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BoJack Horseman - 6a temp.


Ariel'
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  • General Director

Comecei a 1a temp. essas semanas atrás aí... tô indo bem devagarinho até porque ainda não fiquei "fascinado" com ela, do jeito que todo mundo que assiste fica. Nego elogiou pra caralho, falou super bem, dos temas, das críticas, das piadas ácidas e tal.

Maaaaaaaaaas... ainda não fui fisgado por tudo isso, confesso hahahahahah!

Mesmo assim tô assistindo, quero terminar essa temporada ao menos pra tirar uma conclusão.

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8 minutos atrás, Leho. disse:

Comecei a 1a temp. essas semanas atrás aí... tô indo bem devagarinho até porque ainda não fiquei "fascinado" com ela, do jeito que todo mundo que assiste fica. Nego elogiou pra caralho, falou super bem, dos temas, das críticas, das piadas ácidas e tal.

Maaaaaaaaaas... ainda não fui fisgado por tudo isso, confesso hahahahahah!

Mesmo assim tô assistindo, quero terminar essa temporada ao menos pra tirar uma conclusão.

Eu acho a primeira temporada muito inferior a todas as outras (a série parecia sem um proposito definido) e vai melhorando gradativamente até chegar no ápice que é a quarta temporada (eu vou ficar muito surpreso se conseguir fazer algo no mesmo nível por que é espetacular), ao mesmo tempo que o cara chora de rir chora de tristeza, é muita pancada.

O foda é que tem muitas questões super atuais na série que mesmo o Bojack sendo o ser mais bosta do universo tu cria uma conexão com ele por que são coisas muito factíveis de acontecer na vida de qualquer pessoa.

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Em 13/09/2018 at 22:56, Leho. disse:

@a.giraffones, agora você me animou... hahahahah. Vou terminar a temporada e ver se é isso mesmo, a partir da segunda então.

É bem como o @a.giraffones falou. Eu acho que a série só me pegou mesmo na segunda ou terceira temporada.  Eu acho que demora um pouco pra ti entender o que tá acontecendo.

7 horas atrás, ZaMBiA disse:

É bom demais, tio.

Saem todos de uma só vez?

Sim, a temporada inteira.

_

Tô no terceiro episódio da quinta temporada e continua realmente muito bom.

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  • Leho. changed the title to Bojack Horseman - 5a temp.
Em 15/09/2018 at 13:25, SilveiraGOD. disse:

É bem como o @a.giraffones falou. Eu acho que a série só me pegou mesmo na segunda ou terceira temporada.  Eu acho que demora um pouco pra ti entender o que tá acontecendo.

Sim, a temporada inteira.

_

Tô no terceiro episódio da quinta temporada e continua realmente muito bom.

Parei nesse também. O EP02

Spoiler

É UMA DEPRÊ FUDIDA CARA MEU DEUS ?

 

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  • General Director

Terminei a 1a temporada ontem, e realmente acabei gostando do seriado. Começa meio confuso e tals, mas no SF você saca o que os caras tão querendo passar com o personagem do BoJack. Gostei bastante, só não acho que seja realmente uma comédia, hahahahah embora tenha uma ou outra piada engraçada.

É mt mais um drama psicológico, travestido de comédia. Aquele episódio em que ele chapa pra caralho de drogas sintéticas resume bem isso.

 

Bom, já comecei a 2a... gostei e vou continuar. Valeu pelo feedback aí, pessoal. ?

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Em 21/09/2018 at 11:46, Leho. disse:

Terminei a 1a temporada ontem, e realmente acabei gostando do seriado. Começa meio confuso e tals, mas no SF você saca o que os caras tão querendo passar com o personagem do BoJack. Gostei bastante, só não acho que seja realmente uma comédia, hahahahah embora tenha uma ou outra piada engraçada.

É mt mais um drama psicológico, travestido de comédia. Aquele episódio em que ele chapa pra caralho de drogas sintéticas resume bem isso.

 

Bom, já comecei a 2a... gostei e vou continuar. Valeu pelo feedback aí, pessoal. ?

