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Lowko é Powko

Evolução de pensamento político

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Douglas.
42 minutos atrás, Henrique M. disse:

O que aconteceu lá foi que eles subestimaram o engajamento dessa classe que elegeu o Trump e superestimaram o engajamento da classe que elegeu o Obama, aí se fuderam nas análises eleitorais por pensar naquela eleição como nas duas últimas. Sendo que era claro que não seria. O slogan de campanha da base de eleitores era "The silent majority", termo que a mídia alcunhou para eles na época do Obama. E lá, essa maioria silenciosa representa mais de 80% da população. 

Mas não houve aumento significativo no comparecimento às urnas. Teria que ver por estado, principalmente nos swing states, mas em números gerais foram 129446839 votos válidos em 2008 e 128838342 em 2016.

Hilary teve uma queda de 5% enquanto Trump teve um aumento de 4.8%, porém boa parte desse aumento foi em estados já republicanos em 2008.

Mesmo perdendo na Florida (que o Obama levou em 2008), se ela tivesse feito o dever de casa e contido o avanço acima do Bible Belt, ela teria ganhado.

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Henrique M.
11 minutos atrás, Douglas. disse:

Mas não houve aumento significativo no comparecimento às urnas. Teria que ver por estado, principalmente nos swing states, mas em números gerais foram 129446839 votos válidos em 2008 e 128838342 em 2016.

Hilary teve uma queda de 5% enquanto Trump teve um aumento de 4.8%, porém boa parte desse aumento foi em estados já republicanos em 2008.

Mesmo perdendo na Florida (que o Obama levou em 2008), se ela tivesse feito o dever de casa e contido o avanço acima do Bible Belt, ela teria ganhado.

A questão lá não é o aumento significativo no comparecimento às urnas, a questão é que o eleitores brancos de classe média aumentaram consideravelmente em relação aos eleitores das minorias que elegeram o Obama e diminuíram seu comparecimento. E esse aumento com relação ao Obama em relação a Hillary se deve a essa mudança demográfica no perfil de quem compareceu as urnas. Eu queria ter as fontes para mostrar, pois eu fiquei meio estarrecido com a reação na internet e na mídia e li bastante sobre as razões pelos quais a imprensa falhou em suas análises da campanha eleitoral. E também queria comparar com um potencial cenário em 2018 entre a população brasileira e as chances do Bolsonoro se tornar um candidato com chances de segundo turno.

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Pedroso Navalha
5 horas atrás, Marvin Angulo disse:

Agora, vou fazer uma consideração sobre o Foro de São Paulo: percebo que não somente neste fórum, mas nas discussões em geral não há qualquer compromisso em buscar a verdade. Eu tenho certeza que você sequer já leu um livro sobre o tema, ou ao menos procurou se informar por fontes diretas. É de praxe do brasileiro julgar como teoria da conspiração o que não conhece e ainda querer sair por cima com uma resposta irônica, orgulhando-se da própria ignorância.

Mas o Foro de São Paulo é algo facílimo de entender, não precisa de nenhum livro. Partidos de vários países que seguem a mesma linha ideológica se reunem de tempos em tempos para discutir e decidir qual o rumo que eles vão tomar em seus respectivos países para que quando estiverem no comando tenham alianças e cooperação ou como atrair eleitores.

Aliás, essas reuniões de partidos acontecem entre várias ideologias diferentes existe a União Internacional Democrata formada basicamente por partidos conservadores.

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Douglas.
1 hora atrás, Henrique M. disse:

A questão lá não é o aumento significativo no comparecimento às urnas, a questão é que o eleitores brancos de classe média aumentaram consideravelmente em relação aos eleitores das minorias que elegeram o Obama e diminuíram seu comparecimento. E esse aumento com relação ao Obama em relação a Hillary se deve a essa mudança demográfica no perfil de quem compareceu as urnas. Eu queria ter as fontes para mostrar, pois eu fiquei meio estarrecido com a reação na internet e na mídia e li bastante sobre as razões pelos quais a imprensa falhou em suas análises da campanha eleitoral. E também queria comparar com um potencial cenário em 2018 entre a população brasileira e as chances do Bolsonoro se tornar um candidato com chances de segundo turno.

Então, essa "permuta" que até hoje não sei se conseguiram explicar, por isso muita gente fala de redes sociais e tal mas eu tenho relutância quanto a essa hipótese porque não vejo essa população mais velha mais presente nesse meio lá. Teve até o pessoal que levantou o negócio do meme do Pepe lá mas, sinceramente, aquilo está muito mais pra coisas que ficam quase sempre restritas a "jovens adultos" do que pros de 35+, que foram o fator determinante.

 

Aqui é um pouco diferente porque são várias opções mas hoje em apostaria, sim, num todos contra ele no segundo turno porque acho praticamente impossível alguém levar no primeiro. O que vai decidir é quem consegue diminuir a taxa de rejeição. Ele tem 40%, Ciro tem mais de 30%, outros chegam em torno dos 20%. Provavelmente quem larga na frente pra essa outra vaga no segundo turno deve ser a Marina, que acho que tem a menor taxa de rejeição.

Mas o perfil dos eleitores é bem similar: http://datafolha.folha.uol.com.br/eleicoes/2018/04/1965039-preso-lula-mantem-lideranca-em-disputa-pela-presidencia.shtml

EDIT

Esse link do DataFolha tem dados diferentes quanto a rejeição.

