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[CLUBE DE LEITURA FMANAGER 2.0] 1º Livro - O Estrangeiro - Albert Camus


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Que comecem os trabalhos, rapeize!

O Estrangeiro - Albert Camus

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Sinopse: Este livro narra a história de um homem comum que se depara com o absurdo da condição humana depois que comete um crime quase inconscientemente. Meursault, que vivia sua liberdade de ir e vir sem ter consciência dela, subitamente perde-a envolvido pelas circunstâncias e acaba descobrindo uma liberdade maior e mais assustadora na própria capacidade de se autodeterminar. Uma reflexão sobre liberdade e condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. Uma das mais belas narrativas deste século.

Sobre o autor: Albert Camus (1913-1960) foi um escritor, jornalista, dramaturgo, romancista e filósofo argelino. Seu profícuo trabalho inclui peças de teatro, novelas, notícias, filmes, poemas e ensaios onde ele desenvolveu um humanismo baseado na consciência do absurdo da condição humana e na revolta como uma resposta a esse absurdo. Para Camus, essa revolta leva à ação e fornece sentido ao mundo e à existência, e então "Nasce então a estranha alegria que nos ajuda a viver e a morrer". Recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957.

Observações


O livro é dividido em duas partes e possui 11 capítulos ao todo. É um livro pequeno (57 Páginas), portanto acredito que dê para ler tranquilamente, sem extrapolar o limite mensal. Tomei a liberdade de dividir as páginas por capítulo, apenas para fins didáticos.

Primeira Parte (28 Páginas)
CAP 1 (8 Páginas)
CAP 2 (3 Páginas)
CAP 3 (5 Páginas)
CAP 4 (3 Páginas)
CAP 5 (3 Páginas)
CAP 6 (6 Páginas)

Segunda Parte (29 Páginas)
CAP 1 (4 Páginas)
CAP 2 (5 Páginas)
CAP 3 (8 Páginas)
CAP 4 (5 Páginas)
CAP 5 (7 Páginas)

Prazo

Sexta-Feira, 21/09/2018

Para mim, ao menos, acredito que este seja um prazo dentro dos padrões pelo tamanho do livro. Escolhi a ideia do @Pedrods do prazo encerrar-se numa sexta-feira, assim dando tempo suficiente para se fomentar uma discussão e irmos para o livro seguinte.

Tópico Oficial
 


Boa leitura!

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Comprei este livro quando eu era um cabação de marca maior. 

Estava aqui na estante guardadinha em um canto.

já tirei a poeira dele. Vamos ver o que vai mudar da minha visão. 

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Caralho, não tô participando mas que pé na porta pra começar, hein? Hahaha Muito bom.

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Porra, primeira escolha já falando de liberdades? Parabéns aos envolvidos.

Comprando e subindo pro Kindle...

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Estou no último quartil do livro.

Muito bom até agora, viu? Quando finalizar dou o feedback completo.

Como a raça está? Estão gostando?

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Terminei a primeira parte do livro e estou gostando bastante. Tô me segurando para não comentar nada sobre o Mersault HAUHUAHUAH

Sigo avançando na leitura.

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Camus é um filho da puta, viu? 
Bom, vamos lá.

Spoiler

Me senti mais angustiado na segunda parte do livro, especialmente durante as divagações do Meursault na prisão sobre o seu fim.

Mas vamos começar pelo “começo”

Eu tive a impressão que a primeira parte do livro parecia mais uma confissão do que um relato narrado pelo Meursault. Durante a leitura dessa parte, parecia que ele estivesse a passar os fatos ao delegado e etc. Acaba que não é bem assim, mas tive essa breve impressão.

Senti muita raiva do Meursault na primeira parte do livro. É uma pessoa extremamente conformista, desprovida de traquejo social e que demonstrava desinteresse em se relacionar com os outros. Claro, ele tinha suas “necessidades” (leia-se: transar), mas era completamente indiferente às pessoas. Parecia se sentir mais à vontade em se manter calado do que interagir com o mundo afora. Mas mesmo tão afastado, era extremamente observador e notava qualquer mudança. Parecia, de certa forma, se contentar com coisas simples da vida: ir à praia e tomar banho de mar, sentar-se na sacada do apartamento e observar a multidão a passar durante um dia inteiro. A falta de empatia com as pessoas era refletida quando prestava mais atenção no ambiente e suas sensações (reclamava do calor, das moscas, dos barulhos do vizinho que gritava com o cachorro) do que nas pessoas ali ao seu lado estavam a dizer.

