessante. Já a derrota para o Westerlo eu até esperaria, mas a forma como foi o jogo e, principalmente o comportamento de alguns atletas me deixou bem nervoso.

Abraço e valeu pelo comentário!

Em 27/05/2019 at 15:22, Danut disse:

Campeonato muito louco esse, realmente.

A equipe tá fazendo uma campanha bastante boa. O rebaixamento já não deve mais preocupar, agora é só tentar se manter nessa primeira colocação para levar uma vaga para a final.

Sempre bom te ver por aqui, @Danut.

A Proximus League é doidinha, mas quando você se acostuma a jogar torneios curtos, fica mais fácil. hahahaha

Sobre o descenso, prefiro esperar chegar ao matematicamente sem chances, ainda mais agora que o time deu uma balançada. Só estamos na ponta pois ninguém disparou mesmo, mas é bom abrir essa ponta. Eu, pelo menos, fico feliz.

Abraço e muito obrigado por comentar aqui, rapaz.

Em 28/05/2019 at 00:53, marciof89 disse:

Provavelmente não vai passar nenhum susto, pelo menos é o que indica a fase da equipe.

Gostei das contratações, sobretudo a do goleiro e a do ponta francês. Vai deixando a equipe cada vez mais qualificada.

Boa sorte no fechamento da temporada!

Tomara que seja isso, @marciof89. A gente sofreu bastante no período pós-derrota na Copa, e estou buscando soltar mais a equipe, sair da formação estruturada para fluída, com o intuito de ver se o time cresce nesses jogos finais.

Alguns caras aí foram um achado, e esse é o caso do Kacou e do Fumu Tamuzo. Como dou prioridade a atletas que jogaram em seleções de base, ambos não estavam no meu radar. Fui conferir nos dispensados de cada clube da Ligue 2, e no caso do marfinense, fiquei BEM NA DÚVIDA se contratava, pois já tinha o Ladas e o Matheus. Já para trazer o Tamuzo foi mais fácil, dado em vista o momento do Bina Lemba na ponta-esquerda (vamos ver se ele melhora caso ele atue na direita, tirando o Mboko da posição).

Abraço e muito obrigado pelo comentário.

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CCSantos

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''Vamos nos divertir''

Chegamos a última parte da temporada regular de 2018/19, e vamos aos sete últimos jogos ainda na liderança. Vamos ver se conseguimos nos manter?

Vamos para as partidas.

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Começamos com um importante confronto contra o Lommel, atuando em casa, onde atuamos de forma simplesmente dominante.

Gharti Magar definiu o jogo em dois minutos... LITERALMENTE! Se você botasse pra esquentar o Miojo no momento que o juíz apitou o início da partida, nossa equipe já estaria vencendo por 2 a 0 e ele AINDA NÃO ESTARIA PRONTO! hahahaha

Depois dos gols, nossa equipe manteve o domínio, pressionou bem o adversário, mas acabamos ficando mesmo no 2 a 0.

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O jogo seguinte seria dificílimo. Lierse fora de casa. E sabíamos bem da dificuldade de enfrentar eles.

Seguramos bem o adversário e Boadu apareceu pra vida e fez antes dos acréscimos. Daí, pensei que o Lierse viria pra cima, mas isso não ocorreu. Eles se abateram com o gol sofrido e ficamos mais próximos de ampliar o placar do que tomar o empate. Importante triunfo por 1 a 0.

Depois, pegamos um Cercle Brugge que estava desesperado buscando pontos.

Até conseguimos fazer um jogo interessante, mas eles fizeram na metade do segundo tempo em (mais) um dia ruim da vertente ofensiva do Liège. 1 a 0 para o Cercle Brugge.

Na sequência, jogo importante contra o Sint-Truidense, jogando no Rocourt.

Novamente abrimos o marcador, dessa vez em um raro gol de Mayembo (já estava merecendo fazia um bom tempo), e conseguimos ter o controle das ações frente a um adversário que estava na lanterna. Vitória por um simples 1 a 0, permanência garantida e a expectativa aumentado para os três jogos finais.

Nosso rival na disputa pelo título do 'segundo torneio' seria justamente o Beerschot-Wilrijk. Traduzindo: Se ele ganhasse, o campeonato terminava; Se nossa equipe levasse a melhor, teria final.

E nisso o jogo contra o Roeselare, fora de casa seria importante. A distância era de quatro pontos entre os dois times.

O jogo em si foi fraco, com Zolotic aproveitando falha do lateral Duncan fazendo 1 a 0. O Beerschot estava ganhando, diminuindo a distância para um ponto, mas Peter Reeve empatou o jogo na metade da etapa complementar. Gol importante, que sacramentou o empate por 1 a 1 e que nos manteve dois pontos a frente.

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Nisso, a penúltima rodada se tornou decisiva. Nós jogamos no domingo, enquanto o Beerschot-Wilrijk jogou no sábado. Eles empataram, o que nos dava o panorama de que, caso a nossa equipe vencesse o jogo, ganharíamos o 'segundo período' e teria final.

Sabendo disso, o confronto contra o Saint-Gilloise seria decisivo no Rocourt, e pedi para os jogadores: Vençam a partida.

Tivemos amplo domínio da partida em cima de um rival que não assustava a meta de Ladas, com o adendo do pênalti em cima de Boadu. Fumu Tamuzo assumiu a responsabilidade, deslocou o goleiro adversário, causando delírio nas arquibancadas.

Ficamos mais próximos de ampliar, com Weah acertando a trave, mas o 1 a 0 nos bastava. Nossa equipe ganhava o segundo torneio e enfrentaria o Beerschot-Wilrijk na final do acesso.

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O jogo final nós jogamos com reservas justamente contra o Beerschot-Wilrijk, já que não teríamos chance de ser líder geral. Derrota justa por 2 a 0. Mas saí com o discurso básico a la Ronaldinho Gaúcho:

"Viemos nos divertir. A final é depois"

Realmente. O que vale para nossa equipe são os jogos dos dias 9 e 16 de Março. Nada mais que isso.

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Perdemos mais que no 'primeiro torneio', mas nossa defesa teve média inferior a 0,5 gol sofrido/partida.
Esse foi o nosso diferencial para levar o título, e ir para disputar o acesso a Jupiler Pro League.

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O Lierse que veio cheio de expectativas para a competição disputaria o quadrangular do descenso por conta do saldo de gols, ao lado de Roeselare, Cercle Brugge e Sint-Truidense, enquanto Lommel e Saint-Gilloise jogariam os playoffs da Liga Europa.

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O destaque não poderia ser diferente. A dupla de defesa formada por Mayembo e De Smet foi intransponível. Sofreu 4 gols em 7 jogos.

A convocação de Jackson foi boa para todos, inclusive para o próprio australiano que fez seu 1ºgol na seleção justamente na final da Copa da Ásia contra o Japão. Se tornou herói por conta disso, e ganhou holofote nos grandes mercados europeus.

Ofensivamente foi um período complicado, o que me deixa ressabiado para a decisão contra o Beerschot-Wilrijk, que possui a segunda melhor defesa (sofreu um gol a menos que nossa equipe), mas o segundo melhor ataque (fez um a menos do que o Lierse).

