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Tsuru

O Profeta de Fusignano - Começando de novo [19/01]

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Henrique M.

Fico triste com sua decepção quanto ao Giordano. Ele é novo e até por isso, não tem sentido exigir dele com 15 anos, que ele seja capaz de suportar o time titular. É sua tarefa treinar o jogador para que ele atinja o potencial dele.

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marciof89

Por um lado, fez boas contratações e encorpou legal o elenco. Por outro lado, vai ter que se virar para poder gerir a briga de egos, sempre comum em elencos assim.

No mais, uma pena não ter conseguido disputar sua copinha particular, mas faz parte. Tem hora que a diretoria faz umas merdas mesmo hahaha

Boa sorte, prevejo uma temporada de muita luta.

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baltazar

A equipe vem crescendo bem, mas depois de 2 temporadas na 2ª divisão percebeu que estava na hora do time mudar de nível, e como outros disseram, tem tudo pra ser um dos favoritos a promoção, especialmente se tiver um bom início de temporada.

Vamos ver o que acontece.

Boa sorte.

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Master Darthz

Dei uma lida completa no save, e quero começar por dizer que a escolha do Lecce é muito boa haha. Sempre me lembro do Fabrizio Miccoli, que passou pelo Benfica e que jogou no Lecce no final da carreira. De qualquer forma, acho que o crescimento do clube é visível, já que está a melhorar de época para época, e se começar bem, poderá ser candidato à promoção para a Serie A.

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El Ligero

Que bacana, tens subido passo a passo, de forma que a evolução em termos competitivos tem gradativa. Tomara que com um elenco com mais peças de reposição consiga o tão sonhado acesso!

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Tsuru
Em 25/12/2018 at 21:54, DiogoHernandes disse:

Cara que pena que o acesso bateu na trave, só espero que esta terceira temporada na Serie B não traga muitos prejuízos financeiros. Mas a evolução que o time deu é nítida e nesta próxima temporada vocês entram senão como favoritos ao acesso, entram com boas chances.

Boa sorte, estou torcendo muito para ver o Lecce contra os grandes italianos!

Oi Diogo. Peço desculpa, acabei esquecendo de te responder.

O time vem evoluindo em campo e fora dele, temos tudo para brigar pelo acesso nessa temporada. E continue na torcida!

Em 28/12/2018 at 21:28, Henrique M. disse:

Fico triste com sua decepção quanto ao Giordano. Ele é novo e até por isso, não tem sentido exigir dele com 15 anos, que ele seja capaz de suportar o time titular. É sua tarefa treinar o jogador para que ele atinja o potencial dele.

Tem razão. Depois de ver os comentários no tópico eu fui reler os guias de desenvolvimento de jovens e vi como outros jogadores desenvolvem os garotos, então eu meio que estava fazendo errado. Obrigado pelo toque.

Em 29/12/2018 at 14:00, marciof89 disse:

Por um lado, fez boas contratações e encorpou legal o elenco. Por outro lado, vai ter que se virar para poder gerir a briga de egos, sempre comum em elencos assim.

No mais, uma pena não ter conseguido disputar sua copinha particular, mas faz parte. Tem hora que a diretoria faz umas merdas mesmo hahaha

Boa sorte, prevejo uma temporada de muita luta.

Bem, ao menos nos meus elencos todo mundo joga, então se for por esse motivo, sem brigas. Agora, se tiver algum jogador que queira atuar em todas as partidas, aí sim o bicho pega. E isso é algo que não aceito, o rodízio precisa ser aceito e compreendido por todos os meus atletas.

Vai entender a diretoria...melhorou o entrosamento fora de campo e dificultou dentro. Vai ser mesmo uma temporada duríssima e espero terminar no topo.

Obrigado Marcio!

Em 30/12/2018 at 21:22, baltazar disse:

A equipe vem crescendo bem, mas depois de 2 temporadas na 2ª divisão percebeu que estava na hora do time mudar de nível, e como outros disseram, tem tudo pra ser um dos favoritos a promoção, especialmente se tiver um bom início de temporada.

Vamos ver o que acontece.

Boa sorte.

Era necessário, mesmo. O lado bom de não ter subido direto é que tivemos mais tempo pra organizar o clube em campo e fora dele. Vamos ver agora como isso se reflete em campo.

Obrigado balta!

Em 01/01/2019 at 19:04, Master Darthz disse:

Dei uma lida completa no save, e quero começar por dizer que a escolha do Lecce é muito boa haha. Sempre me lembro do Fabrizio Miccoli, que passou pelo Benfica e que jogou no Lecce no final da carreira. De qualquer forma, acho que o crescimento do clube é visível, já que está a melhorar de época para época, e se começar bem, poderá ser candidato à promoção para a Serie A.

Oi Master. Seja muito bem-vindo ao save e ao fórum. É ótimo vê-lo novamente por aqui e já fico na expectativa da sua nova história 🙂

Eu já estava com vontade de treinar o Lecce desde que comecei o save do Nacional, mas claro, sabia que esse dia chegaria. E tem sido muito divertido, o clube é mesmo tão legal quanto eu imaginava que seria.

Esse Miccoli não é aquele mesmo que jogou no Palermo e que disse que Ronaldinho nunca atuaria lá? Eu li bastante sobre o Lecce mas nem lembro do Miccoli ter encerrado a carreira no clube. Boa lembrança.

Tomara mesmo que a gente consiga começar bem e brigue pela subida, está na hora de alçar voos mais altos.

Obrigado pelo comentário!

Em 02/01/2019 at 11:44, El Ligero disse:

Que bacana, tens subido passo a passo, de forma que a evolução em termos competitivos tem gradativa. Tomara que com um elenco com mais peças de reposição consiga o tão sonhado acesso!

De grão em grão o lobo enche o papo. Hehehe. 

Vamos ver em campo se o time corresponde ao aumento de qualidade e conseguimos a vaga.

Obrigado pelo comentário!

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Master Darthz
26 minutos atrás, Tsuru disse:

Oi Master. Seja muito bem-vindo ao save e ao fórum. É ótimo vê-lo novamente por aqui e já fico na expectativa da sua nova história 🙂

Eu já estava com vontade de treinar o Lecce desde que comecei o save do Nacional, mas claro, sabia que esse dia chegaria. E tem sido muito divertido, o clube é mesmo tão legal quanto eu imaginava que seria.

Esse Miccoli não é aquele mesmo que jogou no Palermo e que disse que Ronaldinho nunca atuaria lá? Eu li bastante sobre o Lecce mas nem lembro do Miccoli ter encerrado a carreira no clube. Boa lembrança.

Tomara mesmo que a gente consiga começar bem e brigue pela subida, está na hora de alçar voos mais altos.

Obrigado pelo comentário!

É esse mesmo. Foi um brilhantissimo jogador no Benfica e fez o final de carreira no lecce e uma temporada final em Malta.

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Tsuru

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CAPÍTULO 13  - QUEM TEM MEDO DO VIA DEL MARE?

Estádio Via Del Mare, Lecce, Itália. O quintal do US Lecce sempre foi uma fortaleza para a equipe, uma verdadeira arena de batalha onde a torcida local empurra seu time para cima dos adversários. Foi, inclusive, peça-chave na temporada de retorno à Série B. Mas o que acontece quando uma equipe deixa de ser temida em casa?

Antes de falarmos melhor sobre isso, porém, houve (mais) movimentação no mercado de jogadores.

 

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Sem espaço no time principal, o ex-capitão Ferdinando Vitofrancesco - figura bastante importante no título da Série C - foi emprestado à Cremonese. E trouxemos o jovem Tommaso Ceretta, promessa do Chievo, para ser mais uma opção na ponta direita/esquerda.
 

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E chega - ao menos até que se abra a janela de transferências de inverno.

 

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Agosto-setembro

Abrimos a temporada com o pé direito, visitando o PADOVA e vencendo por 3 a 1. Depois recebemos o BARI no Via Del Mare e, num jogo onde ninguém parecia com muita vontade de ganhar, o 0 a 0 acabou sendo o placar final.

Na sequência engatamos duas vitórias por 1 a 0, sobre o MATERA e o PESCARA, e empatamos em 2 a 2 com o CARPI. Aí o VERONA nos visitou e, muito à vontade, impôs nossa primeira derrota: 2 a 1. Não era um momento muito bom para perder, visto que o jogo seguinte seria contra o BRESCIA no Mario Rigamonti.

Porém, o Lecce mostrou sua força, jogou melhor e derrotou os Rondinelle por 2 a 0 com autoridade. Destaque para a excelente atuação de Tiziano Tulissi, que entrou no segundo tempo como Extremo invertido (pé trocado) e fez uma partidaça.
 

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Fechando o mês, recebemos o então líder BENEVENTO e, num jogo bastante equilibrado, o 1 a 1 acabou sendo um resultado justo.

 

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Outubro

O primeiro adversário do mês foi o AVELLINO e, em mais uma boa partida, vencemos por 2 a 0. Embalados, visitamos o SPEZIA e demos um show diante da torcida adversária, aproveitando que Teophilus Awua fez duas faltas violentas em oito minutos e deixou seu time com um a menos aos 20 do primeiro tempo.