Ainda indiferente, Meursault não falava nada para agradar ninguém; sempre sincero. Não tinha metas ou planos, apenas se preocupando com o agora e si mesmo. Se eu pudesse resumir o livro numa palavra, seria indiferença. Meursault é indiferente com a mãe, pessoas, namorada e até mesmo com o seu julgamento, tentando compreender a espetacularização daquele acontecimento. A parte em que se cogita uma pena de morte foi colocada tão ~foderosamente~ por Camus, te pegando desprevenido, já que pelo relato de Meursault, se esperava que ele fosse julgado e retornasse ao cárcere para “poder dormir”. Mesmo com a possibilidade de morrer, Mersault parece não se importar tanto. Não que ele não sinta medo de morrer, mas sabe que a morte chega pra todo mundo; seja jovem ou velho.

No final das contas, Meursault, que era tão indiferente às pessoas, acabou sendo tratado  com a mesma indiferença pela justiça, que viu que o cara não demonstrava emoção ou arrependimento com a morte do árabe (e a morte da mãe e etc)

 

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Tanto faz.

O existencialismo abordado por Albert Camus nos faz perceber que este livro se torna perigoso para determinadas mentes. A história em si e sua mensagem é um tanto quanto interessante. A comodidade dos fatos que nos encontramos pode ser fácil, porém isto faz com que deixamos de lado nossas decisões, dando liberdade ao próximo escolher o que é bom ou ruim sem saber nossa opinião.  E até que ponto tudo é assim e foda-se? Até que ponto podemos deixar de lado tudo, tanto faz? As vezes temos muito disso, a foda-se, a deixa pra lá, a tanto faz. No fim só queremos um pouco de paz. E isto é o que fascina e torna o livro perigoso. Porque se iremos morrer, se iremos ser esquecidos porque lutar? Porque se esforçar? Nós só precisamos de pouco mesmo não é? Um empreguinho meia boca, comida na mesa, um pouquinho de divertimento e já eras. Camus tinha um dom em descrever as paisagens, as sensações e tudo estava intrínseco com o personagem. O mar, o céu, a lua, a paisagem. 

Isto gera algo. Gera a sinceridade que o personagem tem, longe da hipocrisia social, longe dos jogos, longe vaidade e ego. Sendo um estrangeiro. Puta livro, que merece ser reelido durante a vida algumas vezes. 

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Em 20/09/2018 at 17:23, P.S.Y. disse:

Camus é um filho da puta, viu? 
Bom, vamos lá.

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Me senti mais angustiado na segunda parte do livro, especialmente durante as divagações do Meursault na prisão sobre o seu fim.

Mas vamos começar pelo “começo”

Eu tive a impressão que a primeira parte do livro parecia mais uma confissão do que um relato narrado pelo Meursault. Durante a leitura dessa parte, parecia que ele estivesse a passar os fatos ao delegado e etc. Acaba que não é bem assim, mas tive essa breve impressão.

Senti muita raiva do Meursault na primeira parte do livro. É uma pessoa extremamente conformista, desprovida de traquejo social e que demonstrava desinteresse em se relacionar com os outros. Claro, ele tinha suas “necessidades” (leia-se: transar), mas era completamente indiferente às pessoas. Parecia se sentir mais à vontade em se manter calado do que interagir com o mundo afora. Mas mesmo tão afastado, era extremamente observador e notava qualquer mudança. Parecia, de certa forma, se contentar com coisas simples da vida: ir à praia e tomar banho de mar, sentar-se na sacada do apartamento e observar a multidão a passar durante um dia inteiro. A falta de empatia com as pessoas era refletida quando prestava mais atenção no ambiente e suas sensações (reclamava do calor, das moscas, dos barulhos do vizinho que gritava com o cachorro) do que nas pessoas ali ao seu lado estavam a dizer.

Ainda indiferente, Meursault não falava nada para agradar ninguém; sempre sincero. Não tinha metas ou planos, apenas se preocupando com o agora e si mesmo. Se eu pudesse resumir o livro numa palavra, seria indiferença. Meursault é indiferente com a mãe, pessoas, namorada e até mesmo com o seu julgamento, tentando compreender a espetacularização daquele acontecimento. A parte em que se cogita uma pena de morte foi colocada tão ~foderosamente~ por Camus, te pegando desprevenido, já que pelo relato de Meursault, se esperava que ele fosse julgado e retornasse ao cárcere para “poder dormir”. Mesmo com a possibilidade de morrer, Mersault parece não se importar tanto. Não que ele não sinta medo de morrer, mas sabe que a morte chega pra todo mundo; seja jovem ou velho.