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Batendo na margem do milhão novamente, mas espero que isso mude. Tomara.

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Chegamos a decisão.
Primeiro jogo no Rocourt onde teríamos que jogar tudo mesmo, para conseguir uma mínima vantagem para segurar jogando fora de casa.
É uma chance que nossa equipe tem de surpreender. Um detalhe interessante é que ambas as equipe começaram o save ou na Derde Klasse (Beerschot) ou abaixo dela (Liège). Ainda tem o Aalst que subiu e está brigando para subir na Derde Klasse.
Mas foco na decisão. Será difícil, e não somos favoritos, mas se aqui chegamos, nós podemos lutar para ir mais longe.
A Jupiler Pro League está a só 180 minutos de distância.

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Danut

Como já havia cantado, o negócio era tentar levar a vaga na final. Pois levou.

Boa sorte na disputa!

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Neynaocai

Eu estava mais perdido que um triunvirato de Dilma-Crivella-Bolsonaro.

Tipo, você tava sempre em primeiro, mas em segundo. Agora, vai subir. Mas se ficar, disputa a vaga na Liga Europa né?

Gharti Magar se recuperou. Grande notícia.

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marciof89

A equipe tá afiada, pode surpreender sim. O negócio é dar o sangue no jogo em casa.

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CCSantos

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Em 29/05/2019 em 12:16, Danut disse:

Como já havia cantado, o negócio era tentar levar a vaga na final. Pois levou.

Boa sorte na disputa!

Foi bem difícil, mas conseguimos a conquista do 'segundo torneio', @Danut.

Vai ser uma final difícil, mas tomara que possamos vencer.

Abraço e valeu!

Em 29/05/2019 em 13:24, Neynaocai disse:

Eu estava mais perdido que um triunvirato de Dilma-Crivella-Bolsonaro.

Tipo, você tava sempre em primeiro, mas em segundo. Agora, vai subir. Mas se ficar, disputa a vaga na Liga Europa né?

Gharti Magar se recuperou. Grande notícia.

hahahahahahaha não entendi nada desse triunvirato, @Neynaocai

Foi a junção das duas tabelas, a classificação geral, por isso acabei na segunda colocação. E sobre ganhar, nisso está certo: Ganhou o confronto, sobe. Perdeu? Vai disputar a vaga pra Liga Europa.

Gharti Magar está naquelas, faz um jogo bom, duas ruins... isso preocupa pra decisão, mas vamos ver.

Abraço, meu caro e valeu!

Em 30/05/2019 em 21:34, marciof89 disse:

A equipe tá afiada, pode surpreender sim. O negócio é dar o sangue no jogo em casa.

É nesse pensamento que sigo, @marciof89. Não quero nem ver caso aconteça um tropeço no Rocourt.

Abraço e valeu!

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CCSantos

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A final?

Chegamos a decisão da Proximus League, onde iríamos enfrentar o Beerschot-Wilrijk pela chance de ir para a elite belga. Vamos conferir como foram as duas partidas.

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Primeiro jogo, Rocourt abarrotado de gente.
Casa lotadíssima.
Alguns poucos anos atrás, nnguém apostaria que Beerschot-Wilrijk e Liège, até então nas divisões inferiores, iriam disputar o único acesso para a Jupiler Pro League.

O favoritismo era do visitante, devido a sua quase impecável campanha, o Liège estava como um sortudo nesse playoff do acesso.

O início de jogo foi bem travado, muita disputa e pouco futebol. Mas eis que aos 16 minutos, o artilheiro Druijf abria o marcador. Não era um bom presságio. Para ajudar, a equipe estava travada.

No início do segundo tempo, Drujif saiu lesionado, o que parecia ser um bom momento de atacar, mas tudo travava.

Parecia literalmente não ser o nosso dia, pois Gharti Magar não fez um bom jogo. A saída era pelos lados, mas nem Bina Lemba, nem Fumu Tamuzo conseguiam ajudar.

Boadu até acertou a trave em chute dentro da área. Parecia que não era dia. Na última meia-hora, saquei Fumu Tamuzo e coloquei Mboko, pra ver se a velocidade dele renderia algo.

E rendeu. No finalzinho, aos 43, e nem foi pela velocidade, mas pelo instinto ao brigar denro da área pelo rebote em um chute de Allée. Foi no sufoco, mais na base da raça que na qualidade, mas saiu.

No fim, o empate por 1 a 1 ainda nos deixava com uma mínima chance de subir, mas teríamos que bater o Beerschot-Wilrijk na casa deles.

Uma tarefa bem indigesta.

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A volta no Estádio Olímpico de Antuérpia seria complicada. O time deles praticamente não havia perdido em casa. Mas precisávamos acreditar em algo.

Assim como o início em Liège, a partida novamente começou travada, por nossa intenção mesmo, de evitar que a equipe deles chegasse na meta do goleiro Kacou. Mas eis que um lance mudou o rumo da final.

Aos 28 minutos, Boadu recebe passe de Allée, corta pra direta e chuta no ângulo do goleiro. Um golaço, que literalmente muda o destino da decisão. Quatro minutos depois, novo golpe em cima do time da casa: Drujif, que foi pro sacrifício, novamente sai lesionado.

Era o chamado para que eles avancassem mais no segundo tempo, e a deixa para nossa equipe se aproveitar disso, e matar o jogo.

Foi desta forma que veio a dupla Bina Lemba-Fumu Tamuzo.

Aos três minutos, arrancada de Bina Lemba, que chuta, o goleiro defende, mas Fumu Tamuzo pega o rebote e amplia. Cinco minutos mais tarde, quem arrancava era o francês, que passou como um raio sobre o lateral e cruzou. Bina Lemba, que fez o gol do título da Derde Klasse, apareceu na marca do pênalti para fazer o terceiro.

Depois disso, o Beerschot-Wilrijk se abateu. Sentiu que não daria pra subir de divisão, mesmo eles tendo bem mais posse de bola, sentiram que seria difícil empatar o jogo para poder conquistar o acesso.

No fim, o incrível - mas justo - 3 a 0 simbolizou não apenas o acesso para a elite, mas também que nossa equipe estava no nível das outras, e que, com uma obediência tática, iria longe. E foi, ironicamente no jogo onde tivemos a menor posse de bola (uma característica forte da equipe) em todas as partidas na Proximus League.

Somos agora da Jupiler Pro League. Até quando? Sinceramente, não sei. Mas prefiro nem pensar sobre isso ainda.

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A tabela do pessoal que lutou contra o rebaixamento teve como descendido o CERCLE BRUGGE, que foi campeão em 2016/17 e jogou na Jupiler Pro League temporada passada.

Quem subiu foi o Royal Antwerp, em uma apertada disputa na Derde Klasse. O Liège sobe para substituir o OH Leuven, que foi lanterna na Jupiler Pro League desta temporada.

