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Tsuru

O Profeta de Fusignano - Começando de novo [19/01]

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ggpofm

Infelizmente perdeu uma temporada que tinha excelentes chances de promoção e como você admitiu, com grande parcela de responsabilidade sua. Uma pena.

O pior é que acho que o Lecce perdeu o momento de subir e não sei pelo que você diz, se tem estofo para tirar o time dessa situação, mesmo fazendo um trabalho muito bom até aqui, inclusive nas finanças. O problema é que vai para a quinta temporada de Série B, tempo demasiado na minha opinião.

Já disse em outros saves e em outros momentos, mas eu não concordo com a ideia de que as equipes adversárias aprendam tão rápido como neutralizar as táticas de uma equipe dirigida por um treinador humano. Reconheço que há um momento que isso ocorre, geralmente na metade da temporada, mas apenas para equipes que estão crescendo de reputação que passam a ser vistas de equipes mais fracas para equipes mais fortes.

No seu caso, a rapidez com que aprendem suas táticas dizem para mim que as táticas não são tão sólidas e que os bons resultados também não e aí, as derrotas surgem, nesse caso naturalmente. O problema, ao meu ver, são as mudanças que você faz nesses momento e que impedem a solidificação de uma tática e aí, se entra em um ciclo vicioso no qual a nova tática não terá tempo de se solidificar, as derrotas virão e uma nova tática será implementada e assim por diante. Assim vejo a situação.😉

Boa sorte na continuação.

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Tsuru
11 horas atrás, Bigode. disse:

Que decepção esse final de temporada. Ficou com inveja do Farense, foi? Quando eu achei que AGORA VAI, o Lecce me faz isso.

Por mais que tu tenha falado em bola de neve, não tem como não pensar que ela se iniciou justamente graças ao dedo do treinador quando da mudança no âmbito tático. Aí, claro, as lesões também complicaram e a moral da equipe, que deve ter caído um bocado, foi a última facada.

Mas vejo tudo pelo lado positivo. A equipe vem evoluindo e mantendo essa base somada a um ou outro reforço pra qualificar, creio que é sério candidato não só a promoção como ao título. Mas é necessária sempre muita atenção para não repetir o erro dessa temporada, por exemplo. Nessas horas, acredito firmemente que vale a máxima: "em time que está ganhando, não se mexe".

Eu também achava que era hora, mas a parte tática me mostrou que não. Apesar da queda ter sido decepcionante, como você comentou tento sempre enxergar o lado bom: a equipe vem evoluindo ano a ano e caiu num playoff, que é extremamente traiçoeiro. E se mantivermos a pegada de voltarmos mais fortes a cada ano, a subida vai acontecer mais cedo ou mais tarde.

Sobre não mexer em time que está ganhando, eu acho que depende. Se ele nos passa confiança e firmeza, se a gente sente que as coisas estão indo bem, realmente mexer pode ser um risco grande demais. Mas se estamos vencendo na base da sorte, se falta solidez de alguma forma, eu acho menos arriscado mexer tentando acertar do que cair em uma má-fase e aí, quando precisar mudar, ser tarde demais - que foi o que aconteceu na nossa primeira temporada na Série B.

Obrigado Bigode!

15 minutos atrás, ggpofm disse:

Infelizmente perdeu uma temporada que tinha excelentes chances de promoção e como você admitiu, com grande parcela de responsabilidade sua. Uma pena.

O pior é que acho que o Lecce perdeu o momento de subir e não sei pelo que você diz, se tem estofo para tirar o time dessa situação, mesmo fazendo um trabalho muito bom até aqui, inclusive nas finanças. O problema é que vai para a quinta temporada de Série B, tempo demasiado na minha opinião.

Já disse em outros saves e em outros momentos, mas eu não concordo com a ideia de que as equipes adversárias aprendam tão rápido como neutralizar as táticas de uma equipe dirigida por um treinador humano. Reconheço que há um momento que isso ocorre, geralmente na metade da temporada, mas apenas para equipes que estão crescendo de reputação que passam a ser vistas de equipes mais fracas para equipes mais fortes.

No seu caso, a rapidez com que aprendem suas táticas dizem para mim que as táticas não são tão sólidas e que os bons resultados também não e aí, as derrotas surgem, nesse caso naturalmente. O problema, ao meu ver, são as mudanças que você faz nesses momento e que impedem a solidificação de uma tática e aí, se entra em um ciclo vicioso no qual a nova tática não terá tempo de se solidificar, as derrotas virão e uma nova tática será implementada e assim por diante. Assim vejo a situação.😉

Boa sorte na continuação.

Oi Gilson.

Perder não é bem a palavra, eu diria. No fundo sempre ganhamos - se não atingimos nossos objetivos, acumulamos experiência e aprendemos onde estamos errando. E cada ano a mais na Série B tem tornado o Lecce uma equipe mais forte e mais sólida, seja pela qualidade dos jogadores, seja pela questão financeira. 

Em muitos saves na Itália, incluindo alguns aqui na área, o comum é subir da C para a A em duas temporadas, no máximo três, e nós vamos para a quarta na segunda divisão (12º lugar, 6º lugar, 5º lugar e agora a próxima). Portanto não é assim tanto tempo de diferença, não é como se fossem dez temporadas. Há também as restrições de contratação, que sempre tornam as coisas mais interessantes. E discordo que haja um "tempo de subir". Cada um tem seu tempo e as coisas acontecem na hora que têm de acontecer.

Se por um lado estamos demorando mais, por outro tudo acontece para que não sejamos um "time ioiô", e teremos totais condições de permanecer na primeira divisão quando lá chegarmos.

Nada disso quer dizer que eu me exima das responsabilidades táticas, pelo contrário. Achei que esta parte já estava mais amadurecida, mas ao perceber que não, voltei a estudar e tentar entender o que está acontecendo. E aí, ao estudar, comecei a pensar...será que não existe uma forma mais racional de minimizar os pontos fracos do time? Trocar funções e tarefas, de fato, resolve? Dá pra resolver este problema com as ferramentas do jogo? Existe alguma referência para embasar isso, como um outro jogador que tenha resolvido esse problema de alguma forma?