No final das contas, Meursault, que era tão indiferente às pessoas, acabou sendo tratado  com a mesma indiferença pela justiça, que viu que o cara não demonstrava emoção ou arrependimento com a morte do árabe (e a morte da mãe e etc)

 

 

Spoiler

Acho que até no momento em que ele sente desejo ele é indiferente. Ele se deixa levar. Assim como no trabalho, que ele é carregado. Indo para o velório da mãe, que ele vai porque... sim. Quando pedem pra ele escrever a carta e ele simplesmente "ok", mesmo sabendo que isso levaria à violência.

Ele, em suma, é uma pessoa que escolheu não escolher. 

O final que é duro: As pessoas não aceitam a indiferença. O problema dele é que não está entre o que as pessoas acreditam que seja o correto. Ele não assumiu seu "dever moral" de sentir empatia por outras pessoas, seja a mãe, a namorada ou a pessoa que ele matou. Ele só quer viver o próximo momento, o próximo dia. E isso fica claro quando ele descreve seu dia-a-dia na prisão.

 

18 horas atrás, Aleef disse:

Tanto faz.

 

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O existencialismo abordado por Albert Camus nos faz perceber que este livro se torna perigoso para determinadas mentes. A história em si e sua mensagem é um tanto quanto interessante. A comodidade dos fatos que nos encontramos pode ser fácil, porém isto faz com que deixamos de lado nossas decisões, dando liberdade ao próximo escolher o que é bom ou ruim sem saber nossa opinião.  E até que ponto tudo é assim e foda-se? Até que ponto podemos deixar de lado tudo, tanto faz? As vezes temos muito disso, a foda-se, a deixa pra lá, a tanto faz. No fim só queremos um pouco de paz. E isto é o que fascina e torna o livro perigoso. Porque se iremos morrer, se iremos ser esquecidos porque lutar? Porque se esforçar? Nós só precisamos de pouco mesmo não é? Um empreguinho meia boca, comida na mesa, um pouquinho de divertimento e já eras. Camus tinha um dom em descrever as paisagens, as sensações e tudo estava intrínseco com o personagem. O mar, o céu, a lua, a paisagem. 

Isto gera algo. Gera a sinceridade que o personagem tem, longe da hipocrisia social, longe dos jogos, longe vaidade e ego. Sendo um estrangeiro. Puta livro, que merece ser reelido durante a vida algumas vezes. 

 

 

 

Spoiler

O final do livro é exatamente isso que você falou. Se vamos morrer... tanto faz. Ele aceita a morte, mas não como algo que virá, e sim uma eventualidade que pode ser adiada. E ele não fica indiferente à isso, dada a cena com o padre. Aliás, por que essa parte deixa ele tão estressado? Porque o padre acredita em algo? Porque o padre tem fé?

 

 

LET'S PUT A DISCUSSION HERE

 

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11 minutos atrás, Ariel' disse:

 

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Acho que até no momento em que ele sente desejo ele é indiferente. Ele se deixa levar. Assim como no trabalho, que ele é carregado. Indo para o velório da mãe, que ele vai porque... sim. Quando pedem pra ele escrever a carta e ele simplesmente "ok", mesmo sabendo que isso levaria à violência.

Ele, em suma, é uma pessoa que escolheu não escolher. 

O final que é duro: As pessoas não aceitam a indiferença. O problema dele é que não está entre o que as pessoas acreditam que seja o correto. Ele não assumiu seu "dever moral" de sentir empatia por outras pessoas, seja a mãe, a namorada ou a pessoa que ele matou. Ele só quer viver o próximo momento, o próximo dia. E isso fica claro quando ele descreve seu dia-a-dia na prisão.

 

Spoiler

Achei tua colocação muito boa sobre as pessoas terem dificuldades em aceitar a indiferença. A sociedade condena sempre quem acaba fugindo da tangente.

Lendo isso, me pego a indagar sobre quem realmente é o culpado: Meursault pelo crime ou a sociedade por não julgá-lo adequadamente?

 

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1 hora atrás, Ariel' disse:

O final do livro é exatamente isso que você falou. Se vamos morrer... tanto faz. Ele aceita a morte, mas não como algo que virá, e sim uma eventualidade que pode ser adiada. E ele não fica indiferente à isso, dada a cena com o padre. Aliás, por que essa parte deixa ele tão estressado? Porque o padre acredita em algo? Porque o padre tem fé?

Ele tinha sentimentos, aquele momento com a Marie na praia que ele a deseja foi um.  Eu vejo como quebra de um paradigma, porque a história mostra que a verdade da Igreja não era bem verdade. E no fim, ele sempre foi contra ao que era imposto, ele não ligava para isto. Mas no fim ele se rebelou, se rebelou contra o que queriam que ele aceitasse e no momento que ele se rebelou e foi contra, foi justamente nesta hora que caiu

1 hora atrás, P.S.Y. disse:

Achei tua colocação muito boa sobre as pessoas terem dificuldades em aceitar a indiferença. A sociedade condena sempre quem acaba fugindo da tangente.