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Nossa defesa foi o grande destaque da temporada, e difícil pontuar somente um jogador.
De Smet, Audoor, Jackson (que foi bem seguro nos jogos finais), mas principalmente, Mayembo.
O que ele jogou foi uma barbaridade.
Na parte ofensiva, um ano difícil e de muitos altos e baixos. Mas Boadu, depois de muitas confusões, apareceu na hora certa.
Outro que se encaixou como uma luva foi Fumu Tamuzo, que fez o pênalti que deu o título do 'segundo torneio' e foi o melhor em campo no jogo do acesso.
Mas vamos precisar nos cuidar, pois a subida de nível agora é BEM GRANDE.

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Prejuízo de mais de 1 milhão de Euros, mas que uma hora serão pagos, tenho certeza disso.

Com o novo acesso, precisávamos de uma nova reforma (regulamento exigia estádio para 8 mil pessoas, com aquecimento subterrâneo incluso), mas essa será em grande escala. Nós vamos sair do Rocourt, para atuar em Eupen, no estádio Kehrweg, pouco mais de 40km distante do Rocourt.

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O novo Rocourt deve ser lançado no final de Março, na parte final da temporada.

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Sumário Comercial (com um detalhe curioso)

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Festa dos torcedores

Satisfação da Direção

Na escolha de Jogador do Ano, Denzeil Boadu foi eleito o craque da temporada.

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Já na artilharia da Proximus League, Gharti Magar ficou em 3º atrás de Drujif e do rebaixado Irwin Cardona.

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Na categoria Treinador do Ano, qualquer escolha que não fosse a do meu nome seria um absurdo (com todo o respeito), tanto que a vitória veio com sobras.

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Como prova do bom trabalho, o Liège renovou meu contrato ao término da Proximus League. Agora iremos até 2021.

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No time da temporada, conseguimos colocar três jogadores: Além de Boadu, Mayembo e De Smet foram eleitos, o que demonstra a força defensiva da equipe.

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Na equipe dos melhores jogadores do Liège, entraram no time titular o lateral-direito Oosterlen e o zagueiro Mayembo entre os titulares.
Já nos reservas, entraram o lateral-esquerdo Kyle Duncan, o zagueiro Jackson e o atacante Timothy Weah.

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Revista da Temporada
Parte 1 - Parte 2 - Parte 3

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Inner Logic

Parabéns! A temporada foi melhor que a encomenda, mesmo com o time dando umas engasgadinhas vez ou outra. Acesso e título merecidos.

Para a Pro League, como anda a sua avaliação do elenco? Vão ser necessárias muitas mudanças ou será algo mais superficial?

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Tsuru

Excelente temporada, o time surpreendeu, conseguiu superar as dificuldades que apareceram e terminou com o merecido título depois de uma decisão emocionante. Parabéns!

Muito legal ver o crescimento do clube e a construção do Novo Rocourt. A elite vai ser dureza, mas já surpreendeu desta vez e acho que consegue se manter sem grandes problemas. 

Boa sorte na continuação!

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Neynaocai

Que jogo final foi esse. Parabéns pelo título e principalmente pela imposição.

Imagino que agora a história será bem mais complicada e quero ver você mantendo a forma de contratações.

 

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Johann Duwe

Parabéns pelo acesso a divisão de elite belga. Irá mudar algum aspecto tático para enfrentar as grandes equipes nacionais?

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marciof89

O jogo final foi espetacular, o time jogou bem e conseguiu uma vitória que tira qualquer dúvida dos corneteiros sobre a qualidade da equipe.

Bom ver o nepalês em terceiro na artilharia hahhaa

E agora, como será a vida do Liège? Está preocupado com a qualidade das outras equipes? Pretende contratar, ou vai se concentrar mais nas táticas?

Boa sorte!

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CCSantos

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Em 04/06/2019 em 14:18, Inner Logic disse:

Parabéns! A temporada foi melhor que a encomenda, mesmo com o time dando umas engasgadinhas vez ou outra. Acesso e título merecidos.

Para a Pro League, como anda a sua avaliação do elenco? Vão ser necessárias muitas mudanças ou será algo mais superficial?

Obrigado @Inner Logic! Realmente, foi melhor do que o esperado, soube montar uma boa base defensiva, e fez toda a diferença para a conquista do acesso.

Acredito que precisemos de reforços mais pontuais, sobretudo na defesa e ataque, e aí, podemos pensar na temporada.

Abraço e valeu pelo comentário.

Em 04/06/2019 em 14:31, Tsuru disse:

Excelente temporada, o time surpreendeu, conseguiu superar as dificuldades que apareceram e terminou com o merecido título depois de uma decisão emocionante. Parabéns!

Muito legal ver o crescimento do clube e a construção do Novo Rocourt. A elite vai ser dureza, mas já surpreendeu desta vez e acho que consegue se manter sem grandes problemas. 

Boa sorte na continuação!

Muito obrigado @Tsuru! Realmente, é ótimo ver a evolução da equipe, e me surpreendi por esse acesso a Jupiler Pro League, para ser sincero. O que definiu foi ter uma boa defesa, sobretudo no 'segundo torneio'. A decisão foi do jeito que realmente não esperava, mas Fumu Tamuzo e Bina Lemba decidiram. Ainda bem! 🙂

Realmente, disputar a Jupiler Pro League será uma enorme subida de nível, mas acho que o time pode cumprir as expectativas. O negócio agora é evoluir, cada vez mais.

Abraço e valeu!

Em 05/06/2019 em 13:36, Neynaocai disse:

Que jogo final foi esse. Parabéns pelo título e principalmente pela imposição.

Imagino que agora a história será bem mais complicada e quero ver você mantendo a forma de contratações.

 

Pois é, @Neynaocai! Nem eu acreditei quando vi o gol do Boadu, e menos ainda quando vi os dois gols no segundo tempo da final. Atuação segura demais da equipe em um momento tão decisivo da temporada.

Sem dúvida será uma temporada diferente, por conta de, dessa vez, não ter tanta igualdade técnica, mas vamos ver. Prefiro não criar tantas expectativas, nem pra cima, nem pra baixo.

Muito obrigado pelo comentário. Abraço!

Em 08/06/2019 em 18:37, Johann Duwe disse:

Parabéns pelo acesso a divisão de elite belga. Irá mudar algum aspecto tático para enfrentar as grandes equipes nacionais?

Muito obrigado, @Johann Duwe! Acredito que, em um primeiro instante, vou manter a parte tática ligada ao 4-2-3-1 mesmo, mais pelo fato de ser um padrão do futebol local. A diferença do esquema da maioria das equipes para o meu é que ele é mais fechado na defesa. Não chega a ser 'retranca' (atuo no 'Controlar'), mas aposto bastante nas disparadas pelos lados, que decidiram o acesso, com o Fumu Tamuzo e com o Bina Lemba.

Vai ser assim neste momento, até porque não consigo enfrentar os adversários 'de peito aberto', por assim dizer.

Abraço e muito obrigado por comentar!

Em 09/06/2019 em 21:03, marciof89 disse:

O jogo final foi espetacular, o time jogou bem e conseguiu uma vitória que tira qualquer dúvida dos corneteiros sobre a qualidade da equipe.

Bom ver o nepalês em terceiro na artilharia hahhaa

E agora, como será a vida do Liège? Está preocupado com a qualidade das outras equipes? Pretende contratar, ou vai se concentrar mais nas táticas?