A resposta virá na próxima temporada 😉

Obrigado pelo comentário.

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ggpofm
7 horas atrás, Tsuru disse:

Perder não é bem a palavra, eu diria. No fundo sempre ganhamos - se não atingimos nossos objetivos, acumulamos experiência e aprendemos onde estamos errando. E cada ano a mais na Série B tem tornado o Lecce uma equipe mais forte e mais sólida, seja pela qualidade dos jogadores, seja pela questão financeira. 

Particulamente, eu não tenho tanta certeza desse progresso automático a cada temporada. Penso que, enquanto se está longe do topo e a equipe está crescendo é benéfico a permanência na divisão, mas quando se chega perto do topo, como o caso do Lecce, é preciso dar o salto para a próxima divisão ou se corre o risco de ao não se conseguir a promoção repetidamente  e ao se tentar acertar o pouco que falta para a equipe ser promovida correr o risco de fazer algo errado e caminhar para um caminho inverso, tornando-se instivável e incapaz de dar o salto, principalmente a cada tentativa frustrada de promoção. Recentemente, na minha opinião, temos tido vários exemplos disso, como seu save com o Nacional, o save do Leonardo com o Ypiranga, o do DiogoHernandes com o Venezia...

Espero que o Lecce não viva isso. 

 

7 horas atrás, Tsuru disse:

Em muitos saves na Itália, incluindo alguns aqui na área, o comum é subir da C para a A em duas temporadas, no máximo três, e nós vamos para a quarta na segunda divisão (12º lugar, 6º lugar, 5º lugar e agora a próxima). Portanto não é assim tanto tempo de diferença, não é como se fossem dez temporadas. Há também as restrições de contratação, que sempre tornam as coisas mais interessantes. E discordo que haja um "tempo de subir". Cada um tem seu tempo e as coisas acontecem na hora que têm de acontecer.

Você tem razão, essa questão das limitações nas contratações impacta bastante. Esqueci dela. O problema que continuo vendo é que você não parece ter encontrado um caminho para levar o Lecce à promoção na próxima temporada. O legal vai ser acompanhá-lo nessa aventura.

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Henrique M.

Fiquei surpreso com o atropelo que o a equipe tomou do Carpi dentro de casa. Sugere mais uma questão psicológica dos jogadores em um momento de decisão, talvez por palavras do treinador antes e durante os jogos (seja na imprensa ou nas preleções), ou até mesmo, o oposto. O treinador adversário tinha uma equipe mais preparada e talvez o empate da primeira partida deu uma falsa sensação de segurança para o Lecce, enquanto acendeu o brio do Carpi.

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Tsuru
Em 14/01/2019 at 16:29, ggpofm disse:

Particulamente, eu não tenho tanta certeza desse progresso automático a cada temporada. Penso que, enquanto se está longe do topo e a equipe está crescendo é benéfico a permanência na divisão, mas quando se chega perto do topo, como o caso do Lecce, é preciso dar o salto para a próxima divisão ou se corre o risco de ao não se conseguir a promoção repetidamente  e ao se tentar acertar o pouco que falta para a equipe ser promovida correr o risco de fazer algo errado e caminhar para um caminho inverso, tornando-se instivável e incapaz de dar o salto, principalmente a cada tentativa frustrada de promoção. Recentemente, na minha opinião, temos tido vários exemplos disso, como seu save com o Nacional, o save do Leonardo com o Ypiranga, o do DiogoHernandes com o Venezia...

Espero que o Lecce não viva isso. 

Você tem razão, essa questão das limitações nas contratações impacta bastante. Esqueci dela. O problema que continuo vendo é que você não parece ter encontrado um caminho para levar o Lecce à promoção na próxima temporada. O legal vai ser acompanhá-lo nessa aventura.

Realmente temos visões bem diferentes.

E lembrando sempre que eu não levo o FM assim tão a sério, jogo pra me divertir, então não acho que caiba aqui discutir técnica ou habilidade. Enquanto estiver divertido, todo o resto é secundário.

Sobre o caminho para a promoção: é ficar em 1º, 2º ou ganhar o playoff. Não tem mágica nem receita de bolo.

21 horas atrás, Henrique M. disse:

Fiquei surpreso com o atropelo que o a equipe tomou do Carpi dentro de casa. Sugere mais uma questão psicológica dos jogadores em um momento de decisão, talvez por palavras do treinador antes e durante os jogos (seja na imprensa ou nas preleções), ou até mesmo, o oposto. O treinador adversário tinha uma equipe mais preparada e talvez o empate da primeira partida deu uma falsa sensação de segurança para o Lecce, enquanto acendeu o brio do Carpi.

Eu diria que foi mais a segunda hipótese. O Carpi jogou muito mal a primeira partida e veio para a segunda com sangue nos olhos, parecíamos baratas tontas correndo atrás da bola. Parecia um treino de uma grande seleção contra um time de meninos.

Obrigado Henrique!

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ggpofm
1 hora atrás, Tsuru disse:

E lembrando sempre que eu não levo o FM assim tão a sério, jogo pra me divertir, então não acho que caiba aqui discutir técnica ou habilidade. Enquanto estiver divertido, todo o resto é secundário.

Foi mal então, Tsuru. Pelo que você escreveu no post ao término do campeonato, entendi completamente diferente. Valeu pelo esclarecimento e que venha a próxima temporada. 😉

 

 

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Andreh68
Em 14/01/2019 at 14:29, ggpofm disse:

Particulamente, eu não tenho tanta certeza desse progresso automático a cada temporada. Penso que, enquanto se está longe do topo e a equipe está crescendo é benéfico a permanência na divisão, mas quando se chega perto do topo, como o caso do Lecce, é preciso dar o salto para a próxima divisão ou se corre o risco de ao não se conseguir a promoção repetidamente  e ao se tentar acertar o pouco que falta para a equipe ser promovida correr o risco de fazer algo errado e caminhar para um caminho inverso, tornando-se instivável e incapaz de dar o salto, principalmente a cada tentativa frustrada de promoção. Recentemente, na minha opinião, temos tido vários exemplos disso, como seu save com o Nacional, o save do Leonardo com o Ypiranga, o do DiogoHernandes com o Venezia...

