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    • Donato de Assis
      By Donato de Assis
      Eu sempre joguei FM pirata, tinha outras prioridades no meu orçamento e com isso sempre tive bons momentos com o jogo.
       
      Com a falta de atualização e mesmo tentando atualizar no Editor, uma hora você cansa e fica chato.
      Comecei a brincar com o Football Manager e fiz algumas modificações.
       
      - Aumentei a reputação dos clubes Sul-americanos e das Competições
      - Fiz uma Série A e B apenas de Nordestinos, e uma Série C com times do Norte.
      - Série D com clubes da Temporada 2020 das 3 divisões acima
      - Dei dinheiro a todos os clubes do continente
      - Atletas voltando a jogar em clubes que revelaram ou que tinham consideração
      - Quebrei os maiores clubes da Europa
       
      Mostrarei pra vocês como está atualmente o save e como o Mercado Continental começou a crescer e disputar diretamente com a Europa.
       
      Há alguns bugs no Save, inclusive a Libertadores, Taça Sul-americana e Recopa tem anos que simplesmente não há disputa.
    • Neynaocai
      By Neynaocai
      “Depois de maio de 1940, os bons tempos se acabaram: primeiro a guerra a capitulação, seguida da chegada dos alemães. Foi então que, realmente, principiaram os sofrimentos dos judeus. Decretos anti-semitas surgiam, uns após os outros, em rápida sucessão. Os judeus tinham de usar, bem à vista, uma estrela amarela; os judeus tinham de entregar suas bicicletas; os judeus não podiam andar de bonde; os judeus não podiam dirigir automóveis. Só lhes era permitido fazer compras das três as cinco e, mesmo assim, apenas em lojas que tivessem uma placa com os dizeres: LOSA ISRAELIA. Os judeus eram obrigados a se recolher a suas casas às oito da noite, e, depois dessa hora, não podiam sentar-se nem mesmo em seus próprios jardins. Os judeus não podiam frequentar teatros, cinemas e outros locais de diversão. Os judeus não podiam praticar esportes publicamente. Piscinas, quadras de tênis, campos de hóquei e outros locais para a prática de esportes eram-lhes terminantemente proibidos. Os judeus não podiam visitar os cristãos. Só podiam frequentar escolas judias, sofrendo ainda uma série de restrições semelhantes.
      Assim, não podíamos fazer isto e estávamos proibidos de fazer aquilo. Mas a vida continuava, apesar de tudo Jopie costumava dizer-me: _ A gente tem medo de fazer qualquer coisa porque pode estar proibido. _ Nossa liberdade era tremendamente limitada, mas ainda assim as coisas eram suportáveis.” Diário de Anne Frank, págs. 11 e 12.
       
      Não possuo qualquer ligação com a comunidade judaica, nem ascendência ou apreço maior por algum clube com tal relação. Por outro lado, os absurdos cometidos pelos nazistas foram muito bem documentados para não deixar ninguém incauto. Nada obstante, a idiotice humana aparece com mais força em tempos e situações de escassez (econômica, política, cultural...), portanto não me surpreendem que manifestações preconceituosas se reciclem em nossa história.
      A não ser que cheguemos em um tempo de disponibilidade total de recursos (o que considero improvável), entendo que o preconceito sempre existirá, transmutando-se em mentes fracas e com medo. Sim, o preconceito é a voz do medo e faz do ódio seu fio condutor. Por isso, não consigo ver muito sentido na frase comum: “não acredito que em 2019 alguém ainda pense assim”. Pois pensamos absurdos todo santo dia e o melhor que podemos fazer é explorar nossas opiniões, amadurecê-las e buscar evoluir – a expressão preconceituosa é imatura, fechada em si mesma e irracional.
      Apesar de não ser judeu, meu nome – para quem ainda não sabe – é Israel (tambores de revelação). O livro da Anne Frank chegou agora em minha vida e a genialidade, sensibilidade e capacidade de transmitir a crueldade e dor de um período com a sutileza do olhar de uma criança de 13 anos, me tocou demais.
      Pensei, portanto, em fazer uma jornada entre Alemanha e Holanda, lugares por onde Anne passou. Mas como ficaria um tanto limitado, decidi que vou começar de baixo, trabalhando em clubes com ligações à comunidade judaica, especialmente em Alemanha, Holanda e Israel, eventualmente jogando em algum clube dos EUA. O objetivo é chegar ao topo da carreira treinando Ajax e/ou Tottenham.
      A princípio começaria em Frankfurt, mas não consegui encontrar na base de dados (German System Football League - dica muito boa do @Johann Duwe) que estou utilizando o FC Gudesding Frankfurt, um clube criado por amigos judeus em Frankfurt an Main, cidade de nascimento de Anne. Enquanto procurava, me chamou atenção o TuS Makkabi Berlin e é por lá que vamos começar. Ou melhor, por onde Pedro Van Pels vai começar sua carreira.
       