Boa sorte!

O Liège não é um grande conjunto, mas é um conjunto acertadinho, @marciof89. Prezo sempre isso, de conseguir acertar um time dentro do campo, a polivalência, etc. É um pilar dos trabalhos/saves que faço. Uma equipe de jogadores com várias funções, e com uma boa obediência tática, sobretudo na parte defensiva.

O Gharti Magar teve apenas um ano regular, esses gols vieram em partidas pontuais, foi meio mandrake essa 3ªcolocação na artilharia, assim como o Boadu como Melhor da Temporada, pois teve momentos que me irritou profundamente.

Sobre as outras equipes, eu tenho muita preocupação com algumas, mas com outras, dá pra se notar que podemos enfrentar. Na atualização, você vai notar o nível em comparação aos outros. Sobre contratações, tentei ser mais comedido nas chegadas, limpar um pouco os gastos da equipe, enfim... Seria ótimo nesse momento. Não significa que vou cair 100% com a cara nas táticas, vou tentar sempre encontrar bons reforços, mas agora, talvez com um pouco mais de critério nas escolhas. Vai subir a cordinha de rigor por aqui.

Muito obriagdo e abraço! Valeu pelo comentário, nobre!

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CCSantos

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Chegou a hora de retornar para a elite!

Terceira temporada de save, agora chegando na Jupiler Pro League! Estamos de volta a elite do futebol belga, e nessa atualização veremos como é a fórmula de disputa, os primeiros reforços e partidas da temporada. Vamos lá!

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Acima: Anderlecht, Charleroi, Club Brugge, Eupen, Genk, Gent, KV Kortrijk e Liège;
Abaixo: Lokeren, Mechelen, Mouscron-Peruwelz, Oostende, Standard Liège, Waasland-Beveren, Westerlo e Zulte Waregem.

Nas expectativas para a temporada, até que temos um equilibrio. Ainda estamos em último, mas temos a companhia do time que nos empresta seu estádio nessa temporada, o Eupen e do Mouscron-Peruwelz.

São estas dezesseis equipes que vão se enfrentar em dois turnos, totalizando 30 partidas.
As seis primeiras avançam para o hexagonal do título e se enfrentam mais dez vezes. O campeão e o vice vão pra Champions, o 3ºcolocado para a Europa League e o 4º joga o playoff contra o campeão do torneio que envolve do 7º ao 15ºlugar da Jupiler Pro League, mais do 2º ao 4º colocado da Proximus League.
O último colocado pega passagem para a Proximus League da temporada 2020/21.

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Nossa expectativa básica? Tentar pontuar bastante, e escapar da zona de descenso. Nas minhas contas, entre 25 e 30 pontos é a pontuação que livraria a equipe do retorno a Proximus League.

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Nosso adversário na Cofidis Cup só devemos saber na próxima atualização, mas a diretoria definiu que devemos chegar nas OITAVAS DE FINAL.
Vamos começar na fase de 16avos de final, logo, precisamos vencer uma única partida para cumprir as expectativas.

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Aqui, vamos começar primeiro falando das saídas. O melhor dizendo: Da saída que ainda não é saída.
Conseguimos vender o zagueiro Jackson por 5M de Euros + 10% da próxima transferência ao Liverpool, além de ficar nesta temporada no time. É um zagueiro em franca evolução, é bem da verdade, e precisava bastante do dinheiro.

Também fizemos a rapa em dispensas e empréstimos. Os mais evidenciados foram a dispensa de Brulmans e os empréstimos de Matrievics, Pezzin e Makiavala.

Agora, vamos aos reforços. Tom Krulak chegou, mas já foi emprestado ao Oudenaarde, mesmo time de Szalega. De Smet sempre faz um drama, mas retorna ao clube, assim como Selak, sendo que o croata vem em definitivo.

Outro que retorna é Oosterlen, mas ele sabe que terá concorrência dura pela frente. Agora vamos realmente a quem é novidade por aqui, começando pela zaga.

Trata-se de Ruddy Ebondo. O zagueiro, cria da base do Monaco, pertence ao Nancy, e já era desejo antigo, por conta de sua força, além de ser um zagueiro que se posiciona muito bem. Tem tudo para ser titular nesta temporada.

Indo para a lateral-esquerda, o nome é Jota. O jovem lateral de 19 anos, emprestado do Porto, chega para fortalecer o lado esquerdo da defesa. Não confundir com Diogo Jota, que chegou a atuar pelos Dragões. É bom jogador, com passagem pela base da seleção portuguesa.
Acredito que vamos ganhar bastante com a presença dele.

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No meio-campo, para passar experiência paa a equipe, chega outro australiano, para fazer companhia a Stephen Jackson e Peter Reeve. Trata-se de Adam Sarota, jogador de 30 anos, com boa passagem pelos Socceroos.
A expectativa é que lute por posição com Allèe e Chromek, no caso do time atuar com um ou até dois meio-campistas centrais.
Sarota chegou a ser pre-selecionado pelos Socceroos para a disputa da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, mas foi cortado da lista final.

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Já na parte ofensiva, o nome é do ganês Geoffrey Acheampong. O atacante pertencia ao Bastia, e temporada passada, atuou emprestado ao Roeselare, e enfrentei ele. De ótima altura, tem como principal característica ser o típico camisa 9.
Além disso, tem ótima média pela seleção de base (15J/12G), o que credencia ainda mais sua contratação.

Um detalhe curioso é que Acheampong fez toda a sua base no High School norte-americano, e apareceu com destaque em 2015, quando fez um gol de antes da linha do meio de campo. Não estou pedindo para ele fazer gols que nem esse, nem que faça todo dia, que nem ele disse na notícia do Mirror, se ele souber fazer de dentro da grande área, já está de excelente tamanho.

Com estes que chegaram, o elenco ficou desta forma:

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Uma equipe bastante diversa, com boas variações.
Ainda devo buscar um segundo zagueiro, já que Edge está atrás de todos os outros, e o único que pertence ao clube.
Temos peças interessantes no meio-campo, enquanto a parte ofensiva, se não é dos sonhos, mas tem atletas que podem fazer boas atuações. Até Boadu, que é inferior aos outros jogadores de meia-atacante não fica tão atrás devido ao momento dele no time. Entendo que temos uma equipe interessante, que pode lutar pela permanência.
A base tática continua a mesma, com algumas variações.

Esquemas táticos serão:
4-2-3-1, com 2 MD C
4-2-3-1, com 2 M C
4-1-1-3-1 assimétrico, com 1 MD C e 1 M C

Ambos Controlar e Rígido.

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A transferência de Jackson nos deu um belíssimo gás financeiro, mesmo que nossa situação ainda esteja como "Inseguro", devido aos empréstimos.

Dei enfoque no staff técnico da equipe com esse aumento financeiro:

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Além disso, enfim consegui iniciar meu segundo curso de treinador, a Nacional B.

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Começamos com estas seis partidas.
Um jogo importante fora contra o Mouscron-Peruwelz, depois outro jogo difícil: Genk, em 'casa'.
Charleroi e Lokeren serão jogos difíceis em casa, assim contra o Oostende fora.
Pra fechar, o maior desafio de todos: Anderlecht, jogando em Bruxelas.
Que início, hein?