Ai talvez valha comparar com o Uralan, que subiu e desceu como saco de pancadas na Premier russa umas 4 vezes. Seria melhor ter permanecido umas 3 temporadas na segunda e maturado ao invés de ser ioiô? Mas também na teoria, não me julgo jogador bom e experiente para que as coisas funcionem assim, ainda há um grande grau de aleatoriedade nisso, fora a aletoriedade inerente ao futebol.

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Johann Duwe

Oscilou bastante na reta final do campeonato, poderia ter conseguido ser até campeão facilmente. Qual a razão do rebaixamento da Livorno e não do Vicenza?

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CCSantos
1 hora atrás, Johann Duwe disse:

Oscilou bastante na reta final do campeonato, poderia ter conseguido ser até campeão facilmente. Qual a razão do rebaixamento da Livorno e não do Vicenza?

Duwe, os três últimos caem direto e os dois que ficam logo abaixo dele, tem um play-out (se não me engano, ele não ocorre quando a distância ultrapassa seis pontos ou algo do tipo)

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ggpofm
11 horas atrás, Andreh68 disse:

Ai talvez valha comparar com o Uralan, que subiu e desceu como saco de pancadas na Premier russa umas 4 vezes. Seria melhor ter permanecido umas 3 temporadas na segunda e maturado ao invés de ser ioiô? Mas também na teoria, não me julgo jogador bom e experiente para que as coisas funcionem assim, ainda há um grande grau de aleatoriedade nisso, fora a aletoriedade inerente ao futebol.

Na minha opinião, o caso do Uralan é diferente por ser um Youth Challenge. A obrigação de usar jogadores apenas do clube é um complicador, algo que não acontece quando podemos contratar jogadores de outros clubes/nacionalidades/países. Outra hora conversamos mais sobre isso para não poluir o tópico.😉

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Lucas Matías

Poxa, a temporada parecia que iria se encaminhar para um ótimo desfecho para o Lecce e infelizmente pegou um Carpi muito embalado, resultado disso foi a goleada e a queda na semifinal dos playoffs, uma pena mesmo. Boa sorte nos próximos capítulos e que consiga o acesso para a elite do futebol italiano.

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Tsuru
Em 18/01/2019 at 00:06, Andreh68 disse:

Ai talvez valha comparar com o Uralan, que subiu e desceu como saco de pancadas na Premier russa umas 4 vezes. Seria melhor ter permanecido umas 3 temporadas na segunda e maturado ao invés de ser ioiô? Mas também na teoria, não me julgo jogador bom e experiente para que as coisas funcionem assim, ainda há um grande grau de aleatoriedade nisso, fora a aletoriedade inerente ao futebol.

De fato. Ás vezes a gente demora mais para subir, mas sobe mais forte. Nossa situação financeira por exemplo é muito boa, e talvez muito melhor do que se tivéssemos subido de primeira - porque seria necessário investir muito mais na equipe e haveria menos maneiras de fazer isso. E tem a aleatoriedade como você observou.

Em 18/01/2019 at 00:37, Johann Duwe disse:

Oscilou bastante na reta final do campeonato, poderia ter conseguido ser até campeão facilmente. Qual a razão do rebaixamento da Livorno e não do Vicenza?

Fui mexer na tática de forma aleatória, sem prestar atenção, e com os outros problemas virou uma bola de neve. Como o CC Santos comentou, rola um playout pra decidir quem cai.

Em 18/01/2019 at 02:38, CCSantos disse:

Duwe, os três últimos caem direto e os dois que ficam logo abaixo dele, tem um play-out (se não me engano, ele não ocorre quando a distância ultrapassa seis pontos ou algo do tipo)

Exato.

Em 18/01/2019 at 11:46, Lucas Matías disse:

Poxa, a temporada parecia que iria se encaminhar para um ótimo desfecho para o Lecce e infelizmente pegou um Carpi muito embalado, resultado disso foi a goleada e a queda na semifinal dos playoffs, uma pena mesmo. Boa sorte nos próximos capítulos e que consiga o acesso para a elite do futebol italiano.

Foi dureza a derrota para o Carpi, ainda mais porque fizemos um primeiro jogo muito bom. Mas de certa forma isso apenas espelhou a reta final da temporada.

Agora é continuar trabalhando para chegar a elite.

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Tsuru

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CAPÍTULO 15  - COMEÇANDO DE NOVO

Depois de um leve desânimo, a empolgação voltou, comecei a temporada com o Lecce, fiz algumas contratações e estava jogando a pré-temporada. O time encaixou legal e inclusive havíamos vencido a Taça Javier Chevantón em cima do Nice.

Estava tão empolgado que não salvei o jogo entre as partidas, como costumo fazer - sou neurótico com isso, inclusive tenho toneladas de savegames guardados no meu HD externo. E aí fui vítima da Lei de Smurf Murphy: o jogo fechou misteriosamente sozinho, algo que também nunca ocorreu antes, nem depois.

Quando carreguei de novo o FM, o Lecce ainda estava de férias, nenhuma contratação havia sido fechada (fora aquelas em pré-contrato) e os amistosos ainda estavam por jogar. Então comecei tudo novamente.
 

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Minha estratégia para o mercado de transferências era simples: vender todos os jogadores com os quais eu estava insatisfeito e manter o grupo em quem eu confiava.

O problema é que vários dos jogadores que eu pretendia manter resolveram ir embora porque não queriam mais jogar a Série B e/ou receberam propostas de outros clubes. Moral da história: a base se desmanchou e eu tive que...começar tudo de novo.


Saídas
 

⬅️ Matteo Rosafio, Ferdinando Vitofrancesco e Antonio Romano - Dispensados em fim de contrato, já fazia tempo que estavam perambulando emprestados em outros clubes.

⬅️ Zakkaria Hamadi, Francisco Dell, Eduardo Bovolon e Mario Mura - Os três primeiros foram emprestados para se valorizarem para uma futura venda, e Mario, para que possa continuar seu desenvolvimento.