Tem vários episódios nessa pagada, são os melhores.

 

 

Acabei a 5ª temporada quinta-feira passada. Absurdo, absurdo, absurdo. S05E11 é um negócio inacreditável.

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  • 4 weeks later...
  • General Director

Fechei a 2a temporada, e já parti pra terceira... nessa segunda que o tom sombrio e escroto do BoJack aparece à tona mesmo, puta que pariu. Aliás, o que é aquele episódio "Escape from LA", quase no fim da temporada? Aaaaaaah mano.

Resultado de imagem para escape from la bojack

 

Depois daquilo me bateu uma dúvida: o que prende vocês ao seriado? É alguma ligação com o personagem? Vocês se enxergam nele, o que é? Porque o cara é mt filho-da-puta bixo, vai se foder hahahahaha. Esse episódio mesmo, É PESADÍSSIMO. Fiquei com pena pra caralho da Charlotte, puta que pariu.

No meu caso eu fiquei curioso pra ver até onde ele vai, mas é foda criar um laço com um personagem tão escroto assim.

Queria saber de vocês.

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12 horas atrás, Leho. disse:

(...)

Depois daquilo me bateu uma dúvida: o que prende vocês ao seriado? É alguma ligação com o personagem? Vocês se enxergam nele, o que é? Porque o cara é mt filho-da-puta bixo, vai se foder hahahahaha. Esse episódio mesmo, É PESADÍSSIMO. Fiquei com pena pra caralho da Charlotte, puta que pariu.

No meu caso eu fiquei curioso pra ver até onde ele vai, mas é foda criar um laço com um personagem tão escroto assim.

Queria saber de vocês.

Como você falou antes, é um drama travestido de comédia, mas indo indo além ela é crua e visceral mesmo, isso que é bacana, nada ali é maquiado.  

Quanto ao seu problema com o caráter dele, mais ao longe você vai entendendo algumas questões dele ser assim, muito em parte por causa dos pais.

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  • General Director
50 minutos atrás, Temujin disse:

[...]

Quanto ao seu problema com o caráter dele, mais ao longe você vai entendendo algumas questões dele ser assim, muito em parte por causa dos pais.

Eu já percebi que realmente a criação dele (dos pais) influenciou diretamente no adulto que ele se tornou, isso pra mim tá claro. Agora, não é que eu tenha problema com o caráter dele, é que esse tipo de personagem não cria vínculo nenhum com o espectador, a não ser que esse se identifique com o próprio BoJack hahahaha.

Nem por isso a série deixa de ser boa, mt pelo contrário... mas que é intrigante, isso é. Eu nunca assisti a qualquer coisa desse tipo. Você assiste esperando pela próxima cagada pessoal/profissional do sujeito hahahahaha, impressionante.

 

 

p.s. uma dúvida: de onde o fdp tira tanto dinheiro, sendo que ele tava completamente falido depois do Horsin' Around? O maluco me comprou um barco simplesmente do nada, hahahahahaha!

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23 horas atrás, Leho. disse:

Depois daquilo me bateu uma dúvida: o que prende vocês ao seriado? É alguma ligação com o personagem? Vocês se enxergam nele, o que é? Porque o cara é mt filho-da-puta bixo, vai se foder hahahahaha. Esse episódio mesmo, É PESADÍSSIMO. Fiquei com pena pra caralho da Charlotte, puta que pariu.

No meu caso eu fiquei curioso pra ver até onde ele vai, mas é foda criar um laço com um personagem tão escroto assim.

Queria saber de vocês.

Eu fiquei assistindo porque gosto desse anticristo e por ficar curioso em saber o que vai rolar/por que isso tá acontecendo. Esses dramas pessoais eu curto demais.

Além, é claro, de me identificar em diversos momentos com o cavalo.

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  • General Director
17 horas atrás, Ariel' disse:

Além, é claro, de me identificar em diversos momentos com o cavalo.