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Inner Logic

Tô muito curioso pra ver o que vai sair com esse time. Dá pra perceber que tem jogadores interessantes em todas as posições.

Pelo visto a tabela vai oscilar bastante: um jogo fácil, um difícil, um fácil, um difícil,...

Boa sorte para o início da temporada

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    • Tsuru
      By Tsuru
      Os celtas eram um conjunto de povos que ocupava grande parte do território da Europa por volta de 1.000 a.C., indo desde a atual Grã-Bretanha até o local onde hoje é a Turquia. Há muitas teorias sobre a origem e a expansão desses povos, mas é um período tão antigo que as raízes se perdem no tempo. É inclusive dessa época que surge a lenda do Rei Arthur, que teria liderado a resistência dos bretões celtas contra os romanos.
      Outro detalhe interessante é que, na cultura celta, "Brasil" era uma ilha mística situada em algum local do oceano, e a própria origem desse nome é céltica. Há quem acredite que os povos antigos já conheciam a origem do Brasil e que foram eles que introduziram, na cultura popular europeia, a informação de que existiam terras além mar cheias de riquezas e animais exóticos. Esse detalhe eu não sabia e quem compartilhou a informação foi o @Inner Logic.
      Entre outras coisas que se sabe concretamente, é notório que os celtas veneravam a natureza e que, entre seus pares, existiam os druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, orientações filosóficas e jurídicas, e rituais religiosos. 
      Entre os druidas famosos, reais ou imaginários, estão o lendário Merlin e o Panoramix, que preparava a poção mágica do Asterix. E essa figura do druida sempre fascinou este que vos fala, o que levou a pesquisar mais sobre a cultura em questão e sobre sua história.
      Descobri, inclusive, que hoje existem seis nações apontadas como “célticas originais”, por manterem traços culturais ou de linguagem desse povo - País de Gales, Escócia, Irlanda, Bretanha (no norte da França), Cornualha (sul da Inglaterra) e Isle of Man (entre a Inglaterra e a Irlanda). Há ainda outras regiões onde a influência celta é considerada forte, como o Norte de Portugal, as regiões da Galícia e Astúrias na Espanha, e a antiga Gália (atuais França, Bélgica e norte da Itália). E há ainda territórios ocupados por antigas tribos celtas onde pouco se sabe sobre o legado deixado por eles, como o sul da Alemanha/Áustria e diversos países do Leste Europeu.
      No futebol, talvez a influência mais clara desses povos seja o Celtic FC da Escócia, batizado com objetivo de propagar o orgulho que os fundadores tinham dessa origem.
      Já havia lido sobre a liga de futebol do País de Gales e sentido bastante vontade de experimentá-la, talvez porque seja um país muito associado aos druidas. E a ideia se complementou com a descoberta das nações célticas.
      Assim, narrarei a carreira de Drew Johnson, um treinador galês fictício sem qualquer experiência, apelidado de “O Druida” por ser um adepto do Neodruidismo.
      A jornada se iniciará na terra natal de Johnson, uma vila de 7 mil habitantes chamada Cefn Mawr (se lê "Kevin Maur"), localizada no condado de Wrexham.

       


       


      Carreguei todas as nações celtas “originais”, algumas delas representadas pelo país onde se situam, e escolhi outras para representar os territórios com forte influência céltica. 
      Na database original do FM, a liga galesa só tem a Welsh Premier League, a elite do futebol local; para dar um pouco mais de emoção, ativei a segunda divisão através do update do Classen.
      Foi necessário deixar alguns países de fora - por exemplo, Itália, Alemanha e Áustria - até porque não sei se meu notebook aguentaria o tranco. Só para garantir, diminuí a qualidade gráfica e tirei as animações, aparentemente o jogo está rodando sem problemas.
      Acho que, no geral, ficou bem representativo e com boas opções de progressão de carreira.
       

       
      Conquistar pelo menos um título por cada país onde passar; Conquistar um título invicto; Conquistar, em uma temporada, todos os títulos em disputa; Vencer a Liga dos Campeões da Europa; Vencer a Copa do Mundo; Me divertir.
       
       
      Nunca pedir demissão no meio de uma temporada;
      Se receber uma proposta e estiver empregado, priorizar a assinatura de novos contratos para o início da temporada seguinte, fazendo o máximo possível para não abandonar nenhum clube durante uma competição.
       