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O adversário seguinte era o PALERMO, favorito à subida mas que não vinha em um bom momento, inclusive brigando na parte de baixo da tabela. Segui o conselho do adjunto e mandei os jogadores treinarem movimento atacante, acreditando que poderíamos vencer sem muita dificuldade.

Em campo, porém, os Aquille fizeram valer sua força e simplesmente nos destruíram com uma goleada por 4 a 0. Uma atuação excelente deles e horrível da nossa parte, em um dia para esquecer.

Fiquei bastante assustado com o desempenho da equipe, mas preferi aguardar mais um pouco antes de fazer qualquer coisa - poderia ser apenas um mau dia. E de fato jogamos bem e na sequência vencemos o VICENZA por 2 a 0.

Em seguida recebemos o PARMA, que brigava na parte de baixo da tabela. Não fizemos um bom jogo, mostrando falta de paciência e de pontaria para furar a retranca adversária; a estratégia deles se revelou mais acertada, conseguiram um golzinho e ficaram tocando a bola até o apito final, garantindo uma ótima - para eles - vitória por 1 a 0.
 

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Novembro

A primeira partida do mês era contra o BASSANO. Brigando contra o rebaixamento, eles estacionaram o ônibus na frente da baliza e, por mais que atacássemos, não conseguíamos abrir o placar. No meio do segundo tempo, troquei a tarefa do meia central que ataca para “apoiar” e coloquei os dois laterais com tarefa "atacar", a fim de tentarmos resolver no jogo aéreo. Deu certo e, após boa troca de passes, Hadziosmanovic cruzou para Simone Ganz fazer o gol da vitória por 1 a 0.

Em seguida vencemos o PERUGIA por 4 a 1 em casa e fomos até LIVORNO encarar a equipe local, num confronto que é sempre muito difícil. Abrimos o placar com Torromino, eles empataram com bola enfiada nas costas da zaga e corrigi o posicionamento da defesa antes que virassem o jogo; deu certo, passamos a dominar a partida e Capelluzzo e Filippo Costa fizeram mais dois. Quando tudo parecia tranquilo, Comi diminuiu para 3 a 2 e os donos da casa trocaram sua estratégia, se aproveitando do nosso toque de bola mais lento para roubar a bola e tentar sair nos contragolpes em velocidade. Com isso, estavam mais perto do empate do que nós de fazer o quarto gol.

Nessa hora o que me ocorreu foi aumentar nosso ritmo de jogo, subindo a mentalidade para "Normal", a fim de quebrar a estratégia deles. Parecia loucura tornar o time mais ofensivo, mas deu certo e Di Grazia ainda fez mais um. Jogaço e grande vitória do Lecce.


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Tudo indicava que fecharíamos o mês com uma vitória tranquila em casa sobre o CROTONE, mas de novo tivemos problemas para furar a retranca adversária contra um time que briga para não cair; e de novo o adversário fez um golzinho e ficou tocando a bola até o apito final, garantindo o 1 a 0.
 

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Dezembro

Abrimos o mês empatando em 1 a 1 com a SALERNITANA e na sequência perdemos por 2 a 0 para o CESENA, com um desempenho horroroso em casa.

O adversário seguinte era a CREMONESE, fora. Com 30 minutos já vencíamos por 2 a 0, mas o adversário diminuiu com Michael Fabbro e foi para cima, chegando até a mandar bola na trave. Com sorte não levamos gol e, em duas jogadas de escanteio, Di Grazia e Toscano fecharam o placar.

 

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Eu tinha a sensação que os adversários estavam aprendendo a nos enfrentar, e de fato isso se confirmou na rodada seguinte: outra vez perdemos por 1 a 0, em casa, contra um adversário que briga para não cair e veio todo retrancado - desta vez, a PRO VERCELLI. Na sequência também deveríamos ter vencido o PADOVA em casa, mas acabamos ficando mesmo no empate em 1 a 1.

Comparado com o desempenho anterior foi um mês bastante ruim, com apenas uma vitória em cinco jogos.

 

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Depois de passarmos boa parte do campeonato em primeiro lugar, caímos um pouco na tabela e agora estamos na terceira posição. E poderemos ficar bem mais distantes do segundo lugar caso o Cesena vença seu jogo em atraso contra o Vicenza.

 

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O que mais me assusta não é a queda na classificação em si ou o mês ruim - é sentir que, de novo, estamos passando pelo mesmo problema das últimas temporadas. Isto é, começamos bem, damos uma arrancada, os adversários rapidamente aprendem a nos enfrentar e, no fim do primeiro turno, nossa forma de jogar já está "viciada".

Por mais que eu entenda que isso é normal - quando estamos brigando no topo da tabela nossos pontos fracos são estudados com mais cuidado - eu sinto que existe também alguma limitação minha como treinador, algo que ainda não estou conseguindo identificar e superar, provavelmente na própria montagem da tática. Só não faço a menor ideia do que seja.

Além disso, outro problema desta temporada é o nosso desempenho em casa. Enquanto como visitantes fazemos uma campanha de líder, com oito vitórias, dois empates e nenhuma derrota em dez jogos, no Via Del Mare a performance é de fundo de tabela, com três vitórias, três empates e seis derrotas em doze partidas.

Mas, de novo, não há nada demais que seja feito nos jogos em casa que também não seja feito fora - nesse caso, me parece mesmo uma fase que o time precisa superar.

 

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O destaque desta temporada até aqui é Patrick Cutrone. Jogando como atacante único, ele vem não só fazendo gols como dando assistências - diria eu que está carregando a equipe nas costas.

Outro que merece elogios é Cristian Hadziosmanovic. Em uma era onde bons laterais são raros, o jovem emprestado pelo Milan tem a melhor classificação média do time até aqui, e me faz sonhar com sua permanência a longo prazo.

 

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Quem também vem muito bem é Andrea Di Grazia. Não tem grife, não é espetacular, mas tem mostrado regularidade e, quando entra, costuma fazer a diferença - até aqui foram quatro gols e três assistências. Curiosamente, sua melhor função é jogando como Atacante Interior (Segundo Atacante) do lado do pé mais forte, em vez do pé trocado.

Enquanto isso, na zaga, o jovem Giuliano Parodi tem a maior média de todos os beques (7), superando os badalados Andrea Ranocchia (6.99), Fabio Lucioni (6.98) e Alessandro Matiolli (6.94).

Estatísticas parte 1 | Estatisticas parte 2

 

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Como comentei no início da temporada, o Lecce hoje tem dinheiro em caixa e isso vem permitindo cobrir o rombo mensal do clube, causado pelo fato das receitas serem menores do que as despesas.
 

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Esse é um cenário bastante bom para a equipe e acredito que, quando chegarmos à Série A, o aumento natural das receitas nos permitirá equilibrar as contas sem grandes dificuldades.

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Master Darthz

Como você disse, os jogos em casa estão a fazer com que a campanha da equipa não seja melhor, e a questão da queda de rendimento da equipa é também algo que sinto que afecta desde há algumas versões do football manager. Pessoalmente eu tento ir fazendo pequenas adaptações na tática que uso, mas nem sempre resulta. É questão de você tentar analisar as partidas e ver o que consegue perceber.

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ggpofm

Está fazendo uma temporada muito boa até aqui, mas estaria melhor se o Via del Mare estivesse cumprindo seu papel. Como você já indicou, encontrar uma solução para esse problemas será importante para o restante da temporada e enquanto o querindinho dos saves na Itália estiver marcando, o Lecce se sustentará.

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DiegoCosta7

Terminou a temporada bem, agora o lugar que era pra ser sua fortaleza, tá virando playground dos outros times, tem que ver o que tá pegando aí.

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Danut

Rapaz, me identifiquei muito com essa última atualização. Já passei por essas do time jogar muito bem fora e muito mal em casa, e não saber bem qual é o problema.

E concordo com a tua afirmação de que se as equipes adversárias logo aprendem como jogar contra tua equipe é porque falta algo ao treinador. Podemos pegar exemplos do mundo real: todo mundo sabe como o Klopp gosta que sua equipe jogue, mas mesmo assim funciona. Ou o Grêmio do Renato (esse ano não funcionou tanto, mas no ano anterior). Quando a tática está realmente bem montada não é preciso alterar frente a cada adversário para que dê certo. Mas assim como tu, eu também tenho uma dificuldade enorme com isso no FM - parece que sempre só funciona enquanto existe o fator surpresa.

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Tsuru
Em 04/01/2019 at 00:43, Master Darthz disse:

Como você disse, os jogos em casa estão a fazer com que a campanha da equipa não seja melhor, e a questão da queda de rendimento da equipa é também algo que sinto que afecta desde há algumas versões do football manager. Pessoalmente eu tento ir fazendo pequenas adaptações na tática que uso, mas nem sempre resulta. É questão de você tentar analisar as partidas e ver o que consegue perceber.

Oi Master.

Então, é muito difícil que a tática fique totalmente engessada, sempre vou fazendo pequenas mudanças ao longo do caminho. Só que chega um ponto que o Lecce se torna previsível - normalmente no último mês do primeiro turno - e aí nenhuma mudança resulta mais. 

Parando para pensar, é bem possível que os adversários estejam vendo pontos fracos que eu não vejo, pontos fracos esses que essas mudanças não corrigem - e por isso elas não fazem efeito. Ao contrário, quando chega a esse ponto, mudar pode ser até pior.