Todo mundo já cometeu, comete ou ainda vai cometer alguma cagada na vida, isso é fato. Acho que aí talvez seja o ponto de conexão da gente com ele... problema é que o BoJack é praticamente uma "cagada ambulante", aoiuehouiaheoiuhoaiuehioae! Além, claro, dos desvios de caráter.

---

Essa 3a temporada é movimentada, hahahahaha!

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  • 4 weeks later...
  • General Director

Finalizei ontem a 4a temporada... mantém a mesma pegada da anterior, mas achei que nessa daqui eles tentaram explorar melhor outros personagens que até então só serviam de suporte pro "astro principal", Todd e Princesa Carolyn por exemplo.

Agora, os melhores EPs dela sem dúvida são os de flashback sobre a família Horseman. Um no começo (#2), e o outro no final (#11). QUE FODA PRA CARALHO! Já rendeu todo o seriado em si esses dois, hahahahaha! Muitas reflexões familiares, sobre relacionamentos e tal. Impossível você não trazer algo dali pra tua vida pessoal, impossível.

 

O gancho pra 5a foi bem maneiro também.

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  • 4 weeks later...
  • General Director

Finalizei a 5a temporada hoje... e foi mt boa. Mantendo facilmente o nível da série.

Dá pra dizer também que é uma das mais turbulentas e depressivas...

Spoiler

Onde vários personagens acabam se auto-destruindo em seus principais problemas pessoais.

Principalmente o BoJack... e aquele penúltimo episódio, onde ele tá tão louco mas tão louco que confunde sua vida com o seriado, finalizando com a cena bizarra do estrangulamento na Gina é uma parada pesada pra cacete. Porra, acho que todo mundo ali viu o fundo do poço do cara se abrir.

Diane também entra numa deprê fodida depois de terminar com o Peanutbutter, oscila de humor pra caralho e por fim acaba fazendo seu papel de guru espiritual pro cavalo drogado e viciado, hahahahah.

Princesa Carolyn enfim consegue adotar uma criança, e isso depois de ter quase surtado e tals. Tem o relacionamento (improvável) com o rato também, e morar com o Todd que deve ser uma desgraça diária hahahaha!

Falando em Todd, acho que tanto ele quanto o doguinho Peanutbutter são os personagens mais "estáveis" da série. O que não quer dizer que sejam normais, longe disso hahahaha. Os arcos dos dois nessa temporada sofrem poucas turbulências, apelando mais pro bizarro e pros assuntos polêmicos, muitas vezes servindo de "escada" pra outros personagens.

 

Enfim, curti demais o seriado, vlw pelas dicas aí negada. 
Pra 6a temporada acho que mudanças virão por aí, já que tivemos desfechos sérios e tals, e pra quase todos os personagens.

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19 horas atrás, Leho. disse:

Finalizei a 5a temporada hoje... e foi mt boa. Mantendo facilmente o nível da série.

Dá pra dizer também que é uma das mais turbulentas e depressivas...

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Onde vários personagens acabam se auto-destruindo em seus principais problemas pessoais.

Principalmente o BoJack... e aquele penúltimo episódio, onde ele tá tão louco mas tão louco que confunde sua vida com o seriado, finalizando com a cena bizarra do estrangulamento na Gina é uma parada pesada pra cacete. Porra, acho que todo mundo ali viu o fundo do poço do cara se abrir.

Diane também entra numa deprê fodida depois de terminar com o Peanutbutter, oscila de humor pra caralho e por fim acaba fazendo seu papel de guru espiritual pro cavalo drogado e viciado, hahahahah.

Princesa Carolyn enfim consegue adotar uma criança, e isso depois de ter quase surtado e tals. Tem o relacionamento (improvável) com o rato também, e morar com o Todd que deve ser uma desgraça diária hahahaha!

Falando em Todd, acho que tanto ele quanto o doguinho Peanutbutter são os personagens mais "estáveis" da série. O que não quer dizer que sejam normais, longe disso hahahaha. Os arcos dos dois nessa temporada sofrem poucas turbulências, apelando mais pro bizarro e pros assuntos polêmicos, muitas vezes servindo de "escada" pra outros personagens.