    • Henrique M.
      By Henrique M.
      Reflexões, ponderações e filosofias
      Antes de falar do save em si, queria aproveitar o espaço para fazer um desabafo. Parece que a cada novo FM que surge eu vou perdendo cada vez mais o contato que eu tinha com o jogo no passado, mas vejo alguns exemplos de pessoas na mesma faixa de idade, mesma faixa de afazeres ou até em faixa maiores, jogando e tendo a boa e velha conexão com o jogo. Não sei se posso culpar o jogo em si ou culpar o jogo com relação a mim. Poderia ser pessoal, mas recentemente venho me divertindo no Football Manager 2008 e poderia facilmente migrar para o Football Manager Touch, que foi minha grande empolgação com um save, tirando os playoffs de promoção com o Santarcangelo. Então acredito que o problema não é do jogo, nem da minha relação com o jogo. É do que eu quero ver acontecendo no jogo.
      Infelizmente eu escolhi um desafio que o jogo não estava disposto a aceitar nas minhas condições, era possível, mas eu precisava aceitar as condições que o jogo impunha e isso não era o suficiente, eu precisava de mais e não aguentava ver o resultado do que eu queria dentro de campo. Não ligo para derrotas, para os percalços, desde que eles ocorram com meu time atuando da maneira pela qual ele foi desenhado para atuar. Se eu me comprometo com a retranca, tenho que estar ciente do que ela causa, se eu me comprometo com o jogo ofensivo, tenho que estar ciente do que ele causa e assim por diante. A questão é que eu me comprometi com uma coisa diferente, que era o líbero, não era uma questão de tática, não era uma questão de estilo de jogo. Era uma questão de trazer uma função morta para o FM e fazê-la funcionar tanto defensivamente quanto ofensivamente, mas isso limitava meu estilo de jogo a ser puramente defensivo ou contra-ofensivo. E as equipes que tiveram grandes líberos ofensivos não jogavam exclusivamente assim e muitas poderiam ser descritas como equipes fluidas e ofensivas.
      Eu passei do estágio de querer ver um desafio impossível sendo feito por mim, passei do estágio de querer acumular títulos e fazer grandes saves em termos de troféus e vitórias. Tive um dos maiores prazeres no FM 2015 com uma equipe que ganhou 3 italianos em umas 15 temporadas, perdeu 2 vezes a Champions e até hoje sinto saudades desses momentos, pois ali eu não estava construindo a minha dinastia, ali eu estava construindo uma história em conjunto com um clube. Tinha aquele apego, tinha aquela paixão de transformar o mundo do futebol. E esse é um problema grande, não consigo fazer igual a maioria das pessoas e escolher um save simples, seguro e que seja factível de se encerrar. Eu quero o desafio de modificar a história, criar momentos que só o FM proporciona e isso acredito que vem dificultando o processo de jogar FM.
      Desafabo feito, hora de seguir adiante e tentar mais uma vez. Se falharmos, levantamos, sacudimos a poeira e tentamos de novo.
      Introdução
      No Football Manager 2014 eu tentei aquele desafio impossível, meu grande feito até hoje foi conquistar a Champions League com o Rangers da Escócia no FM 2012. Por isso, decidi apimentar as coisas e buscar o título da Champions League com outro clube britânico, só que dessa vez advindo da Irlanda. Foram lindas 12 temporadas com 10 títulos nacionais, 9 deles consecutivos e incontáveis títulos nas copas domésticas, transformando o Shamrock Rovers no maior vencedor de todas as competições irlandesas. Em nível continental, realizamos o feito que o Dundalk realizou nessa temporada, ao se tornar o primeiro clube irlandês a participar de uma fase de grupos de uma competição europeia e fomos além, chegamos até as oitavas-de-final da Champions em uma ocasião e participamos por 3 ou 4 vezes do mata-mata da Liga Europa. Porém, apesar de nunca sequer estar perto de alcançar o único objetivo do save, transformei o Shamrock Rovers, mas isso não foi o suficiente para alavancar o futebol irlandês e sem a alavancagem do futebol irlandês seria impossível chegar até o objetivo do save. Eu me frustrei com isso, encerrei o save, depois me arrependi, mas a decisão já estava feita. Contudo, nesse save desenvolvi jogadores, criei ícones e lendas do clube, inclusive consegui segurar uma gigante promessa irlandesa por mais de 10 temporadas na equipe, fazendo com que um jogador da base se tornasse um importante jogador da história da equipe. E eram essas pequenas coisas que seguravam o save, mas infelizmente, ele estaria fadado a nunca dar certo da maneira que eu gostaria.
      Por isso, no ano passado, o ggpofm traduziu e adaptou um texto sobre como tornar uma liga competitiva e eu decidi que era hora de tentar realizar o impossível novamente, porém eu incuti no erro de começar o jogo no FM 2014 e comparar as duas histórias e é óbvio que isso deu errado, pois eu me frustrava com o que ocorria e olhava e comparava com o que havia sido feito e me perguntava o que estava acontecendo e o que estava sendo feito de errado, até o ponto em que eu comecei a tentar emular as decisões do passado. Isso ruiu a tentativa.
      É hora de aprender com o passado e recomeçar um desafio diferente que é transformar uma liga com um desafio do passado, a busca do impossível. Sinceramente, espero que seja esse o combustível necessário, pois o fato de querer continuar participando ativamente da área me fez retornar rapidamente com uma história. Quando não estou contando um save, a atenção que dou a área é totalmente diferente e sinceramente, como é uma área que pulsa numa vibração interessante e revigorante, acho injusto comigo mesmo não estar aqui, mesmo que o preço seja mais uma história inacabada.
      Objetivo
      Conquistar a Champions League com o Shamrock Rovers Regras do save
      Se o jogador não serve mais para o Shamrock Rovers, a prioridade é repassá-lo para uma equipe irlandesa, mesmo que isso signifique aceitar uma oferta menor ou perder o jogador de graça. Não contratar destaques de outras equipes irlandesas. Buscar repatriar jogadores irlandeses de ligas estrangeiras. Buscar contratar jovens promessas de equipes irlandesas, com o propósito de acelerar a evolução do mesmo. Buscar antecipar a concorrência externa pelos principais jogadores da liga, evitando que jogadores de bom nível ou alto potencial saiam do país. (A única condição que permite contratar um jogador adversário que seja importante para o clube) Caso alguma nova necessidade vá surgindo, irei informar num post e adicionar aqui Histórico
      2017 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado na 1ª rodada qualificatória da Europa League
      2018 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado no Playoff dos campeões da Champions League, 4º lugar no Grupo K da Europa League
      2019 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Cup, 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2020 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado na 3ª Qualificatória da Champions League e nos Playoffs da Europa League
      2021 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2022 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo H da Champions League
      2023 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º colocado no Grupo J da Europa League
      2024 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 3º colocado no grupo G da Champions League
      2025 - 2º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 4º colocado no grupo B da Champions League
      2026 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo L da Europa League
      2027 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 3º colocado no Grupo H da Champions League
      2028 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e eliminado nas oitavas-de-final da Europa League e 3º colocado no Grupo E da Champions League
      2029 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado nos 32-avos de final da Europa League, 4º lugar no Grupo A da Champions League
      2030 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º lugar no Grupo C da Champions League
      2031 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º lugar no Grupo H da Champions League
      2032 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2031/2032  e 2º lugar no Grupo F da Champions League 2032/2033
      2033 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2032/2033 e 3º lugar no Grupo G da Champions League 2033/2034
      2034 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas quartas-de-final da Europa League 2033/2034 e 3º lugar no Grupo C da Champions League 2034/2035
      2035 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da Europa League 2034/2035, Campeão da Super Copa da UEFA 2035 e 1º lugar no Grupo H da Champions League 2035/2036
      2036 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2035/2036 e 3º lugar no Grupo E da Champions League 2036/2037
      2037 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Europa League 2036/2037, 4º lugar no grupo C da Champions League 2037/2038
      2038 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, 3º lugar no Grupo F da Champions League 2038/2039
      2039 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Europa League 2038/2039, 3º lugar no Grupo G da Champions League 2039/2040
      2040 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Europa League 2039/2040, 1º lugar no Grupo G da Europa League 2040/2041
      Histórico de posts
      Shamrock Rovers e Irlanda A primeira pré-temporada Algumas surpresas na tabela Liderança na Irlanda, decepção na Europa Vantagem é sempre importante A baciada fica para o meio do ano Uma temporada mais competitiva Irlanda x Escócia Celtic Park, Olympiyskyi, Vélodrome e King Power Stadium 3 contratações, 32 despedidas Enfim mediremos força com o Dundalk? Onde os outros perdem, nós vencemos Um empate que vale por duas temporadas e meia Em time que está ganhando não se mexe? Mais um voo solo? Dois patetas, as traves e um muro espanhol Em terra de irlandês, quem é Shamrock, é rei! As primeiras cifras em reforços Um começo de temporada inédito 166 convocações no elenco Os desafios financeiros da Irlanda Um estádio para chamar de nosso Alguém parará o Shamrock Rovers? Muita movimentação no Tallaght Uma Irlanda que dá trabalho O retorno do atacante solitário Falta embalar Uma chance inesperada Deem um pouco mais de crédito para a Liga Irlandesa Vendas milionárias Sentimos sua falta, O’Brien! Gribbinaldinho Fenômeno! A 5ª maior instituição da Irlanda Remodelagem tática A melhor campanha da história do primeiro turno Na perseguição do Cork City Verde é a cor da Irlanda Um vacilo milionário A melhor campanha da história do primeiro turno – Parte 2 Mais Irlanda na Europa Forde, por que faz isso comigo? Batemos a marca de 2 milhões Um carrossel verde e branco Simplesmente avassalador! Um péssimo ano para ser Bohemian Um mercado prolífico Um novo concorrente no horizonte? Eurocopa 2028 A solução que veio e que foi Chora, Allegri! Reaprendendo a jogar Tudo conforme o script Dinamo Zagreb A única vez foi em 2017 O bom filho a casa torna Uma máquina chamada Conor Wilson Copa do Mundo 2030 Maldito sorteio da Champions League Uma abordagem renovada Poxa, UCD! Um dia ruim por turno O doce aroma da elite europeia De pontas para volante Uma noite irlandesa em Londres As dificuldades de ser maior que a liga irlandesa Meus jogadores são de um material superior Que venha o Lyon! Teremos um campeonato!? Segue o líder! A gente bem que tentou, mas o Cork não quis! Regulamento debaixo do braço Faltaram apenas 6 minutos Mais uma vaga na Champions League! Dosharaithe E estamos de volta A estrada até aqui... Real Madrid x Shamrock Rovers Super Copa da UEFA Green Stadium Uma homenagem à Conor Wilson Começo claudicante, mas final esperado O fim de duas eras Sob nova direção A Airtricity Premier League é uma das 10 maiores da Europa 20 anos de Danny Green Um campeonato que ainda está em aberto Vexatório! O plano quinquenal Zero gols, zero derrotas Uma nova era para o Hoops Tinha um italiano no meio do caminho Uma insípida janela de transferências Um paredão azul Winner Winner Chicken Dinner Um quinquênio que durou dois anos Uma debandada do Green Stadium A lei do ex é terrível Em meio a Euro 40, Hoops quebram recordes Dois pênaltis, dois destinos
    • IgorNatalino
      By IgorNatalino
      Estamos animados em apresentar a todos, a criação do tópico para os kits FC'12, um projeto do FM Slovakia, para a temporada 2018-2019.
      Para os que gostam do nosso estilo de kits, aqui ficarão todos os links úteis e atualizações sobre o lançamentos dos kits, principalmente os brasileiros feitos por mim; A ideia principal do tópico é entregar packs de qualidade para todos jogadores do FM.
      Gosta de acompanhar o desenvolvimento dos kits e saber quais estão sendo produzidos?
      Nos acompanhe no Facebook - https://www.facebook.com/groups/allstar.kitmakers/
      Parceiros:
      FM Slovakia - http://fmslovakia.com/