O que preciso descobrir é que pontos fracos são esses. E esperar a fase ruim em casa passar.

Obrigado pelo comentário.

Em 04/01/2019 at 10:20, ggpofm disse:

Está fazendo uma temporada muito boa até aqui, mas estaria melhor se o Via del Mare estivesse cumprindo seu papel. Como você já indicou, encontrar uma solução para esse problemas será importante para o restante da temporada e enquanto o querindinho dos saves na Itália estiver marcando, o Lecce se sustentará.

O trabalho continua. É o momento de superar a dificuldade e crescer como treinador.

Cutrone é uma faca de dois legumes: se está bem, a equipe vai bem, mas se ele entrar em uma fase ruim, vai arrastar a equipe inteira junto.

Obrigado gg.

13 horas atrás, DiegoCosta7 disse:

Terminou a temporada bem, agora o lugar que era pra ser sua fortaleza, tá virando playground dos outros times, tem que ver o que tá pegando aí.

Então, teoricamente nada. Eu jogo rigorosamente da mesma maneira em casa e fora, não pego mais pesado com o elenco por atuar em casa, enfim, deve ser mesmo uma fase ruim - e espero que passe logo.

Só uma observação, a temporada ainda está na metade 🙂

Obrigado Diego!

10 horas atrás, Danut disse:

Rapaz, me identifiquei muito com essa última atualização. Já passei por essas do time jogar muito bem fora e muito mal em casa, e não saber bem qual é o problema.

E concordo com a tua afirmação de que se as equipes adversárias logo aprendem como jogar contra tua equipe é porque falta algo ao treinador. Podemos pegar exemplos do mundo real: todo mundo sabe como o Klopp gosta que sua equipe jogue, mas mesmo assim funciona. Ou o Grêmio do Renato (esse ano não funcionou tanto, mas no ano anterior). Quando a tática está realmente bem montada não é preciso alterar frente a cada adversário para que dê certo. Mas assim como tu, eu também tenho uma dificuldade enorme com isso no FM - parece que sempre só funciona enquanto existe o fator surpresa.

Oi Danut. Sobre o fator casa e fora, como comentei com o Diego, pra mim é fase ruim mesmo - não vejo uma causa direta pra isso, pensando em termos de FM. Tanto que é algo que varia muito de temporada pra temporada.

Em relação à tática "viciada", passamos pelo mesmo problema - diria que nossos times vivem de "espasmos", levando a maior parte dos pontos pelo fator surpresa. Quando os adversários nos estudam, rapidamente encontram pontos fracos, entramos em uma fase ruim, trocamos a tática e o processo reinicia.

Eu realmente achava que tinha resolvido isso quando vencemos a Série C, mas as temporadas seguintes mostraram que não, e permitiram que eu pudesse continuar a trabalhar nisso. 

Já cheguei a achar que era um problema do FM, mas há jogadores que jogam a mesma versão, não trocam tanto de tática e não passam por esse problema. Ao mesmo tempo, é estranho que isso aconteça tão rapidamente conosco, sendo que mesmo na vida real demora um pouco mais (vide o caso do próprio Grêmio, que já não rende tanto na segunda temporada jogando do mesmo jeito, ou do Barcelona do Guardiola depois de algumas temporadas). Então pra mim é algo que precisamos melhorar, mesmo.

Já terminei a temporada, então não tenho como mudar muita coisa agora, mas dei uma estudada aqui, parei pra pensar e suspeito que tem a ver com a forma como organizamos nosso time defensivamente - seja pela cobertura da zaga, seja por colocar o time muito pra frente, seja pela mentalidade que usamos, talvez uma combinação dos  3. O futebol hoje é equilibrado demais, é uma batalha por espaço, e um simples buraquinho no time faz toda a diferença. E no FM isso muitas vezes ocorre pelo uso de algumas funções (como Ala) e da tarefa atacar, que faz o sujeito se mandar pra frente de forma desembestada e deixar espaços às costas.

Algo que tem me ajudado nesse processo é ver como outros managers organizam o time deles, pra me inspirar mesmo. Um cara que me parece ser muito sensato é o Rashidi, do Bustthenet, acho as ideias dele bem legais.

No meu caso tem ainda o fator desespero - o certo é não mexer em funções e tarefas mesmo quando se perde ou quando o jogador vai mal, mas ainda não cheguei nesse nível. Preciso utilIzar mais os gritos, as substituições e ter mais paciência quando as coisas não vão bem. E sobretudo, quando mudar algo na tática, mexer em uma coisa de cada vez, caso contrário fico todo enrolado.

Obrigado pelo comentário e por compartilhar as dificuldades, é legal saber que outros jogadores passam pelos mesmos problemas e que podemos trocar ideias pra ajudar a resolver.

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Danut
12 minutos atrás, Tsuru disse:

Já cheguei a achar que era um problema do FM, mas há jogadores que jogam a mesma versão, não trocam tanto de tática e não passam por esse problema. Ao mesmo tempo, é estranho que isso aconteça tão rapidamente conosco, sendo que mesmo na vida real demora um pouco mais (vide o caso do próprio Grêmio, que já não rende tanto na segunda temporada jogando do mesmo jeito, ou do Barcelona do Guardiola depois de algumas temporadas). Então pra mim é algo que precisamos melhorar, mesmo.

Lembro que o Cleon (que tinha um blog bom sobre FM uns tempos atrás, agora não sei) falava muito sobre isso, que as pessoas dizem que é preciso mudar a tática o tempo todo mas que é um mito. E ele jogava anos e anos com a mesma tática. Mas claro, o cara manja demais de FM, fazia táticas muito bem montadas. Eu acho que é realmente uma questão de montar bem a tática: se ela tem muitos pontos fracos, o adversário vai aprender rapidamente a enfrentar. Daí cabe a nós montar ela melhor, ou abraçar a rotatividade e trocar com frequência para surpreender mesmo.

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Henrique M.
2 horas atrás, Danut disse:

Lembro que o Cleon (que tinha um blog bom sobre FM uns tempos atrás, agora não sei) falava muito sobre isso, que as pessoas dizem que é preciso mudar a tática o tempo todo mas que é um mito. E ele jogava anos e anos com a mesma tática. Mas claro, o cara manja demais de FM, fazia táticas muito bem montadas. Eu acho que é realmente uma questão de montar bem a tática: se ela tem muitos pontos fracos, o adversário vai aprender rapidamente a enfrentar. Daí cabe a nós montar ela melhor, ou abraçar a rotatividade e trocar com frequência para surpreender mesmo.

Continua tendo e o que ele falou sobre as táticas, é verdade.

No mais, péssima campanha em casa. Mas pelo que você disse, a equipe joga igual fora e em casa, já pensou em ser mais agressivo dentro de casa?

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marciof89
Em 03/01/2019 at 22:12, Tsuru disse:

O que mais me assusta não é a queda na classificação em si ou o mês ruim - é sentir que, de novo, estamos passando pelo mesmo problema das últimas temporadas. Isto é, começamos bem, damos uma arrancada, os adversários rapidamente aprendem a nos enfrentar e, no fim do primeiro turno, nossa forma de jogar já está "viciada".

Isso é uma questão de peças de qualidade também. No meu save, nas primeiras temporadas eu tinha que ter 3 táticas e ficava revezando para poder surpreender, e as vezes ainda passava mal. Hoje em dia eu simplesmente imponho um jogo ofensivo no 4-2-3-1 e dane-se os adversários para lidar com isso, pois temos peças de qualidade. Acho que o ponto é esse: Quando nossos jogadores são mais limitados, uma hora a máquina entende seus pontos fracos com mais facilidade e, por você não ter subterfúgio com os jogadores, acaba sofrendo. É interessante você tentar revezar as táticas durante a temporada, ao invés de ter uma favorita, simplesmente use táticas diferentes para jogos diferentes (claro, pensando nos jogos como um todo). Se os jogadores não tem qualidade, compense com o fator surpresa hahahaha.

No mais, a campanha não está mal e ficar em terceiro por ora nem é tão ruim assim, o problema, tal como o Henrique disse, é que em casa você está perdendo (e a sensação que tenho é que perdeu algumas partidas de bobeira), tipo quando seguiu O CONSELHO DO ADJUNTO contra o Palermo. O que o adjunto fala é basicamente "faça isso e veja tudo dando errado" HAHAHAHAHHAHAA Brincadeiras a parte, achei arriscado partir com tudo para cima de um bom time candidato ao acesso (mesmo que sem corresponder isso). Precisa corrigir o fator casa para poder voltar a ver mais vitórias.

Boa sorte!

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Tsuru
Em 05/01/2019 at 14:14, Danut disse:

Lembro que o Cleon (que tinha um blog bom sobre FM uns tempos atrás, agora não sei) falava muito sobre isso, que as pessoas dizem que é preciso mudar a tática o tempo todo mas que é um mito. E ele jogava anos e anos com a mesma tática. Mas claro, o cara manja demais de FM, fazia táticas muito bem montadas. Eu acho que é realmente uma questão de montar bem a tática: se ela tem muitos pontos fracos, o adversário vai aprender rapidamente a enfrentar. Daí cabe a nós montar ela melhor, ou abraçar a rotatividade e trocar com frequência para surpreender mesmo.