      Makkabi Berlin
      Fundado em 1898, o clube antecessor Bar Kochba Berlin era uma das maiores organizações judaicas do mundo em 1930, com mais de 40.000 membros de 24 países, parte do movimento geral de Bar-Kochba destinado a promover a educação física e a herança judaica. O clube organizou equipes em vários esportes, incluindo um time de futebol que competiu nas ligas da cidade entre 1911 e 1929. Em 1924, Lilli Henoch, recordista mundial de eventos de discus, arremesso de peso e revezamento de 4 × 100 metros, treinou as mulheres. (Henoch foi assassinada pelos nazistas em um gueto próximo a Riga, Letônia, em 1942).
      Em 1929, o Bar Kochba fundiu-se com o Hakoah Berlin para formar o clube esportivo Bar Kochba-Hakoah . O lado Hakoah teve um sucesso cada vez maior, conquistando três campeonatos consecutivos na divisão inferior entre 1925 e 1927. Eles eram promovidos a cada vez até que, em 1928, jogavam futebol de primeira linha. O lado recém-combinado continuou a competir como Hakoah depois de 1929.
      A ascensão ao poder dos nazistas no início dos anos 30 levou à discriminação contra judeus e, em 1933, as equipes judias foram excluídas da competição geral e limitadas a jogar em ligas ou torneios separados. Em 1938, as equipes judaicas foram banidas imediatamente, quando a discriminação se transformou em perseguição.
      Em 26 de novembro de 1970, o TuS Makkabi Berlin foi formado a partir da fusão da Bar-Kochba Berlin (ginástica e atletismo), Hakoah Berlin (futebol, restabelecido em 1945) e Makkabi Berlin (boxe).
      Aparentemente não possui quaisquer títulos, mas poderei descobrir mais sobre o clube no decorrer.
      O clube joga a Berlin Liga, que faz parte do sexto nível do futebol alemão, tendo o seguinte caminho de ascensão:

       
      Índice:
      Histórico:
      Ligas selecionadas:
       
    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Banner by @Tsuru
      Estava entre duas situações distintas para este save, ou eu começaria na Ásia ou em alguma liga periférica na Europa. Acabei decidindo, ajudado por outros amigos da área, a começar na Europa, mais precisamente na região Escandinava.
      Um dos motivos que me fez escolher essa região foi o fato de eu não jogar em nenhuma liga escandinava desde o FM 2013, então é bom poder voltar novamente para a área nórdica do mundo.
       
       
      Ligas Selecionadas:
      Todas divisões de Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia.
      Ver apenas a primeira divisão de Bélgica, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Polônia, Irlanda e Rússia.
      Perfil do Treinador: Aron Steffarsson, treinador de 21 anos nascido em Ilhas Faroé, sem licença e com experiência no futebol amador. Começarei desempregado e irei trilhar meu caminho para o sucesso.

       
      Por se tratar de um save carreira, o único objetivo a longo prazo que irei impor é:
      Vencer 01 Eurocopa e 01 Copa do Mundo com alguma das seleções nórdicas.
       
       
    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Na história do Futebol, houveram algumas seleções que foram imortalizadas, muitas vezes não por títulos, mas sim pela forma que a redondinha era tratada. Antes da Dinamáquina do final da década de 80, antes da Larana Mecânica na década de 70, antes do Brasil de 82, antes dos Mágicos Magiares na década de 50, antes de todos estes grandes times, houve uma outra seleção que impressionou o mundo do futebol.
      Estou falando do Wunderteam de quase 100 anos atrás. No imaginário popular muitos pensam que se não houvessem ocorridos dois fatos trágicos, quem sabe eles poderiam continuar no topo da cadeia alimentar por mais algumas décadas.
           
      Mais informações sobre o Wunderteam e sobre o save durante o decorrer do mesmo.
       
    • Bruno Trink
      By Bruno Trink
      Em janeiro de 2013, às vésperas de mais uma edição da Copa Africana de Nações, Stephen Keshi, então treinador da seleção da Nigéria, reacendeu uma enorme polêmica. O nigeriano criticou duramente o trabalho de técnicos estrangeiros nas seleções africanas. Segundo ele, os "caras brancos" rumam para a África apenas para ganhar dinheiro. Ele também criticou o tratamento diferenciado das federações com treinadores locais e estrangeiros – segundo ele, os expatriados recebem mais tempo para se adaptar desenvolver seu trabalho – e afirmou que isso estava aniquilando o futebol africano.
      Keshi faleceu em 2016 e hoje, seis anos depois daquela declaração, muito pouco mudou. É fato que os treinadores de Argélia e Senegal, finalistas da competição de seleções africanas, defendem seus próprios países de nascimento. A bem da verdade, o argelino Djamel Belmadi nasceu em Champigny-sur-Marne, na França. No entanto, no total, 66% dos treinadores, 15 de 24, eram estrangeiros.
      A ideia é simples: explorar o futebol no continente africano com um treinador de nacionalidade africana. Para isso, foram adicionadas, além das ligas da África do Sul, originais do jogo, as ligas de outros nove países utilizando o update do @Timo@. Não pretendo me prender a objetivos. Encarnarei um treinador mauriciano, com um perfil inexperiente e começo desempregado. A nacionalidade foi escolhida por dois motivos. Primeiro, um país que não está entre as ligas selecionadas para o save. Segundo, não queria uma nação envolvida com ditaduras sanguinárias. As Ilhas Maurício, muito pelo contrário, que já foram colônia holandesa, depois francesa e, então, britânica, hoje são um exemplo de democracia, mesmo com algumas questões de corrupção, e tem um dos maiores índices no ranking da Freedom House.

      Não vou sair do continente, a intenção é fortalecer o futebol africano. A ver até onde posso chegar...
       
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      Ligas selecionadas:
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