 

Enfim, curti demais o seriado, vlw pelas dicas aí negada. 
Pra 6a temporada acho que mudanças virão por aí, já que tivemos desfechos sérios e tals, e pra quase todos os personagens.

O penúltimo episódio é provavelmente a melhor coisa que eu já vi numa série de televisão na minha vida. É inacreditável aqui, bixo.

Sobre o Todd e o dog:

Spoiler

Eles só não ascenderam para a catarse ainda, mas já deram espamos de suas inseguranças. O Todd é nervosaço com mulher, entrou até numa de ser assexuado. A vida sexual pra ele é um negócio de outro planeta. Fora que não trabalha etc, mas daí não é um problema psicológico em si, é só um doidão que tem sorte de ter um amigo rico que é o...

Peanutbutter sofre muito com essa coisa de precisar ser "amado". Nesse sentido ele é, de fato, um cachorro. Fora que não consegue crescer, como a Diane bem apontou pra ele, e por isso não consegue manter relacionamentos. Ele quer manter a juventude pra sempre, custe o que custar.

Ambos mantém essa máscara de gente boa e estabilidade, mas, como no "mundo real", também escondem seus problemas pessoais.

É uma parte bastante sutil da série.

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  • General Director
3 horas atrás, Ariel' disse:

Sobre o Todd e o dog:

 

Spoiler

Então, concordo contigo... eles têm seus problemas pessoais também sim. Você descreveu bem.

Só acho que criaram um looping pros dois que a gente não vê evolução (ou mesmo involução) no desenrolar da história, saca? Tipo, o Todd é o cara adulto que não saiu da adolescência, e tá sempre arrumando um jeito de se manter assim, voluntária ou involuntariamente. A questão do assexual pra mim é mais uma parada pra polemizar do que pra agregar ao personagem, mas até que se encaixou legal na maluquice dele.

E o Peanutbutter anda pelo mesmo caminho: é um cara carente, que tá sempre arrumando um jeito de trocar sua parceira por uma mais nova, sem perceber isso.

 

Claro que isso é mt mais sutil, tem uma nuance legal pra você captar e pensar nos problemas dos dois, mas se pegar todos os personagens, pra mim eles são os que menos mostram suas facetas, ou desenvolvem-nas.

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  • 9 months later...
  • General Director

 

Eita porra, nem sabia que era a última temporada... bateu uma leve tristeza agora. 😥

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17 horas atrás, Leho. disse:

 

Eita porra, nem sabia que era a última temporada... bateu uma leve tristeza agora. 😥

Bate a tristeza mas é melhor fechar em alta do que virar um Simpsons.

Se serve de consolo na Amazon estreou mês passado Undone, que é dos mesmos criadores de Bojack e tem a mesma pegada séria. Vale a pena.

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  • General Director
1 hour ago, Temujin said:

Bate a tristeza mas é melhor fechar em alta do que virar um Simpsons.

Se serve de consolo na Amazon estreou mês passado Undone, que é dos mesmos criadores de Bojack e tem a mesma pegada séria. Vale a pena.

Porra, valeu pela dica! Tava pensando em iniciar também aquela Desencanto, da Netflix.

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14 hours ago, Temujin said:

Bate a tristeza mas é melhor fechar em alta do que virar um Simpsons.

Se serve de consolo na Amazon estreou mês passado Undone, que é dos mesmos criadores de Bojack e tem a mesma pegada séria. Vale a pena.

Obrigado pela dica, vou conferir!

Concordo que é melhor acabar por cima do que morrer na mediocridade

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  • Leho. changed the title to Bojack Horseman - 6a temp.
  • General Director

Terminei hoje a primeira parte dessa 6a e última temporada — e aliás, como a Netflix é uma merda nesse sentido, a gente tá vendo claramente potencial pra mais umas 2 temporadas, enquanto isso eles encerram aqui e tocam outras séries mt mais merdas e saturadas acolá, não consigo entender.