⬅️ Graziano Giordano - Infelizmente eu já havia jogado essa parte antes de ler os comentários sobre o Giordano aqui no tópico e de reler os tutoriais de desenvolvimento dos jovens, caso contrário, nunca o teria deixado sair. Vendido a 110 mil euros - preço de banana - para o Cagliari.

⬅️ Giuseppe Torromino - O craque do título da Série C fez uma ótima temporada, inclusive marcando gols importantes, mas tem 32 anos e seu salário é bastante alto. Assim, era hora de dar adeus. Dispensado ao fim do contrato.

⬅️ Fabio Lucioni - Apesar de ser nosso melhor zagueiro no papel, achei que fez uma temporada bastante ruim e, já pela idade que tem, decidi vendê-lo para o Vicenza por 20 mil euros (o melhor valor que consegui).

⬅️ Dean Koolhof - Uma espécie de “Valdívia holandês”, alternava bons momentos com jogos onde se escondia, principalmente quando o time precisava de um diferencial, além de viver ser machucando. A proposta de 250 mil euros por parte do Crotone foi excelente pelo nível técnico, idade e pelo custo original que Koolhof teve para o Lecce.

⬅️ Cristian Pasquato - Grande decepção, jogou muito mal e já tinha 31 anos. Decidi vendê-lo e quase criei um motim no elenco, felizmente, contornado. O Carpi pagou 400 mil euros para contar com seus serviços.

⬅️ Joey Konings - Pouco jogou e, quando fez, não rendeu o que podia. Foi um custo conseguir vendê-lo, e enfim, depois de baixar muito o preço, o Venezia pagou 40 mil euros.

⬅️ Simone Ganz - A perda mais sentida: o atacante simplesmente não queria mais jogar a Série B. O Spezia Calcio fez uma ótima proposta de 700 mil euros por ele, prontamente aceita.

⬅️ Andrea Fullgnati - Já estava insatisfeito e vinha falando em sair, e quando chegou uma proposta para jogar a Série A pela Atalanta, não segurei. Rendeu 120 mil euros aos nossos cofres.

⬅️ Emil Audero - Veio na última temporada para ser titular no gol, mas o Birmingham chegou e ofereceu 400 mil euros, Audero queria ir e não segurei.

⬅️ Andrea Bertolacci - Passar mais um ano na Série B não estava nos planos do meia, que me procurou e pediu para ir embora. Eu pretendia manter o jogador, mas a vontade dele e os 1,3 milhões de euros oferecidos pelo Empoli pesaram na decisão contrária.

⬅️ Mattia Lombardo - Gosto muito de seu futebol, mas o Verona colocou na mesa uma boa oferta e ele mudou de ares. Foi vendido por 275 mil euros.

⬅️ Filippo Costa - Outro que eu pretendia manter, mas o lateral optou por defender as cores do Spezia na Série A. Recebemos 500 mil euros por seu passe.

Ao todo, arrecadamos 4,1 milhões de euros com as vendas.


Entradas

A diretoria se empolgou com o bom momento financeiro do clube e liberou 2,9 milhões de euros para transferências antes mesmo de vendermos qualquer jogador. Então decidi gastar o dinheiro para contratar reforços capazes de fazer a diferença, que fossem jovens e que possam permanecer bastante tempo no clube.

A busca foi trabalhosa e demorada, mas valeu a pena.

➡️ Francesco Urso - Meia central, estava no Vicenza, e tem a força e os atributos mentais como seus principais diferenciais. Veio de graça após o fim de seu contrato.

➡️ Mattia Zaccagni - Imprevisível é seu nome do meio. Versátil, Zaccagni pode atuar como volante, meia central, meia ofensivo e se precisar, até como ponta. Contratado a custo zero depois do encerramento de seu compromisso com o Verona.

➡️ Roberto Pirrello - A zaga precisava de reforços e o Palermo aceitou vender o jovem zagueiro por 22 mil euros. Muito forte, tem excelente impulsão e é bastante agressivo.

➡️ Gennaro Marigliano - Outra boa promessa da base do Palermo, Marigliano é lateral esquerdo e sua melhor função é como defesa ala invertido. Seus pontos fortes são a velocidade, a aceleração e a determinação. Nos custou 145 mil euros.

➡️ Ferdinando Del Sole - Inteligente, forte e técnico, é um meia central versátil e diferenciado. Emprestado pelo Pescara com a condição de que paguemos 11,5 mil euros por mês de seus salários - não foram aceitas cláusulas de valor futuro opcional, e conversas para uma futura venda só se iniciam com pelo menos 4 milhões de euros à vista.

➡️ Sebastiano Luperto - Aos 23 anos, estava sem clube. É um zagueiro de excelente porte físico e apontado pelos olheiros como grande promessa para o futuro.

➡️ Leonardo Morosini - Meia ofensivo de origem, também pode atuar no meio de campo, nas pontas e no ataque, e se destaca por seus ótimos atributos mentais. Pagamos 450 mil euros junto ao Genoa para tê-lo em definitivo.

➡️ Tommaso Cavalli - Emprestado pela Atalanta, a princípio vem para atuar como volante, embora também possa jogar como zagueiro. Seus pontos fortes são a velocidade, aceleração e o poder de decisão.

➡️ Simone Rosso - O meia de 24 anos é polivalente, podendo atuar nas pontas ou no ataque, e se destaca pelos atributos físicos, por sua finta e seu passe. Foi a contratação mais cara da janela, custando 1 milhão de euros junto ao Crotone. O valor pode chegar a 2 milhões se Rosso atuar por 50 jogos no Campeonato Italiano.

➡️ Nicolo Manfredini - O gol se tornou um problema após a saída de Audero, porque fiquei apenas com Luca Lezzerini para a posição. Manfredini não é nem de longe o goleiro dos sonhos, mas foi o melhor que conseguimos. A princípio ele se reveza com Lezzerini na posição.

