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    • Selat
      By Selat
      Fala galera!
      Não sei se é válido dizer que sou novo aqui no fórum pois sou membro desde 2006 🤣. Mas o fato é que passei mais de uma década aqui apenas aproveitando o grande serviço que o FManager oferece para a comunidade FM, sempre nos bastidores. Achei que seria hora de eu tentar reverter isso e conseguir proporcionar para a comunidade algo em “troca”. Então decidi promover esse pequeno entretenimento em forma de história fictícia. 
      Me chamo Tales, tenho 27 anos e sou fã de FM desde o 2005. Sou de Belém do Pará e tenho apenas um time do coração: Paysandu Sport Club. Que por sinal foi a equipe escolhida para iniciar este save, "aproveitando" o mal momento do time estando recém-rebaixado para a Série C e me dando o desafio de subir de volta para a elite do futebol brasileiro.
      Apesar de ser jogador de FM desde quase os primórdios, confesso que tem algumas coisas que nunca consegui atingir em um save. Vou me dar o desafio de conseguir atingir algumas dessas coisas com este. Por exemplo: Nunca fui campeão de uma libertadores ou um mundial de clubes em qualquer FM (sempre gosto de começar com um time lá embaixo nas divisões até chegar ao sucesso, mas sempre abandono o save antes do grande sucesso chegar 😂 – às vezes por falta de tempo, às vezes porque lançou outro FM melhor e às vezes simplesmente porque perco o interesse). Nunca fui campeão de uma champions (embora tenha chegado na final certa vez com o PSG no FM2014, perdendo de 3x2 pro Chelsea, mas isso é outra história) ou de uma Copa do Mundo (na verdade nunca nem treinei uma seleção no FM).
      Enfim, deu pra ver que apesar de ter tempo e experiência com o jogo, tem muitas coisas que ainda não alcancei, e algumas delas pretendo alcançar com este save, jogando o FM2019 pela primeira vez, segue a lista de objetivos abaixo:
      Objetivos:
      - Campeão de ao menos 5 estaduais, não importando quais estados. (Faltam 2)
      - Campeão Brasileiro 3 vezes (Ao menos um deles deve ser a Série A). (Falta 1 Série A)
      - Campeão da Copa do Brasil ao menos uma vez.
      - Libertadores ao menos uma vez.
      - Mundial de Clubes ao menos uma vez.
      Ao ver esses objetivos já deve ficar claro que meu save se passará no Brasil. Começarei no Paysandu mas não pretendo me limitar apenas nele. Caso outro clube me chame durante a jornada, posso acabar optando por ir treiná-lo, me limitando apenas no Brasil.
      Ligas selecionadas (Tem bastante coisa mas o PC aguenta).
      A História
      A partir do próximo post, vamos acompanhar a história de dois amigos: Edílio Marques, um jornalista esportivo, e Donald Santos, um jovem recém promovido a técnico de futebol. Ao saber que o amigo conseguiu uma promoção dentro do Paysandu Sport Club como técnico da equipe principal para a temporada 2019, Edílio decide “abusar” da amizade para ter acesso aos bastidores de tudo o que rola dentro do clube, decidindo então escrever vários relatos sobre a trajetória que se iniciava ali.
       