Bom, voltando ao BoJack: mantendo o nível como sempre, mas dessa vez estão claramente fechando lacunas deixadas nas temporadas anteriores. Só o Todd é que é um andarilho e que os roteiristas podem escrever qualquer merda que se encaixa no personagem, OAIUEHOIAHEOA!

Spoiler

Gostei bastante do episódio do "casamento-surpresa", é um belo retrato da série e de seus personagens como um todo.

Gostei também que não forçaram a barra com esse papo de clínica de reabilitação, e realmente seguiram com a linha do BoJack "maléfico mesmo sem querer". Poderiam mt bem ter colocado algum tipo de "correção" psicológica no personagem, o que ficaria bem escroto.

Por fim, esse 8o EP deixou claro que as piores cagadas do BoJack (do passado) ainda vão ser colocadas à mesa, e isso pode pesar bastante no fechamento da série. "Pesar" no sentido figurado, psicológico mesmo... eu não ficaria surpreso se rolar um suicídio do protagonista ao fim de tudo isso, sinceramente. Torço para que não, mas as cagadas dele foram bastante profundas, não sei até que ponto ele vai suportar algo do tipo.

 

Do restante do elenco, só não tenho gostado tanto do arco do Mr. Peanutbutter, com esse dilema de casamento e tals. Acho o tema sobre depressão importantíssimo, mas que não vai ser tão bem tratado assim pelo personagem, ao que parece.

 

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  • Leho. changed the title to BoJack Horseman - 6a temp.