➡️ Marco Toscano - O volante estava emprestado ao Lecce até o meio da temporada passada, quando terminei seu empréstimo para contratar um volante em definitivo - Edoardo Bovolon. Mas Bovolon não se firmou e, nesse meio tempo, o Palermo dispensou Toscano. Como não consegui encontrar nenhum volante melhor, trouxe Toscano de volta.

➡️ Lorenzo Filippini - A lateral esquerda ficou vazia após a saída de Filippo Costa e, depois de muito procurar, encontrei Filippini jogando pelo Bassano. É um lateral all-rounded, ou seja, tem vários atributos razoáveis-bons e nenhum em grande destaque. Custou 170 mil euros.

➡️ Alessandro Rossi - Dispensado pela Lazio, o atacante de 23 anos tem como destaques a condição física, determinação, agressividade e o jogo sem bola, podendo também atuar como ponta direita. Aposto muito nele e acredito que tem tudo para ser um grande ídolo do Lecce. Tanto que fiz questão de nomeá-lo como nosso novo capitão de equipe.

➡️ Tim Krul - O “paredão holandês” tem 32 anos e foi emprestado pelo Newcastle, com o Lecce pagando parte de seus salários. A ideia é que seja nosso terceiro goleiro e agregue experiência ao time.

➡️ Marco Carminati - Emprestado pela Lazio, o zagueiro tem como pontos fortes o cabeceamento, desarme, determinação e posicionamento.

➡️ Kaj Sierhuis - Atacante holandês inteligente, tem como pontos fortes os atributos mentais e técnicos. A contratação mais demorada e a última a ser fechada na janela, custou 350 mil euros junto ao Ajax, valor que pode atingir 1,4 milhões se o jogador completar 50 partidas pelo Lecce.

Ao todo, gastamos 2,3 milhões de euros em contratações, obtendo portando um balanço positivo de 1,8 milhões. Nada mau.

 

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E assim ficou nosso elenco: cheio de opções, versátil e capaz de suportar um rodízio completo praticamente sem perder qualidade.

 

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Diria eu que foi a melhor montagem que fiz desde que cheguei à Série B, conseguindo arrecadar mais do que gastar e atingindo a estratégia que tracei para o mercado.

 

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A fornada da base não foi espetacular mas, ainda assim, surgiram alguns jogadores que podem ser úteis.

 

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Optei por contratar Luca Baldan, Gabriele De Cillis, Pietro de Roma e Mattia Robilotta.

 

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As finanças acompanham o bom momento do clube fora de campo, e assim como tem acontecido nos últimos tempos, temos dinheiro sobrando em caixa.
 

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Não apenas isso como a margem salarial está mais de 20% abaixo do teto da diretoria, resultado que considero excelente para a saúde dos nossos cofres.

 

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Se fora de campo as coisas vão bem, dentro dele achei tudo meio esquisito.
 

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Estreamos bem contra o Larissa na Taça Javier Chevantón, mas depois perdemos para o Nice e, embora tenhamos vencido os outros jogos, fiquei com a sensação de que tem alguma peça solta.

Poderia ser o entrosamento? Poderia. Mas na temporada passada eu via claramente que o time estava funcionando desde o início e que o entrosamento só melhoraria tudo, enquanto agora sinto que não.

Dizem que amistosos não são parâmetro e eu de fato não ficaria preocupado se fossem só eles.

 

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Estreamos na competição enfrentando o COSENZA, que milita na terceira divisão, e o jogo seria no Via Del Mare. Adversário fácil e vida tranquila, pensei, já imaginando qual time da Série A enfrentaríamos na fase seguinte.

O problema é que a pontaria do Lecce continuava tão ruim quanto a do fim da temporada passada e o time estava meio estranho, exatamente como aconteceu nos amistosos. Então, mesmo tendo mais posse de bola e finalizando mais, o gol não saía.

Podia ficar pior? Podia, claro, se eles fizessem um gol e ficassem tocando a bola até o apito final.

Bem…
 

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Eliminação precoce e sinal amarelo ligado no Via Del Mare.

Por enquanto estamos jogando em um 4-3-3 com pontas abertos, mentalidade Defender/Contra-Atacar sem instruções, e a princípio não devo mexer nessa parte. Mas, se o time continuar da forma como está, dependendo basicamente de lampejos individuais, vou precisar pensar em outra solução.

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Andreh68

Acho que tem uma nuvem negra rondando os autores da área!

Que saco isso de ter que jogar tudo de novo né? Que bom que a perda não foi maior

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Master Darthz

Acho a equipa para esta temporada bem equilibrada, tem plantel para atacar a subida. Nos amigáveis foi bem, mas o importante são mesmo os jogos a sério.

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ggpofm

Ainda bem que não perdeu o save em definitivo. 

A janela de transferências lhe reservou surpresas para o elenco. Acabou tendo que fazer uma reforma muito mais profunda do que imaginava, mas que lhe deixou satisfeito como você disse: "cheio de opções, versátil e capaz de suportar um rodízio completo praticamente sem perder qualidade."

A eliminação na Copa Itália não foi legal, mas para não dizerem que sou negativo, 😛só terá pela frente a Série B e poderá dar total atenção a ela.

Boa sorte.

PS: Acho que faltam algumas imagens no 2º post do tópico.

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LC

Sempre falo que amistosos só servem para dar conjunto ao time, pois não se deve levar em conta os resultados. O time entrou de sapato alto contra o Cosenza Calcio e resultado? Tomou na cabeça.

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      O save
      Database original Início: dezembro de 2015 Ligas ativadas: todas da América do Sul + México/EUA, Espanha, Portugal, Ucrânia e China O treinador

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      ESPECIAIS
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      ___________________________________________________________
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      Um save de FM 2017, por que ainda não tive tempo ($) de comprar o 18 (isso às vésperas do 19). Na sequência trarei mais informações técnicas sobre o save.
      Enfim, a escolha do clube se deu pela história, cores e pela figura que irá assumir o comando técnico. De antemão, já digo que é uma das melhores cabeças pensantes em campo, injustiçado, idolatrado, admirável.
      Será um save de clube e seleção, com o treinador assumindo o comando da equipe do Fenerbahçe e da Seleção Canadense (?!?), com as explicações fictícias que surgirão.
       