Citar

Temer (64%), Collor (41%), Lula (36%), Bolsonaro (31%), Alckmin (29%), Ciro (23%), Marina (22%), Maia (21%), Haddad (19%), Meirelles (17%), Wagner (15%), Dias (14%), Manuela (13%), Rocha (13%), Rabello de Castro (13%), Afif (12%), Amoêdo (12%), Boulos (12%) e Barbosa (12%). Há ainda 2% que votariam em qualquer um deles, 4% que rejeitam todos, e 2% que preferiram não opinar.

 

Editado por Douglas.

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Marvin Angulo
Em 24/04/2018 at 14:46, Roman disse:

Tudo bem cara, não entendi qual o seu ponto. É óbvio que o Congresso se renova, essa é a lógica de haver eleições de 4 em 4 anos. Já disse que as figuras mais moderninhas vão crescer daqui pra frente, só não acho que vai ser em 2018 e que não vale a pena girar o debate em torno de figuras marginais hoje porque até eles terem representatividade no governo vai demorar. Você citou os expoentes máximos desses movimentos e, olha só, eles ainda são exceções na sua tentativa de provar uma regra a partir do "já vem acontecendo". É evidente que vai aumentar, é uma tendência, você já falou isso, eu já falei isso, mas enfim...Vamos fazer assim: a gente aguarda e vê se a meta do pessoal do NOVO, por exemplo, de ter 35 deputados nessa eleição vai ser alcançada.

Se você acha que é carga teórica, fico assustado. O debate é bem raso mesmo. Não tem a mínima carga teórica nisso aqui, apesar de parecer haver: 

 

Ué, o ponto é que você diz não valer a pena discutir sobre essas figuras porque elas não terão representatividade já para 2018, e eu estou defendendo o oposto, inclusive que teremos um leque de mudanças no pleito deste ano que farão com que a influencia dessas novas figuras se valha desde já.

Você forçou a barra em querer apontar um Carlos Jordy da vida como expoente máximo de algum movimento (talvez hoje seja uma figura mais importante, mas na ocasião da eleição não era)... Mas enfim, quanto ao NOVO conseguir alcançar o número que almeja, eu não garanto (e nem acredito no partido, na real), mas que teremos uns 40% da câmara sendo ocupada por gente dessa nova geração, ai eu te digo que creio, sim.

Bom, deixando de lado a sua desonestidade em querer usar um meme postado no twitter do cara para desqualificar tudo que a figura defende (embora eu tenha inúmeras restrições ao Holliday), é só escutar qualquer discurso dele e de todo o pessoal do MBL que você encontra várias menções a doutrina do liberalismo clássico.

Não sei se você entendeu muito bem, mas eu também acho que ele é fraco, não tem conhecimento nem do que defende e simplesmente vive de repetir tudo que o Instituto Mises fala, etc, etc, mas ainda assim é uma política diferente do que se costuma fazer no país, o velho "voto nele porque esfaltou a minha rua", entende? A carga teórica é nesse sentido, por mais rasa que seja.

Em 24/04/2018 at 14:46, Roman disse:

Pesquisa eleitoral não é fato, sinto muito. A quantidade de erros amostrais e não amostrais não deixam que a gente chame ela de "fato", além de uma porrada de outros fatores e interpretações que você pode dar a essa pesquisa em específico, sem falar na falta de clareza de candidatos e na data que elas foram feitas, muito antes das eleições. Em todos os casos, a gente pode aguardar a eleição e ver o desempenho do Bolsonaro também, estou bastante curioso para observar. Uma análise criteriosa a partir de dados mais objetivamente levantados talvez se aproxime mais de um "fato", mas aí você também pode decidir o que prefere para "descrever a realidade do cenário político".

O Congresso é ruralista e religioso. Não é porque eles não têm 50% + 1 das casas que a gente não pode caracterizar dessa forma. Aliás, é pra isso que se instala bicameralismo e 513 deputados, justamente pra nenhum grupo ter essa deliberação ilimitada e dominar o legislativo. No entanto, o que a gente vê é que nenhum grupo, junto, tem mais influência que eles. Falar de "bancada empresarial" é engraçado, típico de jornalista mesmo.

Ah, e eu levei em consideração que metade das pessoas possuem Facebook sim cara, tem um gráfico mostrando exatamente isso, na verdade até mais usuários. Já entendi porque o amigo ali em cima desistiu de discutir com você.

Como a pesquisa eleitoral não é um fato, cara pálida? Hahahaha, que doidera. Deixa eu te explicar uma coisa bem óbvia: o fato é que ele está em primeiro nas pesquisas. Ponto. Foi o que eu disse.

Você está querendo dizer que a pesquisa não necessariamente refletirá a realidade, ok, eu também desconfio de pesquisas, mas a partir do momento que todos os institutos colocam o cara em primeiro, somado a observação da realidade (ex: aeroportos lotados para receber o Deputado, eventos que costumam encher, etc), é impossível não ver que a internet (como eu citei, carro-chefe da campanha dele) terá uma puta influencia? É uma análise muito mais coerente e objetiva do que pegar alguns critérios em um universo muito mais extenso, com variáveis repletas de subjetividades, para definir alguma proporção de influência entre "dinâmicas eleitorais tradicionais x novos fatores".

Me desculpe, mas achei uma bela porcaria essa análise da EXAME... Mas não dá pra levar o jornalismo atual a sério, mesmo, então nem me surpreendo.

Como eu falei, você tem a percepção que o congresso é ruralista e religioso, eu não tenho. Não vejo um excesso de criação de leis feitas para beneficiar fazendeiros, igrejas, ou seja lá o que você queria dizer ao fazer essa afirmação. Simplesmente não vejo desta forma, por isso pedi para você provar. Como eu falei, pra mim é muito mais notoriedade criada em cima de polêmicas do que influência real.