      Todos os Kits produzidos na temporada 2016-2017:
      http://fmslovakia.com/downloads/kitpacks/fc12-season-201617/
      Todos os Kits produzidos na temporada 2017-2018:
      http://fmslovakia.com/downloads/kitpacks/fc12-season-201718/
      Todos os Kits produzidos na temporada 2018-2019:
      https://fmslovakia.com/en/downloads/kitpacks/fc12-season-2018-19/
      Todos os Kits produzidos na temporada 2019-2020:
      https://fmslovakia.com/en/downloads/kitpacks/fc12-season-2019-20/

      Como instalar:
      Passo 1:
      Faça o download do pack e extraia usando Winrar ou 7-zip.
      Passo 2:
      Copie a pasta com os arquivos para:
      \Documents\Sports Interactive\Football Manager 2017\graphics\kits\
      p.s: Crie as pastas Graphics e Kits caso não existam.
      Passo 3:
      Abra o FM e vá em Preferências > Interface
      Marque "Recarregar Skin quando confirmar alterações nas preferências"
      Desmarque "Usar cache para reduzir o tempo de carregamento das telas"
       
      Qualquer dúvida, sugestão ou comentário, deixe sua postagem!

      Quer nos ajudar?
      Me contate para fazer parte do All Star Kitmakers.
    • Lohan
      By Lohan
      BRASIL MUNDI UP  (26-05-2019)    
      ✔️Séries A, B, C e D (formato original) 
      ✔️Serie Regional, equivalente a uma 5 divisão fictícia, nas qual faz com que os estaduais fiquem mais realistas e disputados (grupos verdadeiramente regionalizados)
      ✔️Segundonas, Terceiras e Quartas Estaduais
       ✔️Copa SP de Futebol Júnior, Copa BH, Copa do Brasil e Brasileirão sub-20, Brasileirão sub-17
       ✔️Copas Estaduais (quando os times sobem pra Seria A e B, deixam de participar pra não inflar o calendário)
      ✔️ Novidade Todos os Campeonatos Estaduais Sub-20
      Colocar o arquivo .FMF na pasta (editor data) que fica em: documentos / Sports Interactive / Football Manager 2017 / editor data,
      e depois selecioná-lo antes de criar o Save.
      Testado 3 vezes até 2030 sem bugs! (protegido contra cópia)
      DOWNLOAD:  
                        Brasil Mundi Up (26-05-2019) 
                      4Shared: https://www.4shared.com/file/uCfFcoiUda/Brasil_Mundi_UP_FM17__26-05-19.html?
      ❌  (Só funciona no patch 17.3 em diante)
       
       
      Ligas fundamentais que não vem no FM17 e fazem muita diferença, principalmente pra quem joga no Brasil (só funciona se deixar como "Jogáveis", não adianta nada ativar essas ligas ao criar o save e deixar em "Ver apenas"?
      Libertadores mais difícil e realista
      Deixando as primeiras divisões de todas as ligas Sulamericanas + México ativadas, a Libertadores e a Copa Sulamericana ficam mais difícil
      Mercado de transferências bastante ativo
      Ativando Japão, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Qatar, Portugal, China e Itália você vai ver bastante transferências realistas, e vai conseguir vender ou emprestar facilmente até jogadores encostados sugando a folha salarial

      DOWNLOAD:  http://www.fmscout.com/a-fm17-leagues-megapack-by-claassen.html
       
      Apos fazer o download extraia o arquivo na pasta editor data, a mesma pasta em que fica o Brasil Mundi UP
       