      Índice - 1ª Temporada
      Capítulo I
      Capítulo II - Presente de Natal e Pré-temporada "fabulosa"
      Capítulo III - "É no detalhe que se define um clássico"
      Capítulo IV - "Diga ao Don que estou procurando ele"
      Capítulo V - 3 semanas, 3 decisões
      Capítulo VI - Um sobe, outro desce
      Capítulo VII - Entre glórias e fracassos
      Capítulo VIII - Pintando a chave de ouro
      Índice - 2ª Temporada
      Interlúdio - A Trilha
      Capítulo I - Deixe os tempos bons rolarem
      Capítulo II - Invictus
      Capítulo III - "Égua do time Pai d´égua"
      Capítulo IV – “Futebol é assim: num momento vacila, no outro faz história”
      Capítulo V - Hora de brigar entre os grandes
      Índice - 3ª Temporada
      Interlúdio - A entrevista
      Capítulo I - "Ou Marlone ou ninguém"
      Capítulo II - O Pré-Massacre
      Capítulo III - A maior derrota e a recuperação
      Capítulo IV - Início conturbado. Desafio lançado.
      Capítulo V - Um a zero
    • Bruno Trink
      By Bruno Trink
      Em janeiro de 2013, às vésperas de mais uma edição da Copa Africana de Nações, Stephen Keshi, então treinador da seleção da Nigéria, reacendeu uma enorme polêmica. O nigeriano criticou duramente o trabalho de técnicos estrangeiros nas seleções africanas. Segundo ele, os "caras brancos" rumam para a África apenas para ganhar dinheiro. Ele também criticou o tratamento diferenciado das federações com treinadores locais e estrangeiros – segundo ele, os expatriados recebem mais tempo para se adaptar desenvolver seu trabalho – e afirmou que isso estava aniquilando o futebol africano.
      Keshi faleceu em 2016 e hoje, seis anos depois daquela declaração, muito pouco mudou. É fato que os treinadores de Argélia e Senegal, finalistas da competição de seleções africanas, defendem seus próprios países de nascimento. A bem da verdade, o argelino Djamel Belmadi nasceu em Champigny-sur-Marne, na França. No entanto, no total, 66% dos treinadores, 15 de 24, eram estrangeiros.
      A ideia é simples: explorar o futebol no continente africano com um treinador de nacionalidade africana. Para isso, foram adicionadas, além das ligas da África do Sul, originais do jogo, as ligas de outros nove países utilizando o update do @Timo@. Não pretendo me prender a objetivos. Encarnarei um treinador mauriciano, com um perfil inexperiente e começo desempregado. A nacionalidade foi escolhida por dois motivos. Primeiro, um país que não está entre as ligas selecionadas para o save. Segundo, não queria uma nação envolvida com ditaduras sanguinárias. As Ilhas Maurício, muito pelo contrário, que já foram colônia holandesa, depois francesa e, então, britânica, hoje são um exemplo de democracia, mesmo com algumas questões de corrupção, e tem um dos maiores índices no ranking da Freedom House.

      Não vou sair do continente, a intenção é fortalecer o futebol africano. A ver até onde posso chegar...
       
      Índice:
       
      Histórico:
       
      Ligas selecionadas:
    • Johann Duwe
      By Johann Duwe
      Na história do Futebol, houveram algumas seleções que foram imortalizadas, muitas vezes não por títulos, mas sim pela forma que a redondinha era tratada. Antes da Dinamáquina do final da década de 80, antes da Larana Mecânica na década de 70, antes do Brasil de 82, antes dos Mágicos Magiares na década de 50, antes de todos estes grandes times, houve uma outra seleção que impressionou o mundo do futebol.
      Estou falando do Wunderteam de quase 100 anos atrás. No imaginário popular muitos pensam que se não houvessem ocorridos dois fatos trágicos, quem sabe eles poderiam continuar no topo da cadeia alimentar por mais algumas décadas.
           
      Mais informações sobre o Wunderteam e sobre o save durante o decorrer do mesmo.
       