Por fim: Filho, em algum momento eu disse que o gráfico não falava isso? Meu deus do céu, deixa eu desenha pra você: Primeiro desqualifiquei a importância do ESTUDO (como um todo - se bem que na verdade é um gráfico que caiu do céu, mas ok) e depois usei UM DADO que existe no mesmo para dizer que você não estava levando isso em conta, SOMADO ao fator youtube, que usei de exemplo e você simplesmente ignorou. Tá de parabéns, amigão.

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Marvin Angulo
22 horas atrás, Pedroso Navalha disse:

Mas o Foro de São Paulo é algo facílimo de entender, não precisa de nenhum livro. Partidos de vários países que seguem a mesma linha ideológica se reunem de tempos em tempos para discutir e decidir qual o rumo que eles vão tomar em seus respectivos países para que quando estiverem no comando tenham alianças e cooperação ou como atrair eleitores.

Aliás, essas reuniões de partidos acontecem entre várias ideologias diferentes existe a União Internacional Democrata formada basicamente por partidos conservadores.

Porra, mas é disso mesmo que eu to falando, né? Esse tipo de entendimento sobre o Foro de São Paulo você encontra no google.

O que você precisa de conhecimento é pra entender como eles influenciam na soberania nacional dos demais países, de que forma estão ligados a movimentos globalistas e outros apartidários como FARC (desde a época que era "só" um bando de guerrilheiros traficantes e não tinham status de partido), MIR Chileno, etc.

Querer reduzir o Foro de São Paulo a um encontro feliz de amiguinhos comunistas é pura ignorância.

Editado por Marvin Angulo

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Herr Jones
31 minutos atrás, Marvin Angulo disse:

O que você precisa de conhecimento é pra entender como eles influenciam na soberania nacional dos demais países, de que forma estão ligados a movimentos globalistas e outros apartidários como FARC (desde a época que era "só" um bando de guerrilheiros traficantes e não tinham status de partido), MIR Chileno, etc.

Querer reduzir o Foro de São Paulo a um encontro feliz de amiguinhos comunistas é pura ignorância.

Então, de que forma eles realizam essa influência?

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Pedroso Navalha
42 minutos atrás, Marvin Angulo disse:

Porra, mas é disso mesmo que eu to falando, né? Esse tipo de entendimento sobre o Foro de São Paulo você encontra no google.

O que você precisa de conhecimento é pra entender como eles influenciam na soberania nacional dos demais países, de que forma estão ligados a movimentos globalistas e outros apartidários como FARC (desde a época que era "só" um bando de guerrilheiros traficantes e não tinham status de partido), MIR Chileno, etc.

Querer reduzir o Foro de São Paulo a um encontro feliz de amiguinhos comunistas é pura ignorância.

Então é a maior reunião de incompetentes de todos os tempos por que a América Latina esteve por quase uma década com governos de partidos ligados ao Foro de São Paulo e hoje não sobrou quase nenhum, seja por perderem nas urnas, por impeachmeant ou por prisões. 

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Roman
2 horas atrás, Marvin Angulo disse:

Ué, o ponto é que você diz não valer a pena discutir sobre essas figuras porque elas não terão representatividade já para 2018, e eu estou defendendo o oposto, inclusive que teremos um leque de mudanças no pleito deste ano que farão com que a influencia dessas novas figuras se valha desde já.

Você forçou a barra em querer apontar um Carlos Jordy da vida como expoente máximo de algum movimento (talvez hoje seja uma figura mais importante, mas na ocasião da eleição não era)... Mas enfim, quanto ao NOVO conseguir alcançar o número que almeja, eu não garanto (e nem acredito no partido, na real), mas que teremos uns 40% da câmara sendo ocupada por gente dessa nova geração, ai eu te digo que creio, sim.

Bom, deixando de lado a sua desonestidade em querer usar um meme postado no twitter do cara para desqualificar tudo que a figura defende (embora eu tenha inúmeras restrições ao Holliday), é só escutar qualquer discurso dele e de todo o pessoal do MBL que você encontra várias menções a doutrina do liberalismo clássico.

Não sei se você entendeu muito bem, mas eu também acho que ele é fraco, não tem conhecimento nem do que defende e simplesmente vive de repetir tudo que o Instituto Mises fala, etc, etc, mas ainda assim é uma política diferente do que se costuma fazer no país, o velho "voto nele porque esfaltou a minha rua", entende? A carga teórica é nesse sentido, por mais rasa que seja.

Como a pesquisa eleitoral não é um fato, cara pálida? Hahahaha, que doidera. Deixa eu te explicar uma coisa bem óbvia: o fato é que ele está em primeiro nas pesquisas. Ponto. Foi o que eu disse.

Você está querendo dizer que a pesquisa não necessariamente refletirá a realidade, ok, eu também desconfio de pesquisas, mas a partir do momento que todos os institutos colocam o cara em primeiro, somado a observação da realidade (ex: aeroportos lotados para receber o Deputado, eventos que costumam encher, etc), é impossível não ver que a internet (como eu citei, carro-chefe da campanha dele) terá uma puta influencia? É uma análise muito mais coerente e objetiva do que pegar alguns critérios em um universo muito mais extenso, com variáveis repletas de subjetividades, para definir alguma proporção de influência entre "dinâmicas eleitorais tradicionais x novos fatores".

Me desculpe, mas achei uma bela porcaria essa análise da EXAME... Mas não dá pra levar o jornalismo atual a sério, mesmo, então nem me surpreendo.

Como eu falei, você tem a percepção que o congresso é ruralista e religioso, eu não tenho. Não vejo um excesso de criação de leis feitas para beneficiar fazendeiros, igrejas, ou seja lá o que você queria dizer ao fazer essa afirmação. Simplesmente não vejo desta forma, por isso pedi para você provar. Como eu falei, pra mim é muito mais notoriedade criada em cima de polêmicas do que influência real.