      Amigos, a pouco estava tirando as dúvidas de uma pessoa sobre se fazer a série D real ou não, com os times participando dela baseado em suas classificações via estaduais, e tive a ideia de escrever esse texto, para ajudar a esclarecer algumas coisas, dando minha opinião pessoal sobre o jogo, e sobre o motivo de não fazer nesse formato mesmo sendo realista.
      Como todos sabem, o FM é um jogo Inglês, feito de acordo em teoria, baseado na realidade do futebol inglês e europeu, então infelizmente algumas coisas que estão programadas pra funcionar lá, não são bem geridas pela inteligência artificial do jogo no Brasil, e até por esse motivo, muita gente não gosta de jogar aqui, preferindo até ir pra China rsrs.
      Ao longo dos anos, venho estudando e analisando os mecanismos de muitas dessas configurações no editor, tem algumas pessoas que tem essa mesma visão e linha de raciocínio, como o amigo Leon Coutinho, então começamos a implementar isso aos poucos, sempre testando massivamente.
      Eu me senti satisfeito, por achar que consegui atingir no FM14, um nível de realismo absurdo (dentro das limitações do jogo), seja no mercado de transferências, nas finanças, cotas dos clubes e etc, lembrando que nossos pesquisadores nacionais fazem um excelente trabalho, até porque não é nada fácil ter que estar atento a cada mínimo detalhe de uma Database tão grande e complexa.
      É difícil saber o valor correto exato da parte financeira dos clubes, mas o pessoal faz isso bem, o problema é como o jogo gere as finanças no nosso país, fazendo os grandes clubes ficarem ricos em 2 ou 3 anos, tirando assim grande parte da graça de jogar por ficar muito fácil.
      A partir do momento em que vc cria o save e clica em continuar, vc esta entrando em um mundo de simulação futebolística virtual, onde tudo pode acontecer, (vírgula), muitas coisas precisam de coerência, o Brasil tomar 7 da Alemanha não parece ser nada coerente né? Então, isso pode acontecer no jogo tb, só não pode acontecer o tempo todo.
      O que eu quero dizer, é que o FM tem simulado muito melhor e com mais realismo e dinamismo muitas coisas do mundo do futebol nas ultimas versões, as opções de configuração são bastante complexas, mas se tivermos atenção a isso o jogo fica muito melhor, basta analisarmos e testarmos com parcimônia.
      Sempre fui muito perfeccionista e detalhista, o jogo perde a graça quando vejo em 2015, Tite treinando o Goiás ou Renato Gaúcho sendo contratado para treinar o Inter (what? Só acho que a Sigames deveria me adicionar a folha salarial deles rsrs.
      Quanto a Série D real, com os times provindo de suas classificações nos estaduais, deixando o jogo supostamente mais realista (porém sem graça), é aí que entra o que falei (pra se ter mais realismo no Brasil, é preciso configurar algumas coisas diferentes, para num todo, termos um jogo bem melhor, e sim, mais realista e divertido!
      Então ter uma Série D com 128 clubes, nos moldes da Série C dos antigos CM´s e FM´s (oh nostalgia que me faz envelhecer rs) e ter uma série Regional, onde muito mais clubes pequenos participam, privilegia justamente os estaduais, faz com que os times menores busquem reforços no mercado, por terem uma divisão ativa, ao invés de ficar com jogadores cinzas, levando goleadas e mais goleadas dos grandes todos os anos, sem contar que fica mais fácil ainda vc vender ou emprestar aquela naba que fica escanteada, sugando toda sua folha salarial.
      Sou da opinião que é muito mais divertido pegar um time da Série A3 do Paulistão ou da Segundona Gaúcha e tentar levar pra Série D ou C, de maneira suada, do que pegar o Paysandu no estadual do Pará (com a Série D real), enfiar goleadas nos minúsculos do estado (por não terem divisão) e ir simplesmente participar da Série C na cara de pau (essa é minha opinião) acho totalmente sem graça isso!
      *Campeonatos estaduais precisam ser mais difíceis e realistas! (o Ituano Campeão Paulista de 2014 manda abraços!)
      *Libertadores não pode ter todos os anos uma semi-final com 3 ou 4 brasileiros! (O papa torcedor do San Lorenzo que o diga) 
      Mas quem disse que isso não foi a primeira coisa que eu tentei melhorar? =P
      Abraços e bom final de semana cambada!
    • El Hincha
      By El Hincha
      NOTA OFICIAL DA CHAPA DE OPOSIÇÃO #SAPAOFORTE

      “A Federação Paulista de Futebol (FPF) divulgou a tabela da Série A1 do Campeonato Paulista. Na primeira rodada, dia 28 de janeiro, o Mogi Mirim irá enfrentar o Santos, na Vila Belmiro. Mas, irá mesmo? A 60 dias da estreia na A1, o Mogi passará por duas eleições presidenciais, convive com processos na Justiça, a inércia de quem pode salvá-lo e, o principal, hoje não existe.
      É tão absurda a situação do clube que, seja em Mogi ou fora, poucas pessoas sabem o tamanho do vazio que vive o clube fora dos grandes que mais vezes disputou o Paulistão nos últimos 30 anos. A marca impressiona? É novidade? Pois, saiba, que a crise do clube vai te impressionar ainda mais.
      O Mogi vive uma crise política desde novembro de 2015. O racha entre Luiz Henrique de Oliveira e Victor Manuel Simões resultou em uma enxurrada de processos e, desde então, a instituição jamais se levantou. A derrocada é tamanha, que parece orquestrada. Em 2015, quando este grupo assumiu, o Sapo já balançava. Era a reta final da ‘Era Rivaldo’.
      Discordo do modo como Rivaldo e quem estava à sua volta dirigiu o clube, mas, quando saiu, o Mogi não era uma terra arrasada. Hoje é mais do que isso. Beira a morte. Não pode se dizer nem que o clube respira por aparelhos, pois, o clube foi esvaziado. Os funcionários foram mandados embora e a base só está ativa por conta de uma negociação assinada há mais de um ano e que jamais se tornou clara para a torcida. Reclamam que herdaram um clube deficitário, que perderam dinheiro pessoal em um período em que o clube recebeu três cotas milionárias de direitos televisos e, mesmo sem vínculo com a região, não querem sair.
      A eleição convocava pelo grupo situacionista será nesta segunda (23), às 16h00, na sede do clube. Um clube que não respondeu nenhuma pergunta sobre o evento administrativo mais importante de uma agremiação de futebol. Não bastasse tudo isso, evitaram a concorrência ao publicarem o edital após o prazo em que outros interessados poderiam inscrever uma chapa. Tivemos que recorrer na justiça para estar no pleito. E se o argumento for o de que os editais estavam publicados na sede, fica difícil imaginar alguém com acesso a tal documento.
      O Mogi pode ser suspenso de competições da CBF em decorrência de um julgamento por não ter pago taxas de arbitragem. Depois, ignorou a multa e parece ignorar a punição. Está na elite do Campeonato Paulista, mas já sofreu dois rebaixamentos em 2 anos e segue sério risco de sequer disputar a Serie C. Ainda assim, praticamente sem funcionários dentro e fora de campo, confirmou presença no Campeonato Paulista A1.
      Mas, como pagará salários a atletas e membros de uma comissão técnica, se não pagam a arbitragem? Aliás, mais de 80% dos jogadores que atuaram entre 2015 e 2016 processam o clube por falta de salários. Será que 100% findaram a passagem pelo Mogi com ao menos um mês de salário atrasado? Como será possível estancar este rombo financeiro causado por este desrespeito trabalhista?
      Se o clube fechar as portas, ainda irão terceirizar a culpa? Vociferar que elementos ocultos demonizam o Mogi? Basta! A cidade precisa esquecer que o casamento com o clube caiu na rotina e lutar por ele.
      O Mogi é um cônjuge em estado terminal, mas que ainda pode viver. Mais do que isso. É um exemplo para outros clubes de futebol. As torcidas de todos os pequenos clubes do país precisam ser alertadas sobre os riscos que estas agremiações correm de um câncer ser instalado. No cérebro da vítima. Na administração.
      Enquanto isso, o coração precisa seguir batendo. E é claro que este órgão vital se chama torcedor. É você o único que pode controlar e até derrubar o mal instalado na cabeça. Esteja perto. Você pode tirar o Mogi Mirim do leito da morte.
      Então, nas eleições desta segunda-feira, estejamos todos por um #SapaoForte!”
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