Sim, eu li alguma coisa desse tipo escrita pelo Cleon. Ele é fora de série, consegue montar um 442 diamante na terceira divisão inglesa, com largura estreita e mesmo assim dá um banho nos adversários que usam pontas. E ainda ganha de times na primeira divisão. 

Sobre rotação de formações...aguarde a próxima atualização 😉

Em 05/01/2019 at 16:21, Henrique M. disse:

Continua tendo e o que ele falou sobre as táticas, é verdade.

No mais, péssima campanha em casa. Mas pelo que você disse, a equipe joga igual fora e em casa, já pensou em ser mais agressivo dentro de casa?

Já. Mas tenho receio da equipe não aguentar, pela baixa qualidade dos jogadores. E como costumo usar poucas instruções, trocando apenas a mentalidade, isso significaria quebrar um pouco o estilo de posse de bola.

Em 06/01/2019 at 02:25, marciof89 disse:

Isso é uma questão de peças de qualidade também. No meu save, nas primeiras temporadas eu tinha que ter 3 táticas e ficava revezando para poder surpreender, e as vezes ainda passava mal. Hoje em dia eu simplesmente imponho um jogo ofensivo no 4-2-3-1 e dane-se os adversários para lidar com isso, pois temos peças de qualidade. Acho que o ponto é esse: Quando nossos jogadores são mais limitados, uma hora a máquina entende seus pontos fracos com mais facilidade e, por você não ter subterfúgio com os jogadores, acaba sofrendo. É interessante você tentar revezar as táticas durante a temporada, ao invés de ter uma favorita, simplesmente use táticas diferentes para jogos diferentes (claro, pensando nos jogos como um todo). Se os jogadores não tem qualidade, compense com o fator surpresa hahahaha.

No mais, a campanha não está mal e ficar em terceiro por ora nem é tão ruim assim, o problema, tal como o Henrique disse, é que em casa você está perdendo (e a sensação que tenho é que perdeu algumas partidas de bobeira), tipo quando seguiu O CONSELHO DO ADJUNTO contra o Palermo. O que o adjunto fala é basicamente "faça isso e veja tudo dando errado" HAHAHAHAHHAHAA Brincadeiras a parte, achei arriscado partir com tudo para cima de um bom time candidato ao acesso (mesmo que sem corresponder isso). Precisa corrigir o fator casa para poder voltar a ver mais vitórias.

Boa sorte!

Sim, eu concordo com essa questão da qualidade, também sofri um pouco com isso no save do Nacional. Mas aí é questão de tirar o máximo do time que tenho, e ainda não encontrei a melhor forma de fazer isso. E sobre rotação, como eu disse pro Danut, aguarde a próxima atualização!

Normalmente eu não sigo o que diz o adjunto, mas até então eu colocava os treinos especiais sugeridos por ele (ofensivo, defensivo, bolas paradas etc.). Depois dessa piaba do Palermo, aprendi a lição e nem isso faço mais. Hehe.

Vamos ver se conseguimos corrigir o desempenho em casa pra continuarmos no topo da tabela.

Obrigado Marcio!

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Andreh68

Vc acha que o material humano da Holanda caiu muito e está prejudicando seu plano de Gullitzar o Lecce?

Quando vc alterna a simetria do time no intervalo, o time perde algo de adaptação a formação ou da na mesma?

Não ficou claro para mim a rotação que vc faz. Vc põe um time titular depois um reserva, ou mescla os 2 e acaba com 2 times teoricamente num patamar mais fraco que o titular?

O Cutrone está e tantos saves que até me perco! Agora o desempenho em casa sofrível mesmo. Ao contrário da maioria, por mais que seja fase, peças, acho que tinha que ter feito alguma coisa, tipo mudança de mentalidade, jogar pro empate tentando um contra-ataque mortal... algo diferente, mesmo que não radical

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Tsuru

Oi @Andreh68. Vamos por partes!

4 horas atrás, Andreh68 disse:

Vc acha que o material humano da Holanda caiu muito e está prejudicando seu plano de Gullitzar o Lecce?

Que a qualidade caiu, acho sim. Em uma temporada destas, não lembro qual foi, eu fiz uma verdadeira "devassa" nos clubes holandeses atrás de boas promessas e a decepção foi enorme. E isso tem um outro efeito que é o de fazer disparar o preço dos bons holandeses. O PSV pede uma fortuna por jogadores de um nível que na Itália eu encontro de graça ou bem mais barato (pra você ter uma ideia, comparando dois jogadores de nível parecido, é normal pagar 300 mil euros por um italiano e mais de 1 milhao pelo holandês). Fora que, com a safra ruim, é muito difícil você contratar um neerlandês em fim de contrato - quem tem normalmente não deixa o cara sair.

Outro sinal que a qualidade caiu é que volta e meia consigo recrutar uma boa jovem promessa de um clube italiano pequeno - Cremonese, Pro Vercelli, Messina e Latina Calcio têm boas bases, por exemplo - mas é quase impossível fazer isso na Holanda, até porque a maioria dos bons holandeses se manda muito cedo pra outras ligas maiores europeias, principalmente na Inglaterra. E tirar jogador de clube inglês não é uma tarefa fácil, ao menos não no nosso nível atual.

Não sei se isso chega a ser um problema para a "Gullitzação", porque na verdade não pretendo encher a equipe de holandeses. Até pelo momento deles, sei que o time será sempre quase todo italiano e com um neerlandês ou outro pra trazer aquele talento natural que eles têm - que é mais ou menos como era o Milan do Sacchi, que contava com o tridente Gullit, Rijkaard e Van Basten. 

4 horas atrás, Andreh68 disse:

Quando vc alterna a simetria do time no intervalo, o time perde algo de adaptação a formação ou da na mesma?

Dá na mesma.

4 horas atrás, Andreh68 disse:

Não ficou claro para mim a rotação que vc faz. Vc põe um time titular depois um reserva, ou mescla os 2 e acaba com 2 times teoricamente num patamar mais fraco que o titular?

Então, eu contrato sempre dois (ou mais) jogadores para cada posição e faço dois times diferentes, de forma que um jogador atue em uma partida e descanse na outra. Então por exemplo o Cutrone, ele joga uma partida e o Simone Ganz fica no banco; no jogo seguinte, o Ganz é titular e o Cutrone reserva.

Outro exemplo: se num jogo o Fabio Lucioni e o Ranocchia são titulares, tendo como reservas o Parodi e o Matiolli, no jogo seguinte os titulares são o Parodi e o Matiolli, e os reservas, Lucioni e Ranocchia. Sacou?

Esse é um sistema caro e assim, nem sempre você encontra 2 jogadores de nível parecido. Quando não encontro eu vejo se o cara que é um pouco inferior vale o risco de render como titular; se não tiver, tento buscar emprestado, ou vejo alguém da base que tenha condição de ser titular, ou improviso um colega na posição/função, ou deixo pra continuar a busca na temporada seguinte. Apenas, e apenas nesse último caso, não há rodízio de jogador, e aí o cara se mantém como titular em todos os jogos. Não é muito comum, mas pode acontecer, principalmente em algumas funções que considero "críticas" - de cabeça me lembro do MC Atacar, é um inferno achar bons atletas nessa posição.

Fora que tipo, eu poderia gastar 1 milhão num super craque e pagar 30 mil euros de salário pra ele em vez de contratar 2 de um nível um pouco abaixo por 500 mil cada, ganhando 15 mil euros de salário.

Por outro lado, da forma como faço eu valorizo muito mais o elenco do que as individualidades, basicamente tenho peças de reposição em todos os setores, consigo substituir mantendo um nível sempre muito parecido, e se um jogador se lesiona, o elenco sente muito menos a falta dele. Fora que tipo, é muito, muito difícil um jogador meu reclamar que não vem sendo escalado. E quando isso acontece eu mando pro olho da rua sem dó nem piedade, independente de quem seja. Pra mim o individual jamais pode estar acima do coletivo.

4 horas atrás, Andreh68 disse:

O Cutrone está e tantos saves que até me perco! Agora o desempenho em casa sofrível mesmo. Ao contrário da maioria, por mais que seja fase, peças, acho que tinha que ter feito alguma coisa, tipo mudança de mentalidade, jogar pro empate tentando um contra-ataque mortal... algo diferente, mesmo que não radical

Cutrone é conhecido como "onipresente". Hehehe. Normalmente eu não gosto de contratar jogadores conhecidos de fontes que não sejam dentro do próprio jogo (evito listas de wonderkids, não fico buscando craques que vi em outros saves etc.), mas no caso dele me permiti uma exceção.

É complicado porque assim, eu me empolguei jogando e nem reparei que o desempenho em casa estava tão ruim, só fui ver isso na hora da atualização. Mas não sei se mudanças assim seriam a solução. Trocar a forma de jogo do time - por exemplo, mentalidade - exige testes e treinos, precisa de tempo pra encaixar, pra ver como a equipe se comporta, e sou meio receoso com isso. Prefiro tentar buscar as soluções dentro da nossa própria forma de jogo antes de partir pra algo mais radical.

Obrigado André! 