Por fim: Filho, em algum momento eu disse que o gráfico não falava isso? Meu deus do céu, deixa eu desenha pra você: Primeiro desqualifiquei a importância do ESTUDO (como um todo - se bem que na verdade é um gráfico que caiu do céu, mas ok) e depois usei UM DADO que existe no mesmo para dizer que você não estava levando isso em conta, SOMADO ao fator youtube, que usei de exemplo e você simplesmente ignorou. Tá de parabéns, amigão.

Exato, estou falando pra esperar as eleições, não ficar fazendo exercício de sociologia.

Ok, você citou 3 pessoas e quer que eu acredite que elas não são a exceção.

Usar o meme evidencia que esses novos políticos se baseiam em...memes, como eu disse. Não carga teórica.

Eu tô questionando a pesquisa, como te falei. Dizer que vai se basear em fatos e falar de pesquisa eleitoral em abril são coisas que você só vê no FManager mesmo. Enquanto isso, coisas com base na literatura sobre o tema, em pesquisas mais fidedignas e em contextos mais favoráveis, são ignoradas. Tudo bem, eu entendo o viés de confirmação. Como eu disse, nesse caso a gente pode ver o resultado dele nas urnas também, estou bastante curioso, até porque não parto de nenhuma certeza (como você parece partir de várias, inclusive ex ante), só probabilidades.

O Ricardo Sennes não é jornalista. Aliás, são justamente os jornalistas que pensam que as redes sociais serão determinantes. Qualquer cientista político minimamente capacitado sabe que elas vem crescendo e que tem sua importância, mas, como dito, limitado a uns 30% hoje em detrimento de canais mais tradicionais.

Tudo bem cara, nosso Congresso deve ser democrata e cidadão. Os caras não propõem várias leis que ameaçam indígenas, quilombolas, evitam a regulação do agronegócio, barram investigações em fazendas com suspeita de trabalho escravo, por exemplo. E não existe também nenhum parlamentar que baseia sua ética e, portanto suas votações, na religião também não, deve ter sido invenção minha. Que coisa, ter cerca de 200 parlamentares em ambas essas bancadas não é nada, enquanto que um ou outro outsider na política já prova muita coisa.

Realmente, você tem razão. Não falou em momento nenhum que eu não levei em consideração que o país tem 100 milhões de usuários no Facebook. hahah Que loucura.

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ArquitetoZ

Já que a política tem desevoluído com as redes sociais e a grande aderência, infelizmente os debates políticos tem se degenerado em debates torpes e cheios de gritos irracionais.

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Henrique M.
53 minutos atrás, ArquitetoZ disse:

Já que a política tem desevoluído com as redes sociais e a grande aderência, infelizmente os debates políticos tem se degenerado em debates torpes e cheios de gritos irracionais.

Zoroastro para presidente pelo LOUCOS.

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ArquitetoZ

Nada disso, nós iremos de Henrique Melo pelo FManagers.

Eu quero mesmo é que todo cidadão seja político e todo político seja um cidadão qualquer.

Editado por ArquitetoZ

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felipevalle

Cuidado Henrique. A armadura dele é mais forte que a sua 😂😂😂

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Marvin Angulo
Em 25/04/2018 at 17:53, Herr Jones disse:

Então, de que forma eles realizam essa influência?

Bom, tendo em mente o objetivo principal e já explicitado do Foro, que é a transformação da América do Sul na grande nação Bolivariana, temos que entender o fundamental papel do Brasil como financiador de todo o esquema. Não à toa, em inúmeras ocasiões vimos o governo petista financiar obras em Cuba, Venezuela, Angola, etc, vindo posteriormente a (que surpresa!) descobrir que levaria um calote.Tais financiamentos se deram, no grosso, via BNDES e pelos esquemas com as empreiteiras. O dinheiro obviamente é utilizado para a manutenção dos governos socialistas no poder, não havendo qualquer favorecimento aos interesses nacionais.

O papel das FARC, nesse contexto, também é importante para explicitar o caráter do encontro: veja bem, não é surpresa que uma composição de sujeitos como Fidel Castro, Lula e Chávez tenha simpatia por grupos guerrilheiros e revolucionários. O preocupante é o fortalecimento do grupo desde sua integração ao Foro, que hoje já conseguiu inclusive cadeiras no legislativo da Colômbia, coincidindo com o enorme crescimento do narcotráfico em solo nacional. Não precisa ser nenhum gênio para entender que, a nível de Brasil, durante o governo PT houve a facilitação da entrada de drogas no país para que pudesse ser financiada a luta armada na Colômbia.

O fato é que as reuniões do Foro de São Paulo serviram para ditar as diretrizes de um plano maior, com as decisões sendo tomadas em conjunto, em detrimento das soberanias nacionais, e os exemplos que eu citei aqui são somente alguns fatos que já foram elucidados - imagino o que não foi realizado com o dinheiro público e ainda não veio a tona.

Creio que um dia também será provada a influência do Foro de São Paulo em fraudes de eleições por meio das urnas eletrônicas - não acho que seja coincidência que Brasil, Venezuela e Cuba utilizem urnas disponibilizadas pela mesma empresa. Mas isso é opinião.

Em 25/04/2018 at 18:07, Pedroso Navalha disse:

Então é a maior reunião de incompetentes de todos os tempos por que a América Latina esteve por quase uma década com governos de partidos ligados ao Foro de São Paulo e hoje não sobrou quase nenhum, seja por perderem nas urnas, por impeachmeant ou por prisões. 