      OBJETIVOS

      Fenerbahçe Spor Kulübü
      Missão para o decênio 2017 - 2027:
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      Objetivos secundários:
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      - Ser um dos dez clubes mais ricos do mundo.
      - Se firmar entre os maiores clubes europeus.
      - Ter um jogador turco bola de ouro.

      Canada Soccer
      Objetivo principal:
      - Participar da Copa do Mundo de 2022;
      Etapas intermediárias:
      - Chegar a semifinal da Copa Ouro em 2017;
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      Diante dos objetivos, existe uma negociação sobre verba de patrocínio por parte da associação canadense.

      EXTRA! EXTRA!
      Notícias do jornal Fanatik Spor dão conta do seguinte: ""Güvenilir kaynaklar bize dört bölümlü bir görüşmenin kapatılmaya yakın olduğunu ve bombalı olacağını söyledi! Bazıları Türk futbol tarihinin benzersiz bir anı olduğunu söylüyor."
      Tradução: "Fontes confiáveis nos dizem que uma opinião de quatro partes está perto de ser fechada e que será bombardeada! Alguns dizem que é um momento único da história do futebol turco." (google tradutor).
       
    • PedroJr14
      Por PedroJr14
      Real Racing Club Santander, S.A.D.
      O clube da cidade de Santander teve sucesso relativo na Espanha, mantendo-se na primeira divisão do país em 15 das 16 temporadas entre 1996/97 e 2011/2012, só não esteve presente em 2001/02. Em todas essas temporadas em La Liga, o Racing superou a décima posição apenas uma vez, quando terminou em sexto na temporada 2007/08, ganhando assim a vaga continental. Los Verdiblancos terminaram em quarto, num grupo que continha Twente, Manchester City, Schalke e PSG, perdendo apenas um jogo e vencendo o Manchester City, que terminou na liderança do grupo. Conseguiram se manter na liga principal até 2011/12, quando começou a cair sucessivamente até chegar à Terceira Divisão, 2 anos mais tarde. O clube ensaiou uma reação em 2014/15, quando conseguiu o acesso para a Segunda Divisão, mas logo caiu de volta e até o presente não mais saiu de lá.

      O Racing Santander manda seus jogos no folclórico estádio El Sardinero, que tem capacidade para pouco mais de 22 mil espectadores. Entre os nomes que desfilaram por esse aconchegante estádio vestindo a camisa do Racing, estão: Felipe Melo (Palmeiras), Henrique (Corinthians), Ezequiel Garay (Valencia), Yossi Benayoun (ex-Chelsea e Liverpool), Giovanni Dos Santos (LA Galaxy), Sérgio Canales (ex-Real Madrid), Marcos Alonso (ex-Barcelona e A. Madrid, pai de Marcos Alonso do Chelsea) e Christian Stuani.

      Sem nunca ter conquistado um título de expressão, o Racing Santander caiu ao fundo do poço por causa de uma crise financeira e nunca mais conseguiu se reerguer. A saída do treinador Pedro Muntis para o Ponferradina e a falta de recursos para buscar um técnico fora de Santander, obrigaram o clube a promover o Técnico Marco Botín, que terá um contrato curto, de apenas 1 ano. O jovem treinador de 26 anos terá que provar o seu valor e o seu amor pelo clube da cidade.
       
      Objetivos
      [Secundários]
      - Subir de volta à La Liga
      - Ter um jogador convocado por uma seleção top 10 mundial
      - Fortalecer as estruturas das divisões de base do clube ao máximo
      - Construir um novo estádio, ou ampliar o Sardinero
      - Transformar ao menos 3 jogadores contratados por mim em lendas do clube

      [Primários]
      - Terminar acima do décimo lugar em La Liga
      - Chegar a uma competição continental
      - Vencer uma competição de nível nacional 
      - Vencer uma competição intercontinental
      - Ser Campeão Mundial de Clubes
      - Tornar-se uma lenda no clube
       