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Tsuru

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CAPÍTULO 14  - BOLA DE NEVE

Depois de contratar um pacotão com 17 jogadores, o Lecce iniciou o campeonato de forma arrasadora, embora com uma campanha horrível em casa; sofrendo com uma pequena queda de rendimento, o time ocupava o terceiro lugar na tabela durante a virada do ano.

Enquanto eu procurava formas de tentar evitar que nossa tática ficasse viciada, a janela de transferências de inverno se abriu novamente. Para mim, era hora de despachar alguns jogadores insatisfeitos ou que não estavam rendendo, e de aproveitar algumas oportunidades de mercado.

 

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Saídas

⬅️ Pierluigi Capelluzzo - Gosto muito de seu futebol, mas inicialmente ele vinha jogando pouco devido à grande concorrência no ataque. Veio então reclamar comigo e eu passei a incluí-lo no rodízio direto com Cutrone, aproveitando que os demais atacantes não viviam boa fase. Porém, Capelluzzo não aceitou o rodízio, queria ser titular incontestável e veio reclamar comigo de novo, o que me levou a encostá-lo. Após a abertura da janela, mandei que ele fosse plantar batatas no Padova. Recebemos 1 milhão de euros por seu passe, nada mau para um atacante que foi contratado de graça.

⬅️ Francisco Dell - Aposta que não deu certo, é muito inconsistente para ser titular do meio campo. A expectativa é que o empréstimo ao Livorno o valorize para uma futura venda.

⬅️ Andrea Ranocchia - O Auxerre fez uma proposta por nosso xerifão e eu prontamente recusei. Mas os franceses não desistiram e cobriram a multa rescisória de 500 mil euros, levando o zagueiro sem podermos fazer nada (alô @marciof89, agora sei como você se sente).

⬅️ Marco Toscano - Com a chegada de um reforço em definitivo para a volância, finalizei o empréstimo de Toscano e o devolvi ao Palermo.


Entradas

➡️ Cristian Pasquato - Meu sonho de consumo desde o início da temporada, o ex-meia da Juventus estava sem contrato e pedia uma fortuna em salários para vir para Lecce. Depois de muito insistir, consegui convencê-lo. Inteligente, tem ótimos atributos mentais, bons atributos técnicos, e continua com um físico bastante bom para um atleta de 30 anos.

➡️ Joey Konings - Polivalente, esta jovem promessa holandesa pode jogar nas pontas, no meio ou no ataque, e o PSV aceitou liberá-lo por 165 mil euros, um valor que considerei bom. A ideia é usá-lo como coringa, inicialmente sendo uma opção para o segundo tempo.

➡️ Gennaro de Simone - Veio emprestado pelo Napoli, mas foi devolvido porque conseguimos outro jogador do mesmo nível em definitivo.

➡️ Edoardo Bovolon - O meia em questão que fez Gennaro voltar ao Napoli e Toscano ser devolvido ao Palermo, foi contratado em definitivo junto a Udinese por 120 mil euros. O ponto forte de Bovolon é o físico, o que o torna um volante/meia central bastante combativo.

➡️ Alessandro De Santis - Emprestado pela Udinese para ser uma opção na zaga após a saída do Ranocchia.

 

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Acabei esquecendo de falar da Coppa Italia na última atualização, mas, nada que mereça muito destaque. Na primeira rodada passamos com alguma dificuldade contra a SAMBENEDETTESE vencendo por 2 a 1, e na fase seguinte o CHIEVO nos despachou sem dó nem piedade.

 

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Foi uma pena porque mais uma vez nossa equipe fez um jogo bastante bom e, diria eu, até equilibrado, e mais uma vez ficou pelo caminho.

 

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Janeiro-fevereiro

Abrimos o ano de 2020 jogando muito mal e perdendo por 2 a 0 para o arquirrival BARI no San Nicola. Em seguida engatamos uma boa sequência e, mesmo sem ser brilhantes, derrotamos MATERA (1 a 0) e PESCARA (2 a 1), empatamos com o CARPI (1 a 1) e vencemos o VERONA (2 a 0), num jogo extremamente equilibrado onde o fato deles terem tido um jogador expulso nos ajudou bastante.
 

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A série invicta acabou quebrada no último jogo de fevereiro, quando o BRESCIA nos visitou e ganhou por 2 a 1, devolvendo a derrota que impusemos a eles no primeiro turno.

 

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Março

O Lecce justificou a fama de visitante abusado nos dois primeiros jogos do mês, despachando o BENEVENTO (4 a 1) de virada com um show do trio Cutrone, Pasquato e Di Grazia, e depois o AVELLINO (3 a 1).

 

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Após empate em 2 a 2 com o SPEZIA em casa, assumimos a liderança e fomos enfrentar o vice-líder PALERMO na Sicília; com a derrota por 1 a 0, o time da casa nos ultrapassou na tabela. Mas tudo bem, porque na sequência vencemos o VICENZA por 2 a 0 e o Palermo tropeçou, o que nos levou a retomar a ponta da tabela. O campeonato estava aberto, emocionante e eu via o título como uma possibilidade real.
 

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Abril

Eu sentia que, apesar dos bons resultados, o Lecce estava ganhando na base da sorte e os adversários já haviam decorado nosso esquema tático. Por isso, a partir de abril passamos a rotacionar: nos jogos em casa mantivemos o 4-2-3-1 profundo (dois volantes, MAC, pontas e nenhum meia central), e fora passamos a utilizar um 4-2-2-2, com dois volantes e os dois pontas recuando para jogarem como médio-alas. Troquei também a mentalidade definitivamente para “Normal”, porque “Defender” estava tornando a equipe muito lenta e previsível.

Olhando para trás, percebo que troquei as bolas: era para ter mexido na estratégia utilizada em casa, e não na que utilizávamos nos jogos fora!

Abrimos o mês derrotando o PARMA por 2 a 0, mas depois veio uma sequência ruim: empate em 0 a 0 em casa com o fraco BASSANO, derrota pesada por 3 a 0 para o PERUGIA, uma vitória com bastante sorte sobre o LIVORNO por 2 a 1 no Via Del Mare...

 

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...e nova derrota para o CROTONE por 1 a 0. Para piorar, nossos laterais começaram a sentir o cansaço do fim de temporada, e dois deles se machucaram: Graziano Giordano (direita) e Mattia Pitzalis (esquerda), obrigando Apollonio e Hadziosmanovic a atuarem em todos os jogos, sem rodízio.

 

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Maio

Além das questões táticas, a pontaria do Lecce começou a ficar ruim em abril. O problema se agravou em maio, com nossos atacantes perdendo toneladas de gols, e não consegui encontrar forma de corrigir o problema. Para piorar um pouco, Mirko Apollonio também se machucou e fiquei sem lateral esquerdo, o que obrigou o jovem Simone Gallo a atuar por ali.

E eu, já irritado e sem paciência com tantos problemas, passei a descontar no time, brigando feio com eles após as atuações ruins e fazendo questão de criticar o que faziam em campo. Praticamente virei um treinador que só sabia reclamar.

O efeito foi uma verdadeira bola de neve e os resultados acompanharam essa tendência: derrota para a SALERNITANA por 2 a 0, vitória suada por 2 a 1 sobre o CESENA
 

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...derrota inexplicável para a CREMONESE por 1 a 0 e, para fechar a temporada, empate em 1 a 1 com a PRO VERCELLI.

 

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Com esses dois meses bem abaixo do que vínhamos jogando, terminamos o campeonato em quinto lugar - uma posição acima da temporada anterior e classificados para o playoff, mas com a nítida sensação de que “algo mais” (leia-se, promoção direta e título) nos escorreram pelos dedos.
 

Playoff

O sorteio da fase inicial nos colocou diante do CESENA, com direito a atuar no Via Del Mare por termos melhor campanha. Desta vez fizemos valer o fator casa, jogamos muito melhor e vencemos com gol de Di Grazia.
 

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As semifinais são em jogos de ida e volta, e o adversário seguinte do Lecce seria o CARPI. O sorteio também determinou que a primeira partida era na casa deles.

Abrimos o placar com Fiordilino e o adversário ainda deve um jogador expulso aos 38 do primeiro tempo, o que deixava o caminho aberto para levarmos uma excelente vantagem para o jogo da volta. 

Mas, além da nossa pontaria continuar horrível, esquecemos de combinar com Ricardo Cappa, que aproveitou um cochilo da nossa defesa, fez um gol no último minuto e mandou a vantagem por água abaixo. Um resultado injusto para o que jogamos, mas...nem sempre o futebol é justo.

 

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Tudo bem, afinal não perdemos fora e em casa voltaríamos a mostrar nossa força. Certo?

Errado. No jogo da volta o Carpi simplesmente nos atropelou, jogando uma partida muito melhor enquanto nós voltamos a ser o time esquisito de abril e maio, errando passes e finalizando muito mal.

Fim de jogo e, desta vez, um resultado justo. Pena que não a nosso favor.

 

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Na final, o Carpi passou sem dificuldades pela Salernitana...

 

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...e carimbou sua volta à Série A junto com o Benevento e o campeão Spezia.
 