Em 1990 (ano de fundação do Foro) eram somente 2 presidentes de esquerda na América Latina, quando em 2005 já eram 15.

Mais pra frente não tenho os números (imagino que seja até pior), mas acho que já dá pra ilustrar.

O trabalho foi bem feito e queda dos governos de esquerda é mais atual, se devendo principalmente à situação do Brasil, por conta da crise econômica, o posterior Impeachment da Dilma e a decadência do PT, daí a fonte secou, complementando o que eu mencionei acima sobre papel do Brasil do Foro. Sem a galinha dos ovos de ouro, a instauração da crise e enfraquecimento dos governos socialistas foi consequência.

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Marvin Angulo
Em 25/04/2018 at 20:02, Roman disse:

Exato, estou falando pra esperar as eleições, não ficar fazendo exercício de sociologia.

Ok, você citou 3 pessoas e quer que eu acredite que elas não são a exceção.

Usar o meme evidencia que esses novos políticos se baseiam em...memes, como eu disse. Não carga teórica.

Eu tô questionando a pesquisa, como te falei. Dizer que vai se basear em fatos e falar de pesquisa eleitoral em abril são coisas que você só vê no FManager mesmo. Enquanto isso, coisas com base na literatura sobre o tema, em pesquisas mais fidedignas e em contextos mais favoráveis, são ignoradas. Tudo bem, eu entendo o viés de confirmação. Como eu disse, nesse caso a gente pode ver o resultado dele nas urnas também, estou bastante curioso, até porque não parto de nenhuma certeza (como você parece partir de várias, inclusive ex ante), só probabilidades.

O Ricardo Sennes não é jornalista. Aliás, são justamente os jornalistas que pensam que as redes sociais serão determinantes. Qualquer cientista político minimamente capacitado sabe que elas vem crescendo e que tem sua importância, mas, como dito, limitado a uns 30% hoje em detrimento de canais mais tradicionais.

Tudo bem cara, nosso Congresso deve ser democrata e cidadão. Os caras não propõem várias leis que ameaçam indígenas, quilombolas, evitam a regulação do agronegócio, barram investigações em fazendas com suspeita de trabalho escravo, por exemplo. E não existe também nenhum parlamentar que baseia sua ética e, portanto suas votações, na religião também não, deve ter sido invenção minha. Que coisa, ter cerca de 200 parlamentares em ambas essas bancadas não é nada, enquanto que um ou outro outsider na política já prova muita coisa.

Realmente, você tem razão. Não falou em momento nenhum que eu não levei em consideração que o país tem 100 milhões de usuários no Facebook. hahah Que loucura.

Você se utiliza de desonestidade para provar seu ponto num fórum, que coisa.

Como eu falei, citei três pessoas porque foi o que me veio à cabeça. Uma simples googlada e você encontra que só o MBL elegeu 8 em 2016 e com mais um pouquinho de boa vontade você encontra um número bem maior de candidatos em primeiro mandato - daí seria necessário fazer um filtro de quem se encaixa no perfil que estamos falando e quem não se encaixa, porém não creio que algum de nós tenha tempo pra fazer trabalho. O mais engraçado é que primeiro você questionou a qualidade dos candidatos que eu apontei ("expoentes máximos dos movimentos") e só agora resolveu contestar a quantidade.

Mais uma vez vou desenhar pra você: a pesquisa eleitoral É um fato. Ela existe, está ali, e pode ser usado como argumento em conjunto com as evidências da realidade. Os critérios que você cita são ainda mais subjetivos e menos confiáveis: "literatura sobre o tema" - literatura de quem? quais os interesses do cidadão? quais os métodos utilizados?; porque priorizar o autor x e não y, que diz o oposto (como o próprio autor mesmo admitiu existir); as pesquisas eleitorais, apesar de também caírem no problema do método, pelo menos estão convergindo entre os diferentes institutos de pesquisas e têm alguma coerência com a realidade observável.

Não conheço o Ricardo Sennes, mas resolvi perder um tempo e dar uma pesquisa. Isso aqui me chamou atenção: http://umbrasil.com/videos/nao-havera-uma-grande-guinada-politica-em-2018-diz-ricardo-sennes/

Não sabia que ele era cientista político, mas vendo essa matéria e a outra que você citou ficou muito claro que ele é mais um daqueles analistas que fazem torcida ao invés de análise. O tipicio cientista "SÉRIO" que ficou com cara de cu com a eleição do Donald Trump e o resultado do Brexit, enquanto os independentes, fora do mainstream, perceberam que eram resultados PREVISÍVEIS.

Se quiser cientista político sério, procure por Filipe G. Martins, que acertou o resultado de 48 estados das eleições americanas, do Brexit, e já coloca Bolsonaro no 2º turno, enquanto o tal Ricardo Sennes diz que não haverá guinada política e se utiliza de termos  como "populismo de direita e de esquerda" para fazer um discurso bonitinho e meia-bomba.

Espero que você realmente volte quando todas as previsões (que não são somente minhas) se confirmarem.

Sobre o congresso, ainda estou no aguardo da sua prova. Ora, eu citar de cabeça 3 candidatos você trata como exceção, e você não me dá um exemplo de UMA lei aprovada recentemente? Olha o seu exemplo, cara! Me explica como o legislativo tem poder pra barrar uma investigação numa propriedade privada, pelo amor de Deus. O MP agora também é ruralista? Hahahaha. Você fala de benefícios aos fazendeiros enquanto o MTST tem proteção constitucional pra, na prática, praticar terrorismo e expropriar a propriedade alheia. E aí?