    • luiz (🇦🇩)
      By luiz (🇦🇩)
      Prólogo
      Após quase dois anos ausente do fórum, devido à vários motivos, o lançamento de uma nova versão do Football Manager me trouxe novamente até aqui e estar no fórum e ler algumas excelentes histórias de alguns companheiros, é impossível que o bichito não te pique. Ainda não me adaptei completamente a essa nova versão, que, para quem vem do FM17, apresenta muitas novas features, principalmente no âmbito tático e de controle de plantel, mas, como vinha tendo algumas dificuldades para me empolgar em saves offline, acabei me decidindo a contar uma história, que, de antemão, afirmo que será simples, nada mais que um relato do que estou jogando. 
      O clube escolhido é o Fútbol Club Andorra, que participa da pirâmide espanhola, estando, na vida real, na Preferente Catalana, equivalente ao quinto nível, mas como a expansão de ligas ainda não está completa, o coloquei na Tercera División, que é o quarto nível, substituindo a equipe de menor reputação presente. 
      A minha ideia para esse save será utilizar apenas jogadores andorranos. Para isso, habilitei, além da pirâmide espanhola, as duas divisões do futebol andorrano. 
      O treinador do clube será o ex-zagueiro Antoni "Toni" Lima, que, apesar de nunca ter atuado no clube, é um dos maiores jogadores da história do futebol andorrano. Antoni tem um irmão mais novo, Ildefons, que atualmente atua no próprio futebol andorrano, mas foi formado no FC Andorra e rodou por vários clubes, passando até mesmo pelo futebol da América, onde atuou no Pachuca. Via editor, coloquei o no clube para que termine sua carreira onde começou e "comandado" pelo irmão. 
      Concluindo, acredito que possa não receber a melhor recepção nesse retorno, pois cometi erros no passado, ofendi alguns membros desnecessariamente, e sei que após errar, a confiança não retorna de imediato, mas espero pode demonstrar que os erros ficaram no passado e que retorno à área com uma nova forma de pensar e me comportar. De todas as maneiras, um sincero pedido de desculpas para aqueles com quem não me portei bem no passado.
      Espero me divertir e que vocês também se divirtam com a história.
      Luiz. 
    • Darthz
      By Darthz
      Apresentação
      Já há algum tempo que tinha vontade de voltar a postar um save no Profissão Manager, mas com a leitura de alguns textos e o acompanhamento de histórias da área, decidi passar das palavras aos actos e tentar levar um save em frente mais do que umas duas ou três épocas, coisa que já não acontece há algumas versões do Football Manager.
      Não prometo gráficos “topo de gama”, mas sim um tópico organizado e com as informações mais importantes do que for acontecendo durante as temporadas, não só no clube que estiver a treinar, mas também nas competições e prémios que eu considerar relevantes.
      O Save
      O Leste Europeu é sem dúvida um dos lugares mais interessantes para treinar, pelo menos no meu ponto de vista, e apesar de já ter realizado algumas carreiras começando em ligas desta região da Europa, fica sempre a sensação que há mais para desbravar, e muitos países e equipas diferentes para descobrir e conhecer.
      Depois de ter lido alguns artigos sobre o Ajax de Rinus Michels e Cruijff, fiquei fascinado com a história, não só dos acima citados, mas também de Ștefan Kovács, treinador sucessor de Michels e que levou o Ajax a duas Taças dos Campeões Europeus consecutivas. Sendo bem mais desconhecido que os dois holandeses, o romeno foi responsável por continuar e expandir a filosofia do “futebol total”, e isso levou-me então a desejar fazer algo que pudesse aliar o meu gosto pessoal com uma pequena homenagem àquele que é considerado por muitos o melhor treinador romeno de todos os tempos e muito pouco conhecido pelos adeptos de futebol em geral.
      Para finalizar, apenas referir que o nome do save deve-se aos Cárpatos, maior conjunto montanhoso da Europa Oriental, e que percorre uma grande parte da Roménia, sendo um “cartão de visita” do país.
      Biografia de Ștefan Kovács
      Ștefan Kovács (Timișoara, 2 de outubro de 1920 — Cluj-Napoca, 12 de maio de 1995) foi um jogador e treinador de futebol romeno, considerado um dos mais bem sucedidos treinadores na história do futebol europeu.