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Assim como o Lecce, o Palermo também teve uma queda acentuada na tabela e vai amargar mais um ano na Série B. Enquanto isso, na primeira divisão…

 

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...tivemos o título de número 88484849032 da Juventus e a queda de Sampdoria, Frosinone e Novara, que farão companhia a nós na segundona italiana. A próxima Série B promete ser disputadíssima.

Confesso que nesse momento fiquei um pouco desmotivado, afinal vamos para a quarta temporada na segunda divisão (tem horas que, haja paciência) e a sensação que tinha é que o Lecce estava batendo no teto. Acontece, mas o problema é não saber o que fazer para contornar isso.

Aí dei um tempo do jogo, pensei um pouco e vi que não tinha porque me desmotivar, afinal a equipe vem crescendo e, se ainda não subiu, é porque falta mesmo acertar alguma coisa. Fora que estou jogando com restrições de contratação, o que tornam mesmo o desafio um pouco mais desafiador - e ao mesmo tempo mais interessante também.

Vamos em frente.

 

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O grande nome desta temporada é Patrick Cutrone: artilheiro isolado da equipe, “garçom” e ainda o jogador que mais vezes foi o melhor em campo. Destaque também para a excelente época do lateral Mirko Apollonio.
 

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Estatísticas completas - parte 1 | parte 2

Uma situação curiosa para mim é a do Di Grazia. O ponta fez a diferença várias vezes  - terminou com seis gols e cinco assistências -, mas sempre que penso nele acho que é um jogador com muito mais sorte do que talento, uma espécie de “Hernanes italiano”. E isso não tem uma explicação clara ou uma razão de ser, é bem estranho.

Já as decepções ficam por conta de Andrea Bertolacci e Cristian Pasquato, muito abaixo do que eu esperava deles.

 

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Além de conseguirmos manter a folha salarial abaixo do limite da diretoria, ainda sobraram 350 mil euros em caixa e a equipe fechou a temporada com quase 300 mil euros de lucro.
 

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Finanças - completo

 

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  • Começando de novo
  • Apostando no futuro
  • O encaixe inesperado

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Master Darthz

Pensamento positivo Tsuru! A equipa vem melhorando de ano para ano, e isso é sempre bom. É certo que mais um ano na segunda liga é um pouco desmotivador, mas as dificuldades é o que dá vontade de jogar e dão ainda mais gosto quando se atinge os objetivos.

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marciof89

Deu um bom up na equipe em comparação com a temporada passada, o acesso não veio por detalhes, vamos considerar. Fora que Playoff é uma sacanagem hahahahah

Acho que a próxima temporada tem tudo para ser bem disputada, várias equipes muito tradicionais disputando para subir, vai ser doideira, mas acredito que consiga.

Gostei da forma como a equipe jogou, fez uns jogos muito bons e dominou alguns adversários. Simplesmente não era hora de subir.

Boa sorte para a próxima temporada!

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Andreh68

Poxa, mal o Rannochia chegou, partiu.

Pena, o time parecia estar indo muito bem e desandou. Acha que a mudança efetuada na tática teve culpa, ou foi só coinciddência.

Espero que não desanime, o save segue interessante. Quem sabe esse holandesinho não surpreende e tem atuações acima do que seus números indicam. Já estaria na hora de se livrar desse Cutrone aí.

Esse fim de post a seguir me deu a impressão que vc esta bem adiantado na jogatina, não?

Boa sorte!

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Tsuru
7 horas atrás, Master Darthz disse:

Pensamento positivo Tsuru! A equipa vem melhorando de ano para ano, e isso é sempre bom. É certo que mais um ano na segunda liga é um pouco desmotivador, mas as dificuldades é o que dá vontade de jogar e dão ainda mais gosto quando se atinge os objetivos.

É, fiquei um pouco desmotivado porque a sensação era que começaria tudo de novo. Mas como você comentou, estamos avançando passo a passo e vencer essas dificuldades é mesmo uma questão de honra.

Obrigado pelo comentário!

4 horas atrás, marciof89 disse:

Deu um bom up na equipe em comparação com a temporada passada, o acesso não veio por detalhes, vamos considerar. Fora que Playoff é uma sacanagem hahahahah

Acho que a próxima temporada tem tudo para ser bem disputada, várias equipes muito tradicionais disputando para subir, vai ser doideira, mas acredito que consiga.

Gostei da forma como a equipe jogou, fez uns jogos muito bons e dominou alguns adversários. Simplesmente não era hora de subir.

Boa sorte para a próxima temporada!

Chegamos muito perto...ainda faltaria o jogo da final. Esse playoff é extremamente cruel mesmo, até porque ficar em primeiro ou segundo da Série B não é uma tarefa simples. 

Concordo com você que não estava na hora, agora vamos ver como o time vai se comportar em uma segundona ainda mais disputada. Tomara que consigamos repetir os melhores momentos da temporada que passou.

Obrigado pelo comentário!

3 horas atrás, Andreh68 disse:

Poxa, mal o Rannochia chegou, partiu.

Pena, o time parecia estar indo muito bem e desandou. Acha que a mudança efetuada na tática teve culpa, ou foi só coinciddência.

Espero que não desanime, o save segue interessante. Quem sabe esse holandesinho não surpreende e tem atuações acima do que seus números indicam. Já estaria na hora de se livrar desse Cutrone aí.

Esse fim de post a seguir me deu a impressão que vc esta bem adiantado na jogatina, não?

Boa sorte!

Nossa, nem fala, lamentei demais a saía do Rannochia. Mesmo sem grandes atributos físicos, era garantia de segurança na zaga. E pior que da forma como foi acabei não conseguindo um substituto á altura.

Sobre o desempenho do time, acho que foi uma bola de neve e várias coisas atrapalharam, inclusive a própria tática.

Desanimei um pouco após o fim da temporada, mas passou e a empolgação segue firme. Não quero me livrar do Cutrone não, hehe, ele é o craque do time, espero que o Konings possa jogar ao lado dele.

Nesse momento estou no fim da próxima temporada, a que vou começar a postar aqui esta semana. Jogando mais adiantado eu consigo administrar melhor o tempo para atualizar com calma e fazer posts maiores, que cubram maior quantidade de jogos.

Obrigado pelo comentário!

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Bigode.

Que decepção esse final de temporada. Ficou com inveja do Farense, foi? Quando eu achei que AGORA VAI, o Lecce me faz isso.

Por mais que tu tenha falado em bola de neve, não tem como não pensar que ela se iniciou justamente graças ao dedo do treinador quando da mudança no âmbito tático. Aí, claro, as lesões também complicaram e a moral da equipe, que deve ter caído um bocado, foi a última facada.

Mas vejo tudo pelo lado positivo. A equipe vem evoluindo e mantendo essa base somada a um ou outro reforço pra qualificar, creio que é sério candidato não só a promoção como ao título. Mas é necessária sempre muita atenção para não repetir o erro dessa temporada, por exemplo. Nessas horas, acredito firmemente que vale a máxima: "em time que está ganhando, não se mexe".

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      Uma nova jornada. Capítulo 2: Entre grandes expectativas e a realidade!
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      Uma nova jornada. Capítulo 6: Tutorial de como ser campeão em menos de duas temporadas.
      Uma nova jornada. Capítulo 7:
       
      SELEÇÃO
      You are fake news. Um desabafo contra a imprensa.
      Copa do Mundo Sub-20 2017.
      Copa Ouro 2019 - Campeonato Mundial Sub-20 2019.
      Pré-olímpico 23:
       
      ESPECIAIS
      Copa do Mundo 2018
      ___________________________________________________________
      Bom dia a todos!!!
      Não sou novo por aqui, mas fiquei um tempo afastado e agora fiz meu cadastro novamente porque perdi login e senha anteriores. Meu filho nasceu ano passado e daí então a vida vira um loucura e só agora as coisas começaram a se acertar.
      E já começo um save na área com objetivos ambiciosos, na esperança de que ele realmente reflita a glória prometida no título, seja trazendo bons resultados e/ou divertindo a galera.
      Um save de FM 2017, por que ainda não tive tempo ($) de comprar o 18 (isso às vésperas do 19). Na sequência trarei mais informações técnicas sobre o save.
      Enfim, a escolha do clube se deu pela história, cores e pela figura que irá assumir o comando técnico. De antemão, já digo que é uma das melhores cabeças pensantes em campo, injustiçado, idolatrado, admirável.
      Será um save de clube e seleção, com o treinador assumindo o comando da equipe do Fenerbahçe e da Seleção Canadense (?!?), com as explicações fictícias que surgirão.
       
      OBJETIVOS

      Fenerbahçe Spor Kulübü
      Missão para o decênio 2017 - 2027:
      - Estabelecer hegemonia nos principais títulos nacionais. (Conquistar 5 títulos da Liga, pelo menos).
      - Contar com jogadores turcos representando 70% da equipe principal;
      - Contar com jogadores formados no clube representando 40% da equipe principal;
      - Ter pelo menos 5 jogadores turcos na equipe titular por jogo;
       
      Objetivos secundários:
      - Ser o clube mais rico do país.
      - Ser um dos dez clubes mais ricos do mundo.
      - Se firmar entre os maiores clubes europeus.
      - Ter um jogador turco bola de ouro.