"E não existe também nenhum parlamentar que baseia sua ética e, portanto suas votações, na religião também não, deve ter sido invenção minha" ; "Tudo bem cara, nosso Congresso deve ser democrata e cidadão." ; "Que coisa, ter cerca de 200 parlamentares em ambas essas bancadas não é nada, enquanto que um ou outro outsider na política já prova muita coisa."

Esses comentários demonstram o seu nível de desonestidade. Em algum momento eu disse que não tem nenhum parlamentar religioso? Desde quando os adjetivos "democrata e cidadão" tornaram-se opostos à "ruralista e religioso"? Por fim, ter 200 parlamentares na bancada não torna, por si, o congresso nisso, num contexto onde ainda há inúmeros outros grupos de interesses envolvidos. 

E sem entrar no mérito do seu comentário retardado de "Regulação do agronegócio" - isso, o agronegócio é a única coisa que funciona no país, vamos resolver o problema regulando ainda mais porque tudo que é regulado aqui no Brasil dá certo, né, amiguinho? Vamos criar mais agências reguladoras, aumentar a burocracia no nosso estado nada inchado, criar cartéis que beneficiam os políticos e por consequência acabar com o emprego de uma porrada de gente. Vai dar certo sim.

Sua análise sobre as eleições, as fontes que você utiliza, o congresso malvadão ruralista e religioso... Todos os seus comentários são fruto de informações tiradas em veículos tradicionais de mídia e senso comum. A história recente vem nos provando que a tendência é os dois elementos serem contrariados.

Editado por Marvin Angulo

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Roman
7 minutos atrás, Marvin Angulo disse:

Você se utiliza de desonestidade para provar seu ponto num fórum, que coisa.

Como eu falei, citei três pessoas porque foi o que me veio à cabeça. Uma simples googlada e você encontra que só o MBL elegeu 8 em 2016 e com mais um pouquinho de boa vontade você encontra um número bem maior de candidatos em primeiro mandato - daí seria necessário fazer um filtro de quem se encaixa no perfil que estamos falando e quem não se encaixa, porém não creio que algum de nós tenha tempo pra fazer trabalho. O mais engraçado é que primeiro você questionou a qualidade dos candidatos que eu apontei ("expoentes máximos dos movimentos") e só agora resolveu contestar a quantidade.

Mais uma vez vou desenhar pra você: a pesquisa eleitoral É um fato. Ela existe, está ali, e pode ser usado como argumento em conjunto com as evidências da realidade. Os critérios que você cita são ainda mais subjetivos e menos confiáveis: "literatura sobre o tema" - literatura de quem? quais os interesses do cidadão? quais os métodos utilizados?; porque priorizar o autor x e não y, que diz o oposto (como o próprio autor mesmo admitiu existir); as pesquisas eleitorais, apesar de também caírem no problema do método, pelo menos estão convergindo entre os diferentes institutos de pesquisas e têm alguma coerência com a realidade observável.

Não conheço o Ricardo Sennes, mas resolvi perder um tempo e dar uma pesquisa. Isso aqui me chamou atenção: http://umbrasil.com/videos/nao-havera-uma-grande-guinada-politica-em-2018-diz-ricardo-sennes/

Não sabia que ele era cientista político, mas vendo essa matéria e a outra que você citou ficou muito claro que ele é mais um daqueles analistas que fazem torcida ao invés de análise. O tipicio cientista "SÉRIO" que ficou com cara de cu com a eleição do Donald Trump e o resultado do Brexit, enquanto os independentes, fora do mainstream, perceberam que eram resultados PREVISÍVEIS.

Se quiser cientista político sério, procure por Filipe G. Martins, que acertou o resultado de 48 estados das eleições americanas, do Brexit, e já coloca Bolsonaro no 2º turno, enquanto o tal Ricardo Sennes diz que não haverá guinada política e se utiliza de termos  como "populismo de direita e de esquerda" para fazer um discurso bonitinho e meia-bomba.

Espero que você realmente volte quando todas as previsões (que não são somente minhas) se confirmarem.

Sobre o congresso, ainda estou no aguardo da sua prova. Ora, eu citar de cabeça 3 candidatos você trata como exceção, e você não me dá um exemplo de UMA lei aprovada recentemente? Olha o seu exemplo, cara! Me explica como o legislativo tem poder pra barrar uma investigação numa propriedade privada, pelo amor de Deus. O MP agora também é ruralista? Hahahaha. Você fala de benefícios aos fazendeiros enquanto o MTST tem proteção constitucional pra, na prática, praticar terrorismo e expropriar a propriedade alheia. E aí?

"E não existe também nenhum parlamentar que baseia sua ética e, portanto suas votações, na religião também não, deve ter sido invenção minha" ; "Tudo bem cara, nosso Congresso deve ser democrata e cidadão." ; "Que coisa, ter cerca de 200 parlamentares em ambas essas bancadas não é nada, enquanto que um ou outro outsider na política já prova muita coisa."

Esses comentários demonstram o seu nível de desonestidade. Em algum momento eu disse que não tem nenhum parlamentar religioso? Desde quando os adjetivos "democrata e cidadão" tornaram-se opostos à "ruralista e religioso"? Por fim, ter 200 parlamentares na bancada não torna, por si, o congresso nisso, num contexto onde ainda há inúmeros outros grupos de interesses envolvidos. 

E sem entrar no mérito do seu comentário retardado de "Regulação do agronegócio" - isso, o agronegócio é a única coisa que funciona no país, vamos resolver o problema regulando ainda mais porque tudo que é regulado aqui no Brasil dá certo, né, amiguinho? Vamos criar mais agências reguladoras, aumentar a burocracia no nosso estado nada inchado, criar cartéis que beneficiam os políticos e por consequência acabar com o emprego de uma porrada de gente. Vai dar certo sim.