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      Ao mesmo tempo, enquanto a lista é bastante ampla considerando algumas métricas, há maneiras em que ela reflete algumas parcialidades significativas.
      Noventa e duas das 100 séries têm o inglês como sua língua principal, enquanto o dinamarquês, o sueco, o francês, o espanhol e o alemão estão entre as outras línguas incluídas.
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      Essas estatísticas tratam de desigualdades sistêmicas na indústria da TV: embora séries que não sejam inglês estejam atraindo cada vez mais espectadores mundo afora, e haja uma amplitude de vozes mais diversificada, em termos de raça, gênero e orientação sexual, no controle criativo, o cenário da TV ainda pode ter mudanças de formas crucial e inspiradora no futuro.
      Será certamente interessante ver quais resultados um levantamento semelhante terá daqui a cinco, dez ou 20 anos.
      Como sempre, a lista não foi pensada como um fim em si mesmo, mas meramente como um ponto de partida para descoberta, diálogo e debates.
      Você pode dizer o que achou usando a hashtag #TVOfTheCentury nas redes sociais da BBC News Brasil e da BBC Culture. Esperamos que fique tão inspirado e animado ao ler os resultados quanto nós ficamos.
      Em conjunto, eles oferecem como poucos não apenas uma celebração da TV, mas também uma visão da era moderna.
      1 - A Escuta (The Wire) (2002-2008)
      2 - Mad Men (2007-2015)
      3 - Breaking Bad (2008-2013)
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      https://f5.folha.uol.com.br/cinema-e-series/2021/10/bbc-escolhe-as-100-melhores-series-de-tv-do-seculo-21-confira-a-lista.shtml
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      By Leho.
      Por Pedro Henrique Ribeiro,
      21 de julho de 2021
      Você já fez terapia ou pelo menos se consultou com um psicólogo? Essa é uma prática muito boa que deveria se tornar hábito. Assim como algumas pessoas vão ao dentista duas vezes por ano, todos deveríamos reservar um tempinho para conversar com um psicólogo e organizar a mente. Isso serve para pessoas comuns, mas também para super-heróis. Nos últimos anos, ficou cada vez mais comum vermos super-humanos tentando resolver problemas que tinham dentro da cachola. Para isso, ou eles dão uma passadinha no “divã” da terapia, ou tentam botar a angústia para fora. Por causa disso, estamos perdendo aquela imagem de super-herói perfeito e invulnerável, e os estúdios estão investindo nessas narrativas para dar um ar de profundidade às histórias.
      “Nos primeiros 40 anos dos quadrinhos, uma narrativa mais simplificada dominou o mercado dos quadrinhos. Graças ao Stan Lee e seus quadrinhos da Marvel, o super-herói passou a ter uma vida pessoal, problemas psicológicos e se aproximar mais dos problemas do leitor. Esse modelo fez muito sucesso com as histórias do Homem-Aranha, Quarteto Fantástico e Capitão América, e é reproduzido até hoje pela indústria”, explica o pesquisador do Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos da USP, Waldomiro de Castro.
      Nas telinhas e telonas vemos vários heróis assumindo a importância de conversar, como o Utópico, em O Legado de Júpiter, e Bucky Barnes, em Falcão e Soldado Invernal”. Em WandaVision vemos a Feiticeira Escarlate cruzar as fases do luto após a morte de seu marido, Visão, em Vingadores: Guerra Infinita”. Em Watchmen – O Filme, o cruel Rorschach se consulta com um psiquiatra após ir para a prisão. Durante os testes – que dão nome ao personagem -, ele consegue identificar os próprios traumas, mas mente para não ser considerado doente.
      Rorschach se consulta com psiquiatra após ser preso em Watchmen. Imagem: Reprodução/Prime Video
      O professor e pesquisador de quadrinhos, Mario Marcello Neto, explica que muitos desses debates encontrados nas HQs fazem parte de um sentimento de dívida dos autores estadunidenses. “Essa geração pós-Guerra do Vietnã está muito imbuída em uma sociedade que tem muitas dívidas a pagar, seja com minorias ou com eles mesmos. Esse aparecimento do ‘divã’ nos contextos mais atuais, reflete um certo avanço no reconhecimento da importância da saúde mental. Porém, uma coisa que dita isso [ter ou não o divã] é o ritmo da história. Eu acho que se houver muito conflito pessoal, as pessoas saem do cinema. Eu não consigo ver uma cena como a consulta do Soldado Invernal acontecendo em um filme dos Vingadores, porque [o filme] é muito frenético”.
      Sam Wilson (Falcão) e Bucky Barnes (Soldado Invernal) cara a cara na terapia. Imagem: Reprodução/Disney Plus
      “E, às vezes, você pode ser um herói ou um vilão dependendo do contexto. Um super-herói é um sujeito que também tem fragilidades, acontece com muitos personagens, não apenas nos seus traumas, mas também na questão da agressão. Isso sem dúvida abre muito campo para explorar novas histórias e narrativas. Eu acho positivo, porque tira a ideia de que há um super-homem em cada um desses heróis. Isso está afinada aos debates atuais”, explica a pesquisadora de história da arte Vanessa Bortulucce.
      À medida em que as décadas avançam, a postura do super-herói se modifica. Em alguns momentos, como na década de 1960, muitos heróis se envolveram no movimento pacifista. Já na década de 1980, vemos personagens com personalidades mais assertivas e mais agressivos. Agressividade essa geralmente associada aos traumas que deram origem ao lado heroico deles, como as mortes dos pais de Bruce Wayne (Batman) e do tio de Peter Parker (Homem-Aranha) e até mesmo o suicídio do pai de Utópico. Com isso, esses personagens apresentam uma postura muito mais agressiva em relação aos criminosos. “Você nunca viu um Batman tão violento como o da década de 1990”, afirma Castro.
      Utópico buscou ajuda psiquiátrica após problemas com a família. Imagem: Reprodução/Netflix
      Ascensão em meio ao desastre
      A Crise de 1929, também conhecida como “A Grande Depressão”, marcou um dos momentos mais caóticos do capitalismo na era moderna. Ela teve origem nos Estados Unidos, que na época já tinha se consolidado como a maior economia do mundo. Com a crise, muitas empresas quebraram e o desemprego saltou de 4% para 27%. Foi um verdadeiro caos econômico que em pouco tempo trouxe sérias consequências para a sociedade. Esse tsunami de problemas que sucedeu a crise foi crucial para a revolução das comics. 