      Nascido em Timișoara, na Roménia, Kovács foi um meio-campista que apesar de possuir técnica apurada e intuição tática nunca foi escolhido para jogar na seleção romena, ao contrário do seu irmão mais velho Nicolae Kovács, que foi um dos cinco jogadores que participaram nos três Mundiais anteriores à Segunda Guerra Mundial.
      Kovács teve seus primeiros grandes sucessos como treinador no comando do Steaua Bucureşti, onde venceu por uma vez o campeonato (1967-68) e três vezes a Taça da Roménia (1968–69, 1969–70, 1970–71).
      Depois disso, ele substituiu Rinus Michels como treinador do Ajax em 1971, continuando e expandindo a filosofia do "futebol total". Com o Ajax, Kovács venceu duas Taças dos Campeões Europeus consecutivas (1971–72, 1972–73). Ainda em 1972, ele também ganhou a Taça Intercontinental e no ano seguinte a primeira edição da Supertaça Europeia. Além disso, ele liderou o Ajax para a vitória dos campeonato holandeses em 1972 e 1973 e Taça da Holanda dos mesmos anos.
      Apesar de ter comandado o Ajax em apenas duas temporadas, o romeno tornou a equipa holandesa na melhor da sua geração, sendo a caminhada para a sua terceira final europeia quase processional. Tímido e sem vontade de atrair atenção, ao contrário de Michels, Kovács tornou-se uma estrela na Holanda. Quando Nicolae Ceausescu visitou a Holanda em 1973, a rainha holandesa Beatriz perguntou ao ditador romeno num banquete: “O que podemos dar-lhe para você levar de volta à Roménia? Deve aceitar algo em troca de nos enviar Kovács.”

      Um homem inteligente, Kovács decidiu sensatamente sair quando a equipa estava no auge. Foi uma decisão sábia. Johan Cruijff, o melhor jogador da equipa e força de galvanização, partiu para o Barcelona para se juntar a Michels pouco tempo depois, e o grande Ajax rapidamente se desintegrou.
      Depois de deixar a equipa holandesa em 1973, foi convidado pela federação francesa de futebol para assumir a seleção principal. Jornalistas do France Football perguntaram-lhe quanto tempo demoraria para fazer da seleção francesa uma das melhores do mundo, Kovács respondeu: “Com boas estruturas, em oito a dez anos, poderemos ter uma boa seleção nacional.” Michel Hidalgo, seu adjunto e sucessor, aproveitaria o trabalho já realizado e lideraria a geração de Platini, Giresse e Tigana ao título do Campeonato Europeu de Futebol de 1984. Actualmente Ștefan Kovács continua a ser o único treinador estrangeiro que alguma vez treinou a seleção francesa de futebol.
      Infelizmente a carreira de treinador de Kovács terminou em ignomínia: no seu retorno à seleção da Roménia, onde já estivera como assistente, foi acusado de perder de propósito para a Hungria, falhando assim a qualificação para o Mundial de 1982. Após a saída da seleção romena, ainda realizou três temporadas como treinador do Panathinaikos da Grécia (1981-1983), e uma breve passagem sem glória pelo Mónaco, onde foi despedido após um punhado de partidas, e substituído por Arséne Wenger.
      Faleceu a 12 de maio de 1995, doze dias antes do Ajax ganhar a sua quarta Liga dos Campeões.
      Troféus e dados de carreira de Ștefan Kovács
      1953-1960 : Universitatea Cluj 1960-1962: CFR Cluj 1962-1967: Roménia (Assistente) 1967-1971: Steaua de Bucareste - 1 campeonato da Roménia e 3 Taças da Roménia 1971-1973: Ajax - 2 Campeonatos da Holanda, 1 Taça da Holanda, 2 Taças dos Campeões Europeus, 1 Supertaça Europeia e 1 Taça Intercontinental 1973-1975: França 1976-1980: Roménia (Treinador Principal) 1981-1983: Panathinaikos - 1 Taça da Grécia 1986-1987: Mónaco Dados, ligas e treinador
      Como é perceptível, irei fazer um save carreira, no estilo JET, utilizando uma base de dados que activa a terceira divisão da Roménia. Coloquei como jogáveis 13 ligas de modo a dar o máximo de oportunidades ao treinador, e de aumentar a dificuldade do save.
      Utilizarei a personagem Andrei Kovács, pois apesar de não ser um save de ficção, quero homenagear Ștefan Kovács, e quem sabe, superá-lo como melhor treinador romeno de todos os tempos. Não procurarei seguir o mesmo trajeto em termos de clubes, mas se surgir uma proposta, quem sabe?
      Objectivos do Save
      Superar o número de títulos de Ștefan Kovács na Roménia (3 taças da Roménia e 1 campeonato); Vencer duas Ligas dos Campeões; Treinar a seleção da Roménia;
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