      Canada Soccer
      Objetivo principal:
      - Participar da Copa do Mundo de 2022;
      Etapas intermediárias:
      - Chegar a semifinal da Copa Ouro em 2017;
      - Chegar a final da Copa Ouro em 2019;
      - Ultrapassar a melhor marca no ranking de seleções (40º lugar em 1996);
      - Alcançar 300 milhões de euros em valor de mercado da seleção (valor dos jogadores convocados).
      Diante dos objetivos, existe uma negociação sobre verba de patrocínio por parte da associação canadense.

      EXTRA! EXTRA!
      Notícias do jornal Fanatik Spor dão conta do seguinte: ""Güvenilir kaynaklar bize dört bölümlü bir görüşmenin kapatılmaya yakın olduğunu ve bombalı olacağını söyledi! Bazıları Türk futbol tarihinin benzersiz bir anı olduğunu söylüyor."
      Tradução: "Fontes confiáveis nos dizem que uma opinião de quatro partes está perto de ser fechada e que será bombardeada! Alguns dizem que é um momento único da história do futebol turco." (google tradutor).
       
    • PedroJr14
      Por PedroJr14
      Real Racing Club Santander, S.A.D.
      O clube da cidade de Santander teve sucesso relativo na Espanha, mantendo-se na primeira divisão do país em 15 das 16 temporadas entre 1996/97 e 2011/2012, só não esteve presente em 2001/02. Em todas essas temporadas em La Liga, o Racing superou a décima posição apenas uma vez, quando terminou em sexto na temporada 2007/08, ganhando assim a vaga continental. Los Verdiblancos terminaram em quarto, num grupo que continha Twente, Manchester City, Schalke e PSG, perdendo apenas um jogo e vencendo o Manchester City, que terminou na liderança do grupo. Conseguiram se manter na liga principal até 2011/12, quando começou a cair sucessivamente até chegar à Terceira Divisão, 2 anos mais tarde. O clube ensaiou uma reação em 2014/15, quando conseguiu o acesso para a Segunda Divisão, mas logo caiu de volta e até o presente não mais saiu de lá.

      O Racing Santander manda seus jogos no folclórico estádio El Sardinero, que tem capacidade para pouco mais de 22 mil espectadores. Entre os nomes que desfilaram por esse aconchegante estádio vestindo a camisa do Racing, estão: Felipe Melo (Palmeiras), Henrique (Corinthians), Ezequiel Garay (Valencia), Yossi Benayoun (ex-Chelsea e Liverpool), Giovanni Dos Santos (LA Galaxy), Sérgio Canales (ex-Real Madrid), Marcos Alonso (ex-Barcelona e A. Madrid, pai de Marcos Alonso do Chelsea) e Christian Stuani.

      Sem nunca ter conquistado um título de expressão, o Racing Santander caiu ao fundo do poço por causa de uma crise financeira e nunca mais conseguiu se reerguer. A saída do treinador Pedro Muntis para o Ponferradina e a falta de recursos para buscar um técnico fora de Santander, obrigaram o clube a promover o Técnico Marco Botín, que terá um contrato curto, de apenas 1 ano. O jovem treinador de 26 anos terá que provar o seu valor e o seu amor pelo clube da cidade.
       
      Objetivos
      [Secundários]
      - Subir de volta à La Liga
      - Ter um jogador convocado por uma seleção top 10 mundial
      - Fortalecer as estruturas das divisões de base do clube ao máximo
      - Construir um novo estádio, ou ampliar o Sardinero
      - Transformar ao menos 3 jogadores contratados por mim em lendas do clube

      [Primários]
      - Terminar acima do décimo lugar em La Liga
      - Chegar a uma competição continental
      - Vencer uma competição de nível nacional 
      - Vencer uma competição intercontinental
      - Ser Campeão Mundial de Clubes
      - Tornar-se uma lenda no clube
       