      Para Vanessa Bortulucce, a principal relação entre a Grande Depressão e as HQs é a mudança do cenário das histórias. “Como a Crise de 29 envolveu o mercado de ações, os bancos e etc, você tem as cidades como um lugar marcado por desastres e más notícias. Então, os quadrinhos sofrem um certo refluxo nesse ambiente”, explica ela. Fora do ambiente das cidades, novos cenários começaram a ganhar força, como o espaço sideral de Flash Gordon e Brick Bradford. 
      Essa fragilização acabou criando o conceito do “herói extraordinário”, aquele que resolve problemas com facilidade, sem quebrar a cabeça, e assim entrega uma aventura fantástica que restaura a esperança do leitor, que não tem muita paciência para novos problemas. 
      Em 1938, quando foi lançada a primeira HQ do Superman, o herói absorveu muitas características da época, especialmente nas edições lançadas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O kryptoniano era invencível, imparável, como se estivesse passando uma mensagem. O mesmo pôde ser vista nas revistas da Capitã Marvel. Assim surgiram os primeiros aspectos para se discutir o mito do herói nas comics.
      Mito do herói no traço e na tela
      Contar sobre a vida dos personagens humanizou os super-humanos e até mesmo os alienígenas como Clark Kent. Isso reforçou a ideia de que um herói pode ser qualquer pessoa, como um fazendeiro do Kansas, um jovem franzino do Brooklyn ou um nerd do Queens.
      “O Super-Homem é um alienígena, mas o leitor olha para o Clark Kent, que é um homem comum. Ao se mostrar como um homem comum, ele estabelece um reconhecimento, e o leitor pensa em um Super-Man que estaria, simbolicamente, dentro dele. Com os heróis da Marvel, Stan Lee tem uma importância vital nesse sentido, porque ele inverte a lógica do Super-Homem: você não tem um herói que se passa por um homem comum, mas um homem –  ou mulher – comum que pode se mostrar como herói”, diz Bortulucce.
      Pensando sobre essa afirmação da pesquisadora, alguns nomes do MCU vêm em mente, como Viúva Negra, Falcão, Gavião Arqueiro, Homem de Ferro, Homem-Formiga, Vespa e muitos outros. Esses heróis sem poderes “mágicos ou alienígenas” usam tecnologia e habilidades de combate para derrotar os vilões. Porém, diferentemente dos heróis do século 20, os personagens da Marvel nos cinemas não carregam consigo um senso inabalável de justiça e têm em comum traumas que precisam ser tratados seriamente.
      Heróis enlatados
      Todo esse roteiro de heróis traumatizados e órfãos é bem conveniente para os enredos, como vimos até aqui. Por isso essa jornada entre perda e poder foi reproduzida em larga escalada para as dezenas de heróis que surgiram nas décadas seguintes aos anos 1960. Esses heróis chamados de enlatados basicamente mudam de nome, o lugar de origem, mas a essência segue sendo a mesma. Essa zona de conforto permitiu que grandes estúdios e produzissem vários heróis sem perder o trunfo de uma história dividida entre vida civil e vida com uniforme, como explica Mario Marcello Neto.
      “Algumas coisas se repetiriam, como a ideia da orfandade como característica para ser super-herói. Nisso a gente tem desde Shazam até o Batman. Parece até que o critério para ser herói é não ter os pais e mães [biológicos]. Na década de 1940 era pior e os heróis que sobreviveram daquela época para cá são muito poucos. Naqueles anos a gente via heróis que eram plágios. O próprio Shazam se envolveu em um processo de plágio por causa das semelhanças com o Superman”. 
      Heróis e política
      Entre as influências que as histórias de super-heróis podem ter na sociedade está a política. Assim como foi o caso do governo de Reagan nos anos 1980, as políticas e as HQs fazem essa troca de signos. Além de exercer uma influência natural com seus enredos, as histórias em quadrinhos também podem ser utilizadas como ferramenta política, como explica Bortulucce. “Muitos personagens surgem por causa da Segunda Guerra Mundial, como o Capitão América. Guerra do Vietnã? Homem de Ferro. Corrida espacial? Quarteto Fantástico. O medo e a maravilha do poder atômico? Hulk e Homem-Aranha. Minorias e lutas sociais? Pantera Negra e X-Men. Os quadrinhos são uma grande ferramenta política”. 
      Um bom e recente exemplo aconteceu durante as manifestações de 2013 contra o então governo de Dilma Roussef (PT). Muitos manifestantes foram às ruas com camisas da CBF e máscara do personagem V, de V de Vingança. A intenção era mostrar que “o povo” estava disposto a ir longe, como V foi. Na história em quadrinhos, o personagem adota um tom professoral e filosófico em seus discursos, e tem todo o tipo de ideia para derrubar um governo fascista que governava a Inglaterra. Entre as ações de V está a explosão do Parlamento Britânico.
      Essa ideia de que todo mundo pode ser um herói se mostra nesses tipos de situação. Na época, Alan Moore, o autor da HQ, chegou a comentar sobre o caso em entrevista ao site UOL. “Há 30 anos eu estava apenas respondendo à situação da Inglaterra da minha perspectiva. Não eram premonições do que aconteceria no futuro”, disse ele sobre a produção de V de Vingança. “Acho que não tenho muito a dizer a respeito [do uso das máscaras], porque eu sou apenas o criador da história. E eu não tenho uma cópia de ‘V’ em casa, isso foi tirado de mim por grandes corporações”, completou.
      Esse uso do V por manifestantes em 2013 é apenas um exemplo da relação entre quadrinhos e política. “As histórias em quadrinho influenciam em termos de filosofia de vida. Os leitores acabam se influenciando pelas ideias e propostas, acabam acreditando na visão de mundo daqueles heróis. Mas eu não acredito que uma pessoa normal seja influenciada aponto de vestir uma máscara ou uma roupa e sair por aí batendo nas pessoas resolvem os problemas do mundo”, diz Castro.
      Então, da próxima vez que você assistir a uma série, filme ou ler uma HQ e se perguntar: isso não está realista demais? Lembre-se de que a resposta é sim! Tudo vai ficar cada vez mais real enquanto continuaremos a ver homens voadores atirando raio laser pelos olhos.
      @Bitniks
    • Leho.
      By Leho.
      (“O Conto da Aia”, em PT-BR)
      Enredo:
       