    • Henrique M.
      Por Henrique M.
      Reflexões, ponderações e filosofias
      Antes de falar do save em si, queria aproveitar o espaço para fazer um desabafo. Parece que a cada novo FM que surge eu vou perdendo cada vez mais o contato que eu tinha com o jogo no passado, mas vejo alguns exemplos de pessoas na mesma faixa de idade, mesma faixa de afazeres ou até em faixa maiores, jogando e tendo a boa e velha conexão com o jogo. Não sei se posso culpar o jogo em si ou culpar o jogo com relação a mim. Poderia ser pessoal, mas recentemente venho me divertindo no Football Manager 2008 e poderia facilmente migrar para o Football Manager Touch, que foi minha grande empolgação com um save, tirando os playoffs de promoção com o Santarcangelo. Então acredito que o problema não é do jogo, nem da minha relação com o jogo. É do que eu quero ver acontecendo no jogo.
      Infelizmente eu escolhi um desafio que o jogo não estava disposto a aceitar nas minhas condições, era possível, mas eu precisava aceitar as condições que o jogo impunha e isso não era o suficiente, eu precisava de mais e não aguentava ver o resultado do que eu queria dentro de campo. Não ligo para derrotas, para os percalços, desde que eles ocorram com meu time atuando da maneira pela qual ele foi desenhado para atuar. Se eu me comprometo com a retranca, tenho que estar ciente do que ela causa, se eu me comprometo com o jogo ofensivo, tenho que estar ciente do que ele causa e assim por diante. A questão é que eu me comprometi com uma coisa diferente, que era o líbero, não era uma questão de tática, não era uma questão de estilo de jogo. Era uma questão de trazer uma função morta para o FM e fazê-la funcionar tanto defensivamente quanto ofensivamente, mas isso limitava meu estilo de jogo a ser puramente defensivo ou contra-ofensivo. E as equipes que tiveram grandes líberos ofensivos não jogavam exclusivamente assim e muitas poderiam ser descritas como equipes fluidas e ofensivas.
      Eu passei do estágio de querer ver um desafio impossível sendo feito por mim, passei do estágio de querer acumular títulos e fazer grandes saves em termos de troféus e vitórias. Tive um dos maiores prazeres no FM 2015 com uma equipe que ganhou 3 italianos em umas 15 temporadas, perdeu 2 vezes a Champions e até hoje sinto saudades desses momentos, pois ali eu não estava construindo a minha dinastia, ali eu estava construindo uma história em conjunto com um clube. Tinha aquele apego, tinha aquela paixão de transformar o mundo do futebol. E esse é um problema grande, não consigo fazer igual a maioria das pessoas e escolher um save simples, seguro e que seja factível de se encerrar. Eu quero o desafio de modificar a história, criar momentos que só o FM proporciona e isso acredito que vem dificultando o processo de jogar FM.
      Desafabo feito, hora de seguir adiante e tentar mais uma vez. Se falharmos, levantamos, sacudimos a poeira e tentamos de novo.
      Introdução
      No Football Manager 2014 eu tentei aquele desafio impossível, meu grande feito até hoje foi conquistar a Champions League com o Rangers da Escócia no FM 2012. Por isso, decidi apimentar as coisas e buscar o título da Champions League com outro clube britânico, só que dessa vez advindo da Irlanda. Foram lindas 12 temporadas com 10 títulos nacionais, 9 deles consecutivos e incontáveis títulos nas copas domésticas, transformando o Shamrock Rovers no maior vencedor de todas as competições irlandesas. Em nível continental, realizamos o feito que o Dundalk realizou nessa temporada, ao se tornar o primeiro clube irlandês a participar de uma fase de grupos de uma competição europeia e fomos além, chegamos até as oitavas-de-final da Champions em uma ocasião e participamos por 3 ou 4 vezes do mata-mata da Liga Europa. Porém, apesar de nunca sequer estar perto de alcançar o único objetivo do save, transformei o Shamrock Rovers, mas isso não foi o suficiente para alavancar o futebol irlandês e sem a alavancagem do futebol irlandês seria impossível chegar até o objetivo do save. Eu me frustrei com isso, encerrei o save, depois me arrependi, mas a decisão já estava feita. Contudo, nesse save desenvolvi jogadores, criei ícones e lendas do clube, inclusive consegui segurar uma gigante promessa irlandesa por mais de 10 temporadas na equipe, fazendo com que um jogador da base se tornasse um importante jogador da história da equipe. E eram essas pequenas coisas que seguravam o save, mas infelizmente, ele estaria fadado a nunca dar certo da maneira que eu gostaria.
      Por isso, no ano passado, o ggpofm traduziu e adaptou um texto sobre como tornar uma liga competitiva e eu decidi que era hora de tentar realizar o impossível novamente, porém eu incuti no erro de começar o jogo no FM 2014 e comparar as duas histórias e é óbvio que isso deu errado, pois eu me frustrava com o que ocorria e olhava e comparava com o que havia sido feito e me perguntava o que estava acontecendo e o que estava sendo feito de errado, até o ponto em que eu comecei a tentar emular as decisões do passado. Isso ruiu a tentativa.
      É hora de aprender com o passado e recomeçar um desafio diferente que é transformar uma liga com um desafio do passado, a busca do impossível. Sinceramente, espero que seja esse o combustível necessário, pois o fato de querer continuar participando ativamente da área me fez retornar rapidamente com uma história. Quando não estou contando um save, a atenção que dou a área é totalmente diferente e sinceramente, como é uma área que pulsa numa vibração interessante e revigorante, acho injusto comigo mesmo não estar aqui, mesmo que o preço seja mais uma história inacabada.
      Objetivo
      Conquistar a Champions League com o Shamrock Rovers Regras do save
      Se o jogador não serve mais para o Shamrock Rovers, a prioridade é repassá-lo para uma equipe irlandesa, mesmo que isso signifique aceitar uma oferta menor ou perder o jogador de graça. Não contratar destaques de outras equipes irlandesas. Buscar repatriar jogadores irlandeses de ligas estrangeiras. Buscar contratar jovens promessas de equipes irlandesas, com o propósito de acelerar a evolução do mesmo. Buscar antecipar a concorrência externa pelos principais jogadores da liga, evitando que jogadores de bom nível ou alto potencial saiam do país. (A única condição que permite contratar um jogador adversário que seja importante para o clube) Caso alguma nova necessidade vá surgindo, irei informar num post e adicionar aqui Histórico
      2017 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado na 1ª rodada qualificatória da Europa League
      2018 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado no Playoff dos campeões da Champions League, 4º lugar no Grupo K da Europa League
      2019 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Cup, 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2020 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado na 3ª Qualificatória da Champions League e nos Playoffs da Europa League
      2021 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2022 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo H da Champions League
      2023 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º colocado no Grupo J da Europa League
      2024 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 3º colocado no grupo G da Champions League
      2025 - 2º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 4º colocado no grupo B da Champions League
      2026 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo L da Europa League
      2027 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 3º colocado no Grupo H da Champions League
      2028 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e eliminado nas oitavas-de-final da Europa League e 3º colocado no Grupo E da Champions League
      2029 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado nos 32-avos de final da Europa League, 4º lugar no Grupo A da Champions League
      2030 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º lugar no Grupo C da Champions League
      2031 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º lugar no Grupo H da Champions League
      2032 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2031/2032  e 2º lugar no Grupo F da Champions League 2032/2033
      2033 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2032/2033 e 3º lugar no Grupo G da Champions League 2033/2034
      2034 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas quartas-de-final da Europa League 2033/2034 e 3º lugar no Grupo C da Champions League 2034/2035
      2035 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da Europa League 2034/2035, Campeão da Super Copa da UEFA 2035 e 1º lugar no Grupo H da Champions League 2035/2036
      2036 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2035/2036 e 3º lugar no Grupo E da Champions League 2036/2037
      Histórico de posts
      Shamrock Rovers e Irlanda A primeira pré-temporada Algumas surpresas na tabela Liderança na Irlanda, decepção na Europa Vantagem é sempre importante A baciada fica para o meio do ano Uma temporada mais competitiva Irlanda x Escócia Celtic Park, Olympiyskyi, Vélodrome e King Power Stadium 3 contratações, 32 despedidas Enfim mediremos força com o Dundalk? Onde os outros perdem, nós vencemos Um empate que vale por duas temporadas e meia Em time que está ganhando não se mexe? Mais um voo solo? Dois patetas, as traves e um muro espanhol Em terra de irlandês, quem é Shamrock, é rei! As primeiras cifras em reforços Um começo de temporada inédito 166 convocações no elenco Os desafios financeiros da Irlanda Um estádio para chamar de nosso Alguém parará o Shamrock Rovers? Muita movimentação no Tallaght Uma Irlanda que dá trabalho O retorno do atacante solitário Falta embalar Uma chance inesperada Deem um pouco mais de crédito para a Liga Irlandesa Vendas milionárias Sentimos sua falta, O’Brien! Gribbinaldinho Fenômeno! A 5ª maior instituição da Irlanda Remodelagem tática A melhor campanha da história do primeiro turno Na perseguição do Cork City Verde é a cor da Irlanda Um vacilo milionário A melhor campanha da história do primeiro turno – Parte 2 Mais Irlanda na Europa Forde, por que faz isso comigo? Batemos a marca de 2 milhões Um carrossel verde e branco Simplesmente avassalador! Um péssimo ano para ser Bohemian Um mercado prolífico Um novo concorrente no horizonte? Eurocopa 2028 A solução que veio e que foi Chora, Allegri! Reaprendendo a jogar Tudo conforme o script Dinamo Zagreb A única vez foi em 2017 O bom filho a casa torna Uma máquina chamada Conor Wilson Copa do Mundo 2030 Maldito sorteio da Champions League Uma abordagem renovada Poxa, UCD! Um dia ruim por turno O doce aroma da elite europeia De pontas para volante Uma noite irlandesa em Londres As dificuldades de ser maior que a liga irlandesa Meus jogadores são de um material superior Que venha o Lyon! Teremos um campeonato!? Segue o líder! A gente bem que tentou, mas o Cork não quis! Regulamento debaixo do braço Faltaram apenas 6 minutos Mais uma vaga na Champions League! Dosharaithe E estamos de volta A estrada até aqui... Real Madrid x Shamrock Rovers Super Copa da UEFA Green Stadium Uma homenagem à Conor Wilson Começo claudicante, mas final esperado O fim de duas eras Sob nova direção A Airtricity Premier League é uma das 10 maiores da Europa 20 anos de Danny Green Um campeonato que ainda está em aberto Vexatório!
    • vinny_dp
      Por vinny_dp
      História
      Conhecida por muitos como terra natal de Napoleão (nascido pouco tempo após a anexação francesa), a Córsega é uma ilha situada no Mediterrâneo que pertence à França.
      A Córsega é uma ilha pequena, de pouco mais de oito mil e quinhentos quilômetros quadrados. Suas principais cidades são Bastia e Ajaccio, capital regional e, no total, a ilha tem cerca de trezentos e vinte mil habitantes.