    • Henrique M.
      Por Henrique M.
      Reflexões, ponderações e filosofias
      Antes de falar do save em si, queria aproveitar o espaço para fazer um desabafo. Parece que a cada novo FM que surge eu vou perdendo cada vez mais o contato que eu tinha com o jogo no passado, mas vejo alguns exemplos de pessoas na mesma faixa de idade, mesma faixa de afazeres ou até em faixa maiores, jogando e tendo a boa e velha conexão com o jogo. Não sei se posso culpar o jogo em si ou culpar o jogo com relação a mim. Poderia ser pessoal, mas recentemente venho me divertindo no Football Manager 2008 e poderia facilmente migrar para o Football Manager Touch, que foi minha grande empolgação com um save, tirando os playoffs de promoção com o Santarcangelo. Então acredito que o problema não é do jogo, nem da minha relação com o jogo. É do que eu quero ver acontecendo no jogo.
      Infelizmente eu escolhi um desafio que o jogo não estava disposto a aceitar nas minhas condições, era possível, mas eu precisava aceitar as condições que o jogo impunha e isso não era o suficiente, eu precisava de mais e não aguentava ver o resultado do que eu queria dentro de campo. Não ligo para derrotas, para os percalços, desde que eles ocorram com meu time atuando da maneira pela qual ele foi desenhado para atuar. Se eu me comprometo com a retranca, tenho que estar ciente do que ela causa, se eu me comprometo com o jogo ofensivo, tenho que estar ciente do que ele causa e assim por diante. A questão é que eu me comprometi com uma coisa diferente, que era o líbero, não era uma questão de tática, não era uma questão de estilo de jogo. Era uma questão de trazer uma função morta para o FM e fazê-la funcionar tanto defensivamente quanto ofensivamente, mas isso limitava meu estilo de jogo a ser puramente defensivo ou contra-ofensivo. E as equipes que tiveram grandes líberos ofensivos não jogavam exclusivamente assim e muitas poderiam ser descritas como equipes fluidas e ofensivas.
      Eu passei do estágio de querer ver um desafio impossível sendo feito por mim, passei do estágio de querer acumular títulos e fazer grandes saves em termos de troféus e vitórias. Tive um dos maiores prazeres no FM 2015 com uma equipe que ganhou 3 italianos em umas 15 temporadas, perdeu 2 vezes a Champions e até hoje sinto saudades desses momentos, pois ali eu não estava construindo a minha dinastia, ali eu estava construindo uma história em conjunto com um clube. Tinha aquele apego, tinha aquela paixão de transformar o mundo do futebol. E esse é um problema grande, não consigo fazer igual a maioria das pessoas e escolher um save simples, seguro e que seja factível de se encerrar. Eu quero o desafio de modificar a história, criar momentos que só o FM proporciona e isso acredito que vem dificultando o processo de jogar FM.
      Desafabo feito, hora de seguir adiante e tentar mais uma vez. Se falharmos, levantamos, sacudimos a poeira e tentamos de novo.
      Introdução
      No Football Manager 2014 eu tentei aquele desafio impossível, meu grande feito até hoje foi conquistar a Champions League com o Rangers da Escócia no FM 2012. Por isso, decidi apimentar as coisas e buscar o título da Champions League com outro clube britânico, só que dessa vez advindo da Irlanda. Foram lindas 12 temporadas com 10 títulos nacionais, 9 deles consecutivos e incontáveis títulos nas copas domésticas, transformando o Shamrock Rovers no maior vencedor de todas as competições irlandesas. Em nível continental, realizamos o feito que o Dundalk realizou nessa temporada, ao se tornar o primeiro clube irlandês a participar de uma fase de grupos de uma competição europeia e fomos além, chegamos até as oitavas-de-final da Champions em uma ocasião e participamos por 3 ou 4 vezes do mata-mata da Liga Europa. Porém, apesar de nunca sequer estar perto de alcançar o único objetivo do save, transformei o Shamrock Rovers, mas isso não foi o suficiente para alavancar o futebol irlandês e sem a alavancagem do futebol irlandês seria impossível chegar até o objetivo do save. Eu me frustrei com isso, encerrei o save, depois me arrependi, mas a decisão já estava feita. Contudo, nesse save desenvolvi jogadores, criei ícones e lendas do clube, inclusive consegui segurar uma gigante promessa irlandesa por mais de 10 temporadas na equipe, fazendo com que um jogador da base se tornasse um importante jogador da história da equipe. E eram essas pequenas coisas que seguravam o save, mas infelizmente, ele estaria fadado a nunca dar certo da maneira que eu gostaria.
      Por isso, no ano passado, o ggpofm traduziu e adaptou um texto sobre como tornar uma liga competitiva e eu decidi que era hora de tentar realizar o impossível novamente, porém eu incuti no erro de começar o jogo no FM 2014 e comparar as duas histórias e é óbvio que isso deu errado, pois eu me frustrava com o que ocorria e olhava e comparava com o que havia sido feito e me perguntava o que estava acontecendo e o que estava sendo feito de errado, até o ponto em que eu comecei a tentar emular as decisões do passado. Isso ruiu a tentativa.
      É hora de aprender com o passado e recomeçar um desafio diferente que é transformar uma liga com um desafio do passado, a busca do impossível. Sinceramente, espero que seja esse o combustível necessário, pois o fato de querer continuar participando ativamente da área me fez retornar rapidamente com uma história. Quando não estou contando um save, a atenção que dou a área é totalmente diferente e sinceramente, como é uma área que pulsa numa vibração interessante e revigorante, acho injusto comigo mesmo não estar aqui, mesmo que o preço seja mais uma história inacabada.
      Objetivo
      Conquistar a Champions League com o Shamrock Rovers Regras do save
      Se o jogador não serve mais para o Shamrock Rovers, a prioridade é repassá-lo para uma equipe irlandesa, mesmo que isso signifique aceitar uma oferta menor ou perder o jogador de graça. Não contratar destaques de outras equipes irlandesas. Buscar repatriar jogadores irlandeses de ligas estrangeiras. Buscar contratar jovens promessas de equipes irlandesas, com o propósito de acelerar a evolução do mesmo. Buscar antecipar a concorrência externa pelos principais jogadores da liga, evitando que jogadores de bom nível ou alto potencial saiam do país. (A única condição que permite contratar um jogador adversário que seja importante para o clube) Caso alguma nova necessidade vá surgindo, irei informar num post e adicionar aqui Histórico
      2017 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado na 1ª rodada qualificatória da Europa League
      2018 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado no Playoff dos campeões da Champions League, 4º lugar no Grupo K da Europa League
      2019 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Cup, 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2020 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado na 3ª Qualificatória da Champions League e nos Playoffs da Europa League
      2021 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e 4º colocado no Grupo C da Champions League
      2022 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo H da Champions League
      2023 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º colocado no Grupo J da Europa League
      2024 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 3º colocado no grupo G da Champions League
      2025 - 2º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, eliminado nos 32-avos-de-final da Europa League e 4º colocado no grupo B da Champions League
      2026 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º colocado no Grupo L da Europa League
      2027 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 3º colocado no Grupo H da Champions League
      2028 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup e eliminado nas oitavas-de-final da Europa League e 3º colocado no Grupo E da Champions League
      2029 - 1º lugar na Airtricity Premier League, eliminado nos 32-avos de final da Europa League, 4º lugar no Grupo A da Champions League
      2030 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da Leinster Senior Cup e 4º lugar no Grupo C da Champions League
      2031 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Copa da Irlanda, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup e 2º lugar no Grupo H da Champions League
      2032 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2031/2032  e 2º lugar no Grupo F da Champions League 2032/2033
      2033 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2032/2033 e 3º lugar no Grupo G da Champions League 2033/2034
      2034 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Eliminado nas quartas-de-final da Europa League 2033/2034 e 3º lugar no Grupo C da Champions League 2034/2035
      2035 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da EA Sports Cup, Campeão da Leinster Senior Cup, Campeão da FAI Ford Cup, Campeão da Europa League 2034/2035, Campeão da Super Copa da UEFA 2035 e 1º lugar no Grupo H da Champions League 2035/2036
      2036 - 1º lugar na Airtricity Premier League, Campeão da FAI Ford Cup, Eliminado nas oitavas-de-final da Champions League 2035/2036 e 3º lugar no Grupo E da Champions League 2036/2037
      Histórico de posts
      Shamrock Rovers e Irlanda A primeira pré-temporada Algumas surpresas na tabela Liderança na Irlanda, decepção na Europa Vantagem é sempre importante A baciada fica para o meio do ano Uma temporada mais competitiva Irlanda x Escócia Celtic Park, Olympiyskyi, Vélodrome e King Power Stadium 3 contratações, 32 despedidas Enfim mediremos força com o Dundalk? Onde os outros perdem, nós vencemos Um empate que vale por duas temporadas e meia Em time que está ganhando não se mexe? Mais um voo solo? Dois patetas, as traves e um muro espanhol Em terra de irlandês, quem é Shamrock, é rei! As primeiras cifras em reforços Um começo de temporada inédito 166 convocações no elenco Os desafios financeiros da Irlanda Um estádio para chamar de nosso Alguém parará o Shamrock Rovers? Muita movimentação no Tallaght Uma Irlanda que dá trabalho O retorno do atacante solitário Falta embalar Uma chance inesperada Deem um pouco mais de crédito para a Liga Irlandesa Vendas milionárias Sentimos sua falta, O’Brien! Gribbinaldinho Fenômeno! A 5ª maior instituição da Irlanda Remodelagem tática A melhor campanha da história do primeiro turno Na perseguição do Cork City Verde é a cor da Irlanda Um vacilo milionário A melhor campanha da história do primeiro turno – Parte 2 Mais Irlanda na Europa Forde, por que faz isso comigo? Batemos a marca de 2 milhões Um carrossel verde e branco Simplesmente avassalador! Um péssimo ano para ser Bohemian Um mercado prolífico Um novo concorrente no horizonte? Eurocopa 2028 A solução que veio e que foi Chora, Allegri! Reaprendendo a jogar Tudo conforme o script Dinamo Zagreb A única vez foi em 2017 O bom filho a casa torna Uma máquina chamada Conor Wilson Copa do Mundo 2030 Maldito sorteio da Champions League Uma abordagem renovada Poxa, UCD! Um dia ruim por turno O doce aroma da elite europeia De pontas para volante Uma noite irlandesa em Londres As dificuldades de ser maior que a liga irlandesa Meus jogadores são de um material superior Que venha o Lyon! Teremos um campeonato!? Segue o líder! A gente bem que tentou, mas o Cork não quis! Regulamento debaixo do braço Faltaram apenas 6 minutos Mais uma vaga na Champions League! Dosharaithe E estamos de volta A estrada até aqui... Real Madrid x Shamrock Rovers Super Copa da UEFA Green Stadium Uma homenagem à Conor Wilson Começo claudicante, mas final esperado O fim de duas eras Sob nova direção A Airtricity Premier League é uma das 10 maiores da Europa 20 anos de Danny Green Um campeonato que ainda está em aberto Vexatório!
    • vinny_dp
      Por vinny_dp
      História
      Conhecida por muitos como terra natal de Napoleão (nascido pouco tempo após a anexação francesa), a Córsega é uma ilha situada no Mediterrâneo que pertence à França.
      A Córsega é uma ilha pequena, de pouco mais de oito mil e quinhentos quilômetros quadrados. Suas principais cidades são Bastia e Ajaccio, capital regional e, no total, a ilha tem cerca de trezentos e vinte mil habitantes.

      Ilha da Córsega
      Apesar de pertencente à França, a proximidade com a Itália e o fato de ter sido parte do Reino de Gênova de 1347 a 1769 (quando a ilha foi vendida aos franceses) ligaram a população de tal maneira aos italianos que foi necessário o uso de força militar para que se completasse a anexação.
      Dentre esse período de mais de 400 anos, a ilha foi independente por 14 anos (1755-1769) e sua constituição foi redigida em italiano e corso.

      Bandeira da Córsega
      Desde que se tornou território francês a ilha foi colocada sempre em segundo plano. Na década de 1950 cogitou-se a criação de uma base para testes nucleares no local, além de ter havido a imigração de um grande número de argelinos que fugiam da crise que levou a independência do país. Situações essas que desencadearam um forte sentimento nacionalista na Córsega, causando o confronto entre os partidários dessa causa e a polícia.
      Outro fator importante nessa questão é que o idioma corso não é ensinado nas escolas da ilha, por determinação do governo. Esses fatores combinados fazem com que a Córsega possua diversos grupos nacionalistas, nas mais variadas frentes de ação, desde da pacífica até a que faz uso de ataques terroristas.
      O futebol na ilha
      No futebol, a ilha é representada pela seleção da Córsega. No entanto ela participa de jogos apenas em caráter amador e não filiada a FIFA e a UEFA.
      Oficialmente, a seleção disputou apenas seis amistosos: o primeiro, em 1967, foi contra a França, país que administra a ilha; em 1998, um amistoso preparatório contra Camarões (vitória africana por 1 a 0); outro em 2009, contra o Congo; dois amistosos em 2010, contra Gabão e Bretanha, e o último foi em 2011, contra a Bulgária.
      Desde então, o selecionado fez apenas mais um amistoso, contra um combinado de jogadores internacionais, em 2012. Entre times de futebol, fez três partidas, contra Nice (1962), Stade de Reims (1963) e Juventus (1992).
      Sem estádio fixo, a seleção da Córsega manda seus jogos nos principais estádios da ilha (Armand Césari, em Bastia, François-Coty, em Ajaccio, e Ange Casanova, também em Ajaccio).
      Os principais clubes da Córsega são o GFC Ajaccio, que tem como maior feito a chegada as semis da Copa da França em 2011-2012, o AC Ajaccio que é bicampeão da Ligue 2 (1966-1967,2001-2002) e o SC Bastia, o mais bem-sucedido dos três, tendo conquistado uma Copa da França (1981), um bicampeonato da Ligue 2 (1967-1968, 2011-2012) e uma Supercopa da França (1972).
      O Save
      Depois de duas tentativas frustradas de emplacar uma história aqui, começo mais uma vez. Agora, quero fazer um save de clube, focado em um dos clubes da região, buscando seu desenvolvê-lo o máximo possível.
      Apesar de toda a tendência nacionalista do local, quero trazer uma proposta de agregação. Por isso, aceitarei no time jogadores de países que foram colônias francesas e hoje sofrem com a discriminação. 
      É claro que em termos de FM buscarei implementar essa ideia com coerência, mantendo uma maioria francesa.
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