Lendo isso, me pego a indagar sobre quem realmente é o culpado: Meursault pelo crime ou a sociedade por não julgá-lo adequadamente?

Acho que os dois. Meursault quando fica no modo foda-se, deixa o resto definir o que bem entender. Até que ponto que isto é saudável? Até que ponto podemos deixar que os outros escolham nossos sentimentos e nos dizem o que o que achamos e o pior foda-se?

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Em 22/09/2018 at 13:54, P.S.Y. disse:
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Achei tua colocação muito boa sobre as pessoas terem dificuldades em aceitar a indiferença. A sociedade condena sempre quem acaba fugindo da tangente.

Lendo isso, me pego a indagar sobre quem realmente é o culpado: Meursault pelo crime ou a sociedade por não julgá-lo adequadamente?

 

 

Spoiler

Os dois têm culpa, como disse o @Aleef. Ele precisa assumir a responsabilidade, perceber que fez merda, ao invés de simplesmente falar que tem problemas com o sol/calor (?). 

A cena no tribunal é irada porque ele descrever bem: Estão me julgando por um assassinato ou por não ter chorado no funeral da minha mãe? E deste ele não tem culpa nenhuma. Do homício sim, independente das circunstâncias.

 

Em 22/09/2018 at 15:11, Aleef disse:

 

  Ocultar conteúdo

Ele tinha sentimentos, aquele momento com a Marie na praia que ele a deseja foi um.  Eu vejo como quebra de um paradigma, porque a história mostra que a verdade da Igreja não era bem verdade. E no fim, ele sempre foi contra ao que era imposto, ele não ligava para isto. Mas no fim ele se rebelou, se rebelou contra o que queriam que ele aceitasse e no momento que ele se rebelou e foi contra, foi justamente nesta hora que caiu

 

 

Spoiler

Creio que ele sofre do mal de não deixar os sentimentos aparecerem, então. Ou, como disseram, é sobre aproveitar os momentos, os pequenos prazeres. Ele tinha algumas coisas que gostava. Muito disso girava em torno do desejo, do sexo, mas mesmo isso ele deixou de lado quando foi preso. Em dado momento ele deixa pra lá e passa a focar em outros pontos da sua sobrevivência. O tesão pode ser até mesmo uma saída para a sua vida sem graça. "Nada pra fazer... transar, então, né?" E isso fica claro quando ela propõe o casório. Ele se deixa levar, afinal não tem nada a perder.

 

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E eu achando que o prazo era até dia 30 kkkk

Mas enfim, terminei o primeiro capítulo, mesmo atrasado, assim que terminar os outros posto algo sobre e vou pro segundo livro.

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Tinha lido essa obra há alguns anos atrás. No final das contas percebo que o protagonista dificultava o simples, mas enfim.

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      Em seu estilo de peculiar clareza e profundidade, que nada deixa por examinar e nada teme analisar, Ramatís esboça a geometria transcendental que soluciona, pelos instrumentos da ótica espiritual, a arquitetura do edifício secular da vida humana.
      *** *** ***
      Fica a critério de vocês quanto ao prazo de leitura, mas imagino que em um mês já dê para terminá-la.
      Boa leitura ✌
    • Aleef
      By Aleef
      O user @Buzzuh disse que iria viajar no domingo a trabalho e não poderia criar o tópico. Ae eu to criando.
       
      A Ilha do Dr Schutz - Ataíde Tartari

       
       
      Sinopse: Em 1985, caçadores de nazistas de todo o mundo desembarcaram em São Paulo com o propósito de examinar os restos mortais de Josef Mengele. Entre eles estava um falasha chamado David Samen. Seguindo uma pista sobre a vida de Mengele no Brasil, Samen descobre o esconderijo de outro médico nazista, o Dr. Schultz, que fizera experiências em judeus negros como ele. Este romance é a versão em português de "Tropical Shade".
       
       
       
      O livro possui 193 páginas. 
       
      PRAZO : 24/10/2018
      Dá 7 páginas por dia. Aquela ida sagrada no banheiro, leva o seu leitor, dá uma lidinha em duas, na hora que for dormir dá uma lida em outras duas e na hora que tiver vendo o Whats e insta, separa um tempinho pra ler três páginas. Dá sossegado.
      Confesso que nunca tinha ouvido falar, estou curioso
       
       
       
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