Sua análise sobre as eleições, as fontes que você utiliza, o congresso malvadão ruralista e religioso... Todos os seus comentários são fruto de informações tiradas em veículos tradicionais de mídia e senso comum. A história recente vem nos provando que a tendência é os dois elementos serem contrariados.

Top.

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Nathy Bastos

Sei lá... Acho que nunca vou confiar nos partidos de Esquerda. O medo de uma Venezuela no Brasil é grande e a ameaça é real.

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5000

Quando eu entrei no fórum, bem, eu era uma criança com um interesse anormal em História e Política, evidentemente não possuía ideologia.

Inicialmente flertei com o monarquismo, até perceber que no meu coração eu era um progressista e isso é totalmente incompatível. Além, é claro, do próprio sistema ser completamente antiquado e inapropriado para o século XXI. É bizarro, mas nunca fui um monarquista conservador, de direita, e sim um garoto que tinha ilusões demais acerca do papel histórico desempenhado por certas figuras, rs.

Depois com socialismo, jamais de maneira extrema, até compreender que certas consequências da influência dos partidos na sociedade foram muitíssimo negativas, como visto na URSS e na China Vermelha. Sou veermentemente contra qualquer tipo de autoritarismo, sou um democrata até a medula e além.

Hoje eu sou um social-democrata, um progressista completo, por assim dizer, mas com o entendimento que é necessário que o Estado modifique seu papel de intervenção na sociedade. Tive interesse (mas jamais crença) no liberalismo econômico, mas acredito fundamentalmente no papel do Estado como um fator de equilíbrio na sociedade moderna, desde que seja dada ao ente privado a devida liberdade para agir de acordo com o bom-senso que todos nós deveríamos possuir. Sou de esquerda, mas não me identifico com nenhum partido, embora simpatize por razões históricas e familiares com o PDT. O interesse anormal continua.

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aldin
Em 24/05/2018 at 15:10, 5000 disse:

Quando eu entrei no fórum, bem, eu era uma criança com um interesse anormal em História e Política, evidentemente não possuía ideologia.

Inicialmente flertei com o monarquismo, até perceber que no meu coração eu era um progressista e isso é totalmente incompatível. Além, é claro, do próprio sistema ser completamente antiquado e inapropriado para o século XXI. É bizarro, mas nunca fui um monarquista conservador, de direita, e sim um garoto que tinha ilusões demais acerca do papel histórico desempenhado por certas figuras, rs.

Depois com socialismo, jamais de maneira extrema, até compreender que certas consequências da influência dos partidos na sociedade foram muitíssimo negativas, como visto na URSS e na China Vermelha. Sou veermentemente contra qualquer tipo de autoritarismo, sou um democrata até a medula e além.

Hoje eu sou um social-democrata, um progressista completo, por assim dizer, mas com o entendimento que é necessário que o Estado modifique seu papel de intervenção na sociedade. Tive interesse (mas jamais crença) no liberalismo econômico, mas acredito fundamentalmente no papel do Estado como um fator de equilíbrio na sociedade moderna, desde que seja dada ao ente privado a devida liberdade para agir de acordo com o bom-senso que todos nós deveríamos possuir. Sou de esquerda, mas não me identifico com nenhum partido, embora simpatize por razões históricas e familiares com o PDT. O interesse anormal continua.

Saudades, cara! 

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      Professor de Ciência Política da Universidade de São Paulo, instituição onde graduou-se em direito, fez mestrado em Economia e doutorou-se em Filosofia, foi ministro da Educação entre julho de 2005 e janeiro de 2012, nos governos Luiz Inácio Lula da Silvae Dilma Rousseff.
      Trabalhou como analista de investimento no Unibanco e, de 2001 até 2003, foi Subsecretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de São Paulo da administração de Marta Suplicy. Integrou, ainda, o Ministério do Planejamento do Governo Lula durante a gestão de Guido Mantega (2003–2004), oportunidade na qual elaborou o projeto de lei que instituiu as Parcerias Público-Privadas (PPPs) no Brasil. (Wikipedia)
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      Alckmin é casado com Lu Alckmin, com quem teve três filhos: Sophia Alckmin, Geraldo e Thomaz Alckmin, este último falecido.Formado em medicina pela Universidade de Taubaté, iniciou sua carreira política em Pindamonhangaba, onde foi eleito vereador, presidente da Câmara dos Vereadores e prefeito. Depois, foi eleito para a Assembleia Legislativa nas eleições de 1982 e para deputado federal em 1986 e 1990. Em 1988, foi um dos fundadores do PSDB. Entre 1991 a 1994, presidiu o PSDB-SP. Em 1994, elegeu-se vice-governador de Mário Covas.Em 2000, concorreu à prefeitura de São Paulo, sendo derrotado no primeiro turno. Com a morte de Covas, em março de 2001, assumiu o governo e se reelegeu em 2002.
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      Foi eleito governador no primeiro turno da eleição de 2010, retornando ao Palácio dos Bandeirantes em janeiro de 2011. Em 2014, reelegeu-se governador no primeiro turno. Alckmin foi o político que por mais tempo comandou o governo de São Paulo desde a redemocratização do Brasil.
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      Henrique de Campos Meirelles (Anápolis, 31 de agosto de 1945) é um executivo da área financeira com sólida carreira internacional, e Ex-Ministro da Fazenda do Brasil. Considerado uma das figuras mais respeitadas do ambiente financeiro brasileiro internacional, foi presidente internacional do BankBoston (principal executivo) e presidente do Banco Central do Brasil (BCB), cargo que ocupou de 2003 a 2011, durante o governo Lula. Foi Chairman do Lazard Americas, banco de investimento sediado em Nova York, senior advisor da Kolberg, Kravis and Roberts (KKR), uma empresa global de investimentos, membro do Conselho da Lloyd's of London, empresa global de seguros,  membro do conselho consultivo da J&F Investimentos, membro do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, entre outros. (Wikipedia)
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      Jair Messias Bolsonaro (Campinas, 21 de março de 1955) é um militar da reserva e político brasileiro. Cumpre atualmente o seu sétimo mandato na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista (PP). Nas eleições gerais de 2014, foi o deputado federal mais votado do estado do Rio de Janeiro com apoio de 6% do eleitorado fluminense (464 mil votos). Em 2017, foi considerado pelo instituto FSB Pesquisa o parlamentar mais influente nas redes sociais. Em janeiro de 2018, anunciou sua filiação ao Partido Social Liberal (PSL), o nono partido político de sua carreira, desde que foi eleito vereador em 1989.
      Além dele, seu irmão Renato Bolsonaro e três filhos seus também são políticos: Carlos Bolsonaro (vereador do Rio de Janeiro pelo PP), Flávio Bolsonaro (deputado estadual do RJ pelo PSL e comandante da legenda no estado) e Eduardo Bolsonaro (deputado federal de São Paulo também pelo PSL).
      Tornou-se conhecido nacionalmente por suas posições nacionalistas e conservadoras, pelo apoio à ditadura militar (1964-1985) e por críticas à esquerda, por ter considerado a tortura uma prática legítima, por posições contrárias aos direitos LGBT e por várias outras declarações controversas, as quais lhe renderam cerca de 30 pedidos de cassação e três condenações judiciais. Suas posições políticas geralmente são classificadas como alinhadas aos discursos da extrema-direita. (Wikipedia)
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      João Dionisio Filgueira Barreto Amoêdo mais conhecido como João Amoêdo (Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1962) é um engenheiro, administrador de empresas, economista, ativista político e palestrante brasileiro. É um dos fundadores do Partido Novo(NOVO), partido que presidiu até julho de 2017. (Wikipedia)
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      MARINA SILVA (REDE)
      DIRETRIZES DE GOVERNO

      Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, nascida Maria Osmarina da Silva (Rio Branco, 8 de fevereiro de 1958) é uma historiadora, professora, psicopedagoga, ambientalista, e política brasileira filiada à Rede Sustentabilidade
      Iniciou sua carreira política em 1984 como vice-coordenadora da Central Única dos Trabalhadores no Acre. No ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi eleita pela primeira vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadoramais votada de Rio Branco. Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual, novamente com a mais expressiva votação. Nas eleições gerais de 1994, foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Nomeada Ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva em 1 de janeiro de 2003, ficou no cargo até 13 de maio de 2008.
      Foi candidata à Presidência da República em 2010 pelo Partido Verde (PV), obtendo a terceira colocação no primeiro turno, com mais de 19 milhões dos votos (19,33% da porcentagem total). Voltou a ser candidata em 2014 pelo PSB, ficando novamente em terceira colocada com mais de 22 milhões de votos. (Wikipedia)
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      Pesquisa Datafolha: Bolsonaro, 26%; Ciro, 13%; Haddad, 13%; Alckmin, 9%; Marina, 8%
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      Elaborado por @apyus
    • Ne0
      Por Ne0
      https://pt.quizur.com/quiz/qual-pais-tem-um-governo-mais-parecido-com-sua-ideologia-politica-2vhm
      Respondam e compartilhem, pra mim deu japão:
      "Você é uma pessoa que tem uma mente muito aberta ao dialogo, não se prendendo ao discurso de espectros e ideologias políticas, sempre prezando em adotar um tom moderado e prezando pela Democracia, tentando evitar ao máximo extremismos e dogmas ideológicos. Desde o fim da segunda guerra mundial o Japão vem adotando uma política de caráter centrista, alternando diversos partidos no poder sem que seu sistema político ganhasse o tom de uma ideologia predominante, esse é o melhor lugar para você que prefere uma política mais neutra e racional."
    • Douglas.
      Por Douglas.
      Relevante: Argentinas que fizeram aborto postam depoimentos em rede social
    • Matias_
      Por Matias_
      Bom, não sei se isso já está sendo discutido em algum lugar aqui no Fórum (até onde vi, não estava), ou onde isso vai dar (provavelmente em nada), mas acho lícito discutir as implicações dessa "crise".
       
      Petrobras anuncia redução de 10% no diesel; medida deve valer por 15 dias
       
      Aqui na minha cidade, e na cidade onde estudo (João Monlevade - MG), o combustível já acabou. Rumores que mais um dia de greve e a cidade para.
      Enfim, achei interessante esse acontecimento porque escancara o que uma mobilização bem feita pode desencadear. E aí, o que pensam a respeito?
    • davidreisc
      Por davidreisc
      Comandante do Exército diz que 'compartilha anseio de repúdio à impunidade
      Sem querer entrar no mérito a respeito da condenação ou não do Lula, tenho uma opinião já formada sobre isso.
      Acho bem desnecessário (na minha opinião até perigoso) um General do Exército explanar um discurso onde ele coloca sua instituição como instrumento de salvação da nação. Isso remete a uma semelhança muito grande em relação ao que aconteceu no passado e acaba desencadeando um clamor de parte da população votada para ideias mais extremistas.
      O momento político do país é algo completamente propício para isso, todos os 3 poderes estão com uma imagem bastante desgastada perante a população. O que é um prato cheio para que ideologias que pregam um intervencionismo militar passem a ganhar um espaço maior.
      O que vocês pensam a respeito?
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