      Ilha da Córsega
      Apesar de pertencente à França, a proximidade com a Itália e o fato de ter sido parte do Reino de Gênova de 1347 a 1769 (quando a ilha foi vendida aos franceses) ligaram a população de tal maneira aos italianos que foi necessário o uso de força militar para que se completasse a anexação.
      Dentre esse período de mais de 400 anos, a ilha foi independente por 14 anos (1755-1769) e sua constituição foi redigida em italiano e corso.

      Bandeira da Córsega
      Desde que se tornou território francês a ilha foi colocada sempre em segundo plano. Na década de 1950 cogitou-se a criação de uma base para testes nucleares no local, além de ter havido a imigração de um grande número de argelinos que fugiam da crise que levou a independência do país. Situações essas que desencadearam um forte sentimento nacionalista na Córsega, causando o confronto entre os partidários dessa causa e a polícia.
      Outro fator importante nessa questão é que o idioma corso não é ensinado nas escolas da ilha, por determinação do governo. Esses fatores combinados fazem com que a Córsega possua diversos grupos nacionalistas, nas mais variadas frentes de ação, desde da pacífica até a que faz uso de ataques terroristas.
      O futebol na ilha
      No futebol, a ilha é representada pela seleção da Córsega. No entanto ela participa de jogos apenas em caráter amador e não filiada a FIFA e a UEFA.
      Oficialmente, a seleção disputou apenas seis amistosos: o primeiro, em 1967, foi contra a França, país que administra a ilha; em 1998, um amistoso preparatório contra Camarões (vitória africana por 1 a 0); outro em 2009, contra o Congo; dois amistosos em 2010, contra Gabão e Bretanha, e o último foi em 2011, contra a Bulgária.
      Desde então, o selecionado fez apenas mais um amistoso, contra um combinado de jogadores internacionais, em 2012. Entre times de futebol, fez três partidas, contra Nice (1962), Stade de Reims (1963) e Juventus (1992).
      Sem estádio fixo, a seleção da Córsega manda seus jogos nos principais estádios da ilha (Armand Césari, em Bastia, François-Coty, em Ajaccio, e Ange Casanova, também em Ajaccio).
      Os principais clubes da Córsega são o GFC Ajaccio, que tem como maior feito a chegada as semis da Copa da França em 2011-2012, o AC Ajaccio que é bicampeão da Ligue 2 (1966-1967,2001-2002) e o SC Bastia, o mais bem-sucedido dos três, tendo conquistado uma Copa da França (1981), um bicampeonato da Ligue 2 (1967-1968, 2011-2012) e uma Supercopa da França (1972).
      O Save
      Depois de duas tentativas frustradas de emplacar uma história aqui, começo mais uma vez. Agora, quero fazer um save de clube, focado em um dos clubes da região, buscando seu desenvolvê-lo o máximo possível.
      Apesar de toda a tendência nacionalista do local, quero trazer uma proposta de agregação. Por isso, aceitarei no time jogadores de países que foram colônias francesas e hoje sofrem com a discriminação. 
      É claro que em termos de FM buscarei implementar essa ideia com coerência, mantendo uma maioria francesa.
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