      Trailer (1a temporada):
      .-.-.
      Porra, eu podia jurar que já havia um tópico destacado pra ela, hahahah... fui procurar e não achei. Cá estou.
      Senhores, que série lindíssima. Esteticamente falando. Tudo é minimamente orquestrado e organizado: enquadramento, posição dos móveis, figurino, combinação de cores, diálogos, puta que me pariu. Pra quem tem TOC essa série é um prato cheio eu diria, hahahaha! Não tem nada fora do lugar, e as tomadas de câmera de cima (frequentes nos episódios) mostram bem isso.
      O enredo também não fica atrás. Apesar de um tema já saturado como é a distopia futurística, o mais foda aqui é como a subjugação feminina é elevada ao quadrado. Como o @Douglas. já comentou no outro tópico, essa série é pra quem tem estômago. Porque é uma porrada atrás da outra, e não tem refresco, não. Um ou outro episódio "pra encher linguiça" só, porque na maioria deles é a June (protagonista) sendo abusada fortemente (entre outras subtramas interessantes também).
      Por fim e pra não me estender, o enredo em si ótimo mas é carregado mt também pela atuação já premiada da Elizabeth Moss, como June (ou Offred). A série é mt pica TAMBÉM pela atuação dela, impecável. Papel extremamente difícil, que ela dá conta inteiramente.
      Acho que o @SilveiraGOD. iniciou ela há pouco, fica aqui meu veredito então pra ajudar na sua escolha de maratona aí hahah.
    • David R.
      By David R.
      Parece bem interessante e com um preço muito atrativo, não cheguei a olhar os catálogos mais a fundo... mas chega pra concorrer forte com Netflix e Spotify/Deezer ao mesmo tempo. Isso tudo além de uma versão mais enxuta do Kindle Unlimited e com frete grátis em várias compras. Vamos ver qual será a reação das concorrentes.
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